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E se o maior erro das previsões eleitorais não estiver nas pesquisas, mas na forma como interpretamos o eleitor indeciso?
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O senador Cleitinho Azevedo (Republicanos) segue liderando a disputa pelo governo de Minas Gerais, mas viu sua distância para o segundo colocado, o deputado federal Patrus Ananias (PT), cair de 11% para 8,3% nas últimas duas semanas. Foi o que mostrou a mais nova rodada da pesquisa Atlas/Estadão, divulgada nesta quarta-feira (23).
Na pesquisa Atlas/Estadão de 9 de setembro, Cleitinho estava com 41%, enquanto Patrus Ananias marcava 30% das intenções de voto. Neste novo levantamento, o senador mineiro aparece com 39,3%, enquanto o deputado petista subiu para 31%.
A disputa pela terceira posição, segundo o levantamento, é acirrada, com o ex-prefeito de Belo Horizonte Alexandre Kalil (PDT) marcando 8,3%, contra 7,3% do empresário e ex-presidente da Federação das Indústrias do Estado de Minas Gerais (Fiemg) Flávio Roscoe (PL). Já o governador Mateus Simões (PSD) registra 5,6%.
Confira abaixo o cenário completo de primeiro turno:
Cleitinho Azevedo (Republicanos) - 39,3%
Patrus Ananias (PT) - 31%
Alexandre Kalil (PDT) - 8,3%
Flávio Roscoe (PL) - 7,3%
Mateus Simões (PSD) - 5,6%
Gabriel (MDB) - 2,7%
Ben Mendes (Missão) - 1,4%
Outros - 0,5%
Voto branco/nulo - 2,3%
Não sei - 1,5%
O levantamento Atlas/Estadão também simulou diversos cenários de segundo turno. Na disputa entre Cleitinho Azevedo e o deputado Patrus Ananias, o senador leva vantagem sobre o petista, com 12 pontos de frente: 53,1% a 41,1%. Contra Alexandre Kalil, Cleitinho teria 51,2% contra 36,8%.
Já contra Gabriel Azevedo, o candidato do Republicanos somaria 51,4% contra 23,3% do emedebista. Outros dois cenários foram testados, sem a presença de Cleitinho. No primeiro, Patrus Ananias venceria Mateus Simões por 43,8% a 31,9%. No segundo, Patrus somaria 42,7% contra 33,9% de Flávio Roscoe.
Outro recorte da pesquisa avaliou a opinião da população mineira sobre a corrida presidencial. No primeiro turno, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) somaria hoje 48,8% dos votos em Minas Gerais, contra 43,4% de Flávio Bolsonaro (PL).
Na sequência apareceriam: Renan Santos (Missão), com 3,6%; Augusto Cury (Avante), com 1,6%; Romeu Zema (Novo), com 0,8%; e Ronaldo Caiado (PSD), com 0,5%.
A pesquisa Atlas/Estadão ouviu 1.799 eleitores de Minas Gerais entre os dias 15 e 20 de setembro por meio de recrutamento digital aleatório (pela internet). A margem de erro é de dois pontos porcentuais para mais ou para menos. O nível de confiança é de 95%. O levantamento foi registrado sob os protocolos MG-03290/2026 e BR-06996/2026.
A Meta reativou, na manhã desta quarta-feira (23), a conta do projeto Revelando Brasil no Instagram, poucas horas após o perfil ter sido tirado do ar. A plataforma informou que a restauração ocorreu após uma "revisão interna" e pediu desculpas pelo ocorrido.
O Revelando é uma iniciativa especial do podcast 'Calma Urgente' voltada para a produção de reportagens em vídeo. Na última terça-feira (22), o canal publicou um material sobre o Banco Master que aborda conexões entre o empresário Daniel Vorcaro, a Igreja Batista da Lagoinha e figuras políticas, incluindo o candidato Flávio Bolsonaro (PL).
Em apenas 24 horas, o vídeo de 30 minutos atingiu a marca de 2 mi de visualizações no YouTube, plataforma onde o conteúdo permaneceu acessível sem interrupções. A remoção afetou exclusivamente a página do projeto no Instagram, que conta com mais de 100 mil seguidores. Na rede social, a publicação sobre o Caso Master já acumulava 447 mil curtidas e ultrapassava 100 mil compartilhamentos.
A suspensão do perfil ocorreu sem explicações prévias, segundo a equipe do Calma Urgente. Em nota oficial enviada à imprensa após a repercussão, a Meta declarou: "Após uma revisão interna, restauramos a conta mencionada pela reportagem. Pedimos desculpas pela inconveniência".
A notícia sobre a queda do perfil foi veiculada inicialmente pela Folha de S. Paulo na manhã desta quarta-feira (23), gerou intensa mobilização nas redes sociais. Apoiadores do projeto e seguidores do humorista Fábio Porchat, responsável pela narração do vídeo, cobraram posicionamentos da empresa e acusaram a plataforma de "perseguição política".
Na madrugada desta quarta-feira (23), os advogados da campanha presidencial do senador Flávio Bolsonaro (PL) ingressaram com representação no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) pedindo que o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) seja proibido de utilizar, na sua propaganda eleitoral, imagens do discurso feito na Assembleia Geral da Organização das Nações Unidas (ONU).
A representação da campanha de Flávio Bolsonaro, assinada pela advogada Maria Claudia Bucchianeri e sua equipe, acusa Lula de ter utilizado o pronunciamento na ONU como “palanque político para promoção pessoal e finalidade eleitoreira”. Os advogados afirmam que Lula não se portou como chefe de estado, mas sim como candidato a presidente.
“A fala de Lula era de um candidato. Não de um chefe de Estado. A ONU, no entanto, não é palanque”, afirma a representação apresentada no TSE.
Os advogados de Flávio Bolsonaro citaram um precedente de 2022 que justificaria pedir a proibição de uso de imagens e trechos da fala na ONU pela campanha de Lula. De acordo com o texto da representação, o TSE, durante a campanha de 2022, impediu o então presidente Jair Bolsonaro, candidato à reeleição, de utilizar imagens de seu discurso na Assembleia Geral da ONU em sua propaganda eleitoral.
A campanha de Flávio cita ainda que Lula teria utilizado a estrutura e a visibilidade de um evento oficial para promover sua candidatura. No documento, a equipe jurídica argumenta que Lula inseriu em sua fala temas explorados em seus atos e peças eleitorais, como o fim da escala 6x1, as bets, o Pix, a soberania nacional, as terras raras e o risco de interferência estrangeira nas eleições brasileiras.
Os advogados destacam também que Lula fez referência direta às eleições de 4 de outubro. Um dos trechos citados na representação ocorreu no encerramento do discurso, quando o presidente Lula afirmou que os brasileiros escolherão entre “democracia e negacionismo” e entre avançar para um futuro com mais oportunidades ou regressar a um “passado de exclusão”.
A ação da campanha de Flávio Bolsonaro no TSE requer multa de R$ 50 mil por peça ou postagem de Lula em caso de descumprimento.
Lula e Flávio Bolsonaro aparecem em empate técnico no primeiro e no segundo turno, mostra AtlasIntel
Pesquisa AtlasIntel divulgada nesta quarta-feira (23) confirma cenário revelado por outros institutos de uma disputa acirrada e imprevisível para a cadeira presidencial. A 11 dias da eleição, os candidatos Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e Flávio Bolsonaro (PL) aparecem empatados tanto nas simulações de primeiro turno quanto no segundo turno.
Na AtlasIntel, Lula aparece com 45,8% das intenções de voto no primeiro turno da disputa presidencial, seguido por Flávio Bolsonaro, com 43,4%. Na última pesquisa do instituto, em 17 de setembro, Lula tinha 44,1% das intenções de voto, oscilando agora pouco de mais um ponto percentual para cima, e Flávio havia marcado 41,7%, crescendo dois pontos percentuais.
Veja os números da simulação de 1º turno:
Lula (PT): 45,8% (em 17 de setembro, eram 44,1%)
Flávio Bolsonaro (PL): 43,4% (em 17 de setembro, eram 41,7%)
Renan Santos (Missão): 4,5% (em 17 de setembro, eram 5,1%)
Escritor Augusto Cury (Avante): 2,1% (em 17 de setembro, eram 3,5%)
Ronaldo Caiado (PSD): 1,3% (em 17 de setembro, era 1,7%)
Romeu Zema (Novo): 0,9% (em 17 de setembro, era 1,1%)
Clariana Barão (DC): 0,4%
Samara (UP): 0,4%
Edmilson Costa (PCB): não pontuou
Rui Costa Pimenta (PCO): não pontuou
Veterinário Wilson Grassi (Democrata): não pontuou
Voto branco/nulo: 0,7% (em 17 de setembro, era 1,6%)
Não sei: 0,5% (em 17 de setembro, era 0,5%)
A pesquisa também simulou eventuais disputas de segundo turno, todas tendo Lula como adversário. Flávio está numericamente à frente do petista, mas empatado na margem de erro.
Veja os números da simulação de 2º turno:
Lula 47,7% x 47,4% Flávio Bolsonaro
Lula 46,6% x 44% Ronaldo Caiado
Lula 46,5% x 31,2% Renan Santos
Lula 47,6% x 42,2% Romeu Zema
Lula 46,2% x 39,4% Augusto Cury
A pesquisa ouviu 5.015 eleitores com 16 anos ou mais, por recrutamento digital aleatório, em todo o território nacional. O intervalo de confiança é de 95%. O levantamento, registrado no TSE sob o protocolo BR-04739/2026, foi realizado entre os dias 17 e 22 de setembro.
Um recorte da pesquisa Quaest divulgada nesta segunda-feira (21) revela que aumentou a quantidade de eleitores que passou a associar o escândalo do Banco Master à família Bolsonaro. O levantamento mostra que passou de 15% da pesquisa anterior para 21% nesta mais recente o percentual de pessoas que dizem que o escândalo afeta mais os políticos do grupo do candidato a presidente Flávio Bolsonaro (PL).
A parcela dos entrevistados que acredita que o escândalo do Master prejudica a “todos”, por outro lado, caiu nove pontos percentuais em uma semana. Na rodada anterior, 46% dos entrevistados respondiam que o caso Master afetava “todos”, percentual que caiu para 37%.
Outros 16% dos entrevistados pela Quaest dizem que as descobertas do Banco Master afetam o Supremo Tribunal Federal (STF). Já o governo Lula é visto como o mais afetado pelo escândalo por 11% dos eleitores.
A mudança ganha peso eleitoral porque Flávio Bolsonaro é o candidato da família Bolsonaro à Presidência da República e disputa diretamente com Lula a liderança da corrida eleitoral.
A leitura sobre quem é mais afetado pelo escândalo varia de acordo com a preferência política dos entrevistados. Entre os eleitores de Lula, 46% apontam a família Bolsonaro como a mais atingida. Entre os bolsonaristas, por outro lado, 37% citam o governo Lula, enquanto 22% apontam o STF.
A Quaest também mediu a influência da crise institucional e das tensões no STF sobre a decisão dos eleitores na disputa presidencial. Para 62% dos entrevistados, a turbulência na Corte não influencia o voto para presidente.
Outros 26% afirmam que os acontecimentos reforçam a escolha que já haviam feito, enquanto 7% dizem que podem mudar de candidato por causa da crise. Segundo a Quaest, 74% dos entrevistados afirmaram ter tomado conhecimento do episódio da crise no STF.
A Quaest ouviu 2.004 pessoas de 16 anos ou mais entre os dias 17 e 20 de setembro. A margem de erro é de dois pontos percentuais, para mais ou para menos, e o nível de confiança de 95%. O número de registro da pesquisa é BR-06004/2026.
Flávio Bolsonaro e Lula lideram rejeição em nova pesquisa Quaest; fatia de indecisos cai no 1º turno
A nova pesquisa Quaest divulgada nesta segunda-feira (21) mostra que a proporção de eleitores indecisos para o primeiro turno da eleição presidencial caiu de 10% para 8%. O movimento acompanha um cenário de alta rejeição aos principais nomes da disputa, liderada pelo senador Flávio Bolsonaro (PL), com 56%, e pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), com 55%.
O levantamento foi encomendado pela Globo e pelo jornal O Globo. A Quaest consultou os entrevistados sobre quais pré-candidatos conhecem e não votariam de forma alguma. A taxa de rejeição registrada pelos concorrentes foi de:
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Flávio Bolsonaro (PL): 56% (eram 55% no levantamento anterior)
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Lula (PT): 55% (eram 55%)
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Romeu Zema (Novo): 43% (eram 40%)
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Ronaldo Caiado (PSD): 40% (eram 42%)
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Renan Santos (Missão): 35% (eram 30%)
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Escritor Augusto Cury (Avante): 28% (eram 26%)
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Rui Costa Pimenta (PCO): 25% (eram 24%)
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Samara Martins (UP): 13% (eram 13%)
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Edmilson Costa (PCB): 13% (eram 12%)
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Hertz Dias (PSTU): 11% (eram 11%)
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Veterinário Wilson Grassi (Democrata): 10% (eram 11%)
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Clariana Barão (DC): 9% (eram 11%)
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Leonardo Avalanche (PRTB): 7% (não constava no levantamento anterior)
Também ocorreu uma redução dos eleitores indecisos no primeiro turno, algo que reflete uma maior consolidação das escolhas do eleitorado a poucas semanas do pleito:
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Indecisos no 1º turno: 8% (eram 10% na pesquisa anterior)
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Branco / Nulo / Não vai votar: 7% (eram 7%)
Entre os eleitores que declararam opção por algum candidato no primeiro turno, o nível de convicção é elevado:
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Decisão definitiva: 79%
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Ainda pode mudar de voto: 21%
Essa tendência de queda no total de indecisos também se repetiu no principal cenário testado para o segundo turno entre Lula e Flávio Bolsonaro, no qual o percentual de indecisos recuou de 5% para 3%. A Quaest ouviu 2.004 pessoas de 16 anos ou mais entre os dias 17 e 20 de setembro.
A margem de erro da pesquisa é de dois pontos percentuais, para mais ou para menos, com nível de confiança de 95%. O levantamento está registrado no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o número BR-06004/2026.
