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Eduarda Moitinho
Graduanda em Comunicação Social pela UFBA. Ex repórter do site Notícias da UFBA. Participante da Liga de Cinema Lacine da universidade.
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Um incêndio atingiu um apartamento no bairro da Graça em Salvador na manhã desta quarta-feira (28). O caso teria ocorrido em um residencial na antiga Rua Flórida, próximo a Rua da Graça, principal via da região.
Em imagens obtidas pelo Bahia Notícias é possível ver que o incêndio atingiu uma parte do imóvel, onde janelas foram tomadas por algumas chamas. O porteiro Domingos Pimentel, que trabalha em um prédio na antiga Rua Flórida, onde o incêndio pode ser visto, apontou que o apartamento seria de propriedade de uma idosa que mora sozinha.
Ela, porém, não sofreu ferimentos e passa bem. Ainda não há informações oficiais sobre o incêndio. É possível ver que um caminhão do Corpo de Bombeiros está no local prestando atendimento. Não há informações sobre a proporção do incêndio, o que causou a ocorrência e se há feridos.
O BN fez contato com os Bombeiros para obter mais informações sobre o caso, mas não obteve retorno até o fechamento da matéria.
A presidente da Assembleia Legislativa da Bahia (AL-BA), Ivana Bastos, projetou seu próximo mandato com a provável reeleição como presidente e citou projetos que devem ser votados ainda em 2026. As informações foram concedidas à imprensa baiana, em entrevista coletiva, nesta terça-feira (27).
Entre as matérias pendentes, segundo a presidente, estão o orçamento estadual, as contas do governador, um projeto do Tribunal de Contas do Estado (TCE) e a proposta de venda de um terreno da Companhia de Processamento de Dados do Estado da Bahia (Prodeb), além de projetos apresentados por deputados.
Ivana afirmou que a Mesa Diretora e o Colégio de Líderes se reunirão na próxima terça-feira, após o feriado de finados, na segunda-feira (2) para definir a pauta de votações. A expectativa é concluir os trabalhos da atual legislatura até 20 de dezembro.
A presidente também ressaltou que a organização da agenda legislativa será fundamental para garantir a apreciação das matérias antes do encerramento do período.
“Muito trabalho, compartilhamento com os deputados, que seja uma casa que a gente possa entregar as nossas pautas, uma casa que possa ter as suas votações, que a gente possa ter esse movimento que é desejado aqui e o que a população espera de nós”, comenta.
O deputado estadual Robinson Almeida (PT) afirmou que seu nome está “à disposição” como possível candidato a prefeito de Salvador nas eleições municipais de 2028. A afirmação foi dada nesta terça-feira, em uma entrevista coletiva com a imprensa baiana.
Em críticas à atual condição da capital baiana, hoje administrada pelo prefeito Bruno Reis (União), o deputado defende que a esquerda tenha “candidatura própria”.
“Eu defendo uma tese que o PT, que a esquerda tenha candidatura própria. Que, antes da candidatura, apresente um programa. O que é que nós pensamos para a nossa cidade, que está estagnada sem desenvolver a sua economia, que perde população, que não presta bons serviços públicos?”, pontua.
Robinson afirma que Salvador precisa de um novo projeto e, em sua visão, a esquerda tem condições para apresentar essa alternativa. Neste campo, ele não descarta a possibilidade de se candidatar em 2028.
“E o meu nome, como sempre, está colocado à disposição para ser apresentado, discutido e unificar a base do governo. Porque eu creio que, em 2028, nós temos uma oportunidade de colocar Salvador governada com o mesmo projeto que governa a Bahia e que governa o Brasil”, declara.
O deputado estadual Robinson Almeida (PT) criticou, nesta terça-feira (27), o ex-prefeito de Salvador ACM Neto (União) pela associação ao bolsonarismo e afirmou que o grupo político está em “declínio”. As declarações foram feitas durante entrevista coletiva à imprensa baiana.
Este ano, ACM Neto disputou o governo do estado contra Jerônimo Rodrigues (PT). O petista foi eleito em primeiro turno, no primeiro domingo do mês (4). Robinson compara a derrota de ACM a de Flávio Bolsonaro (PL) que disputava a presidência da república e foi derrotado nas urnas por Luiz Inácio Lula da Silva (PT) no último domingo (25).
Para o deputado,é comum da oposição “não aceitar as derrotas”.
“Essa é a forma daqueles que têm uma presunção de superioridade, não aceitar as derrotas, né, e reverenciar os vencedores. Ele também [ACM Neto], quando se associou ao bolsonarismo, virou um negacionista. Ele nega que perdeu para Jerônimo, por exemplo, né? E agora ele está com o mesmo método do líder maior do grupo dele, que é Flávio Bolsonaro, ele não reconhece a realidade”, comenta.
O parlamentar também avaliou que o bolsonarismo atravessa um período de enfraquecimento político na Bahia e demonstrou expectativa de que o cenário represente uma mudança no quadro político local.
