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Artigos

Moacy Neves
Formação profissional em jornalismo: o debate que o futuro exige
Foto: Acervo pessoal

Formação profissional em jornalismo: o debate que o futuro exige

O debate provocado nos últimos dias sobre a extensão constitucional do sigilo da fonte escancarou uma questão incômoda, que recoloca uma questão que o Brasil precisa enfrentar com serenidade e profundidade: afinal, quem é jornalista? Qual o papel da formação profissional em Jornalismo?

Multimídia

Angelo Coronel rejeita ideia de Senado como “puxadinho” do Planalto e diz que não será “chapa-branca” de presidentes

Angelo Coronel rejeita ideia de Senado como “puxadinho” do Planalto e diz que não será “chapa-branca” de presidentes
Durante entrevista ao podcast Projeto Prisma, do projeto Vota BN, nesta segunda-feira (24), o senador Angelo Coronel (Republicanos) afirmou que o Senado Federal não pode atuar como um "puxadinho" do Poder Executivo e declarou que não pretende exercer um mandato "chapa-branca" para o governo de plantão.

Entrevistas

Entrevista Exclusiva: Ministra Rachel Barros detalha ações do MIR para a população negra

Entrevista Exclusiva: Ministra Rachel Barros detalha ações do MIR para a população negra
Nesta segunda-feira (10), a ministra da Igualdade Racial, Rachel Barros, esteve em Salvador para participar do Colóquio Internacional Cultura, Relações Exteriores, Desenvolvimento e Reparação. O evento, que acontece nas cidades de Salvador e Cachoeira, integra as celebrações pelos 25 anos de fundação do FENEBA e desdobra as discussões iniciadas no 9º Congresso Panafricano, sediado em Lomé, no Togo.

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Prefeito de Jussara declara apoio a ACM Neto durante evento de emancipação do município
Foto: Reprodução / Redes Sociais

O candidato ao Governo da Bahia, ACM Neto (União), recebeu, na noite deste sábado (1º), o apoio do prefeito de Jussara, Tacinho Mendes (PP). O anúncio ocorreu durante visita de Neto ao município para acompanhar os atos comemorativos do aniversário de 64 anos de emancipação política da cidade.


O encontro político contou também com a presença do candidato ao Senado João Roma (PL), do deputado estadual Pedro Tavares (União) e de lideranças da região. Ao comentar a adesão, ACM Neto destacou a relevância política do gestor municipal para o cenário regional.

 

 “A presença dele ao nosso lado tem um peso muito grande na nossa caminhada, certamente com influência política em toda a região, com repercussão em todo o estado. Estou muito feliz, agradecido a ele, agradecido ao nosso deputado estadual Pedro Tavares”, conta o candidato.

 

ACM Neto afirmou ainda que, caso seja eleito, planeja direcionar atenção às demandas do município em função da aliança. “Eu quero dizer que vou trabalhar muito para ser governador, mas, com o apoio do prefeito Tacinho, eu me sinto na obrigação de ter um olhar todo especial com Jussara para que a gente possa, de fato, trazer uma perspectiva de prosperidade e crescimento, melhorar a vida das pessoas”, acrescenta.

 

DECLARAÇÃO DO PREFEITO
Por sua vez, o prefeito Tacinho Mendes justificou o posicionamento político citando a trajetória de Neto na gestão pública. “Claro que se hoje eu e o nosso grupo político estamos apoiando Neto, é porque a gente confia muito na sua capacidade de poder governar, você já provou isso em Salvador. Você que é um exemplo para todos nós, dessa nova geração de políticos”, afirma.

 

Neto também elogiou o gestor local durante a comemoração, referindo-se a Tacinho como “uma parceria, uma relação de confiança, amizade e, sobretudo, de compromisso com o futuro de Jussara, da região e da Bahia”.

PP veta Tereza Cristina como vice de Flávio Bolsonaro e senador reage: "não desisto nunca"
Foto: Divulgação

O senador Flávio Bolsonaro (PL) afirmou nesta quinta-feira que respeita a decisão do Partido Progressista (PP) de vetar a senadora Tereza Cristina (PP-MS) como sua candidata a vice na disputa pela Presidência da República, mas disse que "não desiste nunca". A legenda decidiu, por maioria, ficar neutra na eleição federal, o que impede a senadora de compor a chapa.

 

"A nota deixou bem claro que o partido tinha por maioria decidido pela neutralidade. Óbvio que eu respeito, mas eu sou brasileiro e não desisto nunca. Então vamos continuar nas conversas com os demais partidos com quem já vínhamos conversando também, mas podem ter certeza que a gente vai ter a melhor chapa para poder oferecer à população brasileira", afirmou.

 

Instantes antes de o PP confirmar a neutralidade, Flávio ainda demonstrava otimismo e dizia que negociava para ter Tereza Cristina como vice. Minutos depois, o partido anunciou que ficaria de fora da disputa federal e que, por isso, a senadora não integraria a chapa do filho do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL).

 

Apesar da negativa, o senador elogiou Tereza Cristina, disse que ficou "honrado" por ela ter aceitado o convite e minimizou qualquer atrito com a sigla. "É o partido onde eu iniciei a minha carreira política, em que eu me sinto bastante em casa e me relaciono bem com seus presidentes. Até o dia 5 tudo pode acontecer. Independentemente de qualquer coisa, eu já quero aqui deixar o meu agradecimento ao Progressistas e ao União Brasil, porque as conversas continuam em vários estados do Brasil. Nós vamos estar juntos em diversos palanques, como aqui em São Paulo", disse.

 

A declaração foi dada após uma reunião de Flávio com 20 vereadores de São Paulo, organizada pelo prefeito da capital, Ricardo Nunes (MDB). O encontro reuniu parlamentares de PL, MDB, União Brasil, PP, Republicanos e Podemos, no comitê de campanha do senador, ao lado do Parque Ibirapuera. O governador Tarcísio de Freitas (Republicanos) também participou.

Lideranças do PP reafirmam neutralidade e negam indicar vice de Flávio
Foto: Carlos Moura/Agência Senado

A possibilidade de a senadora Tereza Cristina (PP-MS) ser indicada como vice do senador Flávio Bolsonaro, candidato do PL à Presidência, foi rejeitada pela maioria dos dirigentes estaduais do Progressistas.

 

Consultados sobre a aliança, líderes regionais reafirmaram ao presidente do PP, senador Ciro Nogueira (PI), entre quarta-feira (29) e quinta-feira (30), a preferência pela neutralidade na disputa nacional.

 

Os caciques regionais, reforçaram que querem manter o PP independente, livre para firmar alianças tanto à direita quanto à esquerda, conforme as conveniências políticas de cada estado.

 

Em Pernambuco, na Paraíba e no Maranhão, por exemplo, o Progressistas busca alinhamento com o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT). Já em estados como Paraná e São Paulo, a sigla segue ao lado do senador Flávio Bolsonaro.

Presidente da Câmara de Vitória xinga ao vivo e áudio viraliza
Foto: Reprodução / Youtube / CMV

O presidente da Câmara Municipal de Vitória (CMV), vereador Anderson Goggi (PP-ES), proferiu xingamentos com o microfone ainda ligado ao encerrar a sessão ordinária da casa, na noite de terça-feira (21). A fala foi captada pela transmissão ao vivo e se espalhou pelas redes sociais.

 

O episódio ocorreu diante de outros parlamentares, servidores e do público presente nas galerias. Nas imagens da transmissão pública da sessão, Goggi aparece visivelmente exaltado antes de deixar o plenário.

 

 

Na ocasião, a sessão foi encerrada de forma abrupta após os vereadores derrubarem o quórum, esvaziando o plenário. O colapso do quórum impediu a votação de uma pauta do expediente e forçou o encerramento dos trabalhos.

 

O caso começou com a leitura, feita pelo próprio Goggi, de um pedido da Prefeitura de Vitória protocolado nesta terça-feira (13 de julho). O documento solicitava a abertura de uma "notícia circunstanciada com pedido de providências institucionais e de formulação de representação por quebra de decoro parlamentar" contra o vereador Professor Jocelino (PT). 

 

A prefeitura alega que Jocelino abusou de suas prerrogativas parlamentares ao publicar nas redes sociais que uma empresa ligada à Secretaria Municipal de Educação havia sido alvo de uma operação da Polícia Federal, deflagrada em 8 de julho. A leitura gerou protestos e motivou o esvaziamento do plenário.

 

A RETRATAÇÃO
No vídeo publicado pela Câmara de Vitória no YouTube após a sessão, o trecho com os xingamentos foi suprimido. Em nota, a Casa justificou a edição; "o rito determina que o encerramento da sessão é marcado por um registro sonoro. Dessa forma, a transmissão oficial contemplou todo o conteúdo da atividade legislativa".

 

A pauta do dia incluía o Projeto de Lei nº 171/2026, que trata das diretrizes para a elaboração da lei orçamentária de 2027 (Lei de Diretrizes Orçamentárias). A Câmara não informou se adotará alguma medida interna em relação ao ocorrido.

 

Na sessão desta quarta-feira (22), segundo a assessoria da Casa, Goggi fez uma retratação sobre o caso. A assessoria do vereador não retornou ao contato da reportagem até o fechamento do texto.

PP e União decidem pela neutralidade e ficam de fora do palanque de Flávio Bolsonaro
Foto: Carlos Moura / Agência Senado

A federação União Progressista, formada por PP e União Brasil, decidiu pela neutralidade na disputa presidencial, portanto, não embarcará na campanha do pré-candidato do PL (Partido Liberal), o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ). As informações são da CNN Brasil.

 

A definição saiu após uma reunião realizada na noite de terça-feira (21) pelo presidente nacional do PP, senador Ciro Nogueira (PP-PI), com dirigentes da legenda. A decisão deve ser formalizada pela federação nos próximos dias.

 

No encontro, integrantes do partido avaliaram que a maioria da federação defende neutralidade para preservar as escolhas individuais dos estados.

 

Para o PL, ainda há chances de negociação. Inclusive, por isso, o partido deixou a definição da vaga de vice para um segundo momento. O PL também negocia com o Republicanos, que sinaliza para uma posição imparcial na disputa.

 

Na prática, a orientação do PP e do União Brasil será para que cada estado tenha autonomia para definir seus palanques na eleição presidencial, ou seja: para decidir se vão apoiar Flávio, Lula ou qualquer outro candidato.

 

A decisão representa um revés para a estratégia de Flávio Bolsonaro de consolidar o apoio de partidos do centrão antes do início das convenções partidárias, em 20 de julho.

 

Paraná Pesquisas: Celina Leão lidera disputa do governo e Leila do Vôlei aparece como favorita ao Senado no DF 
Foto: Agência Câmara dos Deputados

A atual governadora do Distrito Federal, Celina Leão (PP) venceria a eleição para o governo do Distrito Federal no 1º turno em um cenário sem a candidatura do ex-governador José Roberto Arruda (PSD). Isso é o que apontam os dados do levantamento da Paraná Pesquisas, divulgado nesta segunda-feira (20). 

 

Em um cenário estimulado sem a candidatura do ex-governador, Celina Leão aparece com 45,9% das intenções de voto. O ex-deputado Leandro Grass (PT) aparece em 2º lugar, com 16,3%, seguido por Paula Belmonte (PSDB), com 7,2%, Ricardo Cappelli (PSB), com 5,7%, e Kiko Caputo (Novo), com 2,6%. Brancos e nulos somam 13,7%, enquanto 8,6% disseram não saber ou preferiram não responder.

 

A pesquisa foi realizada entre os dias 17 e 19 de julho, entrevistando 1,5 mil eleitores e com margem de erro de 2,6 pontos percentuais para mais ou para menos. A pesquisa foi registrada no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o código DF-01326/2026. O intervalo de confiança é de 95%.

 

Ainda na disputa pelo governo estadual, em um cenário com José Arruda, a atual governadora segue liderando, mas com menor margem, de 34,6%, frente aos 28,1% do  ex-governador. Leandro Grass tem 11,9%, Ricardo Cappelli, 4,5%, Paula Belmonte, 3,6%, e Kiko Caputo, 1,3%. Brancos e nulos representam 9,1%, e 6,8% não souberam responder.

 

ELEIÇÃO AO SENADO
Já no âmbito do Legislativo, a senadora Leila do Vôlei (PDT) e a ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro (PL) lideram as intenções de voto para o Senado, no Distrito Federal. A atual senadora lidera em todos os cenários estimulados e em dois ela aparece empatada com Michelle Bolsonaro na margem de erro.

 

No primeiro, com Ibaneis fora da disputa, a senadora Leila do Vôlei aparece com 39,2% das intenções de voto do eleitorado. Na sequência, Michelle aparece como a preferida de 36% dos entrevistados. O terceiro lugar ficou com Erika Kokay, escolhida por 28,4%.

 

No segundo cenário, em que Bia Kicis e Ibaneis ficaram fora das opções, Leila seguiu numericamente à frente das intenções de voto, com 40,5%. Já a ex-primeira-dama foi escolhida por 37,7% dos entrevistados, empatada na margem de erro.

 

O último cenário da pesquisa estimulada, com Ibaneis e Michelle Bolsonaro fora da disputa, além da inclusão do senador Izalci Lucas (PL), também apontou Leila do Vôlei como a preferida, com 41,6% das intenções de voto. Erika Kokay aparece na segunda colocação, com 30,4%.

Gaeco realiza busca e apreensão contra empresário e o vereador Gordinho da Favela em Salvador
Fotos: Reprodução / Redes Sociais / Ascom da PC-BA

O Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (GAECO) realizou, nesta segunda-feira (13), uma operação de busca e apreensão em endereços ligados a um empresário, a um alvo na secretaria municipal de Salvador e ao vereador George Gordinho da Favela (PP), afastado para pré-candidatura a deputado estadual, substituído por Thiago Queiroz (PP) na Câmara de Salvador. De acordo com informações obtidas pelo Bahia Notícias, as medidas judiciais miraram o proprietário da empresa G3 Polaris.

 

De acordo com informações obtidas pela equipe de reportagem, as medidas judiciais miraram o proprietário da empresa G3 Polar. Também foram alvos das buscas e apreensões coordenadas pelos agentes do GAECO, vinculado ao Ministério Público do Estado da Bahia (MP-BA).

 

A defesa do vereador de Salvador e pré-candidato à reeleição informou que o parlamentar ainda não teve acesso aos autos da investigação que motivou a operação deflagrada pelo Ministério Público da Bahia. A nota destaca que, ao longo de sua trajetória pública, o vereador sempre "atuou com responsabilidade, honestidade e respeito ao patrimônio público" e reafirma o compromisso com o mandato.

 

Confira a nota na íntegra:

"Venho a público manifestar-me acerca da operação deflagrada pelo Ministério Público do Estado da Bahia, realizada em 13 de julho de 2026, conforme divulgado pelos meios de comunicação. Esclareço que, até o presente momento, não tive acesso aos autos da investigação, razão pela qual desconheço os elementos que fundamentam a apuração. Coloco-me à inteira disposição do Ministério Público e das demais autoridades para prestar todos os esclarecimentos necessários, sempre que regularmente solicitado, colaborando com as investigações, com respeito às instituições e absoluta confiança no devido processo legal.

