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O presidente da Câmara Municipal de Salvador (CMS), Carlos Muniz (PSDB), confirmou a votação dos projetos do Legislativo para a próxima quarta-feira, dia 13 de maio. Após a votação desta quarta (6), onde foram aprovados mais de 400 textos entre projetos de indicação, requerimentos e moções, e, como destaque, o Plano Municipal de Segurança.
Segundo Muniz, a escolha de manter os projetos de Lei do Executivo para a próxima votação é uma medida para garantir o “equilíbrio” entre os pares: “Hoje aqui foram votados moções, projetos de indicações e resoluções, mas na quarta-feira os projetos que tiverem aptos a votar, até que não seja dos 43 vereadores, serão votados”, garantiu.
O presidente comentou ainda que alguns dos PLs previstos aptos a votação, previstos para a votação desta semana, foram adiados: “Eu não posso dar privilégios. Meu projeto, por exemplo, hoje poderia ser votado e eu não coloquei para votar. Eu não quero privilégio nem para mim, mas quarta-feira com certeza os projetos vereadores serão votados aqueles que tiverem aptos, infelizmente os que não tiverem mal guardado”.
O presidente da Câmara Municipal de Salvador (CMS), Carlos Muniz (PSDB), anunciou a realização de uma última reunião conjunta de comissões temáticas, na manhã desta quarta-feira (6), para análise das emendas ao projeto do Plano Municipal de Segurança Pública, que será votado em plenário durante a tarde do mesmo dia.
O anúncio foi feito por meio de edição extra de publicação no Diário Oficial nesta terça-feira (5), um dia após o presidente destacar que a votação do projeto não seria adiada. A reunião prevê o retorno das vistas solicitadas por quatro vereadores com relação ao texto do Executivo, enviado em dezembro de 2025. Em nota pública, o grupo de oposição na Câmara Municipal anunciou que seriam sugeridas 11 emendas do grupo ao projeto.
As emendas da oposição teriam sido sugeridas pelas vereadoras Aladilce (PCdoB), Marta Rodrigues (PT), Hamilton Assis (PSOL) e Hélio Ferreira (PCdoB). O foco das emendas está na atuação da Guarda Municipal, que, por não ter o papel de polícia, deve integrar o sistema como órgão auxiliar, o que precisa ficar explícito no Plano; no Fundo Municipal de Segurança, que, segundo o grupo, também tem que ser previsto no sistema, para o financiamento das políticas públicas da área; e na garantia do funcionamento do Conselho de Segurança como o órgão gestor, o que, segundo a oposição, também não está definido no projeto.
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As emendas serão analisadas e votadas durante a reunião da comissão, que ocorrerá às 10h30 no Centro Cultural da Câmara Municipal. Foram convocados os representantes das seguintes comissões permanentes: Comissão de Constituição e Justiça e Redação Final (CCJ); Comissão de Finanças, Orçamento e Fiscalização; Comissão de Transporte, Trânsito e Serviços Públicos Municipais; Comissão de Direitos do Cidadão e Defesa do Consumidor.
O Plano Municipal de Segurança prevê um conjunto de ações e iniciativas para combater a violência e insegurança no município. Com vigência de 10 anos, plano é composto por 11 objetivos estratégicos, 241 ações e 46 metas. O orçamento aprovado e utilizado na construção totalizou R$ 14.381.927.915,88, sendo R$ 5.607.124.198,64 previstos até 2028.
Sob a liderança do deputado Aécio Neves, o PSDB estabeleceu como meta ampliar de forma significativa sua representação na Câmara dos Deputados nas próximas eleições.
Atualmente com 13 parlamentares, a sigla projeta quase triplicar a bancada e alcançar aproximadamente 35 cadeiras.
O objetivo ocorre após a redução registrada no último pleito, em 2022, quando o partido passou de 32 para 13 deputados, com perda de 19 assentos na Casa.
O vereador de Salvador, Duda Sanches (PSDB), compareceu nesta quinta-feira (16) à inauguração da nova Maternidade e Hospital da Criança, na capital baiana. O espaço homenageia o ex-deputado estadual Alan Sanches, que era médico e faleceu em janeiro deste ano.
Emocionado, Duda destacou a importância da unidade para a saúde pública municipal e classificou o equipamento como um avanço histórico. Segundo ele, trata-se da primeira maternidade da rede própria da Prefeitura de Salvador, ampliando a estrutura de atendimento a gestantes, recém-nascidos e crianças.
“A cidade passa a contar com um espaço preparado para garantir mais segurança e qualidade no nascimento das crianças”, afirmou.
Durante a fala, o vereador relembrou momentos vividos no local antes da reestruturação do prédio, quando funcionava o antigo Hospital Salvador. “Eu e meus irmãos esperávamos meu pai terminar os atendimentos, em uma época com estrutura muito limitada”, recordou.
Duda também mencionou o simbolismo da obra para o prefeito Bruno Reis, que perdeu a mãe no mesmo local, ressaltando a transformação do espaço. Para ele, o novo equipamento representa a mudança de um cenário marcado por dificuldades para um ambiente voltado ao cuidado e à vida.
“Hoje, esse hospital se transforma em referência e passa a carregar o nome do meu pai”, concluiu.
Um projeto de lei apresentado na Câmara Municipal de Salvador (CMS) propõe que shopping centers e estabelecimentos semelhantes sejam proibidos de exigir cadastro de veículos ou dados pessoais como condição para acesso e uso de estacionamentos em Salvador. O texto, do vereador Daniel Alves (PSDB), foi protocolado após um shopping da capital passar a obrigar o registro de veículos vinculados a tags eletrônicas.
Pelo PL, fica vedada a coleta de informações que permitam identificar o usuário, como nome completo, documentos, telefone, endereço ou qualquer dado associado à placa do veículo. A medida também inclui passageiros.
O projeto estabelece que o acesso aos estacionamentos deve ser livre, sem exigência de fornecimento de dados pessoais, salvo em situações previstas em legislação federal. Ao mesmo tempo, a proposta deixa claro que a leitura automática de placas, sem associação a dados pessoais, continua permitida.
“Não se pode condicionar o acesso a um serviço ao fornecimento de informações pessoais que não são indispensáveis”, defende o vereador, levando em consideração os princípios da Lei Geral de Proteção de Dados, como necessidade e finalidade do uso de dados.
A proposta também prevê punições para os estabelecimentos que descumprirem a regra, incluindo advertência, multa administrativa e penalidades em dobro em caso de reincidência. Além disso, os locais deverão afixar avisos informando que não podem exigir cadastro de dados para entrada nos estacionamentos.
O projeto ainda deve passar pelas comissões temáticas da Câmara Municipal antes de ir a plenário, para votação e, possivelmente, ser sancionado pelo prefeito Bruno Reis.
O empresário Antônio Rosalvo será candidato a deputado estadual pelo PSDB nas eleições de outubro. Candidato a prefeito de Lauro de Freitas pelo Partido dos Trabalhadores na disputa de 2024, o ex-aliado de Moema Gramacho deixa o grupo do atual governador Jerônimo e passa a compor o grupo de oposição.
A informação foi confirmada pelo Bahia Notícias nesta quarta-feira (15). Agora na base de ACM Neto, o ex-vereador deve apoiar a chapa do União Brasil para o governo do estado. Informações preliminares apontam que a articulação teria sido feita com ajuda de Uziba da Bahia e a prefeita Débora Regis (União). Com a chegada de Rosalvo, o PSDB planeja eleger cinco deputados estaduais e até três federais.
O presidente nacional do PSDB, Aécio Neves, causou surpresa no universo político de Brasília ao anunciar, nesta terça-feira (14), que havia convidado o ex-governador Ciro Gomes para ser o candidato do partido à presidência da República nas eleições de outubro. O anúncio foi feito após um encontro no gabinete da liderança do partido na Câmara.
Em uma rápida entrevista, Aécio, acompanhado do líder do partido na Câmara, deputado Adolfo Viana (BA), disse que era necessário romper a polarização Lula x Bolsonaro e oferecer um novo projeto para o país.
“Ciro tem um projeto sólido e bem-sucedido no Ceará, mas acreditamos que ele pode liderar um novo caminho para o Brasil, com uma economia liberal, inclusiva e uma gestão pública responsável. É o que o PSDB sempre defendeu e que o Brasil precisa mais do que nunca”, afirmou o presidente do PSDB.
Segundo Aécio Neves, o Brasil “é muito maior do que a soma de Lula e Bolsonaro”, e por isso o partido abriu as portas para a “figura qualificadíssima, preparada e corajosa” de Ciro Gomes para uma candidatura presidencial.
O ex-governador Ciro Gomes respondeu ao convite destacando que vai “avaliar com muito respeito” a proposta feita, considerando suas responsabilidades com o Ceará, e disse ainda que vai consultar familiares e aliados. Ciro ingressou no PSDB inicialmente com intenção de concorrer ao governo do Ceará.
“O PSDB se fortalece ainda mais com essa possibilidade e continua sua jornada de crescimento com novas lideranças e uma proposta clara para o Brasil. O partido se posiciona como alternativa no cenário político atual, com foco em equilíbrio, responsabilidade e desenvolvimento para todos”, afirmou o comunicado oficial do PSDB divulgado na noite desta terça.
Caso aceite o convite de Aécio Neves, Ciro Gomes disputará a sua quinta eleição presidencial. Ciro foi candidato a presidente em 1998, 2002, 2018 e 2022.
Os vereadores da Câmara Municipal de Salvador (CMS) que desejam pleitear cargos nos legislativos estadual ou federal já deram os primeiros passos para a candidatura nas eleições de outubro. Com o fim da janela partidária, que ocorreu entre os dias 5 de março e 4 de abril, quatro legisladores da capital baiana aproveitaram a “brecha” para consolidar mudanças de vinculação partidária e outros já se preparam para dar início a campanha, que começa oficialmente em 16 de agosto - ainda que, em tese, a janela não fosse destinada a vereadores.
No que tange a migração partidária, o PDT, que até então possuia quatro cadeiras no Legislativo soteropolitano, foi o partido que saiu mais deficitário. Foram duas perdas: a vereadora Roberta Caires e o vereador Anderson Ninho. No caso da vereadora, históricamente ligada ao grupo do ex-prefeito Antonio Carlos Magalhães (ACM) Neto, a mudança já era prevista, em decorrência da aproximação entre o líder da sigla na Bahia, o deputado federal Felix Mendonça Júnior com o governador Jerônimo Rodrigues.
Tentando se manter alinhada na oposição estadual, o destino de Roberta Caires foi o Republicanos, partido liderado em Salvador pelo também vereador Luiz Carlos. Já o vereador Anderson Ninho, seguindo uma lógica similiar, aumentou a bancada o PSDB, partido do líder da CMS, Carlos Muniz, e liderado pelo deputado federal Adolfo Viana.
PSDB este que saiu dessa migração com saldo positivo na Câmara. Além de Ninho, o partido foi o escolhido de Duda Sanches, ex-lider do diretório municipal do União Brasil em Salvador, para estabelecer sua campanha ao Congresso Nacional. Segundo fontes ligadas ao vereador, a mudança, que aparentemente estava fora do radar político, foi fruto de um convite do presidente Adolfo Viana.
Por fim, uma mudança já prevista e anunciada foi a do vereador Alexandre Aleluia, atual presidente da comissão de Constituição e Justiça (CCJ) da Câmara de Salvador. O vereador, que se elegeu pelo Partido Liberal (PL), migrou em direção ao Novo, partido liderado na Bahia por seu pai, o ex-deputado federal José Carlos Aleluia, para dar apoio a sigla na disputa por uma cadeira na Câmara Federal.
E AS URNAS?
Apesar de as migrações eleitorais serem uma etapa importante para a campanha eleitoral, a maior parte dos pré-candidatos da Câmara Municipal de Salvador optou por se manter nas suas respectivas siglas. Até o momento, o BN “mapeou” ao menos oito candidaturas de vereadores a cargos no Congresso Nacional ou na Assembleia Legislativa da Bahia.
