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Artigos

Bruna Santana
Eleições 2026 e Violência Política de Gênero

Eleições 2026 e Violência Política de Gênero

Este texto nasce de uma inquietação — e também de um dever moral e cívico de falar sobre um tema urgente: a violência política de gênero, antes mesmo do início oficial da campanha eleitoral de 2026.

Multimídia

Duda Sanches critica segurança do estado e dispara sobre violência: "a Bahia já virou o Rio de Janeiro"

Duda Sanches critica segurança do estado e dispara sobre violência: "a Bahia já virou o Rio de Janeiro"
O parlamentar Duda Sanches apontou o desgaste decorrente das duas décadas de administração do Partido dos Trabalhadores (PT) no estado e lamentou a queda nos indicadores de qualidade de vida da população. Em entrevista concedida ao Projeto Prisma, podcast do Bahia Notícias, nesta segunda-feira (18), ele direcionou críticas à gestão do governo estadual nas áreas de segurança pública e saúde.

Entrevistas

Após retorno à AL-BA, Luciano Ribeiro descarta disputa pela reeleição e diz estar focado na campanha de ACM Neto

Após retorno à AL-BA, Luciano Ribeiro descarta disputa pela reeleição e diz estar focado na campanha de ACM Neto
Foto: Divulgação / Agência AL-BA
De volta à Assembleia Legislativa da Bahia (AL-BA) desde janeiro, após assumir a vaga aberta com a morte do deputado Alan Sanches, Luciano Ribeiro (União) concedeu entrevista ao Bahia Notícias na última semana e falou sobre a produtividade do Legislativo para 2026, ano que será marcado pela disputa eleitoral, e o cenário político para a corrida ao governo da Bahia. O deputado também tratou da formação da chapa de oposição e afirmou que, neste momento, descarta disputar a reeleição. Desde o seu retorno, Luciano passou a ocupar a vice-liderança da oposição e a vice-presidência da Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) da Casa.

pf

Após operação da PF contra Cláudio Castro, PL discute substituto para disputa ao Senado no RJ em 2026
Foto: Reprodução

A operação da Polícia Federal que tem o ex-governador do Rio de Janeiro Cláudio Castro (PL) como alvo acelerou as discussões dentro do PL sobre um possível substituto para a disputa ao Senado em 2026.

 

De acordo com informações de bastidores obtidas pelo O Globo, aliados do senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) avaliam que a situação política de Castro se tornou “insustentável” após a operação deflagrada nesta sexta-feira (15). Reservadamente, integrantes do partido já admitem trabalhar com cenários sem o ex-governador na chapa da direita no Rio de Janeiro.

 

A avaliação é de que a nova investigação se soma ao desgaste político que vinha se intensificando desde março, quando Castro foi declarado inelegível pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE) por abuso de poder político e econômico nas eleições de 2022.

 

Na ocasião, o então governador renunciou ao cargo às vésperas da conclusão do julgamento, em uma tentativa de evitar a cassação formal do mandato, mas acabou condenado à inelegibilidade da mesma forma.

 

Questionado sobre a operação da PF, Flávio Bolsonaro afirmou que ainda não conhecia os detalhes da investigação.

 

“Eu ouvi a notícia, mas ainda não entendi direito. Vou saber o que houve”, declarou o senador.

Dono da Refit, empresário Ricardo Magro é alvo de operação da PF junto com Cláudio Castro
Foto: Michelle Cadari/Divulgação

O empresário Ricardo Magro, proprietário do Grupo Refit, dono da Refinaria de Manguinhos, no Rio de Janeiro, também foi alvo de uma operação da Polícia Federal, nesta sexta-feira (15). Além dele, a Operação Sem Refino, também teve como alvo o ex-governador do RJ, Claudio Castro

 

Em novembro do ano passado, Magro já tinha sido alvo de uma megaoperação contra devedores da Receita Federal no Estado. A operação desta sexta investiga irregularidades no setor de combustíveis e ocultação de patrimônio, conforme revelou a PF. 

 

“A ação apura a atuação de um conglomerado econômico do ramo de combustíveis suspeito de utilizar a estrutura societária e financeira para ocultação patrimonial, dissimulação de bens e evasão de recursos ao exterior”, disse a corporação. 

 

De acordo com o G1, o grupo Refit é considerado o maior devedor Imposto sobre Circulação de Mercadorias ou Serviços (de ICMS) de São Paulo, o segundo maior do Rio e um dos maiores do Brasil.

 

QUEM É O EMPRESÁRIO
Ricardo Magro, de 51 anos, é uma das personalidades mais recorrentes do setor de combustíveis carioca e do Brasil. Ex-advogado de Eduardo Cunha e empresário, ele comanda a refinaria,  que já passou por diversas investigações tributárias e disputas com distribuidoras e órgãos de fiscalização nos últimos anos.

De São Paulo, o empresário se projetou no Rio de Janeiro há 10 anos, mas passou a morar em Miami, nos Estados Unidos. Anteriormente ele se pronunciou sobre sua empresa carregar o título de ser  a maior devedora de ICMS do país. Na ocasião, ele disse ser vítima de uma suposta perseguição institucional promovida por grandes empresas do setor.

 

Ricardo já foi também um dos sócios do Grupo Galileo. No ano de 2016 , o empresário  foi um dos alvos de uma ação deflagrada pela PF e pelo Ministério Público Federal para investigar o desvio de recursos dos fundos de pensão da Petrobras e dos Correios.

 

A OPERAÇÃO 
A Polícia Federal deflagrou, nesta sexta-feira (15), a Operação Sem Refino para apurar a atuação do Grupo Refit, um conglomerado econômico do ramo de combustíveis suspeito de utilizar estrutura societária e financeira para ocultação patrimonial, dissimulação de bens e evasão de recursos ao exterior.

 

O grupo é proprietário da Refinaria de Manguinhos, no Rio de Janeiro, e controla diversas empresas ligadas à distribuição e comercialização de combustíveis. De acordo com os dados, a organização tem débitos superiores a R$ 26 bilhões. 

 

Na ação, foram cumpridos 17 mandados de busca e apreensão e sete medidas de afastamento de função pública nos estados do Rio de Janeiro, São Paulo e Distrito Federal, por determinação do Supremo Tribunal Federal. O empresário e dono do Grupo , Ricardo Andrade Magro, é um dos alvos de mandado.

 

 

As investigações apuram possíveis fraudes fiscais, ocultação patrimonial e inconsistências relacionadas à operação de refinaria vinculada ao grupo. Segundo nota da PF, a operação também determinou a inclusão de investigados na Difusão Vermelha da INTERPOL.

 

A Justiça ainda determinou o bloqueio de aproximadamente R$52 bilhões em ativos financeiros e a suspensão das atividades econômicas das empresas investigadas. A operação contou com apoio técnico da Receita Federal do Brasil.

Cláudio Castro é alvo de operação da PF

Cláudio Castro é alvo de operação da PF
Foto: Rafael Campos/Governo do Rio de Janeiro

O ex-governador do Rio de Janeiro, Cláudio Castro, foi um dos alvos da Operação Sem Refino da Polícia Federal na manhã desta sexta-feira (15). Segundo informações da Globonews, agentes realizaram uma operação de busca e apreensão na casa de Castro, na Barra da Tijuca, Zona Sudoeste do Rio.

 

Segundo informações da TV Globo, a ordem judicial partiu do ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF). A ação ocorre no âmbito da ADPF (Arguição de Descumprimento de Preceito Fundamental) das Favelas, relacionada à atuação de organizações criminosas e suas conexões com agentes públicos no RJ.

 

O ex-governador renunciou ao cargo um dia antes de ser julgado pelo Tribunal Superior Eleitoral por abuso de poder econômico e político nas eleições de 2022. 

 

OPERAÇÃO SEM REFINO
As investigações apuram possíveis fraudes fiscais, ocultação patrimonial e inconsistências relacionadas à operação de refinaria vinculada do Grupo Refit, de Ricardo Magro. Segundo nota da PF, a operação também determinou a inclusão de investigados na Difusão Vermelha da INTERPOL.

 

A Justiça ainda determinou o bloqueio de aproximadamente R$52 bilhões em ativos financeiros e a suspensão das atividades econômicas das empresas investigadas. A operação contou com apoio técnico da Receita Federal do Brasil. (A reportagem foi atualizada às 8h27)

Empresa intermediária de filme sobre Bolsonaro recebeu R$ 159 milhões de fundos investigados, revela PF
Fotos: Reprodução / Agencia Brasil / Dark Horse

Uma empresa responsável por intermediar recursos para o filme "Dark Horse", sobre o ex-presidente Jair Bolsonaro, recebeu R$ 159,2 milhões de fundos sob investigação da Polícia Federal (PF) nesta quinta-feira (14). Apontam que a Entre Investimentos mobilizou o montante A PF investiga o caso por suspeitas de fraudes bilionárias e lavagem de dinheiro no Banco Master.

 

De acordo com relatórios de inteligência financeira do Coaf, obtidos pela TV Globo e reproduzidos pelo portal G1, a parte expressiva desses recursos tem ligação direta com o banqueiro Daniel Vorcaro, dono do Master, que se encontra preso em Brasília. Ele é acusado de chefiar um esquema de fraudes financeiras que pode atingir a cifra de R$ 12 bilhões.

 

O FLUXO FINANCEIRO 
A investigação aponta que a Entre Investimentos teria servido como ponte entre Vorcaro e a produção do filme. Embora o acordo total previsse R$ 124 milhões para a obra, dos quais R$ 61 milhões teriam sido efetivamente pagos pelo dono do Master, a PF ainda apura quanto dos R$ 159,2 milhões recebidos pela intermediária foi destinado à produtora.

 

Os repasses à Entre Investimentos vieram de fontes já monitoradas pela Operação Compliance Zero:

  • Sefer Investimentos: Repassou R$ 139,2 milhões. A empresa é alvo da PF por relações com Vorcaro.
  • Fundo Gold Style: Destinou R$ 20 milhões. O fundo é suspeito de movimentar quase R$ 1 bilhão para empresas ligadas ao Primeiro Comando da Capital (PCC).
  • Fundo Dublin: Operou outros R$ 154,2 milhões para a investidora.

