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Artigos

Nelson Cadena
O Ruidoso Silêncio no Centenário de Ariovaldo Matos
Foto: Acervo pessoal

O Ruidoso Silêncio no Centenário de Ariovaldo Matos

Transcorre, segunda feira (24/08) em silêncio — um ruidoso silêncio, um barulhento silêncio, um estrepitoso silêncio — o centenário de nascimento do jornalista, escritor, dramaturgo, publicitário__ foi redator da Publivendas__ e militante político Ariovaldo Matos.

Multimídia

Delliana Ricelli chama aprovação automática nas escolas da Bahia de “uma das coisas mais odiosas”

Delliana Ricelli chama aprovação automática nas escolas da Bahia de “uma das coisas mais odiosas”
A candidata ao Senado Federal pela Bahia, Professora Delliana Ricelli (PSOL), classificou a medida como uma das práticas mais “odiosas” no ambiente escolar. A educadora defendeu uma reformulação no ensino da Bahia.

Entrevistas

Entrevista Exclusiva: Ministra Rachel Barros detalha ações do MIR para a população negra

Entrevista Exclusiva: Ministra Rachel Barros detalha ações do MIR para a população negra
Nesta segunda-feira (10), a ministra da Igualdade Racial, Rachel Barros, esteve em Salvador para participar do Colóquio Internacional Cultura, Relações Exteriores, Desenvolvimento e Reparação. O evento, que acontece nas cidades de Salvador e Cachoeira, integra as celebrações pelos 25 anos de fundação do FENEBA e desdobra as discussões iniciadas no 9º Congresso Panafricano, sediado em Lomé, no Togo.

Pesquisa: otto alencar

Angelo Coronel relembra desgaste com Otto Alencar e confessa que rompimento “não foi saudável”
Foto: Eduarda Pinto / Bahia Notícias

O senador e candidato à reeleição, Angelo Coronel (Republicanos), em sabatina do Projeto Prisma, podcast do Bahia Notícias (BN) nesta segunda-feira (24) , relembra sua relação com o senador Otto Alencar (PSD) e esclarece que ambos “não se veem mais como antigamente”. 

 

A relação entre os senadores ia além do profissional, visto que Diego Coronel, filho mais novo de Angelo, é afilhado do dirigente. Os desgastes aconteceram após Otto Alencar garantir o apoio do PSD à reeleição do governador Jerônimo Rodrigues (PT) neste ano, dando a entender que a vaga na chapa majoritária não era garantida a Coronel.

 

Em declarações públicas, Otto afirmou que Coronel nunca escondeu o desejo de caminhar com a oposição e apoiar ACM Neto (União Brasil). 

 

Ao ser questionado sobre o paradeiro do vínculo, Coronel reforça os desgastes.

 

“Eu sempre, na política, fui seu liderado. Evidentemente, na vida, a gente é liderado, mas tem limites para essa liderança”, afirma. 

 

Ele não nega que sente falta da convivência. Por vezes, recebia e acatava conselhos do senador, com o qual partilhava uma amizade há quase 40 anos. Por isso, classifica o rompimento como brusco.

 

“Porque você que convive com uma pessoa por 39 anos e você rompe, assim bruscamente, não é um rompimento comum. Eu seria mentiroso em achar que seria um rompimento saudável. Então não foi.  Desejo tudo de bom para ele, desejo sorte e saúde para ele”, conclui.

 

CONFIRA NO PRISMA:

Leo Prates se reúne com Otto Alencar para discutir tramitação da PEC do fim da escala 6x1 no Senado
Foto: Divulgação

O deputado federal Leo Prates (Republicanos-BA), relator da proposta de emenda à Constituição (PEC) que prevê a redução da jornada de trabalho da escala 6x1 para 5x2 na Câmara dos Deputados, se reuniu nesta segunda-feira (24), em Salvador, com o senador Otto Alencar (PSD-BA), presidente da Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) do Senado Federal. O encontro teve como pauta a tramitação da matéria na Casa e os próximos passos para sua análise.

 

Durante a conversa, Prates se colocou à disposição para contribuir com a tramitação no Senado, especialmente a partir da experiência acumulada durante a relatoria na Câmara. Otto Alencar destacou o trabalho realizado pelo deputado e informou que o senador Omar Aziz (PSD-AM) será o relator da proposta na CCJ.

 

"Quero agradecer ao senador Otto Alencar. A proposta está em grandes mãos. Ele é uma pessoa sensível e que compreende a realidade das mulheres trabalhadoras, que são muitas entre as pessoas submetidas à escala 6x1 e que ainda enfrentam uma segunda e, muitas vezes, uma terceira jornada dentro de casa. Agora, estarei à disposição do senador Omar Aziz para todos os esclarecimentos que forem necessários e para contribuir com a tramitação da matéria, sempre respeitando o Regimento do Senado", afirmou o parlamentar.