Pesquisa Quaest divulgada nesta segunda-feira (21) aponta o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) com 37% das intenções de voto no primeiro turno da eleição presidencial, seguido pelo senador Flávio Bolsonaro (PL), que soma 33%. O levantamento foi encomendado pela Globo e pelo jornal O Globo.
Na pesquisa divulgada há uma semana, Lula registrava 36%, enquanto Flávio Bolsonaro marcava 31%. Na modalidade estimulada, na qual os nomes dos pré-candidatos são apresentados aos entrevistados, os resultados foram:
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Lula (PT): 37% (eram 36%)
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Flávio Bolsonaro (PL): 33% (eram 31%)
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Escritor Augusto Cury (Avante): 6% (eram 7%)
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Ronaldo Caiado (PSD): 4% (eram 4%)
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Renan Santos (Missão): 3% (eram 4%)
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Romeu Zema (Novo): 1% (era 1%)
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Samara Martins (UP): 1% (era 0%)
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Clariana Barão (DC): 0% (era 0%)
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Edmilson Costa (PCB): 0% (era 0%)
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Hertz Dias (PSTU): 0% (era 0%)
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Rui Costa Pimenta (PCO): 0% (era 0%)
-
Veterinário Wilson Grassi (Democrata): 0% (era 0%)
-
Leonardo Avalanche (PRTB): 0% (não constava na pesquisa anterior*)*
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Indecisos: 8% (eram 10%)
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Branco / Nulo / Não vai votar: 7% (eram 7%)
Entre os eleitores que declararam preferência por algum candidato:
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Decisão definitiva: 79%
- Ainda pode mudar de voto: 21%
A Quaest entrevistou 2.004 pessoas de 16 anos ou mais entre os dias 17 e 20 de setembro. A margem de erro do levantamento é de 2 pontos percentuais, para mais ou para menos, com nível de confiança de 95%. A pesquisa está registrada no Tribunal Superior Eleitoral (TSE)sob o número BR-06004/2026.
Uma investigação da Polícia Federal (PF) identificou que uma assessora do senador Flávio Bolsonaro (PL), atual candidato à Presidência da República, negociou em 2023 o repasse de emendas parlamentares com Robson Calixto, conhecido como “Peixe”. Calixto foi condenado este ano por organização criminosa no processo que apura o assassinato da vereadora Marielle Franco.
Segundo a apuração policial, revelada pelo jornal Estado de S. Paulo, a assessora parlamentar Maria de Fátima Bezerra Castro enviou um convite para que o miliciano participasse de um evento com o senador, ocasião em que ele poderia cobrar presencialmente a liberação das verbas.
As informações integram um inquérito da PF deflagrado em julho deste ano (Operação Emendatio), autorizado pelo ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Alexandre de Moraes, para apurar supostos desvios de emendas enviadas a entidades do Rio de Janeiro vinculadas ao ex-deputado Chiquinho Brazão e ao ex-conselheiro do Tribunal de Contas do Estado do Rio de Janeiro (TCE-RJ) Domingos Brazão.
Até o momento, não era público que uma das suspeitas da operação envolvia o repasse de R$ 199 mil feito por meio de emenda parlamentar de Flávio Bolsonaro. O senador não foi alvo de mandados na ação.
SUSPEITA INDEVIDA
Essas conversas foram apreendidas pela PF no celular de Calixto em março de 2024, durante busca e apreensão — aparelho no qual a assessora constava como “Fafá Flávio Bolsonaro”
As mensagens mostram cobranças do investigado por verbas entre outubro e novembro de 2023. O Portal da Transparência confirma o repasse de R$ 199 mil da emenda do senador ao Instituto de Formação Profissional José Carlos Procópio (Ifop) em 29 de novembro de 2023. Calixto solicitou novos repasses no ano seguinte, mas não há registro de outras transferências efetuadas.
A apuração indica que Maria de Fátima aconselhou o interlocutor a encontrar Flávio Bolsonaro pessoalmente e solicitou, como vantagem indevida, 4 ingressos para um camarote no Sambódromo no desfile das campeãs do Carnaval do Rio de Janeiro. Calixto solicitou os bilhetes a um empresário local, que forneceu as entradas para atender ao pedido da assessora.
A PF aprofundou dados colhidos na investigação do caso Marielle após suspeitas sobre os repasses virem à tona inicialmente em reportagem do jornal O Globo, em março deste ano. Uma auditoria do Tribunal de Contas da União (TCU) anexada ao inquérito detectou que parte das verbas destinadas ao Ifop foi utilizada para pagar um escritório de advocacia pertencente aos próprios proprietários do instituto, sinalizando indício de desvio de recursos públicos.
Esta é a segunda investigação recente da PF em que o nome do parlamentar é citado. O senador também aparece em inquérito sobre solicitação de recursos feita pelo banqueiro Daniel Vorcaro a um fundo nos Estados Unidos, sob a justificativa de patrocínio ao filme “Dark Horse”, sobre a trajetória do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL).
Procurado por meio de sua assessoria de comunicação, o senador Flávio Bolsonaro declarou em nota que a destinação do montante seguiu a legislação e os critérios técnicos exigidos:
“A emenda foi destinada dentro da legislação vigente e dos critérios técnicos do Ministério do Esporte. A entidade executora apresentou notas fiscais dos materiais adquiridos e devolveu os valores não utilizados. A responsabilidade pela execução dos recursos é da entidade beneficiária, não do parlamentar. Eventuais irregularidades devem ser apuradas pelos órgãos de controle, como determina a lei”, alega.
O parlamentar não manifestou posicionamento sobre as conversas registradas entre sua assessora e Robson Calixto. A assessora Maria de Fátima Bezerra Castro não retornou aos contatos da reportagem, e a defesa de Calixto não respondeu aos questionamentos.
A defesa de Domingos Brazão informou que não atuou no caso citado, enquanto a defesa de Chiquinho Brazão declarou não ter conhecimento da investigação.
Em uma disparada nos últimos 11 dias, o senador Flávio Bolsonaro (PL) atingiu na manhã desta segunda-feira (21) o seu mais alto patamar como favorito a vencer a disputa pelo Palácio do Planalto nas eleições de outubro, conforme mostram estimativas do Polymarket, plataforma digital do chamado mercado de previsão.
Após ter ultrapassado Lula nas previsões do Polymarket no dia 10 de setembro, Flávio cresceu cerca de oito pontos percentuais e inicia a semana nesta segunda com 60% de apostas na sua vitória. Já o presidente Lula caiu para 40% de previsões em sua vitória nas eleições de outubro.
O crescimento de Flávio Bolsonaro no Polymarket foi citado pelo bilionário Elon Musk neste domingo (20). Musk reagiu com a expressão “Wow” (“Uau”) a uma publicação na rede X que destacava os números atribuídos a Flávio Bolsonaro (PL) e Lula no mercado de previsões.
A publicação compartilhada por Musk no domingo apresentava Flávio com 58% e Lula com 42% nas estimativas da plataforma para a eleição presidencial brasileira. De lá pra cá, Flávio subiu mais dois pontos percentuais, chegando a 60%.
A expectativa de vitória de Lula na plataforma Polymarket foi caindo desde o início de agosto, quando o presidente marcou sua maior diferença para Flávio Bolsonaro. Em 1º de agosto, Lula tinha 67% de chances de vitória, contra apenas 25% de Flávio, uma diferença de mais de 40 pontos percentuais. Essa vantagem foi caindo progressivamente até o dia 10 de setembro, quando Flávio passou Lula e passou a liderar as previsões de vitória na eleição brasileira.
A Polymarket é uma plataforma internacional do mercado de previsões, em que apostadores negociam suposições com dinheiro real — geralmente em criptomoedas — sobre a probabilidade de eventos futuros ocorrerem. As estimativas não seguem critérios metodológicos e o mercado preditivo é proibido no Brasil.
No mês de abril, o Conselho Monetário Nacional aprovou uma resolução que proíbe a oferta e a negociação de apostas atreladas a temas políticos, eleitorais, sociais, culturais ou de entretenimento no Brasil praticadas por plataformas que atuam em mercados preditivos. Na prática, a resolução impede as plataformas de oferecerem apostas sobre eleições, jogos, reality shows e outros acontecimentos que não sejam econômicos, a critério da CVM (Comissão de Valores Mobiliários).
A mais nova rodada da pesquisa BTG/Nexus, divulgada nesta segunda-feira (21), mostra o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) em um cenário de empate técnico com outros três candidatos nas simulações de disputa em um eventual segundo turno. Lula empata com o senador Flávio Bolsonaro, com o ex-governador Ronaldo Caiado e com o escritor Augusto Cury nesses cenários, segundo a pesquisa.
Em eventual disputa contra Flávio Bolsonaro, Lula aparece numericamente à frente, com 46%, enquanto o senador tem 45%. Do total de entrevistados, 7% dizem que votariam branco, nulo ou em nenhum dos nomes, enquanto 1% não sabem ou não responderam.
Na simulação entre Lula e Ronaldo Caiado, pelo primeira vez o candidato do PSD marcou o mesmo percentual de 45% verificado por Lula. Na rodada passada, o petista tinha 47% e o ex-governador, 41%.
Já na disputa contra o escritor Augusto Cury, Lula também aparece com um ponto à frente, a menor distância já verificada entre ambos. Nesta simulação, o atual presidente registra 44%, enquanto Augusto Cury aparece tecnicamente empatado, com 43%.
No cenário contra o candidato do Missão, Renan Santos, o líder petista mantém vantagem além da margem de erro. Em um eventual segundo turno contra Renan, o presidente tem 47% contra 39%.
A vantagem de Lula é um pouco menor em uma simulação contra o ex-governador de Minas Gerais, Romeu Zema (Novo), Nese cenário, Lula tem 47% contra 41% de Zema.
Na pesquisa espontânea, em que o entrevistado não tem acesso a uma lista de nomes, o presidente Lula lidera no número de menções, com 40%. Confira abaixo o resultado da simulação espontânea.
Lula (PT) - 40%
Flávio Bolsonaro (PL) - 34%
Augusto Cury (Avante) - 4%
Renan Santos (Missão) - 3%
Ronaldo Caiado (PSD) - 3%
Zema (Novo) - 1%
Outros - 2%
Nenhum/branco/nulo - 6%
Não sabe/não respondeu - 8%
Em relação à disputa em primeiro turno, o presidente Lula segue na liderança, com a mesma quantidade de intenções de voto do cenário espontâneo, 40%. Flávio Bolsonaro mantém os 37% que ele atingiu no levantamento passado.
Veja abaixo o cenário de primeiro turno, de acordo com a pesquisa BTG/Nexus:
Lula (PT) - 40%
Flávio Bolsonaro (PL) - 37%
Augusto Cury (Avante) - 6%
Ronaldo Caiado (PSD) - 5%
Renan Santos (Missão) - 3%
Zema (Novo) - 1%
Samara Martins (UP) - 1%
Nenhum/branco/nulo - 4%
Não sabe/não respondeu - 2%
Os demais candidatos ficam com 0% das intenções de voto.
A pesquisa Nexus entrevistou 2.006 eleitores, entre os dias 18 e 20 de setembro, por meio de entrevista por telefone. A margem de erro do levantamento é de dois pontos percentuais, para mais ou para menos, com intervalo de confiança de 95%. O levantamento foi contratado pelo Banco BTG Pactual e está registrado no TSE (Tribunal Superior Eleitoral) sob o protocolo BR-00485/2026.
Pesquisa do Instituto Datafolha, divulgada nesta sexta-feira (18), indica a percepção do eleitorado sobre os reflexos da crise no Supremo Tribunal Federal (STF) nas campanhas políticas. Segundo o levantamento, 38% dos entrevistados avaliam que o atual momento da Suprema Corte prejudica o presidente e candidato à reeleição Luiz Inácio Lula da Silva (PT), enquanto 31% apontam prejuízo ao senador Flávio Bolsonaro (PL).
A opção de que a crise não prejudica nenhum dos candidatos foi citada por 25% dos eleitores, e 5% consideram que todos são afetados. Não souberam responder 14% dos ouvintes. Da mesma pesquisa, a esquerda é mais citada do que a direita em questão de espectro ideológico. O presidente Lula tem se descolar do caso, mesmo elogiando Moraes.
Entre os demais pré-candidatos citados na pesquisa, Ronaldo Caiado (PSD) e Renan Santos (Missão) registraram 2% cada. O escritor Augusto Cury (Avante) e Romeu Zema (Novo) pontuaram 1% cada. Os pré-candidatos Samara Martins (UP), Rui Costa Pimenta (PCO), Edmilson Costa (PCB), Clariana Barão (DC) e Hertz Dias (PSTU) não atingiram 1% das citações.
A crise no STF intensificou-se nas últimas semanas em decorrência dos desdobramentos do Caso Master e do levantamento de sigilo, ordenado pelo ministro André Mendonça, de um relatório da Polícia Federal que inclui mensagens atribuídas ao ministro Alexandre de Moraes.
Ainda na última terça-feira (15), a sessão da Suprema Corte sobre o tema foi encerrada sem decisão, após pedido de vista do ministro Flávio Dino, que dispõe de prazo de até 90 dias para devolver o processo. O levantamento foi encomendado pela TV Globo e pelo jornal Folha de S.Paulo.
O Datafolha ouviu 2.002 pessoas de 16 anos ou mais entre os dias 15 e 16 de setembro. A margem de erro máxima é de 2 pontos percentuais para mais ou para menos, com nível de confiança de 95%. A pesquisa está registrada no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o número BR-04029/2026.
Pesquisa do Instituto Datafolha, divulgada nesta sexta-feira (18), indica a percepção do eleitorado sobre a presença de políticos de diferentes correntes ideológicas no escândalo envolvendo o Banco Master, investigado por suspeitas de fraudes e rede criminosa atribuídas ao ex-banqueiro e dono da instituição, Daniel Vorcaro.
Ao serem questionados sobre qual espectro político reúne a maioria dos envolvidos no caso, 34% dos entrevistados responderam ser a esquerda, enquanto 27% apontaram a direita. A opção de centro foi citada por 10% dos eleitores, e 13% avaliaram que políticos de todas as posições estão envolvidos. Não souberam responder 16% dos ouvidos, e a opção "nenhum" registrou 0%.
