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Artigos

Gustavo Falcón
O Paraguaçu sob ataque
Foto: Acervo pessoal

O Paraguaçu sob ataque

O rio Paraguaçu é o mais longo rio baiano. Ele nasce na cidade de Barra da Estiva e desagua em Salinas das Margaridas após um longo percurso de cerca de 600 km. Irriga plantações, serve de bebedouro para os animais, fonte de renda para pescadores, corta povoados e cidades, incorpora muitos afluentes e em Cachoeira, já próximo a sua foz, majestoso e imponente, se transforma num imenso lago represado na Barragem de Pedra do Cavalo. Dali manda água para abastecer milhares de pessoas, no interior e principalmente na capital do estado.

Multimídia

Alex Santana revela convite de ACM Neto para assumir secretaria

 Alex Santana revela convite de ACM Neto para assumir secretaria
Em entrevista ao Projeto Prisma, com Fernando Duarte, o secretário de Relações Institucionais de Salvador e deputado federal licenciado, Alex Santana (Republicanos), afirmou que a decisão de não disputar a reeleição em 2026 foi motivada exclusivamente por razões pessoais.

Entrevistas

Após retorno à AL-BA, Luciano Ribeiro descarta disputa pela reeleição e diz estar focado na campanha de ACM Neto

Após retorno à AL-BA, Luciano Ribeiro descarta disputa pela reeleição e diz estar focado na campanha de ACM Neto
Foto: Divulgação / Agência AL-BA
De volta à Assembleia Legislativa da Bahia (AL-BA) desde janeiro, após assumir a vaga aberta com a morte do deputado Alan Sanches, Luciano Ribeiro (União) concedeu entrevista ao Bahia Notícias na última semana e falou sobre a produtividade do Legislativo para 2026, ano que será marcado pela disputa eleitoral, e o cenário político para a corrida ao governo da Bahia. O deputado também tratou da formação da chapa de oposição e afirmou que, neste momento, descarta disputar a reeleição. Desde o seu retorno, Luciano passou a ocupar a vice-liderança da oposição e a vice-presidência da Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) da Casa.

prisma

Rosemberg nega acordo para presidência da ALBA, mas defende reeleição de Ivana Bastos
Foto: Fernando Duarte / Bahia Notícias

O deputado estadual Rosemberg Pinto (PT), líder da base governista na Assembleia Legislativa da Bahia (ALBA), negou que exista acordo para a escolha do próximo presidente da Casa, atualmente ocupada por Ivana Bastos (União Brasil).

 

 "Não há um acordo pré-eleitoral. É melhor esperar as urnas fecharem", declarou ao Projeto Prisma, podcast do Bahia Notícias.

 

Rosemberg defendeu a reeleição de Ivana, afirmando que sua permanência no cargo traria "musculatura" junto aos demais deputados. 

 

"A reeleição de Ivana é algo muito forte, porque quem está sentado ali cria uma musculatura junto aos pares da Casa", disse.

 

Em tom de brincadeira, o líder governista contou que, em reunião com outros parlamentares, defendeu indicar logo o nome de Ivana para evitar que surgisse a possibilidade do deputado Adolfo Menezes assumir a cadeira, descrita por ele como "muito doce". 

 

"Falei que, se acontecer alguma coisa adversa com Adolfo, aquela cadeira é muito doce. E Adolfo respondeu: governador, eu já estou diabético", relatou.

AL-BA deve votar indicação de Camila Vasquez ao TCM nesta terça-feira
Reprodução / MPC

A Assembleia Legislativa da Bahia (AL-BA) deve concluir nesta terça-feira (16) a tramitação da indicação da procuradora Camila Vasquez Negromonte para uma vaga no Tribunal de Contas dos Municípios da Bahia (TCM-BA). O nome será apreciado inicialmente pela Comissão de Constituição e Justiça (CCJ), em reunião extraordinária convocada para as 11h.

 

A expectativa é que, após a análise da comissão, a matéria seja encaminhada ao plenário e votada pelos deputados ainda no mesmo dia. O tema integra a pauta prioritária da Casa antes do recesso junino.

 

Durante entrevista ao Projeto Prisma, do Bahia Notícias, o líder do governo na AL-BA, deputado estadual Rosemberg Pinto (PT), afirmou que a indicação de Camila está entre as matérias que devem ser apreciadas nesta semana, após a análise na CCJ, juntamente com projetos relacionados à recomposição orçamentária do Estado, propostas voltadas aos policiais militares e a Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO).

 

Camila Vasquez foi indicada pelo governador Jerônimo Rodrigues (PT) para ocupar a vaga aberta após a aposentadoria do conselheiro Mário Negromonte. Procuradora de carreira do Ministério Público de Contas, ela foi escolhida entre os integrantes da lista tríplice encaminhada ao Executivo estadual.
 

Rosemberg projeta votação de pautas prioritárias antes do recesso junino na AL-BA
Fernando Duarte / Bahia Notícias

O líder do governo na Assembleia Legislativa da Bahia (Alba), deputado estadual Rosemberg Pinto, afirmou que a Casa pretende concluir a votação de uma série de projetos considerados prioritários antes do início do recesso junino. Durante entrevista ao Projeto Prisma, do Bahia Notícias, nesta segunda-feira (15), o parlamentar destacou que a pauta inclui a indicação da procuradora Camila Vasquez Negromonte para o Tribunal de Contas dos Municípios (TCM-BA), a recomposição orçamentária do Estado, projetos voltados aos policiais militares e a Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO).

 

Segundo Rosemberg, a expectativa é que a apreciação da indicação de Camila avance nesta terça-feira (16), quando a Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) deve realizar a sabatina da candidata antes da análise em plenário.

 

O deputado também ressaltou que o calendário legislativo é impactado pelas celebrações juninas na Bahia. De acordo com ele, a proximidade dos festejos de Santo Antônio, São João, São Pedro e do 2 de Julho dificulta a permanência dos parlamentares em Salvador, especialmente daqueles que possuem atuação política no interior do estado.

 

Apesar do período festivo, o líder governista afirmou que a intenção é concluir a votação das matérias em tramitação ainda nesta semana, permitindo que a Assembleia encerre o primeiro semestre legislativo com as principais pautas apreciadas.

 

ASSISTA O PROGRAMA COMPLETO:

Alex Santana diz que abriu mão da reeleição por decisão pessoal e cita convite de ACM Neto para assumir secretaria
Paulo Dourado / Bahia Notícias

O secretário de Relações Institucionais de Salvador e deputado federal licenciado, Alex Santana (Republicanos), afirmou que a decisão de não disputar a reeleição em 2026 foi motivada exclusivamente por razões pessoais. A declaração foi dada durante entrevista ao Projeto Prisma, do Bahia Notícias, nesta segunda-feira (8).

 

Segundo o republicano, a escolha foi tomada ainda em maio de 2025, após uma reflexão sobre prioridades fora da vida pública. “Entendi que tem coisas na nossa vida que são muito mais importantes do que a política, que é o cuidado da sua saúde e das suas coisas pessoais”, disse.

 

O secretário destacou que comunicou a decisão aos seus aliados políticos e afirmou ter recebido apoio da base que o elegeu para dois mandatos na Câmara dos Deputados. De acordo com ele, a medida causou surpresa entre lideranças políticas, inclusive do ex-prefeito de Salvador, ACM Neto (União).

 

Alex revelou que Neto entrou em contato após saber da decisão e questionou se a desistência estaria relacionada à perda de apoio político. Segundo o secretário, a resposta foi negativa, já que mantinha presença em diversas regiões da Bahia e estimava alcançar cerca de 120 mil votos em uma eventual candidatura à reeleição

 

“Ser deputado federal não é muito fácil. A gente está falando não só de custo financeiro, mas de dedicação, empenho e construção de anos de trabalho. Fui votado nos 417 municípios da Bahia pela segunda vez, e isso requer uma atenção muito próxima à sua base. Mas entendi que aquele momento era o momento de parar, pelo menos dar um tempo e reformular outras coisas”, declarou.

 

Apesar de estar fora da disputa eleitoral deste ano, Alex Santana afirmou que segue atuando na política e disse estar tranquilo com a decisão de interromper, ao menos temporariamente, a carreira parlamentar.

CONFIRA O PROGRAMA COMPLETO:

Alex Santana elege Abraão Reis como sucessor ao cargo de deputado federal na Bahia

O ex-deputado federal e secretário da prefeitura de Salvador, Alex Santana (Republicanos), afirmou que o vereador de Lauro de Freitas, o pastor Abraão Reis (PL), é o nome preferido para sucedê-lo no cargo de deputado federal da oposição na Bahia. Em entrevista ao Projeto Prisma nesta segunda-feira (08), Alex compartilhou o resultado das conversas com o partido para decidir o pré-candidato apoiado pelo secretário a disputar a cadeira na Câmara dos Deputados.

 

 

De licença do cargo federal desde 8 de abril deste ano, Alex Santana também se encontra impossibilitado de disputar a reeleição, já que o prazo para afastamento de cargo mirando as eleições gerais se encerrou no dia 4 de abril. Ao ser perguntado sobre os critérios de sucessão, o ex-pastor ressaltou a importância da representatividade religiosa para o mandato. "Meu senso de representatividade sempre guiou meu mandato. A pessoa que segue esta linha é um vereador de Lauro de Freitas, o Abraão Reis", afirmou Alex.

 

 

Além do candidato a deputado federal, o secretário também elogiou o trabalho do deputado estadual Samuel Júnior (PL). "Tanto o pré-candidato quanto o deputado Samuel Júnior fazem um excelente esforço voltado às instituições [religiosas]", comentou o secretário da prefeitura de Salvador.

 

 

Eleito Deputado Federal com 106.940 votos pelo Republicanoso secretário avalia que a falta de presença pública será um dos maiores desafios para a transferência de votos entre ele e o sucessor. "A presença cativa o eleitor e faz toda diferença na hora das eleições e, diferente de mim, o candidato é mais atuante nos bastidores", afirmou Alex.

 

 

O SUCESSOR
Abraão Reis é pastor da Assembleia de Deus e vereador atuante em segundo mandato consecutivo por Lauro de Freitas. Cumpriu mandato entre os anos de 2020 e 2024 e foi reeleito na última eleição municipal. O candidato pediu licença da Câmara do município da Região Metropolitana de Salvador ainda em 2025, anunciando a sua pré-candidatura a deputado federal pelo Podemos.

 

 

O candidato já se reuniu com o secretário em algumas ocasiões. No final de 2025, a Convenção Estadual das Assembleias de Deus na Bahia (CEADEB) chegou a anunciar a escolha de Abraão para a sucessão de Alex Santana na Câmara dos Deputados, mas o político ainda não havia comentado sobre a decisão declarada bilateral.

VÍDEO: Alex Santana nega ser bolsonarista, mas reafirma alinhamento com pautas da direita
Fotos: Paulo Dourado / Francis Juliano / Bahia Notícias

O deputado federal Alex Santana (Republicanos) afirmou, nesta segunda-feira (8), que não se considera bolsonarista. Em entrevista ao Projeto Prisma, podcast do portal Bahia Notícias, o parlamentar rejeitou o rótulo ideológico pessoal, embora tenha reafirmado seu forte alinhamento com as pautas conservadoras e de valores morais defendidas pela direita brasileira.

 

Veja declaração do político abaixo:

 

Durante a conversa, Santana foi questionado sobre sua identidade política e sobre as semelhanças de seu mandato com as bandeiras da base de apoio do ex-presidente Jair Bolsonaro ainda quando fazia parte do Partido Democrático Trabalhista, especialmente no que tange a pautas de costumes e valores sociais.

 

Ao detalhar sua visão de mundo, o deputado argumentou que o eleitor moderno está mais preocupado com soluções práticas para problemas cotidianos do que com discussões ideológicas de caráter íntimo ou religioso. Para o parlamentar, o papel do legislador não é impor modos de vida por meio do aparato estatal.

 

"Não vai importar para o eleitor se você tem uma posição homossexual ou não, se é ateu ou evangélico. Eu não posso chegar impondo que tenha que ser qualquer coisa, não posso pautar uma lei que imponha algo. Se alguém quer ser homossexual e é maior de idade, ele pode. É um problema dele, ele só não pode impor para a minha filha de 12 anos. Isso era uma pauta lá atrás; hoje, o foco é segurança pública, o que vamos comer, a fila do SUS", argumenta Santana.

 

Apesar de pregar o respeito às escolhas individuais de cidadãos adultos, o deputado reafirmou que a defesa da estrutura familiar tradicional e de princípios religiosos continua sendo um pilar de sua atuação legislativa.

 

O parlamentar também fez uma crítica à repetição de debates ideológicos que se arrastam no país desde as eleições de 2018. Segundo ele, as discussões institucionais repetitivas acabam travando o desenvolvimento nacional.

 

"Se você olhar para 2018, vai entender que até o STF [Supremo Tribunal Federal] tinha pautas que sofreram rejeições na Câmara dos Deputados, uma vez que a Câmara, que é quem faz as leis, já as havia derrubado. Ficamos presos a essas discussões quando, na verdade, o eleitor quer demandas que gerem conforto", relata.

 

CENÁRIO PARA 2026
Questionado pelo jornalista Fernando Duarte sobre a polarização política e as perspectivas para o cenário eleitoral de 2026, Alex Santana fez uma análise sobre o trâmite de pautas de grande apelo moral no Congresso Nacional e no STF.

 

"Aquilo que afetava minha fé, eu era terminantemente contra. Tem eleitores radicais que entram na disputa do viés de esquerda e de direita. Não me considero bolsonarista, acho que é um cara militante, cego, genuíno e aguerrido. Nunca fui", exclama o parlamentar. 

 

Para o deputado, embora esses temas representem bandeiras legítimas que atraem o interesse de sua base conservadora, a polarização muitas vezes funciona como um obstáculo, impedindo o avanço de discussões estruturais que impactam diretamente a vida das famílias brasileiras.

