Artigos
Os “meninus” do trio
Multimídia
Apesar de críticas, novo Sedur defende agilidade para avanços em Salvador
Entrevistas
Afonso Florence garante candidatura de Lula em 2026 e crava retorno ao Congresso: “Sou parlamentar”
carlos bolsonaro
Em um mês de janeiro no qual divulgou mais um vídeo sobre monitoramento do pix, que teve mais de 71 milhões de visualizações, e que liderou uma caminhada a pé de 240Km de Minas Gerais a Brasília, o deputado federal Nikolas Ferreira (PL-MG) consolidou ainda mais a sua posição de político mais influente no Instagram.
Levantamento realizado pela plataforma de análise de dados Zeeng, divulgado nesta segunda-feira (26), revela que Nikolas Ferreira liderou com folga o ranking de engajamento entre políticos brasileiros entre os dias 1° e 26 de janeiro deste ano. O resultado do político mineiro foi 689% maior que o do segundo colocado, o também deputado Sargento Fahur (PSD-PR).
De acordo com a análise, o engajamento médio de Nikolas Ferreira nos primeiros 26 dias de janeiro deste ano no Instagram foi de 2.488.745 interações. Além do vídeo do Pix, diversos vídeos postados por Nikolas durante a caminhada realizada na semana passada tiveram forte engajamento, pelo menos dois deles na casa de 60 milhões de visualizações.
Já o deputado Fahur, por sua vez, registrou 315.087 participações em média no período, ficando com a segunda posição. O deputado paranaense entrou na caminhada já nos últimos dias.
O segmento da direita dominou o top 5 dos mais influentes, com o vereador Lucas Pavanato (PL-SP) na terceira posição, o senador Sergio Moro (União Brasil-PR) na quarta e o ex-deputado federal Eduardo Bolsonaro (PL-SP) na quinta colocação. Pavanato se juntou à caminhada logo nos primeiros dias, e gravou vídeos que tiveram milhões de visualizações e interações.
A esquerda, por outro lado, colocou apenas três nomes entre os 20 primeiros colocados. Foram eles: o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), na 7ª colocação; a deputada federal Erika Hilton (PSOL-SP), no 8° lugar; e o deputado estadual Renato Freitas (PT-PR), na 12ª posição.
Lula, por sinal, ficou logo abaixo do senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ), seu principal rival até o momento na disputa presidencial deste ano. Além de Lula e Flávio Bolsonaro, o outro presidenciável que aparece na lista é o governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos), na décima posição.
Dos 20 primeiros colocados na lista do ranking de influência, oito participaram da caminhada liderada por Nikolas Ferreira. São eles, além do próprio Nikolas: Sargento Fahur, Lucas Pavanato, Rony Gabriel, Carlos Bolsonaro, Jeffrey Chiquini, Gustavo Gayer e Maurício Marcon.
Além da deputada Erika Hilton, a outra mulher entre os 20 mais influentes é a deputada estadual Índia Armelau, do Rio de Janeiro. A deputada pertence ao PL do Rio, e faz muitas postagens com fortes críticas aos parlamentares e políticos de esquerda.
Confira a lista dos 20 primeiros colocados em engajamento no Instagram, segundo a plataforma Zeeng (número de interações em média por postagem):
1 - Nikolas Ferreira – 2.488.745
2 - Sargento Fahur – 315.087
3 - Lucas Pavanato – 193.106
4 - Sergio Moro – 187.530
5 - Eduardo Bolsonaro – 167.715
6 - Flávio Bolsonaro – 161.937
7 - Lula – 157.114
8 - Erika Hilton – 137.271
9 - Rony Gabriel – 134.697
10 - Tarcísio de Freitas – 103.184
11 - Carlos Bolsonaro – 93.353
12 - Renato Freitas – 88.206
13 - Delegado Bruno Lima – 79.057
14 - Jeffrey Chiquini – 78.495
15 - Cleitinho Azevedo – 75.742
16 - Gustavo Gayer – 74.804
17 - Mauricio Marcon – 72.707
18 - Sargento Salazar – 71.591
19 - Rodrigo Manga – 68.619
20 - Índia Armelau – 62.708
No segundo dia de sua caminhada de cerca de 240Km que começou nesta segunda-feira (19) na cidade mineira de Paracatu e deve acabar em Brasília no próximo domingo (25), o deputado federal Nikolas Ferreira (PL-MG) recebeu a adesão de diversas pessoas. Um dos que se juntou a um grupo que já passa de 30 pessoas foi o ex-vereador pelo Rio de Janeiro, Carlos Bolsonaro (PL).
O filho do ex-presidente Jair Bolsonaro ingressou na caminhada iniciada por Nikolas Ferreira perto da divisa entre os estados de Goiás e Minas Gerais. No primeiro dia, o grupo inicial, que contou com a adesão dos deputados André Fernandes (PL-CE) e Gustavo Gayer (PL-GO), percorreu cerca de 35Km na BR-040, estrada que liga o Rio de Janeiro ao Distrito Federal, passando por Minas Gerais e Goiás.
O grupo pretende chegar no próximo domingo e realizar uma manifestação pela liberdade do ex-presidente Jair Bolsonaro e de outros presos e condenados pelos atos de 8 de janeiro. A manifestação deve ser realizada na Papudinha, onde Bolsonaro cumpre pena por tentativa de golpe.