A Polícia Federal apura repasses e direcionamento de emendas efetuados por parlamentares ligados a Daniel Vorcaro. Os senadores Ciro Nogueira, Jaques Wagner e Flávio Bolsonaro negam a prática de irregularidades.
Em desdobramento recente do caso, o Supremo Tribunal Federal (STF) encerrou, na última terça-feira (15), a sessão que analisava mensagens atribuídas ao ministro Alexandre de Moraes sem alcançar uma decisão, após o ministro Flávio Dino formular pedido de vista, com prazo de suspensão de até 90 dias.
O levantamento foi encomendado pela Globo e pelo jornal Folha de S. Paulo. O Datafolha ouviu 2.002 pessoas de 16 anos ou mais entre os dias 15 e 16 de setembro. A margem de erro é de 2 pontos percentuais, para mais ou para menos, e o nível de confiança é de 95%. O número de registro no TSE é BR-04029/2026.
O senador Flávio Bolsonaro (PL) declarou que pretende manter o reajuste de 15,04% no programa Bolsa Família caso vença a eleição presidencial. Isso vem após o presidente Lula da Silva (PT) realizar um aumento no programa elevando o valor para R$ 600. O assunto é tema de disputa nas campanhas em período eleitoral.
A afirmação foi concedida à Revista Oeste. Isso ocorreu logo após o parlamentar ter criticado o presidente Luiz Inácio Lula da Silva pelo aumento anunciado a poucos dias do primeiro turno das eleições, momento em que chegou a definir a quantia do reajuste como "merreca".
Um recorte da pesquisa PoderData/Aya divulgado nesta sexta-feira (18) revela como a orientação política dos eleitores determina a opinião a respeito da atuação dos ministros do Supremo Tribunal Federal (STF), mais propriamente de Alexandre de Moraes e André Mendonça, que desde o começo de setembro se acusam mutuamente e tentam abrir investigações um contra o outro.
A pesquisa questionou seus entrevistados sobre a aprovação ao trabalho de Alexandre de Moraes e de André Mendonça. Moraes teve aprovação de 33% e desaprovação de 57%, enquanto Mendonça teve sua atuação aprovada por 50% e desaprovada por 36% dos eleitores brasileiros.
O PoderData/Aya cruzou as respostas dos eleitores sobre a avaliação dos ministros e a declaração de voto em um eventual segundo turno da eleição presidencial entre o senador Flávio Bolsonaro (PL) e o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT). Entre os que declaram voto em Flávio, 75% aprovam a atuação de André Mendonça no Supremo, enquanto outros 16% o desaprovam e 9% não sabem responder.
O cenário se inverte quando a avaliação de Mendonça é feita entre os eleitores de Lula. Nesse caso, apenas 21% aprovam Mendonça, enquanto 60% desaprovam sua atuação e outros 19% não sabem.
Já na avaliação do ministro Alexandre de Moraes, 91% dos eleitores do candidato do PL desaprovam o trabalho dele, enquanto apenas 4% aprovam e 5% não sabem responder. Os percentuais se invertem quando a avaliação de Moraes é feita por quem declara voto em Lula: 67% aprova atuação do ministro, contra 18% que desaprovam e 15% que não souberam responder.
A pesquisa foi realizada pelo PoderData, com recursos próprios. O levantamento teve parceria de divulgação com o Aya Bancah. Os dados foram coletados de 13 a 16 de setembro de 2026, por meio de ligações para celulares e telefones fixos.
Foram 3.000 entrevistas em 623 municípios das 27 unidades da Federação. A margem de erro é de 1,8 ponto percentual. O intervalo de confiança é de 95%. Está registrada no Tribunal Superior Eleitoral sob o nº BR-00360/2026.
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e o senador Flávio Bolsonaro (PL) estão numericamente empatados na liderança do índice de rejeição entre os postulantes à Presidência da República, segundo nova pesquisa Datafolha divulgada nesta quinta-feira.
Tanto o atual chefe do Executivo quanto o filho do ex-presidente Jair Bolsonaro registraram 47% de recusa do eleitorado, uma oscilação de um ponto percentual para cima em relação ao levantamento da semana anterior.
As movimentações ocorreram dentro da margem de erro, mantendo o quadro de estabilidade observado desde o final de agosto. A pesquisa é a primeira realizada pelo instituto após a sessão no Supremo Tribunal Federal (STF) referente ao caso envolvendo o ministro Alexandre de Moraes e o empresário Daniel Vorcaro, ex-controlador do Banco Master.
Contratado pela Folha de S. Paulo e pela TV Globo, o levantamento ouviu 2.002 pessoas com 16 anos ou mais entre os dias 15 e 16 de setembro. A margem de erro é de 2 pontos percentuais para mais ou para menos, com nível de confiança de 95%. O estudo está registrado no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o número BR-04029/2026.
A oscilação dos demais pré-candidatos também se deu estritamente dentro da margem de erro, mantendo os percentuais da semana anterior:
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Flávio Bolsonaro (PL): 47% (eram 46%)
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Lula (PT): 47% (eram 46%)
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Renan Santos (Missão): 15% (eram 17%)
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Romeu Zema (Novo): 14% (eram 16%)
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Ronaldo Caiado (PSD): 13% (eram 14%)
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Rui Costa Pimenta (PCO): 11% (eram 11%)
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Samara Martins (UP): 10% (eram 9%)
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Edmilson Costa (PCB): 10% (eram 9%)
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Escritor Augusto Cury (Avante): 9% (eram 10%)
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Clariana Barão (DC): 7% (eram 7%)
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Hertz Dias (PSTU): 7% (eram 7%)
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Veterinário Wilson Grassi (Democrata): 6% (eram 7%)
Entre os entrevistados, 2% declararam rejeitar todos os concorrentes e outros 2% afirmaram não rejeitar nenhum candidato (ou que votariam em qualquer um). O percentual de entrevistados que não souberam ou não responderam também somou 2%.
O prefeito Marcelo Araújo (União), aliado declarado do candidato Flávio Bolsonaro (PL) na disputa pela presidência, posou ao lado do filho 01 de Jair Bolsonaro e do candidato ao Senado, João Roma (PL), em um vídeo de agradecimento do presidenciável ao apoio da gestão Conceição do Coité em sua tentativa de assumir o cargo máximo da república. Em vídeo publicado nas redes sociais do prefeito de Coité, Flávio ainda afirmou que, se eleito, "Coité terá todo apoio que precisar do governo federal". Ainda no vídeo publicado, Marcelo Araújo afirmou que Flávio poderia contar com toda a região do Sisal na eleição marcada para o dia 4 de outubro.
O encontro ocorreu durante um cumprimento de agenda do candidato no município de Vitória da Conquista, situado no Sudoeste Baiano. Lá, além de se encontrar com João Roma, Marcelo Araújo e a primeira-dama de Coité, Suzi Ramaldes, o presidenciável realizou uma motociata e um ato político com outras lideranças do partido em frente ao Estádio Lomanto Júnior.
Marcelo Passos já havia declarado apoio a Flávio Bolsonaro em outras ocasiões e, durante o vídeo, chegou a criticar o governo atual. "Vamos lá recuperar o nosso Brasil, vamos nos livrar das mãos sujas da esquerda e vamos tirar o Brasil do vermelho", declarou Marcelo.
Apesar da intimidade, Conceição do Coité e a região sisaleira foram obstáculos para a reeleição de Jair Bolsonaro nas eleições gerais de 2022. Segundo dados levantados pelo O GLOBO, cerca de 36% do eleitorado do município votou no ex-candidato do PL, frente aos 63% de eleitores que votaram em Lula. A discrepância se torna ainda maior em cidades vizinhas. No município de Serrinha, por exemplo, Bolsonaro não alcançou nem 1/4 dos votos válidos, com apenas 24% de escolhas.
Pesquisa Datafolha divulgada nesta quinta-feira (17) mostra Lula (PT) com 39% das intenções de voto para a Presidência, enquanto Flávio Bolsonaro (PL) aparece com 36%. Os dois estão em empate técnico considerando a margem de erro de dois pontos percentuais.
Augusto Cury (Avante) tem 6%, seguido por Ronaldo Caiado (PSD), com 4%, e Renan Santos (Missão), com 3%. Romeu Zema (Novo) registra 2%, enquanto Samara Martins (UP) e Rui Costa Pimenta (PCO) têm 1% cada.
Nos cenários de segundo turno, Lula e Flávio também aparecem tecnicamente empatados: 46% a 44%. O petista registra ainda 46% contra 42% de Caiado, 49% contra 39% de Zema e 47% contra 38% de Renan Santos. Já na simulação contra Augusto Cury, os dois aparecem com 44% das intenções de voto.
O levantamento ouviu 2.002 pessoas com 16 anos ou mais entre os dias 15 e 16 de setembro. A margem de erro é de dois pontos percentuais, com nível de confiança de 95%. A pesquisa foi encomendada pela Globo e pela Folha de S.Paulo e está registrada no TSE sob o número BR-04029/2026.
O candidato à Presidência da República Flávio Bolsonaro (PL) negou, nesta quinta-feira (17), durante agenda de campanha em Vitória da Conquista, que a oposição brasileira receba ajuda do governo dos Estados Unidos. O senador foi questionado sobre a revelação de que a gestão Donald Trump apresentou ao governo Lula uma exigência relacionada à participação de "dissidentes políticos" nas eleições deste ano.
Ele afirmou que o pleito será decidido pelos brasileiros e rejeitou a ideia de que a cobrança feita por Washington represente uma ajuda à oposição.
"Vamos ser bem claros, não existe ajuda do governo americano. Essa narrativa não vai colar, desculpa. Quem resolve a eleição é a gente aqui. A oposição tá disputando a eleição. A gente disputa a eleição com as regras que estão aí. E, se Deus quiser, vai ser no primeiro turno", afirmou.
Simulação de disputa de segundo turno feita pela pesquisa PoderData/Aya, divulgada nesta quinta-feira (17), mostra o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) com 46% das intenções de voto. Em segundo lugar no cenário de segundo turno está o presidente Luiz Inácio Lula da Silva, com 44%.
Segundo a PoderData/Aya, os percentuais dos dois principais candidatos a presidente variaram levemente para baixo em relação ao levantamento divulgado na semana passada. Na ocasião, a diferença era de 47% a 45% a favor de Flávio Bolsonaro, mas ainda dentro da margem de erro.
Por outro lado, cresceram as intenções de voto branco e nulo: passaram de 6% para 8%. Outros 2% disseram não saber em quem votar no segundo turno.
O PoderData/Aya também fez outras duas simulações de segundo turno. Em uma disputa de Lula contra Augusto Cury, o escritor ganha de 45% a 42%, e em um eventual confronto entre Flávio e Cury, o senador vence por 43% a 36%.
No cenário de primeiro turno, o presidente Lula aparece com 37% (eram 38%) e Flávio com 36%, mesmo patamar do levantamento anterior. O escritor Augusto Cury (Avante) caiu de 10% para 8%.
Na sequência, Renan Santos (Missão) e Ronaldo Caiado (PSD) marcam 3% cada um. Hertz Dias (PSTU) registrou 2%. Romeu Zema (Novo), Rui Costa Pimenta (PCO), Samara Martins (UP) e Clariana Barão (Democracia Cristã) têm 1%.
Wilson Grassi (Democrata) e Edmilson Costa (PCB) não pontuam. Outros 4% afirmaram que pretendem votar em branco ou anular, enquanto 2% não souberam responder.
A pesquisa foi realizada com 3.000 eleitores de 13 a 16 de setembro por meio de entrevistas por telefone em 623 municípios de todo o país. A margem de erro é de 1,8 ponto percentual para mais ou para menos, em um intervalo de confiança de 95%. O registro na Justiça Eleitoral é BR-00360/2026.
Apoiadores do candidato à presidência Flávio Bolsonaro (PL) se concentram na manhã desta quinta-feira (17) no aeroporto de Vitória da Conquista, no Sudoeste.
Espera de Flávio Bolsonaro em Conquista tem climão e grito de ‘comunista’ contra prefeita
— BN Municípios (@BNMunicipios) September 17, 2026
Imagens: Blog do Anderson pic.twitter.com/3reYi0h7u6
Imagens feitas pelo Blog do Anderson, parceiro do Bahia Notícias, mostram um grupo dentro do terminal. Em um dos vídeos, um eleitor bolsonarista chega a chamar a prefeita da cidade, Sheila Lemos (União), de “comunista”.
Não se sabe o motivo porque a palavra foi usada, mas a suspeita seja porque uma vereadora [Lara Fernandes] teria sido barrada de ter acesso ao local onde o presidenciável seria recebido, situação que teria sido atribuída à prefeita.
Nos últimos dias, Fernandes acusou a gestão municipal de favorecer a candidatura de Wagner Alves (União), esposo de Sheila Lemos. Wagner Alves assim como Lara Fernandes integram a base da prefeita e concorrem a uma vaga na Assembleia Legislativa da Bahia (AL-BA) nas eleições de outubro.
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) segue liderando no primeiro turno, mas nas simulações de segundo turno, foi ultrapassado pelo senador Flávio Bolsonaro (PL), apesar de ambos estarem em uma situação de empate técnico. Em resumo, esses foram os resultados da mais nova rodada da pesquisa Atlas/Bloomberg, divulgada nesta quinta-feira (17).
No principal cenário testado em segundo turno, Flávio Bolsonaro aparece com 47,2%, enquanto Lula registra 46,8%. A diferença é de 0,4 ponto percentual, dentro da margem de erro de um ponto, o que configura empate técnico. Nos votos válidos, Flávio Bolsonaro tem 50,2%, contra 49,8% de Lula.
Além do confronto entre Lula e Flávio, a Atlas/Bloomberg simulou outros quatro cenários. Confira abaixo:
Flávio Bolsonaro 47,2% x Lula 46,8%
Lula 46,3% x Romeu Zema 43,7%
Lula 46,0% x Ronaldo Caiado 41,7%
Lula 45,6% x Augusto Cury 37,8%
Lula 46,1% x Renan Santos 29,7%
Já na simulação de primeiro turno, o presidente Lula mantém a liderança da disputa presidencial, mas houve redução na distância para o segundo colocado. Lula marcou 44,1% das intenções, enquanto Flávio Bolsonaro aparece com 41,7%.