 

Reafirmo minha plena convicção de que todos os fatos serão devidamente esclarecidos por meio do meu depoimento às autoridades competentes e da atuação da minha defesa técnica, oportunidade em que será demonstrada a legalidade de todas as minhas condutas. Ao longo da minha trajetória pública, sempre atuei com responsabilidade, honestidade, respeito ao patrimônio público e compromisso com a população.

 

Reitero meu compromisso com o mandato que me foi confiado por 11.120 soteropolitanos e confio plenamente na Justiça e nas instituições brasileiras, certo de que a apuração será conduzida com isenção, técnica e respeito às garantias constitucionais, demonstrando a minha inocência.

Salvador (BA), 13 de julho de 2026". 

Confira a nota publicada pelo pré-candidato abaixo:

 

(Nota em atualização).

VÍDEO: Vereadora defensora da causa animal recebe cachorro morto em caixa no Rio Grande do Sul
Fotos: Reprodução / Redes Sociais

A vereadora Deza Guerriero (PP), atuante na defesa da causa animal em Novo Hamburgo, na Região Metropolitana de Porto Alegre, no Rio Grande do Sul, registrou um boletim de ocorrência na Polícia Civil nesta terça-feira (7) após receber o corpo de um cachorro morto na sede da Câmara Municipal. O cadáver estava guardado em uma caixa acompanhada de um bilhete com a frase: "com carinho para proteger os animais".

 

Veja o vídeo:

 

Segundo informações do G1, a vereadora inicialmente acreditou se tratar de um presente de apoiadores, gravou o momento da abertura do pacote em suas redes sociais. Ao perceber o conteúdo da entrega, Deza interrompeu a gravação sob forte impacto emocional.


"Olha se não é de se emocionar e chorar. Olha o que eu recebi aqui na Câmara de Vereadores", declarou no início do vídeo, antes de notar o conteúdo. "Parece ser um corpinho, estou com medo. Parece que é um bicho aqui. Para essa gravação um pouquinho. Meu Deus, alguém mandou um cachorro para mim. É um corpinho. Meu Deus, quem é que me mandou um corpo? Não acredito que me entregaram um corpo", desabafa.


A ocorrência foi registrada na delegacia de pronto atendimento de Novo Hamburgo. Os agentes recolheram a caixa para perícia técnica, e o corpo do animal foi encaminhado para exames que possam identificar a causa da morte e possíveis maus-tratos prévios.


A Polícia Civil do Rio Grande do Sul já iniciou as diligências para identificar o autor do envio e o responsável pela contratação do serviço de entrega por aplicativo.

No 2 de Julho, Penalva comenta expectativas para ACM Neto nas eleições e relembra saída do PDT para o PP
Foto: Victor Hernandes / Bahia Notícias

O deputado estadual Penalva (PP) avaliou nesta quinta-feira, durante a caminhada do 2 de Julho, as perspectivas para as eleições ao governo do estado, onde apoia o pré-candidato ACM Neto (União Brasil). Para ele, as últimas pesquisas consolidam o sentimento de mudança na Bahia.

 

"Estou muito animado com as últimas pesquisas, consolidando o sentimento de mudança da Bahia e colocando o ACM Neto na dianteira para ganhar com mais de 500 mil votos de frente", afirmou o deputado.

 

Penalva também explicou sua migração do PDT para o PP. Segundo ele, a decisão foi motivada pela adesão do PDT à base do governo estadual, posição incompatível com a sua. 

 

"O partido em que eu estava, apesar de ser um grande partido, foi para a base do governo desgastado, onde o povo pede a mudança, e eu não podia continuar jamais nesse partido", disse.

Prefeito de Lagedo do Tabocal denuncia foto manipulada com ACM Neto e reafirma apoio a Jerônimo
Foto: Reprodução

O prefeito de Lagedo do Tabocal, Marquinhos Sena (PP), denunciou nas redes sociais a circulação de uma imagem manipulada digitalmente que inseriu o pré-candidato a governador ACM Neto (União Brasil) em uma fotografia de um encontro seu com os deputados Hassan (PP) e Leur Lomanto Jr. (UB), aliados desde 2022. Segundo o gestor, a montagem foi usada para sugerir uma mudança de alinhamento político que não ocorreu.

 

"A fotografia divulgada não corresponde ao registro original. A comparação entre as imagens demonstra claramente que houve alteração digital, com a inserção de uma pessoa que não fazia parte da fotografia", afirmou o prefeito. 

 

Marquinhos reafirmou o apoio ao governador Jerônimo Rodrigues (PT). "Meu posicionamento sempre foi claro e transparente. Mantenho meu apoio ao governador Jerônimo Rodrigues e ao Governo do Estado da Bahia."

 

O prefeito classificou a iniciativa como uma tentativa de manipulação da opinião pública e citou a Resolução TSE nº 23.732/2024, que reforça as regras de combate à desinformação e ao uso de conteúdos manipulados capazes de induzir o eleitor a erro.

Petista afirma que Ciro Nogueira descarta apoio a Flávio Bolsonaro e está "um poço de mágoas"
Foto: Reprodução / Redes Sociais

O senador Ciro Nogueira (PP-PI) descartou qualquer chance de a federação União-PP apoiar Flávio Bolsonaro (PL) na corrida à presidência da República. A declaração foi feita em conversa reservada com petistas durante tratativas para consolidar alianças estaduais.

 

Segundo apuração de Bela Megale, do Globo, Ciro deixou clara sua insatisfação com o afastamento de Flávio após o presidente do PP aparecer como um dos protagonistas do escândalo do Master. 

 

"Ele está um poço de mágoas", resumiu um dirigente petista sobre o estado de espírito do senador. Os dois partidos devem caminhar juntos em estados como o Ceará.

 

No PL, ainda há quem acredite ser possível uma reconciliação com Ciro Nogueira. Os encarregados da missão são o coordenador da campanha Rogério Marinho e o próprio Flávio Bolsonaro.

VÍDEO: Em desabafo, Jorge Araújo manda indireta a grupo político após críticas a pré-candidatura
Foto: Reprodução / Redes Sociais

O ex-suplente e atual deputado federal, Jorge Araújo (PP), publicou um vídeo em suas redes sociais que está sendo interpretado nos bastidores políticos como uma série de indiretas ao seu grupo político. O desabafo ocorre logo após o anúncio de sua pré-candidatura à Câmara dos Deputados para as eleições de 2026.

 

Confira abaixo:

 

Sem mencionar nomes, o ex-apresentador do quadro "Bafafá" utilizou a gravação para rebater supostos comentários sobre sua trajetória na comunicação e criticar a postura de determinados articuladores políticos.

 

A fala mais enfática, apontada como um recado ao chamado "fogo amigo" dentro de sua base, encerrou a publicação. "Existem pessoas dentro do meu grupo que tentam me desestabilizar de qualquer forma", fala o pré-candidato.

 

O ex-vereador da cidade de Salvador também direcionou sua fala a quem tenta desmerecer sua atuação política ao associá-lo apenas ao seu antigo personagem de entretenimento na televisão. 

 

"Algumas pessoas me tiram como aquele repórter 'Aeee Bafafá', fofocagem é comigo. Aqui a política é séria, é conversada e levada olho no olho. No fio do bigode", alega.

 

Em vídeos nas redes sociais, o político se coloca como já deputado federal, mirando na vitória das eleições desse ano. Questionado pela redação do Bahia Notícias, o ex-vereador se recusou a falar desse assunto. 

Zé Cocá minimiza atuação do governo estadual no Médio Rio de Contas e garante: “Sairemos vitoriosos daqueles territórios”
Foto: Maurício Leiro / Bahia Notícias

O ex-prefeito de Jequié, Zenildo Brandão Santana, conhecido como Zé Cocá (PP), minimizou as ações do governo do estado na região do Médio Rio de Contas. Em entrevista ao Bahia Notícias nesta quarta-feira (27), durante o lançamento do projeto "Sua Voz é a Nossa Voz", o atual pré-candidato a vice-governador afirmou que o governador, Jerônimo Rodrigues (PT), “prometeu o mundo”, mas não resolveu os problemas da região.

 

“O governador, na nossa microrregião, se você colocar nos quatro anos, ele prometeu o mundo. Ele prometeu que ia resolver o problema de todos os municípios, criou pautas que eram necessárias para a nossa região — cobranças inclusive nossas —, e infelizmente nenhuma saiu do papel. Nenhuma, nenhuma, nenhuma. Nenhuma pauta relevante saiu do papel”, destacou o ex-gestor.

 

Em eventos recentes do governo petista, Jerônimo chegou a citar o avanço da proposta de construção de um aeroporto para a região. Para Zé Cocá, a promessa é mínima. “Nós estamos falando de sistema de irrigação, nós estamos falando de aeroporto regional, abertura de novas vias, eixos de produção... Isso não aconteceu”, garante.

 

Ainda sobre as promessas, o pré-candidato da chapa de oposição afirma: “Eu torço para que isso aconteça, acho que o governo tem o seu dever, sua obrigação de fazer isso”. No entanto, ele sinaliza que “o governo teve quatro anos para iniciar essa e outras obras necessárias também”.

 

Já no que diz respeito à política na região, segundo ele, a população local já é adepta à ideia de rompimento com o governo petista. “Nós temos conversado com a maioria dos prefeitos da nossa região. É uma região de fato em que você vê um clamor por mudança. Se você fizer qualquer pesquisa eleitoral na nossa região hoje, [verá isso] por conta de muita promessa que foi feita e pouca execução do governo”, alega.

 

O ex-prefeito, reeleito em 2024, conta que deve avançar nas negociações com gestores vizinhos para fortalecer a campanha do ex-prefeito de Salvador e atual pré-candidato ao governo, Antônio Carlos Magalhães (ACM) Neto (União).

 

“Nós temos alguns municípios que estão prestes a declarar apoio, outros vão declarar [mais à frente], e em outros nós estamos construindo bem as oposições. Estamos construindo bem grupos que não aceitam mais o governo, então eu não tenho dúvida de que sairemos vitoriosos daqueles dois territórios”, conclui.

VÍDEO: Em discurso no plenário, Sandro Bahiense critica ‘invasão’ chinesa na Bahia e pede parceria com China para faculdade municipal
Foto: Reprodução

O vereador Sandro Bahiense criticou, durante discurso no plenário da Câmara Municipal de Salvador, o que chamou de “invasão” chinesa na Bahia ao defender um projeto de indicação para implantação de uma faculdade municipal em Salvador.

 

A proposta apresentada pelo parlamentar prevê a realização de estudos para instalação da unidade de ensino superior no prédio do antigo Colégio Nossa Senhora das Mercês, localizado na Avenida Sete de Setembro, no Centro da capital baiana.

 

Durante a fala nesta terça-feira (26), Sandro pediu apoio para estabelecer uma parceria com o governo chinês voltada para a área da educação, após fazer críticas à presença crescente de cidadãos chineses na Bahia.

 

“Vocês sabiam que hoje a Bahia está sendo invadida pela China? Eu já consultei. Eu preciso aqui do apoio do ministro da China, o Aisheng Peng. Eu quero que ele venha à Bahia fazer parceria com o município de Salvador para o crescimento social da nossa educação”, afirmou.

 

O vereador também declarou que a presença chinesa já teria se expandido de Camaçari para Salvador.

 

“A China já tomou conta de Camaçari. Está grande aqui também na cidade de Salvador e nada melhor do que trazer parceria com o gigante da educação chinesa. Nem que eu tenha que ir a Brasília ou à China, mas eu vou conquistar isso para a nossa querida cidade de Salvador”, disse.

 

O projeto de indicação prevê que a Prefeitura de Salvador, por meio da Secretaria Municipal de Educação (Smed), realize estudos técnicos, financeiros, urbanísticos e estruturais para avaliar a viabilidade da criação da faculdade municipal, além da possível aquisição do imóvel onde atualmente funciona a Escola Municipal Santa Ana das Mercês.

 

Segundo a proposta, a iniciativa busca ampliar o acesso ao ensino superior público para estudantes da rede municipal e moradores da capital que enfrentam dificuldades para ingressar em universidades públicas.

 

Veja o vídeo: 

PP mantém apoio a Ciro Nogueira e agenda reunião para discutir desdobramentos de investigação
Fotos: Reprodução / Redes Sociais

O presidente nacional do Progressistas (PP), senador Ciro Nogueira, do estado do Piauí, recebeu manifestações de apoio de parlamentares e dirigentes da sigla após ser alvo de operação da Polícia Federal. A investigação apura conexões com o banqueiro Daniel Vorcaro, do Banco Master. 

 

Para outras lideranças do partido ouvidas pela CNN Brasil, não existe, no momento, movimentação para o afastamento do senador do comando da legenda. Apesar do respaldo interno, o tema será debatido na reunião da executiva nacional do Progressistas, marcada para a próxima quarta-feira (20).

 

O encontro, que já estava agendado para discutir questões administrativas e articulação política, servirá de palco para conversas reservadas sobre os impactos do caso. Caciques do PP indicam que a tendência majoritária é a manutenção do apoio político a Nogueira, sob a justificativa de que, até o momento, os elementos apresentados não demandam pressão interna por mudanças na liderança.

 

A avaliação na cúpula é de que um eventual afastamento deveria partir de uma iniciativa do próprio senador. A operação também gerou repercussões na federação composta por PP e União Brasil. Dirigentes do Progressistas admitem que houve questionamentos e críticas por parte de integrantes do União, mas afirmam que o desgaste inicial foi mitigado após diálogos entre as presidências das duas siglas.

 


Em vídeo publicado nas redes sociais nesta terça-feira (12), Ciro Nogueira classificou as acusações como "absurdas" e negou o recebimento de qualquer valor ilícito. O parlamentar defendeu a lisura de suas ações e pediu isenção nas investigações e no julgamento em sua tentativa de reeleiçãoVeja sua declaração abaixo:

Após saída de Kakay, Ciro Nogueira contrata novo advogado para defesa no caso Banco Master
Foto: Andressa Anholete/Agência Senado

O senador Ciro Nogueira (PP-PI) escolheu o advogado Conrado Gontijo para assumir sua defesa na investigação sobre o caso do Banco Master, após romper com o escritório Almeida Castro, Castro e Turbay Advogados, do criminalista Antônio Carlos de Almeida Castro, conhecido como Kakay.

 

A troca ocorre quatro dias após Ciro ser alvo de mandados de busca e apreensão da Polícia Federal na nova fase da Operação Compliance Zero, autorizada pelo ministro André Mendonça, do Supremo Tribunal Federal (STF).

 

Apesar da saída formal da banca de Kakay, a nova defesa permanece ligada ao mesmo círculo jurídico. Conrado Gontijo é afilhado de Kakay e mantém relação próxima com o agora ex-defensor do senador.

 

A saída do escritório foi comunicada nesta segunda-feira (11), por meio de nota assinada pelos integrantes da banca.

 

“O escritório Almeida Castro, Castro e Turbay Advogados vem comunicar que, em comum acordo com o senador Ciro Nogueira, não seguirá atuando para o parlamentar neste caso”, afirma o comunicado.

