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O chef e empresário Vini Figueira assumirá a operação de alimentos e bebidas dos eventos no Palacete Tirachapéu, no Centro Histórico de Salvador. A nova fase será apresentada na próxima quarta-feira (22), em um evento para convidados no próprio espaço.
Com a parceria, o Vini Figueira Catering passa a integrar o grupo de fornecedores responsáveis pelo atendimento de celebrações sociais e corporativas realizadas no local, que reúne diferentes ambientes. “Fazer parte da operação de eventos do Tirachapéu é uma grande satisfação. Estamos falando de um espaço histórico, com enorme relevância cultural, e poder contribuir com a nossa gastronomia nesse contexto é muito especial”, afirmou o chef.
À frente de quatro restaurantes na capital - Vini Figueira Mar, Vini Figueira Gastronomia, Genaro por Vini Figueira e Ainá Lamen -, o chef amplia sua atuação no segmento de eventos, levando ao espaço uma proposta adaptada a diferentes formatos. “Nosso objetivo é criar experiências que vão além do prato, respeitando o perfil de cada cliente e o potencial de cada ambiente”, completou.
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A chef Morena Leite, responsável pelo Restaurante Capim Santo, em Trancoso, na Bahia, foi escolhida para assinar o menu do jantar destinado aos chefes de Estado durante a cúpula do G20, que acontecerá na próxima semana no Rio de Janeiro.
Morena Leite, conhecida por apresentar pratos que destacam a culinária regional brasileira, já teve a oportunidade de assinar jantares e almoços para diversas autoridades políticas internacionais, incluindo eventos realizados em Brasília.
Depois de garantir a primeira vaga na final, ao lado de César e Lara, a chef baiana Luciana Berry venceu o reality gastronômico, na noite desta sexta-feira (3). Classificada pelos jurados Felipe Bronze, Ailin Aleixo e Emmanuel Bassoleil como uma cozinheira cheia de técnica, amplo repertório e foco, ela, que vive há mais de 15 anos em Londres (clique aqui e aqui e saiba mais sobre ela), se destacou dos outros concorrentes com um “Menu da Vida” repleto de referências à Bahia e memórias afetivas.
“É tão bonito te ver trabalhar, te ver cozinhar. Mulher de temperamento e presença muito forte, que fala o que pensa. Você fala na raça aqui na cozinha, mas também na casa. E a coisa gostosa é a mistura do seu sotaque baiano com inglês. Você traduziu em todos os pratos que você apresentou em toda essa temporada em coisas maravilhosas. Você tem um repertório internacional muito vasto, mas você nunca esqueceu de colocar o seu tom brasileiro nas receitas. Sua ousadia trouxe pratos impecáveis e emocionantes que fizeram até Ailin chorar, e não é fácil, é jogo duro pra ela chorar comendo o prato de alguém assim. E isso faz perceber o quanto você é exigente consigo mesma, mas com cobrança na medida certo. Essas cobranças te impulsionaram e te fizeram atingir o padrão de excelência pra chegar até aqui. Eu vou te dizer só: parabéns, Lu, merci!”, discursou o chef francês Emmanuel Bassoleil, sobre a concorrente baiana, antes de anunciar sua vitória.
Além do profissionalismo e de explorar suas raízes, ela lançou de mão de muita ousadia para surpreender os avaliadores e garantir o troféu e o prêmio de R$ 300 mil, com o menu que chamou de “O Brasil Pelos Meus Olhos”. De entrada, Luciana apresentou um “simples” pãozinho de queijo, prato que costuma agradar ao filho de 9 anos, Rafael. O quitute, assim como o carpaccio de chuchu com azeite trufado e trufas negras, surpreendeu os jurados e agradou em cheio. “O segundo prato foi o chuchu, porque eu gosto de pegar essas coisas bem simples, como falei. Como eu falei, eu peguei o chuchu, coloquei uma maquiagem cara e levei pra balada! Eu acho importante a gente, chefs, mostrar o valor dos nossos ingredientes e tentar fazer isso em alta gastronomia. Porque é fácil fazer comida gostosa com ingredientes caros, mas nem todo mundo tem ingrediente caro em casa, então é muito mais democrático, muito mais bonito mostrar esse Brasil”, avalia a baiana, que teve na mãe, a quem chama de “melhor cozinheira do universo” como grande exemplo.
