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Multimídia

Duda Sanches critica segurança do estado e dispara sobre violência: "a Bahia já virou o Rio de Janeiro"

Duda Sanches critica segurança do estado e dispara sobre violência: "a Bahia já virou o Rio de Janeiro"
O parlamentar Duda Sanches apontou o desgaste decorrente das duas décadas de administração do Partido dos Trabalhadores (PT) no estado e lamentou a queda nos indicadores de qualidade de vida da população. Em entrevista concedida ao Projeto Prisma, podcast do Bahia Notícias, nesta segunda-feira (18), ele direcionou críticas à gestão do governo estadual nas áreas de segurança pública e saúde.

Entrevistas

Após retorno à AL-BA, Luciano Ribeiro descarta disputa pela reeleição e diz estar focado na campanha de ACM Neto

Após retorno à AL-BA, Luciano Ribeiro descarta disputa pela reeleição e diz estar focado na campanha de ACM Neto
Foto: Divulgação / Agência AL-BA
De volta à Assembleia Legislativa da Bahia (AL-BA) desde janeiro, após assumir a vaga aberta com a morte do deputado Alan Sanches, Luciano Ribeiro (União) concedeu entrevista ao Bahia Notícias na última semana e falou sobre a produtividade do Legislativo para 2026, ano que será marcado pela disputa eleitoral, e o cenário político para a corrida ao governo da Bahia. O deputado também tratou da formação da chapa de oposição e afirmou que, neste momento, descarta disputar a reeleição. Desde o seu retorno, Luciano passou a ocupar a vice-liderança da oposição e a vice-presidência da Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) da Casa.

musica

Manu Bahtidão revela cirurgia íntima após desconforto: "Vai resolver todos os meus problemas"
Foto: Instagram

A cantora Manu Bahtidão, de 40 anos, revelou ter passado por uma cirurgia íntima para o "reparo" de um incômodo antigo. Nas redes sociais, a artista conversou com os fãs e falou sobre o procedimento, uma ninfoplastia seguida de um preencimento na região íntima.

 

Segundo Manu, todo procedimento durou cerca de 20 minutos e foi indolor. "Era um desconforto muito grande pra mim. E agora resolvemos", desabafou a artista.

 

A artista explicou que o plano inicial era apenas o preenchimento, no entanto, após a avaliação médica na clínica de estética, foi recomendado a ninfoplastia, que consiste na redução dos pequenos lábios vaginais.

 

“Eu não gosto de usar calcinha. Eu uso pouquíssimo, porque fica pegando, me incomoda muito. Essa cirurgia vai resolver todos os meus problema", revelou.

Cantora chora ao ser notificada judicialmente após lançar projeto com músicas do Aviões do Forró; entenda caso
Foto: Instagram

A cantora Larissa Mello fez um desabafo nas redes sociais após ter o projeto 'Aviões da Minha Voz', onde fazia uma homenagem a banda Aviões do Forró, proibido de ser trabalhado nas plataformas digitais. Em um vídeo compartilhado no Instagram, a cantora revelou que recebeu uma notificação para remover o conteúdo.

 

Segundo Larissa, a ideia com o projeto lançado em abril deste ano era homenagear o grupo: "Eu poderia ter escolhido qualquer repertório, qualquer outra banda para homenagear, porque foi esse meu intuito, homenageando Aviões do Forró, essa banda que eu sempre admirei".

 

Em entrevista ao podcast Elas em Cena, das irmãs Dani, Gabrielle e Nanda Brito, Larissa falou sobre a situação. "A gente não foi notificado pelo Aviões, pelo amor de Deus. Tem mais a ver com os compositores das músicas. Meu interesse não era ganhar dinheiro em relação a isso. Pode ter sido inocência minha", disse.

 

 

Dias após o lançamento do DVD nas plataformas digitais, a equipe da artista recebeu uma notificação extrajudicial solicitando a remoção do conteúdo das plataformas por não ter a autorização para monetização do álbum.

 

 

"Eu recebi uma notícia ontem, que não foi nada agradável. Eu sempre admirei Aviões do Forró, é uma história que eu sempre respeitei. É uma história que eu me inspirei, foi uma bada que eu cantei a minha vida inteira, desde que eu mentendo por gente, desde que eu me entendo por cantora [...] Infelizmente nós recebemos uma notificação, quando vocês procurarem aí talvez Aviões na Minha Voz não vai estar mais nas plataformas, porque interferiram, suspenderam."

 

Larissa conta que investiu no conteúdo com verba própria e não tinha pensado no projeto como algo para monetizar, mas sim, para homenagear a banda.  Apesar de afirmar que não ganharia dinheiro com o especial, a cantora cita no vídeo que esse seria o show que rodaria com ela no período do São João.

 

"As coisas já são tão difíceis, a gente, como artista independente, a gente gastou o que tinha e o que não tinha pra fazer esse projeto, eu escolhi a dedo, eu fiz tudo. Não foi um projeto pensado assim, sabe? Para ganhar dinheiro em cima disso. Eu sonhei com esse projeto, eu me lembro como se fosse hoje a gente ouvindo Aviões do Forró no carro."

 

A artista revelou que chegou a receber a aprovação de um dos ex-músicos de Aviões, Riquelme, que agora acompanha Xand Avião, então, entendeu que estava no caminho certo com o projeto. "Eu não imaginei [que aconteceria isso] porque foi no intuito de homenagear essa banda. Eu sou fã, só sou uma artista pequena. Então, não passou na minha cabeça a possibilidade de barrarem esse projeto".

 

Nos comentários, artistas consolaram a artista e deram dicas, a exemplo de Cristian Bell, que além de ser influenciador é compositor e empresário. "Geralmente são editoras detentoras das obras que fazem isso, muito difícil ter algo com escritório ou os artistas. Mas tenta regularizar com os autores das músicas que só isso já dá certo. Boa sorte, Deus abençoe", escreveu o blogueiro

Léo Santana revela procedimento médico às vésperas de estreia de novo projeto em Salvador: "Tem me incomodado muito"
Foto: Instagram

Prestes a estrear a nova fase do projeto 'PaGGodin', Léo Santana fez um desabafo nas redes sociais sobre a saúde, o que preocupou os fãs. Mas, antes de qualquer alarde, o pagodeiro fez questão de garantir que está se cuidando, especialmente para a chegada do novo herdeiro, o pequeno Levi.

 

O artista contou que precisou adaptar alguns treinos para ter mais atenção com a lombar, que se tornou uma preocupação na última semana.

 

“Me sinto um atleta de alta performance. Acabei de treinar, fiz minha refeição, agora estou cuidando da minha lombar, que tá cansada não, tá além. É semana de PaGGodin, então preciso estar zerado.  A lombar nesses últimos dias tem me incomodado muito, muito mesmo", disse.

 

Léo revelou que precisou buscar auxílio profissional para não ter problemas maiores e foi submetido a uma infiltração, isto é, um procedimento minimamente invasivo que consiste na aplicação de medicamentos diretamente no local exato da dor ou compressão nervosa.

 

"Eu tô fazendo fisioterapia, fiz infiltração por sinal, tive que me render a infiltraçãoo", contou.

 

Ainda sem previsão de nascimento para o pequeno Levi, o próximo grande compromisso do GG é a reestreia do PaGGodin, que contará com duas datas em Salvador, 23 e 24 de maio, no Museu de Arte Moderna da Bahia. 

República do Reggae confirma shows de Ponto de Equilíbrio, Edson Gomes, Alpha Blondy e Duane Stephenson
Foto: Divulgação

A edição de 2026 da República do Reggae já tem data confirmada para acontecer e atrações definidas para o maior evento dedicado ao gênero na América Latina.

 

O festival acontecerá no dia 28 de novembro e repete a dose no WET, na Paralela, com shows de quatro grandes nomes do reggae, Ponto de Equilíbrio, Edson Gomes, Duane Stephenson, que fará um tribuno a Gregory Isaacs e o ícone internacional Alpha Blondy.

 

Para a edição deste ano, o evento contará com três setores: Arena, Lounge e Backstage. O Backstage garante acesso exclusivo tanto ao Lounge quanto à Arena, oferecendo uma experiência mais completa e privilegiada. Já o Lounge também dá acesso à Arena.

 

Os ingressos estão disponíveis nos Balcões Pida dos shoppings Paralela, Piedade e Salvador Shopping ou nas lojas da Ticket Maker no Shopping da Bahia, Paralela e Parque Shopping Bahia, e no site Bora Tickets, e custam a partir de R$ 99.

Lazzo Matumbi revela promessa de resgatar sonho antigo 'vetado' no início da carreira: "Fico devendo para mim"
Foto: Instagram

Após 45 anos de carreira, a pergunta que se faz a um artista de longa estrada é: ainda tem algo que você gostaria de fazer? Para quem é inventivo como Lazzo Matumbi, que segue em plena forma aos 69 anos dominando os palcos, um desejo antigo ainda falta se materializar.

 

O artista, uma das vozes mais marcantes da música afro-baiana, que só em 2026 já se apresentou em diversos formatos para o público, o último deles sendo o projeto "Lazzo Junino", com clássicos do forró, revelou em entrevista ao Bahia Notícias que tem o desejo de dar voz a um projeto que foi "vetado" ainda no início da carreira.

 

Reconhecido por reforçar a importância da ancestralidade em suas canções, está nos planos de Matumbi presentear o público com um álbum de samba, estilo musical que voltou a estar entre os ritmos mais consumidos no Brasil de forma mainstream.

 

Foto: Instagram

 

Porém, diferente do samba comercial, a ideia do artista é voltar às raízes e fazer o samba que, antigamente, era visto com maus olhos.

 

"Eu comecei no samba. Mas aí, em um determinado momento, eu saí do samba por conta da forma que a sociedade, digamos assim, o show business olhava para o samba. [Era] de uma forma muito discriminatória, muito racista, muito preconceituosa."

 

Com a maturidade adquirida na carreira, Lazzo conta que percebeu que o preconceito do mercado era justamente com a essência do estilo, que valorizava o que vinha do povo preto — algo que, com muita luta, conseguiu ter um espaço, ainda que não seja o ideal.

 

"Quando eu mergulhei nisso, eu entendi que esse preconceito era 'simples', é um preconceito contra África e as tuas histórias, a tua cultura. Graças a Deus que hoje, nos dias de hoje, o samba chegou num patamar que todos abraçaram, inclusive pessoas que não estão muito ligadas à questão cultural, mas abraçam o samba. Então assim, ainda bem que o samba chegou nesse patamar super maravilhoso, mas eu fico devendo para mim mesmo a uma hora dessa fazer um disco só de samba. Isso é uma promessa para mim."

 

Ao final de maio, Lazzo apresenta ao público soteropolitano mais uma edição do projeto "Lazzo canta Melodia", já conhecido e ovacionado, com uma sessão especial no Teatro Sesc Casa do Comércio.

 

Em julho, o artista volta ao palco com o show "Matumbi canta a Bahia", com direção artística de Manno Góes e direção musical de Ubiratan Marques. O projeto, que será transformado em um audiovisual, trará em seu repertório um pouco do sonhado samba que o artista quis fazer no início da carreira, mas com um toque da nova geração.

 

A proposta é construir uma narrativa musical que evidencia a força e a diversidade da cultura da Bahia, sob a interpretação singular de Lazzo, acompanhado de nomes como Pitty, Larissa Luz, IZA, Liniker e BaianaSystem.

 

"Eu sou eterno aprendiz. Então assim, poder trocar com a galera mais jovem é puro aprendizado. Eu vejo hoje, essa minha troca com a juventude tem a ver exatamente com isso, as pessoas reverenciam o que veio antes, e eu sinto que eu ensino e aprendo com eles. É uma troca super sadia, super valiosa que para mim é só aprendizado. Eu quero estar colado com eles."

 

Os ingressos para os dois shows estão sendo vendidos no Sympla. O "Lazzo canta Melodia" acontecerá no dia 30 de maio, às 20h, no Teatro Sesc Casa do Comércio e os ingressos custam a partir de R$ 40. Enquanto o "Matumbi canta a Bahia" será apresentado no dia 24 de julho na Concha Acústica do TCA, a partir das 18h30, e os ingressos custam a partir de R$ 70.

Filme sobre reunião do Oasis ganha data de estreia
Foto: Divulgação

O documentário que conta a história da turnê de reunião da banda britânica Oasis ganhou data de estreia após meses de rumores. A Disney será responsável pela distribuição do filme em um circuito limitado, com lançamento previsto para 11 de setembro deste ano.

 

Dirigido por Steven Knight, criador das séries “Peaky Blinders” e “House of Guinness”, essa será a primeira vez que veremos Liam e Noel Gallagher em uma entrevista conjunta em cerca de 25 anos. “Quis contar a história dos irmãos e do grupo, mas também dos fãs cujas vidas foram transformadas pela música”, afirmou o diretor. Os irmãos são notórios por possuírem uma má relação um com o outro, deixando de se falar em 2009 após o fim da banda e voltando apenas em 2025 para a turnê de reconciliação.

 

O documentário promete reunir imagens de ensaios, bastidores da turnê, shows, além de mostrar a relação dos irmãos depois de anos de afastamento e o impacto nos fãs do grupo. O retorno do Oasis foi considerado um dos maiores acontecimentos dentro do mundo da música e, segundo o diretor, a primeira versão do documentário chegou a ultrapassar 4 horas de duração, mas deve ser drasticamente reduzida para o lançamento.

Ludmilla será a principal atração de evento global no Rio de Janeiro
Foto: Divulgação

 

A cantora Ludmilla, artista negra mais ouvida da América Latina, será uma das principais atrações do Global Citizen 2026, evento global de mobilização para o fim da pobreza extrema que acontece no Rio de Janeiro nos dias 4 e 6 de junho, como parte da primeira edição do “Rio Nature & Climate Week”. 

 

Além da carioca, o evento contará com apresentações de Ms. Lauryn Hill e Wyclef Jean, além de YG Marley e Zion Marley. O evento é gratuito e acontece na praia de Ipanema, apresentado pelo casal Bruno Gagliasso e Giovanna Ewbank. Para conseguir ingressos existem 2 maneiras: pelo aplicativo do Global Citizen ou fazendo ações voluntárias realizadas pela organização. 

 

A Rio Nature & Climate Week é uma iniciativa que reúne líderes, a sociedade e organizações para pensar em maneiras de lidar com os desafios globais, como sustentabilidade, segurança e direitos humanos.

VÍDEO: Herbert Vianna, do Paralamas do Sucesso, surpreende fãs com 'pocket show' em shopping de Salvador
Foto: Instagram

Quem circulou pelo Salvador Shopping na última quinta-feira (7), foi surpreendido com o show de um dos ícones do rock brasileiro. O cantor Herbert Vianna, líder da banda Os Paralamas do Sucesso, presenteou o público com um "pocket show" em uma loja de instrumentos do shopping.

 

A cena foi registrada por alguns fãs que passavam pelo local sem acreditar na presença do artista. "Isso que é um dia pra ser feliz, seu filho quer comprar um teclado, vai no Shopping e assiste ao vivo Herbert Vianna", escreveu Ned Santos, que foi uma das fãs a compartilhar o registro na web.

 

Além da música, Herbert fez questão de bater um papo com quem estava na loja e posou para fotos. 

 

Apaixonado pela Bahia, o cantor paraibano já chegou a gravar canções com artistas do estado, a exemplo de Thathi, e um dos maiores sucessos da história de Paralamas é uma composição de Carlinhos Brown, a faixa 'Uma Brasileira'.

 

A última passagem dos Paralamas pela capital baiana acontecceu em novembro de 2025, com o show em celebração aos 40 anos do grupo. A apresentação foi realizada na Concha Acústica.

Após “parar” a China com o berimbau, Raysson Lima quer investir na carreira solo em 2026
Foto: Beatriz Meneses

Cantor, compositor, multi-instrumentista e, além disso, viral na internet. Raysson Lima ganhou as redes e o coração de muita gente ao aparecer dançando no meio da rua durante a turnê do Neojiba na China. Segundo ele, essa espontaneidade fez com que a barreira da língua não fizesse diferença e tornou a experiência no país ainda mais inesquecível.

 

“A gente não precisa falar Mandarim, Chinês, Inglês, Espanhol… A gente precisa ser a gente! A Bahia tem muito isso, o improviso. A simplicidade, a resenha, e eu não sou nada tímido”, admitiu. O artista diz que há várias influências na sua personalidade, como o pai, Tonho Matéria, ensinando a capoeira, o seu tempo no teatro, e também a rua. “Foi a rua que me ensinou a ser gaiato, a ser zoeira, a fazer essas coisas que eu tô fazendo na China”, explicou. 