 

Embora a nota sustente que a decisão foi tomada “em comum acordo”, aliados de Ciro afirmam reservadamente que a mudança partiu do próprio senador e integra uma reorganização da estratégia jurídica e política após o avanço das investigações.

“Tudo precisa ser investigado”, diz líder do PP no Senado sobre operação da PF contra Ciro Nogueira
Foto: Geraldo Magela/Agência Senado

A senadora Tereza Cristina (PP-MS), líder do PP no Senado, afirmou nesta quinta-feira (7) que “tudo precisa ser investigado” ao comentar a operação da Polícia Federal que teve como alvo o presidente nacional da legenda, o senador Ciro Nogueira (PP-PI), no âmbito das investigações sobre o Banco Master.

 

A declaração foi dada horas após a PF cumprir mandados de busca e apreensão contra o parlamentar durante nova fase da Operação Compliance Zero, que apura suspeitas de corrupção, lavagem de dinheiro e crimes contra o sistema financeiro envolvendo a instituição financeira.

 

“Tudo precisa ser investigado. Se existe alguma coisa, precisa ser investigada. Também tem que dar o direito de ampla defesa e não julgar antes de saber o resultado das investigações”, declarou a senadora a jornalistas no Senado.

 

A fala segue a linha adotada por integrantes do Centrão e aliados de Ciro Nogueira, que evitaram fazer uma defesa política mais enfática do senador após o avanço das investigações.

Penalva é escolhido líder de federação União Progressista na AL-BA
Foto: Vanner Casaes / Agência AL-BA

O deputado Penalva (PP) foi escolhido para liderar a Federação União Progressista na Assembleia Legislativa da Bahia (AL-BA). Reunindo os partidos União Brasil e Progressistas (PP), a federação foi oficialmente registrada pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE) no mês de março deste ano.

 

O ofício com a indicação de Penalva para liderar o grupo foi encaminhado à presidente da AL-BA, deputada Ivana Bastos (PSD), e publicado no Diário Oficial do Legislativo desta quarta-feira (29).

 

A federação é composta no Parlamento baiano pelos seguintes legisladores: Cafu Barreto (União), Júnior Nascimento (União), Kátia Oliveira (União), Luciano Ribeiro (União), Luciano Simões Filho (União), Manuel Rocha (União), Pedro Tavares (União), Robinho (União), Sandro Régis (União), Hassan (PP), Marcelinho Veiga (PP), Nelson Leal (PP) e Penalva (PP).

 

BIOGRAFIA
Natural da cidade baiana de Esplanada, Penalva é empresário e possui graduação em Administração pela Universidade Católica do Salvador (UCSal). Sua estreia na política ocorreu nas eleições de 2020, quando foi eleito vereador de Salvador pelo Podemos.

 

Em 2022, Penalva se licenciou do mandato na Câmara de Salvador. No mesmo ano, foi eleito deputado estadual pelo PDT para a atual legislatura. Na AL-BA, foi vice-líder da bancada da minoria e líder do bloco parlamentar Republicanos/PSDB/PDT. Durante a janela partidária de 2026, Penalva migrou para o PP.

 

Em sua atuação parlamentar no Legislativo baiano, foi vice-presidente da Comissão de Educação, Cultura, Ciência e Tecnologia e Serviço Público e integrante das comissões de Infraestrutura, Desenvolvimento Econômico e Turismo; Finanças, Orçamento, Fiscalização e Controle; e do Conselho de Ética e Decoro Parlamentar.

Prefeito de Luís Eduardo Magalhães firma apoio a candidatura de ACM Neto ao governo do Estado
Foto: Divulgação

O prefeito de Luís Eduardo Magalhães, Junior Marabá (PP), confirmou o apoio a pré-candidatura de Antonio Carlos Magalhães (ACM) Neto (União) ao Governo da Bahia para as eleições de outubro. A colaboração foi firmada em visita do vice-presidente do União ao município, nesta sexta-feira (24). 

 

A esperada conversa entre os líderes aconteceu durante um almoço na casa do prefeito Marabá, onde ambos discutiram principalmente as eleições de 2026. Para ACM Neto, o apoio de Marabá reforça a estratégia de ampliar alianças no oeste baiano, região considerada estratégica no estado, onde o prefeito de Luís Eduardo Magalhães se tornou uma das maiores lideranças. 

 

Reeleito com ampla margem, 83,5% dos votos, Marabá é uma das principais lideranças políticas da Bahia e sua adesão à pré-campanha de ACM Neto é vista como um movimento relevante na disputa pelo governo estadual.

 

Estavam presentes no almoço, o presidente estadual do PL João Roma, o prefeito Zé Ronaldo, o senador Ângelo Coronel, o deputado Luciano Ribeiro, o pré-candidato Ditinho, o secretário municipal Jaime Cappellesso e o sub-prefeito do Distrito do Novo Paraná, Walter Baldoni.

Janela partidária: Ex-prefeito de Milagres deixa o PP, se filia ao PDT e confirma pré-candidatura a deputado estadual
Foto: Reprodução / Blog Marcos Frahm

A reta final da janela partidária provocou movimentações no cenário político da Bahia, envolvendo deputados estaduais, federais e novos pré-candidatos para as eleições de 2026. Entre os nomes está o ex-prefeito de Milagres, no Vale do Jiquiriçá, Cézar de Adério, que anunciou a saída do Progressistas (PP) e a filiação ao PDT, confirmando pré-candidatura a deputado estadual.

 

Cézar foi filiado ao PP por um longo período e exerceu dois mandatos consecutivos como prefeito de Milagres, entre 2016 e 2024. A mudança partidária ocorreu dentro do prazo legal da janela, encerrado no último sábado (4).

 

A filiação integra uma estratégia do PDT para fortalecimento da legenda. O partido formou um bloco com PRD e Podemos para disputar as eleições proporcionais de forma conjunta, com a projeção de eleger oito deputados estaduais na Bahia.

 

Com a mudança, o ex-prefeito também passa a integrar a base do governador Jerônimo Rodrigues (PT). Em 2022, ainda como gestor municipal, Cézar teve atuação em um cenário de disputa acirrada no estado e apoiou o ex-prefeito de Salvador ACM Neto (União).

 

As informações são do Blog Marcos Frahm, parceiro do Bahia Notícias.

Ciro Nogueira “libera” candidatos a estadual e federal no Ceará a apoiar quem preferir; decisão pode impactar na Bahia
Foto: Reprodução / Redes Sociais

O senador e presidente nacional do PP, Ciro Nogueira (PI), anunciou nesta quarta-feira (1), por meio das redes sociais, a liberação de candidatos a deputado estadual e federal no Ceará para apoiarem, nas eleições de 2026, os nomes que preferirem, independentemente de alinhamento com a federação União Progressista (PP-União Brasil).

 

Na publicação, Ciro afirmou que não haverá punições internas para candidatos que decidirem apoiar projetos políticos diferentes da posição majoritária da federação. Segundo ele, qualquer manifestação de apoio não poderá ser enquadrada como infração disciplinar.

 

O movimento pode também trazer repercussões na Bahia. A liberação pode abrir o precedente para que candidatos a deputado estadual e federal no estado também possam apoiar a candidatura ao governo de Jerônimo Rodrigues (PT). Federado ao União Brasil, o PP agora está sob o comando de Cacá Leão na Bahia, após o desligamento do deputado federal Mario Jr. da presidência do partido. 

 

Inclusive, o parlamentar ainda busca uma legenda para disputar a reeleição. Recentemente, ao Bahia Noticias, Mario sinalizou que tem debatido com alguns partidos, com bom encaminhamento para comandar o Podemos na Bahia, tentando obter mais um mandato.

 

Outro nome envolvido nas movimentações é o deputado federal Cláudio Cajado, que chegou a ter negociações avançadas com o PSD, partido liderado pelo senador Otto Alencar. A articulação contou com a participação do senador Jaques Wagner e previa que Cajado ocupasse o espaço político deixado por Diego Coronel na legenda, além de abrir possibilidade de inserção mais imediata na base do governador Jerônimo Rodrigues (PT).

 

A decisão de Ciro também pode impactar diretamente os chamados “egressos do PP” na Assembleia Legislativa da Bahia (AL-BA), grupo formado por deputados que passaram a buscar novas siglas após a federação. Entre eles está Niltinho, que já se filiou ao PSD.

 

O deputado Hassan Youssef, por sua vez, decidiu permanecer no PP, influenciado pelo cenário político de Jequié, onde o prefeito Zé Cocá, principal liderança de sua base, se alinhou à oposição e passou a integrar a chapa encabeçada por ACM Neto (União Brasil) como pré-candidato a vice-governador.

 

Já os deputados Antônio Henrique e Eduardo Salles ainda não definiram seus destinos partidários e seguem em diálogo com legendas da base governista. 

Ciro Nogueira diz ser “impossível” federação União Brasil-PP apoiar Caiado à Presidência
Foto: Andressa Anholete/ Agência Senado

O senador e presidente nacional do PP, Ciro Nogueira, afirmou nesta terça-feira (31) que é “impossível” a federação União Brasil-PP apoiar a candidatura de Ronaldo Caiado (PSD) à Presidência da República.

 

“Impossível”, respondeu Ciro ao site Metrópoles.

 

Segundo o senador, a tendência da federação é apoiar o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) ou liberar os diretórios estaduais para escolherem seus candidatos.

 

No caso de apoio a Flávio, a aliança dependerá da definição da vaga de vice. O PP pleiteia indicar a senadora Tereza Cristina (PP-MS) para compor a chapa.
 

Aos 80 anos, João Leão retorna a secretaria de Salvador e leva Jorge Araújo para Brasília; veja mudanças no legislativo de Salvador
Foto: Divulgação

As mudanças anunciadas no secretariado da Prefeitura de Salvador, nesta terça-feira (31), promoverão mudanças tanto no Executivo quanto no Legislativo na capital baiana. Com a descompatibilização de Cacá Leão (PP) na secretaria municipal de Governo, a “dança das cadeiras” começa no Congresso e na Câmara Municipal de Salvador. Quem assume a gestão de governo é João Leão (PP), então deputado federal, que abre espaço para o seu primeiro suplente: o vereador Jorge Araújo (PP). 

 

Após meses de articulação, o ex-repórter da televisão soteropolitana deve assumir o cargo no Congresso Nacional, também abrindo uma vaga na Câmara Municipal de Salvador (CMS), onde ocupa uma das cadeiras governistas como o vereador mais votado da capital na última eleição. 

 

A suplência na Câmara também foi resultado de uma boa votação do atual vereador, em 2022, quando recebeu pouco mais de 30 mil votos pelo Progressistas ao cargo de deputado, ficando na suplência de João Leão, que recebeu 102.376 votos. 

 

Com a ausência de Jorge Araújo na Câmara Municipal de Salvador (CMS), considerando um prazo maior que 120 dias de licença, o regulamento do Legislativo soteropolitano indica a necessidade de que um suplente assuma a cadeira do vereador licenciado. Neste caso, o vereador Sandro Bahiense, primeiro suplente do Progressistas, deve ser a nova adição da bancada governista em 2026, mantendo a vice-liderança no PP em número na CMS. 

 

Já João Leão, que possui décadas de carreira política, retorna à capital baiana e abre mão da sua tentativa de reeleição no Congresso ou ainda uma eleição para a Assembleia Legislativa da Bahia (AL-BA). Em sua carreira política, o empresário progressista já atuou em diversas funções e ao lado de diversos aliados políticos. 

 

Ele, que hoje se encontra na oposição ao governo petista na Bahia, já foi secretário estadual e vice-governador nos mandatos de Rui Costa (PT), sem contar os seis mandatos pelos quais se elegeu no Congresso. O pernambucano erradicado na Bahia ainda foi prefeito de Lauro de Freitas entre 1989 e 1993. 

 

João Leão retorna ao primeiro escalão soteropolitano quase 15 anos após uma experiência como chefe da Casa Civil do então prefeito João Henrique. O deputado foi o responsável por garantir sustentabilidade política ao ex-gestor que fora reeleito pelo MDB e acabou rompendo com o grupo. O isolamento de João Henrique tornou João Leão mais presente na capital baiana, gerando especulações que o colocaram até como pré-candidato a prefeito da cidade em 2012.

 

MAIS MUDANÇAS 
Além de Cacá Leão, outras duas mudanças foram confirmadas na Prefeitura esta terça. O secretário de Infraestrutura, Luiz Carlos (Republicanos), também deixa o cargo para assumir a coordenação de campanha do Republicanos. Para o comando da Secretaria de Infraestrutura, Bruno Reis indicou o atual vereador Julio Santos (Republicanos), que já havia assumido a pasta em 2022.

 

Isso provoca uma segunda mudança na CMS, a saída de Julio Santos da bancada republicana pode provocar a ascenção de outro suplente, Osmar Santos Bastos, conhecido como Mala, que obteve 6.968 votos em 2024.

Marcelinho Veiga deixa União Brasil e se filia ao PP para disputar reeleição
Foto: Divulgação

O deputado estadual Marcelinho Veiga deixou o União Brasil e se filiou ao Partido Progressistas (PP). A informação foi confirmada nesta segunda-feira (30).

 

Segundo o parlamentar, a mudança tem como objetivo fortalecer a federação União Progressista nas eleições deste ano. Ele deve disputar o terceiro mandato consecutivo.

 

“Vamos seguir firmes. Essa mudança foi conversada com Bruno Reis e ACM Neto, com quem tenho relação de amizade e compromisso. A intenção é fortalecer a federação e atrair mais aliados”, afirmou.

 

Em segundo mandato na Assembleia Legislativa da Bahia, Veiga também destacou a necessidade de ampliar a atuação no interior do estado.

 

“É preciso fortalecer os municípios. Em oito anos conquistamos avanços, mas queremos fazer mais, com um trabalho contínuo”, disse.

 

A articulação foi conduzida pelo prefeito de Salvador, Bruno Reis, e pelo ex-prefeito de Salvador e pré-candidato ao governo do Estado, ACM Neto, liderança do União Brasil.

Após saída do PDT, Penalva anuncia filiação ao PP
Foto: Divulgação / Agência AL-BA

O deputado estadual Emerson Penalva anunciou, nesta segunda-feira (30), sua filiação ao Progressistas (PP). O parlamentar havia se desfiliado do PDT na semana passada. O movimento ocorreu em articulação do deputado federal João Leão (PP), do presidente estadual do partido, Cacá Leão (PP), e do prefeito de Rio Real, Carroça (PP).

 

O movimento era esperado desde que a sigla retornou à base do governador Jerônimo Rodrigues (PT) no ano passado, visto que o parlamentar é aliado do ex-prefeito de Salvador, ACM Neto (União).

 

Penalva agradeceu o convite feito pela cúpula do PP e destacou a identificação com o projeto político da sigla. “Recebo esse convite com muita responsabilidade. Chego ao Progressistas com o compromisso de contribuir com o crescimento do partido e seguir trabalhando pelos baianos, em especial pelas regiões que represento”, afirmou.