“Então, eu acredito que é o declínio desse grupo político. Eles estão no pior momento da vida deles, da existência aqui no Estado depois da conquista da prefeitura, e tomara que isso seja o prenúncio de novos ventos, de novos tempos para a nossa cidade” conclui.
O vereador de Salvador, Cezar Leite (PL), em entrevista ao Projeto Prisma, podcast do Bahia Notícias (BN) desta segunda-feira (26), diz acreditar que a eleição presidencial que elegeu o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) apresentou “várias irregularidades”.
No domingo de eleição (25) o ministro Cristiano Zanin, do Supremo Tribunal Federal (STF), determinou a prorrogação das eleições no Brasil inteiro até 19h (horário de Brasília). A decisão do ministro aconteceu após denúncias sobre problemas de deslocamento de eleitores em grandes colégios eleitorais do país, inclusive Salvador.
Desde a implementação da urna eletrônica em 1994, o horário de votação nunca havia sido prorrogado em todo o país.
“Eu acho que a eleição teve várias irregularidades e precisam ser questionadas. A gente não pode aceitar que nunca antes na história do Brasil você tenha tido uma prorrogação dessa forma de duas horas, em cidades totalmente diferentes, com comportamentos totalmente diferentes, né?”, questionou.
O vereador ainda criticou a concentração de poder nas mãos de ministros do STF e comparou o modelo adotado no Brasil ao estadunidense.
“Você não pode ter hoje qualquer ministro ou qualquer juiz que defina situações importantíssimas para o país como uma eleição por causa de uma caneta e um minuto (...) Nos Estados Unidos, a corte americana decide em torno de 100 a 120 processos por ano na Corte. No Brasil são mais de 100 mil processos decididos por ano. E isso, na maioria das vezes, de forma monocrática”, comentou.
A deputada federal Erika Hilton (PSOL-SP) não descartou disputar a Presidência da República no futuro e afirmou que, caso a possibilidade se concretize, estará pronta para o desafio. “Se chegar esse momento, quem sabe eu vou estar pronta, que eu não fujo da raia”, declarou nesta quarta-feira (21), durante entrevista coletiva na sede do PT Bahia, em Salvador.
Reeleita em 2026 com 1.596.472 votos, Erika ponderou que ainda não refletiu sobre uma eventual candidatura e destacou que ainda não tem a idade mínima para concorrer ao cargo. A parlamentar, de 33 anos, também questionou a hostilidade enfrentada por mulheres negras e travestis na política brasileira.
“Eu não vou dizer da minha vontade, porque eu não pensei ainda sobre isso. Eu não tenho idade ainda nem para ser candidata à presidenta do Brasil. E quando eu penso no que foi o processo com a presidenta Dilma, eu fico: meu Deus, o que será de mim?”, afirmou.
A deputada ressaltou, porém, que ouvir pessoas gritarem “presidenta” durante atos políticos pelo país representa a possibilidade de ampliar os horizontes de grupos historicamente marginalizados.
ASSISTA:
O senador reeleito Jaques Wagner (PT) avaliou os desafios da governabilidade caso o ex-presidente Lula da Silva (PT) seja eleito. Questionado sobre a relação com um Congresso Nacional de maioria oposicionista, o parlamentar reconheceu que a articulação exigirá mais empenho, mas demonstrou confiança na capacidade de articulação política do grupo.
"Isso só vai demandar de nós, que estamos lá, de apoio ao presidente Lula, um exercício de diálogo muito mais intenso, muito mais difícil, porque evidentemente o grupo de lá vai tentar fazer o quanto pior, melhor", diz o senador.
Jaques Wagner relembra que a ausência de maioria absoluta no Legislativo não é uma situação inédita para a base governista. Segundo ele, no período atual, o governo conseguiu aprovar matérias cruciais mesmo sem possuir maioria consolidada na Câmara dos Deputados e no Senado Federal.
"Nós vamos trabalhar. Já trabalhamos assim, não tínhamos maioria. No atual momento que está concluindo em dezembro, nós já não tínhamos relata nem no Senado, nem na Câmara, e conseguimos aprovar praticamente tudo que o presidente Lula precisou", alega.
Por fim, o parlamentar elogiou a habilidade política de Lula no diálogo institucional: "Ele sentando na cadeira, ele é um ás na arte da negociação. Eu tenho certeza que a gente passa. Vai dar trabalho? Vai. Mas a gente vai conseguir levar adiante o projeto."
A deputada federal Erika Hilton (PSOL) avalia a atuação das instituições do sistema de justiça diante de denúncias por discriminação e crimes de ódio, após o Ministério Público do Estado de São Paulo (MP-SP) ajuizar uma ação civil pública contra a deputada estadual eleita Eduarda Campopiano (PL).
Essa ação decorre de uma publicação transfóbica direcionada à parlamentar do PSOL nas redes sociais. A parlamentar destacou que a imunidade conferida pelo cargo não deve ser utilizada para respaldar atos ilícitos.
