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O diretório estadual do PDT realizou, na noite desta segunda-feira (17), um encontro entre candidatos da legenda a deputado estadual e federal e os postulantes ao Senado da base do governador Jerônimo Rodrigues (PT), Jaques Wagner (PT) e Rui Costa (PT). A reunião ocorreu no Classic Bahia Hotel, no bairro da Pituba, em Salvador.
Segundo o partido, cerca de 90 integrantes participaram do encontro, que teve como objetivo promover a aproximação entre os candidatos pedetistas e a chapa majoritária. Durante a reunião, Wagner e Rui falaram sobre a trajetória política e os desafios da campanha eleitoral, além de defenderem a unidade entre os partidos aliados.
O evento foi conduzido pelo presidente estadual do PDT e candidato à reeleição para a Câmara dos Deputados, Félix Mendonça Júnior, e pelo presidente do partido em Salvador e candidato a deputado estadual, Luciano Pinheiro.
Também participaram os prefeitos de Euclides da Cunha, Heldinho Macedo (PDT), e de Pedrão, Marcílio Menezes (MDB), o secretário estadual de Ciência, Tecnologia e Inovação, Edson Porto, além de dirigentes partidários e representantes de movimentos ligados à legenda.
Durante o encontro, Félix Mendonça Júnior anunciou que o PDT pretende realizar uma nova reunião nos próximos dias para elaborar uma carta com propostas e prioridades da sigla. O documento deverá ser entregue ao governador Jerônimo Rodrigues e aos candidatos ao Senado apoiados pelo partido.
Segundo Félix, a iniciativa busca ampliar a integração entre os candidatos proporcionais do PDT e a chapa majoritária. “Agora vamos construir, de forma coletiva, uma carta com propostas e prioridades do PDT para entregar ao governador e aos nossos candidatos ao Senado”, afirmou.
Idealizador da reunião, Luciano Pinheiro defendeu a unificação do discurso entre os candidatos do partido e os integrantes da chapa apoiada pela legenda. Ele afirmou que a estratégia é reforçar, durante a campanha, a vinculação do PDT ao grupo político liderado pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT).
Jaques Wagner, por sua vez, destacou o desempenho eleitoral de Lula na Bahia e afirmou que o grupo pretende ampliar a votação do presidente no estado. Rui Costa avaliou que o PDT tem possibilidade de ampliar sua representação na Assembleia Legislativa da Bahia e citou ações realizadas pelos governos petistas no estado, especialmente nas áreas de infraestrutura, educação e saúde.
Na parte final do encontro, candidatos do partido também fizeram uso da palavra e defenderam uma atuação conjunta entre os postulantes aos cargos proporcionais e os integrantes da chapa majoritária. A direção do PDT informou que um novo encontro deverá ser realizado para consolidar as propostas que farão parte do documento.
O PDT da Bahia promove nesta segunda-feira (17) um encontro para alinhar sua campanha com os candidatos ao Senado da chapa do governador Jerônimo Rodrigues (PT). A reunião vai juntar os postulantes do partido a deputado estadual e federal com os senadores da chapa majoritária, Jaques Wagner (PT) e o ex-ministro da Casa Civil Rui Costa (PT), às 18h, no Classic Bahia Hotel, na orla da Pituba, em Salvador.
O encontro foi definido na reunião do conselho político da base governista, na última sexta-feira (14), que reuniu o governador, os candidatos ao Senado e presidentes dos partidos aliados. Na ocasião, o PDT foi representado pelo presidente da legenda em Salvador e candidato a deputado estadual, Luciano Pinheiro.
Segundo o presidente estadual do PDT, deputado federal Félix Mendonça Júnior, a ideia é aproximar os candidatos ao Senado dos cerca de 90 postulantes do partido à Câmara e à Assembleia. "O objetivo é alinhar estratégias, fortalecer a campanha conjunta e afinar os ponteiros neste início oficial da disputa eleitoral", afirmou.
Luciano Pinheiro destacou que a reunião será uma chance de aproximar os candidatos do PDT das principais lideranças da chapa majoritária. "Muitos dos nossos candidatos ainda não tiveram a oportunidade de conversar pessoalmente com Rui Costa e Jaques Wagner. Quanto mais integrada estiver a nossa chapa, mais forte será o trabalho em todas as regiões da Bahia", disse.
O PDT projeta ampliar de forma expressiva sua bancada na Bahia nas eleições deste ano, com a meta de conquistar mais cadeiras tanto na Câmara dos Deputados quanto na Assembleia Legislativa (AL-BA). A ambição aparece na composição das chapas, formalizada em convenção partidária, e nas contas que aliados fazem nos bastidores.
Segundo a ata retificadora enviada à Justiça Eleitoral no dia 5 deste mês, o partido lançou 40 candidatos a deputado federal na Bahia, sendo 26 homens e 14 mulheres. Para a Assembleia, a chapa é maior, com 50 nomes, 33 homens e 17 mulheres.
Para a Câmara, de acordo com interlocutores do partido ouvidos pelo Bahia Notícias, o PDT pretende renovar com relativa facilidade o mandato do presidente estadual da legenda, Félix Mendonça Júnior, e disputa uma segunda cadeira. Dois nomes aparecem como candidatos a essa vaga: o ex-vereador de Salvador e ex-deputado estadual Capitão Tadeu, hoje sem mandato, e o ex-deputado estadual e ex-prefeito de Alagoinhas Paulo Cézar, apontado como favorito na apuração.
Na Assembleia, a expectativa é ainda maior. Embora Félix Mendonça Júnior e o líder do partido na Casa, Marcinho Oliveira, tenham falado publicamente em sete cadeiras, a avaliação nos bastidores é de que a sigla deve conquistar de cinco a seis, o que mais que dobraria e poderia até triplicar sua representação atual. Dois nomes são dados como praticamente eleitos: o próprio Marcinho Oliveira, afilhado político do deputado federal Elmar Nascimento (União Brasil), e Luciano Pinheiro, ex-prefeito de Euclides da Cunha.
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As demais vagas, ao menos três, seriam alvo de disputa interna entre vários candidatos. Entre eles está Pancadinha, que busca a reeleição, além de nomes ligados a gestões municipais do interior:
- Pastor Tom, de Feira de Santana;
- Penélope Belitardo, esposa do prefeito de Teixeira de Freitas, Marcelo Belitardo;
- Cacau da Mata, filho da prefeita de São Sebastião do Passé, Nilza da Mata (MDB);
- Rafael Meireles, ligado ao gestor de Cairu, Hildécio Meireles (União Brasil);
- Kátia Bacelar;
- Ex-deputado estadual Josafá Marinho;
- Mitsue Yoshida, filha da prefeita de Conceição do Jacuípe, Tânia Yoshida (PSD).
A projeção representa um salto em relação a 2022, quando o PDT elegeu apenas uma cadeira na Assembleia, com Emerson Penalva, que migrou para o PP em março deste ano. Marcinho Oliveira, hoje um dos principais nomes do partido, foi eleito naquele ano por outra legenda, o PRD, e passou pela Federação Renovação Solidária antes de se tornar líder do PDT na Casa, após atritos internos na federação.
Investigações da Polícia Federal (PF) revelaram registros de políticos baianos em uma festa ao lado do senador Weverton Rocha (PDT-MA) e do empresário Willer Tomaz, ambos investigados em um esquema de fraudes e desvios de aposentadorias do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS). A foto foi obtida pela Polícia Federal no celular do senador Weverton Rocha e divulgada pela Revista Piauí, neste sábado (8).
Conforme a reportagem publicada, o encontro ocorreu durante o feriado de Tiradentes de 2023 e foi articulado em um aplicativo de mensagens apelidado de “Grupo Seleto”. A foto foi tirada na piscina do “Rancho Tomaz”, uma propriedade de luxo em Planaltina (DF) pertencente à Willer.
No registro, aparecem os deputados federais baianos Elmar Nascimento (União), Paulo Azi (União), Angelo Coronel Filho (Republicanos), o senador Ângelo Coronel (Republicanos), e o deputado estadual Marcinho Oliveira (PDT).
Um trecho da reportagem diz que “os investigadores suspeitam que Willer lavava dinheiro para o senador Weverton Rocha (PDT-MA), e que parte dos valores provinham de desvios de aposentadorias e pensões” do INSS.
Outros políticos como Arthur Lira (PP), ex-presidente da Câmara dos Deputados, Alexandre Ramagem (PL), que dirigiu a Agência Brasileira de Inteligência (Abin) durante o governo Bolsonaro, e Juscelino Filho (PSDB) também aparecem na foto.
“A viagem, de acordo com as informações da polícia, foi combinada em um grupo de WhatsApp intitulado ‘Grupo Seleto’, do qual participavam boa parte dos parlamentares que aparecem na foto. A piauí obteve um print da conversa, em que os participantes parecem formar uma lista de presença para o ‘FERIADO TIRADENTES’’, escreveu o jornalista Pedro Tavares.
No inquérito, a PF destaca que a ligação entre o senador maranhense Weverton Rocha e o advogado Willer Tomaz levanta suspeitas de “ocultar ou dissimular a origem” de dinheiro obtido ilegalmente. A investigação cita que empresas de Willer transferiram cerca de 11 milhões de reais para Samya Rocha, a mulher de Weverton, além de indícios de que a casa onde o senador mora, no Lago Sul, foi comprada por Willer.
A fotografia não foi mencionada, mas está sob análise dos investigadores, podendo constar como registros das relações de ambos com diversas figuras públicas. Em resposta à Revista Piauí, “Elmar Nascimento admitiu ser próximo de Willer, mas disse que estava em Tiradentes (MG) naquele fim de semana para receber do governador Romeu Zema uma Medalha da Inconfidência Mineira, uma das maiores honrarias do estado”
A cerimônia aconteceu em 21 de abril, dois dias antes da data registrada no rolo da câmera do senador Weverton Rocha. “Já Paulo Azi confirmou a presença no rancho: ‘Não é meu advogado, mas o conheço e fui convidado para essa comemoração’ e o senador Ângelo Coronel (Republicanos-BA), que estava no grupo de mensagens, disse não lembrar da viagem, mas afirmou: ‘Já estive no rancho, sim’.” (Reportagem atualizada às 14h21)
O PDT realizou nesta terça-feira (21), no Classic Bahia Hotel, na Pituba, em Salvador, a convenção estadual que confirmou os candidatos do partido às eleições deste ano na Bahia. Foram oficializados 50 nomes para deputado estadual e 40 para deputado federal, além da definição dos números de urna e da coligação com o grupo político do governador Jerônimo Rodrigues (PT), que busca a reeleição.
A convenção foi conduzida pelo presidente estadual do partido, deputado federal Félix Mendonça Júnior, e pelo comandante da sigla em Salvador, o ex-prefeito de Euclides da Cunha Luciano Pinheiro. Ambos foram confirmados como candidatos, Félix à reeleição na Câmara Federal e Luciano a uma vaga na Assembleia Legislativa da Bahia.
O evento reuniu ainda os deputados estaduais do PDT, Marcinho Oliveira e Pancadinha, além de convidados como o vice-governador Geraldo Júnior (MDB), que representou Jerônimo Rodrigues no ato, e o presidente do PT na Bahia, Tássio Brito. Também compareceram prefeitos, vereadores, representantes de movimentos ligados ao partido e todos os candidatos da legenda no estado.
Durante o discurso, Félix Mendonça Júnior afirmou que a meta do PDT é eleger até sete deputados estaduais e dois federais neste pleito. "Essa é a nossa busca. A chapa para estadual está muito boa. Vamos eleger com o menor número de votos, 40 mil, e emplacar ao menos a quarta maior bancada na Assembleia Legislativa. E fazer uma bancada muito bonita, porque é o partido da educação e do trabalhismo", declarou.