De saída do PP, Mário Negromonte Jr encaminha filiação ao Podemos e deve oficializar mudança nesta semana
Foto: Reprodução / YouTube / Bahia Notícias

De saída do PP, o deputado federal Mário Negromonte Jr afirmou que já definiu seu futuro partidário para a disputa pela reeleição, embora ainda evite anunciar oficialmente a nova sigla. Em entrevista ao programa Bahia Notícias no Ar, nesta segunda-feira (30), na rádio Antena 1 Salvador, o parlamentar indicou maior proximidade com o Podemos. Ao abordar o tema, ele relatou conversas com diferentes lideranças políticas e partidos nas últimas semanas, destacando o diálogo com o Podemos como um dos mais avançados.

 

“Tenho conversado muito com o governador Jerônimo, o ministro Rui Costa e Adolpho Loyola. Partidos me procuraram em Brasília e no começo o PSB, João [Campos] muito meu amigo, mas eu disse a ele que não queria prejudicar ninguém e que se viesse a acontecer eu não queria prejudicar Lídice, que é minha amiga”, indicou.

 

“Conversei com Lupi do PDT, com o Podemos, com a presidente Renata Abreu. O Podemos tem uma coisa bacana que é a proximidade com o Centro, uma coisa mais em uma linha que eu sempre fui, o PP sempre foi um partido de Centro. Apesar das minhas posições de Centro-Esquerda. Teve uma conversa nas últimas semanas e um convite muito especial, e tem me levado a refletir sobre ele. Mas precisa ser uma construção, não é fácil fazer um partido. 15 dias da data para o dia 4, então é um grande desafio, mas eu tenho fé muito grande. Eu acho que está bem encaminhado e vai acontecer esses dias. Ainda não posso cravar, mas na minha cabeça já está definido. Vou sair do PP”, acrescentou o deputado.

 

SAÍDA DO PP

O deputado também comentou os bastidores de sua saída do Progressistas, partido que preside na Bahia, e relatou uma conversa com o presidente nacional da legenda, Ciro Nogueira. Segundo ele, mudanças internas e a formação de federações partidárias influenciaram o cenário atual da sigla.

 

“Ficou para trás a defesa da independência, o partido aqui sempre teve essa independência nacional em votar para quem quisesse para governador, para presidente. E dpois com o tempo isso foi mudando. Com a Federação está acontecendo mudanças partidárias, alguns deputados anunciaram saída, outros vão anunciar essa semana, mas certamente sairão, a maioria, e ficarão alguns. Ainda fica um. Mas a conversa foi muito boa, lógico que ele demonstrou uma certa tristeza porque saiu um quadro jovem como eu”.

TSE aprova federação entre União Brasil e PP para eleições de 2026
Foto: Antonio Augusto/Secom/TSE

O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) aprovou, nesta quinta-feira (26), o registro da federação formada pelos partidos União Brasil e Progressistas (PP), consolidando a criação da chamada União Progressista, que poderá atuar de forma conjunta já nas eleições de 2026.

 

A decisão foi tomada por unanimidade pelos ministros da Corte, após parecer favorável do Ministério Público Eleitoral e a superação de questionamentos apresentados durante a tramitação do pedido. A relatora do caso é a ministra Estela Aranha.

 

A federação funciona como uma aliança formal entre partidos, que passam a atuar como uma única sigla por, no mínimo, quatro anos, compartilhando candidaturas, tempo de TV e recursos do fundo eleitoral. Juntas, as duas legendas formam a maior bancada da Câmara dos Deputados.

 

De acordo com o TSE, já há quatro federações registradas: Federação Renovação Solidária, Federação Brasil da Esperança, Federação PSDB Cidadania e Federação PSOL Rede. Com a decisão, a União Progressista se torna a quinta federação registrada na Justiça Eleitoral.

 

O aval ocorre após uma série de ajustes feitos pelas legendas para viabilizar o registro, como mudanças na identidade visual e o abandono de siglas que poderiam gerar confusão com outros partidos.

 

A aprovação foi concedida dentro do prazo exigido pela legislação, até seis meses antes do pleito, o que permite que a federação dispute as eleições de 2026.

Cacá Leão assume comando do PP na Bahia e indica Zé Cocá para compor a chapa de ACM Neto
Foto: Divulgação

O Progressistas tem um novo presidente estadual na Bahia: o ex-deputado federal e atual secretário de Governo de Salvador, Cacá Leão, assume o comando da sigla nesta quinta-feira (26). O político terá a missão de conduzir os rumos do PP baiano nas eleições de 2026 e reforçou o desejo de ter o prefeito de Jequié, Zé Cocá, na chapa de oposição.

 

“Assumo com honra a responsabilidade de conduzir um partido que construiu minha trajetória. Agradeço a confiança do presidente nacional, senador Ciro Nogueira, dos deputados federais Cláudio Cajado e João Leão, deputados estaduais, prefeitos, vereadores e do nosso secretário geral Jabes Ribeiro”, declarou.

 

O novo presidente reforçou o posicionamento de oposição ao atual governo estadual e expressou seu desejo de ter Zé Cocá como pré-candidato a vice-governador na chapa liderada por ACM Neto. “Ao lado do União Brasil, por meio da Federação União Progressista, teremos a missão de reconstruir o protagonismo da Bahia nas próximas eleições e Zé trará esse peso político para a disputa”, disse.

 

“Vamos eleger uma bancada forte na Câmara Federal, na Assembleia Legislativa e, sem dúvidas, trabalhar com muita dedicação para atender aos anseios da população baiana, que clama por mudanças”, completou Cacá.

 

O partido era presidido na Bahia, até então, pelo deputado federal Mário Negromonte Júnior. Cacá parabenizou o correligionário pela condução da sigla nos últimos anos e destacou a contribuição de todos os ex-presidentes estaduais para a consolidação do PP.

 

Cacá Leão vai deixar a Secretaria de Governo em abril para disputar uma vaga na Câmara dos Deputados. Ele também preside o PP Salvador, foi deputado federal por dois mandatos (2015-2023) e deputado estadual (2010-2014).

Aproximação de Zé Cocá com ACM Neto “quebra” movimento conjunto de quarteto do PP e altera cenário; veja detalhes
Foto: Reprodução

Com uma prometida movimentação conjunta desde a formalização da federação entre Progressistas (PP) e União Brasil, o quarteto de deputados estaduais egressos do PP, Niltinho, Antônio Henrique Jr., Eduardo Salles e Hassan, se dissociou. De acordo com fontes do Bahia Notícias, a aproximação do prefeito de Jequié, Zé Cocá (PP), com o pré-candidato ao governo do estado, ACM Neto (União), fez com que Hassan, aliado do gestor do Vale do Jiquiriçá, permanecesse no Progressistas.

 

Com Hassan indo para o bloco de oposição ao governo do estado, o movimento em conjunto sofreu uma “reconfiguração” com o quarteto sendo dissociado. Apesar disso, os três deputados restantes devem permanecer na base de Jerônimo Rodrigues (PT), Niltinho, inclusive, já oficializou sua filiação ao PSD nesta segunda-feira (23).

 

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A movimentação do trio restante aos social-democratas foi impossibilitada por um “entrave” no oeste baiano em razão de um possível embate entre Antônio Henrique Jr. e a secretária de Desenvolvimento Urbano da Bahia (Sedur) e deputada estadual licenciada, Jusmari Oliveira. Assim, de acordo com a apuração do Bahia Notícias, seu caminho mais provável é o PSB, legenda que chegou a “anunciar” a chegada do quarteto em fevereiro.

 

No caso de Eduardo Salles, fontes da reportagem indicaram que há conversas avançadas com o MDB e o PV, que busca recompor perdas após a desfiliação da deputada estadual Ludmilla Fiscina para o PSD e a eventual candidatura à Câmara dos Deputados de Vitor Bonfim. As conversas ainda seguem no campo das tratativas e ainda podem ser alteradas, com uma filiação a outros partidos da base aliada do governador.

 

As conversas, conforme indicou articuladores, seguem no tom de “salvar” os mandatos dos deputados que deixaram o PP. Segundo ele, há pesquisas que demonstravam uma provável derrota de alguns dos nomes caso mantivessem a movimentação em bloco mesmo com a permanência de Hassan no Progressistas.

 

FABÍOLA
Suplente de deputado estadual exercendo o mandato, apesar da migração dos quatro deputados do PP ter sido frustrada, a permanência de Fabíola Mansur no PSB segue ameaçada. Uma fonte afirmou que ela está “assustada” com a possibilidade de não conseguir se eleger novamente e teme atingir menos votos que Antônio Henrique Jr. e o secretário de Desenvolvimento Econômico (SDE), titular da cadeira na AL-BA, Angelo Almeida.

 

A presidente estadual do PSB, deputada federal Lídice da Mata, já declarou estar fazendo esforços para manter Fabíola na sigla e a considera fundamental para as articulações da legenda na Bahia. No entanto, a chegada de novos quadros e uma “série de ataques” em seu reduto eleitoral, na cidade de Irecê, a estariam afastando cada vez mais do partido.

 

Existe uma avaliação de que o destino “mais fácil” para Fabíola seria dentro da Federação Brasil da Esperança (PT, PCdoB e PV). Um articulador confidenciou à reportagem que a parlamentar poderia servir como um ótimo “encaixe” dentro do PV, visto que, segundo ele, o PT e o PCdoB são partidos “mais fechados”.

PSB interrompe negociação com Hassan Iossef, diz Lídice da Mata
Foto: Bahia Notícias no Ar / Antena 1

A deputada federal Lídice da Mata (PSB) afirmou que as negociações para uma possível filiação do deputado estadual Hassan Iossef (PP) ao PSB foram interrompidas. A declaração aconteceu em entrevista à Antena 1, na manhã desta segunda-feira (23), após a possível saída do prefeito de Jequié da base governista.

 

A possibilidade do atual prefeito de Jequié, Zé Cocá (PP), deixar a base de Jerônimo mudou o curso das articulações do PSB, que buscava uma filiação dos egressos do PP. Os quatro deputados decidiram sair do partido para acompanhar o atual governador na disputa à reeleição. Lídice destacou que, neste momento, a discussão segue com os outros três parlamentares.

 

“A negociação com Hassan se dissolveu enquanto grupo e a partir daí há um debate nos outros três, se eles permaneceriam no projeto de ir para o PSB. A conversa com alguns desses três já está caminhando de forma mais efetiva para que, no mínimo, um deles permaneça no PSB”, afirmou a deputada.

 

Hassan é considerado o principal aliado de Cocá na Assembleia Legislativa da Bahia (AL-BA). Com uma possível migração do gestor de Jequié para a base de ACM Neto, o parlamentar deve acompanhar essa movimentação. Sem citar nomes, a deputada federal ainda criticou a postura de parlamentares que mudam de posição repentinamente.

 

“É sobre isso que eu me refiro, pessoas que estavam trabalhando juntas há alguns anos, buscaram um projeto comum, mas aí a insegurança sobre a possibilidade de eleição, principalmente como se trata de deputados que têm mandatos já e que têm muito voto, terminam enxergando mais um projeto individual do que um projeto coletivo”, completou

 

 

Deputado Niltinho anuncia saída do PP e fala em “encerrar ciclo”
Foto: Antônio Cavalcante/ Bahia Notícias

O deputado estadual Niltinho anunciou, na noite deste domingo (22), sua saída do PP. O movimento ocorre em meio à formação de uma federação entre a sigla e o União Brasil. A decisão foi comunicada pelo parlamentar em uma publicação nas redes sociais.

 

No texto, Niltinho relembrou sua trajetória dentro do partido, mencionando a primeira eleição e o crescimento político ao longo dos anos. “Muitos poderiam duvidar naquele momento. Eu vi uma oportunidade de servir”, afirmou, ao recordar quando foi eleito com a menor votação da legenda. Em seguida, destacou a evolução obtida posteriormente: “Esse crescimento não foi individual, foi coletivo”.

 

Agora, a expectativa é que Niltinho se filie a uma legenda da base do governador Jerônimo Rodrigues. Em fevereiro, o deputado participou de um encontro com o presidente nacional do PSB, João Campos, e sinalizou a possibilidade de migração para a sigla.

Com prazo de 23 dias, União Brasil e PP aguardam decisão do TSE sobre federação União Progressista
Foto: Renato Araújo/Câmara dos Deputados

No dia 4 de dezembro, o União Brasil, presidido por Antonio Rueda, e o Progressistas (PP), liderado pelo senador Ciro Nogueira, protocolaram no Tribunal Superior Eleitoral o pedido de registro da federação entre os dois partidos, batizada de União Progressista.

 

Para poder disputar as eleições deste ano, a associação entre as siglas precisa ser aprovada pelo tribunal até seis meses antes do pleito, prazo que expira em 23 dias.

 

O processo foi distribuído para a ministra Estela Aranha. Há duas semanas, a relatora determinou que a Procuradoria-Geral Eleitoral se manifestasse sobre o registro para que a ação pudesse ser concluída, mas o Ministério Público ainda não apresentou parecer.

 

Até o momento, o TSE já aprovou quatro federações partidárias: Brasil da Esperança (PT, PCdoB e PV), PSDB-Cidadania, PSOL-Rede e Renovação Solidária (Solidariedade e PRD).

Saída de Bebeto Galvão e temores de rompimento do Podemos com Jerônimo “travam” filiações do PSB; entenda
Foto: Reprodução

O acordo para a chegada de deputados no PSB da Bahia para dar robustez ao partido nas eleições deste ano ganhou novos capítulos e pode colapsar. De acordo com informações obtidas pelo Bahia Notícias, a saída do quadro histórico e pré-candidato Bebeto Galvão, agora filiado ao PSD, e a possibilidade de rompimento do Podemos trouxeram instabilidade para a chegada de nomes para a chapa proporcional da legenda comandada pela deputada federal Lídice da Mata (PSB).

 

A reportagem apurou que a saída do ex-vice-prefeito de Ilhéus, Bebeto Galvão, impacta na margem de cálculo para o Quociente Partidário (QP) de possíveis filiados que visavam a candidatura à Câmara dos Deputados. Um dos afetados, inclusive, seria o deputado estadual Vitor Bonfim (PV), que já tinha sua filiação encaminhada, e até anunciada pelo presidente nacional do PSB, João Campos, mas que poderia recuar do acordo para “recalcular a rota”.

 

Outro fator que impactou é a “ameaça” de rompimento do Podemos com a base do governador Jerônimo Rodrigues (PT). O partido está no centro das atenções após a presidente nacional da legenda, a deputada federal Renata Abreu (SP), abrir negociações com o senador Angelo Coronel (PSD) para o receber na sigla, concedendo o poder de comandar as articulações da sigla na Bahia.

 

Uma fonte da reportagem apurou que, para se manter na base de Jerônimo, a deputada teria exigido uma maior robustez para o partido na disputa das eleições para o legislativo. O Podemos aguardava a chegada de Bacelar (PV), mas ele acabou recusando o convite de filiação, justamente pela falta de “força” dentro do governo.