Completando o menu, Luciana Berry imprimiu sua assinatura em um ballotine de abará com vatapá caranguejo e vinagrete, lamentando a ausência da folha de bananeira para respeitar as tradições. “Eu sou louca por abará e sempre falo que a dúvida maior do baiano é comer abará ou acarajé. Eu falei: 'gente, mas ninguém conhece muito o abará e é uma delícia', então decidi botar o abará pra ficar famoso!”, lembra. “Eu fiz um ballotine de abará, eu falei falei pra eles que geralmente a gente cozinha com a folha de bananeira, só que lá não tinha, então eu falei: 'quer saber de uma? Eu vou fazer um ballotine, porque eu preferi ousar e fazer, do que não mostrar a Bahia”, acrescenta a chef, que ainda brincou sobre como a “gourmetizada” seria recebida em sua terra natal. “Não sei se mostrou nessa hora, mas eu falei: 'gente, eu vou fazer um ballotine de abará e não sei nem se eu volto mais pra Bahia ou se o povo vai me querer' (risos)”, provocou.

Ballotine de abará surpreendeu os jurados | Foto: TV Record
Ainda lembrando de suas origens, Luciana fez também uma moqueca de carne seca com camarão e arroz, inspirada no avô. “Ele levava a boiada de Conquista a Salvador, ficava semanas na estrada e só comia carne seca. E quando ele chegava em Salvador ele queria logo uma moqueca, então eu fiz 'Quando o Sertão Encontra o Mar'. Eu fiz em homenagem ao meu avô, porque ele amava esse prato”, conta a soteropolitana que cresceu em Vitória da Conquista e vive há mais de 15 anos em Londres, no Reino Unido.
Para finalizar, do jeito que baiano gosta, ela buscou referência em uma memória de infância: o picolé Capelinha, que virou bolo de amendoim com sorvete de coco e maracujá. “Eu falei na hora picolé no isopor, porque não podia falar marca, mas era o picolé Capelinha, que eu amo!”, conta Luciana, sobre a explicação que deu no programa, omitindo a marca tão conhecida em Salvador. Para a sobremesa, ela lembrou o dia em que acabou tendo sua grande epifania, na Praia da Terceira Ponte, quando driblou a supervisão da mãe, que orientava as filhas a tomar picolé apenas de fruta. “Eu amo picolé de amendoim, mas ela não deixava a gente comer muito porque na praia é muito quente, então ela falava 'coma só fruta'. Mas teve um dia que eu peguei um de amendoim escondido e minha irmã pegou o de côco. Eu fui comer o meu e achei salgado, ai o vendedor disse que a mãe dele que fez e deve ter comprado o amendoim salgado pra fazer o picolé. Mas eu adorei o picolé salgado, comi todo, mas lembro que falei 'oh, Lena [sua irmã], me dê um pedaço do seu aí de côco'. E na hora que eu provei aquilo fez sentido pra mim”, lembra.

A sobremesa foi inspirada no velho picolé Capelinha e de uma epifania da infância | Foto: TV Record
Veja o anúncio da vitória de Luciana:
A chef baiana Lili Almeida está entre os participantes aprovados na primeira seletiva do novo reality gastronômico “Mestre do Sabor”, que estreou nesta quinta-feira (10), na TV Globo, e é comandado pelo chef francês Claude Troisgros e seu fiel escudeiro, Batista.
No programa, que simula uma espécie de “The Voice” culinário, Lili conquistou o paladar de dois dos três jurados, com seu arroz caldoso de rabada como prato de entrada, mas preferiu entrar para o time da Mestre Kátia Barbosa.
A chef baiana Luciana Berry, ex-participante do Masterchef Profissionais em Londres (clique aqui e saiba mais), desembarcará em Salvador em abril, para participar de um bate-papo sobre sua trajetória profissional e a atuação na divulgação da gastronomia brasileira na Europa.
“Eu vou falar como na carreira de chef eu passei a divulgar a cultura e gastronomia brasileira, sobre as minhas viagens pela Europa nas maiores feiras de gastronomia do mundo, como a Sirha em Lyon, Berlin, na maior feira de frutas do mundo, em Madrid”, explica Luciana, “Vou falar também das mulheres no mercado de trabalho e as dificuldades que passamos na carreira de chef”, acrescenta.
O encontro acontece na Universidade Católica do Salvador (Ucsal), no dia 11 de abril, a partir das 19h, no auditório térreo do Campus Pituaçu.
