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Artigos

Nilson Araújo
O novo perfil do corretor de imóveis e os caminhos para um mercado cada vez mais profissional
Foto: Divulgação

O novo perfil do corretor de imóveis e os caminhos para um mercado cada vez mais profissional

Em agosto, quando celebramos o Dia Nacional do Corretor de Imóveis (dia 27), é importante olhar para além da data comemorativa e refletir sobre as transformações que vêm moldando a profissão e o próprio mercado imobiliário. O corretor de hoje já não é apenas o profissional responsável por aproximar comprador e vendedor. Ele precisa estar preparado para interpretar dados, compreender tendências, utilizar novas tecnologias, produzir conteúdo, construir relacionamentos e, sobretudo, oferecer uma experiência cada vez mais qualificada ao cliente.

Multimídia

Angelo Coronel rejeita ideia de Senado como “puxadinho” do Planalto e diz que não será “chapa-branca” de presidentes

Angelo Coronel rejeita ideia de Senado como “puxadinho” do Planalto e diz que não será “chapa-branca” de presidentes
Durante entrevista ao podcast Projeto Prisma, do projeto Vota BN, nesta segunda-feira (24), o senador Angelo Coronel (Republicanos) afirmou que o Senado Federal não pode atuar como um "puxadinho" do Poder Executivo e declarou que não pretende exercer um mandato "chapa-branca" para o governo de plantão.

Entrevistas

Entrevista Exclusiva: Ministra Rachel Barros detalha ações do MIR para a população negra

Entrevista Exclusiva: Ministra Rachel Barros detalha ações do MIR para a população negra
Nesta segunda-feira (10), a ministra da Igualdade Racial, Rachel Barros, esteve em Salvador para participar do Colóquio Internacional Cultura, Relações Exteriores, Desenvolvimento e Reparação. O evento, que acontece nas cidades de Salvador e Cachoeira, integra as celebrações pelos 25 anos de fundação do FENEBA e desdobra as discussões iniciadas no 9º Congresso Panafricano, sediado em Lomé, no Togo.

documentario

Bruno Barreto revela bastidores de documentário sobre Michel Temer e explica escolha por filme sem narrador
Foto: André Carvalho/BN Hall

O diretor Bruno Barreto revelou detalhes da produção de “963 Dias — A história de um presidente que recolocou o Brasil nos trilhos”, documentário sobre os 963 dias de Michel Temer à frente da Presidência da República. O cineasta esteve em Salvador nesta sexta-feira (14) para a sessão especial do filme, realizada no Shopping da Bahia, e conversou com a imprensa sobre o projeto.

 

Uma das escolhas de Barreto foi deixar a obra sem narrador. O diretor explicou que a decisão buscou permitir que os próprios entrevistados conduzissem a narrativa, sem que uma voz externa apresentasse um único ponto de vista sobre os acontecimentos retratados. “Não tem narrador, ao contrário da maioria. Esse não tem, porque o narrador sempre dá um partido, dá um ponto de vista. Eu queria que as entrevistas falassem por si só”, explicou.

 

A construção do filme levou cerca de dois anos de entrevistas. Barreto trabalhou ao lado de Elsinho Mouco e Maurício Magalhães para reunir depoimentos de diferentes pessoas que acompanharam ou analisaram o governo Temer, entre 2016 e 2019.

 

A proposta, segundo o diretor, surgiu do desejo de estimular uma análise sobre o período e sobre as transformações políticas ocorridas no país a partir daquele momento. Barreto considera o governo Temer um período marcado pela busca do consenso e questiona as razões pelas quais a gestão recebeu oposição de diferentes setores políticos.

 

“Eu queria fazer um convite à reflexão sobre o último governo que buscou o consenso. A Nova República se encerra com o governo Temer (…) Eu fiquei intrigado. Por que esse governo que estava arrumando a casa foi implodido tanto pela direita quanto pela esquerda?”, questionou.

 


Foto: André Carvalho/BN Hall

 

Para o cineasta, os depoimentos reunidos no documentário permitem que diferentes perspectivas sejam apresentadas sem que a produção determine uma interpretação única. A proposta também se relaciona, segundo ele, ao atual momento político brasileiro.

 

“Eles refletem sobre o que está acontecendo. Eu acho que o que mais precisamos, sobretudo agora, nessa época de eleição, é refletir. Precisamos votar com a cabeça e não com o fígado”, defendeu.

 

A sessão especial em Salvador foi promovida pela Associação Comercial da Bahia (ACB) em parceria com o BN Hall, coluna social do Bahia Notícias, e integrou a agenda comemorativa pelos 215 anos da instituição. 

 

Com 50 anos de carreira, Bruno Barreto acumula 20 filmes dirigidos, entre eles “Dona Flor e Seus Dois Maridos” (1978) e “O Que É Isso, Companheiro?”, indicado ao Oscar de Melhor Filme Estrangeiro em 1998.

 

“963 Dias” tem estreia oficial prevista para setembro, em dez capitais brasileiras, ainda não divulgadas. O documentário também deve chegar às plataformas de streaming no segundo semestre deste ano.

 

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Temer defende legado administrativo, alerta para crise fiscal e prega pacificação em exibição de documentário
Foto: Bahia Notícias

Durante o evento de exibição especial do documentário “963 Dias - A história de um presidente que recolocou o Brasil nos trilhos”, na capital baiana, o ex-presidente Michel Temer avaliou o legado de sua gestão, relembrou polêmicas e analisou o atual cenário político e econômico brasileiro, utilizando a ocasião para defender o debate de ideias em detrimento dos ataques pessoais.

 

Avaliando seus dois anos e meio de mandato, Temer afirmou que um dos principais méritos de seu governo foi devolver "uma certa tranquilidade no país", apesar de enfrentar "uma oposição muito acentuada". Destacou o avanço de reformas fundamentais que permitiram "reduzir a inflação, reduzir os juros e recuperar o produto interno bruto, assim como recuperar as estatais".

 

O ex-presidente frisou que a obra audiovisual "não é chapa branca" e que "não era para me elogiar, mas apenas para contar os fatos". Ele pontuou, contudo, que o documentário acabou deixando de fora medidas importantes iniciadas em sua gestão, como a primeira medida de saneamento e o Pix, que "foi gestado com Ilan [Goldfajn] no Banco Central" e aplicado posteriormente.

 

POLÊMICA MINISTÉRIO DA CULTURA

Questionado sobre a extinção temporária do Ministério da Cultura em seu governo, Temer explicou o contexto da decisão: "O que nós pensávamos era reduzir o número de ministérios. Eram quase 40 ministérios, nós reduzimos na época a 23".

 

A ideia original era fundir a pasta à Educação, mas o ex-mandatário admitiu o erro estratégico. "Eu verifiquei logo em seguida, pela reação de artistas e de toda a área da cultura, que não foi uma boa medida administrativa", declarou. "Logo em seguida eu recuperei o Ministério da Cultura, até porque eu sou sempre fui um cultor da arte, um cultor do livro, um cultor da música."

 

ALERTA FISCAL E FUTURO POLÍTICO

Temer demonstrou grande preocupação com o controle de gastos públicos. Criticando a flexibilização do teto de gastos que ele mesmo havia instituído, deixou um alerta incisivo para o próximo gestor do país: "Quem assumir, seja o eleito ou reeleito, vai ter que fazer um ajustamento fiscal pesadíssimo. Vai pegar com essas tais bondades eleitorais todas que se verificaram ao longo do período". Segundo ele, a falta de um teto rígido resultará em "um problema seríssimo no próximo governo".

 

Sobre a polarização nas próximas eleições presidenciais, ele avaliou que existe hoje uma "radicalização já muito corporificada, muito estratificada", mas lembrou que "eleição é uma coisa sempre muito surpreendente" devido ao "chamado imponderável". Temer argumentou que o documentário sobre sua gestão serve para inspirar "uma certa tranquilização do país, uma certa pacificação", reforçando a "ideia de que o debate é entre programas, projetos, temas, e não debates pessoais".

 

FORÇA NAS PREFEITURAS 

Analisando o tamanho do MDB no cenário atual, o ex-presidente admitiu que o partido "diminuiu um pouco no Congresso Nacional", mas destacou a sua sustentação nas bases: "É o segundo maior partido na questão dos prefeitos [...] tem uma capilaridade muito grande no país".

 

Evitando opinar sobre o cenário estadual baiano ("não posso dar palpite aqui no estado"), Temer fez questão de enaltecer sua relação com ACM Neto, chamando-o de "um grande parceiro" de longa data: "Sempre me auxiliou muitíssimo naquele período, tenho muito apreço por ele". Por fim, questionado sobre sua relação atual com a ex-presidente Dilma Rousseff e o ex-deputado Eduardo Cunha, foi categórico: "Eu não tive mais contato com eles [...] desde que saí da vida pública".

ACB reúne convidados em estreia do filme de Michel Temer em Salvador; veja fotos
Foto: Tati Freitas/Bahia Notícias

A exibição especial do documentário “963 Dias — A história de um presidente que recolocou o Brasil nos trilhos”, sobre a trajetória de Michel Temer na Presidência da República, reuniu, nesta sexta-feira (14), empresários, autoridades e nomes ligados à produção do filme no Shopping da Bahia. A sessão integra a programação pelos 215 anos da Associação Comercial da Bahia (ACB).

 

O ex-presidente chegou acompanhado da presidente da ACB, Isabela Suarez, do diretor do documentário, Bruno Barreto, e do ex-prefeito de Salvador Antônio Imbassahy. Na chegada, foi recepcionado pelo empresário Ricardo Luzbel e pelo produtor executivo do filme, Maurício Magalhães, além de outros convidados.

 

Também estiveram presentes no evento nomes como o presidente da Saltur, Isaac Edington; a irmã da presidente da ACB, Ana Paula Suarez, acompanhada do marido, Guilherme Travisani; e o superintendente do Shopping da Bahia, Wilton Oliveira.

 

A programação é realizada pela ACB em parceria com o BN Hall e marca a passagem de Temer pela capital baiana para a exibição do longa, que reconstrói os 963 dias de seu governo, entre 2016 e 2018.

 

Após a sessão, a agenda segue com um almoço para convidados no Restaurante Amado, onde Michel Temer participa de uma palestra voltada a empresários e lideranças.

 

REALIZAÇÃO

A agenda comemorativa pelos 215 anos da Associação Comercial da Bahia (ACB) é promovida em parceria com o BN Hall, coluna do Bahia Notícias, e conta com patrocínio do Grupo Prima, Hospital da Obesidade e Essencis BA. A programação também tem apoio da Prefeitura de Salvador, da Câmara Municipal de Salvador, da Federação das Indústrias do Estado da Bahia (FIEB) e do Sebrae.


 

 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 

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Maurício Magalhães destaca importância do filme “963 Dias” e fala sobre futuro do cinema baiano
Foto: Júlia Estrela / BN Hall

O documentário “963 Dias”, que revisita os 963 dias de Michel Temer à frente da Presidência da República, ganha uma exibição especial em Salvador nesta sexta-feira (14), com a presença do ex-presidente. Com produção executiva do baiano Maurício Magalhães, a sessão integra a programação comemorativa pelos 215 anos da Associação Comercial da Bahia (ACB), no UCI Orient Delux, no Shopping da Bahia.

 

Em entrevista ao BN Hall, o produtor executivo do filme destacou a importância da produção ao revisitar um período marcante da história política brasileira. “A importância de trazer, nesse momento tão sensível do país, um filme que fala da vida desse presidente que, incrivelmente, fez coisas maravilhosas e, dez anos depois, está sendo uma das personalidades mais importantes e influentes do país”, afirmou.

 

 

Maurício também aproveitou a ocasião para defender uma retomada do protagonismo da Bahia no cinema nacional. “Da terra de Glauber Rocha, de Orlando Sena, de Paula Ribeiro e tantos outros, a gente tem um cinema que murchou. Pernambuco está dando um show, o Ceará está dando um show, e a Bahia precisa recuperar esse protagonismo pela criatividade, pela história, pela cultura e pela arte de cinema que a gente tem”, disse.

 

Sobre a construção do documentário, o produtor ressaltou a liberdade dada ao diretor Bruno Barreto para conduzir a narrativa. “Foi um trabalho de muita equipe. O Bruno Barreto teve toda a liberdade para falar da vida, da obra e do governo do presidente Temer. Ele é um democrata e até brinca que deu toda a liberdade. Não é um filme de chapa branca, mas deixa um registro maravilhoso da história”, afirmou.

 

“963 Dias” reúne depoimentos de nomes da política, do Judiciário, da economia e do jornalismo para reconstituir os 963 dias em que Temer esteve à frente da Presidência da República, entre 2016 e 2018. A produção também aborda acontecimentos que marcaram o cenário político e econômico brasileiro no período.

 

 

Após a sessão, Temer participa de um almoço de adesão no Restaurante Amado, onde fará uma palestra para empresários, lideranças e convidados. O encontro terá como temas os desafios da política, da economia e do ambiente institucional brasileiro.

 

REALIZAÇÃO

A agenda comemorativa pelos 215 anos da Associação Comercial da Bahia (ACB) é promovida em parceria com o BN Hall, coluna do Bahia Notícias, e conta com patrocínio do Grupo Prima, Hospital da Obesidade e Essencis BA. A programação também tem apoio da Prefeitura de Salvador, da Câmara Municipal de Salvador, da Federação das Indústrias do Estado da Bahia (FIEB) e do Sebrae.

 

 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 

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Em lançamento de filme sobre Temer, Isaac Edington destaca crescimento de Salvador como pólo audiovisual 
Foto: Bahia Notícias

O presidente da Empresa Salvador Turismo (Saltur), Isaac Edington compareceu, nesta sexta-feira (14), ao evento de exibição especial do documentário “963 Dias - A história de um presidente que recolocou o Brasil nos trilhos” em Salvador e avaliou que a escolha da cidade para receber o evento é uma demonstração do crescimento soteropolitano no ramo audiovisual. 

 

A sessão é exclusiva para convidados, incluindo o próprio ex-presidente Michel Temer, e integra a programação de homenagens promovida pela Associação Comercial da Bahia (ACB), em celebração aos 215 anos da entidade. A programação tem como anfitriã a empresária e advogada Isabela Suarez, presidente da ACB, e é realizada em parceria com o BN Hall, coluna do Bahia Notícias.