O presidente estadual também demonstrou confiança na reeleição de Jerônimo Rodrigues. "Essa eleição me parece até mais fácil que a última. Claro que não existe eleição ganha. Tem de ser trabalhada como se estivesse perdendo por um. Se botar sapato alto, termina perdendo", frisou.
Já Luciano Pinheiro reforçou a importância de eleger o próprio Félix para um novo mandato na Câmara Federal. "É prioridade absoluta do PDT eleger dois deputados estaduais, entre eles o nosso presidente estadual, que é um defensor da Bahia na Câmara. Temos homens e mulheres aguerridos e um exército que se fez presente hoje aqui nesta convenção, lotando os 600 lugares. Digo que o PDT é hoje o melhor partido para se eleger na Bahia", ressaltou.
O deputado José Carlos Araújo (BA) afirmou ao STF que sua filiação ao Democracia Cristã é irregular e foi feita à sua revelia, o que pode impactar uma ação do partido para suspender uma mudança da Lei das Eleições: a regra que modificou o marco de aferição da idade mínima para que um candidato assuma o mandato.
Na manifestação à Corte, o parlamentar alega que a filiação não se concretizou, uma vez que não assinou qualquer ficha ou termo. Ele questiona ainda a certidão apresentada pela legenda, que indica que teria se filiado em 7 de julho, data em que, diz, ainda estava regularmente filiado a outra agremiação, o PDT.
Interlocutores do DC, por outro lado, afirmam que a sigla recebeu toda a documentação do deputado e que ele próprio teria comunicado à Câmara a migração. Integrantes do partido avaliam que o movimento do parlamentar se deu após pressões de Hugo Motta e Arthur Lira.
Isso importa porque com a filiação de José Carlos o partido passou a ter representante no Congresso, requisito básico para que o DC possa ingressar com a ação no STF. Na legenda, confia-se que o processo não será impactado caso o deputado deixe a sigla, uma vez que ele estava filiado no momento em que foi protocolada a petição.
O deputado, que assumiu o mandato temporariamente durante licença do deputado Léo Prates (Republicanos-BA), recuou da filiação após tomar ciência de que o partido havia acionado o STF para barrar uma regra que beneficia Álvaro Lira, filho de Arthur Lira, que completa 21 anos em março de 2027.
Com a previsão da “posse presumida”, pela qual o candidato deve alcançar a idade mínima num prazo de 90 dias contados a partir da eleição da Mesa Diretora, o herdeiro do ex-presidente da Câmara poderia concorrer a deputado federal.
Acontece que José Carlos mantém uma relação amistosa com o ex-presidente da Câmara e entende que foi usado pela legenda numa briga política entre o grupo de João Caldas, presidente do partido, e o de Lira, que se distanciaram em Alagoas.
Devido a isso, o deputado pediu que o STF desconsidere a certidão juntada aos autos e quer que a Corte notifique o DC para apresentar documentos que comprovem “a vontade inequívoca e a anuência expressa” para a filiação.
O diretório estadual do PDT marcou para o dia 21 de julho, terça-feira da próxima semana, a data da sua convenção. O evento acontece no Classic Bahia Hotel, na Pituba, às 15h, e tem como objetivo principal deliberar sobre a lista de candidatos a deputado estadual e federal.
A data foi escolhida um dia após a convenção nacional do PDT, marcada para segunda-feira (20), às 17h, na sede nacional do partido, em Brasília (DF). O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) confirmou presença. Comandante da sigla na Bahia, o deputado federal Félix Mendonça Júnior também estará presente.
"Em Brasília, iremos confirmar o apoio do partido a Lula e ao vice-presidente Geraldo Alckmin (PSD), entre outras deliberações. Na Bahia, vamos, além de anunciar oficialmente os nossos candidatos, deliberar sobre a coligação com o PT do governador Jerônimo Rodrigues. Depois, faremos a convenção conjunta com o governo", declarou Félix.
A convenção do PT e partidos aliados ao governo deve acontecer no dia 1º de agosto, no Parque de Exposições da Bahia, situado na Avenida Paralela.
O PDT estabeleceu a meta de eleger até seis deputados estaduais na Assembleia Legislativa da Bahia (AL-BA) nas eleições deste ano. Para atingir o objetivo, o partido estruturou uma nominata composta por nomes conhecidos da política baiana e novas filiações, a maioria egressa de legendas como o PRD e o Solidariedade.
O grupo inclui deputados, ex-parlamentares, lideranças regionais e familiares de prefeitos do interior do estado. Um dos pré-candidatos confirmados é o ex-deputado estadual Pastor Tom, de Feira de Santana, que disputou o último pleito pelo Solidariedade. Ele deve oficializar sua filiação ao PDT em 21 de julho, data da convenção estadual da legenda.
Por ser policial militar da ativa, ele possui a prerrogativa legal de se filiar após o prazo padrão de seis meses antes do período eleitoral. A nominata do partido conta com o ex-prefeito de Euclides da Cunha, Luciano Pinheiro, além de nomes associados a gestores municipais, como Penélope Belitardo, esposa do prefeito de Teixeira de Freitas, Marcelo Belitardo; Cacau da Mata, filho da prefeita de São Sebastião do Passé, Nilza da Mata (MDB); Rafael Meireles, filho do prefeito de Cairu, Hildécio Meireles (União Brasil); e Kátia Bacelar, ex-integrante do PL Mulher.
Também disputarão cadeiras na AL-BA o ex-deputado estadual Josafá Marinho e Mitsue Yoshida, filha da prefeita de Conceição do Jacuípe, Tânia Yoshida (PSD). Os atuais deputados estaduais da legenda, Marcinho Oliveira e Pancadinha, concorrerão à reeleição.
Fotos: Reprodução / Redes Socias
FUTUROS PLANOS
O deputado estadual Marcinho Oliveira, que participa ativamente da montagem da chapa, explicou o planejamento de distribuição dos candidatos entre as esferas estadual e federal:
"O PDT tem atualmente 71 pré-candidatos a deputado estadual. Precisamos reduzir esse número para 64. Dessa forma, alguns dos nomes irão disputar a eleição para deputado federal, pois a nossa prioridade é garantir a renovação do mandato do nosso presidente na Bahia, o deputado Félix Mendonça Júnior. Para a Câmara Federal, temos hoje 30 nomes na lista", detalha.
Marcinho Oliveira presidia o diretório estadual do PRD na Bahia até junho, quando se desfiliou devido a divergências internas após a consolidação da federação partidária entre a legenda e o Solidariedade.
Os dados do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sobre o número de filiações ilustram um desafio para o partido no ano de 2026. Em 2024, a legenda atingiu a marca de 1 milhão de filiados na Bahia. Contudo, a partir desse período, registrou uma trajetória de queda. Até junho de 2026, o PDT contabilizava 989.985 filiados, representando uma queda de aproximadamente 1,45% entre as eleições municipais até junho.
O PDT de Salvador ganhou um reforço para as próximas disputas eleitorais. Ex-prefeito de Euclides da Cunha, Luciano Pinheiro assumiu oficialmente o comando municipal do partido nesta quinta-feira (25) com a tarefa de fortalecer a sigla para os pleitos de 2026 e 2028. O acordo foi fechado com o presidente estadual, deputado federal Félix Mendonça Júnior.
"O PDT vive um processo de reestruturação na Bahia. Conversei com Félix e a estratégia será fazer o partido crescer, fortalecendo as bases nos bairros da cidade. Vamos lançar agora o maior número de candidatos a deputado estadual e federal e, na próxima eleição, a vereador, para que possamos ter bancadas fortes na Assembleia Legislativa e na Câmara Municipal", declarou o ex-prefeito.
Luciano, que é pré-candidato a deputado estadual, afirmou que o alinhamento do PDT da Bahia é com o governador Jerônimo Rodrigues (PT), mas não descartou dialogar institucionalmente com outras forças políticas na capital.
"Nessa aliança com o governo, pretendemos fazer com que o partido cresça a cada dia, trabalhando sério e dialogando com respeito com todas as instituições. Sempre iremos trabalhar pelo bem-estar da população baiana", frisou.
Félix Mendonça destacou o trabalho de Luciano Pinheiro e a força da chapa estadual do PDT em Salvador. "Estamos apresentando uma chapa de deputados estaduais muito forte na Bahia e em Salvador, onde a nossa votação deve ser bastante expressiva. Com o novo presidente municipal do partido, sinalizamos também que chegaremos mais fortes em 2028".
O presidente do PDT na Bahia, o deputado federal Félix Mendonça Júnior, afirmou que o partido pretende pleitear participação mais ampla em um eventual novo governo de Jerônimo Rodrigues (PT) a partir de 2027. A declaração foi dada nesta segunda-feira (8), durante entrevista ao programa Bahia Notícias no Ar, da rádio Antena 1.
Segundo o parlamentar, a legenda optou por não reivindicar cargos quando passou a integrar a base de apoio do governador, por não ter apoiado sua candidatura nas eleições de 2022. "A gente não apoiou Jerônimo nas eleições de 2022. Não achamos que é justo reivindicar nada agora. O governador convidou e aceitamos. No próximo governo, aí sim. Estamos apoiando o governo e vamos querer participar. Devemos eleger de seis a sete deputados estaduais e até dois federais, virando um partido forte no Estado. Então, vamos reivindicar", disse Félix.
O deputado também esclareceu que a indicação do publicitário Edson Porto para comandar a Secretaria de Ciência, Tecnologia e Inovação (Secti) partiu da bancada pedetista na Assembleia Legislativa da Bahia. Conforme relatou, a escolha foi respaldada pela direção estadual da legenda e posteriormente aceita pelo governo.
CONFIRA O PROGRAMA COMPLETO:
O Governo da Bahia anunciou a saída de Marcius Almeida da Secretaria de Ciência, Tecnologia e Inovação (SECTI), nesta quarta-feira (3). A saída de Marcius foi divulgada no Diário Oficial do Estado (DOE) e assinada pelo governador Jerônimo Rodrigues (PT).
Segundo a publicação, a mudança no cargo ocorreu por pedido de Almeida. Marcius assumiu o posto após a saída de André Joazeiro em 2025, durante reformulação na gestão estadual.
Com isso, o publicitário Edson Vieira Porto assumirá a chefia da Secti. O novo secretário chega após articulação do Partido Democrático Trabalhista (PDT) da Bahia, que pleiteava a vaga desde 2025. O novo titular da pasta é reconhecido na política por ter liderado campanhas pelo interior.
Edson teve como último cargo, a chefia de Gabinete do deputado estadual Marcinho Oliveira (PDT). Ele chega ao posto após ser indicado pelo deputado federal Félix Mendonça Júnior (PDT), o ex-prefeito de Euclides da Cunha Luciano Pinheiro (PDT) e o próprio Marcinho.
Anteriormente, Édson chegou a ser cotado para assumir a Bahia Pesca pelo PRD. Após todos da sigla migrarem para o PDT, que já negociava com o governo o comando da Secti, ocorreu a mudança.

ARTICULAÇÕES EM 2025
Em setembro do ano passado, o presidente estadual da sigla, deputado federal Félix Mendonça Jr, revelou em entrevista ao projeto Prisma, do Bahia Notícias, a possibilidade do partido assumir a vaga. Na ocasião, ele apontou que houve conversas, mas negou a possibilidade naquele momento.