Ao encontrar o grupo, Carlos Bolsonaro agradeceu a iniciativa do deputado Nikolas Ferreira. O ex-vereador, que deve ser candidato a senador pelo estado de Santa Catarina, disse que deve sair da caminhada para visitar o pai na Papudinha, e depois retornar e se juntar novamente aos manifestantes.
Outro que entrou em contato com os deputados Nikolas Ferreira e Gustavo Gayer foi o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ), candidato a presidente. O senador agradeceu a iniciativa e disse que não poderá comparecer à manifestação do próximo domingo, chamada de “Acorda Brasil”, por ter que fazer uma viagem a Israel.
Diversos parlamentares de oposição têm gravado vídeos em apoio à caminhada, e dizendo que se juntarão ao grupo em algum momento do trecho, ou mesmo participarão da manifestação em frente à Papudinha. O deputado Luiz Lima (PL-RJ) foi um dos que disse que se juntará ao grupo que realiza a caminhada.
Em vídeo nas suas redes sociais, Luiz Lima disse que estava saindo pela manhã de moto do Rio de Janeiro para chegar junto aos manifestantes na noite desta terça (20).
O grupo liderado por Nikolas Ferreira deve dormir nesta terça próximo à cidade de Cristalina (GO). Quando chegarem lá, ainda faltarão cerca de 130km de estrada até chegar em Brasília.
O ex-vereador Carlos Bolsonaro criticou, nesta quinta-feira (15), a decisão do governo federal de disponibilizar cerca de 40 smart TVs em penitenciárias federais de segurança máxima para a realização de sessões de cinema destinadas aos detentos.
Nas redes sociais, o filho do ex-presidente Jair Bolsonaro compartilhou um vídeo em que compara o benefício concedido aos presos com a situação do pai, que cumpre pena na Superintendência da Polícia Federal, em Brasília.
“É tudo só coincidência no país atualmente controlado pela sopa de letrinhas”, ironizou Carlos ao comentar o tema. Na publicação, ele também repercutiu um vídeo do vereador de Vitória (ES), Dárcio Bracarense (PL), que classificou a medida como “um negócio descarado”.
- Governo Lula destinará Smart TVs para programa de cinema em presídios. (Metrópoles - 14/01/2026)
— Carlos Bolsonaro (@CarlosBolsonaro) January 15, 2026
- É tudo só coincidência na país atualmente controlado pela sopa de letrinhas!!!!
- Via @DarcioVix pic.twitter.com/zh1fYxpbBT
No último dia 8 de janeiro, a defesa de Jair Bolsonaro solicitou ao Supremo Tribunal Federal (STF) autorização para que o ex-presidente tenha acesso a uma smart TV na prisão. O pedido, no entanto, recebeu parecer contrário da Procuradoria-Geral da República (PGR).
Carlos Bolsonaro costuma usar as redes sociais para criticar as condições do pai no cárcere. Em publicações anteriores, ele mencionou um “ruído enlouquecedor intenso” provocado por um aparelho de ar-condicionado e reclamou que um rádio de pilha disponibilizado ao ex-presidente “não funciona direito”.
Carlos Bolsonaro, ex-vereador do Rio de Janeiro (PL) e filho do ex-presidente Jair Bolsonaro, publicou neste domingo (11) uma foto do pai em uma “crise de vômito” e informa que evoluíram para quadro de “azia constante”. Em nota que acompanha a publicação, a família reforça o pedido de prisão domiciliar.
Em seu perfil do Instagram, Carlos informou que a equipe médica do ex-presidente, condenado a 27 anos de prisão pelos atos do 8 de janeiro, foi chamada à sede da Polícia Federal em Brasília (DF), onde Bolsonaro se encontra preso.
Segundo a publicação, o quadro de azia “o impede de se alimentar adequadamente e de dormir” e o condenado enfrenta “abalo psicológico” por estar sozinho na cela. Ele atribui às crises de soluço e azia à facada que levou na corrida eleitoral de 2018.
Carlos Bolsonaro ainda informou que a defesa do Presidente Jair Bolsonaro protocolou mais um pedido de prisão domiciliar humanitária junto ao STF e que, segundo ele, “até o presente momento, lamentavelmente não foi apreciado”.
Ao final da postagem, o segundo filho de Bolsonaro contesta cada um dos 5 crimes pelos quais o pai foi condenado, classificando a condenação como “injusta”.
O ex-vereador Carlos Bolsonaro (PL-RJ) criticou, nesta quinta-feira (1º), o ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), após decisão que determina o retorno do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) à custódia na Superintendência da Polícia Federal, em Brasília, depois de receber alta hospitalar.
A manifestação ocorreu depois de Moraes negar um novo pedido da defesa para substituir o regime fechado por prisão domiciliar de caráter humanitário. Jair Bolsonaro passou por três cirurgias em menos de uma semana e estava internado sob cuidados médicos.
Em publicação nas redes sociais, Carlos Bolsonaro afirmou que o ministro estaria cumprindo ordens de terceiros ao manter a decisão.
“Qualquer pessoa de bom senso sabe qual é a missão dada, que precisa ser cumprida, e desde quando ela foi emitida pela primeira vez…”, escreveu ele.