 

Salvador é a segunda cidade a receber uma exibição especial do longa, após a sessão para convidados realizada em São Paulo, em junho.

 

Em entrevista ao BN, Edington diz que o evento é um marco para a cidade. “Eu acho que foi uma escolha extraordinária. Até porque é importante ressaltar que a gente tem um baiano, nosso querido o Maurício Magalhães, prata da casa, que teve o privilégio não só de ser protagonista na realização desse projeto, mas também por trazer essa iniciativa aqui para Salvador, sendo como hub para espalhar essa iniciativa para o mundo”, avalia. 

 

Dirigido por Bruno Barreto e com produção executiva de Maurício Magalhães, o documentário reconstrói os bastidores dos 963 dias do governo Temer, entre 2016 e 2018, a partir de entrevistas com personagens que acompanharam o período.

 

Ele completa dizendo que “Salvador, inclusive, tem se destacado hoje na produção audiovisual e sem sombra de dúvida, essa iniciativa vai contribuir ainda mais para estimular a produção local”, finaliza.

Marisa Monte não descarta retorno dos Tribalistas: "Vai além da gente e faz parte das nossas histórias"
Foto: Instagram

Marisa Monte não descarta o retorno dos Tribalistas em um futuro próximo. Com o lançamento do documentário 'O Baú da Hora Fértil', de Dora Jobim, que acompanha o processo criativo do trio, a artista respondeu a uma dúvida do público e um desejo, ver "Arnaldo, Carlinhos e Zé" novamente nos palcos.

 

Ao ser questionada por Pedro Bial durante a gravação do 'Conversa com Bial' para a Globo sobre um novo projeto do trio, a artista afirmou que não há motivos para não acontecer.

 

"Tribalistas três tá aí. Tá sempre presente. Não há nada que nenhum de nós faça, never again, na vida, no futuro, que não seja os três juntos. É a minha vida", afirmou.

 

Ao longo da entrevista, o trio revelou que ainda há diversas composições que não foram lançadas e músicas que não foram finalizadas entre eles.

 

"Esse encontro da gente, o que a gente produziu junto, o que ainda produzirá, é tão decisivo na vida de cada um de nós. No meu show, no show de Arnaldo, no show de Carlinhos, a gente está presente sempre. E isso que o Carlinhos falou, mesmo na ausência, tá presente, a gente consegue ter a referência, o pensamento, o que o outro ia sentir, ia pensar, a gente está sempre num contato, nem que seja remoto, telepático", disse Marisa.

 

Foto: Victor Pollak/Globo

 

Para a artista, o "tribalismo" é algo intrínseco a eles. "Já é indissociável, Tribalistas é uma coisa que vai além da gente, e que faz parte das nossas histórias, estando juntos ou não".

 

No primeiro semestre de 2027, o público poderá assistir ao documentário 'Tribalistas – O baú da hora fértil', de Dora Jobim. 

 

O longa terá estreia nacional no Canal Curta! no mesmo ano em que o álbum 'Tribalistas', o primeiro do trio, completa 25 anos. Até o momento, os artistas não confirmaram nenhum outro projeto para celebrar o marco.

Tribalistas de volta? Encontro de Marisa, Arnaldo e Brown na TV reacende expectativa de nova turnê
Foto: Victor Pollak/Globo

"Tríade, trinômio, trindade. Trímero, triângulo, trio..." Quase dez anos após o lançamento do último álbum de estúdio dos Tribalistas, Arnaldo, Carlinhos e Zé (Marisa Monte), se reúnem para um outro lançamento relacionado ao grupo, que tem animado os fãs com a possibilidade de um retorno da banda aos palcos.

 

Nesta terça-feira (10), os artistas participam do 'Conversa com Bial' na Globo para divulgar o documentário 'Tribalistas - O Baú da Hora Fértil', que mergulha no universo criativo do trabalho feito por eles desde os anos 2000 e que marcou a MPB.


“O documentário permite ver uma coisa rara: a gênese de uma canção. É um lugar que quase ninguém vê. É um lugar que raramente é registrado. Acho bonito mostrar às pessoas esse lado inicial, como nasce uma canção”, afirma Marisa em um dos trechos da entrevista.

 

 

De acordo com Dora Jobim, que acompanha os Tribalistas desde os primeiros registros do grupo, a ideia das filmagens era apenas documentar a gravação do primeiro disco do trio, no entanto, o material foi se acumulando entre estúdio, sessões de fotos, turnês e novos encontros, o que motivou a diretora a apresentar a história ao público de uma forma diferente, mostrando o processo criativo do trio.

 

O documentário teve pré-estreia na última semana durante o 4º CURTA! Festival e contou com a participação das estrelas do longa. Para o grande público, o projeto só estará disponível no primeiro semestre de 2027. 

 

O reencontro de Marisa Monte, Brown e Arnaldo na TV para a divulgação do documentário animou o público com a possibilidade de um retorno do trio aos palcos com uma turnê especial. 

 

O trio já chegou a cantar junto em algumas ocasiões, como no show 'Axé 40 Brown', em 2025. Brown e Arnaldo chegaram a ser anunciados como participações especiais em um show de Marisa em Fortaleza, no entanto, a apresentação do trio não chegou a acontecer.

 

Em entrevistas ao Bahia Notícias, Carlinhos Brown nunca descartou o retorno do projeto com os grandes amigos. Para o músico, encontro entre ele, Marisa e Arnaldo sempre aconteceu de forma natural, e se tivesse que acontecer novamente em um futuro, assim seria.

 

"Nós somos movidos pela naturalidade e tem um momento que o próprio movimento nos distancia porque todo mundo termina assumindo compromissos até que aquilo aconteça. É claro que a gente vai se reunir, sim, em torno do respeito que a gente tem para compor e isso vai acontecer de uma forma natural, porque uma joia tão bonita, equilibrada, que a gente sempre prefere escutar o que Marisa tem a dizer sobre isso”, contou Brown ao BN em 2024.

 

Foto: Instagram/ @marisamonte

 

Em 2026, Brown e Marisa estiveram juntos em Salvador durante a apresentação da carioca na capital baiana com a turnê 'PHONICA'.

 

Nas redes sociais, a movimentação criada para divulgar a entrevista e o documentário fez com que os fãs sonhassem mais uma vez em ver o trio reunido. "Eu tô sentindo cheiro de turnê", comentou um internauta.

 

"Nos meus sonhos eles vão anunciar uma turnê nesse programa. Tomara que não seja só sonho", disse outra. "Já podem abrir uma turnê de comemoração", pediu mais um.

 

A entrevista com Arnaldo Antunes, Carlinhos Brown e Marisa Monte vai ao ar na Globo após o seriado 'Pablo & Luisão'. 

Documentário mergulha no processo dos Tribalistas e traz ao público registros inéditos de estúdio e turnê
Foto: Divulgação

"Dois homens e uma mulher/ Arnaldo, Carlinhos e Zé", o Tribalismo dos Tribalistas terá um espaço especial no documentário 'O Baú da Hora Fértil'. 

 

A produção dirigida por Dora Jobim e intitulada de 'Tribalistas - O Baú da Hora Fértil' irá mergulhar no universo criativo do trabalho feito por Arnaldo Antunes, Carlinhos Brown e Marisa Monte que resultou na criação de um dos trios mais famosos do país nos anos 2000.

 

Com lançamento previsto para o dia 3 de agosto durante o 4º CURTA! Festival, o longa mergulha no planeta azulzinho dos artistas, mostrando ao público momentos inéditos dos bastidores dos álbuns lançados pelo trio e da construção de suas canções.

 

 

O documentário é da Phonomotor, Kappamakki e Estúdio Morro Dois Irmãos.

 

De acordo com Dora, o projeto nasceu do desejo de registrar a conexão artística entre os três músicos. Marisa Monte pontua que o trabalho de Dora Jobim consegue apresentar ao público um olhar sobre a origem de algumas das músicas que marcaram a carreira do trio.

 

A obra, viabilizada em parceria com o Curta!, chegará ao canal com exclusividade no primeiro semestre de 2027. Antes, no entanto, participa de festivais nacionais e internacionais. 

Documentário baiano 'Cartas Para' com Elisa Lucinda, Paulina Chiziane e Raquel Lima ganha exibição especial em Salvador
Foto: Divulgação

O documentário baiano 'Cartas Para', dirigido por Vânia Lima e produzido pela Têm Dendê Produções, ganha exibições especiais neste mês em celebração ao Julho das Pretas. 

 

A obra passa pela FLIP neste sábado (25) e chega a Salvador na próxima terça-feira (28), às 19h, no Boca de Brasa Cajazeiras.

 

A sessão na capital baiana faz parte do Circuito Mulheres Negras em Movimento 2026, promovido pela Prefeitura de Salvador (SECULT) e OEI via programa Salvador Capital Afro. 

 

A programação inclui ainda a participação da poeta portuguesa Raquel Lima em uma mesa de debate neste domingo (26), no mirante da Casa das Histórias.

 

Após passar pelo Festival do Rio e pela Mostra de São Paulo, o filme revela o cotidiano das autoras transformado por nove cartas trocadas através do Atlântico. Em uma narrativa sobre som, corpo e espiritualidade, as escritoras enfrentam o racismo, o machismo e a xenofobia, abrindo caminhos para o futuro da Língua Portuguesa.

 

"Todo poeta está escrevendo uma carta, um bilhete. Mesmo que seja para si mesmo. Mesmo que seja para o imaginário. Nunca é sem remetente", diz Lucinda.

 

Com produção da Lima Comunicação, parte do Grupo Têm Dendê, “Cartas Para” reúne profissionais do Brasil, Moçambique e Portugal. A equipe conta ainda com Keyti Souza e Taguay Tayussy na produção executiva, Bruno Ramos na direção de produção e Cláudio Antônio na direção de fotografia.

 

O filme foi realizado com recursos do Fundo Setorial do Audiovisual (FSA), via Prodecine/2016 e Suporte Automático, gerido pelo BRDE e Agência Nacional de Cinema (Ancine).

Diretora de documentário sobre Preta Gil revela que projeto surgiu de desejo da cantora: "Queria que fosse original"
Foto: Divulgação

O documentário 'Preta - Eu Não Ando Só', que será lançado pela Globo no próximo dia 20 de julho, data em que marca 1 ano de morte da cantora Preta Gil em decorrência do câncer, chega ao ar como um pedido da artista.

 

Em entrevista à Quem, a diretora artística Mônica Almeida revelou que a ideia de documentar todo esse momento partiu de Preta, para mostrar ao público sua luta contra a doença.

 

“Ela me chamou para conversar em 2023. A vontade era fazer um filme mais íntimo, filmado pelos amigos. Ela queria se filmar, queria que fosse de verdade, original como ela. A gente acompanhou todo esse processo, o filme foi mudando ao longo do tempo, se desenhando conforme o caminho da Preta”, contou Mônica Almeida em entrevista à Quem.

 

Segundo Sandra Kogut, diretora do documentário, a ideia em todo projeot era destacar a essência da cantora. 

 

“O filme coloca a gente muito perto da Preta, na intimidade, e ao mesmo tempo dá a dimensão de quem ela foi. Apesar da doença, tudo na Preta era sobre a vida, a pulsão gigante da vida. Então é um filme que abraça isso, a alegria, a gargalhada, a vontade de viver. E, ao mesmo tempo, ela tinha essa vontade de se mostrar para o mundo de peito aberto. O filme mostra também as dores e as lágrimas”, afirmou.

 

O projeto conta com depoimentos de amigos e familiares de Preta. Entre os convidados estão Ivete Sangalo, Regina Casé, Ana Carolina, Gominho, Francisco Gil, Gilberto Gil e Caetano Veloso.

 

O filme documental "Preta - Eu Não Ando Só" será exibido no dia 20 de julho, na Globo, logo após a novela "Quem Ama Cuida". Já os outros conteúdos da iniciativa 'Quanto Mais Preta Melhor', serão disponibilizados no Globoplay.

"Contar a história dela é um grande desafio", diz diretora de série documental sobre trajetória de Preta Gil
Foto: Reprodução / Instagram @pretagil

A série documental sobre a trajetória de Preta Gil, "Meu Nome é Preta", estreia na segunda-feira (20), marcando um ano desde a morte da artista, com depoimentos de familiares e amigos próximos, como Gilberto Gil, Caetano Veloso, Ivete Sangalo e Regina Casé. A produção é dividida em quatro episódios que serão disponibilizados semanalmente na plataforma de streaming Globoplay, com o primeiro episódio sendo aberto para não assinantes.

 

Com direção de Mini Kerti, a peça refaz a trajetória da cantora pelo ponto de vista de quem esteve próximo a Preta, formando um mosaico afetivo sobre seu legado. Em entrevista para a Globoplay, a diretora da produção não escondeu a emoção que foi trabalhar no projeto. "Eu chorei vários dias, nas filmagens e na ilha de edição. Preta foi muito ela mesma, sob milhares de holofotes e, muitas vezes, incompreendida, o que não é nada simples. Mas, mesmo assim, foi construindo uma rede enorme de afetos. Para mim, contar a história dela é um grande desafio e uma enorme alegria", comenta.

 

Mini Kerti é veterana do audiovisual brasileiro, tendo focado bastante em produções musicais, como o documentário de 2017 "Barão Vermelho: Por que a Gente é Assim?", além da obra "Refavela 40", que revisita o icônico álbum de Gilberto Gil. Além de já ter documentado grandes nomes da música e cultura brasileira, a diretora também já trabalhou como diretora de produção do documentário "Socorro Nobre", de 1995, dirigido por Walter Salles, e como assistente de direção para Walter Lima Jr. no filme "A Ostra e o Vento", de 1997.

 

A obra resgata registros raros, incluindo filmes inéditos em Super 8 da infância da cantora na Bahia, junto com seus pais, Sandra Gadelha e Gilberto Gil, além de imagens emocionantes do seu irmão Pedro Gil, que faleceu em 1990, vítima de um acidente de carro. "Fizemos um recorte que narra sua vida a partir dos acontecimentos marcantes que mudaram seu rumo: a morte do irmão mais velho ainda na adolescência, o primeiro disco em que posou nua na capa, a criação da Noite Preta, depois o Bloco da Preta", explica a diretora.