 

“Se a gente conseguisse formar um partido mais forte na base do governo. (...) Houve uma dificuldade na montagem da chapa. Me dei muito bem com o PV. Se a gente conseguisse formar um partido mais forte na base do governo. Houve uma dificuldade na montagem da chapa. Teria que ser uma proposta extraordinária. Me dou bem com a militância, minha pauta tem sido muito direcionada ao meio ambiente”, disse Bacelar em entrevista ao Bahia Notícias em fevereiro deste ano.

 

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As conversas com o Podemos ainda podem impactar na encaminhada filiação do quarteto de egressos do PP na Assembleia Legislativa da Bahia (AL-BA): Niltinho, Hassan, Antônio Henrique Jr. e Eduardo Salles. O grupo, que já anunciou sua saída do Progressistas, ainda não cravou seu futuro destino partidário e ainda articula sua migração conjunta.

 

O Podemos perdeu seu único representante na AL-BA nesta semana, com o deputado Laerte do Vando se filiando ao Avante. Agora, a legenda busca recompor suas perdas, ou com a chegada de Coronel e seus aliados, ou com o compromisso de Jerônimo em fortalecer o partido de Renata Abreu na Bahia.

Política além do algoritmo: Lideranças destacam adaptações para engajar a juventude fora das redes 
Foto: Paulo Pinto / Agência Brasil

Considerando que são “jovens” as pessoas entre 15 e 29 anos, isso significa que a juventude contemporânea é fruto das gerações Z (1997-2010) e Alpha (2010-2024), mantendo uma relação direta e intrínseca com a internet e as redes sociais. Enquanto as demais gerações anteriores conheceram o mundo pré-conectado virtualmente, os jovens atuais - e os que virão - nasceram em meio à ascensão das plataformas com atualizações que já promoveram mudanças significativas em diversas áreas, incluindo a política. Do chão de fábrica e dos palanques em praças públicas até vídeos em redes sociais e contagem de engajamento por hashtags, ainda é possível mobilizar a juventude? 

 

Tentando responder a essa pergunta, o Bahia Notícias elaborou uma série de reportagens mesclando dados e relatos de lideranças juvenis para compreender o cenário de renovação política e participação jovem na política eleitoral na Bahia. A terceira reportagem desta série explora justamente os desafios dos líderes políticos para garantir a aproximação dos jovens com a vida política e promover o engajamento social dentro e fora das redes. 

 

Para compreender esse cenário, a reportagem conversou com os seguintes líderes partidários de juventude: Ítalo Menezes, do Partido dos Trabalhadores (PT); Felipe Santana, do Partido Social Democrático (PSD); Matheus Pinheiro, do União Brasil; e Yuri Andrade, do Progressistas (PP). 

 

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Divididos entre siglas, posicionamentos políticos e ideologias distintas, o consenso entre as lideranças juvenis é que os desafios que a juventude enfrenta na política são múltiplos e os artifícios para se conectar com esse grupo têm se atualizado cada vez mais rápido.

 

Para o social-democrata Felipe Santana (PSD), a dificuldade é que, para manter jovens na disputa e atrair novos nomes, é necessário romper com parte da “tradição”. “Em um cenário macro, um cenário externo, a dificuldade é romper as estruturas que as grandes famílias, que os grandes mandatos e que os veteranos vêm fazendo”, explica o líder, que também é vereador de Salvador. 

 

O posicionamento é o mesmo que o do prefeito de Pedro Alexandre, no interior da Bahia, Yuri Andrade (PP). O representante da Juventude Progressista diz que o maior desafio são “as velhas práticas políticas”. “Isso você pode ter certeza que é do início da política, que a gente faz aqui no interior, até a nacional”, completa. 

 

Segundo ele, essas velhas práticas funcionam como uma espécie de excessiva burocracia, que limita a renovação. “Cada uma no seu nível, municipal, estadual, e nacional, vai aumentando as dificuldades, mas é o mais comum, e não só com a classe política, realmente, mas também com aquela classe dos bastidores, das pessoas que estão na política”, aponta. Yuri completa dizendo que “essa dificuldade, para mim, era uma coisa que eu achava que evoluiria mais rápido, mas vejo um pouco devagar na política ainda”. 

 

Por outro lado, Felipe acredita, no entanto, que apesar da barreira, a própria juventude também pode apresentar uma solução para o problema. “Nós viemos com um gosto de gás diferenciado que representa a nossa juventude. A gente vem com a vontade, a gente vem aguerrido, a gente vem com novas ideias, novas proposições, com um jeito de fazer política e de fazer o trabalho do homem público de uma maneira diferenciada”, garante. 

 

Já na visão do petista Ítalo Menezes, “o maior desafio hoje do jovem é ser ouvido”. “É ter o seu lugar de fala nos lugares e posteriormente conseguir dar seguimento para aquilo”, afirma. Para ele, a questão mais sensível na política partidária, no entanto, é o orçamento. 

 

“Então, tem essa dificuldade, mas, para além disso, tem uma questão de dificuldade de orçamento também. Às vezes não chega muito, porque são muitos candidatos em uma legenda para se dividir valores, mas a gente está correndo atrás para que a juventude tenha sim, um lugar de fala, mas também um lugar de pautar e um lugar de construção, por óbvio”, destacou o líder petista. 

 

O mesmo ocorre do outro lado do espectro político. Matheus Pinheiro, líder do União Jovem, também cita o orçamento e participação como as principais barreiras. “A gente sabe hoje que os principais desafios de muitos dentro de qualquer partido político são, às vezes, os recursos financeiros. O acesso ao recurso financeiro é uma grande dificuldade. Também tem dificuldade na construção de redes de apoio, é a dificuldade de invenção nos espaços de decisão. Além disso, às vezes existe um preconceito em alguns partidos que também gera dificuldade para conquistar uma visibilidade em meio a grandes lideranças tradicionais”, ressalta. 

 

O secretário da Juventude do PT  afirmou ao BN que, para se conectar com uma juventude cada vez mais “cronicamente online”, adaptações foram necessárias na comunicação do Partido dos Trabalhadores. 

 

“Hoje a gente tem uma comunicação pujante para que a gente consiga atingir esses públicos. Não é à toa que o governo federal, por exemplo, está no TikTok, coloca meme todos os dias, então consegue chegar nesse público, para poder conseguir externalizar aquilo que a gente pensa, porque às vezes uma notícia não chega na sociedade, simplesmente porque o algoritmo ou porque determinado público não costuma ver”, explica. 

 

A mesma mudança foi promovida na oposição. Para o representante do União Brasil, “a gente está organizando e vamos incorporar temas como inovação, sustentabilidade, diversidade, inclusão digital para esses jovens, para essa geração que quer estar ali debatendo, formando essa militância digital que hoje é muito grande. Então a gente já está se adaptando a esse novo método.” 

 

Todas essas mudanças ocorrem porque, segundo os próprios líderes, é necessário encontrar um ponto de equilíbrio entre a realidade “presencial” e a virtual. 

 

MOBILIZAÇÃO REAL? 
“Eu acredito que não é uma questão de adaptação, é uma questão do que a gente oferece”. É o que defende o vereador Felipe Santana. Segundo ele, a mobilização política dos jovens está relacionada ao nível de interesse em cada tema. 

 

“Quando você oferece um serviço e um diálogo em que a geração alfa, a geração Z, independentemente da geração, queira fazer parte daquele projeto político, daquele momento, as pessoas buscam e a gente faz esse diálogo afetivo”, destaca o representante do PSD. 

 

Segundo o democrata, o “jeito de falar com o jovem” é o mesmo jeito de falar com as demais gerações. “Eu acredito que, muito mais do que uma estratégia, é uma maneira de se comunicar para que a geração é, ao fazer, ou qualquer geração, a geração mais madura, ela tenha interesse no tema e aí vêm as nossas propostas de renovação política, de renovação de ideias e de trabalho”, garante Felipe. 

 

Com um grupo de jovens participativo e engajado nas ruas e nas redes, o petista Ítalo Menezes também concorda ser necessário “pautar” os jovens. “Então, é pautar que as pessoas saibam discutir política e saibam implementar o processo político nas redes sociais, isso é óbvio, mas também nas ruas, não é à toa que a juventude do PT estava na rua há uns dias pedindo a tarifa zero da passagem de Salvador ou fazendo atividades de panfletagem”, diz. 

 

O representante da Juventude do PT defende que a mudança geracional provocou mudanças por si só, mas que elas não são necessariamente negativas. “A juventude anterior não é a mesma de hoje e o pensamento, por óbvio, também muda. Eu acho que a gente tem que ter uma presença qualificada, não apenas na rua, mas também nas redes sociais”, afirma. 

 

Para Menezes, o equilíbrio é saber como se posicionar em ambos os espaços. “Estamos aí na rua, estamos lutando, mas também nas redes sociais, que é muito importante para evitar que a extrema direita avance como avançou na pandemia”, conclui. 

 

Esse não é o ponto de vista do progressista, Yuri Andrade (PP). Ele, que é chefe do Executivo, destaca que, em sua visão, falta um engajamento espontâneo dos jovens. “Nós temos muitos jovens que, quando estão engajados, que estão na política, eles estão de coração, então eles se doam mais, mas muitos se desviam no meio do caminho, ou porque não é o que querem, ou porque desfocam mesmo”, contextualiza. 

 

Ele explica que “acredito muito que o jovem está precisando se engajar mais na política, se preocupar mais com política”. O representante do Progressistas defendeu ainda que isso não diz respeito à qualidade técnica da geração. “Nós temos muitos jovens bons no Brasil, eu acho que a gente melhorou até a qualidade de jovens, na parte técnica de estudos, jovens que se dedicam mais, porém que estão se afastando cada vez mais da política”, destaca. 

 

E ele segue dizendo que esse afastamento é mais visível ao observar que o engajamento político é mais forte quanto “à distância”. “Nas redes sociais, o engajamento é incrível. Infelizmente, às vezes, eles chegam ao ponto de misturar notícias com política. Agora, nós temos a dificuldade de trazer para o campo. É isso que acontece”, afirma.

 

O líder jovem do União Brasil, Matheus Pinheiro, por sua vez, destacou que cada geração tem uma marca própria e esta é, inevitavelmente, tecnológica. “A gente sabe que a juventude de hoje, ela está muito tecnológica. A juventude de hoje tem um pensamento diferente de muitos que estão na política atualmente”, aponta. Para ele, isso é bom para oxigenar as ideias nos partidos. “Então eu acho que o que acontece hoje é que, quando junta um pouco da experiência com um pouco da juventude, a gente consegue movimentar novos e bons frutos dentro do partido. É preciso essa oxigenação”, garante. 

 

No entanto, mesmo sendo um jovem, Matheus afirma compreender as críticas à geração: “É, os jovens, é, mobilizam muito facilmente na internet, eles entendem como é que funcionam os trending topics, é, sabem viralizar os temas importantes, mas dificilmente eles conseguem transformar isso em uma mobilização real, no sentido de ter impacto na política real”. 

 

A solução encontrada pelo partido foi garantir que as plataformas sejam mais bem exploradas. “A gente tem feito alguns encontros, algumas pesquisas para entender um pouco da demanda dessa geração que debate em casa, que gosta de entrar no debate em casa, porque se a gente não consegue levar algumas pessoas para o debate na rua, a gente tem que começar a arrumar um formato que, mesmo de casa, essas pessoas possam debater”, contextualiza. 

 

Pelo PSD, Felipe Santana se posiciona dizendo que “a rede social serviu para blindar e dar conforto às pessoas, não só aos jovens”. Ele acredita que a reputação precede a própria geração, desestimulando os jovens. “A gente tem que começar a separar essa ideia de que o jovem não vai para a rua, o jovem não vai para a rua porque, quando a gente trata o jovem dessa maneira, a gente exclui o jovem da sociedade e do diálogo. Então, o nosso papel aqui é trazer o jovem para o centro, é trazer o jovem para o espaço de poder, um espaço de decisão”, explica.

 

O vereador soteropolitano completa dizendo que “acredito que a gente viva uma ótica em que a gente tenha que quebrar esses paradigmas enquanto a gente jovem interromper o tipo do discurso”.

 

Andrade, junto ao PP, vai de encontro a essa posição. “Assim, ficou muito fácil você ficar atrás de um computador, do celular, defendendo suas ideias, mas quando vai para o campo mesmo, a gente não vê essa vontade e a gente acaba perdendo força. Força nas decisões, força até no respeito, na credibilidade de poder ter uma opinião no partido”, diz. 

 

Para o prefeito de Pedro Alexandre, a solução deve ser conjunta para garantir que a presença seja valorizada. “Os partidos, todos os partidos, também precisam fazer com que o jovem tenha interesse em buscar, se aproximar da política, porque a política, queira ou não queira, para os que gostam e os que não gostam, ela move o país”, destaca. 

 

Garantindo que a participação nas ruas não é o problema central do debate, Ítalo Menezes (PT) finaliza ressaltando que é necessário usar os conhecimentos da geração como ferramenta: “Nós almejamos que tenham ainda mais jovens engajados dentro do processo, que tenha um processo espontâneo dessa nova galera que a gente já vai acabar furando a bolha. [Almejamos] Um legado que tenha mais pessoas e pessoas com qualidade e pensamento a partir de uma formação política adequada e correta, por óbvio”, conclui. 

Vereador aciona MP-BA contra cobrança “abusiva” em estacionamentos de Salvador
Foto: Divulgação

O vereador Jorge Araújo (PP) acionou o Ministério Público do Estado da Bahia (MP-BA), para averiguar possíveis abusos na precificação de estacionamentos dentro da cidade de Salvador. Com a ação iniciada no último ano, o vereador reafirmou a fiscalização neste mês, conforme os estabelecimentos foram notificados para prestar defesa.  

 

A solicitação foi formalmente enviada em julho do último ano e aceita pela Promotoria de Justiça de Defesa do Consumidor da Capital, visando discutir ações, tirar dúvidas e planejar os próximos passos sobre a tarifação aplicada pelos estacionamentos, particularmente aqueles ligados a grandes complexos comerciais. 

 

Em resposta, o Ministério Público confirmou a realização do encontro, que aconteceu cinco dias depois com Saulo Murilo de Oliveira Mattos, promotor de Justiça e coordenador da Secretaria Processual do Consumidor de Salvador.

 

“De forma paralela, o Ministério Público comunicou que foram iniciadas Notícias de Fato referentes aos estacionamentos dos maiores shoppings da cidade, assim como outros estabelecimentos, com o intuito de checar se há alguma conduta abusiva nas relações de consumo. Dentro dessas averiguações, já foram enviados requerimentos ao Corpo de Bombeiros, Procon, Codecon e à Sefaz, buscando obter dados técnicos e fiscais para fundamentar a atuação do órgão ministerial”, diz Jorge Araújo.

 

Os shoppings notificados receberam um prazo formal para apresentarem sua defesa, em observância ao devido processo legal, ao contraditório e à ampla defesa.


O vereador Jorge Araújo ressalta ainda que “a comunicação institucional com o Ministério Público é vital para criar soluções que salvaguardem os direitos dos consumidores, garantam clareza nas transações comerciais e promovam equidade e justiça na utilização de áreas públicas e privadas”.

