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A ex-primeira-dama Michele Bolsonaro relatou, nesta quarta-feira (7), o primeiro contato com o ex-presidente Jair Bolsonaro após o acidente sofrido por ele dentro da cela onde ele cumpre pena na sede da Polícia Federal em Brasília. A esposa de Jair explica que ele não se lembrava do momento do acidente ou o que teria gerado a queda.
"A gente não sabe o exato momento que ele se acidentou. Conversando com ele na sala, em que a gente é liberado para ter esse 30 minutos [de visita], ele não conseguia falar, ele não se lembrava. Eu perguntei para ele: 'Foi pela manhã?', porque ele tem uma pequena janela, e ele falou 'Eu acho que não, porque ainda não tinha luz do dia'", narra Michele.
Ela completa que "Então a gente não sabe se foi já amanhecendo ou se foi a noite, na madrugada. A gente não sabe o tempo certo. Ele teve muita dificuldade, a gente não sabe se ele estava dormindo ou sonolento para ir ao banheiro e na volta caiu, porque eu fiquei sabendo que tem um degrau do quarto para o banheiro".
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A ex-primeira-dama diz ainda que a confusão de Bolsonaro pode ter sido causada pelo torpor dos medicamentos diários que ele faz uso. "Então não posso confirmar isso para você, se ele teve tempo de lembrar também, ele tem essa medicação forte, que deixa ele muito sonolento, tanto que tem que ser fracionada. Se ele tomar um comprimido de 100mm, ele fica o dia todo deitado, ele interagir com você. É fracionado [o medicamento], ele não fica 100% bem, então não sei se ele lembrou também que ali tinha uma campainha para poder pedir ajuda", explica.
Ela disse ainda que está buscando a confirmação sobre a ação dos agentes da Polícia Federal após o acidente. Segundo Michele, o horário do atendimento médico matinal ao ex-presidente pode não ter sido cumprido.
“Eu gostaria de saber exatamente o momento que foi aberto o quarto dele. A gente sabe que o quarto dele é aberto às 08h da manhã para ele tomar a primeira medicação do dia, mas eu converso com o perito e ele coloca no relatório que ele fez os primeiros socorros por volta das 08h40 ou 09h da manhã. Então ele já perdeu aí 40 minutos. Se abriram o quarto 08h ele teve que esperar até 08h40. Eu converso com o delegado e ele me falou que abriu o quarto dele 7h20 da manhã. Então não está batendo”, afirma.
Ela garante, no entanto, que Jair já está “acostumado” com as dores físicas por conta de suas fragilidades de saúde. "O Jair é uma pessoa que ele já acostumou a conviver com a dor desde 2018. Eu vi por três vezes dentro do hospital, eu vi ele pedindo para Deus levá-lo porque ele não aguentava a dor que ele estava sentindo no intestino. Então ele já se acostumou, ele já está nessa zona de sofrimento”, conclui.
A Polícia Federal informou ao Supremo Tribunal Federal (STF) que o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) precisa passar por uma cirurgia a ser realizada o mais breve possível. O documento também aponta a necessidade de outra intervenção cirúrgica, em caráter eletivo, para correção de uma hérnia inguinal bilateral. O laudo foi encaminhado após determinação do ministro Alexandre de Moraes, relator do caso.
Com base no parecer médico, caberá a Moraes decidir sobre a autorização judicial para a realização dos procedimentos.
“No tocante ao quadro de soluços, o bloqueio do nervo frênico é tecnicamente pertinente. Quanto à tempestividade do procedimento, esta Junta Médica entende que deve ser realizado o mais breve possível, haja vista a refratariedade aos tratamentos instituídos, a piora do sono e da alimentação, além de acelerar o risco de complicações do quadro herniário, em decorrência do aumento da pressão intra-abdominal”, afirmaram os peritos.
De acordo com os advogados do ex-presidente, Bolsonaro precisa de cirurgia para correção da hérnia inguinal bilateral, além de intervenções complementares.
A hérnia inguinal é uma condição em que parte de um tecido do abdômen se projeta pela região da virilha, formando uma protuberância.
Alexandre de Moraes determinou que os exames realizados no último domingo (14), assim como os laudos médicos apresentados, fossem encaminhados para análise de peritos do Instituto Nacional de Criminalística (INC) na última quarta-feira (17). A partir dessa avaliação técnica, o ministro deverá se manifestar sobre o pedido.
Laudos técnicos encaminhados pela Polícia Federal (PF) ao Supremo Tribunal Federal (STF) confirmaram, nesta quarta-feira (18), que o ex-presidente Jair Bolsonaro tentou romper a tornozeleira eletrônica durante o período em que cumpria prisão domiciliar.
De acordo com os documentos enviados ao Supremo, os peritos apontaram que o equipamento apresentava “danos significativos na junção da capa plástica polimérica”.
Segundo a PF, os danos teriam sido provocados por uma “fonte de calor concentrado com ferro em sua composição”. Os peritos destacaram que testes realizados com ferro de solda na superfície do material apresentaram características compatíveis com as avarias encontradas no equipamento.
“Testes realizados com ferro de solda na superfície do material questionado exibiram aspectos compatíveis com os danos verificados”, diz trecho do laudo técnico.
Em decisão proferida nesta quarta-feira (18), o ministro Alexandre de Moraes concedeu prazo de cinco dias para que a Procuradoria-Geral da República (PGR) se manifeste sobre o conteúdo dos laudos.
Uma ação conjunta apreendeu cerca de 340 quilos de drogas em um trecho da BR-116 Sul de Feira de Santana. O fato ocorreu na manhã desta quarta-feira (17) em operação conjunta entre a Polícia Rodoviária Federal (PRF) e a Polícia Federal (PF).
Segundo a PRF, a droga estava escondida em um caminhão de carga, que transportava materiais utilizados na montagem de estruturas para supermercados e padarias.