Confira em forma de vídeo:
"A imunidade parlamentar não pode ser um escudo para que parlamentares pratiquem crimes contra quem quer que seja", defende a deputada, ressaltando que o alcance da legislação deve proteger todos os grupos sociais, como mulheres, pessoas negras e a população LGBTQIA+.
A ação em específico, apresentada pela Promotoria de Justiça de Direitos Humanos da Capital e assinada pelo promotor Ricardo Manuel Castro, pede indenização de R$ 100 mil por danos morais coletivos e sociais, retratação pública e proibição de novas manifestações transfóbicas.
Hilton salientou ainda a relevância de medidas educativas aliadas a sanções judiciais, destacando o pedido do órgão ministerial para que a investigada participe de um curso sobre inclusão social e combate à discriminação. Segundo a deputada, medidas com essa abordagem são fundamentais para combater a violência e reforçar que opiniões expressas publicamente ou em ambientes digitais estão sujeitas ao Código Penal e à Constituição Federal.
“Então eu acho que essa é uma decisão muito importante para que fique como um recado para que todas as pessoas que acharem que poderão cometer algum tipo de crime, seja racial, seja transfóbico, seja de qualquer natureza, entendam que elas precisarão responder pelas suas atitude”, alerta.
A deputada federal Lídice da Mata, que ficou como primeira suplente do Partido Socialista Brasileiro (PSB) na Câmara dos Deputados, evitou antecipar qualquer definição sobre a possibilidade de assumir uma secretaria no governo de Jerônimo Rodrigues (PT). Em entrevista coletiva, nesta quarta-feira (21), ela afirmou que a decisão cabe ao governador e destacou que, neste momento, sua prioridade é a eleição presidencial.
“Eu não posso dizer nada, porque isso ainda não aconteceu. Só quem pode responder sobre isso é o governador, porque ele é que tem o comando desse processo”, declarou.
Lídice também comentou a pesquisa Quaest divulgada nesta quarta, que aponta empate técnico entre Flávio Bolsonaro (PL), com 45% das intenções de voto, e o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), com 44%, na disputa pelo segundo turno. Para a deputada, o resultado indica uma oportunidade de ampliar a mobilização em favor da reeleição de Lula.
“É a consolidação da virada e, exatamente porque está demonstrado que cresceu a rejeição a Flávio, é hora de partirmos para uma ofensiva imediata de consolidar essa imagem frente ao povo brasileiro”, afirmou.
A parlamentar também disse acreditar que há preocupação entre eleitores com a possibilidade de retorno da família Bolsonaro à Presidência e defendeu intensificar as ações políticas nas ruas e nas redes sociais até o dia da votação.
Durante agenda política em Salvador, o senador reeleito Jaques Wagner (PT) analisou as perspectivas e estratégias para a disputa do segundo turno das eleições. O parlamentar ressaltou nesta quarta-feira (21) a relevância histórica e eleitoral da Bahia no cenário nacional, projetando uma votação expressiva para Lula da Silva (PT) no estado e enfatizando o trabalho de mobilização para reduzir os índices de abstenção.
Confira em vídeo:
Para dialogar com o eleitorado indeciso ou desencantado, Wagner recorreu a uma declaração da cantora Ivete Sangalo para reforçar o pragmatismo do voto. "Eu digo sempre que estou me aproveitando da frase de Ivete, quando ela disse que 'a nossa insatisfação não deve ou não pode ser maior do que a nossa lucidez'. Então, não precisa se apaixonar pelo Lula, só precisa escolher o melhor caminho para a Bahia", argumenta.
Wagner destacou que o estado, por ser o quarto mais populoso do país e o berço da formação cultural e social brasileira, carrega um peso decisivo no pleito. "A Bahia sempre foi muito importante. Já foi o estado que deu a maior diferença de votos em 2022, e nós estamos trabalhando para que isso volte a acontecer agora no segundo turno da eleição", relembra.
Ao ser questionado sobre a meta percentual de votos para Lula em solo baiano, o senador preferiu evitar estimativas exatas, mas estabeleceu um patamar de expectativa: "Essa conta eu não gosto de fazer, não. Eu quero crescer, quanto vai chegar, eu não sei. Espero que chegue acima de 70%".
Para alcançar as metas estabelecidas, Wagner apontou que a militância tem focado na conscientização dos eleitores e na simplificação do processo de votação no segundo turno. "Estamos trabalhando muito para diminuir as abstenções. É óbvio que essa é uma eleição mais simples, porque é um voto só, é 13 confirma. Na outra eram seis", pondera.
O parlamentar demonstrou otimismo em relação à virada de votos na reta final: "Tenho certeza que agora nós vamos crescer a votação dele, seja pela diminuição da abstenção, seja pelo 'vira-voto' que a gente está fazendo e eu acho que está pegando em muita gente".
Curtas do Poder
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Valdemar Costa Neto
"Não gostei".
Disse o presidente nacional do Partido Liberal, Valdemar Costa Neto ao comentar a carta divulgada por Flávio Bolsonaro (PL), candidato derrotado à Presidência nesta quarta-feira (28). No pronunciamento, Flávio afirma que pretende liderar a oposição brasileira do exterior.