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Pesquisa: flavio bolsonaro
Pesquisa Datafolha divulgada nesta sexta-feira (21) aponta o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e o senador Flávio Bolsonaro (PL) em situação de empate técnico, no limite da margem de erro, em uma eventual disputa de segundo turno na eleição presidencial. De acordo com o levantamento, Lula soma 47% das intenções de voto, enquanto Flávio alcança 43%.
No embate direto entre os dois, votos brancos e nulos representam 9%, e 2% dos entrevistados não souberam ou não responderam. A pesquisa é a primeira realizada pelo instituto desde o início da campanha eleitoral. Na rodada anterior do Datafolha, divulgada no final de julho, Lula registrava 48% contra 43% de Flávio na hipótese de segundo turno.
O desempenho de Lula contra o senador é semelhante ao registrado em projeções contra Ronaldo Caiado, Renan Santos e Romeu Zema. Na simulação de primeiro turno, o presidente Lula lidera com 39% das intenções de voto, seguido por Flávio Bolsonaro, com 33%.
Na sequência do levantamento surgem:
- Ronaldo Caiado (PSD): 5%
- Renan Santos (Missão): 4%
- Romeu Zema (Novo): 3%
Dentro da margem de erro da pesquisa, o grupo formado por Caiado, Renan Santos e Zema encontra-se em empate técnico.
Contratada pela TV Globo e pelo jornal Folha de S.Paulo, a pesquisa está registrada no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o protocolo BR-04496/2026.
- Amostra: 2.058 entrevistados com 16 anos ou mais em todo o país
- Período de realização: 18 a 20 de agosto de 2026
- Margem de erro: 2 pontos percentuais para mais ou para menos
- Nível de confiança: 95%
O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) determinou a retirada de um vídeo produzido com inteligência artificial que associa o candidato à Presidência Flávio Bolsonaro (PL) ao banqueiro Daniel Vorcaro. A decisão é do ministro André Mendonça, que estabeleceu o prazo de 24 horas, a contar da intimação, para a remoção do conteúdo.
A ordem é direcionada tanto à Meta (proprietária do Instagram) quanto ao administrador do perfil responsável pela publicação. Em postagem foi veiculada em 14 de agosto pela conta "Brasil Sátira do Poder", cujo autor ainda não possui identificação civil confirmada.
AS IMAGENS
No vídeo em questão utiliza imagens sintéticas de Flávio Bolsonaro e Daniel Vorcaro para simular situações fictícias. Em determinado trecho da montagem, ambos aparecem abraçados; em outras cenas, a imagem do candidato é associada a fardos de dinheiro, criando um vínculo visual entre o político e o banqueiro.
Ao analisar o caso, André Mendonça identificou indícios de deepfake, destacando que a reprodução fotorrealista confere aparência de autenticidade a fatos que não ocorreram na realidade. O ministro ressaltou que a simples classificação da publicação como sátira não exime o conteúdo do cumprimento das regras eleitorais vigentes sobre o uso de inteligência artificial, uma vez que imagens sintéticas e realistas foram aplicadas no contexto eleitoral sem a devida identificação de que foram produzidas artificialmente.
Além de determinar a exclusão do material, o ministro proibiu o responsável pela conta de voltar a divulgar a mesma peça por meio de compartilhamentos, reproduções ou impulsionamentos em quaisquer sites, perfis ou redes sociais sob seu controle.
A ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro (PL) e o deputado federal Flávio Bolsonaro (PL-RJ), candidato à Presidência da República, apareceram juntos em um vídeo de bastidores divulgado nesta quarta-feira (19). A gravação ocorre após um período de desentendimentos públicos entre integrantes do grupo político.
Nas imagens, os dois aparecem sorrindo e participando da produção de material para a campanha eleitoral. Sem áudio, o vídeo é acompanhado por um jingle da campanha de Flávio. Durante a gravação, o candidato pede apoio para Michelle, que disputa uma vaga ao Senado pelo Distrito Federal.
Na sequência, a ex-primeira-dama também declara apoio à candidatura de Flávio à Presidência. Os dois exibem ainda seus respectivos números de urna. O material deve ser utilizado na propaganda eleitoral de rádio e televisão.
CONFIRA:
Depois de ter se reconciliado com o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ), a ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro melhorou sua situação nas pesquisas e passou a liderar a disputa pelas duas vagas ao Senado pelo Distrito Federal. Há duas semanas, Michelle aparecia apenas na segunda colocação entre as principais candidatas.
