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Artigos

Adriano Sampaio
O Espectro Invisível das Pesquisas
Foto: Acervo pessoal

O Espectro Invisível das Pesquisas

Os fantasmas metodológicos que distorcem a intenção de voto

Multimídia

Bruno Monteiro diz que fechamento do TCA expôs "vácuo" de grandes teatros em Salvador

Bruno Monteiro diz que fechamento do TCA expôs "vácuo" de grandes teatros em Salvador
O secretário estadual de Cultura da Bahia, Bruno Monteiro, afirmou que o período em que o Teatro Castro Alves (TCA) permaneceu fechado para reforma evidenciou a carência de grandes espaços para espetáculos em Salvador. Em entrevista ao Projeto Prisma, ele classificou o equipamento como o principal complexo cultural das regiões Norte e Nordeste.

Entrevistas

Após retorno à AL-BA, Luciano Ribeiro descarta disputa pela reeleição e diz estar focado na campanha de ACM Neto

Após retorno à AL-BA, Luciano Ribeiro descarta disputa pela reeleição e diz estar focado na campanha de ACM Neto
Foto: Divulgação / Agência AL-BA
De volta à Assembleia Legislativa da Bahia (AL-BA) desde janeiro, após assumir a vaga aberta com a morte do deputado Alan Sanches, Luciano Ribeiro (União) concedeu entrevista ao Bahia Notícias na última semana e falou sobre a produtividade do Legislativo para 2026, ano que será marcado pela disputa eleitoral, e o cenário político para a corrida ao governo da Bahia. O deputado também tratou da formação da chapa de oposição e afirmou que, neste momento, descarta disputar a reeleição. Desde o seu retorno, Luciano passou a ocupar a vice-liderança da oposição e a vice-presidência da Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) da Casa.

projeto prisma

"Os números falam por si": João Roma destaca avanço de sua candidatura no interior e critica oposição
Foto: Eduarda Pinto / Bahia Notícias

Começa nesta segunda-feira (3) a sabatina dos candidatos ao Senado e ao governo da Bahia em 2026, como programação especial do podcast Projeto Prisma, do Bahia Notícias. O primeiro convidado e candidato ao Senado pelo PL, ex-ministro João Roma, externou seu otimismo no atual momento da campanha e concluiu que os cidadãos baianos estão decepcionados com a oposição. 

 

Ao ser questionado sobre o rompimento das barreiras provocadas na perpetuação de nomes vinculados ao PL no interior do estado, Roma não demonstra preocupação e argumenta que está “muito animado”. Segundo ele, isso se dá graças à “decepção das pessoas” em relação ao atual governo.

 

“Você vê pessoas com muita esperança no coração de ter realmente uma Bahia restaurada. Os números estão falando por si, não só confirmando aí uma larga vantagem de ACM Neto para o governo do estado da Bahia, como também mostrando o crescimento muito grande, tanto do meu nome como do de Ângelo Coronel”, pontua. 

 

Roma acredita que, embora seus oponentes tenham maior reconhecimento de nome por cargos ocupados anteriormente, esse "recall" não é suficiente para superar a insatisfação da população. O candidato ainda citou Jaques Wagner (PT), que disputa a reeleição ao Senado.

 

“No caso de Jacques Wagner, que nunca teve nenhum protagonismo, você o vê literalmente perdido, só aparecendo no noticiário com notícias que desapontam a nossa população (...) Nesse período em que ele estava no Senado da República, não trouxe alegria para o povo baiano. Pelo contrário, só notícias negativas, notícias que envergonham a Bahia”, conclui.

 

VEJA NO PRISMA:

João Roma diz que erro alterou valor de patrimônio no TSE e cobra abertura de sigilo fiscal de Wagner e Rui Costa
Foto: Max Haack

O presidente estadual do PL na Bahia e pré-candidato ao Senado, João Roma, afirmou nesta segunda-feira (3) que um erro na declaração de bens apresentada à Justiça Eleitoral fez seu patrimônio aparecer com valor superior ao real. Segundo ele, dois itens do Imposto de Renda foram lançados em duplicidade e algumas dívidas também acabaram contabilizadas como patrimônio.

 

“Até eu me surpreendi no dia que vi que saiu uma notícia lá que o patrimônio tinha aumentado 300% em quatro anos, o que não é verdade. Houve um erro, foram lançados em duplicidade dois itens do meu Imposto de Renda”, declarou durante entrevista ao Projeto Prisma, do Bahia Notícias.

 

Roma afirmou que o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) já corrigiu as informações e emitiu uma certidão sobre a alteração. Ele explicou ainda que bens financiados não devem ser considerados integralmente como patrimônio. “Ele computou também, como meu patrimônio, algumas dívidas. Por exemplo, se você compra um carro e aquele carro é financiado, óbvio que aquele item 100% não está no seu patrimônio”, disse.

 

Após a correção, o político calcula que seu patrimônio tenha crescido cerca de 20% ao ano nos últimos quatro anos. Roma também afirmou que os bens apresentados na declaração podem ser identificados e estão relacionados às atividades que exerce. 

 

“No meu imposto de renda você não vai encontrar coisas miraculosas, coisas feitas com varinha de condão. As minhas coisas estão declaradas, você vai lá, você me encontra”, afirmou.

 

Roma também questionou a declaração de bens do ex-governador Rui Costa (PT). Sem apresentar novos documentos durante a entrevista, ele alegou que propriedades atribuídas ao petista não estariam registradas em sua declaração de Imposto de Renda. “Você vê ali a ocultação de bens, porque todos sabem, é só chegar na localidade e dizer: quem habita aqui, quem está vivendo nessa propriedade? As pessoas sabem que aquilo ali é do seu Rui Costa, e não consta no imposto”, afirmou.

 

Ao final, o pré-candidato defendeu que os concorrentes apresentem suas informações patrimoniais de forma transparente e disse estar disposto a abrir mão do sigilo fiscal, caso Jaques Wagner (PT) e Rui Costa façam o mesmo.

 

CONFIRA O PROGRAMA COMPLETO:

João Roma defende equilíbrio entre Poderes e prioriza segurança jurídica
Foto: Eduarda Pinto / Bahia Notícias

O presidente estadual do Partido Liberal (PL) na Bahia e pré-candidato ao Senado, João Roma, defendeu nesta segunda-feira (3) a necessidade de restabelecer o equilíbrio entre os Poderes da República. Ele afirmou que a segurança jurídica deve estar entre as principais prioridades do país. A declaração ocorreu durante entrevista ao Projeto Prisma, do Bahia Notícias, na série especial Vota BN. 

 

“Eu acho que já falei até aqui mesmo no Projeto Prisma, que perguntaram qual seria o maior problema do Brasil, eu disse que certamente é a segurança jurídica. [...] É fundamental, sim, que a gente restaure o equilíbrio dos poderes. E o Senado da República tem um papel fundamental”, afirmou.

 

Segundo Roma, a estabilidade das instituições é uma condição necessária para o crescimento econômico e social. Para ele, o cumprimento das obrigações pelo Estado é fundamental para garantir confiança e previsibilidade. “Eu não vi nenhum país prosperar sem segurança jurídica, sem o cumprimento das obrigações, especialmente partindo do Estado”, declarou.
 

Questionado sobre a ausência de Jair Bolsonaro na disputa presidencial e sobre uma eventual dificuldade para ampliar a votação da direita na Bahia, Roma disse acreditar que sua candidatura possui uma construção própria no estado. “A construção nossa aqui na Bahia tem sido uma construção legítima, orgânica e completamente assimilada pela população. Nós fizemos um dever de casa muito bem feito”, afirmou.

 

Roma também destacou a relação de sua pré-candidatura com a de ACM Neto ao Governo da Bahia. Segundo ele, a composição deve contribuir para o desempenho eleitoral do grupo. “A minha campanha está atrelada com a campanha de ACM Neto, uma campanha que mostra com clareza que é fundamental a gente passar por uma mudança verdadeira no Estado da Bahia”, declarou.

 

Entre os temas mencionados pelo ex-ministro estão a redução de impostos, a responsabilidade com os recursos públicos e medidas voltadas ao cotidiano da população. Roma afirmou ainda que pretende exercer um eventual mandato no Senado com foco nas prerrogativas da Casa, sem adotar uma postura baseada em revanchismo.

 

CONFIRA O PROGRAMA COMPLETO:

João Roma diz que todos os presidenciáveis, exceto Lula, devem apoiar ACM Neto ao governo da Bahia
Foto: Eduarda Pinto / Bahia Notícias

O ex-ministro da Cidadania no governo Bolsonaro e pré-candidato ao Senado João Roma (PL) afirmou que, à exceção do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), todos os pré-candidatos ao Planalto em 2026 devem apoiar o ex-prefeito de Salvador e pré-candidato da oposição ao Governo da Bahia, ACM Neto (União). A avaliação foi feita nesta segunda-feira (3) em entrevista ao Projeto Prisma, podcast do Bahia Notícias.

 

Segundo Roma, Lula é a única exceção porque apoiará a reeleição do governador Jerônimo Rodrigues (PT), do mesmo partido. Os demais nomes que disputam a Presidência, avaliou, estariam alinhados a ACM Neto na eleição estadual. "Com exceção de Lula, todos os outros candidatos torcem para que ACM Neto seja o governador de todos os baianos", declarou.

 

O pré-candidato ao Senado citou nominalmente aliados de direita que, segundo ele, apoiam Neto, entre eles o governador de Goiás, Ronaldo Caiado, o governador de Minas Gerais, Romeu Zema, e o senador Flávio Bolsonaro (PL). "Claro que existem preferências. Neto tem uma relação com Caiado, que era do União Brasil. Caiado apoia Neto, Zema apoia Neto, Flávio Bolsonaro apoia ACM Neto. Mesmo os que não estão na Bahia veem que a Bahia precisa mudar de rumo", detalhou.

 

Confira entrevista do pré-candidato:

VÍDEO: No Prisma, João Roma justifica aliança com ACM Neto após rompimento em 2022 e afirma que “cada eleição tem sua história”
Fotos: Eduarda Pinto / Ronne Oliveira / Bahia Notícias

Em entrevista concedida ao Projeto Prisma, sabatina promovida pelo portal Bahia Notícias (BN) com candidatos registrados no Tribunal Superior Eleitoral (TSE), o presidente do Partido Liberal (PL) e candidato ao Senado Federal pela Bahia, João Roma, comentou nesta segunda-feira (3) sobre a reestruturação de sua aliança política com ACM Neto (União) para o pleito de 2026.

 

Veja momento:

 

"Nossa relação foi reconstruída com pilares muito positivos, dentro de uma conversa séria e amadurecida. Cada eleição carrega uma história. Naquela eleição, achavam que era um jogo combinado, mas muitos sabiam que não era", argumenta Roma.

 

Durante a sabatina, o ex-ministro analisou o rompimento entre ambos nas eleições de 2022 e destacou que a divisão na direita abriu espaço para o crescimento do Partido dos Trabalhadores (PT) no estado.

 

"O que precisa é justamente a gente conseguir enxergar o futuro, fazer o papel de duas pessoas que se respeitam e carregam uma visão pelo futuro da Bahia. Não precisamos de guerra de egos ou algo que dificulte a mudança de cenário para o povo baiano. Quem mais sofreu fomos ACM e eu, mas sobretudo o povo baiano", avalia.

 

Momento de união na convenção | Foto: Ronne Oliveira / Bahia Notícias

 

Questionado pelo editor Maurício Leiro sobre até que ponto as duras críticas trocadas no pleito passado foram superadas e como se tornou possível a construção da atual aliança oposicionista, João Roma sustentou que "cada eleição tem sua história" e defendeu o diálogo maduro como base para o reencontro político.

 

O candidato admitiu que a disputa de 2022 representou um momento de forte tensão política e ideológica entre os dois grupos. "A verdade é que foi, sim, um momento de uma séria ruptura. Como ele mesmo disse, temos uma história de anos e estivemos distantes em 2022. Eu levantava uma bandeira e ACM se levantava contra. Foi uma eleição muito tensa", desabafa.

 

Para o ex-ministro, o acirramento do pleito anterior faz parte do processo eleitoral e não deve impedir o alinhamento de projetos para o futuro do estado. "Era muito calor e paixões naquela campanha. O que aconteceu ali não se apaga, fica na história política da Bahia. Sabemos o que é isso, sabemos a história política eleitoral. Faz parte da história”, acrescenta.

 

Momentos da entrevista | Foto: Reprodução /  Max Haack

 

Durante a entrevista, o apresentador e editor-chefe do Bahia Notícias, Fernando Duarte, salientou que o veículo de imprensa acompanhou a disputa com rigor na época. O candidato brincou com a observação do jornalista: "Talvez porque você tinha uma boa fonte", responde Roma de forma descontraída.

 

Confira a entrevista por completo logo abaixo:

Bruno Monteiro diz que Lei Rouanet foi transformada em "palavrão" e defende combate à desinformação
Foto: Eduarda Pinto / Bahia Notícias

O secretário estadual de Cultura da Bahia, Bruno Monteiro, afirmou que a disseminação de informações falsas contribuiu para a "demonização" da cultura nos últimos anos e defendeu que o debate sobre o setor seja baseado em dados. A declaração foi dada durante entrevista ao Projeto Prisma, do Bahia Notícias, nesta segunda-feira (27).

 

Segundo o gestor cultural, a Lei Rouanet passou a ser alvo de interpretações equivocadas durante o debate político, apesar do retorno econômico gerado pelos investimentos em projetos culturais. "A informação e a verdade são as maiores aliadas que a gente tem. A Lei Rouanet virou um palavrão, e as pessoas reproduzem coisas como se ela fosse algo completamente diferente do que é. Cada R$ 1 investido gera um retorno de R$ 4,80 para os cofres públicos", afirmou.

 

Bruno ressaltou que os recursos destinados à cultura movimentam diversos segmentos da economia, impulsionando áreas como turismo, hospedagem, alimentação, transporte e produção audiovisual. Ele também destacou que a participação do setor cultural no Produto Interno Bruto (PIB) brasileiro já supera a da indústria automobilística.

 

"A cultura hoje tem uma participação maior no PIB do Brasil do que a indústria automobilística. Um projeto cultural movimenta muitos setores e esse retorno não serve apenas para investir em cultura, mas também em educação, saúde e segurança", disse.