 

As novas revelações reforçam o impacto das mensagens e áudios divulgados pelo Intercept Brasil, nos quais o senador Flávio Bolsonaro (PL) cobrava pagamentos de Vorcaro para a conclusão do filme, mesmo ainda recebendo apoio do Jair em sua versão. Em sua defesa pública, o senador sustenta que buscava apenas patrocínio privado.

 

Contudo, a investigação ganha contornos mais graves com o envolvimento da Entrepay (grupo da Entre Investimentos), que teve sua liquidação decretada pelo Banco Central em março de 2023 por irregularidades e comprometimento econômico-financeiro.

PF realiza nova fase de operação contra invasões de propriedades rurais no Extremo Sul da Bahia
Foto: Divulgação / Polícia Federal [Arquivo]

A Polícia Federal (PF) deflagrou na manhã desta quinta-feira (14) a terceira fase da Operação Sombras da Mata. A ação apura conflitos relacionados a invasões de propriedades rurais no Extremo Sul da Bahia.

 

Força Nacional e as polícias Civil e Militar da Bahia participam das ações que cumprem dois mandados de busca e apreensão e dois mandados de prisão temporária em Salvador e Porto Seguro, na Costa do Descobrimento.

 

As ordens judiciais foram expedidas no âmbito das investigações que apuram a atuação de grupos armados em ocupações de áreas rurais, conhecidas como “retomadas”.

 

De acordo com a PF, as medidas cautelares têm como objetivo apreender documentos, anotações, aparelhos celulares, computadores, dispositivos eletrônicos, armas de fogo e outros materiais considerados importantes para o aprofundamento das investigações.

 

A PF informou ainda que a operação busca reunir elementos para esclarecer os fatos investigados e identificar possíveis responsáveis pelas ações criminosas.

Deputado Lindbergh Farias pede prisão preventiva de Flávio Bolsonaro após revelações sobre financiamento de filme
Foto: Reprodução / Redes Sociais

O deputado federal Lindbergh Farias (PT) anunciou que irá solicitar à Polícia Federal (PF) a prisão preventiva do senador Flávio Bolsonaro (PL). A iniciativa ocorre após a divulgação de informações pelo site The Intercept Brasil, indicando que o banqueiro Daniel Vorcaro, do Banco Master, teria financiado com cerca de R$ 61 milhões o filme biográfico "Dark Horse", que retrata o ex-presidente Jair Bolsonaro.

 

O parlamentar utilizou suas redes sociais para classificar o caso como "grave demais". Segundo Lindbergh, há indícios de um financiamento milionário e de uma relação íntima entre o senador e o banqueiro que demandam investigação aprofundada. "Isso precisa ser investigado a fundo. "Flávio Bolsonaro preso já!", declara. 

 

Confira abaixo: 

 

De acordo com a reportagem do The Intercept Brasil, o aporte financeiro para o projeto teria sido solicitado diretamente por Flávio Bolsonaro. Diálogos divulgados mostram negociações entre o senador e Vorcaro sobre as doações. O parlamentar baiano Jorge Solla (PT) também repercutiu a revelação em suas redes sociais, confira:

 

Os registros indicam que pelo menos R$ 61 milhões foram pagos em seis operações realizadas entre fevereiro e maio de 2025. O portal aponta que o valor total negociado poderia chegar a R$ 134 milhões, embora não existam evidências de que o montante integral tenha sido efetivamente repassado.

PF investiga aplicação irregular de R$ 107 milhões da previdência no interior de SP; caso tem envolvimento com o Master
Foto: Polícia Federal/Divulgação

A Polícia Federal de Campinas (SP) deflagrou, na manhã desta quarta-feira (13), uma operação para investigar a suspeita de gestão temerária na aplicação de R$107 milhões do instituto de previdência dos servidores públicos de Cajamar, município no interior paulista.

 

A apuração mira possíveis irregularidades em investimentos de alto risco no Banco Master, sem análise técnica adequada, com falhas de governança, ausência de estudos de risco e possível favorecimento a emissores específicos.

 

Agentes federais cumpriram seis mandados de busca e apreensão, emitidos pela 9ª Vara Criminal Federal, nas cidades de Cajamar, Boituva (SP) e São Paulo (SP). Os alvos são gestores do fundo de previdência de Cajamar que participaram do processo decisório.

 

O pedido judicial também determinou o afastamento de servidores das funções públicas e bloqueio de bens dos investigados. 

 

Segundo a PF, a investigação começou a partir de informações sobre irregularidades na aplicação de aproximadamente R$107 milhões em quatro Letras Financeiras emitidas por dois bancos privados. As informações são do g1. 

Operação da PF cumpre mandados por descaminho e lavagem de dinheiro em Salvador
Foto: Reprodução / Polícia Federal

Uma operação conjunta entre a Polícia Federal (PF) e Receita Federal, deflagrada nesta terça-feira (12), cumpriu cinco mandados de busca e apreensão, na cidade de Salvador, por crimes de descaminho e lavagem de dinheiro. A Operação Putridium Malum 6 é decorrente de investigações sobre comércio ilegal de diversos produtos eletrônicos. 

 

Na ação, foram cumpridos cinco mandados de busca e apreensão, expedidos pela 17ª Vara da Justiça Federal na cidade de Salvador. A investigação da PF aponta que várias empresas funcionavam em mesmo espaço físico, com a venda de produtos eletrônicos introduzidos de forma clandestina, sem o pagamento dos tributos devidos. 

 


Foto: Reprodução / Polícia Federal

 

Ainda segundo a investigação, estima-se que, no período aproximado de 18 meses, o investigado movimentou cerca de R$ 16,2 milhões. Os investigados podem responder pelos crimes de descaminho e lavagem de dinheiro. 

PF identifica viagens de luxo de Ciro Nogueira custeadas por banqueiro, diz investigação
Fotos: Reprodução / Agência Brasil

A Polícia Federal (PF) afirma ter identificado pelo menos três viagens internacionais do senador Ciro Nogueira (PP) que teriam sido custeadas pelo banqueiro Daniel Vorcaro. A investigação detalha gastos que incluem hospedagens em hotéis de luxo, jantares em restaurantes sofisticados e até a compra de vestuário de inverno para o parlamentar.

 

Entre os destinos citados no inquérito está Courchevel, uma luxuosa estação de esqui nos Alpes Franceses. Imagens e registros analisados pela PF indicam a presença do senador e do banqueiro em eventos sociais e viagens de lazer, o que fundamenta a linha investigativa sobre possíveis vantagens indevidas.

 

Além das passagens e estadias, os investigadores citam que Vorcaro teria arcado com despesas pessoais de Ciro Nogueira durante os períodos no exterior. A investigação busca agora esclarecer se há contrapartidas políticas ou favorecimentos em troca do custeio dessas despesas de alto valor.

 

Em nota, a defesa do senador Ciro Nogueira negou veementemente a existência de qualquer irregularidade. Os advogados sustentam que não houve recebimento de vantagens ilícitas e que as relações citadas não possuem vínculo com a atividade pública do parlamentar.

 

Daniel Vorcaro, por meio de sua assessoria, também reitera que suas movimentações financeiras e relações sociais seguem a legalidade. As informações foram reveladas pela PF ao portal Poder 360.

Auditor apontado como líder de esquema no Porto do Rio foi chefe da alfândega sob Bolsonaro
Foto: Tânia Rêgo/Agência Brasil

A Operação Mare Liberum, deflagrada pela Corregedoria da Receita Federal em conjunto com a Polícia Federal (PF) e o Ministério Público Federal (MPF) nesta terça-feira (28), revelou um esquema criminoso de facilitação de contrabando e de descaminho no Porto do Rio de Janeiro e afastou 17 auditores-fiscais. Um deles, Pedro Antônio Pereira Thiago, foi nomeado delegado da Alfândega da Receita no Porto do Rio de Janeiro no governo de Jair Bolsonaro. 

 

Segundo informações divulgadas pelo jornalista Lauro Jardim, do jornal O Globo, Pedro Thiago foi nomeado em dezembro de 2020 pelo ex-presidente Bolsonaro, e substituído na gestão de Lula, em novembro de 2023. No âmbito as investigações, ele foi apontado como um dos líderes do esquema.

 

As ações ilegais no Porto do Rio de Janeiro começaram a ser investigadas em 2022, a partir de controles internos da corregedoria e denúncias, e movimentou R$ 86,6 bilhões em mercadorias, de julho de 2021 a março de 2026, com pagamento de dezenas de milhões de reais em propinas.

 

Segundo informação da reportagem do Globo, houve pressão interna contra a substituição de Pedro Thiago, que seria conhecido dentro da Receita como bolsonarista, e inclusive segue membros da família com Michelle e Flávio nas redes sociais.

 

No início deste mês, Pedro Thiago ganhou aposentadoria voluntária com proventos integrais. A portaria que concedeu o benefício foi publicada no Diário Oficial da União em 8 de abril.

PF faz operação contra abuso sexual infantojuvenil em cooperação com mais 15 países
Foto: Agência Brasil

A Polícia Federal (PF) deflagrou nesta terça-feira (28) a Operação Nacional Proteção Integral IV, que tem como objetivo identificar e prender autores de crimes de abuso sexual contra crianças e adolescentes. A ofensiva ocorre de forma simultânea em pelo menos outros 15 países. No Brasil, a corporação cumpre 159 mandados de busca e apreensão em todas as unidades da Federação e 16 mandados de prisão preventiva.

 

“A Operação Nacional Proteção Integral IV compõe um esforço internacional coordenado, denominado Operação Internacional Aliados pela Infância VI, voltado ao enfrentamento de crimes transnacionais que violam a dignidade sexual de crianças e adolescentes”, destacou o comunicado diulgado pela Agência Brasil.

