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Um macaco que pertence ao ex-deputado estadual Marcell Moraes (PSDB) foi resgatado nesta segunda-feira (5), após fugir da residência onde ele está morando, no condomínio Alphaville 2, em Salvador. Vídeos obtidos pelo Bahia Notícias mostram o momento do resgate do animal.
O macaco teria fugido durante a manhã e mobilizou moradores do condomínio durante horas. A tentativa de resgate se estendeu até o início da tarde, quando o animal finalmente foi capturado. O BN entrou em contato com a Polícia Militar (PM-BA) e com Marcell Moraes para obter mais detalhes sobre o caso, mas não recebeu retorno até o momento.
Marcell Moraes foi eleito vereador de Salvador pelo PV em 2013 e renunciou ao mandato em 2015. No mesmo ano, foi eleito deputado estadual e posteriormente reeleito para o cargo. Em 2020, o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) declarou a perda do mandato de Marcell, com a convocação de Tiago Correia (PSDB). Nas eleições de 2026, Moraes disputou uma vaga para deputado federal pela Bahia, mas não foi eleito e ficou como suplente, com 4.338 votos.
ASSISTA:
O casamento de Alexandre Barci de Moraes, filho do ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Alexandre de Moraes e da advogada Viviane Barci, foi realizado no sábado (26), na Casa Fasano, espaço de eventos na capital paulista. A cerimônia religiosa e civil foi conduzida pelo ex-deputado e ex-vereador Gabriel Chalita, amigo próximo do ministro, e reuniu diversas autoridades do Judiciário e do Ministério Público.
Marcaram presença os ministros Gilmar Mendes, decano da Corte, e Flávio Dino. O procurador-geral Paulo Gonet também esteve presente e, segundo relatos de pessoas presentes no evento, aparentava estar “abatido”, em razão da recente exposição de seus contatos com o banqueiro Daniel Vorcaro.
Ministros do Superior Tribunal de Justiça (STJ) também participaram do evento. O ministro Luís Felipe Salomão e o corregedor nacional de Justiça, ministro Benedito Gonçalves, marcaram presença.
Em virtude do envolvimento recente do nome de Moraes em desdobramentos do Caso Master, a celebração foi realizada sob um rigoroso esquema de segurança, incluindo o bloqueio de ruas no entorno do local para conter possíveis protestos.
O ministro Luiz Fux, do Supremo Tribunal Federal (STF), foi sorteado nesta terça-feira (22) para relatar a ação que pede acesso a eventuais registros de entrada e saída no Senado da advogada Viviane Barci, mulher do ministro Alexandre de Moraes, e do ex-banqueiro Daniel Vorcaro.
De acordo com a Agência Brasil, o sorteio da relatoria foi determinado pelo presidente da Corte, ministro Edson Fachin, após Moraes se declarar impedido de analisar o caso.
Na decisão, que foi proferida na segunda-feira (21), Moraes citou a regra do Código de Processo Civil (CPC) que proíbe um magistrado de analisar um caso quando há um parente como parte.
"Com fundamento no art. 144, IV, do CPC, declaro-me impedido de atuar no presente feito", decidiu.
O caso chegou ao Supremo por meio de uma ação protocolada pelo vereador de Curitiba Guilherme Kilter (Novo).
O parlamentar quer obrigar o Senado a fornecer eventuais registros de entrada e saída de Viviane Barci, de Vorcaro, do empresário Antônio Carlos Camilo Antunes, o Careca do INSS, e do empresário Fábio Luís Lula da Silva, filho do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, nas dependências da Casa.
Segundo o vereador, os pedidos de acesso aos dados foram negados pelo Senado por envolverem "informações de caráter pessoal".
O ministro do Supremo Tribunal Federa (STF) André Mendonça solicitou o arquivamento do procedimento instaurado contra ele na Corte e acusou o ministro Alexandre de Moraes de distorcer o teor de relatórios de inteligência da Polícia Federal para apontar indícios de irregularidades em sua atuação em casos relacionados ao Banco Master e ao INSS.
Segundo informações do g1, a manifestação foi enviada em resposta ao presidente do STF, ministro Edson Fachin na noite desta segunda-feira (21). O ofício é uma resposta após Moraes acionar a Presidência do tribunal com base em documentos produzidos nas operações Sem Desconto e Compliance Zero para sugerir possíveis infrações de responsabilidade, abuso de autoridade e improbidade por parte de Mendonça.
Na peça enviada a Fachin, Mendonça argumenta que os relatórios em questão possuem natureza estritamente informativa, sem valor probatório, reunindo apenas interpretações e opiniões unilaterais de policiais encarregados das diligências.
O ministro também questiona o procedimento que permitiu a Moraes acessar o material, oriundo de determinação para que a diretoria da Polícia Federal remetesse ao Inquérito das Fake News peças que fizessem menção a membros do tribunal.
O ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Alexandre de Moraes, pode ser alvo de sanções da União Europeia. A possibilidade foi levantada por três eurodeputados em uma carta enviada nesta segunda-feira (21) à alta representante do bloco para os Negócios Estrangeiros e a Política de Segurança, Kaja Kallas.
Os parlamentares Adam Bielan (Polônia), Carlo Fidanza (Itália) e Mariusz Kaminski (Polônia) pediram que o Serviço Europeu para a Ação Externa (EEAS) avalie alegações relacionadas à atuação de Moraes e a decisões do STF em processos considerados por eles politicamente sensíveis.
Entre os pontos citados estão possíveis violações à liberdade de expressão, ao devido processo legal, ao pluralismo político e a outros direitos fundamentais. Os eurodeputados também solicitaram que a UE analise se as alegações poderiam justificar medidas restritivas previstas no regime europeu de sanções por violações de direitos humanos.
A eventual adoção de medidas, segundo a carta, dependeria da existência de evidências consideradas críveis sobre responsabilidade por violações ou abusos graves. Os políticos também fazem referência às sanções aplicadas pelos Estados Unidos contra Moraes com base na Lei Global Magnitsky.
Além do pedido envolvendo Moraes, eles defenderam um acompanhamento independente das eleições brasileiras. A proposta inclui a observação da votação, apuração e totalização dos resultados. O monitoramento também abrangeria o ambiente eleitoral, o tratamento dado aos candidatos, o acesso à mídia, eventuais restrições ao discurso político, remoção de conteúdos e decisões judiciais com impacto sobre campanhas.
Curtas do Poder
Pérolas do Dia
Renan Santos
"O Flávio Bolsonaro já é o próximo presidente da república. O Bolsonaro já ganhou. Façam o que vocês quiserem aí. Não vou pedir para vocês votarem nem nulo, nem no fulano, nem no ciclano simplesmente porque não faz diferença".
Disse Renan Santos, candidato pelo partido Missão, em uma live na noite deste domingo (4), criticou a postura dos eleitores brasileiros, disse acreditar que o senador Flávio Bolsonaro (PL) será eleito presidente, afirmou que não vai apoiar ninguém no segundo turno e previu que o ex-presidente Jair Bolsonaro deve ser solto em um acordo do novo governo com o Supremo Tribunal Federal (STF).