 

 

 

Inclusive, ao Bahia Notícias, Raysson adiantou que registrou o momento em que literalmente fez os chineses pararem. No vídeo, que ainda não foi publicado, ele surge em uma praça em Xi’an, uma das cidades onde se apresentou, apenas com o som do berimbau, atraindo a atenção de todos que passavam: “É a novidade. E você ainda ver um negão diferente na China é outra coisa. Fica todo mundo olhando”.

 

O retorno da turnê, inclusive, impulsiona ainda mais o artista a investir em um novo e desafiador momento da sua carreira. “Meu sonho é ter minha carreira consolidada. É algo que eu sonho todos os dias e eu sei que estou caminhando pra isso. Esse ano eu vou lançar minha carreira solo. Hoje eu faço parte de projetos: Filhos do Brasil, como vocalista; Doum, com meu amigo Diggo, que está estourado com ‘Hipnotiza’; sou produtor musical do meu pai, Tonho Matéria; músico de Carlinhos Brown… E esse ano eu estou focando em mim. Essa turnê foi um ponto de partida para focar em mim e entender quem é Raysson e o que vou agregar para o mercado e pras pessoas”, revela.

 

Raysson ainda comentou como chegou ao grupo, do qual já fez parte quando era mais novo. Ele conta que fez uma peça de berimbau, e deixou o maestro Ricardo Castro “alucinado”. “Ele estava na Suíça, viu pelo Facebook. Eu nunca esqueço. Ele me mandou uma mensagem: ‘Tem uma peça pra você’. Eu não acreditei, levei de boa. Em 2022, teve um concurso e quem ganhou foi nosso amigo Jamberê Cerqueira, que escreveu essa peça maravilhosa”, relembrou.

 

Ainda em 2022, o grupo fez a turnê pela Europa, passando por seis países, e agora a peça voltou ao palco no projeto da China. 

 

Para o multi-instrumentista, o momento mais emocionante da turnê foi a visita a um templo: “Eu fiquei meio triste porque não consegui levar o berimbau, que não podia entrar. Mas me marcou muito porque a gente precisa ter fé, acreditar. Hoje o mundo está complexo, mas vamos melhorando e acreditando na fé, além de conhecer a fé do outro. Eu sou do Candomblé, do Axé, mas é importante também conhecer o hindu, o cristianismo…”, defendeu.

 

BN NA CHINA
A convite da BYD Brasil, o Bahia Notícias/BN Hall foi à China para acompanhar um momento histórico da Bahia no mundo: a turnê da Orquestra Neojiba na China. A equipe acompanha o encerramento do projeto, que aconteceu no dia 05 de maio, no Shenzhen Concert Hall, em Shenzhen - cidade que é o coração tecnológico da China e abriga a sede global da BYD. A equipe ainda acompanha as novidades que a companhia planeja trazer para a Bahia, além de traçar um paralelo entre as culturas e a história de Shenzhen, que se transformou de uma pequena vila de pescadores, nos anos 1970, em um dos principais polos globais de tecnologia e inovação.

Léo Santana anuncia segundo convidado especial para nova edição do PaGGodin em Salvador; confira
Foto: Divulgação

O cantor Léo Santana anunciou o segundo convidado da nova edição do projeto PaGGodin em Salvador. Após confirmar Yan, revelação do pagode carioca, o baiano trouxe ao público um gostinho de nostalgia com a confirmação de Bruno Diegues.

 

A festa, que acontece no dia 24 de maio, no MAM, terá a participação do ex-integrante do grupo Jeito Moleque, conhecido por hits como Teu Segredo', 'Amor Eterno' e 'Eu Nunca Amei'.

 

 

“Bruno é um artista que sempre foi referência no samba e no pagode para mim. O cara tem uma voz incrível e eu estou muito feliz em poder dividir o palco com ele. Tenho certeza que será um encontro especial e cheio de música”, afirmou o baiano.

 

Com a festa reformulada, Léo busca oferecer ao público na nova edição do PaGGodin uma experiência intimista. Os ingressos já estão à venda no site Bora Tickets, e custam entre R$ 110 e R$ 6 mil, a depender do setor: Arena e Lounge. O Lounge tem capacidade para até 15 pessoas, com R$ 1 mil de consumação inclusa (valor total por lounge, não por pessoa).

 

A nova fase do PaGGodin já tem datas confirmadas em outras cidades, como Ribeirão Preto e Aracaju.

Conheça os vencedores do Troféu Armandinho & Irmãos Macêdo, o Oscar do Carnaval
Foto: YouTube

A cerimônia de premiação do Troféu Armandinho & Irmãos Macêdo, o antigo Troféu Dodô e Osmar que foi reformulado pela Band Bahia, movimentou Salvador na última terça-feira (28), no Teatro Sesc Casa do Comércio.

 

Com a presença de grandes estrelas da música baiana, a noite, que homenageou os 30 anos do álbum Alfagamabetizado, primeiro disco lançado por Carlinhos Brown, premiou os destaques da folia baiana em 2026, em 13 categorias.

 

Com direção artística de Fred Soares, a premiação passou por duas etapas, a votação dos jurados selecionados pela emissora que selecionaram os vencedores, na sua opinião, em um jantar realizado na última semana, e a votação pública pela internet.

 

CONHEÇA OS VENCEDORES:

 

  • Hit do Carnaval: É Terreiro (Laroyê) - Daniela Mercury
  • Melhor Performance Cantor: Léo Santana 
  • Melhor Performance Cantora: Ivete Sangalo
  • Melhor Abadá: Camaleão
  • Artista Destaque: O Kannalha
  • Banda Destaque: Filhos de Jorge
  • Melhor Coreografia: Panamera 
  • Melhor Bloco: Camaleão 
  • Melhor Bloco Afro: Ilê Aiyê
  • Melhor Pipoca: BaianaSystem
  • Melhor Camarote: Brahma
  • Melhor Figurino: Carlinhos Brown
Gilberto Gil surpreende com autocrítica em análise sobre carreira: "Eu sou musicalmente preguiçoso"
Foto: Instagram

A autocrítica está em dia para Gilberto Gil, que em conversa com o neto, Bento Gil, decidiu analisar a carreira musical e fez uma declaração surpreendente sobre a própria trajetória.

 

Para o neto, que lançou na última semana o trabalho de estreia 'Silêncio Azul', com show em Salvador, Gil afirmou que não se considera "um grande melodista".

 

Segundo o baiano, suas canções estão no que ele considera uma qualidade mediana para a melodia. "Podia ter desenvolvido muito mais, se eu não fosse preguiçoso. Eu sou musicalmente preguiçoso", comenta.

 

 

Bento reage com bom humor e afirma que o avô nora aspectos fundamentais da música que vão além da harmonia e da formação técnica tradicional, o que faz Gil dar uma outra visão sobre o assunto.

 

"Ritmicamente, eu já não sou tão mediano. Sou um pouquinho mais avançado do ponto de vista da exploração rítmica das possibilidades do violão e do canto. Sou primeiro ritmo, depois harmonia, por fim melodia. Nessa ordem", explica o artista.

 

Gil esteve no palco com o neto durante a turnê pela Europa logo após o fim do projeto 'Tempo Rei', que marcou a despedida do Imortal dos palcos.

 

Nos comentários, o público discordou da opinião de Gil. "O que ele tá falando??? Se ele fizesse mais do que fez, o universo explodia", brincou um seguidor. "Uma senhora aula de humildade e conhecimento. Que privilégio para esse neto!", escreveu uma fã.

Fundação Pedro Calmon celebra 40 anos de história com programação especial e shows de Adelmário Coelho, OSBA e Lazzo Matumbi
Foto: Anderson Glover, Tácio e Tetê Marques

Os 40 anos da Fundação Pedro Calmon serão celebrados em grande estilo com o projeto 'Encontro Baiano de Livro, Leitura e Memória', que tem cerimônia de abertura nesta segunda-feira (27), às 19h na Biblioteca Central do Estado da Bahia (BCEB), no bairro dos Barris, em Salvador.

 

O evento, que segue até a quarta-feira (29), terá a cerimônia de abertura nesta segunda com uma apresentação especial da Camerata da OSBA e um show do cantor Adelmário Coelho.

 

Aberto ao público, o encontro é voltado para gestores culturais, pesquisadores, escritores, agentes de leitura, bibliotecários, profissionais de arquivos, mediadores e entusiastas da cultura baiana.

 

De acordo com Sandro Magalhães, diretor-geral da Fundação, a grade de atividades foi pensada para unir celebração e capacitação técnica, e cabe ressaltar que os participantes inscritos receberão certificado.

 

“É o ponto alto das comemorações de quatro décadas de atuação da FPC na salvaguarda da memória e no fomento do livro na Bahia”, afirma.

 

Na terça-feira (28), segundo dia de programação, o público poderá acompanhar a apresentação cultural do grupo de arte popular “A Pombagem”, um debate mediado pelo jornalista Ricardo Ishmael sobre os desafios da leitura
na era digital, com os especialistas Professor Doutor Arivaldo Sacramento (APEB), Professora Doutora Henriette Gomes (UFBA) e a Professora Doutora Wlamyra Albuquerque.

 

Além de 11 oficinas de formação gratuita e um show na Biblioteca Central do Estado da Bahia do cantor e compositor Lazzo Matumbi. No terceiro e último dia de programação, a artista indígena Beatriz Tuxá e o DuoEmillieNaty serão responsáveis pelas intervenções artísticas.

 

A programação completa do projeto 'Encontro Baiano de Livro, Leitura e Memória' pode ser conferida no site.

VÍDEO: Narcizinho se emociona em show após anunciar saída do Olodum
Foto: Instagram

O cantor Narcizinho Santos não conteve a emoção ao se despedir dos vocais do Olodum pela segunda vez. Decidido a investir na carreira solo, o artista, responsável por um dos últimos grandes sucessos da banda nos últimos 15 anos, o hit 'Várias Queixas', compartilhou com os fãs um texto explicando a decisão.

 

O anúncio foi feito pelo Olodum na manhã do último domingo (26), às vésperas do show em comemoração aos 47 anos da banda no Pelourinho.

 

Segundo Narcizinho, o momento agora é de foco total no projeto 'NZ Narcizinho'. "Sou grato por cada momebnto vivido, cada palco, cada energia que deixei e que absorvi foram verdadeiras, agradecer por tudo que contribuiu para a minha formação artística e pessoal, pois para mim "cantar é buscar o caminho que vai dar no sol".

 

Nos comentários, ex-vocalistas do Olodum, como Tonho Matéria, celebraram a nova fase do artista. "Nossa música preta constrói pontes para que a gente possa passar de cabeça erguida mano. Siga a sua luz e vamos fazer músicas para que as novas gerações saibam que somos cultura e arte".

 

 

O cantor não deu detalhes sobre a estreia do novo projeto, mas prometeu ao público um conteúdo com identidade e propósito.

 

"Sigo firme em um novo caminho, com foco total na construção de uma carreira sólida e autêntica, com novos acordes, novas ideias, com a batida do tambor no projeto NZ Narcizinho. É o início de uma nova fase, com identidade própria, propósito e muita determinação."

Anderson Neiff tranquiliza fãs após ataque a tiros em São Paulo: "Deus colocou a mão"
Foto: Instagram

O cantor e influenciador digital Anderson Neiff, recebeu alta do Hospital Sírio-Libanês, em São Paulo, após ser submetido a uma cirurgia no domingo (26), devido a um ataque a tiros na capital paulista.

 

Nas redes sociais, Neiff tranquilizou os seguidores, que se preocuparam com a situação. A van em que o artista estava foi atacada após deixar um espaço de show em Santo Amaro.

 

"Graças a Deus, acabei de chegar. Passei por uma cirurgia, fiquei muito nervoso, mas mantive a calma. Deus me ajudou muito. Está tudo muito conturbado para mim agora, mas vou gravar um vídeo explicando", disse.

 

 

O artsita fez questão de afirmar que estava recebendo o apoio dos amigos, familiares e da equipe, que viveu o susto com ele, e afirmou que estar vivo é um milagre. "Deus colocou a mão e eu sou um milagre hoje. Tamo junto".

 

De acordo com informações da Polícia Militar, o artista estava em uma van com demais integrantes do seu grupo musical, quando suspeitos em motos se aproximaram e atiraram.

 

Os suspeitos fugiram do local, enquanto Neiff foi levado para o hospital, onde foi submetido a uma cirurgia para a retirada do projétil. O caso foi registrado pelo 14º Distrito Policial de Pinheiros.

Anderson Neiff é baleado após show em São Paulo e passa por cirurgia: "Precisamos de todas as orações"
Foto: Divulgação

O influenciador digital e cantor de brega funk Anderson Neiff, foi baleado na manhã deste domingo (26), após um ataque a tiros no Túnel Max Feffer, na Zona Sul de São Paulo.

 

De acordo com as primeiras informações obtidas pelo g1 São Paulo, o ataque aconteceu por volta das  6h30, quando a van que transportava integrantes da banda foi alvo de diversos disparos.

 

 

O crime teria sido praticado por três homens em uma motocicleta, que se aproximaram da van e atiraram contra o grupo enquanto a banda seguia em direção a um hotel após o show.

 

Neiff foi atingido e socorrido ao Hospital Sírio-Libanês, na região central da capital. Ainda não há novas informações sobre o estado de saúde do artista. De acordo com o empresário do cantor, ele foi submetido a uma cirurgia.

 

O caso foi registrado no 14º Distrito Policial e está sendo investigado pela Polícia Civil. Os criminosos fugiram.

Integrantes do Olodum relembram passagem de Michael Jackson por Salvador: "Ele veio e se tornou um de nós"
Foto: Facebook/ Olodum

Trinta anos se passaram e os olhos da tenente-coronel Claudia Mara ainda marejam ao falar sobre o dia 9 de fevereiro de 1996, data em que Michael Jackson fez do Pelourinho um dos cenários do clipe de "They Don't Care About Us", considerado um dos maiores sucessos da carreira do Rei do Pop. Ao menos, para quem vive no Brasil e viu o país se transformar diante da produção de Spike Lee.

 

"Emociona muito fazer parte da história, estar aqui no momento em que Michael Jackson estava fazendo a filmagem", relembra a tenente-coronel com lágrimas nos olhos.

 

Ao Bahia Notícias, Claudia contou que foi acionada para fazer o policiamento da operação junto à sua turma de aspirantes. A baiana foi uma das poucas que tiveram os olhares de Michael voltados para ela, em um momento que até hoje é lembrado pelo público.

 

"Na ocasião, foi solicitado policiamento e quem veio fazer o patrulhamento de toda a área foi a minha turma, aspirantes de 96. Nós fizemos e, para a gente, foi muito emocionante estar diante de um astro — um astro que a gente só podia admirar, viver e curtir; só podia mexer os olhos. Então, assim, é inexplicável, sabe? Inexplicável. Emocionante. E ficam na nossa memória esses momentos vividos, essas ocasiões, porque marcaram a gente até hoje. Mesmo se passando 30 anos, até hoje parece que foi ontem que a gente viveu tudo aquilo."

 

Com a regra explícita de não interagir com o astro, Claudia e seus colegas ficaram imóveis, mas nada preparou a turma para a interação do artista com a equipe.

 

"Ele interagiu, ele tirou o cassetete de um dos colegas nossos, ele chegava, tocava no ombro de outro, mas a gente não podia fazer nada, só admirar. Naquele dia, a gente viu Michael Jackson se divertindo; naquele dia, Michael Jackson tocou na gente; naquele dia, a gente olhou para Michael Jackson e viu: 'gente, como ele é ao vivo e a cores'."

 

 

Para Bira, que se tornou Bira Jackson após a participação na produção, o clipe mudou a sua vida. O artista, que teve a vida transformada pela música através do Olodum, conta que, até hoje, os segundos ao lado de Michael em 1996 rendem bons frutos. Com o lançamento da cinebiografia "Michael", o músico se tornou estrela mais uma vez.

 

“É muito gratificante. Depois de trinta anos, e agora que veio o filme, fortaleceu mais ainda o nome Bira Jackson. O reconhecimento das pessoas na rua, falando, chamando... Agora eu estou tirando mais fotos, ficando um pouco mais famoso, mas é isso. O fruto é de levar amor através desse videoclipe. Isso me trouxe muita segurança, me trouxe muita paz, fez com que eu crescesse um pouco mais — não só financeiramente, mas fisicamente e mentalmente. Isso me ajudou bastante. Eu sou muito feliz e muito grato por tudo que está acontecendo até o dia de hoje na minha vida.”

 

Bira, que chegou ao Olodum ainda criança, encantado pelos batuques do tambor, afirmou que os 4 minutos e 42 segundos de clipe conseguiram impactar pessoas em Salvador e fora dela, que buscaram o Olodum para aprender a percussão e a história que movimentou MJ.