 

Otto Alencar também reconheceu a atuação de Leo Prates na condução da proposta na Câmara e o apoio expressivo que a matéria recebeu durante sua tramitação.

 

"Leo fez um trabalho muito importante como relator dessa proposta na Câmara e conseguiu o apoio da grande maioria dos deputados federais. A matéria chega ao Senado depois de ter sido muito bem analisada na Câmara e agora está na CCJ. Eu indiquei o senador Omar Aziz como relator, com quem Leo vai conversar para apresentar o trabalho realizado e contribuir para a análise da matéria dentro do que prevê o Regimento do Senado", afirmou o senador.

Senadores Otto Alencar e Alcolumbre definem relatores das PECs da Segurança Pública e do fim da escala 6x1
Fotos: Roque de Sá / Marcos Oliveira / Daniel Gomes / Agência Senado

O presidente da Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) do Senado Federal, Otto Alencar (PSD), alinhou com o presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União), a escolha dos dois relatores para as Propostas de Emenda à Constituição (PECs) do Fim da Escala 6x1 e da Segurança Pública no colegiado.

 

O senador Omar Aziz (PSD) foi designado para relatar a PEC do fim da escala 6x1, enquanto o senador Rogério Carvalho (PT) assumirá a relatoria da PEC da Segurança Pública. Encaminhadas à CCJ nesta sexta-feira (21), ambas as matérias são tratadas como estratégicas pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva.

 

Otto Alencar informou que aguardará a definição do cronograma de trabalhos de ambos os relatores para avaliar a possibilidade de votar as propostas durante o próximo esforço concentrado do Senado, previsto para ocorrer entre o fim de agosto e o início de setembro.

 

MAIS SOBRE PEC
A proposta reduz o limite da jornada máxima semanal de trabalho de 44 para 40 horas e estabelece pelo menos dois dias de descanso remunerado por semana, sendo um deles preferencialmente aos domingos. A jornada diária continuará limitada a oito horas.

 

O texto aprovado pela Câmara dos Deputados prevê um período de transição de até 14 meses sem redução nominal ou proporcional de salários:

  • Primeiros 2 meses: a jornada máxima cai para 42 horas semanais.

  • 12 meses seguintes: as empresas deverão adequar a carga de trabalho ao limite de 40 horas semanais.

 

A regra, garantindo pelo menos duas folgas semanais (que não precisam ser consecutivas), passará a valer 60 dias após a promulgação da emenda. A mudança não impede o funcionamento contínuo de estabelecimentos aos sábados, domingos e feriados, desde que a escala individual dos funcionários respeite os limites legais e as folgas previstas.

 

O projeto insere na Constituição Federal o Sistema Único de Segurança Pública, com atuação descentralizada e responsabilidades divididas entre a União, os estados e os municípios. As polícias civis, militares, penais e os corpos de bombeiros permanecerão subordinados aos governadores estaduais.

 

Entre as principais mudanças organizacionais e estruturais, destacam-se:

  • Atribuições da Polícia Federal (PF): passa a ter competência constitucional expressa para investigar e combater organizações criminosas e milícias privadas com atuação interestadual ou internacional.

  • Atribuições da Polícia Rodoviária Federal (PRF): expande seu campo de atuação, permitindo que a corporação atue também em ferrovias e hidrovias além das rodovias federais.

  • Financiamento permanente: insere no texto constitucional o Fundo Nacional de Segurança Pública e o Fundo Penitenciário Nacional, garantindo diretrizes e bases permanentes de custeio para o setor.

 

A proposta traz ainda instrumentos voltados ao combate a facções de alta periculosidade.

 

Durante a tramitação na Câmara, uma versão da PEC previa a redução da maioridade penal de 18 para 16 anos em casos de crimes cometidos com violência ou grave ameaça. O trecho, contudo, foi retirado pelo relator da matéria na Câmara, deputado Mendonça Filho (União), após articulação com o governo federal e o presidente da Casa, Hugo Motta (Republicanos).

 

Com a alteração, o tema da maioridade penal foi desvinculado do texto e deverá ser discutido em uma proposta legislativa separada. As informações foram confirmadas pelo G1. 

Em sabatina, Ronaldo Mansur chama governo Jerônimo de "direita" e critica alianças com Geddel e Otto Alencar
Foto: Reprodução / Tv Aratu

O candidato ao governo da Bahia pela federação PSOL-REDE, Ronaldo Mansur, subiu o tom contra a atual gestão estadual e fez questão de demarcar as diferenças entre o seu partido e o governo de Jerônimo Rodrigues (PT). Durante sabatina na TV Aratu, ao ser questionado pelo jornalista Maurício Leiro, do Bahia Notícias, sobre o contraste entre o apoio nacional do PSOL a Lula e o lançamento de candidatura própria na Bahia, Mansur fez críticas aos rumos da política local.