 

Confira a entrevista completa abaixo:

Alex Santana defende emendas impositivas e diz que recursos devem atender situação e oposição
Paulo Dourado / Bahia Notícias

O secretário de Relações Institucionais de Salvador e deputado federal licenciado, Alex Santana (Republicanos), saiu em defesa das emendas parlamentares impositivas e afirmou que os recursos indicados por vereadores devem ser executados independentemente de alinhamento político com a gestão municipal. Durante participação no Projeto Prisma, do Bahia Notícias, nesta segunda-feira (8), o ele rebateu as críticas feitas por edis de oposição sobre a execução das emendas na capital baiana.

 

Segundo Alex Santana, a possibilidade de indicação de emendas foi criada pela própria Prefeitura de Salvador e garante aos parlamentares condições de direcionar investimentos para áreas e comunidades onde atuam politicamente. O secretário lembrou ainda que, no Congresso Nacional, a obrigatoriedade de execução das emendas parlamentares foi consolidada em votação realizada em 2019.

 

De acordo com ele, a medida retirou do Executivo a prerrogativa de decidir se cumpriria ou não as indicações apresentadas pelos parlamentares. “Você tinha o direito da indicação, mas não tinha o dever legal de cumprir aquela indicação. Em 2019, nós votamos essa obrigatoriedade do cumprimento da emenda”, afirmou.

 

Ao comentar o cenário em Salvador, o secretário disse que a orientação do prefeito Bruno Reis (União) é garantir o atendimento das indicações tanto de parlamentares governistas quanto da oposição. “A gente tem a orientação do prefeito com relação a isso, atender o pleito de quem é da situação ou da oposição”, declarou.

 

CONFIRA O PROGRAMA COMPLETO:

Deputado Robinson Almeida critica fala de ACM Neto sobre prefeitos "ele deve ter 10% a 15% dos prefeitos da Bahia"
Fotos: Liz Barretto / Bahia Notícias/ Blog do Marcos Frahm

Questionado sobre a recente declaração do ex-prefeito de Salvador e pré-candidato ao Governo da Bahia, ACM Neto, feita durante um evento realizado na última sexta-feira (22), em Vitória da Conquista, o deputado estadual  Robinson Almeida (PT) comentou, nesta segunda-feira (25), durante entrevista ao Projeto Prisma, do Bahia Notícias, sobre a relação entre a disputa pelo Executivo baiano e o apoio dos prefeitos.

 

“Se o ex-prefeito falasse com outros prefeitos, ele já declararia derrota na largada. Ele deve ter 10% a 15% dos prefeitos da Bahia. Eu considero sempre que o eleitor é o senhor da decisão do voto”, cravou o deputado estadual.

 

Sobre o vazamento de mensagens de um grupo institucional da União dos Municípios da Bahia (UPB), que contou com críticas de nomes ligados à federação partidária do parlamentar do PCdoB à postura de ACM Neto, o deputado afirmou que o ex-prefeito precisa melhorar sua capacidade de diálogo com os municípios.

 

“Os municípios têm uma força grande, isso já foi demonstrado e é uma força considerável. Quando os prefeitos estão com laços frágeis, essa força é relativizada. Paulo Souto tinha apoio de 350 prefeitos, mas não era um apoio de vestir a camisa, de sair fazendo campanha. É muito diferente de Jerônimo, eles vestem a camisa. Estão muito empenhados pela campanha de Jerônimo”, completou o deputado estadual.

 

O parlamentar também comentou o cenário eleitoral e relembrou o equilíbrio da disputa nas pesquisas eleitorais, avaliando que o governador Jerônimo Rodrigues (PT) chega mais fortalecido para 2026.

 

“Eu acho essa eleição mais favorável a Jerônimo do que a eleição passada. Jerônimo não tinha dois dígitos e, durante a campanha, reverteu o cenário. Por 50 mil votos, não venceu no primeiro turno. Hoje, ambos estão equilibrados”, concluiu.

 

Confira a entrevista completa:

Deputado Robinson Almeida critica renovação da concessão da Neoenergia Coelba: "A Coelba fracassou”
Foto: Liz Barretto / Bahia Notícias

Em entrevista ao podcast Projeto Prisma do Bahia Notícias, o então deputado estadual Robinson Almeida (PT) criticou a renovação da concessão da Neoenergia Coelba. Mesmo integrando a base do governo, nesta segunda-feira (25), o político fez críticas diretas à atuação da empresa no estado.

 

“São 30 anos de maus serviços prestados à Bahia. Ela é responsável por grandes dificuldades no desenvolvimento econômico para instalação de estrutura energética, agroindústria, comércio e serviços.  A Coelba fracassou na satisfação do consumidor e da opinião pública”, dispara o deputado.

 

O deputado também acrescentou que há diferentes áreas em que a empresa falha: "Em toda essa área litorânea da Bahia, bares, hotéis e restaurantes sofrem muito nas altas estações. O consumidor passa por interrupções e perde equipamentos eletrodomésticos", comenta.

 

Ainda durante a entrevista ao BN, o parlamentar afirmou que a situação da distribuidora na Bahia seria menos grave do que os problemas registrados pela Enel em São Paulo, além de defender avanços na fiscalização da concessionária no estado.

 

“Se comparar com São Paulo, com a Enel, seria um Deus nos acuda. Nós conseguimos mudar muito o contrato e a forma de fiscalização da Coelba. A Assembleia Legislativa da Bahia (AL-BA) mandou um relatório recomendando a não renovação da Coelba. Agora haverá novas metas mais rígidas: pesquisa de opinião sobre satisfação do contribuinte, tempo de religação quando há interrupção e metas de atendimento, principalmente diante da grande carência no oeste da Bahia”, avalia.

 

Confira a entrevista completa abaixo:

Duda Sanches projeta crescimento político em Santo Antônio de Jesus
Bahia Notícias

O vereador de Salvador Duda Sanches (PSDB) afirmou que pretende ampliar sua atuação política em Santo Antônio de Jesus e revelou expectativa de crescimento no município. A declaração foi dada nesta segunda-feira (18), durante entrevista ao Projeto Prisma, do Bahia Notícias.

 

Segundo o parlamentar, a cidade voltou a fazer parte do planejamento político do grupo, mesmo sem apoio formal consolidado até o momento. “Santo Antônio de Jesus voltou a estar zero no caderninho. Mas diariamente dezenas de pessoas nos procuram para declarar apoio”, afirmou.

 

Duda também destacou que pretende discutir propostas voltadas para áreas como comércio, saúde e desenvolvimento regional, além das disputas políticas locais. “É uma cidade importante como polo comercial e na área da saúde. São debates que a gente não vê ninguém fazer”, disse.

 

O vereador ainda afirmou acreditar que o trabalho realizado por seu grupo político no município poderá trazer resultados positivos futuramente.

"Não vejo futuro para que aconteça neste ano", diz Duda Sanches sobre atualização do PDDU
Foto: Liz Barretto / Bahia Notícias

O vereador e pré-candidato a deputado federal Duda Sanches (PSDB) defendeu que a atualização do Plano Diretor de Desenvolvimento Urbano de Salvador seja votada apenas depois das eleições. Em entrevista ao Projeto Prisma nesta segunda-feira (18), o parlamentar comentou sobre a delicadeza do projeto e cogitou adiar a votação para o próximo ano.

 

Desatualizado há mais de dois anos, o plano agora passa pela fase de audiências públicas antes de ser encaminhado para a Câmara Municipal de Salvador, para a análise dos vereadores da cidade. No entanto, Dudda acredita que o projeto deverá ser votado após as eleições ou até mesmo no ano que vem.

 

“Com uma LOUOS e um PDDU bem elaborado e bem votado a gente vai conseguir pensar numa cidade mais tecnológica. Todos os fatores que eles envolvem, se um projeto for votado e aprovado, ele vai permitir que nossa cidade cresça. Mas se esse debate não for realizado da maneira que precisa, vamos estar fadados a uma cidade que vai ficar no passado. Então esse debate de fato não vejo futuro para que aconteça neste ano”, afirmou. 


O parlamentar reforçou a necessidade de fortalecer o debate para a construção de um plano participativo, uma das principais reivindicações da oposição com relação a esta pauta. Por isso, a expectativa do vereador é de a votação aconteça, pelo menos, após as eleições.

 

“Votar, se for nesse ano, apenas depois das eleições. Porque ele requer muitas audiências públicas que são as oportunidades que a população tem de dar sua opinião e mostrar a realidade do seu barro. São inúmeros debates, entao de fato precisamos nos debruçar com muita atenção”, completou.

 

Duda Sanches dispara contra serviço do Ferry-Boat e cobra atraso na Ponte Salvador-Itaparica: "um desastre"
Fotos: Liz Baretto / Bahia Notícias / Seinfra

O vereador Duda Sanches (PSDB) não poupou críticas a problemas locais e de infraestrutura para a Região Metropolitana de Salvador. Em entrevista concedida ao Projeto Prisma, podcast do portal Bahia Notícias, nesta segunda-feira (18), o parlamentar fez suas críticas à precariedade dos banheiros do sistema Ferry-Boat e no longo período de espera pela construção da Ponte Salvador-Itaparica.


Como membro de comissão temática na Câmara Municipal de Salvador, Duda Sanches classificou as condições de atendimento e a infraestrutura das travessias marítimas como calamitosas, chamando atenção especial para o estado dos sanitários das embarcações.


"O Ferry-Boat é um desastre inacreditável. Convido as pessoas a irem nos banheiros do Ferry-Boat e terem a pior experiência da sua vida. As mulheres sofrem muito. É impossível alguém abaixar as calças no banheiro do Ferry-Boat. É o pior serviço que tem. O serviço é péssimo, as estações são péssimas, e esse governador, viciado em prometer, garante a situação", disparou o vereador.

 

O parlamentar alertou ainda para as consequências políticas e sociais do sucateamento do transporte público. "Não adianta votar em um governador que leva a Bahia para um buraco cada vez mais fundo", critica.

 

Foto ilustrativa: Reprodução / Concessionária Ponte Salvador-Itaparica

 

A PONTE QUE VOTA?
Sanches também usou ironia e indignação para tratar da Ponte Salvador-Itaparica, projeto anunciado há anos pelas gestões estaduais do Partido dos Trabalhadores (PT), mas que ainda não saiu do papel. Para ilustrar o tempo de atraso da obra, o vereador usou um comparativo geracional.

 

"Quem nasceu no dia em que o PT prometeu a Salvador-Itaparica já pode votar hoje [16 anos]. Vimos Rui [Costa] prometer e brincar sobre o assunto. É inacreditável a capacidade que o PT tem de prometer um assunto. Era melhor dizer: 'eu sou incompetente e não consigo fazer'. Infelizmente, eles continuam a prometer tanto para a capital", conclui o parlamentar.

 

Confira a entrevista completa abaixo:

Duda Sanches critica segurança do estado e dispara sobre violência: "a Bahia já virou o Rio de Janeiro"
Foto: Liz Barretto / Bahia Notícias

O parlamentar Duda Sanches apontou o desgaste decorrente das duas décadas de administração do Partido dos Trabalhadores (PT) no estado e lamentou a queda nos indicadores de qualidade de vida da população. Em entrevista concedida ao Projeto Prisma, podcast do Bahia Notícias, nesta segunda-feira (18), ele direcionou críticas à gestão do governo estadual nas áreas de segurança pública e saúde. 


Ao analisar o cenário da segurança, o parlamentar criticou a longevidade do grupo político no poder e comparou diretamente a situação da Bahia com a do Rio de Janeiro.

 

"A nível de eixo estadual, é fácil elencar grupos que estejam há 20 anos no poder. O PT da Bahia exagera nisso, a qualidade de vida da Bahia tem caído de forma galopante. Hoje somos o estado mais violento e brincam que a Bahia vai virar o Rio de Janeiro. Gente, a Bahia já virou o Rio de Janeiro. O próprio governo federal já mostra esses dados de violência", critica Sanches.


Sanches também fez críticas severas ao sistema de regulação de leitos e procedimentos de saúde do estado, conhecido popularmente como "fila da regulação". Para o vereador, o atual modelo peca pela falta de humanização no atendimento aos pacientes que dependem do sistema público.

 

"É uma lista, uma planilha de Excel que esquece que são pessoas com dores e que estão precisando de qualquer coisa na área da saúde, e a família não se mobiliza", aponta.

 

O parlamentar concluiu alertando para o fato de que a busca por auxílio político para conseguir atendimento médico básico tornou-se uma prática comum, o que, segundo ele, evidencia a falha dos serviços essenciais. "Todo mundo, tenho certeza absoluta, já recebeu um pedido na área da saúde. O que é um absurdo, não deveríamos precisar de um político para dar ajuda a uma população", alerta o vereador.

 

Confira a entrevista:

Duda Sanches comenta possível apoio de ACM Neto: “Será no momento certo”
Bahia Notícias

O vereador de Salvador Duda Sanches (PSDB) afirmou que uma possível declaração de voto de ACM Neto (União) em sua candidatura será uma decisão pessoal do ex-prefeito. A fala foi dada nesta segunda-feira (18), durante entrevista ao Projeto Prisma, do Bahia Notícias.

 

Segundo Duda, ele não faz qualquer tipo de cobrança ao aliado político e destacou a relação de amizade construída com ACM Neto ao longo dos anos.

 

“Essa declaração de voto é algo muito pessoal e, se acontecer, acontecerá no momento certo. Eu não tenho nenhuma cobrança a fazer a ACM Neto, porque é um grande parceiro, um grande amigo, que tem me ajudado muito nessa caminhada”, declarou.

 

ASSISTA O PROGRAMA COMPLETO:

 

Duda Sanches projeta chapa federal e defende Aécio Neves como “grande presidente!”
Foto: Liz Barretto / Bahia Notícias

Ainda em entrevista concedida ao Projeto Prisma, do portal Bahia Notícias, conduzido pelo jornalista Fernando Duarte nesta segunda-feira (18), o parlamentar Duda Sanches afirmou que a mudança de legenda do União Brasil para o PSDB passa pelo reconhecimento das chances do partido conseguir três cadeiras na Câmara dos Deputados, liderado nacionalmente por Aécio Neves, a quem o vereador classifica como "grande presidente".

 

Ao analisar o momento atual de sua nova legenda e de outras forças políticas do estado, Sanches apontou que o cenário partidário baiano passou por reorganizações profundas. "O partido passou por uma grande transformação nos últimos dias, não só o PSDB mas em partidos do lado da situação. O PSDB teve muitas mudanças, para melhor", avalia.