"Existiu a hipótese, realmente foi conversado sobre a SECTI, mas quem está lá representando é [Marcius] Gomes. Não temos nenhuma indicação", afirmou.
Atualizada às 11h01
O ex-governador do Ceará Ciro Gomes decidiu não disputar a Presidência da República nas eleições de 2026. O político optou por tentar novamente o comando do governo cearense. O anúncio oficial deve ser feito no próximo sábado (16).
O ex-ministro havia sido convidado, em março, pelo deputado federal Aécio Neves, presidente nacional do Partido da Social Democracia Brasileira (PSDB), para sair para a disputa presidêncial.
De volta ao PSDB, Ciro afirmou que não rejeitou imediatamente o convite porque a “angústia” com a situação do país o levou a considerar uma nova candidatura presidencial.
Segundo informações do Metrópoles, a estratégia de Aécio Neves era construir uma alternativa à polarização nacional entre o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ), filho do ex-presidente Jair Bolsonaro.
Ciro Gomes disputou a Presidência da República em quatro eleições. Em 2022, quando concorreu pelo Partido Democrático Trabalhista (PDT), registrou o pior desempenho de sua trajetória eleitoral, terminando em quarto lugar com cerca de 3% dos votos válidos.
O Partido Democrático Trabalhista (PDT) ingressou com uma Arguição de Descumprimento de Preceito Fundamental (ADPF 1319) no Supremo Tribunal Federal (STF) para contestar o formato e o resultado da eleição da Mesa Diretora da Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro (Alerj), realizada em 17 de abril.
A legenda pede a anulação do pleito, que elegeu o deputado estadual Douglas Ruas (PL) para a presidência da Casa, alegando irregularidades no processo. Segundo o partido, a votação ocorreu de forma aberta e com base em alteração do regimento interno que não teria seguido o devido processo legislativo.
De acordo com a ação, a eleição foi convocada e realizada em prazo reduzido, logo após a homologação da retotalização dos votos das eleições de 2022, determinada pela Justiça Eleitoral em 14 de abril. O PDT sustenta que a rapidez do processo e a adoção de regras questionadas comprometeram a legitimidade da escolha.
O partido argumenta ainda que, no contexto de dupla vacância no Executivo estadual, a eleição da Mesa Diretora ganha relevância ampliada, uma vez que o presidente da Alerj pode assumir o governo. Diante disso, defende que deveria haver maior rigor na observância das garantias constitucionais.
Outro ponto levantado pelo PDT é que o voto aberto expôs parlamentares a possíveis pressões e retaliações, prejudicando a liberdade de deliberação. O partido também afirma que a alteração regimental que embasou esse modelo de votação não seguiu o devido processo legislativo.
A legenda ressalta ainda que o procedimento não pode ser tratado como matéria interna, pois produz efeitos diretos na organização do poder estadual.
A vice-prefeita de Salvador, Ana Paula Matos, oficializou sua saída do PDT e anunciou filiação ao União Brasil. A decisão ocorre em meio ao reposicionamento do PDT no cenário político baiano, especialmente após o afastamento da sigla do grupo de oposição, liderado pelo pré-candidato a governador da Bahia, ACM Neto.
O movimento foi acordado com a direção nacional e estadual do partido, em reunião realizada em Brasília, que contou com a participação do presidente nacional Carlos Lupi e do presidente estadual Félix Mendonça. Segundo a vice-prefeita, o processo foi conduzido com respeito, carinho e transparência.
Filiada à sigla desde 2020, Ana Paula agradeceu ao PDT pela trajetória construída nos últimos anos. “Fui indicada pelo partido a ser candidata a vice presidente da República, e por duas vezes vice prefeita de Salvador. Tenho carinho e respeito por Carlos Lupi, Félix Mendonça e todos os amigos e amigas do PDT. Me reuni primeiramente com Félix em Salvador, e em seguida fomos à Brasília conversar com Lupi, tudo foi feito com muito diálogo”, afirmou a vice-prefeita.
A gestora destacou que sua decisão está diretamente ligada ao grupo político ao qual integra na Bahia. “Tenho lado na gestão política do estado, que é o lado de ACM Neto, que revolucionou Salvador quando foi prefeito e que, junto com Bruno Reis, me deu a oportunidade de mostrar meu trabalho. Estarei contribuindo com muita dedicação na construção da pré-campanha de ACM Neto ao governo do estado”, declarou.
O PDT anunciou apoio ao grupo político liderado pelo governador Jerônimo Rodrigues (PT), que busca à reeleição para o cargo nas eleições de outubro. Após a decisão de compor a base governista, o deputado estadual Penalva e o deputado federal Leo Prates também deixaram a legenda
O deputado estadual Marcinho Oliveira (PDT) assumiu a liderança do PDT na Assembleia Legislativa da Bahia (AL-BA) após comunicado enviado nesta quinta-feira (9). Em ofício, o partido também informou que deseja integrar o bloco aliado ao governo de Jerônimo Rodrigues (PT) na AL-BA.
“Solicitamos a inclusão do Partido Democrático Trabalhista (PDT) no Bloco da Maioria desta Assembleia Legislativa. Na oportunidade, informamos a indicação do Excelentíssimo Senhor Deputado Marcinho Oliveira para exercer a função de Líder da Representação Partidária do PDT, para todos os fins regimentais e institucionais cabíveis. Sendo o que se apresenta para o momento, renovamos votos de elevada estima e distinta consideração”,m diz o ofício.
A movimentação ocorre após a saída do deputado estadual Emerson Penalva do PDT. O parlamentar, que era o único representante da sigla na AL-BA até a abertura da janela partidária, se filiou ao Progressistas após não concordar com a migração do partido para a base de Jerônimo.
Durante a janela, o PDT se recompôs com as chegadas de Marcinho, que era presidente estadual do PRD, e de Pancadinha, o qual estava filiado ao Solidariedade.
Os vereadores da Câmara Municipal de Salvador (CMS) que desejam pleitear cargos nos legislativos estadual ou federal já deram os primeiros passos para a candidatura nas eleições de outubro. Com o fim da janela partidária, que ocorreu entre os dias 5 de março e 4 de abril, quatro legisladores da capital baiana aproveitaram a “brecha” para consolidar mudanças de vinculação partidária e outros já se preparam para dar início a campanha, que começa oficialmente em 16 de agosto - ainda que, em tese, a janela não fosse destinada a vereadores.
No que tange a migração partidária, o PDT, que até então possuia quatro cadeiras no Legislativo soteropolitano, foi o partido que saiu mais deficitário. Foram duas perdas: a vereadora Roberta Caires e o vereador Anderson Ninho. No caso da vereadora, históricamente ligada ao grupo do ex-prefeito Antonio Carlos Magalhães (ACM) Neto, a mudança já era prevista, em decorrência da aproximação entre o líder da sigla na Bahia, o deputado federal Felix Mendonça Júnior com o governador Jerônimo Rodrigues.
Tentando se manter alinhada na oposição estadual, o destino de Roberta Caires foi o Republicanos, partido liderado em Salvador pelo também vereador Luiz Carlos. Já o vereador Anderson Ninho, seguindo uma lógica similiar, aumentou a bancada o PSDB, partido do líder da CMS, Carlos Muniz, e liderado pelo deputado federal Adolfo Viana.
PSDB este que saiu dessa migração com saldo positivo na Câmara. Além de Ninho, o partido foi o escolhido de Duda Sanches, ex-lider do diretório municipal do União Brasil em Salvador, para estabelecer sua campanha ao Congresso Nacional. Segundo fontes ligadas ao vereador, a mudança, que aparentemente estava fora do radar político, foi fruto de um convite do presidente Adolfo Viana.
Por fim, uma mudança já prevista e anunciada foi a do vereador Alexandre Aleluia, atual presidente da comissão de Constituição e Justiça (CCJ) da Câmara de Salvador. O vereador, que se elegeu pelo Partido Liberal (PL), migrou em direção ao Novo, partido liderado na Bahia por seu pai, o ex-deputado federal José Carlos Aleluia, para dar apoio a sigla na disputa por uma cadeira na Câmara Federal.
E AS URNAS?
Apesar de as migrações eleitorais serem uma etapa importante para a campanha eleitoral, a maior parte dos pré-candidatos da Câmara Municipal de Salvador optou por se manter nas suas respectivas siglas. Até o momento, o BN “mapeou” ao menos oito candidaturas de vereadores a cargos no Congresso Nacional ou na Assembleia Legislativa da Bahia.
Entre os que desejam alcançar o parlamento baiano estão os vereadores David Rios (MDB), Cézar Leite (PL), Felipe Santana (PSD) e Luiz Carlos (Republicanos), este último tendo confirmado a candidatura após desincompatibilização do cargo de secretário municipal de Infraestrutura em Salvador.
Já para o Congresso Nacional, a cerca de 6 meses da disputa na urna, ao menos outras quatro pré-candidaturas seguem postas. A primeira delas é a do vereador Jorge Araújo (PP), que já havia confirmado a pré-candidatura no último ano e, em março deste ano, foi alçado à cadeira de deputado federal temporariamente após a confirmação da licença do deputado João Leão, que deve assumir a Secretaria de Governo da Prefeitura de Salvador.
Em seguida, aparecem os vereadores Duda Sanches (PSDB) e Alexandre Aleluia (Novo). E, por fim, o vereador do PSOL, Professor Hamilton Assis, que deve ser um dos principais candidatos psolistas na disputa por uma ou mais cadeiras na Câmara dos Deputados, em Brasília.
A reta final da janela partidária provocou movimentações no cenário político da Bahia, envolvendo deputados estaduais, federais e novos pré-candidatos para as eleições de 2026. Entre os nomes está o ex-prefeito de Milagres, no Vale do Jiquiriçá, Cézar de Adério, que anunciou a saída do Progressistas (PP) e a filiação ao PDT, confirmando pré-candidatura a deputado estadual.
Cézar foi filiado ao PP por um longo período e exerceu dois mandatos consecutivos como prefeito de Milagres, entre 2016 e 2024. A mudança partidária ocorreu dentro do prazo legal da janela, encerrado no último sábado (4).
A filiação integra uma estratégia do PDT para fortalecimento da legenda. O partido formou um bloco com PRD e Podemos para disputar as eleições proporcionais de forma conjunta, com a projeção de eleger oito deputados estaduais na Bahia.
Com a mudança, o ex-prefeito também passa a integrar a base do governador Jerônimo Rodrigues (PT). Em 2022, ainda como gestor municipal, Cézar teve atuação em um cenário de disputa acirrada no estado e apoiou o ex-prefeito de Salvador ACM Neto (União).
As informações são do Blog Marcos Frahm, parceiro do Bahia Notícias.
O deputado federal e ex-ministro do Turismo Celso Sabino anunciou, neste sábado (4), sua filiação ao PDT, no último dia da janela partidária para as eleições deste ano. Em publicação nas redes sociais, ele também confirmou a intenção de disputar uma vaga no Senado Federal.
Sabino estava sem partido desde que foi expulso do União Brasil, após descumprir orientação da sigla para deixar o cargo de ministro. À época, o partido rompeu com o governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva após a formação de federação com o PP.
Durante sua passagem pelo Ministério do Turismo, Sabino foi responsável pela organização da conferência climática da ONU realizada em Belém.
“Depois de um período de muita reflexão e diálogo, buscando um partido que nos desse liberdade para trabalhar e que estivesse alinhado com o nosso compromisso de defender o Pará, tomamos essa decisão com muita convicção e esperança no futuro do estado”, afirmou.