Entre os que desejam alcançar o parlamento baiano estão os vereadores David Rios (MDB), Cézar Leite (PL), Felipe Santana (PSD) e Luiz Carlos (Republicanos), este último tendo confirmado a candidatura após desincompatibilização do cargo de secretário municipal de Infraestrutura em Salvador.
Já para o Congresso Nacional, a cerca de 6 meses da disputa na urna, ao menos outras quatro pré-candidaturas seguem postas. A primeira delas é a do vereador Jorge Araújo (PP), que já havia confirmado a pré-candidatura no último ano e, em março deste ano, foi alçado à cadeira de deputado federal temporariamente após a confirmação da licença do deputado João Leão, que deve assumir a Secretaria de Governo da Prefeitura de Salvador.
Em seguida, aparecem os vereadores Duda Sanches (PSDB) e Alexandre Aleluia (Novo). E, por fim, o vereador do PSOL, Professor Hamilton Assis, que deve ser um dos principais candidatos psolistas na disputa por uma ou mais cadeiras na Câmara dos Deputados, em Brasília.
O vereador Duda Sanches deixou o União Brasil, partido no qual atuava como liderança municipal em Salvador, e oficializou sua filiação ao PSDB. A mudança aconteceu no limte da janela partidária, que chegou ao fim nesta sexta-feira (3), e a informação foi confirmada ao Bahia Notícias neste domingo (5).
Com a mudança, o vereador se mantém em um dos partidos da base de ACM Neto (União), principal nome da oposição governista e pré-candidato ao governo estadual e deve atuar sob a liderança estadual do deputado, Adolfo Viana.
Para as eleições de outubro, Duda Sanches, que atualmente cumpre seu quarto mandato como legislador da capital baiana, anunciou a sua pré-candidatura ao Congresso Nacional para o cargo de deputado federal, seguindo os passos do pai, Alan Sanches, falecido em 17 de janeiro.
O influenciador digital e campeão do reality show A Fazenda, da Record, Rico Melquiades utilizou suas redes sociais para anunciar sua filiação ao PSDB. A novidade foi compartilhada aos seguidores no último sábado (4).
Sem especificar para qual cargo se candidatará, o influenciador prometeu: “Se eu ganhar, vou liberar cirurgia plástica para geral”, na legenda de sua publicação.
O influenciador ganhou o reality show em 2021 e acumula nas redes sociais cerca de 11,6 milhões de seguidores. Nos comentários, seguidores e internautas reagiram com surpresa ao anúncio. “Passada”, escreveu um usuário.
O ex-prefeito de Feira de Santana, Colbert Martins Filho, se filiou ao PSDB e anunciou sua pré-candidatura a deputado estadual de olho nas eleições de 2026.
A filiação foi confirmada no sábado de Aleluia (4), pelo Acorda Cidade, parceiro do Bahia Notícias após articulação com o deputado federal Adolfo Viana, presidente da sigla na Bahia. No plano nacional, o partido é comandado por Aécio Neves.
Até então no Democracia Cristã (DC), Colbert muda de legenda em busca de mais força política para disputar uma vaga na Assembleia Legislativa da Bahia (Alba).
Sobre o cenário em Feira de Santana, o ex-prefeito afirmou contar com o apoio do vice-prefeito Pablo Roberto, que já indicou que não disputará o pleito. Em relação ao prefeito José Ronaldo, Colbert disse que “espera” ter o apoio, embora o gestor não deva deixar o cargo para concorrer.
Carlos Muniz Filho, filho do vereador e presidente da Câmara Municipal de Salvador, Carlos Muniz (PSDB), anunciou nesta quinta-feira (3) sua pré-candidatura a deputado federal pela sigla.
O anúncio foi feito pela manhã e contou com a presença do pai e do deputado federal Adolfo Viana (PSDB). A filiação ao partido ocorreu no último dia 25, em Brasília, com a participação do presidente nacional do PSDB, Aécio Neves, além de Viana e Carlos Muniz.
“Estou muito lisonjeado de ingressar nas fileiras do PSDB. Esta legenda tem um papel importante na consolidação da democracia no país. Meu foco é trabalhar em prol do povo da Bahia e do Brasil”, afirmou Carlos Muniz Filho.
O vereador Carlos Muniz destacou a trajetória do filho e a escolha pela sigla. “Ele tem percorrido diversos municípios da Bahia para conhecer as demandas da população. Agora, no PSDB, passa a integrar um grupo que luta pela melhoria da qualidade de vida”, disse.
Às vésperas de prazo eleitoral, Pablo Roberto desiste de candidatura e permanece secretário em Feira
O vice-prefeito de Feira de Santana, Pablo Roberto (PSDB) anunciou oficialmente a sua desistência de manter uma candidatura a uma vaga na Câmara dos Deputados nas eleições de outubro. Em evento de divulgação dos índices de alfabetização no município, desta quinta-feira (2), Pablo confirmou a informação ao Acorda Cidade, parceiro do Bahia Notícias.
O anúncio ocorreu na véspera do prazo para a desincompatibilização caso ele, que também é secretário de educação do município, decidisse concorrer às eleições de 2026. A formalização da candidatura ocorre oficialmente neste sábado, dia 4 de abril.
“Eu vou continuar em Feira de Santana, na condição de secretário municipal, ao lado do prefeito, ajudando na gestão, ajudando na educação de Feira de Santana. Espero que essa decisão seja uma decisão entendida pelo povo de Feira de Santana. O nosso sentimento, o nosso desejo que nesse momento nós possamos continuar aqui”, afirmou o ex-deputado estadual.
Pablo ainda relembrou o período de campanha nas eleições de 2024, em que desistiu de concorrer como prefeito para participar da chapa José Ronaldo.
“Muita gente que eu ouvi, as pessoas cobraram muito isso também, da confiança que foi depositada na última eleição, que ainda está muito recente, de ter escolhido o prefeito José Ronaldo para gerenciar a cidade, ter escolhido Pablo Roberto também para ser vice-prefeito. Então, por respeito também à população de Feira de Santana, a nossa decisão nesse momento é continuar aqui em Feira”, conclui Pablo Roberto.
A apresentadora Antonia Fontenelle, anunciou uma nova etapa na vida pública. Por meio das redes sociais, a youtuber anunciou a filiação ao PSDB do Rio de Janeiro para as eleições de 2026.
Sem indicar a qual cargo pretende se candidatar, Fontenelle afirmou que após um ano nos Estados Unidos, volta ao Brasil para resolver problemas que estão ao seu alcance.
"O nosso país não aguenta mais viver refém dos extremos. É uma guerra de falsas narrativas, um show de horrores", afirmou a artista.
A escolha de Fontenelle pelo PSDB teve como motivação o ex-presidente Fernando Henrique Cardoso. Para ela, FHC sempre combateu problemas de forma elegante e isso pesou na recusa de convites de outros partidos. O convite para integrar a nova fase do partido foi feito pelo deputado federal Luciano Vieira.
O prefeito de Salvador Bruno Reis (União) comentou nesta segunda-feira (16) sobre as últimas articulações com o presidente da Câmara Municipal e seu partido, o PSDB. Bruno classificou a última reunião com o vereador como “excelente”, mesmo após declarações de Carlos Muniz sobre uma possível saída de seu filho da legenda.
“Tenho convicção que a nossa reunião de sexta-feira foi uma reunião excelente. Teve depois algum ruído e posso assegurar que não tem nada a ver com a relação do presidente da Câmara com a Prefeitura. Vamos naturalmente sentar e achar os caminhos”, disse o prefeito.
O descontentamento do vereador teria sido causado por entraves na candidatura do filho pelo mesmo partido do pai. Muniz Filho já anunciou sua pré-candidatura à Câmara dos Deputados e disputaria as eleições de outubro na legenda do pai.
Bruno Reis, no entanto, negou qualquer descumprimento de acordos com os membros da sigla. “Os meus compromissos com todas as partes envolvidas do PSDB estão em dia. Os novos que nós estamos assumindo podem ter certeza que serão cumpridos”, afirmou.
O presidente da Câmara Municipal de Salvador e do PSDB Salvador, Carlos Muniz, anunciou ao Bahia Notícias que vai começar as buscas por um novo partido. A motivação do rompimento seriam impasses na candidatura de seu filho à Câmara Federal.
“Quem vai ser candidato é meu filho. A partir de segunda-feira procurarei partido, vou procurar e o partido que tiver melhor condição, ele vai. Meu grupo político é uma candidatura de deputado federal de meu filho”, afirmou o presidente.
Segundo o jornalista Victor Pinto, a tensão aumentou no PSDB após uma reunião que aconteceu ontem (13) entre o presidente da Câmara Municipal de Salvador, Carlos Muniz, e o prefeito Bruno Reis. A discussão teria ocorrido após o vereador acreditar que articulações para impedir a candidatura de seu filho estariam acontecendo.
Muniz, no entanto, não deve deixar o partido neste momento. O vereador não poderia ingressar em uma nova sigla por não estar no período da janela partidária, quando a troca de partido é permitida sem risco de perda de mandato.
O deputado federal e líder da federação PSDB/Cidadania, Adolfo Viana, falou sobre o espaço do partido para as próximas eleições. Nesta segunda-feira (9), o deputado marcou presença na cerimônia de entrega da Medalha do Mérito Luís Eduardo Magalhães para o presidente da Câmara, Hugo Motta (Republicanos).
Na ocasião, Adolfo projetou o alcance do número de 30 deputados na legenda, e reforçou a necessidade de crescimento do partido, que teve um resultado abaixo do esperado nas eleições de 2024
“O PSDB precisa ampliar esses espaços, aqui na Bahia e no Brasil. A gente sai de 14 deputados para mais de 20 nessa janela e certamente no final da eleição voltaremos a ter mais de 30 deputados, nada mais justo que aqui na Bahia o PSDB possa avançar e crescer em tamanho”, afirmou o deputado federal.
O presidente da Câmara Municipal de Salvador (CMS), Carlos Muniz (PSDB), negou que o Legislativo funcione como um “apêndice” da Prefeitura e rebateu críticas de que a Casa aprova automaticamente todos os projetos enviados pelo Executivo.
Segundo Muniz, quando necessário, os projetos ficam retidos nas comissões por longos períodos para análise, especialmente a pedido da oposição. “Se a Câmara não tivesse independência, os projetos não ficariam 90 dias nas comissões”, afirmou.
Como exemplo, o presidente citou o envio de 12 projetos pelo prefeito Bruno Reis em junho de 2025. De acordo com Muniz, as matérias permaneceram cerca de três meses em tramitação interna antes de serem votadas.
“Em outros tempos, os projetos eram votados em três dias. Aí sim poderia existir essa submissão. Hoje não há. O que eu não posso fazer é dizer que não vou votar um projeto. A oposição tem tempo suficiente para estudar qualquer proposta”, disse Muniz ao Projeto Prisma, podcast do Bahia Notícias.
O presidente da CMS também citou o plano municipal de segurança como outro exemplo. O projeto foi encaminhado à Câmara em dezembro, mas só deve ser votado em março, após pedido da oposição para ampliar o prazo de análise.
Segundo Muniz, a então líder da oposição, vereadora Lídice da Mata, solicitou mais tempo para estudo da proposta. “Ela pediu tranquilidade para que a oposição pudesse analisar o projeto. O texto chegou em dezembro, tivemos dezembro, janeiro, fevereiro e a votação deve ocorrer em março, mesmo com o recesso”, explicou.
Confira episódio:
O presidente da Câmara Municipal de Salvador (CMS), Carlos Muniz (PSDB), afirmou nesta segunda-feira (9) que a mudança da sede do Legislativo para o Cine Excelsior não enfrenta entraves orçamentários e depende apenas da liberação dos órgãos de fiscalização do patrimônio.