Levantamento divulgado nesta quarta-feira (19) pelo instituto Real Time Big Data mostra Michelle Bolsonaro, do PL, na primeira colocada, com 25% das intenções de voto. Na segunda posição aparece a senadora Leila Barros (PDT-DF), que concorre à reeleição e marcou 17% entre os entrevistados.
Confira abaixo o resultado da pesquisa Real Time Big Data para o Senado no Distrito Federal:
Michelle Bolsonaro (PL) - 25%
Leila Barros (PDT) - 17%
Bia Kicis (PL) - 15%
Érika Kokay (PT) - 15%
Sebastião Coelho (Novo) - 8%
Cristian Viana (Podemos) - 2%
Tiago Tarsis (Agir) - 1%
Zanara (PSTU) - 0%
Professor Guilherme Amorim (UP) - 0%
Nulo/branco - 8%
Não sabe/não respondeu - 9%
Foram entrevistados 1.600 eleitores do Distrito Federal de 14 a 18 de agosto. A pesquisa tem nível de confiança de 95% e margem de erro de dois pontos percentuais. O levantamento foi registrado no Tribunal Superior Eleitoral sob o número DF-07849/2026.
O candidato à Presidência da República, Flávio Bolsonaro (PL), encaminhou ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE) um documento sigiloso no qual aponta entender haver uma escalada violenta na campanha eleitoral. O documento, obtido pela CNN Brasil e divulgado nesta terça-feira (18), pede ao presidente da corte eleitoral, Kassio Nunes Marques, adotar providências que considerar necessárias.
O senador informa, no ofício, que "desde o início do lançamento de sua pré-candidatura, seu núcleo de segurança tem detectado um aumento significativo das situações classificadas como de 'risco à sua segurança pessoal’”. Nesse sentido, o filho de Jair Bolsonaro também apresentou um relatório de segurança elaborado pela campanha que revela conteúdos de risco captados em postagens nas redes sociais.
Os dados do relatório incluem 2.463 conteúdos coletados entre os dias 05 e 14 de agosto dirigidos ao candidato do PL. A campanha de Flávio classificou os materiais em níveis críticos, alto, moderado e baixo.
"A classificação considera elementos como manifestação de desejo de morte, incitação ou conclamação à violência, ameaça direcionada, indícios de intencionalidade e referências a planejamento, oportunidade ou condições para a execução de ataques", afirma o documento.
Ele diz ainda que "desse volume relevante de conteúdos violentos, 36,5% foram enquadrados como de ‘ameaças explícitas’ (direcionamento contra a vida ou a integridade física); 29,3% como ‘incitação à violência’ (incentivo, adesão ou conclamação à prática violenta); 28,5% como ‘referências codificadas’ (alusões linguagem indireta associada a ataque ou lesão) e 5,7% como ‘planejamento/oportunidade’ (menções a ocasião, presença, meios ou preparação)".
O documento cita explicitamente o caso de um homem que foi conduzido à delegacia de Juiz de Fora após fazer uma menção a uma facada no candidato durante sua passagem pelo município.
No documento, ele afirma entender haver responsabilidade do presidente e candidato à reeleição Lula (PT). "Lamentavelmente, após duas falas de incitação à violência do também candidato Luiz Inácio Lula da Silva ('antigamente traidor era enforcado'), o volume de postagens violentas aumentou."
Por fim, o candidato solicita que o presidente do TSE, Kassio Nunes Marques, “possa adotar providências” sobre os fatos relatados. “Serve, portanto, este relatório, para compartilhar com Vossa Excelência o cenário de escalada violenta detectado por esta campanha presidencial, para que Vossa Excelência, na condição de Presidente do TSE possa adotar as providências cabíveis e necessárias”, conclui.
Curtas do Poder
Pérolas do Dia
Dario Durigan
"Como [Flávio] propõe isso se todo dia a gente está vendo ataque aos outros Poderes e desrespeito institucional?”, questionou o ministro durante entrevista à Rádio CBN. “Isso é balela, não é crível. A solução vai ser a família Bolsonaro discutindo com o Supremo e entrando num acordo sobre responsabilidade fiscal?"
Disse o ministro Dario Durigan, da Fazenda, em entrevista à rádio CBN ao comentar a proposta da campanha presidencial do senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) de unir os três poderes em um conselho para definir novos parâmetros de responsabilidade fiscal.