 

503 policiais federais em todos os estados participam da ação, além de 243 policiais civis dos estados da Bahia, Distrito Federal, Espírito Santo, Goiás, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Pará, Paraná, Pernambuco, Piauí, Rio de Janeiro, Rio Grande do Sul, São Paulo e Tocantins.

 

No âmbito internacional, já foram cumpridos mandados de busca e apreensão nos seguintes países: Argentina, Colômbia, Costa Rica, El Salvador, Espanha, França, Guatemala, Honduras, México, Panamá, Paraguai, Peru, Porto Rico, República Dominicana e Uruguai.

 

A ação busca integrar forças policiais nacionais e internacionais no combate a crimes de abuso sexual infantojuvenil. Dados da corporação mostram que, em 2026, por meio dos chamados Grupos de Capturas, foram cumpridos pelo menos 450 mandados de prisão de foragidos por crimes sexuais.

 

“A Polícia Federal reforça a importância da prevenção e orienta pais e responsáveis a acompanharem o uso da internet por crianças e por adolescentes, como forma de reduzir riscos e de proteger possíveis vítimas. O diálogo aberto sobre segurança no ambiente digital e a orientação para que crianças e adolescentes comuniquem situações suspeitas também são medidas importantes de proteção”, concluiu a corporação.

Justiça decreta prisão preventiva de MC Ryan SP, Mc Pozo do Rodo e criador do Choquei

Após pedido da Polícia Federal, a Justiça decretou a prisão preventiva de MC Ryan SP, MC Poze do Rodo e o criador da página Choquei, Raphael Sousa Oliveira. Todos são investigados por envolvimento em um esquema de lavagem de dinheiro. 

 

Segundo o jornal O Globo, o novo pedido da PF, que avaliou a existência de elementos suficientes para a conversão das prisões, requer que estas do trio durem 30 dias. 

 

A medida ocorre após o STJ conceder um habeas corpus em favor de Diogo 305, também investigado. A Justiça determinou o endurecimento das medidas cautelares de 39 investigados pelo esquema. 
 

PF pede prisão preventiva de MC Ryan SP, Mc Poze do Rodo e criador da Choquei
Foto: Reprodução / Redes Sociais

A Polícia Federal pediu, nesta quinta-feira (23), a prisão preventiva de MC Ryan SP, MC Poze do Rodo e o criador da página de conteúdo Choquei, Raphael Sousa Oliveira. Os três e outras pessoas são investigadas por um esquema de lavagem de dinheiro. 

 

O pedido ocorre após a namorada de Ryan comemorar uma possível soltura do cantor. Em suas redes sociais, Giovanna Roque, vítima de agressão cometida pelo cantor em 2024, agradeceu a Deus pela soltura. A medida ocorre também após um habeas corpus ser concedido em favor de Diogo Santos de Almeida, também conhecido como Diogo 305, investigado na mesma operação. 

 

A decisão por Diogo se estendia ao trio de famosos, segundo o ministro Messod Azulay Neto, relator do caso no STJ. “Estendo os efeitos desta decosão (em favor de Diogo) aos corréus que tiveram a prisão temporária decretada no mesmo ato, desde que se encontrem em idêntica situação fático-jurídica, em observância ao princípio da isonomia”, determinou. 

 

Segundo o jornal O Globo, a investigação aponta que o grupo é suspeito de movimentar mais de R$ 1,6 bilhão através de bets ilegais, rifas clandestinas e tráfico internacional de drogas. Os alvos foram presos temporariamente no último dia 15 de abril. 

 

Em nota, a defesa do cantor demonstrou perplexidade pelo pedido da PF. “A defesa tomou conhecimento, há pouquíssimo, da representação da Polícia Federal pela decretação da prisão preventiva formulada apenas após a concessão do habeas corpus pelo STJ, que reconheceu a ilegalidade da prorrogação da prisão temporária”, informou.
 

Daniel Vorcaro passa mal na sede da Polícia Federal em Brasília e recebe atendimento médico
Foto: Reprodução / SAP

O empresário Daniel Vorcaro, dono do Banco Master, passou mal enquanto estava detido na Superintendência da Polícia Federal, em Brasília, e precisou de atendimento médico.

 

O episódio ocorreu na última segunda-feira (20). O médico responsável realizou exames e, após avaliação, liberou o banqueiro para permanecer na unidade da PF.

 

De acordo com aliados de Vorcaro, há previsão de realização de novos exames nos próximos dias em ambiente hospitalar. Para isso, será necessária autorização do ministro do Supremo Tribunal Federal, André Mendonça.

 

Conforme já noticiado, o empresário permaneceu cinco dias sem contato com seus advogados. O período teve início na sexta-feira (17), em razão de uma dedetização nas dependências da PF, e se estendeu até a terça-feira (21), feriado de Tiradentes.

PF rejeita tese dos EUA que classifica facções brasileiras como terroristas
Foto: Fernando Frazão / Agência Brasil

A Polícia Federal (PF) enviou ao Ministério da Justiça e Segurança Pública (MJSP) uma manifestação em que rejeita o enquadramento das facções Comando Vermelho (CV) e Primeiro Comando da Capital (PCC) como organizações terroristas. O documento, divulgado pela coluna de Mirelle Pinheiro do portal Metrópoles, foi produzido após o governo dos Estados Unidos sinalizar a intenção de fazer esta classificação.

 

No ofício, assinado pelo diretor-geral Andrei Rodrigues, a PF argumenta que, embora não exista uma definição universal de terrorismo, há consenso internacional de que o fenômeno envolve violência com motivações políticas, ideológicas, religiosas ou discriminatórias, voltada a provocar terror generalizado e pressionar governos.

 

Segundo a corporação, esse não é o caso das facções brasileiras. O documento estabelece uma distinção clara: organizações terroristas têm motivação política, enquanto organizações criminosas atuam com objetivo econômico. No entendimento, PCC e CV operam dentro de uma lógica de lucro, ainda que com alto grau de organização e violência, explorando atividades como tráfico de drogas, armas e pessoas.

 

A manifestação também rebate o argumento de que o uso da violência justificaria o enquadramento como terrorismo. Para a PF, a atuação desses grupos não é indiscriminada, mas direcionada principalmente contra rivais ou forças de segurança, o que afasta a caracterização de terror social amplo.

 

Apesar disso, o órgão reconhece que as facções representam “risco severo” à ordem pública e à segurança institucional, exigindo resposta contínua e especializada do Estado.

Dono da página Choquei é preso em operação da PF que investiga lavagem de dinheiro
Foto: Instagram

O influenciador digital Raphael Sousa Oliveira, criador da página Choquei, foi preso pela Polícia Federal na manhã desta quarta-feira (15), em Goiânia, como parte da Operação Narcofluxo.

 

O blogueiro, que acumula mais de 27 milhões de seguidores no Instagram, está sendo alvo da operação que investiga uma organização criminosa acusada de lavagem de dinheiro e de fazer transações ilegais de mais de R$ 1,6 bilhão.

 

Além de Raphael, os funkeiros MC Poze do Rodo e MC Ryan SP também foram presos pela PF. Até o momento, não se sabe qual o envolvimento do dono da Choquei no esquema, o influenciador também foi alvo de um mandado de busca e apreensão.

 

Ao g1, o advogado do influenciador, Frederico Moreira, disse que ele está sendo ouvido na sede da Polícia Federal, em Goiânia. 

 

Segundo a PF, os suspeitos usavam um sistema para ocultar e dissimular valores, incluindo operações financeiras de alto valor, transporte de dinheiro em espécie e transações com criptoativos.

 

A Operação Narcofluxo envolve cerca de 200 policiais federais, que saíram na manhã desta quarta (15) para cumprir 39 mandados de prisão temporária e 45 de busca e apreensão expedidos pela 5ª Vara Federal em Santos (SP), em endereços nos estados de São Paulo, Rio de Janeiro, Pernambuco, Espírito Santo, Maranhão, Santa Catarina, Paraná e Goiás, além do Distrito Federal.

Nova fase da Operação Artemis captura 66 acusados de integrar facções na Bahia
Foto: Divulgação / Polícia Federal

A Força Integrada de Combate ao Crime Organizado na Bahia (Ficco/BA), em conjunto com forças estaduais e federais da Bahia e de outros estados, deflagrou mais uma fase da Operação Artemis, resultando na captura de 77 criminosos considerados de alta periculosidade.

 

Desse total, 66 foram presos na Bahia, 3 em São Paulo, 3 em Alagoas, 1 em Minas Gerais, 1 em Santa Catarina e 1 no Ceará.
 

Foto: Divulgação / Polícia Federal

 

A ação faz parte de uma estratégia continuada voltada à localização e prisão de foragidos da Justiça envolvidos em crimes violentos, especialmente ligados a facções com atuação no estado.

 

Segundo a Polícia Federal (PF), as prisões ocorreram em diversos municípios, entre eles Salvador, Feira de Santana, Jequié, Camaçari, Vitória da Conquista, Guanambi, Itapetinga, Ipiaú, Cruz das Almas, Santo Amaro, Canavieiras, Sento Sé e Alagoinhas.

 

Também houve ações em outros estados, com capturas registradas em São Paulo, Minas Gerais, Santa Catarina, Ceará e Tocantins.

 

Ainda segundo a PF, integrantes de facções criminosas, incluindo lideranças, costumam deixar o território baiano para evitar a atuação policial. Mesmo fora do estado, acrescenta a PF, esses suspeitos seguiam coordenando atividades ilícitas, como tráfico de drogas e armas, além de ordenar crimes violentos.

 

Diante do cenário, foram intensificadas ações específicas para localização e captura desses foragidos em outras unidades da federação. A operação também resultou em prisões internacionais de alvos da Justiça baiana, como um caso ocorrido na Bolívia, por meio de cooperação internacional.

 

Foto: Divulgação / Polícia Federal

 

A PF também informou que as capturas tiveram como foco suspeitos de crimes como homicídios, latrocínios, roubos qualificados, tráfico de drogas e participação em organizações criminosas. As atividades operacionais e de inteligência foram realizadas entre fevereiro passado e este mês de abril e envolveram integração entre diferentes forças de segurança.

