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Em um evento empresarial no Rio de Janeiro nesta quinta-feira (19), o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ), fez duras críticas à atuação do presidente Luiz Inácio Lula da Silva na área da segurança pública. Flávio, pré-candidato do PL a presidente nas eleições de outubro, citou o projeto de lei antifacção, aprovado pelo Congresso Nacional em fevereiro e que ainda não foi sancionado por Lula.
Flávio Bolsonaro disse que há grandes chances de Lula vetar trechos da proposta. De autoria do próprio governo, o projeto antifacção é um arcabouço que cria novos instrumentos legais para que o Estado possa investigar de forma mais célere as facções criminosas, além de asfixiar o braço financeiro desses grupos e endurecer a responsabilização de seus líderes e membros.
“A depender do que vimos após a promulgação dos resultados das últimas eleições de 2022 para presidente, tem grandes chances de ele escolher o lado dos criminosos, e não do cidadão de bem”, afirmou.
O presidente Lula tem até o dia 24 para decidir sancionar ou vetar o projeto. Segundo Flávio, as medidas propostas no texto são capazes de “estancar a chamada porta giratória do sistema penal, que dificulta o trabalho das nossas polícias e farão marginais violentos ficar muito mais tempo presos”.
O pré-candidato do PL senador também chamou Lula de “ignorante” e classificou o governo petista como “atrasado” e “incompetente”.
“Não dá para continuar no caminho que o Brasil está seguindo, com gente atrasada, com gente que não tem ideia nova, com gente que acha que inteligência artificial só serve para manipular vídeo e foto na internet. Olha o tamanho da ignorância deste ser”, disse Flávio.
Ainda sobre segurança pública, o senador Flávio Bolsonaro defendeu a redução da maioridade penal para menores até 14 anos em casos de crimes hediondos.
“Hoje, um moleque dessa idade sabe exatamente o que está fazendo e quais são as consequências”, disse Flávio. “Tem de ter castração química para estuprador. Isso já se mostrou eficaz, por exemplo, em países da Europa, onde mais de 90% dos criminosos, depois de passarem pelo procedimento, não reincidem”, completou.
De olho na composição partidária para a eleição de outubro, o PL anunciou nesta terça-feira (17) a filiação de Aroldo Cedraz, ex-deputado federal e ex-ministro do TCU. O anúncio foi feito pelo presidente nacional do PL, Valdemar Costa Neto, que afirmou que a chegada de Cedraz tem o objetivo de ampliar e fortalecer a sigla na Bahia.
O encontro que oficializou a filiação também marcou um encontro entre o ex-prefeito de Salvador e pré-candidato ao governo da Bahia, ACM Neto (União), com o senador e pré-candidato à Presidência da República, Flávio Bolsonaro (PL). O presidente do PL na Bahia, João Roma, esteve na reunião.
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva possui uma maior quantidade de seguidores nas redes sociais do que o seu principal oponente para as eleições de outubro, mas o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) é quem lidera nas últimas semanas no crescimento da base de apoiadores digitais, além de receber atualmente quase o dobro das interações nas suas postagens a mais do que o líder petista.
Essas são algumas conclusões de dois levantamentos divulgados nos últimos dias com análise da movimentação nos perfis em redes sociais do presidente Lula e do senador Flávio Bolsonaro. Os levantamentos feitos pelas empresas Ativaweb e Bites levaram em consideração as interações nas redes Instagram, Facebook, X (antigo Twitter), Tik Tok e Youtube.
No mês de janeiro, outro levantamento, feito pelo Bahia Notícias, revelava que um ano depois do baiano Sidônio Palmeira ter assumido a Secretaria de Comunicação da Presidência da República, houve um expressivo aumento na quantidade de seguidores do presidente Lula. Em janeiro de 2025, Lula tinha 36,6 milhões nas redes citadas acima e mais Threads e BlueSky.
De acordo com o levantamento do BN em janeiro deste ano, a quantidade de seguidores de Lula havia saltado para 40,3 milhões. No total, o presidente ganhou em um ano cerca de 3,7 milhões de novos inscritos no Instagram, X, Facebook, Threads, Blue Sky, TikTok e Youtube.
De janeiro até esta terça (17), o presidente Lula somou mais 600 mil seguidores no acumulado de todas as redes, com um total de 40,975 milhões. Confira abaixo como ficou a distribuição de seguidores nas redes de Lula:
- Instagram - 14,5 milhões
- X (antigo Twitter) - 10,1 milhões
- Facebook - 6,1 milhões
- Threads - 3,1 milhões
- Blue Sky - 295,3 mil
- TikTok - 5,3 milhões
- Youtube - 1,58 milhão
Já o senador Flávio Bolsonaro possui praticamente a metade da quantidade total de seguidores do líder petista, com 19,575 milhões. Flávio não tem conta oficial na rede BlueSky, e nas demais plataformas, o número de seus seguidores é o seguinte:
- Instagram - 8,2 milhões
- X (antigo Twitter) - 3,6 milhões
- Facebook - 3,2 milhões
- Threads - 2 milhões
- TikTok - 1,8 milhão
- Youtube - 775 mil
Apesar de ter a metade do número de seguidores, o filho do ex-presidente Jair Bolsonaro tem quase o dobro de comentários, curtidas e compartilhamentos nas suas postagens a mais do que o verificado nas redes do presidente Lula. De acordo com o levantamento da consultoria Bites, no cômputo total dos meses de janeiro e fevereiro, Flávio teve um total de 49,7 milhões de interações, contra 28,2 milhões de Lula.
Na quantidade de interações, Flávio também supera os outros membros da família Bolsonaro. No mesmo período de janeiro e fevereiro, a Bites apurou que Carlos Bolsonaro teve 20,2 milhões de interações, Eduardo Bolsonaro teve 17,5 milhões e Michelle Bolsonaro, 5,7 milhões. O vereador Jair Renan alcançou apenas 0,5 milhão.
A análise da consultoria Ativaweb confirma o bom desempenho de Flávio nas redes sociais neste começo de ano. A empresa verificou que o presidente Lula, mesmo com o dobro de seguidores, perde para o seu adversário na média de curtidas por publicação.
Enquanto Lula teve 65,1 mil likes por post, Flávio Bolsonaro chegou a 117,8 mil. O levantamento da Ativaweb também mostra que, proporcionalmente, o engajamento das publicações do senador (1,33%) é maior que o obtido pelos posts feitos na conta oficial do líder petista.
O relatório indica também que, ao longo do mês de março, o aumento do número de seguidores de Flávio (11,29%) foi superior ao obtido por Lula (0,45%). O parlamentar registrou maior crescimento no número de curtidas (57,60%) em comparação ao presidente (57,60%).
Os dados da Ativaweb indicam ainda que os grupos que os acompanham ambos os candidatos também variam. Enquanto o presidente Lula é seguido por um público majoritariamente feminino (61,36% de mulheres e 38,64% homens), no perfil de Flávio há uma leve predominância masculina (51,08% de homens e 48,92% de mulheres).
O levantamento, por fim, lista as principais cidades onde eles concentram o melhor desempenho online. Lula tem melhor desempenho de interações em São Paulo (10,39%), Rio de Janeiro (7,89%), Belo Horizonte (3,60%), Salvador (3,47%) e Fortaleza (3,03%).
Já Flávio Bolsonaro tem seus melhores índices no Rio de Janeiro (10,99%), São Paulo (7,13%), Belo Horizonte (2,89%), Campinas (2,18%) e Goiânia (1,87%).
Em uma entrevista coletiva no Hospital DF Star, em Brasília, o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) disse que o pai foi internado nesta sexta-feira (13) com o quadro mais grave já registrado desde que passou a enfrentar complicações respiratórias. Flávio disse à imprensa que nunca seu pai havia mostrado um quadro com “tanto líquido no pulmão”.
De acordo com relatório do DF Star enviado ao ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), há suspeita de broncopneumonia aguda. A condição é um tipo de infecção pulmonar que atinge bronquíolos e alvéolos.
“Os médicos disseram que dessa vez foi a pior vez que ele se internou aqui com relação à quantidade de líquido que tinha no pulmão dele. Nunca o pulmão dele encheu de tanto líquido”, afirmou Flávio em coletiva de imprensa.
Segundo o candidato a presidente, o acúmulo de líquido ocorrido em razão de broncoaspiração, quando substâncias do estômago acabam indo para o pulmão, é condição que representa um risco elevado de infecção.
“Isso é perigosíssimo. Pode se alastrar para uma grande infecção. Graças a Deus ele chegou rápido ao hospital”, disse.
Na entrevista, o candidato a presidente aproveitou para criticar a manutenção da prisão de Jair Bolsonaro e voltou a defender a concessão de prisão domiciliar humanitária pelo Supremo Tribunal Federal.
Flávio argumenta que, em casa, o ex-presidente poderia ter acompanhamento permanente da família e de profissionais de saúde, o que, segundo ele, ajudaria a evitar a piora do quadro clínico.
“Está mais uma vez comprovado que onde ele está a tendência é que vá piorando o quadro de saúde dele. Estão brincando com a vida do meu pai. Não dá mais para tratar isso como frescura ou paranóia de que ele pode fugir”, afirmou o senador.
O senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) disse nesta sexta-feira (13), que o seu pai, o ex-presidente Jair Bolsonaro, foi encaminhado a um hospital por passar mal na madrugada. O senador revelou a informação através de uma publicação nas redes sociais nesta manhã.
Acabo de receber a notícia de que meu pai @jairbolsonaro está a caminho do hospital, mais uma vez…
— Flávio Bolsonaro (@FlavioBolsonaro) March 13, 2026
Informações preliminares de que acordou com calafrios e vomitou bastante.
Peço orações para que não seja nada grave.
Ele explicou que Bolsonaro apresentou alguns sintomas ao acordar e foi levado para atendimento médico.
“Acabo de receber a notícia de que meu pai está a caminho do hospital, mais uma vez”, escreveu o senador na postagem.
Segundo o relato de Flávio, o ex-chefe do Executivo nacional apresentou quadro de calafrios e episódios intensos de vômito.
Ainda na publicação, o senador Flávio pediu orações para seus seguidores, apoiadores e eleitores.
“Peço orações para que não seja nada grave”, afirmou o parlamentar.
O presidente Lula (PT) é um líder mais forte, mais sensível, que se preocupa com as pessoas, além de ser competente e sincero. Já o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) é visto como menos radical que Lula e mais honesto que o presidente.
Em resumo, essas foram algumas opiniões dadas pelos entrevistados da pesquisa Quaest, em uma rodada de questionamentos sobre características pessoas e atributos dos dois candidatos. A Quaest apresentou diversas características e perguntou se os entrevistados concordavam ou discordavam se o atributo cabia a cada um dos candidatos.
Um desses atributos apresentados foi a honestidade. Neste quesito, 23% concordam que Lula possui esse atributo e 69% discordam. Sobre Flávio Bolsonaro, 26% acham que o senador é honesto e 62% discordam.
O quesito em que o presidente Lula teve o maior índice de concordância a seu favor foi sobre a força como líder. Um total de 51% concordaram que Lula é um líder forte, contra 42% que enxergaram essa característica em Flávio Bolsonaro.
Confira abaixo como os entrevistados da Quaest enxergaram os dois principais candidatos da corrida presidencial deste ano:
É um líder forte?
Lula
Concorda: 51%
Discorda: 46%
Não concorda nem discorda: 1%
Não sabem/não responderam: 2%
Flávio Bolsonaro
Concorda: 42%
Não concorda nem discorda: 2%
Discorda: 49%
Não sabem/não responderam: 7%
É radical?
Lula
Concorda: 46%
Discorda: 46%
Não concorda nem discorda: 2%
Não sabem/não responderam: 6%
Flávio Bolsonaro
Concorda: 45%
Discorda: 44%
Não concorda nem discorda: 2%
Não sabem/não responderam: 9%
É sensível?
Lula
Concorda: 45%
Discorda: 50%
Não concorda nem discorda: 2%
Não sabem/não responderam: 3%
Flávio Bolsonaro
Concorda: 32%
Discorda: 59%
Não concorda nem discorda: 2%
Não sabem/não responderam: 7%
Tem princípios?
Lula
Concorda: 42%
Discorda: 53%
Não concorda nem discorda: 2%
Não sabem/não responderam: 3%
Flávio Bolsonaro
Concorda: 41%
Discorda: 50%
Não concorda nem discorda: 2%
Não sabem/não responderam: 7%
Se preocupa com as pessoas?
Lula
Concorda: 42%
Discorda: 53%
Não concorda nem discorda: 2%
Não sabem/não responderam: 3%
Flávio Bolsonaro
Concorda: 31%
Discorda: 60%
Não concorda nem discorda: 2%
Não sabem/não responderam: 7%
É competente?
Lula
Concorda: 41%
Discorda: 53%
Não concorda nem discorda: 3%
Não sabem/não responderam: 3%
Flávio Bolsonaro
Concorda: 37%
Discorda: 52%
Não concorda nem discorda: 3%
Não sabem/não responderam: 8%
É sincero?
Lula
Concorda: 27%
Discorda: 67%
Não concorda nem discorda: 2%
Não sabem/não responderam: 4%
Flávio Bolsonaro
Concorda: 25%
Discorda: 64%
Não concorda nem discorda: 3%
Não sabem/não responderam: 8%
É honesto?
Lula
Concorda: 23%
Discorda: 69%
Não concorda nem discorda: 3%
Não sabem/não responderam: 5%
Flávio Bolsonaro
Concorda: 26%
Discorda: 62%
Não concorda nem discorda: 3%
Não sabem/não responderam: 9%
O levantamento foi encomendado pela Genial Investimentos e ouviu 2.004 pessoas com 16 anos ou mais entre os dias 5 e 9 de março. A margem de erro é de dois pontos para mais ou para menos, e o nível de confiança é de 95%.
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) vence todos os cenários de segundo turno testados, com exceção da disputa contra o senador Flávio Bolsonaro (PL), filho do ex-presidente Jair Bolsonaro. Nesse caso, há empate técnico entre os dois. Os dados são da pesquisa da Genial Investimentos em parceria com a Quaest, divulgada nesta quarta-feira (11).
Nesse cenário, Lula aparece com 41% das intenções de voto, mesmo percentual de Flávio Bolsonaro. A pesquisa registra ainda 16% de votos brancos ou nulos e 2% de eleitores indecisos.

Em um segundo cenário testado, Lula vence o governador do Paraná, Ratinho Junior (PSD), com 42% das intenções de voto, contra 33% do adversário. Nesse caso, 22% disseram que votariam em branco ou nulo e 3% se declararam indecisos.

No terceiro cenário, o presidente derrota o governador de Minas Gerais, Romeu Zema (Novo), por 44% a 34%. Outros 19% afirmaram que votariam em branco ou nulo, enquanto 3% disseram estar indecisos.

A pesquisa também testou disputas de segundo turno entre Lula e dois outros governadores: Ronaldo Caiado, de Goiás, e Eduardo Leite, do Rio Grande do Sul. Em ambos os cenários, o petista aparece à frente com vantagem de pelo menos 12 pontos percentuais.
Contra Caiado, Lula teria 44% das intenções de voto, contra 32% do governador. Nesse cenário, 21% votariam em branco ou nulo e 3% estão indecisos. Já contra Eduardo Leite, o presidente venceria por 44% a 26%.


O levantamento também incluiu cenários contra outros nomes. O fundador do Missão, Renan Santos, aparece com 24% das intenções de voto, contra 43% de Lula. Nesse caso, 30% votariam em branco ou nulo e 3% estão indecisos.

Já o ex-ministro Aldo Rebelo, pré-candidato do Democracia Cristã, registra o pior desempenho entre os testados: 23% das intenções de voto, contra 44% de Lula. Nesse cenário, 30% votariam em branco ou nulo e 3% estão indecisos.

A pesquisa ouviu 2.004 brasileiros com 16 anos ou mais entre os dias 6 e 9 de março. A margem de erro é de dois pontos percentuais.
Uma liderança apertada do presidente Luiz Inácio Lula da Silva em cenários de primeiro turno e nas respostas espontâneas, e um empate técnico nas simulações de segundo turno, com alguns institutos apresentando o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) à frente por alguns décimos. Esse pode ser lido como o resumo das mais recentes pesquisas que traçaram cenários para as eleições presidenciais de outubro deste ano.