“Escolhemos um caminho que fortalece ainda mais a nossa missão de seguir trabalhando pelas pessoas, levando desenvolvimento, oportunidades e qualidade de vida para o nosso estado. Seguimos juntos com o PDT na defesa do Pará”, completou o parlamentar.
O deputado estadual Marcinho Oliveira anunciou, neste sábado (4), sua filiação ao PDT. Ele estava no PRD, onde também exercia a presidência da sigla na Bahia.
A mudança foi divulgada por meio das redes sociais do parlamentar. “Porque política se faz somando. E é somando que a gente chega mais longe. Por isso, seguimos juntos em um só caminho. Nosso caminho agora é o PDT. Somos 12”, escreveu.
Antes da chegada de Marcinho, o PDT havia ficado sem representação na Assembleia Legislativa da Bahia (AL-BA), após a saída do deputado Emerson Penalva, que se filiou ao PP.
Agora, além de Marcinho Oliveira, a legenda também passa a contar com o deputado Fabrício Pancadinha, que migrou para o partido após deixar o Solidariedade.
As movimentações fazem parte de uma estratégia de fortalecimento do PDT no estado, especialmente após a sigla se aproximar da base do governador Jerônimo Rodrigues.
A vice-prefeita Ana Paula Matos se afastou do comando da Secretaria Municipal de Cultura e Turismo (Secult) e irá coordenar a campanha do pré-candidato ao governo do estado, ACM Neto (União), em Salvador. De acordo com informações obtidas pelo Bahia Notícias, a decisão foi tomada nesta quarta-feira (1º), após reunião com o prefeito Bruno Reis (União).
No Diário Oficial do Município (DOM), o subsecretário Alexandre Reis de Souza já foi indicado a responder pelo comando da Secult-SSA. Ele é um “grande conhecido” da vice-prefeita e já chegou a substituí-lá quando ela esteve à frente da Secretaria Municipal de Saúde (SMS), em 2024.
Durante a reunião desta segunda com Bruno Reis, teria sido também descartada a possibilidade de Ana Paula disputar um cargo eletivo neste ano. Rumores indicavam uma possível candidatura ao legislativo, mas sua realocação para a coordenação de campanha é considerada estratégica para fortalecer o nome de ACM Neto na capital baiana.
Além disso, também estaria encaminhado a filiação da vice-prefeita ao União Brasil. Ela deixou o PDT após o partido retornar à base do governador Jerônimo Rodrigues (PT) no ano passado.
O deputado estadual Emerson Penalva anunciou, nesta segunda-feira (30), sua filiação ao Progressistas (PP). O parlamentar havia se desfiliado do PDT na semana passada. O movimento ocorreu em articulação do deputado federal João Leão (PP), do presidente estadual do partido, Cacá Leão (PP), e do prefeito de Rio Real, Carroça (PP).
O movimento era esperado desde que a sigla retornou à base do governador Jerônimo Rodrigues (PT) no ano passado, visto que o parlamentar é aliado do ex-prefeito de Salvador, ACM Neto (União).
Penalva agradeceu o convite feito pela cúpula do PP e destacou a identificação com o projeto político da sigla. “Recebo esse convite com muita responsabilidade. Chego ao Progressistas com o compromisso de contribuir com o crescimento do partido e seguir trabalhando pelos baianos, em especial pelas regiões que represento”, afirmou.
Os deputados da Assembleia Legislativa da Bahia (AL-BA) seguem se movimentando na janela partidária visando a manutenção de seus respectivos mandatos e até “voos mais altos” dentro da política. Dentre as articulações, está uma possível filiação do deputado estadual Emerson Penalva ao União Brasil, após ele se despedir do PDT nesta segunda-feira (23), e a possibilidade da permanência de Vitor Bonfim no PV.
Segundo uma fonte ligada ao deputado ex-PDT, a migração de Penalva para o União seguiria na linha de manutenção dentro do arco de alianças do pré-candidato ao governo do estado, ACM Neto (União). Atualmente, o partido, junto do PSD, possui a maior bancada na AL-BA, com 10 deputados.
Levando em consideração a formação da Federação União Progressista (União e PP) e sua votação nas eleições de 2022, quando registrou mais de 51 mil votos, ele pode lograr êxito na disputa pela reeleição na Casa Legislativa. No entanto, em um cenário apenas no União Brasil, ele ocuparia apenas a quarta suplência.
BONFIM
Com uma candidatura à Câmara dos Deputados em mente, Vitor Bonfim ainda se encontra “travado” para a escolha de um partido e pode acabar permanecendo no PV, conforme um interlocutor confidenciou à reportagem. A permanência, inclusive, agrada lideranças do próprio partido.
Bonfim tinha conversas avançadas com o PSB, mas, conforme noticiou o Bahia Notícias, a saída do pré-candidato a deputado federal Bebeto Galvão da legenda impactou nas tratativas. A desfiliação levou o parlamentar a recuar do acordo prévio para “recalcular a rota”. Uma fonte da reportagem indicou que Vitor Bonfim tem receio de o partido não atingir o quociente partidário para a formação de uma bancada na Câmara dos Deputados.
Nesse meio tempo, o PSB anunciou a chegada da deputada federal em exercício, Elisângela Araújo, o que teria “animado” o restabelecimento do acordo. Todavia, uma liderança do partido não confirmou o retorno das conversas.
Outro fator que impactou foi a “ameaça” de rompimento do Podemos com a base do governador Jerônimo Rodrigues (PT). O partido ficou no centro das atenções após, na época, a presidente nacional da legenda, a deputada federal Renata Abreu (SP), abrir negociações com o senador Angelo Coronel (Republicanos) para o receber na sigla, concedendo o poder de comandar as articulações da sigla na Bahia.
Uma fonte da reportagem apurou que, para se manter na base de Jerônimo, a deputada teria exigido uma maior robustez para o partido na disputa das eleições para o legislativo.
O presidente do PDT na Bahia, deputado federal Félix Mendonça Júnior, se manifestou sobre a saída do deputado federal Leo Prates do partido, anunciada pelo agora ex-pedetista nesta terça-feira (17), por meio de uma carta pública.
Em nota, Félix destacou a atuação do deputado durante o período em que esteve filiado ao partido e agradeceu pela contribuição dada tanto na Bahia quanto em Brasília. “Leo chegou ao partido em 2020 e teve uma participação ativa e relevante, contribuindo para o fortalecimento do PDT e para a atuação da bancada no Congresso Nacional”, declarou.
O dirigente ressaltou ainda o papel desempenhado pelo parlamentar em funções de destaque, como vice-líder da bancada na Câmara Federal e presidente de comissão, além da atuação na organização partidária na capital baiana.
“Lamentamos que, diante das circunstâncias políticas, Leo tenha optado por seguir um caminho diferente daquele definido pela direção nacional e estadual do partido”, pontuou o presidente do PDT baiano.
Por fim, Félix Mendonça Júnior desejou sucesso ao parlamentar nos próximos passos da sua trajetória política.
O deputado federal Leo Prates anunciou sua desfiliação do Partido Democrático Trabalhista (PDT) por meio de uma carta aberta divulgada na manhã desta terça-feira (17). No texto, o parlamentar faz um balanço de sua trajetória no partido e atribui a decisão a fatores relacionados ao cenário político na Bahia.
Na carta, Prates afirma que ingressou no PDT em 2020, com o objetivo de colaborar com a construção nacional da legenda, especialmente em relação à candidatura presidencial de Ciro Gomes. Segundo ele, o período na sigla foi marcado por “anos maravilhosos”, destacando a atuação ao lado de lideranças e a relação construída com o presidente nacional do partido, Carlos Lupi, e com o deputado federal Félix Mendonça Junior.
Ao justificar a saída da legenda, o deputado afirma que “as circunstâncias regionais da aliança do PDT com o atual governo do estado da Bahia me forçaram a refletir sobre meus caminhos e rumos”. No texto, acrescenta: “Surgi e sempre fiz parte do grupo político de oposição no estado. Desta forma, com o coração dilacerado, anuncio a minha desfiliação do partido”.
Na mensagem final, Prates agradece ao presidente nacional do PDT, à bancada federal e a movimentos sociais pela parceria durante sua permanência na sigla. Ele também afirma que, apesar da mudança partidária, seguirá atuando no Legislativo “pelas causas nacionais em nome do povo brasileiro”.
No último dia 2, o parlamentar já havia indicado ao Bahia Notícias que tomaria a decisão até o dia 20 deste mês. Na ocasião, ele indicou que era improvável permanecer no partido diante das atuais condições da sigla na Bahia, que integra a base do governador Jerônimo Rodrigues (PT).
O deputado federal pela Bahia, Leo Prates, afirma que seu trabalho no Partido Democrático Trabalhista (PDT) permitiu uma maior aproximação com os movimentos sociais, especialmente trabalhistas. Em entrevista ao Projeto Prisma, nesta segunda-feira (2), o parlamentar, que liderou a Comissão de Trabalho na Câmara dos Deputados no último ano, avaliou o andamento de duas das principais pautas temáticas do Congresso este ano: a regulamentação dos motoristas por aplicativos e o fim da escala de trabalho 6x1.
Questionado sobre a relação do seu partido com as pautas, por meio do legado com Leonel Brizola, fundador da agremiação que formou o partido, Leo Prates destacou que "eu não me apropriei [dos temas], acontece que no PDT eu pude mostrar toda a minha essência porque é um partido com movimentos muito embilicados e que facilitou muito esse trabalho", afirmou.
"Então, eu pude realmente reforçar a minha relação com os movimentos sociais”, destacou. Como ex-líder da comissão temática na Câmara, o pedetista ajudou na avaliação dos projetos relacionados às pautas trabalhistas.
Sobre a relação com os motoristas de aplicativo, ele cita que possui uma forte relação com representantes da categoria e hoje compõe a liderança da Comissão Especial sobre Regulamentação dos Trabalhadores por App (PLP 152/25).
“Nós criamos um movimento muito forte com relação aos motoristas de aplicativo e não é por tanto que, sem eu pedir, eu fui aclamado por tantos companheiros e companheiras, destaco o colega Daniel Agrobom, do PL de Goiás, que me convidou para ser o primeiro vice-presidente da comissão dos aplicativos, por essa ligação, por entender bem como funciona o sistema, e com esses debates a gente pode crescer", contextualiza. Ao BN, Prates cita que um projeto de lei, decorrente dos debates da comissão, deve ser apresentado até o final de abril.
Ele ressalta, no entanto, que apesar de luta pela regulamentação, o projeto deve respeitar o desejo dos trabalhadores da categoria. "Lembrando que, apesar de ser uma pessoa que defende uma carteira de trabalho, defende a CLT, no caso dos motoristas por aplicativo. eles desejam ser autônomos. E a gente, que tem uma formação de defesa do trabalhismo, precisamos entender que o trabalhismo tem se modificado ao longo do tempo e eu acho que a legislação vai agradar muito", compreende.
No que tange a escala 6x1, o deputado explica que o “leque enorme de projetos”, promove um debate complexo sobre o tema, que deve ser ainda mais aprofundado com a criação de uma comissão especial.
"O presidente Hugo Motta ficou de estabelecer a comissão especial, a comissão é um instrumento importante de debates”, afirma. “Um desses PLs, eu sou o redator, da deputada Daiana Santos, do PCdoB do Rio Grande do Sul", completa.
Ele, que acompanhou o debate de perto no último ano, destaca que, na Comissão do Trabalho, a busca foi pelo equilíbrio, com a participação da deputada Erika Hilton e o deputado Luís Gastão - um dando a visão trabalhista, que é a deputada Erika, e outro dando a visão de representação empresarial.
