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Baixa testosterona causa sintomas inespecíficos que podem ser confundidos, alerta endocrinologista
Hormônio ligado a libido e função sexual, a testosterona também é responsável por aspectos físicos e psicológicos no homem, como a preservação da motivação, do vigor físico, massa muscular, massa óssea e distribuição de pelos pelo corpo. Nos casos de deficiência do hormônio, os homens podem apresentar sintomas inespecíficos, que podem parecer com várias outras doenças e também pode ter sinais e sintomas mais característicos, explica o endocrinologista Alexis Dourado Guedes, diretor do Departamento de Endocrinologia Feminina,  Andrologia e Trangeneridade da Sociedade Brasileira de Endocrinologia e Metabologia.

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Terça, 26 de Outubro de 2021 - 11:10

Hospital Roberto Santos registra queda de 70% das cirurgias durante pandemia

por Jade Coelho

Hospital Roberto Santos registra queda de 70% das cirurgias durante pandemia
Apesar de não ter sido convertido em uma unidade exclusiva de Covid-19, o Hospital Geral Roberto Santos (HGRS), em Salvador, sentiu os impactos da crise sanitária em outros aspectos. Em relação à realização de cirurgias, a unidade registrou redução de 70% até o mês passado, quando a retomada dos procedimentos cirúrgicos eletivos foram autorizadas pela Secretaria da Saúde do Estado (Sesab).  O HGRS é o maior hospital público do estado da Bahia, com 640 leitos. Se trata de uma unidade de grande porte, de alta complexidade, terciário e de caráter assistencial.  De acordo com o diretor médico do HGRS, André Estrela, a redução se deu porque apenas os procedimentos oncológicos foram mantidos durante o período em que o decreto da Sesab suspendeu as cirurgias eletivas. Os procedimentos cirúrgicos da oncologia represem cerca de 30% de todos os realizados no Roberto Santos, sinalizou o gestor. O período de suspensão de cirurgias resultou em uma alta demanda reprimida. André Estrela, aponta que a especialidade mais afetada foi a urologia. Diante disso, o Hospital Geral Roberto Santos planeja fazer um mutirão no próximo mês, aproveitando a campanha "Novembro Azul", que chama atenção para conscientização a respeito da prevenção e diagnóstico precoce do câncer de próstata. “Devem incluir essa quantidade de pacientes que ficaram reprimidos também durante a pandemia, e a ideia é agora com esse mutirão a gente poder abraçar esses pacientes para fazer cirurgias”, disse o diretor médico.  Durante a entrevista, o diretor médico do HGRS deu mais detalhes sobre a retomada das cirurgias. Leia a conversa completa na coluna Saúde. 

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Com casos doença 'da urina preta' na BA, AM, CE e PA, Ministério quer definir tipos de casos
A Bahia soma 21 notificações neste ano para a doença de Haff, conhecida popularmente como “doença da urina preta”. Além da Bahia, Ceará, Pará e Amazonas vêm monitorando suspeitas e pelo menos duas mortes estão em investigação nos estados do Norte. Diante disso, o Ministério da Saúde está trabalhando com as equipes dos estados para fazer a definição do que é caso suspeito e caso confirmado.