Foto: Divulgação / PRF na Bahia
Ao Acorda Cidade, parceiro do Bahia Notícias, o chefe da Delegacia da PRF em Feira de Santana, Ivanildo Cirqueira, informou que os policiais identificaram indícios suspeitos no compartimento de carga durante a abordagem.
“Durante a fiscalização, foi verificada a presença de substâncias análogas a drogas no compartimento do veículo. Em seguida, todo o material, o caminhão e o motorista foram encaminhados ao posto avançado da Polícia Federal”, explicou o agente.
Ao todo, foram encontrados 330 quilos de maconha e 10 quilos de pasta base de cocaína. Ainda segundo o site, o motorista, que estava sozinho no veículo, relatou que o carregamento saiu de São Paulo para ser levado até a Paraíba.
Ele ainda afirmou que não sabia da presença das drogas e que acreditava estar transportando apenas prateleiras e estruturas metálicas. Apesar da alegação, o motorista foi conduzido à Polícia Federal, onde o flagrante foi lavrado e o caso segue sob investigação.
O ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), determinou a transferência do ex-deputado estadual do Rio de Janeiro Thiego Raimundo dos Santos Silva, conhecido como TH Jóias, para o sistema penitenciário federal. A informação foi divulgada pelo portal g1. Atualmente, o ex-parlamentar cumpre prisão preventiva no Complexo Penitenciário de Gericinó, na Zona Oeste da capital fluminense.
TH Jóias foi preso pela Polícia Federal em setembro deste ano, durante a Operação Zargun. Ele é acusado pelos crimes de tráfico de drogas, corrupção, lavagem de dinheiro e negociação de armas para a facção criminosa Comando Vermelho. Segundo as investigações, ele utilizava seu mandato na Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro (Alerj) para favorecer atividades do crime organizado.
As acusações incluem a intermediação na compra e venda de drogas, fuzis e equipamentos antidrones destinados ao Complexo do Alemão, além de ter indicado a esposa de um traficante preso, Gabriel Dias de Oliveira, o Índio do Lixão, para um cargo parlamentar.
O caso ganhou novos desdobramentos nesta terça-feira com a prisão do desembargador Macário Judice Neto, relator do processo de TH Jóias no Tribunal Regional Federal da 2ª Região (TRF-2). A prisão ocorreu na segunda fase da Operação Unha e Carne, da Polícia Federal, que investiga a atuação de agentes públicos no vazamento de informações sigilosas sobre operações policiais. Na primeira fase da mesma operação, foi preso o presidente afastado da Alerj, o deputado estadual licenciado Rodrigo Bacellar (União Brasil), que também foi alvo de buscas nesta terça.
Através de nota, a defesa de TH Jóias afirmou, na manhã desta terça, não ter tido acesso à decisão judicial que ordenou a prisão do desembargador Macário Judice Neto. Além disso, declarou não ter sido intimada ou formalmente comunicada sobre uma possível transferência do ex-deputado para um presídio federal.
"Até o presente momento, não há nos autos qualquer intimação dirigida à defesa que confirme a existência, o conteúdo ou os fundamentos de decisão dessa natureza, o que inviabiliza o pleno exercício do direito de defesa e o acompanhamento regular dos atos processuais", diz a nota. A defesa reclamou, ainda, que tomou ciência dos fatos pela imprensa.
A Polícia Federal (PF) apreendeu R$ 9,5 bilhões em dinheiro e bens do crime organizado em 2025. É o que informou o diretor-geral da corporação, Andrei Rodrigues, nesta segunda-feira (15). Os números correspondem ao período entre janeiro e novembro deste ano e superam os R$ 6,1 bilhões apreendidos no ano anterior, no mesmo período.
Segundo Rodrigues, trata-se de “recursos que efetivamente foram retirados do crime organizado”, tendo sido apreendidos sob diversas formas, “seja em espécie, imóveis, embarcações, aeronaves, cripto, ouro". As quantias também foram encontradas em contas de investigados, embora seja comum que, nessa modalidade, os valores apreendidos sejam menores do que o bloqueio determinado pela Justiça, explicou Rodrigues.
O diretor se reuniu nesta segunda com jornalistas na sede da PF, em Brasília. Segundo a Agência Brasi, ele defendeu, durante o encontro, as ações de descapitalização do crime organizado. “Não é o preto pobre da favela da periferia. Nós precisamos enfrentar aqueles que financiam, que têm recursos, que comandam o crime organizado e lideram estrutura organizada e poucas vezes colocaram o pé em uma favela”, disse.
Segundo o balanço de Rodrigues, em 2025, até o momento, a PF contabiliza 3.310 operações homologadas, número acima das 3.133 do ano passado, com 2.413 mandados de prisão cumpridos, também superior aos 2.184 de 2024. Para o diretor, os números demonstram “um resultado mais eficiente das investigações”.
Foram apresentados também os resultados em 2025 da Força Integrada de Combate ao Crime Organizado (Ficco), que contabilizou 215 operações, 978 prisões e 1.551 buscas e apreensões cumpridas. O valor descapitalizado do crime foi de R$ 163,31 milhões.
O ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), determinou nesta quinta-feira (11) que a Polícia Federal realize, em até 15 dias, uma perícia médica para avaliar a necessidade de intervenção cirúrgica no ex-presidente Jair Bolsonaro (PL).
A defesa havia solicitado, na última terça-feira (9), autorização para que Bolsonaro deixasse a Superintendência da PF em Brasília, onde está preso, para realizar novos procedimentos de saúde. Segundo os advogados, o ex-presidente precisaria de uma cirurgia para tratar um quadro de soluços e uma hérnia, o que exigiria internação imediata por cinco a sete dias.
Ao mandar realizar a perícia, Moraes destacou que Bolsonaro passou por um exame médico-legal no dia de sua prisão, em 22 de novembro, e que naquele momento “não houve registro de qualquer condição médica que indicasse a necessidade de imediata intervenção cirúrgica”. O ministro afirmou ainda que, desde então, não houve comunicação de qualquer emergência médica envolvendo o ex-presidente.
Moraes também observou que os exames apresentados pela defesa não são recentes, enfatizando que o último, realizado há três meses, não indicava a necessidade de cirurgia urgente. “Desde aquele momento, não houve nenhuma notícia de situação médica emergencial ocorrida com Jair Messias Bolsonaro”, escreveu o ministro na decisão.
A Polícia Federal, em parceria com o Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco) do Ministério Público Federal, deflagrou nesta quarta-feira (10) a Operação Anansi, voltada ao enfrentamento do tráfico internacional de drogas e da lavagem de capitais ligados a organizações criminosas atuantes no Extremo Sul da Bahia.
A ação cumpre 22 mandados de busca e apreensão e 10 mandados de prisão preventiva, além de outras medidas cautelares, o que inclui o bloqueio de valores em contas bancárias que podem chegar a R$ 50 milhões.
Segundo as investigações, o grupo criminoso seria especializado no envio de cocaína para a Europa, utilizando embarcações pesqueiras. A região do Extremo Sul da Bahia funcionaria como ponto estratégico e recorrente de apoio logístico para essas operações.
Em dezembro de 2024, as autoridades identificaram e apreenderam, na área de Cabo Verde, uma embarcação pesqueira proveniente do Sul da Bahia transportando cerca de 1,6 tonelada de cocaína. A partir dessa apreensão, as investigações avançaram na identificação dos responsáveis pelo esquema.
De acordo com os investigadores, alguns pescadores e empresários do setor de embarcações pesqueiras passaram a atuar como operadores do tráfico internacional, empregando o conhecimento técnico sobre navegação e rotas marítimas para viabilizar as atividades ilícitas.
A operação contou com apoio direto da Europol e cooperação jurídica internacional com Cabo Verde e países europeus, como Portugal, Espanha e França. Durante as diligências, foram apreendidos veículos, celulares e outros bens, que devem ser analisados para rastreamento patrimonial e consolidação das provas.
A PF e o Gaeco seguem nas investigações com o objetivo de identificar outros envolvidos no esquema usado para lavar recursos provenientes do tráfico internacional de drogas.
O ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), determinou nesta quarta-feira (3) a prisão preventiva do presidente da Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro (Alerj), deputado estadual Rodrigo da Silva Bacellar (União). A decisão, atendendo a pedido da Polícia Federal (PF) com parecer favorável da Procuradoria-Geral da República (PGR), também afasta o parlamentar do cargo de chefia da Alerj. As medidas ocorrem no âmbito das investigações sobre o vazamento de informações sigilosas da Operação Zargun, da PF.
Conforme as apurações, há indícios de que Bacellar teria participado da obstrução de operações policiais, colaborando para frustrar mandados contra o ex-deputado estadual Thiago dos Santos Silva, o "TH Joias", apontado como aliado do Comando Vermelho. A PF informou que dados sigilosos da operação foram compartilhados antecipadamente, permitindo que TH Joias esvaziasse seu imóvel e trocasse de celular antes da ação policial de 3 de setembro de 2025. Em conversas extraídas do celular do investigado, consta que Bacellar teria sido avisado sobre a troca de número e orientado quanto à retirada de objetos da residência.
Na decisão, o ministro Alexandre de Moraes considerou que os elementos apresentados pela PF "são gravíssimos". Ele apontou que as evidências indicam que o presidente da Alerj estaria "atuando ativamente pela obstrução de investigações envolvendo facção criminosa e ações contra o crime organizado", inclusive com influência no Poder Executivo estadual, o que potencializaria o risco de continuidade da interferência indevida nas investigações. O documento destaca suspeitas de participação em organização criminosa, obstrução de investigação, violação de sigilo funcional e outros delitos.
Além da prisão de Bacellar, Moraes autorizou buscas e apreensões em endereços ligados aos investigados, incluindo gabinetes na Alerj. Para o assessor parlamentar Thárcio Nascimento Salgado, indicado como responsável por auxiliar TH Joias na tentativa de fuga, foram impostas medidas cautelares diversas da prisão, como uso de tornozeleira eletrônica, recolhimento domiciliar noturno, proibição de uso de redes sociais e entrega de passaporte.
A decisão, proferida na Petição (PET) 14969, que decorre da ADPF 635 (ADPF das Favelas), ainda determinou a oitiva dos investigados pela PF, a análise de dispositivos eletrônicos apreendidos, o compartilhamento de informações com o Tribunal Regional Federal da 2ª Região e o fornecimento de logs de acesso e documentos por órgãos do governo fluminense e pela Imprensa Oficial do Estado. O objetivo é apurar indícios de crimes com repercussão interestadual e internacional e investigar a atuação de grupos criminosos violentos no estado e suas conexões com agentes públicos.
A Assembleia Legislativa do Estado do Rio de Janeiro será formalmente comunicada, conforme exigência constitucional, para deliberar sobre a manutenção da prisão do deputado.
A Polícia Federal deflagrou, nesta sexta-feira (28), a Operação Fake Road, para investigar irregularidades em contratos de pavimentação firmados pelo Departamento Nacional de Obras Contra a Seca (DNOCS) e financiados por emendas parlamentares.
A ação desta sexta-feira acontece em parceria com a ontroladoria-Geral da União (CGU). Segundo a PF, as investigações tiveram início a partir de auditorias da CGU, que identificaram indícios de superfaturamento, execução parcial ou inexistente dos serviços, medições fraudulentas e favorecimento indevido de empresas contratadas.
De acordo com a polícia, os elementos colhidos apontam para a atuação de servidores públicos e representantes de empresas privadas, em possível organização criminosa voltada ao desvio de recursos públicos. O prejuízo foi estimado em mais de R$ 22 milhões.
A PF cumpre 11 mandados de busca e apreensão, expedidos pelo Supremo Tribunal Federal (STF), nas cidades de Fortaleza (9 mandados) e Natal (2 mandados)
Conforme a corporação, as medidas incluem ainda pedidos de bloqueio judicial de bens e valores, indisponibilidade de imóveis e veículos, busca pessoal e veicular, bem como a quebra de sigilos bancário, fiscal, telefônico e telemático dos investigados.
A ação conta com a participação de aproximadamente 50 policiais federais e tem por finalidade coletar novas provas, assegurar a interrupção de eventuais práticas ilícitas e reforçar o compromisso da Polícia Federal no combate ao desvio de recursos públicos e à corrupção.
VEJA REGISTROS DOS CARROS DE LUXO E DINHEIRO APREENDIDO




O médico Gabriel Almeida, alvo da Operação Slim, realiza seus atendimentos em um consultório, dentro de uma mansão no bairro do Jardim Europa, área nobre da cidade de São Paulo. O profissional foi acusado em uma investigação da Polícia Federal, de fazer parte de uma quadrilha que fabrica ilegalmente o medicamento para emagrecimento Mounjaro.
Segundo o G1, o consultório Núcleo GA (Gabriel Almeida) funciona na Avenida Brasil, onde estão localizadas mansões nas proximidades do Parque Ibirapuera, na Zona Sul da capital paulista. Além de SP, o estabelecimento ainda tem unidades em Salvador, Feira de Santana e Petrolina.
Ele também é palestrante e escritor, onde já lançou uma série de livros sobre emagrecimento. A Polícia Federal informou que Almeida é o principal nome de uma quadrilha de profissionais da saúde, clínicas e laboratórios que produziam o medicamento sem autorização. O médico ainda contava com mais de 700 mil seguidores em suas redes sociais.
O médico Gabriel Almeida foi alvo da Operação Slim por esquema de manipulação e venda ilegal de canetas emagrecedoras. A ação desta quinta-feira (27) visa desarticular a atuação de profissionais da saúde, clínicas e laboratórios que estavam produzindo remédios de forma ilícita.
?? Médico Gabriel Almeida é alvo de operação da PF por produzir e vender Mounjaro falsificado
— Bahia Notícias (@BahiaNoticias) November 27, 2025
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Além dele, outros 24 profissionais foram alvo de busca e apreensão em mandados que estão sendo cumpridos nos estados de São Paulo, Bahia, Pernambuco e Rio de Janeiro. Eles são acusados de manipular Tirzepatida, principio ativo do Mounjaro, indicado para combater diabetes tipo 2 e utilizado para emagrecimento. Segundo a Polícia Federal, eles não tinham autorização ou pagamento de patente e não seguiam rigorosas regras sanitárias.
A investigação apontou que o grupo alvo possuía estrutura de fabricação em condições incompatíveis com padrões sanitários. A PF informou que os alvos da operação realizavam envase, rotulagem e distribuição do produto de forma irregular.
De acordo com a corporação, foram encontrados indícios de produção em série em escala industrial, prática não autorizada no âmbito da manipulação magistral autorizada pela legislação vigente. A polícia indicou ainda que a comercialização do material por meio de plataformas digitais, sem controles mínimos de qualidade, esterilidade ou rastreabilidade, aumentava o risco sanitário ao consumidor.
Além disso, conforme informações da PF, as estratégias de marketing digital do grupo induzia os consumidores a acreditar que a produção rotineira da tirzepatida, princípio ativo do Monjauro seria permitida.
A PF informou ainda que a ação acontece com o apoio da Anvisa e das Vigilâncias Sanitárias dos estados de São Paulo, Bahia e Pernambuco. As medidas têm o intuito de combater a atividade ilícita, identificar os responsáveis pela cadeia de produção e distribuição e recolher documentos, equipamentos e insumos que auxiliem na análise laboratorial e perícia técnica dos materiais apreendidos.
Em junho deste ano, o Conselho Regional de Medicina do Estado da Bahia (Cremeb) aplicou sanção disciplinar de censura pública em publicação oficial ao médico Gabriel Almeida. A medida afirma que o influenciador infligiu quatro artigos do Código de Ética Médica. Acumulando mais de 500 mil seguidores, Gabriel Almeida é conhecido nas redes sociais por receitar Mounjaro como receita de emagrecimento. De acordo com o texto, a sanção foi decidida com base no Processo Ético-Profissional pelo Tribunal Superior de Ética Médica do Conselho Federal de Medicina, que reconheceu infrações ao Código de Ética Médica. (Atualizada às 08h49)
A Polícia Federal (PF) desmobilizar um garimpo ilegal na Serra da Quixaba, situada no Parque Nacional do Boqueirão da Onça, em Sento Sé, no Sertão do São Francisco. Iniciada na última quarta-feira (19), a ação foi finalizada nesta segunda-feira (24). A operação contou com apoio do ICMBio e da Cipe-Caatinga (PM-BA).