 

 

"Os jovens se interessaram bastante [no Olodum] depois desse clipe, de me ver levantando o tambor, pulando, saltitando, dançando com um sorriso. Então isso influencia. Influenciou muito jovem a vir procurar o Olodum, fez pais trazerem jovens para a Escola Criativa Olodum, para ingressarem na escola e poderem tocar. Isso é muito importante, foi muito importante e está sendo importante até hoje. Então é gratidão eterna. Que esse jovem que se inspira em mim guarde isso com muito amor e possa levar adiante, como estou fazendo, levando a batida do Olodum adiante."

 

Em entrevista à jornalista Carol Prado, colunista do Estadão, Jorginho Rodrigues, atual presidente do Olodum, revelou que o grupo chegou a Michael através de um desejo da banda. Segundo Jorge, após a participação do grupo na apresentação icônica de Paul Simon no Central Park, em 1991, o destino da banda foi determinado através dos dirigentes, que bateram o pé, firmes de que deveriam conhecer Spike Lee em uma tentativa de plantar uma semente.

 

Pois é, semeou. A força única do Olodum fez com que Lee se lembrasse do grupo para protagonizar, ao lado do maior nome do pop, o clipe de "They Don't Care About Us", faixa que leva para o público um debate importante sobre pautas raciais e desigualdade, assunto sempre tratado pelo Olodum em suas canções.

 

De acordo com João Jorge, presidente da Fundação Cultural Palmares e ex-presidente do Olodum, o impacto da banda no clipe foi tanto que o Olodum é lembrado por pessoas de fora do Brasil durante a exibição da cinebiografia de Michael ao redor do mundo. Uma forma de homenagear a estrela norte-americana é justamente lembrando da banda baiana.

 

"Neste momento, há o renascimento da imagem de Michael Jackson [com o filme]. E, para surpresa nossa, em todos os lugares em que o filme está passando, alguém vai com a camisa do Olodum para assistir. Na Suíça, no Benin...", afirma João Jorge.

 

 

O ex-presidente do Olodum relembrou o momento em que tentou convencer Spike Lee a conhecer Salvador antes da ideia do clipe de Michael. Para João Jorge, a ideia de apresentar a cidade como um lugar diferenciado, que exala cultura, é a melhor forma de convencer alguém a mergulhar na primeira capital do Brasil.

 

"Michael Jackson veio aqui não porque conhecesse qualquer um de nós. Nós que conhecemos Spike Lee. Até chamá-lo, ele dizia: 'Eu não vou à Bahia não, fazer o que na Bahia? Por que eu vou à Bahia? Aqui no Brooklyn tem negro para caramba, no Harlem', mas eu disse: 'Rapaz, nós temos uma história diferenciada, nós temos tambores, temos a capoeira, temos as mulheres mais elegantes do país. Temos Lazinho...'", relembrou em coletiva.

 

Jorginho, que, como lembrado pelo pai, também esteve no clipe com um tênis vermelho e uma bermuda maior que ele, guarda com carinho a lembrança do dia 9 de fevereiro. Para o atual presidente executivo do Olodum, o mais especial da gravação foi a forma como Michael Jackson não esteve ali apenas como uma estrela e seus "figurantes", mas como o artista fez questão de se tornar o 201º integrante do Olodum naquela data.

 

 

“Eu participei junto com outros 200 percussionistas. Todos nós fomos muito agraciados com esse momento, porque todo mundo era fã, é fã de Michael Jackson, e o filme traz isso de volta. Trinta anos depois, essa imagem dele no Brasil com o Olodum, na Bahia, no Pelourinho, o universo de percussionistas... e também no Rio de Janeiro. Mas marcou muito a forma como ele veio e se tornou um de nós, com camisetas do Olodum, tomando o sol da Bahia em pleno mês de fevereiro e muito à vontade com isso que eu acabei de falar: a força da percussão que entranha no corpo, que te consome e leva para um lugar mágico. O samba-reggae de Neguinho do Samba, criado e muito bem executado em uma das versões mais incríveis da música mundial."

 

"MICHAEL, MICHAEL... ELES NÃO LIGAM PRA GENTE"
Em "They Don't Care About Us", não é apenas o batuque do Olodum que conecta Michael ao grupo baiano. O artista, que é compositor da faixa, se aproxima de um discurso apresentado pela banda desde o seu surgimento: contar e cantar a história.

 

A voz de Angélica Vieira, produtora do Manhattan Connection, no início da versão brasileira de "They Don't Care About Us", quase em forma de protesto, consegue conversar com "Protesto Olodum", por exemplo, canção composta por Tatau, vencedora do Femadum em 1988 na categoria poesia, que através da música denunciava o abandono do Pelourinho.

 

Para Jorginho, é neste momento que Michael consegue se fazer parte da história do Olodum, ao se aproximar de um discurso que a banda leva até hoje para as ruas, aos 47 anos de existência.

 

"'They Don't Care About Us' é um reflexo da história do Olodum contada do Pelourinho para o mundo, com um grande nome da música e dessa transformação. A gente fica muito feliz de, 30 anos depois, estar revivendo essa história de novo, porque é muito emocionante e gratificante tudo isso.”

 

 

Trinta anos depois, as trajetórias do Olodum e de Michael Jackson voltam a se cruzar. Mas, desta vez, para lembrar que o Olodum não parou ali. Além de encantar o astro pop, a banda baiana deixou sua marca no mundo e segue como referência para artistas internacionais pela sua forma única de fazer e apresentar música.

 

“A nossa música é contagiante, inspiradora e também desperta pesquisa e curiosidade nas pessoas. Então, temos a facilidade de ser um grupo de samba-reggae; muitos nomes do reggae e da música pop internacional se conectam ao Olodum por conta dessa batida, que cabe em qualquer estilo. Somos muitas vezes procurados por esse interesse em saber que batida é essa, como essa gente consegue tocar esse estilo musical tão maravilhoso. Isso, além de criar ritmos, também tem uma mensagem social muito forte."

Léo Santana anuncia primeiro convidado da nova versão do projeto PaGGodin em Salvador; confira
Foto: Divulgação

Léo Santana já tem companhia para a reestreia do projeto PaGGodin em Salvador, agora, em uma nova fase. O cantor anunciou Yan como o primeiro convidado da festa, que acontecerá no dia 24 de maio, no Museu de Arte Moderna da Bahia (MAM-BA).

 

O jovem, que desponta como uma das revelações do samba, chega para a festa com toda admiração do anfitrião e um repertório especial com os sucessos 'Fica com Deus', 'Me Bloqueia' e 'Volta Bebê'.

 

“Yan é um irmão que a música me trouxe e eu sou fã demais do trabalho. Poder ter ele como meu convidado no PaGGodin, um projeto que é tão importante pra mim, torna tudo ainda mais especial. Tenho certeza que será um dia incrível”, afirmou o GG.

 

Com uma proposta intimista, diferente de quando o projeto foi lançado, Léo promete mostrar toda sua versatilidade no palco. Segundo o artista, a ideia é se aproximar ainda mais dos fãs, com um palco 360º.

 

Os ingressos já estão à venda no site Bora Tickets, e custam entre R$ 110 e R$ 6 mil, a depender do setor: Arena e Lounge. O Lounge tem capacidade para até 15 pessoas, com R$ 1 mil de consumação inclusa (valor total por lounge, não por pessoa).

Corrida 21K Salvador acontece dia 26 com shows de Alexandre Peixe e Faustão e os Mongas
Foto: Reprodução/Instagram 21ksalvador | Reprodução/Instagram douglascerqueira

Salvador recebe, no próximo dia 26 de abril, a 21K Salvador 2026, evento que integra o Calendário de Turismo Esportivo da cidade e combina esporte, música e entretenimento. A programação inclui provas de 21 km, 10 km e 5 km, além de shows de Alexandre Peixe e da banda Faustão e os Mongas ao final da corrida.

 


A expectativa é reunir cerca de 5 mil atletas de diferentes estados. A largada da meia maratona (21 km) será às 5h30, no Campo Grande, com percurso até a Orla de Pituaçu. Já as provas de 10 km e 5 km começam a partir das 5h40, com largada e chegada na orla.

 


Responsável pela organização do evento, Douglas Cerqueira, diretor da MP3 Live Marketing, destaca o crescimento da corrida e seu impacto na cidade. “A 21K Salvador vem, a cada ano, atraindo mais atletas de outros estados e fortalecendo o turismo esportivo na cidade. Além disso, o percurso valoriza a beleza da nossa orla”, afirma.

 


Segundo Douglas, a proposta é consolidar Salvador como referência em eventos esportivos que vão além da competição, integrando experiência e lazer. A estrutura contará ainda com uma arena na Orla de Pituaçu, com ativações de marcas e os shows de encerramento.

 


A organização também prevê premiação em dinheiro para os primeiros colocados nas categorias masculino e feminino, nas provas de 21 km, 10 km e 5 km, além de atletas PCD na meia maratona.

 


O evento é realizado pela MP3 Live Marketing, com apoio da Prefeitura de Salvador, por meio da Empresa Salvador Turismo (Saltur), e da Federação Baiana de Atletismo (FBA). As inscrições seguem abertas pelo aplicativo TF Sport.

 

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"O forró é uma das espinhas dorsais da música brasileira", afirma Léo Estakazero ao celebrar 30 anos de carreira
Foto: Bianca Andrade

“Não sei de nada, sou um eterno aprendiz…” Após anos de história, essa é a frase que ainda define a vida de Léo Estakazero. O artista completa 30 anos de trajetória musical em 2026 e acredita que ainda tem muito a aprender em um gênero que luta por preservação: o forró.

 

Se a história de Léo com a música fosse um casamento, neste ano o artista estaria celebrando Bodas de Pérolas, joia que, no matrimônio, simboliza uma relação que passou por adversidades e se tornou firme, resistente e encantadora, algo que traduz a trajetória do artista na música.

 

Seguro de sua escolha, Léo soube ainda no início da carreira que a música era a sua certeza na vida. Foi botando o pé na estrada com a Colher de Pau que o artista entendeu que nasceu para o "forró com reggae", se tornando um símbolo do forró em Salvador e representante de um estilo na Bahia.

 

“Uma geração de adolescentes, muitas pessoas aprenderam a gostar de forró com a Estakazero. Hoje eu tenho um sanfoneiro, Nino, que cresceu ouvindo a Estakazero em Cruz das Almas. O elogio que eu mais gosto de receber, sem dúvida alguma, é esse: ‘Poxa, eu aprendi a gostar de forró com a Estakazero’. A gente tem um forró com uma linguagem lúdica, as crianças sempre gostaram.”

 

Em 2026, o sonho de Léo é um: após 30 anos de história na música, o desejo é emplacar um novo CD como o Lua Minha, de 2005, considerado um dos clássicos do forró baiano. “Eu trabalho e busco a cada ano, quem sabe, realizar um novo sucesso. Poder contribuir mais ainda com o forró”.

 

No bate-papo com o Bahia Notícias, o artista ainda relembrou momentos marcantes da carreira e avaliou a cena atual do gênero. Confira a entrevista completa com Léo Estakazero.

César Camargo Mariano, ex-marido de Elis Regina, notifica Universal por relançamento de álbum
Foto: Acervo/ TV Cultura

O relançamento do álbum 'Elis', clássico de Elis Regina de 1973, pela Universal Music, está sendo alvo de uma polêmica. As informações são da coluna de Ancelmo Gois do jornal 'O Globo'.

 

O maestro e arranjador César Camargo Mariano, ex-marido da artista, notificou a gravadora pelo relançamento, afirmando que a Universal não poderia ter autorizado a nova remasterização sem consultá-lo.  “O disco foi verdadeiramente mutilado”, disse.

 

Mariano, que foi diretor musical, arranjador e pianista do trabalho original, fez um desabafo nas redes sociais: “Estou sendo procurado para dar minha opinião sobre o lançamento da nova versão. E respondo que ouvi, com tristeza.”

 

Em entrevista ao jornal 'O Globo', João Marcelo Bôscoli, afirmou que o 'Elis' era um dos discos cujo áudio menos o satisfazia, além de receber queixas dos fãs.

 

“O som que a Elis Regina ouvia no estúdio ela não ouvia depois no álbum em casa. Ela não gostava de ouvir os álbuns”, contou, acrescentando que respeitou a estrutura musical do disco em seu trabalho.

 

De acordo com Ancelmo Gois, o caso está sendo conduzido pela advogada Deborah Sztajnberg.

Diggo anuncia gravação de novo audiovisual no Rio Vermelho: “Celebrar do jeito que o brasileiro gosta”
Foto: Divulgação

O Rio Vermelho será palco de um novo audiovisual do cantor Diggo na próxima segunda-feira, 13 de abril, a partir das 14h. O artista escolheu o bairro como cenário para a captação do projeto ‘Diggo: A Cara do Brasil’, trabalho que vem com a proposta de celebrar os elementos marcantes da cultura nacional.

 

A ideia, de acordo com o artista, é reunir referências da cultura brasileira, como o futebol, a cerveja gelada e o samba, ritmo que vem guiando a carreira do pagodeiro desde que decidiu investir pesado nos palcos.

 

“Esse projeto nasceu da essência do que vivo nos palcos e no dia a dia. Quis reunir tudo que tem a cara do Brasil, ainda mais em ano de Copa do Mundo, e celebrar do jeito que o brasileiro gosta: com samba, futebol e muita energia”, afirma Diggo.

 

O cantor Diggo promete movimentar o bairro do Rio Vermelho, em Salvador, com a gravação do seu mais novo projeto audiovisual. O artista realiza, na próxima segunda-feira (13), a captação de ‘Diggo: A Cara do Brasil’, trabalho que traduz a essência do seu repertório e identidade musical.

 

No repertório, além de sucessos compostos por Diggo, estará a faixa ‘Hipnotiza’, em parceria com o GG Léo Santana, e releituras de músicas populares presentes em seus shows. Para reforçar a identidade visual da gravação, o artista convida o público a aderir ao estilo “Brasil Core”, com looks e acessórios que valorizem as cores e símbolos nacionais. 

Show no campo, gol na música: Anderson Talisca celebra nova fase da carreira como Spark e lança ‘Dúvida’
Foto: Divulgação

Anderson Souza Conceição. Dentro das quatro linhas, Talisca, meio-campista do Fenerbahçe, na Turquia. Fora de campo e dentro da música, Spark. Esse é o alterego do baiano, natural de Feira de Santana, na arte, área que divide o espaço dentro do coração do artista/jogador com o futebol.

 

Apesar de 'Dúvida' ser o título do último lançamento de Spark, o momento é mais uma certeza na vida do artista. A faixa, lançada nesta terça-feira (31), como lead single da nova mixtape do cantor, tem como proposta mostrar ao público uma fase mais madura da carreira.

 

“Esse lado do trap sempre fez parte do meu ciclo, porque eu sempre fui uma pessoa amorosa, sempre fui muito carinhosa; isso já influenciou bastante a buscar esse estilo. Depois que eu vim a entender sobre o trap, sobre o conceito, e combinou muito com o meu estilo de vida, com a minha pessoa.”

 

 

O projeto vem para Spark após uma conquista importante: o reconhecimento na categoria Performance do Ano na última edição do Prêmio R&B Brasil, o 'Notas Live'. Em ‘Ciclos’, nova mixtape do artista, o estilo R&B permanece, mas a ideia é mostrar ao público um Spark mais maduro e ainda mais romântico, inspirado em suas referências, como Chris Brown, e nomes nacionais como Lucas Carlos e Delacruz.

 

“Esse foi o projeto em que eu mais fiquei dentro do estúdio. E eu criei tudo do zero, tudo do jeito que eu estava pensando: essa música vai ser dessa maneira, essa batida vai ser dessa forma, eu quero que soe dessa forma. É um projeto bem intenso e bem maduro de letra também. Eu costumo dizer que é sobre fases, e eu passei, estou passando por uma fase madura musicalmente, na minha vida, nos meus pensamentos, na forma como eu estou enxergando as coisas. Eu venho amadurecendo com as coisas que eu venho passando, tanto de relações, quanto de situações familiares e de amigos. Então, tipo, você vai fazendo um 360º e vai entendendo, e eu procurei trazer esses assuntos, esses temas, para minha música.”

 

Para a produção da nova mixtape, que será lançada completa até o meio de abril, Spark passou mais de oito meses em estúdio, trabalhando no projeto para que saísse da forma como ele esperava.