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Permuta, remédio raro, erro ou estética diferente: quando judicializar a saúde é direito?
O crescimento de ações de judicialização de temas relacionados à saúde é apontado como um fenômeno que vem crescendo cada vez mais no Brasil. Essa é uma realidade enfrentada por gestores municipais, estaduais e pela União. Quando um indivíduo tenta utilizar um tratamento de saúde ou medicamento específico não disponível no SUS, a previsão da Constituição que coloca a saúde como dever do Estado leva o pleito à Justiça. Na visão de René Viana, que atua há 10 anos como advogado especialista em Direito Médico e Bioética, a judicialização de um direito básico é um sinal de que a sociedade não está funcionando como deveria.  Ele ressalta que os casos de judicialização deveriam ser uma exceção, mas a partir do momento em que o ente federativo não implementa corretamente os serviços de saúde “isso não quer dizer que o cidadão não possa pleitear junto ao Judiciário a materialização desse direito”. “Não só pode, como deve”, afirma o advogado, pautado no fato de que a Constituição Federal é garantidora desse direito. “A Judicialização não deve ser vista como vilã. Ela é a forma que os cidadãos dispõem, seja através da Defensoria Pública, da advocacia ou do Ministério Público, de exigir a correta implementação das políticas públicas de saúde e buscar o asseguramento do seu direito”, opinou. René, que atua também como professor do curso de pós-graduação da Faculdade Bahiana de Direito, falou ainda sobre processos por erro médico, como a Justiça enxerga os casos de troca de serviços médicos através de permuta, regulação de leitos de UTI, pleito por remédios para doenças raras, e políticas públicas eficientes para redução da judicialização de temas relacionados à saúde.

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População menospreza vacina da gripe, mas doença é 'roleta russa', alerta pneumologista
Enquanto há ansiedade pela vacina da Covid-19 e a população aguarda o fim da pandemia, a adesão à vacinação contra a H1N1, outra doença que há 10 anos também causou uma pandemia, segue baixa. O vírus é um dos três combatidos pela vacina da gripe de 2021. O imunizante cuja campanha de vacinação foi aberta ao público geral protege contra os vírus da Influenza A (H1N1); B; e o da H3N2. 

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Pandemia piorou relações sexuais de casais que já enfrentavam problemas, analisa sexóloga
Os impactos da pandemia da Covid-19 na vida sexual das pessoas variam de acordo com a rotina, o nível de intimidade da relação e a maneira como outros aspectos da crise sanitária atingiram cada um. A psicóloga e sexóloga clínica Cláudia Meireles explica que os casais cujas relações que já enfrentavam problemas antes da pandemia tiveram os problemas com o desejo e a vida sexual impactados negativamente. A especialista cita como exemplo a redução do desejo sexual nas relações já desgastadas, onde a proximidade e o aumento da convivência diária impostos pela pandemia e o isolamento social acabaram prejudicando. “Os casais convivem cerca de cinco ou seis horas por dia, mas com a pandemia a convivência passou a ser de acordar, passar dia inteiro e dormir, pode ter acelerado um processo de desgaste, e isso também faz reduzir desejo sexual”, analisou a sexóloga.

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Além da Covid: Gestantes devem redobrar atenção com infecções virais, alerta ginecologista
Gestantes precisam redobrar a atenção com infecções virais, porque elas potencializam as complicações obstétricas. Em relação a Covid-19, o estado gravídico acaba piorando a infecção e aumentando as chances de agravamento da doença. Mas esse grupo precisa se atentar também a outros vírus, e por isso não podem deixar de fazer acompanhamento pré-natal e tomar vacinas recomendadas para a gestação, por mais que se tenha medo ou receio de sair de casa e ir a uma unidade de saúde. O alerta é feito pela ginecologista, obstetra e professora da UniFTC, Camila Paula Ribeiro.

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Após suspensão de contrato, Bahiafarma volta a fornecer 100% de insulina usada no SUS
Após um hiato em 2020, a Bahiafarma voltou a fornecer insulina para o Sistema Único de Saúde (SUS) e agora sai da Bahia 100% da insulina humana utilizada na saúde pública do Brasil. A suspensão do fornecimento no ano passado se deu após o Ministério da Saúde suspender contratos com sete grandes laboratórios públicos que produziam 19 medicamentos. Na época, a farmacêutica baiana era responsável por 50% da quantidade de insulina do sistema de saúde brasileiro. De acordo com o presidente da fundação, Tiago Moraes, no final do ano de 2020 um novo contrato com o Ministério foi assinado e a empresa baiana voltou em fevereiro a fornecer a insulina.