Foto: Divulgação / Polícia Federal
Durante o trabalho das equipes, foram desmontadas diversas estruturas usadas para a atividade clandestina e apreendidos equipamentos e insumos de garimpo. Segundo a PF, o objetivo foi retirar pessoas que ocupavam de forma irregular a área de conservação e interromper danos ambientais causados pela exploração mineral dentro do parque, uma das regiões mais sensíveis da Caatinga.

Foto: Divulgação / Polícia Federal
A PF informou que as investigações seguem para identificar financiadores, organizadores e compradores do minério extraído ilegalmente. Também serão apuradas as cadeias de suprimento que abasteciam o garimpo.
Os envolvidos podem responder por usurpação de bens da União, extração ilegal de recursos minerais, posse de artefato explosivo, além de outros crimes que forem identificados.
O ex-presidente Jair Bolsonaro, preso preventivamente na manhã deste sábado (22), ficará alojado em uma "sala de estado" na Superintendência da Polícia Federal, em Brasília.
O espaço onde o militar cumprirá a prisão é reservado para autoridades e outras figuras públicas de alto escalão e possui mesa, cadeira, cama e banheiro privativo.
Foto: Divulgação
De acordo com o g1, caso o ex-presidente permaneça lá nos próximos dias, a defesa poderá solicitar à Polícia Federal e ao Supremo Tribunal Federal autorização para levar itens como eletroeletrônicos, livros e pertences pessoais.
A estadia de Bolsonaro na "Sala de Estado" não é uma exclusividade do militar. O presidente Luiz Inácio Lula da Silva e o ex-presidente Michel Temer, quando detidos, também ficaram em salas de Estado da Polícia Federal – em Curitiba (PR) e São Paulo, respectivamente.
Seguindo o movimento do deputado estadual Nelson Leal (PP), Cafu Barreto (PSD) anunciou que deixaria a base do governador Jerônimo Rodrigues (PT) na Assembleia Legislativa da Bahia (AL-BA) para apoiar o projeto de ACM Neto (União), ex-prefeito de Salvador que deve disputar o Executivo estadual novamente em 2026.
Até então vice-líder do governo na Casa Legislativa, Edicley Souza Barreto, o Cafu, se apresenta como empresário e já foi prefeito de Ibititá, na região de Irecê, por dois mandatos: eleito em 2012 e reeleito em 2016. Filiado ao PSD desde 2011, ele chegou à AL-BA em 2023 após ser eleito com mais de 67 mil votos no último pleito.
O deputado também já esteve no centro da Operação Rochedo, deflagrada em 2022 para apurar suspeitas de fraudes em licitações nas áreas de saúde e educação, com período investigado entre 2013 e 2020. Uma aeronave, registrada em nome de empresa do deputado, foi apreendida. O parlamentar também foi preso em flagrante por posse ilegal de arma de fogo e cumpriu mandado de prisão temporária na sede da PF em Salvador.
Conforme a apuração, além do prefeito, um grupo formado por empresários, agentes públicos, advogado, contadores e “laranjas” integravam o esquema. A estimativa é que a organização teria desviado mais de R$ 7 milhões durante as gestões de Cafu no município baiano.
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Ainda conforme a PF, “o governo federal repassou vultosos recursos para o município de Ibititá oriundos do Pnate (Programa Nacional de Apoio ao Transporte do Escolar), do Fundeb (Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica e de Valorização dos Profissionais da Educação), contratos de repasse, pagamento de parcela dos “precatórios do Fundef” (Fundo de Manutenção e Desenvolvimento do Ensino Fundamental e de Valorização do Magistério), bem como recursos destinados ao combate da pandemia de Covid-19”.
Nas investigações foi revelado que o grupo se apropriou de grande parte desses recursos por meio de licitações com suspeitas de fraudes, superfaturamento de contratos e lavagem de dinheiro. No período de 2013 a 2016, a PF diz que uma única empresa de construção civil firmou 15 contratos superfaturados com o Município de Ibititá, no valor de R$ 11 milhões. Essa mesma empresa, no mesmo período, repassou parte significativa desses valores para empresas constituídas em nome de “laranjas” do ex-gestor.
Em agosto deste ano, o Bahia Notícias revelou que a Justiça Federal derrubou um habeas corpus e retomou as investigações contra ele.
O mandado havia suspendido as investigações contra o ex-gestor pelos crimes de improbidade administrativa, além de ter anulado as provas coletadas pelas operações.
Na determinação proferida no dia 8 de agosto deste ano, a vice-presidente do TRF1, desembargadora federal Gilda Sigmaringa Seixas, divergiu de uma decisão da Terceira Turma do tribunal, que considerou as investigações ilegais “desde sua origem”.
“O acórdão recorrido encontra-se em dissonância com o entendimento firmado pelo STJ no ponto em que anulou todos os atos da ação civil que apurava atos de improbidade administrativa, ainda que não haja previsão de foro por prerrogativa de função ação de improbidade administrativa”, diz a decisão.
Na decisão da Terceira Turma, os magistrados definiram que a investigação instaurada foi desenvolvida por uma “autoridade incompetente”, no caso, a Procuradoria da República no Município de Irecê. Na ata, foi escrito que a investigação foi considerada ileal desde sua origem, anulando assim as provas colhidas pela entidade.
O diretor-geral da Polícia Federal (PF) Andrei Rodrigues, solicitou, nesta terça-feira (18), que o Parlamento aprove aumento de 38% no orçamento da instituição para o próximo ano. Andrei ainda sugeriu dobrar o atual efetivo da PF. O pedido foi realizado durante a Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) do Crime Organizado no Senado.
“Tudo que a polícia tem de recurso é R$ 1,8 bilhão [no ano de 2023], e eu entendo, e já fiz esse apelo para que, na LOA [Lei Orçamentária Anual] que está aqui, sob apreciação desta Casa, nós tenhamos um aumento desse valor para, ao menos, R$ 2,5 bilhões, para que a gente tenha melhores condições de fazer [o combate às facções]”, afirmou o chefe da PF.
Segundo informações da Agência Brasil, essa é a primeira oitiva da CPI, instalada no Senado após a repercussão da operação policial no Rio de Janeiro contra o Comando Vermelho, que levou a morte de 121 pessoas. Estão previstos ainda oitiva de ministros de Estado, governadores, especialistas e servidores da segurança pública.
EFETIVO DIMINUTO
O diretor-geral da PF avalia que o efetivo da instituição é “diminuto” por hoje contar com 13 mil policiais, sendo 2 mil servidores administrativos. Além desse efetivo, há a previsão da incorporação de mais 2 mil policiais que iniciarão o processo de formação no próximo ano após concurso público realizado em julho. Para Andrei Rodrigues, seria preciso dobrar o número de 15 mil policiais do quadro da PF que hoje está previsto em lei.
“Estimo que nós precisaríamos, para atender todas as demandas - aí pensando aqui a médio e longo prazos - ter o dobro desse efetivo para que a gente consiga, de fato, atender com ainda mais eficiência tudo aquilo que a gente faz”, comentou o chefe da PF no Senado.
Andrei lembrou que, além do trabalho de investigação policial, a PF também faz controle de armas, emissão de passaportes, controle de produtos químicos, de segurança bancária e de imigração.
O relator da CPI do Crime Organizado, senador Alessandro Vieira (MDB-SE), tem destacado que o trabalho da comissão será fazer um diagnóstico da atuação das facções no Brasil para estimar quanto de recursos a mais a segurança pública do país precisa.
PL ANTIFACÇÃO
O diretor-geral da Polícia Federal também criticou o substitutivo do projeto de lei (PL) Antifacção, apresentado pelo relator Gulherme Derrite (PP-SP), secretário de Segurança Pública de São Paulo licenciado do cargo para relatar o texto enviado, originalmente, pelo Executivo.
“Há a retirada de recursos dos fundos federais, inclusive do Funapol, que é um fundo da Polícia Federal, mas também do Fundo de Segurança Pública, do Fundo Antidrogas. E, de fato, isso traria um prejuízo, uma redução de recursos para a PF, quando a gente busca o contrário, a gente busca a ampliação do orçamento da PF nesse contexto”, ponderou Andrei Rodrigues.
O diretor-geral da PF também apontou que o texto, da forma como foi escrito, cria um conflito entre normas já existentes que trará prejuízos no andamento dos processos penais envolvendo integrantes de organizações criminosas.
“Pode trazer uma grande confusão processual, nulidades, trocas de foro, de competência, enfim, toda a sorte de prejuízos ao invés de ganhos para o sistema investigatório”, comentou Andrei.
A Polícia Federal deflagrou, nesta terça-feira (18), a Operação Compliance Zero, com o objetivo de combater a emissão de títulos de crédito falsos por instituições financeiras que integram o Sistema Financeiro Nacional.
Policiais federais cumprem cinco mandados de prisão preventiva, dois mandados de prisão temporária e 25 mandados de busca e apreensão, além de medidas cautelares diversas da prisão, nos estados do Rio de Janeiro, São Paulo, Minas Gerais, Bahia e no Distrito Federal.
As investigações tiveram início em 2024, após requisição do Ministério Público Federal, para investigar a possível fabricação de carteiras de crédito insubsistentes por uma instituição financeira. Tais títulos teriam sido vendidos a outro banco e, após fiscalização do Banco Central, substituídos por outros ativos sem avaliação técnica adequada.
Estão sendo investigados os crimes de gestão fraudulenta, gestão temerária, organização criminosa, entre outros.
Um homem foi conduzido pela Polícia Federal dentro de um voo oriundo de Brasília para Salvador, no fim da manhã desta quinta-feira (6). A ação ocorreu após o avião pousar no Aeroporto de Salvador.
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— Bahia Notícias (@BahiaNoticias) November 6, 2025
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Segundo informações enviadas ao Bahia Notícias, os agentes acessaram o avião e realizaram a escolta do homem nas dependências do aeroporto. O voo da Gol pousou na capital baiana por volta das 11h30.
De acordo com apuração do BN, o ato fez parte de uma operação deflagrada em Pernambuco contra contrabando de cigarros. Salvador serviu de apoio para a ação.
Ainda não há informações sobre a identidade do homem conduzido.
Uma operação integrada das Forças Estaduais e Federais de Segurança Pública da Bahia resultou na apreensão de fuzis, pistolas, uma submetralhadora e uma granada na manhã desta quinta-feira (6). A ação faz parte da Operação Vértice I, realizada no distrito de Caraíva, em Porto Seguro, na Costa do Descobrimento.
Segundo a Secretaria de Segurança Pública da Bahia (SSP-BA), os acusados são membros de uma facção do Rio de Janeiro [CV] e estavam envolvidos em homicídios, tráfico de armas e drogas, lavagem de dinheiro e corrupção de menores. Durante o cumprimento das ordens judiciais, cinco suspeitos atacaram as forças de segurança e acabaram feridos. Não há informações sobre o estado de saúde dos acusados.
Com eles, os policiais encontraram dois fuzis, uma submetralhadora, duas pistolas, uma granada, munições, rádios comunicadores, drogas e outros materiais ilícitos. De acordo com as investigações, o grupo criminoso usava as redes sociais para ameaçar moradores e impor toques de recolher nas comunidades locais.
Os vídeos e postagens mostravam armas de grosso calibre, usadas para intimidar a população e demonstrar poder bélico. As ações de inteligência e o patrulhamento ostensivo serão mantidos por tempo indeterminado no Extremo Sul, com foco em enfraquecer as bases da facção e garantir a segurança dos moradores.
A SSP-BA reforçou que denúncias anônimas sobre integrantes de facções criminosas podem ser feitas pelo telefone 181 (Disque Denúncia). O anonimato é garantido por lei.
Nesta segunda-feira (3), a Polícia Federal, com o apoio do Instituto do Meio Ambiente e Recursos Hídricos (Inema), deflagrou a Operação Anilha Fria, com objetivo de cumprir mandado judicial relacionado à investigação sobre a comercialização ilegal de anilhas do SISPASS para uso em aves oriundas do tráfico de animais silvestre.
A ação começou após a apreensão de anilhas falsificadas, que estavam sendo comercializadas por meio dos Correios para serem utilizadas em passeriformes da fauna silvestre nacional.
O SISPASS (Sistema de Controle e Monitoramento da Atividade de Criação Amadora de Pássaros) é uma ferramenta do IBAMA e do ICMBio destinada ao registro de criadores, aves e criadouros amadores de espécies da fauna silvestre brasileira. O sistema tem como objetivo controlar e fiscalizar a criação legal de pássaros. Cada ave registrada no SISPASS recebe uma anilha de identificação — um anel metálico ou de alumínio colocado na perna do pássaro ainda filhote.
No total, foram apreendidas 32 aves durante a operação, em Salvador. Os animais foram encaminhados ao Centro de Triagem de Animais Silvestres (CETAS), do Inema, onde passarão por reabilitação para possível devolução à natureza.
O tráfico de animais silvestres causa grandes prejuízos à fauna brasileira, gerando graves desequilíbrios ambientais em ecossistemas protegidos. Em casos extremos, esses crimes podem ameaçar algumas espécies de extinção. A legislação brasileira permite a criação de animais silvestres apenas quando adquiridos de criadouros comerciais devidamente registrados no IBAMA, com Cadastro Técnico Federal (CFT) e autorização no Sistema Nacional de Gestão de Fauna (SisFauna).
A falsificação de anilhas é amplamente usada por traficantes de animais como um mecanismo para inflar ilegalmente seus plantéis, burlando o sistema de controle. Os investigados poderão responder pelos crimes de tráfico e maus-tratos de animais, receptação e falsificação de selo ou sinal público.
Operação Overclean: PF deflagra oitava fase de ação contra fraudes e corrupção em contratos públicos
A Polícia Federal, com o apoio da Controladoria-Geral da União (CGU) e da Receita Federal do Brasil (RFB), deflagrou, nesta sexta-feira (31), a oitava fase da Operação Overclean, com o objetivo de desarticular uma organização criminosa suspeita de envolvimento em fraudes licitatórias, desvio de recursos públicos, corrupção e lavagem de dinheiro.
Ao todo, foram cumpridos 5 mandados de busca e apreensão e o sequestro de valores obtidos de forma ilícita, em Brasília (DF), São Paulo (SP), Palmas (TO) e Gurupi (TO). As ordens foram expedidas pelo Supremo Tribunal Federal.
Os investigados poderão responder pelos crimes de organização criminosa, corrupção ativa e passiva, peculato, fraude em licitações e contratos administrativos, além de lavagem de dinheiro.
No último dia 14, o deputado federal Dal Barreto (União) foi alvo de outra fase da operação. O parlamentar foi abordado no Aeroporto de Salvador pela Polícia Federal. De acordo com apuração do BN, o deputado obteve ainda o celular apreendido na ação.
A Polícia Federal deflagrou, na manhã desta quarta-feira (29), uma operação com cumprimento de mandados em endereços de alto padrão em Salvador. As ações ocorrem nos condomínios Horto Villaggio Panamby, no bairro do Horto Florestal; Phileto Sobrinho, no Corredor da Vitória; e Jardim Apipema, na região da Ladeira de Nassim.
Segundo as informações, os agentes cumprem mandados judiciais de busca e apreensão expedidos pela Justiça Federal, com atuação no Estado de São Paulo.
Até o momento, a Polícia Federal não detalhou o nome da operação nem os alvos das medidas judiciais.
PF e CGU deflagram operação contra desvio de recursos públicos que mira prefeitos do Sudoeste baiano
A Polícia Federal (PF), em parceria com a Controladoria-Geral da União (CGU), deflagrou na manhã desta quinta-feira (23) uma operação para combater o desvio de recursos públicos em municípios do interior da Bahia. As ações ocorrem em Vitória da Conquista, Poções e Encruzilhada, no Sudoeste; e Barreiras, no Extremo Oeste baiano, e fazem parte da Operação Intercessor.
PF deflagra operação contra desvio de recursos públicos e mira prefeitos do Sudoeste baiano pic.twitter.com/zm4O7uRdg1
— BN Municípios (@BNMunicipios) October 23, 2025