Segundo Muniz, a Câmara dispõe de recursos suficientes para viabilizar a transferência e aguarda o aval do Instituto do Patrimônio Artístico e Cultural da Bahia (Ipac) e do Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan) para dar andamento ao processo de licitação necessário.
“Não foi por falta de dinheiro. Nós economizamos R$ 55 milhões, então teremos recursos sobrando para que isso seja feito. Mas é algo muito minucioso e não vamos fazer nada sem que os órgãos fiscalizadores nos deem a liberação”, afirmou Muniz ao Projeto Prisma, podcast do Bahia Notícias.
O presidente explicou que, assim como ocorre com o Cine Excelsior, o Paço Municipal também depende da autorização dos órgãos responsáveis, já que se trata de um imóvel histórico.
“Estamos esperando que o Ipac e o Iphan deem a liberação para que o Cine Excelsior possa se transformar no plenário da Câmara Municipal”, disse.
Em entrevista concedida a Fernando Duarte e Eduarda Pinto, Muniz destacou que o Cine Excelsior será o espaço mais utilizado pela Câmara, enquanto o Paço Municipal terá uso reduzido para fins de preservação.
“A Câmara vai ter dois plenários. O Paço será bem menos usado do que é hoje. É uma casa centenária que precisa ser preservada. Vamos utilizar mais o Cine Excelsior, que será usado todos os dias. O Paço deve ser utilizado, no máximo, 60 dias por ano”, concluiu.
Confira o episódio completo:
A vice-prefeita de Salvador e secretária de Cultura, Ana Paula Matos, indicou que vai apoiar a candidatura de Ciro Gomes ao governo do Ceará pelo PSDB. Em entrevista à imprensa nesta segunda-feira (2), durante a reabertura dos trabalhos da Câmara Municipal, ela indicou que deve viajar para o território cearense durante a campanha de Ciro.
“Com certeza, se eu puder, ainda em setembro, nem que seja um bate-volta, eu vou lá, deixar minha energia, dizer ao povo do Ceará como é bom trabalhar com um homem público leal, correto, honesto, inteligente, brilhante. Eu fui a sua companheira de campanha em 2022. Ciro comigo sempre teve uma postura de equilíbrio, de entender o meu papel de mulher. Eu sou pequenininha, quando eu ficava atrás nos eventos ele me puxava”, observou Matos.
Ana relembrou ainda o desejo de Ciro em que ela ficasse responsável por coordenar o seu plano de governo, nas eleições de 2022.
“Ele sempre, quando falava sobre mim, me dizia que eu ajudaria a coordenar o seu plano de governo. Então é um homem inteligente, brilhante e que de fato sabe ficar o da mulher e eu estarei consigo”, completou.
Pablo Roberto nega tensão na relação entre ACM Neto e Zé Ronaldo e afirma que 2025 foi “ano difícil”
O vice-prefeito de Feira de Santana, Pablo Roberto (PSDB), negou haver um tensionamento entre o pré-candidato ao governo do estado, ACM Neto (União), e o prefeito do município, Zé Ronaldo (União). Questionado pelo Bahia Notícias nesta quinta-feira (15), o tucano afirmou que Zé Ronaldo enfrentou um ano “difícil” em 2025, mas garantiu que a relação com Neto estaria “tranquila”.
“A relação está tranquila. Eles dois têm conversado, Neto tem ido à feira. Zé Ronaldo tem um jeito dele, tem um perfil dele, que é muito na dele, muito focado na gestão de Feira. O ano 2025, eu tenho certeza que foi o ano mais difícil que o Zé Ronaldo enfrentou na prefeitura de Feira de Santana, então ele se dedicou muito lá. Mas os dois têm conversado, tá no clima, o Zé Ronaldo tá tocando a gestão, mas com o olho também nas eleições, eu tenho certeza que tá tudo tranquilo”, comentou Pablo Roberto durante a Lavagem do Bonfim.
O vice-prefeito, que era deputado estadual, também falou sobre suas articulações para a disputa à Câmara dos Deputados neste ano. Segundo Pablo, as conversas devem se intensificar este ano, após 2025 ter sido focado na gestão de Feira de Santana.
“Desde quando assumi o mandato de deputado estadual, que eu não me escondi, o desejo que já tinha em disputar a eleição esse ano para a Câmara. Então, a movimentação está acontecendo. Eu confesso que 2025 realmente foi um ano de muito trabalho, seguindo a orientação, inclusive, do prefeito Zé Ronaldo, que nós pudéssemos focar na gestão por conta dos desafios. Começando agora, em 2026, o movimento começa a se organizar e a expectativa é que nós possamos ficar à frente da secretaria até o prazo legal e a partir daí se afastar para se dedicar única exclusivamente para a campanha”, afirmou Pablo Roberto.
O líder da oposição na Assembleia Legislativa da Bahia (AL-BA), Tiago Correia (PSDB), destacou que a oficialização da candidatura de ACM Neto as eleições estaduais de 2026 não foram uma surpresa. Em entrevista durante a última sessão plenária da AL-BA nesta segunda-feira (22), o parlamentar destaca que “não restava nenhuma dúvida de que Neto seria candidato”.
“[Recebemos a notícia] De maneira muito tranquila, afinal de contas, esse já era um discurso que a gente vinha dizendo. Neto já vem viajando a Bahia há algum tempo, já tem uma estrutura de pré-campanha montada. Então não restava nenhuma dúvida de que Neto seria candidato, apenas o momento em que ele faria esse anúncio. O momento foi hoje, mas independente do momento, nós não temos outro nome colocado para disputar o governo contra o governador Jerônimo”, ressalta.
O anúncio da candidatura do ex-prefeito de Salvador e vice-presidente do União Brasil ocorreu em evento do União e PL em Porto Seguro, no Extremo Sul da Bahia. Ao lado de Jânio Natal, João Roma e Valdemar Costa Neto, ACM Neto anunciou sua candidatura ao Palácio de Ondina e firmou apoio a candidatura de Flávio Bolsonaro no cenário nacional.
Na ocasião, Neto afirmou que estaria disposto a apoiar “qualquer candidato contra Lula”. “Eu acho que é um gesto a todos os candidatos. Como a imprensa tem noticiado, diversos partidos têm levantado a hipótese de lançar candidatos, não só Flávio Bolsonaro, mas diversos outros nomes, e eu acho que Neto se posiciona como um candidato que está aberto ao diálogo, independente do União Brasil lançar candidato ou não, ele está aberto a conversar com qualquer candidato que esteja no campo da oposição ao presidente Lula”, aponta o líder da oposição.
Com relação ao “clima eleitoral” e as expectativas para a disputa em 2026, Correia afirma que “Na verdade, o que a gente sente é um nervosismo da bancada do governo diante dos números mostrados nas pesquisas, que mostram o governador Jerônimo como governador em exercício, que tem a pior avaliação na história”, conclui.
O líder da oposição na Assembleia Legislativa da Bahia (AL-BA), deputado Tiago Correia (PSDB), negou que a candidatura de Luciano Araújo tenha sido uma articulação exclusiva do bloco oposicionista e afirmou que o nome surgiu a partir de um movimento interno do próprio Parlamento. As declarações foram feitas nesta terça-feira, na AL-BA.
Segundo Correia, Luciano Araújo conseguiu apoio tanto de deputados da base governista quanto da oposição, o que descaracteriza qualquer tentativa de polarização política na iniciativa.
“Na verdade, ele conseguiu reunir assinaturas de membros tanto da base do governo quanto da oposição. Foi uma candidatura de colegas do Parlamento, com uma bandeira específica”, afirmou.
Ao comentar o cenário político para 2026, Tiago Correia também minimizou a ausência de um candidato presidencial forte que possa servir de cabo eleitoral para o ex-prefeito de Salvador ACM Neto (União Brasil). Para ele, a experiência da eleição estadual de 2022 demonstra que isso não é determinante.
“Esse quesito se desmonta quando você analisa a eleição anterior. ACM Neto não teve um candidato nacional e praticamente empatou com Jerônimo, numa disputa de 51% a 49%”, disse.
O deputado avaliou que o resultado apertado daquela eleição foi influenciado diretamente pela força do então candidato Luiz Inácio Lula da Silva, que apoiava o atual governador. Correia afirmou ainda que o cenário atual é diferente, destacando a queda na avaliação do governador Jerônimo Rodrigues (PT).
“As pesquisas internas mostram um governador em exercício que nunca esteve tão mal avaliado como Jerônimo está hoje. Já não existe aquela força nacional que desequilibrou a eleição passada a favor do PT”, afirmou.
Por fim, o tucano ressaltou que o campo oposicionista ainda não definiu quem será o nome para a disputa presidencial em 2026.
“No bloco de oposição, não há ainda uma definição de qual será o candidato à Presidência, inclusive não sendo o Flávio Bolsonaro colocado como esse nome”, concluiu.
O presidente da Câmara Municipal de Salvador, vereador Carlos Muniz (PSDB), se reuniu com a presidente da Fundação Mário Leal Ferreira (FMLF), Tânia Scolfied, para que seja iniciado o processo de recuperação do Cine Excelsior, imóvel histórico que abrigará o novo plenário do Legislativo. O imóvel deve receber uma reforma estrututal antes de se tornar sede da Câmara Municipal.
Na última semana, o Ministério Público Federal (MPF) instaurou Inquérito Civil para identificar as intervenções necessárias, desde que preservem a edificação, que estaria ameaçada de desabamento. Os atestados técnicos da FMLF, da Sucop e da Defesa Civil de Salvador, por sua vez, apontam que não há risco iminente de o prédio desabar.
O superintende de Obras Públicas, Orlando Castro, que explicou que não há nada que comprometa o Cine Excelsior. “Após uma vistoria feita esta semana, passamos a preparar uma licitação emergencial, para que possamos fazer o escoramento provisório do local, garantindo a integridade do equipamento, até que a obra total seja executada”, disse Orlando.
Ele explicou ainda que durante a execução da obra será feita toda a recuperação estrutural das vigas, do telhado e das estruturas metálicas, que são as treliças que sustentam o teto do prédio.
MUDANÇA E PROJETO
Durante o processo de licitação e execução das obras, que serão conduzidos pela Prefeitura, as atividades da Câmara serão transferidas provisoriamente para o antigo prédio do TRT, no Comércio. A previsão de duração das obras é de 18 meses, a contar da aprovação do projeto, que está sob análise do Ipac. O Iphan já deu o aval para realização das intervenções.
No último dia 10 de novembro, o presidente Carlos Muniz apresentou o projeto do novo plenário do Cine Excelsior aos vereadores. O local contará com plenário com galeria superior para 130 pessoas, que poderão acompanhar as sessões ordinárias, especiais, solenes e as audiências públicas.
Segundo Muniz, a Prefeitura está adotando todas as medidas necessárias para atender as recomendações do MPF. “Vistorias já foram feitas tanto pela Sucop quanto pela Defesa Civil, para que não ocorra risco algum para a implementação do projeto”, destacou.
O deputado federal Aécio Neves (MG) assumiu, nesta quinta-feira (27), a presidência nacional do PSDB. Em evento nacional que reuniu a Executiva do partido em Brasília, o líder tucano indicou que pode fechar um acordo com o governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos), caso ele se candidate à presidência no ano que vem.
Aécio afirmou, entretanto, que para que isto ocorra, Tarcísio não pode ser candidato apenas de Bolsonaro. “Se Tarcísio for apenas o candidato de Bolsonaro, não o apoiaremos” disse o parlamentar, que deixou claro que as negociações ainda estão em andamento.
A manifestação expressa a mesma preocupação que outros partidos da direita, que tentam o apoio de partidos de centro para formar oposição ao governo petista, como o próprio Ciro Gomes (CE), que se filiou recentemente ao PSDB e não descarta se lançar no ano que vem.