 

O secretário ainda atribuiu os ataques à área cultural ao papel que ela exerce na formação crítica da população. Para ele, o fortalecimento das manifestações artísticas amplia o senso de pertencimento e incentiva o debate democrático. "Por que se atacou tanto a cultura? Porque a cultura gera pertencimento, liberdade, senso crítico e questionamento. Quanto mais as pessoas são cultas, mais elas se sentem empoderadas para questionar", declarou.

ASSISTA O PROGRAMA COMPLETO:

"Perdi amigos": Bruno Monteiro defende rigor técnico e fim da "política de balcão" nos editais de cultura
Foto: Eduarda Pinto / Bahia Notícias

Em entrevista concedida nesta segunda-feira (27), ao Projeto Prisma do portal Bahia Notícias, o secretário estadual de Cultura da Bahia, Bruno Monteiro, rebate críticas sobre a falta de transparência em editais culturais e destaca que o poder público não existe para resolver problemas particulares.

 

Bruno compreende que seu trabalho "frustrou e frustra quem acredita que o poder público está ali para resolver problemas individuais." Em relatos, relembra desgastes que aconteceram desde que está na função.

 

"Eu tenho muitos amigos na área das artes,e eu perdi amigos ao longo desse tempo,porque as pessoas achavam que o fato de eu ser secretário significava que agora o financiamento de projetos e iniciativas estaria resolvido. E não funciona assim", diz.

 

Referente ao processo de democratização de editais, o secretário relembra a criação dos plantões presenciais como uma iniciativa direta dele e sua equipe, implementada inicialmente durante o primeiro edital da Lei Paulo Gustavo. 

 

Ele compreende esses espaços como ferramentas de democratização e suporte técnico para quem enfrenta dificuldades com a burocracia cultural. Entretanto, relata que algumas pessoas o compreendem como um “facilitador de aprovações” e, quando isso não ocorre, saem frustradas: “Aconteceram casos em que a pessoa me acusava de perseguição”, relembra. 

 

O secretário explica que o processo de seleção é técnico e "cego", visando romper com a antiga "política de balcão" que concentrava recursos em poucos grupos.

 

“No processo, é exibida uma planilha que fala de onde vem o projeto, se ele é cota, se ele não é cota e qual é a linha que ele está disputando. Não é um processo que eu vou olhar e dizer assim, ‘aqui é meu amigo, aqui não é’. Isso aí é coisa que já foi ultrapassada, de antes do edital, era a política do balcão”, afirma. 

 

Veja no Prisma:

Bruno Monteiro diz que fechamento do TCA expôs carência de grandes teatros em Salvador
Foto: Eduarda Pinto / Bahia Notícias

O secretário estadual de Cultura da Bahia, Bruno Monteiro, afirmou que o período em que o Teatro Castro Alves (TCA) permaneceu fechado para reforma evidenciou a carência de grandes espaços para espetáculos em Salvador. Em entrevista ao Projeto Prisma, do Bahia Notícias, nesta segunda-feira (27), ele classificou o equipamento como o principal complexo cultural das regiões Norte e Nordeste.

 

"O Teatro Castro Alves tem a dimensão e a complexidade de ser o maior equipamento cultural do Nordeste e do Norte brasileiro. Nesses três anos em que ficou fechado, tanto quem está na gestão quanto quem trabalha com produção cultural percebeu a real dimensão da importância dele. Isso revelou o vácuo que existe em Salvador de uma sala de espetáculos dessa dimensão", afirmou.

 

Segundo o secretário, além da modernização da estrutura, a reforma ampliou os espaços destinados à produção cultural. Entre as novidades está um laboratório cenográfico voltado para ensaios, formação de artistas, experimentação e pequenas apresentações.

 

"O TCA tem um grande centro técnico. Eu digo que ali é o coração do teatro baiano. Criamos um laboratório cenográfico, que será uma nova sala para ensaio, formação e pequenas apresentações. Isso faz parte da proposta de tornar o teatro mais acessível e investir em programas de formação", explicou.

 

O gestor cultural também detalhou que o equipamento passa por uma operação assistida até o início de 2027. Nesse período, a programação foi planejada para testar diferentes formatos de espetáculos e verificar o funcionamento técnico da estrutura. Ele acrescentou que a Secult lançou um edital para ocupação gratuita da pauta entre outubro deste ano e fevereiro de 2027, medida que, segundo ele, deve ampliar a diversidade de atrações.

 

Apesar da reabertura da Sala Principal, Bruno informou que alguns serviços ainda estão em andamento, como a instalação dos elevadores, ajustes na área administrativa e a retirada definitiva do canteiro de obras, sem prejuízo para a programação artística.

 

ASSISTA O PROGRAMA COMPLETO:

Bruno Monteiro faz balanço da gestão na Secult-BA e alega reorganização interna com maior infraestrutura
Fotos: Eduarda Pinto / Bahia Notícias / GovBA

Em entrevista ao Projeto Prisma, do portal Bahia Notícias, o secretário de Cultura do Estado da Bahia, Bruno Monteiro, apresentou nesta segunda-feira (27) um balanço do período em que esteve à frente da pasta. Afastado temporariamente de suas funções, o gestor apontou três eixos centrais como pilares de sua atuação: a reorganização administrativa interna da secretaria, a democratização do acesso aos recursos e ações culturais e os investimentos estruturais na rede de equipamentos do estado.

 

Ao contextualizar a conjuntura política e social de sua gestão, Monteiro ressaltou a importância do retorno do presidente Lula da Silva (PT) ao governo federal para o fortalecimento da área. Segundo o secretário, a mudança na esfera federal contribuiu para consolidar uma nova perspectiva sobre a relevância do setor produtivo da cultura.

 

"A gente começou a ter um entendimento crescente na sociedade e nessas figuras públicas sobre o papel da cultura, não somente mais como entretenimento, como preservação de identidades, mas também como motor do desenvolvimento, geração de emprego, de renda", relata.


Ao detalhar a situação administrativa encontrada quando assumiu a Secretaria de Cultura (Secult-BA), Monteiro revelou que a pasta acumulava mais de dois mil processos de prestação de contas pendentes. O saneamento desse passivo e a reestruturação dos fluxos internos foram apontados como vitais para a regularidade do órgão, sem direcionar críticas às gestões anteriores, cujos contextos eram distintos.

 

"Eu cheguei na secretaria assumindo com mais de dois mil processos com prestações de contas atrasadas. A gente zerou isso, conseguiu resolver, conseguiu reorganizar as estruturas da secretaria", ressalta.

 

Além da regularização contábil e processual, o balanço incluiu a atualização da legislação estadual e a reordenação do Fundo de Cultura da Bahia, instrumento que, de acordo com o secretário, encontrava-se com regras e dinâmicas defasadas antes das reformas promovidas na atual gestão.

 

O PAPEL DOS EDITAIS
Monteiro defendeu que a eficiência dos editais de fomento depende diretamente da existência e da qualidade da infraestrutura cultural física nos municípios. Segundo observou, as comunidades com centros culturais ativos e integrados apresentaram maior índice de concorrência e engajamento nos editais públicos.

 

"Onde tem equipamento atuante, a gente percebeu isso nos editais; onde nós tínhamos centros de cultura mais organizados, mais integrados à comunidade, havia muito mais inscrição e participação", explica.

 

Entre os empreendimentos do período, foram destacadas as intervenções de reforma em centros culturais do interior baiano e a ampla reestruturação do Complexo do Teatro Castro Alves (TCA), classificado por Monteiro como o principal equipamento cultural do estado.
 

No ciclo mais recente da Lei Aldir Blanc na Bahia, a Secult-BA contabilizou 10 mil inscrições para mil projetos contemplados. O volume de inscritos demonstrou, segundo o secretário, tanto o alcance das convocatórias quanto a permanente demanda represada do setor.

 

"É uma participação grande, mas é também muita gente que fica de fora", pondera Monteiro, ressaltando os limites inerentes ao modelo de fomento direto. "Você aumenta edital, aumenta o apoio ao projeto, mas vai ter sempre gente querendo mais", acrescenta. 

 

Para o gestor, esse cenário reforça a necessidade de aliar o repasse financeiro de editais com a manutenção e expansão contínua da infraestrutura física. Por fim, Bruno Monteiro atribuiu o andamento das pautas ao apoio do governador Jerônimo Rodrigues (PT). "Não há registro na história de um governador tão presente na pauta da Cultura como Jerônimo foi", conclui.


Acompanhe ao vivo: 

"Eu não tenho bancada, eu tenho amigos", afirma Elmar Nascimento sobre relação com parlamentares
Foto: Eduarda Pinto / Bahia Notícias

Em entrevista concedida ao Projeto Prisma do Bahia Notícias nesta segunda-feira (20), o deputado federal Elmar Nascimento (União) respondeu questões à respeito da sua bancada na Assembleia Legislativa.

 

O deputado foi questionado sobre o voto dado por Júnior Nascimento, seu primo e integrante da bancada, a Adolfo Menezes, presidente da Assembleia Legislativa da Bahia (AL-BA) e adversário político do grupo de Elmar Nascimento. O voto foi dado para o cargo de conselheiro no processo de indicação para o Tribunal de Contas dos Municípios (TCM).

 

Fernando Duarte perguntou se em situações assim, é criado algum tipo de constrangimento por conta das adversidades existentes. Elmar Nascimento negou e disse que “quem briga são as ideias, não as pessoas”.

 

Ainda falando de sua bancada na AL-BA, o deputado pontuou a relação que tem com os membros:

 

“Eu não tenho bancada, eu tenho amigos. Pessoas que são da minha relação pessoal, meus amigos, na minha relação familiar. Pessoas que são minhas amigas e me ouvem. Em nenhum momento eu me porto como líder deles. A gente discute e eu respeito as particularidades de cada um, eu quero o melhor para eles, é por isso que eu tenho o respeito deles.”, afirma.

 

VEJA NO PRISMA:

VÍDEO: Elmar Nascimento nega perda de influência no Congresso Nacional após reveses políticos
Fotos: Eduarda Pinto / Bahia Notícias / Marcelo Camargo / Câmara dos Deputados

Em entrevista ao Projeto Prisma, do Bahia Notícias, nesta segunda-feira (20), o deputado federal Elmar Nascimento (União) rechaçou a tese de que as recentes movimentações e "derrotas" no Congresso Nacional tenham reduzido sua influência política nos bastidores do poder. Para o veterano do Legislativo nacional, o foco atual é aprender e manter uma comunicação ativa na Casa para conseguir trabalhar com todos.

 

“Fizemos muita coisa. A ideia é mostrar que o cidadão que sai do interior da Bahia tem mais oportunidades. Eu só posso agradecer a Deus pelas oportunidades. Disputei até contra Marcelo Nilo na AL-BA [Assembleia Legislativa da Bahia] e perdi por apenas quatro votos; para mim, isso não é derrota, acumulei experiência”, sustenta.

 

Nos bastidores, são mencionados episódios como a disputa pela presidência da Câmara dos Deputados e a indicação para uma vaga no Tribunal de Contas da União (TCU). No TCU, a indicação foi derrotada pelo candidato do PT e, na Câmara, o parlamentar não conseguiu viabilizar sua candidatura frente à de Hugo Motta (Republicanos).

 

“Olha, saí de Campo Formoso como vereador de 800 votos e fui eleito deputado federal com 88 mil votos. Não tenho padrinho político ['pai'] no estado. Estar disputando esse espaço significa que, ao longo dos meus últimos 12 anos como deputado federal, estou sempre eleito. Tudo no meu braço, construindo amizades muito mais pela oposição do que pelo governo”, acrescenta.

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Ao ser questionado sobre os impactos desses episódios em sua liderança, o parlamentar adotou um tom de desprendimento e ressaltou a trajetória construída na vida pública. "Eu já alcancei muito mais do que mereço", afirma o deputado.

 

Nascimento também enfatizou que sua atuação política não se resume a momentos de disputa direta de cargos ou campanhas sazonais, apontando para a constância de sua rotina legislativa ao longo de todo o mandato. "Eu não faço campanha, eu passo quatro anos trabalhando e agora vou colher os frutos", conclui o parlamentar do União Brasil.

 

Confira o momento na entrevista: 

VÍDEO: Elmar Nascimento cita Wagner e critica “presunção de culpa” contra políticos: "Estão fazendo uma barbaridade"
Fotos: Eduarda Pinto / André Carvalho / Bahia Notícias

O deputado federal Elmar Nascimento (União) criticou de forma contundente o que classificou como uma "presunção de culpa" adotada pelo Supremo Tribunal Federal (STF) e pela opinião pública contra a classe política brasileira. Em entrevista para o podcast Projeto Prisma, do portal Bahia Notícias, nesta segunda-feira (20), o parlamentar citou nominalmente o caso do senador Jaques Wagner (PT) para ilustrar o que chamou de "barbaridade".

 

Ao ser questionado sobre investigações envolvendo parlamentares, Elmar contestou a percepção automática de que os políticos agem de forma ilegal. Ele também defendeu o papel das emendas parlamentares, sobretudo as impositivas e individuais, sustentando que elas funcionam como uma ferramenta de descentralização e planejamento do orçamento público.

 

"As emendas são uma forma de desengessar o orçamento. O STF decidiu que o mandato não é do parlamentar, e sim do partido. Meu ponto de vista é que tem que existir um fato delituoso, tem que haver um crime. Nós estamos vivendo, infelizmente, um momento no Brasil, balizado na Suprema Corte, de presunção de culpa. Na nossa Constituição há a presunção de inocência, mas [hoje] há uma prerrogativa com presunção de culpa que bloqueia os bens da pessoa”, argumenta.

 

A manifestação de Elmar ocorre em meio à repercussão dos desdobramentos conduzida pela Polícia Federal, que investiga repasses financeiros e transações imobiliárias associadas ao ex-líder do governo no Senado. Recentemente o STF barrou a venda de um terreno de R$ 15,8 milhões pertencente a Wagner sob a suspeita de tentativa de ocultação de patrimônio logo após a ação policial.

 

“Não teve nada e acabou atingindo a pessoa, como o senador Jaques Wagner, passando por isso sem culpa, com dois imóveis. Na imprensa inteira, dizem que ele tenta vender apartamento. Mentira, ele vendeu há mais de anos. [...] Não vou estar aqui para dizer que o senador está tentando ocultar patrimônio; estão fazendo com ele uma barbaridade", critica.