 

 

“Eu não tinha facilidade nenhuma para compor. Sendo sincero, até porque na minha vida acontecem muitas coisas ao mesmo tempo e, para compor, você precisa estar com a mente tranquila, precisa estar relaxado, na vibe. Mas eu peguei uma sacada comigo mesmo e chega um momento em que eu falei assim: vou começar a contar as coisas que eu passo, que meus amigos passam, o que eu entendo sobre relacionamento, o que eu já vivi, e vou começar a colocar isso nas minhas músicas. É um projeto em que eu já estou entrando dessa maneira: mais intenso, mais maduro, sobre saber o que é a vida, sobre errar e acertar. Então, tipo, está tudo bem intenso, mas bem tranquilo dentro desse projeto.”

 

Em entrevista ao Bahia Notícias, o artista da música e da bola revelou como tem sido se dividir entre as duas paixões. Para Spark, tem sido desafiador; já para Talisca, nenhum trabalho é muito para quem iniciou a vida no futebol aos 15 anos e fez a estreia profissional em 2013, aos 18 anos, pelo Bahia.

 

“Sempre foi muito tranquilo. No começo, a galera, meu público — tanto o futebolístico, que é um público muito grande, quanto o musical, que é um público que tem crescido — ficava preocupada. Mas é muito tranquilo: eu só faço show quando estou de férias do futebol, então é uma limitação da parte de shows. Durante o ano, os meus lançamentos são bem programados com a minha equipe, e os clipes também são gravados em períodos em que estou de folga.”

 

 

O lado artista de Anderson já chegou a conflitar com o de jogador, mas nada que não pudesse ser resolvido. Ao BN, Spark contou que por vezes já se viu pensando em como dar continuidade na música com algo ruim acontecendo na carreira como jogador — a exemplo de uma derrota em algum jogo. No entanto, a música vem para ele também como uma terapia.

 

“Às vezes eu chegava triste de um jogo e pensava: ‘Como é que eu ia compor?’. Eu já me deparei com várias situações dentro do estúdio nesse processo dessas músicas; às vezes eu perdia um jogo, mas eu não deixava de ir ao estúdio”, contou.

 

Spark, que já se apresentou em alguns lugares do Brasil, conta como é curioso viver a "dupla personalidade" e revelou que já chegou a ser um "desconhecido" da bola ao se apresentar artisticamente.

 

“A galera vai ao meu show e às vezes não sabe quem eu sou [como jogador de futebol]; então, isso me deixa ainda mais feliz. Já cansei de me deparar com situações tipo: ‘Que show foda’, mas a pessoa conhece o artista e não sabe quem é a pessoa do outro lado. E isso me deixa encantado. Porque esse é o meu objetivo, entendeu? Não é sobre condição, é sobre sonho. Então, quando se fala sobre sonho, você tem que realmente fazer aquilo que você gosta, ama e quer. Em um show que eu fiz em Florianópolis, ouvi duas mulheres fora da casa de show falando sobre a apresentação, mas elas não sabiam quem eu era.”

 

 

A imersão de Spark na música não significa uma separação dos campos. O artista conta que investe no sonho para se realizar e, também, para fortalecer a cena. Através da Nine Four Records, gravadora e selo musical independente de rap e trap fundada por ele em 2021, o baiano afirma que seu sonho é conseguir transformar vidas através da música.

 

“A Nine hoje tem um trabalho fundamental. Estamos em uma fase de reconstrução em que demos espaço para muitos artistas de Salvador que não têm condição financeira. Então, fizemos esse trabalho também social. A Nine está passando por um processo de construção muito importante, está cada vez mais ganhando espaço na cena, e a gente vai dar cada vez mais espaço para os artistas, principalmente da Bahia.”

 

Ao ser questionado pelo BN sobre realização na carreira musical, o artista pontua que não deseja pular etapas, mas acredita na própria arte para conquistar espaços. “Eu não pulo fases, faço tudo da maneira correta, tudo do jeito que tem que ser feito. Então, eu sempre sonho com isso [ganhar prêmios] e o que eu quero mesmo é continuar lançando minhas músicas. Tenho um sonho de fazer ainda mais sucesso e poder, através da minha música, ajudar ainda mais pessoas. Esse é o objetivo que eu tenho em mente: poder transformar minhas músicas em grande sucesso e fazer bons feats”.

 

Foto: Ali Kalyoncu

 

Longe de casa — a aproximadamente 15h50 em um voo com escalas da Turquia para Salvador —, Spark afirma que a capital baiana terá um espaço especial na nova fase, que será iniciada de forma definitiva após o lançamento completo da mixtape. “Eu acho que o primeiro show será em Salvador”, garante.

 

Sonhador, Spark na música, Talisca nos campos e Anderson na vida deixa um recado para a nova geração que deseja seguir um caminho na arte: “Siga seu sonho, tenha perseverança, humildade, faça algo melhor sempre, respeite sua família, pai, mãe, estude. E tenha muita humildade, muita fé e, cara, correr atrás, realmente, buscar, evoluir sempre. E isso eu acho que é o que eu posso falar, assim: vai ter momentos bons e não tão bons, mas temos que seguir sempre na direção, com muita fé que vai dar certo”.

Ronaldinho Gaúcho lança gravadora e aposta em projeto musical inspirado na Copa do Mundo
Foto: Reprodução/Instagram (@ronaldinho)

O ex-jogador Ronaldinho Gaúcho anunciou a criação de sua própria gravadora, a Tu Música, ampliando sua atuação no setor de entretenimento. A iniciativa foi divulgada nesta segunda-feira (30), em reportagem da Billboard.

 

O projeto conta com a participação de Roberto de Assis, além de profissionais do mercado musical como Roni Maltz Bin e Allan Jesus. A sede da gravadora será em Miami, com foco inicial no desenvolvimento de artistas da América Latina e na conexão com outros mercados internacionais.

 

O primeiro projeto do selo já está definido: um álbum temático inspirado na Copa do Mundo, reunindo músicos de diferentes países. A proposta é promover diversidade cultural e ampliar oportunidades para novos talentos.

 

“A música sempre foi uma parte importante da minha vida. Ela esteve comigo nos momentos mais importantes, dentro e fora de campo”, afirmou Ronaldinho em comunicado. “Agora quero levar essa energia para todos os lugares, conectando culturas e criando oportunidades para artistas de qualquer lugar", disse o craque.

 

A partir da próxima segunda-feira (6), artistas e compositores poderão submeter suas produções para seleção. As faixas escolhidas integrarão o primeiro lançamento oficial da gravadora.

RDD revela 'receita' do tempero baiano na música e anuncia parceria com Karol Conká e Rincon Sapiência em projeto solo
Foto: @matheusl8

Açúcar, tempero e tudo que há de bom. Para quem gosta de cultura pop é fácil saber qual receita vai sair dessa lista de ingredientes, As Meninas Super Poderosas. O mesmo vale para "dois hambúrgueres, alface, queijo, molho especial, cebola, picles e um pão com gergelim". Não precisa falar o nome, mas todo mundo já sabe no que essa mistura vai dar. E ainda leu enquanto cantava.

 

Se você chegar em uma casa de temperos, com absoluta certeza, você encontrará com facilidade o mix chamado "tempero baiano", que é um dos mais populares da culinária brasileira, junto com o 'Edu Guedes' e o 'Ana Maria'.

 

Mas qual o segredo para ele ser um dos favoritos? Para o cantor e produtor musical RDD, integrante do ÀTTØØXXÁ, entender o que compõe essa mistura única é uma missão que necessita de aprofundamento, mas, muitas vezes, o segredo está justamente em não ter apenas fórmula fechada. Na música, o diferencial está justamente na singularidade de cada produto.

 

Foto: @tscampelo

 

O artista, que inicia uma nova fase da carreira, sem precisar deixar a banda que o tornou conhecido em todo o país, decidiu que 2026 seria o ano ideal para apresentar ao público o tempero de sua música solo, provando que a música baiana não é uma trava e sim uma mola, impulsionando o artista e possibilitando misturas interessantes.

 

Após lançar, a faixa 'Energy', que compõe a lista de músicas do seu primeiro álbum solo, o artista bateu um papo com o Bahia Notícias sobre o futuro e a cena baiana. Ao site, RDD explicou o motivo de ter esperado alguns anos até conseguir trabalhar na própria carreira.

 

"Eu estava querendo muito trazer uma nova visão para o meu 'trampo', para ir além. Eu amo minha identidade e gosto muito de fazer música baiana, mas também queria me explorar de outras formas. Por isso, esse disco foi gestado por anos. A galera me conhece muito pelas misturas de pagodão, arrocha e samba-reggae, que são minhas tradições. Neste disco, estou me aventurando além disso, aproveitando viagens que fiz mundo afora para ver como minha música se encaixava em outros espaços. Tenho produções de 2017 que sairão agora."

 

 

O intercâmbio musical já deu certo no primeiro lançamento. 'Energy', que conta com participações de Anik Khan e Maui, desafiou RDD a misturar melodias inspiradas no R&B, com o afrobeats e o funk brasileiro.

 

"Eu estava no Rio de Janeiro para gravar com Thiaguinho para o disco do ÀTTØØXXÁ quando o Raoni veio com os acordes dessa música. 'Energy' descreve um estado máximo de paixão; ela surgiu de forma natural enquanto fazíamos as harmonizações", revela o produtor.

 

A música integra o álbum 'Hot Sauce', em tradução literal para o português, molho de pimenta, algo característico da Bahia. Além dessa faixa, o projeto conta com um feat. especial com Karol Conká e Rincon Sapiência, spoiler adiantado por RDD ao BN.

 

"A produção, para mim, é algo que não desconecta nunca da minha vida. Eu não consigo realmente desvencilhar uma produção vai pra cá [ATTOOXXA ou outros projetos] e outra para lá. Eu acho que naturalmente elas vão ganhar no seu caminho. O single do lançamento do disco, vai ser uma música na pegada do afrobeat, é um beat meu que, meio daquele período ali de 2015, 2017. Tem música com Karol Conká e Rincon Sapiência."

 

Ao ser questionado sobre conseguir separar as personas RDD solo e RDD no ATTOOXXA, o artista foi direto. Para Rafa, não existe uma confusão entre os "dois artistas".

 

"O ÀTTØØXXÁ não descreve completamente nenhum dos integrantes. Nós somos além da banda. O RDD surgiu de uma necessidade minha de criar de forma mais descompromissada, produzir faixas com pessoas que eu admirava, como Yan Cloud, Gibi. No grupo, tudo é muito programado e pensado. Na carreira solo, tenho liberdade para fazer a música do jeito que eu quero, além de potencializar a cena dos artistas locais que admiro."

 

 

O músico ainda avalia a carreira solo como uma forma de potencializar a arte criada no estado. Para RDD, o diferencial está justamente no olhar único de cada integrante do ATTOOXXA, por exemplo, e na forma transgressora que a nova geração se apresenta.

 

"Eu apresentei uma visão muito específica de uma música baiana que eu acredito ainda está sendo entendida. Eu acho que a música da Bahia, por ter uma raiz bem fincada na percussão, ela ainda estranha a tecnologia, e eu acho isso realmente muito f*da. Apesar de que eu sou, talvez, um transgressor dessa lei natural da Bahia, eu acredito ter conseguido o respeito de todo mundo porque eu sempre fui muito respeitoso com eles e com a música da Bahia. Acho que meu papel na música da Bahia é simplesmente e somar, e eu considero o Carlinhos Brown um exemplo, ele é esse cara que trouxe essa transgressão toda pra música da Bahia de uma forma genial. Eu acho que a gente [nova geração] trouxe realmente um olhar muito diferenciado das coisas que aconteciam aqui na Bahia."

 

Na brincadeira do açúcar, tempero e tudo que há de bom, o caldeirão baiano fez surgir diversas Meninas e Meninos Super Poderosos. Considerado um estado exportador de talentos, para RDD, a alcunha, apesar de ser boa, por mostrar que aqui tem qualidade, traduz também, um mercado frágil, já que a exportação consiste na saída de mercadorias do território.

 

"Em termos de inventividade, eu acho que a Bahia ainda está tentando se desvencilhar de certa forma de um mercado que foi muito forte do Axé. E as pessoas sempre confundiram quando a gente fazia as críticas pro Axé e falava, ‘Pô, esse formato não existe’. Parece que a gente está falando da música, mas não é da música, entendeu? A música do Axé marcou todas as pessoas que nasceram na Bahia. Mas eu acho que em termos de mercado de indústria, a gente ainda tem resquícios desse pensamento, sabe? Porque a gente vê que os grandes potenciais da Bahia que tem saído, sei lá, desde 2010 por aí, poucos ficam aqui na Bahia. A gente tem o Baiana System que ainda mora aqui, mas você olha para Luedji Luna, Xênia França, Giovanni Cidreira, vários artistas que tiveram que se mudar para São Paulo, muitas pessoas que tem que fazer um êxodo para acontecer."

 

Foto: @tscampelo

 

A carreira solo vem com a preocupação e uma tentativa de mudar o cenário. RDD garante que investir na própria arte como cantor não irá o afastar da produção, nem fazer com que ele se dedique ao que acredita, o apoio a novos artistas. Mas, para o cantor e produtor, é necessário que a força seja coletiva, para que o cenário melhore para a cultura baiana.

 

"Eu acho que isso tem muito de uma falta de carinho no olhar, sabe, para essas pessoas, porque essas pessoas são gênios aqui, desde que nasceram aqui. Ao mesmo tempo que a gente tem um caldeirão de ritmos, de possibilidades aqui criadas a partir do ritmo da percussão, por exemplo, do arrocha e de outros estilos, você vai começando a entender que falta um pouquinho de investimento para quebrar esse ranço da felicidade, porque eu acho que para que a Bahia as coisas tem que ser sempre feliz existem milhão de sentimentos aí pelo mundo lá fora, para gente se explorar. É muito angustiante para mim, ver essa galera não ter como exercer a arte."

 

Para quem ficou em dúvida, o tempero baiano é um mix de especiarias desidratadas, cominho, pimenta-do-reino, coentro, cúrcuma (ou açafrão) e orégano. Isso, na culinária. Na música, o nosso tempero continua sendo um segredo, sem pretensão de ser desvendado, porque, em muitos casos, a delícia está no mistério que faz a arte ser o que é.

Família de MC Marcinho e Mr. Catra prestam apoio a Tati Quebra Barraco após polêmica com DJ Marlboro
Foto: Instagram

A família do cantor MC Marcinho se pronunciou nas redes sociais após o desabafo feito pela cantora Tati Quebra Barraco sobre a questão de direitos autorais com DJ Marlboro que a impedem de regravar sucessos da própria carreira.

 

Em comunicado, a família de Marcinho afirmou que o cantor não conseguiu gravar o DVD em celebração aos 30 anos de carreira por não ter autorização para regravar as próprias músicas.

 

Marcinho, que morreu em 2023, em decorrência de uma insuficiência cardíaca, também teve propostas de publicidade negadas e direitos negligenciados.

 

"Nós, herdeiros do MC Marcinho, também queremos expressar nosso apoio às últimas declarações de Tati Quebra Barraco. Nosso pai passou pela mesma situação. Infelizmente morreu sem poder gravar o seu DVD de 30 anos de história no funk porque não podia regravar suas próprias músicas."

 

A família do cantor afirmou que segue buscando os direitos do pai na Justiça. "Seguimos aqui na luta para buscar prestação de contas e defender os direitos do nosso pai".

 

Outro pronunciamento envolvendo estrela do funk foi o da família de Mr. Catra. Os herdeiros do funkeiro publicaram um comunicado no qual afirmam ter enfrentado situação semelhante à relatada pela artista, e relataram não ter recebido as prestações de contas relacionadas à exploração das obras do cantor desde a morte do artista.

 

A questão de Mr. Catra envolve as empresas Link Record, Furacão 2000, Warner Music e Galerão Record.

 

"Não obtivemos nenhuma resposta satisfatória ou tentativa de regularização da situação. Isso é inaceitável e configura uma grave violação dos direitos autorais e uma injustiça contra a memória e a obra do nosso pai", afirma a declaração.

Dennis DJ esclarece confusão com música de Tati Quebra Barraco e garante devolução de dinheiro arrecadado com hit
Foto: Divulgação

O músico Dennis DJ se pronunciou publicamente após a acusação feita pela cantora Tati Quebra Barraco sobre os direitos autorais da música 'Barraco II', lançada por ela no início dos anos 2000, e sampleada por Anitta e The Weeknd na faixa 'São Paulo'.

 

Segundo a artista, Dennis teria ficado com os direitos da música durante cerca de duas décadas, o que fez com que ela não recebesse os valores pela obra.

 

Em nota enviada ao Bahia Notícias na última segunda-feira (16), o DJ se pronunciou sobre o caso e explicou que o registro equivocado ocorreu na época do lançamento da música, sendo a música atribuida a ele pela equipe da Furacão 2000.