Líder dos tucanos, Aécio também mirou a gestão petista e se disse "injustiçado" pela Operação Lava-Jato. Segundo o jornal O Globo, ele reforçou o plano de eleger 30 deputados federais e “recolocar o PSDB no tabuleiro político”, em 2026.
“Eu e outros companheiros fomos injustiçados nos últimos anos. Seguimos firmes no propósito de combater os desmandos das gestões petistas e nos manteremos contra os extremos, a polarização que tomou conta do nosso país”, disse.
O deputado estadual Tiago Correia (PSDB), líder da oposição na Assembleia Legislativa da Bahia (AL-BA), avaliou o pedido de empréstimo, no valor de R$ 650 milhões, do governador Jerônimo Rodrigues (PT) protocolado nesta terça-feira (25). O parlamentar da oposição no Legislativo disse que o gestor estadual está “empurrando o Estado para um endividamento sem precedentes” ao solicitar o 22º pedido de empréstimo.
Desde o início do mandato, o acumulado das solicitações de crédito do governo Jerônimo já se aproxima de R$ 26 bilhões. Para Correia, o governador recorre aos empréstimos depois de ter feito promessas de obras sem que tivesse lastro financeiro para cumprir os compromissos.
“Jerônimo prometeu obras no fiado para tentar cooptar prefeitos, selou compromissos sem ter recursos e agora, sem dinheiro em caixa, ele parte para o vale-tudo dos empréstimos para salvar uma operação que é essencialmente eleitoral”, destacou.
O líder da oposição pontuou ainda que os trâmites dos empréstimos costumam ser demorados e que boa parte dessas promessas não deverá sair do papel. “Ou seja, as promessas vão ficar no vazio”, acentuou.
O líder da oposição lembrou ainda que o Tribunal de Contas do Estado (TCE-BA) já havia alertado para o volume expressivo de obras paralisadas na Bahia em uma auditoria enviada no final do ano passado às comissões de Finanças e de Infraestrutura da Assembleia Legislativa.
A cidade de Ilhéus, no Litoral Sul da Bahia, será a Capital Nacional do Cacau e do Chocolate. O título foi aprovado pela Comissão de Agricultura e Reforma Agrária do Senado Federal, nesta quarta-feira (12), por meio do PL 4402/2023, de autoria da deputada Lídice da Mata (PSB-BA). A matéria foi relatada pelo senador Angelo Coronel e seguirá para Sanção Presidencial.
Atualmente, a cidade de Ilhéus é uma das principais cidades produtoras de cacau do Brasil, assim como a Bahia se consolida como o segundo maior produtor da fruta. Além de sua relevância econômica, o cacau de Ilhéus é reconhecido pela qualidade e serve de base para a fabricação de chocolates finos e produtos valorizados nos mercados nacional e internacional.
A cidade também se tornou referência em turismo temático, com a criação da Rota do Cacau e do Chocolate, que reúne fazendas históricas, fábricas, museus e pontos culturais que contam a história do fruto e sua influência na identidade regional.
Para LÍdice, conceder o título de Capital Nacional da Rota do Cacau e do Chocolate a Ilhéus é um reconhecimento justo à cidade que ajudou a construir a história da cacauicultura no Brasil. “A proposta busca homenagear e valorizar o município de Ilhéus por sua contribuição inestimável à economia e à cultura nacional”, destacou a parlamentar na justificativa do projeto.
“Nos últimos anos, Ilhéus tem se destacado por adotar práticas sustentáveis na produção de cacau, investindo em métodos orgânicos e no uso racional dos recursos naturais, o que reforça o compromisso da região com a sustentabilidade e o desenvolvimento responsável”, disse a parlamentar.
A trajetória do cacau no sul baiano remonta ao século XVIII. O município ganhou destaque nacional no final do século XIX e início do XX, durante o auge da economia cacaueira, período imortalizado nas obras de Jorge Amado, como Gabriela, Cravo e Canela e Terras do Sem Fim.
A eventual candidatura do vice-prefeito de Feira de Santana, Pablo Roberto (PSDB), para a disputa eleitoral de 2026, gerou surpresa entre aliados da cúpula tucana estadual. Isso porque, algumas das lideranças da sigla demonstram desconforto com a possível saída de Pablo do cargo de vice e de secretário da Educação de Feira para concorrer a uma vaga na Câmara dos Deputados.
Conforme informações obtidas pela reportagem com quadros do partido, alguns caciques do grupo ainda não teriam embarcado na decisão de Pablo em sair da gestão feirense. De acordo com apuração do BN com interlocutores, membros do PSDB teriam avaliado como “precoce” a possível nova renúncia de Roberto do cargo, tendo em vista que tomou posse no último mês de janeiro, pouco após renunciar à cadeira na Assembleia Legislativa da Bahia (AL-BA).
A saída dele foi marcada ainda por diferentes acontecimentos. Na época, mesmo eleito vice em 2024 na chapa de José Ronaldo (União), o até então deputado estadual ficou em dúvida se deixaria a AL-BA para assumir a vice-prefeitura.
Na ocasião, ele chegou a indicar a possibilidade de fazer uma pesquisa para decidir qual seria seu destino. Na novela que se arrastou por alguns meses na política baiana, Pablo Roberto, em tom de mistério, tentou uma articulação nos bastidores para viabilizar uma licença que permitiria que ele se tornasse secretário na gestão de Zé Ronaldo.
A proposta de emenda à Constituição (PEC) da Bahia, que amplia a licença para deputados estaduais assumirem secretarias em cidades com mais de 500 mil habitantes, seria alternativa discutida para abrir espaço para o pleito de Pablo Roberto. Entretanto, ele não conseguiu êxito nas trativas.
O enredo, que se arrastou no final de 2024, teria sido também um dos argumentos utilizados pela cúpula para não enxergarem com bons olhos o desejo do vice-prefeito em deixar o cargo. Uma liderança apontou ao BN, que não seria válido Pablo Roberto deixar o cargo depois de todo esforço feito nesta época.
A sinalização de uma candidatura para o Congresso e recentes endossos feitos por ele mesmo teriam ainda “bagunçado” as contas e organização do PSDB, especialmente nos debates acerca dos nomes que vão disputar vagas de deputado federal.
Atualmente, os tucanos contam somente com uma representação na Câmara dos Deputados, com o mandato de Adolfo Viana. O baiano ocupa ainda a vaga de líder do PSDB na Câmara.
DESISTÊNCIA DE CANDIDATURA
Depois de divulgar a pré-candidatura, algumas especulações e informações a respeito de uma possível desistência de Pablo no pleito, começaram a circular nos corredores do PSDB. No entanto, no último dia 16, ele desmentiu categoricamente o boato de que iria desistir da pré-candidatura ao cargo de deputado federal nas eleições do próximo ano.
Em entrevista ao Acorda Cidade, parceiro do Bahia Notícias, ele confirmou e reforçou a intenção de disputar uma vaga no Legislativo Federal.
“Só quem fala isso é os que querem ser candidatos também. Quem quer ser candidato acha que vai conseguir sucesso tentando apagar a luz dos outros. Eu tenho uma concepção diferente. Eu não falo isso de nenhum outro candidato, muito pelo contrário, eu incentivo que as outras pessoas tenham coragem de colocar a cara no sol e disputar a eleição também”, declara o vice-prefeito.
Ele ainda justificou a menor visibilidade de sua campanha antecipada, afirmando que o foco, no momento, é a gestão municipal.
“No momento, eu estou trabalhando muito, cerca de 15 horas por dia, seguindo a orientação do prefeito de que este ano é um ano de fazer gestão. Nós não estamos misturando as coisas, mas o foco tem sido realmente a gestão”, alega o político.
Mensagens trocadas em um grupo de WhatsApp formado por deputados federais do PDT revelam críticas de integrantes da bancada ao ex-ministro Ciro Gomes, após o anúncio de sua filiação ao PSDB e da pré-candidatura ao Governo do Ceará em 2026.
De acordo com prints de conversas divulgados pelo Metrópoles, o deputado Pompeo de Mattos (RS) comentou: “Pelo que percebo, foi sem sequer deixar saudades…”. Em seguida, Josenildo (AP) respondeu: “Pra mim já foi tarde”.
Em uma mensagem mais extensa, o deputado baiano Félix Mendonça Júnior escreveu: "Muito inteligente em questões econômicas ele é, visão cartesiana aguçada, a emoção ofusca e corrói drasticamente a inteligência. A consideração é uma questão de foro íntimo e particular que parece que ele não possui, entrou pela porta da frente e saiu pela janela basculante da área de serviço".


As reações surgiram após a mudança partidária de Ciro. O tom das mensagens variou entre ironias e análises políticas sobre o impacto do movimento no cenário interno do PDT.
Parlamentares avaliaram que a decisão do ex-presidenciável reflete um desgaste dentro do partido e uma tentativa de reposicionamento estratégico para as eleições de 2026.
Ex-presidente da CMS, deputado Paulo Câmara defende protagonismo do Legislativo em discussão do PDDU
O deputado estadual, Paulo Câmara (PSDB), defendeu que a Câmara Municipal de Salvador deve ser a protagonista das discussões em torno da atualização do Plano Diretor de Desenvolvimento Urbano do Município de Salvador (PDDU) e Lei de Ordenamento do Uso e da Ocupação do Solo do Município de Salvador (LOUOS). Em entrevista ao Projeto Prisma, nesta segunda-feira (20), o parlamentar, que já atuou como ex-presidente da CMS, destacou que o legislativo é o gestor dos processos.
“O prefeito envia o projeto, quem vai dar um rito processual é a Câmara”, afirma. Sem comentar sobre os projetos de atualização do PDDU atual que já passaram pela Casa, o deputado comenta sobre o projeto de atualização do Plano, previsto para ser entregue até o ano que vem.
“Quando você envia um projeto, você vai dar ciência e publicação. Todo mundo vai procurar saber, os arquitetos e urbanistas e etc, agora a Câmara é que vai dizer se aquilo está 100% okay ou se aquilo precisa ser emendado, melhorado, retificado, não é a Prefeitura de Salvador. É por isso que o papel da Câmara é fundamental para legalidade e transparência”, destaca.
Paulo Câmara defendeu que “não tenho a menor dúvida que o presidente Muniz fará tudo ao seu tempo”. O deputado compara os processos atuais com os liderados por ele em 2013. “Ele [Muniz] já cansou de dizer que não tem pressa de votar, que vai fazer de tudo para que haja transparência, justamente para que depois não haja judicialização desse processo. Se a gente passou por esse processo em 2013 e fomos vencedores, fomos que eu digo, a Câmara Municipal, porque não em 2025 e 2026 ter esse mesmo processo?”, defende.
“O que adianta votar um processo agora em 60 dias ou é melhor votar em 120 ou 150 dias? Ganha a população, ganha todo mundo. O que não pode dizer é que não houve discussão, que não houve transparência, que apresentou emenda de última hora, no plenário, de noite sem ninguém ter ciência”, completa.
Confira o trecho:
O ex-candidato à presidência da república, Ciro Gomes vai se filiar ao PSDB no Ceará. A informação foi anunciada pelo dirigente da silga cearense, Ozires Pontes, em um vídeo publicado na noite desta sexta-feira (17).
O anúncio chega após Ciro entregar uma carta de desfiliação do PDT ao presidente do grupo, Carlos Lupi. No vídeo desta sexta, Ozires disse que o ex-senador Tasso Jereissati foi o principal articulador do retorno de Ciro Gomes ao PSDB.
Foi informado ainda que Ciro será candidato ao governo do Ceará em 2026.
"Em poucos dias ou em poucos meses, o próprio Ciro estará anunciando a candidatura dele ao governo do Estado do Ceará", disse
Um evento na próxima quarta-feira (22), vai marcar a filiação de Ciro no novo partido. Ciro já esteve no PSDB na década de 1990. Ele foi governador do Ceará pela sigla.