 

Contrastando com as cenas íntimas de Preta, os arquivos usados dos anos 2000 relembram momentos de embates públicos enfrentados pela cantora, ressaltando seu pioneirismo ao pautar discussões que eram enxergadas como tabus. "A série mostra que Preta Gil nunca teve medo de revelar a sua essência para o mundo. Ela se conectava de forma generosa com as pessoas e se expunha impiedosamente. Ela não criava pautas, ela era a própria pauta", diz Mini Kerti.

 

"Contar sua história é reconhecer a força de quem escolheu viver com autenticidade, mesmo sob julgamento constante, e evidenciar o impacto real que isso teve na cultura e no imaginário coletivo", finaliza a diretora carioca.

Gilberto Gil emociona fãs ao falar sobre Preta Gil em documentário: "Minha menina foi embora"
Foto: Instagram

Um novo trecho do documentário “Preta Gil – Eu Não Ando Só”, feito pela TV Globo, emocionou o público e traz um forte relato de Gilberto Gil sobre a perda da filha.

 

No registro divulgado pela emissora no último domingo (12), no intervalo do 'Fantástico', o baiano fala sobre a dor da ausência da herdeira, que faleceu em julho de 2025 em decorrência de complicações do câncer.

 

"Ela morreu quando teve que ir embora e o mundo disse: 'puxa, vida'. Minha menina foi embora. Tenho muita saudade dela", afirmou Gil.

 

O documentário será exibido pela emissora a partir do dia 20 de julho, data em que completa 1 ano da morte de Preta. O conteúdo traz depoimentos de amigos e familiares e imagens inéditas de Preta em seus últimos dias de vida.

 

"Não dá para não passar por tudo que estou passando e não registrar para ajudar pessoas, abrir debates", disse ela em uma das gravações.

 

Além do 'Preta Gil – Eu Não Ando Só', o Globoplay lança a série documental “Meu Nome é Preta”, com quatro episódios, dentro do projeto especial “Quanto Mais Preta Melhor”.

Confira quem esteve no lançamento do teaser do documentário sobre Aleixo Belov em Salvador
Fotos: André Carvalo/BN Hall

As primeiras imagens de “Sem medo do escuro", documentário que retrata a trajetória do navegador Aleixo Belov, foram apresentadas na noite de quarta-feira (9), durante um evento realizado no Museu do Mar Aleixo Belov, em Salvador. A produção reúne imagens inéditas, registros históricos e depoimentos sobre a vida e o legado de um dos principais nomes da navegação brasileira.

 

Produzido por Maycon Nunes, o filme propõe um olhar sobre a trajetória pessoal e profissional de Belov, destacando não apenas suas expedições marítimas, mas também os valores, motivações e a influência exercida ao longo de décadas sobre diferentes gerações.

 

A apresentação do teaser acontece em um momento marcante da carreira do navegador. Aos 83 anos, Aleixo Belov concluiu recentemente a Passagem Nordeste, considerada uma das rotas marítimas mais desafiadoras do mundo, concretizando um objetivo perseguido durante anos.

 

Durante a cerimônia, a diretora-executiva da Fundação Aleixo Belov, Larissa Nabuco, afirmou que o documentário integra as ações da instituição voltadas à preservação da memória do navegador e à divulgação da cultura oceânica. Já Aleixo Belov destacou a importância da realização da Passagem Nordeste e relembrou o significado da conquista. “A Passagem Nordeste foi uma das mais desafiadoras da minha vida, mas foi a realização de um sonho. O mar me chamou e eu fui”, declarou.

 

Além de apresentar a trajetória do navegador, o documentário reúne relatos de familiares, amigos, pesquisadores e pessoas que conviveram com Belov, buscando registrar aspectos de sua história que vão além das travessias marítimas e evidenciam seu legado de perseverança, curiosidade e compromisso com o conhecimento.

 

O evento contou com a presença de autoridades civis e militares, entre elas o comandante do 2º Distrito Naval, vice-almirante Gustavo Calero Garriga Pires, o ex-comandante da Marinha do Brasil, almirante de esquadra Ilques Barbosa, representantes da Autoridade Portuária Federal, da Universidade Católica do Salvador, além de convidados, familiares e profissionais da imprensa.

 

Ainda sem data oficial de estreia, Sem medo do escuro deverá ser lançado em plataformas de streaming, segundo a Fundação Aleixo Belov. O projeto faz parte das iniciativas da instituição para preservar e ampliar o acesso à história do navegador e sua contribuição para a cultura marítima brasileira.

 

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Dendezeiro lança documentário com bastidores de desfile na Rio Fashion Week
Foto: Tansi

A marca baiana Dendezeiro lançou nesta sexta-feira (29) um documentário que revela os bastidores de seu mais recente desfile na Rio Fashion Week, que aconteceu entre os dias 14 e 18 de abril.  Intitulado House Of Dendezeiro, o filme acompanha o processo criativo e a preparação da coleção inspirada na cultura ballroom, movimento que surgiu entre comunidades LGBTQIA+ negras e latinas e se tornou referência mundial em moda, arte e performance

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O documentário mostra a rotina dos estilistas Hisan Silva e Pedro Batalha nos dias que antecederam a apresentação, além dos detalhes da construção da coleção e da montagem do desfile. A produção também registra a participação de convidados que marcaram presença na passarela, entre eles o modelo internacional Alton Mason, a cantora Majur, Titi Ewbank e a DJ baiana Luna Monty.

 

Ao apresentar o projeto, a empresa baiana destacou que a coleção busca dialogar com temas como pertencimento, identidade e expressão cultural.

 

“Inspirada na força simbólica da cultura ballroom, um novo capítulo foi iniciado. Entre referências que atravessam performance, moda e nosso DNA brasileiríssimo, nossa House se revela como um espaço de pertencimento, expressão e identidade em movimento”, afirmou a marca.

 

O lançamento acontece em um momento de destaque para a grife baiana. Recentemente, a Dendezeiro foi uma das vencedoras do Prêmio Sim à Igualdade Racial 2026, conquistando o reconhecimento na categoria Trajetória Empreendedora, do Pilar Empregabilidade.

 

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Documentário baiano propõe reflexão sobre masculinidades negras em “Pássaros Azuis”
Foto: Vinicius Cerqueira | Divulgação / Pássaros Azuis

Com uma proposta sensível, o documentário “Pássaros Azuis: O Universo Masculino é uma Gaiola” surge como um convite à reflexão sobre o que significa ser um homem negro na Bahia. A produção reúne relatos de cinco personagens que, a partir de suas vivências, expõem como o racismo e o machismo atravessam suas trajetórias pessoais e sociais.

 

Idealizado a partir de uma pesquisa acadêmica iniciada ainda na graduação, o projeto nasceu em sala de aula e foi amadurecendo até ganhar forma como obra audiovisual. À frente do documentário, o diretor Ítalo Araújo e o roteirista Vinicius Cerqueira conduzem a narrativa e a construção do projeto. “A gente começou a ter a ideia desse documentário, na verdade, numa disciplina chamada documentário na faculdade, em que a gente falava sobre masculinidades de uma forma geral”, conta Ítalo. “Mas, depois que a gente fez esse projeto, elaborou tudo direitinho, surgiu a oportunidade de inscrevê-lo na Lei Paulo Gustavo”, completa.

Dividido em três atos, o filme aposta em uma narrativa intimista, combinando depoimentos com dados de instituições como Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística - IBGE, Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) e Atlas da Violência. A proposta constrói um mosaico sobre a vivência urbana em Salvador, conectando histórias individuais a uma realidade coletiva.

 

 

Ao longo do processo, a escuta dos entrevistados foi essencial para aprofundar o debate. “Ser homem negro ainda é um grande problema, é um estigma. São tantas coisas que envolvem ser, simplesmente ser uma pessoa negra, que fica até um pouco complicado definir isso”, reflete o roteirista Vinicius Cerqueira.

 

A construção simbólica também é um dos pilares do documentário. Elementos como gaiolas e a cor azul ajudam a traduzir, de forma visual, as camadas que envolvem a identidade masculina. “Eu pensei: ‘poxa, vai ser isso, esse vai ser o símbolo’, vai ser o significado do conceito do documentário, do quanto os homens são presos em gaiolas, em estruturas que aprisionam esse comportamento”, explica Ítalo.

 

Já o título da obra carrega referências diretas do processo criativo dos realizadores. “O nome, ele vem de um poema de Bukowski, em que ele fala sobre a temática masculina”, detalha Vinicius. “Então juntou essas duas coisas […] nasceu isso, o Pássaros Azuis, de fato como ele é hoje”, acrescenta.

 

Entre os entrevistados estão o delegado Ricardo Amorim, o ator e afrochefe Jorge Washington, o gestor cultural Vagner Rocha, o criador do projeto Positivar Masculinidades, Tiago Azeviche, e o professor Bruno Santana, vozes que contribuem para ampliar o debate a partir de diferentes perspectivas.

 

As locações também desempenham papel fundamental na narrativa. Da Lagoa do Abaeté ao Centro Histórico, Salvador não é apenas cenário, mas parte ativa da construção do documentário, reforçando o vínculo entre território, identidade e experiência.

 

Mais do que um produto audiovisual, o projeto também impactou diretamente seus criadores. “É impossível passar ileso por esse processo, porque Pássaros Azuis me atravessou de diversas formas”, afirma Ítalo. “Ele me ensinou que é preciso desacelerar, entender que, por trás de cada dado […] existe uma história de silenciamento que precisa de tempo para ser contada”, conclui.

 

Existe o desejo de levar o documentário para grandes festivais do país, ampliando o alcance da obra e conectando a narrativa a diferentes públicos. “A gente tem sempre os nossos desejos, né? Eu acho que nos principais festivais do país, com certeza, a gente está começando a trabalhar, a gente que já finalizou o documentário no sentido de edição mesmo, já está pronto, vamos ter uma reunião em breve. Mas, a gente já trabalha com isso nessa parte de distribuição, para poder entender em quais festivais a gente consegue inscrever o documentário, para poder levar a mensagem para mais pessoas”, afirma Vinicius Cerqueira.

 

Ainda sem uma data oficial de estreia, os realizadores garantem que o projeto está em fase final e cada vez mais próximo de ser lançado ao público.

 

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Com clima de arquibancada, torcidas do Flamengo lotam cinema em pré-estreia de filme do Zico
Foto: Reprodução/Redes sociais

Após seis anos de produção, o filme “Zico, o Samurai de Quintino” está prestes a estrear para o público no dia 30 de abril. Na noite desta terça-feira (14), em clima de Maracanã, centenas de torcedores do Flamengo marcaram presença no Cinemark Downtown, na Barra da Tijuca, Rio de Janeiro, para prestigiar a pré-estreia do longa que retrata a trajetória do maior ídolo da história do clube.

 

Torcidas organizadas do Rubro-Negro carioca também foram convidadas para uma sessão especial. Dada a presença massiva de torcedores, munidos de bandeirões, faixas e instrumentos de bateria, o espaço foi completamente reservado, com as 12 salas dedicadas exclusivamente à exibição da obra.

 

Além dos torcedores, marcaram presença o ex-jogador Djalminha e os atores André Mattos e Emiliano D'Avila. A estrela da noite, Zico, causou grande alvoroço ao chegar, precisando ser escoltado por seguranças para transitar no local.

 


Foto: Reprodução/Redes Sociais

 

O documentário tem estreia oficial confirmada nos cinemas de todo o Brasil para o dia 30 de abril de 2026. Produzido pela Globo Filmes e Sportv, sob a direção de João Wainer, o filme narra a trajetória de Arthur Antunes Coimbra com foco em suas raízes no subúrbio, sua passagem histórica pelo Flamengo e sua idolatria no Japão, utilizando arquivos inéditos e depoimentos exclusivos.

 

BTS lança trailer de documentário após hiato para serviço militar
Foto: Reprodução / Redes Sociais

O grupo de k-pop BTS lançará um documentário sobre o reencontro dos integrantes após hiato para serviço militar na Coreia do Sul. O trailer oficial do documentário, “BTS: O REENCONTRO”, foi divulgado pela Netflix nesta segunda-feira (16). 

 

O documentário é dirigido por Bao Nguyen, conhecido outras produções como “O Freelancer: O Homem por Trás da Foto” e “A Noite que Mudou o Pop”, e trará bastidores da reunião do grupo após serviço militar, além de abordar questões íntimas dos artistas. 

 

 

 

O BTS estreou no mundo da música em 2013 e acumula uma das bases de fãs mais engajadas do cenário artístico. É esperado que cerca de 260 mil pessoas se reúnam para o show de retorno do grupo em Seul, capital da Coreia do Sul, no próximo sábado (21). 
 

Globo desiste de documentário sobre revista ‘G Magazine’
Foto: Reprodução

A Globo desistiu de contar a história da revista G Magazine, famosa nos anos 1990, em um documentário. A produção do projeto ocorria desde 2024, mas não foi encontrada nenhuma história atrativa. 

 

Segundo a coluna Outro Canal, do site F5, a informação foi confirmada pelo Globoplay em evento realizado nesta quarta-feira (29), em São Paulo. O executivo da plataforma teria afirmado que “não se chegou a uma história interessante para contar”. 

 

A série contaria os bastidores e os problemas enfrentados por alguns artistas que sofreram com as repercussões de seus ensaios na revista, pioneira em mostrar a nudez masculina. 

 

A G Magazine circulou de 1997 a 2013 e obteve, ao todo, 176 edições. Nomes como Alexandre Frota, Mateus Carrieri, Latino, Vampeta e o cantor Tony Salles, já posaram para a revista e estavam na lista de entrevistados do documentário. 
 

Documentário sobre “Caso Eloá” ganha trailer e data de estreia
Foto: Divulgação / Netflix

O documentário sobre o crime contra a adolescente Eloá Pimentel, produzido pela Netflix, ganhou um trailer nesta sexta-feira (17). “Caso Eloá - Refém ao Vivo” estreia no próximo dia 12 de novembro com trechos inéditos. 

 

O crime cometido pelo ex-namorado Lindemberg Alves contra a jovem ocorreu outubro de 2008. O ex-companheiro da adolescente manteve Eloá e mais amigos presos no apartamento dela e, após 100 horas de negociação com a polícia e cobertura midiática intensa, a jovem foi morta por Lindemberg. 