A decisão do STF estabelece que, após a alta hospitalar, prevista também para esta quinta-feira, o ex-presidente deve retornar diretamente para a Superintendência da PF, onde permanece detido em Sala de Estado-Maior.
O vereador Carlos Bolsonaro (PL-RJ) efetuou duras críticas e atacou os lobbys da Faria Lima, grupo classificado como elite financeira paulista. Em uma publicação feita nas redes sociais, denominou de "Faria Luler" e associou a elite financeira paulista a eleitores e apoiadores do presidente Luiz Inácio Lula da Silva.
O filho de Bolsonaro afirmou que o grupo seria “o maior obstáculo ao desenvolvimento nacional”.
“Faria Luler se apresenta como elite esclarecida, mas hoje é o maior obstáculo ao desenvolvimento do país. Querem reconhecimento sem nunca ter suado por ele”, escreveu. Em tom mais agressivo, concluiu: “Não merecem nem o cheiro dos meus bagos após uma pelada de futebol!”
Em outra publicação, porém, Carlos indicou que o maior aliado do bolsonarismo - e não Lula, seria o grupo que articula os lobbys da Faria Lima.
"O que realmente quer o Centrão? Certamente não é liberdade econômica de verdade, nem autonomia do cidadão. O projeto é outro - silencioso, mas evidente para quem presta atenção", questionou o vereador.
O posicionamento dele chega após informações de que o mercado teria feito contato e articulação de líderes do Centrão para informar que a candidatura do grupo deve "morrer". Depois disso, o filho do ex-presidente do Brasil, fez a sequência de críticas.
Na última segunda-feira (8), Carlos chegou a publicar mensagens defendendo o desempenho econômico do governo de seu pai. Ele disse que o país chegou a ter “a menor taxa Selic da história antes da pandemia”. O vereador fez a declaração para defender a pré-candidatura de seu irmão Flávio Bolsonaro à Presidência em 2026.
Em nota publicada nas suas redes sociais, a ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro falou sobre a posição que ela apresentou contrária a qualquer aliança do PL com o ex-governador Ciro Gomes, e rebateu as críticas que sofreu dos três filhos do ex-presidente Jair Bolsonaro.
“Aqueles que defendem essa aliança são livres para continuar com ela, mas não deveriam me criticar por não aceitá-la. Eu tenho o direito de não aceitar isso, ainda que essa fosse a vontade do Jair (ele não me falou se é)”, disse Michelle na nota.
O conflito entre Michelle e os irmãos Bolsonaro começou no último fim de semana, durante o lançamento da candidatura do senador Eduardo Girão (Novo-CE) ao governo do Ceará. Na ocasião, a ex-primeira-dama criticou criticou e classificou como precipitada a aliança firmada entre seus correligionários e Ciro.
Em resposta, o presidente estadual da sigla, o deputado federal André Fernandes, disse que a costura teve o aval do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) antes de ele ir preso. Nesta segunda (1º), o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) saiu em defesa do deputado cearense e criticou Michelle, sendo apoiado depois em comentários públicos pelo deputado federal Eduardo Bolsonaro (PL-SP) e pelo vereador Carlos Bolsonaro (PL-RJ).
Na postagem feita em suas redes, Michelle Bolsonaro, que é presidente nacional do PL Mulher, disse que “vivemos em tempos difíceis”, e que, portanto, seria “normal que os nervos fiquem à flor da pele e podemos vir a machucar aqueles a que jamais gostaríamos de magoar”.
Michelle Bolsonaro disse na nota que ama seu marido, Jair Bolsonaro, e sua filha, Laura, e que “ama a vida dos meus enteados”, e que entende a dor deles pela prisão do pai. A presidente do PL afirma que defenderá Bolsonaro “como uma leoa que defende a sua família”, mas pediu respeito ao fato de pensar diferente dos outros.
“Eu respeito a opinião dos meus enteados, mas penso diferente e tenho o direito de expressar meus pensamentos com liberdade e sinceridade. Antes de ser uma líder, eu sou mulher, sou mãe, sou esposa e, se tiver que escolher entre ser política, mãe ou esposa, ficarei com as duas últimas opções”, disse Michelle.
A presidente do PL Mulher repetiu os argumentos que usou durante o evento no Ceará, de que jamais poderia concordar em ceder seu apoio à candidatura de Ciro Gomes, segundo ele, “um homem que tanto mal causou ao meu marido e à minha família”. Michelle destaca que não há como apoiar um político que ela taxou de responsável por rotular Jair Bolsonaro como genocida.
“Aqueles que defendem essa aliança são livres para continuar com ela, mas não deveriam me criticar por não aceitá-la. Eu tenho o direito de não aceitar isso, ainda que essa fosse a vontade do Jair (ele não me falou se é)”, colocou.
Na sequência do post com a nota pública, Michelle publicou vários trechos de entrevistas em que Ciro Gomes se manifesta contra o ex-presidente. Ela reforçou que em Fortaleza, teria se colocado como uma esposa defendendo seu marido e a sua família de um homem que sempre os atacou.
“Peço aos meus enteados que me entendam e me perdoem. Não foi minha intenção contrariá-los. Eu, assim como eles, quero apenas o melhor para o nosso herói, seu pai, meu esposo e o maior líder que esse país já teve - Jair Messias Bolsonaro”, concluiu Michelle Bolsonaro ao final da sua nota.
