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Pesquisa: governo da bahia
ACM Neto (União Brasil), Jerônimo Rodrigues (PT) e Ronaldo Mansur (PSOL), principais candidatos ao Governo da Bahia, cumprem mais compromissos de suas agendas de campanha, neste sábado (5), a fim da promoção na corrida eleitoral de 2026.
Os candidatos cumprem agenda de campanha desde o dia 16 de agosto e partem para o segundo mês de compromissos oficiais. Agora, eles têm até o primeiro turno, previsto para 4 de outubro, para realizarem atos de rua, reuniões, encontros com diferentes segmentos da sociedade e participação em entrevistas e debates.
Até lá, o portal Bahia Notícias (BN) realiza uma coletânea das agendas que acompanha os compromissos diários dos três candidatos.
ACM NETO - União
O candidato inicia a agenda do dia em um ato político, no município de Laje, na região do Vale do Jiquiriçá.
Pela tarde, participa de uma caminhada no município de Manoel Vitorino.
Ele finaliza os compromissos do dia com uma participação na inauguração do comitê de campanha em Amargosa, onde realiza outra caminhada.
JERÔNIMO RODRIGUES - PT
A agenda do dia se inicia com uma caminhada no Subúrbio Ferroviário de Salvador.
Durante a tarde, os compromissos do candidato à reeleição giram em torno das carreatas. Ele viaja até o município de Ubaíra, na região do Vale do Jiquiriçá, onde realiza a primeira delas. Depois, vai à Santa Inês para mais uma e finaliza a tarde em Itaquara, com a última carreata do dia.
Por fim, realiza um comício no município Jaguaquara.
RONALDO MANSUR - PSOL
Segundo informações concedidas pela assessoria do candidato, ele não realizará agenda política neste sábado.
Os candidatos Antônio Carlos Magalhães (ACM) Neto (União) e Jerônimo Rodrigues (PT) estariam técnicamente empatados na disputa pelo governo da Bahia nas eleições de outubro. Isso é o que diz a primeira pesquisa AtlasIntel, encomendada pelo Grupo A TARDE, divulgada nesta quinta-feira (3).
Segundo o levantamento, ACM Neto aparece numericamente na frente, com 48,8% da preferência dos eleitores, enquanto Jerônimo tem 47,5%. Considerando a margem de erro, que é de 2 pontos percentuais, para mais ou para menos, ACM Neto e Jerônimo estão empatados. Na sequência, Ronaldo Mansur (Psol) surge com 1.1%, à frente de Aroldo Félix (UP), que tem 0.1%, e de Ariel Capistrano, do Democracia Cristã (DC), que não pontuou.
Outros 1,6% dos entrevistados defendem o voto branco e nulo, número maior do que aqueles que não sabem (0,9%). Neste cenário, ACM Neto teria 50% dos votos válidos, enquanto Jerônimo registraria 48,7% das intenções de votos.
O levantamento AtlasIntel entrevistou 1.804 pessoas, via recrutamento digital aleatório (RDR), entre os dias 28 de agosto de 2026 e 2 de setembro de 2026. A margem de erro é de 2 pontos percentuais, para mais ou para menos, com nível de confiança de 95%. A pesquisa foi registrada no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o número BA-08891/2026.
Já em cenário de segundo turno, o empate segue entre os candidatos avaliados. Na simulação, ACM Neto tem 49,2% das intenções de votos, numericamente à frente, e Jerônimo Rodrigues surge com 48,6%, confirmando novamente a tendência de empate técnico entre os dois candidatos.
Nos votos válidos, ACM Neto tem 50,3%, contra 49,7% de Jerônimo Rodrigues.
O candidato Aroldo Félix (UP) denunciou que foi atingido por um tiro de bala de borracha desferido pela Polícia Militar (PM-BA) nesta terça-feira (1º). O postulante participava de uma manifestação de entregadores de aplicativo na Avenida Paralela, quando teria sido atingido na ação policial.
Na ação, os policiais teriam disparado o tiro de bala de borracha contra os manifestantes no local.
“No meio da manifestação fui atingido pela polícia, pela garra. O que fizeram com o candidato ao Governo da Bahia da Unidade Popular. Estamos aqui nesta luta. A polícia agride, atira no povo trabalhador. Os trabalhadores estão reivindicando os seus direitos. Ninguém está aqui pedindo nada a ninguém, estamos exigindo os nossos direitos e a polícia nos trata desta forma”, disse Félix.
Motoboys e entregadores por aplicativo de Salvador realizaram, nesta terça-feira (1º), uma paralisação como parte de uma mobilização nacional que cobra aumento nos valores pagos pelas plataformas e mudanças nas condições de trabalho.
Os organizadores afirmam ainda que a paralisação também inclui motociclistas que trabalham com transporte de passageiros por aplicativo, além dos profissionais que atuam com entregas. O grupo convocou a categoria para participar do chamado “Breque Nacional dos Apps pela MP da Taxa Mínima”, mobilização que acontece simultaneamente em diferentes cidades do país como em Feira de Santana, Campinas, Sorocaba, Anápolis, Goiânia e Brasília, entre outros municípios.
Uma das principais reivindicações é a criação de uma taxa mínima de R$ 10 para corridas de até quatro quilômetros. Para trajetos que ultrapassem essa distância, os trabalhadores defendem o pagamento adicional de R$ 2,50 por quilômetro excedente.