Um dos jurados do Masterchef Brasil, o chef Henrique Fogaça foi multado em R$ 500 pela administração do condomínio onde vive em São Paulo, por “difamar o nome” do prédio. De acordo com informações da coluna de Mônica Bergamo, na Folha de S. Paulo, a administração do Conjunto Residencial Baronesa de Arary acusa Fogaça de chamar o edifício do qual é candidato a síndico de “treme-treme”, em entrevistas na internet. Ainda segundo a publicação, o colega de Paola Carosella e Erick Jacquin já recebeu uma notificação extrajudicial afirmando que chamar o prédio de treme-treme é “caluniar”, e que ele poderia até ser preso por isso. O advogado de Fogaça, Henrique Rocha, afirma que o chef não usou a expressão, que teria sido empregada pelos autores das matérias. “Ele não disse nada do prédio. Quer propor mudanças, somar e não brigar. Está disponível para conversar. Ele é boa praça”, defendeu o advogado.
O chef, escritor e apresentador de TV norte-americano Anthony Bourdain morreu aos 61 anos, na França. "É com tristeza extraordinária que podemos confirmar a morte de nosso amigo e colega, Anthony Bourdain", comunicou a CNN, emissora onde ele trabalhava, em um comunicado oficial na manhã de sexta-feira (8), informando ainda que ele teria cometido suicídio. Segundo a empresa, Bordain estava no país europeu para gravar um episódio de sua série "Parts Unknown", com a qual viajava o mundo para contar histórias sobre diferentes culturas culinárias. A CNN informou que o chef e apresentador foi encontrado desacordado no quarto de hotel, em Estrasburgo, pelo chef francês e amigo Eric Ripert, na manhã desta sexta-feira (8). "Seu amor pelas grandes aventuras, novos amigos, boa comida e bebida e as histórias notáveis do mundo fez dele um contador de histórias único. Seus talentos nunca deixaram de nos surpreender e vamos sentir muita falta dele. Nossos pensamentos e orações estão com sua filha e família neste momento incrivelmente difícil", diz nota da CNN. Em suas andanças, Anthony Bourdain esteve no Brasil algumas vezes, tendo inclusive passado pela Bahia, onde experimentou acarajé, caipirinha e queijo coalho na brasa.
Veja a passagem de Bordain pela Bahia:
Baiana radicada no Reino Unido e destaque do Masterchef Profissionais em Londres (clique aqui e saiba mais), a chef Luciana Berry foi convidada para ser a mentora e chef inspiração do concurso para a bolsa de estudo Julia Child, da Le Cordon Bleu, uma das mais importantes escolas de gastronomias do mundo. “A rede Cordon Bleu internacional me convidou para ser a mentora do scholarship desse ano. Quem tem o sonho de estudar na Cordon Bleu e não pode porque não tem grana, o sonho pode ser realizado agora”, contou Luciana ao Bahia Notícias. “Acho que o pessoal vai amar. É um concurso que as pessoas têm que provar porque merecem ganhar essas bolsas”, acrescentou a chef baiana. Para participar do concurso e estudar na Le Cordon Bleu, em Londres e Paris, os interessados devem se inscrever pela internet (clique aqui). A ficha de inscrição e as regras do concurso estão disponíveis em inglês.
A chef Roberta Sudbrack cancelou participação no Rock in Rio, após uma blitz da Vigilância Sanitária em seu estande jogar fora queijos e outros produtos que seriam utilizados na elaboração de seus pratos. “Sem nenhum bom senso ou razoabilidade, jogaram fora mais de 80 kg de queijo dentro da validade, assim como 80 kg de linguiça fresca e previamente aprovada pelo controle do evento Rock in Rio. Todos inspecionados pelos órgãos sanitários dos seus Estados. O motivo? Faltava 1 carimbo, um selo, uma coisa qualquer”, reclamou a chef em nota divulgada no Facebook. Segundo ela, os representantes do órgão argumentaram que os produtos não haviam sido liberados para comercialização durante o festival. Roberta também afirmou que vai ingressar com um pedido de liminar na Justiça para recuperar o restante da mercadoria que ainda não foi descartada. Ela ainda prometeu não só doar os alimentos como prepará-los para pessoas carentes.