 

O vereador, que se posiciona como um dos nomes competitivos para a disputa eleitoral, demonstrou otimismo em relação à montagem da chapa de candidatos à Câmara dos Deputados.

 

"O PSDB me abraçou completamente, mas abraçou muitas pessoas pela Bahia que já foram candidatas e mostraram um potencial. Como falamos na política, mudou a nominata. Tem tudo para eleger quatro deputados federais para voltar ao que já foi no cenário nacional", projetou.

 

No âmbito de comando, o vereador destacou a hierarquia do partido. "Abaixo de Aécio Neves, Adolfo [Viana] é quem lidera o partido", pontua.

 

Lideranças do partido | Fotos: Câmara dos Deputados / Agência Brasil 

 

DEFESA DE AÉCIO
Questionado sobre o recuo do PSDB em termos de representação nacional nos últimos anos, Sanches minimizou o desgaste da sigla por conta de Aécio Neves e atribuiu o fenômeno a fatores externos, defendendo o legado do ex-presidenciável.

 

"O maior responsável foi a conjuntura nacional. O próprio Aécio teve empate técnico [na eleição presidencial]. Se fosse pelas pesquisas, ninguém teria dito quem ganhou. Aécio lidera pesquisas em Minas Gerais e deve voltar ao Senado Federal. Um grande presidente, Aécio, e está liderando essa retomada do PSDB", elogiou o vereador.

 

Ao encerrar a análise sobre sua filiação, Sanches procurou focar na solidez do projeto coletivo tucano em detrimento de interesses individuais. "Não é que o Duda tenha uma relação pessoal com o partido, é que acreditam no projeto do partido", conclui.

 

Confira:

Maior desafio das eleições será o uso de inteligência artificial, diz presidente do TRE-BA
Foto: Liz Barretto / Bahia Notícias

Em entrevista ao programa Prisma, o desembargador Mauricio Kertzman, presidente do Tribunal Regional Eleitoral da Bahia (TRE-BA), apontou o uso da inteligência artificial como o grande desafio da Justiça Eleitoral nas eleições de 2026.

 

Quando questionado sobre os desafios para as eleições de 2026, o presidente do TRE-BA foi direto: “Eu acredito que vá ser o uso da inteligência artificial.” Segundo ele, embora a desinformação sobre o processo eleitoral tenha perdido força, a tecnologia emergente representa uma nova fronteira para a Justiça Eleitoral, que precisará se preparar para identificar deepfakes, conteúdos sintéticos e manipulações capazes de influenciar o eleitorado.

 

Para lidar com esses casos, o TRE-BA já instituiu uma comissão de propaganda formada por três membros substitutos do tribunal, designados para julgar os primeiros episódios de mau uso da inteligência artificial e das deep fakes.

 

Kertzman destacou sua impressão pessoal de que as deep fakes e a inteligência artificial representarão algo novo e intenso. “Será algo novo, será algo que será intenso, uma discussão intensa e espero que os tribunais, o nosso TRE, o TSE, pacifique logo para coibir.”

 

Segundo ele, as resoluções mais recentes determinam que, após decisão do TRE ou do TSE, as plataformas digitais são obrigadas a remover imediatamente o conteúdo considerado irregular. “Como nós sabemos, tudo que envolve mídia social tem suas complexidades de onde estão os provedores”, reconheceu o magistrado, sinalizando os obstáculos jurídicos e técnicos para fazer valer a ordem judicial diante de empresas sediadas no exterior.

 

“Teremos que enfrentar, espero que seja o menos danoso possível para que o eleitor possa tomar a sua decisão descontaminada de qualquer informação falsa. Esse é o nosso objetivo e nós vamos estar cuidando disso diariamente no TRE até as eleições”, concluiu.

Presidente do TRE-BA vê credibilidade consolidada do processo eleitoral brasileiro: "orgulho da população brasileira"
Foto: Liz Barretto / Bahia Notícias

Em entrevista ao programa Prisma, o presidente do Tribunal Regional Eleitoral da Bahia (TRE-BA), desembargador Mauricio Kertzman, avaliou que os questionamentos ao processo eleitoral brasileiro, embora em grande parte infundados, tiveram um “lado positivo” ao forçar a Justiça Eleitoral a ampliar sua transparência.

 

A fala foi uma resposta às declarações do ex-deputado Eduardo Bolsonaro, que recentemente sugeriu que mesários estariam votando por eleitores faltantes, alegação não comprovada e rejeitada pelas autoridades eleitorais.

 

Kertzman afirmou que "por mais que nós saibamos que a Justiça Eleitoral é 100% segura, quando houve esses questionamentos, teve um trabalho dedicado do TSE, principalmente, em mostrar passo a passo, abrir toda a forma como são feitas as eleições, dividir com a sociedade”, afirmou o desembargador.

 

Ele confessou que, ao assumir a presidência do TRE-BA, chegou a considerar o tema superado. “Eu até comentei com os servidores do tribunal, da comunicação, que eu achava que isso já era uma questão superada, que não deveríamos nem tocar nesse assunto porque gasta esforço, é algo totalmente consolidado na convicção do cidadão, da população e dos próprios políticos”, disse. “Todos os políticos que estão aí nesse jogo se elegeram também utilizando este processo eleitoral. É motivo de orgulho para os brasileiros falar da urna eletrônica.”

 

Sobre o episódio específico envolvendo a suposta irregularidade na Bahia, Kertzman afirmou que o TRE-BA fez uma resposta pública imediata. Mas observou que, mesmo nas postagens que divulgavam a notícia falsa, “praticamente 100% dos comentários eram de credibilidade no processo eleitoral”. Para ele, o episódio serviu para aumentar ainda mais a transparência. “Eu acho que é algo já consolidado como um momento de muita credibilidade e orgulho da população brasileira em relação ao processo eleitoral.”

"Tem o papel de julgar e o de organizar": presidente do TRE-BA explica os dois lados da Justiça Eleitoral
Foto: Liz Barretto / Bahia Notícias

Em entrevista ao programa Prisma, o desembargador Mauricio Kertzman, presidente do Tribunal Regional Eleitoral da Bahia (TRE-BA) e magistrado do Tribunal de Justiça do estado (TJ-BA), ofereceu um panorama detalhado sobre o funcionamento da Justiça Eleitoral.

 

"Interessante se ver, porque ele tem dois papéis", começou o magistrado, destacando que a corte atua tanto na sua função típica quanto em uma função atípica, mas igualmente essencial para a normalidade democrática. Segundo Kertzman, o papel típico de um tribunal é o de julgar processos. "Um papel que nós consideramos o papel típico, o que é o papel típico de um tribunal é julgar processos", reiterou.

 

No âmbito eleitoral, isso se traduz na análise de questões que vão desde o registro de candidaturas até a apuração de abusos cometidos durante a campanha. "Julgar todas aquelas questões, desde o registro da candidatura para decidir quem pode e quem não pode ser candidato de acordo com as leis estabelecidas", explicou.

 

Entre os exemplos citados, ele destacou o julgamento de "abusos de poder político, abuso de poder econômico, não obediência" e, de forma mais recente, uma questão que tem ganhado destaque: as cotas de gênero. "Agora uma coisa que nós temos julgado muito, a questão das cotas de gênero, se as cotas de gênero estão sendo obedecidas", afirmou. "Cada partido político ou coligação, ou federação, eles precisam ter 30% de candidatos, candidatas mulheres. E quando isso não acontece, todos aqueles candidatos caem", disse.

 

Para o desembargador, essa função jurisdicional se estende para o período pós-eleição. "Depois das eleições, aí vem as acusações e é normal que chamam, a gente tem a AIME, AIJE, diversas ações eleitorais que questionam se aquela eleição foi uma eleição lícita, foi uma eleição limpa, se houve compra de votos, se houve algum abuso de poder político, econômico, religioso, de qualquer ordem", enumerou Kertzman, referindo-se às ações judiciais que podem contestar o resultado das urnas.

 

Essa funções citadas não são as únicas e não esgota as atribuições da Justiça Eleitoral. "Essa é a função típica, mas nós temos também a função, é uma função atípica, mas igualmente importante, que talvez seja até a que o tribunal é mais conhecido", observou o presidente do TRE-BA. "Nós temos a função de organizar as eleições. É um papel administrativo", resumiu. 

 

Ao descrever a magnitute da operação eleitoral, o magistrado reconheceu os desafios, mas também a solidez da estrutura. "Nesse contexto, as eleições, que por mais que nós vejamos é complexo, é difícil, é uma estrutura de uma capilaridade enorme", concluiu. 

“Mantenho minha amizade, mesmo com divergências”, diz Adolfo Menezes sobre Marcelo Nilo
Foto: Mauricio Leiro / Bahia Notícias

O deputado estadual Adolfo Menezes (PSD), ex-presidente da Assembleia Legislativa da Bahia (AL-BA), comentou nesta segunda-feira (4) sua relação com o deputado federal Marcelo Nilo (Republicanos), também ex-presidente da Casa. Segundo ele, os dois mantêm amizade apesar das diferenças políticas.

 

“Eu mantenho minhas amizades, mesmo discordando das coisas que ele faz”, afirmou ao Projeto Prisma, podcast do Bahia Notícias.

 

Menezes também relembrou o período em que optou por não disputar a presidência da AL-BA contra Nilo, a quem classificou como amigo à epoca.

 

“Naquele momento, eu era mais ligado a ele. Havia um movimento para que eu fosse candidato pelo PSD, mas eu disse ao governador que não iria bater de frente com Marcelo Nilo, que é meu amigo”, declarou.

Adolfo Menezes critica uso de verbas públicas para festas de alto custo em municípios baianos
Foto: Mauricio Leiro / Bahia Notícias

O deputado estadual Adolfo Menezes (PSD) manifestou, nesta segunda-feira (4), críticas à gestão de recursos públicos em municípios da Bahia. Durante entrevista ao Projeto Prisma, do portal Bahia Notícias, o parlamentar questionou a prioridade de investimentos das gestões municipais, citando o uso de emendas para o financiamento de eventos festivos em detrimento de serviços essenciais, como a saúde.

 

Menezes classificou a situação como uma política de "pão e circo" durante fala. Sem citar nenhum gestor, o deputado menciona um caso em uma cidade em que a população não teria atendimento de saúde e a cidade contratou artistas milionários. 

 

  "Eu sempre fui um crítico dessa parte política. Já visitei cidades onde as pessoas tinham que atravessar a divisa para serem atendidas em outros municípios por falta de obstetras na rede local, enquanto tudo era gasto com grandes festas", alerta o deputado.

 

As críticas do parlamentar ecoam casos recentes no estado, como o da prefeitura de Campo Alegre de Lourdes, na divisa da região norte da Bahia. O município liderado pelo prefeito Enilson Marcelo Rodrigues da Silva (PCdoB) contratou o cantor Gusttavo Lima por um cachê de R$ 1,3 milhão para os festejos de Nossa Senhora de Lourdes.

 

CACHÊS MILIONÁRIOS
O parlamentar foi enfático ao citar valores de cachês pagos a artistas nacionais por prefeituras de pequeno e médio porte. "Não é necessário pagar R$ 1,5 milhão a um Gusttavo Lima ou a um Wesley Safadão para ficar meia hora em uma cidade", afirmou.

 

Para o deputado, embora grandes cidades possam contar com patrocínios de empresas privadas para realizar tais eventos, o uso direto de recursos públicos em localidades com carências básicas é inaceitável. "Sou evidentemente contra", reforçou.

 

Questionado sobre a atuação dos órgãos de controle, Adolfo Menezes avaliou que o Tribunal de Contas tem tomado providências, mas que as medidas ainda não são suficientes para frear o desperdício de verbas.

 

Na visão do parlamentar, o rigor na fiscalização das emendas destinadas aos municípios precisa ser ampliado para garantir que o cidadão não seja penalizado pela ausência de serviços básicos enquanto recursos são drenados para entretenimento de alto custo.

 

Confira o trecho abaixo:

Adolfo Menezes relembra rompimento da família Coronel no PSD e afirma: “Otto ficou muito mal”
Foto: Mauricio Leiro / Bahia Notícias

O deputado estadual Adolfo Menezes (PSD) relembrou o imbróglio envolvendo o rompimento entre os senadores Angelo Coronel e Otto Alencar no PSD e a posterior saída da família Coronel do grupo governista. Em entrevista ao Projeto Prisma, nesta segunda-feira (4), o parlamentar destacou que o imbróglio interno gerou repercussões pessoais entre os envolvidos.

 

"Infelizmente não era para acontecer. O senador Otto Alencar, que é amigo e irmão dele, ficou muito mal. Ninguém queria esse desfecho; o próprio governador Jerônimo, o próprio Wagner dizia: 'Adolfo, eu vou resolver essa situação'", relata. Atualmente, o senador Coronel midrou para o grupo de oposição e se filiou ao Republicanos.

 

O deputado ressalta ainda que possui uma amizade pessoal com a família Coronel e garante que, "à sua forma, tentou influenciar" o senador Angelo a não continuar inflamando o tema nas redes sociais e na imprensa.

 

Para Adolfo, no entanto, apesar dos esforços, o cenário era difícil nos bastidores: "É uma situação complexa porque são duas vagas para três pretendentes". Em seguida, Adolfo relembra que esse tipo de decisão é parte de todo processo eleitoral:

 

"Se você olhar o outro lado também, o então governador Rui Costa abriu mão. Se ele pensasse só nele, poderia dizer: 'não, vou garantir meus oito anos e deixar o grupo', mas ele ficou até o final e ninguém sabia que Lula ia ser presidente", comentou. Na ocasião, a vaga governista para o pleito ao Senado foi preenchida por Otto Alencar, atual senador pelo PSD.

 

BOLSONARISTA?
Ainda com relação ao posicionamento do senador Angelo Coronel, Adolfo Menezes retoma seu posicionamento de que a exposição do rompimento político foi muito influenciada pelo senador.

 

Sobre os rumores de que Coronel seria apoiador de Jair Bolsonaro, mesmo estando vinculado à base governista, Menezes suscita: "Muitos tinham dúvida, agora ele confessou. Eu não posso debater com a palavra dele", diz.