A análise dos quatro mais recentes levantamentos, divulgados nos últimos 11 dias, revela um cenário em que o presidente Lula segue na liderança da disputa, mas já assistindo não apenas a consolidação de Flávio Bolsonaro como seu principal oponente, mas já podendo até mesmo liderar a corrida nas próximas sondagens.
Nesse levantamento, separamos alguns dos resultados das pesquisas AtlasIntel Bloomberg, divulgada em 25/2; da Paraná Pesquisas do dia 27/2; da Real Time Big Data que teve seus números apresentados em 3/3; e da mais recente sondagem do Instituto Datafolha, que saiu neste sábado, 7/3.
Para as disputas de primeiro turno, separamos aquele que cada instituto considerou como seu cenário principal. Os cenários de primeiro turno possuem diversos outros nomes colocados aos entrevistados, mas concentramos o foco na disputa entre Lula e Flávio Bolsonaro, já consolidamos como os dois principais adversários nestas eleições.
A comparação entre os números das quatro pesquisas revela uma diferença pequena entre cada instituto, e distâncias entre os candidatos que pouco oscilam de uma sondagem a outra. Confira abaixo a comparação entre os números dos quatro institutos para três tipos de simulação (apenas a AtlasIntel não divulgou resultados espontâneos).
Cenário principal de primeiro turno
Datafolha Atlas Paraná RealTime
Lula 39% 45% 39,6% 39%
Flávio 34% 38% 35,3% 32%
Cenário principal de segundo turno
Datafolha Atlas Paraná RealTime
Lula 46% 46,2% 43,8% 42%
Flávio 43% 46,3% 44,4% 41%
Pesquisa espontânea
Datafolha Atlas Paraná RealTime
Lula 25% - 26% 29%
Flávio 12% - 14,8% 19%
Nova pesquisa Datafolha divulgada neste sábado (7) aponta que o senador Flávio Bolsonaro (PL) consolidou sua posição na disputa presidencial de 2026. Nas simulações de segundo turno, o parlamentar aparece em empate técnico com o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), registrando 43% das intenções de voto contra 46% do atual mandatário.
O levantamento é o primeiro realizado pelo instituto desde o lançamento oficial de Flávio como pré-candidato pelo ex-presidente Jair Bolsonaro. A pesquisa ouviu 2.004 eleitores em 137 municípios, entre os dias 3 e 5 de março. A margem de erro é de dois pontos percentuais para mais ou para menos, e o registro na Justiça Eleitoral é o BR-03715/2026.
Nas intenções de voto espontâneas — quando não são apresentados nomes aos entrevistados — Lula oscilou de 24% para 25%, enquanto Flávio Bolsonaro surgiu com 12%. Jair Bolsonaro, atualmente inelegível, foi citado por 3% dos eleitores.
No cenário estimulado mais provável para o primeiro turno, os números são:
-
Lula (PT): 38%
-
Flávio Bolsonaro (PL): 32%
-
Ratinho Jr. (PSD): 7%
-
Romeu Zema (Novo): 4%
-
Renan Santos (Missão): 3%
-
Aldo Rebelo (DC): 2%
-
Brancos/Nulos/Nenhum: 11%
-
Não sabem: 3%
REJEITADOS NA POLARIZAÇÃO
A polarização é refletida nos índices de rejeição. Lula possui 46% de eleitores que afirmam que não votariam nele de forma alguma. Flávio Bolsonaro registra 45% de rejeição. Entre os nomes menos conhecidos, o governador do Paraná, Ratinho Jr., apresenta 19% de rejeição, enquanto 38% dos entrevistados afirmam não conhecê-lo.
O perfil dos eleitores de Lula permanece concentrado entre católicos, nordestinos e pessoas com renda de até dois salários mínimos. Flávio Bolsonaro mantém a base do pai, com destaque entre evangélicos (onde atinge 48%), moradores das regiões Sul, Norte e Centro-Oeste.
O instituto aponta que a queda na vantagem de Lula — que era de 15 pontos em dezembro e agora é de 3 pontos no segundo turno — ocorre em meio a incertezas econômicas e repercussões de investigações. O cenário é influenciado pela percepção sobre o crescimento do PIB em 2025 e desdobramentos de casos como o do Banco Master e do INSS, além de fatores externos como o conflito no Oriente Médio.
Um levantamento da Séculus Análise e Pesquisa, contratado pelo Bahia Notícias, aponta o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) à frente das intenções de voto para a Presidência da República em cenário estimulado na Bahia.
De acordo com os dados divulgados nesta quarta-feira (4), Lula aparece com 48,35% das intenções de voto entre os entrevistados. Em segundo lugar está o senador Flávio Bolsonaro (PL), com 21,87%. Na sequência aparecem Ronaldo Caiado, com 2,14%; Ratinho Júnior, com 1,36%; Zema, com 1,04%; Eduardo Leite, com 0,58%; Renan Santos, com 0,32%; e Aldo Rebelo, com 0,13%.

Ainda segundo o levantamento, 15,18% dos entrevistados declararam voto em branco, nulo ou em nenhum dos nomes apresentados. Outros 9,02% afirmaram não saber ou preferiram não opinar.
O instituto também simulou um eventual segundo turno entre Lula e Flávio Bolsonaro. Nesse cenário, Lula aparece com 49,12% das intenções de voto, enquanto Flávio Bolsonaro registra 23,04%. Entre os entrevistados, 16,55% indicaram voto em branco, nulo ou em nenhum dos dois nomes, e 11,29% disseram não saber ou não opinar.

A pesquisa ouviu 1.535 pessoas em 72 municípios baianos entre os dias 25 e 27 de fevereiro, e está registrada no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob nº BR-04320/2026. O levantamento possui intervalo de confiança de 95% e margem de erro máxima estimada de 2,5 pontos percentuais para mais ou para menos.
Liderança do presidente Luiz Inácio Lula da Silva em todos os cenários apresentados tanto em escolha espontânea do eleitor quanto nas simulações de primeiro e segundo turnos. Esse foi o resultado apurado pelo instituto Real Time Big Data, em nova pesquisa sobre as eleições presidenciais divulgada nesta terça-feira (3).
O instituto apresentou três cenários estimulados, e também projetou diversas disputas em segundo turno. Somente em um eventual confronto com o senador Flávio Bolsonaro há um quadro de empate técnico.
O mesmo quadro de empate entre Lula e Flávio já havia sido apurado em pesquisas divulgadas na semana passada pelo AtlasIntel e Paraná Pesquisas. A diferença é que na pesquisa Real Time desta terça, Lula aparece um ponto percentual à frente do senador do PL, enquanto nas sondagens anteriores Flávio liderava com alguns poucos décimos de diferença.
Confira abaixo os cenários da pesquisa Real Time Big Data.
Pesquisa espontânea
Lula (PT): 29%
Flávio Bolsonaro (PL): 19%
Jair Bolsonaro (PL): 4%
Ratinho Junior (PSD): 2%
Tarcísio de Freitas (Republicanos): 2%
Cenário 1
Lula (PT): 39%
Flávio Bolsonaro (PL): 32%
Ratinho Junior (PSD): 9%
Romeu Zema (Novo): 2%
Aldo Rebelo (DC): 2%
Renan Santos (Missão): 2%
Nulo/Branco: 7%
Não sabe/Não respondeu: 7%
Cenário 2
Lula (PT): 40%
Flávio Bolsonaro (PL): 34%
Eduardo Leite (PSD): 4%
Romeu Zema (Novo): 3%
Aldo Rebelo (DC): 2%
Renan Santos (Missão): 2%
Nulo/Branco: 7%
Não sabe/Não respondeu: 8%
Cenário 3
Lula (PT): 40%
Flávio Bolsonaro (PL): 33%
Ronaldo Caiado (PSD): 5%
Romeu Zema (Novo): 3%
Aldo Rebelo (DC): 2%
Renan Santos (Missão): 2%
Nulo/Branco: 7%
Não sabe/Não respondeu: 8%
Simulações com disputas de segundo turno:
Lula (PT) 42% x 41% Flávio Bolsonaro (PL)
Lula (PT) 45% x 36% Ronaldo Caiado (PSD)
Lula (PT) 44% x 35% Romeu Zema (Novo)
Lula (PT) 46% x 35% Eduardo Leite (PSD)
Lula (PT) 51% x 19% Aldo Rebelo (DC)
Lula (PT) 51% x 18% Renan Santos (Missão)
Em relação à apuração do instituto sobre a rejeição dos candidatos, o presidente Lula e o seu principal opositor, o senador Flávio Bolsonaro, apareceram com o mesmo índice de rejeição de 47%. A quantidade de eleitores que se dizem certos de que votarão em Lula, entretanto, foi maior do que o percentual dos que afirmam estarem convictos de sua escolha por Flávio: 35% a 22%.
A pesquisa ouviu 2.000 pessoas entre os dias 28 de fevereiro e 2 de março de 2026. O levantamento foi contratado pela Record. A margem de erro é de 2 pontos percentuais para mais ou para menos. O nível de confiança é de 95%. Registro no TSE nº BR-09353/2026.
Duas ações foram protocoladas nesta segunda-feira (2) no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) contra o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ), por propaganda eleitoral antecipada. Uma ação foi apresentada pela deputada federal Erika Hilton (Psol-SP), e a outra pelo deputado Lindbergh Farias (PT-RJ).
As ações têm como base discursos feitos pelo senador durante manifestação realizada na Avenida Paulista, em São Paulo, neste domingo (1º). Além de falas do pré-candidato do PL a presidente, os parlamentares citam em suas ações frases de outros políticos que discursaram no carro de som principal do ato, como o prefeito de São Paulo, Ricardo Nunes (MDB) e o ex-deputado Eduardo Bolsonaro (PL).
O ato realizado na avenida Paulista, convocado pelo deputado Nikolas Ferreira (PL-MG), reuniu apoiadores do ex-presidente Jair Bolsonaro e lideranças da direita. Na ocasião, os discursos foram recheados de críticas a ministros do Supremo Tribunal Federal, ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva, além de pedidos de mudanças no cenário político nacional.
Na sua ação, Erika Hilton afirma que Flavio Bolsonaro foi objeto de “expressões de apelo eleitoral direto e inequívoco”. A deputada citou uma frase de Flávio considerada problemática por ter conteúdo de propaganda antecipada:
“Pai, em janeiro de 2027, pessoalmente subir aquela rampa do Planalto junto com o povo brasileiro”, disse o senador.
Para Erika, a manifestação visava “apresentação da candidatura” de Flávio, o que, para ela, viola a legislação, uma vez que o calendário do TSE estabelece 15 de agosto como data para início da propaganda eleitoral no país. A parlamentar disse ainda que as falas desequilibram a disputa.
“Não podemos aceitar propaganda eleitoral antecipada ou qualquer outra ilegalidade por parte do pré-candidato”, disse Erika Hilton, que salientou que a pré-candidatura de Flávio “começa mal e com irregularidades”, e que por isso deveria ser submetida aos “rigores da lei”.
No mesmo sentido, o deputado Lindbergh Farias afirma que o senador Flávio Bolsonaro teria incentivado o eleitorado a escolher candidatos alinhados a uma pauta de enfrentamento ao Supremo Tribunal Federal, com o objetivo de formar maioria para promover impeachments de ministros. Para o deputado petista, o evento apresentou “a feição de comício/palanque”, funcionando como “instrumento de pressão coordenada sobre instituições”.
A representação protocolada pelo deputado do PT argumenta que houve apelo direto ao eleitorado em contexto pré-eleitoral. Na avaliação de Lindbergh, esse apelo caracterizaria propaganda antecipada vedada pela legislação.
“A gravidade institucional aumenta porque o representado coloca o eleitorado diante de uma lógica de ´plebiscito contra a Corte´, pois afirma que o povo terá a oportunidade de ‘escolher candidatos’ comprometidos com ´resgate da democracia´, imediatamente após imputar ao STF um comportamento ilegítimo (‘ministro que descumpra a lei’) e prometer o uso do Senado como instrumento de remoção”, diz um trecho do documento encaminhado ao TSE.
O presidente nacional do Partido Liberal (PL), Valdemar Costa Neto, afirmou que o ex-prefeito de Salvador ACM Neto (União) demonstrou interesse em conversar com o senador Flávio Bolsonaro. A declaração foi feita durante entrevista exibida neste domingo (1º) no programa Canal Livre, da Band.
ACM Neto quer conversar com Flávio Bolsonaro, diz presidente do PL, Valdemar Costa Neto. pic.twitter.com/NNtYypSBSU
— Band Jornalismo (@BandJornalismo) March 2, 2026
Durante a participação, Valdemar também avaliou o cenário político na Bahia e projetou avanço da oposição no estado nas próximas eleições. Segundo ele, o grupo político trabalha com a expectativa de conquistar uma das cadeiras baianas no Senado Federal.
O prefeito de Salvador, Bruno Reis (União), evitou cravar um apoio político ao pré-candidato a presidente da República, Flávio Bolsonaro (PL), e pregou cautela sobre o posicionamento nacional do grupo de ACM Neto (União). Em entrevista coletiva nesta sexta-feira (27), durante a posse do procurador-geral Pedro Maia no Ministério Público da Bahia (MP-BA), o gestor reforçou, no entanto, que a aliança de Neto fará oposição ao Partido dos Trabalhadores (PT).
Bruno Reis foi questionado a fazer uma análise após o vazamento de anotações de Flávio Bolsonaro sobre suas estratégias para a montagem de palanques eleitorais nos estados. No papel, aparecia que o presidenciável ainda buscaria dialogar com ACM Neto para viabilizar seu apoio político.
“Reafirmo aqui que nós estaremos contra o PT. Vocês estão vendo aí, essa semana no Brasil, a situação que está vivendo, o país paralisado em briga permanente, no estado de conflito, que a cada dia se agrava mais e efetivamente a gente espera que tenha um nome que possa pacificar o país, que possa construir resultados, fazer entregas, trabalhar pelo povo, entregar políticas públicas para melhorar a vida das pessoas. Então esse é o nosso pensamento em relação à eleição nacional e, no momento certo, nós vamos, com base nas confirmações das candidaturas, definir o nosso posicionamento político”, disse Bruno Reis.
O prefeito também relembrou os prazos para as convenções partidárias e discorreu sobre as datas para as tomadas de decisão do grupo político.
“A gente ainda tem muita água a passar por debaixo da ponte, até 5 de agosto, que é o prazo das convenções, das definições, das candidaturas. Você tem um primeiro momento que é até 2 de abril, para efetivamente ver quem vai renunciar, quem vai se descompatibilizar, quem serão os candidatos e a partir daí, você tem outro momento que são as convenções para, em seguida, tomar as decisões”, avaliou o prefeito.
Em relação à posse de Pedro Maia, Bruno Reis exaltou a recondução do procurador-geral do MP-BA e o classificou como um “orgulho” para o estado. Segundo ele, a prefeitura tem mantido diálogo com o Ministério Público para seguir as orientações da entidade.
Hoje, à frente da Associação Nacional dos Membros do Ministério Público (Conmap), representa a Bahia no órgão máximo de representação dos procuradores-gerais de justiça dos estados e tenho certeza de que vai, nesse segundo mandato, fazer um trabalho muito melhor do que foi no primeiro. Sem sombra de dúvidas, é um orgulho para todos os promotores e procuradores da Bahia ter Pedro Maia à frente do Ministério Público. Existem, naturalmente, recomendações, existem, às vezes, divergências, mas sempre a prefeitura procura ouvir e dialogar com o Ministério Público”, comentou Bruno Reis.
Levantamento nacional divulgado pelo Instituto Paraná Pesquisas nesta sexta-feira (27) indica os cenários de intenção de voto para a eleição presidencial de 2026, além da avaliação sobre uma possível reeleição do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT).
Na pesquisa espontânea, quando não são apresentados nomes aos entrevistados, Lula aparece com 26% das intenções de voto. Em seguida estão Flávio Bolsonaro (PL), com 14,8%, e Jair Bolsonaro (PL), com 5,8%. Outros nomes citados somam percentuais inferiores, enquanto 42,6% dos entrevistados afirmaram não saber ou não opinar.

