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Viver Bem: Especialista destaca a importância das brincadeiras no desenvolvimento das crianças
Brincar é um direito assegurado pelo Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA), além disso, as brincadeiras têm um papel fundamental na vida das crianças, já que elas podem auxiliar no desenvolvimento social, emocional e cognitivo dos pequeninos. De acordo com a psicóloga do Sistema Hapvida, Marta Érica Souza, o entretenimento infantil ainda impulsiona o pensamento simbólico, favorece a evolução da memória e da ludicidade no desenvolvimento motor e na aprendizagem de novos comportamentos e habilidades. 

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Viver Bem: A importância do acompanhamento médico na prevenção do parto prematuro
A notícia da morte do filho do humorista Whindersson Nunes, João Miguel, nascido de parto prematuro com 22 semanas, no início deste mês, sensibilizou todo o Brasil. De acordo com os dados do Sistema de Mortalidade (SIM) do Ministério da Saúde, 55% dos óbitos infantis poderiam ser impedidos por meio do cuidado apropriado à gestação, parto e recém-nascido. Para a obstetra do Hospital Tereza de Lisieux, do Sistema Hapvida, Dra. Viviane Santiago, a melhor maneira de se evitar um nascimento antes da idade gestacional adequada, entre 40 e 41 semanas, é realizando um pré-natal regular e de qualidade, para corrigir tudo que for necessário durante a gravidez, e evitar qualquer tipo de complicação, tanto para mãe, quanto para o bebê.

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Viver Bem: Psicólogo explica como a perda de pessoas impacta na saúde mental
Há mais de um ano, a humanidade tem convivido diariamente com um inimigo invisível que tem ceifado a vida de milhares de pessoas mundialmente. As perdas contínuas e abruptas decorrentes da Covid-19 têm impactado na saúde mental dos que ficam, justamente, diante dos falecimentos em massa que potencializam a sensação de vulnerabilidade, impotência e angústia. 

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Viver Bem: Câncer de Ovário: saiba mais sobre a doença que vitimou a atriz Eva Wilma

O mês de maio é um marco em todo o mundo na luta contra o Câncer de Ovário, considerado como o mais grave dos cânceres ginecológicos. No entanto, apesar desta informação, pouco ainda se discute sobre esse tipo de tumor.

 

De acordo com dados do Instituto Nacional do Câncer (Inca), a doença ainda é considerada de difícil diagnóstico e, por isso, teria menor chance de cura, e ao contrário do câncer de colo de útero, ele não é detectado por meio do exame de Papanicolau, e até hoje não existe um teste simples que possa diagnosticar esta neoplasia. O mais recomendado é que a mulher procure manter o acompanhamento médico.

 

A falta de conhecimento sobre essa doença e seus sintomas levaram a criação do Dia Mundial do Câncer de Ovário, lembrado no último dia 08 de maio. A data proporciona um momento único para discutir e conscientizar todas as mulheres sobre os sinais e sintomas da doença. Dados estatísticos apontam que 45% das pacientes com este tipo de câncer sobrevivem mais do que cinco anos, para as pacientes com o de mama, esse índice chega a 89%.

 

Na última semana, o Brasil perdeu uma de suas maiores atrizes. Eva Wilma colecionava papéis memoráveis no teatro, no cinema e na televisão em mais de sete décadas de carreira.

 

A atriz morreu em São Paulo, vítima de complicações de um câncer no ovário, que havia descoberto apenas uma semana antes. Ela foi internada no Hospital Israelita Albert Einstein, em 15 de abril, para tratar de problemas cardíacos e renais. Assim como aconteceu com Eva Wilma, em 80% dos casos desse tipo de câncer, a doença é identificada já em estágio avançado.