O vice-prefeito de Feira de Santana, Pablo Roberto (PSDB), que também ocupa o cargo de secretário de Educação do município, desmentiu categoricamente nesta quinta-feira (16) o boato de que desistirá da pré-candidatura ao cargo de deputado federal nas eleições de 2026.
Ainda em entrevista ao Acorda Cidade, parceiro do Bahia Notícias, revela que a confirmação da intenção de disputar uma vaga no Legislativo Federal é oportuna. “Só quem fala isso é os que querem ser candidatos também. Quem quer ser candidato acha que vai conseguir sucesso tentando apagar a luz dos outros. Eu tenho uma concepção diferente. Eu não falo isso de nenhum outro candidato, muito pelo contrário, eu incentivo que as outras pessoas tenham coragem de colocar a cara no sol e disputar a eleição também”, declara o vice-prefeito.
Pablo Roberto também justificou a menor visibilidade de sua campanha antecipada, afirmando que o foco, no momento, é a gestão municipal. “No momento, eu estou trabalhando muito, cerca de 15 horas por dia, seguindo a orientação do prefeito de que este ano é um ano de fazer gestão. Nós não estamos misturando as coisas, mas o foco tem sido realmente a gestão”, alega o político.
Um dos projetos aprovados pela Câmara Municipal de Salvador na "super pauta" desta quarta-feira (25), o PL 52/2021, regulamenta a colocação de mesas e cadeiras em praças, calçadas, vagas de veículos e estacionamentos na capital baiana. O texto, enviado a Casa em 2021 pelo vereador Daniel Alves (PSDB), prevê um novo ordenamento das regras para a utilização dos espaços em questão.
Podendo afetar o funcionamento dos principais bares de rua da capital, em bairros como Saúde, Santo Antônio, Além do Carmo, Pituba e Itapuã, o texto indica que "o espaço público só poderá ser utilizado durante o funcionamento do estabelecimento". Os artigos da legislação indicam ainda que o espaço só poderá ser utilizado desde que:
1. As calçadas e passeios estejam livres para a passagem de pedestres e pessoas com deficiência;
2. Os objetos dispostos nos espaços públicos sejam removíveis e não causem dano ao patrimônio público;
3. A ampliação da área ocupada pelos estabelecimentos deve ser devidamente protegida ou ter seus limites demarcados;
4. Em caso de uso de sombreiros ou ombrelones, os objetos devem ser padronizados;
5. O estabelecimento ocupe o espaço público correspondente aos limites laterais do imóvel;
6. A ocupação não implique na realização de obras de pisos, muretas ou fixação de peças na calçada;
7. Sejam conservadas as áreas de trânsito e a área ocupada.
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A proposta foi criada no cenário da pandemia de Covid-19 e destaca, no 1º artigo, que "locais públicos e estabelecimentos privados que se enquadram ao disposto nesta Lei deverão seguir normas sanitárias e protocolos de saúde vigentes".
A lei, aprovada pela Câmara, agora segue para análise do Poder Executivo, com poder de sanção ou veto da proposta.
O deputado estadual e presidente do PSDB na Bahia, Tiago Correia, comentou sobre o possível racha entre os tucanos e a base do ex-prefeito de Salvador, ACM Neto (União), após o anúncio da pré-candidatura a deputado estadual de Wagner Lemos (União), marido da prefeita de Vitória da Conquista, Sheila Lemos (União). Em entrevista nesta quinta-feira (4), o parlamentar revelou que a movimentação foi uma “surpresa”, mas evitou falar em racha na base de ACM Neto.
Com Vitória da Conquista sendo uma das bases eleitorais de Correia, o deputado comentou sobre as ações de seu mandato no terceiro maior colégio eleitoral da Bahia e afirmou que esperava crescer sua votação no município em relação a 2022. Segundo o presidente do PSDB-BA, a tendência é que haja uma conversa com a prefeita Sheila Lemos para ver como “os espaços serão preservados”.
“É lógico que essa informação pegou a todos de surpresa, não só o meio político, como também a imprensa. Ninguém esperava que o Wagner quisesse ser candidato a deputado estadual. É totalmente legítimo o desejo de Wagner a deputado, ninguém pode tirar esse desejo dele. É legítimo também a prefeita querer lançar o marido dela candidato. Mas é claro que a gente foi pego de surpresa dado a todo o esforço e trabalho que a gente tem na cidade buscando expectativa nas próximas eleições (...). Acho que no momento certo ela [Sheila] deve se sentar, não só comigo, mas com outros deputados que têm votação no município”, comentou Tiago durante entrevista ao programa Boa Tarde Bahia, da Band.
“O que estamos aguardando no momento é sentar para ver de que forma seria desenhada essa movimentação, de que forma os espaços serão preservados. Não posso falar pelos outros, mas eu, por exemplo, investi muito em Vitória da Conquista (...). Foram diversas colocações, indicações de emenda para Conquista e, é claro, entendendo essa parceria que existe com a prefeita Sheila Lemos, nessa parceria que existe com o povo de Conquista, na expectativa de ter uma votação maior do que eu tive na eleição passada em Vitória da Conquista”, completou.
Durante a entrevista, Tiago foi questionado pelo jornalista Victor Pinto em relação a uma declaração do prefeito de Salvador, Bruno Reis (União), sobre as movimentações em Vitória da Conquista. Na oportunidade, o gestor descartou que haja um desgaste entre PSDB e União e afastou a responsabilidade da movimentação dele e de ACM Neto.
“A relação do União com o PSDB é a melhor possível. Agora, essas questões locais precisam estar restritas. Acho que é demais exigir de ACM Neto que ele possa interferir em uma decisão da prefeita, de lançar ou não o seu marido. Isso não pode ser atribuído a mim e a Neto, até porque essas dinâmicas municipais elas ocorrem”, disse o prefeito em coletiva na manhã desta quinta.
Em resposta, Correia afirmou que ACM Neto já tem participado das articulações para que haja um diálogo entre o deputado e Sheila Lemos para que “tudo fique claro”.
“Com esse novo cenário da candidatura de Wagner, o tabuleiro todo muda. Tivemos a comunicação da prefeita que ele é pré-candidato, mas imagino que em certo momento vamos sentar para ver de que maneira a gente consegue distribuir, respeitar os espaços (...). ACM Neto já está participando dessa construção dessa conversa. Como eu disse, deve acontecer uma conversa para que tudo fique claro, para que tudo fique delimitado e para que não aconteça o que vem acontecendo que são manifestações individuais contrárias a essa movimentação. Tenho preferido ficar em silêncio, como falei, Sheila sempre foi uma grande amiga. Acredito que com uma boa conversa tudo vai se resolver”, finalizou.
O Tribunal Regional Eleitoral da Bahia (TRE-BA) declarou como não prestadas as contas anuais do PSDB de Feira de Santana referentes ao exercício financeiro de 2024. O partido, que tem como vice-prefeito Pablo Roberto, foi alvo de um processo de fiscalização após inadimplência na prestação de contas obrigatória.
O presidente da sigla em Feira é Albino Brandão, atualmente chefe de gabinete do vice-prefeito. Em 2024, Albino concorreu uma vaga na Câmara de Feira, mas terminou como suplente.
O caso foi analisado por meio de integração automática entre o Sistema de Prestação de Contas (SPCA) e o Processo Judicial Eletrônico (PJE), conforme determina a Resolução TSE . O PSDB foi notificado para regularizar a situação, mas não apresentou as informações exigidas, mantendo-se inerte mesmo após a cobrança da Justiça Eleitoral.
A unidade técnica do TRE-BA examinou extratos bancários eletrônicos e constatou a ausência de registros de recebimento de recursos públicos ou de comprovantes de doações. Diante disso, recomendou o julgamento das contas como não prestadas. O Ministério Público Eleitoral acompanhou a recomendação. Os interessados tiveram prazo para se manifestar, mas não houve contestação.
Na decisão, o juiz eleitoral Pedro Henrique Izidro da Silva destacou que o partido descumpriu as normas ao não fornecer dados sobre receitas e despesas, inviabilizando a fiscalização.
Como penalidade, determinou a suspensão do direito do PSDB de Feira de Santana a receber quotas do Fundo Partidário e do Fundo Especial de Financiamento de Campanha até eventual regularização. O magistrado ressaltou, no entanto, que não foram identificados indícios de recebimento de recursos públicos ou de origem ilícita que exigissem devolução de valores ao Tesouro Nacional.
"Descumprida a obrigação pelo órgão partidário municipal, inclusive depois de notificado para suprir a omissão, impõe-se a declaração das contas como não prestadas e a imposição da penalidade de perda ao direito ao recebimento das quotas do Fundo Partidário e do Fundo Especial de Financiamento de Campanha", afirmou em sentença.
Dois dias depois de o governo, por meio da AGU (Advocacia-Geral da União), ingressar no STF (Supremo Tribunal Federal) para pedir a validação do decreto que aumentava a cobrança do Imposto sobre Operações Financeiras (IOF), oito partidos decidiram protocolar ação com objetivo contrário, o de assegurar a validade da decisão tomada pelas duas casas do Congresso.
A ação protocolada por União Brasil, Republicanos, Progressistas, PSDB, Solidariedade, Podemos, PRD e Avante busca fazer com que o Supremo Tribunal Federal reconheça que o Congresso Nacional agiu dentro dos limites constitucionais ao barrar o decreto presidencial que reajustou as alíquotas do IOF.
Os partidos afirmam que a ação busca “evitar decisões judiciais conflitantes” em instâncias inferiores e garantir “segurança jurídica” para empresas, consumidores e agentes do mercado de crédito.
Assim como havia acontecido com a ação protocolada pelo Psol para reverter a derrubada do decreto pelo Congresso, e com a iniciativa da AGU no mesmo sentido, a iniciativa conjunta dos oito partidos também deve ser direcionada ao ministro Alexandre de Moraes. O ministro foi sorteado inicialmente para ser o relator da ação impetrada pelo Psol.
A ação que será analisada pelo ministro Alexandre de Moraes passou a contar também com a participação do PL. O partido pediu para integrar, como terceira parte interessada, a ação do governo no STF contra a decisão do Congresso. A legenda solicitou, nesta quinta (3), o seu ingresso como amicus curiae (ou amigo da Corte).
O partido justificou que deveria ser aceito no processo pois conta com ampla representação no Congresso Nacional. Além disso, segundo a sigla, a figura do amicus curiae “revela-se como instrumento de abertura do Supremo Tribunal Federal à participação popular na atividade de interpretação e aplicação da Constituição”.
A figura do amicus curiae, embora não seja parte no processo, pode fornecer subsídios ao julgador, e no caso do PL, a participação será no sentido de defender a decisão do Congresso de aprovar o projeto de decreto legislativo.
A cúpula do PSDB trabalha para se reunir com Ciro Gomes na próxima semana. A conversa deve ter como conteúdo para que Ciro volte à legenda após 28 anos. Ele deixou a legenda em 1997.
Uma parte do partido acredita que o caminho para Ciro é concorrer tanto para o governo do Ceará quanto para a cadeira de presidente da República. Outra parte do PSDB não acredita em Ciro como uma opção viável para o Palácio do Planalto.
Segundo informações de Bela Megale, a ponte de Ciro para voltar ao partido se chama Tasso Jereissati, ex-governador que apoiou Ciro em sua candidatura ao governo do Ceará em 1990.
Ciro Gomes saiu do PSDB em 1997, e se filiou a diversos partidos, como PPS, PSB, PROS e, mais recentemente, o PDT, que se mantém nos últimos 10 anos.
O presidente estadual do Podemos na Bahia, Heber Santana, comentou em entrevista ao Projeto Prisma sobre o processo de fusão entre a sigla e o PSDB, que foi encerrado sem avanços. Segundo ele, a tentativa de junção entre os dois partidos foi motivada principalmente pela exigência da cláusula de desempenho, que tem levado legendas a buscarem alternativas como federação, fusão ou incorporação.