 

O trabalho incluiu análise de dados, levantamentos investigativos e diligências coordenadas, com apoio de unidades da Ficco em outros estados, ampliando o alcance das operações.

 

A Ficco/BA é composta pela PF, as polícias Militar, Civil e Penal da Bahia, Secretaria Nacional de Políticas Penais e Secretaria de Segurança Pública da Bahia.  (Atualizado às 10h40)

Escritório de advogados da Bahia entra na mira da PF sobre caso Banco Master
Foto: Rovena Rosa / Agência Brasil

Um escritório de advocacia com sede em Salvador passou a ser alvo de atenção da Polícia Federal (PF) no âmbito das investigações relacionadas ao caso Banco Master.

 

De acordo com a Folha de S. Paulo, entre os 91 escritórios de advocacia que receberam, ao todo, R$ 543 milhões do banco ao longo de quatro anos, um deles deve ter tratamento prioritário nas apurações.

 

Trata-se do escritório Gabino Kruschewsky Advogados, apontado como o quarto que mais recebeu recursos do banco comandado por Daniel Vorcaro, com repasses que somam R$ 54 milhões entre os anos de 2022 e 2025. O escritório tem como um dos sócios Eugênio Kruschewsky, procurador do Estado da Bahia, e está sediado em Salvador, cidade que também é origem de um dos principais produtos do Banco Master, o Credcesta.

 

Em nota enviada à reportagem, o escritório informou ter atuado em 45 mil processos em favor do Banco Master, com mais de 30 mil ainda em andamento. No entanto, conforme certidão de distribuição do Tribunal de Justiça da Bahia (TJ-BA), existem quase sete mil processos registrados em nome do banco.

 

Entre as ações judiciais movidas contra o Banco Master, se destacam duas ações coletivas propostas pela Associação dos Funcionários Públicos do Estado da Bahia. À época, a entidade era presidida por Carlos Kauark Kruschewsky. As ações teriam sido ajuizadas para questionar supostas irregularidades em empréstimos consignados do Credcesta, que pertenceu à Empresa Baiana de Alimentos [Ebal], cuja gerente jurídica era Luiá Kruschewsky.

 

Ainda segundo informações, a defesa do Banco Master nessas ações foi conduzida por Eugênio Kruschewsky, procurador do Estado da Bahia e primo de André Kruschewsky, então diretor jurídico da instituição financeira, responsável pela contratação do advogado.

 

Ao Bahia Notícias, o escritório encaminhou posicionamento para esclarecer alguns pontos relevantes. "O escritório não atua apenas no Estado da Bahia. Sua operação é nacional, com presença em 19 unidades da federação: AC, AP, AM, CE, PE, PI, TO, AL, RN, SE, RJ, PR, BA, PA, PB, ES, MA, RR e RO", diz a nota.

 

"Por essa razão, o volume de processos sob sua condução é significativamente superior aos cerca de 7 mil mencionados, número que se refere apenas ao estado de origem da banca", finalizou o escritório. 

Saiba mais sobre vereadores afastados pela PF em Juazeiro
Foto: Reprodução / Preto no Branco

Os vereadores do União Brasil afastados na Operação Promitente, deflagrada pela Polícia Federal (PF) em Juazeiro, no Sertão do São Francisco, acumulam entre dois e quatro mandatos na Câmara Municipal.

 

O legislador com maior tempo de atuação é Anderson Alves da Cruz, conhecido como Anderson da Iluminação, de 48 anos, que exerce o quarto mandato. Ele foi eleito pela primeira vez em 2012, quando concorreu pelo PP, partido pelo qual também foi reconduzido em 2016 e 2020, neste último pleito, na condição de suplente. 
 

Nas eleições de 2024, já filiado ao União Brasil, Anderson da Iluminação obteve 1.550 votos, garantindo uma vaga na Câmara ao ocupar a 19ª posição entre as 21 cadeiras disponíveis.
 

 

O outro investigado, Hitallo Rodrigues Marcelino, de 34 anos, está no segundo mandato consecutivo. Ele foi eleito em 2020 pelo partido Democracia Cristã (DC) e, em 2024, já pelo União Brasil, permaneceu no Legislativo municipal.

 

Nesta eleição mais recente, Hitallo Rodrigues Marcelino recebeu 2.831 votos, alcançando a segunda maior votação do pleito em Juazeiro. Hitallo ainda ocupa a presidência do União Brasil em Juazeiro, condição que teria sido usada para cometer as irregularidades apontadas pela PF.

 

As investigações apontam que os dois vereadores teriam fraudado o sistema de cota de gênero. O esquema consistia no pagamento de valores a mulheres recrutadas para figurarem formalmente como candidatas, sem participação efetiva em campanha, inclusive com o recebimento de recursos da cota eleitoral.

 

Ainda de acordo com a apuração, após a realização da fraude, os investigados, junto com o advogado do partido, teriam solicitado a uma das mulheres envolvidas que reconhecesse a irregularidade em cartório.

 

A medida teria como objetivo beneficiar um suplente, resultando na perda do mandato de um candidato eleito legitimamente.

AL-BA se manifesta após busca e apreensão em gabinete de Marcinho Oliveira
Foto: Divulgação

A Assembleia Legislativa do Estado da Bahia se pronunciopu sobre a operação da Polícia Federal que tinha o deputado Marcinho Oliveira como um dos alvos. O comunicado foi divulgado na tarde desta quarta-feira (1º).

 

Equipes da PF cumpriram mandados em Salvador, na residência do parlamentar, que fica localizada no condomínio Le Parc, na Avenida Paralela. Além disso, também foram realizadas ações na própria Assembleia Legislativa da Bahia (AL-BA), e nos municípios de Serrinha, Santaluz, Araci e Feira de Santana.

 

Em nota, a Casa informou que "agentes estiveram em suas dependências para o cumprimento de ordem judicial de busca e apreensão no gabinete de um deputado estadual".

 

A Assembleia ressaltou que a investigação em curso não se confunde com as atividades institucionais do Parlamento e reafirmou a reocupação seu com "princípios constitucionais da legalidade, da transparência e da governança pública".

 

"A Casa reitera, ainda, que mantém postura de absoluta colaboração com as autoridades competentes, não criando qualquer embaraço ao exercício das funções do Poder Judiciário, do Ministério Público e das instituições policiais", conclui o comunicado.

 

De acordo com a PF, as investigações são decorrentes de investigação relativa a desvio de verbas públicas decorrentes da execução de contrato de locação de veículos no município de Serrinha, além de crime de fraude à licitação, lavagem de capitais e organização criminosa.

Desvio de verbas: Saiba como funcionava esquema que fraudou licitações no interior da Bahia
Foto: Divulgação / PF

A Polícia Federal (PF) cumpriu, na manhã desta quarta-feira (1º), mandados judiciais de busca e apreensão nas cidades de Serrinha, Santaluz, Araci, Salvador e Feira de Santana, decorrentes de investigação relativa a desvio de verbas públicas decorrentes da execução de contrato de locação de veículos no município de Serrinha, além de crime de fraude à licitação, lavagem de capitais e organização criminosa.

 

A investigação apontou que o então gestor municipal, juntamente com diversos outros servidores públicos do município de Serrinha, em conluio com a empresa vencedora, e outras empresas cooptadas, fraudaram as licitações de locação de veículos no município entre 2017 e 2024.

 

Após a fraude na licitação, o proprietário da empresa, que é ex-vice-prefeito de Santaluz e atualmente ocupa o cargo eletivo na Assembleia Legislativa da Bahia (AL-BA), realizava transferências e pagamentos em espécies aos servidores e gestores, tais valores eram oriundos do superfaturamento e não execução dos serviços. Segundo apuração da reportagem, o parlamentar é Marcinho Oliveira (PRD).

 

Foram cumpridos 16 mandados de busca e apreensão, expedidos pelo Tribunal Regional Federal da 1ª Região. Nos locais foram apreendidos aparelhos eletrônicos e documentos em poder dos investigados, os quais serão submetidos à perícia com a finalidade de constatar a ocorrência deste e de outros crimes, além de valores em espécie.

Policiais federais aprovam estado de greve e podem parar atividades; categoria cobra reajuste salarial
Foto: Rafa Neddermeyer / Agência Brasil

A Federação Nacional dos Policiais Federais (Fenapef) anunciou, nesta quinta-feira (26), a aprovação de estado de greve da categoria, em meio a reivindicações por melhorias nas condições de trabalho. Com a decisão, policiais federais podem paralisar as atividades nos próximos dias.

 

Segundo a entidade, a medida busca pressionar o governo federal a apresentar propostas que evitem uma eventual paralisação da Polícia Federal (PF). Entre as principais demandas estão a valorização da carreira e o reajuste salarial.

 

De acordo com o vice-presidente da Fenapef, Marcos Avelino, houve abertura de diálogo com o governo após a aprovação do indicativo.

 

“Tão logo foi aprovado o indicativo de estado de greve, o governo federal abriu um canal de comunicação. Neste momento, a gente conversa, nós temos interlocução com dois importantes ministérios. Aguardamos alguma proposta a ser apresentada pelo governo”, afirmou.

 

A decisão foi tomada após três dias de reunião no Distrito Federal, com a participação de representantes dos 27 sindicatos federais da categoria. O encontro foi encerrado na quinta-feira (26).

 

Ainda segundo Marcos Avelino, novos encaminhamentos devem ser definidos nos próximos dias. “Na próxima semana, todos os sindicatos farão assembleias para deliberar novas providências em face desse movimento de negociação”, informou.

PF realiza operação na Bahia contra fraudes bancárias na Caixa Econômica e lavagem de dinheiro
Fotos: Divulgação PF

A Polícia Federal deflagrou, nesta quarta-feira (25), uma operação para desarticular a organização criminosa responsável por fraudes bancárias contra a Caixa Econômica Federal, estelionato e lavagem de dinheiro. A ação denominada de Operação Falaxx ocorre na Bahia, em São Paulo e no Rio de Janeiro. 