 

O documentário contará com depoimentos do irmão da vítima, Douglas, da amiga Grazieli Oliveira e de jornalistas e autoridades que acompanharam o caso. Confira o trailer:

 


 

VÍDEO: Léo Santana relembra início de carreira em primeiro episódio de documentário especial
Foto: Reprodução / Youtube

Em clima de celebração e preparativos para o show de 20 anos de carreira, o cantor Léo Santana lançou, nesta sexta-feira (10), o primeiro episódio de um documentário especial sobre sua carreira. Os episódios serão disponibilizados no Youtube. 

 

No primeiro episódio do projeto, Léo relembra sua família e sua origem em bairro periférico de Salvador. “Eu vim de um bairro onde há muita dificuldade, porém pessoas muito batalhadoras assim, sabe? A gente tinha círculo de amizades e pessoas muito incríveis na nossa vida”, contou. 

 

O artista se emocionou ao falar sobre como desviou ao longo da vida de más influências e caminhos errados e de como, hoje, se reconhece como artista. “Eu sou o moleque ali que… menos provável, sabe? De acontecer. E aconteci! Moleque sem nenhuma perspectiva de vida”, desabafou.

 

“Eu não posso decepcionar meus pais, não posso decepcionar meus amigos, não posso decepcionar minha comunidade. [Não posso] Ser mais um preto que deu errado”, completou. 

 

 

LS 20 ANOS
“A celebração dos meus 20 anos de carreira é um manifesto de identidade e representatividade, é sobre mostrar pro mundo que é possível sim, apesar de todos os enfrentamentos”, escreveu o artista na legenda da publicação. 

 

Segundo o cantor, o documentário é para que não só ele, mas “todos que fizeram e fazem parte de tudo” contém sua história. O especial, descrito como um “manifesto de identidade, resistência e representatividade” possui o mesmo nome do show esperado em Salvador para o dia 20 de novembro: DNA de Gigante. 

 

 

Carreira de Maria Bethânia será celebrada em documentário da GloboNews
Foto: Divulgação

O documentário “Bethânia e as Palavras”, da GloboNews, será lançado em homenagem aos 60 anos de carreira da cantora baiana Maria Bethânia. A atração estreia neste sábado (6), às 23h. 

 

Conduzido por Carlos Jardim, o audiovisual vai ao ar no mesmo dia em que a artista inicia a nova turnê. A produção apresenta bastidores e a trajetória de Bethânia, com destaque para interpretação e poesia. 

 

“Eu sou uma cantora, mas sou mais intérprete. Então as letras de músicas, os poemas musicados são importantíssimos para mim, são meu guia. Eu não sou uma cantora que prioriza demais afinação e requintes desse tipo. Sou muito mais a interpretação, a maneira de traduzir o pensamento meu pensamento, ou do poeta, do autor”, declarou Bethânia.

 

Em Salvador, a santa-amarense subirá ao palco da Concha Acústica do Teatro Castro Alves com sua nova turnê nos dias 15 e 16 de novembro. O espetáculo, que celebra as seis décadas de carreira da artista, teve os ingressos do primeiro dia esgotados 1h30 depois de divulgados. 

 

O segundo dia ainda possui entradas disponíveis, através da plataforma Ticket Maker, com valor de R$ 560 (inteira segundo lote).

 

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Documentário de cineasta baiana tem estreia em Festival de Cinema no México
Foto: Juh Almeida

O documentário ‘Cais’, da cineasta baiana Safira Moreira, será exibido no 40º Festival Internacional de Cine en Guadalajara, no México. Com produção executiva de Flávia Santana, da Mulungu Realizações Culturais, o filme participa da Competitiva Iberoamericana de Longas Documentais e será exibido nos dias 08 e 09 de junho.


O filme conta a jornada de Safira, que dois meses após o falecimento de sua mãe Angélica, viaja em busca de encontrá-la em outras paisagens. Num curso fluvial, o filme percorre cidades banhadas pelo Rio Paraguaçu (Bahia) e pelo Rio Alegre (Maranhão), para imergir em novas perspectivas sobre memória, tempo, nascimento, vida e morte.


O filme também será exibido no dia 16 de junho, no Brasil, durante o 14º Olhar de Cinema, em Curitiba, onde participa da Competitiva Nacional de Longas. Em julho, tem estreia norte-americana no BlackStar Film Festival, na Filadélfia. Em 2024, o filme foi premiado no Sundance Documentary Fund, vinculado ao Sundance Institute


‘Cais’ é uma coprodução das empresas Mulungu Realizações Culturais, Omnirá Filmes e Giro Planejamento Cultural, com patrocínios do Rumos Itaú Cultural e do Fundo Avon Mulheres no Audiovisual (FAMA).
 

Série documental sobre Gloria Maria estreia em meio a celebração pelos 60 anos de TV Globo
Foto: Divulgação / TV Globo

A TV Globo estreará, no próximo dia 27, uma série documental sobre a jornalista Gloria Maria. Com quatro episódios, a série planeja revisitar a trajetória da profissional em 52 anos de emissora e sua importância para televisão. 


Segundo o jornal O Globo, 18 jornalistas negras foram convidadas para um roda de conversa para a série, dentre elas Maju Coutinho, Aline Midlej, Valéria Almeida e Andreza Oliveira.


A série terá ainda participações de amigos da jornalista, como Djavan, Maria Bethânia e Roberto Carlos. Personalidades como Pedro Bial, Mano Brown e Muniz Sodré também foram convidados. A produção teve momentos gravados em Salvador, na Bahia, onde a jornalista adotou suas duas filhas. 
 

Produções premiadas no Panorama de Cinema serão reprisadas neste final de semana em Salvador
Foto: Divulgação

O documentário “WR Discos - Uma invenção cultural”, de Nuno Penna e Maira Cristina e o curta-metragem Ymburana”, de Mamirawá com a co-direção de Rômulo G. Pankararu e Maria K. Tucumã, vencedores da Competitiva Baiana do XX Panorama Internacional Coisa de Cinema, serão reprisados no Cine Glauber Rocha, em Salvador, neste sábado (12).

 

A sessão que irá exibir os vencedores acontecerá às 18h, e os ingressos custam R$14 (inteira) e R$7 (meia-entrada). 

 

O filme de Nuno e Maira conta a história do WR - maior estúdio de gravação do Norte e Nordeste durante as décadas de 80 e 90 - e seu papel fundamental na criação de uma sonoridade nova para a música da Bahia.

 

No domingo (13), 18h, o espaço será dos premiados na Competitiva Nacional. O longa “Mambembe”, de Fábio Meira, transita entre a ficção e o documentário na retomada de uma filmagem de 2010 sobre um topógrafo errante e seu encontro com três mulheres de um circo mambembe. A sessão inclui a animação baiana “Como nasce um rio”, de Luma Flôres, que mostra a jornada de descoberta de uma mulher. 

 

O XX Panorama Internacional Coisa de Cinema aconteceu entre os dias 2 e 9 de abril, em Salvador e Cachoeira. O festival foi contemplado pelo edital Gregórios Ano IV com recursos financeiros da Fundação Gregório de Mattos - Secretaria Municipal de Cultura e Turismo, Prefeitura de Salvador - e da Política Nacional Aldir Blanc de Fomento à Cultura (PNAB) - Ministério da Cultura, Governo Federal. 

 

O Panorama conta com apoio institucional do Centro Cultural Banco do Brasil Salvador e patrocínio do Instituto Flávia Abubakir e do Banco do Brasil, além de apoio financeiro do Governo do Estado, através do Fundo de Cultura, Secretaria da Fazenda e Secretaria de Cultura da Bahia. 

Filme 'WR Discos' e documentário sobre 1ª médica negra do Brasil são destaques na premiação do Panorama Coisa de Cinema
Foto: Milena Palladino

O longa 'WR Discos - Uma Invenção Musical', de Nuno Penna e Maíra Cristina, se consagrou como um dos grandes campeões do XX Panorama Internacional Coisa de Cinema. A produção, que conta a história do estúdio de Wesley Rangel, que marcou a música feita na Bahia, foi exaltada pelo Júri Oficial como um dos destaques da Competitiva Baiana.

 

“Ao afirmar a potência do seu lugar e dos seus, e insistir, um estúdio de gravação em Salvador criou as condições para a invenção de uma música baiana que conquistou o mundo e deixou um legado inestimável para a cultura musical de todo um povo”, justificou o júri, afirmando que os diretores “reconstroem essa história desde dentro, dos bastidores”. 

 

Foto: Milena Palladino

 

Outra produção destaque na 20ª edição do festival foi o documentário 'Quem é essa mulher?', de Mariana Jaspe que resgata a história da baiana que foi a primeira médica negra do Brasil. O longa foi escolhido pelo Júri das Associações (Apan, APC e Autorais) e pelo voto popular em Cachoeira. 

 

“Pela direção precisa e inventiva que transforma uma investigação histórica em uma jornada cinematográfica de descobertas e revelações”, afirmou o júri. O filme ganhou ainda por melhor roteiro, escrito por Mariana Jaspe e Muriel Alves com a colaboração de Ricardo Gomes e Flávia Vieira. 

 

Entre os curtas da Competitiva Baiana, os destaques foram Ymburana (Mamirawá com a co-direção de Rômulo G. Pankararu e Maria K. Tucumã), escolhido pelo júri oficial; e Tigrezza (Vinicius Eliziário) vencedor da categoria pelo júri das associações e pelo voto popular em Cachoeira. 

 

WR Discos e Ymburana ganharão um prêmio em dinheiro concedido pelo Instituto Flávia Abubakir, no valor de R$ 50 mil e R$ 10 mil, respectivamente. 

 

Os demais vencedores escolhidos pelos júris oficiais das competitivas Nacional e Baiana ganham prêmios em serviços oferecidos pelas empresas Mistika, Naymovie, Griot e MD Filmes, além do troféu do Panorama Internacional Coisa de Cinema. 

 

O Panorama Internacional Coisa de Cinema foi contemplado pelo edital Gregórios Ano IV com recursos financeiros da Fundação Gregório de Mattos - Secretaria Municipal de Cultura e Turismo, Prefeitura de Salvador - e da Política Nacional Aldir Blanc de Fomento à Cultura (PNAB) - Ministério da Cultura, Governo Federal. 

 

O festival conta com apoio institucional do Centro Cultural Banco do Brasil Salvador e patrocínio do Instituto Flávia Abubakir e do Banco do Brasil, além de apoio financeiro do Governo do Estado, através do Fundo de Cultura, Secretaria da Fazenda e Secretaria de Cultura da Bahia. 

 

CONFIRA LISTA COMPLETA DOS PREMIADOS

JÚRI OFICIAL

Competitiva Nacional 

Longa-metragem

  • Melhor Filme: Mambembe, de Fábio Meira
  • Melhor Direção: Milena Times por Ainda não é Amanhã
  • Melhor Roteiro: Bernard Lessa por O Deserto de Akin, de Bernard Lessa
  • Melhor Fotografia: Petrus Cariry por O Silêncio das Ostras, de Marcos Pimentel
  • Melhor atuação: Mayara Santos por Ainda não é Amanhã, de Milena Times
  • Melhor Montagem: Affonso Uchôa, Fabio Meira e Juliano Castro por Mambembe, de Fábio Meira
  • Melhor Direção de Arte: Juliana Lobo, por O Silêncio das Ostras, de Marcos Pimentel
  • Melhor Som: Marcos Lopes por A Queda do céu, de Eryk Rocha e Gabriela Carneiro da Cunha

Curta-metragem

  • Melhor Filme: Como Nasce Um Rio, de Luma Flôres

Competitiva Baiana

  • Melhor longa: WR Discos - Uma invenção Cultural, de Nuno Penna e Maira Cristina
  • Melhor curta: Ymburana, de Mamirawá com a co-direção de Rômulo G. Pankararu e Maria K. Tucumã
  • Prêmio de Direção: DF Fiuza, por Palavra
  • Prêmio de Roteiro: Mariana Jaspe e Muriel Alves com a colaboração de Ricardo Gomes e Flávia Vieira, por Quem é Essa Mulher? De Mariana Jaspe
  • Prêmio de Fotografia: Gabriel Teixeira, por Na volta eu te encontro, de Urânia Munzanzu
  • Prêmio de atuação: Gilson Ferreira e Durval Braga, por Amor não cabe na sala, de Marcelo Matos de Oliveira e Wallace Nogueira
  • Prêmio de Montagem: Igor Caiê Amaral, por Catadoras, de Dayse Porto
  • Prêmio de Direção de Arte: Alice Braz, por Meu Pai e A Praia, de Marcos Alexandre
  • Prêmio de Som: Dudoo Caribe, Nuno Penna e Danilo Duarte, por Na volta eu te encontro, de Urânia Munzanzu

Competitiva Internacional

  • Melhor Longa: Caminhando no Escuro, de Kinshuk Surjan (ÍNDIA, BÉLGICA, NLD)
  • Melhor Curta: Sal Marinho, de Leila Basma (LÏBANO E QAT)

JÚRI JOVEM
Competitiva Nacional

  • Melhor Longa: Ainda não é Amanhã, de Milena Times
  • Melhor Curta: Vollúpya, de Éri Sarmet e Jocimar Dias Jr.

Competitiva Baiana

  • Melhor Longa: Catadoras, de Dayse Porto 
  • Melhor Curta: Bárbara, de Vilma Carla Martins 

PRÊMIO CANAL BRASIL

  • Melhor Curta: Fenda, de Lis Paim

JÚRI DAS ASSOCIAÇÕES (APAN, APC, AUTORAIS)
Competitiva Nacional

  • Melhor Longa: O Silêncio das Ostras, de Marcos Pimentel
  • Melhor Curta: Como Nasce Um Rio, de Luma Flôres

Competitiva Baiana

  • Melhor Longa: Quem é essa mulher?, de Mariana Jaspe  
  • Melhor Curta: Tigrezza, de Vinicius Eliziário

JÚRI POPULAR CACHOEIRA

  • Melhor Longa Baiano: Quem é essa mulher?, de Mariana Jaspe 
  • Melhor Curta Baiano: Tigrezza, de Vinicius Eliziário

PRÊMIO IGUALE (PanLab de Montagem)

  • Ama Mba’é Taba Ama, montado por Maurizio Morelli e dirigido por Gal Solaris e Nádia Akawã Tupinambá, ganhou recurso de acessibilidade (legendagem descritiva ou Libras).

PRÊMIO ATELIER RURAL (PanLab de Montagem)

  • Ópera dos Sapos, montado por Daniel Correia e Higor Gomes, e dirigido por Ulisses Arthur Bomfim Macedo, ganhou uma semana de pós-produção, com hospedagem no local. 