“Minha única filiação é o PSC, depois disso o partido fez o processo de junção com o Podemos, então passei a ser Podemos. Estou hoje na presidência aqui no estado, e tínhamos aberto essa conversa com o PSDB, fomos procurados na expectativa de construir essa unidade. A cláusula de desempenho tem forçado essas arrumações e os partidos têm procurado através de federação, fusão e incorporação se juntar para que de alguma forma fiquem mais fortes”, explicou Heber.
Apesar das tratativas, o dirigente afirmou que as negociações não avançaram por falta de alinhamento entre as duas siglas. “Mas acabamos não chegando a um entendimento, o processo decisório precisava ficar muito claro e como para o PSDB, na minha avaliação, era mais necessário fazer a junção do que para gente, mas ao mesmo tempo o PSDB tinha algumas condições que nesse processo não se encaixavam de maneira interessante para o Podemos, decidimos encerrar as conversas e vamos continuar trabalhando para fortalecer o partido no Brasil e na Bahia”, concluiu.
Em meio a esforços para reestruturar sua imagem e recuperar relevância no cenário político nacional, o PSDB contratou o consultor em marketing político Marcelo Vitorino. A iniciativa tem como objetivo reforçar a comunicação do partido e viabilizar sua presença nas próximas disputas eleitorais.
Marcelo Vitorino tem experiência em campanhas presidenciais do PSDB, tendo atuado nas candidaturas de José Serra, em 2010, e Geraldo Alckmin, em 2018. Também integrou a equipe que elegeu Marcelo Crivella prefeito do Rio de Janeiro, em 2016. Atualmente, é professor de marketing político na ESPM.
No ano passado, o marqueteiro ministrou aulas em um curso voltado às eleições municipais, promovido pelo PSDB em parceria com o Instituto Teotônio Vilela, braço de formação política da legenda.
No último dia 5 de junho, após a aprovação da fusão entre PSDB e Podemos, Vitorino publicou em suas redes sociais uma versão atualizada do símbolo do partido, acompanhada da frase: “PSDB. Radical no que importa”. Na legenda, afirmou que o partido havia dado “um passo grande” ao se posicionar como uma legenda de centro e criticou a ausência de um candidato próprio à Presidência da República em 2022.
“O PSDB faz um papel importante de contraponto e precisa continuar existindo, evitando que o poder se torne concentrado em uma ideologia apenas”, escreveu o consultor.
Na mesma publicação, Vitorino indicou expectativa por uma candidatura tucana à Presidência em 2026. No entanto, na semana seguinte à aprovação da fusão, o PSDB suspendeu o processo, alegando divergências sobre a condução da nova sigla. O partido informou que retomará o diálogo com outras legendas para discutir possíveis federações ou novas fusões.
As informações são do jornal Folha de S.Paulo.
O PSDB e Podemos não irão mais se unir e encerraram as negociações de fusão após caciques das legendas não chegarem a um acordo pela presidência do partido. O encerramento das trativas se deu uma semana após dos tucanos realizarem uma convenção nacional que aprovou uma fusão com o Podemos.
Segundo informações do O Globo, o PSDB sugeriu que o comando do partido após a fusão funcionasse em sistema de rodízio, com mudanças a cada seis meses em um primeiro momento e depois como alternância a cada ano. Todavia, o Podemos desejava indicar a presidência nacional do novo partido pelos próximos quatro anos, o que foi negado pelos tucanos.
Após o impasse, as legendas optaram por desistir da fusão.
As duas siglas têm hoje tamanho parecido no Congresso. Na Câmara são 13 deputados do PSDB e 15 do Podemos, enquanto no Senado são três senadores tucanos e quatro do Podemos.
Agora, a estratégia do PSDB passa por apostar em uma federação, que diferente da fusão pode ser desfeita após quatro anos e mantém a estrutura e autonomia dos comandos internos de cada partido, ainda que seja preciso que as legendas tenham as mesmas posições nas eleições e no Congresso.
Uma federação permite somar os resultados nas eleições para deputados federais de todos os partidos que compõem ela, o que facilita o grupo cumprir os requisitos da cláusula de desempenho, que limita quem pode ter fundo partidário e tempo de propaganda.
Por 201 votos favoráveis e apenas dois contrários, os membros do Diretório Nacional do PSDB decidiram nesta quinta-feira (5) aprovaram a incorporação do partido pelo Podemos. A decisão foi tomada durante a 17ª Convenção Nacional do PSDB, em Brasília.
Apesar de ser chamada publicamente de fusão pelo presidente do PSDB, Marconi Perillo, na verdade o partido será incorporado pelo Podemos, e haverá a troca do nome para PSDB+Podemos. Um novo nome será decidido futuramente após consulta aos filiados e realização de pesquisas.
Na Convenção desta quinta, os membros do Diretório tucano também delegaram poder à Executiva Nacional para adotar as medidas necessárias para a execução da incorporação, assim como para acertar com os dirigentes do Podemos um texto comum do programa e do Estatuto do PSDB+Podemos. A Convenção aconteceu no modo híbrido, com a maioria dos membros do partido acompanhando a reunião via internet.
A presidente nacional do Podemos, deputada Renata Abreu (SP), a princípio deve continuar no comando do partido agora com a incorporação do PSDB. Dirigentes do PSDB, entretanto, desejam acertar com a deputada paulista um sistema de rodízio, com cada grupo assumindo a presidência após um período de seis meses.
A deputada Renata Abreu não esteve presente no encontro do PSDB nesta quinta. A presidente do Podemos já se manifestou anteriormente em suas redes sobre a incorporação, afirmando que a fusão representa uma união de propósitos e valores para colocar o interesse público acima de disputas ideológicas e extremismos.
“Essa sinalização fortalece o caminho que já vínhamos construindo, pautado pelo diálogo, respeito mútuo e pela busca de uma alternativa sólida para o Brasil - uma alternativa que una forças comprometidas com o centro democrático, a estabilidade institucional e o desenvolvimento sustentável do país”, disse Renata Abreu.
Em uma semana esvaziada por conta da realização do 11º Fórum Parlamentar dos Brics, a Convenção Nacional do PSDB contou com poucas pessoas presentes na sede do partido em Brasília. O deputado federal Adolfo Viana, líder do PSDB na Câmara, esteve presente no encontro.
Após a decisão do Diretório Nacional, o presidente do PSDB, o ex-governador de Goiás Marconi Perillo, fez críticas à polarização política e apresentou o novo partido como uma alternativa de centro.
Já o deputado mineiro Aécio Neves, presidente nacional do PSDB entre 2013 e 2017, reconheceu que o partido perdeu espaço na política nacional, principalmente pelo que chamou de decisões equivocadas tomadas pela legenda.
“Tomamos decisões equivocadas e pagamos um preço alto por elas. Mas não perdemos o sentimento de que é possível ter no Brasil um partido programático, que foi motivador da fundação do PSDB”, disse Aécio Neves, que negou que o propósito da incorporação seja o de temer o não cumprimento da cláusula de barreira.
A ideia agora dos dois partidos é a de dar entrada no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) no mês de julho, para receber o aval da Corte até setembro ou outubro. Após isso, os dirigentes querem negociar também uma federação com outros partidos, como o Solidariedade.
Com a incorporação do PSDB pelo Podemos, o partido que se chamará PSDB+Podemos contará com uma bancada de 28 deputados, com aumento expressivo do fundo eleitoral. O PSDB+Podemos também terá sete senadores, se tornando a quinta maior bancada, junto com PP e União Brasil.
O partido Podemos reafirmou, nesta quarta-feira (5), sua aliança com o governo Jerônimo Rodrigues (PT), durante reunião com lideranças estaduais e nacionais da sigla. O encontro foi realizado de forma híbrida e também contou com a presença do secretário de Relações Institucionais da Bahia, Adolpho Loyola.
Apesar das negociações em curso para uma possível federação com o PSDB, o Podemos reiterou seu compromisso com a atual gestão da Bahia. O presidente estadual da legenda, Heber Santana, destacou a importância da continuidade da parceria.
“É importante consolidarmos essa aliança em favor da Bahia, mas que também cria um ambiente de unidade para que a gente possa continuar trabalhando pelo povo baiano. Além disso, temos também a perspectiva de crescimento do nosso partido no estado”, afirmou.
A presidente nacional do Podemos, Renata Abreu, também reforçou o alinhamento com a administração estadual. “Quero agradecer ao governador Jerônimo e ao secretário Adolpho Loyola por essa construção. Seguiremos fortes e juntos para ajudar a Bahia no que for possível”, declarou.
Além de Renata Abreu e Heber Santana, participaram da reunião o vice-presidente nacional do partido, Pastor Everaldo; o deputado federal Raimundo Costa; o deputado estadual Bacelar (PV); e o ex-deputado Eliel Santana.
Em discurso na convenção nacional do PSB, neste domingo (1º) em Brasília, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva afirmou que os partidos de esquerda precisam apostar em candidaturas fortes para o Senado em 2026, para evitar uma vitória esmagadora da direita. Lula afirmou que a esquerda precisa priorizar o Congresso e não os governos estaduais.
“É importante que a gente leve em conta, aonde é impreterível, aonde é necessário mesmo a gente ter candidato a governador, ponto. Agora para o Brasil nós temos que pensar aonde é necessário eleger senador e aonde a gente pode. E muitas vezes a gente tem que pegar os melhores quadros nossos, eleger senador da República, eleger deputado federal, porque nós precisamos ganhar a maioria do Senado”, afirmou Lula.
O presidente, em seu discurso, explicitou uma preocupação que já vinha sendo tratada internamente pelo PT e outros partidos de esquerda: a formação de chapas fortes dos partidos de direita para o Senado, com intenção de deter a maioria da Casa e poder colocar em votação pedidos de impeachment de ministros do Supremo Tribunal Federal.
“Precisamos ganhar maioria no Senado, senão esses caras vão avacalhar a Suprema Corte. Não é porque a Suprema Corte é uma maçã doce, não. É porque precisamos preservar as instituições que garantem e defendem a democracia desse país. Se a gente for destruir aquilo que a gente não gosta, não vai sobrar nada”, afirmou o presidente.
A preocupação de Lula com um Senado dominado pela direita - para fazer “muvuca com o STF” - é a mesma que vem motivando debates internos entre os dirigentes do PT. O senador Humberto Costa (PE), presidente do PT, em entrevista recente, admitiu que a esquerda vê com angústia a possibilidade de os partidos de direita conquistarem maioria no Senado nas próximas eleições.
O senador disse que a intenção dos partidos de direita, como o PL, é a de colocar em votação alguns dos diversos pedidos de impeachment de ministros do STF que atualmente se encontram parados na mesa do presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União-AP). E a votação do impeachment dos ministros não seria o único problema na visão de Humberto Costa, mas também rejeição de nomes para a diretoria do Banco Central, de agências reguladoras, do corpo diplomático, entre outras ações.
“Pode-se instalar um verdadeiro pandemônio no Senado, então nós estamos em uma estratégia de priorizar a eleição para o Senado”, afirmou o presidente do PT.
Do lado da direita, o presidente do PL, Valdemar Costa Neto, por diversas vezes já deixou claro que essa será a estratégia principal do partido para 2026, conquistar a maior bancada do Senado. Costa Neto já disse que o partido está disposto a abrir mão de lançar candidatos a governador em diversos estados para fortalecer as suas chapas ao Senado.
O próprio ex-presidente Jair Bolsonaro por diversas vezes já expressou esse desejo, de conquistar pelo menos uma vaga de senador em cada um dos 27 estados brasileiros. Bolsonaro afirmou que a estratégia do seu grupo é aumentar a representatividade da direita no Senado, para facilitar ações como a abertura de processos de impeachment contra ministros do STF.