 

A ginecologista do Sistema Hapvida, Elis Akami, destaca quais os fatores de risco para desencadear a doença. “Dentre os possíveis fatores estão a idade, pois a maioria dos cânceres de ovário se origina na menopausa, obesidade, ter filhos acima dos 35 anos, uso de remédios para fertilidade (tratamento para fertilização in vitro é fator de risco), histórico familiar de câncer de ovário, câncer de mama ou câncer colorretal, síndromes resultantes de alterações hereditárias em determinados genes, como a síndrome hereditária do câncer de mama e câncer de ovário, hamartoma - PTEN ou doença de Cowden, câncer colorretal hereditário não polipóide, síndrome de Peutz - Jeghers e polipose associada ao MUTYH, dieta rica em carne vermelha, dieta gordurosa e dieta pobre em vegetais; uso de talco na área genital (controverso)”, destaca.

 

Sintomas da doença

Os sintomas do câncer de ovário são frequentemente confundidos com outras doenças, principalmente aquelas de males gastrointestinais. Para fazer a diferenciação, é preciso avaliar se esses sintomas ocorrem por um período superior a três semanas. Nesse caso, deve-se procurar um médico o quanto antes.

 

Os principais sintomas são aumento do volume abdominal (inchaço contínuo), dificuldade de comer, dor abdominal ou pélvica e a necessidade urgente e frequente de urinar. Outros sintomas comuns incluem a mudança dos hábitos intestinais, sangramento vaginal anormal, cansaço e flutuação inesperada de peso, principalmente ao redor do abdômen. E como já informado, a doença tende a aparecer com maior frequência em mulheres com antecedentes familiares.

 

Infelizmente, não há uma maneira de evitar totalmente a doença. Por outro lado, existem alguns fatores que ajudam a diminuir o risco. Conscientizar-se dessas condições pode fazer toda a diferença para a vida de muitas mulheres.

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Viver Bem: Como anda a saúde do seu coração na pandemia?
Devido à pandemia do coronavírus, as medidas de isolamento social e a necessidade de ficar em casa, muitas pessoas deixaram de lado os exercícios físicos, consequentemente contribuindo para o aumento do número de sedentários, e dos problemas associados à saúde do coração. De acordo com uma pesquisa realizada pela Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo, a inatividade teve um crescimento de 50% durante a pandemia, além de ser a responsável por cerca de 9% da mortalidade anual, resultando em torno de cinco milhões de mortes por ano no mundo.

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Viver Bem: Endocrinologista aponta perigos do consumo em excesso de vitaminas C e D

O consumo de vitaminas, polivitamínicos e minerais sempre fez parte da vida do povo brasileiro como uma forma de reforço na nutrição. Porém, com a pandemia do coronavírus houve um aumento na ingestão desses suplementos. Inicialmente, houve um acréscimo na procura por vitamina C com Zinco e, em um segundo momento, pela vitamina D para o aumento da imunidade. 

 

O endocrinologista do Sistema Hapvida, Francilino Leite, explica que apesar das pessoas terem aumentado o consumo das vitaminas C e D durante a pandemia, a ingestão dessas substâncias como suplementação não deve ser encarada como uma regra e alerta que o consumo excessivo pode trazer riscos à saúde. “O uso inadequado desse tipo de medicação pode gerar sérios riscos. Para exemplificar, entre os problemas ocasionados pelo uso em excesso de vitamina D, está a intoxicação gerando sintomas como náuseas, vômitos, constipação intestinal, pedras nos rins, desidratação, confusão mental e pode levar, inclusive, o indivíduo à morte", alerta o médico.

 

“Não é preciso necessariamente que a população recorra a essa suplementação apenas por conta da pandemia da Covid-19. É preciso avaliar cada caso, pois nem todas as pessoas precisam desse reforço, principalmente aquelas que possuem uma alimentação saudável, com variação de cores no prato”, afirma.

 

Já em relação à vitamina D, o endocrinologista aponta que após alguns estudos que comprovaram que pacientes com Covid-19 apresentaram baixos níveis dessa vitamina no organismo, houve um aumento da procura desta substância nas farmácias. Com isso, o médico ressalta que a prescrição de vitaminas, principalmente a do tipo D, é indicada quando, de fato, há uma baixa nos níveis recomendados pela Sociedade Brasileira de Endocrinologia. Já que ela é importante para saúde óssea e melhoria da imunidade.