O Governo da Bahia tem buscado estratégias integradas no combate à violência contra a mulher, e novas iniciativas podem ser implementadas para tentar minimizar o medo e desconforto do público feminino, especialmente em momentos de maior vulnerabilidade. Após a implantação do “vagão lilás” no Metrô de Salvador, o Estado investe na criação de estratégias de mobilidade que tragam mais segurança e espaços de acolhimento, em ações pensadas inclusive para grandes festejos como o Carnaval, conforme apontou a Secretária de Políticas para as Mulheres da Bahia (SPM), Camila Batista, em entrevista exclusiva para o Bahia Notícias (BN).
Algumas iniciativas já foram implantadas no estado e têm se mostrado relevantes, segundo a gestora. "Acho que, já com a iniciativa do Vagão, a gente já vai ter um diferencial aí pensado para o Carnaval e para grandes festejos. Nós vamos ter o Réveillon, que é um lugar mais concentrado, então é mais fácil de fazer as ações. A gente já tem as ações de salas de acolhimento, de mobilização, de campanha, de participação ativa de artistas dentro desse processo de mobilização, mas é fundamental a gente pensar também na mobilidade. Então, a gente pensou em rotas seguras esse ano. Nós fizemos isso em alguns ponto do carnaval, com policiamento, inclusive com PFem (policial feminina) para o acompanhamento. E, às vezes, deixando essas mulheres nas nossas salas de atendimento, nas tendas. Elas funcionam justamente nos horários que são os picos mais difíceis", explicou.
Porém, ainda há espaço para novos projetos, e alguns cases podem abrir as portas para a ampliação desse trabalho. Um exemplo foi o adotado em São Luís, capital do Maranhão: o “Embarque Delas” atua como um ponto de ônibus exclusivo para mulheres no período de grandes festejos. O espaço conta com sofá, internet, tomadas para carregamento de celular, além do apoio policial até que as mulheres possam acessar o meio de transporte. O que, para Camila, tem potencial por ser uma boa iniciativa a ser avaliada.
CONFIRA A INICIATIVA ADOTADA NO MARANHÃO:
Salvador ainda não possui pontos de ônibus exclusivos para o público feminino, mas tem projetado outras possibilidades. Com o objetivo de diminuir importunações sexuais nos transportes, a Secretaria Municipal de Mobilidade (Semob) planeja a implementação de linhas expressas de ônibus operadas exclusivamente por mulheres durante o período da Copa Feminina.
CONFORTO E ACOLHIMENTO
Mas não é só a segurança que está no radar da SPM: o conforto e o acolhimento também são considerados importantes em momentos de grande fluxo. Uma dos exemplos é a novidade que será implementada em uma das próximas grandes festas do território baiano, a Micareta de Feira de Santana, que acontece entre 19 a 22 de novembro. Segundo a secretária, o evento pode receber a chamada "Política do Cuidado", para oferecer o suporte necessário àquelas mulheres que trabalham enquanto a maioria festeja.
"É cuidar de quem cuida, cuidar das mulheres que trabalham no carnaval: ambulantes, as mulheres que são cordeiras... e fazer todo o processo de acolhimento delas com alimentação, com massagem e entrega de equipamentos", detalhou Camila, dizendo que a ideia também é implementar a nova política na Copa do Mundo Feminina.
Uma nova pesquisa realizada pelo Instituto Futura Inteligência, contratado pelo Política Livre, divulgada nesta terça-feira (1), aponta um cenário de empate técnico entre ACM Neto (União) e o governador Jerônimo Rodrigues (PT) na disputa pelo governo da Bahia em 2026.
No cenário estimulado, com margem de erro de 3,1 pontos percentuais para mais ou para menos, ACM Neto tem 49,8% das intenções de voto, podendo variar entre 46,7% e 52,9%, enquanto Jerônimo Rodrigues tem 44,4%, podendo variar entre 41,3% e 47,5%.
A pesquisa entrevistou mil pessoas em 214 cidades baianas por telefone, entre os dias 24 e 26 de agosto, e foi registrada no Tribunal Regional Eleitoral da Bahia (TRE-BA) sob o número 08990/2026.
No cenário estimulado completo, atrás de ACM Neto e Jerônimo Rodrigues aparecem Maria Bona (PCO), com 0,5%, Ronaldo Mansur (PSOL), com 0,2%, Ariel Capistrano (DC) e Aroldo Félix (UP), empatados com 0,1% cada. Os que responderam ninguém, branco ou nulo somam 1,9%, e os indecisos somam 2,9%.
Já no cenário espontâneo, em que os nomes dos candidatos não são apresentados ao eleitor, ACM Neto tem 39,4% e Jerônimo Rodrigues tem 34,7%, mantendo a mesma margem de erro do cenário estimulado. Outros candidatos somam 3,3%, os que responderam ninguém, branco ou nulo somam 1,9%, e os indecisos chegam a 20,8%.
A pesquisa também simulou um possível segundo turno entre os dois primeiros colocados. Nesse cenário, ACM Neto lidera com 50,4%, enquanto Jerônimo Rodrigues chega a 46,6%. Os votos em branco, nulo ou para nenhum dos dois somam 1,4%, e os indecisos somam 1,6%.
Curtas do Poder
Pérolas do Dia
Ricardo Alban
"A entrada de importações de até 50 dólares sem tributação é o mesmo que financiar a indústria de países como a China, principal exportador de produtos de baixo valor para o Brasil, especialmente no setor têxtil. O prejuízo é direto a quem fabrica e comercializa em território brasileiro".
Disse o presidente da Confederação Nacional da Indústria (CNI), Ricardo Alban ao comentar a aprovação da medida provisória 1357/2026, que revogou a chamada “taxa das blusinhas”. Segundo Alban, a medida representa um retrocesso econômico, cria uma condição de desigualdade para o setor produtivo brasileiro e pode colocar em risco mais de 100 mil empregos.