No cenário estimulado principal, em que os candidatos são apresentados aos eleitores, Lula registra 39,6% das intenções de voto, seguido por Flávio Bolsonaro, com 35,3%. Ratinho Junior aparece com 7,6%, Romeu Zema com 3,8%, Renan Santos com 1,5% e Aldo Rebelo com 0,5%. Outros 6,7% declararam voto branco, nulo ou em nenhum candidato, enquanto 5% não souberam responder.

Em um segundo cenário estimulado, Lula alcança 40,5%, enquanto Flávio Bolsonaro registra 36,6%. Romeu Zema aparece com 4,3% e Ronaldo Caiado com 3,7%. O percentual de eleitores que afirmaram votar em branco, nulo ou em nenhum candidato foi de 7,8%, e 5,2% não souberam ou não opinaram.

A pesquisa também simulou cenários de segundo turno. Em eventual disputa entre Lula e Flávio Bolsonaro, o levantamento aponta 43,8% das intenções de voto para Lula e 44,4% para Flávio Bolsonaro, com 6,9% de votos brancos ou nulos e 5% de indecisos, cenário que indica empate técnico.

Quando questionados se o atual presidente merece ser reeleito, 52,2% dos entrevistados responderam que Lula não merece um novo mandato, enquanto 43,9% afirmaram que ele merece ser reeleito. Outros 3,9% disseram não saber ou preferiram não opinar.
A pesquisa está registrada no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o nº BR-07974/2026. De acordo com o estudo, realizado entre os dias 22 e 25 de fevereiro de 2026, foram entrevistados 2.080 eleitores em 159 municípios distribuídos pelos 26 estados e o Distrito Federal. O levantamento apresenta grau de confiança de 95% e margem de erro estimada de 2,2 pontos percentuais para os resultados gerais.
Em uma reunião fechada do Partido Liberal (PL) na noite desta quarta-feira (25) em Brasília, com direito a emoção e lágrimas, o senador Flávio Bolsonaro (RJ) fez um apelo por união e o encerramento de brigas e disputas por vagas nas eleições de outubro, e conseguiu garantir um compromisso de maior engajamento do deputado federal Nikolas Ferreira (MG). O encontro teve a participação de parlamentares e dirigentes do partido.
O deputado Nikolas Ferreira, hoje o político do PL com maior potencial eleitoral e força nas redes sociais, vinha sendo atacado pelos irmãos Bolsonaro por falta de maior participação na campanha presidencial de Flávio Bolsonaro. Na reunião desta quarta, Nikolas prometeu empenhar todo o seu “capital político” para ajudar o candidato do partido a presidente.
“Todo o meu capital, seja pequeno ou grande, o que qualquer um achar, ele vai ser direcionado no fim das contas para uma pessoa. E essa pessoa tá aqui do meu lado [Flávio Bolsonaro]. Ou seja, tudo que eu estou construindo agora vai ser direcionado pra ela”, afirmou o deputado.
Ao explicar o posicionamento, Nikolas relembrou sua trajetória de apoio ao ex-presidente Jair Bolsonaro e à sua família. O deputado mineiro destacou no evento do partido a sua lealdade a Jair Bolsonaro, e garantiu que atuará em Minas Gerais para impulsionar a candidatura do senador.
“Porque se tem uma coisa que eu fiz desde 2015, quando o Bolsonaro tinha 3%, foi ser fiel e grato ao seu pai desde aquele momento. E eu não tenho dúvidas que ele tem também gratidão, porque naquele momento ele era um deputado como todos nós”, disse Nikolas.
Ao falar do pai na reunião, o senador Flávio Bolsonaro chorou e se emocionou. O senador relatou a visitas a Jair Bolsonaro na prisão, na Papudinha, e disse que vem do pai a motivação para ser candidato a presidente.
“Eu sou candidato para mostrar um caminho que esse país tem que seguir. [...] Ele não merece passar o que está passando, [...] a família sofre”, disse Flávio.
O candidato a presidente pelo PL também criticou as condições da cela em que Jair Bolsonaro está preso. Disse ter ficado aflito ao visitar o local.
“Ainda não tinha visto onde ele está dormindo. A gente sabe que ele não cometeu crime nenhum. Um ex-presidente da República, que não tem nenhum privilégio por isso. Todo mundo aqui tem consciência do contexto em que ele foi colocado lá”, declarou.
O senador também se emocionou ao falar de seus irmãos e da ex-primeira-dama, Michelle Bolsonaro. Flávio disse respeitar todos da família, citando nominalmente os irmãos e Michelle. “Dá uma aflição na gente, é muito sério o que está acontecendo”, enfatizou Flávio.
Flávio Bolsonaro minimizou os atritos entre seu irmão, Eduardo, e a ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro. Eduardo criticou Michelle e Nikolas Ferreiras por não estarem dando apoio suficiente à campanha de Flávio.
"A gente acaba às vezes querendo que as coisas aconteçam num tempo que não é o tempo que tem que acontecer ainda. Respeito todos, respeito muito a Michelle, respeito cada um que está aqui, e que está aqui, e que está no seu tempo querendo entrar de corpo e alma", colocou Flávio.
"Não adianta querer me separar de Nikolas, de Michelle, de qualquer um. Essa é uma coisa que o Eduardo lá de fora está passando, está com as contas bloqueadas, as contas da mulher dele bloqueadas. Está batalhando para conseguir sobreviver, e se sacrificou de verdade. Ele foi fundamental também para que a minha candidatura acontecesse", completou o senador.
O senador e pré-candidato a presidente, Flávio Bolsonaro (PL-RJ), disse nesta quarta-feira (25) que pretende conversar com seu irmão, o ex-deputado federal Eduardo Bolsonaro, para definir os candidatos do partido ao Senado pelo estado de São Paulo. Eduardo sinalizou ao irmão que pretende concorrer mesmo morando atualmente nos Estados Unidos.
Segundo o senador, Eduardo Bolsonaro alega que está elegível, apesar de estar fora, e que está atualmente em primeiro lugar na pesquisa para o Senado em São Paulo. O senador do PL, entretanto, acha difícil justificar essa candidatura aos eleitores.
“Eduardo teria a chance teórica de ser candidato. Ele quer? Óbvio que ele quer. [...] Eu expliquei pra ele que eu vejo dificuldade em função disso. Se ele perde o mandato por falta, como é que ele vai explicar para o eleitor que ele vai se eleger, vai tomar falta e vai perder o mandato também?”, questionou o senador.
Flávio visitou nesta manhã o seu pai, o ex-presidente Jair Bolsonaro, na Papudinha, onde ele cumpre pena. Após sair do encontro, o senador conversou com a imprensa, e falou sobre os conflitos envolvendo membros da família Bolsonaro ocorridos nos últimos dias.
O candidato a presidente disse que pretende reunir a família para conversar e solucionar as questões envolvendo principalmente Eduardo Bolsonaro e a ex-primeira-dama, Michelle Bolsonaro.
“Não tenho problema em dizer que vou procurar um por um para aparar qualquer tipo de aresta que, por ventura, possa existir ainda”, afirmou o senador.
Ao lado do deputado Guilherme Derrite (PP-SP), Flávio Bolsonaro disse que há um objetivo maior, destacando que todos estão na mesma página. “O Brasil corre um sério risco de virar um narcoestado sob a administração do PT nos próximos quatro anos”, declarou.
O deputado Derrite foi confirmado pelo senador Flávio Bolsonaro como um dos candidatos do partido ao Senado por São Paulo. Derrite teria recebido o apoio também do ex-presidente Jair Bolsonaro.
O senador também informou que convocou para a tarde desta quarta (25) uma reunião na sede do PL, em Brasília, com a bancada de deputados e senadores da legenda. O encontro, tem como objetivo reorganizar a pré-campanha e aparar arestas internas que vêm se acumulando entre aqueles que postulam principalmente as vagas para o Senado pelo partido.
Integrantes da direção nacional do Partido dos Trabalhadores (PT) avaliam que o avanço do senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) em pesquisas de intenção de voto tem sido considerado internamente como um elemento que pode aumentar a pressão para que o ministro da Fazenda, Fernando Haddad, dispute o governo de São Paulo nas eleições de 2026.
Segundo dirigentes da legenda, Haddad vem sendo incentivado pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva a concorrer contra o atual governador paulista, Tarcísio de Freitas (Republicanos). A avaliação dentro do partido é de que a candidatura ao Palácio dos Bandeirantes poderia fortalecer o palanque eleitoral de Lula no maior colégio eleitoral do país.
Apesar das articulações, Haddad tem demonstrado resistência à possibilidade de disputar o cargo. O ministro deve deixar o comando do Ministério da Fazenda até o início de abril, mas, conforme interlocutores, pretende atuar apenas na coordenação da campanha de reeleição presidencial, sem participar diretamente da disputa eleitoral.
Ainda assim, lideranças petistas avaliam que o desempenho de Flávio Bolsonaro em levantamentos recentes para a Presidência da República pode influenciar o cenário político e contribuir para intensificar o processo de convencimento de Haddad dentro do partido.
As informações são do Metrópoles.
Além de ver pela primeira vez o senador Flávio Bolsonaro à sua frente em uma simulação de segundo turno, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva recebeu outras más notícias da pesquisa AtlasIntel, divulgada nesta quarta-feira (25). O instituto, por exemplo, averiguou que a rejeição à candidatura de Lula passou a ser maior do que a do filho do ex-presidente Jair Bolsonaro.
Entre os entrevistados pela AtlasIntel, 48,2% afirmaram que “não votariam de jeito nenhum” no presidente Lula. Já a rejeição ao senador Flávio Bolsonaro foi de 46,4%. Logo depois entre os mais rejeitados estão Jair Bolsonaro (44,2%), Renan Santos (43,9%) e Eduardo Leite (38,3%).
No principal cenário de primeiro turno, em que Lula parece com 45% contra 37,9% de Flávio, o presidente viu sua liderança diminuir principalmente na região Nordeste, seu principal reduto eleitoral. Lula somava 58,2% na pesquisa AtlasIntel de janeiro, e caiu para 50,4% agora em fevereiro. Já Flávio subiu de 28,7% para 31,8%.
Na região Sudeste, a mais populosa do país, houve um achatamento da distância. Em janeiro, o presidente Lula tinha 49,3% das intenções de voto na região, enquanto Flávio somava 36,1%. Neste pesquisa mais recente, a distância ficou bem menor: 43,6% para o líder petista, ante 41,9% para o senador.
Chama atenção, ainda, a diferença entre as intenções de voto considerando pessoas que cursaram até o ensino fundamental. Em janeiro, Lula era o preferido de 61,2% desse grupo; em fevereiro, caiu para 37,3% – diferença de quase 24 pontos. Flávio, por por outro lado, subiu de 28% para 41,2%, alta de 13,2%.
Em outro recorte do levantamento, foi constatado que aumentou a desaprovação e piorou a avaliação positiva do governo e do desempenho do presidente. Pela pesquisa, o percentual de quem desaprova o desempenho do presidente Lula aumentou de 50,7% para 51,5%.
Já a aprovação do trabalho de Lula neste terceiro mandato caiu de 48,7% na pesquisa feita em janeiro para 46,6% nesta sondagem mais recente. Os indecisos somam 1,8%.
Na avaliação do governo como um todo houve piora ainda maior. A opção ruim ou péssimo ficou praticamente estável, com 48,4%. O percentual de ótimo ou bom caiu de 47,1% para 42,7%. Em contrapartida, passaram a considerar o governo regular 8,9%, ante 4,4% há um mês.
A pesquisa AtlasIntel foi feita entre quinta-feira (19) e esta terça (24) e tem margem de erro de um ponto percentual. Foram entrevistadas, por meio de questionários aplicados pela internet, 4.986 pessoas. O levantamento está registrado no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o código BR-07600/2026.
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva lidera as intenções de voto para um eventual primeiro turno em todos os cenários testados, mas ficou pela primeira vez atrás do senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) nas simulações de segundo turno. É o que mostra a nova pesquisa AtlasIntel, divulgada nesta quarta-feira (25).
De acordo com os resultados da pesquisa, Flávio, filho mais velho do ex-presidente Jair Bolsonaro, teria 46,3% dos votos contra 46,2% de Lula num eventual segundo turno. Os números revelam um empate técnico.
Num cenário de embate direto em segundo turno contra Tarcísio de Freitas (Republicanos), o governador de São Paulo aparece à frente de Lula, com 47,1% contra 45,9% do presidente. Tarcísio, no entanto, tem reafirmado que é candidato à reeleição e apoia Flávio na disputa pelo Planalto. Contra a ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro (PL), Lula marca 47,5% e ela, 44,7%.
Já para o primeiro turno, o presidente Lula aparece na frente nos cenários apresentados aos entrevistados. No primeiro cenário, Lula aparece com 45,0%, à frente de Flávio Bolsonaro (37,9%), Ronaldo Caiado (4,9%), Romeu Zema (3,9%), Renan Santos (2,9%) e Aldo Rebelo (1,1%).
No segundo cenário, com Ratinho Júnior no lugar de Caiado, Lula tem 45,1% e Flávio 39,5%, enquanto Zema marca 3,9%, Ratinho 3,8%, Renan 3,2% e Aldo 1,1%. No terceiro, Lula soma 45,3% e Flávio 39,1%; Zema cresce para 5,7%, Renan vai a 3,7%, Eduardo Leite aparece com 1,6% e Aldo tem 1,2%.
No quarto cenário, em que é colocado o nome Tarcísio de Freitas, no lugar de Flávio Bolsonaro, Lula registra 43,3% contra 36,2% governador de São Paulo; Zema tem 8,5%, Caiado 5,1%, Renan 2,5% e Aldo 0,9%.
Já no quinto cenário, com Lula, Flávio e Tarcísio na mesma simulação de primeiro turno, o presidente amplia a vantagem e chega a 47,1%, seguido por Flávio (33,1%) e Tarcísio (7,4%); Caiado marca 4,1%, Renan 3,3%, Zema 1,5% e Aldo 1,4%.
A AtlasIntel também testou um cenário sem Lula e apresentando o nome do ministro Fernando Haddad como candidato do governo. Nesse caso, Haddad lidera com 39,1%, seguido por Flávio Bolsonaro, com 37,1%.
O levantamento da AtlasIntel foi registrado no Tribunal Superior Eleitoral com o número BR-07600/2026. O instituto ouviu 4.986 pessoas entre 19 e 24 de fevereiro, tem margem de erro de um ponto percentual e nível de confiança de 95%.
O ex-deputado federal Eduardo Bolsonaro é mais útil para a candidatura presidencial do seu irmão, Flávio Bolsonaro (PL-RJ), se “ficar calado”. A opinião foi dada nesta terça-feira (24) pelo pastor Silas Malafaia, em entrevista ao SBT News.
Malafaia criticou na entrevista os ataques feitos por Eduardo Bolsonaro ao deputado Nikolas Ferreira (PL-MG) e à ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro. Para o líder espiritual, que é ligado politicamente ao ex-presidente Jair Bolsonaro, Eduardo estaria falando “muitas asneiras”.
"Calado, (Eduardo) vai ajudar muito mais o irmão (Flávio) do que abrindo a boca para falar asneira. Ele calado vai ser um belíssimo cabo eleitoral para o irmão”, declarou o pastor.
Em postagem nas redes sociais, Eduardo Bolsonaro disse que Nikolas Ferreira e Michelle Bolsonaro estariam com “amnésia”, por não citarem a candidatura do irmão, Flávio Bolsonaro, em seus conteúdos. Nikolas, ao sair de visita ao ex-presidente Jair Bolsonaro na Papudinha, no último sábado (21), disse que já estava acostumado a apanhar do ex-deputado, e afirmou ainda que “ele não está bem”.
Já Michelle Bolsonaro não respondeu diretamente às críticas de seu enteado. Michelle, entretanto, postou um vídeo preparando “bananinhas fritas” para levar ao marido, o que foi entendido como uma estocada em Eduardo Bolsonaro, apelidado jocosamente por adversários como “Bananinha”.
Para Malafaia, se Eduardo Bolsonaro continuar com as críticas, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva “vai agradecer”. O pastor classificou as declarações de Eduardo como “amadorismo político sem tamanho”, disse que Michelle está “sofrendo’ por causa da prisão do marido, e que ela merece respeito neste momento.
“O ex-deputado não pode querer determinar a hora que cada pessoa vai manifestar seu apoio. Tem que respeitar a hora e o espaço de cada um’, criticou Silas Malafaia.