 

De fato, a percepção pública não parece estar com o senador. No 2 de julho, ele foi vaiado e usado como símbolo do envolvimento no caso Master. A defesa do petista, por sua vez, contesta as acusações e sustenta que a transação imobiliária (uma permuta) foi iniciada em 2024 e formalizada de forma legítima, o que justificaria o argumento de que a negociação era antiga. Membros da oposição já pedem uma tornozeleira para o senador petista. 

 

O deputado completou criticando a repercussão midiática do caso envolvendo o senador baiano: "Todo mundo sabe quanto tempo se deve registrar de escritura num cartório, mas sai na imprensa como se ele tivesse culpa. Nem ele tem culpa de ter vendido, mas sai na imprensa como se ele quisesse se livrar de um bem. Esse tipo de política eu não faço", dispara.

 

PRAGMATISMO NAS EMENDAS
Ao abordar as articulações e alianças de bastidores no Congresso Nacional, o líder do União Brasil justificou o pragmatismo partidário com base no funcionamento do sistema eleitoral brasileiro. Segundo o deputado, as emendas parlamentares individuais ajudam a evitar as negociações baseadas no clássico "toma-lá-dá-cá" com a base governista.

 

Citando os casos de Valdemar Costa Neto (PL) e da filiação de Eduardo Cunha ao Republicanos, o deputado federal explicou que o sistema proporcional exige que os partidos alcancem um grande volume de votos para garantir cadeiras na Câmara. Diante dessa realidade, figuras como Cunha tornam-se peças estratégicas para ajudar a legenda a alcançar o quociente eleitoral.

 

Dentro dessa perspectiva, Elmar se alinha aos políticos investigados na defesa de que é pragmaticamente razoável que o presidente de um partido apoie, por meio de emendas, correligionários influentes nas prefeituras de suas bases políticas, com o objetivo de fortalecer a bancada de maneira conjunta.

 

Confira o momento em que o deputado fala sobre isso:

 


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Elmar aponta regulação da saúde e segurança como “gargalos” e diz que falta prioridade ao governo Jerônimo
Foto: Eduarda Pinto / Bahia Notícias

O deputado federal Elmar Nascimento (União Brasil) afirmou nesta segunda-feira (20), em entrevista ao Projeto Prisma, podcast do Bahia Notícias, que a regulação da saúde e a segurança pública são os principais problemas não resolvidos pelo governo Jerônimo Rodrigues (PT) no primeiro mandato. Segundo ele, os temas devem ocupar o centro do debate eleitoral na Bahia.

 

Ao comentar a fila da regulação, Elmar disse que a situação demonstra “falta de prioridade” do grupo político que governa o estado há duas décadas. O parlamentar relatou que recebe pedidos frequentes de ajuda para pacientes conseguirem vagas e procedimentos pelo sistema estadual.

 

“Enquanto as pessoas precisarem do auxílio de um político para acessar a fila da regulação e resolver um problema de saúde, isso é uma situação grave. Saúde não espera. E eles não podem dizer que vão fazer porque são 20 anos, não são 20 dias nem 20 meses”, declarou.

 

O deputado também criticou a área de infraestrutura e afirmou que o PT acumulou avanços sociais, mas ainda deixa pendências importantes em obras estruturantes. Sem citar uma intervenção específica, disse que há projetos discutidos há cerca de 20 anos sem conclusão.

 

Na avaliação de Elmar, a segurança pública também se tornou um problema estrutural do estado. Ele afirmou que a Bahia possui um número elevado de facções criminosas e defendeu mais investimentos em inteligência, tecnologia e fortalecimento das forças policiais. “Não se combate crime organizado sem investimento, capacitação e endurecimento contra as facções. Temos exemplos de estados que conseguiram reduzir a influência desses grupos e precisamos aprender com quem deu certo”, afirmou.

 

ASSISTA O PROGRAMA COMPLETO:

Elmar Nascimento defende alternância de poder na Bahia, mas alerta: “O PT não pode ser menosprezado”
Fotos: Eduarda Pinto / Ronne Oliveira / Bahia Notícias

O deputado federal Elmar Nascimento (União) destaca a importância da alternância de poder na Bahia durante entrevista ao podcast Projeto Prisma, do portal Bahia Notícias, nesta segunda-feira (20). O estado é governado pelo Partido dos Trabalhadores (PT) há quase 20 anos, com o grupo no comando do palácio de Ondina. Apesar de defender a necessidade de mudança, o parlamentar adotou um tom moderado e alertou que o partido governista é um adversário forte.

 

"Olha, o PT tem sido vitorioso ao longo dos 20 anos, é um grupo forte que conta com a máquina do governo e não pode ser menosprezado. Temos um candidato forte, mas defendo o princípio da democracia de ter alternância de poder", alerta.

 

Para o parlamentar, a Bahia não possui um histórico de alternâncias políticas constantes. Pelo contrário, ele avalia que as mudanças estruturais ocorrem em períodos longos, impulsionadas principalmente pelo sentimento das populações do interior do estado.

 

"Na minha experiência, isso acontece de 20 em 20 anos. Eu nunca assisti a um candidato ganhar contra a chapa do governador, a Bahia é acostumada a mudar em 20 anos. Há um ambiente, até mesmo no interior, propício para isso. Nos municípios pequenos, vão recrudescer as diferenças; nos maiores, que têm problemas mais sérios, os eleitores vão notar áreas sensíveis, como a saúde pública e a segurança pública. Não sei a forma de fazer isso, mas sei que haverá essa [percepção]", argumenta Nascimento.

 

O diagnóstico do deputado sobre o crescimento dos problemas de segurança reflete a realidade das grandes cidades baianas, que funcionam como entroncamentos rodoviários e portuários estratégicos, tornando-se pontos de disputa para o crime organizado. Contudo, vale recordar que o União Brasil, partido do próprio deputado, gerencia a maior dessas cidades desde 2024, inclusive na capital baiana

 

Além disso, mesmo em municípios administrados por partidos de oposição, como Camaçari, sob a gestão de Luiz Caetano (PT), a segurança pública continua sendo um desafio complexo e persistente em todo o território estadual, afinal, mesmo com a contínua e aumentada presença de policiais civis armados em diversas cidades, a gestão da segurança pública é de competência estadual.


Confira a entrevista logo abaixo:

Randerson Leal critica pressa em votações na Câmara de Salvador e defende empréstimos do governo estadual
Fotos: Eduarda Pinto/ Paulo Dourado / Bahia Notícias

O líder da oposição na Câmara Municipal de Salvador (CMS), vereador Randerson Leal (Podemos), teceu críticas à forma como a Prefeitura de Salvador conduz a votação de projetos e empréstimos no Legislativo municipal. Em entrevista ao podcast Projeto Prisma, do Bahia Notícias, nesta segunda-feira (13), o parlamentar alega que a bancada minoritária é constantemente "tratorada" pela base governista e defendeu a transparência dos empréstimos solicitados pelo governador Jerônimo Rodrigues (PT) em comparação com os do prefeito Bruno Reis (União).

 

"Olha, tratorar por tratorar, o município faz toda hora com a gente. Somos apenas 10 de oposição, a gente tem reclamado sobre isso. Às vezes não tem tempo hábil. Esperamos por mais de dez anos o PDDU [Plano Diretor de Desenvolvimento Urbano]", conta o vereador.

 

Questionado sobre as críticas direcionadas aos pedidos de empréstimo do governador Jerônimo Rodrigues (PT) na Assembleia Legislativa da Bahia (AL-BA), Randerson Leal argumentou que o debate a nível estadual é muito mais consolidado. Para ele, é preciso relembrar as diferenças institucionais e de método de trabalho entre as duas esferas de governo.

 

Filho do deputado estadual Roberto Carlos (PV), Randerson destacou sua vivência no parlamento baiano para justificar sua análise: "Tenho respeito por ser quem sou, filho [do deputado Roberto Carlos], acompanhei todos os projetos dele. Convivo lá na Assembleia, vou lá conversar com deputados, prefeitos do interior, coisa que na Câmara tenho dificuldade", compara.

 

O parlamentar concluiu sua linha de raciocínio justificando o voto favorável aos créditos solicitados pelo Executivo estadual. "Os empréstimos do governo do estado são destinados a alguma obra do governo, algo que falta na prefeitura", defende o líder oposicionista.

 

Confira abaixo a resposta:

 

Randerson critica negociação com servidores e diz que Prefeitura "tratorou" debate sobre reajuste
Foto: Eduarda Pinto / Bahia Notícias

O verador Randerson Leal (Podemos) criticou a forma como a Prefeitura conduziu a negociação do reajuste salarial dos servidores municipais, aprovado neste ano. Durante entrevista ao Projeto Prisma, podcast do Bahia Notícias, nesta segunda-feira (13), o vereador afirmou que faltou diálogo entre o Executivo e as categorias.

 

Ao comentar a aprovação do reajuste de 5,4% para os servidores, incluindo os professores da rede municipal, o líder da oposição na Câmara Municipal de Salvador disse que a tramitação do projeto ocorreu de maneira acelerada e sem que os profissionais da educação tivessem tempo para analisar a proposta.

 

"Nós tivemos um debate na Câmara Municipal justamente por essa forma de tratorar. Quando foi enviado o projeto do Executivo para o aumento dos servidores, os professores estavam até de férias [...] e o sindicato pediu para os vereadores não votassem naquele momento para que eles pudessem apreciar o projeto", afirmou.

 

Segundo o parlamentar, a principal reivindicação da categoria era a abertura de um canal permanente de diálogo com a administração municipal para discutir pautas salariais e demais demandas do funcionalismo.

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Vereador Randerson Leal fala sobre autoria do projeto da faixa azul na Bonocô: “Quando o filho é bonito, todo mundo quer ser pai”
Foto: Eduarda Pinto / Bahia Notícias

Em entrevista concedida ao Projeto Prisma do Bahia Notícias nesta segunda-feira (13), o vereador Randerson Leal (Podemos), ao ser questionado sobre as diferentes versões a respeito da autoria da faixa exclusiva para motocicletas na Avenida Bonocô, assegurou ser o autor da lei e mencionou planos futuros.

 

 

O vereador reforçou que é possível verificar seu nome na autoria da lei 9.841 a partir dos Anais da Câmara Municipal, contudo, versões alternativas insistem em aparecer. 

 

"Quando o filho é bonito todo mundo quer ser o pai", declarou Randerson.  

 

Veja no Prisma: 

 

Ele pontuou ainda que no dia da implementação da faixa em março de 2025 não foi notificado e só conseguiu comparecer ao local após a ligação de um repórter. Lá, gravou um vídeo explicando o projeto e reforçando sua autoria: “Não é questão de vaidade, não é questão de ego, é questão de reconhecimento do seu trabalho. Eu sou vereador, eu quero ser reconhecido pelo meu trabalho”, completou. 

 

Segundo ele, existem planos futuros para que a faixa seja implementada em avenidas como a Antônio Carlos Magalhães e a Garibaldi. Em julho do ano passado, esteve com Adrualdo de Lima, Secretário Nacional de Trânsito (Senatran), para o planejamento da expansão. 

 

Os dados necessários já foram coletados e a aprovação já foi realizada. A expansão estava prevista para abril desse ano, mas não aconteceu. Caso o atraso persista, Randerson Leal planeja retornar à Brasília após o recesso da Câmara e reforçar o pedido. 

 

Se não for bem sucedido, Randerson declara que vai entrar com um projeto de lei para retirar o artigo que concede autonomia ao Senatran (Secretaria Nacional de Trânsito) de autorizar a implantação da faixa azul em Salvador.

Randerson Leal diz que PDDU não deve ser votado em 2026 e critica atraso na revisão
Foto: Eduarda Pinto / Bahia Notícias

O líder da oposição na Câmara Municipal de Salvador, Randerson Leal (Podemos), afirmou que não acredita na votação da revisão do Plano Diretor de Desenvolvimento Urbano (PDDU) ainda este ano. Em entrevista ao Projeto Prisma, podcast do Bahia Notícias, nesta segunda-feira (13), o parlamentar atribuiu o cenário ao atraso da Prefeitura no envio da proposta e ao calendário eleitoral.

 

Segundo o vereador, a revisão do plano deveria ter sido encaminhada há dois anos. "Nós temos aí dois anos de atraso que a Prefeitura ainda não enviou para a Câmara Municipal [...] infelizmente não acredito mais que o PDDU vá agora para a Câmara ainda esse ano, por ser um ano eleitoral", declarou.

 

Randerson também questionou a forma como a gestão municipal tem conduzido o processo de escuta da população durante a elaboração do projeto. Para ele, a participação popular não tem ocorrido de forma efetiva. "A Secretaria de Desenvolvimento Urbano tem feito lá uma escuta que a gente não vê a participação da população. Quando a gente vai ver, já passou o dia ou vai só os servidores da Prefeitura, a gente não vê a população de fato", criticou.

 

O pedetista afirmou que a oposição realizou audiências públicas sobre o tema e informou que recebeu do presidente da Câmara, Carlos Muniz (PSDB), a garantia de que pelo menos 20 debates serão promovidos, incluindo encontros nas comunidades.

 

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Diego Castro diz que tem “Zero chance” de palanque com Zema ou Caiado e chama Renan Santos de “plano B do PT”
Foto: Eduarda Pinto / Mauricio Leiro / Bahia Notícias / Agência Brasil

O deputado estadual Diego Castro (PL) declarou que há "zero de chance" de dividir palanque com os ex-governadores Romeu Zema (Minas Gerais) ou Ronaldo Caiado (Goiás) em solo baiano. Em pronunciamento sobre as articulações da oposição (composta por União Brasil, PL e Republicanos), o parlamentar cobrou coerência ideológica e defendeu que as candidaturas presidenciais fora do campo direto de articulação da família Bolsonaro acabam por fragmentar a direita.

 

"Zero de chance de subir no palanque de Romeu Zema ou Ronaldo Caiado. Meu candidato é Flávio Bolsonaro. Na política, você tem que ter coerência no que defende. Não tem possibilidade nenhuma, e eu acho que qualquer candidatura nacionalmente e na Bahia, fora do Neto, está ajudando o PT. Qualquer uma fora de Flávio [Bolsonaro] está ajudando o PT", reafirma o parlamentar.