PRÊMIO PARADISO MULTIPLICA (PanLab de Roteiro)

  • O longa Colmeias (Bruna Laboissière) e os curtas Dois reais e um sonho (Isadora Lis) e Pra quando ela chegar (Antonio Victor Simas) ganharam uma consultoria pela Rede Paradiso Multiplica de Talentos

PRÊMIO AEXIB (Seminário de Exibição)

  • O último azul, de Gabriel Mascaro, tem exibição garantida em pelo menos 40 salas de cinema. 

PRÊMIO PROJETO PARADISO

  • O silêncio das ostras, de Marcos Pimentel, ganhou R$ 10 mil para investimento em distribuição
Para além do axé: 1ª exibição do filme 'WR Discos – Uma Invenção Musical' retrata magia dos bastidores da música baiana
Foto: Registro cedido pela equipe do documentário

Esqueça o glamour dos palcos retratados pelos grandes artistas ao falar da carreira. Os holofotes estão voltados para os bastidores da música. Quem faz o som acontecer é que protagoniza o documentário 'WR Discos – Uma Invenção Musical', que levou 12 anos para ser produzido e teve a primeira exibição em Salvador no domingo (6).

 

A produção, que foi premiada com uma menção honrosa no LABRIFF - Los Angeles Brazilian Film Festival, integrou a competitiva baiana de longa-metragem no XX Panorama Internacional Coisa de Cinema, e foi ovacionado pelo público que compareceu ao Cine Glauber Rocha para prestigiar a história do estúdio de Wesley Rangel, criado em 1975, ser contada.

 

Segundo Nuno Penna, diretor do longa, o foco do filme foi mostrar a ficha técnica dos maiores álbuns já gravados em Salvador. A produção é para quem gosta de música, da essência, do fazer musical e de quem sempre foi curioso para saber como roda a engrenagem das gravadoras e tem a sorte de ter um depoimento forte do criador de tudo, Wesley Rangel, que faleceu em 2016.

 

Nuno Penna e Maira Cristina, diretores do longa | Foto: Bianca Andrade

 

“Como eu trabalhei na WR, na verdade, eu estou contando a história para os meus colegas que fizeram aquela história. Então a carga emocional é muito maior. A gente fica bem nervoso, mas muito feliz também, porque foram 12 anos produzindo e agora eu acho que é o momento de celebrar, de encontrar os amigos, abraçar, e sentar e ver, e espero que curtir esse momento", contou o diretor ao Bahia Notícias.

 

O longa mostra como a WR mudou para sempre o jeito de produzir música na capital baiana através dos depoimentos de técnicos como Nestor Madrid, Vivaldo Menezes, produtores, músicos como Cesinha, Tony Mola, Carlinhos Marques, Silvinha Torres, Paulinho Caldas, que formaram a banda Acordes Verdes, além dos intérpretes dos grandes hits como Carlinhos Brown, Daniela Mercury, Bell Marques, Luiz Caldas, Gerônimo, Lazzo Matumbi, Margareth Menezes, Roberto Mendes e Olodum.

 

Foto: Registro cedido pela equipe do documentário

 

A exibição do filme trouxe gosto de casa para o público, majoritariamente formado por quem ajudou a escrever a história ao lado de Rangel. No evento estavam presentes parte dos funcionários da WR, que se juntaram a família de Rangel e a equipe do documentário, formada por: Nuno, Maíra, Jásio Velásquez, Igor Penna, Igor Caiê Amaral, Álvaro Ribeiro, David Júnior, Juan Penna, Cristina Lima, Ana Luiza Penna, Rickson Bala, Marquinho Carvalho, Paulo Hermida, Og Marcelo, Claudio Moraes, Isaac Souto, Antonio Jorge, Tete Porto e a lembrança de Mina Ishikawa.

 

Sem spoilers sobre a produção, quem for assistir ao filme 'WR Discos – Uma Invenção Musical' ficará por dentro de como a mágica acontecia na música e terá noção de que a gravadora foi mais do que a "casa do axé". O estúdio de Rangel foi, por anos, a casa da música baiana, com portas abertas e oportunidade para quem quisesse entrar.

 

Nestor Madrid e Carlinhos Marques em debate pós-sessão | Foto: Bianca Andrade

 

Em meio aos depoimentos dos bastidores, as grandes estrelas da música se dividiram em falar sobre a generosidade de Rangel e em como alguns atos do empresário fizeram a diferença na carreira, a exemplo de Brown com a criação da Timbalada, e Bell, que revelou ter colocado uma cláusula no contrato do Chiclete para ter liberdade de produção, e, desta forma, gravar todos os discos da banda na WR, por acreditar que o estúdio era o único capaz de entregar a energia da música que ele queria passar.

 

No documentário, é dada a dimensão da WR para a música baiana para além do axé, abrindo espaço para a gravação de discos de reggae, todos de Edson Gomes, para o rock da Camisa de Vênus, o jazz do grupo Garagem, o samba-chula de Roberto Mendes e o forró temperado de Zelito Miranda.

 

É também mostrado como o estúdio em Salvador conseguia captar com a essência da música baiana e todas as suas nuances, algo que gravadoras ao redor do mundo não conseguiam fazer, a exemplo de um disco do Olodum que foi gravado nos Estados Unidos, no estúdio de Prince, mas finalizado em Salvador, nas mãos dos profissionais do estúdio de Rangel.

 

Foi o olhar de WR, que conseguiu desenvolver uma técnica específica para gravar a percussão baiana, permitindo que a música dos blocos afro fosse registrada de forma adequada e ecoada aos quatro cantos do mundo.

 

Diferente dos parques da Disney, que não pode mostrar os bastidores dos personagens para não estragar o encanto da terra mágica, no documentário, Nuno e Maíra conseguem mostrar nos 79 minutos de duração da película, como é possível a música continuar tendo o toque de mágica quando se dá voz a quem faz ela acontecer.

 

Foto: Bianca Andrade

 

Para Alexandre Rangel, filho do WR e da WR, ver a história do pai sendo contada nos cinemas mostra como a música baiana entrou para a história da música brasileira e impactou internacionalmente a indústria.

 

"É uma emoção gigante estar aqui com todo esse pessoal que fez junto com o meu pai essa história, que ajudou ele a desenvolver essa história. Eu também que estava lá nos bastidores com o Nuno e ter esse momento aqui é uma coisa indescritível. Meu pai não está aqui com a gente, mas eu sei que ele está lá em cima olhando por todos nós, vendo essa coisa que o carnaval, que o axé se tornou, essa coisa linda que atrai multidões do mundo inteiro, e saber que essa história está sendo perpetuada com esse filme me deixa muito feliz."

 

Sem rodeios, da mesma forma que o filme mostra a ascensão, traz também um panorama da queda, algo que aconteceu não só com a WR, como afetou também outros estúdios com a mesma proposta de Rangel. O momento, com ar melancólico, emocionou o público e levantou o questionamento sobre o cenário da música na Bahia atualmente. 

 

A WR segue funcionando e pulsando música, ainda que não esteja nos tempos áureos. Para os herdeiros de Rangel, o estúdio segue com o mesmo ideal do pai, abrir portas e dar oportunidades para quem quer fazer o nome na música.

 

"Realmente ele abriu portas. Ele abriu portas para todo mundo que queria, que tinha vontade de se expressar na música. A vontade dele era ter um espaço para qualquer expressão artística. Então, assim, o meu sonho, quem sabe, é abrir um espaço desse, onde todo mundo possa se expressar artisticamente, dançando, cantando, fazendo poesia, o que for. Porque ele fez isso para o Axé, e eu, como compositor, sei o quanto é bom ter alguém pra te estimular e fazer você conseguir chegar lá e divulgar seu trabalho", afirma Alexandre.

 

O filme 'WR Discos - Uma Invenção Musical' ainda busca financiamento para ser exibido em mais salas de cinema da Bahia. Nesta semana, a produção terá uma nova exibição dentro do Panorama Internacional Coisa de Cinema, no dia 08 de abril, na terça, às 18h, Sala Walter da Silveira.

 

“A gente está fazendo há 12 anos um filme. Então, quer dizer, é difícil, sem incentivo, sem grana, a gente bancando, as pessoas da equipe colando no projeto. Mas, assim, no final a gente vê que, mesmo assim, é possível a gente contar uma história importante para a Bahia, importante para a música da Bahia, para a música do Brasil. Está sendo muito importante mostrar esse projeto aqui no Panorama, mas a gente ainda precisa de mais incentivo para o cinema, para o audiovisual, sim, para que outras iniciativas como essa possam caminhar mais facilmente, porque a gente está mostrando no Festival, muitos amigos, muitos técnicos, pessoas que trabalharam na WR, pessoas da música vão ver. Mas a gente quer que mais pessoas assistam", afirmou Maira Cristina.

 

Ao Bahia Notícias, Maira e Nuno ainda revelaram que o projeto com o longa sobre a WR fez com que a dupla e outros integrantes do filme se empolgassem para contar novas histórias sobre a Bahia: "Tem história, mas aí é segredo. Espero que não tenha mais 12 anos. Espero que no ano que vem eu já lance outro. Com fé em Deus a gente vai conseguir".

 

Ah, apesar de não ser filme da Disney, assim como os longas de super-heróis da Marvel, a produção baiana tem uma cena pós-crédito. Não deixe o cinema antes do filme acabar! 

 

Vida longa a música baiana, a música preta da Bahia que deu origem a tudo que se faz por aqui, ao cinema independente e a quem ainda acredita na arte como agente transformador da sociedade, afinal, como já cantava Lazzo Matumbi e Margareth Menezes: 

 

"Apesar de tanto não, tanta dor que nos invade, somos nós a alegria da cidade. Apesar de tanto não, tanta marginalidade, somos nós a alegria da cidade." 

 

 

Ficha Técnica do filme - 'WR Discos – Uma Invenção Musical'
Produção Executiva: Nuno Penna
Dirigido por: Maira Cristina e Nuno Penna
Roteiro: Maira Cristina
Direção de Fotografia: Jásio Velásquez
Produção: Val Benvindo, Mina Ishikawa e Igor Penna
Montagem: Igor Caiê Amaral, Álvaro Ribeiro e Nuno Penna
Colorista: David Júnior
Mixagem: Nuno Penna
Trilha Sonora: Marquinho Carvalho
Som Direto: Juan Penna, Cristina Lima, Ana Luiza Penna e Rickson Bala
Fotografia adicional: Paulo Hermida, Og Marcelo, Claudio Moraes, Isaac Souto, Antonio Jorge e Tete Porto

Premiado nos EUA, documentário baiano que conta a história da WR Discos terá exibição especial em Salvador
Foto: Divulgação

O longa 'WR Discos – Uma Invenção Musical', dirigido por Nuno Penna e Maira Cristina, que conta a história do estúdio fundado por Wesley Rangel, que é considerado por muitos como o berço da Axé Music, terá uma sessão especial em abril.

 

A produção, que foi premiada com uma menção honrosa no LABRIFF - Los Angeles Brazilian Film Festival, marca presença no XX Panorama Internacional Coisa de Cinema e faz parte da competitiva baiana de longa-metragem, com exibição nos dias 6 e 8 de abril em Salvador e 5 em Cachoeira. Os ingressos podem ser adquiridos presencialmente no Cine Glauber Rocha e na Sala Walter da Silveira em Salvador, e no Cine Theatro Cachoeirano em Cachoeira.

 

O documentário, uma produção totalmente independente que levou mais de 12 anos para ser produzido, mostra como grandes nomes da música baiana, como Carlinhos Brown, Daniela Mercury, Bell Marques, Luiz Caldas, Lazzo Matumbi, Margareth Menezes, Roberto Mendes, Olodum e tantos outros nomes se juntaram no estúdio WR para criar a cena da axé music e transformar a música brasileira.

 

Com uma visão de bastidor, o documentário mostra através de músicas, imagens de arquivo e depoimentos de técnicos, artistas e do próprio Wesley Rangel, como o estúdio fez nascer em Salvador uma cena musical pulsante, rica e diversa, que refletia a identidade e a cultura do povo baiano. 

 

CONFIRA OS DIAS DE EXIBIÇÃO:
Sessões do filme WR Discos – Uma Invenção Musical
Dia 05/04 (sábado) às 17h - Cine Theatro Cachoeirano (Cachoeira) debate após a sessão
Dia 06/04 (domingo) às 20h – Cine Glauber Rocha (Salvador) debate após a sessão
Dia 08/04 (terça) às 18h – Sala Walter da Silveira (Salvador)

 

Ficha Técnica do filme - 'WR Discos – Uma Invenção Musical'
Produção Executiva: Nuno Penna
Dirigido por: Maira Cristina e Nuno Penna
Roteiro: Maira Cristina
Direção de Fotografia: Jásio Velásquez
Produção: Val Benvindo Mina Ishikawa e Igor Penna
Montagem: Igor Caiê Amaral, Álvaro Ribeiro e Nuno Penna
Colorista: David Júnior
Mixagem: Nuno Penna
Trilha Sonora: Marquinho Carvalho
Som Direto: Juan Penna, Cristina Lima Ana Luiza Penna e Rickson Bala
Fotografia adicional: Paulo Hermida, Og Marcelo, Claudio Moraes, Isaac Souto Antonio Jorge e Tete Porto

Diretor de documentário sobre o sistema carcerário teve viagem à Europa paga pelo PCC
Foto: Divulgação / Globo

O diretor do documentário “O Grito”, Rodrigo Giannetto, teria viajado à Europa com passagens compradas por um membro do Primeiro Comando da Capital (PCC), envolvido com o assassinado do empresário e delator Vinícius Gritzbach, no ano passado. O documentário fala sobre o sistema prisional brasileiro e contém depoimentos de familiares dos chefes do PCC e do Comando Vermelho (CV). 


Segundo investigação da Polícia Civil de São Paulo, Kauê do Amaral Coelho, apontado como o “olheiro” do PCC no assassinato de Gritzbach, teria comprado as passagens usadas por Gianneto de São Paulo para Palermo, na Itália, e Londres, no Reino Unido, em uma agência de viagens em Jundiaí. 