Foto: Reprodução / TV Sudoeste
Segundo a PF, são cumpridos 25 mandados de busca e apreensão, sendo nove em Vitória da Conquista. As medidas judiciais atingem empresas, residências de empresários e de agentes públicos suspeitos de envolvimento no esquema.

Foto: Divulgação / Polícia Federal
As investigações, diz a PF, apontaram irregularidades em contratos de terceirização de mão de obra financiados com recursos do Fundeb, SUS e Fnas. Os casos teriam ocorrido com ausência de estudos técnicos, pesquisa de preços inadequada, majoração indevida de valores contratuais e prestação fictícia de serviços. O prejuízo estimado ao erário ultrapassaria R$ 12 milhões.
Entre os alvos da operação estão o prefeito de Encruzilhada, Dr. Pedrinho (PCdoB); a prefeita de Poções, Dona Nilda (PCdoB) e o chefe de gabinete da prefeitura de Poções, que já ocupou o cargo de prefeito do município.
Ainda segundo a apuração, uma estrutura foi organizada para atuar nos municípios investigados, usando empresas de fachada, familiares como intermediários financeiros, movimentações bancárias atípicas e ocultação patrimonial para viabilizar os desvios e a lavagem de dinheiro.
Os crimes apurados incluem organização criminosa, peculato, fraude à licitação, lavagem de dinheiro e crimes contra a legislação trabalhista. (Atualizado às 8h12)
O prefeito de Riacho de Santana, no Oeste baiano, João Vítor (PSD), foi afastado das funções durante a deflagração da sétima fase da Operação Overclean. Vítor, que estava na capital baiana, foi levado à sede da Polícia Federal (PF) onde prestou depoimento.
O afastamento do gestor ocorre após um mandado de busca e apreensão cumprido na última terça-feira (14) contra o deputado federal Dal Barreto (União) que teve o celular apreendido. João Vítor seria um contato frequente de Dal Barreto. A operação desta quinta também cumpriu cumpridos seis mandados de busca e apreensão e ordens de sequestro de valores ilícitos.
Além do prefeito de Riacho de Santana, viaturas da PF também foram vistas em Wenceslau Guimarães, no Baixo Sul, em um imóvel pertencente ao prefeito Gabriel de Parisio (MDB), outro político com relações com Dal Barreto. Além de Riacho de Santana, Wenceslau Guimarães e Salvador, as ações ocorreram também em Arraial do Cabo, no litoral do Rio de Janeiro.
A Overclean foi deflagrada pela primeira vez em dezembro do ano passado e investiga uma organização criminosa suspeita de envolvimento em fraudes licitatórias, desvios de recursos públicos, corrupção e lavagem de dinheiro via emendas parlamentares.
As medidas cumpridas nesta quinta foram expedidas pelo Supremo Tribunal Federal (STF). Os investigados devem responder por organização criminosa, corrupção ativa e passiva, peculato, fraude em licitações e contratos administrativos, além de lavagem de dinheiro.
O prefeito de Riacho de Santana, no Oeste baiano, João Vítor (PSD), é um dos alvos da sétima fase da Operação Overclean, deflagrada na manhã desta quinta-feira (16) pela Polícia Federal (PF), Receita Federal e Controladoria-Geral da União (CGU).
João Vítor seria sócio do deputado Dal Barreto (União), alvo da mesma operação na última terça-feira (13).

Dal Barreto / Foto: Imagem Ilustrativa. Zeca Ribeiro / Câmara dos Deputados
Viaturas da PF também foram vistas em Wenceslau Guimarães, no Baixo Sul, em um imóvel pertencente ao prefeito Gabriel de Parisio (MDB), que também tem ligação com Dal Barreto.
Ao todo, foram cumpridos seis mandados de busca e apreensão, uma medida cautelar de afastamento de servidor público e ordens de sequestro de valores ilícitos. Além de Riacho de Santana e Wenceslau Guimarães, as ações ocorrem em Salvador e em Arraial do Cabo, no litoral do Rio de Janeiro.