 

Ao comentar a composição das forças de oposição na Bahia, que une partidos como o PL, o União Brasil e o Republicanos, Diego Castro pontuou que o eleitorado conservador local é guiado por valores e que o grupo busca uma convergência tática para fazer frente ao atual governo estadual.

 

"Nosso público conservador tem princípio. E a gente está aí amadurecendo esses diálogos em um denominador comum para tirar o PT da Bahia", explica, defendendo o alinhamento em torno do nome de ACM Neto (União Brasil) no plano estadual.

 

"PLANO B DO PT"

O deputado também direcionou duras críticas a Renan Santos, liderança do Movimento Brasil Livre (MBL) e integrante do recém-criado partido Missão, legenda de oposição ao PT e associada aos articuladores do impeachment de Dilma Rousseff. Para Diego Castro, as movimentações de Renan Santos têm o objetivo prático de enfraquecer o campo bolsonarista.

 

"Eu vejo esse cara do MBL, o Renan Santos. Ele se preocupa, dizendo que quer tirar o PT, mas tem uma preocupação em desgastar Flávio Bolsonaro porque ele é o plano B do PT. Ele quer minar a direita", dispara o deputado estadual.


Confira o momento abaixo:

“Acontece nas melhores famílias”, diz Diego Castro sobre divergências entre Michelle e Flávio Bolsonaro
Fotos: Eduarda Pinto / Bahia Notícias / Redes Sociais

Em entrevista concedida ao Projeto Prisma do Bahia Notícias nesta segunda-feira (6), o deputado estadual Diego Castro, apontado como um dos principais nomes do Partido Liberal (PL) na Assembleia Legislativa da Bahia (AL-BA), comentou os recentes atritos públicos no cenário político.

 

Entre os temas abordados, o parlamentar avaliou o distanciamento político de Michelle Bolsonaro, que saiu da presidência do PL Mulher, em relação ao seu enteado, o pré-candidato, Flávio Bolsonaro (PL), incluindo a recusa de apoio voltada ao eleitorado feminino da direita, o mesmo eleitorado do qual Flávio faz acenos.

 

"Não tive contato com o Flávio nessa questão. Acontece nas melhores famílias, divergências a gente vai ter sempre. O bom da direita é que tudo é às claras, nada é oculto ou maquiado. Na minha opinião, poderia ter sido resolvido de outra maneira. Não vejo isso como um grande problema, a direita tem autenticidade", pondera.


O deputado adotou uma postura contrária a uma eventual substituição de candidaturas: "Não cabe mais discutir isso". Ao detalhar a relação da direita com o eleitorado feminino, Diego Castro criticou as pautas progressistas e defendeu o modelo de comportamento que considera ideal para as mulheres conservadoras.

 

"A mulher tem liberdade para decidir o que ela bem entende. Ela não deve ser subjugada como ela é, tirar a essência da mulher feminina, como Deus a fez; não a mulher "moderninha" que a esquerda prega. Esse é o sentimento do eleitorado feminino na direita. Nós repudiamos o feminismo por essas questões", reafirma.

 

Foto: Eduarda Pinto / Bahia Notícias

 

O parlamentar também declarou que o movimento feminista busca desconstruir padrões tradicionais e negou que o espectro conservador propague discursos de ódio contra minorias. 

 

"É um movimento que quer criar uma ideia de mulher correta, mas quer combater a heteronormatividade. Não estou fazendo críticas a homossexuais, a gente tem homossexuais no campo da direita. Não odiamos gays, negros ou mulheres; isso sempre foi um a máxima. O fato de a gente combater essa linha de pensamento do adversário é o que reforça uma caminhada".

 

DISCUSSÃO COM DAMARES

Questionado sobre as recentes declarações envolvendo os influenciadores Oswaldo Eustáquio Filho e Paulo Figueiredo, que protagonizaram discussões nas redes sociais com a senadora Damares Alves (PL), direcionando acusações de cunho pessoal à parlamentar, Diego Castro pediu conciliação interna. 

 

"Não parei para ver, não vi essa divergência. Não potencializo isso, não dou ouvidos a essa situação. Se tem um problema entre eles, eles três devem sentar em uma mesa e conversar. Divergências pessoais acontecem, todos são adultos. É sentar ou fazer uma videochamada, já que todos estão marchando para tirar o governo Lula do poder", pede.

 

O caso ganhou repercussão nas redes sociais quando a senadora se defendeu de ataques dos influenciadores sobre sua falta de apoio ao partido em evento. Ela respondeu a Paulo Figueredo, apresentando-se da seguinte forma: "Sou aquela mulher que não fica atrás de um computador, mas encara as lutas e demandas em pé, olhando nos olhos dos adversários".

 

Fotos: YouTube / Valter Campanato / Agência Brasil

 

Em resposta, o blogueiro e foragido da justiça brasileira acusou a senadora da República de ser amante em um comentário: “Damares, isso é mentira. Na verdade, você é a amante de um pastor casado do Recanto das Emas, em Brasília, e uma das maiores feministas do Brasil”, escreveu.

 

Confira postagem:

 

O deputado estadual concluiu rechaçando as acusações de preconceito frequentemente imputadas ao seu grupo político. "A direita não é misógina. A esquerda tenta nos rotular, por mais que cada um tenha as suas opiniões. Outros ali são mais sensíveis, mas o jeito de todos é combater essa linha política que está aí", finaliza.

 

Veja o momento abaixo:

Diego Castro culpa MST e rigidez em acesso a armas pela intensidade dos conflitos no Extremo Sul da Bahia
Fotos: Eduarda Pinto / Bahia Notícias / MST

O deputado estadual e presidente da Comissão de Segurança Pública da Assembleia Legislativa da Bahia, Diego Castro (PL), apontou o crescimento da população rural e as medidas de rigidez no acesso a armas de fogo como dois dos principais agravantes dos conflitos de terra que ocorrem no Extremo Sul baiano. O apontamento foi feito durante entrevista pelo Projeto Prisma, do Bahia Notícias.

 

O deputado do PL afirmou que os membros do Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST) utilizam o terror na população para roubar terras do pequeno agricultor local. "Quando fiz parte da CPI do MST, presenciei um caso em que amarraram uma senhora de idade em um colchão e a coagiram a deixar o terreno sob ameaça de queimar sua casa com ela dentro", relatou Diego. 

 

O presidente da Comissão de Segurança Pública discordou da crença de que o principal interesse desses grupos está associado à reforma agrária. Para o parlamentar, a motivação do movimento é estritamente político-partidária, voltada a sabotar governos de oposição na região. "A cartilha do MST é de esquerda, pregando o terror embasado nas teorias de Lenin", afirmou Diego. O parlamentar ainda mencionou o ensino praticado pela comunidade que, segundo ele, prega a violência desde o ensino básico.

 

O deputado também lamentou a dificuldade na aquisição e no porte de armas na região, ferramentas que o parlamentar acredita que seriam fundamentais para a autonomia dos agricultores da região na defesa de suas terras e família.

 

REFORMA AGRÁRIA

Diego Castro chegou a atribuir a reforma agrária ao Governo Bolsonaro, período em que foram entregues mais de 400 mil títulos de terra para famílias já assentadas em terras desapropriadas. Segundo relatório do Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária, o governo Bolsonaro, vigente entre os anos de 2019 e 2022, manteve uma derrocada na queda de famílias assentadas, iniciada ainda no mandato do ex-presidente Michel Temer, entre 2016 e 2018.

 

Ainda segundo os dados enviados pelo INCRA ao STF, a gestão de Bolsonaro também foi a que menos agregou hectares ao programa nacional de reforma agrária, com cerca de 3 mil hectares contra os 47,6 milhões de hectares inaugurados nos dois primeiros mandatos do petista. 

Diego Castro diz que ação judicial por fiscalizações reforça atuação do mandato: "Serve de motivação maior"
Eduarda Pinto / Bahia Notícias

O deputado estadual Diego Castro (PL) afirmou que a ação judicial que determinou a retirada de vídeos de uma fiscalização realizada em uma escola municipal de Santo Amaro reforçou sua disposição de continuar exercendo o papel fiscalizador do mandato. A declaração foi dada nesta segunda-feira (6), durante entrevista ao Projeto Prisma, do Bahia Notícias.

 

Segundo o parlamentar, a decisão da Justiça vai além de um questionamento à sua atuação e atinge as prerrogativas do Poder Legislativo. "Isso serve de motivação maior. Se está restringindo algo que é constitucional, com certeza tem muitas coisas a esconder", declarou.

 

Diego Castro também afirmou que a fiscalização é uma função típica dos deputados estaduais e argumentou que impedir esse tipo de atuação cria um precedente para todos os parlamentares, independentemente de quem esteja no governo. "Um deputado indo lá fiscalizar é mais nocivo do que a carnificina que eles fazem", criticou.

 

O parlamentar citou ainda a decisão que o impede de gravar em escolas municipais de Santo Amaro sem autorização formal da Assembleia Legislativa e comunicação prévia ao município. Segundo ele, a medida prevê multa de R$ 50 mil por minuto de gravação em caso de descumprimento.

 

Durante a entrevista, o bolsonarista também relembrou fiscalizações realizadas em unidades de saúde, afirmando ter encontrado pacientes em corredores e falta de medicamentos, como trombolíticos utilizados em casos de AVC. Para o deputado, a divulgação dessas situações faz parte da função de fiscalização exercida pelo mandato.

 

A decisão judicial foi proferida no fim de junho, após ação movida pela Prefeitura de Santo Amaro, que alegou exposição indevida de servidores e alunos durante a visita do parlamentar ao Centro Educacional Municipal Governador Luiz Viana Filho. O caso também foi encaminhado ao Ministério Público da Bahia (MP-BA).

 

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Diego Castro diz que Bahia é conservadora e critica "voto do assistencialismo"
Eduarda Pinto / Bahia Notícias

O deputado estadual Diego Castro (PL) afirmou, nesta segunda-feira (6), que a Bahia possui uma população de perfil conservador, apesar de o estado eleger governos de esquerda. A declaração foi feita durante entrevista ao Projeto Prisma, podcast do Bahia Notícias.

 

Segundo o parlamentar, a predominância eleitoral da esquerda estaria ligada ao que classificou como uma política permanente de assistencialismo. Para Diego Castro, programas sociais deixaram de ter caráter temporário e passaram a servir como instrumento de manutenção de um reduto político.

 

"Infelizmente fizeram do assistencialismo uma política pública permanente, e isso virou um grande penduricalho para segurar um reduto eleitoral que se tornou hegemônico da esquerda aqui", afirmou.

 

O deputado também defendeu que a maioria da população baiana compartilha valores conservadores, como a defesa da família, da liberdade econômica, do direito à propriedade e da fé cristã. Ao comentar as religiões de matriz africana, ele afirmou que respeita todas as crenças e disse que a própria Bíblia ensina o respeito ao próximo.

 

Na avaliação do bolsonarista, o fortalecimento do Estado em detrimento da iniciativa individual contribui para problemas sociais e econômicos enfrentados pela Bahia.  "Onde o Estado é mais forte que o cidadão, os resultados a gente vê quais são: fome, é pobreza, é desnutrição, é miséria, é retrocesso, é tudo que a gente está assistindo aqui na Bahia, é insegurança", declarou.

 

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Rosemberg nega acordo para presidência da ALBA, mas defende reeleição de Ivana Bastos
Foto: Fernando Duarte / Bahia Notícias

O deputado estadual Rosemberg Pinto (PT), líder da base governista na Assembleia Legislativa da Bahia (ALBA), negou que exista acordo para a escolha do próximo presidente da Casa, atualmente ocupada por Ivana Bastos (União Brasil).

 

 "Não há um acordo pré-eleitoral. É melhor esperar as urnas fecharem", declarou ao Projeto Prisma, podcast do Bahia Notícias.

 

Rosemberg defendeu a reeleição de Ivana, afirmando que sua permanência no cargo traria "musculatura" junto aos demais deputados. 

 

"A reeleição de Ivana é algo muito forte, porque quem está sentado ali cria uma musculatura junto aos pares da Casa", disse.

 

Em tom de brincadeira, o líder governista contou que, em reunião com outros parlamentares, defendeu indicar logo o nome de Ivana para evitar que surgisse a possibilidade do deputado Adolfo Menezes assumir a cadeira, descrita por ele como "muito doce". 

 

"Falei que, se acontecer alguma coisa adversa com Adolfo, aquela cadeira é muito doce. E Adolfo respondeu: governador, eu já estou diabético", relatou.

Rosemberg projeta votação de pautas prioritárias antes do recesso junino na AL-BA
Fernando Duarte / Bahia Notícias

O líder do governo na Assembleia Legislativa da Bahia (Alba), deputado estadual Rosemberg Pinto, afirmou que a Casa pretende concluir a votação de uma série de projetos considerados prioritários antes do início do recesso junino. Durante entrevista ao Projeto Prisma, do Bahia Notícias, nesta segunda-feira (15), o parlamentar destacou que a pauta inclui a indicação da procuradora Camila Vasquez Negromonte para o Tribunal de Contas dos Municípios (TCM-BA), a recomposição orçamentária do Estado, projetos voltados aos policiais militares e a Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO).

 

Segundo Rosemberg, a expectativa é que a apreciação da indicação de Camila avance nesta terça-feira (16), quando a Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) deve realizar a sabatina da candidata antes da análise em plenário.

 

O deputado também ressaltou que o calendário legislativo é impactado pelas celebrações juninas na Bahia. De acordo com ele, a proximidade dos festejos de Santo Antônio, São João, São Pedro e do 2 de Julho dificulta a permanência dos parlamentares em Salvador, especialmente daqueles que possuem atuação política no interior do estado.

 

Apesar do período festivo, o líder governista afirmou que a intenção é concluir a votação das matérias em tramitação ainda nesta semana, permitindo que a Assembleia encerre o primeiro semestre legislativo com as principais pautas apreciadas.

 

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Alex Santana diz que abriu mão da reeleição por decisão pessoal e cita convite de ACM Neto para assumir secretaria
Paulo Dourado / Bahia Notícias

O secretário de Relações Institucionais de Salvador e deputado federal licenciado, Alex Santana (Republicanos), afirmou que a decisão de não disputar a reeleição em 2026 foi motivada exclusivamente por razões pessoais. A declaração foi dada durante entrevista ao Projeto Prisma, do Bahia Notícias, nesta segunda-feira (8).