 

Confira o trecho da entrevista: 

 

Adolfo Menezes destaca apoio para vaga no TCM e reforça: "Essa vaga é da Assembleia"
Foto: Mauricio Leiro / Bahia Notícias

Em entrevista ao portal Bahia Notícias, o deputado estadual Adolfo Menezes (PSD), ex-presidente da Assembleia Legislativa da Bahia (AL-BA), comentou sua movimentação em relação à vaga aberta no Tribunal de Contas dos Municípios (TCM) nesta segunda-feira (04). O parlamentar, que conta com o apoio de 60 dos 63 deputados da Casa, classificou a indicação como uma "honra muito grande".

 

Segundo o deputado Menezes, o processo de escolha, que ocorre por meio do voto dos próprios colegas de Parlamento, é fundamentado no diálogo com as principais lideranças políticas do estado. "Há dois anos sabemos que os eleitores escolherão [por meio] dos próprios deputados. Ter o apoio das maiores lideranças é muito importante", pontua o deputado.

 

O parlamentar fez questão de ressaltar que sua candidatura não deve ser vista como uma moeda de troca partidária. Ele revelou ter mantido conversas diretas com nomes centrais do cenário político, como o ministro Rui Costa e o presidente do PSD, senador Otto Alencar.

 

"Essa vaga não se trata de uma negociação com o PSD. Trata-se de uma relação pessoal que construí com lideranças maiores, com a própria Ivana Bastos e nossos colegas", explicou Menezes.

 

Adolfo Menezes reafirmou a tese de que o preenchimento da cadeira no TCM deve respeitar a autonomia do Poder Legislativo baiano. "Essa vaga é da Assembleia, e ela tem esse direito. Todos nós sabemos que a vaga pertence à Casa", enfatizou.

 

O favoritismo do deputado é consolidado pela expressiva adesão dos parlamentares, somando o respaldo de quase a totalidade dos membros da AL-BA para a sua indicação ao tribunal.

 

Relembre quem assinou o requerimento com a candidatura de Adolfo Menezes ao TCM-BA:

  1. Deputada Cláudia Oliveira - PSD, 
  2. Deputada Fabíola Mansur - PV*
  3. Deputada Fátima Nunes - PT,
  4. Deputada Ivana Bastos - PSD, 
  5. Deputada Kátia Oliveira - UNIÃO, 
  6. Deputada Ludmilla Fiscina - PSD,
  7. Deputada Maria Del Carmen - PT, 
  8. Deputada Olívia Santana - PCDOB, 
  9. Deputada Soane Galvão - AVANTE, 
  10. Deputado Alex da Piatã - PSD, 
  11. Deputado Angelo Almeida - PT, 
  12. Deputado Angelo Coronel Filho - REPUBLICANOS, 
  13. Deputado Antônio Henrique Júnior - PV, 
  14. Deputado Bobô - PCDOB,
  15. Deputado Cafu Barreto - UNIÃO, 
  16. Deputado Dr. Diego Castro - PL, 
  17. Deputado Eduardo Alencar - PSD,
  18. Deputado Eduardo Salles - PV, 
  19. Deputado Euclides Fernandes - PT, 
  20. Deputado Fabrício Falcão - PCDOB, 
  21. Deputado Felipe Duarte - AVANTE, 
  22. Deputado Hassan - PP, 
  23. Deputado Jordávio Ramos -PSDB,
  24. Deputado José de Arimateia - REPUBLICANOS, 
  25. Deputado Júnior Muniz - PT, 
  26. Deputado Júnior Nascimento - UNIÃO, 
  27. Deputado Jurailton Santos - REPUBLICANOS, 
  28. Deputado Laerte do Vando - AVANTE, 
  29. Deputado Leandro de Jesus - PL, 
  30. Deputado Luciano Araújo - AVANTE, 
  31. Deputado Luciano Simões Filho - UNIÃO, 
  32. Deputado Manuel Rocha - UNIÃO, 
  33. Deputado Marcelinho Veiga - PP,
  34. Deputado Marcinho Oliveira - PDT, 
  35. Deputado Marcone Amaral - PSD,*
  36. Deputado Marquinho Viana - PV,
  37. Deputado Matheus Ferreira - MDB, 
  38. Deputado Nelson Leal - PP, 
  39. Deputado Niltinho - PSD, 
  40. Deputado Pancadinha - PDT, 
  41. Deputado Patrick Lopes - AVANTE, 
  42. Deputado Paulo Câmara - PL, 
  43. Deputado Pedro Tavares - UNIÃO, 
  44. Deputado Penalva - PP, 
  45. Deputado Radiovaldo Costa - PT,* 
  46. Deputado Raimundinho da JR - PL,
  47. Deputado Ricardo Rodrigues - PSD,
  48. Deputado Roberto Carlos - PV,
  49. Deputado Robinho - UNIÃO,
  50. Deputado Robinson Almeida - PT, 
  51. Deputado Rogério Andrade - MDB,
  52. Deputado Rosemberg Pinto - PT, 
  53. Deputado Samuel Júnior - PL, 
  54. Deputado Sandro Régis - UNIÃO,
  55. Deputado Tiago Correia - PSDB, 
  56. Deputado Vitor Azevedo - AVANTE, 
  57. Deputado Vitor Bonfim - PSB,
  58. Deputado Zé Raimundo Fontes - PT, 
  59. Deputado Luciano Ribeiro - UNIÃO, 
  60. Deputado Zó - PCDOB
  61. Jusmari Oliveira - PSD

*DEPUTADOS SUPLENTES QUE DEIXARAM O CARGO

 

Quem não assinou:

  1. Hilton Coelho - PSOL,
  2. Marcinho Oliveira - PDT
  3. Osni Carfoso - PT*

 

Confira ao vivo:

Deputado Leur Lomanto Jr. defende reformulação do processo eleitoral e critica “fragilidade” no vínculo partidário
Foto: Gabriel Lopes / Bahia Notícias

Com o fechamento da janela partidária no início de abril, o deputado federal Leur Lomanto Júnior (União) defendeu uma reformulação no processo eleitoral brasileiro, na tentativa de reforçar os vínculos partidários. Em entrevista ao Projeto Prisma, nesta segunda (13), o parlamentar destaca que o modelo atual de legislação eleitoral permite mudanças “radicais” nas filiações e fragiliza o vínculo entre os candidatos e partidos. 

 

“Olha, eu acho que tem que ser feita uma nova avaliação, uma reformulação em todo esse processo eleitoral de fidelidade partidária, de mudança de partido. Hoje você, por exemplo, tem cerca de 30% ou mais, o percentual de parlamentares no Congresso Nacional que mudaram de partido, mudando completamente a configuração partidária dentro do parlamento”, contextualiza. 

 

O representante do União Brasil na bancada baiana na Câmara exemplifica que “parlamentares que usaram fundo partidário de um partido, defenderam as causas de um partido A e agora mudam para um partido completamente diferente, com uma ideologia completamente diferente”.

 

Segundo ele, estes e outros temas relativos às eleições devem ser prioridade na próxima legislatura. Entre estes debates está a ‘coincidência’ das eleições municipais e estaduais/nacionais. “A unificação das eleições, tanto as eleições municipais quanto as eleições estaduais. É outro tema que a gente precisa enfrentar também. Eu, particularmente, sou a favor, acho que é importante, reduziria muito o custo para a população brasileira tendo uma eleição só para todos os cargos”, aponta Leur. 

 

Ele completa dizendo que é necessário ampliar o diálogo sobre esta e outras discussões que possam beneficiar e fortalecer os partidos políticos, fortalecer o vínculo partidário que a gente sente ser cada vez mais frágil aqui no Brasil”, finaliza.

Leo Prates detalha tramitação de leis pelo fim da escala 6x1 e de regulamentação de motoristas por aplicativo
Foto: Gabriel Lopes / Bahia Notícias

O deputado federal pela Bahia, Leo Prates, afirma que seu trabalho no Partido Democrático Trabalhista (PDT) permitiu uma maior aproximação com os movimentos sociais, especialmente trabalhistas. Em entrevista ao Projeto Prisma, nesta segunda-feira (2), o parlamentar, que liderou a Comissão de Trabalho na Câmara dos Deputados no último ano, avaliou o andamento de duas das principais pautas temáticas do Congresso este ano: a regulamentação dos motoristas por aplicativos e o fim da escala de trabalho 6x1. 

 

Questionado sobre a relação do seu partido com as pautas, por meio do legado com Leonel Brizola, fundador da agremiação que formou o partido, Leo Prates destacou que "eu não me apropriei [dos temas], acontece que no PDT eu pude mostrar toda a minha essência porque é um partido com movimentos muito embilicados e que facilitou muito esse trabalho", afirmou. 

 

"Então, eu pude realmente reforçar a minha relação com os movimentos sociais”, destacou. Como ex-líder da comissão temática na Câmara, o pedetista ajudou na avaliação dos projetos relacionados às pautas trabalhistas. 

 

Sobre a relação com os motoristas de aplicativo, ele cita que possui uma forte relação com representantes da categoria e hoje compõe a liderança da Comissão Especial sobre Regulamentação dos Trabalhadores por App (PLP 152/25). 

 

“Nós criamos um movimento muito forte com relação aos motoristas de aplicativo e não é por tanto que, sem eu pedir, eu fui aclamado por tantos companheiros e companheiras, destaco o colega Daniel Agrobom, do PL de Goiás, que me convidou para ser o primeiro vice-presidente da comissão dos aplicativos, por essa ligação, por entender bem como funciona o sistema, e com esses debates a gente pode crescer", contextualiza. Ao BN, Prates cita que um projeto de lei, decorrente dos debates da comissão, deve ser apresentado até o final de abril. 

 

Ele ressalta, no entanto, que apesar de luta pela regulamentação, o projeto deve respeitar o desejo dos trabalhadores da categoria. "Lembrando que, apesar de ser uma pessoa que defende uma carteira de trabalho, defende a CLT, no caso dos motoristas por aplicativo. eles desejam ser autônomos. E a gente, que tem uma formação de defesa do trabalhismo, precisamos entender que o trabalhismo tem se modificado ao longo do tempo e eu acho que a legislação vai agradar muito", compreende. 

 

No que tange a escala 6x1, o deputado explica que o “leque enorme de projetos”, promove um debate complexo sobre o tema, que deve ser ainda mais aprofundado com a criação de uma comissão especial.   

"O presidente Hugo Motta ficou de estabelecer a comissão especial, a comissão é um instrumento importante de debates”, afirma. “Um desses PLs, eu sou o redator, da deputada Daiana Santos, do PCdoB do Rio Grande do Sul", completa. 

 

Ele, que acompanhou o debate de perto no último ano, destaca que, na Comissão do Trabalho, a busca foi pelo equilíbrio, com a participação da deputada Erika Hilton e o deputado Luís Gastão - um dando a visão trabalhista, que é a deputada Erika, e outro dando a visão de representação empresarial.

 

No entanto, Leo Prates revela que, pessoalmente, não acredita que a escala 4x3, sugerida em parte dos projetos, seja possível. "Eu acho que a escala 4x3 é a escala sonhada mas não é a escala possível agora, dizendo com muita clareza. A escala possível, na minha visão, é a 5X2, nós estamos estabelecendo como teto 40 horas semanais, a média do brasil é 39 horas, nós também possibilitamos uma transição para a escala, que no meu entendimento é bom para o empresariado e bom para o trabalhador", aponta.  

 

Ele cita a possibilidade de garantir uma transição acordada entre trabalhadores e empresários: "A possibilidade de, por convenção coletiva, você estabelecer na CLT um máximo de 10 horas de trabalho diário, podendo limitar a quatro dias de trabalho."

 

Leo Prates diz ainda que "é uma escolha, que cada um faz, mas colocamos que isso tem que ser negociado com sindicatos, em convenção coletiva". "Então, no nosso relatório, a gente abriu essa possibilidade, que eu acho que é uma transição consensuada e boa para todas", finaliza. 

 

Confira o trecho: 

 

Presidente da Bahiagás faz um balanço sobre o Carnaval e celebra sucesso de trios elétricos movidos a gás natural
Foto: Fernando Duarte / Bahia Notícias

O presidente da Companhia de Gás da Bahia (Bahiagás), Luiz Gavazza, fez um balanço das ações da estatal durante o Carnaval de 2026. Em entrevista ao Projeto Prisma, nesta segunda-feira (23), o representante da Bahiagás destaca que, para além dos patrocínios, a companhia apostou, pelo segundo ano consecutivo, na renovação técnica do Carnaval soteropolitano. 

 

"Nós trouxemos inovação, desde o ano passado. Começamos timidamente com uma parceria com os irmãos Macedos, os eternos Armandinho, Dodô e Osmar", relembra o gestor. "A gente começou, saindo um dia com o Cavalinho. Os cavalos mecânicos que puxam os trios são movidos a diesel, então o que nós estamos trazendo é sobustituir esses cavalos movidos a diesel, um dos subprodutos mais poluentes do petróleo", explica.

 

Ele ainda cita a quesstão financeira que envolve os refinos do petróleo no Brasil, em que a matéria prima (commoditie) é vendido em real e o subproduto é comprado em dólar, aumentando os custos. 

 

"Então, boa parte do diesel que consumimos no Brasil, cerca de 30%, é importado, prejudicando mais ainda a nossa sofrida balança comercial, de modo que quando a gente substituir o diesel nós estamos trazendo economia, estamos trazendo um produto que, embora fóssil, polui menos e é mais econômico. Além disso, estamos reduzindo a emissão de carbono em mais de 30%", destaca. 

 

Para Gavazza, essa renovação inicial pode marcar uma mudança importante no Carnaval de maneira mais abrangente. “Quem sabe um dia os trios, além do Cavalinho puxando a gás natural, a gente tenha uma bateria robusta [a gás] abastecendo no lugar do gerador e, portanto, também reduzindo a pegada do diesel e melhorando as condições ambientais”, finaliza o gestor. 

 

Confira o trecho do podcast: 

 

Presidente do TCE, Gildásio Penedo avalia renovação no colegiado: “Estabiliza a Casa”
Foto: Fernando Duarte / Bahia Notícias

O presidente do Tribunal de Contas do Estado da Bahia (TCE-BA), Gildásio Penedo, avaliou os impactos da renovação do colegiado, conforme a indicação dos nomes de Josias Gomes, suplente de deputado federal, e Otto Alencar Filho, deputado federal. Em entrevista ao Projeto Prisma, nesta segunda-feira (19), o conselheiro destacou que a chegada dos indicados “estabiliza” o órgão após mais de um ano de déficit no Conselho principal. 