Dentro dessa estratégia, o ex-presidente conta com sua família para aumentar a quantidade de senadores do PL e da direita. Pelos planos de Bolsonaro, a ex-primeira-dama Michelle concorreria ao Senado pelo Distrito Federal, Flávio Bolsonaro tentaria a reeleição pelo Rio de Janeiro e Eduardo Bolsonaro se candidatura por São Paulo.
Na semana passada, ainda surgiu a ideia do vereador Carlos Bolsonaro (PL-RJ) concorrer ao Senado por Santa Catarina. Se o plano do ex-presidente der certo, a sua família teria quatro cadeiras no Senado Federal a partir de 2027.
Em outubro de 2026, o Senado passará por uma renovação de dois terços de suas cadeiras, com a eleição de dois senadores por estado. Na última eleição com mudança de dois terços das cadeiras, em 2018, o Senado assistiu à maior renovação da sua história.
Naquela eleição, de cada quatro senadores que tentaram a reeleição, três não conseguiram. Desde a redemocratização do país não aconteceu um pleito que levasse tantas caras novas para o tapete azul do Senado. No total, das 54 vagas em disputa em 2018, 46 foram ocupadas por novos nomes, uma renovação de mais de 85%.
Para as eleições de 2026, é esperada uma repetição de uma renovação alta, mas desta vez com outro ingrediente: é possível que os partidos de direita e de centro-direita conquistem a hegemonia das cadeiras em disputa, preocupação revelada neste fim de semana pelo presidente Lula e pelo presidente do PT.
O Senado, atualmente, possui maioria dos partidos de centro, como PSD, MDB, PP, União e Podemos. Esses cinco partidos pertencem à base aliada do governo Lula, embora possuam senadores em seus quadros que são claramente oposicionistas, ou que votam de forma independente. No total, esse grupo domina 47 cadeiras.
Os partidos de esquerda juntos detém apenas 16 cadeiras no Senado, ou cerca de 20% do total. Já a oposição declarada (PL, PSDB e Novo) possui 17 senadores, ou 21% da composição do Senado. Todo o restante é formado por partidos de centro-direita e centro.
O quadro partidário do Senado Federal no momento é o seguinte:
PL - 14
PSD - 14
MDB - 11
PT - 9
PP - 7
União Brasil - 7
Podemos - 4
Republicanos - 4
PSB - 4
PDT - 3
PSDB - 3
Novo - 1
Levantamento realizado pelo Bahia Notícias revela como pode ficar o Senado Federal após as eleições de 2026. O levantamento levou em consideração as pesquisas mais recentes realizadas nos estados, com os nomes que se colocam no momento para a disputa. Esses nomes ainda podem mudar até outubro de 2026, portanto a simulação é apenas com base no cenário existente no momento.
Confira abaixo quais são os dois melhores colocados nas pesquisas estaduais para o Senado, considerando o levantamento mais recente. Apenas Roraima e Santa Catarina ainda não tiveram pesquisas eleitorais (o asterisco indica o senador que disputa a reeleição).
Região Sudeste
Espírito Santo
Renato Casagrande (PSB) – 49,2%
Lorenzo Pazolini (Republicanos) – 20,6%
(Paraná Pesquisas)
Minas Gerais
Romeu Zema (Novo) – 52,7%
Rodrigo Pacheco (PSD) – 24,3% *
(Paraná Pesquisas)
Rio de Janeiro
Flávio Bolsonaro (PL) – 38,8% *
Benedita da Silva (PT) – 26%
Cláudio Castro (PL) – 23,4%
(Paraná Pesquisas)
São Paulo
Eduardo Bolsonaro (PL) – 36,5%
Fernando Haddad (PT) – 32,3%
(Paraná Pesquisas)
Região Norte
Acre
Gladson Camelli (PP) – 39%
Jorge Viana (PT) – 22%
(Instituto MultiDados)
Amapá
Rayssa Furlan (MDB) – 20%
Lucas Barreto (PSD) - 17,25% *
(Instituto GSPC)
Amazonas
Eduardo Braga (MDB) – 43,4% *
Wilson Lima (União Brasil) – 38,1%
(Real Time1)
Pará
Helder Barbalho (MDB) – 23,8%
Mario Couto (PL) – 16,5%
(Instituto Doxa)
Rondônia
Marcos Rogério (PL) – 43,8% *
Marcos Rocha (União Brasil) – 35,4%
(Paraná Pesquisas)
Roraima
Não saiu pesquisa ainda
Senadores que terão mandato finalizado em 2027
Chico Rodrigues (PSB)
Mecias de Jesus (Republicanos)
Tocantins
Eduardo Gomes (PL) - 27,1% *
Professora Dorinha (União Brasil) - 26,4% *
(Paraná Pesquisas)
Região Nordeste
Alagoas
Renan Calheiros (MDB) – 32% *
Davi Davino Filho (PP) – 26,5%
Instituto Falpe
Bahia
Rui Costa (PT) – 43,8%
Jaques Wagner (PT) – 34% *
(Paraná Pesquisas)
Ceará
Cid Gomes (PSB) – 52,2% *
Eunício Oliveira (MDB) – 28,2%
(Paraná Pesquisas)
Maranhão
Carlos Brandão (PSB) – 43,2%
Weverton Rocha (PDT) – 41,1% *
(Paraná Pesquisas)
Paraíba
João Azevedo (PSB) – 31,7%
Cássio Cunha Lima (PSDB) – 13,6%
Pernambuco
Humberto Costa (PT) – 31% *
Gilson Machado (PL) – 22%
(Real Time Big Data)
Piauí
Ciro Nogueira (PP) – 55,5% *
Marcelo Castro (MDB) – 45% *
(Paraná Pesquisas)
Rio Grande do Norte
Styvenson Valentim (PSDB) – 48% *
Alvaro Dias (Republicanos) – 36,2%
Sergipe
Edvaldo Nogueira (PDT) – 14,7%
Eduardo Amorim (PSDB) – 13,9%
(Instituto IDPS Pesquisas)
Região Centro-Oeste
Distrito Federal
Michelle Bolsonaro (PL) - 42,9%
Ibaneis Rocha (MDB) - 36,9%
(Paraná Pesquisas)
Goiás
Gracinha Caiado (União Brasil) - 25,72%
Gustavo Gayer (PL) - 19,04%
(Goiás Pesquisas)
Mato Grosso
Mauro Mendes (União Brasil) - 60,8%
Janaína Riva (MDB) - 21,9%
(Paraná Pesquisas)
Mato Grosso do Sul
Reinaldo Azambuja (PSDB) - 38,3%
Simone Tebet (MDB) - 29,2%
(Paraná Pesquisas)
Região Sul
Paraná
Ratinho Jr. (PSD) – 62,3%
Roberto Requião (sem partido) – 26,8%
(Paraná Pesquisas)
Rio Grande do Sul
Eduardo Leite (PSD) – 43,1%
Manuela D´Ávila (sem partido) – 23,2%
(Paraná Pesquisas)
Santa Catarina
Não saiu pesquisa ainda
Senadores que terão mandato finalizado em 2027
Espiridião Amin (PP)
Ivete da Silveira (MDB)
Se esses resultados das atuais pesquisas se confirmassem nas urnas de outubro de 2026, teríamos os seguintes partidos conquistando as 54 cadeiras em disputa:
MDB - 9
PL - 8
PT - 6
União Brasil - 5
PSB - 4
PSD - 4
PSDB - 4
PP - 3
PDT - 2
Republicanos - 2
Sem partido - 2
Novo - 1
Somando os hipotéticos resultados das eleições a partir das pesquisas com os 27 senadores que continuam em suas cadeiras até 2031, podemos fazer a seguinte projeção das bancadas partidárias do futuro Senado de 2027:
PL - 16
MDB - 10
União Brasil - 10
PT - 9
PSD - 7
PP - 6
Republicanos - 5
PSB - 4
PSDB - 4
PDT - 3
Sem partido - 2
Estados indefinidos - 4
Como se pode perceber, os partidos que podem vir a ser os mais prejudicados na próxima eleição são o PSD (tem 14 senadores atualmente, teria que eleger 11 e na previsão conseguiria apenas quatro vitórias) e o Podemos (tem quatro senadores que precisam se reeleger e não conseguiria nenhuma vitória).
O PL, na atual projeção, sairia dos 14 senadores que possui este momento para 16, se isolando como maior bancada. Entre os demais partidos, há estabilidade entre as bancadas atuais e o tamanho provável em 2027. O União Brasil pode ser um dos mais beneficiados, já que possui sete senadores atualmente e pode subir para dez.
Caso seja ratificada pela Justiça Eleitoral a federação entre União Brasil e PP, esses dois partidos ficariam com 16 senadores, o mesmo tamanho do PL.
Em relação à renovação do Senado, as pesquisas atuais revelam um quadro de porcentagem menor de mudanças do que o recorde de 2018. Se as pesquisas se confirmarem, seriam 15 os reeleitos em 2026, uma renovação de 70% (menor do que os 85% de 2018).
O vereador Daniel Alves (PSDB), afirmou que a manifestação de servidores e professores municipais contra a votação e aprovação do PL 174/2025 foi “orquestrada” pelos partidos do PSOL e PCdoB, que compõem a oposição ao governo municipal. Em entrevista ao Projeto Prisma, nesta segunda-feira (2), o vereador comentou sobre a invasão ao Centro de Cultura da Câmara e chamou os sindicalistas de “criminosos”.
“Sendo direto, orquestrado pelo PCdoB e pelo PSOL, principalmente. A APLB (Sindicato dos Trabalhadores em Educação do Estado da Bahia), se for pegar os líderes, ou eles são filiados, ou eles apoiam estes partidos. A invasão da Câmara, você teve Kleber Rosa e Hilton Coelho incentivando, agredindo, e organizando a invasão não de sindicalistas, mas de criminosos. Porque se o cara bate na polícia e bate em vereador, isso é um crime”, ressaltou.
O legislador fez ainda um paralelo entre os acontecimentos na Câmara soteropolitana e outros eventos de violência política. “Eu não quero fazer esse paralelo, mas já fazendo, porque são distancias muito grandes porque é um poder democrático [a manifestação], mas, ao mesmo tempo, você tinha um processo democrático de votação, onde foi permitido o pedido de vistas da oposição, onde foi permitido a apresentação de emendas, onde seria votado na Câmara Municipal e no momento que você invade, você está indo para um processo anti-democrático”, afirmou.
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“Se eles estão tão inconformados, eles entrassem na Justiça. Só que a Justiça já declarou ilegal, a paralisação dos professores. E digo mais, boa parte dos professores, senão a maioria, são contra esses atos da APLB. A Justiça já decretou como ilegal a greve dos servidores, então é um moimento político. O piso está sendo pago, pelo conceito do STF já estava sendo pago, mas agora foi colocada a emenda onde todo mundo vai receber o piso, e eu quero ver qual é o discurso”, defendeu.
Sobre as resoluções posteriores a manifestação dos servidores, o Daniel Alves afirma que a Casa Legislativa ainda vai avaliar as possíveis sanções a figuras públicas possivelmente envolvidas nas ações. “Com certeza [será apurado]” “Mas vai ser aberta uma CEI para averiguar se teve vereadores envolvidos na invasão, se teve, depois da votação, alguma forma que levou eles a invadirem, e depois as mentiras que foram ditas, sobre votação secreta, como ele chamou. Então, a Câmara e os vereadores estão pensando nas medidas legais, mas a gente tem que estruturar e ver de fato o que a gente pode acionar”, conclui.
Confira o trecho:
O vereador soteropolitano Daniel Alves (PSDB) falou, nesta segunda-feira (2), sobre a implementação das verbas compensatórias na Câmara Municipal de Salvador (CMS). O mecanismo é utilizado exclusivamente para reembolso ou ressarcimento das despesas de pequenos custos relacionadas ao exercício do mandato e da atividade parlamentar dos vereadores. Em entrevista ao Projeto Prisma, o legislador afirma que o pagamento das verbas é o “preço da democracia”.