A diferença entre Lula e Flávio Bolsonaro é de 2,4 pontos percentuais, acima da margem de erro de um ponto percentual para mais ou para menos, o que mantém o líder petista numericamente à frente no levantamento. Nos votos válidos, Lula aparece com 45%, contra 42,6% de Flávio Bolsonaro.
Confira os números:
Lula (PT): 44,1%
Flávio Bolsonaro (PL): 41,7%
Renan Santos (Missão): 5,1%
Augusto Cury (Avante): 3,5%
Ronaldo Caiado (PSD): 1,7%
Romeu Zema (Novo): 1,1%
Samara (UP): 0,7%
Branco/nulo: 1,6%
Não sei: 0,5%
Os candidatos Clariana Barão (DC), Rui Costa Pimenta (PCO), Veterinário Wilson Grassi (Democrata), Hertz Dias (PSTU) e Edmilson Costa (PCB) não pontuaram na pesquisa.
A Atlas/Bloomberg entrevistou 5.018 pessoas entre os dias 11 e 16 de setembro. A margem de erro é de um ponto percentual para mais ou para menos, com nível de confiança de 95%. O levantamento está registrado no TSE sob o número BR-06221/2026.
Em meio aos desdobramentos da crise envolvendo o Supremo Tribunal Federal (STF), o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) afirmou, nesta quarta-feira (16), que não teve participação na indicação do ministro Alexandre de Moraes para a Corte. A declaração foi dada durante entrevista ao podcast DL Show.
As falas ocorreram um dia após uma sessão marcada por discussões entre ministros do STF e em meio à repercussão da campanha eleitoral do senador Flávio Bolsonaro (PL), que tem associado Lula a Moraes ao criticar a atuação do magistrado. O candidato Bolsonaro é investigado na corte e a crise pode favorecer sua campanha durante a disputa eleitoral.
"Ontem meu adversário gravou vídeo falando de Alexandre de Moraes. Essa apuração da Suprema Corte vai descobrir o que aconteceu no banco Master. Eles montaram a quadrilha do INSS e nós tivemos que desmontar. Eu não era presidente quando Moraes foi indicado [...]. Ele era senador, deve ter votado, portanto ele é culpado", rebate o presidente.
Vale contextualizar que Flávio Bolsonaro foi eleito senador pelo PSL apenas em 2018. Quando Alexandre de Moraes foi sabatinado e teve sua indicação aprovada pelo Senado Federal, em fevereiro de 2017, o atual candidato da oposição exercia mandato de deputado estadual na Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro (Alerj), sem ocupar uma vaga no Legislativo federal.
Dessa forma, Flávio não participou da sabatina nem da votação que confirmou Moraes para o STF. Durante a entrevista, Lula rebateu as críticas feitas ao ministro e atribuiu a insatisfação de Flávio Bolsonaro a decisões tomadas por Moraes em processos relacionados aos atos de 8 de janeiro e ao caso Marielle Franco.
"A raiva dele [Flávio] com o Alexandre Moraes é que o Alexandre de Moraes mandou prender quem matou Marielle [Franco]. A bronca dele é que Moraes prendeu o pai dele e os golpistas que tentaram fazer o 8 de Janeiro", criticou o presidente.
Registro dos candidatos | Fotos: Podcast DL Show / Instagram via @flaviobolsonaro
Ao comentar o cenário eleitoral de 2026, Lula destacou que Moraes foi indicado ao STF em 2017 pelo então presidente Michel Temer (MDB). O ministro assumiu a vaga aberta com a morte de Teori Zavascki, ou seja, saía da pasta de segurança pública do presidente da época para assumir uma cadeira na mais alta corte.
"Na presente hipótese, de maneira absolutamente inconstitucional e ilegal, o ministro relator determinou, de ofício, a realização de atos de investigação em relação a um ministro da Corte", alega Moraes sobre o julgamento marcado na corte.
RESPOSTA PARA FLÁVIO
Na entrevista, Lula afirmou que as críticas feitas por Flávio Bolsonaro a Moraes não estariam relacionadas ao caso envolvendo o Banco Master, mas sim a decisões judiciais proferidas pelo ministro. Ao comentar o tema, o presidente questionou os recursos destinados ao filme Dark Horse, cinebiografia sobre o ex-presidente Jair Bolsonaro.
"Ele tem que explicar cadê os R$ 130 milhões que pegou do Vorcaro. Foi R$ 130 milhões para fazer o filme. Como ele explica? Cadê esse dinheiro? Flávio tem que explicar os R$ 130 milhões que pegou do Vorcaro para fazer um filme mequetrefe sobre o seu pai", questiona Lula.
Lula elogiou a atuação de Moraes em processos relacionados à tentativa de golpe de Estado e sua condução do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) durante as eleições de 2022. Na ocasião, Moraes atuou em decisões envolvendo a disseminação de informações falsas sobre o sistema eleitoral e determinou medidas contra aliados do então presidente Jair Bolsonaro.
O presidente ainda comentou uma peça da propaganda eleitoral que faz referência ao que o senador classifica como "escândalo do Alexandre de Moraes" Em resposta, Lula mencionou investigações que apuram repasses de recursos ligados ao ex-banqueiro Daniel Vorcaro para o financiamento do filme Dark Horse.
As investigações apuram a negociação de recursos para a produção cinematográfica. Segundo informações já divulgadas pela imprensa após o áudio revelado pelo The Intercept Brasil, o valor previsto para o projeto era de R$ 134 milhões, dos quais US$ 12,3 milhões teriam sido repassados por Vorcaro.
"Ninguém aguenta mais o Lula, ninguém aguenta mais 4 anos do atual governo, ninguém aguenta mais os ministros do Lula no Supremo, melando o Brasil, atrapalhando a nossa democracia", dispara o opositor em agenda de campanha.
Flávio Bolsonaro admite ter se reunido com Vorcaro no fim de 2025, quando o empresário cumpria prisão domiciliar. O senador afirma que o encontro tratou da conclusão da captação de recursos para o filme e sustenta que os valores obtidos tiveram origem em "financiamento privado", isso sem considerar as emendas parlamentares de aliados que são investigadas pela Polícia Federal.
ASSISTA:
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), disse nesta quarta-feira (16) que não pode ser responsabilizado pelas indicações dos ministros Alexandre de Moraes, Kássio Nunes Marques e André Mendonça ao Supremo Tribunal Federal (STF), uma vez que não estava na Presidência da República quando eles foram nomeados.
Lula declarou que a responsabilidade pelas indicações é de quem estava no cargo à época e defendeu que qualquer pessoa que tenha cometido irregularidades seja investigada e julgada. Quando Alexandre de Moraes foi indicado ao STF, em 2017,o presidente era Michel Temer (MDB).
Desde o início da crise no STF, no começo deste mês, Lula evitava fazer afirmações contundentes sobre o caso, essa é a primeira vez que ele fala nominalmente dos ministros desde o julgamento no Supremo nesta terça (15).
Segundo interlocutores, a estratégia se deu para tentar descolar sua campanha à reeleição do cenário turbulento entre os ministros da Corte.
DIREITO DE DEFESA
Lula também disse defender que todos tenham direito à ampla defesa e a um julgamento justo, mas ressaltou que eventuais crimes devem ser punidos, independentemente de quem seja o investigado.
Ainda afirmou que adversários políticos, em especial o candidato à presidência Flávio Bolsonaro (PL), tentam associá-lo à atuação de Alexandre de Moraes e atribuiu as críticas ao ministro às decisões tomadas em investigações conduzidas pelo STF.
"Ontem [terça] meu adversário disse que eu sou responsável pelo Moraes. Mas a raiva dele [Flávio Bolsonaro] é porque o Moraes mandou prender quem matou Marielle. E porque prendeu o pai dele e golpistas. Esse é o pavor dele", afirmou.
ELOGIOS A MORAES
Na mesma entrevista, o presidente elogiou a atuação de Alexandre de Moraes na condução da Justiça Eleitoral durante as eleições de 2022.
Segundo Lula, o ministro teve papel importante na defesa do sistema eleitoral diante dos questionamentos feitos pelo ex-presidente Jair Bolsonaro às urnas eletrônicas.
"Eu acho que o Moraes prestou um serviço à democracia. Ele foi presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) na eleição em que eu ganhei e sabe da tentativa que o Bolsonaro fez de destruir a credibilidade da urna eletrônica", disse.
Em entrevistas para podcasts, como o "Desce a Letra", o presidente Luiz Inácio Lula da Silva chamou o seu principal adversário, o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ), de “cara de pau”, disse que ele está "nervosinho" com a possibilidade de serem descobertas novas revelações sobre o dinheiro para o filme "Dark Horse", e que ele não tem como pedir impeachment do ministro Alexandre de Moras, do Supremo Tribunal Federal (STF), se também recebeu dinheiro supostamente ilício da mesma fonte.
"O meu adversário gravou um vídeo dizendo que eu sou responsável pelo Alexandre de Moraes… A obsessão dele é pegar o Alexandre de Moraes. Mas eles não querem brigar com o Alexandre de Moraes por causa do Banco Master. Não é por isso que ele tem raiva. Porque ele sabe que ele tem o rabo preso ao Banco Master mais do que qualquer outra pessoa. A raiva dele do Alexandre de Moraes, é porque o Alexandre de Moraes, sabe, mandou prender os caras que mataram a Marielle. A bronca dele do Alexandre de Moraes é que o Alexandre de Moraes prendeu […] o pai dele e os golpistas que tentaram fazer o 8 de janeiro. Então, esse é o pavor dele", afirmou.
Na entrevista ao podcast Desce a Letra, Lula cobrou Flávio Bolsonaro dos milhões pedidos ao ex-banqueiro Daniel Vorcaro para fazer o filme sobre Jair Bolsonaro.
“O que ele [Flávio Bolsonaro] tem que explicar é cadê os 130 milhões que ele pegou do Vocaro para o filme do seu pai. Aquele filme mequetrefe. […] Eu quero saber, o Flávio pegou o dinheiro, 130 milhões. 130 milhões, não foi 13 reais. Não foi 130 mil, não foi 1 milhão e 300. Foi 130 milhões para fazer um filme… e não explica da onde tá esse, não explica onde tá esse dinheiro.", disse.
O presidente Lula criticou ainda o ex-deputado federal Eduardo Bolsonaro, que desde março do ano passado mora nos Estados Unidos. Lula vinculou Eduardo Bolsonaro ao dinheiro para o filme "Dark Horse", e disse que se Eduardo voltar ao Brasil, será preso.
"Era um fundo que saía direto não sei da onde para ir pros Estados Unidos, ou seja, para sustentar o irmão dele que tá lá tramando o golpe contra o Brasil. E se ele voltar pro Brasil vai ser preso. Porque traidor da pátria tem que ser preso. Ele tá vendendo o Brasil aos interesses americanos", afirmou Lula.
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) abriu 10 pontos percentuais sobre seu adversário, Flávio Bolsonaro (PL), nas simulações de primeiro turno, e se distanciou 7,3% do seu oponente no cenário de segundo turno. Foi o que revelou a 170ª rodada da Pesquisa CNT de Opinião, divulgada nesta terça-feira (15) pela Confederação Nacional do Transporte, em parceria com o Instituto MDA.
Na simulação de disputa em primeiro turno, o presidente Lula registra 40,6% das intenções de voto, seguido por Flávio Bolsonaro, com 30,4%. Em seguida, aparece Augusto Cury (Avante) aparece com 6%, Ronaldo Caiado, do PSD, com 3%, e Renan Santos, do Missão, com 2,7%. Os demais candidatos registram menos de 2%.
Em uma eventual disputa de segundo turno entre Lula e Flávio Bolsonaro, Lula tem 47,3%, ante 40% de Flávio. A diferença entre os dois é de 7,3 pontos percentuais.
A pesquisa CNT divulgada no mês de agosto mostrava uma distância de nove pontos entre Lula e Flávio. Na simulação atual, brancos e nulos somam 10,2%, e 2,5% estão indecisos.
Na pesquisa espontânea, o presidente Lula registra 36,6% das intenções de voto, enquanto Flávio Bolsonaro tem 26,7%. Os indecisos somam 20,8%.
A avaliação negativa do governo federal é de 39,4%, enquanto a positiva registra 33,8%. Outros 25,4% consideram o governo regular.
Outro recorde da pesquisa da CNT revela que, na avaliação pessoal do presidente Lula, 49,7% desaprovam o desempenho dele, enquanto 45,9% aprovam.
O levantamento mostra que 79,8% dos eleitores que indicaram um candidato consideram a decisão definitiva, enquanto 20,2% dizem que ainda podem mudar de escolha. Em agosto, 71,2% afirmavam que a decisão era definitiva.
As respostas dos entrevistados revelam ainda que para 35,5%, o maior receio é a volta de alguém da família Bolsonaro ao governo. Outros 34,7% apontam que seu maior medo é a continuidade do governo Lula.
A 170ª rodada foi realizada pelo Instituto MDA Pesquisa entre 9 e 13 de setembro de 2026, com 2.002 entrevistas em todas as regiões do país. A coleta foi feita de forma presencial, em domicílios e pontos de fluxo. A margem de erro é de 2,2 pontos percentuais, com nível de confiança de 95%. O levantamento está registrado no TSE (Tribunal Superior Eleitoral) sob o número BR-06902/2026.
A nova rodada da pesquisa Quaest, divulgada nesta segunda-feira (14), mostra cinco simulações de 2º turno para as eleições deste ano. Na principal delas, o senador e candidato à Presidência pelo PL, Flávio Bolsonaro, aparece numericamente à frente do presidente Lula (PT), candidato à reeleição, por dois pontos percentuais. Ainda assim, ambos os candidatos estão empatados tecnicamente.
Lula oscilou de 41% na pesquisa Quaest de 7 de setembro para 40% agora. O senador foi de 41% para 42%. Todas essas oscilações aconteceram dentro da margem de erro, que é de dois pontos percentuais para mais ou para menos.