 

Dennis pontuou que, ao tomar conhecimento da situação, enviou um documento formal à Link Records, empresa ligada ao DJ Marlboro e responsável pela gestão do catálogo, informando que não era o autor da composição, para que os direitos fossem dados aos responsáveis.

 

O músico afirmou que os créditos da música passaram oficialmente para o nome de Tati Quebra Barraco em 19 de agosto de 2020, e que foi solicitado aos órgãos competentes o repasse do valor que foi dado a ele ao longo dos anos em que o erro ocorreu.

 

"DENNIS voltou a checar o caso junto à NOWA e também entrou em contato com a UBC (União Brasileira de Compositores), associação da qual Tati Quebra Barraco também é afiliada, para solicitar um levantamento dos valores eventualmente recebidos por ele ao longo dos anos. De acordo com as informações levantadas pelo ECAD (Escritório Central de Arrecadação e Distribuição), 75% do valor gerado pela obra antes da regularização dos créditos foram repassados a DENNIS, totalizando R$ 1.203,75. Diante disso, o artista já solicitou formalmente à UBC a devolução integral desse valor, com a devida correção, diretamente para a conta da artista."

 

Para o artista, o assunto envolvendo Tati Quebra Barraco está resolvido e encerrado. Até o momento, DJ Marlboro, que é o alvo das acusações da funkeira, não se pronunciou sobre o assunto.

Tati Quebra Barraco denuncia DJ Marlboro nas redes sociais por proibição em música: "Venho sendo apunhalada"
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A funkeira Tati Quebra Barraco usou as redes sociais para denunciar o DJ Marlboro por ganho inapropriado através de suas canções.

 

Segundo a artista, não só ele, como Dennis DJ, recebem créditos por suas composições, enquanto ela não fatura nada com a canção. Tati citou o fato da música estar presente em forma de sample na canção 'São Paulo', de The Weeknd com Anitta. 

 

"A música 'Barraco 2' é da minha autoria, sendo que eu não recebo até hoje. São dois DJs que recebem esse dinheiro. Um é o Dennis DJ. Beleza, já passou. Não recebo, vou correr atrás dos meus direitos. 'Bota na boca, bota na cara' também é de minha autoria. Hoje eu ganhei os créditos da música São Paulo (que The Weeknd e Anitta gravaram com trecho de Tati), que tem vários DJs envolvidos", disse.

 

 

 

Tati relatou que o problema com Marlboro não é novo e que já chegou a ser notificada pelo artista pela faixa 'Boladona', sucesso de Tati nos anos 2000.

 

"Eu venho sendo massacrada desde sempre, até porque eu era ingênua. (...) Fui notificada pelo DJ Marlboro, porque ele tinha editado a minha música há uns 5 anos, uma música que tem 22 anos. É massacre atrás de massacre. (...) É muita injutiça. Já estou sufocada. Não é de hoje que venho sendo apunhalada."

 

A funkeira conta que o músico não libera a canção para que ela possa lucrar com publicidade, e apenas ele ganha em cima da faixa.

 

"Hoje não posso fazer publicidade porque não tem liberação do DJ Malboro. Vocês não tem noção de quanto eu perco de publicidade? É muita coisa. Por causa de quem? Porque a música não é autorizada. Sendo assim, a Tati não pode trabalhar. Só pode trabalhar se é autorizado. 'Boladona' é o carro-chefe da minha vida. Mas não é que me colocou no topo não, tá? Só consagrou minha carreira. É muito fácil você estar com pessoas que só querem sugar."

 

Em nota enviada ao Bahia Notícias, Dennis, citado pela funkeira, afirma que a situação já havia sido tratada anteriormente e esclareceu que a música "Barraco II" foi atríbuida a ele de forma equivocada e que foi providenciado um documento formal esclarecendo que a obra musical não lhe pertencia, considerando a situação esclarecida.

 

Ainda conforme a nota, 75% do valor gerado pela obra antes da regularização dos créditos foram repassados a DENNIS, totalizando R$ 1.203,75, segundo dados do Escritório Central de Arrecadação e Distribuição (ECAD) e que o artista já havia solicitado à UBC "a devolução integral desse valor, com a devida correção" para a conta da artista.

 

(Nota atualizada às 18h21 de 16 de março de 2026 para inserção da nota de esclarecimento de DENNIS

Ex-vocalista do Jammil, Levi Lima volta as redes após 6 anos e fala sobre nova fase da carreira
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Lembra dele? Voz marcante da segunda formação da banda Jammil e Uma Noites, o cantor e compositor Levi Lima surpreendeu o público ao anunciar a pausa na carreira musical em meio a pandemia após 20 anos de carreira.

 

Em um vídeo compartilhado com o público no retorno feito as redes sociais, Levi explicou um pouco do que o motivou a sair dos holofotes em 2020: se dedicar a família. O artista é casado com a jornalista Bruna Manzon, com quem tem uma filha, a pequena Safira, que ainda não completou 1 ano.

 

"Participei de todos os programas de TV que eu queria participar, conheci pessoas que eu queria conhecer, aprendi com elas. E foi um período que eu posso dizer que realizei todos os meus sonhos de adolescente, mas com o passar do tempo os meus sonhos eram outros eram novos. E eu tava começando a ficar exausto, percebi que o que eu mais queria naquele momento era ter minha família, menos estrada, mais casa", contou.

 

Longe dos palcos, o artista contou em vídeo que buscou um novo rumo para se satisfazer na arte, unindo ela com os negócios. Levi, que, é sócio de uma empresa que tem sede em Lauro de Freitas, Região Metropolitana de Salvador, contou que também pôde se realizar na nova área de atuação.

 

"Eu queria aprender a conectar arte e criatividade ao mundo dos negócios. Eu queria investir, eu queria empreender. E foi isso que eu fiz nos últimos 6 anos de muito aprendizado e de muita diversão também e de novos sonhos realizados. De poder trabalhar em casa, ter uma vida normal comum. Muitos de vocês devem lembrar de mim da época da música e outros não fazem a menor ideia de quem eu sou;. Esse é o poder do tempo."

 

Levi tirou um período sabático antes embarcar na nova empreitada, investir no storytelling de forma mais profunda. "Eu queria fazer há muito tempo, me aprofundar no storytelling, compor uma música em storytelling, criar videoclipes, documentários, construir o repertório de um show".

 

O vídeo, que conta com 36 minutos de duração, segue a proposta da nova carreira de Levi. O artista leva o público para acompanhar a história do novo rumo dado a carreira pelo ex-vocalista do Jammil. Por meio do storytelling, Levi fala sobre a viagem ao Canadá para seguir o propósito.

 

Ao fim do vídeo, Levi deixa em aberto o retorno para a música, especialmente por pontuar que o desejo de se aprofundar no storytelling vem para desenvolver a arte em diversos aspectos.

 

"Se você puder viver as coisas que as vezes parecem impulsivas ou impossíveis, experimente, são as experiências mais transformadoras, agregadoras e divertidas."

 

Nas redes sociais, o músico Manno Góes, fundador do Jammil, falou sobre Levi e desejou sucesso ao ex-parceiro: "Um grande compositor e artista. Elevou o Jammil a um novo patamar e sou um grande admirador do artista Levi. Está na história do Jammil, eternizado por suas lindas canções (como Colorir Papel, Sublime e Celebrar, da qual somos parceiros). Sou grato a Levi e desejo toda felicidade do mundo à ele e família. Certamente mandará bem na nova empreitada, como em tudo que fez".

Caetano Veloso, Gilberto Gil e mais estrelas gravam série para explicar Brasil através da música
Foto: Reprodução/ Facebook Festival de Inverno Rio 2025

O cantor Caetano Veloso será uma das grandes estrelas a participar do projeto 'Intérpretes do Brasil', série documental da Empresa Brasil de Comunicação (EBC), cuja proposta é explicar como a canção popular se tornou uma forma de entender o país.

 

De acordo com a coluna de Ancelmo Gois, do jornal 'O Globo', as gravações acontecerão nos estúdios da Rádio Nacional, no Rio de Janeiro, onde está o piano de Radamés Gnatalli.

 

Além de Caetano, o projeto, que contará com oito episódios, ouvirá Chico Buarque, Gilberto Gil, Alceu Valença, Jorge Ben e Ney Matogrosso.

 

Com pesquisa e entrevistas da historiadora Heloisa Starling, o projeto é dedicado a Nara Leão. A produção também deve contar com a participação de Maria Bethânia.

Marcia Castro reúne Mariana Aydar, Afrocidade e Hiran em Roda de Samba Reggae na Cruz Caída
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O projeto Roda de Samba Reggae, idealizado por Marcia Castro, ganhará uma nova edição na sexta-feira (6), às 19h, na Praça da Cruz Caída, no Pelourinho.

 

Com entrada franca, a festa recebe para a 1ª edição pós-Carnaval Mariana Aydar, Afrocidade e Hiran.

 

O conceito do projeto permanece no centro. O samba e o reggae formam a base do samba-reggae, célula fundamental da música baiana e do Carnaval de Salvador. 

 

No palco, Marcia Castro mergulha nessa matriz sonora e revisita canções que são trilha afetiva dos baianos desde os anos 1980. Obras do Olodum, Ilê Aiyê, Muzenza do Reggae, Banda Mel e Banda Reflexu’s ocupam lugar de destaque no repertório.

Depois de Pablo do Arrocha, web aponta 'plágio' de Bruno Mars com música de Gretchen; compare
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O projeto 'The Romantic', de Bruno Mars, tem sido alvo de polêmica nas redes sociais. Com estreia triunfal, atingindo a marca de mais de 26 milhões de reproduções nas primeiras 24 horas no ar, o artista norte-americano passou a ser acusado de plágio em uma nova canção.

 

Após a "polêmica" com Pablo do Arrocha na música 'Risk it All', a música da vez é 'Something Serious', na qual o público encontrou semelhanças com as faixas 'Freak Le Boom Boom' e 'Conga Conga Conga' de Gretchen.

 

 

O suposto sample é apontado pelo público na introdução da canção e no groove da faixa. No entanto, nem Bruno nem Gretchen são os "inventores do estilo". As três músicas beberam da fonte da conga, estilo musical afro-cubano.

 

SEM BRIGA COM PABLO
Enquanto alguns esperavam uma atitude de "briga" por parte do baiano Pablo do Arrocha pela semelhança entre as faixas 'Risk it All' e 'Imprevistos', o ícone do arrocha entrou na onda e convidou Bruno Mars para um feat.

 

Com a ajuda da Inteligência Artificial, Pablo misturou as duas canções e brincou com a semelhança: "Los Angeles, chegando aí!! Pablito e Bruninho, estão preparados?".

 

Vale lembrar que recentemente, Pablo lançou uma versão de uma música de Bruno Mars. O artista foi o convidado de Priscilla Senna na canção 'Não Me Faça Chorar', versão em português de 'When I Was Your Man'.

Internautas apontam semelhança entre nova música de Bruno Mars e sucesso de Pablo do Arrocha; confira
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Pode olhar, só não faz igual? O single da nova era do cantor Bruno Mars, 'Risk It All', que marca o primeiro lançamento do artista norte-americano uma década após o '24K Magic', vem dando o que falar nas redes sociais.

 

Enquanto alguns apontam que o 'Bruninho', apelido que o artista ganhou após a passagem pelo Brasil, teria se inspirado no sucesso da onda latina, a exemplo de Bad Bunny, outros internautas batem o pé de que o intérprete de 'When I Was Your Man' copiou Pablo do Arrocha.

 

 

O público garante que Bruno copiou a música 'Imprevistos', de Pablo do Arrocha, lançada pelo artista em 2015, no álbum Desculpe Aí.

 

A semelhança entre as canções está, para o público, na melodia da canção, especialmente no refrão. Um vídeo chegou a viralizar na web comparando as duas canções.

 

A faixa de Bruno é uma composição do artista em parceria com Dernst Emile II, James Fauntleroy, e o parceiro de longa data Philip Lawrence. A produção fica a cargo de Bruninho e D'Mile, e na canção, a letra segue os moldes do arrocha, falar sobre algo romântico.

 

Já 'Imprevistos', é uma composição de Aparecida de Fátima Leão Moraes, e tem como narrativa a dor da espera, solidão e saudade.

 

@rafaellanegrini Bruno Mars ta copiando o pablo do arrocha? #brunomars #pablodoarrocha #arrocha #brunomarsmusic ? som original - Rafa Negrini

Apaixonado pelo Brasil, Bruno nunca chegou a comentar sobre ter conhecido o arrocha, no entanto, no início de fevereiro, o artista surpreendeu ao compartilhar uma foto de Reginaldo Rossi para celebrar o Valentine’s Day, uma comparação que já tinha sido feita pelos fãs.

 

O artista brasileiro segue o estilo apresentado por Bruno em 'The Romantic', nova era do cantor, que aposta em algo mais meloso e que se aproxima do brega conhecido de Rossi.

 

É importante lembrar que, caso se confirme a inspiração de Mars em Pablo do Arrocha, esta não seria a primeira vez que o ritmo 100% baiano, criado em Candeias, cai nas mãos de grandes artistas norte-americanos. Em 2021, Lady Gaga lançou um remix de 'Fun Tonight' ao lado de Pabllo Vittar e teve o gênero como inspiração.

 

Bruno já teve diversas canções transformadas em arrocha, uma delas, inclusive, lançada recentemente por Priscila Senna com participação de Pablo, a música 'Não Me Faça Chorar', uma versão de 'When I Was Your Man'.

 

SAMPLEOU OU NÃO?
Afinal, o que Bruno fez é sample ou não? O sample musical significa uma amostragem replicada em uma nova canção, que caso não seja autorizada, configura como plágio. Por não haver uma lei específica para a prática, muitos artistas acabam se aproveitando do direito de citação para samplear.

 

No entanto, a prática já deu diversos problemas, um dos mais conhecidos foi o caso do britânico Rod Stewart, que plagiou a música 'Taj Mahal' do carioca Jorge Ben, na canção 'Do Ya Think I'm Sexy'.

 

Referência no assunto de Direito Autoral, o professor de Direito Civil, Direito Autoral e Propriedade Industrial da Faculdade de Direito da Universidade Federal da Bahia (Ufba), Rodrigo Moraes tem um livro com diversos casos sobre plágio e sample.

 

A obra 'Você diz que o meu samba é plágio: histórias de plágio (ou não) na música popular brasileira', em parceria com Juca Novaes, traz a análise de diversos casos com base em pesquisa detalhada e em uma abordagem que une música e direito autoral.

 

Caso seja comprovado o suposto plágio e os artistas queiram entrar em uma ação, o caminho a seguir será similar ao que a cantora baiana Luana Matos e outros cinco compositores fizeram contra Shakira pelo plágio na canção 'Shakira: BZRP Music Sessions, vol 54' da música 'Tu Tu Tu', com direito a análise técnica que prove em quais trechos da canção existe o plágio.

 

SOBRE O ARROCHA
Descendente musical do bolero, ritmo de origem cubana, o arrocha surge em Candeias entre o final dos anos 90 e início dos anos 2000, durante as festas de seresta e boêmia, e tem seu nome em alusão ao jeito que se é dançado, "agarradinho".

 

Nas canções de arrocha, é possível encontrar o som das batidas do safado tecladinho programável popularizado por Ademir Marques, um saxofone para dar o tom do romance e sensualidade no ar, e a combinação do compasso do bumbo da bateria com o contrabaixo.

 

"O Arrocha tem três estilos: tem o tradicional de Candeias, com teclado puro, que foi quando começou com Jai e Pablo (Asas Livres), voz e teclado; tem voz, teclado, violão e saxofone; e tem o arrocha de banda, que é o arrocha de Tayrone, ele foi a primeira pessoa a colocar banda com arrocha", contou Ney Santtos, 36 anos, cantor e produtor de arrocha em Candeias ao BN em 2021.

 

Após anos de rejeição fora do meio onde o ritmo era consumido devido à sua origem, a periferia, o arrocha conquistou o país, começando por outros estados do Nordeste e ganhando o Brasil, se tornando um dos gêneros mais populares, com exceção do Sul, por questão de logística, mas para o empresário Mário Paim, nada é impossível.

 

 

Em 2025, o deputado estadual Hilton Coelho (PSOL) apresentou um Projeto de Lei (PL) para que o ritmo baiano seja reconhecido como Patrimônio Imaterial pela sua “relevância histórica, social e cultural”.

 

Na justificativa, o parlamentar exalta alguns dos fundadores do arrocha, como as rainhas do gênero, Nara Costa e Nira Guerreira, a banda Asas Livres e os cantores Pablo e Silvanno Salles. Segundo Hilton, os artistas foram responsáveis por difundir a cultura baiana por todo o país.