No entanto, Leo Prates revela que, pessoalmente, não acredita que a escala 4x3, sugerida em parte dos projetos, seja possível. "Eu acho que a escala 4x3 é a escala sonhada mas não é a escala possível agora, dizendo com muita clareza. A escala possível, na minha visão, é a 5X2, nós estamos estabelecendo como teto 40 horas semanais, a média do brasil é 39 horas, nós também possibilitamos uma transição para a escala, que no meu entendimento é bom para o empresariado e bom para o trabalhador", aponta.
Ele cita a possibilidade de garantir uma transição acordada entre trabalhadores e empresários: "A possibilidade de, por convenção coletiva, você estabelecer na CLT um máximo de 10 horas de trabalho diário, podendo limitar a quatro dias de trabalho."
Leo Prates diz ainda que "é uma escolha, que cada um faz, mas colocamos que isso tem que ser negociado com sindicatos, em convenção coletiva". "Então, no nosso relatório, a gente abriu essa possibilidade, que eu acho que é uma transição consensuada e boa para todas", finaliza.
Confira o trecho:
O deputado federal Leo Prates afirmou, nesta segunda-feira (2), que pretende tomar até o dia 20 de março uma decisão definitiva sobre sua permanência no Partido Democrático Trabalhista (PDT).
Em entrevista ao Bahia Notícias, durante o Projeto Prisma, ele disse que ainda precisa se reunir com o presidente nacional da legenda, Carlos Lupi, antes de bater o martelo.
“Eu tenho meu cronograma de até 20 de março tomar uma decisão definitiva se eu fico ou não fico no PDT. Ainda falta fazer uma reunião com meu presidente amado Carlos Lupi. Até 20 de março eu tomo essa decisão definitivamente”, declarou.
Segundo o parlamentar, é improvável que consiga permanecer no partido diante das atuais condições da sigla na Bahia, que integra a base do governador Jerônimo Rodrigues (PT).
“É improvável que eu consiga ficar no PDT, como diz na química, dadas as condições normais de temperatura e pressão”, afirmou.
Leo Prates também indicou que, caso confirme a saída, deve anunciar a nova filiação entre os dias 20 e 27 de março, semana que antecede o aniversário de Salvador, que completa 477 anos em 29 de março.
Confira episódio completo:
Vale lembrar que a janela partidária ocorre entre essa sexta-feira (6) e o dia 5 de abril.
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Em outro momento, ele reafirmou que deve tomar até o dia 20 de março uma decisão definitiva sobre sua permanência, que se mostra "cada vez mais dificil".
“Conversei com meu presidente Carlos Lupi. Meu desejo era permanecer no PDT, mas está ficando cada vez mais difícil minha permanência”, declarou.
Segundo ele, o alinhamento do partido com o governo do estado da Bahia tem pesado na avaliação.
“Hoje está cada vez mais difícil um afastamento do partido com o governo do estado. Houve, em determinado momento, uma liberação para eu apoiar ACM Neto, mas não ficaria legal para minha imagem manter as duas situações. Essa circunstância me coloca para fora do PDT”, afirmou.
Léo Prates revelou ainda que já conversou com outras legendas. Ele citou abertura para filiação ao União Brasil, em diálogo com Antonio Rueda, ACM Neto e o prefeito de Salvador, Bruno Reis.
Também houve conversas com o Progressistas (PP), por meio do secretário de Governo da Prefeitura de Salvador, Cacá Leão.
O parlamentar mencionou ainda diálogo com o Republicanos, por meio do presidente nacional Marcos Pereira, do presidente da Câmara Hugo Motta e do presidente estadual da sigla, Márcio Marinho.
Sobre o Partido Socialista Brasileiro (PSB), ele afirmou ter recebido convite do deputado João Campos, a quem chamou de “irmão de vida”.
Ao final, Léo Prates declarou que há “uma larga vantagem” para o que classificou como caminho natural: a filiação ao Republicanos. (Atualizado às 16h52 com os detalhamentos dos convites de outros partidos)
Silva Neto admite possibilidade de sair do PDT para disputar vaga na Assembleia Legislativa da Bahia
O ex-prefeito de Araci, Silva Neto, confirmou que pode deixar o PDT para viabilizar sua candidatura a deputado estadual na Assembleia Legislativa da Bahia (AL-BA) ainda em outubro. A movimentação ocorre após mudanças internas na legenda reveladas pelo Bahia Notícias, mas o político garante que, independentemente da sigla que escolher, permanecerá alinhado à base de apoio do governador Jerônimo Rodrigues (PT).
“Existe, sim, a possibilidade de eu sair do PDT, o que ainda não aconteceu. Ainda terei tratativas com o presidente estadual do partido, o deputado federal Félix Mendonça Júnior. Tenho ouvido também as pessoas que constroem esse projeto comigo antes de qualquer decisão”, diz.
Considerado uma liderança expressiva no interior baiano, Silva Neto explicou que a saída ainda depende de conversas com o presidente estadual do partido, o deputado federal Félix Mendonça Júnior, e com seu grupo político. Ele reforçou que mantém uma boa relação pessoal e administrativa com Félix, que atua como representante de Araci na Câmara Federal, mas ressaltou a necessidade de avaliar o melhor caminho para o seu projeto eleitoral.
"Minha relação com Félix vai além de partido. Ele representa Araci na Câmara Federal e tem prestado um excelente serviço à nossa região”, pontua o político.
Silva Neto foi peça-chave na articulação que reaproximou o PDT do governo petista na Bahia. Atualmente na primeira suplência da legenda, ele projeta um crescimento em sua votação em relação ao pleito de 2022. O cenário de saída é compartilhado por outros nomes do partido, como o deputado Emerson Penalva, diante do realinhamento com o grupo político de ACM Neto.
Com o iminente desfalque do deputado federal Léo Prates e do estadual Emerson Penalva, o PDT se reorganiza para recompor as futuras perdas após oficializar sua migração para a base do governador Jerônimo Rodrigues (PT). Conforme informações obtidas pelo Bahia Notícias, visando conquistar uma maior densidade eleitoral, o presidente estadual da legenda, Félix Mendonça Jr., negocia a chegada de seu colega de parlamento, Raimundo Costa (Podemos), ao PDT, além de aliados que selaram aliança com o congressista.
As conversas envolvem, além de Raimundo Costa, o ex-deputado Bebeto Galvão, primeiro suplente do senador Jaques Wagner (PT), e o ex-prefeito de Serrinha Adriano Lima, atualmente no PP. A movimentação conta com o aval de Jerônimo Rodrigues (PT) e integra a estratégia de fortalecimento da base aliada no estado.

Adriano Lima, Raimundo Costa e Bebeto Galvão | Foto: Divulgação
No início de fevereiro, os três formaram um pacto de aliança político-partidária. Na época, em comunicado oficial, o trio afirmou que, após avaliação conjunta do cenário político do Brasil e da Bahia e das projeções eleitorais para o próximo ciclo, deverá atuar de forma integrada para decidir sobre filiação partidária.
Os três serão candidatos a deputado federal, e as lideranças das bases dos pré-candidatos avaliam que, do ponto de vista matemático e eleitoral, juntos eles projetam um potencial estimado em 220 mil votos, podendo chegar próximo dos 300 mil votos com a incorporação de outros nomes que dialogam com o grupo
Além da chamada “trinca”, o PDT também negocia a chegada de um deputado estadual com mandato. A reportagem recebeu informações de que a articulação também prevê a inclusão de uma liderança feminina no pacote de reforços, ampliando a representatividade na chapa proporcional.
A meta traçada internamente é eleger ao menos três deputados federais e três estaduais, ampliando a bancada nas duas Casas.
INDICAÇÃO
Um atrativo para a chegada de Raimundo Costa ao PDT seria a possibilidade de indicação do futuro diretor-presidente da Bahia Pesca, atualmente comandada por Daniel Benício dos Santos Victória. O gestor foi indicação do deputado federal Diego Coronel (PSD), filho do senador Angelo Coronel (PSD), o qual rompeu com a base governista.
O atual comandante da Bahia Pesca foi assessor de Diego e está no cargo desde o início de 2023.

Angelo Coronel Filho, Daniel Benício e Diego Coronel | Foto: Reprodução / Redes Sociais
PERDAS E SILVA NETO
No movimento de reestruturação, a legenda deve perder Léo Prates, que caminha para o Republicanos, e Emerson Penalva, que não concordaram com a saída do partido da base do ex-prefeito ACM Neto.
Também há incerteza quanto à permanência do ex-prefeito de Araci, Silva Neto, considerado uma das principais apostas pedetistas para a Assembleia Legislativa.

Silva Neto em entrevista à rádio Antena 1 Salvador | Foto: Reprodução / Youtube
O Bahia Notícias apurou que a avaliação interna é de que Félix Mendonça Jr. aposta em renovação e reposicionamento estratégico da sigla para manter protagonismo no cenário estadual, agora alinhado ao governo petista.
O Tribunal Regional Eleitoral da Bahia (TRE-BA) concluiu, nesta terça-feira (25), o julgamento da Ação de Investigação Judicial Eleitoral (AIJE) contra a prefeita Maria Betivânia Lima da Silva, conhecida como Keinha (PDT), de Araci, no nordeste do estado. A ação pedia a cassação do mandato e a declaração de inelegibilidade da gestora após acusações de um suposto abuso de poder político e assédio eleitoral referente às eleições municipais de 2024.
Por 5 votos a 2, a Corte decidiu negar provimento ao recurso da coligação adversária. O TRE/BA também afastou a aplicação de multa aplicada à gestora pelo Juízo Zonal. A ação teve como principal elemento de prova a divulgação de um vídeo no qual a então candidata teria feito declarações interpretadas pela coligação adversária como forma de coação a servidores públicos comissionados e contratados, supostamente condicionando permanência em cargos ao apoio político.
O advogado da prefeita, Tiago Ayres, sustentou, ao longo do processo, que não houve abuso de poder nem prática de assédio eleitoral, argumentando ausência de gravidade suficiente para justificar a aplicação das sanções previstas no artigo 22 da Lei Complementar nº 64/1990, dispositivo que trata das hipóteses de abuso de poder aptas a comprometer a legitimidade e normalidade do pleito.
Segundo Ayres, “o TRE da Bahia aplicou corretamente a lei, fazendo justiça, pois o discurso, por si só, não é abuso de poder. A categoria do abuso exige uso efetivo de bens ou serviços da administração para comprometer a normalidade da eleição. Isso não ficou demonstrado em momento algum”.
Votaram pelo afastamento do abuso de poder político o presidente da Corte, Des. Abelardo da Matta, o relator Des. Danilo Costa Luiz, além dos desembargadores Ricardo Maracajá , Pedro Godinho e Maurício Kertzman Szporer. Ficaram vencidos os desembargadores Moacyr Pitta Lima Filho e Maizia Seal Carvalho.
O deputado federal Léo Prates (PDT) comentou, nesta segunda-feira (26), a saída do PDT após o provável rompimento da legenda com o grupo do ex-prefeito de Salvador ACM Neto (União). A declaração aconteceu na inauguração do viaduto Zé Linhares, entrega que ele acompanhou ao lado de mais dois representantes da Câmara: Rogéria Santos (Republicanos) e Márcio Marinho (Republicanos).
Questionado sobre a migração do PDT, o deputado confirmou que manterá o apoio ao candidato a governador e deve deixar o partido. Na ocasião, ele sinalizou o alinhamento com o Republicanos.