 

De acordo com a PF, estão sendo cumpridos 43 mandados de busca e apreensão e 21 de prisão preventiva, expedidos pela Justiça Federal de São Paulo. As cidades em que a operação acontece ainda não foram informadas pela PF. 

 

Foi determinado o bloqueio e o sequestro de bens imóveis, de veículos e de ativos financeiros até o limite de R$ 47 milhões, para descapitalizar a organização criminosa. As fraudes investigadas podem alcançar valores superiores a R$ 500 milhões. 

 

Foram ainda autorizadas medidas cautelares para o rastreamento de ativos financeiros, incluindo a quebra de sigilo bancário e fiscal de 33 pessoas físicas e 172 pessoas jurídicas. A PF explicou que a investigação teve início em 2024, quando foram identificados indícios de um esquema estruturado voltado à obtenção de vantagens ilícitas.

 

O grupo criminoso atuava por meio da cooptação de funcionários de instituições financeiras e da utilização de empresas, inclusive vinculadas a grupo econômico específico, para a movimentação de valores e para a ocultação de recursos ilícitos.

 

Segundo as investigações, a organização utilizava empresas de fachada e estruturas empresariais para dissimular a origem dos recursos ilícitos. Funcionários de instituições financeiras inseriram dados falsos nos sistemas bancários para viabilizar saques e transferências indevidas. Posteriormente, os valores eram convertidos em bens de luxo e em criptoativos, com o intuito de dificultar o rastreamento.

 

 

PF indicia dois por venda de sentenças no STJ e não associa ministros ao esquema
Foto: Divulgação

A Polícia Federal (PF) indiciou nesta terça-feira (24) dois investigados no inquérito sobre venda de sentenças no Superior Tribunal de Justiça e enviou relatório parcial ao Supremo Tribunal Federal. No entanto, as juízes investigados não foram associados ao esquema.

 

Anderson de Oliveira Gonçalves e Márcio José Toledo Pinto foram indiciados por exploração de prestígio e integrar organização criminosa. No relatório, a PF alega “indícios da existência de uma organização criminosa estruturada para negociar decisões judiciais, com atuação dentro e fora de tribunais, lavagem de dinheiro e tráfico de influência”.

 

O documento cita servidores de gabinetes de ministros como Og Fernandes, Isabel Gallotti, Nancy Andrighi e Moura Ribeiro. Apesar disso, a organização descartou a participação de qualquer magistrado nessa conclusão parcial.

 

Márcio encontrava-se lotado no gabinete da ministra Nancy Andrighi e segundo as investigações ele “se aproveitou dessa condição, criou, editou e extraiu minutas de decisões”.


Segundo a Polícia Federal, as provas reunidas não permitem concluir que os servidores investigados atuavam em conluio com ministros, nem foram identificadas movimentações financeiras que indiquem pagamento de vantagens a magistrados.

Vorcaro é transferido para a superintendência da PF após autorização de Mendonça para delação premiada
Foto: Divulgação / Banco Master

O dono do Banco Master, Daniel Vorcaro, foi transferido da Penitenciária Federal de Brasília para a Superintendência da Polícia Federal, na noite desta quinta-feira (19). A movimentação ocorre após autorização do ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), André Mendonça. A expectativa é de que o banqueiro realize uma delação premiada.

 

Segundo o Metrópoles, Vorcaro embarcou em um helicóptero por volta das 18h50 e chegou na Superintendência da PF às 19h05.

 

Na quarta (18), o advogado de Vorcaro, José Luís Oliveira Lima, conhecido como “Juca”, procurou a PF e o ministro André Mendonça para informar sobre o interesse do banqueiro em firmar um acordo de delação premiada.

 

Questionado pela TV Globo, o advogado de Vorcaro afirmou que não vai comentar o caso neste momento. Segundo ele, a decisão se deve à "sensibilidade do caso".

 

Daniel Vorcaro foi preso no início do mês durante a terceira fase da Operação Compliance Zero, da Polícia Federal.

 

No dia 6 de março, ele foi transferido do Complexo Penitenciário de Potim (SP), no interior paulista, para a Penitenciária Federal em Brasília. 

Eduardo Bolsonaro tem 15 dias para se defender em processo da PF por abandono de cargo
Foto: Lula Marques / Agência Brasil

O ex-deputado federal Eduardo Bolsonaro (PL) deverá se defender em 15 dias do processo administrativo (PAD) aberto pela Polícia Federal que apura o abandono do seu cargo de escrivão na delegacia da corporação em Angra dos Reis (RJ). Ele foi formalmente citado nesta segunda-feira (16) e deve apresentar sua defesa, já que após a citação passam a correr os prazos da ação. 

 

A citação foi publicada no Diário Oficial da União (DOU) e destaca que Eduardo está em "lugar incerto e não sabido". O processo, instaurado em 27 de janeiro deste ano, apura faltas injustificadas do ex-deputado, que está morando nos Estados Unidos desde fevereiro de 2025.

 

Eduardo está afastado desde fevereiro, em portaria assinada pelo corregedor regional da PF no estado. Ele também foi obrigado a entregar a carteira funcional e a arma de fogo.

 

O ex-deputado alegou perseguição por parte da Justiça e deixou o Brasil. Ele também é réu por coação no curso do processo em razão de sua atuação nos EUA contra autoridades brasileiras.

PF prende delegado suspeito de envolvimento no caso TH Joias
Foto: Reprodução

A Polícia Federal cumpriu nesta segunda-feira (9) um mandado de prisão contra um delegado federal no Rio de Janeiro. Segundo o portal Metrópoles, a prisão foi autorizada pelo Supremo Tribunal Federal e acontece em meio a uma investigação que apura o vazamento de informações sigilosas para integrantes do Comando Vermelho.

 

O ex-presidente da Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro, deputado Rodrigo Bacellar (União), já havia sido preso no âmbito destas investigações.

 

Em fevereiro, a PF indiciou Bacellar e o ex-deputado estadual Thiego Raimundo dos Santos Silva, conhecido como TH Joias, por vazar dados à facção criminosa. Também foram indiciadas outras três pessoas.

 

TH Joias também foi preso por tráfico de drogas, corrupção e lavagem de dinheiro, suspeito de negociar armamentos ilegalmente. Ele assumiu o mandato em junho, mas deixou de ser deputado após sua prisão.

Polícia Federal alega não ver razões para investigar Moraes por mensagens com Vorcaro
Foto: Valter Campanato / Agência Brasil

A Polícia Federal trata com cautela as mensagens trocadas entre o ministro Alexandre de Moraes, do STF (Supremo Tribunal Federal), e o ex-banqueiro Daniel Vorcaro e não vê até o momento nenhum indício de conduta suspeita do magistrado. Segundo informações da Folha de S. Paulo, a corporação não viu indícios nas conversas que demandem uma apuração sobre a relação de Moraes com o ex-banqueiro.

 

A PF encontrou no celular de Vorcaro ligações e troca de mensagens com Moraes, inclusive no dia de sua prisão. A existência desses diálogos foi revelada pelo jornal O Globo. Os horários das trocas coincidem com imagens do bloco de notas do ex-banqueiro no qual estão escritas mensagens que indicam se tratar de um processo para evitar a liquidação do Banco Master. 

 

As imagens do bloco de notas constam em documento enviado pela PF à CPI do INSS. O diálogo entre Moraes e Vorcaro ocorreu por meio de mensagens de visualização única, onde o ex-banqueiro escrevia as mensagens que queria enviar em seu bloco de notas e, depois, encaminhava ao seu remetente como uma imagem que apagava logo após ser vista.

 

Segundo o jornal O Globo, no dia 17, Vorcaro narrou a Moraes negociações para tentar salvar o Master, com referências a tratativas com a financeira Fictor. "Estou tentando antecipar os investidores e tenho chances de conseguir assinar e anunciar ainda hoje uma parte", disse Vorcaro em um dos textos enviados.

 

Moraes nega ter recebido as mensagens e afirma, em nota, que elas foram encaminhadas a outra pessoa. Apesar de os horários da troca de mensagens entre Vorcaro e Moraes coincidirem com o dos blocos de notas encontrados no celular do ex-banqueiro, um investigador diz não ser possível recuperar as fotos do bloco de notas que teriam sido enviadas pelo WhatsApp. E reitera que, até o momento, não há razão para investigar nem há menção ao ministro Moraes em relatórios da apuração.

 

Neste cenário, o contato com Moraes difere da situação envolvendo o ministro Dias Toffoli. No caso de Toffoli, a PF apresentou, em fevereiro, um documento entregue a Edson Fachin com informações sobre as relações de Toffoli com o Master que apontariam suspeitas de eventuais crimes financeiros.

 

O magistrado não é investigado pela PF, embora as apurações sobre o Master envolvam fundos que foram sócios do resort Tayayá, do qual ele e seus irmãos também eram sócios.

PF deflagra operação contra tráfico de drogas, armas e lavagem de dinheiro no Oeste baiano
Foto: Divulgação / Polícia Federal

A Polícia Federal (PF) deflagrou na manhã desta quinta-feira (5) a Operação Novo Oeste, com o objetivo de combater uma organização criminosa suspeita de atuar com tráfico de drogas, tráfico de armas e lavagem de dinheiro na região Oeste da Bahia.

 

Ao todo, foram cumpridos 13 mandados de busca e apreensão na Bahia, Sergipe, Maranhão, São Paulo, Minas Gerais e no Distrito Federal.

 

Na Bahia, as ações ocorrem em Barreiras, onde foi cumprido um mandado, e em Luís Eduardo Magalhães, que concentrou dois mandados de busca. Durante o cumprimento das ordens judiciais, um dos investigados foi preso em flagrante por porte de drogas.

 

Além disso, os agentes também cumpriram um mandado de prisão em aberto na cidade de Aracaju, em Sergipe (SE).