O filho do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), o vereador Carlos Bolsonaro, afirmou neste domingo (14) que a escolta da polícia penal para levar o ex-presidente ao hospital foi “apenas para promover a humilhação de um homem honesto”.
Por meio das redes sociais, ele usou a palavra “humilhação” para se referir a ocasião. Na manhã deste domingo, Jair Bolsonaro realizou procedimentos para retirar lesões na pele em um hospital particular em Brasília, tendo sido acompanhado por um comboio. No carro principal, estavam Jair Renan e Carlos.
“Um comboio com mais de 20 homens armados de fuzis ostensivamente, acompanhados de mais de 10 batedores, reduzindo a velocidade da bem abaixo da permitida na via, apenas para promover a humilhação de um homem honesto”, afirmou.
Esta foi a primeira vez que Bolsonaro deixou a prisão domiciliar desde que foi condenado pelo STF (Supremo Tribunal Federal) a 27 anos e 3 meses de prisão por liderar tentativa de golpe de Estado.
Carlos também criticou a vigilância do pai dentro do hospital: "Homens fardados e armados vigiam como se um senhor de 70 anos pudesse fugir por uma janela, assim como fazem em sua prisão domiciliar. Fica claro: o objetivo é fragilizá-lo, expô-lo e ofendê-lo, em nome da tal 'missão dada, missão cumprida' - até mesmo durante uma cirurgia! Isso é método de abate".
O senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) atacou o ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), e indiciou que o magistrado é o responsável por conta da divulgação das mensagens trocadas entre seu pai, o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) e o irmão Eduardo Bolsonaro (PL-SP), que foram incluídas em relatório divulgado pela Polícia Federal (PF) na quarta-feira (20).
O senador classificou a atitude do magistrado como "asquerosa" e disse que as mensagens "não têm nada a ver", sendo usadas apenas para atacar o ex-presidente.
“Eu acho que a palavra que eu encontro hoje para o Alexandre de Moraes é que ele é uma pessoa asquerosa, que joga muito baixo, que não tem limites para expor uma relação familiar que não tem nada a ver com o processo, com a única intenção de manipular a opinião pública, de atacar o presidente Bolsonaro e o seu grupo, porque isso não dá embasamento para nada. Então, qual o objetivo de vazar essas informações?”, disse ele.
O parlamentar também fez uma espécie de analogia de Moraes com o personagem Simão Bacamarte, do conto "O Alienista", de Machado Assis, onde o homem é um médico que funda um manicômio e decide internar todos os moradores da cidade, com o argumento de que todos sofriam de algum distúrbio. Mais tarde, ele muda de ideia e libera todos os pacientes e interna-se, convencido de que ele era o verdadeiro louco.
“É muito parecido com o que faz o Alexandre de Moraes, porque para ele todo mundo é golpista, todo mundo cometeu crime, menos ele. Então, ele está autorizado, já que está buscando fazer o bem, livrar o Brasil dessas pessoas que na cabeça dele são malignas. Ele é o Simão Bacamarte atual, e em algum momento esse cara tem que ser internado, porque não tem explicação para o que ele está fazendo, ele não está nas suas faculdades mentais normais”, concluiu.
O comediante e apresentador Danilo Gentili, aceitou a proposta do Ministério Público para encerrar o processo aberto pelo vereador Carlos Bolsonaro por injúria.
De acordo com a coluna de Ancelmo Gois, do jornal O Globo, o apresentador do The Noite no SBT, aceitou pagar R$ 15,8 mil ao Fundo Municipal da Criança e do Adolescente para dar fim ao caso.
A ação penal movida pelo filho do ex-presidente Jair Bolsonaro, diz respeito a uma postagem feita por Gentili no X, o antigo Twitter. Na ocasião, o ex-CQC chamou o vereador de cínico, covarde e filho da p*t@.
"Talvez seja o fato de você ser um filho da puta, cínico e covarde que se esconde atrás desse monte de fake. Vai você e sua família de mentirosos e traidores pra puta que pariu, seu merda."
A situação foi resolvida em uma audiência realizada no dia 2 de julho no Juizado Especial de São Paulo.
O vereador Carlos Bolsonaro (PL), do Rio de Janeiro, se pronunciou na rede social X, antigo Twitter, após ser citado, na delação premiada do tenente-coronel Mauro Cid, como um dos chefes do “gabinete do ódio”. O vereador disse que as acusações feitas pelo militar são falsas e sem comprovação, além de falar que Cid não é um “pobre coitado que sofria ameaças para delatar”.
O filho do ex-presidente também debochou do delator, dizendo que ele tem “curso de bolinhas de gude e peteca” no exército. Além disso, em postagem, também relembrou do ex-assessor Filipe Martins, preso em 8 de fevereiro de 2024, por tentativa de golpe de estado.
“Isso sim é um perseguido político, e não aqueles que nitidamente tramaram contra o povo brasileiro, conduzindo inocentes — que nem chegaram perto da Praça dos Três Poderes — e encaminhando-os para a ‘câmara de gás'”, escreveu ele.
