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Coluna

Desafio Ambiental: Práticas sustentáveis ganham maior espaço na indústria de bebidas

Por Lenilde Pacheco

Fábrica Petrópolis Uberaba. Foto: Divulgação

As práticas sustentáveis ganharam maior destaque na indústria de bebidas alcoólicas. Dados da Associação Brasileira de Bebidas (Abrabe), entidade representativa do segmento de vinhos, cachaças e cervejas, mostram que 57% das companhias do setor apresentam iniciativas voltadas para as melhores práticas de ESG (ambiental, social e governança, em inglês).

 


Foto: Divulgação

 


Foto: Marcos Lopes

 

Em parceria com a KPMG, a Abrabe também constatou que 83% das principais empresas do mercado adotam alguma iniciativa de reciclagem. É o melhor caminho para um setor produtivo que enfrenta dores de cabeça para equacionar desde a escassez dos insumos até as crises climáticas e os elevados custos logísticos. 

 

Com oito fábricas de bebidas em operação e mais de 160 unidades de distribuição próprias espalhadas pelo Brasil, o Grupo Petrópolis reúne em seu mais novo  Relatório de Sustentabilidade, referente a 2022, os resultados do compromisso de defender o equilíbrio socioambiental e um modelo de governança transparente, ético e atento às regulamentações vigentes e códigos de conduta, reunidos no conceito de compliance.

 

Uma parceria com o SENAI/CNI turbinou um conjunto de ações dirigidas para a circularidade do vidro, visando o aumento da captação das embalagens de vidro pós-consumo. Incrementou ações a partir da   viabilidade econômica para o escoamento ou reutilização das embalagens de vidro; de soluções para ampliar a taxa de retorno das embalagens e de alternativas para aumentar a coleta seletiva de vidro em todo o território nacional.

 

As embalagens de vidro utilizadas nas fábricas possuem 60% de conteúdo reciclado, mais a meta é aumentar cada vez mais. “Atuamos para fortalecer parcerias como esta, com o SENAI/CNI, certos de contribuir para impulsionar as iniciativas da economia circular e, consequentemente, a reciclagem de embalagens, não apenas no Grupo Petrópolis, mas também nas demais organizações do país”, assinala o gerente de Sustentabilidade e Melhoria Contínua do grupo, Alaércio Nicoletti Júnior.

 


Grupo Petrópolis. Foto: Romeo Campos

 

Principal insumo da produção das bebidas, a água é uma das prioridades nas unidades fabris, que já apresentam ótimo índice de eficiência de litros por produto, mas sempre é possível aprimorar resultados. Em 2022, o desafio do grupo foi elevar a eficiência no uso dos recursos hídricos. Foram realizadas ações de otimização do uso da água em todos os setores das unidades fabris. Dentre elas, revisão dos processos de enxague e envase, assim como a ampliação do reuso da água em áreas externas ao ambiente industrial, como limpeza das vias de acesso e na irrigação das áreas verdes.

 

O Grupo Petrópolis possui capital 100% nacional investido nas marcas de cerveja Itaipava, Crystal, Lokal, Black Princess, Petra, Cabaré, Weltenburger e Cacildis; as vodkas Blue Spirit Ice e Nordka; a Cabaré Ice; os energéticos TNT Energy Drink e Magneto; o refrigerante It!; o isotônico TNT Sports Drink; a água Petra e a água tônica Petra. Reúne mais de 20 mil colaboradores nas unidades de Petrópolis (RJ), Teresópolis (RJ), Alagoinhas (BA), Boituva (SP), Bragança Paulista (SP), Rondonópolis (MT), Itapissuma (PE) e Uberaba (MG).

 

A companhia também investe em diversos programas, como o de Educação Ambiental e também o Saber Beber, de orientação sobre os danos do consumo excessivo de álcool. Ao adotar práticas sustentáveis, quer atrair e fidelizar clientes cada vez mais atentos à necessidade de preservação ambiental, ganhando vantagem num mercado bastante competitivo. 

 

Com o seu planejamento de longo prazo, o Grupo Petrópolis adotou diretrizes para o desenvolvimento sustentável que incluem proteção e preservação ambiental, uma boa política para o uso intensivo de recursos naturais - como a água -, o que reforça esforços e iniciativas voltados ao equilíbrio do planeta tão conturbado, como descrito por David Wallace-Wells, autor de A Terra Inabitável: Uma História do Futuro. O autor chama a atenção para o fato de que é nossa a responsabilidade por eventos climáticos que irão ocorrer no mundo, nas próximas décadas. 

 


Fábrica Petrópolis Alagoinha. Foto: Divulgação. 

 

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