 

Jorge Araújo reforça que “esta ação sublinha a dedicação do mandato à proteção da população, ao acompanhamento criterioso das atividades dos órgãos fiscalizadores e à busca por práticas comerciais íntegras, sempre em conformidade com a legislação em vigor”.

Deputado João Leão anuncia aposentadoria: “Estou me despedindo da política”
Foto: Bahia Municípios

O deputado federal da Bahia, João Leão (PP), anunciou, em entrevista ao site Bahia Municípios neste domingo (22), que vai se aposentar da política. O parlamentar, que já está em seu sexto mandato no Congresso Nacional, é presidente de honra do Partido Progressistas e um dos nomes esperados para a eleição nacional e estadual deste ano. 

 

“Eu estou me despedindo da política. Fui prefeito da cidade de Lauro de Freitas. Fui deputado federal por seis mandatos. Fui vice-governador por dois mandatos. E continuo deputado federal agora. Então eu agora vou me aposentar.” 

 

O político pernambucano, que iniciou a carreira política na Bahia, anunciou que deve escrever um livro sobre sua trajetória. “Vou ser escritor. Resolvi escrever um livro. Vou começar, o  meu primeiro livro vai ser sobre a minha vida”, sucintou.

Em meio a possível filiação ao PSD, Mario Negromonte Jr. se reúne com Otto Alencar e aquece bastidor
Foto: Reprodução / Redes Sociais

O deputado federal Mário Negromonte Jr. (PP) se reuniu, nesta quinta-feira (12), com o senador Otto Alencar, presidente do PSD na Bahia. O encontro ocorre em meio a rumores sobre uma possível filiação do parlamentar à legenda.

 

Nas redes sociais, Mário Jr. publicou uma foto ao lado de Otto e afirmou que a visita foi motivada pelo período de recuperação do senador após cirurgia.

 

“Visitando o amigo senador @ottoalencar depois da sua cirurgia. O homem tá forte e com a saúde de ferro! Que Deus o abençoe e continue iluminando a sua caminhada!”, escreveu.

 

ENTENDA
A possível ida de Mário Jr. ao PSD ocorre após o rompimento da família Coronel com o partido. A saída abriu uma espécie de “demanda por compensação” junto à direção nacional da sigla, comandada por Gilberto Kassab, para que o PSD permanecesse “livre” na Bahia.

 

Segundo interlocutores, a compensação envolveria a filiação de dois deputados federais com mandato e potencial de reeleição. Nesse contexto, surgiram os nomes de Mário Negromonte Jr. e de Cláudio Cajado, ambos do Progressistas.

 

Kassab teria interesse em ampliar a bancada do PSD na Câmara dos Deputados. Na Bahia, o partido perdeu a cadeira de Diego Coronel após o rompimento com o senador Angelo Coronel, pai do parlamentar.

 

Para atender ao pleito da direção nacional, a base do governador Jerônimo Rodrigues teria articulado a atração de dois deputados que já vinham se aproximando do governo estadual, mas ainda não haviam definido o futuro partidário.

 

Cajado já teria avançado nas tratativas, indicando nomes para cargos na Agerba e no Detran-BA, embora oficialmente permaneça no PP. Já Mário Jr. dependeria da nomeação da esposa, Camila Vásquez, para uma vaga de conselheira no Tribunal de Contas dos Municípios (TCM). A lista tríplice está na mesa do governador desde agosto. Segundo aliados, a definição deve ocorrer apenas na janela partidária de março, para evitar desgastes.

 

Ao Bahia Notícias, Mário Jr. confirmou as conversas. “Teve o convite. O Podemos e o PSB também”, afirmou. O PSD aparece como favorito, já que a ida para Podemos ou PSB poderia gerar conflito com atuais detentores de mandato nas legendas.

 

Caso as filiações de Cajado e Mário Jr. se confirmem, aliados avaliam que estaria equacionada a tensão criada após o rompimento entre Otto Alencar e Angelo Coronel com a direção nacional. O PSD manteria liberdade para apoiar as reeleições de Jerônimo Rodrigues, ao governo da Bahia, e de Luiz Inácio Lula da Silva, à Presidência.

 

CADEIRA NA CÂMARA
Para partidos de centro, como o PSD, o número de deputados federais é estratégico. A composição da bancada influencia diretamente na divisão do fundo partidário, do fundo eleitoral e do tempo de rádio e televisão.

 

Além da articulação na Câmara, Kassab também mira o Senado. O PSD conta hoje com três pré-candidatos ao Palácio do Planalto: os governadores Ratinho Jr. (Paraná), Eduardo Leite (Rio Grande do Sul) e Ronaldo Caiado (Goiás). A avaliação interna é de que, caso não disputem a Presidência, dois deles podem concorrer ao Senado com chances competitivas.

ACM admite possível apoio a nome do PSD para a presidência e confirma "casamento" entre União Brasil e PP
Foto: Fernando Duarte / Bahia Notícias

Em entrevista concedida no Campo Grande, o ex-prefeito de Salvador e principal liderança da oposição pela cadeira do governo da Bahia, ACM Neto (União), esclareceu os rumores sobre uma possível aproximação com o PSD. Questionado pela equipe do BN (Bahia Notícias) sobre as recentes movimentações políticas no estado, Neto foi enfático ao afirmar que não vê o partido de Gilberto Kassab deixando a base do governador Jerônimo Rodrigues (PT).

 

O político reforçou que sempre enxergou o PSD (Partido Social Democracia) como pilar de sustentação do atual governo: “Eu jamais avaliei a hipótese de o PSD sair do palanque de Jerônimo Rodrigues”.

 

ACM Neto negou qualquer contato recente com a cúpula nacional ou estadual do PSD para tratar de alianças locais. Segundo ele, a recente adesão de figuras como o deputado federal Diego Coronel ao seu grupo político é um movimento isolado e não deve ser interpretado como uma migração do partido como um todo.

 

“Nunca tive nenhum contato recente com o Kassab. Nunca cogitei o PSD na Bahia. Ninguém quer mexer nisso. A vinda de Coronel não tem nada a ver com a sigla; o grupo dele e o seu peso político, mas o PSD continua lá”, afirmou Neto.

 

Apesar da barreira estadual, ACM Neto deixou uma porta aberta no cenário federal. Ao ser questionado sobre as eleições presidenciais, ele sinalizou que a configuração de alianças em Brasília pode seguir um caminho diferente do local.

 

"Eu até acho que posso apoiar um candidato à Presidência que venha do PSD", admitiu, sinalizando que as divergências regionais com a legenda na Bahia não impedem uma convergência nacional futura, dependendo do nome apresentado pelo partido de Kassab.

 

Foto: Divulgação / Partido Progressistas (PP) 


FEDERAÇÃO UNIÃO E PP
ACM Neto confirmou que a união entre os dois gigantes da política nacional está consolidada. Ele utilizou uma analogia matrimonial para explicar como funcionará a dinâmica de decisões daqui para frente, sinalizando o fim da autonomia isolada de cada legenda.

 

“A Federação é igual a um casamento. Quando você tem a vida de solteiro, faz sua vida de acordo com a sua vontade e sua cabeça. Quando você é casado, tem que compartilhar as decisões com o seu cônjuge. É a mesma coisa na Federação: hoje não podemos decidir sozinhos”, explica o político. 

Federação União Progressista sai em defesa de Dias Toffoli após saída de relatoria no caso Banco Master
Foto: Andressa Anholete/STF | Divulgação

A Federação União Progressista divulgou, nesta sexta-feira (13), uma nota em defesa do ministro do Supremo Tribunal Federal, Dias Toffoli, no contexto das investigações envolvendo o Banco Master. Segundo o grupo político, estaria sendo criada “uma versão caluniosa” com o objetivo de colocar a opinião pública contra o magistrado. A manifestação ocorre após o ministro deixar a relatoria do inquérito que apura supostas fraudes na instituição financeira.

 

A publicação foi assinada por Antonio Rueda, presidente nacional do União Brasil, e pelo senador Ciro Nogueira, presidente nacional do Progressistas.

 

“Neste momento é essencial nos atentarmos às narrativas que querem colocar a população contra o ministro Dias Toffoli e tudo o que ele fez e faz pelo país enquanto ministro no STF”, afirma trecho da nota.

 

A federação ressalta ainda que “atentar contra o ministro Toffoli é enfraquecer não só um servidor da Nação ou um Poder da República, mas atacar os pilares do nosso próprio sistema democrático”.

 

“A Federação União Progressista reitera sua confiança na integridade do ministro Dias Toffoli e acredita que a verdade vai, mais uma vez, prevalecer”, completa o texto.

 

Além da federação, o presidente nacional do Solidariedade, deputado Paulinho da Força, também defendeu a atuação do ministro e criticou o que chamou de “linchamento moral de autoridades públicas”.

 

Leia a íntegra da nota:
A Federação União Progressista manifesta sua preocupação com as narrativas que querem colocar a opinião pública contra o ministro Dias Toffoli. É preciso ponderar que injustiças acontecem quando se tem apenas um lado de uma versão repetida inúmeras vezes sem base sólida. Uma versão caluniosa que passa a ser tratada como verdadeira justamente pela repetição.
Por essa razão, neste momento é essencial nos atentarmos às narrativas que querem colocar a população contra o ministro Dias Toffoli e tudo o que ele fez e faz pelo país enquanto ministro no STF.
A Justiça se fortalece quando há equilíbrio e respeito às instituições.
Atentar contra o ministro Toffoli é enfraquecer não só um servidor da Nação ou um Poder da República, mas atacar os pilares do nosso próprio sistema democrático.
A Federação União Progressista reitera sua confiança na integridade do ministro Dias Toffoli e acredita que a verdade vai, mais uma vez, prevalecer.

Ciro Nogueira, presidente nacional do Progressistas
Antonio Rueda, presidente nacional do União Brasil

Prefeito de Luís Eduardo Magalhães confirma apoio a Flávio Bolsonaro e promete não fazer campanha contra Jerônimo: "É meu amigo"
Foto: Bahia Notícias

O prefeito de Luís Eduardo Magalhães, no Extremo Oeste, Júnior Marabá (PP), explicou como vai agir nas eleições de 2026. Ele afirmou que vai apoiar Flávio Bolsonaro para presidente, mas que não fará campanha contra o atual governador da Bahia, Jerônimo Rodrigues (PT), a quem considera um amigo.

 

Ao falar sobre a eleição para governador, o prefeito foi claro: não vai apoiar o adversário do governador atual. "Não vou fazer campanha contra o Jerônimo. Ele é meu amigo e nos ajuda muito com coisas para a cidade", disse Marabá. Ele deu como exemplo a UTI do Hospital Míriam Borges, que segundo ele foi conseguida com ajuda do governo do estado e tem salvado vidas.

 

No entanto, o prefeito deixou claro que também não vai fazer campanha a favor do petista. "Ele é de esquerda, e minha linha política é mais de direita. Ficar defendendo publicamente um candidato de esquerda é muito difícil para mim", explicou em entrevista ao podcast Talk Bahia Cast.

 

Já para presidente, o posicionamento foi diferente. Junior Marabá declarou apoio a Flávio Bolsonaro. "Vejo nele um perfil mais moderado, que dialoga mais. Me identifico com essa forma de fazer política", afirmou. O prefeito, que se diz de direita, fez uma crítica: "A direita não conseguiu fazer um projeto sólido, duradouro, que desse segurança para o futuro. Acho que o Flávio pode representar isso, pode trazer um projeto que construa um país melhor".

 

Sobre as eleições para deputado, o prefeito disse que vai trabalhar para eleger um candidato local que represente a região.

Wellington Dias descarta acordo entre Lula e Ciro Nogueira por montagem de chapa no Piauí
Foto: Mauricio Leiro / Bahia Notícias

O ministro do Desenvolvimento e Assistência Social, Wellington Dias, descartou a possibilidade de um acordo eleitoral no Piauí envolvendo o senador Ciro Nogueira (PP) na chapa governista para 2026. A declaração foi dada neste sábado (7) durante o evento de comemoração dos 46 anos do PT, realizado em Salvador, que contou com a presença de lideranças nacionais do partido.

 

Segundo Wellington Dias, o cenário político piauiense caminha para a consolidação de uma chapa alinhada ao atual governo estadual, liderado por Rafael Fonteles (PT), que, de acordo com o ministro, apresenta uma das maiores taxas de aprovação do país.

 

“O senador Ciro Nogueira, que já foi aliado, é bom lembrar, hoje ele se coloca numa outra posição. E o nosso time se prepara para trabalhar valorizando os líderes que estiveram conosco. Não se trata só de um líder de oposição no Piauí, é um líder de oposição nacional. Então, do ponto de vista do Piauí, nós vamos trabalhar para garantir que possamos ter uma composição do nosso time com o time que, na alegria ou na dor, está presente no dia a dia da construção do desenvolvimento do Piauí”, completou.

 

Sobre um suposto encontro recente entre Ciro Nogueira e o presidente Luiz Inácio Lula da Silva, o ministro minimizou qualquer interpretação política mais profunda e destacou o caráter institucional do diálogo.  Wellington acrescentou que o próprio senador negou a existência de tratativas eleitorais.

 

“O presidente Lula, como um democrata, dialoga com todas as pessoas, governo, oposição, trabalhadores, empresários, religiões de todas as denominações. Ontem o próprio Ciro Nogueira negou a informação que foi repassada. O que o presidente diz sempre é que é preciso respeitar o partido e os líderes de cada estado”, afirmou o ministro.

Na Bahia, João Campos defende permanência de Alckmin como vice de Lula e desconversa sobre aproximação de Rui Costa e Raquel Lyra
Foto: Edgar de Souza/ PSB

Em Salvador para reforçar os laços do PSB no estado, em evento que acontece neste sábado (7), o prefeito do Recife, João Campos, reforçou a defesa a permanência de Geraldo Alckmin como vice na chapa do atual presidente Lula (PT) para a reeleição em 2026.

 

Ao ser questionado sobre as recentes sinalizações de que Alckmin poderia disputar o governo de São Paulo, Campos foi enfático na defesa pela permanência do vice-presidente na composição da chapa. 

 

"Eu enxergo uma máxima que é comum ouvir no jargão popular e que vale para a política, em time que está ganhando não se mexe. O vice-presidente Alckmin faz um grande trabalho. A gente não precisa fazer um exercício de futurologia de como seria ele vice-presidente, porque ele é hoje e ele já demonstra a sua capacidade. Quando veio o tarifaço, quem foi para a linha de frente ao lado do presidente? Foi Alckmin quem conduziu esse diálogo. Em momentos desafiadores ele sempre está presente. Então o nosso partido defende a manutenção do vice-presidente Alckmin na chapa para esse ano."

 

Quanto a recente aproximação entre o ministro da Casa Civil, Rui Costa (PT), e a governadora de Pernambuco, Raquel Lyra (PSDB), provável adversária direta nas eleições estaduais, João Campos adotou um tom cauteloso.

 

"Temos uma relação de longa data com o PT, de muito respeito e parceria. O presidente Lula é um republicano nato e trata bem todos os governadores, independentemente de quem votaram", pontuou, minimizando qualquer impacto da relação institucional entre o governo federal e a gestão tucana em Pernambuco.