Cada segundo fica mais claro que o Coronel das Forças Especiais, com “curso de bolinhas de gude e peteca”, conhecido como Mauro Cid, não é apenas um pobre coitado que sofria ameaças para delatar. Em suas colocações assinadas, expõe falsas acusações sem provar nada a todo momento.… pic.twitter.com/sHpCgRtzl1
— Carlos Bolsonaro (@CarlosBolsonaro) February 19, 2025
O ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Alexandre de Moraes derrubou, nesta quarta-feira (19), o sigilo da delação feita por Mauro Cid. Em depoimento feito pelo tenente-coronel, ele contou sobre o “gabinete do ódio” e como funcionava para compartilhar fake news e atacar adversários políticos e autoridades.
“Respondeu que sim; que era o Carlos Bolsonaro que ditava o que eles teriam que colocar, falar; que basicamente o que acontecia era que o ex-presidente tomava conta de sua rede social Facebook; que Carlos Bolsonaro tomava conta das outras redes do ex-Presidente (Instagram, o X e os outros); que o ex-presidente todo dia de manhã queria postar alguma coisa no Facebook, e às vezes o Carlos replicava nas outras redes”, diz ele em trecho do depoimento.
Sete pessoas foram denunciadas pelo Ministério Público do Rio de Janeiro (MP-RJ), acusadas de participarem de um esquema de corrupção que teria ocorrido no gabinete do vereador da cidade do Rio de Janeiro, Carlos Bolsonaro (PL), entre os anos de 2005 e 2021.
De acordo com o MP-RJ, Jorge Luiz Fernandes, ex-chefe de gabinete do vereador, teria encabeçado um esquema de ‘rachadinha’, se utilizando de sua influência e proximidade com a família Bolsonaro para conseguir a nomeação dos demais acusados. Segundo o órgão, o total desviado foi de, pelo menos, R$ 1.700.000,00
Um esquema de ‘rachadinha’ ocorre quando há um “desvio de salário de assessor”, ou seja, quando uma parte ou a totalidade do salário de um servidor é transferida para o parlamentar ou secretários a partir de um acordo previamente estabelecido.
No caso de Jorge Luiz Fernandes, outros seis servidores nomeados para cargos de assessoria faziam parte do grupo: Juciara da Conceição Raimundo da Cunha; Alexander Florindo Batista Junior; Thiago Medeiros da Silva; José Francisco dos Santos; Andrea Cristina da Cruz Martins e Regina Célia Sobra Fernandes.
INQUÉRITO CONTRA CARLOS BOLSONARO ARQUIVADO
A 3ª Promotoria de Justiça e Investigação Penal Especializada do Rio de Janeiro concluiu que não haviam indícios suficientes para manter a acusação de prática criminosa contra Carlos Bolsonaro pelo caso de “rachadinha” em seu gabinete.
“Embora existam indícios de que os assessores não estariam cumprindo corretamente a sua jornada de trabalho, sem a devida prestação de serviços, não foi possível identificar nenhum indício de crime, apenas uma infração administrativa, o que torna os fatos atípicos do ponto de vista penal”, afirma o texto da petição de arquivamento.
Em nota oficial, Carlos Bolsonaro manifestou indignação e afirmou que a acusação se baseava em movimentações financeiras realizadas entre familiares e pessoas que, segundo ele, sequer foram ouvidas pelo MP. Para ele, a investigação serviu para atacar a sua reputação.
O cantor baiano Caetano Veloso entrará com uma ação judicial contra Carlos Bolsonaro, filho do ex-presidente Jair Bolsonaro, pelo uso indevido e não autorizado da canção 'O Leãozinho' em uma postagem política feita nas redes sociais.
As informações são do colunista Matheus Leitão, da revista Veja.
De acordo com a publicação, a ação será movida referente a uma postagem feita por Carlos de uma imagem do “Advogados de direita Brasil” com números da Lei Rouanet, que tem como trilha sonora a música do baiano.
Esta não é a primeira ação movida por Caetano contra a família Bolsoanro. Em 2022, o artista entrou com uma ação contra o ex-presidente pelo uso indevido da voz dele em uma postagem para promover investimentos de seu governo em defesa civil.
Na época, a faixa utilizada foi uma versão da música 'Andar com Fé', de Gilberto Gil, que tinha sido gravada pela dupla para o projeto 'Dois Amigos'. O advogado que representava o artista, Caio Mariano, afirmou que apesar da música estar disponível na biblioteca digital do Instagram, ela não poderia ser utilizada de forma indiscriminada.
Antes do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL-RJ) registrar as compras de duas casas no condomínio Vivendas da Barra, na Barra da Tijuca, no Rio de Janeiro, o vereador Carlos Bolsonaro (PL-RJ) acessou um cofre que mantinha com o senador Flávio Bolsonaro, seu irmão mais velho, dias antes da nova aquisição familiar.
A informação foi descoberta pela jornalista Juliana Dal Piva, do ICL Notícias, após informações de documentos dos cartórios onde foram registradas as aquisições. Os textos tinham as informações dos registros de acesso ao cofre que foram entregues pelo Banco do Brasil ao Ministério Público do RJ.
O vereador também acessou o cofre no dia em que seu irmão Eduardo Bolsonaro (PL-SP), hoje deputado federal, adquiriu um apartamento em Copacabana. Neste ato, Eduardo declarou em cartório o pagamento de R$ 160 mil no imóvel, onde uma quantia de R$ 50 mil foi repassada em dinheiro vivo.