“Eduardo Bolsonaro não está bem”. Em uma postagem com esse o título, a esposa do ex-deputado Eduardo Bolsonaro, Heloísa Bolsonaro, faz coro ao que disse recentemente o deputado federal Nikolas Ferreira (PL-MG) sobre o colega de partido. Em uma entrevista na porta da Papudinha, concedida no último sábado (21) após visitar o ex-presidente Jair Bolsonaro, Nikolas rebateu críticas de Eduardo dizendo que “ele não está bem”.
Na sua postagem, Heloísa Bolsonaro concorda que seu marido “pode não estar bem mesmo”, mas elenca os motivos pelos quais Eduardo Bolsonaro estaria passando por um momento ruim.
“Ele pode não estar bem, mesmo! É humano, carrega uma cobrança e um peso absurdo nas costas, além da dor da saudade. Mas é incansável e também nossa base emocional, firme como uma rocha, que não deixa a gente (eu, Geórgia e JH) desmoronar”, disse Heloísa.
Morando com Eduardo Bolsonaro e os filhos nos Estados Unidos desde o ano passado, Heloísa afirma que o ex-deputado estaria sofrendo por ter tido que “se afastar do seu país para continuar lutando pelo que acredita”. Ela afirma também que o fato de não poder se relacionar com o pai também seria um fator de peso emocional.
“Ficar longe da sua terra, da sua história, e, principalmente, do seu pai - seu maior ídolo e exemplo - não foi escolha simples. No início ainda conseguiam falar por telefone. Depois, nem isso. E hoje somente por cartas”, relatou Heloísa Bolsonaro.
No texto, Heloísa afirma que não gravou um vídeo porque iria se emocionar, e afirma que Eduardo Bolsonaro sabia dos riscos que poderiam vir com a sua atitude de ir para os EUA.
“Mesmo assim, ele seguiu e segue firme. Mas Eduardo Bolsonaro não está bem”, reforça a esposa. “Porque continua trabalhando, todos os dias, de forma voluntária, pelo Brasil que acredita”, completou.
Heloísa Bolsonaro afirma que gravou o vídeo sem que seu marido soubesse. E conclui seu texto afirmando acreditar na vitória do senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ), para, segundo ela, “libertar o Brasil”, e talvez favorecer o retorno de Eduardo Bolsonaro dos Estados Unidos.
Em conversa com jornalistas, após visitar na manhã deste sábado (21) o ex-presidente Jair Bolsonaro na Papudinha, o deputado federal Nikolas Ferreira (PL-MG) rebateu críticas feitas a ele pelo ex-deputado Eduardo Bolsonaro, que se encontra nos Estados Unidos. Nikolas falou com a imprensa após ficar duas horas reunido com Bolsonaro.
Em entrevista ao SBT News, Eduardo Bolsonaro criticou Nikolas Ferreira e Michelle Bolsonaro por considerar insuficiente o engajamento deles na campanha presidencial do senador Flávio Bolsonaro. Eduardo declarou ver “amnésia” por parte de Nikolas e Michelle em relação ao irmão.
“Primeiro, que eu discordo que eu tenha amnésia e que a Michelle tenha amnésia. Eu me lembro muito bem de todos os anos que eu fui atacado injustamente”, disse o deputado mineiro, relembrando ataques que sofreu de Eduardo Bolsonaro em ocasiões anteriores.
Nikolas Ferreira disse que já está acostumado com os ataques que sofre não apenas de Eduardo, mas de outros políticos e influenciadores de direita. O deputado também defendeu Michelle Bolsonaro e pediu foco no que chamou de “inimigo comum”.
“Diante das situações que estão acontecendo, nós temos o pai dele preso, sofrendo dificuldades de saúde, você tem as pessoas do dia 8 presas e precisando da derrubada do veto a dosimetria, você tem o STF envolvido em diversos escândalos, você tem o Lula literalmente fazendo de tudo para poder destruir esse país e a prioridade é nos atacar? Então, isso diz muito mais sobre ele do que a mim”, rebateu Nikolas.
“Bater em mim eu já estou acostumado. Já tem mais de três anos que eles estão aí nessa saga. Mas, sabe, deixa a Michelle viver o calvário dela. Ela, acima de tudo, é uma esposa, ela é uma mãe, que tem que cuidar de uma filha, que está vindo aqui todos os dias preparando alimento pro marido dela, acima de tudo, é uma esposa, ela é uma mãe, que tem que cuidar de uma filha, que está vindo aqui todos os dias preparando alimento pro marido dela, de 70 anos, que está preso injustamente”, concluiu o deputado do PL mineiro.
Por fim, Nikolas Ferreira criticou o comportamento do ex-deputado Eduardo Bolsonaro, que se auto-exilou nos Estados Unidos enquanto é réu em processo no Supremo Tribunal Federal (STF) por crime de coação.
“Então, eu acho que o Eduardo não tá bem. E eu realmente faço questão de não perder meu tempo com essas divergências, porque eu acredito que a gente tem um Brasil pra salvar”, finalizou Nikolas.
O deputado mineiro foi autorizado pelo ministro Alexandre de Moraes a visitar Jair Bolsonaro no 19° Batalhão da Polícia Militar do Distrito Federal, unidade conhecida como “Papudinha”. Entre os assuntos da conversa esteve a discussão sobre a estratégia do PL em Minas Gerais para as próximas eleições, especialmente a formação da chapa no estado.
A visita ocorreu em meio a movimentações políticas que envolvem tanto o cenário estadual quanto o nacional. Embora o nome de Nikolas tenha sido cogitado para disputar o governo de Minas Gerais, o parlamentar descartou essa possibilidade, e vem dizendo publicamente que pretende concorrer à reeleição para a Câmara dos Deputados.
O deputado assegurou que recebeu de Jair Bolsonaro a "liberdade" para "construir" suas alianças eleitorais em Minas Gerais.
"Ele me deu essa liberdade para poder construir em Minas Gerais, tanto no Senado quanto no governo, porque eu acredito que hoje temos uma força no estado para poder tomar algumas decisões; e essas vão ser algumas decisões que serão tomadas", declarou Nikolas Ferreira.
A Federação Brasil Da Esperança ingressou nesta sexta-feira (20) com uma ação no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) contra o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) por propaganda eleitoral antecipada. A Federação, que reúne as siglas PT, PV e PCdoB, afirma que o senador promoveu campanha eleitoral antecipada negativa contra o presidente Luiz Inácio Lula da Silva, e pediu a remoção dos conteúdos.
Segundo o texto da ação, o vídeo de Flávio Bolsonaro teria sido feito com As imagens geradas por inteligência artificial, e mostram o presidente Lula e a primeira-dama Janja com roupas de presidiários em uma cadeia e legendas como "Bloco do Luladrão". Além de Flávio, o vídeo em questão foi publicado pela deputada Bia Kicis (PL-DF) e pelo senadores Marcos Rogério (PL-RO) e Rogério Marinho (PL-RN).
Os partidos da Federação Brasil Da Esperança alegam que a divulgação do vídeo por Flávio Bolsonaro não apenas busca prejudicar a imagem de Lula, mas também configura uma tentativa de influenciar o cenário político de forma antecipada. A representação cita ainda resolução do TSE que prevê que “não será tolerada propaganda que caluniar, difamar ou injuriar qualquer pessoa”.
“Não há dúvidas de que os Representados promoveram campanha eleitoral antecipada negativa, na medida em que realizaram publicação de imagem manipulada nas redes sociais com a desqualificação da imagem e da honra, principalmente, de Luiz Inácio Lula da Silva, com a divulgação de fatos sabidamente inverídicos, com o único intuito de influir, negativamente, na formação da opinião dos eleitores”, diz trecho da ação.
Nos conteúdos divulgados pelo senador do PL, também há uma paródia de samba-enredo com acusações a Lula e a integrantes do governo, com menções a fake news veiculadas em momentos anteriores da gestão, como a de taxação do Pix. Imagens de IA dos ministros Fernando Haddad (Fazenda) e Gleisi Hoffmann (Relações Institucionais) também são usadas nos vídeos.
A ação do PT, PV e PCdoB foi apresentada um dia depois de o Partido Liberal (PL) protocolar um pedido de produção antecipada de provas no TSE contra o presidente Lula, a quem a sigla acusa de abuso de poder político e econômico no desfile da escola de samba Acadêmicos de Niterói, na Marquês de Sapucaí, no Carnaval de 2026.
A legenda sustenta que a apresentação, que teve enredo em homenagem a Lula, se transformou em um “ato político-eleitoral” em ano de eleição presidencial, bancado majoritariamente com recursos públicos e com ingerência direta do Palácio do Planalto. No texto, o partido afirma que o desfile da Acadêmicos de Niterói extrapolou os limites da manifestação cultural e se converteu em “peça de marketing político-biográfico”, com exaltação do presidente e ataque a adversários.
Os casos estão agora nas mãos dos ministros do TSE, que deverão avaliar tanto o desfile da Acadêmicos de Niterói quanto se a publicação do vídeo de Flávio Bolsonaro realmente configura propaganda eleitoral antecipada e quais medidas poderão ser tomadas em resposta à ação.
Flávio Bolsonaro aparece nas pesquisas em situação melhor do que seu pai estava em fevereiro de 2022
A pesquisa Genial/Quaest divulgada na semana passada confirmou a consolidação do nome do senador Flávio Bolsonaro (PL) como principal adversário do presidente Luiz Inácio Lula da Silva para as eleições de outubro. Apenas dois meses após ser escolhido por Jair Bolsonaro como candidato da oposição para a disputa, Flávio em pouco tempo reduziu a distância que tinha para Lula, de acordo com a Genial/Quaest.
Apesar de o presidente Lula liderar todos os cenários apresentados para a disputa em primeiro e segundo turnos, o filho mais velho do ex-presidente já aparece com apenas seis pontos atrás do líder petista. Em um dos cenários em que foram incluídos os nomes de Ratinho Jr., Romeu Zema, Renan Santos e Aldo Rebelo, o presidente Lula lidera com 35% dos votos, contra 29% de Flávio Bolsonaro.
Na pesquisa Genial/Quaest divulgada no início do mês de janeiro, com os mesmos nomes do cenário anterior, Flávio Bolsonaro alcançou 26%, contra 35% do presidente Lula. Em um outro cenário, no qual foi acrescentado o nome do governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas, Lula apareceu com 36% e o senador do PL com 23%.
A colocação atual do senador Flávio Bolsonaro na pesquisa Genial/Quaest supera o índice alcançado pelo então presidente Jair Bolsonaro no mesmo período de 2022. Naquele mês de fevereiro, em sondagem do mesmo instituto, Bolsonaro apareceu com 23%, contra 45% alcançados por Lula.
O cenário incluiu ainda nomes como Sérgio Moro (7%), Ciro Gomes (7%), João Doria (2%), André Janones (2%), Simone Tebet (1%) e Rodrigo Pacheco (0%). De todos esses nomes testados, apenas Lula, Bolsonaro, Simone Tebet e Ciro Gomes foram candidatos a presidente.
Em fevereiro de 2022, o então presidente Jair Bolsonaro estava 22 pontos percentuais abaixo de Lula, o seu principal desafiante. Essa diferença foi caindo progressivamente até as eleições em primeiro turno, no mês de outubro. O resultado final das urnas no primeiro turno foi 48,43% para Lula e 43,20% para Bolsonaro.
Informações obtidas pelo jornalista Lauro Jardim, do jornal O Globo, a partir de pesquisas internas e trackings realizados pela Secretaria de Comunicação da Presidência da República, indicam que o desfile da Acadêmicos de Niterói em homenagem ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva teria sido “um desastre”.
Um estudo da agência Ativaweb divulgado nesta quarta-feira (19) confirma os números apurados pelo Palácio do Planalto e revelam que a passagem da escola de samba pelo Sambódromo do Rio de Janeiro teria sido “catastrófica” para o governo. O desfile foi realizado na noite do último domingo (15).
Segundo Lauro Jardim, a apuração feita pela equipe de comunicação do governo revelou que o principal foco de críticas ao desfile teve como alvo a ala que representou a “família tradicional” dentro de uma lata de conservas. Além de ter se tornado o “símbolo do desastre” para a imagem do presidente Lula, as fantasias da “família em conserva” acabaram, na visão de fontes do colunista, criando um forte atrito com um grupo que o governo vinha tentando atrair - os evangélicos.
“Todo um trabalho de aproximação com os evangélicos foi jogado fora”, disse um líder petista ao jornalista Lauro Jardim.
A mesma impressão de “desastre” foi corroborada pelo estudo da agência Ativaweb realizado entre a segunda (16) e a terça-feira (17). O levantamento da agência contabilizou 28,9 milhões de menções nas redes sociais às imagens da chamada “família em conserva”, surgidas após o desfile da Acadêmicos de Niterói.
A análise da Ativaweb, feita em publicações no Instagram, Facebook e a rede X, apontou que 70,7% das menções ao assunto foram classificadas como negativas, associadas a críticas à representação simbólica e à percepção de ataque a valores culturais, religiosos e familiares.
Conteúdos positivos, em defesa da liberdade artística e da sátira política, representaram 21,8%. Outros 7,5% foram considerados neutros. O estudo mostrou presença simultânea em todas as regiões do país e múltiplos polos de propagação, incluindo influenciadores políticos, usuários comuns e redes ideológicas organizadas.
De acordo com a análise da Ativaweb, o que começou como crítica foi apropriado por usuários e lideranças associadas ao campo conservador, que passaram a produzir, com uso de inteligência artificial, imagens próprias de “famílias conservadoras” dentro de latas metálicas. O movimento incluiu políticos da oposição a Lula, que compartilharam ilustrações em suas redes sociais.
A impressão de que o desfile da Acadêmicos de Niterói foi um "desastre" é compartilhada por aliados do pré-candidato a presidente Flávio Bolsonaro (P-RJ). Segundo a coluna Painel, da Folha de S.Paulo, o desfile deu munição aos adversários ao satirizar a parcela conservadora e evangélica da população. Para eles, foi um tiro no pé que vem sendo explorado nas redes bolsonaristas, especialmente a ala que usou uma fantasia de família em lata de conserva.
O próprio Flávio Bolsonaro aproveitou a enxurrada de críticas ao desfile nas redes sociais e gravou um vídeo dirigido a quem não se diz nem de esquerda nem de direita, com foco na questão do ataque aos conservadores.
"Quero me dirigir a você, que não é simpatizante nem de Bolsonaro nem de Lula. Você ficou feliz de ver o dinheiro dos seus impostos sendo usado para fazer campanha antecipada para o Lula? Você, que é cristão, ficou feliz de ver a escola de samba do Lula fazer chacota com a sua fé?", disse Flávio.
Em meio à polêmica após o desfile da escola de samba Acadêmicos de Niterói, no Rio de Janeiro, em homenagem ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva, que gerou fortes críticas da oposição e de partidos de direita, uma “trend” em defesa das famílas conservadoras começou a ganhar força nas redes sociais desde esta segunda-feira (16) de Carnaval.
Políticos e influenciadores de oposição passaram a postar em suas redes ilustrações geradas por inteligência artificial em defesa das famílias conservadoras. O movimento surgiu em reação a uma ala apresentada no desfile da Acadêmicos de Niterói, no último domingo (15), que ridicularizava as “famílias em conserva”, uma crítica a esse segmento da sociedade.
A ala foi chamada pela escola de samba de “neoconservadores em conserva”. A fantasia dos componentes era uma lata com o desenho de uma família formada por pai, mãe e duas crianças. A Acadêmicos de Niterói retratou, com fantasias, o que chamou de representantes dos “grupos que levantam a bandeira do neoconservadorismo”: o agronegócio, uma mulher de classe alta, defensores da ditadura militar e evangélicos.
Um dia após o desfile em homenagem ao presidente Lula na Marquês de Sapucaí, parlamentares e partidos de oposição anunciaram uma enxurrada de ações judiciais para contestar o desfile. Além de denúncias sobre propaganda eleitoral antecipada, abuso de poder político e uso indevido de recursos públicos, diversas ações alegam preconceito e intolerância religiosa contra evangélicos retratados no enredo.