Ao jornal Estadão, o cineasta negou envolvimento com o PCC e informou não conhecer Kauê. A Netflix, onde o filme está disponível, afirmou não ter se envolvido com a produção do documentário e só teria comprado os direitos de exibição da obra. O documentário foi idealizado pela agência K2, que trabalha com o rapper Oruam, filho de Marcinho VP. 


Conforme o jornal, as informações sobre a viagem do diretor foram obtidas durante a operação ‘Fake Scream’, deflagrada pela PC-SP e pelo Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco) do Ministério Público do Estado de São Paulo (MP-SP). A operação mirou a ligação entre o PCC e a ONG ‘Pacto Social & Carcerário de S.P’. 


Giannetto informou que a ideia de viajar para o festival na Itália surgiu durante uma exibição do documentário. Uma pessoa sugeriu que procurasse uma agência de viagens em Jundiaí e, ao contatar a empresa, o cineasta teria sido informado de que as passagens já estavam pagas. 


Kauê, responsável pela compra, teria se reunido com os líderes da ONG Pacto Social & Carcerário de S.P, Geraldo Sales e Luciene Neves, três vezes em 2024. As investigações da PC indicam que os líderes da ONG integravam o PCC com “atuação transnacional”. 

Belo comenta sobre ausência de Viviane Araújo em documentário
Foto: Reprodução / Redes Sociais

O cantor Belo comentou sobre a ausência de Viviane Araújo no documentário ‘Belo, Perto Demais da Luz’, no Globoplay. Os dois artistas viveram um relacionamento entre 1998 e 2007, mas a atriz se recusou a participar da produção. 


Em entrevista ao podcast Tá Benito, o pagodeiro comentou que a atriz faz parte de sua história e que achou que “não tinha nada de mais” ela participar. 


“O passado faz parte da história, a gente precisa ter passado para ter história. Vou levar esse sentimento para o resto da vida. De gratidão, de amor, de respeito”, completou. 


Em dezembro, Viviane já havia comentado sobre o documentário, afirmando que não tinha interesse em assistir à produção e não desejava ficar lembrando do que aconteceu. “Isso foi uma história que ficou no meu passado, mas ele quis fazer esse documentário e contar. Obviamente eu fiz parte da vida dele, mas para mim isso não significa, não tem mais sentido nenhum, entendeu?.”

Documentário dirigido por baiano-francês sobre o Porto de Salvador está em cartaz até quarta-feira
Foto: Divulgação

O documentário Porto de Origem, dirigido pelo cineasta baiano-francês Bernard Attal, segue em exibição por sua segunda semana, em cinemas de cinco cidades brasileiras. A obra, que aborda a história do antigo "Porto do Brasil", pode ser assistida até esta quarta-feira (18) nas salas de cinema de Salvador, São Paulo, Ribeirão Preto (SP), Palmas (TO) e Paulista (PE).

 

A produção investiga a região do Comércio, bairro que abriga o Porto de Salvador, e que, ao longo do tempo, sofreu um processo de degradação, tornando-se uma área com pouca vitalidade econômica e social. O documentário busca destacar o contraste entre o auge histórico da região, com sua arquitetura e tradições comerciais, e a atual situação de decadência, enquanto aponta para as possibilidades de revitalização e preservação do patrimônio histórico.

 

A motivação para a realização do filme surgiu quando Attal encontrou, entre os pertences de sua avó francesa, arquivos relacionados a um título de investimento no Porto de Salvador, o que o levou a investigar a história e os mistérios da área portuária da capital baiana.

 

O documentário passa por uma reflexão sobre a importância histórica do Porto de Salvador, suas construções, suas obras de arte e o papel da população local na preservação e manutenção da região.

 

Porto de Origem está em exibição nas seguintes salas de cinema:

São Paulo ( SP): Cinesystem Frei Caneca.
Salvador (BA): Saladearte Cinema do Museu, Saladearte CineMAM e Cine Glauber Rocha.
Ribeirão Preto (SP): Casa Belas Artes de Cinema.
Palmas (TO): Fundação Cultural.
Paulista (PE): Cinesystem North Way Shopping.

 

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Documentário sobre Vinícius Jr tem primeiras imagens reveladas pela Netflix
Foto: Reprodução

A Netflix revelou, nesta terça-feira (19), as primeiras imagens do documentário sobre o Vinícius Jr, atacante da Seleção Brasileira e craque do Real Madrid. Em desenvolvimento desde setembro de 2022, o projeto tem previsão para estreia em 2025, e promete mostrar bastidores da carreira do atleta. 

 

A produção do projeto, que relata desde a ascensão até o estrelato do brasileiro, conta com roteiro de Emílio Domingos e direção de Andrucha Waddington. 

 

"Poder contar minha história e inspirar garotas e garotos de todo o mundo a seguir uma trajetória de sucesso no esporte é o que mais me inspira neste projeto. O futebol tem um papel transformador para os jovens, especialmente no Brasil, e este filme pode levar esse poder de transformação para o mundo inteiro.", comentou o jogador. 

 

Revelado pelo Flamengo em 2017, Vinícius Jr, aos 24 anos, já conquistou duas Champions League e duas Copas do Mundo de Clubes da Fifa. Ambos os títulos pelo Real Madrid, clube que integra desde 2018. 

Denílson recusa convite para participar de documentário sobre Belo
Foto: Divulgação

O ex-jogador de futebol Denílson de Oliveira recusou o convite de participar do documentário sobre a vida do cantor Belo. Os dois tiveram uma disputa judicial por mais de 20 anos, após o jogador comprar os direitos do Soweto. 


Segundo a coluna Outro Canal, da Folha de S. Paulo, Denílson acredita que não faz mais sentido falar sobre o problema entre os dois, agora que ele já foi resolvido. O cantor teria saído do Soweto dois anos após o jogador adquirir os direitos pelo grupo. 


Denílson, então, decidiu por processar Belo por quebra de contrato e danos morais. Durante o processo, Belo chegou a ser condenado a pagar R$ 388 mil ao ex-jogador. Em 2023, a dupla entrou em um acordo e Belo teria quitado a dívida com o jogador. Viviane Araújo, ex-esposa do cantor, também preferiu não participar do documentário. 


“Belo: Perto Demais da Luz” falará sobre a vida e a carreira do pagodeiro, com participações especiais e bastidores da turnê de celebração dos 30 anos de Soweto. O documentário será lançado na Globoplay, no próximo dia 28.

Com cenas gravadas em Salvador, documentário de Milton Nascimento será lançado em 2025
Foto: Divulgação

O documentário “Milton Bituca Nascimento” já tem data de estreia. Marcado para chegar às telonas no dia 20 de março de 2025, a obra inclui cenas gravadas em Salvador durante a turnê de despedida do músico, intitulada “A Última Sessão de Música”. O espetáculo passou por diversas localidades, incluindo os Estados Unidos, a Europa e cidades brasileiras.

 

A data de lançamento do longa foi anunciada no último sábado (26), quando o cantor Milton Nascimento completou 82 anos. Dirigido por Flávia Moraes, o documentário acompanha o artista durante o projeto, apresentando reflexões de personalidades sobre sua obra. O projeto está em fase de edição e pós-produção e inclui depoimentos de personalidades brasileiras e internacionais.

 

Conforme informações divulgadas em agosto de 2022, o show de Bituca na Concha Acústica do Teatro Castro Alves, na capital baiana, foi um dos selecionados para o documentário, que mostrará cenas das apresentações e dos bastidores.

 

Em entrevista ao BN Hall, no ano em que se apresentou em Salvador, Milton comentou sobre a importância da Bahia em sua carreira: “Praticamente todas as minhas turnês passaram por Salvador, é um dos lugares que eu mais amo no mundo, onde tenho a maior amiga da minha vida, que está comigo desde que participei do meu primeiro festival, em 1966. Sem falar que o público da Concha Acústica tem uma das energias mais incríveis do mundo. Não poderia ficar de fora [da turnê]”, afirmou o artista.

 

O documentário “Milton Bituca Nascimento” contará com distribuição da Gullane+, com o apoio da Secretaria da Cultura, Economia e Indústria Criativa do Estado de São Paulo e do Ministério da Cultura, através da Lei Paulo Gustavo.


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Aniversário de Ruy Barbosa será celebrado com exibição de documentário sobre a vida do jurista baiano; veja programação
Foto: TJ-BA

Há 175 anos, nascia, na rua dos Capitães, Centro Histórico de Salvador, Ruy Barbosa, baiano que marcou a história do Brasil. E, para comemorar o seu nascimento, no dia 5 de novembro, o Tribunal de Justiça da Bahia (TJ-BA) exibe, nesta mesma data, o documentário “A voz de Ruy – O arquiteto da república”. 

 

O evento, que contará na abertura com a apresentação da orquestra Sinfônica Neojibá, núcleo Bairro da Paz, acontecerá no Auditório Desembargadora Olny Silva, às 8h30, localizado no prédio principal do Poder Judiciário baiano, no Centro Administrativo da Bahia (CAB). 

 

Os interessados podem se inscrever até o dia 4 de novembro por meio do Sistema de Educação Corporativa da Universidade Corporativa Ministro Hermes Lima (Siec/Unicorp). O evento será transmitido pelo canal do YouTube do Poder Judiciário da Bahia. Inscrições servidores e magistrados e inscrições público externo.

 

O filme tem duração de 1h30min e foi produzido pela DPE Entretenimento e Giros Filmes, com o apoio da Associação Bahiana de Imprensa (ABI). A estreia foi no Cine Glauber Rocha, no Centro Histórico de Salvador, em fevereiro deste ano. A CEO do Grupo Aratu, Ana Coelho, adquiriu, posteriormente, o direito de exibição da obra.

 

Na ocasião, também acontece a entrega da Medalha do Mérito Jurídico Ruy Barbosa – honraria instituída em 1999 pelo TJ-BA – ao professor de Direito Penal e Processo Penal da Universidade Católica do Salvador, Thomas Bacellar. 

 

Além disso, o presidente da Associação dos Magistrados Brasileiros (AMB), doutor em Educação, integrante do Gepheiinse (Grupo de Estudos e Pesquisa em História da Educação, Intelectuais e Instituições Escolares) e juiz do Paraná, Frederico Mendes Júnior, realiza uma palestra sobre a vida do Águia de Haia, às 10h. 

 

O evento é promovido por meio da Comissão de Memória e pelo Fórum Permanente de Memória, em parceria com a Unicorp. A programação conta, ainda, com uma visita ao prédio histórico do Tribunal que leva o nome do homenageado. Os participantes, também, visitam a cripta que abriga os restos mortais de Ruy e sua esposa Maria Augusta. 

 

Ruy Barbosa (1849-1923), conhecido como “O Águia de Haia”, foi um político, diplomata, advogado e jurista brasileiro. A cripta onde jazem, há mais de 70 anos, os restos mortais dele e de sua esposa Maria Augusta está localizada no subsolo do Fórum que leva o seu nome. 


Para quem deseja saber mais sobre a vida do jurista, o TJ-BA disponibiliza dois materiais em acesso livre: o Memorial Ruy Barbosa, que resgata em detalhes a vida e a obra do jurista e abolicionista baiano em forma de linha de tempo; e o e-book “Antecedentes Históricos do Fórum Ruy Barbosa”, que contextualiza o surgimento do tribunal baiano, até a construção de sua sétima sede, o Fórum Ruy Barbosa.

Documentário que celebra a diversidade cultura baiana tem estreia marcada para novembro

O documentário, “A Bahia me fez assim”, estreia no canal Curta! em novembro deste ano, com direção do cineasta Sergio Machado e fotografia de Rodrigo Carvalho. O projeto tem como objetivo documentar o processo artístico e criativo da nova cena da música na Bahia e fomentar a troca entre a nova geração e artistas com maior tempo de experiência.


Com direção musical de Alê Siqueira, a produção conta com diversas personalidades do meio musical, e apresentará parcerias do Ilê Aiyê e Tiganá Santana, interpretando música do João Gilbertoo; Larissa Luz também se junta ao Attooxxa; As Ganhadeiras de Itapuã colaboram Yayá Muxima; Raquel Reis junto a Iuri Passos; Rumpilezz e Rumpilezzinho e Xênia França ficarão com Melly. 

 

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Maria Odília, primeira médica negra do país, ganha documentário filmado na Bahia
Foto: Divulgação

A baiana e primeira médica negra do Brasil, Maria Odília, terá sua história retratada em um documentário, intitulado “Quem é essa mulher?”. A obra, que é resultado da parceria entre a Maré Produções e a cineasta soteropolitana Mariana Jaspe, será lançada nos próximos dias 15 e 16 de junho na Mostra Olhar de Cinema, festival internacional de Curitiba. 

 


Foto: Caio Lírio

 

Apresentando a jornada de Odília, o filme recebeu apoio da Lei Federal de Incentivo à Cultura, com o patrocínio da Bayer e Drogaria São Paulo. Em seu enredo, o documentário traz para o público uma narrativa contada através dos olhos de Mayara Santos, mulher negra, oriunda da periferia da capital baiana e Mestra em História pela UFBA. No documentário, a pesquisadora desvenda a vida da médica, nascida alguns anos antes da abolição da escravidão, em São Félix do Paraguaçu-BA. 

 

"Para mim, este é o encontro da minha vida. Me traz muita felicidade, mesmo após todos esses anos, pois continua sendo minha prioridade. Esta jornada me presenteou tantas pessoas, lugares e sensações, que considero um verdadeiro privilégio e acredito que o filme é a melhor linguagem para compartilhá-la. Podia pôr numa praça, num telão e lá vai ter uma criança de 10 anos e uma senhora de 87, sendo tocadas por essa história de alguma forma. Esse filme é um sonho”, contou Mayara.

 


Foto: Caio Lírio

 

A diretora do projeto, ganhadora do Kikito de Melhor Direção no Festival de Gramado, ressaltou a importância dessa imersão profunda na história de Maria. Ela ainda destacou a direta relação entre Mayara e Odília, duas mulheres que apesar de separadas por um século representam figuras femininas contemporâneas. 

 

 “Levar a trajetória dela, e de grandes mulheres como ela, para as telas é essencial para nossa identidade. É parte do exercício de desconstrução de uma historiografia colonizada para a construção de algo nosso, brasileiro, do nosso povo. Meu desejo é que o filme, e todas as interseções entre as vidas das nossas protagonistas, ajude a traçar um retrato complexo e profundo de personagens históricos negros, com suas diversas camadas e vivências, oferecendo à contemporaneidade novas perspectivas e possibilidades”, completou Jaspe.