 

Ao BN, Pablo já celebrou o crescimento do gênero, do qual é um dos principais representantes. "Hoje eu vejo a cada dia o mercado ficando mais amplo para o nosso ritmo musical. O Brasil inteiro, todos os artistas sem distinção de gênero, cantando o nosso arrocha, então acho que a gente está indo no caminho certo".

 

"O Arrocha tem três estilos: tem o tradicional de Candeias, com teclado puro, que foi quando começou com Jai e Pablo (Asas Livres), voz e teclado; tem voz, teclado, violão e saxofone; e tem o arrocha de banda, que é o arrocha de Tayrone, ele foi a primeira pessoa a colocar banda com arrocha", conta Ney Santtos, 36 anos, cantor e produtor de arrocha em Candeias.

Festival Pelourinho Cultural agita Salvador com shows gratuitos a partir de março; saiba mais
Foto: Igor Santos/ Secom PMS

O bairro do Pelourinho será agitado pelo projeto 'Festival Pelourinho Cultural' a partir de março com uma grade de shows que valoriza a música baiana.

 

A abertura do projeto será realizada no Largo Quincas Berro d'Água, com quatro shows gratuitos de grandes nomes da música baiana, divididos entre os dias 6 (sexta-feira) e 7 (sábado), a partir das 19h.

 

No primeiro dia de festival, o axé toma conta da festa com os clássicos de Chiclete com Banana e Ara Ketu.

 

Já no sábado (07), um encontro de gerações une o samba-reggae histórico da Banda Reflexu's ao pagodão do ATTOOXXA.

 

O projeto, que conta com o patrocínio da Petrobras, vai além dos shows: até o fim do ano, o público poderá participar de oficinas de dança e percussão. 

 

O Festival Pelourinho Cultural é realizado por meio da Lei Nacional de Incentivo à Cultura (Lei Rouanet), com patrocínio da Petrobras e realização da Tapis Rouge Produções, Ministério da Cultura e Governo Federal.

Lucas Pizane curte último dia de Carnaval, comenta  atual edição do BBB e lançamento de seu álbum
Foto: Eduarda Pinto / Bahia Notícias

O ex-BBB Lucas Pizane marcou presença no camarote Expresso 2222 nesta terça-feira (17). Em entrevista ao Bahia Notícias, o baiano falou sobre a experiência de curtir o Carnaval de Salvador e compartilhou novidades sobre sua carreira musical.

 

“Vou esperar o trio de Léo passar, vou subir no trio de Léo. Hoje o meu último dia vai ser intenso, vai ser para curtir, porque trabalho eu já entreguei, então hoje é dia de viver o Carnaval de Salvador, nem que seja um diazinho, né?”, contou Pizane.

 

Ao comentar sobre a edição atual do reality show, que já conta com 4 expulsões, Lucas destacou a intensidade do programa. “Eu achei intenso, inclusive na minha edição teve modo turbo e até sem o modo turbo, conseguiu ter mais gente saindo. Eu não tô conseguindo acompanhar direito, mas tô vendo que o negócio tá pegando fogo lá”, afirmou.

 

Além da folia, Lucas adiantou novidades musicais. “Vou ter um lançamento sexta-feira agora, tive um lançamento dia de Iemanjá com Maju, falando de Rio Vermelho. E sexta vai sair esse álbum completo, com basicamente músicas que trazem Salvador como um personagem, né? Salvador é um personagem vivo dentro das canções, dançantes, alegres, baianas, é uma linguagem bem pop, bem acessível, assim. Eu tô muito feliz com esse projeto”, completou.

Durval comenta escolha de personagem da folia para este ano e elogia apostas de música do Carnaval
Foto: Kleber Lobo / Ag. Fred Pontes

O cantor Durval Lelys comentou, neste sábado (14), sobre a escolha de seu personagem para a folia deste ano, que tem como tema a figura do “Viking”. O artista ainda elogiou as apostas dos artistas baianos para a música do Carnaval 2026.


“Eu já era fã do carnaval e vi aquelas imagens que inspiravam o carnaval. Depois vi artistas que eu amo de paixão, como o Ney Matogrosso, ao Alceu Valença, Mamonas Assassinas, todos com um teor exótico de caracterização, de personalização da sua obra. Eu aqui no Carnaval, dando seguimento a toda essa história, achei que criar personagens também seria algo diferente do que apenas vestir um personagem óbvio o Carnaval”, contou o puxador de trio.



Segundo cantor, os nomes dos personagens são inspirados no seu apelido. “Como meu apelido é Durvalino, eu botei o Vampirino, Conde Draculino,  e Ragnalino desse ano, que é o Viking, caçador de estrelas”, completou.



Durval se apresenta hoje no circuito Osmar (Campo Grande). Entre os nomes que se apresentarão na folia no centro estão BaianaSystem, Xanddy Harmonia no comando de As Muquiranas, além de Targino Gondim.


O comandante do bloco Asa também elogiou as músicas do carnaval desse ano e chegou a adicionar alguns dos hits em seu repertório. Este ano, o cantor concorre ao troféu do Bahia Folia com a música “Sofá de Casa”.

 

“Botei no meu repertório a ‘Vampirinha’ de Ivete, botei no meu repertório a de Bell, ‘Que calor é esse’. Adoro os lançamentos. São tantas músicas boas, que é difícil escolher uma só, eu acredito na coletânea, acho que isso é mais importante”, afirmou.

Em grande estilo: Diggo 'estreia' como intérprete no Carnaval de Salvador com hit ao lado de Léo Santana
Foto: Divulgação

Aos 45 do segundo tempo, o cantor e compositor Diggo conseguiu um "milagre de Carnaval", furar a bolha com uma faixa que vem para bater de frente com as favoritas ao título de 'Música do Carnaval'.

 

A disputa não é uma novidade para o artista. Compositor de sucessos, com mais de 200 obras registradas no Ecad, Diggo já conquistou o título através do Parangolé com 'Abaixa Que É Tiro' em 2019. Mas em carreira solo, sendo o intérprete do sucesso, esta é a primeira vez que o artista vem forte para a briga, e a estreia tem sido em grande estilo.

 

Com papéis invertidos, desta vez, Diggo deixa a caneta de lado para dar voz ao sucesso de Nego Thor, Heron Black e Kaleo Europa em 'Hipnotiza'. Esse é o nome do hit que vem ganhando as redes sociais nos últimos dias, se tornando sensação no Instagram.  Ao Bahia Notícias, o artista falou sobre como vem sendo viver do outro lado da história.

 

 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 

Um post compartilhado por Beberes (@_beberes)

 

"Tá sendo estranho (risos), não vou mentir. É algo novo, nunca vivi isso no lado como artista, como intérprete. Eu tô naquela vibe de 'não tô entendendo ainda o que tá acontecendo', mas estou muito feliz", disse.

 

A canção é uma "velha conhecida" do público que já acompanha a carreira de Diggo. O artista, que integrou o grupo Demorô, chegou a apresentar a faixa em 2018 e ao site afirmou que sempre acreditou no potencial da canção. 'Hipnotiza' foi gravada no PagoDiggo e ganhou uma nova versão com Léo Santana e clipe gravado na Saúde, em Salvador.

 

"Ela sempre deu certo, desde a época da minha antiga banda. Ela sempre funcionou e eu falei com Léo, 'pô, vamo participar comigo', mas ele disse que não dava no momento pela correria de agenda. Eu decidi lançar e quando tivesse um tempo gravaria com ele", relata.

 

Segundo Diggo, Léo se impressionou com a força da canção e decidiu arranjar um tempo para conseguir fazer o novo registro. "Ele disse 'Véi, que música é essa, vou dar um jeito e vamos gravar'. Eu estava muito feliz, porque já tinha essa oportunidade de ter Léo na música e deu certo".

 

A parceria com Léo Santana, que foi lançada no dia 28 de janeiro no Spotify e YouTube, rendeu a Diggo mais de 1 milhão de streams na plataforma de música e 1,8 milhão de views no YouTube. A canção também aparece entre as virais das redes sociais, e Diggo conquistou críticos ao redor do país, que vem elogiando o desempenho da faixa.

 

O artista, que em 2026 pretende responder ainda mais pelo nome Diggo como cantor, afirmou que o pós Carnaval será de estruturar a carreira. A composição ficará em segundo plano, ao menos nesse período de foco na carreira como intérprete.

 

"Vai ser um momento de estruturar mais ainda e tentar sair de Salvador, ir em Sergipe, ficar um pouco no Nordeste, dar uma passada no Sul, já fechamos Florianópolis, Porto Alegre, e queremos levar a nossa música para outro lugar", afirmou.

 

Enquanto ainda é folia, dá para sonhar em ver Diggo na avenida. O artista desfila nesta terça-feira (10) com Léo Santana no Pipoco, será atração na Torre Beats no domingo (15), além de se apresentar em camarotes do circuito.

‘Pele Pintada’: Timbalada celebra retorno ao ‘Bloco Timbalada’ e presenteia fãs com nova aposta para folia
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A banda Timbalada está com uma nova aposta para o Carnaval de 2026. Depois da participação na música ‘Acarajé’, lançada por Tomate, o grupo percussivo traz uma música a cara da nação timbaleira, ‘Pele Pintada’.

 

Composta por Danilo, Mandela, Carlinhos Brown, Buja Ferreira e Tata Estrela, a canção já vem sendo apresentada desde o primeiro ensaio da banda no início do ano, e ganhou a adesão do público. 

 

Com a essência da Timbalada, a faixa evidência a percussão, a energia coletiva e faz referências à cultura afro-baiana. “’Pele Pintada’ nasce da nossa vivência, do nosso chão e do contato direto com o público. É uma música que fala de tribo, de coletivo, de alegria e de batucada. Gravar esse clipe no Candyall, com tanta gente querida e sentindo essa energia de perto, foi especial demais. É Timbalada na essência, do jeito que o timbaleiro gosta”,  afirma Buja.

 

Com clipe gravado em casa, no Candyall Guetho Square, o projeto audiovisual contou com roteiro e direção de Fred Soares, e teve como proposta mostrar como a famosa pintura da Timbalada atravessou o tempo e marcou uma geração. A produção conta com participações especiais de Seu Bororó e Carlinhos Brown, além da presença de 300 fãs, e de influenciadores locais, como Leozito Rocha, Aldamen e Rai Ferreira. 

 

‘Pele Pintada’ faz parte do repertório da banda que em 2026 volta a puxar o Bloco Timbalada na sexta-feira (13). Além da festa com a nova música, o grupo celebra no trio os 30 anos da canção ‘Margarida Perfumada’, e promete um show histórico para os fãs.

 

O abadá para desfilar com a Timbalada ainda pode ser encontrado no site Bora Tickets a R$ 500. No sábado (14), o trio desfila com Carlinhos Brown no comando do bloco. 

 

Já a Timbalada tem um Carnaval agitado com apresentações para o folião pipoca e com shows nos camarotes do circuito Dodô (Barra-Ondina).

“Meu repertório hoje é quase o Roberto Carlos”, brinca Robyssão sobre adaptação para pagodão ‘clean’
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As coisas estão mudadas... Restaurante? É Mc. Transporte? É Uber. E para bom entendedor do pagodão/pagofunk, a canção se completa sozinha. Mas nesse meio de mudanças, as músicas de Robyssão também entraram na lista. Porém, não precisa se preocupar nem abandonar o pagofunk +18 de vez, Titio Roby garante que tudo é uma questão de adaptação para o público e o mercado. Essa não foi a pedido delas.

 

Conhecido por se aprofundar em um universo amado por muitos e julgado por outros, Robyssão revelou ao Bahia Notícias como lida com as críticas em relação as suas músicas. Para o cantor, tudo que é dito é filtrado e se transforma em construção de um 'titio' melhor. É a famosa 'Escola da Vida'...

 

“Eu recebo a crítica de uma forma positiva, eu acho que a crítica construtiva, ela sempre nos amadurece. Eu ouço as críticas e filtro aquilo que pode ser bom para mim, pode me fazer crescer.” 

 

 

O artista, que já chegou a ser conhecido como o "Rei da Putaria" no cenário baiano, e se autointitular "Adestrador de Tcheca", revelou ainda que seu repertório passou por algumas mudanças, pensando na aceitação do mercado. 

 

“Por exemplo, eu aprendi, hoje minhas músicas são muito mais limpas. Aprendi que, com o passar do tempo, a gente vai entendendo que tem certas letras que não cabem mais no mercado fonográfico, no cenário, porque terminam ofendendo”, conta Robyssão.

 

Mas o artista defende a classe e cita canções de empoderamento, a exemplo de 'O Poder Está na Tcheca'. Para Robyssão, suas canções nunca foram feitas no intuito de ofender ninguém, e seguem fazendo sucesso nas ruas e com o público. O pagodeiro ainda brincou sobre o fato de ter reformulado o repertório e acredita que sua música tem se aproximado mais do Rei Roberto Carlos, fazendo assim, parte da “monarquia” da música brasileira, ainda que de reinos diferentes.

 

“Apesar de que eu nunca fiz música para ofender, sempre num tom de brincadeira. Mas a vida é um aprendizado, e eu aprendi que tem algumas músicas que não são mais legais, então hoje eu filtrei bastante o meu repertório. Meu repertório hoje é quase o Roberto Carlos”, disse aos risos.

 

Para quem acha que o repertório de Titio Roby é apenas baixaria, o artista já gravou as famosas "love songs". Em 2010, Robyssão, na época do Black Style gravou 'Iasmim', inspirada em 'Without You' de Mariah Carey, e 'Mariana', uma versão de 'Making Love Out of Nothing at All', da banda Air Supply. 

 

Apaixonado por música internacional, o artista já chegou a gravar uma versão da música 'The Scientist', do grupo britânico Coldplay. Em 2023, o artista chegou a prestigiar a banda de Chris Martin no show de São Paulo. Robyssão também é fã de Harry Styles e Dua Lipa.

 

 

CARIOCA DE NASCENÇA, BAIANO DE CORAÇÃO
Na certidão consta município de nascimento: Rio de Janeiro. Mas Robson Elias Adorno Costa, conhecido como Robyssão, e para os mais íntimos, Titio Roby, não abre mão de ser um pouquinho soteropolitano. 

 

Criado entre Pau Miúdo e Cajazeiras, um mundo dentro de Salvador, logo depois dos Alpes Brotenses, o pai do Pagofunk celebra o fato de conseguir se manter em alta após pouco mais de 17 anos desde o surgimento no Black Style.

 

“Eu costumo dizer que fazer sucesso não é tão difícil, o difícil é se manter no sucesso, é extremamente desafiador. Eu fico feliz e muito realizado em saber que um projeto, que eu sonhava e que idealizei há muitos anos, deu certo e até hoje se mantém”, afirma.

 

Para Robyssão, a mistura da família fez com que ele recebesse o título oficial de “baioca” e nutrisse uma paixão especial pelo Carnaval de Salvador, do qual ele está confirmado pela Prefeitura. O artista também está confirmado como atração no bloco As Kuviteiras no sábado de folia no Circuito Osmar (Campo Grande).

 

“Eu me sinto um cara muito privilegiado por ser baiano. Apesar de que, eu nasci no Rio, vim para a Bahia com 10 anos de idade, mas minha família, metade mora aqui, a outra metade mora no Rio de Janeiro. Eu sou um baianoca, baiano e carioca, uma mistura. Fico muito contente, feliz de verdade. É um sonho realizado, estar mais uma vez no Carnaval de Salvador.”

 

O artista ainda garantiu ao BN que em 2026 terá bons frutos para o público: “Esse vai ser um carnaval incrível. Muitos projetos do Robyssão para 2026, vai ter audiovisual e músicas inéditas”.

Esposa de Henrique, da dupla com Juliano, é solta após pagamento de fiança nos EUA
Foto: Instagram

A esposa do sertanejo Henrique, da dupla com Juliano, Amanda Vasconcelos, está em liberdade após ter sido detida nos Estados Unidos.

 

De acordo com o portal LeoDias, a influenciadora digital deixou a custódia das autoridades americanas na terça-feira (3), após o pagamento de uma espécie de fiança prevista na legislação dos EUA que funciona como um seguro financeiro.

 

O valor só pode ser pago se o réu garantir que irá cumprir a obrigação de comparecer a todos os atos judiciais.

 

Toda situação envolvendo Amanda aconteceu na segunda-feira (2), após a empresária ter ignorado ordens de parada da polícia, mesmo com luzes e sirenes acionadas. A assessoria do artista não se pronunciou sobre o caso.