 

Segundo o republicano, a escolha foi tomada ainda em maio de 2025, após uma reflexão sobre prioridades fora da vida pública. “Entendi que tem coisas na nossa vida que são muito mais importantes do que a política, que é o cuidado da sua saúde e das suas coisas pessoais”, disse.

 

O secretário destacou que comunicou a decisão aos seus aliados políticos e afirmou ter recebido apoio da base que o elegeu para dois mandatos na Câmara dos Deputados. De acordo com ele, a medida causou surpresa entre lideranças políticas, inclusive do ex-prefeito de Salvador, ACM Neto (União).

 

Alex revelou que Neto entrou em contato após saber da decisão e questionou se a desistência estaria relacionada à perda de apoio político. Segundo o secretário, a resposta foi negativa, já que mantinha presença em diversas regiões da Bahia e estimava alcançar cerca de 120 mil votos em uma eventual candidatura à reeleição

 

“Ser deputado federal não é muito fácil. A gente está falando não só de custo financeiro, mas de dedicação, empenho e construção de anos de trabalho. Fui votado nos 417 municípios da Bahia pela segunda vez, e isso requer uma atenção muito próxima à sua base. Mas entendi que aquele momento era o momento de parar, pelo menos dar um tempo e reformular outras coisas”, declarou.

 

Apesar de estar fora da disputa eleitoral deste ano, Alex Santana afirmou que segue atuando na política e disse estar tranquilo com a decisão de interromper, ao menos temporariamente, a carreira parlamentar.

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VÍDEO: Alex Santana nega ser bolsonarista, mas reafirma alinhamento com pautas da direita
Fotos: Paulo Dourado / Francis Juliano / Bahia Notícias

O deputado federal Alex Santana (Republicanos) afirmou, nesta segunda-feira (8), que não se considera bolsonarista. Em entrevista ao Projeto Prisma, podcast do portal Bahia Notícias, o parlamentar rejeitou o rótulo ideológico pessoal, embora tenha reafirmado seu forte alinhamento com as pautas conservadoras e de valores morais defendidas pela direita brasileira.

 

Veja declaração do político abaixo:

 

Durante a conversa, Santana foi questionado sobre sua identidade política e sobre as semelhanças de seu mandato com as bandeiras da base de apoio do ex-presidente Jair Bolsonaro ainda quando fazia parte do Partido Democrático Trabalhista, especialmente no que tange a pautas de costumes e valores sociais.

 

Ao detalhar sua visão de mundo, o deputado argumentou que o eleitor moderno está mais preocupado com soluções práticas para problemas cotidianos do que com discussões ideológicas de caráter íntimo ou religioso. Para o parlamentar, o papel do legislador não é impor modos de vida por meio do aparato estatal.

 

"Não vai importar para o eleitor se você tem uma posição homossexual ou não, se é ateu ou evangélico. Eu não posso chegar impondo que tenha que ser qualquer coisa, não posso pautar uma lei que imponha algo. Se alguém quer ser homossexual e é maior de idade, ele pode. É um problema dele, ele só não pode impor para a minha filha de 12 anos. Isso era uma pauta lá atrás; hoje, o foco é segurança pública, o que vamos comer, a fila do SUS", argumenta Santana.

 

Apesar de pregar o respeito às escolhas individuais de cidadãos adultos, o deputado reafirmou que a defesa da estrutura familiar tradicional e de princípios religiosos continua sendo um pilar de sua atuação legislativa.

 

O parlamentar também fez uma crítica à repetição de debates ideológicos que se arrastam no país desde as eleições de 2018. Segundo ele, as discussões institucionais repetitivas acabam travando o desenvolvimento nacional.

 

"Se você olhar para 2018, vai entender que até o STF [Supremo Tribunal Federal] tinha pautas que sofreram rejeições na Câmara dos Deputados, uma vez que a Câmara, que é quem faz as leis, já as havia derrubado. Ficamos presos a essas discussões quando, na verdade, o eleitor quer demandas que gerem conforto", relata.

 

CENÁRIO PARA 2026
Questionado pelo jornalista Fernando Duarte sobre a polarização política e as perspectivas para o cenário eleitoral de 2026, Alex Santana fez uma análise sobre o trâmite de pautas de grande apelo moral no Congresso Nacional e no STF.

 

"Aquilo que afetava minha fé, eu era terminantemente contra. Tem eleitores radicais que entram na disputa do viés de esquerda e de direita. Não me considero bolsonarista, acho que é um cara militante, cego, genuíno e aguerrido. Nunca fui", exclama o parlamentar. 

 

Para o deputado, embora esses temas representem bandeiras legítimas que atraem o interesse de sua base conservadora, a polarização muitas vezes funciona como um obstáculo, impedindo o avanço de discussões estruturais que impactam diretamente a vida das famílias brasileiras.

 

Confira a entrevista completa abaixo:

Alex Santana defende emendas impositivas e diz que recursos devem atender situação e oposição
Paulo Dourado / Bahia Notícias

O secretário de Relações Institucionais de Salvador e deputado federal licenciado, Alex Santana (Republicanos), saiu em defesa das emendas parlamentares impositivas e afirmou que os recursos indicados por vereadores devem ser executados independentemente de alinhamento político com a gestão municipal. Durante participação no Projeto Prisma, do Bahia Notícias, nesta segunda-feira (8), o ele rebateu as críticas feitas por edis de oposição sobre a execução das emendas na capital baiana.

 

Segundo Alex Santana, a possibilidade de indicação de emendas foi criada pela própria Prefeitura de Salvador e garante aos parlamentares condições de direcionar investimentos para áreas e comunidades onde atuam politicamente. O secretário lembrou ainda que, no Congresso Nacional, a obrigatoriedade de execução das emendas parlamentares foi consolidada em votação realizada em 2019.

 

De acordo com ele, a medida retirou do Executivo a prerrogativa de decidir se cumpriria ou não as indicações apresentadas pelos parlamentares. “Você tinha o direito da indicação, mas não tinha o dever legal de cumprir aquela indicação. Em 2019, nós votamos essa obrigatoriedade do cumprimento da emenda”, afirmou.

 

Ao comentar o cenário em Salvador, o secretário disse que a orientação do prefeito Bruno Reis (União) é garantir o atendimento das indicações tanto de parlamentares governistas quanto da oposição. “A gente tem a orientação do prefeito com relação a isso, atender o pleito de quem é da situação ou da oposição”, declarou.

 

CONFIRA O PROGRAMA COMPLETO:

Olívia Santana projeta terceira vaga do PCdoB na Câmara Federal e critica atuação do Congresso
Foto: Liz Barreto / Bahia Notícias

A deputada estadual Olívia Santana (PCdoB), pré-candidata à Câmara dos Deputados nas eleições de 2026, afirmou nesta segunda-feira (1) que o Partido Comunista do Brasil trabalha com a expectativa de ampliar sua bancada federal na Bahia e conquistar três cadeiras na próxima legislatura.

 

Durante participação no Projeto Prisma, podcast do Bahia Notícias, a parlamentar relembrou o desempenho histórico da legenda no estado para sustentar a projeção.

 

“Temos uma história que sinaliza que isso é possível”, afirmou Olívia, ao recordar o resultado obtido pelo partido em 2014, quando o então deputado federal Davidson Magalhães tomou posse ao lado dos atuais parlamentares Alice Portugal e Daniel Almeida, garantindo três representantes do partido comunista na Câmara dos Deputados.

 

A deputada também comentou sua relação política com Alice Portugal, a quem declarou apoio em eleições anteriores, mas defendeu a necessidade de ampliar a representação de mulheres negras no Congresso Nacional.

 

“Eu sempre apoiei Alice Portugal, que é uma grande deputada e uma grande mulher. Mas, desta vez, queremos emplacar uma candidatura de mulher negra, com agendas voltadas para as mulheres negras, para contribuir com a Câmara Federal”, declarou.

 

Ao comentar o cenário político nacional, Olívia fez críticas à atuação da Câmara dos Deputados e afirmou que parte da população tem demonstrado insatisfação com decisões recentes do Legislativo federal.

 

“Essa Câmara está terrível. É muito triste ver esse Congresso sendo apelidado de ‘Congresso Inimigo do Povo’, em função de pautas consideradas bombas e da falta de sintonia com as principais necessidades populares”, afirmou.

 

Além de Olívia Santana, o PCdoB deve buscar a reeleição dos deputados federais Alice Portugal e Daniel Almeida nas eleições de 2026.

Deputado Robinson Almeida critica fala de ACM Neto sobre prefeitos "ele deve ter 10% a 15% dos prefeitos da Bahia"
Fotos: Liz Barretto / Bahia Notícias/ Blog do Marcos Frahm

Questionado sobre a recente declaração do ex-prefeito de Salvador e pré-candidato ao Governo da Bahia, ACM Neto, feita durante um evento realizado na última sexta-feira (22), em Vitória da Conquista, o deputado estadual  Robinson Almeida (PT) comentou, nesta segunda-feira (25), durante entrevista ao Projeto Prisma, do Bahia Notícias, sobre a relação entre a disputa pelo Executivo baiano e o apoio dos prefeitos.

 

“Se o ex-prefeito falasse com outros prefeitos, ele já declararia derrota na largada. Ele deve ter 10% a 15% dos prefeitos da Bahia. Eu considero sempre que o eleitor é o senhor da decisão do voto”, cravou o deputado estadual.

 

Sobre o vazamento de mensagens de um grupo institucional da União dos Municípios da Bahia (UPB), que contou com críticas de nomes ligados à federação partidária do parlamentar do PCdoB à postura de ACM Neto, o deputado afirmou que o ex-prefeito precisa melhorar sua capacidade de diálogo com os municípios.

 

“Os municípios têm uma força grande, isso já foi demonstrado e é uma força considerável. Quando os prefeitos estão com laços frágeis, essa força é relativizada. Paulo Souto tinha apoio de 350 prefeitos, mas não era um apoio de vestir a camisa, de sair fazendo campanha. É muito diferente de Jerônimo, eles vestem a camisa. Estão muito empenhados pela campanha de Jerônimo”, completou o deputado estadual.

 

O parlamentar também comentou o cenário eleitoral e relembrou o equilíbrio da disputa nas pesquisas eleitorais, avaliando que o governador Jerônimo Rodrigues (PT) chega mais fortalecido para 2026.

 

“Eu acho essa eleição mais favorável a Jerônimo do que a eleição passada. Jerônimo não tinha dois dígitos e, durante a campanha, reverteu o cenário. Por 50 mil votos, não venceu no primeiro turno. Hoje, ambos estão equilibrados”, concluiu.

 

Confira a entrevista completa:

Deputado Robinson Almeida critica renovação da concessão da Neoenergia Coelba: "A Coelba fracassou”
Foto: Liz Barretto / Bahia Notícias

Em entrevista ao podcast Projeto Prisma do Bahia Notícias, o então deputado estadual Robinson Almeida (PT) criticou a renovação da concessão da Neoenergia Coelba. Mesmo integrando a base do governo, nesta segunda-feira (25), o político fez críticas diretas à atuação da empresa no estado.

 

“São 30 anos de maus serviços prestados à Bahia. Ela é responsável por grandes dificuldades no desenvolvimento econômico para instalação de estrutura energética, agroindústria, comércio e serviços.  A Coelba fracassou na satisfação do consumidor e da opinião pública”, dispara o deputado.

 

O deputado também acrescentou que há diferentes áreas em que a empresa falha: "Em toda essa área litorânea da Bahia, bares, hotéis e restaurantes sofrem muito nas altas estações. O consumidor passa por interrupções e perde equipamentos eletrodomésticos", comenta.

 

Ainda durante a entrevista ao BN, o parlamentar afirmou que a situação da distribuidora na Bahia seria menos grave do que os problemas registrados pela Enel em São Paulo, além de defender avanços na fiscalização da concessionária no estado.

 

“Se comparar com São Paulo, com a Enel, seria um Deus nos acuda. Nós conseguimos mudar muito o contrato e a forma de fiscalização da Coelba. A Assembleia Legislativa da Bahia (AL-BA) mandou um relatório recomendando a não renovação da Coelba. Agora haverá novas metas mais rígidas: pesquisa de opinião sobre satisfação do contribuinte, tempo de religação quando há interrupção e metas de atendimento, principalmente diante da grande carência no oeste da Bahia”, avalia.

 

Confira a entrevista completa abaixo:

Duda Sanches dispara contra serviço do Ferry-Boat e cobra atraso na Ponte Salvador-Itaparica: "um desastre"
Fotos: Liz Baretto / Bahia Notícias / Seinfra

O vereador Duda Sanches (PSDB) não poupou críticas a problemas locais e de infraestrutura para a Região Metropolitana de Salvador. Em entrevista concedida ao Projeto Prisma, podcast do portal Bahia Notícias, nesta segunda-feira (18), o parlamentar fez suas críticas à precariedade dos banheiros do sistema Ferry-Boat e no longo período de espera pela construção da Ponte Salvador-Itaparica.


Como membro de comissão temática na Câmara Municipal de Salvador, Duda Sanches classificou as condições de atendimento e a infraestrutura das travessias marítimas como calamitosas, chamando atenção especial para o estado dos sanitários das embarcações.


"O Ferry-Boat é um desastre inacreditável. Convido as pessoas a irem nos banheiros do Ferry-Boat e terem a pior experiência da sua vida. As mulheres sofrem muito. É impossível alguém abaixar as calças no banheiro do Ferry-Boat. É o pior serviço que tem. O serviço é péssimo, as estações são péssimas, e esse governador, viciado em prometer, garante a situação", disparou o vereador.

 

O parlamentar alertou ainda para as consequências políticas e sociais do sucateamento do transporte público. "Não adianta votar em um governador que leva a Bahia para um buraco cada vez mais fundo", critica.

 

Foto ilustrativa: Reprodução / Concessionária Ponte Salvador-Itaparica

 

A PONTE QUE VOTA?
Sanches também usou ironia e indignação para tratar da Ponte Salvador-Itaparica, projeto anunciado há anos pelas gestões estaduais do Partido dos Trabalhadores (PT), mas que ainda não saiu do papel. Para ilustrar o tempo de atraso da obra, o vereador usou um comparativo geracional.