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Apesar do fácil acesso, escolha de método contraceptivo deve ser feita com médico
Por mais que o acesso seja fácil, a escolha e o uso de um método contraceptivo envolve questões que precisam ser analisadas e conversadas com um profissional de medicina especializado em ginecologia e obstetrícia. Isso porque cada pessoa tem características que precisam ser levadas em conta para definir qual método é o mais adequado para ela. Entre os métodos mais utilizados está a pílula, popular, de fácil acesso e baixo custo, mas que não é indicada no caso de pacientes homens trans, ou com histórico de trombose na família, com sedentarismo, obesidade, hipertensão ou que sofrem de enxaqueca. A médica ginecologista do Hospital da Mulher, Jamile Martins, explica que além do histórico a escolha do método também leva em conta variantes relacionadas a menstruação, como fluxo, período, se sente cólica, quantos dias dura o período menstrual. Ele ainda alerta que não é aconselhável a homens trans que estão em processo de trans sexualização o uso de qualquer método contraceptivo hormonal. Esses pacientes devem utilizar métodos como o Dispositivo Intrauterino (DIU) de cobre ou de cobre com prata. Durante a entrevista a médica explica diferença e questões que envolvem métodos contraceptivos, a relação do anticoncepcional com a Covid-19, trombose, exemplifica contraindicações para certos métodos e ainda fala da reação com outros medicamentos. 

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Sexta, 05 de Fevereiro de 2021 - 11:10

Condução da pandemia pelo governo tem prejudicado e desacreditado Anvisa

por Jade Coelho

Condução da pandemia pelo governo tem prejudicado e desacreditado Anvisa
O comportamento e a condução do governo federal da crise sanitária da Covid-19 tem prejudicado a importância e prestígio da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), “que sempre foi um órgão que atuou de forma científica e séria”. Essa é a avaliação da epidemiologista e pesquisadora do Instituto de Saúde Coletiva (ISC) da Universidade Federal da Bahia (UFBA), Glória Teixeira. A especialista também é integrante da Rede Covida, um projeto de colaboração científica e multidisciplinar focado na pandemia da Covid-19. A iniciativa foi criada em março do ano passado e reúne profissionais do Centro de Integração de Dados e Conhecimentos para Saúde (Cidacs/Fiocruz Bahia) e a Universidade Federal da Bahia (Ufba). “Nós estamos vendo que ela está ficando um pouco desacreditada. Esse problema é muito mais da forma como o governo federal tem se comportado. Isso não é da área técnica da Anvisa, a gente precisa separar”, argumentou Glória. A professora da Ufba ainda destacou que a população mão deve acusar a Anvisa. “A Agência é o corpo técnico, os dirigentes são passageiros”, ponderou. Nas últimas semanas a agência tem sido alvo de críticas e cobranças da população e também do setor público pelos longos processos e inúmeros critérios para a aprovação de vacinas.  “Temos que valorizar, mas ao mesmo tempo ficar solicitando e trabalhando e tentando mobilizar STF, parlamento, para continuar trabalhando de forma que seja ágil, porque a pandemia assim exige, mas ao mesmo tempo sem abrir mão da questão científica para que a eficácia e segurança das vacinas sejam asseguradas para a população brasileira”, argumentou a professora.  A epidemiologista também ressaltou a importância e necessidade de que o máximo de pessoas sejam vacinadas contra a Covid-19.  Nesse sentido ela ressaltou e condenou as fake News que vem sendo veiculadas e que levantam dúvidas e desacreditam as vacinas. Para ela, essa é uma questão importante que deve ser fortemente combatida, porque pode se tornar um problema de saúde pública. “Foi divulgado um dado de que mais de 75% da população brasileira quer se vacinar. Mas precisamos convencer os outros. Precisamos atuar nesse ambiente pró-vacina Covid para poder falar das outras vacinas”, completou Glória. Durante a entrevista integrante da Rede Covida ainda falou sobre uso de medicamentos sem eficácia comprovada para a Covid-19, o aplicativo TratCov, problemas na cobertura vacinal, fake News, e as temidas variantes do coronavírus.

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