Já contra os outros quatro candidatos, sendo eles Augusto Cury (Avante), Ronaldo Caiado (PSD), Renan Santos (Missão) e Romeu Zema (Novo), Lula aparece à frente.
A pesquisa Quaest foi encomendada pela Globo e pelo jornal "O Globo" e entrevistou 2.004 eleitores entre os dias 10 e 13 de setembro. O registro no TSE é BR-03607/2026. A margem de erro é de dois pontos e o nível de confiança, de 95%.
Lula x Flávio Bolsonaro
Flávio Bolsonaro (PL): 42%
Lula (PT): 40%
Branco/nulo/não vai votar: 13%
Indecisos: 5%
Lula x Augusto Cury
Lula (PT): 38%
Escritor Augusto Cury (Avante): 36%
Branco/nulo/não vai votar: 21%
Indecisos: 5%
Lula x Ronaldo Caiado
Lula (PT): 41%
Ronaldo Caiado (PSD): 39%
Branco/nulo/não vai votar: 16%
Indecisos: 4%
Lula x Renan Santos
Lula (PT): 41%
Renan Santos (Missão): 38%
Branco/nulo/não vai votar: 17%
Indecisos: 4%
Lula x Romeu Zema
Lula (PT): 45%
Romeu Zema (Novo): 33%
Branco/nulo/não vai votar: 18%
Indecisos: 4%
A retirada do sigilo do inquérito relacionado ao filme “Dark Horse” trouxe, entre outras revelações, uma mensagem apreendida no celular do banqueiro Daniel Vorcaro, que cita um pedido de reunião dos irmãos Flávio e Eduardo Bolsonaro no mesmo dia em que o então deputado federal anunciou que iria morar nos Estados Unidos. Essa mensagem foi enviada pelo publicitário Thiago Miranda a Vorcaro em 18 de março do ano passado.
Segundo relatório da Polícia Federal anexado ao inquérito que apura o financiamento do filme, o publicitário, que intermediou as tratativas sobre o filme, enviou mensagem a Vorcaro às 9h34 do dia 18 de março de 2025. Disse Thiago Miranda: “Flavio B e Eduardo querem marcar uma agenda com vc. Filme”.
No mesmo dia, Eduardo Bolsonaro fez uma postagem às 11h37, convocando seguidores para uma live na qual acabou por anunciar que havia decidido morar nos Estados Unidos. Um dia depois do anúncio, o então deputado afirmou, em entrevista à CNN, que cogitava inclusive abrir mão do seu mandato, segundo ele, porque não tinha “tranquilidade para voltar ao Brasil”.
O relatório não informa qual foi a resposta do dono do Banco Master sobre o pedido de reunião e nem se ela ocorreu. O primeiro repasse de verbas a mando de Vorcaro foi feito pouco mais de um mês antes do anúncio de Eduardo.
Outros dois repasses foram realizados seis dias depois, segundo o relatório. O documento foi tornado público pelo ministro André Mendonça, do Supremo Tribunal Federal (STF). O dinheiro para o filme “Dark Horse foi repassado por Vorcaro por meio da empresa Entre Investimentos, que enviou os valores para o fundo Havengate, nos Estados Unidos. O fundo é controlado por Paulo Calixto, advogado de Eduardo Bolsonaro.
O então deputado Eduardo Bolsonaro estava nos Estados Unidos desde 27 de fevereiro de 2025. Na época, aquela era a sua quarta viagem ao país no início de ano, todas pagas com recursos próprios. Quando Daniel Vorcaro fez o seu primeiro repasse para o filme, de US$ 2 milhões, em 13 de fevereiro de 2025, Eduardo estava em sua terceira ida aos EUA.
Em 24 de fevereiro, o deputado do PL foi a uma conferência nos Estados Unidos e passou duas semanas em um périplo para falar com autoridades americanas sobre o ministro Alexandre de Moraes, do STF, meses depois sancionado pela Lei Magnitsky.
A data do primeiro pagamento é posterior ao que foi combinado na proposta de financiamento: seriam 14 parcelas repassadas todo dia 5 — sendo as duas primeiras no valor de US$ 2 milhões em janeiro de 2025 e outras 12 de US$ 1,66 milhão, como mostra documento anexado pela PF.
Em nota à imprensa, Eduardo Bolsonaro diz que nunca conversou ou se reuniu com Vorcaro e nega qualquer relação entre sua mudança para os EUA e o dinheiro do filme. Já a equipe de Flávio vem repetindo a afirmação de que ele não cometeu irregularidades e defende o fim do sigilo da investigação.
O candidato a presidente Flávio Bolsonaro (PL) tentou, por quatro vezes, retirar do ministro Flávio Dino, do Supremo Tribunal Federal (STF), a investigação sobre destinação de emendas e desvio de finalidade para financiar o filme “Dark Horse”, sobre a vida do ex-presidente Jair Bolsonaro. Na última quinta-feira (10/9), Dino autorizou uma operação contra 29 alvos ligados à investigação sobre o repasse de emendas parlamentares à produtora do filme.
Os quatro pedidos feitos pela defesa de Flávio Bolsonaro foram feitos entre os dias 13 e 29 de julho deste ano. Dois dos pedidos foram endereçados ao presidente do STF, Edson Fachin, e dois ao próprio Flávio Dino.
A alegação dos advogados de Flávio Bolsonaro era a de que a investigação sobre o filme “Dark Horse” estava sob o comando do ministro André Mendonça, e que, por isso, ele também deveria assumir a apuração sobre eventual uso de recursos públicos na obra.
“Demonstrou-se que o protocolo das petições no âmbito da ADPF nº 854 não se deu por acaso, mas se tratou de verdadeira manipulação das regras de competência, a fim de criar uma prevenção artificial e inexistente do Exmo. Min. Flávio Dino para os fatos”, disse a defesa do senador.
Na investigação sobre as emendas parlamentares, relatada por Flávio Dino, é apurado o suposto uso irregular de verbas públicas para a produção do filme. A Polícia Federal investiga se verbas destinadas à execução de projetos sociais foram desviadas por meio do Instituto Conhecer Brasil (ICB) para bancar a cinebiografia.
Já a investigação que envolve o Caso Master, e que está sob comando de André Mendonça, apura o repasse de milhares de reais feitos por Daniel Vorcaro para financiar o filme. Os investigadores querem saber se houve lavagem de dinheiro e evasão de divisas.
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e Flávio Bolsonaro (PL) apresentam o mesmo índice de resistência entre os eleitores: 46% afirmam que não votariam em nenhum dos dois de jeito nenhum. O percentual coloca os dois empatados no topo da rejeição medida pela pesquisa Datafolha, divulgada nesta sexta-feira (11).
Renan Santos (Missão) aparece com 17%, enquanto Romeu Zema (Novo) soma 16% e Ronaldo Caiado (PSD), 14%. Augusto Cury (Avante) registra 10%, após marcar 9% na pesquisa anterior.
O levantamento foi realizado entre 8 e 10 de setembro com 2.002 eleitores em 125 municípios. A margem de erro é de dois pontos percentuais, para mais ou para menos. A pesquisa foi contratada pela Folha de S.Paulo e pela TV Globo e está registrada no TSE sob o número BR-01833/2026.
O ministro André Mendonça, do Supremo Tribunal Federal (STF), decidiu no início da noite desta sexta-feira (11) derrubar o sigilo de investigações de grande repercussão política derivadas do caso do Banco Master. A decisão atendeu a um pedido formal encaminhado pela Procuradoria-Geral da República (PGR) e tornou públicos inquéritos que envolvem o senador Flávio Bolsonaro (PL), o senador Ciro Nogueira (PP), o senador baiano Jaques Wagner (PT) e o ex-governador do Rio de Janeiro Cláudio Castro (PL).
A manifestação que motivou a decisão foi assinada pelo vice-procurador-geral da República, Hindemburgo Chateaubriand Filho. A PGR havia sustentado que diversos procedimentos vinculados à apuração mais ampla da Operação Compliance Zero não constavam na lista inicial de processos cujo sigilo havia sido suspenso pelo relator na quinta-feira.
Essa quebra dos sigilos de outros processos foi revelada pelo Jornal O Globo. Com a retirada do segredo de Justiça, Mendonça atende ao pedido de Fachin (presidente da corte) e deixa os processos públicos com os detalhes das apurações específicas sobre a conduta das autoridades citadas:
- Flávio Bolsonaro (PL): O inquérito investiga o financiamento do filme Dark Horse, cinebiografia sobre o ex-presidente Jair Bolsonaro. Conforme os relatórios de investigação, o senador teria atuado como "interlocutor direto" com o empresário Daniel Vorcaro na captação de recursos, que seriam geridos nos Estados Unidos pelo ex-deputado Eduardo Bolsonaro. Flávio e Eduardo Bolsonaro negam qualquer irregularidade;
- Ciro Nogueira (PP): A apuração examina a suposta atuação do parlamentar no Congresso Nacional em favor do Banco Master e de Daniel Vorcaro. A Polícia Federal aponta suspeita de pagamento de vantagens financeiras ao senador além da evidente proximidade dos dois;
- Cláudio Castro (PL): A investigação apura possíveis irregularidades no repasse de R$ 3,6 bilhões do Rioprevidência, fundo de previdência dos servidores do estado do Rio de Janeiro, para papéis do Banco Master. Os investigadores sustentam que houve manobra na gestão do fundo para viabilizar operações classificadas como de alto risco. Castro nega ter cometido atos ilícitos;
- Jaques Wagner (PT): O procedimento apura a relação do senador com o ex-sócio da instituição financeira Augusto Lima. A investigação aponta suspeitas de repasses a uma empresa ligada a familiares do parlamentar e à compra de um apartamento de luxo em Salvador. Wagner, por sua vez, nega a concessão de benefícios ao banco ou a prática de ilícitos e segue sendo defendido pelo presidente Lula.
Reportagem exclusiva do site ICL Notícias revelou, nesta sexta-feira (11), que a empresa de capacetes Bravo Grafeno, de propriedade do senador Flávio Bolsonaro e do seu irmão, Carlos Bolsonaro, divide o mesmo endereço em Brasília com 16 firmas de propriedade do lobista Antonio Carlos Camilo Antunes, conhecido como “Careca do INSS”.
O levantamento do ICL Notícias indica que a empresa de Flávio Bolsonaro usou não apenas a mesma estrutura do Careca do INSS, investigado na Operação Sem Desconto da Polícia Federal e que se encontra preso na Papuda. O candidato a presidente também se utilizava dos mesmos serviços de contabilidade das firmas do Careca do INSS.
O contador do Careca do INSS se chama Alexandre Caetano dos Reis, dono da Voga Serviços Contábeis. O contador foi preso em dezembro de 2025, envolvido em negócios ilegais com o Careca do INSS, inclusive sendo sócio dele em uma offshore nas Ilhas Virgens Britânicas, um paraíso fiscal no Caribe.
Alexandre Caetano dos Reis é responsável também pela contabilidade do escritório de advocacia do senador Flávio Bolsonaro. Além disso, o escritório da firma de Reis funciona no mesmo prédio onde estão localizadas as firmas do Careca do INSS e da Bravo Grafeno de Flávio e Carlos Bolsonaro.
O endereço compartilhado entre a empresa de capacetes e as firmas do Careca do INSS, de acordo com a reportagem do site ICL Notícias, é a sala de número 2601 bloco D, do Edifício Connect Towers, em Águas Claras, região administrativa do Distrito Federal.
A Bravo Grafeno foi aberta pela família Bolsonaro em junho de 2024 e conta com capital social de R$ 100 mil. A loja online vende dois modelos de capacete por R$ 598,90 e viseiras branca e preta, por R$ 54.
O ICL Notícias apurou ainda que outra conexão de Flávio Bolsonaro com personagens investigados no escândalo do INSS se chama Letícia Caetano dos Reis, administradora do escritório de advocacia do senador. Ela é irmã do contador Alexandre Caetano dos Reis, preso na Papuda.
Em entrevista à Agência Pública, em 30 junho de 2022, Letícia afirmou que chegou ao escritório de Flávio Bolsonaro por indicação de Willer Tomaz, amigo do senador e advogado que também foi alvo da Operação Sem Desconto. Willer Tomaz tem procuração nos autos da investigação sobre os desvios no INSS para defender Alexandre Caetano dos Reis.
O ex-governador Ronaldo Caiado (PSD), que concorre à presidência e se recupera em um hospital, falou sobre a revelação do site ICL Notícias em postagem na rede X.
“Estou dois dias internado e quando fui olhar as notícias de Brasília, dou de cara com essa: Careca do INSS é sócio do Flávio Bolsonaro? É isso mesmo?” questionou Caiado.
A pesquisa Datafolha, divulgada nesta sexta-feira (11), mostra o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) na liderança da disputa pela Presidência da República, com 39% das intenções de voto. Flávio Bolsonaro (PL) aparece em segundo, com 35%. O levantamento foi encomendado pela Folha de S.Paulo e pela TV Globo.
Na comparação com a pesquisa anterior, divulgada em 3 de setembro, Lula oscilou de 38% para 39%, enquanto Flávio passou de 33% para 35%. Augusto Cury (Avante) aparece na terceira colocação, com 6%, seguido por Ronaldo Caiado (PSD), com 4%, Renan Santos (Missão), com 3%, e Romeu Zema (Novo), com 2%.
Samara Martins (UP), Edmilson Costa (PCB), Clariana Barão (DC) e Rui Costa Pimenta (PCO) registram 1% cada. Brancos, nulos ou nenhum somam 6%, enquanto 4% dos entrevistados se declararam indecisos.
Segundo turno
Na simulação de segundo turno entre Lula e Flávio Bolsonaro, o petista aparece com 46%, contra 44% do candidato do PL. O resultado configura empate técnico, considerando a margem de erro de 2 pontos percentuais. Brancos, nulos ou nenhum somam 8%, e 1% dos entrevistados estão indecisos. Na pesquisa anterior, os dois tinham os mesmos percentuais, de 46% e 44%, respectivamente.