O candidato a presidente e senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) foi um dos que anunciou que iria protocolar ação “contra os crimes do PT na Sapucaí com dinheiro público”. O senador disse nas suas redes sociais que o Brasil “vive uma depravação moral generalizada”, e que a escola de samba atacou “o maior projeto de Deus na Terra: a família”.
Um dos parlamentares que fez fortes críticas à forma como as famílias conservadoras foram retratadas no desfile foi o deputado federal baiano Capitão Alden (PL). Em postagem nas redes sociais acompanhando a “trend”, o deputado do PL da Bahia disse não trocar convicções ou fundamentos de vida por tendências passageiras ou aplausos.
“Nem tudo o que é novo constrói. Nem tudo o que viraliza sustenta. Há uma segurança que só existe quando a vida está ancorada na verdade e verdade não muda conforme a cultura decide. Eu não troco fundamentos eternos por tendências passageiras. Não negocio convicções por aplausos. Não substituo direção por aprovação social”, afirmou.
Capitão Alden, que postou uma imagem gerada por IA junto com sua família em uma lata de conserva, explicou o que para ele significava aquela representação:
“Eu prefiro que a minha família seja como uma boa conserva: bem guardada, bem selada, protegida do que corrói por fora. Não é isolamento, é preservação. Essa ´lata´ que nos envolve não é medo do mundo. É a vontade de Deus revelada na Sua Palavra. É ali que existem limites que protegem, valores que não vencem com o tempo, princípios que não apodrecem ao sabor das modas. Chamam de antiquado. Eu chamo de estrutura. Chamam de fechado. Eu chamo de firme”, colocou Capitão Alden.
Quem também entrou na “trend” foi um dos líderes da oposição no Senado, Rogério Marinho (PL-RN), que assumiu recentemente a coordenação nacional da campanha presidencial de Flávio Bolsonaro. Na sua postagem, Marinho faz críticas ao desfile e disse que a esquerda zomba das famílias brasileiras.
“A esquerda zomba da família, alicerce do Brasil, e evidencia a perda da sintonia com o povo que trabalha, crê em Deus e educa seus filhos. É por isso que Lula e o PT perderam as ruas, e é por isso que a direita conservadora voltará a representar o Brasil real, com Flávio Bolsonaro na Presidência da República!”, disse.
O ex-deputado e pré-candidato a senador pelo estado do Paraná, Deltan Dallagnol (Novo), também entrou na “trend”, e ironizou o fato de a escola ter “transformado em piada” a opção de segmentos da população pelo conservadorismo. “Quem vive sabe o valor. Para alguns é fantasia, para outros é fundamento. Melhor ´conserva´ do que ladrão”, afirmou o ex-procurador.
Um ataque contra a família brasileira. Assim o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ), pré-candidato a presidente nas eleições de outubro, qualificou o desfile da Acadêmicos de Niterói, realizado na noite deste domingo (15). A escola fez uma homenagem à trajetória do presidente Luiz Inácio Lula da Silva.
Em postagens feitas em suas redes sociais, o senador condenou a homenagem da escola de samba, tachou o desfile de propaganda antecipada e disse que o Brasil “vive uma depravação moral generalizada, sem precedentes em sua história”. O candidato afirmou que vai protocolar ação no Tribunal Superior Eleitoral (TSE).
“Nossa ação contra os crimes do PT na Sapucaí, com dinheiro público, será protocolada rapidamente no TSE. Além dos ataques pessoais a Bolsonaro, eles atacaram o maior projeto de Deus na Terra: a família”, afirmou o senador do Rio de Janeiro.
Além de criticar o desfile em homenagem a Lula, Flávio Bolsonaro disparou também contra o ex-deputado Geddel Vieira Lima. O candidato a presidente lembrou vídeo recente que mostra Geddel dançando no Camarote Salvador na noite da última sexta (13).
“Se isso não lhe causa indignação, o vídeo de Geddel Vieira Lima, que teve aquelas famosas malas de dinheiro roubado apreendidas no seu apartamento, sapateando livre, leve e solto no carnaval também não devem lhe fazer mal né?”, disse.
Em suas postagens, Flávio Bolsonaro critica ainda a destinação de verbas públicas para o desfile da Acadêmicos de Niterói, e retoma a acusação de que a passagem da escola pela Sapucaí se travestiu de propaganda eleitoral favorável a Lula.
“Lula esfola o povo com aumento de impostos e usa esse mesmo dinheiro arrecadado para fazer campanha antecipada pra ele mesmo Sim, o dinheiro do suor do povo trabalhador brasileiro, que deveria ser devolvido à sociedade em forma de serviços públicos de qualidade, está sendo torrado num desfile de carnaval na cara de todos os brasileiros”, declarou o senador na rede X.
“Jair Bolsonaro foi tornado inelegível, na mão grande, por uma reunião com embaixadores e por discursar num carro de som que não custou um centavo de dinheiro público. Isso não ficará impune!”, finalizou o pré-candidato e principal adversário do presidente Lula.
O ex-prefeito de Salvador, ACM Neto (União), afirmou que a construção da aliança com o PL e o ex-ministro João Roma está em fase “madura” e equilibrada. Por outro lado, Neto disse que neste momento, o foco é consolidar a união política na Bahia, e não discutir apoio à presidência da República.
A declaração ocorre em meio a especulações sobre um possível alinhamento automático ao nome de Flávio Bolsonaro (PL) em um eventual palanque nacional.
Em entrevista ao Bahia Notícias neste domingo (15) de carnaval, ACM Neto declarou que a aproximação entre os grupos políticos parte de uma leitura comum sobre as eleições de 2022. Ele afirmou que a divisão da oposição naquele ano favoreceu o PT no estado. “Há uma consciência de que, divididos, quem perdeu foi a Bahia”, sinalizou o ex-prefeito ao BN.
Questionado sobre a possibilidade de João Roma condicionar a aliança estadual ao apoio a uma candidatura presidencial específica, ACM Neto se mostrou direto.
De acordo com ele, nem o PL, nem o União Brasil, nem a federação partidária trataram oficialmente da questão nacional. A definição sobre palanque presidencial, segundo ACM Neto, será debatida “no momento certo”, com diálogo e bom senso.
O ex-prefeito ressaltou que, neste estágio, o esforço está concentrado em “amalgamar” e consolidar a aliança política na Bahia. Só após essa etapa, a discussão sobre o cenário nacional deverá avançar.
Nos bastidores, a movimentação é vista como parte da estratégia para reorganizar a oposição baiana e fortalecer o campo político liderado por ACM Neto, mantendo em aberto as definições sobre apoio à corrida presidencial.
Reportagem do jornal Estado de S.Paulo publicada neste domingo (15) afirma que a ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro teria dito a pessoas próximas que não se engajará na campanha presidencial de seu enteado, o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ). Segundo o jornal, essas mesmas fontes disseram que, apesar de a esposa do ex-presidente Jair Bolsonaro não querer participar de campanha, ela também não pretende fazer ataques ou críticas a Flávio.
Fontes do Estadão afirmam que Michelle acredita que virou alvo constante de ilações do candidato do PL. Durante conversas com aliados, a ex-primeira-dama citou as ocasiões em que Flávio teria agido de modo reprovável.
Em uma troca de mensagens entre os dois, por exemplo, o senador do Rio de Janeiro teria sugerido que a ex-primeira-dama boicota sua candidatura ao Planalto. Ela nega qualquer ação nesse sentido.
Procurada pelo Estadão por meio de sua assessoria de imprensa, Michelle Bolsonaro não respondeu à reportagem. Já Flávio afirmou que conversa sempre com a ex-primeira-dama.
“Falo com a Michelle diretamente e não vou alimentar tentativas de divisão fabricadas por fontes ocultas e mentirosas. Todos temos um objetivo em comum de resgatar o Brasil das mãos sujas do PT”, disse o presidenciável ao Estadão.
Michelle Bolsonaro está afastada da Presidência do PL Mulher desde dezembro do ano passado. Ela alegou questões médicas, mas a saída veio à tona após a prisão do ex-presidente Jair Bolsonaro e pouco depois de o enteado anunciar que havia sido escolhido pelo pai como candidato à Presidência.
Aliados disseram ao jornal que Michelle não tem data para retornar ao comando do PL Mulher e que, por ora, seguirá se dedicando à família, especialmente ao marido, que está preso na Papudinha, e à filha Laura. Nas eleições deste ano, a ex-primeira dama pode vir a concentrar esforços na disputa ao Senado pelo Distrito Federal e no apoio a candidatas de sua confiança em diversos Estados.
Neste sábado (14), Michelle deixou ainda aberta a possibilidade de disputar a eleição deste ano. Citou, inclusive, que a candidatura deve ser para cargos majoritários.
"Como tudo na minha vida, meu futuro político entrego nas mãos de Deus", afirmou Michelle. "Digo novamente, com o coração em paz: a minha prioridade é e sempre será o meu marido e as minhas filhas".
Um recorte da pesquisa Genial/Quaest divulgada nesta quarta-feira (11) revela que apesar de o presidente Luiz Inácio Lula da Silva e o pré-candidato do PL, senador Flávio Bolsonaro (RJ) terem rejeição quase idêntica, o líder petista tem seu nome mais desaprovado entre eleitores que se dizem “bolsonaristas’ do que o filho do ex-presidente Jair Bolsonaro é rejeitado por aqueles que se colocam como “lulistas”.
No cômputo geral, o senador Flávio Bolsonaro possui a maior rejeição entre todos os pré-candidatos listados pela Genial/Quaest. Flávio aparece com 55%, enquanto o presidente Lula possui 54% de pessoas que dizem que o conhecem e não votariam nele nas eleições de outubro.
A rejeição dos demais pré-candidatos foi a seguinte: Ratinho Jr. (PSD) - 40%; Ronaldo Caiado (União) - 35%; Eduardo Leite (PSD) - 35%; Romeu Zema (Novo) - 34%; Aldo Rebelo (DC) - 26%; e Renan Santos (Missão) - 19%.
A Quaest dividiu os eleitores em “lulistas”, “esquerda não lulista”, “Independente”, “direita não bolsonarista” e “bolsonarista”. O presidente Lula recebe a sua maior rejeição entre o grupo que se define como “bolsonarista”, com 96% dizendo que não votariam nele.
Já o senador Flávio Bolsonaro tem o seu maior índice de rejeição em meio aos eleitores que se dizem “lulistas”. Nesse grupo, o candidato do PL é rejeitado por 88% dos entrevistados, o que mostra que ele tem números melhores do que Lula quando a avaliação se dá no campo inimigo.
Em meio aos eleitores que se dizem “independentes”, há um empate na rejeição de Lula e Flávio Bolsonaro: 64% para cada. Na aprovação entre os independentes, entretanto, Lula se sai melhor, com 30% que dizem que votariam nele contra 24% que afirmam que votariam no filho de Jair Bolsonaro.
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) segue à frente em todos os sete cenários de segundo turno testados contra possíveis candidatos da oposição. É o que aponta a Pesquisa Quaest, divulgada nesta quarta-feira (11). A menor diferença registrada é de cinco pontos percentuais, no confronto com o senador Flávio Bolsonaro (PL), que aparece como principal nome da oposição.
Nesse cenário, Lula tem 43% das intenções de voto, enquanto Flávio marca 38%, com 2% de indecisos e 17% de branco, nulo ou que não pretendem votar. Em dezembro, o presidente tinha 46% contra 36% do senador (diferença de 10 pontos). Em janeiro, eram 45% a 38% (diferença de 7 pontos).
Entre os eleitores que se declaram independentes, grupo considerado decisivo na disputa, a vantagem de Lula sobre Flávio caiu de 16 para cinco pontos. Em janeiro, o presidente tinha 37% nesse segmento, contra 21% do senador. Agora, Lula aparece com 31%, enquanto Flávio soma 26%.
A pesquisa é a primeira da Quaest que não inclui o governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos), entre os possíveis candidatos. Ele tem afirmado que tentará a reeleição ao governo paulista.
Nos cenários de primeiro turno, Lula aparece na liderança, com percentuais que variam entre 35% e 39%. Flávio Bolsonaro surge como principal nome da oposição, com índices entre 29% e 33%.
Além de Flávio, foram testados como possíveis adversários de Lula no segundo turno os nomes de Ratinho Jr. (PSD), Ronaldo Caiado (União Brasil), Eduardo Leite (PSD), Romeu Zema (Novo), Aldo Rebelo (Democracia Cristã) e Renan Santos (Missão).
No confronto com Ratinho Jr., Lula tem 43% contra 35% do governador do Paraná, com 19% de branco/nulo e 3% de indecisos.
Contra Ronaldo Caiado, o presidente aparece com 42% (eram 44% em janeiro), enquanto o governador de Goiás tem 32% (eram 33%). Indecisos somam 4%, e branco/nulo/não vai votar, 22% (eram 19%).
No cenário contra Eduardo Leite, Lula marca 42% (eram 41% na última pesquisa com esse recorte, em novembro), ante 28% do governador gaúcho. Indecisos são 4%, e branco/nulo/não vai votar, 26%.
Já em eventual disputa com Aldo Rebelo, Lula tem 44% (eram 45% em janeiro), enquanto o ex-ministro aparece com 25% (eram 27%). Indecisos somam 4%, e branco/nulo/não vai votar, 27%.
O levantamento foi encomendado pela Genial Investimentos e ouviu 2.004 pessoas com 16 anos ou mais, entre os dias 5 e 9 de fevereiro. A margem de erro é de dois pontos percentuais, para mais ou para menos, com nível de confiança de 95%.
Apesar de ganhar de todos os seus adversários nas simulações de primeiro turno, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva possui uma alta rejeição, com 48% dos brasileiros afirmando que não votariam nele de jeito nenhum. A rejeição de Lula só não é maior do que a do senador Flávio Bolsonaro (PL), que chegou a 49%.
Os números foram apresentados na nova pesquisa Real Time Big Data, divulgada nesta segunda-feira (9). A pesquisa analisou a rejeição de oito candidatos: Lula, Flávio Bolsonaro, Ratinho Jr (PSD), Ronaldo Caiado (PSD), Eduardo Leite (PSD), Romeu Zema (Novo), Aldo Rebelo (DC) e Renan Santos (Missão).
A pesquisa, para avaliar o grau de votabilidade dos pré-candidatos, fez a seguinte pergunta aos entrevistados: “É meu voto, estou decidido”; “Posso votar”; “Conheço e não votaria”; “Não conheço o suficiente para opinar”.
Os números apurados mostram que o presidente Lula, ao mesmo tempo em que é o candidato mais conhecido, é aquele que reúne o maior contingente de eleitores certos do seu voto. Já Flávio Bolsonaro é menos conhecido, tem menos votos certos e rejeição maior do que a do presidente.
Confira abaixo o resultado do grau de votabilidade aferido pelo Real Time Big Data:
Lula (PT)
É meu voto, estou decidido - 33%
Posso votar - 17%
Conheço e não votaria - 48%
Não conheço o suficiente para opinar - 2%
Flávio Bolsonaro (PL)
É meu voto, estou decidido - 18%
Posso votar - 20%
Conheço e não votaria - 49%
Não conheço o suficiente para opinar - 13%
Ratinho Jr. (PSD)
É meu voto, estou decidido - 5%
Posso votar - 38%
Conheço e não votaria - 35%
Não conheço o suficiente para opinar - 22%
Ronaldo Caiado (PSD)
É meu voto, estou decidido - 3%
Posso votar - 34%
Conheço e não votaria - 38%
Não conheço o suficiente para opinar - 25%
Eduardo Leite (PSD)
É meu voto, estou decidido - 2%
Posso votar - 32%
Conheço e não votaria - 29%
Não conheço o suficiente para opinar - 373%
Romeu Zema (Novo)
É meu voto, estou decidido - 2%
Posso votar - 28%
Conheço e não votaria - 34%
Não conheço o suficiente para opinar - 36%
Aldo Rebelo (DC)
É meu voto, estou decidido - 1%
Posso votar - 21%
Conheço e não votaria - 36%
Não conheço o suficiente para opinar - 42%
Renan Santos (Missão)
É meu voto, estou decidido - 1%
Posso votar - 21%
Conheço e não votaria - 28%
Não conheço o suficiente para opinar - 58%
A pesquisa Real Time Big Data entrevistou 2.000 eleitores em todo o território nacional, entre os dias 6 e 7 de fevereiro, por meio de entrevista presencial. A margem de erro do levantamento é de 2 pontos percentuais, para mais ou para menos, com intervalo de confiança de 95%. A pesquisa foi realizada com recursos do próprio instituto e está registrada no TSE (Tribunal Superior Eleitoral) sob o protocolo BR-06428/2026.
