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Adriano Sampaio
E se o maior erro das previsões eleitorais não estiver nas pesquisas, mas na forma como interpretamos o eleitor indeciso?

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Modelo proprietário desenvolvido pela Duplamente Inteligência de Mercado desafia a distribuição proporcional dos votos e propõe uma nova leitura das trajetórias eleitorais brasileiras

Multimídia

Angelo Coronel rejeita ideia de Senado como “puxadinho” do Planalto e diz que não será “chapa-branca” de presidentes

Angelo Coronel rejeita ideia de Senado como “puxadinho” do Planalto e diz que não será “chapa-branca” de presidentes
Durante entrevista ao podcast Projeto Prisma, do projeto Vota BN, nesta segunda-feira (24), o senador Angelo Coronel (Republicanos) afirmou que o Senado Federal não pode atuar como um "puxadinho" do Poder Executivo e declarou que não pretende exercer um mandato "chapa-branca" para o governo de plantão.

Entrevistas

Entrevista Exclusiva: Ministra Rachel Barros detalha ações do MIR para a população negra

Entrevista Exclusiva: Ministra Rachel Barros detalha ações do MIR para a população negra
Nesta segunda-feira (10), a ministra da Igualdade Racial, Rachel Barros, esteve em Salvador para participar do Colóquio Internacional Cultura, Relações Exteriores, Desenvolvimento e Reparação. O evento, que acontece nas cidades de Salvador e Cachoeira, integra as celebrações pelos 25 anos de fundação do FENEBA e desdobra as discussões iniciadas no 9º Congresso Panafricano, sediado em Lomé, no Togo.

Pesquisa: andre mendonca

VÍDEO: "Pode chorar, pode chorar", Gilmar Mendes interrompe André Mendonça e ministros discutem no STF após fala do PGR

Após o pronunciamento do procurador-geral da República (PGR), Paulo Gonet, o ministro André Mendonça fazia acréscimos à sessão quando foi interrompido pelo ministro Gilmar Mendes, dando início a uma discussão no plenário do Supremo Tribunal Federal (STF).

 

Confira o momento:

 

O procurador abordou suas relações com Daniel Vorcaro e reconheceu que esteve com ele uma única vez. Em seguida, Mendonça, que relatava a investigação, justificou-se afirmando: "Nós estamos aqui por questão de ofício". Segundos depois do início de sua fala, o ministro Gilmar Mendes o interrompeu com críticas.

 

"É impressionante, presidente, que uma pessoa dessa estatura como Paulo Gonet sofra esse tipo de ilação. Isso sim é leviandade, é leviandade. Tem de ser um sentimento polianesco. É impressionante a desfaçatez desse sujeito", criticou Gilmar Mendes.

 

Mesmo pedindo a palavra diversas vezes, Mendonça rebate. "Pode chorar, pode chorar", esbraveja Gilmar Mendes. "Não estou chorando, não. Aqui não tem choro, não. Respeite!", responde Mendonça. Durante a reação no julgamento, Gilmar Mendes subiu o tom com o magistrado e declarou: "Me respeite. É impressionante". O bate-boca entre os ministros ocorreu em meio aos debates no plenário da Corte.

Dino pede a Fachin investigação sobre elo entre Banco Master e instituto ligado a André Mendonça
Foto: Victor Piemonte / STF

O ministro Flávio Dino, do Supremo Tribunal Federal (STF), pediu nesta terça-feira (15) ao presidente da Corte, Edson Fachin, que seja investigada uma possível relação entre o Banco Master, o Instituto Iter — ligado ao ministro André Mendonça —, e contratos firmados pelo município de São Paulo.

 

A decisão de Dino é relacionada a uma ação que discute regras para o funcionamento de cemitérios privados no estado. O ministro cita uma série de circunstâncias que, na avaliação dele, precisam ser esclarecidas.

 

O caso envolve a apuração aberta pelo Ministério Público do Estado de São Paulo que envolve possíveis irregularidades na concessão dos serviços cemiteriais e eventual vínculo entre a Cortel, a empresa concessionária, e o Banco Master.

 

O primeiro ponto envolve a atuação de André Mendonça em um processo sobre os cemitérios privados de São Paulo.

 

Quando o julgamento foi retomado, em abril de 2025, Mendonça apresentou um voto contrário à manutenção de uma decisão individual de Dino que afetava os cemitérios privados. Com isso, ficou alinhado aos pedidos dessas empresas.

 

Ao analisar o caso, Dino chamou atenção para o fato de que Alexandre de Almeida Mendonça, irmão de André Mendonça, trabalha na SP Regula, agência responsável pela regulação de serviços públicos de São Paulo. O irmão atua justamente na área funerária e cemiterial.

 

A preocupação apontada por Dino é verificar se havia alguma relação entre esses fatos que pudesse indicar conflito de interesses, favorecimento ou atuação indevida.

 

ENCONTRO COM VORCARO

Dino também cita um encontro entre André Mendonça e Daniel Vorcaro, dono do extinto Banco Master.

 

Segundo a decisão, a reunião ocorreu em 14 de março de 2025, na sede do Instituto Iter, entidade fundada por Mendonça.