 

"Quem nasceu no dia em que o PT prometeu a Salvador-Itaparica já pode votar hoje [16 anos]. Vimos Rui [Costa] prometer e brincar sobre o assunto. É inacreditável a capacidade que o PT tem de prometer um assunto. Era melhor dizer: 'eu sou incompetente e não consigo fazer'. Infelizmente, eles continuam a prometer tanto para a capital", conclui o parlamentar.

 

Confira a entrevista completa abaixo:

Duda Sanches critica segurança do estado e dispara sobre violência: "a Bahia já virou o Rio de Janeiro"
Foto: Liz Barretto / Bahia Notícias

O parlamentar Duda Sanches apontou o desgaste decorrente das duas décadas de administração do Partido dos Trabalhadores (PT) no estado e lamentou a queda nos indicadores de qualidade de vida da população. Em entrevista concedida ao Projeto Prisma, podcast do Bahia Notícias, nesta segunda-feira (18), ele direcionou críticas à gestão do governo estadual nas áreas de segurança pública e saúde. 


Ao analisar o cenário da segurança, o parlamentar criticou a longevidade do grupo político no poder e comparou diretamente a situação da Bahia com a do Rio de Janeiro.

 

"A nível de eixo estadual, é fácil elencar grupos que estejam há 20 anos no poder. O PT da Bahia exagera nisso, a qualidade de vida da Bahia tem caído de forma galopante. Hoje somos o estado mais violento e brincam que a Bahia vai virar o Rio de Janeiro. Gente, a Bahia já virou o Rio de Janeiro. O próprio governo federal já mostra esses dados de violência", critica Sanches.


Sanches também fez críticas severas ao sistema de regulação de leitos e procedimentos de saúde do estado, conhecido popularmente como "fila da regulação". Para o vereador, o atual modelo peca pela falta de humanização no atendimento aos pacientes que dependem do sistema público.

 

"É uma lista, uma planilha de Excel que esquece que são pessoas com dores e que estão precisando de qualquer coisa na área da saúde, e a família não se mobiliza", aponta.

 

O parlamentar concluiu alertando para o fato de que a busca por auxílio político para conseguir atendimento médico básico tornou-se uma prática comum, o que, segundo ele, evidencia a falha dos serviços essenciais. "Todo mundo, tenho certeza absoluta, já recebeu um pedido na área da saúde. O que é um absurdo, não deveríamos precisar de um político para dar ajuda a uma população", alerta o vereador.

 

Confira a entrevista:

Duda Sanches projeta chapa federal e defende Aécio Neves como “grande presidente!”
Foto: Liz Barretto / Bahia Notícias

Ainda em entrevista concedida ao Projeto Prisma, do portal Bahia Notícias, conduzido pelo jornalista Fernando Duarte nesta segunda-feira (18), o parlamentar Duda Sanches afirmou que a mudança de legenda do União Brasil para o PSDB passa pelo reconhecimento das chances do partido conseguir três cadeiras na Câmara dos Deputados, liderado nacionalmente por Aécio Neves, a quem o vereador classifica como "grande presidente".

 

Ao analisar o momento atual de sua nova legenda e de outras forças políticas do estado, Sanches apontou que o cenário partidário baiano passou por reorganizações profundas. "O partido passou por uma grande transformação nos últimos dias, não só o PSDB mas em partidos do lado da situação. O PSDB teve muitas mudanças, para melhor", avalia.

 

O vereador, que se posiciona como um dos nomes competitivos para a disputa eleitoral, demonstrou otimismo em relação à montagem da chapa de candidatos à Câmara dos Deputados.

 

"O PSDB me abraçou completamente, mas abraçou muitas pessoas pela Bahia que já foram candidatas e mostraram um potencial. Como falamos na política, mudou a nominata. Tem tudo para eleger quatro deputados federais para voltar ao que já foi no cenário nacional", projetou.

 

No âmbito de comando, o vereador destacou a hierarquia do partido. "Abaixo de Aécio Neves, Adolfo [Viana] é quem lidera o partido", pontua.

 

Lideranças do partido | Fotos: Câmara dos Deputados / Agência Brasil 

 

DEFESA DE AÉCIO
Questionado sobre o recuo do PSDB em termos de representação nacional nos últimos anos, Sanches minimizou o desgaste da sigla por conta de Aécio Neves e atribuiu o fenômeno a fatores externos, defendendo o legado do ex-presidenciável.

 

"O maior responsável foi a conjuntura nacional. O próprio Aécio teve empate técnico [na eleição presidencial]. Se fosse pelas pesquisas, ninguém teria dito quem ganhou. Aécio lidera pesquisas em Minas Gerais e deve voltar ao Senado Federal. Um grande presidente, Aécio, e está liderando essa retomada do PSDB", elogiou o vereador.

 

Ao encerrar a análise sobre sua filiação, Sanches procurou focar na solidez do projeto coletivo tucano em detrimento de interesses individuais. "Não é que o Duda tenha uma relação pessoal com o partido, é que acreditam no projeto do partido", conclui.

 

Confira:

Duda Sanches classifica transição para o PSDB como "natural" e garante alinhamento com ACM Neto
Foto: Liz Barretto / Bahia Notícias

O vereador Duda Sanches comentou nesta segunda-feira (18) sobre sua recente transição partidária para o PSDB (Partido da Social Democracia Brasileira). Em entrevista concedida ao Projeto Prisma, podcast do portal Bahia Notícias, o parlamentar detalhou os bastidores de sua mudança de legenda e associou o movimento a uma "evolução natural" de seu posicionamento político.

 

Durante a entrevista, Sanches minimizou o impacto de trocar de partido, relembrando que sua trajetória familiar sempre foi marcada por dinamismo político. "Eu vivi minha vida como um vereador que passou por muita mudança. Meu pai, inclusive, fez parte dos quadros do PSB, foi candidato estadual pelo PSDB [mas não venceu] e, logo em seguida, foi o vereador mais votado da capital pelo MDB", contextualiza.

 

O vereador explicou que a migração para o novo partido ocorreu sem ruídos institucionais, devido à proximidade ideológica e programática entre sua antiga e sua atual legenda. "A ida para o PSDB veio de forma muito natural. O União Brasil e o PSDB construíram um caminho de pensar da mesma forma. O PSDB passou por uma mudança, assim como eu; muda para construir uma nova mudança", declara.

 

Sanches também aproveitou o espaço para falar da relação com o seu antigo partido e com a principal liderança do grupo político, assegurando que o diálogo permanece inalterado. "Minha saída do União Brasil foi harmônica. Continuamos 100% alinhados com ACM Neto", garante o membro do legislativo soteropolitano.

 

Confira ao vivo: 

“Mantenho minha amizade, mesmo com divergências”, diz Adolfo Menezes sobre Marcelo Nilo
Foto: Mauricio Leiro / Bahia Notícias

O deputado estadual Adolfo Menezes (PSD), ex-presidente da Assembleia Legislativa da Bahia (AL-BA), comentou nesta segunda-feira (4) sua relação com o deputado federal Marcelo Nilo (Republicanos), também ex-presidente da Casa. Segundo ele, os dois mantêm amizade apesar das diferenças políticas.

 

“Eu mantenho minhas amizades, mesmo discordando das coisas que ele faz”, afirmou ao Projeto Prisma, podcast do Bahia Notícias.

 

Menezes também relembrou o período em que optou por não disputar a presidência da AL-BA contra Nilo, a quem classificou como amigo à epoca.

 

“Naquele momento, eu era mais ligado a ele. Havia um movimento para que eu fosse candidato pelo PSD, mas eu disse ao governador que não iria bater de frente com Marcelo Nilo, que é meu amigo”, declarou.

Adolfo Menezes critica uso de verbas públicas para festas de alto custo em municípios baianos
Foto: Mauricio Leiro / Bahia Notícias

O deputado estadual Adolfo Menezes (PSD) manifestou, nesta segunda-feira (4), críticas à gestão de recursos públicos em municípios da Bahia. Durante entrevista ao Projeto Prisma, do portal Bahia Notícias, o parlamentar questionou a prioridade de investimentos das gestões municipais, citando o uso de emendas para o financiamento de eventos festivos em detrimento de serviços essenciais, como a saúde.

 

Menezes classificou a situação como uma política de "pão e circo" durante fala. Sem citar nenhum gestor, o deputado menciona um caso em uma cidade em que a população não teria atendimento de saúde e a cidade contratou artistas milionários. 

 

  "Eu sempre fui um crítico dessa parte política. Já visitei cidades onde as pessoas tinham que atravessar a divisa para serem atendidas em outros municípios por falta de obstetras na rede local, enquanto tudo era gasto com grandes festas", alerta o deputado.

 

As críticas do parlamentar ecoam casos recentes no estado, como o da prefeitura de Campo Alegre de Lourdes, na divisa da região norte da Bahia. O município liderado pelo prefeito Enilson Marcelo Rodrigues da Silva (PCdoB) contratou o cantor Gusttavo Lima por um cachê de R$ 1,3 milhão para os festejos de Nossa Senhora de Lourdes.

 

CACHÊS MILIONÁRIOS
O parlamentar foi enfático ao citar valores de cachês pagos a artistas nacionais por prefeituras de pequeno e médio porte. "Não é necessário pagar R$ 1,5 milhão a um Gusttavo Lima ou a um Wesley Safadão para ficar meia hora em uma cidade", afirmou.

 

Para o deputado, embora grandes cidades possam contar com patrocínios de empresas privadas para realizar tais eventos, o uso direto de recursos públicos em localidades com carências básicas é inaceitável. "Sou evidentemente contra", reforçou.

 

Questionado sobre a atuação dos órgãos de controle, Adolfo Menezes avaliou que o Tribunal de Contas tem tomado providências, mas que as medidas ainda não são suficientes para frear o desperdício de verbas.

 

Na visão do parlamentar, o rigor na fiscalização das emendas destinadas aos municípios precisa ser ampliado para garantir que o cidadão não seja penalizado pela ausência de serviços básicos enquanto recursos são drenados para entretenimento de alto custo.

 

Confira o trecho abaixo:

Adolfo Menezes relembra rompimento da família Coronel no PSD e afirma: “Otto ficou muito mal”
Foto: Mauricio Leiro / Bahia Notícias

O deputado estadual Adolfo Menezes (PSD) relembrou o imbróglio envolvendo o rompimento entre os senadores Angelo Coronel e Otto Alencar no PSD e a posterior saída da família Coronel do grupo governista. Em entrevista ao Projeto Prisma, nesta segunda-feira (4), o parlamentar destacou que o imbróglio interno gerou repercussões pessoais entre os envolvidos.

 

"Infelizmente não era para acontecer. O senador Otto Alencar, que é amigo e irmão dele, ficou muito mal. Ninguém queria esse desfecho; o próprio governador Jerônimo, o próprio Wagner dizia: 'Adolfo, eu vou resolver essa situação'", relata. Atualmente, o senador Coronel midrou para o grupo de oposição e se filiou ao Republicanos.

 

O deputado ressalta ainda que possui uma amizade pessoal com a família Coronel e garante que, "à sua forma, tentou influenciar" o senador Angelo a não continuar inflamando o tema nas redes sociais e na imprensa.

 

Para Adolfo, no entanto, apesar dos esforços, o cenário era difícil nos bastidores: "É uma situação complexa porque são duas vagas para três pretendentes". Em seguida, Adolfo relembra que esse tipo de decisão é parte de todo processo eleitoral:

 

"Se você olhar o outro lado também, o então governador Rui Costa abriu mão. Se ele pensasse só nele, poderia dizer: 'não, vou garantir meus oito anos e deixar o grupo', mas ele ficou até o final e ninguém sabia que Lula ia ser presidente", comentou. Na ocasião, a vaga governista para o pleito ao Senado foi preenchida por Otto Alencar, atual senador pelo PSD.

 

BOLSONARISTA?
Ainda com relação ao posicionamento do senador Angelo Coronel, Adolfo Menezes retoma seu posicionamento de que a exposição do rompimento político foi muito influenciada pelo senador.

 

Sobre os rumores de que Coronel seria apoiador de Jair Bolsonaro, mesmo estando vinculado à base governista, Menezes suscita: "Muitos tinham dúvida, agora ele confessou. Eu não posso debater com a palavra dele", diz.

 

Confira o trecho da entrevista: 

 

Adolfo Menezes destaca apoio para vaga no TCM e reforça: "Essa vaga é da Assembleia"
Foto: Mauricio Leiro / Bahia Notícias

Em entrevista ao portal Bahia Notícias, o deputado estadual Adolfo Menezes (PSD), ex-presidente da Assembleia Legislativa da Bahia (AL-BA), comentou sua movimentação em relação à vaga aberta no Tribunal de Contas dos Municípios (TCM) nesta segunda-feira (04). O parlamentar, que conta com o apoio de 60 dos 63 deputados da Casa, classificou a indicação como uma "honra muito grande".

 

Segundo o deputado Menezes, o processo de escolha, que ocorre por meio do voto dos próprios colegas de Parlamento, é fundamentado no diálogo com as principais lideranças políticas do estado. "Há dois anos sabemos que os eleitores escolherão [por meio] dos próprios deputados. Ter o apoio das maiores lideranças é muito importante", pontua o deputado.

 

O parlamentar fez questão de ressaltar que sua candidatura não deve ser vista como uma moeda de troca partidária. Ele revelou ter mantido conversas diretas com nomes centrais do cenário político, como o ministro Rui Costa e o presidente do PSD, senador Otto Alencar.

 

"Essa vaga não se trata de uma negociação com o PSD. Trata-se de uma relação pessoal que construí com lideranças maiores, com a própria Ivana Bastos e nossos colegas", explicou Menezes.

 

Adolfo Menezes reafirmou a tese de que o preenchimento da cadeira no TCM deve respeitar a autonomia do Poder Legislativo baiano. "Essa vaga é da Assembleia, e ela tem esse direito. Todos nós sabemos que a vaga pertence à Casa", enfatizou.

 

O favoritismo do deputado é consolidado pela expressiva adesão dos parlamentares, somando o respaldo de quase a totalidade dos membros da AL-BA para a sua indicação ao tribunal.