PF cumpre mandados na prefeitura de Riacho de Santana | Foto: Leitor BN
A sétima fase da Overclean é vista com mais uma ofensiva para desarticular uma organização criminosa suspeita de envolvimento em fraudes licitatórias, desvios de recursos públicos, corrupção e lavagem de dinheiro.
As medidas foram expedidas pelo Supremo Tribunal Federal (STF). Conforme a PF, os alvos da operação teriam atuado em esquemas de corrupção envolvendo contratos e licitações públicas, movimentando valores que continuam sendo apurados.
Os investigados devem responder por organização criminosa, corrupção ativa e passiva, peculato, fraude em licitações e contratos administrativos, além de lavagem de dinheiro.
A Controladoria-Geral da União (CGU) e Polícia Federal (PF) deflagraram, nesta quinta-feira (9), a nova fase da Operação Sem Desconto, que apura um esquema nacional de descontos associativos não autorizados em aposentadorias e pensões. A ação ocorre na Bahia, São Paulo, Sergipe, Amazonas, Rio Grande do Norte, Santa Catarina, Pernambuco e no Distrito Federal.
Segundo a CGU, a fase desta quinta têm o objetivo de aprofundar as investigações e esclarecer a prática de crimes como inserção de dados falsos em sistemas oficiais, constituição de organização criminosa e atos de ocultação e dilapidação patrimonial. Estão sendo cumpridos 66 mandados de busca e apreensão, expedidos pelo Supremo Tribunal Federal.
DENÚNCIAS
A CGU, por meio da Ouvidoria-Geral da União (OGU), mantém a plataforma da Fala.BR para o recebimento de denúncias.Quem tiver informações sobre esta operação ou sobre quaisquer outras irregularidades, pode enviá-las por meio de formulário eletrônico do Fala.BR.
A denúncia pode ser anônima, para isso, basta escolher a opção “Não identificado”.
O cadastro deve seguir, ainda, as seguintes orientações: No campo “Sobre qual assunto você quer falar”, basta marcar a opção “Operações CGU”; e no campo “Fale aqui”, citar o nome da operação e a Unidade da Federação na qual ela foi deflagrada.
A Polícia Federal (PF) revelou nesta quarta-feira (1º) que a organização criminosa especializada em lavagem de dinheiro via atividades ilícitas, como jogo do bicho, agiotagem, extorsão e receptação qualificada, atuava em Feira de Santana e região há mais 20 anos.
Apontado como líder da organização, o deputado Binho Galinha segue foragido após ter a prisão prevetiva decretada pela Justiça dentro da Operação Estado Anômico, que é um desdobramento da El Patrón, deflagrada pela primeira vez no dia 7 dezembro de 2023.
A informação foi confirmada pelo delegado da PF Geraldo Almeida, da Delegacia de Crimes Contra o Patrimônio e Repressão ao Tráfico de Armas.
Durante coletiva de imprensa, na sede da polícia, em Salvador, o delegado federal informou sobre as práticas ilegais investigadas, como extorsão, lavagem de dinheiro e jogo do bicho, além de tráfico de armas e associação ao tráfico de drogas. As duas últimas acusações foram reveladas na Operação desta terça.
“São diversos atos ilícitos que foram cometidos por esse grupo criminoso, entre eles a organização criminosa armada, extorsão majorada, lavagem de dinheiro majorada, contravenção penal do jogo do bicho, a agiotagem e receptação qualificada”, afirmou.
Sem citar o deputado, o delegado disse que os agentes buscam um dos alvos dos mandados de prisão preventiva.
“Há um investigado que não foi encontrado em sua residência na ocasião do momento das diligências e por esse motivo este investigado está foragido”, indicou.
O delegado frisou que atuação do grupo por mais de duas décadas contava com a participação de policiais militares.
“A organização criminosa investigada atua há mais de 20 anos na cidade de Feira de Santana e em regiões. Há diversas pessoas atuando nessa organização criminosa e também foi verificada participação de policiais militares. Há um grupo contável de militares, de pessoas investigadas, que exercem a função de policial e hoje foi dado cumprimento a quatro mandados de prisão em desfavor dos policiais militares. Eles exerciam a função, a divisão de tarefas do braço armado da organização criminosa”, finalizou.
A Polícia Federal vai apurar um possível envolvimento do crime organizado nos episódios de adulteração de bebidas alcóolicas com metanol em São Paulo. A informação foi divulgada durante coletiva de imprensa realizada pelo o Ministério de Justiça e Segurança Pública e do Ministério da Saúde, nesta terça-feira (30), em Brasília.
Os chefes dos órgãos, Ricardo Lewandowski e Alexandre Padilha, respectivamente, participaram do evento. Antes, nesta segunda-feira (29), o Governo Federal já tinha realizado uma reunião para tratar dos casos, onde foram confirmados três óbitos associados à ingestão de bebida adulterada com a substância.
Além disso, a união estabeleceu um protocolo para essas situações. A gestão determinou que sejam seguidos os protocolos de notificação para casos suspeitos de intoxicação exógena (com agente tóxico de origem externa).
Foi comunicado que a Secretaria Nacional do Consumidor (Senacon) vai emitir também alerta aos Procons de todo o país com orientações a fornecedores e consumidores acerca da segurança na comercialização e no consumo de bebidas alcoólicas. O Ministério da Agricultura e Pecuária ainda estuda eventuais ações de fiscalização.
Em caso de sintomas positivos, o governo orientou que o paciente deve buscar imediatamente um serviço de emergência médica e fazer contato com entidades de saúde.
A Polícia Federal (PF), em parceria com a Secretaria Nacional de Políticas sobre Drogas e Gestão de Ativos (Senad/MJSP), realizará na próxima sexta-feira (26) um leilão de imóveis apreendidos em investigações de combate a fraudes contra o Instituto Nacional do Seguro Social (INSS).
Entre os itens disponíveis, estão cinco lotes de imóveis localizados em Porto Seguro, na Costa do Descobrimento. Os lances iniciais variam entre R$ 106,5 mil e R$ 218,2 mil. Os bens foram incluídos no edital após medidas judiciais e podem ser arrematados por meio do portal eletrônico da empresa organizadora, Bezerraleilões.
Segundo a PF, o leilão é um desdobramento da Operação Saque Fácil, deflagrada em setembro de 2023 em Cascavel (PR), que desarticulou uma organização criminosa especializada em fraudar benefícios previdenciários por meio de documentos falsos, abertura de contas bancárias irregulares e contratação de empréstimos consignados em nome de terceiros.

Foto: Divulgação / Polícia Federal
Na época, foram cumpridos nove mandados de busca e apreensão, dois de prisão temporária e cinco de prisão preventiva na Bahia, Paraná e Minas Gerais. A Justiça também determinou o sequestro de 12 imóveis pertencentes aos investigados e o bloqueio de valores em contas bancárias de até R$ 10 milhões.
A iniciativa contou com o apoio da Comissão de Avaliação e Alienação de Ativos da PF na Bahia (CPAA/SR/PF/BA), do Grupo de Recuperação de Ativos de Lavagem de Dinheiro (GRAL/DRPJ/SR/PF/BA) e da Delegacia da Polícia Federal em Porto Seguro, responsáveis pelas diligências que possibilitaram a inclusão dos bens no edital.
O presidente nacional do União Brasil, advogado Antônio Rueda, teria aparecido na investigação na Operação Carbono Oculto, da Polícia Federal, que apura a infiltração da facção criminosa Primeiro Comando da Capital (PCC) no setor de combustíveis e no sistema financeiro. Segundo apuração do portal Metrópoles, Rueda seria o proprietário oculto de jatos executivos registrados em nome de terceiros e de fundos de investimento suspeitos.
As aeronaves – um Cessna 560XL, um Cessna 525A, um Raytheon R390 e um Gulfstream G200 – são operadas pela Táxi Aéreo Piracicaba (TAP), empresa que também prestou serviços a dois dos principais investigados da operação: Roberto Augusto Leme da Silva ("Beto Louco") e Mohamad Hussein Mourad ("Primo"), dono da refinaria Copape. A TAP é conhecida por atender políticos e empresários.
O jato Cessna 560XL (registro PRLPG) está formalmente em nome da Magik Aviation, vinculada à Bariloche Participações S.A., presidida pelos empresários Haroldo Augusto Filho e Valdoir Slapak, do grupo de mineração Fource. Ambos foram alvos de buscas na Operação Sisamnes, que investiga venda de sentenças no STJ.
A Bariloche recebe recursos do fundo homônimo (Bariloche FIP), que por sua vez tem capital do fundo Viena, da gestora Genial – este último caracterizado como "fundo caixa-preta" e mencionado nas investigações do Carbono Oculto.
Os fundos Bariloche FIP e Viena apresentam "abstenção de opinião de auditoria" na Comissão de Valores Mobiliários (CVM), indicando que não entregaram documentos para auditoria independente – prática comum em esquemas de ocultação de patrimônio. Investigadores suspeitam que a estrutura foi usada para lavar dinheiro do PCC.
A Operação Carbono Oculto, deflagrada em agosto de 2024 pelo Ministério Público de São Paulo com PF e Receita Federal, revelou que o PCC controlava postos de combustíveis que movimentaram R$ 50 bilhões entre 2020 e 2024. A facção infiltrou-se em toda a cadeia – da importação à distribuição – e usou fintechs e fundos para legalizar recursos ilícitos.
O União Brasil e Rueda ainda não se manifestaram sobre as investigações.
Uma ação conjunta apreendeu 11 quilos de drogas nesta sexta-feira (12) em Itabuna, no Sul da Bahia. O entorpecente foi descoberto após uma denúncia anônima.
Segundo a Polícia Federal (PF), ao chegar no imóvel os agentes encontraram 10 kg de maconha, 1 kg de crack, além de uma balança de precisão e embalagens usadas para o acondicionamento do material ilícito. Não havia ninguém no momento da vistoria.
Atuaram na Operação [Garra Arquimedes] a Força Integrada de Combate ao Crime Organizado em Ilhéus (Ficco/Ilhéus), o 15º Batalhão da Polícia Militar (Itabuna) e a 63ª CIPM.
A Ficco/Ilhéus é composta por agentes da PF, PM-BA, Polícia Rodoviária Federal (PRF), Polícia Civil e Secretaria de Segurança Pública da Bahia (SSP-BA).
A Polícia Federal (PF) registrou a apreensão de cinco aeronaves em diferentes operações realizadas entre os anos de 2017 e 2024 na Bahia. As informações, obtidas a partir de registros oficiais, detalham as datas, tipos de aeronaves, valores estimados, status de destinação e as naturezas das ocorrências associadas.
Entre os casos mais recentes, em 23 de dezembro de 2024, foi apreendido um equipamento classificado pela PF como "drone e demais veículos aéreos não tripulados (VANT)", avaliado em R$ 5.000. Segundo o documento, a ocorrência está relacionada a "desvio de recursos públicos" e seu status atual é "sem pedido de destinação".
Apesar da ausência do número de inquérito, o Bahia Notícias cruzou a data a fim de identificar a operação. No dia mencionado, a Polícia Federal deflagrou a segunda fase da Operação Overclean, que apura justamente uma organização criminosa suspeita de atuar em fraudes licitatórias, desvio de recursos públicos, corrupção e lavagem de dinheiro.
Na ocasião, foram cumpridos pelo menos 10 mandados de busca e apreensão em Salvador, Lauro de Freitas e Vitória da Conquista, além de Brasília.
Antes, em 5 de junho de 2024, a corporação apreendeu outra aeronave, catalogada como "veículo aéreo não classificado (outros)", com valor estimado em R$ 1.200.000. O caso foi vinculado a "Crimes Ambientais, contra o Patrimônio Histórico e Cultural e Povos Originários", e o bem também se encontra "sem pedido de destinação".
Em 10 de maio de 2022, outro "veículo aéreo não classificado" foi apreendido, também avaliado em R$ 1.200.000. De acordo com a Polícia Federal, a apreensão está ligada a "lavagem de dinheiro (crime autônomo)" e teve sua "alienação antecipada deferida" pela Secretaria Nacional de Políticas sobre Drogas e Gestão de Ativos (SENAD) do Ministério da Justiça e Segurança Pública.
A ocorrência com registro de maior valor estimado entre as aeronaves apreendidas foi no dia 9 de fevereiro de 2021, com um "veículo aéreo não classificado". A estimativa é de R$ 25 milhões. A ocorrência foi associada a "tráfico de drogas", e a situação do equipamento aponta "deferida restituição".
Por fim, a primeira apreensão registrada no período apurado (a partir de 2009) ocorreu em 16 de junho de 2017, envolvendo um veículo aéreo avaliado em R$ 900.000. Para este bem, o status é de "pedido pendente de análise", sem informação adicional sobre a natureza da ocorrência no registro.
Os números foram obtidos a partir de um pedido da Fiquem Sabendo, organização especializada em transparência pública, através da Lei de Acesso à Informação (LAI). Segundo a organização, em muitas operações deflagradas após longas investigações, a Polícia Federal (PF) chega a bens que ajudam a dimensionar a estrutura financeira do crime organizado.
Entre eles, aeronaves usadas para transportar drogas, contrabandear mercadorias ou simplesmente incorporadas ao patrimônio como fruto de enriquecimento ilícito.
A Polícia Federal deflagrou nesta quinta-feira (21) a operação Plano de Saúde Público, que investiga um esquema de desvio de recursos da área da saúde durante os anos de 2022 e 2023. Segundo a corporação, a Justiça Federal determinou o sequestro de mais de R$ 5 milhões em bens de pessoas físicas e jurídicas ligadas às irregularidades.
O cumprimento das ordens incluiu três mandados de busca e apreensão, sendo dois em Salvador e um em Goiânia. Até o momento, não há registro de prisões.
De acordo com as investigações, os desvios envolvem o gestor de uma organização social responsável por administrar unidades hospitalares. Ele teria criado um plano de saúde privado em nome da filha, cujo público-alvo eram justamente funcionários de hospitais públicos sob a gestão da entidade. As mensalidades eram quitadas com recursos públicos, o que teria gerado o desvio milionário.
A PF apura os crimes de peculato, falsidade ideológica e lavagem de dinheiro. Os nomes dos investigados e das unidades de saúde ligadas à organização social não foram divulgados.
A Polícia Federal (PF) concluiu que o ex-presidente Jair Bolsonaro realizou mais 300 compartilhamentos de vídeos no WhatsApp, em meio as restrições no uso de redes sociais, incluindo perfis de terceiros, mediante a definição das medidas cautelares pelo ministro do Supremo Tribunal Federal (STF).
O relatório da investigação aponta que, no dia 3 de agosto, data na qual foram realizadas manifestações favoráveis ao ex-presidente em todo o Brasil, Bolsonaro enviou a apoiadores vídeos com divulgação dos eventos e sobre a aplicação da Lei Magnitsky contra o ministro Alexandre de Moraes. Na ocasião, o ex-presidente já estava proibido de usar suas redes e de terceiros.
O resultado da investigação levou ao indiciamento Bolsonaro e o deputado federal Eduardo Bolsonaro (PL-SP), seu terceiro, no caso das sanções dos Estados Unidos contra o Brasil. Durante as investigações, o celular do ex-presidente foi apreendido pelos agentes.
Ao analisar o caso, a PF definiu que “a título exemplificativo de demonstração do modus operandi equiparado às milícias digitais, a investigação detalhou o compartilhamento e a dinâmica de algumas das mensagens apresentadas na tabela anterior, referente as manifestações em Salvador/BA, em que as mensagens em questão foram compartilhadas ao menos 363 vezes pelo WhatsApp do ex-presidente”, disse a PF.
Os investigadores concluíram que Bolsonaro burlou as determinações do Supremo.
“Diante da grande quantidade de arquivos, a investigação pontuou os principais conteúdos compartilhados no dia 03.08.2025 pelo investigado Jair Bolsonaro, com o objetivo de utilizar redes sociais de terceiros, para burlar a ordem de proibição a retransmissão de conteúdos imposta pela justiça”, completa o relatório. As informações são da Agência Brasil.
O pastor Silas Malafaia virou alvo de investigação da Polícia Federal (PF) no mesmo inquérito que envolve o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), o deputado federal Eduardo Bolsonaro (PL-SP) e o jornalista Paulo Figueiredo. A investigação apura ações contra autoridades, contra o Supremo Tribunal Federal (STF), contra agentes públicos e tentativas de obter sanções internacionais contra o Brasil.
Segundo o ministro Alexandre de Moraes, relator do caso, essas condutas teriam o objetivo de dificultar o andamento do processo no qual Bolsonaro é réu por tentativa de golpe de Estado.
De acordo com as informações divulgadas pela Globonews na noite desta quinta-feira (14), Malafaia é investigado pelos crimes de coação no curso do processo, obstrução de investigação de organização criminosa e tentativa de abolição violenta do Estado Democrático de Direito.
Ele organizou o ato de apoio a Bolsonaro no dia 3 de agosto, no qual o ex-presidente participou por vídeo transmitido em redes sociais de terceiros. A aparição resultou na decretação de prisão domiciliar de Bolsonaro no dia seguinte.
Nesta quinta-feira (14), em vídeo publicado nas redes sociais, Malafaia voltou a defender o impeachment de Moraes e afirmou que o ministro deveria “ser julgado e preso”.
A Polícia Federal (PF) deflagrou na manhã desta quinta-feira (31) a segunda fase da Operação Convictus. Ao todo são cumpridos 8 mandados de prisão preventiva e 11 de busca e apreensão contra uma organização criminosa envolvida em tráfico interestadual de drogas e armas, além de lavagem de dinheiro. Os mandados são cumpridos na capital baiana e na Região Metropolitana de Salvador (RMS).