Contra Ronaldo Caiado, Lula também tem 46%, enquanto o governador de Goiás aparece com 41%. Brancos, nulos ou nenhum são 10%, e 2% estão indecisos. Os percentuais dos candidatos eram os mesmos no levantamento anterior. No cenário com Romeu Zema, Lula registra 48% e o candidato do Novo, 39%. Brancos, nulos ou nenhum somam 11%, enquanto 2% não sabem em quem votar. Os números dos candidatos se mantiveram iguais à pesquisa anterior.
Lula aparece com 48% contra 37% de Renan Santos. Nesse cenário, o petista oscilou um ponto para cima, enquanto o candidato do Missão caiu de 38% para 37%. Brancos, nulos ou nenhum são 12%, e 2% estão indecisos. Na simulação contra Augusto Cury, Lula tem 45%, enquanto o candidato do Avante registra 43%. Brancos, nulos ou nenhum somam 10%, e os indecisos representam 2%.
O levantamento ouviu 2.002 eleitores com 16 anos ou mais entre 8 e 10 de setembro, em 125 municípios. A pesquisa está registrada no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o código BR-01833/2026.
O ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) André Mendonça determinou a abertura de um inquérito para investigar a atuação do senador e candidato à Presidência, Flávio Bolsonaro (PL), no financiamento do filme “Dark Horse”, cinebiografia sobre o ex-presidente Jair Bolsonaro. A decisão foi tomada ainda em julho, mas foi divulgada nesta sexta-feira (11), após a queda do sigilo sobre o caso Master. (Reportagem atualizada às 09h14)
A investigação sobre Flávio foi pedida pela Polícia Federal (PF) e teve o aval da Procuradoria-Geral da República (PGR). Segundo informações do O Globo, o despacho foi incluído ao inquérito principal do caso Master, mas a investigação focada em Flávio segue sob sigilo, indicando que PF segue realizando diligências. A corporação apura os supostos crimes de lavagem de dinheiro, evasão de divisas e corrupção.
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"A Polícia Federal requer a instauração de PET sigilosa em apartado, vinculada ao INQ 5026, para apurar a possível prática dos crimes de lavagem de dinheiro, evasão de divisas, corrupção e outros delitos correlatos, que teriam sido praticados, em tese, pelo Senador da República Flávio Nantes Bolsonaro, no contexto de financiamento para a produção de obra cinematográfica denominada Dark Horse junto ao Banco Master do banqueiro Daniel Bueno Vorcaro", diz o documento judicial.
Em seu despacho, Mendonça destaca: "Autorizo, nos termos do artigo 21, inciso XV, do Regimento Interno do Supremo Tribunal Federal, a instauração de procedimento investigatório vinculado ao INQ 5026 para apuração da hipótese criminal delineada pela autoridade policial”.
Em suas declarações, o presidenciável nega irregularidades e diz que todos os recursos do filme foram privados. Em maio, mensagens reveladas pelo portal Intercept Brasil mostram que Flávio pediu ao banqueiro Daniel Vorcaro R$ 131 milhões para a produção da obra, dos quais R$ 60 milhões foram pagos, de acordo com planilhas apreendidas pela PF.
Desde então, Flávio reforça que não houve irregularidades envolvendo o filme. “Não há um centavo de dinheiro público. Pode revirar do avesso”, disse Flávio ainda nesta quinta-feira (10), em ato de campanha em Roraima.
A fala ocorreu logo após a Polícia Federal deflagrar, nesta quinta, a Operação Make Up relacionada ao financiamento do filme "Dark Horse", que teve como alvos as ONGs de Karina Gama, produtora do filme, e o deputado federal Mário Frias (PL-SP). Ao todo, foram cumpridos 49 mandados de busca e apreensão em São Paulo, Rio de Janeiro, Ceará e no Distrito Federal. A ação foi determinada pelo ministro Flávio Dino.
O ministro André Mendonça, conforme determinado pelo presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), Edson Fachin, levantou no final da noite desta quinta-feira (10) o sigilo de diversas investigações relacionadas ao escândalo do Banco Master. Mendonça, entretanto, manteve em segredo de justiça algumas delas, como a petição que investiga o repasse de recursos por Daniel Vorcaro para um fundo de investimento nos Estados Unidos com o objetivo de financiar a produção do filme “Dark Horse”, sobre a vida do ex-presidente Jair Bolsonaro.
O presidente do STF, na decisão em que solicitou a retirada do sigilo das investigações do caso Master que tramitam na Corte, autorizou André Mendonça a manter em sigilo o que poderia prejudicar investigações futuras operações e diligências sobre o caso.
Nesse sentido, Mendonça manteve fechadas as informações sobre o repasse para o filme “Dark Horse” e também a petição que investiga a relação entre o senador Jaques Wagner (PT-BA) e o ex-sócio do Banco Master, Augusto Ferreira Lima. Outra investigação mantida em sigilo por Mendonça foi aquela revelada pela Polícia Federal no relatório de inteligência enviado para o ministro Alexandre de Moraes, sobre Antônio Rueda e ACM Neto.
Os documentos relacionados à relação entre Alexandre de Moraes e o banqueiro Daniel Vorcaro estão na lista de processos que se tornaram públicos após determinação de André Mendonça. Os documentos desse processo, entretanto, já tinham sido liberados na última semana por decisão do próprio Mendonça.
Na noite desta quinta, o ministro André Mendonça tornou público 14 procedimentos sob sua relatoria no STF. Entre eles estão dois dos principais inquéritos que detalham a engenharia financeira que levou ao rombo bilionário do Banco Master.
O principal deles é o inquérito 5026, da Operação Compliance Zero. Ele foi criado quando o processo ainda estava sob relatoria do ministro Dias Toffoli, momento em que o magistrado determinou a remessa do inquérito que tramitava na Justiça Federal contra Daniel Vorcaro e outros suspeitos.
É a partir deste inquérito que outras investigações foram ramificadas. Entre as que tiveram o sigilo levantado por André Mendonça, cinco tratam direta ou indiretamente das operações de prisão e busca e apreensão contra os envolvidos no grupo chamado “A Turma”, utilizado por Vorcaro para intimidação e perseguição de adversários e desafetos.
Outro inquérito, que investiga a cooptação de influenciadores, o chamado “Projeto DV”, para influenciar a percepção pública sobre Vorcaro e o Banco Master, também teve seu sigilo levantado pelo ministro André Mendonça.
Também consta no material liberado por André Mendonça as informações sobre o pagamento de viagens e jantares internacionais por Daniel Vorcaro para os dois servidores do Banco Central acusados de atuar para favorecer o Banco Master. É o que afirma a Polícia Federal nos relatórios enviados ao STF.
De acordo com a investigação, Vorcaro teria custeado parte de uma viagem do ex-chefe de Supervisão Bancária do BC, Belline Santana, junto com a esposa para Paris, assim como do ex-diretor de Fiscalização Paulo Sérgio Neves de Souza para a Disney, nos Estados Unidos.
Segundo a investigação, Vorcaro teria organizado uma viagem de Belline e da esposa para Paris. O ex-banqueiro “tratou diretamente com prestadores de serviços no exterior sobre reservas de restaurantes, recepção e logística, chegando inclusive a encaminhar o contato pessoal do servidor para que a programação fosse finalizada”, diz a PF.
A decisão tomada por Edson Fachin sobre as investigações do Banco Master ocorre às vésperas da sessão extraordinária do Supremo marcada para 15 de setembro. O plenário deverá analisar a controvérsia envolvendo o relatório da Polícia Federal que revelou diálogos entre Daniel Vorcaro e o ministro Alexandre de Moraes. A Procuradoria-Geral da República (PGR) questiona a validade dessa parte da investigação e pediu a nulidade do relatório.
O levantamento do sigilo, na visão de Fachin, teve como objetivo permitir que os demais integrantes do STF tenham acesso ao conjunto de informações relacionadas ao caso antes da sessão.
Renan Santos, candidato do partido Missão à presidência, disse acreditar que novas revelações sobre o filme “Dark Horse” não farão o eleitor do senador Flávio Bolsonaro mudar seu voto. Renan postou um vídeo em suas redes sociais nesta quinta-feira (10) para comentar a operação autorizada pelo ministro Flávio Dino, do Supremo Tribunal Federal (STF), contra o deputado Mário Frias (PL-SP) e outras pessoas envolvidas com possível uso de dinheiro público para financiar o filme sobre a vida do ex-presidente Jair Bolsonaro.
“É óbvio que houve roubalheira no caso Dark Horse, é óbvio que havendo justiça no país, e eu não estou dizendo que haverá, alguns serão presos, e isso vai incluir membros da família do próprio Flávio, e é óbvio que o eleitor do Flávio não liga. Isso não vai mudar nada. O eleitor que vota no Flávio vai olhar isso e falar, dane-se”, afirmou o candidato.
Para Renan Santos, o eleitor do Flávio Bolsonaro já superou denúncias como a das rachadinhas na época em que ele era deputado estadual, já aturou informações sobre a relação do senador com o advogado Willer Tomaz, envolvido no escândalo do INSS, além de outros casos, como compra de mansão com financiamento abaixo dos juros de mercado pelo BRB.
“Eles já aturaram de tudo. Agora vem o escândalo Dark Horse, mas esse pessoal não tem salvação. A desculpa que se usa agora é ´melhor ele do que a turma do Lula´, mas eles estão nos mesmos escândalos, e no primeiro turno o eleitor pode votar em outra pessoa”, afirmou o candidato do Missão.
Ainda no seu vídeo, Renan Santos disse acreditar que a população brasileira “gosta de bandido”, citando, além das denúncias sobre Flávio Bolsonaro, o alto número de seguidores de pessoas como as influenciadoras Virgínia e Deolane Bezerra.
“É muito difícil pegar um eleitor que ama bandido e fala para ele não amar o seu bandido porque ele é bandido. E nem que as pessoas amam o Flávio, elas amam o Jair, e vão se juntando ao Flávio por conveniência”, explicou o candidato do Missão.
Relatório do Coaf citado na decisão do ministro Flávio Dino, do Supremo Tribunal Federal (STF), indica que a deputada Bia Kicis, do PL do Distrito Federal, teria movimentado, de maneira atípica, um total de R$ 3,4 milhões no período de um ano. A informação foi divulgada pela coluna Tácio Lorran, do site Metrópoles, nesta quinta-feira (10).
O nome da deputada bolsonarista apareceu na investigação comandada por Flávio Dino sobre envio de emendas parlamentares e dinheiro público para o filme “Dark Horse”, sobre Jair Bolsonaro, devido ao registro de um repasse pontual de R$ 500,00 realizado a ela pelo deputado federal Mário Frias (PL-SP), um dos alvos da investigação. Segundo o relatório do Coaf, Bia Kicis teria movimentado, entre maio de 2025 e maio de 2026, R$ 1,7 milhão em créditos e R$ 1,7 milhão em débitos.
Bia Kicis também aparece na investigação por ter destinado emenda parlamentar à ANC (Academia Nacional de Cultura), entidade presidida por Karina Gama, alvo da operação Make Up, que investiga suspeitas de irregularidades no financiamento do filme “Dark Horse”. Os recursos foram destinados, por meio do Governo de São Paulo, ao projeto “Heróis Nacionais”.
O documento da investigação afirma que a emenda não teve execução financeira e que, até a data da análise, nenhum valor havia sido transferido para a ANC. Os registros do Portal da Transparência, porém, mostram que os recursos foram empenhados e pagos ao Estado de São Paulo.
Como deputada federal, Bia Kicis tem salário de R$ 46.366,19. Nas eleições deste ano, em que concorre a uma das duas vagas de senadora pelo Distrito Federal, Kicis declarou possuir um imóvel no Lago Sul avaliado em R$ 1,2 milhão e R$ 100 mil em depósitos bancários.
Pesquisa realizada pelo instituto AtlasIntel em parceria com a Bloomberg, divulgada nesta quinta-feira (10), mostra um cenário de empate técnico entre o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e o senador Flávio Bolsonaro (PL) em uma eventual disputa de segundo turno das eleições presidenciais.
De modo surpreendente, Flávio aparece com 46,4% das intenções de voto, enquanto Lula registra 46,2%, diferença de 0,2 ponto percentual, abaixo da margem de erro de 1 ponto percentual para mais ou para menos. As informações foram divulgadas pela CNN.
Os votos brancos, nulos e os entrevistados indecisos somam 7,4%. No levantamento anterior, Lula aparecia com 47,1%, enquanto Flávio Bolsonaro registrava 42,6%. Na ocasião, brancos, nulos e indecisos representavam 10,3% do eleitorado.
OUTROS CENÁRIOS
A pesquisa também simulou outros quatro confrontos diretos envolvendo o presidente Lula:
- Lula x Romeu Zema (Novo): Zema registra 46,2%, enquanto Lula aparece com 46%, configurando empate técnico.
- Lula x Ronaldo Caiado (PSD): ambos somam 45,7%, em empate numérico.
- Lula x Augusto Cury (Avante): Lula tem 43,8% contra 41,1% do adversário.
- Lula x Renan Santos (Missão): o presidente registra 46%, enquanto o empresário soma 33,8%.
Na simulação de primeiro turno, Lula lidera com 43% das intenções de voto. Flávio Bolsonaro aparece em segundo lugar, com 37,4%. Na sequência, Augusto Cury (Avante) registra 6,6%, enquanto Renan Santos (Missão) soma 6,5%, em situação de empate técnico. O levantamento também avaliou a rejeição aos nomes testados.
Lula apresenta o maior índice, com 52,5%, seguido por Flávio Bolsonaro, com 49,6%. Os demais percentuais são:
- Luiz Inácio Lula da Silva: 52,5%
- Flávio Bolsonaro: 49,6%
- Jair Bolsonaro (PL): 37,7%
- Renan Santos: 35,7%
- Pablo Marçal: 35,1%
- Romeu Zema: 31,6%
- Ronaldo Caiado: 28,1%
- Augusto Cury: 28,1%
O percentual de entrevistados que afirmaram não rejeitar nenhum dos nomes avaliados é de 0,7%.
A pesquisa AtlasIntel/Bloomberg entrevistou 5.000 pessoas por meio de recrutamento digital aleatório pela internet. A margem de erro é de 1 ponto percentual para mais ou para menos, com nível de confiança de 95%. O levantamento está registrado no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o protocolo BR-01452/2026.