 

De acordo com a PF, as investigações têm como foco o rastreamento patrimonial dos suspeitos e a desarticulação da organização criminosa.

Dois suspeitos são presos em operação da PF de combate ao abuso sexual infantojuvenil
Foto: PF

Dois suspeitos foram presos preventivamente na manhã desta quarta-feira (4), os mandados foram cumpridos nos municípios de Poções e Salvador. As prisões ocorrem no âmbito da operação Salvamento, deflagrada hoje pela Polícia Federal para combater crimes de armazenamento e compartilhamento de conteúdo de abuso sexual infantojuvenil praticados por meio da internet.

 

A ação tem por objetivo identificar e interromper a atuação de indivíduos que, além de compartilhar material ilegal, mantinham diálogos sobre a possibilidade de produzir fotos e vídeos envolvendo seus próprios filhos e irmãos menores de idade.

 

Durante as diligências, foram apreendidos aparelhos celulares, que serão submetidos à perícia para ajudar na identificação dos arquivos armazenados, de possíveis novas vítimas e de outros envolvidos na rede criminosa.

 

As investigações tiveram início após a equipe da Polícia Federal ter acesso a conversas mantidas em uma rede social, nas quais os investigados comentavam e trocavam arquivos contendo cenas de abuso sexual envolvendo crianças e adolescentes, além de discutir formas de produzir novos registros.

 

Embora o termo “pornografia” ainda seja utilizado na legislação brasileira para definir qualquer situação que envolva criança ou adolescente em atividades sexuais explícitas, reais ou simuladas, ou exibição dos órgãos genitais para fins primordialmente sexuais, a comunidade internacional entende que o mais adequado é referir-se a crimes de “abuso sexual de crianças e adolescentes” ou “violência sexual de crianças e adolescentes”, para dimensionar a gravidade da violência infligida às vítimas.

 

CUIDADOS NA INTERNET
A Polícia Federal alerta pais e responsáveis sobre a importância de monitorar e orientar seus filhos no mundo virtual e físico, protegendo-os dos riscos de abusos sexuais. Dentre as recomendações, estão conversar abertamente sobre os perigos do ambiente on-line, explicar como utilizar redes sociais de forma segura e acompanhar de perto as atividades digitais dos jovens são medidas essenciais de proteção.

 

Estar atento a mudanças de comportamento, como isolamento repentino ou sigilo excessivo em relação ao uso do celular e do computador, também foram apontadas como ações que ajudam a identificar situações de risco. Também é fundamental ensinar crianças e adolescentes sobre como agir diante de contatos inadequados em ambientes virtuais, reforçando que podem e devem procurar ajuda. 

PF encontra mensagens ligadas a Daniel Vorcaro que indicam tentativa de intimidação contra jornalista
Foto: Divulgação/Master

A Polícia Federal encontrou mensagens no celular do dono do Banco Master, Daniel Vorcaro, que indicavam uma tentativa de assalto contra um jornalista como mecanismo de intimidação. O nome do jornalista não foi divulgado pela PF.  A decisão de prender Vorcaro, foi determinada após a polícia encontrar as mensagens, segundo a Folha de S.Paulo. 

 

O relator do caso, o ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), André Mendonça, recebeu alguns materiais da PF relacionados ao empresário. No entanto, segundo a reportagem, no material recebido por Mendonça, não havia indício de envolvimento dos advogados de Vorcaro no esquema de ameaça ao jornalista.

 

Não foi encontrado uma menção a ligações de Vorcaro com Dias Toffoli ou Alexandre de Moraes. De acordo com a Folha, o ministro tarjou o nome do jornalista no processo, mas o profissional foi informado sobre a tentativa de assalto. Somente o profissional poderá abrir a informação.

 

Além disso, foi constatada ainda invasão indevida de sistemas, inclusive da própria PF, Ministério Público Federal (MPF) e falsificação de documentos públicos. Houve ainda a simulação da assinatura de um membro do Ministério Público.

 

Nas mensagens, foram vistas também, um grupo chamado de "A Turma", comandado por uma pessoa com o apelido "Sicário". Ele  fez ameaças a integridade física também de outras pessoas.

 

Agentes públicos envolvidos também são suspeitos, entre eles dois ocupantes de altos cargos no Banco Central, que auxiliavam Vorcaro e atendiam os interesses deles. Os dois foram afastados do cargo pela decisão.

 

Banco Master: Cunhado de Vorcaro, Fabiano Zettel também é alvo de mandado de prisão
Foto: Reprodução / Linkedin

Cunhado do banqueiro Daniel Vorcaro, Fabiano Zettel é um dos alvos da nova fase da Operação Compliance Zero, deflagrada nesta quarta-feira (4), pela Polícia Federal (PF). Segundo as informações, um mandado de prisão preventiva foi expedido contra ele, mas ainda não foi localizado pelos agentes.

 

Na mesma operação, o próprio Vorcaro, dono do Banco Master, foi preso em São Paulo e encaminhado para a Superintendência da Polícia Federal.

 

A ação desta quarta ocorre no âmbito das investigações que apuram esquema bilionário de fraudes financeiras, corrupção e lavagem de dinheiro envolvendo integrantes do sistema financeiro.

PF prende Daniel Vorcaro, dono do Banco Master, em nova fase da Operação Compliance Zero
Foto: Divulgação

O banqueiro Daniel Vorcaro, proprietário do Banco Master, foi preso nesta quarta-feira (4) pela Polícia Federal em São Paulo.

 

A prisão ocorreu no âmbito de uma nova fase da Operação Compliance Zero, que investiga um suposto esquema bilionário de fraudes financeiras relacionado à venda de títulos de crédito falsos pelo Banco Master.

 

Segundo as investigações, a operação recebeu esse nome em referência à suposta ausência de controles internos nas instituições envolvidas, o que, de acordo com a Polícia Federal, teria permitido a ocorrência de crimes como gestão fraudulenta, lavagem de dinheiro e manipulação de mercado.

 

Contra Vorcaro havia um mandado de prisão preventiva. Após ser detido, ele foi encaminhado para a Superintendência da Polícia Federal na capital paulista, onde permanecerá à disposição da Justiça.

 

Cunhado do banqueiro, Fabiano Zettel também é um dos alvos da nova fase da operação. Segundo as informações, um mandado de prisão preventiva foi expedido contra ele, mas ainda não foi localizado pelos agentes.

Operação Hydra registra prisão em flagrante por posse ilegal de arma de fogo em Paulo Afonso

A Polícia Federal informou que, no âmbito da Operação Hydra, foi realizada uma prisão em flagrante por posse ilegal de arma de fogo no município de Paulo Afonso, no norte da Bahia. A detenção ocorreu durante o cumprimento das medidas relacionadas à operação. Não foram divulgados outros detalhes sobre as circunstâncias da prisão.

 

De acordo com a PF, as investigações indicam um prejuízo estimado em R$ 1,2 milhão. A apuração aponta que os investigados utilizavam documentos falsos para abrir contas bancárias em nome de terceiros. Em seguida, eram contratadas operações de crédito, com posterior realização de saques considerados ilícitos dos valores obtidos.

 

Além da capital baiana, os mandados foram cumpridos nos municípios de Camaçari e Lauro de Freitas, na Região Metropolitana de Salvador, Paulo Afonso, no norte do estado, e Itabuna, no sul da Bahia.

Deputado Fernando Coelho e ex-senador Fernando Bezerra são alvos da PF em operação contra desvios de emendas
Foto: Agência Senado

O ex-senador Fernando Bezerra Coelho (MDB-PE) e o seu filho, o deputado Fernando Coelho Filho (União-PE) são alvos da Polícia Federal, na Operação Vassalos, nesta quarta-feira (25). A ação cumpre 42 mandados de busca e apreensão na investigação sobre suspeitas de desvios de emendas. A apuração foi autorizada pelo ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Flávio Dino. 

 

A ação desta quarta visa apurar e desarticular suspeitas de crimes em licitações e fraudes em licitações e contratos, além de peculato, corrupção, de dinheiro e organização criminosa. Fernando Bezerra Coelho já foi ministro da Integração Nacional de Dilma Rousseff (PT) e líder do governo de Jair Bolsonaro (PL) no Senado. Seu filho, o atual deputado, já foi ministro de Minas e Energia no governo Michel Temer (MDB).

 

Além deles, segundo informações obtidas pelo Bahia Notícias, a operação tem como alvos Carlos Neto e Pedro Souza. Um deles é um dos sócios de uma empresa que foi apontada por receber cerca de R$ 74 milhões de emendas do relator, conhecidas como orçamento secreto, entre 2019 e 2024.


 

Os mandados desta quarta são cumpridos em Pernambuco, Bahia, São Paulo, Goiás e no Distrito Federal. A investigação da PF aponta para existência de uma organização composta por agentes públicos e privados suspeita de desviar recursos públicos oriundos de emendas parlamentares, por meio do direcionamento de licitações para empresa vinculada ao grupo, com posterior utilização dos valores desviados no pagamento de vantagens indevidas e ocultação de patrimônio.

Polícia Federal cumpre mandados na Bahia contra grupo suspeito de fraude milionária contra a Caixa Econômica Federal
Foto: Reprodução / TV Bahia

A Polícia Federal cumpriu, nesta quarta-feira (25), dez mandados de busca e apreensão durante a Operação Hydra, que investiga um grupo suspeito de aplicar fraudes contra a Caixa Econômica Federal na Bahia. As ações ocorreram em Salvador e em outros quatro municípios do estado.

 

De acordo com a PF, as investigações indicam um prejuízo estimado em R$ 1,2 milhão. A apuração aponta que os investigados utilizavam documentos falsos para abrir contas bancárias em nome de terceiros. Em seguida, eram contratadas operações de crédito, com posterior realização de saques considerados ilícitos dos valores obtidos.

 

Além da capital baiana, os mandados foram cumpridos nos municípios de Camaçari e Lauro de Freitas, na Região Metropolitana de Salvador, Paulo Afonso, no norte do estado, e Itabuna, no sul da Bahia.