“Tem uma questão de que existe um preço da democracia, porque essa divulgação que a gente precisa fazer é, muitas vezes, o que a sociedade quer. Ela quer que o político diga o que está fazendo”, afirma Alves. O vereador faz referência ao uso da verba para a criação e publicação de materiais de divulgação do mandato.
“É um tema bem polêmico. Era um pleito antigo da Câmara dos Vereadores, a Assembleia tem, outras Câmaras de Vereadores no Brasil também tem, e a Câmara Federal. Acontece que a gente tem um recurso limitado. A gente precisa, por exemplo, fazer a divulgação do nosso mandato, preciso chegar nas minhas bases e falar, ‘fiz isso, isso e isso’ e a gente é cobrado”, ressalta.
“São questionamento, tem uma questão da política, que a sociedade não quer pagar por nada. Inclusive se você perguntar para a maioria, ‘você acha que político deve ser remunerado?’, eles vão dizer que não, mas não existe isso. Ninguém trabalha de graça”, alega. Daniel Alves comenta ainda sobre a transparência da implementação dos recursos, que segundo ele, ainda continuam sendo revisados.
“Com relação à transparência, até então eu não estou acompanhando, isso é publicado ou será publicado em algum momento, porque é uma questão da transparência. Mas a implantação disso não é fácil”, afirma, “E a transparência é fundamental, se não está acontecendo, eu vou tentar entender”, conclui.
Confira o trecho:
O vereador Daniel Alves (PSDB) fez uma avaliação do presidente eleito da Câmara Municipal de Salvador, Carlos Muniz (PSDB). Segundo relato ao podcast Projeto Prisma, do Bahia Notícias, Muniz tem a qualidade de conseguir ouvir a todos.
"Carlos Muniz tem uma qualidade como presidente excepcional que é a capacidade de escuta. Muniz, por mais que seja um líder, na reeleição dele não se apresentou nenhum tipo de problema", disse ele.
Ainda segundo o vereador, ele declarou que o presidente da Câmara tem uma relação ótima com todos, sendo que "já foi da oposição, já foi da base, já brigou com Bruno, já brigou com Neto".
O vereador Carlos Muniz (PSDB) foi eleito presidente da Câmara Municipal de Salvador com 39 votos em janeiro de 2025.
Com a fusão com o Podemos em seus últimos ajustes, o Partido da Social Democracia Brasileira (PSDB) irá realizar uma “força-tarefa” para manter as lideranças baianas da legenda da família Abreu. Uma das principais preocupações dos tucanos atualmente é com a situação do deputado federal Raimundo Costa (Podemos).
Atualmente, o parlamentar é o único representante do Podemos baiano na Câmara dos Deputados e possui forte influência em diversos municípios do interior. Vale lembrar que o partido, na Bahia, integra a base do governador Jerônimo Rodrigues (PT) e possui indicações na gestão estadual.
Na semana passada, Raimundo deu uma declaração ao Bahia Notícias avaliando a possibilidade de fusão entre o Podemos e PSDB. Na ocasião, o deputado afirmou que “seu compromisso é com o governo”, o que levantou preocupação entre as lideranças tucanas.
“Meu compromisso é com o governo Jerônimo, e com isso vou até o final. O Podemos hoje tem esse compromisso. O PSDB, com Adolfo [Viana], tem seu espaço com ACM Neto, e não acompanho como ele vai ficar. Eu, particularmente, tenho compromisso com o governo”, afirmou Raimundo Costa em entrevista ao Bahia Notícias na última semana.
A reportagem buscou o deputado estadual e presidente do PSDB-BA, Tiago Correia, para questioná-lo sobre as repercussões na Bahia da provável fusão com o Podemos. Ao Bahia Notícias, a liderança tucana defendeu o diálogo para a construção da base dos dois partidos e afirmou que o PSDB “nunca se furtará” das conversas.
“É um momento de todos terem maturidade no processo da federação. A construção do nosso posicionamento será construída à base de muito diálogo. Nunca nos furtaremos ao diálogo sobre a temática envolvendo o PSDB”, disse Correia.
CENÁRIO FEDERAL E A FEDERAÇÃO
A cúpula nacional do PSDB autorizou o avanço da fusão com o Podemos, em votação por unanimidade. Uma convenção nacional foi convocada pelos mesmos dirigentes para confirmar a fusão em 5 de junho.
De acordo com informações, o Podemos espera uma convocação nacional para junho. Após os dois grupos aprovarem esta fusão, individualizadamente, é encaminhado um registro do novo partido para o TSE.
Além da fusão entre Podemos e PSDB, também é debatida a formação de uma federação com o Republicanos. A manobra seria uma articulação atribuída ao presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Mota (Republicanos-PB).
O deputado federal Raimundo Costa (Podemos) comentou sobre a possibilidade da fusão entre o Podemos e o PSDB, que hoje estão em lados opostos no cenário político baiano. Em entrevista ao Bahia Notícias, o parlamentar assegurou que, apesar da possível parceria com os tucanos, ele manteria seu “compromisso” com a gestão de Jerônimo Rodrigues (PT).
“Meu compromisso é com o governo Jerônimo, e com isso vou até o final. O Podemos hoje tem esse compromisso. O PSDB, com Adolfo [Viana], tem seu espaço com ACM Neto, e não acompanho como ele vai ficar. Eu, particularmente, tenho compromisso com o governo”, afirmou Raimundo Costa.
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O deputado, que já foi presidente estadual do Podemos, contou que as federações vêm sendo debatidas no Congresso Nacional, focando no âmbito nacional. Para o parlamentar, a movimentação é uma alternativa para os partidos se fortalecerem, e a união com o PSDB, em sua avaliação, poderia conferir robustez ao Podemos.
Raimundo também disse que, caso oficializada a fusão, será preciso se reunir para definir a montagem de uma chapa forte para a disputa no próximo ano, e ressaltou que é preciso que “todos ganhem” na formação da coalizão.
“É um processo que tem crescido no Congresso. Hoje, o União Brasil e o PP se fortaleceram. O Podemos tem uma base boa, e com o PSDB, avançaria muito mais. Nos estados, há peculiaridades, e na Bahia não é diferente. É preciso sentar e se entender, para ter uma chapa que avance. É preciso estimular uma chapa para que os participantes tenham condição de disputar e ganhar. Não tenho dificuldade nenhuma de participar nesse ambiente”, contou Raimundo Costa.
Vale lembrar que o Podemos possui indicações na gestão de Jerônimo Rodrigues, como o Superintendente de Proteção e Defesa Civil do Estado (Sudec), Heber Santana, que também é presidente do diretório estadual do partido. O PSDB também tem nomes na gestão da prefeitura de Salvador, como o secretário de Saúde (SMS), Rodrigo Alves.
CENÁRIO FEDERAL E A FEDERAÇÃO
Nesta terça, a cúpula nacional do PSDB autorizou o avanço da fusão com o Podemos, em votação por unanimidade. Uma convenção nacional foi convocada pelos mesmos dirigentes para confirmar a fusão em 5 de junho.
De acordo com informações, o Podemos espera uma convocação nacional para junho. Após os dois grupos aprovarem esta fusão, individualizadamente, é encaminhado um registro do novo partido para o TSE.
Além da fusão entre Podemos e PSDB, também é debatida a formação de uma federação com o Republicanos. A manobra seria uma articulação atribuída ao presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Mota (Republicanos-PB).
Uma cúpula nacional do Partido da Social Democracia Brasileira (PSDB) autorizou, nesta terça-feira (29), o avanço da fusão com o Podemos, em votação por unanimidade. Uma convenção nacional foi convocada pelos mesmos dirigentes para confirmar a fusão em 5 de junho.
Esta fusão deve ser aprovada também no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) e criará um novo partido, que por ora se chama PSDB+Podemos.
Na convenção programada para o dia 5 de junho, podem votar os membros do conselho nacional, tucanos do congresso nacional e delegados estaduais.
De acordo com informações, o Podemos também tem expectativas para uma convocação nacional também para junho. Após os dois grupos aprovarem esta fusão, individualizadamente, é encaminhado um registro do novo partido para o TSE.
O nome do partido ainda deve ser escolhido em definitivo por dirigentes do atual PSDB e Podemos, juntamente com a marca, número, do mascote, do estatuto e do programa partidário da nova legenda.
Com o avançar da fusão entre o Podemos e o PSDB — com reuniões marcadas para esta terça-feira (29), o comando na “nova legenda” segue ainda em debate. Para a Bahia, a presidente nacional do Podemos, Renata Abreu, tem um “sonho” para acomodar os interesses de ambos os grupos, que se dividem entre apoiadores do governador Jerônimo Rodrigues (PT) e oposição.
Segundo informações obtidas pelo Bahia Notícias com lideranças partidárias envolvidas no debate, Renata teria como meta atender ambos os grupos, indicando o desejo de que o partido tenha o representante na seara estadual apoiando Jeronimo e em Salvador a ligação seria com o prefeito Bruno Reis (União). O movimento contemplaria as relações dos dois deputados federais que a nova sigla possuiria.
Com relação próxima à gestão de Jerônimo, o deputado Raimundo Costa manteria sua base com o petista, sendo filiado ao Podemos. Já pelo lado tucano, o deputado Adolfo Viana poderia, de certa forma, manter o posicionamento com a relação próxima ao grupo do ex-prefeito ACM Neto (União), consequentemente do prefeito da capital Bruno Reis.
O movimento é empurrado pela cláusula de desempenho, atualizada no Código Eleitoral. Entre os pontos alterados, em 2018, estão o cálculo dos deputados e vereadores eleitos pelo sistema proporcional: o quociente eleitoral. A partir de 2019 e progressivamente, os partidos precisam aumentar seu número de votos e candidatos para garantir mais vagas em cargos eletivos e, partir disto, continuar recebendo uma fatia do Fundo Partidário — reserva financeira usada para o custeio dos partidos políticos que soma neste ano R$ 888,7 milhões.
As fusões, incorporações e federações partidárias tiveram início do debate em fevereiro. O sonho de Renata seria “manter” o equilíbrio e atender os desejos. A ver se o sonho irá virar realidade.
PSDB NA ENCRUZILHADA
Atualmente, 11 legendas com representação na Câmara que estão perto da linha de corte, incluindo o PSDB. O partido tem 13 deputados, sendo um da Bahia, em oito estados distintos. O piso da cláusula de barreira em 2026 será de 2,5% dos votos válidos ou 13 deputados distribuídos em 9 unidades da Federação. Isso significa que, se todos os congressistas tucanos atuais forem reeleitos no próximo ano, mas o partido não fizer nenhum deputado a mais em outra UF, o ele perderá o acesso ao financiamento público e ao tempo de TV.
Ao Bahia Notícias, Adolfo Viana, representante tucano na Bahia, destacou que a decisão de mudança “não passa pelos estados”. “Aliás, passa, mas a decisão vem de cima para baixo. Sem dúvida nenhuma, se a gente for conversar no nível local. Se for com o PSD, é com Otto Alencar, Angelo Coronel e os deputados federais. Se for com o MDB, é com o Lúcio e Geddel [Vieira Lima]. Se for com o Podemos, a gente vai tratar com o Raimundo da Pesca. E se for com os Republicanos, com o bispo Márcio Marinho. Mas volto a dizer que essa é uma conversa feita entre os presidentes dos partidos nacionalmente”, acrescentou.
Curtas do Poder
Pérolas do Dia
Randerson Leal
"Trate os 43 vereadores da mesma forma".
Disse o vereador Randerson Leal (Podemos), líder da oposição na Câmara Municipal de Salvador ao criticar a Prefeitura de Salvador pelo não pagamento de emendas impositivas a parlamentares da oposição referentes a 2025.