O candidato a presidente pelo Avante, o escritor Augusto Cury, condicionou o seu apoio a Flávio Bolsonaro (PL), em um eventual segundo turno, se ele explicar de que forma foi gasto o dinheiro repassado por Daniel Vorcaro, do Banco Master, para o filme “Dark Horse”. Em entrevista nesta quinta-feira (10), Cury recusou ficar neutro caso não avance para o segundo turno, mas apresentou condições para apoiar Flávio.
"Não ficaria neutro. Mas em relação ao Flávio, ele tem que provar que não tem corrupção. Ele tem que provar para onde foi o dinheiro do ´Dark Horse´. Tem um longa-metragem meu sendo rodado agora com quase um décimo do valor do filme do pai dele, para se ter uma ideia”, afirmou o candidato.
Augusto Cury deu um salto nas últimas semanas nas pesquisas de intenção de voto, passando de 2% em média para 10%, como mostram levantamentos recentes. O escritor disse que se Flávio Bolsonaro quiser seu apoio, precisa garantir que vai utilizar o plano de governo feito por ele e o Avante.
“Ele tem que pegar o meu plano de governo, ir no cartório e assinar, que vai executá-lo. Se ele fizer isso, as pessoas que me seguem estão liberadas a votar nele”, disse o psiquiatra.
Já sobre um eventual apoio ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva, Cury afirmou que “em hipótese nenhuma” estará ao lado do líder petista. O escritor argumentou ainda que sua candidatura é o “pesadelo” de Lula, já que, ao contrário do presidente, ele não tem histórico de corrupção.
“Eu não vou apoiar o Lula, claramente, no segundo turno, e eu creio que eu vou estar no segundo turno fortemente com o meu time. O pesadelo do Lula, com muito respeito, é a minha candidatura, porque eu não tenho história de corrupção”, declarou Augusto Cury.
Questionado sobre sua estratégia para chegar ao segundo turno, Augusto Cury disse que iria partir para um confronto sério com Lula, mas sem ataques pessoais.
“Se o pai não conseguiu tirar o Lula, o filho, muito menos. E o sonho do Lula é ter Flávio Bolsonaro no segundo turno”, explicou.
Em outra entrevista, ao portal Money Times, o candidato do Avante explicou porque, na opinião dele, sua candidatura teria parado de crescer após um repentino salto nas pesquisas. Para o escritor, houve um “mutirão” de robôs e “haters” com ataques para estancar o crescimento dele entre os eleitores.
“A indústria dos haters entrou pesadamente. É inacreditável. Minha esposa falou: ‘querido, que mundo é esse, um show de agressão, onde as pessoas querem construir e desconstruir a imagem um do outro?'”, lamentou Cury sem detalhar de onde teriam partido os ataques verificados contra ele nas redes sociais.
O candidato Flávio Bolsonaro (PL) subiu dois pontos desde o começo de setembro e chegou a 47% em uma simulação de disputa de segundo turno, à frente do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), que está com 45%. Esse cenário foi revelado nesta quinta-feira (10) pela pesquisa PoderData/Aya, do site Poder360.
A pesquisa fez outras duas simulações de disputas em segundo turno, e o presidente Lula também perde no confronto com o escritor Augusto Cury (Avante). Confira abaixo as simulações:
Flávio Bolsonaro (PL) 47% 45% Lula (PT)
Augusto Cury (Avante) 44% x 43% Lula (PT)
Flávio Bolsonaro (PL) 43% x 36% Augusto Cury (Avante)
Na simulação de primeiro turno da pesquisa PoderData/Aya, o presidente Lula tem 38% das intenções de voto, contra 36% de Flávio. Como a margem de erro é de 1,8 ponto porcentual, eles estão tecnicamente empatados.
Veja o resultado completo do primeiro turno:
Lula (PT) - 38%
Flávio Bolsonaro (PL) - 36%
Augusto Cury (Avante) - 10%
Renan Santos (Missão) - 3%
Ronaldo Caiado (PSD) - 2%
Pablo Marçal (PRTB) - 2%
Romeu Zema (Novo) - 1%
Rui Costa Pimenta (PCO) - 1%
Hertz Dias (PSTU) - 1%
Edmilson Costa (PCB) - 1%
Clariana Barão (DC) - 0%
Samara Martins (UP) - 0%
Wilson Grassi (Democrata) - 0%
Branco/nulo - 3%
Não sabe - 1%
Em outro recorte, a pesquisa apurou que a rejeição ao presidente Lula chegou a 50% de pessoas que dizem que não votariam nele “de jeito nenhum”. Já Flávio Bolsonaro tem 45% de eleitores que o rejeitam.
A pesquisa foi realizada pelo PoderData, em parceria de divulgação com o Aya Bancah. Os dados foram coletados de 6 a 9 de setembro de 2026, por meio de ligações para celulares e telefones fixos.
Foram três mil entrevistas em 623 municípios das 27 unidades da Federação. A margem de erro é de 1,8 ponto percentual. O intervalo de confiança é de 95%. Está registrada no TSE sob o nº BR-04914/2026.
O site norte-americano Polymarket, uma das maiores plataformas mundiais do chamado mercado de previsões, registrou nesta quarta-feira (9) a menor diferença dos últimos quatro meses na expectativa de vitória do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) sobre seu principal adversário, o senador Flávio Bolsonaro.
Às 19h desta quarta, o site Polymarket, na aba “Eleição presidencial no Brasil”, registrava uma expectativa de 53% para a vitória de Lula nas eleições de outubro. Já Flávio Bolsonaro alcançou a marca de 47% de expectativas na sua vitória eleitoral.
O quadro atual revela um forte derretimento do candidato Lula e um crescimento expressivo do senador do PL. Em meados de julho, o presidente Lula havia disparado no mercado de previsões e chegou a registrar 67% nas expectativas por sua vitória, enquanto Flávio Bolsonaro havia caído para um patamar de apenas 22% de previsões.
A maior diferença entre os dois candidatos foi verificada em 8 de julho, quando Lula tinha 40% a mais de expectativas de vitória do que o candidato do PL. Em dois meses, essa diferença foi reduzida de 40% para os atuais 6%.
A Polymarket não é uma pesquisa eleitoral. A plataforma funciona como um mercado de previsão, no qual usuários compram e vendem posições sobre eventos futuros, como as eleições no Brasil.
Em decisão tomada no mês de abril, o governo Lula bloqueou ao menos 27 sites do chamado mercado de previsão, como a Polymarket, por exemplo. O mercado preditivo vinha crescendo no Brasil sem regras específicas e à margem da regulação.
Pesquisa Quaest divulgada nesta terça-feira (9) revela que o senador Flávio Bolsonaro (PL) ultrapassou o presidente Luiz Inácio Lula da Silva nas simulações de segundo turno no estado de Minas Gerais. O levantamento mostra Flávio com 40% das intenções de voto, enquanto Lula marca 37%.
O resultado auferido pela Quaest revela uma mudança de rumos em Minas Gerais, estado que é considerado um fator-chave para quem quer vencer uma disputa presidencial. Desde a primeira eleição direta para presidente após o fim do regime militar, em 1989, o candidato que venceu a disputa nacional também saiu vitorioso no estado.
Na pesquisa anterior, Flávio Bolsonaro estava na segunda colocação, com 35%, enquanto Lula liderava o cenário de segundo turno com 38%. Desde a pesquisa de agosto até esta mais recente, Flávio Bolsonaro cresceu cinco pontos percentuais, enquanto o líder petista caiu um ponto.
Para reverter essa queda em Minas, o PT local quer que o presidente Lula participe de mais eventos no estado. A presidente do PT mineiro, deputada estadual Leninha, disse ao site Metrópoles que a disputa é como uma “final de Libertadores” e que o líder petista deve retornar mais duas vezes ao estado para tentar reverter a situação.
“Não tem jogo fácil, não tem ‘já ganhou’. Tem que jogar sério, tem que ter estratégia, pois cada minuto conta. Na política, isso não é diferente. Nosso time do Lula está mobilizado e vamos fazer com que nossos materiais de campanha cheguem a todas as regiões de Minas. Vamos marcar presenças em todos os municípios mineiros!”, afirmou a dirigente petista.
A pesquisa Quaest foi contratada pela Globo e ouviu 1.506 eleitores com 16 anos ou mais entre os dias 4 e 7 de setembro. O levantamento tem nível de confiança de 95% e margem de erro de três pontos percentuais para mais ou para menos. A pesquisa foi registrada na Justiça Eleitoral sob o número MG-04716/2026.
O empresário Antonio Carlos Freixo Junior, conhecido como Mineiro, detalhou à Procuradoria-Geral da República (PGR) a realização de sete repasses financeiros, sob o formato de "subscrições de cotas", para o fundo Havengate, sediado nos Estados Unidos. O fundo é apontado como responsável pelo financiamento do filme "Dark Horse", produção sobre o ex-presidente Jair Bolsonaro.
Segundo informações apuradas pelo g1, os repasses ocorreram entre janeiro e setembro de 2025 e totalizaram US$ 12,333 milhões (o equivalente a cerca de R$ 62,8 milhões na cotação de setembro de 2025). As operações teriam sido efetuadas por meio da empresa Entre Investimentos, a pedido do ex-dono do extinto Banco Master, Daniel Vorcaro.
A subscrição de cotas consiste na emissão de novas frações por um fundo para ampliação do seu patrimônio mediante investimento. Conforme o depoimento do delator, os recursos haviam sido solicitados a Vorcaro pelo senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ), atual candidato à Presidência da República.
Em seu relato, Freixo Jr. afirmou que Vorcaro o procurou via aplicativo de mensagens entre o final de 2024 e o início de 2025 para solicitar os envios. A intenção inicial do ex-banqueiro previa a transferência de aproximadamente US$ 24 milhões divididos em mais de dez operações, até janeiro de 2026. Contudo, apenas sete transações foram concluídas antes da primeira prisão de Vorcaro, ocorrida em novembro de 2025.
O candidato à Presidência da República Flávio Bolsonaro (PL) estará na Bahia no próximo dia 17, quinta-feira, para cumprir agenda de campanha em Vitória da Conquista. A programação, anunciada pelo candidato ao Senado e presidente do PL na Bahia, João Roma, terá carreata e ato político com lideranças e apoiadores.
A previsão é que Flávio desembarque no aeroporto de Vitória da Conquista às 10h, onde será recebido por Roma, além de lideranças políticas, apoiadores e candidatos do PL. Na sequência, a comitiva seguirá em carreata pelas ruas da cidade até o Estádio Municipal Lomanto Júnior, o Lomantão, no bairro Candeias, onde acontecerá a concentração do ato.
A passagem por Vitória da Conquista marca uma nova agenda da campanha presidencial de Flávio na Bahia nesta reta final das eleições. A cidade, considerada estratégica para a mobilização do grupo no estado, já foi palco de grandes manifestações de apoio ao ex-presidente Jair Bolsonaro e agora recebe Flávio como candidato à Presidência.
Presidente estadual do PL, Roma destacou a expectativa para a mobilização e a importância da Bahia para a campanha presidencial. "Vamos receber Flávio na Bahia com muita energia e mostrar que existe uma força enorme de brasileiros e baianos que querem um país que volte a avançar, com segurança, liberdade e oportunidade. Vitória da Conquista vai dar mais uma demonstração dessa força", afirmou Roma.
Pesquisa Meio/Ideia divulgada nesta quarta-feira (9) mostra um cenário de empate entre os dois principais postulantes à presidência da República. O levantamento mostra o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e o senador Flávio Bolsonaro (PL) com 46% cada um na simulação de segundo turno.
Segundo o levantamento, Lula também aparece empatado tecnicamente com o candidato Ronaldo Caiado (PSD), considerando a margem de erro de 2,5 pontos percentuais, para mais ou para menos. Nesta simulação, Lula tem 46%, enquanto o ex-governador de Goiás aparece com 42%.
Confira abaixo as simulações de segundo turno da pesquisa Meio/Ideia:
Lula (PT) 46% x 46% Flávio Bolsonaro (PL)
Lula (PT) 46% x 42% Ronaldo Caiado (PSD)
Lula (PT) 46% x 40,9% Augusto Cury (Avante)
Lula (PT) 46% x 38% Zema (Novo)
Lula (PT) 46% x 40,3% Renan Santos (Missão)
O instituto Meio/Ideia também apresentou um cenário de intenções de voto em primeiro turno. Neste recorte, o presidente Lula aparece na frente, mas em situação de empate técnico com Flávio Bolsonaro, liderando por 38,4% contra 37,3%.
Veja abaixo como ficou a simulação de primeiro turno:
Lula (PT) - 38,4%
Flávio Bolsonaro (PL) - 37,3%
Augusto Cury (Avante) - 6,6%
Renan Santos (Missão) - 4%
Ronaldo Caiado (PSD) - 4%
Romeu Zema (Novo) - 1,5%
Pablo Marçal (PRTB) - 1,5%
Samara Martins (UP) - 0,7%
Rui Costa Pimenta (PCO) - 0,4%
Veterinário Wilson Grassi (Democrata) - 0,2%
Hertz Dias (PSTU) - 0,1%
Clariana Barão (DC) - 0,1%
Edmilson Costa (PCB) - 0,1%.
Ninguém/branco/nulo - 2,5%
Não sabe - 2,8%.
Foram ouvidos 1.500 eleitores, por telefone, entre os dias 4 e 7 de setembro. A margem de erro é de 2,5 pontos percentuais, para mais ou para menos. O nível de confiança é de 95%. O levantamento, feito com recursos próprios, foi registrado no TSE (Tribunal Superior Eleitoral) sob o protocolo BR-07935/26.
O conjunto de veículos de comunicação responsável pela organização do projeto "O Momento da Decisão" anunciou, nesta terça-feira (8), o cancelamento dos debates eleitorais com candidatos à Presidência da República e ao Governo de São Paulo, que estavam programados para os dias 14 e 18 de setembro, respectivamente.
A decisão foi tomada após o encerramento do prazo de confirmação estabelecido pelo grupo, fixado para o dia 7 de setembro. No cenário nacional, a ausência de confirmação das candidaturas de Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e de Flávio Bolsonaro (PL) inviabilizou a realização do encontro presidencial.