A mais nova pesquisa Real Time Big Data, divulgada nesta segunda-feira (9), mostra uma liderança mais folgada do presidente Luiz Inácio Lula da Silva sobre seus adversários do que outros levantamentos recentes. A pesquisa elaborou três cenários, só modificando o nome dos eventuais candidatos do PSD.
Em todos os cenários, inclusive no espontâneo (em que os entrevistados respondem sem a apresentação de listas com nomes), Lula lidera acima da margem de erro da pesquisa, que é de dois pontos percentuais. O adversário mais forte do atual presidente, assim como já mostrado em outras sondagens, é o candidato do PL, o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ).
Entre os três nomes do PSD colocados nos cenários - Ratinho Jr., Ronaldo Caiado e Eduardo Leite -, o que apresentou melhor resultado foi o governador do Paraná.
Confira abaixo os resultados do cenário espontâneo e dos três simulados apresentados aos entrevistados da Real Time Big Data:
Resposta espontânea
Lula (PT) - 28%
Flávio Bolsonaro (PL) - 14%
Jair Bolsonaro (PL) - 6%
Tarcísio de Freitas (Republicanos) - 2%
Ratinho Jr. (PSD) - 2%
Ciro Gomes (PSDB) - 1%
Romeu Zema (Novo) - 1%
Outros - 1%
Nenhum/branco/nulo - 14%
Não sabe - 31%
Cenário 1
Lula (PT) - 39%
Flávio Bolsonaro (PL) - 30%
Ratinho Jr. (PSD) - 10%
Romeu Zema (Novo) - 3%
Aldo Rebelo (DC) - 2%
Renan Santos (Missão) - 1%
Nulo/branco - 7%
Não sabe/não respondeu - 8%
Cenário 2
Lula (PT) - 40%
Flávio Bolsonaro (PL) - 32%
Eduardo Leite (PSD) - 5%
Romeu Zema (Novo) - 4%
Aldo Rebelo (DC) - 3%
Renan Santos (Missão) - 1%
Nulo/branco - 7%
Não sabe/não respondeu - 8%
Cenário 3
Lula (PT) - 40%
Flávio Bolsonaro (PL) - 32%
Ronaldo Caiado (PSD) - 6%
Romeu Zema (Novo) - 4%
Aldo Rebelo (DC) - 2%
Renan Santos (Missão) - 1%
Nulo/branco - 7%
Não sabe/não respondeu - 8%
A pesquisa Real Time Big Data entrevistou 2.000 eleitores em todo o território nacional, entre os dias 6 e 7 de fevereiro, por meio de entrevista presencial. A margem de erro do levantamento é de 2 pontos percentuais, para mais ou para menos, com intervalo de confiança de 95%. A pesquisa foi realizada com recursos do próprio instituto e está registrada no TSE (Tribunal Superior Eleitoral) sob o protocolo BR-06428/2026.
Voltou a viralizar nas redes sociais nesta reta final do mês de janeiro um vídeo gravado em dezembro do ano passado pelo presidente do Missão, o pré-candidato a presidente Renan Santos, com diversos ataques ao senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ). Renan Santos, fundador do Movimento Brasil Livre (MBL), chega a dizer no vídeo que o filho do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) “tem que morrer”.
No vídeo, Renan Santos acusa o senador e pré-candidato a presidente de corrupção e traição ao movimento. O presidente do Missão afirma que a atuação de Flávio Bolsonaro teria enfraquecido pautas defendidas pelo MBL e favorecido a defesa do Supremo Tribunal Federal.
“Flávio Bolsonaro é um ladrão. Nossa função histórica (do MBL) não é só acabar com a roubalheira e com a esquerda. O traíra tem de morrer. O traíra é Flávio Bolsonaro, ele precisa ser destruído. Eu vou acabar com a raça do Flávio Bolsonaro”, disse Renan Santos.
Em outro trecho do vídeo, o fundador do MBL amplia as críticas a Flávio e estende as agressões ao ex-presidente Jair Bolsonaro.
“Não há Lava Jato. As ruas foram tomadas pelo culto ao bolsonarismo. Tudo foi entregue ao Supremo Tribunal Federal porque o Flávio Bolsonaro é corrupto, ladrão, vendilhão e fraco. O pai dele, outro fraco, para protegê-lo, entregou tudo ao STF”, afirmou.
As falas de Renan Santos foram rebatidas nas redes sociais por diversos políticos e influenciadores de direita. O ex-vereador por São Paulo, Fernando Holiday, que foi fundador do MBL junto com Renan, repudiou os comentários do presidente do partido Missão, e denunciou o ex-parceiro de movimento ao Ministério Público de São Paulo.
Holiday, que atualmente está no PL, em ofício ao Ministério Público, afirma que Renan Santos atentou contra a vida de Flávio Bolsonaro, e pede que, “diante da gravidade do conteúdo”, sejam abertas investigações. “Nada vai nos impedir de mudar esse país”, diz o ex-vereador em postagem na rede X.
De acordo com a pesquisa nacional realizada pelo Instituto Paraná Pesquisas que analisa o grau de conhecimento sobre os candidatos, Lula e Flávio Bolsonaro apresentam os maiores índices de fidelidade de voto, mas também as maiores rejeições para as eleições de outubro.
Lula é a figura mais conhecida entre os entrevistados, com 82,1% afirmando que o conhecem bem, enquanto apenas 1,9% declaram não conhecê-lo. Em termos de potencial eleitoral, 31,5% dos eleitores que o conhecem afirmam que votariam nele com certeza, já a rejeição é de 45,3%.
Com relação a Flávio Bolsonaro, a pesquisa ainda indica que 34,9% da população conhece bem o senador, enquanto a maioria, 52,7%, afirmou apenas ouvir falar, e 12,4% não possuem conhecimento sobre ele. Seu potencial eleitoral entre os que o conhecem revela que 26,3% votariam nele com certeza e o índice de rejeição chega a 44,7%.
O levantamento comparativo mostra que o Lula é o candidato mais conhecido pela população, enquanto Ratinho Junior possui o menor índice de conhecimento entre os citados.
O Instituto Paraná Pesquisas vai divulgar nesta quinta-feira (29) mais uma simulação sobre a corrida presidencial de 2026. A pesquisa, além de contar simulações de primeiro e segundo turno, ainda avalia a rejeição dos principais presidenciáveis e analisa a aprovação do governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva.
A sondagem projetará dois cenários de primeiro turno. Em um deles, os entrevistados escolherão entre Lula (PT), Flávio Bolsonaro (PL), Ratinho Junior (PSD), Ronaldo Caiado (União), Romeu Zema (Novo), Renan Santos (Missão) e Aldo Rebelo (DC). No outro, apenas uma mudança: sai Flávio, entra Tarcísio de Freitas (Republicanos).
O instituto também apresentará três cenários de segundo turno, todos com a presença do presidente Lula: contra Flávio Bolsonaro, Tarcísio de Freitas e Ratinho Junior. Os outros dois postulantes a uma candidatura presidencial pelo PSD, Ronaldo Caiado e Eduardo Leite, ficaram de fora das simulações de segundo turno.
No quesito da avaliação pessoal de cada candidato, o Paraná Pesquisas questionou os entrevistados se teriam certeza em votar, se poderiam votar ou não votariam de jeito nenhum nos candidatos Lula, Flávio Bolsonaro, Ratinho Júnior e Tarcísio de Freitas.
Esse levantamento será o primeiro da Paraná Pesquisas em 2026. Em sua última pesquisa do ano passado, o Paraná Pesquisas havia apurado que o presidente Lula aparecia em primeiro lugar em todos os cenários de primeiro turno. Já nas seis simulações de segundo turno, Lula aparece numericamente à frente, mas empatado tecnicamente, pela margem de erro, com Jair Bolsonaro, Flávio Bolsonaro, Tarcísio de Freitas, Michelle Bolsonaro e Ratinho Junior.
Um dado curioso da nova sondagem do Paraná Pesquisas é que nomes que vinham sendo inseridos anteriormente nos levantamentos entre os postulantes a uma candidatura presidencial, como Michelle Bolsonaro (PL), a senadora Tereza Cristina (PP), o ex-governador Ciro Gomes (PSDB), foram deixados de fora das simulações. Até mesmo o presidente do Missão, Renan Santos, que vem tendo o seu nome testado em outras pesquisas, foi deixado de fora nos cenários do Paraná Pesquisas.
O trabalho de campo para a realização do levantamento foi feito pelo Paraná Pesquisas entre o último domingo (25) e esta quarta (28). Foram 2.080 entrevistas, com uma margem de erro de 2,2 pontos percentuais.
Em um mês de janeiro no qual divulgou mais um vídeo sobre monitoramento do pix, que teve mais de 71 milhões de visualizações, e que liderou uma caminhada a pé de 240Km de Minas Gerais a Brasília, o deputado federal Nikolas Ferreira (PL-MG) consolidou ainda mais a sua posição de político mais influente no Instagram.
Levantamento realizado pela plataforma de análise de dados Zeeng, divulgado nesta segunda-feira (26), revela que Nikolas Ferreira liderou com folga o ranking de engajamento entre políticos brasileiros entre os dias 1° e 26 de janeiro deste ano. O resultado do político mineiro foi 689% maior que o do segundo colocado, o também deputado Sargento Fahur (PSD-PR).
De acordo com a análise, o engajamento médio de Nikolas Ferreira nos primeiros 26 dias de janeiro deste ano no Instagram foi de 2.488.745 interações. Além do vídeo do Pix, diversos vídeos postados por Nikolas durante a caminhada realizada na semana passada tiveram forte engajamento, pelo menos dois deles na casa de 60 milhões de visualizações.
Já o deputado Fahur, por sua vez, registrou 315.087 participações em média no período, ficando com a segunda posição. O deputado paranaense entrou na caminhada já nos últimos dias.
O segmento da direita dominou o top 5 dos mais influentes, com o vereador Lucas Pavanato (PL-SP) na terceira posição, o senador Sergio Moro (União Brasil-PR) na quarta e o ex-deputado federal Eduardo Bolsonaro (PL-SP) na quinta colocação. Pavanato se juntou à caminhada logo nos primeiros dias, e gravou vídeos que tiveram milhões de visualizações e interações.
A esquerda, por outro lado, colocou apenas três nomes entre os 20 primeiros colocados. Foram eles: o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), na 7ª colocação; a deputada federal Erika Hilton (PSOL-SP), no 8° lugar; e o deputado estadual Renato Freitas (PT-PR), na 12ª posição.
Lula, por sinal, ficou logo abaixo do senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ), seu principal rival até o momento na disputa presidencial deste ano. Além de Lula e Flávio Bolsonaro, o outro presidenciável que aparece na lista é o governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos), na décima posição.
Dos 20 primeiros colocados na lista do ranking de influência, oito participaram da caminhada liderada por Nikolas Ferreira. São eles, além do próprio Nikolas: Sargento Fahur, Lucas Pavanato, Rony Gabriel, Carlos Bolsonaro, Jeffrey Chiquini, Gustavo Gayer e Maurício Marcon.
Além da deputada Erika Hilton, a outra mulher entre os 20 mais influentes é a deputada estadual Índia Armelau, do Rio de Janeiro. A deputada pertence ao PL do Rio, e faz muitas postagens com fortes críticas aos parlamentares e políticos de esquerda.
Confira a lista dos 20 primeiros colocados em engajamento no Instagram, segundo a plataforma Zeeng (número de interações em média por postagem):
1 - Nikolas Ferreira – 2.488.745
2 - Sargento Fahur – 315.087
3 - Lucas Pavanato – 193.106
4 - Sergio Moro – 187.530
5 - Eduardo Bolsonaro – 167.715
6 - Flávio Bolsonaro – 161.937
7 - Lula – 157.114
8 - Erika Hilton – 137.271
9 - Rony Gabriel – 134.697
10 - Tarcísio de Freitas – 103.184
11 - Carlos Bolsonaro – 93.353
12 - Renato Freitas – 88.206
13 - Delegado Bruno Lima – 79.057
14 - Jeffrey Chiquini – 78.495
15 - Cleitinho Azevedo – 75.742
16 - Gustavo Gayer – 74.804
17 - Mauricio Marcon – 72.707
18 - Sargento Salazar – 71.591
19 - Rodrigo Manga – 68.619
20 - Índia Armelau – 62.708
A primeira pesquisa nacional de 2026 do instituto capixaba Cidades/Futura, divulgada nesta quinta-feira (22), revelou um resultado diferente de outras divulgadas há poucos dias. A pesquisa Futura apresenta diversos cenários de disputa apertada entre o presidente Lula e Flávio Bolsonaro (PL-RJ) em primeiro turno, mas com liderança do senador do Rio de Janeiro nas simulações de segundo turno.
Em cinco dos seis cenários estimulados apresentados pelo instituto Futura para primeiro turno, Lula e Flávio Bolsonaro aparecem tecnicamente empatados, levando-se em conta uma margem de erro de dois pontos percentuais para cima ou para baixo. No sexto cenário, há vantagem para o filho do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) sobre o presidente Lula.
Nos cenários de segundo turno levantados pelo instituto, Lula perderia para Flávio Bolsonaro e também para o governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas. O presidente empata tecnicamente com o governador do Paraná, Ratinho Junior (PSD).
Em outros cenários, o governador Ronaldo Caiado (União), de Goiás, venceria apenas Romeu Zema (Novo), de Minas Gerais, e Eduardo Leite (PSD), do Rio Grande do Sul. Por sua vez, o senador Flávio Bolsonaro vence Ratinho Junior, Zema e Leite, e empata tecnicamente com Tarcísio.
Considerando o primeiro turno, foi feita uma pergunta para resposta espontânea (quando os nomes não são apresentados previamente para escolha do eleitor) e seis cenários estimulados (quando são mostrados os nomes, entre os quais o entrevistado deve escolher). Confira abaixo os cenários de primeiro turno:
Pesquisa espontânea
Lula (PT): 31,1%
Flávio Bolsonaro (PL): 19,9%
Jair Bolsonaro (PL)*: 4,8%
Tarcísio de Freitas (Republicanos): 2,4%
Eduardo Bolsonaro (PL): 1,7%
Ratinho Junior (PSD): 1,6%
Ronaldo Caiado (União Brasil): 0,8%
Renan Santos (Missão): 0,7%
Romeu Zema (Novo): 0,4%
Ciro Gomes (PSDB): 0,4%
Outros: 2,6%
Ninguém/Branco/Nulo: 5,8%
Não souberam/Não responderam/Indecisos: 27,8%
Cenário 1
Lula (PT): 37%
Flávio Bolsonaro (PL): 33,3%
Tarcísio de Freitas (Republicanos): 10,5%
Ronaldo Caiado (União Brasil): 3%
Romeu Zema (Novo): 2,6%
Renan Santos (Missão): 1,2%
Aldo Rebelo (DC): 0,5%
Ninguém/Branco/Nulo: 6,6%
Não souberam/Não responderam/Indecisos: 5,3%
Cenário 2
Lula (PT): 35,4%
Flávio Bolsonaro (PL): 34,3%
Ratinho Junior (PSD): 9,1%
Romeu Zema (Novo): 4,4%
Ronaldo Caiado (União Brasil): 3,7%
Renan Santos (Missão): 1,7%
Aldo Rebelo (DC): 0,6%
Eduardo Leite (PSD): 0,1%
Ninguém/Branco/Nulo: 7%
Não souberam/Não responderam/Indecisos: 3,7%
Cenário 3
Flávio Bolsonaro (PL): 39,4%
Lula (PT): 36,3%
Ronaldo Caiado (União Brasil): 4,9%
Romeu Zema (Novo): 4,8%
Eduardo Leite (PSD): 3,1%
Ninguém/Branco/Nulo: 8,4%
Não souberam/Não responderam/Indecisos: 3,0%
Cenário 4
Lula (PT): 37,5%
Flávio Bolsonaro (PL): 35,1%
Tarcísio de Freitas (Republicanos): 14,8%
Renan Santos (Missão): 2,7%
Ninguém/Branco/Nulo: 6,8%
Não souberam/Não responderam/Indecisos: 3,2%
Cenário 5
Flávio Bolsonaro (PL): 39,6%
Lula (PT): 38%
Ratinho Junior (PSD): 11%
Renan Santos (Missão): 2,3%
Ninguém/Branco/Nulo: 6,8%
Não souberam/Não responderam/Indecisos: 2,4%
Cenário 6
Flávio Bolsonaro (PL): 43,8%
Lula (PT): 38,7%
Eduardo Leite (PSD): 4,2%
Renan Santos (Missão): 2,8%
Ninguém/Branco/Nulo: 7,5%
Não souberam/Não responderam/Indecisos: 2,9%
Pesquisa simulou possibilidades de segundo turno para presidente
Para o levantamento a respeito da intenção de voto dos brasileiros no segundo turno, o instituto 100% Cidades simulou 11 cenários. Foi apresentado aos entrevistados um cenário entre Lula e Flávio Bolsonaro, além de outros cinco cenários com a presença de Lula e mais cinco cenários com a presença de Flávio Bolsonaro.