 

“A chegada destes dois novos conselheiros, Josias Gomes e Otto Filho, de certa forma, estabiliza a própria relação institucional da Casa. Nós estávamos, como bem pontuou, funcionando de forma precária porque éramos cinco, um quórum pequeno porque são sete conselheiros e a mais de ano o tribunal vem funcionando com este limitador”, afirma. 

 

Ele detalha ainda a origem do déficit: “Já que o conselheiro Pedro Lino tinha falecido há um ano e meio [setembro de 2024] e o conselheiro Antônio Honorato este ano se aposentou [agosto de 2025]". Penedo, no entanto, reitera que a falta de quórum não limitou a atuação do TCE. "Mesmo com essa deficiência não faltou nenhum tipo de atuação. Nós fizemos vários rodízios para permitir a atuação normal do tribunal".

 

O presidente da entidade comentou ainda sobre o imbróglio jurídico relacionado a indicação de Josias Gomes ao colegiado. A ocupação da vaga foi alvo de um mandado de segurança coletivo, movido pela Associação Nacional dos Ministros e Conselheiros-Substitutos dos Tribunais de Contas (Audicon), que ajuizou ação no Supremo Tribunal Federal (STF). 

 

Penedo informou que, na decisão, o Supremo entendeu que a vaga pertencia a um auditor, mas, devido à falta de pessoal para o cargo de auditor substituto, a indicação deve ser reconhecida. Segundo ele, a falta do cargo ocorreu devido ao atraso de tramitação de um projeto de concurso público para a criação de dois cargos de auditoria no TCE-BA. O projeto esteve na Assembleia Legislativa da Bahia (AL-BA) por dois anos, sem análise. 

 

Desta forma, Gildásio delimita que "o conselheiro Josias assume também por uma autorização do próprio Supremo, que permitiu que, diante da ausência factual do quadro de auditores, você não poderia obstar a indicação do chefe do Poder Executivo, embora reconhecendo que a vaga é de auditore." 

 

"Essa demanda foi, de certa forma, autorizada. O conselheiro Josias cumprirá esse seu papel. Tenho certeza que colaborará muito com sua atuação, tanto ele quanto Otto Filho, pelas experiências que já tiveram durante suas vidas", conclui.

 

Confira o trecho: 

Bruno Reis nega embargo municipal na nova rodoviária de Salvador e rebate: “Isso é desculpa para justificar a incompetência”
Foto: Joá Souza/GOV-BA

O prefeito de Salvador, Bruno Reis (União), nega que haja algum embargo proposital ao licenciamento do novo terminal rodoviário de Salvador, no bairro de Águas Claras. Em entrevista ao Projeto Prisma, nesta segunda-feira (12), o gestor municipal garante que “nunca viu a Prefeitura embargar uma obra que o Estado está executando, por falta de alvará” e o discurso apresentado pelo governador do estado, Jerônimo Rodrigues (PT), também nesta segunda, são “desculpas para a incompetência”. 

 

"Diferente deles, todos os pedidos de licenciamento [são analisados], até porque você nunca viu a Prefeitura embargar uma obra que o Estado está executando, por falta de alvará. Vou lhe dar um exemplo específico: o VLT, só tem, até hoje, alvará de terraplanagem. Já tem pilares e vigas lançadas para passar sobre a BR-324 e não tem alvará. Então isso é desculpa para justificar, às vezes, a incompetência", explica o gestor. 

 

Segundo Bruno Reis, “tem que ter responsabilidade porque, se Deus me livre e guarde acontecer alguma fatalidade, vão responsabilizar a Prefeitura". Ele detalha que, no caso da nova rodoviária, “deram entrada no dia 15 de dezembro e o governador quer inaugurar no dia 19 de janeiro”. 

 

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“Iremos fazer de tudo, se eles preencherem as formalidades, e minha equipe sabe, todo mundo sabe que todos os pedidos do governo do estado são prioridade máxima, mas agora, é fácil licenciar uma rodoviária em um mês? Aí a culpa é do prefeito? É [culpa] da Prefeitura? Agora a gente vai dar um jeito de licenciar", garante. 

 

Bruno Reis esclarece que para a realização dos processos, “as formalidades precisam ser preenchidas” dentro ou fora do âmbito municipal. “A Ponte Salvador-Itaparica e qualquer outra obra é prioridade máxima para aprovação, agora, existem formalidades que precisam ser preenchidas. Às vezes eles dão entrada sem aprovação do próprio Inema [Instituto do Meio Ambiente e Recursos Hídricos], que é um órgão estadual ou do Iphan [Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional], que é federal, vinculado ao partido deles, e a culpa é da Prefeitura?", finaliza. 

Bruno Reis evita citar "chapa dos sonhos" da oposição e diz que "está aguardando" para diálogo com Coronel
Foto: Fernando Duarte / Bahia Notícias

O grupo de oposição ao governo na Bahia aguarda o posicionamento do senador Angelo Coronel para revelar sua chapa para as eleições estaduais. Isso é o que aponta o prefeito de Salvador, Bruno Reis (União), que deve ser um dos principais coordenadores da campanha de Antônio Carlos Magalhães (ACM) Neto na Bahia. Em entrevista ao Projeto Prisma nesta segunda-feira (12), o prefeito garante que “estamos aguardando o desfecho do lado de lá” para finalização da chapa. 

 

"Nós falamos [com Angelo Coronel] no final do ano, éramos amigos na época de deputados. [O grupo oposicionista] Estamos aguardando o desfecho do lado de lá, quem tem que resolver esse problema são eles", destaca. 

 

O prefeito garante, no entanto, que não está 100% dependente desta resolução para o sucesso da oposição: "Então, caso Coronel não seja candidato lá, vocês têm interesse em ter uma conversa para construir algum tipo de parceria? Com certeza! Estamos dependendo disso? Não, enquanto isso estamos conversando com as pessoas do nosso grupo, nos preparando para ir para o enfrentamento", garante o gestor. 

 

Apesar disso, “evidente que caso, ele seja rifado da chapa lá [junto ao grupo petista], estamos abertos ao diálogo", diz Bruno. O aliado de ACM Neto comenta ainda sobre a chapa “puro-sangue” do PT, que seria composta por Jerônimo Rodrigues, em caráter de reeleição, e Jaques Wagner e Rui Costa como candidatos às vagas no Senado Federal. 

 

Ele afirma que a esta formação petista é "a panelinha, ou seja, vão disputar os três que são os principais responsáveis pela situação da Bahia como se encontra hoje". "Então, tenho certeza que essa é a melhor chapa para a gente enfrentar, ela é que traz o desgaste dos 24 anos que eles querem ir de poder", aponta. 

 

Já sobre o que seria a chapa “dos sonhos” para o grupo da oposição, o prefeito evita cravar nomes para além de ACM Neto e João Roma. "Temos nomes aqui, alguns já, digamos assim, definidos ou a se definir. Temos ACM Neto definido como candidato a governador, João Roma, como senador, então estamos aqui aguardando como vai se comportar, como vai ser a posição do governo [com Coronel]”, conclui. 

 

Ele finaliza dizendo que “agora temos outros nomes aqui, mas não é o momento [de revelar os nomes]". 

 

Confira o trecho da entrevista: 

Bruno Reis avalia possibilidade de aplicação da tarifa zero em Salvador: "O município sozinho não tem condições de pagar"
Foto: Fernando Duarte / Bahia Notícias

O prefeito de Salvador, Bruno Reis (União), avaliou a possibilidade de aplicar um projeto de tarifa zero na capital baiana. Em entrevista ao Projeto Prisma, nesta segunda-feira (12), o gestor municipal afirma que “não tem recursos para isso” sem suporte estadual e federal. 

 

Em sua análise, o prefeito alega que o valor do transporte municipal atualmente chega a R$1 bilhão. “Para se ter tarifa zero, alguém vai pagar essa conta. Qual o custo do sistema de transporte de Salvador? É um bilhão de reais por ano", aponta. 

 

Bruno Reis explica que, hoje, o valor total de investimentos da Prefeitura não permite um investimento total no transporte público. "A prefeitura de Salvador, quando consegue fazer um esforço grande, ela consegue, entre despesa e receita, uma poupança corrente de 5% [do total de gastos], R$500 ou R$600 milhões, que é para tapar buraco da cidade, para trocar iluminação, para construir escolas, para investimentos. Como é que a Prefeitura vai destinar 1 bilhão para o transporte público?", rebate. 

 

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Em meio a uma discussão nacional com relação ao transporte público e a divulgação de uma campanha federal em prol da tarifa zero, o prefeito soteropolitano garante que, apesar das divergências, está “à disposição” dos governos federal e estadual para a discussão do tema. 

 

"Se quiser discutir, estou à disposição para dar minha contribuição, minha experiência para o governo federal, para a tarifa zero, mas alguém vai ter que pagar por essa política pública, o município sozinho não tem condições de pagar", afirma. 

 

"Hoje, a gente vai pagar, referente ao ano de 2025, 60 e poucos milhões, é 10% da minha receita que eu tenho disponível para investimento”, sucinta. E completa: "Para assumir esse compromisso, temos que fechar unidades de saúde, fechar escolas, fechar recursos públicos, a para, no orçamento, sobrar R$1 bilhão e a gente destinar tudo para o transporte público".

 

Veja o trecho: 

 

Bruno Reis diz que transporte público é maior desafio da gestão e promete frota com ar até 2028
Foto: Fernando Duarte / Bahia Notícias

O prefeito de Salvador, Bruno Reis (União Brasil), avaliou a situação do transporte público da capital baiana durante participação no Projeto Prisma, podcast do Bahia Notícias. Segundo ele, o setor representa o maior desafio de sua gestão.

 

Ao tratar do tema, o prefeito afirmou que, apesar das dificuldades, não há problemas sem solução. “Eu aprendi na vida que só não tem solução a morte. Fora isso, todos os problemas têm solução, por maiores e mais complexos que sejam. Nunca escondi de ninguém que esse é o maior desafio que eu teria como prefeito”, disse.

 

De acordo com Bruno Reis, a principal estratégia para melhorar o sistema é a renovação da frota, processo que já está em curso. Ele anunciou a compra de 700 ônibus com recursos da prefeitura, além de outros 200 veículos adquiridos pelos consórcios responsáveis pela operação. Ainda segundo o gestor, estão previstas mais 190 novas aquisições.

 

O prefeito afirmou que a meta da administração municipal é contar com uma frota 100% climatizada até 2028.

 

Sobre o valor da passagem, Bruno Reis minimizou o impacto do reajuste e afirmou que Salvador tem uma das tarifas integradas mais baratas do Brasil. Segundo ele, o aumento aplicado na capital baiana foi o menor percentual registrado entre as capitais.

 

“Quando você pega a tarifa integrada, é a mais barata do Brasil. O reajuste que fizemos acompanhou apenas a inflação do período. Isso é uma relação contratual, com data específica para ocorrer, prevista no contrato de concessão do serviço. Salvador e outras capitais fizeram reajustes, mas o nosso foi o menor”, afirmou.

André Fraga defende regras de convivência nas praias de Salvador e alerta para impactos ambientais
Foto: Gabriel Lopes / Bahia Notícias

O vereador André Fraga (PV) comentou sobre o projeto de lei que estabelece regras de boa convivência nas praias de Salvador durante participação no Projeto Prisma, podcast do Bahia Notícias. A proposta, que ainda tramita na Câmara Municipal, chegou a ser retirada de pauta e tem gerado debate.

 

Segundo o parlamentar, a iniciativa nasceu de uma vivência pessoal. “Esse projeto, o que me motivou a apresentar foi a minha experiência enquanto usuário da praia. Eu tenho um filho pequeno, de quase três anos, a gente gosta muito de praia, ele ama praia. E aí você chega na praia, a depender da praia que você escolha, você não consegue usar”, afirmou.

 

O vereador também criticou práticas que, segundo ele, dificultam o uso democrático do espaço público. “Você entra na praia e, primeiro, se depara com cadeira e sombreiro, muitas vezes sendo extorquido, porque senão você não consegue usar a praia”, declarou.

 

Outro ponto abordado foi o uso de churrasqueiras na faixa de areia. Para André Fraga, além de ocupar o espaço, elas representam riscos e impactos ambientais. “A churrasqueira é perigosa, é quente. Se você tem criança circulando, criança corre, anda e pode acabar se esbarrando e se machucando”, alertou.

 

Ele também chamou atenção para os danos causados pelo descarte inadequado de resíduos. “Geralmente, no final do dia, quem faz churrasco joga cinza na praia ou na árvore. Essa cinza é muito ruim porque vem com sal. O sal muda o pH da areia. A faixa de areia e a arrebentação são um ecossistema”, explicou.

 

O projeto segue em discussão na Câmara Municipal e ainda deve passar por ajustes antes de voltar à pauta para votação.

André Fraga destaca importância da COP30 e explica papel do Brasil no debate climático global
Foto: Eduarda Pinto / Bahia Notícias

O vereador André Fraga (PV), representante da pauta ambiental na Câmara Municipal de Salvador, afirmou que a COP30 representa uma oportunidade estratégica para o Brasil assumir um papel mais ativo no enfrentamento da crise climática global. A declaração foi feita durante entrevista ao Projeto Prisma, podcast do Bahia Notícias.

 

“A COP30 foi uma oportunidade muito interessante no Brasil, não só para o país, mas para agir na climática global”, disse o vereador. Segundo ele, a conferência integra um processo histórico iniciado na década de 1990. “Como o nome diz, é a 30ª Conferência das Partes. Para quem não entende bem, vou tentar dar uma resumida”, afirmou.

 

André explicou que o ponto de partida foi a Rio-92, realizada em 1992, no Rio de Janeiro, considerada o maior marco da diplomacia ambiental internacional. 

 

“Foi a primeira grande conferência ambiental, a mais importante da diplomacia climática. Ali foi criado o que a gente chama de Secretariado das Nações Unidas para a mudança do clima”, destacou.