 

O candidato lembrou que o PSOL apoiou Jerônimo no segundo turno das eleições de 2022, mas acusou o governador de ignorar as pautas apresentadas pela legenda. "Entregamos uma carta compromisso ao Jerônimo Rodrigues. Essa carta deve ter sido amassada e jogada no primeiro lixeiro que foi achado após a nossa reunião", disparou.

 

JERÔNIMO DE DIREITA

Para justificar a candidatura própria, Mansur listou uma série de insatisfações com o Executivo baiano, citando o que classificou como uma "política de segurança que não existe", além de falhas na saúde e na educação. Sobre este último ponto, criticou a postura do governo estadual diante da recusa dos professores em aderir à aprovação automática nas escolas.

 

O psolista fez ainda uma separação clara entre a boa relação que mantém com o Partido dos Trabalhadores e a sua visão sobre a atual administração. "Uma coisa é o PT, outra coisa é o governo. É um governo de direita", cravou.

 

Para embasar a afirmação, Mansur apontou o dedo para as alianças políticas firmadas pela gestão petista. "Quem tem Geddel Vieira Lima ao seu lado não pode fazer uma política de esquerda. Otto Alencar, que é filho do Carlismo, está ao lado do governo Jerônimo. Então, [o governo] não consegue imprimir uma política de esquerda na Assembleia Legislativa", argumentou.

 

APOIO NO SEGUNDO TURNO

Provocado por Maurício Leiro sobre a possibilidade de o PSOL voltar a apoiar o PT em um eventual segundo turno contra ACM Neto, Mansur preferiu desconversar e inverteu a lógica da pergunta.

 

"Esse cenário eu não vejo. O futuro a gente discute no futuro. Essa pergunta também era bom ser feita ao Jerônimo: em um eventual segundo turno, se ele apoiaria o PSOL?", rebateu o candidato, reafirmando que a legenda se apresenta como uma alternativa fora do "pacotão de 50 anos" que, segundo ele, governa a Bahia.

Otto Alencar manifesta apoio a Jaques Wagner após operação da PF
Foto: Andressa Anholete / Agência Senado

O senador Otto Alencar (PSD-BA) manifestou publicamente apoio ao senador Jaques Wagner (PT-BA) nesta segunda-feira (22). Em publicação nas redes sociais, Otto destacou a trajetória política do colega e reafirmou sua parceria na atuação em defesa da Bahia.

 

Na mensagem, o parlamentar elogiou o legado de Wagner e escreveu: "Nada resiste ao trabalho. Vamos juntos, companheiro". A postagem foi acompanhada por uma fotografia dos dois durante uma cerimônia na Assembleia Legislativa da Bahia.

 

Jaques Wagner respondeu à manifestação agradecendo o gesto de solidariedade. "Obrigado pelo apoio e parceria, meu amigo. Estamos juntos!", escreveu o senador petista.

 

A declaração ocorre dias após Wagner ter sido alvo de busca e apreensão durante a Operação Compliance Zero, deflagrada pela Polícia Federal, que aponta uma possível ligação entre o senador e Daniel Vorcaro, dono do Banco Master.

 

CONFIRA:

Curtas do Poder

Ilustração de uma cobra verde vestindo um elegante terno azul, gravata escura e língua para fora
Começou a festa da democracia! Mas parece que tem gente que tá economizando até no cento de salgados. Mas entre quem chora pitanga e quem ostenta nas redes, podemos esperar de tudo até outubro. Só confesso que não esperava Cunha procurando sarna pra se coçar. Saiba mais!

Pérolas do Dia

Angelo Coronel

Angelo Coronel
Foto: Eduarda Pinto / Bahia Notícias

"Não tenho presidente de estimação". 

 

Disse o senador Angelo Coronel ao negar ser um senador bolsonarista, durante participação no Projeto Prisma, podcast do Bahia Notícias. Segundo ele, seu compromisso não é com nenhuma liderança específica.

Podcast

Vota BN: Projeto Prisma entrevista o pré-candidato ao Senado Federal Angelo Coronel (Republicanos) nesta segunda

Vota BN: Projeto Prisma entrevista o pré-candidato ao Senado Federal Angelo Coronel (Republicanos) nesta segunda
A sabatina faz parte da série especial "Vota BN", dedicada a entrevistar os principais candidatos ao Senado e ao Governo do Estado.

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