Antes do cancelamento, quatro campanhas haviam confirmado presença no debate para a Presidência da República: Augusto Cury (Avante), Renan Santos (Missão), Ronaldo Caiado (PSD) e Romeu Zema (Novo). Já para o debate do Governo de São Paulo, a candidatura de Fernando Haddad havia confirmado participação. Em nota, o pool agradeceu às equipes e aos candidatos que aceitaram o convite.
Considerada a maior união de veículos de imprensa no país para a promoção de debates eleitorais nestas eleições, a parceria O Momento da Decisão reúne 11 empresas: CNN Brasil, Exame, Metrópoles, Nova Brasil FM, Rádio Itatiaia, RedeTV!, Rede Vida, SBT, SBT News, Terra e VEJA+ TV.
Em comunicado oficial, o grupo reiterou a convicção de que os debates são instrumentos centrais no processo democrático, por permitirem o confronto direto de ideias e propostas sob as mesmas regras e garantias de contraditório. Os veículos reafirmaram ainda o compromisso de manter uma cobertura plural, ampla e independente ao longo do período eleitoral.
A mais recente pesquisa BTG/Nexus, divulgada nesta terça-feira (8), mostrou que, no espaço de três semanas, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva saiu de uma posição em que ganhava do candidato Flávio Bolsonaro por três pontos percentuais no segundo turno para uma situação em que ficou atrás do senador do PL por 1%.
Na pesquisa BTG/Nexus divulgada no dia 17 de agosto, o presidente Lula vencia Flávio Bolsonaro por 47% a 44% no cenário de segundo turno. O levantamento divulgado hoje mostra uma inversão na disputa, com Flávio liderando por 46% a 45% de Lula, uma situação de empate técnico.
A queda do presidente Lula pode ser explicada por perdas mais acentuadas entre as mulheres, os eleitores até 40 anos, pessoas que estudaram até o ensino fundamental e recebem menores salários, além de uma redução significativa nas regiões Norte e Centro-Oeste.
Já Flávio Bolsonaro fez o caminho inverso, melhorando sua votação entre as mulheres, junto aos mais jovens, aos que dizem professar outras religiões que não a católica e a evangélica, em meio a quem ganha de um a dois salários mínimos e com disparada nas regiões Sul, Norte e Centro-Oeste.
Confira abaixo uma comparação da estratificação das intenções de voto tanto em Lula quanto em Flávio Bolsonaro, primeiro com números da pesquisa BTG/Nexus de 17 de agosto e depois nesta mais recente, divulgada hoje, no cenário de disputa em segundo turno:
Lula
Mulheres - 53% > 48%
Homens - 41% > 41%
16 a 24 anos - 46% > 40%
25 a 40 anos - 43% > 36%
41 a 59 anos - 46% > 49%
60 anos ou mais - 54% > 51%
Ensino fundamental - 60% > 54%
Ensino médio - 39% > 38%
Ensino superior - 41% > 43%
Católicos - 52% > 50%
Evangélicos - 34% > 31%
Outras religiões - 38% > 52%
Sem religião - 59% > 51%
Até 1 SM - 58% > 53%
De 1 SM a 2 SM - 59% > 49%
De 2 SM a 5 SM - 40% > 42%
Mais de 5 SM - 41% > 38%
Norte/Centro-Oeste - 47% > 38%
Nordeste - 63% > 59%
Sudeste - 41% > 45%
Sul - 36% > 26%
Flávio Bolsonaro
Mulheres - 38% > 41%
Homens - 51% > 51%
16 a 24 anos - 41% > 53%
25 a 40 anos - 47% > 53%
41 a 59 anos - 46% > 41%
60 anos ou mais - 40% > 39%
Ensino fundamental - 34% > 37%
Ensino médio - 50% > 51%
Ensino superior - 49% > 49%
Católicos - 41% > 43%
Evangélicos - 59% > 58%
Outras religiões - 45% > 37%
Sem religião - 26% > 32%
Até 1 SM - 33% > 33%
De 1 SM a 2 SM - 31% > 40%
De 2 SM a 5 SM - 51% > 50%
Mais de 5 SM - 52% > 53%
Norte/Centro-Oeste - 46% > 53%
Nordeste - 29% > 32%
Sudeste - 49% > 44%
Sul - 57% > 65%
A pesquisa BTG/Nexus ouviu 2.000 eleitores, por telefone, entre 4 e 7 de setembro. O levantamento, contratado pelo banco BTG Pactual, tem margem de erro de dois pontos percentuais, para mais ou para menos, com nível de confiança de 95%. O registro no TSE (Tribunal Superior Eleitoral) é BR-0690/2026.
O escritor Augusto Cury (Avante), que nos últimos 21 dias saltou de apenas 1% nas simulações de primeiro turno para 9%, conforme revela a pesquisa divulgada nesta terça-feira (8) pela BTG/Nexus, teve seu crescimento sustentado principalmente por variações maiores entre as mulheres, eleitores de 25 a 40 anos, estudantes de ensino médio, pessoas que ganham mais de cinco salários mínimos e que moram na região Nordeste.
Além de subir e consolidar sua posição como terceiro colocado no primeiro turno, Augusto Cury também passou a derrotar o presidente Luiz Inácio Lula da Silva no cenário de segundo turno. A pesquisa BTG/Nexus revelou que Cury chegou a 45% na disputa de segundo turno, enquanto Lula marcou 43%, a primeira vez que um outro candidato que não Flávio Bolsonaro vence o líder petista.
A 13ª rodada da pesquisa BTG/Nexus mostrou também que o escritor Augusto Cury desponta em primeiro lugar como segunda opção de candidato a presidente nas respostas dos eleitores. Cury marcou 20%, à frente de Flávio (17%), Caiado (12%), Lula (10%), Renan Santos (7%), Zema (6%), Samara Martins (2%), Edmilson Costa (2%) e demais candidatos com 1%.
Augusto Cury viu ainda sua candidatura crescer na menção espontânea dos eleitores, quando nenhuma lista é apresentada aos entrevistados. Na pesquisa BTG/Nexus divulgada em 17 de agosto, o escritor não marcava sequer 1% de menções, enquanto no levantamento divulgado nesta terça, ele alcançou um total de 6% no cenário espontâneo.
Confira abaixo uma comparação da estratificação do voto no escritor Augusto Cury, primeiro com números da pesquisa BTG/Nexus de 17 de agosto e depois nesta mais recente, divulgada hoje, no cenário de disputa em primeiro turno:
Feminino - 3% > 10%
Masculino - 1% > 7%
16 a 24 anos - 1% > 10%
25 a 40 anos - 3% > 14%
41 a 59 anos - 2% > 7%
60 anos ou mais - 2% > 4%
Ensino fundamental - 2% > 5%
Ensino médio - 2% > 11%
Ensino superior - 4% > 11%
Católicos - 2% > 8%
Evangélicos - 2% > 10%
Outras religiões - 4% > 12%
Sem religião - 2% > 12%
Até 1 SM - 2% > 8%
De 1 SM a 2 SM - 5% > 6%
De 2 SM a 5 SM - 2% > 9%
Mais de 5 SM - 1% > 12%
Norte/Centro-Oeste - 2% > 7%
Nordeste - 1% > 11%
Sudeste - 3% > 9%
Sul - 3% > 8%
A pesquisa BTG/Nexus ouviu 2.000 eleitores, por telefone, entre 4 e 7 de setembro. O levantamento, contratado pelo banco BTG Pactual, tem margem de erro de dois pontos percentuais, para mais ou para menos, com nível de confiança de 95%. O registro no TSE (Tribunal Superior Eleitoral) é BR-0690/2026.
A mais nova rodada da pesquisa BTG/Nexus, divulgada nesta terça-feira (8), mostra que o candidato Flávio Bolsonaro (PL) subiu um ponto desde o último levantamento na simulação de segundo turno, enquanto o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) caiu um ponto no mesmo período. Com essa movimentação, Flávio passou a liderar a disputa no segundo turno, vencendo Lula por 46% a 45%.
O resultado mostra uma inversão na liderança nos cenários de primeiro turno, já que, na pesquisa anterior, era Lula quem vencia Flávio Bolsonaro por 46% a 45%. Mas como o levantamento tem margem de erro de dois pontos percentuais, a situação segue considerada como empate técnico.
Também no cenário de primeiro turno o presidente Lula caiu um ponto, embora siga liderando com boa distância do senador Flávio Bolsonaro. A pesquisa BTG/Nexus consolida ainda o crescimento do candidato Augusto Cury, como outras sondagens de diferentes institutos já constataram.
Confira abaixo a simulação de primeiro turno do BTG/Nexus, com e sem o candidato Pablo Marçal, que tem sua candidatura sub judice.
Cenário 1
Lula (PT): 38% (eram 39% em 31 de agosto)
Flávio Bolsonaro (PL): 35% (eram 33%)
Augusto Cury (Avante): 9% (eram 11%)
Ronaldo Caiado (PSD): 4% (eram 5%)
Renan Santos (Missão): 4% (eram 3%)
Romeu Zema (Novo): 1% (era 1%)
Samara Martins (UP): 1% (era 1%)
Rui Costa Pimenta (PCO): 1% (era 0%)
Nenhum/Branco/Nulo: 3%
Não sabe/Não respondeu: 2%
Cenário 2 (com Pablo Marçal, que está inelegível)
Lula (PT): 39% (eram 37%)
Flávio Bolsonaro (PL): 34% (eram 31%)
Augusto Cury (Avante): 9% (eram 11%)
Ronaldo Caiado (PSD): 4% (eram 6%)
Renan Santos (Missão): 4% (eram 3%)
Pablo Marçal (PRTB): 3% (eram 3%) (inelegível)
Romeu Zema (Novo): 2% (eram 2%)
Samara Martins (UP): 1% (era 1%)
Nenhum/Branco/Nulo: 3% (eram 3%)
Não sabe/Não respondeu: 1% (eram 2%)
Veja abaixo o resultado da pesquisa espontânea, sem a apresentação de uma lista de nomes ao entrevistado:
Lula (PT): 39%
Flávio Bolsonaro (PL): 31%
Augusto Cury (Avante): 6%
Renan Santos (Missão): 4%
Ronaldo Caiado (PSD): 2%
Romeu Zema (Novo): 1%
Outros: 1%
Nenhum/Branco/Nulo: 6%
Não sabe/Não respondeu: 11%
Nas simulações de segundo turno, a pesquisa BTG/Nexus traçou cinco cenários, todos eles com Lula contra outros candidatos. Confira abaixo os resultados:
Flávio 46% x 45% Lula
Augusto Cury 45% x 43% Lula
Lula 46% x 43% Ronaldo Caiado
Lula 47% x 40% Romeu Zema
Lula 47% x 39% Renan Santos
A pesquisa BTG/Nexus ouviu 2.000 eleitores, por telefone, entre 4 e 7 de setembro. O levantamento, contratado pelo banco BTG Pactual, tem margem de erro de dois pontos percentuais, para mais ou para menos, com nível de confiança de 95%. O registro no TSE (Tribunal Superior Eleitoral) é BR-0690/2026.
O senador e candidato à Presidência da República, Flávio Bolsonaro (PL), visitará Salvador no próximo dia 17 de setembro. A informação foi divulgada pelo deputado estadual Leandro de Jesus (PL) durante um ato bolsonarista no Farol da Barra. A agenda do senador ainda está sendo definida, mas a expectativa é que a visita ajude a mobilizar seus apoiadores na Bahia.
Durante o ato, bandeiras associando Flávio Bolsonaro ao ex-prefeito ACM Neto (União Brasil) chamaram a atenção, apesar de Neto já ter afirmado que não dividirá palanque com o candidato do PL. A visita de Flávio ocorre em um momento delicado para o PL na Bahia, em que candidatos locais expressam descontentamento com a falta de apoio à campanha presidencial.
Além disso, Flávio entende que precisa fortalecer sua presença em um estado onde o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) ganha com ampla vantagem. Recentes pesquisas indicam que Lula lidera com 52,8% das intenções de voto na Bahia, enquanto Flávio tem apenas 24,4%.
A visita também poderá incluir uma carreata e, possivelmente, uma extensão da agenda para Feira de Santana, o segundo maior município do estado. A mobilização é vista como crucial para aumentar a visibilidade da candidatura de Flávio em uma região estratégica para as eleições de 2026.
A situação interna do PL na Bahia, sob a liderança do ex-ministro João Roma, que também é candidato ao Senado, tem gerado tensões entre os membros do partido, que pedem maior empenho na promoção da candidatura presidencial de Flávio.
De forma paralela aos desfiles de 7 de setembro que ocorrem nesta segunda-feira (7), dois atos organizados pela oposição ao governo Lula (PT) protestam contra o presidente e contra o ministro do STF (Supremo Tribunal Federal) Alexandre de Moraes em Brasília.
Um dos protestos acontece em frente ao prédio do Banco Central, enquanto o outro é realizado no estacionamento da Funarte. Ambos os locais ficam no Plano Piloto da capital.
Os manifestantes cantam o hino nacional e pedem a saída de Lula e de Moraes.Também criticam o presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União Brasil-AP), por não pautar o impeachment do integrante do Supremo.
Os atos foram convocados por políticos como Eduardo Girão (Novo-CE), candidato a vice-presidente na chapa de Romeu Zema (Novo), e pela deputada Bia Kicis (PL-DF), candidata ao Senado.
A principal manifestação da oposição está prevista para ocorrer durante a tarde na avenida Paulista, em São Paulo, com o candidato à Presidência Flávio Bolsonaro (PL).
Curtas do Poder
Pérolas do Dia
Luiz Inácio Lula da Silva
"A ONU está falhando em uma das suas missões mais elevadas, a de livrar o mundo, a humanidade, do flagelo da guerra. Sua credibilidade nunca esteve tão baixa. Sua capacidade de proteger os mais vulneráveis, os que não têm exército, nem arsenais, nunca foi tão pequena".
Disse o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) ao discursar na abertura da 81ª Assembleia Geral da Organização das Nações Unidas (ONU). Lula falou de sua indignação diante de um cenário internacional conturbado, e disse que a ONU está falhando em evitar as guerras, mortes e destruição.