Foto: Divulgação / PRF na Bahia
A atuação de um narcotraficante que se desvinculou de uma facção criminosa para atuar de forma independente, negociando com outras facções, foi o fio por onde as investigações tiveram início.
Segundo a PF, a organização adquiria grande quantidade de substâncias como maconha tipo skunk, cocaína, crack, ecstasy, lança-perfume, tetracaína e cafeína, distribuídas principalmente em Salvador e na RMS. Também foram identificadas negociações para a compra de armas de fogo de grosso calibre, incluindo pistolas, fuzis e metralhadoras com munições antiaéreas.

Foto: Divulgação / PRF na Bahia
A investigação ainda revelou um esquema sofisticado de lavagem de dinheiro, com o uso de empresas de fachada, contas bancárias de terceiros, veículos de luxo e lojas de automóveis utilizadas para ocultar a origem dos recursos obtidos com as atividades ilícitas. As movimentações financeiras identificadas ultrapassam R$ 5 milhões.
Além dos mandados de prisão e busca, a operação também cumpre sequestro de bens e bloqueio de contas bancárias vinculadas a 69 CPFs e CNPJs; e bloqueio de veículos registrados em nome dos investigados, via sistema Renajud.
Além da PF, a Convictus conta com o Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco) do Ministério Público da Bahia (MP-BA) e com a Polícia Militar (PM-BA).
O presidente da Confederação Brasileira de Futebol (CBF), Samir Xaud, esteve em Brasília na última segunda-feira (28) para uma reunião com o diretor-geral da Polícia Federal, Andrei Rodrigues. O encontro teve como foco principal a construção de um acordo de cooperação entre a CBF e a PF, com o objetivo de reforçar a integridade esportiva e ampliar a segurança em grandes eventos no país — com atenção especial à Copa do Mundo Feminina de 2027, que será sediada no Brasil.
Segundo informações divulgadas pelo portal Metrópoles, o acordo deve contemplar o combate à manipulação de resultados no futebol, a segurança do Mundial Feminino e o fortalecimento da atuação conjunta em grandes competições esportivas.
"Queremos fortalecer o combate à manipulação, com todos os órgãos que participam desse monitoramento. Queremos dar uma lisura a mais no futebol e acabar de vez com essa questão, que prejudica bastante o esporte no Brasil e no mundo", afirmou Samir Xaud.
Ele também destacou o papel das casas de apostas nesse cenário e afirmou que sua gestão pretende atuar com mais rigor para coibir irregularidades.
O dirigente explicou que a CBF já mantém parceria com uma empresa especializada em identificar padrões suspeitos em jogos, repassando os dados para órgãos como a Polícia Federal e o Ministério Público. A ideia agora é ampliar esse sistema de cooperação com as autoridades brasileiras, institucionalizando o intercâmbio de informações e ações preventivas.
Xaud também sinalizou que está construindo uma ponte com o governo federal e demonstrou expectativa de se reunir em breve com o presidente Luiz Inácio Lula da Silva para discutir o futuro do futebol brasileiro e ações conjuntas de governança.
A Polícia Federal (PF) apreendeu 3.488,14 kg de cocaína na Bahia em 2024. Esse número representa um crescimento impressionante de 538,9% em comparação com o registrado em 2013, há mais de uma década, segundo dados do Anuário da Segurança Pública divulgados nesta quinta-feira (24).
A Bahia foi o terceiro estado com o maior aumento na quantidade de cocaína apreendida. À frente, estão Piauí (+1.246,4%) e Santa Catarina (+1.100,4%). A média nacional entre 2013 e 2024 foi de um acréscimo de 78,5%, com o total de apreensões chegando a 74.501,02 kg no ano passado.
Em contraste com os dados da cocaína, a apreensão de maconha sofreu uma queda abrupta na Bahia, com uma redução de 94,1%. A diminuição foi ainda mais intensa entre 2023 e 2024, quando o número de retenções caiu de 6.245,53 kg para 99,17 kg, uma queda de 98,4%.
Nessa situação, as apreensões de maconha na Bahia vão na contramão do cenário nacional. No Brasil, a PF subtraiu 482.972,95 kg de maconha ao longo de 2024, significando um aumento de 117% em comparação com 2013.
Vale ressaltar que os dados da PF divergem significativamente dos divulgados pela Secretaria de Segurança Pública da Bahia (SSP-BA) ao estudo. Segundo a pasta estadual, as forças policiais vinculadas à gestão apreenderam 5.114,00 kg de maconha no ano passado, uma redução de 12,9% em relação a 2023.
OCORRÊNCIAS DE TRÁFICO
Em relação às ocorrências de tráfico de drogas a cada 100 mil habitantes, a Bahia ocupou o terceiro lugar entre as menores taxas do Brasil. O Anuário apontou que o território baiano registrou 45,4 casos de tráfico a cada 100 mil habitantes, ficando atrás apenas de Alagoas (33,7) e Maranhão (23,3).
Em números absolutos, a Bahia foi o sétimo estado com mais ocorrências, reportando 6.737 casos de tráfico de drogas. O líder nacional foi São Paulo, com 37.753.
Uma operação conjunta entre a Receita Federal, Polícia Federal, Marinha do Brasil e o Comando de Operações e Recursos Especiais (Core) da Polícia Civil resultou na apreensão de 8,8 quilos de haxixe no Porto de Salvador, nesta segunda-feira (21).
A droga estava escondida em compartimentos de quadros de energia de um navio que havia retornado recentemente da Europa. A embarcação deixou o Brasil no início de junho e passou por diversos portos nacionais e internacionais antes de retornar à capital baiana.
De acordo com as autoridades, o entorpecente pode ter sido inserido durante escalas realizadas em portos conhecidos por ações do narcotráfico, como Algeciras, na Espanha, e Tânger-Med, no Marrocos.
O trajeto completo da embarcação foi o seguinte:
• 09/6 – Salvador (BA)
• 14/6 – Santos (SP)
• 16/6 – Itapoá (SC)
• 18/6 – Paranaguá (PR)
• 23/6 – Santos (SP)
• 24/6 – Itaguaí (RJ)
• 11/7 – Algeciras (Espanha)
• 13/7 – Tânger-Med (Marrocos)
• 21/7 – Salvador (BA)
Os pacotes estavam acondicionados de maneira estratégica para dificultar a detecção, mas foram localizados durante uma inspeção minuciosa realizada no desembarque.
O material apreendido foi encaminhado à Polícia Federal, que dará continuidade às investigações para identificar os responsáveis pela tentativa de tráfico internacional de drogas.
As informações são do site Alô Juca.
Moraes intima defesa de Bolsonaro a explicar transmissão de entrevista em até 24h sob pena de prisão
O ministro do Supremo Tribunal Fedaral (STF), Alexandre de Moraes, intimou a defesa de Jair Bolsonaro (PL), a se manifestarem, em até 24 horas, sobre a entrevista dada pelo ex-presidente na saída de um evento na Câmara dos Deputados, nesta segunda-feira (21). A declaração dada aos parlamentares na presença da imprensa foi veiculada pela mídia tradicional e nas redes sociais, potencialmente descumprindo das medidas cautelares impostas a ele.
“Intimem-se os advogados de Jair Messias Bolsonaro para, em 24 (vinte e quatro) horas, apresentarem esclarecimentos sobre o descumprimento das medidas cautelares, sob pena de decretação de prisão imediata do réu, nos termos do art. 312, parágrafo 1º, do Código de Processo Penal”, escreveu o ministro no documento publicado nesta noite.