 

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Caso Davi Fiuza: exibição de filme e debate sobre letalidade policial ocorrerão na UFBA nesta quarta 
Foto: Reprodução / Arquivo pessoal

 

Nesta terça-feira (24), completaram nove anos do desaparecimento do jovem Davi Fiuza que, de acordo com familiares, foi levado da porta de casa por 23 policiais militares em formação, no dia 24 de outubro de 2014, na localidade de Vila Verde, na Estrada Velha do Aeroporto.

 

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Para reforçar o debate sobre letalidade policial nesta quarta-feira (25), a partir das 18h30, acontece no Auditório do PAF-V (campus de Ondina) da Universidade Federal da Bahia (UFBA), a exibição do documentário Sem Descanso, seguida de um debate sobre a letalidade da polícia. O filme tem direção de Bernard Attal que, juntamente com familiares de Davi, vai estar presente no encontro. A participação é gratuita.

 

O documentário se passa em 2014 e conta a história de Geovane Mascarenhas, um jovem nascido na periferia de Salvador, que foi preso pela polícia militar e nunca mais foi visto. A obra apresenta a investigação do caso, com um debate sobre as raízes históricas e sociais da brutalidade policial.

 

CASO DAVI FIUZA

De acordo com a família da vítima, Davi tinha acabado de completar 16 anos no dia 8 de outubro, e dias depois houve a operação policial numa sexta-feira, dia 24 de outubro, que antecedia o segundo turno da votação para a eleição de presidente da República. 

 

De acordo com testemunhas, Davi foi abordado por viaturas da 49ª Companhia Independente de Polícia Militar (49ªCIPM/São Cristóvão) na localidade de Vila Verde, na Estrada Velha do Aeroporto. Depois dessa abordagem, nunca mais o adolescente foi visto.

 

A Polícia Civil concluiu o inquérito em agosto de 2018 e apontou a participação de 17 policiais militares envolvidos na abordagem de Davi Fiúza. Sete deles foram denunciados pelo Ministério Público por sequestro e cárcere privado: Moacir Amaral Santiago, Joseval Queiros da Silva, Genaro Coutinho da Silva, Tamires dos Santos Sobreira, Sidnei de Araújo dos Humildes, George Humberto da Silva Moreira e Ednei da Silva Simões.

VÍDEO: “Será que estou feliz ou estou só ostentando?”, Deolane Bezerra anuncia documentário biográfico
Reprodução / Redes Sociais

Por meio das redes sociais, a advogada e influenciadora digital, Deolane Bezerra, anunciou neste domingo (22), o lançamento de um filme biográfico. Nas imagens divulgadas pelo Instagram, Deolane afirma que vai mostrar a sua trajetória, maternidade e vida luxuosa: “Agora eu posso me presentear. Obrigada Deus, deu tudo certo”. 

 

O documentário, anunciado como parte das comemorações do 36º aniversário da ex-peoa da Fazenda, deverá ser produzido e dirigido pelo cineasta Luciano Marques.  Na legenda da publicação, a influencer demonstra gratidão pelo seu estilo de vida: “Hoje a tal da Lamborguini Urus 2023 veio e amanhã será o que? Qual será meu próximo sonho? Será que estou feliz ou estou só ostentando? As vezes Não é ostentar é inspirar… Por mais difícil que sejam os obstáculos que a vida possa lhe trazer, acreditem no processo e tenha fé acima de tudo!” 

Documentário “No rastro do pé de bode” retrata instrumento e músicos do sertão baiano
Foto: Divulgação / Irdeb

O documentário “No rastro do pé de bode” será exibido neste sábado (8), às 20h30, pela TVE baiana. Dirigido e roteirizado por Marcelo Rabelo, o filme mostra a história do sanfoneiro baiano “Rato Branco”, que em conjunto com outros sanfoneiros do sertão do estado. O filme busca resgatar os segredos e toques tradicionais da sanfona de 8 baixos. O filme será exibido também em horário alternativo no domingo (16), às 19h, e na sexta (21), às 21h.

 

A obra também retrata a memória e a diversidade musical do sertão da Bahia com cenas gravadas em cidades como Canudos, Cansanção, Cipó, Curaçá, Euclides da Cunha e Monte Santo. Além de Rato Branco, o documentário conta com a participação de outros sanfoneiros do sertão como Zezinho Nicolau, Manezinho Calumbi, Dindinho dos 8 Baixos entre outros.

 

O documentário destaca ainda a história da sanfona de 8 baixos. Conhecida por Pé de Bode, ela é diferente das outras. Abre com um som e fecha com outro (sanfona de voz trocada) e, em vez de teclados, tem botões. É um instrumento considerado complexo, em função da riqueza harmônica e de notas.

Foto: Divulgação / Irded

 

Realizado pela Associação Sociocultural Umbigada, com produção executiva de Eliana Mendes, a produção é resultado do ‘Bahia na Tela’, edital de fomento à produção audiovisual para a televisão, a partir da parceria entre o Instituto de Radiodifusão Educativa da Bahia (Irdeb) e a Agência Nacional de Cinema (Ancine), via Fundo Setorial do Audiovisual (FSA).

Documentário sobre o Bicentenário da Independência da Bahia estreia sexta-feira, no Cine Glauber
Foto: Reprodução / Pelourinho Noite e Dia

Nesta sexta-feira (7), a TV Conexões e a TV Educa Bahia, vinculadas à Secretaria da Educação do Estado (SEC), vão realizar o lançamento do documentário "Caminhos da liberdade: o Bicentenário da Independência da Bahia – 1823 – 2023". O evento ocorrerá às 15h30, no Cinema Glauber Rocha, situado próximo à Praça Castro Alves, em Salvador. 

 

A primeira apresentação do docudrama contará com a participação de mais de 600 alunos dos colégios estaduais Góes Calmon, Alípio Franca, Presidente Costa e Silva, Mário Augusto Teixeira de Freitas e Mário Costa Neto. Além disso, a transmissão simultânea ocorrerá na TV Kirimurê e no canal do YouTube da TV Conexões.

 

Com roteiro e direção de Robson Costa e Sérgio Ramos e direção de cena de Murilo Deolino, o filme traz como protagonistas as heroínas e os heróis, representantes do povo que marcaram a história ao longo desses 200 anos. Estão em destaque figuras como Maria Quitéria, Joana Angélica e Maria Felipa. A obra também fala sobre a atuação crucial dos "Caretas do Mingau" de Saubara, no Recôncavo, e dos "Encourados de Pedrão", do Nordeste do Estado, para a conquista da independência. O docudrama está legendado em inglês e espanhol, ampliando seu alcance internacional.

 

O documentário também será transmitido pelo canal do YouTube da plataforma JC concursos, de São Paulo, bem como pelos sindicatos dos professores de São Paulo, Paraná e Brasília. Em setembro, a película será exibida na Universidade de Coimbra, em Portugal, e em novembro será veiculada na TV Estatal da Martinica, alcançando um público ainda mais diversificado.

Documentário sobre Maria Bethânia estreia neste domingo no Canal Brasil
Foto: Divulgação

O documentário "Maria - Ninguém Sabe Quem Sou Eu" estreia no Canal Brasil no próximo domingo (4), às 20h. A coprodução do canal traz um depoimento exclusivo de Maria Bethânia sobre a própria carreira, que já soma mais de 58 anos. Além das declarações da cantora, o filme de Carlos Jardim conta também com imagens raras de arquivo e a participação da atriz Fernanda Montenegro. 

 

Filmado no teatro do Hotel Copacabana Palace, o depoimento de Bethânia que guia o documentário faz um passeio pela carreira da cantora através de sua própria perspectiva e lembra os momentos mais marcantes de sua trajetória. Para completar a obra, a atriz Fernanda Montenegro narra cinco textos marcantes sobre a intérprete, de autores como Caio Fernando Abreu e Ferreira Gullar, que dão mais emoção e personalidade ao documentário. Além de momentos íntimos, inéditos e emocionantes da vida pessoal de Bethânia, estão também presentes imagens nunca antes divulgadas de ensaios e shows.

 

Maria Bethânia, que completa 77 anos no dia 18 de junho, é uma das cantoras e compositoras mais importantes do Brasil. Ela foi a primeira mulher a vender mais de 1 milhão de discos no país e a artista feminina que mais vendeu nos anos 1970. 

 

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Reggae Resistência: documentário apresenta trajetória da cultura Reggae na Bahia
Foto: Divulgação

Reggae Resistência é um documentário que estreia na próxima quinta-feira (11), na TVE, às 22h. O filme, de Cecília Amado e Pablo Oliveira, faz uma imersão na história da cultura Reggae na Bahia para revelar a potência do gênero musical, com todas as particularidades que ganhou nessas terras, se tornando um dos símbolos de resistência da cultura negra baiana. A data 11 de maio, é comemorativa do Reggae por ser o aniversário de morte de Bob Marley.

 

A história parte do Recôncavo para investigar como surgiu o fenômeno do reggae na Bahia, se tornando um gênero próprio, que além da música, aborda o seu notório engajamento social nas questões da diáspora negra. 

 

O filme navega através do tempo, pegando as águas do Rio Paraguaçu, passando por Feira de Santana, pela época de ouro do Reggae no Pelourinho e aporta nos grandes eventos contemporâneos como o República do Reggae para saudar de perto o público reggaeiro.

 

O documentário traz relatos de grandes nomes do gênero como Edson Gomes, Nengo Vieira, Sine Calmon, Dionorina, Sergio Nunes da banda Adão Negro, Lazzo Matumbi, Jorge de Angélica e Gilberto Gil, entre outros. O filme também aborda outras vertentes do Reggae e música Jamaicana, os Sound Systems, o Dance Hall, representados aqui pelo coletivo MiniSterio Público. 

 

“Tive a honra de fazer parte do documentário Reggae Resistência que aborda toda a história do reggae com seus aspectos musicais, antropológicos, religiosos, tecnológicos, sociais e econômicos. Essa iniciativa é importante porque este legado precisa estar documentado para as próximas gerações, dessa forma a trajetória do reggae não será esquecida no futuro. Agradeço à TVE e a toda a equipe por contribuir para o registro cultural do movimento reggae da Bahia”, destaca o cantor, Nengo Vieira.

 

“Participo do Reggae Resistência com um profundo sentimento de devoção incondicional à música e cultura reggae. Um documentário acurado e necessário. Um farol que lança luz sobre uma grandiosa e fundamental parte de nossa experiência civilizatória a partir da Roma Negra Salvador, recôncavo, alcançando Feira de Santana. Por mais Reggaes Resistências”, diz Sérgio Nunes da banda Adão Negro.

 

Para além da exibição na TVE, o filme participa do festival IN-Edit que acontece em junho em São Paulo, o maior do Brasil na categoria Documentário Musical. 

Documentário estrelado por Linn da Quebrada é exibido em sessão de cinema na UFBA
Foto: Divulgação

O Cineclube Nanook realiza, nesta quinta-feira (4) às 17h, na sala 7A da Faculdade de Comunicação da UFBA, a segunda sessão do ciclo “Corpos traçados pela luz: (r)existências e corporificações do ser”. Após a exibição do documentário Bixa Travesty (2018), dirigido por Claudia Priscilla e Kiko Goifman, o público poderá participar de um bate-papo sobre o tema do ciclo com base no filme.

 

Com prêmio de Melhor Documentário no Festival de Berlim, onde estreou, Bixa Travesty tem como protagonista e co-roteirista a cantora trans negra Linn da Quebrada, que usa seu corpo e suas atuações como armas para combater o machismo, a transfobia e o racismo. Ao longo de sua jornada, ela fala de como foi crescer nas favelas de São Paulo, enquanto queer negra, e os desafios de entrar na cena funk heteronormativa do Brasil.

 

O ingresso para a sessão desta quinta-feira (4) é gratuito, mas condicionado ao preenchimento de um formulário online. Quem comparecer estará concorrendo ao sorteio de uma camiseta do Cineclube Nanook.

 

O debate será realizado com a participação da atriz, cineasta e professora de Teatro Xan Marçal, mestranda em Antropologia pela UFBA que tem trabalhado com as questões relacionadas às transancestralidades e às cosmovisões de transições que apontem questões de gênero e sexualidade afro-indígenas e kaabokas na Amazônia Paraense.


A segunda convidada do debate é a cineasta Letícia Ribeiro, formada em Cinema e Audiovisual pela UFRB. Começou sua carreira em 2008 no Estúdio do Vila (Teatro Vila Velha) e, desde então, vem realizando, produzindo curtas e longas-metragens independentes e trabalhos freelancers. Fundou o coletivo de mulheres realizadoras Benditas Tetas e atuou por anos no Coletivo Gaiolas. 

 

O Cineclube Nanook acontece toda primeira quinta-feira de cada mês, em formato híbrido. Em ciclos temáticos, o evento tem como objetivo oferecer um espaço de aprendizado e experiências acerca do universo do cinema documentário. Trata-se de um projeto de extensão desenvolvido por integrantes do núcleo Nanook, de estudos do cinema documentário, vinculado ao Laboratório de Análise Fílmica (LAF), um grupo de pesquisa em cinema e audiovisual do Programa de Pós-graduação em Comunicação e Culturas Contemporâneas (Poscom), da UFBA. Coordenado pela professora Morgana Gama, pós-doutoranda do programa, e supervisionado pelo prof. José Francisco Serafim, o projeto tem, desde agosto de 2021, o apoio da Pró-Reitoria de Extensão da UFBA.

Milton Nascimento, Gilberto Gil e Mano Brown se encontram para gravar documentário
Foto: Reprodução/Instagram

Na última terça-feira (7) alguns artistas se reuniram para a gravação de um documentário sobre a vida e a arte de Milton Nascimento.

 

Gilberto Gil, Mano Brown, Dora Morelenbaum, João Bosco, Tim Bernardes e Zé Ibarra estão entre os convidados para a obra. A foto do encontro foi compartilhada no Instagram do filho de Milton, Augusto Nascimento, que também ficou responsável pela produção.

 

Dirigidas por Flávia Moraes, as filmagens já estão em reta final.

Hugo Moura vai lançar documentário sobre "lugar de Salvador"; projeto está em fase de captação
Foto: Waltemy Brandão / Bahia Notícias

O fotógrafo baiano Hugo Moura vai focar em um projeto novo em 2023. Um documentário que vai retratar "um lugar de Salvador". Curtindo o Camarote Brahma neste domingo (19), o marido de Deborah Secco não quis adiantar qual é o espaço a ser retratado, mas deu algumas pistas do que vem por aí.