 

O gestor municipal de Recife também minimizou as críticas sobre a perda de força de Lula no Nordeste, atribuindo a resistência à "estridência" da oposição. 

 

"Se formos para os fatos práticos e concretos, o presidente Lula é imbatível porque sabe trabalhar", afirmou.

João Campos participa de ato em Salvador que confirma migração de egressos do PP e outros nomes; saiba mais
Foto: Divulgação

O presidente nacional do PSB, João Campos, participa neste sábado (7) de um ato em Salvador que deve confirmar  a migração de parte dos egressos do PP da Assembleia Legislativa da Bahia (AL-BA) para a sigla. Participam do evento nomes como Niltinho, Antonio Henrique Jr., Eduardo Salles, Hassan Youssef, além de Vitor Bonfim (PV), que já está apalavrado para também migrar para o PSB. 

 

Nos últimos meses, houve a especulação de que o deputado federal Mário Negromonte Jr. teria como destino o PSB. Todavia, ele não participa do evento, mostrando que a possibilidade de migração teria ficado reduzida. O partido atualmente possui somente a presidente estadual do PSB, Lídice da Mata, com cadeira na Câmara dos Deputados e almeja a ampliação dela. Negromonte Jr., então, seria uma barreira para atração de outras candidaturas, segundo leitura de políticos que acompanharam as conversas. 

 

Na lista proporcional dos socialistas para a Câmara, além de Lídice, devem ser apresentados nomes como Vitor Bonfim, Danilo Henrique Jr. e o ex-comandante do Corpo de Bombeiros, Adson Marquezini. O ato com o prefeito de Recife tem ainda a participação de Elisângela Araújo, então filiada ao PT - no mesmo horário, os petistas celebram 46 anos com a presença de Luiz Inácio Lula da Silva no Trapiche Barnabé.

 

Os demais nomes que estão presentes no ato com João Campos são figuras já filiadas ao PSB, como a deputada estadual Fabíola Mansur, o presidente da União dos Municípios da Bahia (UPB), Wilson Cardoso, o ex-deputado federal Bebeto Galvão e o apresentador Uziel Bueno.

STF autoriza PF a ouvir Arthur Lira e fazer acareação com deputado José Rocha
Foto: Kayo Magalhães/Câmara dos Deputados

O ministro Flávio Dino, do Supremo Tribunal Federal (STF), autorizou a Polícia Federal a tomar depoimentos e fazer uma acareação entre o ex-presidente da Câmara, Arthur Lira (PP-AL), e o deputado José Rocha (União Brasil-BA).

 

A decisão determina que a PF apure contradições entre Lira e Rocha sobre as indicações de emendas do antigo orçamento secreto.

 

Em nota, a assessoria de Lira afirmou que o deputado só ficou sabendo do procedimento após a publicação da reportagem e que está à disposição para prestar esclarecimentos. A defesa também considerou “estranha” a autorização para a acareação sem que Lira tenha prestado depoimento. Ainda segundo a nota, declarações pessoais e políticas de José Rocha não foram confirmadas por outros deputados.

 

Esta é a primeira vez que Lira deve ser ouvido pela Polícia Federal sobre supostas irregularidades na destinação de emendas parlamentares.

 

Os depoimentos ocorrerão dentro do inquérito que investiga o antigo orçamento secreto e que levou à Operação Transparência, em dezembro passado. A operação teve como alvo uma ex-assessora de Lira na Presidência da Câmara, a servidora Mariangela Fialek, conhecida como Tuca, que teve busca e apreensão em seu antigo gabinete e em sua casa.

Raimundo Costa, Adriano Lima e Bebeto Galvão selam aliança e decidirão juntos filiação partidária
Foto: Divulgação

O deputado federal Raimundo Costa (Podemos), o ex-prefeito de Serrinha, Adriano Lima (PP) e o ex-deputado federal, Bebeto Galvão (PSB), formalizaram, nesta terça-feira (03), um pacto de aliança político-partidária. Em comunicado oficial, o trio afirmou que, após avaliação conjunta do cenário político do Brasil e da Bahia e das projeções eleitorais para o próximo ciclo, deverão atuar de forma integrada para decidir sobre filiação partidária, reafirmando um compromisso de unidade e coordenação política.

 

A aliança entre eles reúne bases em diferentes regiões do estado. Raimundo Costa possui inserção entre pescadores, comunidades ribeirinhas e no Baixo-Sul; Adriano Lima, médico oftalmologista e ex-prefeito por dois mandatos, concentra liderança no território do Sisal; e Bebeto Galvão tem trajetória na defesa dos direitos da classe trabalhadora, com representatividade no sul da Bahia. 

 

Os três serão candidatos a deputado federal, e as lideranças das bases dos pré-candidatos avaliam que, do ponto de vista matemático e eleitoral, juntos eles projetam um potencial estimado em 220 mil votos, podendo chegar próximo dos 300 mil votos com a incorporação de outros nomes que dialogam com o grupo. A expectativa pode ser determinante para a escolha do futuro partidário. 

 

Bebeto Galvão tem sinalizado sobre a conjuntura e viabilidades do seu partido, o PSB, "convidando os demais a assinarem com a sua legenda em uma aliança estratégica estadual e nacional". Já os aliados, Raimundo e Adriano, têm apontado sobre o cenário do Podemos e as chances de vitória. "Ambas as legendas são consideradas como caminhos naturais, mas a definição será tomada de forma conjunta, observando os critérios políticos dos partidos que enxergarem e priorizarem essa agenda coletiva e garantam condições de disputa competitivas", concluem.

Lídice revela negociações para reunião entre João Campos e Jerônimo visando chegada de Zé Cocá e egressos do PP
Foto: Max Haack / Ag Haack / Bahia Notícias

A deputada federal e presidente do PSB na Bahia, Lídice da Mata, detalhou o andamento das negociações para uma possível filiação do prefeito de Jequié, Zé Cocá (PP), e de deputados estaduais do Progressistas que desejam deixar a legenda. Em entrevista nesta sexta-feira (23), durante evento de aniversário do MST no Parque de Exposições, em Salvador, ela revelou que negocia uma reunião entre o governador Jerônimo Rodrigues (PT) e o presidente nacional do PSB, prefeito de Recife (PE), João Campos, para alinhar os últimos ajustes.

 

“Levemos alguns e tivemos uma reunião Ele foi convidado pelo prefeito Wilson Cardoso, companheiro de militância na União dos Prefeitos da Bahia (UPB), mas ainda falta, digamos assim, foi uma alinhada, mas ainda falta uma costura final. Nós estamos muito esperançosos de que isso resulte um grande crescimento do PSB, tanto numa condição de fazer uma chapa que eleja entre seis e sete deputados estaduais, e uma chapa na Federal que eleja dois a três, com ênfase no terceiro”, disse Lídice da Mata.

 

Questionada sobre a participação de João Campos nas conversas, a parlamentar afirmou que o prefeito tem acompanhado as negociações com proximidade: “Totalmente, está acompanhando de perto. Eu estou inclusive nesse momento negociando uma data para um encontro entre ele, Jerônimo, e alguns dos companheiros com que nós estamos discutindo a vinda para o PSB.”

 

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Lídice também foi perguntada em relação a uma possível saída de Angelo Coronel (PSD) da chapa para o senado nas eleições deste ano. Sendo relembrada que viveu uma situação semelhante em 2018, a deputada afirmou que a atual situação “não era problema dela”, evitou dar conselhos sobre a questão e lamentou uma possível ausência de uma representação feminina na chapa do governador Jerônimo no pleito.

 

“Não é um problema meu nesse momento. Eu estou cuidando da chapa de deputado federal e da chapa de deputado estadual. E acho que os dois candidatos que estão pleiteando, tanto Wagner como Rui, tem total legitimidade para pleitear. Também Coronel que está no mandato, mas está de sair para entrar outro (...). Eu não posso dar conselho a ninguém, imagine uma mulher dando conselho aos homens que são os comandantes da política nacional majoritariamente. Não, eu não tenho nenhuma capacidade para dar esse tipo de conselho a ninguém, muito menos a ele. O que eu acho é que eu lamento que não tenhamos até então encontrado um caminho para garantir uma representação feminina na chapa. E como ainda não terminou o prazo, vamos ver se isso é possível ou não isso”, respondeu.

Ratinho Jr. diz que aceita disputar Presidência se for escolhido pelo PSD
Foto: Rafa Neddermeyer/Agência Brasil

O governador do Paraná, Ratinho Jr. (PSD), afirmou que pode disputar a Presidência da República caso essa seja uma decisão do partido. A declaração foi feita na última quarta-feira (14), durante o anúncio de investimentos em infraestrutura viária no Jardim Botânico, em Curitiba.

 

“É preciso pensar quem terá condições de liderar um novo projeto para o Brasil. Se o meu nome for escolhido internamente, fico honrado e, naturalmente, aceito o desafio. Isso é algo que precisa ser construído dentro do partido”, declarou o governador.

 

Ratinho Jr. tem sido citado por lideranças do PSD como um possível nome para a corrida presidencial de 2026. O presidente nacional da sigla, Gilberto Kassab, e o senador Ciro Nogueira (PP) já mencionaram publicamente o governador como uma alternativa para o próximo pleito.

 

Nos últimos dias, o governador se reuniu duas vezes com Kassab, na quinta-feira (8) e na terça-feira (13). Segundo a assessoria de Ratinho Jr., houve avanço nas conversas, mas ainda não há consenso dentro do partido sobre o lançamento de uma candidatura própria à Presidência.

Eduardo Sales evita antecipar destino partidário mas reforça permanência na base de Jerônimo
Foto: Nilson Tellys / Bahia Notícias

Durante a Lavagem do Bonfim, nesta quinta-feira (15), o deputado estadual Eduardo Sales comentou sobre a saída do PP após aliança do partido com União Brasil. O parlamentar, que tem até março para migrar de sigla, ainda não definiu a nova legenda.

 

A pretensão dos correligionários é saírem todos para o mesmo partido. Deputados estaduais do Progressistas, Niltinho, Hassan Iossef, e Antonio Henrique Júnior devem acompanhar o movimento para continuar na base do governador Jerônimo Rodrigues (PT).



“Nosso objetivo é estar todo mundo em bloco. A decisão dos deputados é que iremos para um partido que contemple a vontade que nós temos de ser um grupo forte e que possa avançar junto ao governo. Apesar de termos o prazo de março, até fevereiro teremos o martelo batido”, garantiu.

 

Questionado sobre a migração para o PSB, o parlamentar admitiu a possibilidade de passar a fazer parte do quadro de deputados do partido.

 

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“Temos uma conversa bem andada com o PSB. O João Campos tem trazido uma força muito importante a nível nacional e estamos estudando. Essa possibilidade sem dúvida é uma das cogitadas”, afirmou Sales.

Niltinho fala em “pré-campanha” durante Lavagem do Bonfim e evita cravar novo partido: “Tem muita conversa até março”
Foto: Antônio Cavalcante/ Bahia Notícias

O deputado estadual Niltinho (PP) avaliou que a Lavagem do Bonfim, festa que abre o calendário popular de Salvador, funciona como a primeira ação da “pré-campanha” eleitoral. Presente no cortejo entre a Igreja da Conceição da Praia e a Colina Sagrada no Bonfim, nesta quinta-feira (15), o parlamentar aponta que é uma oportunidade para os grupos demonstrarem união e força política. 

 

“É o início da campanha, pré-campanha do ano da eleição. Seja no ano das eleições municipais ou agora na eleição do estado. Já começa a movimentação, as pessoas começam realmente a participar com o olhar, pensando em outubro de 2026. Eu tenho certeza que o governo está aqui demonstrando a própria força que tem”, sucinta. 

 

Niltinho garante, no entanto, que a festa tem uma importância ainda maior. “Já percorri esse início aqui da Igreja e vi diversas pessoas participando falando da política, mas eu acho que, muito mais do que isso, é uma festa sagrada, uma festa que celebra o nosso Senhor do Bonfim, que celebra a energia da nossa Bahia. Aqui a gente tem a oportunidade de receber não só o baiano, mas pessoas que vêm de diversos estados e de outros países. Eu tenho certeza que essas pessoas não estão tão preocupadas com o termômetro político”, afirma. 

 

Ele, que vive um momento de transição política, para se manter ao lado da base governista, evitou cravar seu destino após a saída do Partido Progressistas, durante a janela partidária. Questionado sobre a possibilidade de ingressar no PSB ou no PSD, Niltinho disse apenas que “estamos conversando ainda, tem muita conversa, tem até março”. 

 

O deputado alega que deve seguir o posicionamento de outras lideranças para a tomar a decisão. “Os senadores, e eu já ouvi o governador dizendo que tem até março para decidir, então nós estamos nessa mesma posição, nessa mesma janela”, conclui.

Levantamento mostra como está disputa ao Senado para 2026 em meio a debates sobre Lei de Impeachment
Foto: Jefferson Rudy/Agência Senado

Mesmo com adaptações, a decisão monocrática do ministro Gilmar Mendes que suspendeu trechos da Lei do Impeachment de 1950 impactam diretamente nas estratégias dos partidos para as disputas ao Senado em 2026. Agora em plenário físico, os ministros devem decidir sobre a cautelar que atendeu as ADPFs 1259 e 1260 apresentadas pelo partido Solidariedade e pela Associação dos Magistrados Brasileiros (AMB).

 

Ao suspender diversos artigos da Lei do Impeachment (Lei 1.079/1950) relativos ao afastamento de ministros da Corte, Gilmar Mendes chegou a estabelecer que somente o procurador-geral da República pode protocolar pedidos de impeachment de ministros do STF no Senado. Todavia, após entendimento com o Senado, em um acordo de bastidores, o próprio ministro recuou. Gilmar também decidiu pelo entendimento de que o quórum para iniciar processos de impeachment é o de dois terços dos senadores (54), acima da maioria simples exigida anteriormente, de 41 votos pela admissão do processo - esse trecho da cautelar ainda segue vigente.

 

“Se trata de aplicar a Constituição, é isso que estamos fazendo. Tendo em vista que a lei, de alguma forma, ela já caducou. É de 1950, feita para regulamentar o impeachment no processo da Constituição de 1946. Ela já passou por várias constituições, e, agora, se coloca a sua discussão face à Constituição de 1988”, afirmou o ministro.

 

O ministro Flávio Dino, em evento no final da semana passada, foi o primeiro a defender a decisão do seu colega de STF. Dino defendeu a revisão da lei de 1950 e afirmou que já foram apresentados 81 pedidos de impeachment contra ministros do Supremo.

 

“Isso jamais aconteceu antes no Brasil e isso nunca aconteceu em nenhum país do planeta Terra. Então, é preciso analisar para ver se de fato são imputações, acusações de crime de responsabilidade. Por que agora? Porque tem 81 pedidos de impeachment”, afirmou Dino.

 

A decisão do ministro Gilmar Mendes gerou fortes protestos de parlamentares de oposição e de direita, e foi elogiada por deputados e senadores governistas. Foi o caso, por exemplo, do líder do PT na Câmara, Lindbergh Farias (RJ), que celebrou a medida. 