Intimação de Alexandre de Moraes publicada pelo STF nesta segunda-feira (21). Foto: Reprodução / Eixo Político
A intimação ocorre após o representante da Corte endurecer as medidas que restringem a presença de Bolsonaro nas redes sociais. Segundo Moraes, a medida inclui transmissões, retransmissões ou veiculação de áudios, vídeos ou transcrições de entrevistas em qualquer das plataformas. Assim, a declaração pública desta segunda fere a limitação estabelecida.
Na última sexta-feira (18), o Supremo definiu uma série de medidas cautelares contra o ex-presidente, após pedido da Procuradoria Geral da República (PGR) e inquérito da Polícia Federal (PF). As medidas definem o uso de tornozeleira eletrônica; proibição de uso de redes sociais; toque de recolher noturno e nos fins de semana; e restrições de contato com seus filhos, diplomatas e outros investigados.
A base aliada ao ex-presidente Jair Bolsonaro no Congresso Nacional esteve reunida virtualmente na manhã desta sexta-feira (18), após operação da PF (Polícia Federal), que impôs medidas cautelares ao líder da direita. Segundo informações da CNN Brasil, a oposição ao governo deve solicitar a suspensão do recesso parlamentar e a votação de matérias contra decisões monocráticas no Supremo Tribunal Federal (STF).
Ação ocorre após o ministro Alexandre de Moraes impor medidas cautelares ao ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), como uso de tornozeleira eletrônica, recolhimento domiciliar noturno e proibição de acesso às redes sociais. Informações apontam que a oposição irá solicitar ao presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta (Republicanos-PB) a suspensão do recesso parlamentar para viabilizar uma votação para reverter a decisão proferida pelo ministro do STF.
Serão priorizadas duas propostas de emenda à Constituição (PECs): a primeira limita decisões monocráticas de ministros do Supremo e a segunda é relacionada ao foro privilegiado, que busca acabar com o foro por crimes comuns praticados por deputados e senadores, ministros do STF, governadores, desembargadores, pelo procurador-geral da República e outras autoridades.
Segundo o líder do PL no Senado, Carlos Portinho (RJ), a expectativa é que na segunda-feira (21) seja feito um pedido conjunto de todos os partidos da oposição. “Será feito um manifesto para que volte às funções do Congresso Nacional”, disse. As informações são da CNN.
Após ser alvo de mandados de busca e apreensão pela Polícia Federal (PF), o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) afirmou que não pretendia deixar o país. Em conversa com jornalistas na manhã desta sexta-feira (18), ele indicou que agora está sendo monitorado por uma tornozeleira eletrônica, não pode sair de Brasília e tem horário para ficar na rua.
"Meus advogados tomaram conhecimento do inquérito, o que gerou as cautelares é aquele que meu filho está respondendo por estar nos Estados Unidos, Eduardo Bolsonaro, eu estou restrito a Brasília, com tornozeleira, fizeram busca e apreensão, pegaram 7 mil reais e 14 mil dólares", disse.
"Os outros. O inquérito do golpe é um inquérito político, nada de concreto existe ali e apropria PF não me botou no 8 de janeiro, o PGR foi além do que viu o inquérito, não tem prova de nada. Um golpe sem forcas armadas, sem armas, um golpe de festim, eu espero que seja técnico e não politico. No mais, nunca pensei em sair do Brasil, nunca pensei em ir para embaixada, mas as cautelares foram em função disso. Eu tenho horário pra ficar na rua", acrescentou.
As ordens foram autorizadas pelo Supremo Tribunal Federal (STF) e foram executadas na residência de Bolsonaro e em locais vinculados ao Partido Liberal (PL), legenda à qual ele é filiado, na capital federal.
A Polícia Federal alega que a instalação da tornozeleira eletrônica no ex-presidente se deve pela necessidade de monitoramento das atividades do ex-presidente Jair Bolsonaro, e para evitar risco de fuga dele.
O ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) é alvo de buscas da Polícia Federal desde as primeiras horas da manhã desta sexta-feira (18). As ordens foram autorizadas pelo Supremo Tribunal Federal (STF) e estão sendo executadas na residência de Bolsonaro e em locais vinculados ao Partido Liberal (PL), legenda à qual ele é filiado, em Brasília.
Segundo as informações, as medidas incluem restrições direcionadas ao ex-presidente. A defesa de Bolsonaro confirmou a existência da operação.
A Polícia Federal teria instalado uma tornozeleira eletrônica no ex-presidente, alegando a necessidade de monitoramento das atividades do ex-presidente Jair Bolsonaro, e para evitar risco de fuga dele.
A Polícia Federal encontrou maços de dinheiro escondidos dentro de um sapato durante uma ação de busca e apreensão na residência de Francisco Nascimento, vereador do município de Campo Formoso, na Bahia. Ele é primo do deputado federal Elmar Nascimento (União). A informação foi publicada pelo site UOL.
A apreensão mais recente ocorreu no âmbito da nova fase da investigação, que apura o suposto desvio de recursos públicos por meio de emendas parlamentares. Esta não é a primeira vez que valores em espécie são localizados com o vereador. Em 2024, durante uma etapa anterior da mesma investigação, Francisco Nascimento foi flagrado jogando uma sacola com dinheiro pela janela pouco antes de ser preso. Na ocasião, a quantia apreendida foi de R$ 220 mil.
Deflagrada pela Polícia Federal (PF) nesta quinta-feira (17), a quinta fase da Operação Overclean tem como um dos principais alvos o município de Campo Formoso. A ação tem o objetivo de desarticular uma organização criminosa suspeita de envolvimento em fraudes licitatórias, desvio de recursos públicos provenientes de emendas parlamentares, corrupção e lavagem de dinheiro.
Segundo apuração do Bahia Notícias, estão na mira da PF com o cumprimento de mandados de busca apreensão nomes como o do prefeito de Campo Formoso, Elmo Nascimento (União), irmão do deputado federal Elmar Nascimento (União).
Oos crimes apurados incluem integrar organização criminosa, embaraço a investigação, corrupção ativa e passiva, peculato, fraude em licitações e contratos administrativos e lavagem de dinheiro.
O Supremo Tribunal Federal determinou o bloqueio de R$ 85,7 milhões em contas bancárias de pessoas físicas e jurídicas investigadas, com o objetivo de interromper a movimentação de valores de origem ilícita e preservar ativos para eventual reparação aos cofres públicas.
NOVA FASE
Foram cumpridos, nas cidades de Salvador, Campo Formoso, Senhor do Bonfim, Petrolina, Mata de São João e Brasília, 18 mandados de busca e apreensão e uma ordem de afastamento cautelar de servidor público de suas funções, todos expedidos pelo Supremo Tribunal Federal.
Deflagrada pela Polícia Federal (PF) nesta quinta-feira (17), a quinta fase da Operação Overclean tem como um dos principais alvos o município de Campo Formoso. A ação tem o objetivo de desarticular uma organização criminosa suspeita de envolvimento em fraudes licitatórias, desvio de recursos públicos provenientes de emendas parlamentares, corrupção e lavagem de dinheiro.
Segundo apuração do Bahia Notícias, estão na mira da PF com o cumprimento de mandados de busca apreensão nomes como o do prefeito de Campo Formoso, Elmo Nascimento (União), irmão do deputado federal Elmar Nascimento (União).
A família já tinha entrado na rota da operação desde a primeira etapa. Na ocasião, Francisco Manoel do Nascimento Neto, conhecido como Francisquinho Nascimento (União) eleito vereador no município em 2024, ele é primo de Elmar. Antes de ser preso, Francisco tentou se livrar de dinheiro em espécie que mantinha em casa. Agora, ele foi novamente alvo das buscas.
Também são mencionados Amaury Albuquerque Nascimento, ex-assessor que foi desligado do gabinete do deputado após ser citado na operação; Marcelo Moreira, ex-presidente da Codevasf; Domingos Sávio Lima Nascimento, empresário ligado a construção civil (buscas em Juazeiro e Márcio Freitas dos Santos, pregoeiro de Campo Formoso.
Além deles, outro alvo foi Evandro Baldino do Nascimento, um dos sócios da empresa Construtora Impacto. O escritório de engenharia está localizado no Edifício Holding Empresarial, na Avenida Tancredo Neves, em Salvador e também foi um dos locais das buscas.
Evandro já havia sido citado em uma das primeiras fases da Overclean. Ele é suspeito de colaborar com o sustento logístico e operacional da organização criminosa em fraudes licitatórias nos municípios de Oliveira dos Brejinhos e Campo Formoso.
No âmbito da Overclean, os crimes apurados incluem integrar organização criminosa, embaraço a investigação, corrupção ativa e passiva, peculato, fraude em licitações e contratos administrativos e lavagem de dinheiro.
O Supremo Tribunal Federal determinou o bloqueio de R$ 85,7 milhões em contas bancárias de pessoas físicas e jurídicas investigadas, com o objetivo de interromper a movimentação de valores de origem ilícita e preservar ativos para eventual reparação aos cofres públicas.
NOVA FASE
Foram cumpridos, nas cidades de Salvador, Campo Formoso, Senhor do Bonfim, Petrolina, Mata de São João e Brasília, 18 mandados de busca e apreensão e uma ordem de afastamento cautelar de servidor público de suas funções, todos expedidos pelo Supremo Tribunal Federal.
A Polícia Federal (PF) deflagrou uma nova fase da Operação Overclean nesta quinta-feira (17). A quinta etapa da ação ocorre no Edifício Holding Empresarial, na Avenida Tancredo Neves, no bairro do Caminho das Árvores, em Salvador. Segundo apuração do Bahia Notícias, um escritório de engenharia é alvo de mandados de busca e apreensão.
A operação apura desvio de recursos públicos provenientes de emendas parlamentares. A fase desta quinta tem como foco possíveis desvios no município de Campo Formoso com contratos irregulares, com envolvimento de gestores e empresários.
Ainda conforme informações obtidas, outros mandados são cumpridos no Edifício Movet, no Horto Florestal, na capital baiana.
Foram cumpridos, nas cidades de Salvador, Campo Formoso, Senhor do Bonfim e Mata de São João, na Bahia e, em Petrolina (Pernambuco) e Brasília (Distrito Federal), 18 mandados de busca e apreensão e uma ordem de afastamento cautelar de servidor público de suas funções, todos expedidos pelo Supremo Tribunal Federal.
O Supremo Tribunal Federal determinou o bloqueio de R$ 85,7 milhões em contas bancárias de pessoas físicas e jurídicas investigadas, com o objetivo de interromper a movimentação de valores de origem ilícita e preservar ativos para eventual reparação aos cofres públicas.
FASE ANTERIOR
No mês de junho, a Overclean cumpriu 16 mandados de busca e apreensão e três ordens de afastamento cautelar de servidores públicos de suas funções nas cidades de Salvador, Camaçari, Boquira, Ibipitanga e Paratinga. Todos foram expedidos pelo Supremo Tribunal Federal.
Os crimes apurados incluem integrar organização criminosa, corrupção ativa e passiva, peculato, fraude em licitações e contratos administrativos e lavagem de dinheiro.
Em Salvador, mandados foram cumpridos na Alameda do Bosque e no condomínio Reserva das Árvores, no Horto Bela Vista, no Edifício Jacarandá, no bairro Aquarius, e no Condomínio Top Hill, no Horto Florestal.
PREFEITOS AFASTADOS
Os prefeitos de Ibipitanga, no Sul, Humberto Raimundo Rodrigues de Oliveira; e de Boquira, no Oeste, Alan França (PSB), foram afastados das funções durante cumprimento de mandados.
Também foram alvos dos mandados o assessor do deputado federal Félix Mendonça (PDT), Marcelo Chaves Gomes, que trabalha com o parlamentar desde 2018.
As ordens foram autorizadas pelo ministro Kassio Nunes Marques, do Supremo Tribunal Federal (STF). A Operação Overclean foi deflagrada pela primeira vez em 10 de dezembro de 2024.
A Polícia Federal (PF) deflagrou na manhã desta terça-feira (8) a Operação Carga Oculta, visando desarticular uma organização criminosa envolvida com o tráfico de drogas e lavagem de dinheiro por meio de uma empresa de fachada.