Veja abaixo os resultados dos cenários de segundo turno:
Flávio Bolsonaro 48,1% x 41,9% Lula
Tarcísio de Freitas 46,1% x 41,3% Lula
Ratinho Junior 44,8% x 41,2% Lula
Ronaldo Caiado 42,0% x 41,8% Lula
Lula 42,8% x 40,5% Romeu Zema
Lula 41,9% x 37,3% Eduardo Leite
Flávio Bolsonaro 37,5% x 34,7% Tarcísio de Freitas
Flávio Bolsonaro 42,4% x 30,2% Ratinho Junior
Flávio Bolsonaro 45,0% x 25,7% Ronaldo Caiado
Flávio Bolsonaro 44,7% x 24,6% Romeu Zema
Flávio Bolsonaro 47,2% x 25,9% Eduardo Leite
A pesquisa 100% Cidades/Futura ouviu dois mil entrevistados entre os dias 15 e 19 de janeiro de 2026. A pesquisa teve custo de R$ 160 mil, pagos com recursos próprios da Futura Pesquisas e Assessorias Ltda. O nível de confiança é de 95%. A margem de erro: 2 pontos percentuais. Registro no TSE nº BR-08233/2026.
“Ou superamos o passado ou não teremos futuro”. A afirmação foi feita pelo ex-presidente Michel Temer, em entrevista à edição da revista Veja que chegou nesta sexta-feira (23) às bancas. A frase de Temer se refere à polarização que domina a política brasileira.
“No meu tempo havia oposição, mas não havia essa radicalização de posições”, colocou o ex-presidente. Superar o passado, segundo ele, é a única receita para o Brasil sair do “atoleiro político” em que se encontra hoje.
À revista, o ex-presidente defendeu a construção de um pacto político contra a polarização. Michel Temer afirma que o eleitor brasileiro está cansado da disputa entre Lula e Bolsonaro, e diz acreditar que a alternativa aos dois passa pela moderação.
“É um momento em que os candidatos podem lançar projetos para o país. Se isso acontecesse, ao invés da disputa Lula e Bolsonaro, teríamos uma disputa de projetos para chegar ao poder. Essa pregação parece de certa ingenuidade, eu sei, mas não é. O ideal seria o centro e a centro-direita terem um programa para o país para se opor a outro programa, e daí nós melhoramos as relações políticoeleitorais-administrativas no país”, explica o ex-presidente.
Michel Temer diz à Veja que já foi procurado pelos governadores que pretendem disputar a Presidência, e teria dado a eles essa sugestão. Há pelo menos quatro atuais governadores que demonstram intenção de se candidatar em outubro: Tarcísio de Freitas (Republicanos), Ronaldo Caiado (União), Romeu Zema (Novo) e Ratinho Jr. (Paraná).
“Qualquer um deles que vier a ser candidato representa muito adequadamente o meu pensamento. O eleitorado está cansado dessa disputa de nome contra nome”, concluiu Temer.
O ex-presidente também foi questionado se a candidatura do senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) poderia ser um fato de união da centro-direita. Para Temer, se Fávio chegar a um segundo turno, o nome dele acabará sendo uma opção natural do centro, da centro-direita e da “direita radical”.
A revista Veja perguntou ainda ao ex-presidente Michel Temer se ele se incomoda com declarações do presidente Lula o chamando de “golpista”. Temer disse que Lula faz isso para agradar a militância, mas mostrou não gostar do tratamento que lhe é dispensado.
“Conheço bem o presidente Lula. Sempre me dei muito bem com ele e ele comigo. Mas ele faz isso para agradar a uma ala do PT. Não deveria fazê-lo. Muita gente diz que, como fizemos grandes reformas, como recuperamos as estatais, como reduzimos juros, como recuperamos o PIB, como reduzimos inflação — se foi golpe, foi golpe de sorte. Não me incomodo minimamente mais com isso. Compreendo essas coisas e, com toda a franqueza, fico acima dessas palavras inteiramente inadequadas”, disse Michel Temer.
A caminhada liderada pelo deputado federal Nikolas Ferreira (PL-MG), que nesta quinta-feira (22) chega ao seu quarto dia, começa a preocupar autoridades de trânsito, pelo volume de pessoas que passaram a acompanhar o grupo. É o caso da Polícia Rodoviária Federal (PRF), que disse não ter sido informada sobre a realização do ato.
Em nota nesta quarta (21), a PRF disse que a falta de um comunicado impediu um planejamento antecipado de medidas para diminuir o risco à segurança dos participantes e motoristas que usam a BR-040 entre Minas Gerais e o Distrito Federal. Para a corporação, a quantidade de pessoas que participam da caminhada levou a um aumento do risco operacional e de segurança viária.
A PRF informou ainda que, mesmo sem ter sido comunicada, monitora o deslocamento dos parlamentares e populares. A caminhada teve início na última segunda (18) na cidade mineira de Paracatu, e o objetivo do grupo é completar os 240Km de caminhada com a chegada em Brasília no próximo domingo (25), para a realização de uma grande manifestação em defesa da liberdade do ex-presidente Jair Bolsonaro.
“A Polícia Rodoviária Federal (PRF) informa que monitora o deslocamento de parlamentares e populares de Paracatu (MG) em direção a Brasília (DF) pela BR-040. Por questões estritamente operacionais e de segurança viária, a PRF ressalta os riscos inerentes ao fluxo extraordinário na via, visto que não houve comunicação prévia do deslocamento junto à autoridade de trânsito, o que impediu o planejamento antecipado de medidas mitigadoras de risco para o trecho”, diz a nota da corporação.
No terceiro dia de caminhada, nesta quarta (21), o grupo chegou à cidade de Cristalina (GO), onde foi realizado um comício improvisado por Nikolas Ferreira e outros deputados que participam do movimento. Mais de duas mil pessoas se aglomeraram para acompanhar os discursos.
Nesta quinta (22), o movimento iniciado por Nikolas Ferreira apresentará desafios maiores para as autoridades de trânsito. Segundo informou Nikolas, o grupo caminhará cerca de 40Km, em direção à cidade de Luziânia, e neste ponto da estrada, há diversos trechos de encurtamento da pista.
Até a chegada a Cristalina, a Via Cristais, concessionária que administra o trecho, acompanhou a caminhada promovendo a interdição de uma das pistas da rodovia, já que o tamanho do grupo impediu que ocupassem apenas o acostamento. Nesta quinta, entretanto, em uma área de serra, a estrada tem tamanho reduzido, e o movimento dos manifestantes deve causar impactos no trânsito nas duas direções.
Além de Nikolas Ferreira, a caminhada conta com a participação de diversos parlamentares, como André Fernandes (PL-CE), Gustavo Gayer (PL-GO), Carlos Jordy (PL-RJ), Zucco (PL-RS), Maurício do Vôlei (PL-MG), Medeiros (PL-MS), entre outros, além do senador Magno Malta (PL-ES), deputados estaduais e vereadores de diversos estados. O ex-vereador Carlos Bolsonaro também vem participando, embora não caminhe o tempo todo com o grupo.
Em vídeos nas redes sociais, outros parlamentares afirmam que se encaminham para Brasília com objetivo de reforçar o grupo da caminhada. Quem também deve se associar aos manifestantes nesta quinta é o influenciador e empresário Pablo Marçal.
Apesar de ganhar de todos os seus adversários nas simulações de primeiro e segundo turnos, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva possui rejeição maior do que outros 13 nomes de pretensos candidatos a presidente ou políticos de expressão nacional. A rejeição de Lula só não é maior do que a do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL).
O resultado foi apurado pela primeira pesquisa AtlasIntel/Bloomberg de intenção de votos. O levantamento, que contou com mais de cinco mil entrevistados, foi divulgado nesta quarta-feira (21).
Um total de 49,7% dos entrevistados da AtlasIntel/Bloomberg disse que não votaria de jeito nenhum no presidente Lula nas eleições de outubro de 2026. Esse patamar só é menor do que os 50% que afirmam que não votariam de jeito nenhum em Jair Bolsonaro, que está inelegível.
Na sequência, o nome mais rejeitado pelos eleitores é o do senador Flávio Bolsonaro (PL), indicado pelo pai, Jair Bolsonaro, para ser o principal candidato do segmento da direita. Um total de 47,4% afirmam que não votariam no senador do PL de jeito nenhum.
Confira abaixo a lista completa da rejeição aos presidenciáveis e outros políticos de expressão nacional:
Jair Bolsonaro (PL) - 50%
Lula (PT) - 49,7%
Flávio Bolsonaro (PL) - 47,4%
Renan Santos (Missão) - 45,6%
Michelle Bolsonaro (PL) - 44,9%
Nikolas Ferreira (PL) - 44,7%
Ciro Gomes (PSDB) - 43,4%
Romeu Zema (Novo) - 42,1%
Eduardo Leite (PSD) - 41,7%
Tarcísio de Freitas (Republicanos) - 41,1%
Ronaldo Caiado (União) - 40,7%
Ratinho Jr. (PSD) - 39,9%
Fernando Haddad (PT) - 36,9%
A pesquisa AtlasIntel/Bloomberg entrevistou 5.418 eleitores, entre os dias 15 a 20 de janeiro, por meio de recrutamento digital aleatório. A margem de erro do levantamento é de 1 ponto percentual, para mais ou para menos, com intervalo de confiança de 95%.
Em um quadro parecido com o que já havia sido apresentado pela Genial/Quaest na semana passada, a primeira pesquisa AtlasIntel/Bloomberg de 2026, divulgada nesta quarta-feira (21), da mesma forma mostrou o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) à frente de todos os seus adversários. Pelo levantamento, Lula ganha tanto no primeiro quanto nas simulações de segundo turno.
Para o primeiro turno, a AtlasIntel/Bloomberg testou cinco cenários, com diferentes listas de adversários. No primeiro deles, foram inseridos os nomes de praticamente todos os que são pretensos candidatos, e mesmo assim Lula alcançou 48,4%. Neste primeiro cenário, o mais surpreendente foi o crescimento de Renan Santos, do Missão.
Lula (PT) - 48,4%
Flávio Bolsonaro (PL) - 28%
Tarcísio de Freitas (Republicanos) - 11%
Renan Santos (Missão) - 2,9%
Ronaldo Caiado (União) - 2,9%
Ratinho Jr. (PSD) - 1,7%
Romeu Zema (Novo) - 1,7%
Aldo Rebelo (DC) - 1%
Voto branco/nulo - 2,1%
Não sei - 0,3%
Nos cenários seguintes, alguns nomes ora são retirados, ora são colocados de volta. Em todos eles, o presidente Lula lidera, e a menor diferença foi em um eventual embate com o candidato Flávio Bolsonaro, do PL.
Confira abaixo os quatro outros cenários de disputas em primeiro turno, conforme a pesquisa AtlasIntel/Bloomberg.
Cenário 2
Lula (PT) - 48,9%
Flávio Bolsonaro (PL) - 35%
Ronaldo Caiado (União) - 4,39%
Renan Santos (Missão) - 3,4%
Ratinho Jr. (PSD) - 2,8%
Romeu Zema (Novo) - 2,8%
Aldo Rebelo (DC) - 1%
Voto branco/nulo - 1,5%
Não sei - 0,4%
Cenário 3
Lula (PT) - 48,5%
Tarcísio de Freitas (Republicanos) - 28,4%
Ronaldo Caiado (União) - 5%
Ratinho Jr. (PSD) - 3,9%
Romeu Zema (Novo) - 3,9%
Renan Santos (Missão) - 3,2%
Aldo Rebelo (DC) - 1,1%
Voto branco/nulo - 5%
Não sei - 1,1%
Cenário 4
Lula (PT) - 48,4%
Michelle Bolsonaro (PL) - 30,9%
Ronaldo Caiado (União) - 11,3%
Renan Santos (Missão) - 3,9%
Eduardo Leite (PSD) - 1,7%
Aldo Rebelo (DC) - 0,7%%
Voto branco/nulo - 2,8%
Não sei - 0,5%
Cenário 5
Lula (PT) - 48,8%
Ronaldo Caiado (União) - 15,2%
Romeu Zema (Novo) - 11,4%
Ratinho Jr. (PSD) - 9,4%
Renan Santos (Missão) - 3,9%
Aldo Rebelo (DC) - 1%
Voto branco/nulo - 8,1%
Não sei - 2,2%
Nas simulações de segundo turno apresentadas aos entrevistados da AtlasIntel/Bloomberg, o presidente Lula teria vantagem de quatro a 25 pontos contra os nomes de adversários que podem disputar eleições. A Atlas chegou a simular uma disputa entre o líder petista e o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), apesar de ele estar inelegível. De acordo com as simulações Lula marcaria 49% dos votos totais contra praticamente todos os adversários.
Confira abaixo os cenários de segundo turno da pesquisa AtlasIntel/Bloomberg:
Lula 49 x 46 Jair Bolsonaro
Lula 49 x 45 Tarcísio de Freitas
Lula 49 x 45 Michelle Bolsonaro
Lula 49 x 45 Flávio Bolsonaro
Lula 49 x 39 Ronaldo Caiado
Lula 49 x 39 Romeu Zema
Lula 49 x 39 Ratinho Jr.
Lula 48 x 23 Eduardo Leite
Uma outra simulação de primeiro turno feita pela AtlasIntel/Bloomberg retirou o nome do presidente Lula e o substituiu pelo ministro da Fazenda, Fernando Haddad. O instituto fez duas simulações de disputa, uma delas com o governador Tarcísio de Freitas e outra com Flávio Bolsonaro. Confira os resultados.
Cenário 1 (sem Lula)
Fernando Haddad (PT) - 41,5%
Flávio Bolsonaro (PL) - 35,4%
Ronaldo Caiado (União) - 5,2%
Renan Santos (Missão) - 3,4%
Romeu Zema (Novo) - 3,3%
Eduardo Leite (PSD) - 2,6%
Aldo Rebelo (DC) - 1,1%
Voto branco/nulo - 6,3%
Não sei - 1,1%
Cenário 2 (sem Lula)
Fernando Haddad (PT) - 42%
Tarcísio de Freitas (Republicanos) - 28,9%
Ronaldo Caiado (União) - 5%
Ratinho Jr. (PSD) - 4,9%
Romeu Zema (Novo) - 3,8%
Renan Santos (Missão) - 3,6%
Aldo Rebelo (DC) - 0,7%
Voto branco/nulo - 9,5%
Não sei - 1,6%
A pesquisa AtlasIntel/Bloomberg entrevistou 5.418 eleitores, entre os dias 15 a 20 de janeiro, por meio de recrutamento digital aleatório. A margem de erro do levantamento é de 1 ponto percentual, para mais ou para menos, com intervalo de confiança de 95%.
O presidente do PL Bahia e pré-candidato ao Senado, João Roma, comentou sobre os candidatos à presidência de 2026 e exaltou o nome do senador Flávio Bolsonaro (PL) na disputa. A declaração foi dada durante a Lavagem do Bonfim nesta quinta-feira (15).
Questionado sobre a divergência com ACM Neto (União) em relação ao melhor nome para se opor ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva na corrida presidencial, Roma celebrou a diversidade de nomes, mas defendeu Flávio, apresentado como representante pelo ex-presidente Jair Bolsonaro.