"Sairei com o coração partido, mas, por amigos, irei pro Republicanos. O vereador Luiz Carlos é meu parceiro. O presidente Hugo Mota me abraçou, me dá espaço na Câmara. Se eu fiz um ano de 2025 bom, foi graças a ele e ao meu partido. Eu acho que esse namoro vem desde 2016. Republicanos é um partido que eu gosto. Gosto de Márcio Marinho", afirmou o deputado.
Prates defendeu a presença de Márcio Marinho para compor a chapa majoritária da oposição nas eleições de 2026. Para ele, o bispo deve estar no grupo.
"Acho ele um dos grandes homens públicos, mas claro que defendo a liberdade de Neto de fazer a melhor escolha. Mas se eu puder opinar e minha voz for escolhida, com certeza Márcio Marinho estará presente na chapa", endossou o deputado.
Apesar da provável saída, o parlamentar deixou clara a vontade de trazer seu atual partido de volta à base do candidato a governador.
"ACM Neto gostaria muito de contar com todas as forças que querem sonhar com uma Bahia melhor, mas depende do PDT. Assim como o PDT sabe que, por princípio, eu faço parte do grupo político de ACM Neto", completou.
O deputado estadual Emerson Penalva voltou a indicar sua possível saída do PDT, caso o partido continue na base do Governo do Estado. Em entrevista à imprensa nesta segunda-feira (26), o parlamentar apontou que existe o desejo de que a sigla retorne à base de ACM Neto para a disputa eleitoral deste ano.
No entanto, segundo ele, a decisão acerca do destino do grupo será firmada pelo deputado federal e presidente do PDT baiano, Félix Mendonça Jr.
“Torço que retorne, retorne para ser vitorioso em 2026. Isso é o que todos nós queremos, mas quem decide é o presidente estadual, o deputado Félix Mendonça”, disse durante inauguração do do viaduto José Linhares, no Iguatemi.
Penalva comentou ainda sobre a possibilidade de sair de seu grupo político e integrar uma sigla do grupo de oposição.
“Se o PDT retornar para a base de ACM Neto até a janela em março, tenho tudo para continuar no partido. Se não, vou agradecer todo o acolhimento que tive, mas estarei no partido da base do pré-candidato ACM Neto”, revelou.
O deputado comentou ainda a possível chegada do senador Angelo Coronel ao grupo opositor. Ele afirmou que a chegada de Coronel não é vista como um problema para Marcelo Nilo, um dos nomes indicados para ser candidato ao Senado Federal pela oposição.
“O senador Coronel é uma grande figura da política baiana, com muito serviço prestado, ele e a família. Marcelo Nilo também tem seu serviço prestado no estado da Bahia. São dois grandes nomes. Sem dúvida alguma, vão sentar, ver quais são os nomes mais competitivos para que a gente possa enfrentar o governo neste ano de 2026”, completou.
Em abril do último ano, o deputado sinalizou a possível saída do partido caso a sigla resolva apoiar a reeleição do governador Jerônimo Rodrigues (PT).
Na época, ele também fez uma ponderação em caso do partido apoiar o atual governador na próxima eleição. "A tendência é eu me manter no partido, até por questão da fidelidade partidária e, em 2026, acredito no retorno do deputado Félix para apoiar o candidato da oposição. Caso não aconteça isso, a minha tendência é sair do partido", contou Peralva.
O deputado federal Leo Prates (PDT) afirmou que possui conversas avançadas para se filiar ao Republicanos, mas informou que irá se reunir com o presidente do PDT, Carlos Lupi, para dialogar sobre a possível saída da legenda. Ao Bahia Notícias, nesta quinta-feira (15), o parlamentar disse que o “desejo é ficar” na sigla, mas com a adesão dos pedetistas ao governo Jerônimo Rodrigues (PT), ele reforçou que estão em grupos políticos divergentes.
“Eu fiquei de conversar com o presidente Carlos Lupi, agora entre fevereiro e março. Vocês sabem, eu sou feliz no PDT. Me prestigiou nacionalmente, mas hoje eles fazem parte de outro grupo político. A gente vai sentar, conversar, somos todos amigos e ver quais serão os caminhos que eu vou adotar. O meu desejo é ficar, mas eu estou com conversas bem avançadas com o Republicanos”, disse Leo Prates.
O PDT vai aguardar os próximos desdobramentos da nova fase da Operação Overclean, deflagrada nesta terça-feira (13), que teve como alvo o deputado federal Félix Mendonça Jr., presidente do partido na Bahia.
O parlamentar é suspeito de integrar um esquema de desvio de emendas parlamentares. A defesa de Mendonça Jr. nega as acusações.
Diante do andamento das investigações, a direção do PDT não deve deliberar, por ora, sobre a situação do deputado dentro da legenda.
À coluna de Lauro Jardim, o presidente nacional do partido, Carlos Lupi, afirmou que é preciso cautela. “Temos que aguardar os desdobramentos para não cometer injustiça”, disse. Segundo ele, “tudo depende do que for comprovado”.
Mais cedo, a Polícia Federal cumpriu mandados de busca e apreensão em endereços ligados ao deputado federal.
Após ser alvo da 9ª fase da Operação Overclean, o deputado federal Félix Mendonça Jr (PDT) negou receber propina e alocar emendas parlamentares. Por meio de nota divulgada à imprensa nesta terça-feira (13), o parlamentar disse que “jamais negociou a execução de emendas parlamentares”.
O deputado se pronunciou e informou que nunca indicou empresas e não exerce função de ordenador de despesas. No comunicado, Félix Jr. demonstrou surpresa e estranhamento com a ação da Polícia Federal.
Ele afirmou que não foram encontrados elementos e fatos que justifiquem os mandados e buscas de apreensão, nesta terça. Mendonça ainda disse lamentar a “morosidade de investigações dessa natureza”. O deputado baiano considerou que a operação compromete “reputações e causa prejuízos políticos”.
VEJA A NOTA NA ÍNTEGRA
O deputado federal Félix Mendonça Júnior (PDT) foi alvo, com surpresa, de nova ação da Polícia Federal (PF), realizada nesta na manhã desta terça-feira (13), com o objetivo de novamente verificar a existência de supostas irregularidades relacionadas à destinação de emendas parlamentares.
Cabe lembrar que em junho de 2025 houve operação com essa mesma finalidade. Passados mais de seis meses, sem que tenha sido encontrado qualquer elemento contra o deputado, a nova diligência causa estranhamento, especialmente diante da inexistência de fatos novos que justifiquem a medida.
Desde o início, Félix Mendonça Júnior tem colaborado integralmente com as investigações, inclusive por meio dos seus advogados, José Eduardo Rangel de Alckmin e Sebastian Borges de Albuquerque Mello, reafirmando sua confiança na Justiça.
O parlamentar lamenta, entretanto, a morosidade de investigações dessa natureza, que comprometem reputações e causam prejuízos políticos, especialmente em ano eleitoral, motivo pelo qual defende que a apuração ocorra de forma célere e responsável.
O deputado reitera que jamais negociou a execução de emendas parlamentares, nunca indicou empresas e não exerce qualquer função de ordenador de despesas. O papel do parlamentar sempre se limitou à apresentação de emendas, com o objetivo de assegurar recursos federais aos municípios que representa na Bahia.
Em seu quarto mandato, Félix Mendonça Júnior sempre pautou sua atuação pela legalidade, transparência e respeito absoluto às instituições. O deputado segue à inteira disposição da Justiça, confiante de que, ao final das investigações, sua inocência será plenamente confirmada.
O deputado federal baiano Félix Mendonça Jr (PDT) é um dos alvos da Polícia Federal na 9ª fase da Operação Overclean. A nova fase da operação foi deflagrada nesta terça-feira (13). Segundo informações obtidas pelo BN, a polícia teria cumprido mandados de busca e apreensão na residência do parlamentar e em seu escritório na capital baiana.
O deputado seria o principal alvo da ação realizada nesta terça. São cumpridos nove mandados de busca e apreensão, que foram expedidos pelo ministro Nunes Marques, do Supremo Tribunal Federal (STF), em Brasília. Em Salvador as ações na Mansão Wildberger, localizada no Largo da Vitória e em outro edifício de luxo no Horto Florestal.
A PF cumpre mandados ainda em Mata de São João e Vera Cruz, na Região Metropolitana de Salvador. Essa é a segunda vez que Félix é um dos envolvidos na operação. Em junho do ano passado, na quarta fase da Overclean, ele também foi alvo de mandados junto com o seu assessor e prefeitos de municípios baianos aliados.
Na ocasião, dois prefeitos afastados dos cargos foram presos em flagrante durante o cumprimento dos mandados de busca e apreensão, por porte ilegal de armas.
OVERCLEAN
A Operação Overclean, iniciada em dezembro de 2024 com ações na Bahia, investiga e visa interromper esquemas de desvio de verbas públicas e práticas ilícitas em licitações em diferentes estados.
As fases anteriores resultaram em prisões, apreensões de documentos e bloqueios de valores ligados aos investigados. A Operação Overclean tem como objetivo desarticular uma organização criminosa suspeita de envolvimento em fraudes licitatórias, desvio de recursos públicos, corrupção e lavagem de dinheiro.
Os investigados poderão responder pelos crimes de organização criminosa, corrupção ativa e passiva, peculato, fraude em licitações e contratos administrativos, além de lavagem de dinheiro.
A vereadora Débora Santana (PDT) se pronunciou, nesta sexta-feira (7), contra alegações de que sua família não estaria prestando apoio ao corredor Emmerson Pinheiro, atropelado pelo filho da legisladora, Cleydson Cardoso Costa Filho, durante um treino na Pituba. Em nota divulgada pela vereadora, ela garante que é “incorreto afirmar que faltou assistência” e garantiu que as tratativas estão ocorrendo entre as partes com “diálogo contínuo”.
Segundo ela, as informações sobre a falta de assistência foram divulgadas pela defesa da vítima e “recebo com profunda tristeza as informações veiculadas pela defesa da vítima, o corredor Emerson, nos últimos dias, afirmando que o mesmo não estaria recebendo assistência. Essa informação não corresponde à verdade”, escreveu.
A vereadora Débora Santana continua dizendo que apesar de não haver acordo formal fixado, as tramitações estão ocorrendo com base no diálogo. Ela garante ainda que já está prestando apoio ao corredor. “Importa esclarecer que eu e meu filho, temos arcado com diversas despesas e fornecido assistência contínua desde a sua alta hospitalar, quando foi hospedado em um hotel juntamente com sua avó e o educador físico, e logo foi para o apartamento.”
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Entre as despesas citadas estão: locação de imóvel para a vítima, devidamente mobiliado por mim, conforme as exigências da família; ajuda financeira mensal; custeio de sessões de fisioterapia; notebook para os estudos; e aquisição de cadeira de rodas e outros itens indispensáveis à reabilitação.
Segundo a legisladora, o apartamento locado por ela foi escolhido pela família conforme suas necessidades. “Temos agido com empatia, respeito e responsabilidade, buscando sempre colaborar dentro das possibilidades para garantir o conforto e a recuperação do corredor Emerson”, completa.
Débora finaliza reiterando que, “embora não tenho qualquer responsabilidade pelo acidente, tenho me empenhado pessoalmente para contribuir e não me omiti em momento algum. Reafirmo ainda minha solidariedade à vítima e o desejo sincero de que a verdade prevaleça sobre essas interpretações e informações imprecisas”, conclui.
O ministro da Casa Civil, Rui Costa (PT), recebeu na noite desta terça-fera (28), em Brasília, lideranças do PDT baiano, quando reafirmou o compromisso de ajudar a fortalecer o partido na Bahia para as eleições de 2026. Participaram do encontro o presidente da sigla no Estado, deputado federal Félix Mendonça Júnior, o prefeito de Euclides da Cunha, Heldinho Macedo, e o antecessor do gestor municipal, Luciano Pinheiro, que é pré-candidato a deputado estadual.