Foto: Divulgação / Polícia Federal
A investigação foi iniciada no final de junho passado, após a apreensão de quase cinco toneladas de maconha e haxixe em um caminhão que passava por um trecho da BR-116 em Poções, no Sudoeste. A apreensão é considerada uma das maiores já registradas na Bahia.

Foto: Divulgação / Polícia Federal
Ainda segundo a PF, a partir do episódio, as apurações revelaram que o grupo utilizava uma transportadora registrada em nome de familiares de um dos líderes da organização para ocultar o transporte das drogas, escondidas entre cargas lícitas, e dissimular a origem dos lucros obtidos com o crime.
Ao todo, foram cumpridos nove mandados de busca e apreensão e sete mandados de prisão temporária nos estados de São Paulo e Pernambuco. Também foi determinado o bloqueio de até R$ 9 milhões em bens pertencentes aos investigados.

Foto: Divulgação / Polícia Federal
Os suspeitos poderão responder pelos crimes de tráfico de drogas, organização criminosa e lavagem de capitais.
A Polícia Federal (PF), em ação conjunta com a Controladoria Geral da União (CGU) e a Receita Federal, deflagrou nesta sexta-feira (27) a quarta fase da Operação Overclean. A PF confirmou ao Bahia Notícias que os prefeitos de Ibipitanga, Humberto Raimundo Rodrigues de Oliveira, chamado de Beto (PT), e de Boquira, Alan França (PSB), foram presos por porte ilegal de arma de fogo. Eles também foram afastados das funções.
Além dos prefeitos, também foram presos e alvos de mandados o assessor do deputado federal Félix Mendonça (PDT), Marcelo Chaves Gomes, que trabalha com o parlamentar desde 2018, e o ex-prefeito de Paratinga, Marcel José Carneiro de Carvalho.
Apreensão obtida na ação | Foto: Reprodução / PF
A operação investiga o desvio de recursos públicos por meio de contratos ligados a emendas parlamentares. O núcleo investigado teria ligação direta com o deputado federal Félix Mendonça Júnior (PDT), que, no entanto, não foi alvo das buscas.
Um dos alvos da Operação Overclean nesta sexta-feira (27), o ex-prefeito de Paratinga, Marcel Carneiro de Carvalho, foi agraciado recentemente pela gestão de Jerônimo Rodrigues (PT) com um cargo. Segundo o Diário Oficial do Governo da Bahia, o político passou a integrar os quadros estaduais no dia 24 de maio.
O Bahia Notícias confirmou que o ex-gestor está foi nomeado pelo governador como Assistente do Quadro Especial da Casa Civil, com atuação direta na Secretaria de Relações Institucionais (Serin). Ainda conforme apuração da reportagem, não consta exoneração dele no DOE.
Ele não é o único a ocupar o espaço especial da Casa Civil para empenhar funções em outras secretarias. O mesmo aconteceu com ex-gestores que deixaram o Executivo em 2024, e com aliados do governo derrotados nas urnas no ano passado. É o caso de Adélia Pinheiro (PT), que perdeu em Ilhéus, de Júlio Pinheiro (PT), ex-prefeito de Amargosa e Marco Aurélio Cardoso, ex-prefeito de Santana.
A 4ª fase da ação foi deflagrada nesta sexta e cumpre 16 mandados de busca e apreensão e três ordens de afastamento cautelar de servidores públicos de suas funções nas cidades de Salvador, Camaçari, Boquira, Ibipitanga e Paratinga. Todos foram expedidos pelo Supremo Tribunal Federal.
Na casa do ex-prefeito, uma grande quantia foi apreendida. A PF, contudo, não revelou o valor.
Os crimes apurados incluem integrar organização criminosa, corrupção ativa e passiva, peculato, fraude em licitações e contratos administrativos e lavagem de dinheiro.
Em Salvador, mandados foram cumpridos na Alameda do Bosque e no condomínio Reserva das Árvores, no Horto Bela Vista, no Edifício Jacarandá, no bairro Aquarius, e no Condomínio Top Hill, no Horto Florestal.
PREFEITOS AFASTADOS
Os prefeitos de Ibipitanga, no Sul, Humberto Raimundo Rodrigues de Oliveira; e de Boquira, no Oeste, Alan França (PSB), foram afastados das funções durante cumprimento de mandados.
Também foram alvos dos mandados o assessor do deputado federal Félix Mendonça (PDT), Marcelo Chaves Gomes, que trabalha com o parlamentar desde 2018.
As ordens foram autorizadas pelo ministro Kassio Nunes Marques, do Supremo Tribunal Federal (STF). A Operação Overclean foi deflagrada pela primeira vez em 10 de dezembro de 2024.
A 4ª fase da Operação Overclean, deflagrada nesta sexta-feira (27), teve como um dos alvos o assessor do deputado federal Félix Mendonça Júnior (PDT), Marcelo Gomes. Segundo informações obtidas pelo Bahia Notícias, A Polícia Federal (PF) não encontrou itens de valor no apartamento do secretário parlamentar.
A ação foi realizada no imóvel localizado no bairro do Costa Azul, em Salvador. No local, os agentes apreenderam um veículo Toyota Corolla GLI 1.8, ano 2019, um aparelho celular iPhone 12 e um notebook da marca Lenovo.
Marcelo Gomes é apontado como suposto operador em um esquema de desvio de emendas parlamentares investigado pela operação. Ele atua como assessor de Félix Mendonça Júnior há mais de 18 anos e também trabalhou anteriormente com o pai do parlamentar, o ex-deputado federal Félix Mendonça.
A 4ª fase da Operação Overclean, deflagrada pela Polícia Federal (PF) nesta sexta-feira (27), cumpre mandados em ao menos quatro endereços em Salvador. Segundo apuração do Bahia Notícias, equipes da PF estão na Alameda do Bosque e no condomínio Reserva das Árvores, no Horto Bela Vista, no Edifício Jacarandá, no bairro Aquarius, e no Condomínio Top Hill, no Horto Florestal.
A Operação Overclean é conduzida pela Polícia Federal em parceria com a Receita Federal e a Controladoria-Geral da União (CGU), sob supervisão do Supremo Tribunal Federal (STF).
O deputado federal Félix Mendonça Júnior (PDT) declarou se sentir surpreendido como um dos alvos da nova fase da Operação Overclean, deflagrada nesta sexta-feira (27) pela Polícia Federal (PF). A investigação apura possíveis irregularidades no repasse de emendas parlamentares para municípios da Bahia. Nesta quarta fase da Overclean, Mendonça Júnior teve o sigilo telefônico quebrado por ordem do ministro Kassio Nunes Marques, do Supremo Tribunal Federal (STF).
MAIS UMA FASE
O ministro Kassio Nunes Marques, do Supremo Tribunal Federal (STF), autorizou a quebra do sigilo telefônico do deputado federal Félix Mendonça Jr. (PDT), no âmbito da quarta fase da Operação Overclean. A medida faz parte de um conjunto de ações autorizadas pela Corte, que inclui o cumprimento de 16 mandados de busca e apreensão realizados nesta sexta-feira (27). A operação é conduzida de forma integrada pela Polícia Federal, Receita Federal e Controladoria-Geral da União (CGU). As investigações apuram suspeitas de desvio de recursos oriundos de emendas parlamentares.
Curtas do Poder
Pérolas do Dia
Hulk Paraíba
"Vou honrar essa camisa e dar meu máximo".
Disse o atacante do Atlético-MG, Hulk ao se manifestar publicamente sobre especulações envolvendo seu futuro no clube. Em uma sequência de publicações no Instagram, o camisa 7 comentou rumores sobre uma possível saída e esclareceu sua posição em relação ao vínculo com o Galo.