A família bolsonaro foi procurada pela reportagem, mas não se manifestou sobre o assunto e os questionamentos. As compras feitas por eles são alvos de investigação devido às suspeitas de lavagem de dinheiro.
O deputado federal Nikolas Ferreiras (PL-MG) compartilhou em suas redes sociais neste sábado (6) registros de sua filha, Aurora, com o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL).
“No colo do ex mais amado do Brasil”, escreveu o deputado na legenda da publicação. Na foto, Nikolas, sua esposa, Lívia Orletti, e a ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro também posam com a criança e o ex-presidente.
Entretanto, apesar do clima feliz da imagem, uma reclamação do vereador carioca Carlos Bolsonaro (PL) nos comentários da publicação chamou a atenção dos internautas. “Legal o cara fazer isso com sua ilha e com a minha não! De qualquer forma, Parabéns sempre, Grande Nikolas”, escreveu Carlos.
.png)
Foto: Reprodução/Redes Sociais
O vereador, que é pai de Júlia, de 1 ano, ainda compartilhou a foto e seu comentário em sua conta no X, antigo Twitter. A ex-primeira-dama também comentou na publicação. “Que Deus livre e guarde a nossa Aurora de toda inveja e maldade”, desejou Michelle.
.png)
Foto: Reprodução/Redes Sociais
A deputada federal Lídice da Mata (PSB), líder da bancada baiana na Câmara dos Deputados, afirmou durante a abertura dos trabalhos na Assembleia Legislativa da Bahia (AL-BA), nesta quinta-feira (01), que a descoberta da "Abin Paralela" só reforça os trabalhos da CPMI das Fake News, da qual foi relatora em 2019 (relembre aqui).
Ela afirmou que sente falta de um processo jurídico e que as investigações sejam intensificadas, e o julgamento aconteça para que os envolvidos sejam punidos. “Eu acho que o nível da investigação levará em breve a isso. O ministro Alexandre de Moraes tem sido muito dedicado no desenvolvimento deste processo. O que fica claro é que tudo isso que nós vimos lá na CPMI das Fake News já se indicava. Nós já tínhamos denunciado a existência de um gabinete do ódio comandado pelo Carlos Bolsonaro, com aqueles componentes todos que se falavam, que foram se confirmando ao longo do tempo, se revelando ao longo do tempo. Naquele período havia a denúncia de que existia uma investigação da vida das pessoas, inclusive dos próprios deputados da bancada bolsonarista, que foi negado, e que hoje vai se revelando”, disse.
Lídice também cobrou punição ao General Heleno, que na época estava à frente do Gabinete de Segurança Institucional (GSI), responsável pela Agência Brasileira de Inteligência (Abin). “A presença do General Heleno, dentro do governo na Abin, no GSI, e comandando um esquema de investigação paralela com o seu DNA, vinculado sempre um projeto golpista, que é a sua história inteira dentro do exército, inclusive durante a ditadura militar, então o que tá claro é isso, e isso não pode ficar na impunidade. Ele como General e representante de um governo, ele cometeu crime, ele tem que ser punido, esse processo tem que ser aberto, nós não vamos aceitar que não se conclua essa investigação com a punição dos responsáveis”, reiterou.
A deputada afirmou que não chegou a perceber se estava sendo monitorada, mas que sabia da existência de um esquema. “Havia uma perseguição clara, né? Uma manifestação clara das redes sociais de ataques, e a presença nossa na CPMI no momento, inclusive, que eles estavam no governo era sempre cercada de uma agressividade imensa contra todos nós. Então, é isso. Foi o clima que eles criaram e que alimentaram durante todo o governo e que pretendem continuar alimentando ainda agora”, frisou.
O senador Otto Alencar falou sobre as investigações da “Abin paralela”, operação que estourou nesta semana e teve como alvo o vereador pelo Rio de Janeiro, Carlos Bolsonaro (Republicanos). Ele foi o relator da CPI da Covid no Senado e afirmou durante a abertura dos trabalhos da Assembleia Legislativa da Bahia, na tarde desta quinta-feira (01), que já sabia da existência do esquema por diversos fatores, inclusive, pelo vazamento de dados secretos.
“Fui hostilizado em aeroporto, em Brasília, não podia andar em restaurantes […] Eles nos monitoravam na CPI da Covid, nós tínhamos reuniões secretas na casa do senador Omar Aziz (PSD-AM) pela noite e falavámos as coisas internamente, eu e mais três ou cinco, nenhum de nós soltava nada para a imprensa. No outro dia cedo tava tudo divulgado. Eles grampearam, monitoraram, o meu telefone foi clonado, eu tinha dificuldade de conversar com os colegas. Então, desde aquela época da Covid que essa Abin paralela existe, que é um órgão da GSI [Gabinete de Segurança Institucional] que era comandada pelo general Heleno que, na minha opinião, está totalmente envolvido nisso. Ele tem que ser chamado agora pela Polícia Federal para se explicar e o Ramagem que era o delegado federal, andava com a família e com o Bolsonaro, hoje é deputado federal também".