Esposa de Henrique, da dupla com Juliano, é presa nos Estados Unidos; saiba mais
Foto: Instagram

A empresária Amanda Vasconcelos Tavares Reis, de 28 anos, esposa do cantor Henrique, da dupla com Juliano, foi presa em Orlando, nos Estados Unidos, na última segunda-feira (2).

 

A jovem foi detida por dirigir com a carteira de habilitação vencida. De acordo com informações, do g1, não há registros públicos que confirmam se houve pagamento de fiança ou se a Justiça da Flórida liberou Amanda.

 

O registro oficial do Gabinete do Xerife do Condado de Orange (Orange County Sheriff’s Office), indica que a brasileira enfrenta duas acusações criminais e o motivo principal da prisão é a fuga de uma abordagem policial.

 

 

Segundo o relatório da polícia, o crime cometido pela esposa do cantor é considerado grave, uma felonia de terceiro grau, por ter ignorado uma ordem de parada.

 

Até o momento, a assessoria do cantor não se pronunciou sobre o ocorrido.

VÍDEO: Lincoln Senna e músico surpreendem ao compartilhar história de bastidor envolvendo Marcelo Sangalo
Foto: Instagram

O cantor Lincoln Senna relembrou um momento especial vivido com Marcelo Sangalo, filho de Ivete e Daniel Cady. Em entrevista ao podcast baiano 'Almanaque Preto', de Raoni Oliveira, Matheus Araújo e Tiago Banha, o vocalista do Parangolé falou sobre o apoio dado pelo primogênito da cantora durante o período em que ele ficou doente.

 

Na época, Lincoln se afastou dos trios no último dia de Carnaval após ter sido diagnosticado com pneumomediastino. O artista contou que recebeu uma mensagem surpreendente de Marcelo. Segundo o pagodeiro, eles nunca foram próximos, mas o filho de Ivete fez questão de colocar ele para cima após o susto.

 

 

"Ele mandou uma mensagem pra mim, irmão. 'Nós não nos conhecemos ainda pessoalmente, como é que você tá, desejo melhoras. No direct. E toda vez que você ficar triste ou qualquer coisa, como o que você teve, lembre de que você é o cara que fez isso aqui' e me mandou o vídeo de Locomotiva", contou.

 

Lincoln fez questão de exaltar a criação de Marcelo. "Quem homem é esse que eles estão formando, velho. Com essa visão", disse.

 

Na postagem, outro artista baiano compartilhou uma experiência com Marcelo. O músico Cara de Cobra, percussionista que já atuou com a Timbalada, Carlinhos Brown e Ivete Sangalo, contou que Marcelo o convidou para uma apresentação no colégio e fez questão de dividir o lanche com ele.

 

"Marcelinho é um menino muito gente boa. Eu sei porque ele me convidou para tocar com ele no festival da escola dele. Chegou lá ele dividiu a merenda dele comigo e eu não acreditei que ele fez isso."

 

 

O jurado do projeto 'Timbrown', da TV Bahia, disse que Ivete chegou a perguntar a ele como ele teria ido parar na escola de Marcelinho. 

 

"A mãe dele ligou para mim e me perguntou como eu estava lá com ele e eu falei 'estou aqui sem acreditar, ele fez questão de dividir a merenda dele comigo, a atitude dele foi um ser humano incrível'. Ele é diferente, eu amo esse menino."
 

"Hoje eu sou uma pessoa melhor porque o Olodum me ensinou isso", afirma Narcizinho
Foto: Bianca Andrade/ Bahia Notícias

Ter a vida mudada pela música parece uma frase clichê, daquelas ditas pelos mais sonhadores, que imaginam um futuro através da arte e acreditam na transformação através da cultura. 

 

Mas é exatamente dessa forma que Narcizinho descreve a sua relação com o Olodum. O músico, que voltou a fazer parte da banda em 2024, após três anos fora do grupo percussivo, se emocionou ao falar sobre o significado do Olodum para a própria vida.

 

Em entrevista ao Bahia Notícias nos bastidores da Benção do Olodum, Narcizinho relembrou a trajetória dele na banda.

 

Natural do subúrbio de Salvador, o artista contou que sempre admirou o grupo percussivo e acreditava que um dia faria parte da banda, indo contra a opinião de muitas pessoas que o cercavam.

 

"Quando eu não era cantor do Olodum, eu sempre via nas rádios. E eu saía de onde eu morava, que eu morava no Uruguai, e saia andando direto para o Pelourinho, e eu sempre dizia: 'Um dia ainda você ainda vai cantar nesse bloco, um dia você vai ser cantor dessa banda'. Muitas pessoas não acreditaram nisso, mas eu acreditei", relembrou.

 

 

O artista entrou para o Olodum em 2009 e foi o responsável por dar voz a um dos maiores sucessos da banda na era 2010, 'Várias Queixas', uma composição dele ao lado de Afro Jhow e Germano Meneghel, que em 2018 foi regravada pelo trio Gilsons.

 

Para Narcizinho, a história dele com o Olodum é a prova de como a arte transforma vidas. "O Olodum transformou a minha vida. O Olodum me deu uma oportunidade, e tá me dando oportunidade não só naquela época, mas como agora. Transformou a minha vida, a vida da minha família. Hoje eu sou uma pessoa melhor porque o Olodum me ensinou isso", pontuou.

 

Através da banda, o artista deixou o lado compositor aflorar ainda mais. E da fonte que o trio Gilsons bebeu em 2018, por exemplo, os filhos e netos de Gilberto Gil voltaram a beber, anunciando uma parceria com Narcizinho: a canção 'Bem me Quer', que integra o novo álbum do trio.

 

Foto: André Carvalho/ BN Hall

 

A potência do de Narcizinho foi reconhecida e exaltada por Fran Gil, parceiro do cantor no novo álbum dos Gilsons.

 

"'Bem Me Quer' abraça a nossa história, abraça a nossa sonoridade, a construção, ao mesmo tempo que tem o lugar de ser um agradecimento. Essa coisa de trazer o Narcizinho, a referência do Olodum, da canção deles, tudo isso é um abraço à nossa história", afirmou o filho de Preta Gil ao comentar a nova parceria.

 

Em 2021, Narcizinho surpreendeu o público ao anunciar a saída da banda para se dedicar à carreira como artista gospel. Apesar de ter deixado o grupo naquele período, o cantor sempre fez questão de mostrar o impacto que o Olodum teve na vida e na carreira, levando o estilo inconfundível do grupo percussivo para a temporada solo.

 

Para o artista, o Olodum segue cumprindo o propósito de sua fundação em 1979: ser um movimento cultural de valorização da cultura afro-brasileira e uma resistência. 

 

"O Olodum é uma escola. Não é só cantar, não é só tocar, mas ensina a pessoa a ser cidadão, respeitar as pessoas, respeitar as mulheres. É esse o Olodum que nós gostamos, esse é o Olodum que traz para o cidadão, para nós, a verdade, para o mundo."

 

Foto: Bianca Andrade/ Bahia Notícias

 

O sentimento de ser uma escola da música e da cultura de forma geral, da Bahia para o mundo não é apenas de quem está dentro da banda, como Narcizinho. O Bahia Notícias acompanhou a Benção do Olodum na terça-feira, 22 de janeiro, e teve a oportunidade de conversar com artistas que prestigiaram o grupo percussivo naquela data.

 

Ao Bahia Notícias, José Gil, integrante dos Gilsons, frisou que, para ele, o significado do Olodum era "fundamento". Já a cantora Liniker pontuou que o grupo conseguia traduzir a Bahia com a riqueza dos ritmos, enquanto o baiano Felipe Velozo trouxe novamente o conceito de escola, afirmando que a banda o ensinou sobre música e cultura.

 

OLODUM NO VERÃO
Para acompanhar não só Narcizinho, como o grupo Olodum inteiro no verão de Salvador, o Bahia Notícias montou um mini guia para você não se perder na festa.

 

Antes do Carnaval chegar, o grupo ainda tem outros encontros com o público, sendo dois deles na Benção do Olodum, que acontece sempre às terças, sendo as próximas no dia 27 de janeiro e no dia 3 de fevereiro.

 

Já com o conceito bloco, a banda faz o Ensaio do Bloco Olodum no domingo. O próximo encontro acontece no dia 1º de fevereiro, no Pelourinho, na Praça das Artes Mestre Neguinho do Samba, que leva o nome em homenagem a um dos mentores do grupo, responsável pela criação do samba-reggae.

 

E o Olodum não sai do Pelô? Se depender da banda, o Centro Histórico de Salvador será a casa do grupo para sempre.

 

"Todos os anos a gente insiste na nossa comunidade, que é o Maciel, no Pelourinho. Recebemos propostas pra ir pra outros lugares, pra sair, mas ali é nosso gueto, é o nosso local. Ali é onde nosso povo se sente bem, acolhido", contou Lucas Di Fiori ao BN.

 

Foto: Instagram

 

A banda, que no início do ano fez o retorno para as festas populares com a participação na Lavagem do Bonfim, ainda não anunciou apresentação para o dia 2 de fevereiro, data em que se é celebrado o Dia de Iemanjá.

 

No Carnaval, a banda, que leva para a avenida o tema 'Máscaras Africanas - Magia e Beleza', já está com o Bloco Olodum confirmado para desfilar no domingo de Carnaval no circuito Dodô (Barra-Ondina), e a Pipoca do Olodum, tradicional no circuito Osmar (Campo Grande).

 

O grupo também tem apresentações confirmadas em camarotes, como o show no Camarote Salvador na quinta-feira (12), no Camarote Ondina no domingo (15), e no Planeta Band na segunda (16).

Bruna Marquezine curte Ensaio da Timbalada em Salvador após tarde ao lado de Marcelo Sangalo 
Foto: Lucas Leawry

De férias em Salvador, Bruna Marquezine iniciou a temporada na capital com o pé direito, com direito a prévia do Carnaval nos Ensaios da Timbalada no último domingo (18). 

 

A atriz chamou a atenção do público e foi exaltada no palco por Denny Denan e Buja Ferreira. Bruna acompanhou a apresentação na famosa escadinha que dá acesso ao camarim das estrelas da Timbalada, e foi recepcionada por Carlinhos Brown no novo 'Camarote Brown Exclusive', um espaço anexo ao camarim dos artistas.

 

Horas antes do show, Marquezine curtiu o domingo ao lado de Marcelo Sangalo e Luana Quaglia, produtora e amiga de Shawn Mendes, que foi responsável pela ponte entre o cantor canadense e Ivete Sangalo em 2025, quando Shawn passou um período na capital baiana.

 

Nas redes sociais, o público chegou a brincar com a situação, afirmando que Marcelinho estava recebendo a "cunhada", já que é especulado um relacionamento sério entre Bruna e Shawn, e em entrevista, Marcelo disse considerar o canadense como um irmão.

 

 

Bruna está em Salvador desde sexta-feira (16), e chegou a estar presente no aniversário de Dito Espinheira, produtor de Ivete Sangalo. Ainda não foi informado até quando a atriz fica em Salvador.

 

Vale lembrar que Bruna é quase uma figurinha carimbada na folia baiana. Nos anos anteriores, a artista esteve presente no Bloco da Anitta e em alguns camarotes do circuito Dodô (Barra-Ondina), e chegou a protagonizar a icônica cena do retorno para o hotel em um mototáxi.

Rafinha RSQ explica motivo para investir em carreira como cantor após produzir sucessos para Anitta, Léo Santana e outros
Foto:

O ano de 2026 marca uma virada de chave para Rafinha RSQ, que decide entrar de vez na carreira musical com o próprio nome. O produtor musical e compositor de hits da música brasileira resolveu dar voz ao garoto de 8 anos que se iniciou na música por meio de uma banda e que nunca deixou de sonhar com o próprio caminho.

 

Em entrevista ao Bahia Notícias, o produtor e compositor falou sobre o seu lado cantor com o projeto ‘Resenha do Rafinha’, que terá a primeira edição de 2026 na segunda-feira (12), no WET Salvador.

 

Para o artista, estar na música sempre foi um sonho, e os caminhos se mostraram outros para ele que não fosse o holofote em primeiro lugar, mas esta foi a forma que ele encontrou de conseguir se firmar para dar voz ao desejo latente de cantar.

 

“Eu sempre sonhei com isso desde molequinho, só que eu pensava em me estruturar. Eu falava assim, vou passar dez anos produzindo e compondo para todo mundo, criar uma fanbase bacana, da galera que curte meu som, minha vibe, e depois disso, que eu me sentir confortável, eu vou fazer meu lado artístico e me produzir como artista. E o momento chegou agora, depois de 12, 13 anos trabalhando para todo mundo”, conta.

 

Cidadão soteropolitano reconhecido pela Câmara de Salvador, o campista, nascido em Campo dos Goytacazes, no Rio, explicou que, apesar de ser fluminense, tem uma forte conexão com a música baiana, que o moldou desde muito jovem. Desta forma, Rafinha se enxerga como um artista misto, que gosta de misturar o pagodão com o pagodinho.

 

 

“Eu vim para Salvador e moro aqui há 15 anos. Só que eu sou do mundo. Eu já rodei países, o Brasil todo com o Léo na época do Parangolé. Fui pegando a cultura um pouco de cada coisa, mas minha vibe é totalmente Salvador. É totalmente baiano, meu trabalho é essa mistura do pagodinho com o pagodão.”

 

O artista conta que o samba surgiu na vida dele através do avô e o pagode baiano veio quando ele decidiu que iria se dedicar a música de forma profissional: “Ele fazia parte dos pagodes de Xerém, com Zeca Pagodinho, meus tios cresceram nesse meio e eu cresci com o samba no coração. Só que depois que conheci o pagodão, meu coração ficou dividido e eu falei, velho, preciso juntar essas duas coisas”.

 

E o trabalho de Rafinha como cantor é apresentado ao público através do ‘Resenha do Rafinha’, que surgiu como uma brincadeira e foi crescendo, se transformando na primeira label. 

 

“A Resenha do Rafinha surgiu literalmente da ideia de querer resenhar com meus amigos, eu queria fazer uma parada aleatória que eu pudesse ter para minha vida inteira, onde eu pudesse chamar convidados, amigos, e é uma parada de viver momentos que eu curta com quem eu gosto, independente da questão comercial.”

 

Ao ser questionado se o trabalho como produtor e compositor ajudou ele a entender a cena e a se colocar como artista, Rafinha afirmou que foi um fato determinante para ele decidir qual caminho seguir.

 

“Eu ser produtor acho que ajuda 100% no meu conceito musical. Ter trabalhado com grandes artistas me ajudou muito nessa fase, porque eu vivi muito nos bastidores e consegui entender o que eu quero fazer, o que posso evitar porque pode dar errado. Mas sei que a minha história não vai ser a mesma que a dele, mas isso ajuda demais. Eu não posso ser hipócrita e dizer que não facilita, mas ainda tem um caminho a seguir.”

 

Para 2026, Rafinha garante que, apesar de investir na carreira como artista, não deixará seu lado produtor e compositor de lado. “Não vou parar de produzir, não vou parar de escrever para artistas. Eu continuo fazendo isso, mas dei uma pausa para focar em mim um pouco. E vou seguir, tentando conciliar isso até quando Deus permitir”.

 

O cantor, produtor e compositor afirma ainda que seus planos, apesar de serem ambiciosos, não são impossíveis de se conquistar. “Eu não tô preocupado em ter que fazer sucesso, eu quero estar feliz e fazer quem escutar minha música feliz. Quero que as pessoas sintam boas vibrações. Independente do sucesso”.

Simone Mendes é a baiana melhor colocada entre artistas com músicas mais tocadas no Brasil em 2025
Foto: Divulgação

Simone Mendes, natural da cidade de Uibaí, no sertão da Bahia, foi a artista baiana melhor colocada na lista de músicas mais tocadas no Brasil em 2025.

 

A entidade Pro-Música, que representa as principais gravadoras e produtoras fonográficas do Brasil, divulgou um ranking com as 50 músicas mais tocadas no país ao longo do ano, e surpreendeu por 94% das músicas serem nacionais.

 

A baiana Simone Mendes aparece em primeiro pela parceria feita com o Grupo Menos é Mais na canção 'P do Pecado'. Fora do feat., a artista ainda aparece outras três vezes, em 11º lugar com 'Saudade Burra' com Lauana Prado, 23º lugar com 'Saudade Proibida', e 32º com 'Me Ama ou Me Larga'.

 

A lista conta ainda com outro baiano que estourou em 2025, J. Eskine. O artista aparece no ranking em 15º lugar com 'Mãe Solteira' em parceria com Mc G15, Dg E Batidão Stronda e Mc Davi. E em 20º com 'Resenha do Arrocha', hit do Carnaval do ano passado em parceria com Alef Donk.