 

Relembre quem assinou o requerimento com a candidatura de Adolfo Menezes ao TCM-BA:

  1. Deputada Cláudia Oliveira - PSD, 
  2. Deputada Fabíola Mansur - PV*
  3. Deputada Fátima Nunes - PT,
  4. Deputada Ivana Bastos - PSD, 
  5. Deputada Kátia Oliveira - UNIÃO, 
  6. Deputada Ludmilla Fiscina - PSD,
  7. Deputada Maria Del Carmen - PT, 
  8. Deputada Olívia Santana - PCDOB, 
  9. Deputada Soane Galvão - AVANTE, 
  10. Deputado Alex da Piatã - PSD, 
  11. Deputado Angelo Almeida - PT, 
  12. Deputado Angelo Coronel Filho - REPUBLICANOS, 
  13. Deputado Antônio Henrique Júnior - PV, 
  14. Deputado Bobô - PCDOB,
  15. Deputado Cafu Barreto - UNIÃO, 
  16. Deputado Dr. Diego Castro - PL, 
  17. Deputado Eduardo Alencar - PSD,
  18. Deputado Eduardo Salles - PV, 
  19. Deputado Euclides Fernandes - PT, 
  20. Deputado Fabrício Falcão - PCDOB, 
  21. Deputado Felipe Duarte - AVANTE, 
  22. Deputado Hassan - PP, 
  23. Deputado Jordávio Ramos -PSDB,
  24. Deputado José de Arimateia - REPUBLICANOS, 
  25. Deputado Júnior Muniz - PT, 
  26. Deputado Júnior Nascimento - UNIÃO, 
  27. Deputado Jurailton Santos - REPUBLICANOS, 
  28. Deputado Laerte do Vando - AVANTE, 
  29. Deputado Leandro de Jesus - PL, 
  30. Deputado Luciano Araújo - AVANTE, 
  31. Deputado Luciano Simões Filho - UNIÃO, 
  32. Deputado Manuel Rocha - UNIÃO, 
  33. Deputado Marcelinho Veiga - PP,
  34. Deputado Marcinho Oliveira - PDT, 
  35. Deputado Marcone Amaral - PSD,*
  36. Deputado Marquinho Viana - PV,
  37. Deputado Matheus Ferreira - MDB, 
  38. Deputado Nelson Leal - PP, 
  39. Deputado Niltinho - PSD, 
  40. Deputado Pancadinha - PDT, 
  41. Deputado Patrick Lopes - AVANTE, 
  42. Deputado Paulo Câmara - PL, 
  43. Deputado Pedro Tavares - UNIÃO, 
  44. Deputado Penalva - PP, 
  45. Deputado Radiovaldo Costa - PT,* 
  46. Deputado Raimundinho da JR - PL,
  47. Deputado Ricardo Rodrigues - PSD,
  48. Deputado Roberto Carlos - PV,
  49. Deputado Robinho - UNIÃO,
  50. Deputado Robinson Almeida - PT, 
  51. Deputado Rogério Andrade - MDB,
  52. Deputado Rosemberg Pinto - PT, 
  53. Deputado Samuel Júnior - PL, 
  54. Deputado Sandro Régis - UNIÃO,
  55. Deputado Tiago Correia - PSDB, 
  56. Deputado Vitor Azevedo - AVANTE, 
  57. Deputado Vitor Bonfim - PSB,
  58. Deputado Zé Raimundo Fontes - PT, 
  59. Deputado Luciano Ribeiro - UNIÃO, 
  60. Deputado Zó - PCDOB
  61. Jusmari Oliveira - PSD

*DEPUTADOS SUPLENTES QUE DEIXARAM O CARGO

 

Quem não assinou:

  1. Hilton Coelho - PSOL,
  2. Marcinho Oliveira - PDT
  3. Osni Carfoso - PT*

 

Confira ao vivo:

Antonio Henrique Jr aponta gargalos logísticos e energéticos no Oeste e cobra avanços em investimentos
Foto: Gabriel Lopes / Bahia Notícias

O deputado estadual Antonio Henrique Jr (PV) comentou, em entrevista ao Projeto Prisma, Podcast do Bahia Notícias, sobre os desafios enfrentados na logística e no setor energético no Oeste da Bahia, destacando entraves que impactam diretamente o desenvolvimento da região.

 

“Isso é um gargalo que nós sabemos, não só do Oeste, da Bahia, do Brasil. Nós sabemos que precisamos para o desenvolvimento na região, principalmente em relação à energia. A Coelba tem feito seus investimentos, o governo do Estado vem cobrando e logo logo os investimentos terão resultados”, afirmou o parlamentar nesta segunda-feira (27). 

 

O deputado também mencionou a importância de obras estruturantes para a região, como a Ferrovia de Integração Oeste-Leste (FIOL), destacando a expectativa de que os investimentos avancem e contribuam para o escoamento da produção agrícola.

 

“O governo tem boa vontade desses investimentos começarem a desenvolver a ferrovia para levar esses grãos do Oeste. Sabemos que vai dar certo”, completou.

Deputado Leur Lomanto Jr. defende reformulação do processo eleitoral e critica “fragilidade” no vínculo partidário
Foto: Gabriel Lopes / Bahia Notícias

Com o fechamento da janela partidária no início de abril, o deputado federal Leur Lomanto Júnior (União) defendeu uma reformulação no processo eleitoral brasileiro, na tentativa de reforçar os vínculos partidários. Em entrevista ao Projeto Prisma, nesta segunda (13), o parlamentar destaca que o modelo atual de legislação eleitoral permite mudanças “radicais” nas filiações e fragiliza o vínculo entre os candidatos e partidos. 

 

“Olha, eu acho que tem que ser feita uma nova avaliação, uma reformulação em todo esse processo eleitoral de fidelidade partidária, de mudança de partido. Hoje você, por exemplo, tem cerca de 30% ou mais, o percentual de parlamentares no Congresso Nacional que mudaram de partido, mudando completamente a configuração partidária dentro do parlamento”, contextualiza. 

 

O representante do União Brasil na bancada baiana na Câmara exemplifica que “parlamentares que usaram fundo partidário de um partido, defenderam as causas de um partido A e agora mudam para um partido completamente diferente, com uma ideologia completamente diferente”.

 

Segundo ele, estes e outros temas relativos às eleições devem ser prioridade na próxima legislatura. Entre estes debates está a ‘coincidência’ das eleições municipais e estaduais/nacionais. “A unificação das eleições, tanto as eleições municipais quanto as eleições estaduais. É outro tema que a gente precisa enfrentar também. Eu, particularmente, sou a favor, acho que é importante, reduziria muito o custo para a população brasileira tendo uma eleição só para todos os cargos”, aponta Leur. 

 

Ele completa dizendo que é necessário ampliar o diálogo sobre esta e outras discussões que possam beneficiar e fortalecer os partidos políticos, fortalecer o vínculo partidário que a gente sente ser cada vez mais frágil aqui no Brasil”, finaliza.

“Existe satisfação e insatisfação”, diz Ricardo Maia ao comentar relação com Jerônimo Rodrigues
Foto: Gabriel Lopes / Bahia Notícias

O deputado federal Ricardo Maia (MDB) comentou sobre sua relação governador Jerônimo Rodrigues (PT) e admitiu que “há insatisfações” com o petista. Em entrevista ao podcast do Bahia Notícias, Projeto Prisma, nesta segunda-feira (6), o parlamentar fez um balanço sobre os diálogos com o governador, citando o cumprimento de promessas, e relembrou quando fez cobranças a Jerônimo na tribuna da Câmara dos Deputados.

 

“A relação com Jerônimo existe satisfação e insatisfação. Me recordo que fui à tribuna e cobrei do governador compromisso para fazer as BAs em Tucano e Ribeira do Pombal, mas ele cumpriu. Esse ano Jerônimo esteve nos municípios dando início de obras. Minha insatisfação com o governo era não ter levado a expectativa de que o povo quer. Mas temos ainda bandeiras para resolver”, disse o deputado.

 

Durante a entrevista, Maia foi relembrado de quando declarou que ainda não tinha dialogado com o governador até os 100 dias de governo. Questionado se as conversas foram abertas, o emedebista afirmou que “não negocia cargos” com o governo, focando na disponibilização de serviços na região do Sisal.

 

"Não tenho ninguém nomeado, se eu rompesse com Jerônimo hoje não saía ninguém. Eu trabalho com serviços públicos para uma região.[...] Nos 100 dias não conseguimos sentar com o governador para dialogar porque o MDB estadual que tem os cargos. Sabemos que o MDB ocupa esses espaços, mas não colocamos isso como moeda de apoio ao governador Jerônimo”, comentou.
 

Confira:

”Não temos valorizado o candidato mais orgânico”, avalia Bacelar sobre articulações em Salvador
Foto: Gabriel Lopes / Bahia Notícias

O deputado federal Bacelar (PV) realizou um balanço sobre as articulações do grupo político do governo do estado para, enfim, lograr êxito na disputa pela prefeitura de Salvador. Em entrevista ao Projeto Prisma, podcast do Bahia Notícias, nesta segunda-feira (23), o parlamentar criticou as estratégias adotadas até o momento e pregou pelo “investimento” em candidatos fixos. 

 

Ao Prisma, Bacelar citou o caso da ex-candidata à prefeitura de Salvador, Major Denice (PT), que disputou o pleito em 2020. Segundo o deputado, o grupo político realizou a aposta há quatro anos, mas “abandonou” o nome ao optar por não dar continuidade.

 

“Nós temos falhado muito nessa questão de candidatos, na escolha de nossos candidatos. A gente não investe no mesmo candidato. A gente não tem valorizado um candidato mais orgânico, mas eu acho que o sinal acendeu e vamos tratar disso. [...] A candidata naquela eleição [2020] foi Major Denice e quatro anos depois a gente abandona, não tem uma continuidade. Precisamos investir muito na renovação de nossos quadros”, avaliou Bacelar.

 

O deputado também relembrou que o grupo político aliado de Jerônimo Rodrigues (PT) não atua diretamente na prefeitura de Salvador há 14 anos. Todavia, o parlamentar exaltou as obras do governo na capital baiana.

 

“O nosso grupo político tem 14 anos  que não faz política em Salvador. A vantagem do grupo adversário para a gente vem aumentando de dois em dois anos. [...] A presença do governo em Salvador é impressionante. As escolas de tempo integral, o VLT é uma revolução no subúrbio, a duplicação da Estrada do Derba, a nova Rodoviária, Metrô, TCA. É um volume de obras muito grande”, discorreu.

 

Confira a entrevista:

Bacelar exalta alianças de Jerônimo e diz que embate com ACM Neto ocorre “só se quiser apelar para o sobrenatural”
Foto: Gabriel Lopes / Bahia Notícias

O deputado federal Bacelar (PV) realizou uma avaliação sobre o impacto do cenário federal nas eleições deste ano e afirmou que uma possível influência negativa sobre a reeleição de Jerônimo Rodrigues (PT) deve ser minimizada pelo arco de alianças do governador. Em entrevista ao Projeto Prisma, podcast do Bahia Notícias, nesta segunda-feira (23), o parlamentar exaltou a base do gestor petista e disse que comparações com a situação do pré-candidato ao governo do estado, ACM Neto (União), ocorrem “só se apelar para o sobrenatural”.

 

“Temos regiões da Bahia que Jerônimo é mais forte do que Lula. Nós não estamos em campanha, nós estamos governando. Nosso adversário tem um recall maior da população, ele foi protagonista em quatro eleições majoritárias, além do nome que herdou do avô, isso influi muito na Bahia. Mas quando entra a estrutura política…É só se a gente quiser apelar para o sobrenatural. Nós temos dois senadores, temos ampla maioria na bancada federal, ampla maioria na bancada estadual, temos a maioria dos partidos ao nosso lado, temos a esmagadora maioria dos prefeitos e temos ainda o governo federal”, afirmou Bacelar.

 

Apesar de aparecer atrás na maioria das pesquisas, o deputado avaliou que, quando se entrar no período de campanha, a tendência é que haja um crescimento nas intenções de voto para Jerônimo Rodrigues. O parlamentar do PV também contou que os prefeitos ainda estão focando na gestão de suas respectivas cidades e, até o momento, ainda não se mobilizaram para a reeleição do governador.

 

“Nenhum prefeito está fazendo campanha nesse momento. Eu estive domingo em São José da Vitória, o prefeito de lá estava preocupado em dar continuidade ao segundo ano de seu mandato, não quer nem saber ainda de falar em eleição. Em agosto, quando essa turma entrar em campo, que levar a nossa proposta. Vamos para o litoral norte, não conheço um que apoie nosso adversário. Vamos para o extremo norte, é todo mundo Jerônimo. Quando começa a campanha, é outra história”, discorreu Bacelar.

 

Confira a entrevista:
 

“Pode responder pela pauta das mulheres”, diz Lídice da Mata em defesa a Erika Hilton na Comissão da Mulher
Foto: Gabriel Lopes / Bahia Notícias

A deputada federal Lídice da Mata (PSB) defendeu a permanência de sua colega de parlamento, Erika Hilton (PSOL-SP), na presidência da Comissão de Defesa dos Direitos da Mulher da Câmara dos Deputados. Ao Projeto Prisma, podcast do Bahia Notícias, em entrevista nesta segunda-feira (16), a parlamentar destacou que “há um preconceito” sobre a liderança de uma mulher trans no colegiado e questionou os parâmetros utilizados para categorizar uma pessoa do gênero feminino.

 

“Eu sou favorável que ela assuma essa posição. Eu fui solidarária e continuo sendo, prestando minha solidariedade à presença dela naquela comissão. Ela é uma mulher, aí dizem, mas ela não tem útero? Quantas mulheres tiraram útero, ou doença, ou coisa e tal, e elas deixam de ser mulher? Quantas mulheres não podem ter filhos e elas deixam de ser mulher por essa circunstância? Ela é uma mulher, socialmente mulher, emocionalmente mulher, e pode, portanto, responder pela pauta das mulheres”, defendeu Lídice.

 

A deputada baiana também ressaltou que Erika Hilton tem atuada em defesa dos direitos das trabalhadoras na Câmara dos Deputados, lhe credenciando a dirigir a Comissão das Mulheres na Casa. Lídice também avaliou que há segmentos que tratam do tema “com ódio”, mas reforçou que eles não podem ser destacados.