Otto afirmou que conversou com Rodrigo Pacheco (PSD-MG), presidente do senado, para encontrar elementos e processar os envolvidos. “Ninguém tinha dúvidas que estava sendo monitorado, investigado, com telefone grampeado. No meu caso, por exemplo, e do Rogério Carvalho, senador de Sergipe, a Receita Federal vasculhou a nossa vida toda, tanto que lá em Sergipe, uma pessoa da Receita avisou ao Rogério. Falei com o Rodrigo ontem, presidente do Senado no Congresso, ele vai pedir ao STF, se por um acaso tiver elementos, processar os autores desta investigação criminosa que se faz para intimidar políticos, e espero que resulte na punição dos culpados”, concluiu.
A notícia do retorno tardio do senador Flávio Bolsonaro para a casa da família em Angra dos Reis, no dia da nova fase da Operação First Mile, fez com que representantes do clã – e o próprio parlamentar – viessem a público tentar minimizar o episódio, que entrou na mira da Polícia Federal (PF) por uma suspeita de eventual ocultação de provas.
Conforme o Metrópoles, parceiro do Bahia Notícias, noticiou na manhã de quarta-feira (31), de dois jet skis que saíram para o mar por volta de 6h40 da segunda-feira (29), após os Bolsonaros supostamente terem notícia da ação policial, apenas um deles voltou para a residência em Mambucaba, enquanto os investigadores estavam no local.
Flávio não retornou com o ex-presidente Jair Bolsonaro, acompanhando o irmão Carlos Bolsonaro, único alvo oficial das autoridades. Há a suspeita, dentro da PF, de que a saída de jet ski foi uma estratégia para ganhar tempo. E que o sumiço temporário do senador possa ter servido para transportar e esconder provas ou materiais incriminatórios.
Em coletiva, nesta quarta (31), Flávio criticou a divulgação das suspeitas da PF, mas confirmou as informações publicadas. “Eu não voltei porque estava em um jet ski que não era meu, tive que devolver e depois fui para um almoço. Depois do almoço, voltei”, afirmou.
O senador ainda não explicou em que lugar foi essa refeição. Desde ontem, o Metrópoles tenta contato com ele. De toda forma, às 12h45 o parlamentar já estava de volta à casa do pai, segundo testemunhas.
O EMPREITEIRO DE ANGRA
A embarcação em questão é do empresário do ramo da construção civil Renato Araújo, pré-candidato à prefeitura de Angra apoiado pelo clã Bolsonaro, como antecipou o colunista Igor Gadelha. O dono do jet ski tem casa no condomínio Frade Prime, um dos mais requintados da região. Em conversas com pessoas próximas, Renato tem dito que Flávio não teria ido devolver o jet ski no dia da operação.
Outra informação divergente surgiu, nesta quarta, com uma postagem, nas redes sociais, do advogado Fábio Wajngarten, ex-chefe da Secretaria de Comunicação no governo Bolsonaro. Ele disse que o jet ski usado por Flávio retornou “posteriormente” para a casa em Mambucaba.
Ou seja, a publicação dá a entender que não houve a devolução da moto aquática, como declarado pelo senador. O ex-secretário de comunicação postou, inclusive, uma foto da embarcação no imóvel de Jair.
QUESTÃO DE HORAS
Essa não é a única incoerência entre os Bolsonaros dentro do tema. No dia da operação, para supostamente abafar “fake news”, Wajngarten disse que o clã teria saído para pescar às 5h. Depois, o horário passou para 5h50.
Os horários ventilados, no entanto, jamais passam das 6h, quando a PF chegou aos endereços na capital do Rio — e, pelo o que suspeitam as autoridades, Carlos teria ficado sabendo que era alvo da PF.
Investigadores acreditam que a versão serve para afastar a hipótese de que os Bolsonaros saíram do local após terem notícia da deflagração da operação, o que daria margem para uma acusação por obstrução à investigação, crime considerado grave pela Justiça e passível de prisão preventiva a curto prazo.
Apesar de Carlos ser o único alvo do mandado de busca e apreensão entre o clã, todos são investigados, direta ou indiretamente, dentro da operação que tenta desbaratar os criminosos por trás da chamada “Abin Paralela”, rede de monitoramento ilegal de pessoas e inimigos, com ferramentas de Estado.
Os desdobramentos da operação da Polícia Federal (PF) que teve como alvo o vereador Carlos Bolsonaro acaba de ganhar mais um capítulo, nesta segunda-feira (29), com a divulgação de uma troca de mensagens de uma assessora do vereador com uma assessora do então diretor-geral da Abin, Alexandre Ramagem.
De acordo com a comentarista Julia Duailibi, da Globo News, na mensagem, a assessora de Carlos Bolsonaro diz que está precisando muito de uma ajuda e envia dois números de inquéritos que, segundo a mensagem, envolvem o presidente da República e 3 de seus filhos. Além desse episódio, as investigações descobriram que, em fevereiro de 2020, Ramagem imprimiu informações de inquéritos eleitorais da PF que tinham como alvo políticos do Rio de Janeiro – base política de Carlos Bolsonaro.
Segundo o ministro do STF Alexandre de Moraes, as provas colhidas pela PF mostram que os suspeitos usaram a Abin contra adversários e para "'fiscalizar' indevidamente o andamento de investigações em face de aliados políticos".
A operação desta segunda-feira (29) é um desdobramento da realizada na quinta-feira (25), que teve Ramagem como alvo.