 

De acordo com o parlamentar, foi a partir da criação desse órgão da ONU que começaram a ocorrer as COPs, alguns anos depois. 

 

“Os países que assinaram e fazem parte do secretariado do clima se encontram todos os anos para discutir como vão chegar a um acordo para enfrentar o problema do clima. Hoje, nós estamos na trigésima COP”, explicou.

 

Para André Fraga, sediar a COP30 reforça o papel do Brasil no cenário internacional e amplia a responsabilidade do país na construção de soluções conjuntas para a crise climática.

Entre convite do PT a Bellintani e articulação de Bruno Reis, Mário Kertesz expõe bastidores das eleições municipais de Salvador em 2020
Foto: Gabriel Lopes / Bahia Notícias

No Projeto Prisma, o radialista baiano e ex-prefeito de Salvador, Mário Kertesz, revela que ajudou a montar duas das principais candidaturas eleitorais da Bahianos últimos anos. Em entrevista nesta segunda-feira (1°), Kertesz dia que acompanhou as tentativas do PT em emplacar uma candidatura vitoriosa na Bahia, mas acabou dando força a formação da chapa de Bruno Reis, atual prefeito de Salvador, na sucessão de ACM Neto, ambos do União Brasil. 

 

“Em termos de Salvador, o PT é aquele que diz assim ‘faço questão de errar tudo’”, sucitou Mário. Ele relembra que “desde que eu fui candidato a prefeito em 1985, todas as eleições de lá para cá o PT teve candidato, e não ganhou uma”.

 

Para Kertesz, falta “o povo”. “O PT tem uma visão, o próprio Wagner [Jaques Wagner, atual senador brasileiro e ex-governador da Bahia entre 2007 e 2014] apoiava três candidatos. A teoria deles é o seguinte: um candidato tem um determinado filão do eleitorado, outro tem outro e eles juntos levam a gente para o segundo turno. Nunca levaram”, afirma. 

 

Ao falar sobre o cenário eletoral de 2020, nas eleições municipais, o radialista conta que possuía, pessoalmente, um “pré-candidato” favorito: Guilherme Bellintani, soteropolitano e então presidente do Esporte Clube Bahia. Mário relembra que o presidente tricolor foi convidado pelo PT a disputar a eleição ao Palácio Thomé de Souza. 

 


Foto: Montagem / Reprodução. Fotos: Felipe Oliveira / EC Bahia e Reprodução / Facebook.

 

“Dessa vez, estava tudo armado para Bellintani ser candidato, Guilherme Bellintani, que eu acho um excelente quadro. Eu gostaria muito de ver Bellintani oocupando um cargo de prefeito ou governador da Bahia. Uma renovação, um sujeito de uma mente aberta, inteligente, pagil. Bellintani estava tudo certo para ser o candidato do PT e foi conversar com Rui, então governador”, explica. 

 

Mário conta que o posicionamento de Rui foi o mesmo que o Partido do Trabalhadores vinda adotando há décadas: “Rui diz assim: ‘Eu não posso ter um candidato único porque eu não posso me arriscar a perder essa eleição’ - não sei que raciocínio é esse de Rui, que é um homem inteligente -, e ainda ‘Então, não vou colocar a máquina para trabalhar e nós vamos ter três candidatos’”, relata. 


 

“E Bellintani vem conversar comigo e eu digo: ‘Não vá nessa rapaz, é esparro, você vai ser queimado’. Ele desistiu e comunicou a Rui, ai no domingo, Rui me chama para tomar café com ele em Ondina [no Palácio de Ondina, sede do governo estadual] na segunda e eu fui. Chegando lá, ele me diz: ‘estou decepcionado com Belintani, ele frouxou’, ai eu digo: ‘Como é, rapaz? Ele frouxou? Você que frouxou, venha cá você acha que essa é proposta a se fazer para ele? Você tinha que chegar, se você quisesse, não é meu candidato, vamos fazer toda a força política para te eleger e ele seguiria como candidato viável, e bom candidato”, completa o radialista. 

 

Ele reforça que foi neste cenário, que a candidatura de Bruno Reis (União), atual prefeito de Salvador, se consolidou, tendo se tornado vitoriosa em outubro de 2020. Eleição que só veio após a resolução de um impasse entre União e MDB, partido liderado por Gedel e Lúcio Vieira Lima, na Bahia.

 

Confira o trecho:

 

Mário Kertesz relembra proximidade com ACM e nega embates ideológicos: “A grande motivação de Antonio Carlos era o poder"
Foto: Gabriel Lopes / Bahia Notícias

O radialista baiano e ex-prefeito de Salvador, Mário Kertesz, relembrou a sua próximidade com o ex-senador brasileiro e governador da Bahia, Antônio Carlos Magalhães. Conhecido pelas suas tendências de esquerda, Mário destaca que sua amizade com o ACM não era pautada por ideologias políticas. Em entrevista ao Projeto Prisma, nesta segunda-feira (1°), o radialista diz que, acima dos lados políticos - como a direita conservadora ou a esquerda progressista -, o fundador do Carlismo era “movido pelo poder”. 

 

Com relação às divergências políticas, o radialista conta que a amizade com ACM era positiva. “Rapaz, por incrível que pareça, funcionava muito bem. Ele confidenciava para mim muitas coisas, nós tínhamos muita intimidade e ele me respeitava também, bastante. Ele sabia das minhas tendencias, sabia das minhas coisas", afirma.

 

Ele relembra que, apesar das divergências ideológicas, possuia uma relação direta com o então governador e recebeu ajuda para resgatar um amigo, que foi preso durante o Golpe de Estado no Chile, em 11 de setembro de 1973. Na ocaisão, uma junta militar presidida pelo general Augusto Pinochet derrubou o governo do presidente eleito, Salvador Allende. 

 

“Quando teve o golpe no chile, um amigo meu foi preso. Colega de faculdade, compadre, foi preso, levado para o Estado Nacional e fizeram simulação de fuzilamento, e ele [o amigo preso] mandou uma mensagem para mim pedindo socorro. E eu fui lá em Ondina [no Palácio de Ondina, sede do governo estadual] e disse 'Governador, preciso falar com o senhor'", relembra Mário. 

 

"E eu contei a ele essa história e ele me ajudou, ele ligou para Paulo Tarso Flecha de Lima [diplomata brasileiro], no Itamaraty e num determinado momento ele bateu assim na minha perna assim brincando e falou: 'Seu Mário, o dia que este país virar comunista, eu serei o maior líder comunista do país", relata. 

 

Com a brincadeira, Kertesz conclui que “então, na realidade, a grande motivação de Antonio Carlos era o poder”. “E ele sabia também que para ter poder e mantém o poder ele tinha que ter a capacidade política e a capacidade administrativa. Ele ligava muito para isso, ele não era um homem só político, ele era um homem político que cuidava da administração e cuidava da relação dele com a imprensa. Ele sempre foi uma grande fonte”, completa.

 

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Angelo Almeida avalia aproximação entre governo do Estado e Zé Ronaldo em Feira de Santana: “Tem que ser assim”
Foto: Fernando Duarte / Bahia Notícias

O secretário estadual de Desenvolvimento Econômico (SDE), Angelo Almeida (PSB), comentou sobre a crescente aproximação entre o governo do Estado, na figura petista de Jerônimo Rodrigues, e o prefeito de Feira de Santana, Zé Ronaldo (União), histórico líder regional vinculado a oposição. Para o secretário, que é feirense, as ações das gestões são pautadas pela paixão pela Princesa do Sertão.

 

Em entrevista ao Projeto Prisma nesta segunda-feira (3), ele destaca seu ponto de vista sobre aproximação: “Na condição de secretário de estado, nos podemos estar vivenciando esse momento, que o governador Jerônimo dá o exemplo para a gente e como nosso líder ele emite os sinais de que gostaria de construir uma nova relação política com o prefeito da maior cidade da Bahia”, afirma. 

 

Na esfera pessoal, Angelo garante que “não tenho nenhum problema, não estou tendo e não teria”. “Essa relação política com a minha cidade é de paixão, quem é feirense é apaixonado por Feira e o governador emite esse sinal de que é possível construir uma relação mais fraterna, onde o município possa ganhar ao ter o apoio do governo do estado. Esse apoio tem sido dado”, delimita o gestor.

 

O secretário destacou que essa relação institucional facilita a exploração de oportunidades para o município. Uma delas, ele conta que é a possibilidade de expansão da BYD, montadora chinesa de carros elétricos, para Feira de Santana. 

 

“Recebemos recentemente, em três oportunidades, representantes da companhia chinesa BYD para ver a possibilidade construção de um polo industrial automotivo em Feira de Santana porque é um dos pontos que está sendo estudado por eles já que vai haver essa escalada [de produção] de 150 para 600 mil carros então vão precisar ter um novo polo”, ressaltou 

 

“E a gente está fazendo isso junto com o prefeito e tem que ser assim”, completa Angelo Almeida.

 

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Angelo Almeida confirma candidatura a AL-BA e deixa em aberto o sonho de governar Feira de Santana: “Contribuir para a democracia”
Foto: Fernando Duarte / Bahia Notícias

O atual secretário estadual de Desenvolvimento Econômico (SDE) e deputado licenciado, Angelo Almeida (PSB), confirmou sua candidatura à reeleição na Assembleia Legislativa da Bahia (AL-BA). No Projeto Prisma, nesta segunda-feira (3), o parlamentar conta que a decisão já foi acertada junto a gestão do seu partido, PSB. 

 

“Em 2026, seguramente é buscar mais uma vez o diálogo e me lançar na jornada política eleitoral pelo meu partido, PSB, com a certeza que vou, com certeza, contribuir para a democracia”, afirma. Ao falar sobre a campanha política, o deputado relembrou sua trajetória de candidaturas vitoriosas e outra nem tanto. 

 

Natural de Feira de Santana, o então odontologista vinculado ao PDT, se candidatou à Câmara Municipal de Feira de Santana em 2004, e foi derrotado. No pleito seguinte, em 2008, se elegeu para a vaga no legislativo municipal e a partir daí passou a buscar uma vaga na Assembleia Legislativa da Bahia (AL-BA). A cadeira própria no parlamento baiano só chegou em 2022, após ter ficado na suplência em duas campanhas, em 2014 e 2018.

 

“A única eleição que eu ganhei de primeira foi a de 2008, como vereador, e 2022, como deputado, com 80 mil votos. Mas isso me fortaleceu muito, desde a derrota em 2004, mas isso me fortaleceu muito e isso me deu uma musculatura para construir a política da forma que eu sempre fiz. Acreditando que em 2026, por exemplo, pode ser um ano de muita afirmação para mim.”

 

Questionado sobre as eleições municipais de 2028, o Angelo Almeida respondeu, sem citar a possibilidade tentar concorrer à prefeitura da Princesa do Sertão, que sua meta é fortalecer a participação do PSB na Bahia. “Estou buscando, junto com a presidente [a deputada federal, Lídice da Mata], construir um PSB forte, fortalecer o nosso partido, o PSB merece ser um partido fortalecido na Bahia e eu espero contribuir com isso”, concluiu.

 

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Angelo Almeida avalia críticas ao sistema logístico baiano e garante: “Tudo tem o porquê da coisa”
Foto: Fernando Duarte / Bahia Notícias

 

O secretário estadual de Desenvolvimento Econômico (SDE), Angelo Almeida (PSB), avaliou as críticas relacionadas a fragilidade do sistema de logística e escoamento de produtos e serviços na Bahia. Durante entrevista no Projeto Prisma, nesta segunda-feira (3), o gestor afirmou que “toda a crítica é construtiva”, porém destacou que a falta de investimento nacional atrasaram a evolução estadual neste sentido. 

 

“Acho que toda crítica é construtiva. Eu aceito a crítica da oposição, mas também convido a oposição a fazer uma reflexão, até porque, no lugar em que eu estou, eu vi o que aconteceu com a Bahia”, afirmou o secretário. Ele que relembrou o cenário de “vazio” durante as gestões federais de Michel Temer e Jair Bolsonaro no Palácio do Planalto, tendo o PT na Bahia como “oposição”.

 

“Entre os anos de 2016 e 2022, a Bahia caminhou em um vazio de investimentos por parte do Governo Federal”, afirmou. “Então nos eramos tidos como um estado governado pelo PT que a federação não poderia olhar para nós, não poderia abrir as expectativas de investimentos. Daí, nos temos sofrido tanto com o vazio das linhas de transmissões [energéticas]”, destaca.

 

Para ele, a conexão atual entre os governos estaduais e federais deve facilitar o andamento dessas medidas. “O presidente Lula assume em janeiro de 2023 e rapidamente a gente tem essa chave virada. São 15 bilhões de investimentos em linhas de transmissões no nordeste brasileiro, destes 15 bilhões, 10 estão investidos na Bahia”, revela. Angelo Almeida ainda retoma o comentário sobre as críticas dos opositores: “Então a gente vê essa crítica, mas é uma crítica que, antes de ser feita, tem que ser [revisada], tudo tem o porquê da coisa”, ressaltou o secretário. 

 

“Infelizmente nós temos esse gargalo, mas estamos enfrentando com trabalho, com dignidade. Em apenas dois anos, o governador consegue atrair os dois maiores investimentos da América Latina, um é a Ponte Salvador-Itaparica, eque vai desobstruir muito nossos canais de logística, vai abrir outro modelo de desenvolvimento em direção ao Recôncavo e o sul da Bahia”, completa Almeida. 

 

Confira o trecho:

 

Arthur Maia reforça impacto de Bolsonaro na direita brasileira e projeta eleições de 2026: “A direita não é o Bolsonaro”
Foto: Fernando Duarte / Bahia Notícias

O deputado federal baiano, Arthur Maia (União), reforça que o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) teve um papel importante no debate político brasileiro e deve, indiretamente, continuar influenciando a direita brasileira. Em entrevista ao Projeto Prisma, nesta segunda-feira (27), o parlamentar baiano afirma que o discurso do ex-presidente fez com que as pessoas pudessem assumir publicamente que são de direita. 