 

Após sete anos consecutivos com uma música sertaneja liderando o ranking anual, o pagode conseguiu desbancar o gênero, mas não se fez maioria ao longo da lista.

 

O Grupo Menos é Mais e a dupla Henrique & Juliano são os artistas com maior presença no ranking das 50 músicas mais tocadas no Brasil em 2025, com cinco faixas cada. Em terceiro lugar, aparece Simone Mendes, que além de ser a baiana melhor colocada, também é a mulher com uma melhor pontuação no ranking.

 

Das 50 músicas mais tocadas no país, 47 (94%) são brasileiras, e apenas 3 (6%) são internacionais: Die With A Smile, de Lady Gaga & Bruno Mars (14º); Ordinary, de Alex Warren (47º); e Lose Control, de Teddy Swims (48º).

 

  1. P Do Pecado (Ao Vivo) – Grupo Menos É Mais, Simone Mendes
  2. Tubarões (Ao Vivo) – Diego & Victor Hugo
  3. Coração Partido (Corazón Partío) (Ao Vivo) – Grupo Menos É Mais
  4. Apaga Apaga Apaga (Ao Vivo) – Danilo & Davi
  5. Última Saudade (Ao Vivo) – Henrique & Juliano
  6. Fui Mlk (Feat. Famouskyo) – Nilo, Dj Di Marques & Mc Paiva Zs
  7. Famosinha – Dj Caio Vieira, Mc Meno K, Mc Rodrigo Do Cn
  8. Oh Garota Eu Quero Você Só Pra Mim (Feat. Dj Lc Da Roça, Mc K9, Mc Rodrigo Do Cn & Mc Pl Alves) – Oruam, Zé Felipe, Mc Tuto
  9. Ilusão De Ótica (Ao Vivo) – Matheus & Kauan, Ana Castela
  10. Cópia Proibida – Léo Foguete
  11. Saudade Burra (Ao Vivo) – Lauana Prado & Simone Mendes
  12. Posso Até Não Te Dar Flores (Feat. Dj Davi Dogdog) – Dj Japa Nk, Mc Meno K, Mc Ryan Sp, Mc Jacaré
  13. Ama Um Maloqueiro – Rafa & Junior, Hugo & Guilherme, Dj Ari Sl
  14. Die With A Smile – Lady Gaga & Bruno Mars
  15. Mãe Solteira (Feat. Mc G15) – Dg E Batidão Stronda, Mc Davi, J. Eskine
  16. Seja Ex (Ao Vivo) – Henrique & Juliano
  17. Baqueado (Ao Vivo) – Panda, Ícaro & Gilmar
  18. Entregador De Flor (Ao Vivo) – Diego & Victor Hugo
  19. Amigo Da Minha Saudade (Ao Vivo) – Henrique & Juliano
  20. Resenha Do Arrocha – J. Eskine, Alef Donk
  21. Saudade De Quem Eu Sou (Ao Vivo) – Henrique & Juliano
  22. Apaguei Pra Todos (Ao Vivo) – Ferrugem & Sorriso Maroto
  23. Saudade Proibida (Ao Vivo) – Simone Mendes
  24. Eu Me Apaixonei – Vitinho Imperador
  25. Eu Vou Na Sua Casa – Felipe Amorim, Malibu, Vitão, Bin
  26. Última Noite – Léo Foguete
  27. Pela Última Vez (Ao Vivo) – Grupo Menos É Mais, Nattan
  28. Barbie – Mc Tuto & Dj Glenner
  29. Cantada Boba (Ao Vivo) – Jorge & Mateus
  30. Pilantra E Meio (Ao Vivo) – Eric Land & Natanzinho Lima
  31. Opa Cadê Eu (Ao Vivo) – Clayton & Romário
  32. Me Ama Ou Me Larga (Ao Vivo) – Simone Mendes
  33. Sequência Feiticeira (Feat. Mc Nito) – Pedro Sampaio, Mc Gw, Mc Jhey, Mc Rodrigo Do Cn
  34. Gosta De Rua (Ao Vivo) – Felipe & Rodrigo
  35. Última Noite – Nattan & Léo Foguete
  36. Mtg Na Imaginação – Dj Topo & Mc Livinho
  37. Escondendo O Ouro (Ao Vivo) – Zé Neto & Cristiano
  38. Bebe E Vem Me Procurar / Quem Ama Sente Saudade (Ao Vivo) – Turma Do Pagode & Grupo Menos É Mais
  39. Veneno (Ao Vivo) – Murilo Huff, Zé Neto & Cristiano
  40. Tu Es + Águas Purificadoras (Ao Vivo) – Fhop Music, Débora Rabelo & Hamilton Rabelo
  41. 12 Horas / Pra Você Acreditar (Ao Vivo) – Panda, Humberto & Ronaldo, Ícaro & Gilmar
  42. Aquele Lugar (Ao Vivo) – Grupo Menos É Mais
  43. Romântico (Ao Vivo) – Henrique & Juliano
  44. Mentira Estampada – Wesley Safadão & Natanzinho Lima
  45. Sei Que Tu Me Odeia – Anitta, Mc Danny, Hitmaker
  46. Descer Pra Bc – Brenno & Matheus, Dj Ari Sl
  47. Ordinary – Alex Warren
  48. Lose Control – Teddy Swims
  49. Arruma Um Bão – Israel & Rodolffo
  50. Malvadinho – Mc Luuky & Dj Jb Mix
Psirico aposta em parceria com funkeiro do Rio de Janeiro para música do Carnaval; confira
Foto: João Costa/ Swell Filmes

A banda Psirico, liderada por Márcio Victor, anunciou a faixa ‘Semáforo’ em colaboração com MC GW, com a grande aposta do grupo para o Carnaval de 2026.

 

A canção faz parte do projeto Molho Lambão, gravado em 2025, e já ganhou um clipe com direito a coreografia. O video foi disponibilizada junto ao audiovisual Lambão Weekend, gravado em formato de reality, algo inédito no pagode.

 

Para o artista, ‘Semáforo’ se destaca pela mistura direta entre o pagodão baiano e o funk, conectando Salvador e Rio. De acordo com Márcio Victor, a canção foi pensada para a temporada.

 

Para divulgar a faixa, o artista percorreu as ruas da Barra na última segunda (5), um dos principais pontos turísticos da capital e ponto de partida do Circuito Dodô.

 

“Eu confesso… tô arrepiado de verdade. Ver meus fãs levantando campanha, pedindo, marcando, acreditando que Semáforo é a música do Carnaval 2026 é coisa que não se explica… Arrepia! Semáforo é verão. É pagodão de verdade. É meu povo de Itapuã. É calor, é verdade, é a rua falando alto! Tudo foi feito com muito carinho pra vocês, que fazem o PSI ser o que é.“

 

Vale lembrar que esta não é a primeira vez que o cantor investe em uma parceria para a temporada. Em 2025, o cantor apostou na faixa ‘Molen Molen’, que, para o público, reuniu os principais nomes do pagode baiano das antigas em uma faixa que resgatava a essência do gênero.

Lazinho é afastado do Olodum às vésperas dos ensaios de verão; banda mantém agenda
Foto: YouTube

O cantor Lazinho, do Olodum, foi afastado das funções como vocalista da banda durante o Verão de 2026 por uma recomendação médica.

 

A banda, que está escalada para se apresentar no penúltimo dia do Festival Virada Salvador, e já anunciou datas da tradicional Terça da Benção, ensaio do grupo percussivo, divulgou um comunicado nesta segunda (29), informando a situação do artista.

 

"O cantor Lazinho está afastado temporariamente das atividades do Olodum durante o Verão 2026, por orientação médica. A decisão foi tomada como medida de cuidado com a saúde do artista."

 

 

Sem detalhar o quadro que o afastou, a banda garantiu que os shows do Olodum serão mantidos, e que Lazinho retornará às funções assim que houver a liberação médica.

 

"O afastamento tem caráter temporário e não altera os planos do grupo. O Olodum lamenta a ausência do cantor neste período e reafirma o apoio ao artista", pontuaram.

 

Nos comentários das postagens, artistas como Lucas Di Fiori e Russo Passapusso desejaram melhoras ao veterano. "Melhoras meu mestre! Temos muito pela frente! Força!", escreveu o líder do BaianaSystem.

Rafinha RSQ faz alerta sobre velocidade das redes sociais e deixa dica para nova geração: “Pensar em constância”
Foto: Luiza Barbosa/ Bahia Notícias

O que parecia ser uma impressão, já foi comprovado por estudos. As músicas lançadas nos últimos anos estão mais curtas. E o tempo de uma canção, isto é, a minutagem dela, liga um alerta para quem produz na área.

 

Em julho deste ano, o Bahia Notícias divulgou um estudo da Universidade da Califórnia, que apontou que a tendência é que as canções continuem a ter o tempo reduzido. Cinco meses depois, o cenário continua o mesmo e a preocupação passa a ser encontrar uma forma de se destacar e se eternizar em um cenário tão passageiro.

 

Ao Bahia Notícias, o produtor musical e compositor Rafinha RSQ, falou sobre as interferências que as novas tecnologias trouxeram para as músicas, tanto do lado bom quanto do lado ruim.

 

Para o músico, o assunto é delicado e requer cuidado, especialmente por parte da nova geração, que consome e vive no mundo onde tudo acontece mais rápido, desde a ascensão até a queda. Rafinha cita, por exemplo, como a internet conseguiu dar possibilidades a talentos que antes não conseguiam chegar ao estrelato, pelo fato não ter contatos para entrar no mercado musical.

 

 

“Esse é um assunto bem delicado, porque a internet, ao mesmo tempo que ela ajuda a gente, ela acaba atrapalhando também. Hoje as músicas estão muito rápidas, e isso por conta do autoplay para mim. Muita gente fica repetindo a música o tempo todo, aparece toda hora também na tela das pessoas, e a pessoa acaba enjoando. Então a música tem uma vida útil rápida, acaba indo embora com muita facilidade. E aí para mim os benefícios, porque realmente eu acho que a internet deu voz a quem não tinha, muitas pessoas que antes dependiam de um mega empresário, de uma grande gravadora, ou de uma TV, de uma rádio para acontecer. Eu acho que a internet, hoje, deu voz a esses artistas que acho muito incrível isso. Acaba que populariza pessoas que antes ficavam na sua casa fazendo música mais alternativa, ou então para pessoas que eram muito de bolha, que curtiam um certo tipo de som. Hoje eu acho que ela possibilitou muito mais pessoas escutarem.”

 

Do outro lado, o produtor pontua como é fácil ser esquecido em um mundo onde o conteúdo chega e vai embora rápido demais. Caso a carreira não seja constante, o talento pode dar “oi” e “tchau” na mesma velocidade, a 2x.

 

“Atrapalha sim porque a música vai embora mais rápido, porém, também muitas pessoas chegam de uma forma que antes não teria essa possibilidade entendeu? E aí é um outro trabalho além dessa questão da música mais rápido, é você estudar como fazer para continuar ali em evidência.”

 

Ao ser questionado sobre a superprodução de conteúdos para tentar estar em evidência, Rafinha afirmou ter medo da forma como tudo vem sendo feito atualmente. Para o produtor musical, a vontade de estourar nas redes sociais e viralizar é tanta, que não se é pensado em um conteúdo de qualidade e sim, muitas vezes, na quantidade, para conseguir estar em alta.

 

“Eu acho assim, até um assunto polêmico, mas preciso ser realista porque sou verdadeiro, 100%. Eu acho que as pessoas hoje estão muito, muito mais preocupadas em relação a acontecer no momento, a estourar uma música no momento e sem pensar em constância de carreira, sem pensar o que eu preciso fazer para a minha fábrica realmente ficar de pé, o que eu preciso fazer para a minha empresa se manter daqui a dois anos, a três anos, e não só ficar pensando na seguinte situação, preciso do hit, preciso acontecer, preciso viralizar, então tudo hoje é por viralizar. Aí fazem conteúdos apelativos para viralizar a música o tempo todo e acaba que fica uma parada que não é sadia para música e vai ter uma hora que isso vai cair, não vai conseguir ter a constância.”

 

Rafinha ainda deixou um alerta para a nova geração, o mesmo conselho já dado por um colaborador antigo do produtor musical, Jorge Vercillo, em entrevista ao Bahia Notícias: pense na qualidade. 

 

“As pessoas não se preocupam com isso e aí acontece, pode ter um pico de acontecimento naquele momento, mas depois acabam se perdendo porque não tem uma base. E essa base, para mim, acho que ela é essencial e é o que mais falta na nova geração. Eu acho que esse cuidado que falta um pouco.”

Produtor de sucessos, Rafinha RSQ fala sobre mercado musical no verão: “Todo artista quer acontecer”
Foto: Reprodução/ Instagram

Desde que o mundo é mundo e a música faz parte dele, existe um som para a temporada. Para quem vive no interior, por exemplo, o período junino tem som de fogo crepitando, nos mais agitados, alguma bomba de mil. Já na primavera, é comum ouvir os pássaros com mais frequência, quase como se fosse num desenho da Disney.

 

Mas, desde que o mundo é mundo e o Carnaval de Salvador passou a existir, a trilha do verão na capital baiana não tem som de ambiente e sim a MÚSICA DO VERÃO. O conceito, que existe com força em todo o país, tem uma proporção ainda maior na cidade onde se é realizado o maior Carnaval de rua do mundo. Afinal, a música do verão precisa estar, não só na ponta da língua, mas também, na ponta do pé, se o intuito é conquistar o público.

 

E, nos últimos anos, o debate sobre a música do verão e a música do Carnaval se tornou ainda mais intenso com a “guerra” entre a popularidade nas ruas e a popularidade nos charts de streaming. Mais uma vez, o Bahia Notícias foi atrás de quem entende para entender o fazer musical na estação mais desejada e também mais disputada do ano.

 

Produtor musical e compositor, mente pensante por trás de canções como ‘Santinha’, de Léo Santana, ‘Loka’, de Simone e Simaria com Anitta, ‘Poc Poc’, de Pedro Sampaio e mais uma série de hits, sucessos no verão e em outras temporadas do ano, o carioca, e também cidadão soteropolitano, Rafinha RSQ, conversou com o site sobre o processo de produção musical, e deu a própria visão sobre o mercado.

 

Para o artista, o pagodão ainda tem a força popular durante o período do Carnaval, apesar das pontuações (válidas) da velha guarda, porém, a cada ano que passa, fica ainda mais difícil conseguir definir qual será a trilha dos 4 km do Circuito Osmar (Campo Grande), ou 4,5 km no Dodô (Barra-Ondina), sem contar os carnavais de bairro.

 

“O que eu tenho percebido é que o pagodão vem passando ainda preconceitos e barreiras na rede social, na estrada e na rua também, por questões de linguagem, mas que vem furando muita bolha também porque tem muito jovem que gosta de ouvir, sim, a putaria. Muitas pessoas são contra, muitas pessoas são a favor, mas ouvem também. Então eu tô vendo que ultimamente tá mais aleatório em relação à música de verão, as coisas acabam acontecendo de uma forma natural.” Clique aqui e leia a entrevista completa

Curtas do Poder

Ilustração de uma cobra verde vestindo um elegante terno azul, gravata escura e língua para fora
A vida do Cavalo do Cão anda tão boa que ele tá com tempo até pra falar de cavalo. Haja metalinguagem! E enquanto o Mauricinho da Terceira Idade emociona, o sentimento do Cacique foi de raiva com a última bola nas costas. Eu sei que quem tem boca vai a Roma, mas tem que ter cuidado pra não morder a língua. E todos já se preparam para a maratona dos próximos meses. Eu não sei quem tá "melhor": Rosemberg Oil, Regis Redondo ou o pobre do cavalo. Saiba mais!

Pérolas do Dia

Charles Fernandes

Charles Fernandes
Foto: Reprodução / Agência Brasil

"Não foi a melhor estratégia, em breve tudo restará esclarecido". 

 

Disse o deputado federal Charles Fernandes (PSD) ao rebater nesta quinta-feira (22), os desdobramentos da ação judicial envolvendo emendas parlamentares originalmente destinadas pelo ex-deputado federal Otto Alencar Filho, atual conselheiro do Tribunal de Contas do Estado da Bahia (TCE-BA) no Superior Tribunal de Justiça (STJ).

Podcast

Deputado Robinson Almeida é o entrevistado do Projeto Prisma desta semana

Deputado Robinson Almeida é o entrevistado do Projeto Prisma desta semana
Foto: Projeto Prisma
O deputado estadual Robinson Almeida (PT) é o entrevistado do Projeto Prisma desta segunda-feira (25). O podcast é transmitido ao vivo a partir das 16h no YouTube do Bahia Notícias.

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