Ele ainda adiantou que está conversando sobre projetos em Salvador com a irmã dele, que é roteirista. "É um projeto muito baiano, que resgata uma parada que é só nossa. É muito especial quando você trabalha com alguém que roteiriza e é baiano. Se essa pessoa fala da Bahia, fala completamente diferente de alguém que venha há 20 anos pra cá. É um documentário, e a gente já começou a captar e querer rodar. [...] É sobre um lugar de Salvador, que representa muito pra mim e eu acho que pra Salvador", desconversou.

 

Hugo explicou ainda que é um projeto independente, mas está aberto para propostas, inclusive de plataformas de streaming, e que já começou a conversar com Pedro Tourinho e Bruno Monteiro, secretários da prefeitura e do governo, respectivamente.

 

Durante a entrevista, o soteropolitano contou ainda que está se "Vale night" no Carnaval de Salvador, já que a esposa está no Rio de Janeiro para desfilar pela Salgueiro. Disse ainda que gosta de acompanhar a folia na rua, e que chorou ao caminhar com o "Me Abraça", com Durval Lelys. "Eu preciso da rua pra continuar vivendo, porque senão eu fico pouco, eu fico raso. É como se eu tomasse um elixir da vida".

 

Ele explicou que a própria esposa o liberou para ficar por aqui, após ver a felicidade dele em meio à folia: "Ela me viu feliz no primeiro dia, em que estivemos aqui juntos, e me disse: 'como eu vou fazer você ir pro Rio depois de ter visto a sua cara feliz?'".


Se ela tem ciúmes? Segundo ele, nem precisa, já que os dois tem uma relação bem "quente". Aliás, os dois costumam falar abertamente sobre o desejo que têm um pelo outro. "Eu nunca tive perto de um outro corpo o qual eu desejasse tanto. Falar da Deborah nessa gaveta é falar de uma pessoa que eu admiro muito, e eu acho que meu tesão vem da admiração. A cabeça dela é muito estrategista e ela tem consciência de muita coisa, que eu queria ter. Eu falo pra ela: 'a hora que você quiser, se estiver lavando roupa, dá uma piscadinha, um sinal, que eu vou estar pronto em 30 segundos", brincou.

Feirantes da Baía: Websérie conta história da Feira de São Joaquim e seus trabalhadores
Foto: Divulgação

A famosa Feira de São Joaquim foi palco de uma websérie que será lançada na quarta-feira, no dia 23 de março, no mês do aniversário de Salvador. A "Feirantes da Baía" foi gravada pelos becos, quitandas e barracas da maior feira da capital baiana, e se divide em três episódios.

 

Idealizada e dirigida pelo documentarista baiano Leo Veneza, a websérie conta a história de três comerciantes: a Dona Leda do Quiabo, Seu Oltevan, longevo comerciante de artesanatos baianos, e Adriana, herdeira de uma famosa banca de produtos para rituais de candomblé.

 

Em entrevista ao BN Hall, Veneza declarou que o foco da série é mostrar "a alma da feira" e "quem faz a feira ser o que ela é".

 

"Em cada um desses episódios a gente vai trazer um personagem, são três feirantes incríveis que contam a história deles e da Feira, e como essas duas histórias se entrelaçam. Isso é muito interessante para que a gente consiga perceber como a história desses feirantes estão ligadas diretamente à Feira de São Joaquim e necessariamente à história de Salvador", diz o documentarista. 

 

"As histórias por si só são comoventes, Dona Leda traz muito a luta dela, de ser feirante, de conseguir manter a existência dela trabalhando com a feira. Já Seu Oltevan, traz a história da feira, como nasceu. Adriana traz no episódio dela a importância das barracas e quitandas que vendem produtos de axé, que são importantes e alimentam os rituais de Candomblé da cidade", conta.

 


Foto: Admilson Boaventura

 

Veneza ainda revelou o nome dos episódios, dedicados a cada um dos feirantes. O de Dona Leda, por exemplo, se chama 'Mil em Uma'. O porquê? "Ela faz muitas coisas ao mesmo tempo", responde o documentarista. 

 

"O de Seu Oltevan é 'As Veias da Feira', onde mostramos essa parte interna da feira, como ela foi constuída. E o de Dona Adriana é 'A Presença de Oxum', porque ela é de Oxum. É uma bela mulher, com um sorriso imenso, carinhosa para falar da barraca dela e sobre como isso é importante para a cultura afro e do Candomblé em Salvador", explica.

 


Foto: Reinaldo Correia

 

Veneza ainda conta que passou pouco mais de 1 mês frequentando a Feira para que as gravações fossem finalizadas. Ele ainda diz que os recursos para a realização desse projeto foram bastante curtos, portanto, foi necessária uma equipe pequena, mas que trouxe um "processo tranformador" para todos.

 

Para contar essas histórias, não foi nada fácil. Nos mais de 30 dias percorrendo a maior feira da capital, a equipe procurou por feirantes que não só quisessem participar do documentário, mas que tivessem relatos interessantes para tratar, assim como foi com a Dona Leda.

 

"Fomos para a Feira às 3h30 da manhã, nos encontramos com Dona Leda, ela vende produtos alimentícios como quiabo, mandioca e pimentas. Ela estava, naquela hora, recebendo e organizando tudo isso. A gente acompanhou esse processo", ele conta. 

 


Foto: Admilson Boaventura

 

O nome do documentário também tem sua explicação. Dúvidas percorrem pelos interessados na websérie, que questionam o porquê de haver 'Baía' ao invés de 'Bahia' em seu nome. 

 

"'Baía' se trata de Baía de Todos-os-Santos. A feira está localizada na Cidade Baixa, em frente à Baía e a maioria dos seus produtos vêm do Recôncavo Baiano. Hoje, a maioria chega pelas estradas, mas antigamente esses produtos vinham de saveiros e paravam ali na enseada de São Joaquim, onde hoje tem aquele samba que todo mundo gosta", diz Veneza.

 


Foto: Marcelo Santiago

 

Por ser uma websérie, a Feirantes da Baía foi trabalhada pensando no usuário da internet. Com uma linguagem facilitada e episódios curtos, o documentário foi construído com leveza para aquele telespectador que está a todo momento sendo "bombardeado" com informações.

 

"Sabemos como funciona a cultura das redes sociais, toda a roteirização do conteúdo foi feita pensando em a gente conseguir vincular esse telespectador das redes sociais", afirma. Segundo ele, todo o material colhido rendeu 150 minutos de entrevista, no entanto, para atrair o público de rede social, foi necessário encurtar o documentário para que cada episódio ocupasse de 4 a 5 minutos do tempo de quem assiste.

 

"A gente tirou o melhor desse conteúdo todo para conseguirmos entregar um episódio que tivesse uma linguagem voltada para as redes sociais para conseguirmos alcançar as pessoas e ao mesmo tempo trazer a verdade de cada um dos feirantes. São histórias complexas, que tivemos que resumir para que as pessoas e a cultura das redes sociais acolhessem esse conteúdo de uma maneira que fosse interessante para quem está nessas plataformas", conta o baiano.

 

Leo Veneza ainda destacou a importância e felicidade em fazer esse documentário. "Nós da equipe estamos extremamente felizes de falar da cultura da cidade, no mês de aniversário dela, mas isso pelo olhar de quem é a alma disso tudo aqui. Nosso sentimento hoje é de felicidade e realização em estar podendo entregar isso para Salvador, como um presente", declara.

 

Feirantes da Baía contará com três episódios que serão lançados semanalmente. Após a estreia, nesta quarta-feira (23), os outros dois episódios serão publicados nos dias 30 de março e 6 de abril, no Instagram @leoveneza.

 

O projeto, realizado em parceria com o perfil do Instagram Salvador para o Mundo (@salvadorparaomundo), tem apoio financeiro do Estado da Bahia através da Secretaria de Cultura (Prêmio Cultura na Palma da Mão/PABB) via Lei Aldir Blanc, redirecionada pela Secretaria Especial da Cultura do Ministério do Turismo, Governo Federal.

 

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Com imagens raras, documentário sobre Maria Bethânia estreia neste ano
Foto: Jorge Bispo/Divulgação

O documentário sobre a cantora Maria Bethânia já está em fase final e será estreado nos cinemas ainda neste ano. 

 

O "Maria - Ninguém Sabe Quem Sou Eu" conta a trajetória da artista desde os anos 1960. A narrativa se dá através de depoimento concedido pela cantora durante uma entrevista captada em 2021, no hotel Copacabana Palace, contando com imagens inéditas e arquivos raros. Entre essas imagens, há takes do show A hora da estrela (1984).

 

Dirigido e roteirizado por Carlos Jardim e ainda será exibido no canal GloboNews e no Canal Brasil após a estreia nos cinemas. O projeto é realizado em parceria entre a Globo Filmes, GloboNews, Canal Brasil e Turbilhão de Ideias.

 

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Trajetória corrupta de Sérgio Cabral será contada em filme; estreia é prevista para 2023
Foto: Agência Brasil

A trajetória de Sérgio Cabral Filho, ex-governador do Rio de Janeiro que acumula cerca de 20 condenações e mais de 300 anos de prisão por atos corruptos, será contada em um filme.

 

De acordo com informações da coluna de Lauro Jardim, na Folha de S. Paulo, o documentário será viabilizado após as produtoras Kromaki e Emoções Baratas comprarem os direitos do livro "Se não fosse o Cabral: A máfia que destruiu o Rio e assalta o país" (Tordesilhas), de Tom Cardoso.

 

Ainda segundo o colunista, a adaptação da obra está em desenvolvimento e deve contar com depoimentos e a recriação de sequências contadas pelo escritor no livro. Com roteiro assinado por Claudio Manoel, o filme documental tem previsão de iniciar a fase de produção no segundo semestre de 2022, para estrear em 2023.

Em tributo a Letieres Leite, TVE Bahia exibe documentário e show inédito
Foto: Divulgação

Para homenagear o maestro e compositor baiano Letieres Leite, que morreu aos 61 anos na semana passada (saiba mais), a TVE Bahia exibe nesta quarta-feira (3), às 20h, o documentário “UPB – Tempestade Emocional”, dirigido por Cecília Amado. A produção vai ao ar ainda no dia 7 de novembro, às 18h.

 

Também idealizada pelo artista, a obra aborda o método de ensino musical desenvolvido por ele e aplicado no Coletivo Rumpilezzinho. O método em questão tem abordagem única na música brasileira e parte das pesquisas do maestro sobre os ritmos e gêneros de matriz africana.

 

Como parte das homenagens ao compositor baiano, vai ao ar também na emissora, o show “Letieres Leite Quinteto Convida Mou Brasil”, realizado durante o Festival Rumpilezz de 2021. A apresentação, que é inédita em TV aberta, será exibida no dia 6 de novembro, às 18h30, e reexibida no dia 7, às 20h e dia 12, às 20h30.

Documentário sobre milagre de Santa Dulce dos Pobres tem pré-estreia em Salvador
Foto: Divulgação

O documentário “A Luz na Escuridão”, que conta a história do milagre que levou à canonização de Irmã Dulce, tornando-a a primeira santa nascida no Brasil, terá pré-estreia em Salvador nesta quinta-feira (14), às 19h, no Santuário Santa Dulce dos Pobres, localizado na Avenida Dendezeiros do Bonfim.

 

O ingresso pode ser retirado das 7h às 13h e das 14h às 18h, mediante doação de 1kg de alimento não perecível, que será convertido na produção de quentinhas para a população em situação de rua.

 

Produzido pela Mandacaru Filmes e dirigido por Toni Couto, o filme acompanha a trajetória do baiano José Maurício Moreira, que aos 22 anos teve o diagnóstico de um glaucoma descoberto tardiamente e já em estado avançado. 

 

O tratamento, que durou uma década, não foi suficiente para impedir que seu nervo óptico – responsável pela comunicação com o cérebro – fosse destruído. Desse modo, na virada do ano de 1999 para 2000, Maurício ficou totalmente cego de ambos os olhos e assim permaneceu por mais de 14 anos, quando, após uma experiência de fé, voltou a enxergar. 

 

O milagre foi o segundo da freira baiana validado pelo Vaticano, cumprindo-se desta forma a última etapa de sua Canonização – a terceira mais rápida da história (27 anos após o falecimento do Anjo Bom), atrás apenas da Canonização do Papa João Paulo II (9 anos após sua morte) e de Madre Teresa de Calcutá (19 anos após o falecimento da religiosa). Irmã Dulce foi canonizada no dia 13 de outubro de 2019, em cerimônia presidida pelo Papa Francisco na Praça São Pedro, no Vaticano. 

 

Além do diretor da obra, a pré-estreia terá a presença do miraculado José Mauricio; da superintendente das Obras Sociais Irmã Dulce (OSID), Maria Rita Pontes; de profissionais da instituição; e de devotos e demais admiradores da vida e obra de Santa Dulce dos Pobres. 

 

Toni revela que a escolha do Santuário de Santa Dulce para a pré-estreia da obra representa também o cumprimento de uma promessa feita a Irmã Dulce. “O Santuário já foi um cinema, o antigo Cine Roma, inaugurado pela própria Irmã Dulce para arrecadar recursos para suas ações sociais. Fiz uma promessa de que esse seria o primeiro local de exibição, caso conseguisse realizar o sonho desse filme”. Após a pré-estreia, será anunciado o circuito de exibição da obra.  

Curtas do Poder

Ilustração de uma cobra verde vestindo um elegante terno azul, gravata escura e língua para fora
Tenho pra mim que os propagandistas estão tontos com as "mudernidades". É tanto celular gravando o tempo inteiro, IA, implante capilar e trend, que tá faltando proposta e política. O problema é que mesmo quem faz política tá enfrentando outro bicho: o ciúme. Mas tem amizades que se provam com o tempo. O Galego que o diga... Saiba mais!

Pérolas do Dia

Bruno Monteiro

Bruno Monteiro
Foto: Ainoã Teles / Bahia Notícias

"Nossa campanha é uma só".


Disse o secretário de Cultura da Bahia Bruno Monteiro ao comentar a relação das campanha ao governo da Bahia e a disputa presidencial. 

Podcast

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