"Fomos até o ministro para tratar de projetos e investimentos para Euclides da Cunha e outros municípios da região, sobretudo na área de saúde e também do PAC (Programa de Aceleração do Crescimento). Ele foi bastante atencioso conosco, como sempre. Claro que também falamos de política. O ministro voltou a dizer que ajudará o PDT na montagem da chapa de candidatos a deputado estadual e federal", afirmou Félix.
Rui foi um dos principais articuladores da retomada da aliança entre o PDT e o PT baiano, selada em abril deste ano, assim com Félix Mendonça e Luciano Pinheiro. Na época, o ponto central das conversas entre os pedetistas e o ministro foi justamente o crescimento da sigla nas chapas proporcionais
"A nossa meta é elegermos três deputados estaduais e três federais. Claro que, somado aos nossos próprios esforços e articulação, o apoio do ministro e do governador Jerônimo Rodrigues (PT) serão importantes. Estamos trabalhando firmes para termos um bom desempenho em 2026", declarou Luciano Pinheiro.
Mensagens trocadas em um grupo de WhatsApp formado por deputados federais do PDT revelam críticas de integrantes da bancada ao ex-ministro Ciro Gomes, após o anúncio de sua filiação ao PSDB e da pré-candidatura ao Governo do Ceará em 2026.
De acordo com prints de conversas divulgados pelo Metrópoles, o deputado Pompeo de Mattos (RS) comentou: “Pelo que percebo, foi sem sequer deixar saudades…”. Em seguida, Josenildo (AP) respondeu: “Pra mim já foi tarde”.
Em uma mensagem mais extensa, o deputado baiano Félix Mendonça Júnior escreveu: "Muito inteligente em questões econômicas ele é, visão cartesiana aguçada, a emoção ofusca e corrói drasticamente a inteligência. A consideração é uma questão de foro íntimo e particular que parece que ele não possui, entrou pela porta da frente e saiu pela janela basculante da área de serviço".


As reações surgiram após a mudança partidária de Ciro. O tom das mensagens variou entre ironias e análises políticas sobre o impacto do movimento no cenário interno do PDT.
Parlamentares avaliaram que a decisão do ex-presidenciável reflete um desgaste dentro do partido e uma tentativa de reposicionamento estratégico para as eleições de 2026.
O ex-governador do Ceará, ex-ministro e ex-candidato à Presidência da República Ciro Gomes oficializou, nesta quarta-feira (22), sua filiação ao PSDB, legenda à qual retorna após 29 anos. O ato foi realizado em Fortaleza (CE) e marcou também o anúncio de Ciro como novo presidente estadual do partido.
Durante o evento, Ciro fez duras críticas ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e ironizou o vice-presidente Geraldo Alckmin (PSB), a quem chamou de “socialista” e “grande guru da esquerda”.
“Quando Lula se elege, chama o José Alencar, do PL, para ser o vice-presidente da República. Aí tudo bem, pode fazer aliança com o PL. Quando Lula resolveu lançar Dilma, sem vivência política nenhuma, já avisado que as coisas podiam ser gravemente traumatizadas, como infelizmente aconteceu, ele chamou a polêmica figura do Michel Temer, do MDB. Aí pode, não tem problema nenhum, porque sendo Lula e o PT, pode”, atacou Ciro.
“Quando agora, mais recentemente, o Lula quis se eleger por quase 1% apenas de diferença do Bolsonaro, depois de todas as dificuldades que passou, quem ele chamou para ser o vice? Geraldo Alckmin, fundador do PSDB, agora é socialista, um grande guru da esquerda, companheiro, porque para eles tudo pode", concluiu ele.
Ciro pediu desfiliação do PDT, após dez anos no partido. O político cearense retorna agora ao PSDB, sigla pela qual governou o Ceará entre 1991 e 1994.
O ex-ministro e ex-governador Ciro Gomes comunicou à direção nacional do PDT que está deixando o partido. Ciro avalia a possibilidade de se filiar ao PSDB ou ao União Brasil para participar de uma candidatura de oposição ao PT nas eleições de 2026.
Segundo informações, o ex-ministro entregou uma carta ao presidente do PDT, Carlos Lupi, na manhã desta sexta-feira (17), anunciando sua decisão de sair da legenda.
Apesar do comunicado, lideranças do diretório nacional do PDT afirmam que Ciro ainda não formalizou o pedido de desfiliação. Nos bastidores, a avaliação é de que a saída do ex-ministro é apenas uma questão de tempo. Procurado, Lupi não foi localizado.
Ciro estava filiado ao PDT desde 2015 e disputou as eleições presidenciais de 2018 e 2022 pelo partido. Em 2018, teve o melhor desempenho do PDT desde Leonel Brizola, em 1989, e ajudou a legenda a eleger 28 deputados federais, formando a maior bancada do partido desde a era Brizola. As informações são do Globo.
O prefeito de Cordeiros, Devani Pereira (PDT), negou que sua esposa, Márcia Luz de Novaes da Silva, tenha recebido parcelas do Bolsa Família após sua posse como chefe do Executivo municipal, em janeiro deste ano. A declaração nesta quarta-feira (15) ao Bahia Notícias, após uma reportagem indicar que a primeira-dama do município teria recebido o benefício após o gestor assumir o mandato.
Segundo o documento, o benefício de Márcia Luz foi cancelado ainda em janeiro de 2025, conforme dados do Sistema de Gestão do Programa Bolsa Família e do Cadastro Único (CadÚnico). A informação, de acordo com a prefeitura, foi confirmada por meio de declaração administrativa emitida pelo coordenador municipal do Cadastro Único, atestando que não houve pagamento de qualquer valor à primeira-dama ao longo deste ano.
O prefeito sustenta que a matéria, publicada nesta quarta (15), apresentou “dados inverídicos” ao afirmar que Márcia Luz teria recebido R$ 6.400 em parcelas do Bolsa Família ao longo de oito meses, mesmo após a posse do marido, e que a renda da família teria alcançado R$ 15,8 mil mensais durante o período.
“A referida matéria veicula informações inverídicas e gravemente lesivas à imagem da Sra. Márcia Luz de Novaes da Silva, esposa do Prefeito Municipal de Cordeiros, ao afirmar que a mesma teria perdido o direito ao beneficio do programa Bolsa Família apenas após o pente-fino do Governo Federal, e que o benefício teria sido mantido por oito meses após a posse do Chefe do Executivo, totalizando R$ 6.400,00”, diz o documento.
A reportagem do Bahia Notícias se baseou nos dados disponibilizados pela agência Fiquem Sabendo, especializada em informações por meio de Lei de Acesso à Informação (LAI). Em planilha disponibilizada pela ferramenta, foi constatado o Número de Identificação Social (NIS) de Márcia Luz, indicando que ela teria recebido o benefício.
Todavia, verificando o Portal da Transparência do Governo Federal nesta quinta (16), a reportagem constatou que ela não recebeu o benefício este ano, recebendo o Bolsa Família até dezembro do ano passado. Logo, Márcia Luz não foi beneficiada desde que Devani Pereira assumiu o mandato. O equívoco foi corrigido na matéria anterior, e, pelo ocorrido, lamentamos o erro e pedimos desculpas.
Um acidente envolvendo um caminhão dos Correios e um veículo de passeio registrou uma morte e quatro pessoas feridas na tarde desta sexta-feira (10) na BR-101, nas imediações de Alagoinhas, município do agreste baiano. Segundo informações do Alago News, parceiro do Bahia Notícias, a pista foi interditada por cerca de 1h.
Conforme a Polícia Rodoviária Federal (PRF), a batida foi frontal e ocorreu no km 105 da rodovia. O impacto causou destruição severa nos veículos, sobretudo no carro de passeio, onde o motorista ficou preso às ferragens e morreu no local. O corpo foi retirado do local por equipes da PRF e Corpo de Bombeiros.
O Departamento de Polícia Técnica (DPT) de Alagoinhas esteve no local para realizar a perícia e remover o corpo. As causas do acidente ainda serão investigadas. A identidade da vítima não havia sido divulgada até o momento da publicação.
O presidente estadual do PDT, deputado federal Félix Mendonça Jr. articula a vinda de pedetista ligados ao ex-prefeito de Salvador, ACM Neto (União) para a base governista visando as eleições de 2026. Nesta quinta-feira (2), o parlamentar convidou o ex-vice-prefeito e vereador de Simões Filho, Sid Serra, para disputar o pleito como candidato a deputado federal ou estadual no próximo ano.
Agora de volta à base governista, a articulação se trata de mais um nome que Félix tenta atrair para a base do governador Jerônimo Rodrigues (PT), desta vez em um município onde ACM Neto venceu o pleito de 2022. Outro quadro pedetista que o deputado também articula para deixar a oposição é a prefeita de Morro do Chapéu, Juliana Araújo.
Em Simões Filho, no entanto, Félix é próximo das principais lideranças do União Brasil - o atual prefeito Devaldo Soares e o antecessor Diógenes Tolentino (União), mais conhecido como Dinha. Ou seja, o movimento não afetaria a aliança do PDT com o grupo que comanda a prefeitura, segundou apurou o Bahia Notícias.
Félix publicou o encontro com o vereador no Instagram, no qual anunciou o convite, que agitou o meio político em Simões Filho.

Encontro entre Félix e Sid Serra | Foto: Reprodução / Redes Sociais
FIM DA ALIANÇA
O fim da aliança entre o PDT e a base de ACM Neto foi oficializada no dia 2 de maio deste ano, após cinco anos de parceria. Na época, irmã de Félix, Andrea Mendonça, pediu exoneração do cargo de secretaria municipal do Mar por conta dos diálogos entre o PDT e o governo de Jerônimo.
“Entendo que o presidente do PDT, sendo ministro do governo do PT, seria muito difícil mantermos nossa aliança para 2026. Agradeço ao partido pelo apoio nas minhas duas últimas eleições, mas, a partir de agora, seguimos caminhos diferentes”, disse Andrea.
O prefeito de Salvador, Bruno Reis (União) afirmou na época que integrantes do partido, que são seus aliados, poderiam se manter em sua base política. “Tenho a convicção de que diversos amigos e parceiros do PDT seguirão o nosso projeto político em Salvador e na Bahia”, salientou.
O deputado federal e presidente estadual do PDT, Félix Mendonça Jr., descartou a chegada de um bloco de parlamentares estaduais do PP no partido e alegou que a chegada em grupo “complica qualquer partido”. Em entrevista ao Projeto Prisma, nesta segunda-feira (15), o dirigente comentou que a chegada de novos filiados ao PDT ocorrerá em diálogo com as lideranças do partido, sem a realização de imposições do diretório estadual ou federal.
Desde o anúncio da federação União Progressista, os deputados estaduais do PP, os quais compõem a base do governador Jerônimo Rodrigues (PT), vêm se articulando para deixar a legenda para uma sigla governista. O bloco de parlamentares progressistas que planejam a migração partidária e grupo é composto por: Niltinho, Hassan, Antonio Henrique Jr. e Eduardo Salles.
“O PP, no caso dos parlamentares estaduais, eles querem vir em bloco, uns quatro deputados. É o que complica para qualquer partido, porque se vem o bloco e o restante? Tem que montar uma chapa (...). A gente tem um acordo no PDT que é o seguinte: quem está entrando no partido não é Félix, não é [Carlos] Lupi, não é o presidente estadual, municipal que vai chegar e vai dizer, não. Nós vamos ouvir agora Silva Neto, vamos ouvir Augustão lá de Ilhéus para saber quem pode e quem não pode entrar” avaliou Félix, descartando a chegada dos parlamentares.