Lançamento Bela Cozinha 2
Data: 16/11
Local: Livraria Saraiva - Salvador Shopping
Horário: 19h

Fabricio Lemos é um dos poucos nordestinos indicados | Foto: Reprodução/Facebook
De volta à Bahia, Lemos assumiu a responsabilidade de ajudar a criar o Al Mare, situado em um shopping da capital baiana, onde permaneceu por cerca de três anos e conquistou três títulos de Melhor Restaurante de Frutos do Mar em Salvador, além de Chef do Ano, em 2014. Em janeiro deste ano, ele assumiu a cozinha do Amado, em parceria e com a supervisão do chef Edinho, proprietário do estabelecimento. "Eu trouxe o que tinha de melhor, algumas cartas importantes que tinha na manga, que não podia soltar dentro do shopping, e transformei o Amado, que não deixa a desejar a nenhum restaurante do Brasil, quando se fala de produto de qualidade, produto de origem Bahia", lembrou Fabrício, que considera como diferencial no seu trabalho a vontade de se superar.
"Quando se fala em gastronomia os chefs sempre falam em amor. Mas não acho que esse seja o diferencial. Tem que ter amor, com certeza. Eu jamais teria sido lavador de prato por dois anos, se não tivesse esse objetivo. Mas sempre planejo, projeto futuro, além do amor que tenho. Então sempre estou buscando ferramentas necessárias para minha formação. Sempre tem algo mais que eu posso estudar, buscar, tanto na parte técnica, quanto com relação a ingredientes, armazenamento, apresentação. Sempre busco me aprimorar no que faço", revelou.



A chef Tereza Paim, que também acompanha o movimento nacional, com apoio do famoso chef Alex Atala, além da discussão encabeçada pela Associação Brasil à Mesa, sobre a limitação das leis, acredita que a iniciativa é favorável. “Isso é muito importante, porque através dessas iniciativas, desses estímulos que são dados, essa é que a gente consegue levar adiante os movimentos gastronômicos, os festivais, as coisas que divulgam a gastronomia fora do setor, digamos, somente do comprar e vender. Então esses projetos que têm a amplitude de educar, discutir, de colocar em questionamento, dar conhecimento, eles precisam de leis de incentivo. Então, quando a gente não tem é muito difícil”, explica a chef, que considera a gastronomia como “a única arte que você tem que consumir, senão morre”. “E o que é a gastronomia? Nada mais do que a representação da cultura de um povo num prato de comida. O que a gente tem num prato de comida é aquilo que é reflexo da nossa vida, do que a gente vive, do que a gente planta, das nossas relações com o mundo. A cultura de um povo é isso, então a comida é a linguagem que fala dessa cultura. Ela é falada e demonstrada por vários vetores, e a comida é o vetor que se não existir a pessoa morre. É o consumo obrigatório diário. Não to dizendo que é mais importante do que nada, mas você pode passar a sua vida sem assistir a uma peça de teatro, mas você não pode passar sua vida sem comer. E essa questão da cultura, que você precisa estar conectado com seu povo, com suas crenças, com aquilo que tem disponível, isso é que nos faz ser grupo. Eu costumo dizer que depois da linguagem falada, a comida é o que mais nos qualifica como povo. Ela que mostra todo o nosso universo e o relacionamento com a terra, com as pessoas e com a religião, no caso da Bahia, que tem uma comida tão litúrgica”, afirma Tereza Paim.
“Depois do programa o pessoal ficou pedindo para comer algo do Masterchef. Recebi muitas mensagens nas redes sociais, então resolvi preparar uma empada, mas dessa vez sem recheio de amígdalas. Usei pato confitado com maçã, com molho do próprio pato e redução de vinho do porto, que na hora vou injetar na empada para dar mais suculência. No programa eu havia preparado pato defumado e usado a técnica de confitar para preparar bacalhau, agora eu fiz um mix, de técnica e ingredientes”, explica a chef, que para o domingo (18) prepara um browne com merengue italiano maçaricado e um nugattini de amêndoas e já avisa: “quem quiser experimentar a cozinha do Masterchef tem que aparecer neste fim de semana. No próximo, se eu participar, vou preparar outras coisas, o meu estilo mesmo, usando técnicas francesas com ingredientes brasileiros”, diz.
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O jurado inglês não aprovou o caruru / Foto: Reprodução BBC
Curtas do Poder
Pérolas do Dia
Luiz Inácio Lula da Silva
"Quando o povo toma uma decisão, seja de direita, de esquerda ou do centro, temos que aceitar esse resultado. Eu nunca teria imaginado que um metalúrgico, que já foi líder sindical como eu, fosse eleito três vezes para a presidência. Mas aqui estou eu!".
Disse o presidente Luiz Inácio Lula da Silva fala sobre seus planos para a eleição deste ano, das pesquisas atuais e do principal adversário, Flávio Bolsonaro, e a respeito das suas estratégias para lidar com Donald Trump.