 

“A liminar de Gilmar Mendes na ADPF sobre o impeachment de ministro do STF foi um contragolpe preventivo. Hoje, a decisão do STF cumpre papel similar ao bloquear o uso político do impeachment para subjugar a Corte, impedindo que a Constituição seja capturada por uma hipotética conquista de uma maioria parlamentar golpista”, afirmou o líder petista.

 

O parlamentar comparou a decisão de Gilmar Mendes ao episódio de 11 de novembro de 1955, quando o então ministro da Guerra, Marechal Henrique Lott, interveio para garantir a posse de Juscelino Kubitschek. 

 

Segundo Lindbergh, há uma movimentação da direita para formar maioria no Senado e tentar destituir ministros do Supremo. Ele argumentou que essa investida teria como meta “destruir o papel do tribunal como guardião da Constituição” e permitir a substituição dos ministros por nomes alinhados a interesses políticos. 

 

“A extrema direita trama abertamente o impeachment de ministros do STF, visando a destruir seu papel de guardião da Constituição. Uma maioria no Senado poderia ‘impichar’ todos os ministros e recompor o tribunal com aliados, convertendo-o em um poder submisso”, disse o deputado do PT.

 

Já senadores e deputados de direita acusaram Gilmar Mendes de dar um “golpe” no parlamento. Esses parlamentares disseram em discursos na Câmara e no Senado e nas redes sociais que o ministro buscou blindar a si mesmo e aos colegas do risco de sofrerem um processo de impeachment. 

 

Para esses parlamentares, a mudança na regra atrapalha frontalmente os planos da oposição nas eleições do ano que vem. O motivo é que o impeachment de ministros do STF faz parte da estratégia da direita para a campanha de seus candidatos ao Senado. 

 

Desde 2023, o bolsonarismo priorizou a eleição ao Senado como forma de reagir às punições por atos golpistas. O tom crítico ao Supremo faria parte da campanha em 2026, e a decisão de Gilmar Mendes, neste aspecto, seria uma “antecipação ao resultado das eleições”, como afirmou o senador Jorge Seif (PL-SC). 

 

Essa estratégia já havia sido confirmada por diversas vezes pelo presidente do PL, Valdemar Costa Neto. O dirigente vinha trabalhando para lançar candidaturas fortes ao Senado, com a intenção de conquistar a maior bancada e ter força para levar à frente os pedidos de impeachment. 

 

O próprio ex-presidente Jair Bolsonaro por diversas vezes desde o ano passado vinha estimulando essa estratégia, de conquistar pelo menos uma vaga de senador em cada um dos 27 estados brasileiros. Bolsonaro disse em eventos públicos que a ideia do seu grupo era a de aumentar a representatividade da direita no Senado, para facilitar ações como a abertura de processos de impeachment contra ministros do STF.

 

Em outubro de 2026, o Senado passará por uma renovação de dois terços de suas cadeiras, com a eleição de dois senadores por estado. Na última eleição com mudança de dois terços das cadeiras, em 2018, o Senado assistiu à maior renovação da sua história. 

 

Naquela eleição, de cada quatro senadores que tentaram a reeleição, três não conseguiram manter o mandato. Desde a redemocratização do país não aconteceu um pleito que levasse tantas caras novas para o tapete azul do Senado. No total, das 54 vagas em disputa em 2018, 46 foram ocupadas por novos nomes, uma renovação de mais de 85%.

 

Para as eleições de 2026, é esperada uma repetição de uma renovação alta, mas desta vez com outro ingrediente: é possível que os partidos de direita e de centro-direita conquistem a hegemonia das cadeiras em disputa. 

 

Caso a maioria dos ministros do STF acompanhe a decisão de Gilmar Mendes, uma expressiva vitória de senadores de direita dificilmente teria utilidade para a abertura de processos de impeachment. Somente haveria essa possibilidade caso a direita alcance 54 ou mais cadeiras no Senado, contando as que serão disputadas em 2026 e as demais que entrarão em disputa apenas em 2030. 

 

O Senado, atualmente, possui maioria dos partidos de centro, como PSD, MDB, PP, União e Podemos. No total, esse grupo domina a Casa, com 46 cadeiras, embora mais da metade dos senadores desses partidos votem fechados com o governo Lula.

 

Os partidos de esquerda juntos detém apenas 16 cadeiras no Senado, ou cerca de 20% do total. Já a oposição declarada (PL, PSDB e Novo) possui 19 senadores, ou 22% da composição do Senado. 

 

Para alcançar os 54 apoios necessários, portanto, a oposição e os partidos de direita terão que alcançar uma expressiva votação nas urnas de outubro de 2026.

 

Levantamento realizado pelo Bahia Notícias revela como pode ficar o Senado Federal após as eleições de 2026. O levantamento levou em consideração as pesquisas mais recentes realizadas nos estados, com os nomes que se colocam no momento para a disputa. 

 

Esses nomes ainda podem mudar até outubro de 2026, portanto a simulação é apenas com base no cenário existente no momento, a partir de pesquisas de institutos nacionais.

 

Confira abaixo como está a disputa, com os estados divididos por região:

 

REGIÃO NORTE

 

ACRE (Paraná Pesquisas)

  • Gladson Cameli (PP) - 42,4%
  • Marcio Bittar (PL) - 24,8%
  • Jorge Viana (PT) - 23,7%
  • Jéssica Sales (MDB) - 21,2%
  • Mara Rocha (MDB) - 20,3%

 

AMAPÁ (Paraná Pesquisas)

  • Rayssa Furlan (MDB) - 60,9%
  • Lucas Barreto (PSD) - 45,1%
  • Randolfe Rodrigues (PT) - 38,6%
  • Waldez Góes (PDT) - 17,2%

 

AMAZONAS (Real Time Big Data)

  • Eduardo Braga (MDB) - 21%
  • Alberto Neto (PL) - 21%
  • Wilson Lima (União Brasil) - 18%
  • Marcos Rotta (Avante) - 8%
  • Marcelo Ramos (PT) - 8%

 

PARÁ (Paraná Pesquisas)

  • Helder Barbalho (MDB) - 49,3%
  • Éder Mauro (PL) - 32,5%
  • Celso Sabino (União Brasil) - 20,7%
  • Zequinha Marinho (Podemos) - 19,6%
  • Paulo Rocha (PT) - 15,6%

 

RONDÔNIA (Real Time Big Data)

  • Coronel Marcos Rocha (União Brasil) - 22%
  • Silvia Cristina (PP) - 20%
  • Confúcio Moura (MDB) - 15%
  • Bruno Bolsonaro Scheid (PL) - 14%

 

RORAIMA (Real Time Big Data)

  • Teresa Surita (MDB) - 27%
  • Antonio Denarium (PP) - 24%
  • Chico Rodrigues (PSB) - 13%
  • Mecias de Jesus (Republicanos) - 11%

 

TOCANTINS (Real Time Big Data)

  • Wanderley Barbosa (Republicanos) - 24%
  • Eduardo Gomes (PL) - 19%
  • Alexandre Guimarães (MDB) - 12%
  • Vicentinho Junior (PP) - 12%
  • Carlos Gaguim (União Brasil) - 11%

 

REGIÃO NORDESTE

 

ALAGOAS (Real Time Big Data)

  • Renan Calheiros (MDB) - 26%
  • Davi Davino (Republicanos) - 21%
  • Alfredo Gaspar (União Brasil) - 18%
  • Arthur Lira (PP) - 13%

 

BAHIA (Real Time Big Data)

  • Rui Costa (PT) - 28%
  • Jaques Wagner (PT) - 14%
  • Angelo Coronel (PSD) - 14%
  • João Roma (PL) - 13%
  • Márcio Marinho (Republicanos) - 4%

 

CEARÁ (Real Time Big Data)

  • Roberto Cláudio (União Brasil) - 20%
  • Alcides Fernandes (PL) - 16%
  • Eunício Oliveira (MDB) - 14%
  • José Guimarães (PT) - 14%
  • Priscila Costa (PL) - 10%

 

MARANHÃO (Real Time Big Data)

  • Carlos Brandão (Sem partido) - 27%
  • Weverton Rocha (PDT) - 19%
  • Lahesio Bonfim (Novo) - 15%
  • Andre Fufuca (PP) - 11%
  • Eliziane Gama (PSD) - 7%

 

PARAÍBA (Real Time Big Data)

  • João Azevêdo (PSB) - 30%
  • Veneziano Vital do Rego (MDB) - 22%
  • Marcelo Queiroga (PL) - 14%
  • Nabor Wanderley (Republicanos) - 9%
  • Major Fábio (Novo) - 5%

 

PERNAMBUCO (Instituto Alfa Inteligência)

  • Humberto Costa (PT) - 26%
  • Eduardo da Fonte (PP) - 18%
  • Anderson Ferreira (PL) - 14%
  • Jo Cavalcanti (Psol) - 14%
  • Silvio Costa Filho (Republicanos) - 12%

 

PIAUÍ (Real Time Big Data)

  • Marcelo Castro (MDB) - 29%
  • Julio Cesar (PSD) - 20%
  • Ciro Nogueira (PP) - 19%
  • Tiago Junqueira (PL) - 11%

 

RIO GRANDE DO NORTE (Real Time Big Data)

  • Styvenson Valentim (PSDB) - 22%
  • Fátima Bezerra (PT) - 15%
  • Álvaro Dias (Republicanos) - 14%
  • Carlos Eduardo Alves (PSD) - 13%
  • Dra. Zenaide Maia (PSD) - 13%

 

SERGIPE (Real Time Big Data)

  • Rodrigo Valadares (União Brasil) - 14%
  • Edvaldo Nogueira (PDT) - 14%
  • Eduardo Amorim (PSDB) - 12%
  • André Moura (União Brasil) - 12%
  • Alessandro Vieira (MDB) - 9%
  • Rogério Carvalho (PT) - 9%

 

REGIÃO CENTRO-OESTE

 

DISTRITO FEDERAL (Paraná Pesquisas)

  • Michelle Bolsonaro (PL) - 34,1%
  • Ibaneis Rocha (MDB) - 30,2%
  • Leila do Vôlei (PDT) - 23,2%
  • Érika Kokay (PT) - 21,4%
  • Fred Linhares (Republicanos) - 20,7%

 

GOIÁS (Real Time Big Data)

  • Gracinha Caiado (União) - 30%
  • Gustavo Gayer (PL) - 18%
  • Gustavo Medanha (PSD) - 9%
  • Adriana Accorsi (PT) - 9%
  • Major Victor Hugo (PL) - 8%
  • Vanderlan Cardoso (PSD) - 6%

 

MATO GROSSO (Real Time Big Data)

  • Mauro Mendes (União Brasil) - 49%
  • Janaína Riva (MDB) - 37%
  • Carlos Fávaro (PSD) - 20%
  • Jayme Campos (União Brasil) - 17%
  • José Medeiros (PL) - 13%

 

MATO GROSSO DO SUL (Real Time Big Data)

  • Reinaldo Azambuja (PL) - 31%
  • Capitão Contar (PL) - 18%
  • Nelsinho Trad (PSD) - 16%
  • Simone Tebet (MDB) - 12%
  • Soraya Thronicke (Podemos) - 9%

 

REGIÃO SUDESTE

 

ESPÍRITO SANTO (Real Time Big Data)

  • Renato Casagrande (PSB) - 33%
  • Sérgio Meneghelli (Republicanos) - 15%
  • Da Vitória (PP) - 11%
  • Fabiano Contarato (PT) - 10%
  • Maguinha Malta (PL) - 8%
  • Marcos do Val (Podemos) - 6%

 

MINAS GERAIS (Paraná Pesquisas)

  • Aécio Neves (PSDB) - 29%
  • Carlos Viana (Podemos) - 26,4%
  • Maurício do Vôlei (PL) - 18,3%
  • Rogério Correia (PT) - 14,7%
  • Eros Biondini (PL) - 13,6%
  • Alexandre Silveira (PSD) - 9,6%

 

RIO DE JANEIRO (Real Time Big Data)

  • Flávio Bolsonaro (PL) - 27%
  • Claudio Castro (PL) - 27%
  • Pedro Paulo (PSD) - 12%
  • Marcelo Crivella (Republicanos) - 11%
  • Benedita da Silva (PT) - 11%

 

SÃO PAULO (Real Time Big Data)

  • Fernando Haddad (PT) - 19%
  • Capitão Derrite (PP) - 18%
  • Marina Silva (Rede) - 12%
  • Coronel Mello Araújo (PL) - 11%
  • Ricardo Salles (Novo) - 11%
  • Paulo Serra (PSDB) - 7%
  • Paulinho da Força (Solidariedade) - 4%

 

REGIÃO SUL

 

PARANÁ (Real Time Big Data)

  • Ratinho Jr. (PSD) - 31%
  • Cristina Graeml (União Brasil) - 14%
  • Deltan Dallagnol (Novo) - 13%
  • Filipe Barros (PL) - 13%
  • Gleisi Hoffmann (PT) - 10%
  • Zeca Dirceu (PT) - 8%

 

RIO GRANDE DO SUL (Real Time Big Data)

  • Eduardo Leite (PSDB) - 19%
  • Manuela D´Ávila (Psol) - 16%
  • Paulo Pimenta (PT) - 15%
  • Marcel van Hatten (Novo) - 15%
  • Sanderson (PL) - 12%
  • Luiz Carlos Heinze (PP) - 6%

 

SANTA CATARINA (Real Time Big Data)

  • Carlos Bolsonaro (PL) - 21%
  • Carol de Toni (PL) - 18%
  • Esperidião Amin (PP) - 14%
  • Décio Lima (PT) - 14%
  • Tânia Ramos (Psol) - 5%

Curtas do Poder

Ilustração de uma cobra verde vestindo um elegante terno azul, gravata escura e língua para fora
Tenho pra mim que os propagandistas estão tontos com as "mudernidades". É tanto celular gravando o tempo inteiro, IA, implante capilar e trend, que tá faltando proposta e política. O problema é que mesmo quem faz política tá enfrentando outro bicho: o ciúme. Mas tem amizades que se provam com o tempo. O Galego que o diga... Saiba mais!

Pérolas do Dia

Jerônimo Rodrigues

Jerônimo Rodrigues
Foto: Ricardo Stuckert

"Eu vou continuar governando ao lado do presidente Lula. Vamos ter dois senadores, Rui Costa e Jaques Wagner, além de Otto que já está lá. Quero aproveitar e falar a notícia em primeira mão: Lula acabou de falar comigo, agora pouco, e confirmou a vinda nesta sexta-feira (28) para Salvador". 

 

Disse o governador Jerônimo Rodrigues (PT) ao confirmar a presença do presidente Lula em um ato político em Salvador nesta sexta-feira (28). O anúncio foi feito durante entrevista a uma emissora da capital nesta terça-feira (25). 

Podcast

Vota BN: Projeto Prisma entrevista o pré-candidato ao Senado Federal Angelo Coronel (Republicanos) nesta segunda

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A sabatina faz parte da série especial "Vota BN", dedicada a entrevistar os principais candidatos ao Senado e ao Governo do Estado.

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