 

“O Bolsonaro teve um papel significativo no cenário debate brasileiro na medida em que o movimento que ele fez, sobretudo no ano de 2018, fez com que as pessoas pudessem assumir, no Brasil, publicamente, que são de direita. Antigamente, era quase como você jogar uma pedra na cruz quando você dizia que era de direita. O Bolsonaro normalizou isso”, afirmou o representante do União Brasil. 

 

Autointitulado como representante da centro-direita, Maia reforça que “A direita não é o Bolsonaro, é isso que tem que ficar claro”. “Eu sou um deputado de centro-direita, sou um deputado democrata e eu não acredito em um modelo político que é proposto por Bolsonaro”.

 

Ele explica: “Porque eu acho que o líder político tem que ter uma responsabilidade propositiva, o Bolsonaro, eu pelo menos nunca vi, em nenhum momento, o Bolsonaro ir para um meio de comunicação propor algo construtivo, fazer uma fala sobre projeto de educação, falar sobre segurança pública, não existe isso. Bolsonaro quando está falando, ele está falando, ele está agredindo questões de gênero, agredindo o Supremo Tribunal Federal, atacando qualquer coisa, mas do ponto de vista da vida dos brasileiros, não tem nada de novo”. 

 

Ao falar sobre os impactos dessa divisão política no mandato e, possivelmente, no pleito de 2026, Arthur Maia indica que “nessa legislatura que a gente está vivendo, acho que ninguém aguenta mais olhar para a cara do Lula e do Bolsonaro”. No entanto, considerando as projeções de vitória do Lula, ele indica: “Agora, hoje o Lula está ganhando de W.O. porque, até agora, a direita viveu todo o processo do 08 de janeiro e a condenação do Bolsonaro, mas uma coisa é certa, a direita terá um candidato e não será o Bolsonaro”, confirma. 

 

Ele cita os principais nomes como Tarcísio de Freitas (Republicanos), governador de São Paulo; Ratinho Júnior (PSD), governador do Paraná; Romeu Zema (Novo), governador de Minas Gerais e Ronaldo Caiado (União), governador do Goiás, como pré-candidatos ao pleito. 

 

“A campanha política presidencial sempre permite que haja esse nível de crescimento e haja coisas novas”, completa. Neste sentido, o deputado relembra um diálogo com o ex-presidente Jair Bolsonaro, então deputado federal, durante a campanha presidencial de 2018. Arthur Maia conta que, na época, o próprio Bolsonaro sugeriu que deveria apoiar Geraldo Alckmin em um segundo turno da eleição, devido a sua baixa expressividade de intenções de voto. 

 

“Ele achava que o representante anti-petista que iria para o segundo turno era o Geraldo Alckimin. Pois bem, logo depois teve a facada contra o Bolsonaro, e o resto da história todos nós conhecemos. Bolsonaro vira presidente. Então, eu acho que uma campanha presidencial tem muita volatilidade, alguém que hoje é desconhecido, pode virar presidente”, disse. 

 

“O fato é que teremos uma eleição entre dois modelos de pensamento: um modelo de pensamento da centro-direita e um modelo da esquerda. Não se engane, que o Lula vai ter grande dificuldade para enfrentar essa eleição, sobretudo contra um candidato que não tem as pestes de rejeição que o Bolsonaro tinha na eleição passada”, conclui. 

 

Confira o trecho:

 

Paulo Câmara critica rapidez em votações na AL-BA e cobra mais transparência em projetos do governo
Foto: Gabriel Lopes / Bahia Notícias

O deputado estadual Paulo Câmara (PSD) comentou, nesta segunda-feira (20), sobre a transparência dos pedidos de empréstimo e a velocidade com que os projetos do governo Jerônimo Rodrigues (PT) são analisados e votados na Assembleia Legislativa da Bahia (AL-BA). A declaração foi dada durante entrevista ao Projeto Prisma, podcast do Bahia Notícias.

 

Segundo o parlamentar, é preciso mais tempo para estudar e debater propostas de impacto financeiro, como pedidos de crédito e reajustes salariais.

 

“Projeto entra na segunda e vota na quarta? Aí, opa, peraí. A gente tem que procurar saber o que está sendo votado. Se é algo urgente, como seca ou chuva, tudo bem. Mas tomar empréstimo, aumento de servidor, criação de cargos... isso precisa ser debatido”, afirmou.

 

Paulo Câmara também rebateu críticas sobre o suposto desconhecimento dos deputados em relação às matérias apresentadas na Casa.

 

“Paulo Câmara lê o Diário Oficial? Não, mas tenho um assessor que lê todo dia. Ele me avisa quando sai algo do meu interesse. Aí eu ligo pro líder do governo, pro líder da oposição, busco saber o que vai ser votado. Agora, dizer que não conhecemos o que entra em pauta, não é verdade. Tanto a imprensa quanto nós sabemos de tudo. A questão é a celeridade”, pontuou.

 

O parlamentar ainda comentou sobre um episódio recente em que o governo estadual retirou um projeto de pauta e o reapresentou logo depois, com pequenas alterações. A mudança foi tratada como “fake news” por um perfil institucional da Secretaria da Casa Civil, comandada por Afonso Florence, o que, segundo Câmara, demonstra a falta de sintonia interna no governo.

 

“Você vê a incongruência, a ânsia de querer mandar projetos sem debater. Até a própria parte técnica do governo se atrapalha. E quem pagou o mico? O próprio governo”, declarou o deputado.

 

Alex da Piatã revela articulação pela presidência da AL-BA durante eleição, mas garante: “Respeito bem a fila”
Foto: Fernando Duarte / Bahia Notícias

 

O deputado estadual, Alex da Piatã (PSD), revelou que considerou uma candidatura à presidência da Assembleia Legislativa da Bahia (AL-BA), durante a eleição da Mesa Diretora, em fevereiro deste ano. Em entrevista ao Projeto Prisma, nesta segunda-feira (13), o parlamentar elogiou a eleição da atual presidente, Ivana Bastos (PSD), e citou que seu nome foi ventilado pelos colegas como uma das opções de consenso no início do ano. 

 

“Houve, sim [diálogo]. A Assembleia é um colegiado e num colegiado é como uma escola, com seus colegas. Tem uma simpatia maior por um, tem aqueles grupinhos separados, não é diferente de uma escola e não é diferente de qualquer colegiado. Então, um ou outro amigo já suscitou ‘porque não Alex ser um nome de consenso?’, tudo isso se falou”, afirma o deputado. 

 

Questionado sobre a sua perspectiva pessoal com relação ao cargo, Alex definiu que, apesar da vontade, priorizou a vontade da maioria e a negociação, já em andamento, dos pares. “Se eu disser que não [é um projeto pessoal], eu vou ser hipócrita, tenho certeza disso. Então, vontade existe, mas, como eu sempre disse naquele período, respeito bem a fila, respeito bem os colegas, era o tempo de Ivana. Ivana, além de um tempo maior [de espera], já pleiteava isso, já vinha articulando isso e eu já tinha me comprometido”, completa. 

 

Com relação à atual presidente, o deputado destaca que sendo ambos do mesmo partido, a decisão já havia sido firmada internamente: “Porque primeiro é uma disputa internada, para depois sair [divulgar], então eu já estava comprometido em fechar isso com Ivana, já estava do seu lado ali”, explica. E completa: “Mas, o dia que Deus permitir e assim os colegas aceitarem, nome vai estar disponível sim”. 

 

MANDATO DE IVANA 
Durante a entrevista, o legislador comentou ainda sobre o mandato histórico da correligionária, que se consagrou como a primeira mulher a assumir a presidência do Legislativo Baiano, após ter sido eleita como vice-presidente na chapa de Adolfo Menezes (PSD). 

 

“A história de Ivana é engraçada. Eu disse que ela foi iluminada, e que as coisas caem na hora certa e ela me disse: ‘Mas não tanto assim’, porque ela foi quatro vezes candidata [à composição da Mesa Diretora], ficou na primeira suplência e não assumiu e agora quando ficou vice [presidente], assumiu rapidamente, e eu digo que tinha que ser para presidente”, destacou. 

 

“Nos sentimos muito representados e eu acho que foi um marco histórico”, completa.

 

Confira o trecho: 

Alex da Piatã defende que líderes do PSD e PT “jamais vão cometer a besteira” de romper em 2026
Foto: Fernando Duarte / Bahia Notícias

O deputado estadual Alex da Piatã (PSD) sinalizou como improvável um rompimento entre o Partido dos Trabalhadores (PT) e o Partido Social Democrático (PSD), em meio às negociações para a composição da chapa majoritária nas eleições de 2026. Em entrevista ao Projeto Prisma, nesta segunda-feira (13), o legislador baiano destaca que o projeto para as candidaturas ao senado, envolvendo o senador Angelo Coronel, o ministro Rui Costa e o senador Jaques Wagner, continua incerto, mas a relação entre as siglas permanece. 

 

“Tudo isso está delegado à confiança do nosso líder, o presidente estadual do PSD, o deputado Otto Alencar. Todos confiam muito no senador e a sua história o credencia”. Ao denominar Otto como o principal resolutor da questão, Alex da Piatã relembra que em 2022, o senador foi eleito com 3,6 milhões de votos válidos: “E ele tem dito que tudo tem sua hora e a hora certa é em março do ano que vem”, destaca o deputado. 

 

Sobre a possibilidade de que o senador Angelo Coronel migrasse para a oposição, para compôr a base do então pré-candidato ao governo do estado, ACM Neto (União), Alex nega: “Eu não acredito nisso, porque é o seguinte, a relação hoje de Wagner, Otto, Jerônimo, Rui, PT e PSD, na Bahia, tá muito boa. É uma relação muito boa, que tem dado certo e tem sido um sucesso para o estão, no sentido político-eleitoral inclusive”. 

 

O parlamentar relembra o cenário eleitoral de 2022, onde a candidatura de oposição, centralizada na figura de ACM Neto, era considerada favorita e, com o apoio do PSD o Partido dos Trabalhadores garantiu a eleição do governador Jerônimo Rodrigues. 

 

“Onde um dos principais partidos da nossa base tomou essa decisão e saiu, o PSD manteve junto [ao PT], foi para cima e nós conseguimos ganhar a eleição e, por pouco, não conseguimos no primeiro turno”, afirma. “Então essa relação tem sido muito bem mantida”, sinaliza. 

 

“Eu sempre digo que a eleição tem duas formas de você perder: ou achar que está ganha ou achar que está perdida. Nunca acho que tem eleição perdida, eleição é eleição”, ressalta. “Então, eu acho que líderes do quilate de Wagner, Otto, Jerônimo e de Rui, não vão jamais cometer a besteira de deixar que esse projeto se desmanche”, conclui.

 

Confira o trecho: 

 

Adolfo Menezes critica desequilíbrio das emendas parlamentares e diz que reeleição em Brasília é “desproporcional”
Foto: Gabriel Lopes / Bahia Notícias

O deputado estadual e ex-presidente da Assembleia Legislativa da Bahia (AL-BA), Adolfo Menezes, criticou nesta segunda-feira (22) o desequilíbrio que as emendas parlamentares federais provocam no processo de renovação política. Em entrevista ao podcast Projeto Prisma, do Bahia Notícias, ele afirmou que os valores elevados favorecem a reeleição de quem já ocupa cargos no Congresso Nacional, dificultando a entrada de novos nomes.

 

“É difícil você chegar lá hoje, porque é desproporcional um cara que tem 300, 400, 500 milhões em emendas, para outro que não tem nada. Deputado estadual praticamente não tem emenda. Acho que este ano é 5 milhões, enquanto lá tem gente com 200, 500 milhões”, destacou.

 

Menezes apontou que essa diferença torna mais fácil a reeleição dos atuais deputados federais, enquanto vereadores ou deputados estaduais não dispõem de recursos para competir em pé de igualdade.

 

Segundo ele, quando um parlamentar não consegue se reeleger para a Câmara dos Deputados é por “incompetência”, já que o volume de verbas disponíveis garante grande vantagem.

 

“Todos os que estão em Brasília como deputados federais, pouquíssimos deixaram de se reeleger. Então, o cara foi muito incompetente, porque tem uma montanha de dinheiro”, concluiu.

 

Veja o episódio completo: 

Adolfo Menezes rejeita candidatura a federal e deixa vaga do TCE em aberto: “Tem mais tranquilidade”
Foto: Gabriel Lopes / Bahia Notícias

O deputado estadual e ex-presidente da Assembleia Legislativa, Adolfo Menezes (PSD), comentou sobre as possibilidades para o seu futuro político. Em entrevista ao Projeto Prisma, nesta segunda-feira (22), o deputado negou a possibilidade de concorrer ao Congresso Nacional em 2026, mas deixou o caminho aberto para outra empreitada. 

 

“Eu respeito a todos que estão lá [no Congresso], a todos que estão aqui, mas querem chegar lá, mas eu nunca tive vontade, então a hipótese maior é que eu continue como deputado estadual”, reforça o deputado. 

 

Adolfo não nega, no entanto, que haja outras opções em vista, como ocupar uma das vagas disponíveis no Tribunal de Contas do Estado. A nomeação ocorre após votação e eleição interna na Assembleia Legislativa. 

 

Em resposta sobre a possibilidade de ocupar um cargo vitalício no TCE, Menezes indica que “gosto muito do que faço, até porque foram muito anos, uma vida inteira praticamente na política”. Sem negar ou confirmar uma candidatura, ele reitera: “Sou de uma família de políticos e vivi a vida inteira na política, então é claro que eu quero continuar na política, mas sempre tem um lado [positivo]. Como conselheiro, você tem mais tranquilidade, mas caso aconteça, eu vou acabar não saindo da política”, destaca. 

 

Ele reforça que, mesmo que opte por concorrer a uma das vagas do Tribunal, ele deve manter sua influência política. “Eu também não posso jogar meu patrimônio de votos fora, então possa ser que minha esposa seja candidata em algum lugar, mas é uma hipótese, isso nos só vamos decidir no ano que vem”, conclui. 

 

Confira o trecho: 

 

Adolfo Menezes destaca liderança de Ivana na AL-BA e comenta mudanças na Comenda Dois de Julho: “Estão dando a gato e cachorro"
Foto: Gabriel Lopes / Bahia Notícias

O deputado estadual e ex-presidente da Assembleia Legislativa da Bahia, Adolfo Menezes (PSD), avaliou o mandato da deputada Ivana Bastos (PSD) à frente da presidência do Legislativo baiano. No Projeto Prisma, desta segunda-feira (22), Adolfo relembrou o processo que levou Ivana a liderança e avaliou a gestão. 