 

Para Dino, o encontro ganha relevância porque o Instituto Iter passou a ter contratos remunerados com o município de São Paulo, que é parte diretamente envolvida na ação sobre os cemitérios.

 

Mendonça informou em 3 de setembro que decidiu deixar a sociedade da instituição, criada em 2024 e voltada para atividades educacionais e acadêmicas.

 

Segundo a decisão, o Instituto Iter passou a prestar serviços para o município de São Paulo. A prefeitura, por sua vez, é responsável pela contratação de empresas privadas que atuam no setor funerário, como a Cortel.

 

Na decisão, Dino cita ainda Fabiano Zettel — cunhado de Vorcaro e também investigado na Operação Compliance Zero —, que trabalhava na Cortel.

 

Além desse contrato, o ministro afirma que o Instituto Iter também teria firmado, sem licitação, um contrato de aproximadamente R$ 1,63 milhão com a Fundação para o Desenvolvimento da Educação (FDE), ligada ao governo de São Paulo.


O contrato seria para a prestação de serviços técnicos na área de formação e gestão educacional.

 

A partir desses fatos, o ministro diz que o objetivo da decisão é esclarecer se existe alguma relação entre o encontro de Vorcaro com Mendonça, o Instituto Iter, os contratos mantidos pela entidade e a atuação de Mendonça no processo que envolve os cemitérios privados de São Paulo.

 

A decisão não afirma que esses fatos, por si só, comprovem irregularidade ou favorecimento por parte de Mendonça.O pedido de Dino é para que as possíveis conexões sejam apuradas.

Pesquisa Quaest: 37% aprovam atuação de André Mendonça em embate com Alexandre de Moraes
Fotos: STF/Nelson Jr

Uma pesquisa Quaest divulgada nesta segunda-feira (14) aponta que 37% das pessoas consideram que o ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) André Mendonça tem agido de forma correta no embate com Alexandre de Moraes. Outros 16% veem Moraes como quem age corretamente.

 

O levantamento também apontou que 20% dos entrevistados consideram que "nenhum dos dois" tem agido de forma correta, e 25% não souberam responder. A margem de erro da pesquisa é de 2 pontos percentuais.

 

Os dados foram coletados em meio ao acirramento de uma disputa entre Moraes e Mendonça, que também transbordou para a corrida presidencial. Nesta terça-feira, o Supremo Tribunal Federal (STF) marcou sessão para decidir se abre investigação contra Moraes, depois que um relatório da Polícia Federal (PF) apontou diálogos entre o ministro e o banqueiro Daniel Vorcaro às vésperas da prisão dele, em 2025.

Datafolha: 28% querem impeachment de Moraes e 37% defendem afastamento temporário de André Mendonça
Foto: Nelson Jr./SCO/STF

Para 28% dos brasileiros, o ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), deveria sofrer um processo de impeachment. Já para 37% das pessoas, o ministro André Mendonça deveria se afastar temporariamente do seu cargo  no STF. 

 

Esses foram alguns resultados obtidos em pesquisa divulgada pelo Datafolha neste sábado (12). O instituto entrevistou cerca de duas mil pessoas nos últimos dias. 

 

Ainda em relação a Moraes, cerca de 34% acreditam que ele deveria se afastar de seu cargo, enquanto 12% dizem que André Mendonça é que deveria sofrer um impeachment. A pesquisa também apurou que 7% não viram nada de errado na atuação de Alexandre de Moraes, enquanto 5% acreditam que não há problemas porque o vazamento de conversas das investigações foi ilegal.

 

Confira abaixo os resultados em relação aos ministros Alexandre de Moraes e André Mendonça:

 

Sobre Alexandre de Moraes

 

34% defendem afastamento temporário
28% pedem impeachment
13% querem renúncia do cargo
7% afirmam que não há nada de errado nas mensagens
5% acreditam que o vazamento de conversas foi ilegal
13% se disseram indecisos

 

Sobre André Mendonça

 

37% defendem afastamento temporário
25% dizem que não há nada de errado nas ações dele
12% pedem impeachment
11% querem renúncia do cargo
12% se disseram indecisos

 

Em outro recorte da pesquisa Datafolha, 76% dos brasileiros consideram que os ministros do STF possuem poder demais. Desse total, 18% não acreditam em tal afirmação.

 

A pesquisa também mostra que 3% não concordam nem discordam do acúmulo de poder dos magistrados, enquanto 4% não souberam responder.

 

Um outro questionamento foi feito para avaliar a percepção dos eleitores se confiam menos no STF atualmente do que no passado. Do total, 77% acreditam que a Corte era mais acreditada no passado, enquanto 16% discordam. Aqueles que não concordam nem discordam com a colocação somam 3%, e os que não souberam responder são 4%.

 

O levantamento do Datafolha ouviu 2.002 eleitores entre os dias 8 e 10 de setembro. A margem de erro é de dois pontos percentuais, para mais ou para menos, com nível de confiança de 95%. A pesquisa foi registrada no TSE sob o número BR-01833/2026. 
 