 

“Ela é uma mulher vinculada aos direitos dos trabalhadores, das mulheres, de todos aqueles que são mais vulneráveis na sociedade. Tem toda a possibilidade de assumir aquela comissão, há um preconceito enorme no tratar disso. Religiosos reconhecem a possibilidade de ela estar naquela comissão. Mas há, no entanto, segmentos que insistem em ter um tratamento que passa do preconceito para o ódio e isso nós não podemos acentuar”, disse a deputada.

 

Confira a entrevista:

 

Leo Prates detalha tramitação de leis pelo fim da escala 6x1 e de regulamentação de motoristas por aplicativo
Foto: Gabriel Lopes / Bahia Notícias

O deputado federal pela Bahia, Leo Prates, afirma que seu trabalho no Partido Democrático Trabalhista (PDT) permitiu uma maior aproximação com os movimentos sociais, especialmente trabalhistas. Em entrevista ao Projeto Prisma, nesta segunda-feira (2), o parlamentar, que liderou a Comissão de Trabalho na Câmara dos Deputados no último ano, avaliou o andamento de duas das principais pautas temáticas do Congresso este ano: a regulamentação dos motoristas por aplicativos e o fim da escala de trabalho 6x1. 

 

Questionado sobre a relação do seu partido com as pautas, por meio do legado com Leonel Brizola, fundador da agremiação que formou o partido, Leo Prates destacou que "eu não me apropriei [dos temas], acontece que no PDT eu pude mostrar toda a minha essência porque é um partido com movimentos muito embilicados e que facilitou muito esse trabalho", afirmou. 

 

"Então, eu pude realmente reforçar a minha relação com os movimentos sociais”, destacou. Como ex-líder da comissão temática na Câmara, o pedetista ajudou na avaliação dos projetos relacionados às pautas trabalhistas. 

 

Sobre a relação com os motoristas de aplicativo, ele cita que possui uma forte relação com representantes da categoria e hoje compõe a liderança da Comissão Especial sobre Regulamentação dos Trabalhadores por App (PLP 152/25). 

 

“Nós criamos um movimento muito forte com relação aos motoristas de aplicativo e não é por tanto que, sem eu pedir, eu fui aclamado por tantos companheiros e companheiras, destaco o colega Daniel Agrobom, do PL de Goiás, que me convidou para ser o primeiro vice-presidente da comissão dos aplicativos, por essa ligação, por entender bem como funciona o sistema, e com esses debates a gente pode crescer", contextualiza. Ao BN, Prates cita que um projeto de lei, decorrente dos debates da comissão, deve ser apresentado até o final de abril. 

 

Ele ressalta, no entanto, que apesar de luta pela regulamentação, o projeto deve respeitar o desejo dos trabalhadores da categoria. "Lembrando que, apesar de ser uma pessoa que defende uma carteira de trabalho, defende a CLT, no caso dos motoristas por aplicativo. eles desejam ser autônomos. E a gente, que tem uma formação de defesa do trabalhismo, precisamos entender que o trabalhismo tem se modificado ao longo do tempo e eu acho que a legislação vai agradar muito", compreende. 

 

No que tange a escala 6x1, o deputado explica que o “leque enorme de projetos”, promove um debate complexo sobre o tema, que deve ser ainda mais aprofundado com a criação de uma comissão especial.   

"O presidente Hugo Motta ficou de estabelecer a comissão especial, a comissão é um instrumento importante de debates”, afirma. “Um desses PLs, eu sou o redator, da deputada Daiana Santos, do PCdoB do Rio Grande do Sul", completa. 

 

Ele, que acompanhou o debate de perto no último ano, destaca que, na Comissão do Trabalho, a busca foi pelo equilíbrio, com a participação da deputada Erika Hilton e o deputado Luís Gastão - um dando a visão trabalhista, que é a deputada Erika, e outro dando a visão de representação empresarial.

 

No entanto, Leo Prates revela que, pessoalmente, não acredita que a escala 4x3, sugerida em parte dos projetos, seja possível. "Eu acho que a escala 4x3 é a escala sonhada mas não é a escala possível agora, dizendo com muita clareza. A escala possível, na minha visão, é a 5X2, nós estamos estabelecendo como teto 40 horas semanais, a média do brasil é 39 horas, nós também possibilitamos uma transição para a escala, que no meu entendimento é bom para o empresariado e bom para o trabalhador", aponta.  

 

Ele cita a possibilidade de garantir uma transição acordada entre trabalhadores e empresários: "A possibilidade de, por convenção coletiva, você estabelecer na CLT um máximo de 10 horas de trabalho diário, podendo limitar a quatro dias de trabalho."

 

Leo Prates diz ainda que "é uma escolha, que cada um faz, mas colocamos que isso tem que ser negociado com sindicatos, em convenção coletiva". "Então, no nosso relatório, a gente abriu essa possibilidade, que eu acho que é uma transição consensuada e boa para todas", finaliza. 

 

Confira o trecho: 

 

“Até 20 de março tomo uma decisão definitiva”, diz Leo Prates sobre saída do PDT
Foto: Gabriel Lopes / Bahia Notícias

O deputado federal Leo Prates afirmou, nesta segunda-feira (2), que pretende tomar até o dia 20 de março uma decisão definitiva sobre sua permanência no Partido Democrático Trabalhista (PDT).

 

Em entrevista ao Bahia Notícias, durante o Projeto Prisma, ele disse que ainda precisa se reunir com o presidente nacional da legenda, Carlos Lupi, antes de bater o martelo.

 

“Eu tenho meu cronograma de até 20 de março tomar uma decisão definitiva se eu fico ou não fico no PDT. Ainda falta fazer uma reunião com meu presidente amado Carlos Lupi. Até 20 de março eu tomo essa decisão definitivamente”, declarou.

 

Segundo o parlamentar, é improvável que consiga permanecer no partido diante das atuais condições da sigla na Bahia, que integra a base do governador Jerônimo Rodrigues (PT).

 

“É improvável que eu consiga ficar no PDT, como diz na química, dadas as condições normais de temperatura e pressão”, afirmou.

 

Leo Prates também indicou que, caso confirme a saída, deve anunciar a nova filiação entre os dias 20 e 27 de março, semana que antecede o aniversário de Salvador, que completa 477 anos em 29 de março. 

 

Confira episódio completo:

 

Vale lembrar que a janela partidária ocorre entre essa sexta-feira (6)  e o dia 5 de abril. 

 

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Em outro momento, ele reafirmou que deve tomar até o dia 20 de março uma decisão definitiva sobre sua permanência, que se mostra "cada vez mais dificil". 

 

“Conversei com meu presidente Carlos Lupi. Meu desejo era permanecer no PDT, mas está ficando cada vez mais difícil minha permanência”, declarou.

 

Segundo ele, o alinhamento do partido com o governo do estado da Bahia tem pesado na avaliação. 

 

“Hoje está cada vez mais difícil um afastamento do partido com o governo do estado. Houve, em determinado momento, uma liberação para eu apoiar ACM Neto, mas não ficaria legal para minha imagem manter as duas situações. Essa circunstância me coloca para fora do PDT”, afirmou.

 

Léo Prates revelou ainda que já conversou com outras legendas. Ele citou abertura para filiação ao União Brasil, em diálogo com Antonio Rueda, ACM Neto e o prefeito de Salvador, Bruno Reis.

 

Também houve conversas com o Progressistas (PP), por meio do secretário de Governo da Prefeitura de Salvador, Cacá Leão. 


O parlamentar mencionou ainda diálogo com o Republicanos, por meio do presidente nacional Marcos Pereira, do presidente da Câmara Hugo Motta e do presidente estadual da sigla, Márcio Marinho.

 

Sobre o Partido Socialista Brasileiro (PSB), ele afirmou ter recebido convite do deputado João Campos, a quem chamou de “irmão de vida”.

 

Ao final, Léo Prates declarou que há “uma larga vantagem” para o que classificou como caminho natural: a filiação ao Republicanos. (Atualizado às 16h52 com os detalhamentos dos convites de outros partidos)

“Espero que não tenha conotação política”, diz governador sobre conflito no Extremo Sul baiano
Foto: Bahia Notícias

O governador Jerônimo Rodrigues (PT) declarou que uma reunião na tarde desta quinta-feira (26) vai tentar minimizar os efeitos da crise por conflito de terra no Extremo Sul do estado.

 

Segundo o gestor, devem estar presentes representantes dos ministérios da Justiça e dos Povos Indígenas, além dos setores envolvidos, diga-se indígenas e empresários rurais. A intenção é mediar o conflito, que para ele, não deve ter conotação partidária.

 

“Espero que não tenha conotação política porque estão chegando as eleições. A intenção é que hoje à tarde a gente faça a reunião. Essa questão no Extremo Sul não é de partido, não é de esquerda nem de direita. Se o empresário quer investir, nós vamos ter que dar apoio a ele. Se os indígenas têm direito à terra, vamos sentar e mediar isso. Meu papel é de mediador”, disse nesta quinta-feira (26) durante em entrevista ao Projeto Prisma, podcast do Bahia Notícias.

 

Um representante do governo estadual já se deslocou para a região, o secretário de relações institucionais, Adolfo Loyola. Jerônimo falou também sobre a preocupação com a possibilidade de o crime organizado estar envolvido no conflito. “Se tiver crime organizado haverá de ter resposta", afirmou.

Jerônimo critica serviço da Neoenergia e diz que empresa precisa se enquadrar
Foto: Bahia Notícias

O governador Jerônimo Rodrigues (PT) demonstrou insatisfação com o serviço da Neoenergia. Em entrevista nesta quinta-feira (26) ao Projeto Prisma, do Bahia Notícias, Jerônimo declarou que já manifestou críticas ao governo federal, que fiscaliza e tem poder de rescisão sobre o caso.

 

“Já falei ao presidente Lula, tenho conversado com o ministro das Minas e Energias [Alexandre Silveira] com o ministro Rui Costa, da minha insatisfação com o serviço prestado. Eu tenho que falar isso para que a empresa possa se enquadrar num período que ficou sem fazer investimento na Bahia”, disse Jerônimo ao podcast do BN.

 

Conforme o governador, o problema afeta setores estratégicos, como o agronegócio no Oeste, além da estrutura do próprio governo.

 

“O maior cliente hoje do grupo é o Estado da Bahia, escola, hospitais. A gente vai montar um hospital não tem energia suficiente. Eu trago investidores para o Oeste e não tem carga de energia. Eu não vou facilitar a quem não quer fazer o que a Bahia precisa”, afirmou.

 

A fiscalização, assim como uma possível rescisão do contrato da Neoenergia, é de responsabilidade do governo federal, através da Aneel [Agência Nacional de Energia Elétrica].
 

Presidente da Bahiagás faz um balanço sobre o Carnaval e celebra sucesso de trios elétricos movidos a gás natural
Foto: Fernando Duarte / Bahia Notícias

O presidente da Companhia de Gás da Bahia (Bahiagás), Luiz Gavazza, fez um balanço das ações da estatal durante o Carnaval de 2026. Em entrevista ao Projeto Prisma, nesta segunda-feira (23), o representante da Bahiagás destaca que, para além dos patrocínios, a companhia apostou, pelo segundo ano consecutivo, na renovação técnica do Carnaval soteropolitano. 

 

"Nós trouxemos inovação, desde o ano passado. Começamos timidamente com uma parceria com os irmãos Macedos, os eternos Armandinho, Dodô e Osmar", relembra o gestor. "A gente começou, saindo um dia com o Cavalinho. Os cavalos mecânicos que puxam os trios são movidos a diesel, então o que nós estamos trazendo é sobustituir esses cavalos movidos a diesel, um dos subprodutos mais poluentes do petróleo", explica.

 

Ele ainda cita a quesstão financeira que envolve os refinos do petróleo no Brasil, em que a matéria prima (commoditie) é vendido em real e o subproduto é comprado em dólar, aumentando os custos. 

 

"Então, boa parte do diesel que consumimos no Brasil, cerca de 30%, é importado, prejudicando mais ainda a nossa sofrida balança comercial, de modo que quando a gente substituir o diesel nós estamos trazendo economia, estamos trazendo um produto que, embora fóssil, polui menos e é mais econômico. Além disso, estamos reduzindo a emissão de carbono em mais de 30%", destaca. 

 

Para Gavazza, essa renovação inicial pode marcar uma mudança importante no Carnaval de maneira mais abrangente. “Quem sabe um dia os trios, além do Cavalinho puxando a gás natural, a gente tenha uma bateria robusta [a gás] abastecendo no lugar do gerador e, portanto, também reduzindo a pegada do diesel e melhorando as condições ambientais”, finaliza o gestor. 

 

Confira o trecho do podcast: 

 

Curtas do Poder

Ilustração de uma cobra verde vestindo um elegante terno azul, gravata escura e língua para fora
A partir de agora, todo mundo dorme com um olho aberto. A não ser que faça como Cunha, e prefira fingir que está dormindo. Lancei um prêmio de piores representações em IA, e já começo com um candidato de peso. Aliás, enquanto tem gente criando drama, tem outros criando emprego. Mas admito: tem invenções nessas eleições que nem toda criatividade do mundo poderia prever. Criaram até o apoio com o "não voto". Saiba mais!

Pérolas do Dia

João Roma

João Roma
Foto: Eduarda Pinto / Bahia Notícias

"Claro que existem preferências. Neto tem uma relação com Caiado, que era do União Brasil. Caiado apoia Neto, Zema apoia Neto, Flávio Bolsonaro apoia ACM Neto. Mesmo os que não estão na Bahia veem que a Bahia precisa mudar de rumo". 

 

Disse o ex-ministro da Cidadania no governo Bolsonaro e pré-candidato ao Senado João Roma (PL) ao afirmar que à exceção do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), todos os pré-candidatos ao Planalto em 2026 devem apoiar o ex-prefeito de Salvador e pré-candidato da oposição ao Governo da Bahia, ACM Neto (União).

Podcast

Vota BN: Projeto Prisma entrevista o pré-candidato ao Senado Federal João Roma (PL) nesta segunda

Vota BN: Projeto Prisma entrevista o pré-candidato ao Senado Federal João Roma (PL) nesta segunda
Foto: Projeto Prisma
A entrevista integra a série especial "Vota BN", dedicada a sabatinar os principais nomes na disputa pelo Senado e pelo governo do Estado nas eleições de 2026.

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