“Acredito que, naturalmente, pelo perfil agregador, articulado, ele [Flávio] vai despontar como contraponto ao PT e é aquele que oferece uma perspectiva melhor para o futuro da nossa nação", afirmou.
Roma também comentou a atual rejeição do filho do ex-presidente Jair Bolsonaro e previu um futuro otimista. “A partir do momento que as pessoas começassem a ver o personagem Flávio para além do sobrenome Bolsonaro, veriam um político ponderado, articulado, de fala serena, acredito que essa rejeição vai cair”, ponderou o candidato.
Assim como nas simulações de primeiro turno, a pesquisa Genial/Quaest divulgada nesta quarta-feira (14) apresentou sete cenários de um eventual segundo turno para as eleições presidenciais de 2026. Nas simulações, o instituto deixou de fora nomes como Jair Bolsonaro e Michelle Bolsonaro.
Além de cenários de primeiro e segundo turnos, o instituto Genial/Quaest apresentou os números da pesquisa espontânea, em que o entrevistado cita o candidato a presidente que vem à sua cabeça, sem a apresentação de uma relação de nomes.
No cenário espontâneo, assim como permaneceu praticamente no mesmo patamar tanto a indicação da preferência pelo presidente Lula como o número de indecisos, destaca-se a queda do ex-presidente Jair Bolsonaro e o crescimento do seu filho, Flávio Bolsonaro.
O cenário espontâneo apresentado pela Genial/Quaest teve o seguinte resultado:
Lula (PT): 19%
Flávio Bolsonaro (PL): 7%
Jair Bolsonaro (PL): 2%
Outros: 4%
Indecisos: 68%
Já nos cenários de segundo turno, o presidente Lula ganha de todos os seus sete adversários (PT) apresentados pela pesquisa, com vantagens que variam entre cinco e 20 pontos percentuais. A menor diferença foi vista na disputa de Lula contra o governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos), com 44% x 39%.
Cenário 1: Lula x Tarcísio
Lula (PT): 44%
Tarcísio de Freitas (Republicanos): 39%
Indecisos: 4%;
Branco/nulo/não vai votar: 13%.
Cenário 2: Lula x Flávio Bolsonaro
Lula (PT): 45%;
Flávio Bolsonaro (PL): 38%;
Indecisos: 2%;
Branco/nulo/não vai votar: 15%.
Cenário 3: Lula x Ratinho Jr.
Lula (PT): 43%;
Ratinho Júnior (PSD): 36%;
Indecisos: 4%;
Branco/nulo/não vai votar: 17%.
Cenário 4: Lula x Caiado
Lula (PT): 44%;
Ronaldo Caiado (União Brasil): 33%;
Indecisos: 4%;
Branco/nulo/não vai votar: 19%.
Cenário 5: Lula x Zema
Lula (PT): 46%;
Romeu Zema (Novo): 31%;
Indecisos: 4%;
Branco/nulo/não vai votar: 19%.
Cenário 6: Lula x Aldo Rebelo
Lula (PT): 45%
Aldo Rebelo (Democracia Cristã): 27%
Indecisos: 4%
Branco/nulo/não vai votar: 24%.
Cenário 7: Lula x Renan Santos
Lula (PT): 46%;
Renan Santos (Missão): 26%;
Indecisos: 4%;
Branco/nulo/não vai votar: 24%.
A pesquisa Genial/Quaest foi realizada entre 8 e 11 de janeiro. A margem de erro é de dois pontos percentuais para mais ou para menos.
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva venceria todos os seus adversários caso as eleições acontecessem neste momento, e o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ), que declarou ser pré-candidato em dezembro do ano passado, surge como o principal oponente do líder petista. Foi o que revelou a pesquisa Genial/Quaest divulgada nesta quarta-feira (14).
O levantamento apresentou sete cenários com possíveis candidatos à presidência da República. Os levantamentos incluem nomes que já declararam sua intenção de concorrer, além de outros que não deixam clara essa disposição, como é o caso do governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos).
Os números obtidos pelos cenários da Genial/Quaest revelam que o senador Flávio Bolsonaro se consolidou como o principal nome de oposição a Lula, ganhando inclusive de Tarcísio de Freitas, que apesar de ter dito que concorrerá à reeleição, ainda não descartou completamente uma eleição à presidência. A ex-primeira dama Michelle Bolsonaro (PL) também foi deixada de fora nas simulações de primeiro turno.
Flávio Bolsonaro recebeu no mês passado o apoio oficial do seu pai, o ex-presidente Jair Bolsonaro. Assim como fez em dezembro, a Quaest deixou o nome do ex-presidente de fora das simulações para as eleições de 2026.
Confira abaixo todos os cenários de primeiro turno apresentados pela pesquisa Genial/Quaest:
Cenário 1 (todos os possíveis candidatos)
Lula (PT): 36%;
Flávio Bolsonaro (PL): 23%;
Tarcísio de Freitas (Republicanos): 9%;
Ratinho Júnior (PSD): 7%;
Ronaldo Caiado (União Brasil): 3%;
Romeu Zema (Novo): 2%;
Renan Santos (Missão): 1%;
Aldo Rebelo (Democracia Cristã): 1%;
Indecisos: 7%;
Branco/Nulo/Não vai votar: 11%.
Cenário 2 (sem Tarcísio)
Lula (PT): 35%;
Flávio Bolsonaro (PL): 26%;
Ratinho Júnior (PSD): 9%;
Ronaldo Caiado (União Brasil): 4%;
Romeu Zema (Novo): 3%;
Aldo Rebelo (Democracia Cristã): 2%;
Renan Santos (Missão): 1%;
Indecisos: 8%;
Branco/Nulo/Não vai votar: 12%.
Cenário 3 (sem Flávio Bolsonaro, Ratinho Jr. e Zema)
Lula (PT): 39%;
Tarcísio de Freitas (Republicanos): 27%;
Ronaldo Caiado (União Brasil): 5%;
Renan Santos (Missão): 4%;
Aldo Rebelo (Democracia Cristã): 3%;
Indecisos: 8%;
Branco/Nulo/Não vai votar: 14%.
Cenário 4 (sem Caiado, Ratinho Jr. e Zema)
Lula (PT): 40%;
Flávio Bolsonaro (PL): 23%;
Tarcísio de Freitas (Republicanos): 14%;
Renan Santos (Missão): 2%;
Aldo Rebelo (Democracia Cristã): 2%;
Indecisos: 7%;
Branco/Nulo/Não vai votar: 12%.
Cenário 5 (sem Tarcísio, Zema e Caiado)
Lula (PT): 37%;
Flávio Bolsonaro (PL): 28%;
Ratinho Jr (PSD): 11%
Renan Santos (Missão): 2%;
Aldo Rebelo (Democracia Cristã): 2%;
Indecisos: 7%;
Branco/Nulo/Não vai votar: 13%.
Cenário 6 (sem Ratinho Jr., Tarcísio e Caiado)
Lula (PT): 39%;
Flávio Bolsonaro (PL): 32%;
Romeu Zema: 5%;
Renan Santos (Missão): 2%;
Aldo Rebelo (Democracia Cristã): 2%;
Indecisos: 7%;
Branco/Nulo/Não vai votar: 13%.
Cenário 7 (Sem Tarcísio, Ratinho e Zema)
Lula (PT): 38%;
Flávio Bolsonaro (PL): 31%;
Ronaldo Caiado (União Brasil): 5%;
Renan Santos (Missão): 2%;
Aldo Rebelo (Democracia Cristã): 2%;
Indecisos: 8%;
Branco/Nulo/Não vai votar: 14%.
A pesquisa Genial/Quaest foi realizada entre 8 e 11 de janeiro. A margem de erro é de dois pontos percentuais para mais ou para menos.
Um dos últimos atos de Ricardo Lewandowski como ministro da Justiça foi o envio, à Polícia Federal, de um pedido para apurar postagem do senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) que associa o presidente Luiz Inácio Lula da Silva a crimes como tráfico internacional de drogas e armas, lavagem de dinheiro, apoio a organizações terroristas e fraudes eleitorais. Lewandowski deixou o Ministério da Justiça e Segurança Pública na última sexta-feira (9).
O pedido de Lewandowski, feito na semana passada, foi encaminhado ao diretor-geral da PF, Andrei Rodrigues. O então ministro atendeu representação apresentada no Ministério da Justiça pela deputada federal Dandara Tonantzin (PT-MG).
A deputada afirma em seu ofício que a postagem do senador Flávio Bolsonaro, pré-candidato a presidente da República, faz acusações graves a Lula sem qualquer lastro probatório. Lewandowski, ao encaminhar o ofício ao diretor da PF, reitera pedido da deputada de que haja a preservação de provas digitais e apuração sobre a postagem.
“Não se trata de censura ou de restrição à crítica política, mas de responsabilidade no uso das redes sociais, especialmente quando imputações genéricas e gravíssimas são feitas ao Chefe de Estado, com alto potencial de desinformação e dano institucional”, afirma a deputada Dandara Tonantzin.
“A democracia exige liberdade de expressão. Mas exige também compromisso com a verdade, respeito às instituições e responsabilidade no debate público”, completou a parlamentar do PT.
Em seu ofício, Dandara sustenta que a postagem de Flávio Bolsonaro pode configurar, em tese, os crimes de calúnia, difamação e injúria, previstos nos artigos 138 a 140 do Código Penal. A deputada diz ainda que pode haver possível incidência das causas de aumento de pena do artigo 141, uma vez que as imputações foram dirigidas ao presidente da República e divulgadas em meio de ampla circulação.
No post que pode vir a ser investigado, Flávio Bolsonaro diz, após a captura de Nicolás Maduro por forças especiais dos Estados Unidos, que Lula seria delatado. “É o fim do Foro de São Paulo: tráfico internacional de drogas e armas, lavagem de dinheiro, suporte a terroristas e ditaduras, eleições fraudadas…”, escreveu o senador.
O Ministério da Justiça, no despacho encaminhado à Polícia Federal, solicita a apreciação do caso e orienta que, se necessário, os autos retornem ao gabinete do ministro. O documento também prevê comunicação à Secretaria Nacional de Assuntos Legislativos (SAL) sobre o andamento do procedimento, para ciência da parlamentar autora do pedido.
O senador e pré-candidato à Presidência da República em 2026, Flávio Bolsonaro (PL-SP), cogita lançar o ex-presidente do Flamengo, Rodolfo Landim, como candidato ao governo do estado do Rio de Janeiro.
Segundo informações de bastidores, o senador vê no ex-dirigente grande potencial eleitoral, impulsionado pela popularidade junto à torcida rubro-negra, após o período em que esteve à frente do clube e liderou o processo de reestruturação administrativa e esportiva.
A ideia seria colocar Landim na disputa contra o prefeito do Rio de Janeiro, Eduardo Paes (PSD), apontado como favorito para vencer a eleição e assumir o Palácio Guanabara.
Ainda de acordo com as informações, Flávio Bolsonaro já teria solicitado à direção nacional do PL a realização de pesquisas eleitorais incluindo o nome de Rodolfo Landim para avaliar sua viabilidade no cenário estadual.
O Partido dos Trabalhadores (PT) ingressou com uma série de ações judiciais e representações contra políticos opositores que associaram a sigla e o presidente Luiz Inácio Lula da Silva ao narcotráfico. As medidas foram tomadas após a captura do presidente venezuelano, Nicolás Maduro, pelos Estados Unidos, no último sábado. Maduro será julgado nos EUA por crimes como conspiração para narcoterrorismo.
Na terça-feira, o líder do PT na Câmara, deputado Lindbergh Farias (RJ), protocolou uma representação à Polícia Federal contra o deputado Nikolas Ferreira (PL-MG). A medida se baseia em uma montagem compartilhada por Ferreira em que Lula aparece sendo preso em uma intervenção estrangeira. Lindbergh defende que Nikolas responda criminalmente por "normalizar intervenção militar estrangeira no Brasil". Na mesma representação, foram incluídos o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) e o ex-deputado Eduardo Bolsonaro, por declarações anteriores.
Sobre Flávio Bolsonaro, pré-candidato à Presidência, Lindbergh citou declarações de outubro, nas quais o senador, após anúncio de um ataque dos EUA a um barco no Oceano Pacífico, sugeriu que os americanos atacassem "organizações terroristas" na Baía de Guanabara, no Rio de Janeiro. "Vocês são vira-latas, defendem isso mesmo. Querem que o Brasil seja colônia norte-americana. Querem ficar de joelhos dobrados para atrapalhar o Brasil. Vamos continuar defendendo a democracia", disse Lindbergh.
Também na terça-feira (6), conforme O Globo, o PT decidiu processar o vice-governador de São Paulo, Felício Ramuth (PSD), que definiu o partido como "narcoafetivo". A declaração foi feita ao comentar a situação de imigrantes venezuelanos no estado.
"Acredito que esse êxodo vai acabar levando aquelas pessoas, principalmente que estão na fronteira, a retornar ao seu país, onde vão poder desfrutar de liberdade. Porque vai deixar de ter aquele estado narcoafetivo, como o PT que temos aqui. Lamentavelmente, o partido que está no poder aqui no Brasil é um partido narcoafetivo", afirmou Ramuth.
Anteriormente, o partido já havia ingressado com uma ação por danos morais contra o deputado federal Paulo Bilynskyj (PL-SP). O parlamentar publicou um vídeo associando o PT e Lula ao tráfico de drogas e escreveu "Tem que ser preso" sobre o petista, ao lado de uma foto de Lula abraçado com Maduro. Segundo o PT, o conteúdo difunde "narrativa sabidamente falsa e difamatória sem qualquer lastro fático ou jurídico".
As informações são do O Globo.
O ex-presidente Jair Bolsonaro seria merecedor da prisão por ter praticados atos que levaram a essa situação, como a tentativa de violação da tornozeleira eletrônica. Por conta de ter sido preso, o ex-presidente teria ficado “mais fraco”.
Essas são algumas das opiniões dos brasileiros medidas a partir de pesquisa da Genial/Quaest, com entrevistas realizadas o final do mês de dezembro de 2025. Os dados da pesquisa foram divulgadas pela colunista Monica Bergamo, da Folha de S.Paulo.
De acordo com a jornalista, 52% dos entrevistados julga que Jair Bolsonaro foi preso em regime fechado na Superintendência da Polícia Federal por atos praticados por ele próprio ou por seus familiares. Apenas 21% acreditam que isso ocorreu por “perseguição política do STF ou de Alexandre de Moraes”.
Entre os que acham que o ex-presidente ou seus familiares acabaram por causar a prisão, 32% dizem que ele foi preso porque “danificou a tornozeleira eletrônica” que usava quando estava em prisão domiciliar. Outros 16% apontam “risco de fuga para o exterior”.
Somente 4% dos entrevistados pela Genial/Quaest dizem acreditar que o ex-presidente foi encarcerado porque o filho, Flávio Bolsonaro (PL-RJ), organizou uma vigília perto do condomínio em que Bolsonaro morava.
Do total de entrevistados, 51% dizem acreditar que Jair Bolsonaro “merece estar preso”. Entre os entrevistados que se dizem petistas, esse percentual sobe para 91%. Já entre os que se declaram bolsonaristas, o resultado despenca para 4%.
Outros 56% do total dos brasileiros dizem acreditar que o ex-presidente Jair Bolsonaro ficou “mais fraco” depois da prisão. Entretanto, em meio aos que se declaram bolsonaristas, 52% afirmam que o ex-presidente foi preso por perseguição da Corte.
Mesmo entre os que dizem ser bolsonaristas há um número expressivo dos que afirmam que Bolsonaro está preso na PF em Brasília por ter violado a tornozeleira: 18% de bolsonaristas dizem concordar com essa impressão.
Segundo Monica Bergamo, a pesquisa Genial/Quaest foi realizada na parte final do mês de dezembro. Foram realizadas entrevistas com 2004 pessoas em diversos estados do país.
Curtas do Poder
Pérolas do Dia
Flávio Bolsonaro
"Lula vai ficar do lado de criminosos?"
Disse o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) ao fazer duras críticas à atuação do presidente Luiz Inácio Lula da Silva na área da segurança pública. Flávio, pré-candidato do PL a presidente nas eleições de outubro, citou o projeto de lei antifacção, aprovado pelo Congresso Nacional em fevereiro e que ainda não foi sancionado por Lula.