André Mendonça atende à PGR e retira sigilo de investigações envolvendo Flávio Bolsonaro e Jaques Wagner; saiba mais
Foto: Reprodução / STF / Agência Brasil / Roque de Sá / Agência Senado

O ministro André Mendonça, do Supremo Tribunal Federal (STF), decidiu no início da noite desta sexta-feira (11) derrubar o sigilo de investigações de grande repercussão política derivadas do caso do Banco Master. A decisão atendeu a um pedido formal encaminhado pela Procuradoria-Geral da República (PGR) e tornou públicos inquéritos que envolvem o senador Flávio Bolsonaro (PL), o senador Ciro Nogueira (PP), o senador baiano Jaques Wagner (PT) e o ex-governador do Rio de Janeiro Cláudio Castro (PL).

 

A manifestação que motivou a decisão foi assinada pelo vice-procurador-geral da República, Hindemburgo Chateaubriand Filho. A PGR havia sustentado que diversos procedimentos vinculados à apuração mais ampla da Operação Compliance Zero não constavam na lista inicial de processos cujo sigilo havia sido suspenso pelo relator na quinta-feira.

 

Essa quebra dos sigilos de outros processos foi revelada pelo Jornal O Globo. Com a retirada do segredo de Justiça, Mendonça atende ao pedido de Fachin (presidente da corte) e deixa os processos públicos com os detalhes das apurações específicas sobre a conduta das autoridades citadas:

  • Flávio Bolsonaro (PL): O inquérito investiga o financiamento do filme Dark Horse, cinebiografia sobre o ex-presidente Jair Bolsonaro. Conforme os relatórios de investigação, o senador teria atuado como "interlocutor direto" com o empresário Daniel Vorcaro na captação de recursos, que seriam geridos nos Estados Unidos pelo ex-deputado Eduardo Bolsonaro. Flávio e Eduardo Bolsonaro negam qualquer irregularidade;
     
  • Ciro Nogueira (PP): A apuração examina a suposta atuação do parlamentar no Congresso Nacional em favor do Banco Master e de Daniel Vorcaro. A Polícia Federal aponta suspeita de pagamento de vantagens financeiras ao senador além da evidente proximidade dos dois;
     
  • Cláudio Castro (PL): A investigação apura possíveis irregularidades no repasse de R$ 3,6 bilhões do Rioprevidência, fundo de previdência dos servidores do estado do Rio de Janeiro, para papéis do Banco Master. Os investigadores sustentam que houve manobra na gestão do fundo para viabilizar operações classificadas como de alto risco. Castro nega ter cometido atos ilícitos;
     
  • Jaques Wagner (PT): O procedimento apura a relação do senador com o ex-sócio da instituição financeira Augusto Lima. A investigação aponta suspeitas de repasses a uma empresa ligada a familiares do parlamentar e à compra de um apartamento de luxo em Salvador. Wagner, por sua vez, nega a concessão de benefícios ao banco ou a prática de ilícitos e segue sendo defendido pelo presidente Lula.

Curtas do Poder

Ilustração de uma cobra verde vestindo um elegante terno azul, gravata escura e língua para fora
Do jeito que as coisas vão, não sei se o Soberano chega inteiro em outubro. Mas não foi o único que levou bola nas costas também. Tiveram que recorrer até ao passado pra lembrar da conexão entre o Pernambucano e o Capitão, por exemplo. Enquanto isso, o passado deixa outros tristes. Não é, Ferragamo? Mas o futuro também tira o sono de alguns. Alice no País das Maravilhas, por exemplo, já tem seu plano B. Saiba mais!

Pérolas do Dia

Eduardo Girão

Eduardo Girão
Foto: Antena 1 Salvador

“O Senado está totalmente prostrado. A gente vê uma comissão de ética que não foi instalada na legislatura do Davi Alcolumbre. A condução dele como presidente é uma tragédia anunciada, tanto é que eu votei contra ele. Não apenas isso, eu fui candidato contra ele até o final. Eu fico extremamente preocupado quando vejo o PL, por exemplo, que é um partido grande da oposição, apoiar o Alcolumbre e votar nele. Com a exceção do senador Marcos Pontes que se rebelou contra o próprio partido e foi até o final também. Eu tive quatro votos, o astronauta Marcos Pontes teve quatro votos, e o Davi nadou de braçada". 

 

Disse o senador Eduardo Girão (Novo) ao fazer uma série de críticas à gestão do presidente do Senado Federal, Davi Alcolumbre (União). Em entrevista à rádio Antena 1 Salvador, nesta segunda-feira (14), o candidato a vice-presidente na chapa de Romeu Zema disse que a Comissão de Ética do Senado não tem funcionado e acusou Alcolumbre de engavetar pedidos de impeachment de ministros do Supremo Tribunal Federal (STF).

Podcast

Vota BN: Projeto Prisma entrevista o candidato ao governo da Bahia Ronaldo Mansur (PSOL) nesta segunda

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A sabatina faz parte da série especial "Vota BN", dedicada a sabatinar as principais lideranças políticas na disputa pelo Executivo estadual e pelo Senado nas eleições de 2026. O programa é transmitido ao vivo a partir das 16h no YouTube do Bahia Notícias.

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