Polícia Federal deflagra operação e cumpre mandados em bairro nobre de Salvador; empresários ligados à construção são alvos
Foto: Divulgação / PF

A Polícia Federal (PF) deflagrou, na manhã desta quarta-feira (25), uma operação que mira desvio de verbas, com ações realizadas em bairros nobres de Salvador.

 

Segundo informações obtidas pelo Bahia Notícias, a operação tem como alvos Carlos Neto e Pedro Souza. Um deles é um dos sócios de uma empresa que foi apontada por receber cerca de R$ 74 milhões de emendas do relator, conhecidas como orçamento secreto, entre 2019 e 2024.

 

Até o momento, não foram divulgados pela Polícia Federal detalhes sobre as medidas judiciais cumpridas, nem informações oficiais sobre o objetivo específico desta fase da operação.

Bahia ocupa 8ª posição em ranking de inquéritos de crimes cibernéticos relacionados ao abuso sexual infantojuvenil
Imagem meramente ilustrativa | Foto: Marcello Casal Jr / Agência Brasil

A Bahia aparece na 8ª colocação entre as unidades da federação com maior número de inquéritos policiais instaurados pela Polícia Federal (PF) para apurar crimes cibernéticos relacionados ao abuso sexual infantojuvenil. Os dados foram elaborados pela Diretoria de Combate a Crimes Cibernéticos (DCIBER) da corporação, com levantamento anual entre 2023 e 2025.

 

De acordo com a planilha oficial da PF, foram instaurados 56 inquéritos no estado em 2023, número que subiu para 78 em 2024 e chegou a 88 investigações em 2025. O crescimento registrado no último ano colocou a Bahia entre os oito estados brasileiros que apresentaram aumento nas apurações desse tipo de crime na comparação entre 2024 e 2025.

 

Além da Bahia, também houve alta no número de investigações no Amazonas, no Espírito Santo, no Maranhão, em Minas Gerais, em Rondônia, em Roraima e no Tocantins. Os números foram divulgados pela Fiquem Sabendo, organização sem fins lucrativos especializada em transparência pública.

 

No ranking nacional referente a 2025, os maiores volumes de inquéritos foram registrados em São Paulo (400), Minas Gerais (201), Paraná (179), Rio Grande do Sul (138), Rio de Janeiro (115), Santa Catarina (86) e Paraíba (82), seguidos pela Bahia, com 88 procedimentos instaurados.

 

Os dados mostram ainda que, em âmbito nacional, a Polícia Federal instaurou 1.999 inquéritos relacionados ao abuso sexual infantojuvenil praticado pela internet em 2025. O número representa uma redução de 8% em relação a 2024, quando foram abertas 2.173 investigações. Apesar da queda anual, o volume permanece superior ao registrado em 2023, que contabilizou 1.431 casos.

 

Segundo a Polícia Federal, cada inquérito policial pode apurar uma ou mais condutas criminosas e envolver múltiplas vítimas e suspeitos. Dessa forma, o total de crimes efetivamente investigados pode ser maior do que o número de procedimentos instaurados.

 

A violência sexual contra crianças e adolescentes é classificada como crime hediondo no Brasil desde 2014.

PF deflagra operação contra contrabando de cigarros eletrônicos em Ilhéus; três mandados são cumpridos
Foto: Reprodução / Prefeitura de Maceió

A Polícia Federal (PF) deflagrou nesta quinta-feira (19) a Operação Espelho Fumegante 2 com o objetivo de reprimir o contrabando de cigarros eletrônicos em Ilhéus, no Litoral Sul da Bahia.

 

Durante a ação, foram cumpridos três mandados de busca e apreensão expedidos pela Vara Federal da Subseção Judiciária de Ilhéus.

 

Segundo a PF, os cigarros eletrônicos são dispositivos cuja importação, comercialização e propaganda são proibidas no Brasil pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) desde 2009, conforme a Resolução nº 46/2009.

 

Os alvos dos mandados devem responder pelo crime de contrabando, caracterizado pela importação, armazenamento e comercialização de mercadoria proibida, com pena prevista de reclusão de dois a cinco anos. 

Caso Master: Toffoli manda PF enviar dados dos celulares apreendidos
Foto: Agência Brasil

Dias Toffoli determinou nesta quinta-feira (12) que a Polícia Federal (PF) envie os dados de todos os celulares apreendidos e periciados na investigação. A medida do ministro, relator do caso Master, acontece depois da entrega da perícia dos celulares de Daniel Vorcaro, dono da instituição financeira.


Segundo a coluna de Julia Dualibi no G1, a decisão define que a PF deve encaminhar, na íntegra, o conteúdo de todos os aparelhos e mídias apreendidas, os laudos periciais, incluindo dados telemáticos, informáticos e telefônicos. Segundo as investigações, o nome de Toffoli foi citado em mensagens contidas no aparelho.

 

Ao enviar o documento ao Supremo, a PF citou a possibilidade de suspeição, ato em que um juiz desiste de conduzir uma investigação por entender que há algum impedimento que ponha em jogo a sua imparcialidade. O ministro negou qualquer relação com o empresário.

PF deflagra operação para investigar irregularidades em recursos da previdência no Banco Master
Foto: Divulgação PF

A Polícia Federal deflagrou, na manhã desta sexta-feira (6), a Operação Zona Cinzenta, para apurar possíveis irregularidades na gestão de recursos do Regime Próprio de Previdência Social do Estado do Amapá (RPPS/AP). A investigação desta está relacionada com a aplicação de R$ 400 milhões de recursos do Regime Próprio de Previdência Social do Estado em Letras Financeiras emitidas pelo Banco Master, operação considerada de alto risco.

 

De acordo com a corporação, são cumpridos quatro mandados de busca e apreensão, expedidos pela 4ª Vara de Justiça Federal, no município de Macapá. São investigados ainda os crimes de gestão temerária e de gestão fraudulenta. Entre os alvos da ação estão o presidente da entidade, Jocildo Silva Lemos e os membros do comitê de investimentos Jackson Rubens de Oliveira e José Milton Afonso Gonçalves. 

 

A Zona Cinzenta busca esclarecer a existência de prejuízo ao patrimônio público e encontrar os responsáveis pelas decisões investigadas.Vale lembrar que o Banco Master foi liquidado no mês de novembro do ano passado pelo Banco Central, após ser identificada uma profunda crise de liquidez.

PF prende suspeito de tráfico internacional e apreende 1,7 tonelada de cocaína no Porto de Salvador
Foto: Divulgação / PF

A Polícia Federal prendeu, nesta quarta-feira (4), um suspeito de integrar uma organização criminosa responsável por inserir grandes quantidades de drogas em cargas destinadas ao exterior por meio do Porto de Salvador. Segundo a PF, ao longo das investigações, foram apreendidas aproximadamente 1,7 tonelada de cocaína.

 

De acordo com as apurações, o suspeito atuava de forma estratégica na cadeia logística, o que permitia a chamada “contaminação” de mercadorias lícitas com cocaína. A droga tinha como destino principal países da Europa.

 

O esquema criminoso utilizava métodos considerados sofisticados para introduzir o entorpecente em contêineres de exportação sem levantar suspeitas iniciais.

 

As cargas adulteradas foram identificadas em operações distintas da Polícia Federal, que resultaram, em cada ação, na apreensão de centenas de quilos de cocaína.

 

As investigações indicaram que a atuação do grupo era contínua e bem estruturada, explorando falhas logísticas e o grande volume de movimentação do porto para tentar burlar a fiscalização.

 

A prisão contou com o apoio da Polícia Militar da Bahia. A Polícia Federal segue com as investigações para identificar outros envolvidos no esquema e aprofundar o rastreamento das rotas utilizadas para o envio da droga ao exterior.

Polícia Federal desarticula esquema de tráfico internacional de drogas no Porto de Salvador
Fotos: Divulgação PF

A Polícia Federal prendeu, nesta quarta-feira (04), um integrante de organização criminosa responsável por inserir grandes quantidades de drogas em cargas destinadas ao exterior por meio do Porto de Salvador. As investigações da PF mostraram que o suspeito atuava de forma estratégica na cadeia logística, inserindo cocaína em mercadorias lícitas com cocaína que seria enviada para a Europa. 

 

Foram apreendidos aproximadamente 1,7 tonelada de entorpecentes durante a operação. A apuração apontou ainda que o esquema utilizava métodos sofisticados para introduzir a droga em contêineres de exportação.

 

As cargas contaminadas foram identificadas em operações distintas, que resultaram na apreensão de centenas de quilos de cocaína em cada ocorrência.

 

A Polícia Federal reafirma que a repressão ao tráfico internacional de drogas é de fundamental importância, por se tratar de crime que financia outras atividades ilícitas, fomenta a violência e compromete a credibilidade do comércio exterior brasileiro. 

 

Deputado federal é alvo da PF em operação após pagar show milionário por meio de “emenda pix”
Foto: Kayo Magalhães/Câmara dos Deputados

A Polícia Federal (PF) deflagrou a operação Graco, nesta quinta-feira (29), para apurar desvios de recursos públicos associados à contratação de uma empresa responsável por apresentações musicais bancadas com verba federal. O caso foi registrado na cidade de Sena Madureira, no Acre. O deputado federal Eduardo Velloso (União) é o principal alvo da ação desta quarta.

 

A PF realizou buscas no apartamento funcional dele, em Brasília, e em outros endereços ligados a ele em Rio Branco. 

 

De acordo com o G1, o objetivo é apurar possíveis irregularidades na contratação da empresa responsável por shows musicais financiados pela Secretaria Municipal de Cultura de Sena Madureira (AC), em setembro do ano retrasado.

 

Segundo investigações da PF, está sendo apurado o desvio de recursos estimados em R$ 912 mil, provenientes de emendas parlamentares, conhecidas como “emendas PIX”. A modalidade permite repasses diretos da União, sem obrigação de prestação de contas prévia.