Em entrevista ao Prisma, o presidente do PDT também comentou que espera eleger três deputados federais e três estaduais. Todavia, ele pregou que os eleitos tenham vinculação com as pautas do partido e afastou a possibilidade de servir como “barriga de aluguel”.
“A gente está tranquilo com isso aí. Nada de agonia. Vamos eleger 1, 2, 3. A gente quer três deputados federais e três deputados estaduais Se a gente não pudermos eleger, vamos eleger o que a gente conseguir. É melhor eleger um com vinculação com a educação do que a gente se eleger por eleger”, comentou Félix.
Veja o trecho:
O deputado federal e presidente do PDT na Bahia, Félix Mendonça Jr., negou nesta segunda-feira (15) a possibilidade de o partido assumir alguma secretaria no governo da Bahia, liderado pelo governador Jerônimo Rodrigues (PT). Segundo ele, em entrevista ao Projeto Prisma, podcast do Bahia Notícias, a legenda voltou à base do governo estadual após decisões tomadas no âmbito nacional, seguidas pelo diretório baiano.
"Na eleição de ACM Neto para a Prefeitura e na eleição de Ciro Gomes para presidente, nós nos aliamos a ACM Neto, em uma composição mais nacional que a estadual acabou acompanhando. Agora retornamos à base do governo, estamos conversando e não pedimos nenhum espaço, nenhuma secretaria, ao contrário do que tem sido veiculado na mídia", declarou o presidente do PDT.
O parlamentar também falou sobre os planos do partido, agora integrado à base governista.
"A gente pretende eleger três deputados federais e três deputados estaduais. Não conversamos nada sobre espaço no governo, até porque o governo já estava em andamento. Se a gente fosse entrar agora, esse espaço teria que ser retirado de alguém. Depois de conversar, o presidente e o governador disseram que vão convidar o partido para participar do governo. Claro, se for convidado, vamos analisar e seguir juntos. Mas não houve essa imposição, esse pleito. Se não acontecer, é normal", explicou.
Confira o episódio ao vivo:
O deputado federal Leo Prates (PDT-BA) falou, nesta terça-feira (19), sobre o projeto que vai regulamentar o trabalho de motoristas de aplicativos. Segundo ele, membro da Comissão Especial que vai analisar o projeto, em entrevista ao Bahia Notícias, disse que vai trabalhar para entregar um texto que agrade, sobretudo, os motoristas, diretamente impactados pelo projeto.
"Eu tive em Genebra, como vocês sabem, foi debatido lá esse novo arranjo dessa intermediação de mão de obra por esses aplicativos. Há uma resistência muito grande dos motoristas de aplicativo a essa legislação que o governo apresentou. O nosso desejo é atender os motoristas de aplicativo da Bahia, de Salvador, eles podem ficar tranquilos", iniciou ele.
Além disso, o parlamentar enxergou uma problemática em relação à falta de acordo entre o governo e a classe de motoristas.
"Há um problema que, na visão do governo, os motoristas por aplicativo seriam CLT. E não há um desejo da classe pelo menos quem ouvi até hoje, de diversos motoristas por aplicativo, de vários líderes da categoria fizemos debates na Bahia inclusive em Lauro de Freitas com o presidente da câmara Juca e eu não vejo esse desejo lembrando que muitos dos motoristas de aplicativo utilizam a profissão para ter uma renda extra", concluiu ele.
Roberto Carlos explica imbróglio sobre candidatura para as eleições de 2026 e não descarta reeleição
O deputado estadual Roberto Carlos (PV) comentou, nesta terça-feira (5), a indefinição sobre seu futuro político. Ele afirmou que ainda avalia se disputará a reeleição como deputado estadual ou se tentará uma vaga na Câmara Federal em 2026, e se seguirá no PV ou migrará para o PDT. Segundo Roberto, recebeu um convite do presidente nacional do PDT, Carlos Lupi, para se filiar ao partido, mas aguarda um possível encontro entre Lupi, o governador Jerônimo Rodrigues (PT) e o prefeito de Juazeiro, André Gonçalves, para avançar na decisão. Enquanto isso, o parlamentar segue se preparando para concorrer à reeleição estadual pelo PV.
"Eu recebi o convite do PDT, através do presidente nacional, Carlos Lupi, para voltar ao PDT e ser candidato a deputado federal, porque ele teria um pré-acordo com o governador Jerônimo Rodrigues, que o governador ajudaria na aquisição de um deputado federal, porque supostamente o partido voltar à base de Jerônimo. E aí, depois disso, o governador ligou para mim, dizendo que o PDT estava de volta e gostaria muito que eu fosse candidato a deputado federal", explicou.
O parlamentar também falou que o prefeito de Juazeiro, Andrei Gonçalves (MDB), tem a vontade de que ele saia como deputado federal e usou como exemplo algumas cidades vizinhas que têm, ao menos, um representante na Câmara dos Deputados.
"Campo Formoso tem o deputado federal Elmar nascimento; Casa Nova, o deputado Adolfo Viana; Paulo Afonso é representado por Mário Negromonte Júnior; e até Ribeira do Pombal tem Rodrigo Maia como deputado federal. São cidades menores que Juazeiro, que hoje não tem nenhum representante na Câmara. E se olharmos para Petrolina, do outro lado do rio, são três deputados federais. Inclusive, esses três me incentivam a disputar uma vaga na Câmara dos Deputados", disse.
Entretanto, enquanto esse encontro com esses 3 representantes não ocorrer, ele afirmou que vai sair como deputado estadual pelo Partido Verde.
O presidente do PDT da Bahia, Félix Mendonça Júnior, se reuniu nesta quarta-feira (23) com o secretário estadual de Relações Institucionais, Adolpho Loyola, para tratar de investimentos em municípios onde o partido tem prefeitos, vice-prefeitos ou lideranças de peso. O pedetista assegurou que a participação da sigla no governo não foi pauta do encontro.
O deputado Félix Mendonça fez questão de assegurar que a ocupação de cargos no governo não foi tema da reunião. "Quando anunciamos o apoio ao governo, não o fizemos em troca de cargos. O que esperamos é que os municípios onde o partido tem uma atuação mais direta sejam contemplados com novas obras e ações", garante Félix ao Bahia Notícias.
Ao lado de Félix Mendonça Júnior, Adolpho Loyola recebeu o prefeito de Euclides da Cunha, Heldinho Macedo (PDT), e seu antecessor, Luciano Pinheiro (PDT), que é considerado uma das principais apostas do partido para "puxar" votos na disputa por cadeiras na Assembleia Legislativa. Também estiveram presentes no encontro o vice-prefeito de Serra do Ramalho, Aroldo Muniz (PDT), e o empresário Edilson Campos (PDT), que foi candidato a prefeito de Brotas de Macaúbas em 2024.
Luciano Pinheiro reforçou a confiança no crescimento do partido. "Não tenho dúvidas de que, ao lado do governador e com o apoio de Adolpho Loyola, o PDT vai crescer em 2026. Ingressar na base aliada foi a melhor decisão que tomamos", disse. Sobre a questão de cargos, Pinheiro reiterou a posição do partido: "Sobre essa questão de ocupar cargos, nosso partido tem excelentes quadros para liderar qualquer missão, se houver um convite de Jerônimo. Temos todas as condições de contribuir, mas nunca impomos essa condição".
O ex-prefeito ainda lembrou que, por meio da Secretaria Estadual de Educação, o governo já executa um projeto em parceria com os oito municípios administrados pelo PDT na Bahia, focado na área da educação em tempo integral. A iniciativa é coordenada pelo secretário-geral da legenda, Severiano Alves.
O crescimento das práticas de corrida ao ar livre já é uma realidade na capital baiana. Com jovens, idosos e até mesmo crianças praticando o esporte nas vias públicas de Salvador, o vereador soteropolitano Omar Gordilho (PDT) propõe enviar um projeto de indicação à Prefeitura de Salvador para a criação de uma faixa exclusiva para os atletas e praticantes de corrida na orla soteropolitana.
Conforme o texto que tramita na Câmara Municipal de Salvador (CMS), o Projeto De Indicação n.º 296/2025, indica que o prefeito Bruno Reis (União), “determine à secretaria competente a realização de estudos técnicos e urbanísticos com vistas à implantação de uma faixa exclusiva para a prática de corrida na orla de Salvador, a ser demarcada nos passeios, calçadas ou em trechos da via, nos moldes da legislação de trânsito e mobilidade
urbana, garantindo segurança e conforto aos praticantes”, detalha.
A medida consideraria especificamente a orla marítima de Salvador, entre o Farol da Barra e o Jardim de Alah, onde, segundo o edil, seriam os trechos com maior fluxo de circulação.
“Essa iniciativa poderá [...] considerar horários de pico da prática esportiva, inclusive com possibilidade de adaptações temporárias em dias e horários específicos”, completa o texto.
O projeto, encaminhado para a análise da Comissão de Constituição e Justiça no último dia 08 de julho, deve ser apreciado pela Casa após o recesso semestral. Diferentemente de um projeto de lei, o projeto de indicação pode ser aprovado pela Câmara, mas somente executado mediante o acolhimento do gestor Executivo, que é opcional.
Após a retomada da aliança com o Partido dos Trabalhadores (PT) na Bahia, o Partido Democrático Trabalhista (PDT) apresentou nesta terça-feira (08) um projeto ao governo de Jerônimo Rodrigues (PT) para “expandir a educação em tempo integral” nos municípios baianos administrados por pedetistas. A medida deve ser avaliada pelo governo.
A reunião ocorreu entre prefeitos do PDT e a secretária estadual de Educação, Rowenna Brito. Este encontro é um dos desdobramentos do acordo que levou a cúpula do PDT a integrar a base do governo Jerônimo Rodrigues em abril. Vale lembrar que os partidos da base do governador lideram as prefeituras no interior do estado.
Participaram do encontro a prefeita de Araci, Keinha Jesus, e o prefeito de Cordeiros, Devani Pereira. Também estiveram presentes membros do diretório estadual do PDT, como Severiano Alves, secretário-geral, e Silva Neto, presidente do movimento municipalista da legenda, além de secretários municipais de educação.
Silva Neto explicou a iniciativa: "O governo do estado já tem investido em escolas de tempo integral por toda a Bahia. A ideia do PDT, conforme foi solicitado pelo governador, é fortalecer e ampliar essa iniciativa nas oito cidades administradas pelo partido no estado. E isso não só do ponto de vista estrutural, mas também no modelo de ensino".
Severiano Alves ressalta que a bandeira é uma a tradição do partido na questão educacional. "O PDT tem a marca da educação pública de qualidade em seu DNA. Queremos dar a nossa contribuição ao governo e também tornar os municípios geridos por prefeitos pedetistas referência quando o assunto é ensino integral", afirma o político.
Curtas do Poder
Pérolas do Dia
Jerônimo Rodrigues
"Dizer que somos povo de Deus".
Disse o governador da Bahia e candidato à reeleição, Jerônimo Rodrigues ao rebater críticas de cunho religioso de opositores e pediu ajuda de aliados para atrair lideranças políticas e o eleitorado evangélico para a campanha petista. A fala, registrada em uma reunião com os caciques e os prefeitos da base aliada, na última quarta-feira (19) em Salvador, cita a prefeita reeleita de Cachoeira, no Recôncavo baiano, Eliana Gonzaga.