 

Na última eleição, Menezes foi eleito para presidente e Ivana para a vice, no que seria o terceiro mandato do ex-presidente na Casa. No entanto, mediante processo judicial, Adolfo foi retirado do cargo e Ivana Bastos foi eleita a primeira mulher na presidência da Assembleia. 

 

Ele relembra que o desejo inicial da presidência era se candidatar diretamente a presidência, mas foi aconselhada a negociar a vice-liderança. "Acabou dando certo, a Ivana está como presidente e está fazendo um bom trabalho. É claro que as formas são diferentes, cada um tem uma forma de governar, mas como eu tenho visto e vocês também, está tudo tranquilo", afirma. 

 

"Até porque o que importam para o governador [Jerônimo Rodrigues] e para a Bahia, todos os projetos que chegam a Assembleia, são projetos oriundos do Executivo e interessam aos 15 milhões de baianos", destaca o ex-líder do Legislativo baiano. "Então, os deputados, mesmo da oposição, fazem discursos duros, já que são oposição, mas no final acabam votando [a favor] os projetos". 

 

O ex-presidente da AL-BA comentou ainda sobre uma das principais diferenciações entre a sua liderança e da deputada Ivana Bastos: as comendas legislativas. As comendas da Assembleia, como a Dois de Julho, são honrarias concedida pelo poder Legislativo as pessoas ou intuições de relevância para o Estado da Bahia. Em seu mandato, Adolfo Menezes demonstrou ceticismo e amplo critério para a concessão destas, enquanto o posicionamento de Ivana Bastos é mais livre. 

 

Em sua fala, Adolfo reforça a liberdade da presidente para gestão das pautas em plenário, porém reforça seu posicionamento:  "Infelizmente banalizaram essas comendas, especialmente a medalha Dois de Julho, que é a mais importante da Bahia. O 02 de julho é a data da independência da Bahia, mas para mim é do Brasil. Foram os baianos que botaram os portugueses para sair do Brasil, então a comenda Dois de Julho, que é a mais importante da Bahia, estão dando a gato e cachorro", reforça. 

 

O deputado brinca ainda com a possibilidade de ser indicado a receber a honraria. "Inclusive, quem for meu amigo não proponha que o deputado Adolfo Menezes receba a Comenda Dois de Julho, porque eu nego a receber, é a medalha mais importante, mas nessa esculhambação, onde estão dando a todo mundo, eu me recuso a participar", conclui. 

 

Confira o trecho: 

 

João Cláudio Bacelar defende permanência da Câmara na Praça Thomé de Souza
Foto: Gabriel Lopes / Bahia Notícias

O vereador da Câmara de Salvador, João Cláudio Bacelar (Podemos), defendeu a permanência da Câmara municipal, localizada na Praça Thomé de Souza. Segundo ele, em entrevista ao Projeto Prisma, Podcast do Bahia Notícias, trabalhar em um local histórico como aquele é motivo de "muito orgulho". 

 

"Eu tenho muita honra de trabalhar na nossa câmara municipal, a primeira Câmara do Brasil, cuja fundação se confunde com a fundação da nossa própria cidade. Então, assim, é um prédio carregado de muita história, de muita energia", iniciou ele. 

 

Ele também defendeu a permanência da Câmara, em meio à confirmação da mudança para o Cine Excelsior, que fica ao lado da Praça da Cruz Caída. 

 

"Eu defendo que a gente permaneça lá, com certeza, até para movimentar também o centro histórico da cidade, que precisa de movimento, precisa de revitalização. E a Câmara, saindo dali, com certeza, o centro histórico da cidade ia perder também", opinou. 

 

Confira o episódio ao vivo: 

ACM Neto diz que Jerônimo "tem mais problemas" que ele para alianças em 2026 e cita PSD
Foto: Reprodução / Youtube

O ex-prefeito de Salvador, Antonio Carlos Magalhães Neto, o ACM Neto (União), afirmou que a base governista do governador Jerônimo Rodrigues (PT) “tem mais problemas” do que a oposição liderada por ele, no que diz respeito a manutenção e formação de alianças para a disputa eleitoral de 2026. Em entrevista ao Projeto Prisma, nesta segunda-feira (28), o líder do União Brasil na Bahia rebateu às críticas do governo de que as alianças oposicionistas estariam fragilizadas. 

 

Em sua resposta, ACM Neto citou a situação da base petista com PSD e suas figuras como Otto Alencar e Angelo Coronel. “Qual é maior debate político que ocorre hoje, de mudança ou não de lado? É alguém que está me deixando ou é o PSD que pode deixar o Governo? Ou é a turma do PT que quer fazer chapa puro-sangue e pode tirar Coronel e Otto da equação? Então, eles têm lá as críticas deles que usam como querem, mas desconsideram que eles próprios tem mais problemas do que a gente”, alfineta. 

 

O ex-prefeito da capital baiana contextualiza ainda que essas movimentações são naturais na disputa política e indica que “ainda tem muita água para rodar de baixo dessa ponte”. “Você pode ver que essas mudanças de lideranças políticas são coisas que acontecem na vida política com muita ocorrência. Na campanha passada, de 2022, a principal mudança que aconteceu na Bahia foi o apoio de João Leão, que era vice-governador de Rui Costa, que nos apoiou e trouxe o Progressistas para nos apoiar”, relembra. 

 

“Então, não significa que é só em uma direção, existem movimentos nas duas direções. Segundo, os partidos políticos ainda têm muito a acontecer. Acho que ainda tem muita água para rodar de baixo dessa ponte”, diz ele, se referindo a disputa eleitoral de 2026.

 

O opositor do governo do estado aponta ainda que “tem um outro elemento que precisa ser colocado na mesa. A gente sabe que o grupo de lá reúne Governo do Estado e Governo Federal, isso tem uma natural força de atração na máquina política. Só que candidatura de oposição é de povo, não de política”, completa. 

 

Confira o trecho:

 

Em meio a ataques em rebanho, Marcelle Moraes critica falta de política de castração de cães na Bahia
Foto: Fernando Duarte / Bahia Notícias

A vereadora Marcelle Moraes (União Brasil) criticou a ausência de políticas públicas do governo estadual para controle da população de cães no interior da Bahia e cobrou transparência nos convênios firmados para ações de castração. Segundo ela, em entrevista ao Projeto Prisma, Podcast do Bahia Notícias, a falta de programas efetivos tem feito crescer o número de matilhas em cidades do interior, o que traz impactos não apenas para a proteção animal, mas também para a segurança e o setor agropecuário.

 

“Hoje não existe nenhum programa que a gente possa dizer: ‘Tem isso aqui para salvar os animais’. O que tem é um convênio com uma ONG de uma ex-vereadora para, teoricamente, castrar uns animais aí. Mas cadê? Relatório, transparência? O dinheiro só entra. Eu não vejo aplicabilidade nenhuma”, afirmou.

 

Em relação às matilhas que fazem ataques pelo interior, Marcelle alertou que os cães abandonados formam grupos e passam a agir de maneira selvagem. 

 

“Os caninos andam em matilha. Ainda mais esses soltos na rua. Se a gente não castrar, eles vão matar caprinos, bovinos, pato, galinha. Vai começar a atingir o agro. E aí vem também risco de raiva, porque um animal mordido por morcego pode facilmente transmitir para outro animal.”

 

A vereadora também defendeu a criação de um programa permanente de castração em todos os municípios. 

 

“São 417 cidades na Bahia. Tem que ter política de castração em todos. Porque se não castrar, de 20 vira 500. Aí, daqui a pouco, vão querer trazer de volta a carrocinha de antigamente, para sair recolhendo e matando os animais. E isso eu não vou aceitar", disse ela.

 

Veja o episódio completo:

Marcelle Moraes defende a criação de uma casa para protetores de animais como prioridade para Salvador
Foto: Fernando Duarte / Bahia Notícias

A vereadora Marcelle Moraes (União Brasil) afirmou que considera prioridade para Salvador a criação de uma casa de acolhimento voltada para protetores de animais. Segundo ela, em entrevista ao Projeto Prisma, Podcast do Bahia Notícias, o equipamento é necessário para garantir o suporte a quem cuida dos bichos e enfrenta dificuldades por conta da atividade.

 

“Eu preciso dessa casa de protetores de animais, de acolhimento. Não dá para pensar em proteção animal sem pensar em quem cuida dos animais”, disse.

 

De acordo com Marcelle, os protetores da capital, em sua maioria mulheres, mantêm dezenas de animais em casa e acabam sobrecarregados, muitas vezes sem apoio da família ou da comunidade. 

 

“A vizinhança reclama do fedor, do barulho e começa a envenenar os animais. O protetor é isolado, a família se afasta, o marido larga, os filhos somem. Só fica a pessoa, sozinha, cuidando de 200 animais, sem tempo para trabalhar, vivendo de auxílio”, relatou.

 

A vereadora também pontuou que, sem estrutura, alguns desses protetores acabam desenvolvendo problemas psicológicos e entram em situação de acumulação. “A psicologia explica: a falta de algo sentimental leva para a fuga, seja pela comida, pela bebida ou pelos animais. E aí começa a acumular sem controle.”

 

Segundo Marcelle, a criação da casa de acolhimento permitiria oferecer suporte social e psicológico aos protetores, além de organizar melhor o trabalho de cuidado aos animais em Salvador.

 

Assista o episódio completo:

"A violência está em qualquer destino", diz Mauricio Bacelar sobre segurança pública da Bahia
Foto: Fernando Duarte / Bahia Notícias

O secretário de Turismo na Bahia, Maurício Bacelar, minimizou a violência vivida no estado e afirmou que insegurança não é motivação para afastar turista do local. Em entrevista ao Projeto Prisma, Podcast do Bahia Notícias, ele avaliou que os casos de violência envolvendo turistas são "exceção à regra".

 

“O destino mais visitado do país tem problema de segurança? As pessoas colocariam a si ou aos seus entes queridos em risco? (...) A violência que temos está associada a questões estruturais, como pobreza, uso de drogas e situação de rua. É o tipo de problema que existe em qualquer destino turístico do mundo”, afirmou. 

 

Segundo ele, o estado conta com estrutura especializada para atendimento a turistas. “Temos uma delegacia da Polícia Civil voltada exclusivamente para o turismo, com policiais que falam vários idiomas, e também um batalhão de Polícia Militar Turística com profissionais treinados para lidar com visitantes nacionais e internacionais”, afirmou.

 

Bacelar argumentou que medidas de prevenção são recomendadas em qualquer cidade turística, que a Bahia não foge à regra. “Qual é o destino em que o recepcionista do hotel não orienta o visitante a ter cuidado com celular, corrente ou bolsa? Esses são cuidados universais”, disse.

 

Ao tratar de episódios de violência envolvendo turistas, o secretário afirmou que são exceções. “Qual foi a última vez que ouvimos uma notícia de um turista agredido fisicamente na Bahia? Casos como o sequestro de um argentino em Praia do Forte são pontuais e não representam a realidade cotidiana”, concluiu.

 

Confira o episódio completo: 

Maurício Bacelar afirma que Bahia precisa de “Centro de Convenções do tamanho do turismo”
Foto: Fernando Duarte / Bahia Notícias

O secretário de Turismo da Bahia, Maurício Bacelar, defende a implantação de um novo Centro de Convenções estadual em Salvador. Em entrevista ao Projeto Prisma, nesta segunda-feira (07), o gestor afirma que, apesar do aparelho municipal construído na Boca do Rio ser utilizado também pela Setur, Salvador necessita da implementação de um espaço maior. 

 

“Temos utilizado o Centro de Convenções da Boca do Rio, temos atraído eventos para aquele equipamento, que ajuda o processamento do turismo aqui no estado. Agora, a Bahia precisa de um Centro de Convenções maior, um centro de convenções do tamanho do turismo e do destino Bahia”, afirma.

 

Segundo o secretário, a perspectiva já está em negociação. “Poucos dias antes do São João, o governador Jerônimo nos reuniu, e desde então nós temos trabalhado uma proposta para o Governo sobre o local do novo Centro de Convenções”, revela. Segundo Bacelar, o novo plano envolve as secretarias de Cultura, Desenvolvimento Econômico e Bahia Investe. 

 

“Nós oferecemos ao governador algumas alternativas e agora no mês de julho nos reunir para apresentar a decisão dele e ele vai anunciar”, garante. Atualmente, o Governo do Estado ainda possui um espaço ocioso na região do Costa Azul, onde estava localizado o antigo Centro de Convenções, erguido em 1979.

 

Confira o trecho: 

 

Curtas do Poder

Ilustração de uma cobra verde vestindo um elegante terno azul, gravata escura e língua para fora
Na era da IA, será Gargamel o último que mostra a verdade nas redes? Tudo bem que não é lá uma verdade muito bonita, mas... Enquanto isso, o Soberano devia parar de focar no cozido de Card e ficar de olho nas chapas que estão montando pra ele por aí. E teve prefeito brilhando também essa semana. É anúncio emocionado de São João, é #tápago com post sobre buraco na rua... Mas o amor mesmo está no Detalhes! Saiba mais!

Pérolas do Dia

João Roma

João Roma

"A lei não pode ter lado político".

 

Disse o presidente estadual do PL na Bahia e pré-candidato ao Senado Federal pelo estado, João Roma, utilizou as redes sociais nesta sexta-feira (19) para comentar a operação de busca e apreensão realizada pela Polícia Federal (PF), com autorização do Supremo Tribunal Federal (STF), que teve como um dos alvos o senador Jaques Wagner (PT), líder do governo no Senado.

Podcast

Deputado Rosemberg Pinto (PT) é o entrevistado do Projeto Prisma desta segunda

Deputado Rosemberg Pinto (PT) é o entrevistado do Projeto Prisma desta segunda
Foto: Projeto Prisma
O deputado estadual Rosemberg Pinto (PT) é o entrevistado do Projeto Prisma desta segunda-feira (15). O podcast é transmitido ao vivo a partir das 16h no YouTube do Bahia Notícias.

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