 

Francilino Leite assegura que o uso de vitaminas e minerais só é benéfico em casos específicos. “Pessoas que realmente não as consomem em uma dieta diária, pacientes com restrições alimentares ou em indivíduos com alguma enfermidade mais grave são os recomendados para fazer uso da suplementação. Lembrando que, independente do caso, é sempre bom buscar orientação com um médico e/ou nutricionista”, pondera.

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Viver Bem: Alterações climáticas - especialista alerta para os cuidados com as infecções respiratórias
A chegada das estações mais frias e as alterações climáticas decorrentes do período têm deixado as pessoas ainda mais apreensivas neste momento dramático de pandemia, em relação às doenças e infecções respiratórias, como a Covid-19, gripe e resfriado. De acordo com o especialista em medicina de emergência do Hospital Francisca de Sande, do Sistema Hapvida, Rodrigo Matos, essas patologias podem apresentar um conjunto de sintomas muito semelhantes, mas é preciso saber diferenciar uma da outra. “Todas elas são capazes de causar febre, cansaço e tosse seca, mas existe uma síndrome gripal que observamos ser bem comum em todas essas ocorrências, o que confunde ainda mais as enfermidades", explica Matos. 

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Viver Bem: Prevenção à cegueira é pauta na campanha do 'Abril Marrom'
Criada com o objetivo de conscientizar sobre o tratamento e diagnóstico precoce das  doenças que afetam a visão e podem levar à cegueira, a campanha "Abril Marrom" é celebrada nacionalmente desde 2016 e a escolha desse tom para representar o mês se deu pelo fato desta ser a cor de íris mais comum nos olhos dos brasileiros.

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Dor de cabeça pode ser indicativo de Covid-19, alerta especialista

Estresses do dia a dia e cansaço do corpo são algumas das causas de cefaleia, ou seja, dores de cabeça. Entretanto, elas também podem indicar sintomas da Covid-19, sobretudo em se tratando de pessoas sem histórico deste tipo de incômodo e que começaram a apresentá-lo de forma contínua, nos últimos meses. O alerta é do clínico geral do Sistema Hapvida, João Carlos. “É normal uma dor de cabeça, mas é sempre bom investigar. A covid pode ter a cefaleia como um dos sintomas da infecção. A dor de cabeça não é a doença, mas sim um dos sintomas”, explica. 

 

O especialista orienta às pessoas que normalmente nunca tiveram dor de cabeça e começaram a sentir o incômodo de forma diária e intensa, que procurem por um atendimento médico. Ele enfatiza que é comum pacientes que foram infectados pelo novo coronavírus reclamar de dores de cabeça, as quais têm sido consideradas como um sintoma pós-covid. “Além da dor de cabeça, é muito frequente o paciente relatar dispneia, dores ou dormência nas pernas, e até já recebemos relatos de queda de cabelo. Por um certo tempo é normal, mas se essa dor de cabeça se tornar crônica, é bom procurar um especialista para investigar se há outras causas além da covid”,  recomenda o médico.

 

AUTOMEDICAÇÃO

João Carlos ainda faz um alerta para a automedicação. Segundo o médico, paciente que toma analgésico a cada um ou dois meses, por conta da dor de cabeça, não é algo considerado perigoso. Todavia, fora dessa situação, o consumo frequente pode ocasionar outros tipos de dores de cabeça, conhecida pela medicina como cefaleia medicamentosa. “O uso crônico do analgésico ocasiona mais dor de cabeça. Quando você para de tomar e depois volta a sentir, é porque o organismo já sente a falta da medicação”, esclarece o profissional enfatizando que o recomendável é só tomar um analgésico quando a dor for muito intensa, em raras ocasiões.

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Viver Bem: Psicóloga alerta sobre transtornos compulsivos e ansiedade na pandemia
Há mais de um ano todo o Brasil vem enfrentando a pandemia do novo coronavírus (Covid-19). Sentimentos como incerteza e ansiedade tomam conta da maior parte das pessoas. Com o número crescente dos casos e figuras públicas perdendo suas vidas por conta  da Covid, muitas acabaram desenvolvendo transtornos compulsivos e de ansiedade.

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