 

Na ação desta quarta, 14 mandados de busca e apreensão foram expedidos pelo Supremo Tribunal Federal (STF), no Acre e no Distrito Federal.

 


Foto: Divulgação PF 

 


Foto: Divulgação PF 

Diretores do Banco Master e do BRB prestam depoimentos na PF nesta segunda-feira; saiba mais
Foto: Rovena Rosa/Agência Brasil

A Polícia Federal vai ouvir depoimentos de alguns dos investigados na Operação Compliance Zero, a partir desta segunda-feira (26). A investigação da PF apura irregularidades na tentativa de compra do Banco Master pelo Banco de Brasília (BRB). 

 

Segundo a coluna de Manoela Alcântara, do Metrópoles, depois dos depoimentos a Justiça vai determinar se o caso vai se manter no Supremo Tribunal Federal (STF) ou se as investigações voltam para a Justiça Federal, em Brasília, ou para a Justiça de São Paulo. 

 

De acordo com a publicação, estão previstos oito depoimentos na sede do Supremo Tribunal Federal (STF), de forma remota por videoconferência e presencialmente. Devem ser escutados os ex-diretores do BRB e do Banco Master, além de empresários como Augusto Ferreira Lima – ex-sócio de Daniel Vorcaro. 

 

Eles estão envolvidos dentro do inquérito que investiga crimes como gestão fraudulenta, gestão temerária e organização criminosa. Na lista dos que devem ser escutados nesta segunda estão Dário Oswaldo Garcia Junior (ex-diretor financeiro do BRB) André Felipe de Oliveira Seixas Maia (ex-funcionário do Banco Master), Henrique Souza e Silva Peretto (empresário ligado a empresas envolvidas nas operações investigadas); Alberto Felix de Oliveira – superintendente-executivo de tesouraria do Banco Master.

 

Já na terça, serão escutados Robério Cesar Bonfim Mangueira (superintendente de operações financeiras do BRB), Luiz Antonio Bull (executivo e diretor ligado ao Banco Master); Angelo Antonio Ribeiro da Silva – executivo e sócio do Banco Master; Augusto Ferreira Lima (ex-sócio do Banco Master).

 

O proprietário do Banco Master, Daniel Vorcaro e o ex-presidente do BRB Paulo Henrique Costa não serão escutados. Eles prestaram depoimentos em 30 de dezembro.

Daniel Vorcaro diz à PF que não consegue citar políticos que frequentavam sua casa
Foto: Divulgação

Em depoimento à Polícia Federal (PF), Daniel Vorcaro afirmou que não conseguiria citar nominalmente quem frequentava sua casa, ao ser questionado sobre as relações que mantinha com políticos.

 

Segundo informações que constam na transcrição do depoimento, feita com auxílio de inteligência artificial, o dono do Banco Master disse ter amigos em todos os Poderes, mas declarou não ser capaz de nomear individualmente as pessoas que frequentavam sua residência.

 

Vorcaro relatou ainda que conversou com o governador do Distrito Federal, Ibaneis Rocha (MDB), sobre a proposta de venda do Banco Master ao Banco de Brasília (BRB), instituição controlada pelo governo do DF.

 

Ele afirmou que, além do governador e de autoridades do Banco Central, não manteve diálogo com nenhuma outra autoridade a respeito do tema.

 

Questionado diretamente se havia tratado do assunto com outras autoridades públicas, como ministros, parlamentares, secretários de Estado ou dirigentes de órgãos públicos, sobre a aquisição do Banco Master pelo BRB, Vorcaro negou qualquer contato. As informações do G1. 

Cunhado de Vorcaro é preso em embarque para Dubai
Foto: Reprodução / Youtube

O empresário Fabiano Zettel, cunhado de Daniel Vorcaro, foi preso enquanto embarcava de jatinho para Dubai, nos Emirados Árabes Unidos, nesta quarta-feira (14). A prisão temporária foi realizada para garantir o sigilo da segunda fase da operação Compliance Zero. 

 

Como o objetivo da prisão é apenas resguardar a operação, Zettel deve ser solto em breve. Os mandados são cumpridos em São Paulo, Bahia, Minas Gerais, Rio Grande do Sul e Rio de Janeiro.

 

Vorcaro foi preso em novembro de 2025, acusado de liderar um esquema que criou carteiras falsas de crédito para inflar o patrimônio do Banco Master.

Empresário baiano, Nelson Tanure também é alvo da PF em operação que mira Banco Master
Foto: Divulgação / Alerj

Além de Daniel Vorcaro, dono do Banco Master, a Polícia Federal (PF) faz buscas em endereços ligados ao empresário baiano Nelson Tanure e a João Carlos Mansur nesta quarta-feira (14). Ambos são alvos da segunda fase da operação Compliance Zero. 

 

Agentes da PF cumprem, por determinação do Supremo Tribunal Federal (STF), 42 mandados de busca e apreensão nos estados de São Paulo, Bahia, Minas Gerais, Rio Grande do Sul e Rio de Janeiro. Os bens e valores bloqueados superam R$ 5,7 bilhões.

 

Conhecido por investir e comandar projetos de reestruturação de empresas em crise, Tanure atua em setores diversos da economia. Dentre seus investimentos, estão desde empresas de mídia a área de infraestrutura e até empresas de petróleo.

 

Já Mansur tem passagens por grandes empresas, como PwC, Monsanto, Trump Realty Brazil e Wtorre, além de ser fundador da Reag Investimentos, criada em 2012.

Suspeitos são presos em Conquista por furtos a caixas eletrônicos
Foto: Marcos Correa / PR

Quatro suspeitos foram presos nesta terça-feira (13) em Vitória da Conquista. A prisão ocorreu no âmbito da Operação FURVUS, deflagrada para desarticular uma associação criminosa responsável por furtos a terminais de autoatendimento da Caixa Econômica Federal, ocorridos em 2023 nos estados da Bahia e Paraná. O prejuízo foi estimado em R$ 24.702,00.

 

A investigação revelou que o grupo, com base em São Paulo, deslocava-se para diferentes regiões do país para praticar os crimes. Os envolvidos são criminosos com histórico extenso de furto.

 

As apurações indicaram sete ocorrências, sendo quatro furtos consumados e três tentativas, em agências localizadas nos municípios de Curitiba (PR), Vitória da Conquista, Camaçari, Lauro de Freitas, Feira de Santana e Poções. 

 

Os criminosos simulavam depósitos para induzir a abertura do módulo do ATM e utilizavam dispositivos conhecidos como “jacaré” para retirar envelopes com dinheiro e cheques.


Além da prisão preventiva de quatro investigados, a Justiça determinou restrições a outro integrante, a realização de buscas pessoais e domiciliares, além do sequestro e bloqueio de bens e valores até o limite do prejuízo apurado. 

 

Somadas, as penas podem ultrapassar 10 anos de prisão, além de outras sanções previstas em lei.

           

PF deflagra nova fase da Operação Overclean e cumpre mandados em prédios de luxo no Corredor da Vitória e Horto
Foto: Divulgação

A Polícia Federal deflagrou nesta terça-feira (13) a 9ª fase da Operação Overclean. A corporação cumpre mandados de busca e apreensão em um prédio de luxo no Corredor da Vitória, em Salvador, no começo da manhã desta terça. O edifício onde a PF estaria seria a Mansão Wildberger, localizada no Largo da Vitória. 

 

Outros endereços no bairro do Horto Florestal e Vasco da Gama também estão sendo alvo de busca e apreensão. A ação desta terça conta com o apoio da Controladoria-Geral da União (CGU) e da Receita Federal do Brasil (RFB). A PF informou que a nova fase da operação visa desarticular uma organização criminosa suspeita de desvio de recursos públicos provenientes de emendas parlamentares, corrupção e lavagem de dinheiro.

 

São cumpridos nesta terça nove mandados de busca e apreensão, expedidos pelo Supremo Tribunal Federal (STF), na Bahia e no Distrito Federal. O STF determinou o bloqueio de R$ 24 milhões em contas bancárias de pessoas físicas e jurídicas investigadas, para interromper a movimentação de valores de origem ilícita e preservar ativos para eventual reparação aos cofres públicos.

 

De acordo com a PF, os investigados poderão responder pelos crimes de organização criminosa, corrupção ativa e passiva, peculato, fraude em licitações e contratos administrativos, além de lavagem de dinheiro. A Operação Overclean, iniciada em dezembro de 2024 com ações na Bahia, investiga e visa interromper esquemas de desvio de verbas públicas e práticas ilícitas em licitações em diferentes estados.

 

As fases anteriores resultaram em prisões, apreensões de documentos e bloqueios de valores ligados aos investigados.

Curtas do Poder

Ilustração de uma cobra verde vestindo um elegante terno azul, gravata escura e língua para fora
O bicho tá solto na política baiana. E tem até tigre pronto pra virar papagaio. Por via das dúvidas, Cunha vestiu logo suas asas. Mas quem tá de ovo virado é o Potro. Ainda mais depois que tentaram passar por cima do rebento do Cavalo. Enquanto isso, tem gente apelando pros santos pra ver se as coisas na campanha vão pra frente. Saiba mais!

Pérolas do Dia

Léo Kret

Léo Kret
Foto: Instagram

"Estou aqui ó, com meu pai, com minha mãe, na minha casa. Dizendo que eu estou presa. Meu nome apenas foi mencionado numa investigação com um contrato que eu nem assino". 

 

Disse a ex-vereadora de Salvador e cantora Léo Kret ao se pronunciar após ter se tornado alvo de busca e apreensão durante uma operação do Ministério Público, por meio do Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco). 
 

Podcast

Deputado Robinson Almeida é o entrevistado do Projeto Prisma desta semana

Deputado Robinson Almeida é o entrevistado do Projeto Prisma desta semana
Foto: Projeto Prisma
O deputado estadual Robinson Almeida (PT) é o entrevistado do Projeto Prisma desta segunda-feira (25). O podcast é transmitido ao vivo a partir das 16h no YouTube do Bahia Notícias.

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