Carlos Bolsonaro e as assessoras Luciana Paula Garcia da Silva Almeida e Priscilla Pereira e Silva são apontadas como integrantes do "núcleo político" que, sob o comando de Ramagem, "monitorou indevidamente “inimigos políticos” e buscou informações acerca da existência de investigações relacionadas aos filhos" de Bolsonaro durante o mandato do ex-presidente.
"A solicitação de realização de ‘ajuda’ relacionada à Inquérito Policial Federal em andamento em unidades sensíveis da Polícia Federal indica que o NÚCLEO POLÍTICO possivelmente se valia do Del. ALEXANDRE RAMAGEM para obtenção de informações sigilosas e/ou ações ainda não totalmente esclarecidas" , escreveu Moraes.

Print da conversa de assessora compilada em inquérito da PF sobre Carlos Bolsonaro / Foto: Divulgação PGR
A Polícia Federal (PF) cumpre mandados de busca e apreensão contra o filho do ex-presidente, o vereador Carlos Bolsonaro (Republicanos), e assessores dele no âmbito em nova fase da operação sobre a “Abin paralela” do governo Bolsonaro nesta segunda-feira (29).
Mandados de busca e apreensão são cumpridos na casa de Carlos Bolsonaro e também no gabinete dele na Câmara Municipal do Rio de Janeiro.
A operação é desdobramento de investigação da PF sobre um esquema ilegal de espionagem durante o governo de Jair Bolsonaro.
Segundo as investigações, a Abin foi utilizada para espionar adversários. Políticos e até de ministros do Supremo Tribunal Federal (STF) teriam sido espionados com o uso do software FirstMile.
A Polícia Federal (PF) indeferiu a renovação do porte de armas do vereador Carlos Bolsonaro (Republicanos-RJ), filho 02 do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL). Embora o edil tenha alegado riscos de ameaças por ser filho de ex-presidente, a PF não vislumbrou perigo que justificasse o porte da Glock 9 do vereador.
De acordo com o Metrópoles, parceiro do Bahia Notícias,o pedido, com data de 4 de julho, era para renovação da concessão por mais 5 anos. Os argumentos usados foram de “efetiva necessidade” devido ao cargo de parlamentar e por sofrer constantes ameaças, com o sentimento de que “sua cabeça está a prêmio”.
Nas páginas do pedido, Carlos Bolsonaro anexou vídeos e ameaças em redes sociais, contra ele e o pai. Porém, a PF, no Rio de Janeiro, negou o pedido de renovação do porte.
Jair Bolsonaro está sem as senhas de suas redes sociais por causa de uma briga com o vereador Carlos Bolsonaro. O ex-presidente não publica nada nas redes desde 16 de abril, quando Carlos anunciou que deixaria de cuidar das redes do pai. As informações são da coluna de Guilherme Amado do portal Metrópoles, parceiro do Bahia Notícias.
O episódio já aconteceu em 2019, no primeiro ano do governo Bolsonaro. Naquela ocasião, Carlos parou de passar ao pai a senha de acesso ao Twitter. O silêncio do então presidente na rede durou três dias, até a coluna informar o caso.
No último dia 16, Carlos afirmou que não será mais o responsável pela comunicação nas redes sociais do ex-presidente. Em um post enigmático, o vereador citou “pessoas ruins se dizem as tais e ganham muito com o suor dos outros que trabalham de verdade e isso não é exceção aqui”.
O mandato de Carlos na Câmara do Rio de Janeiro acaba no próximo ano. Integrantes da família Bolsonaro não sabem se o vereador seguirá na política.
Um relatório do Ministério Público do Rio de Janeiro (MP-RJ) aponta que o chefe de gabinete do vereador Carlos Bolsonaro (PL-RJ) desde 2018, Jorge Luiz Fernandes, recebeu R$ 2,014 milhões em créditos provenientes das contas de outros seis servidores alocados pelo filho do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL).
De acordo com o jornal O Globo, a movimentação financeira é um indício consistente da prática de criminosa. A investigação agora aputa a suspeita de rachadinha no gabinte de Carlos na Câmara Municipal.
O material levantado pela equipe do Laboratório de Tecnologia de Combate à Corrupção e à Lavagem de Dinheiro do Ministério Público do Rio (MP-RJ) mostra ainda que Jorge Luiz Fernandes usou contas pessoais para pagar despesas de Carlos Bolsonaro. A investigação apura se os pagamentos foram eventuais ou regulares.
No caso de irregularidade, poderá ficar comprovado que o vereador se beneficiou do esquema de corrupção, a partir do desvio de salário dos servidores do gabinete.
O laudo constatou que entre 2009 e 2018 o chefe de Gabinete recebeu créditos dos seguintes funcionários:
- Juciara da Conceição Raimundo (R$ 647 mil, em 219 lançamentos)
- Andrea Cristina da Cruz Martins (R$ 101 mil, em 11 lançamentos)
- Regina Célia Sobral Fernandes (R$ 814 mil, 304 lançamentos)
- Alexander Florindo Batista Júnior (R$ 212 mil, em 53 lançamentos)
- Thiago Medeiros da Silva (R$ 52 mil, em 18 lançamentos)
- Norma Rosa Fernandes Freitas (R$ 185 mil, em 83 lançamentos).
Diretor de "O Jardim das Aflições", documentário sobre Olavo de Carvalho, ideólogo da família Bolsonaro, o cineasta Josias Teófilo gravou depoimento do vereador Carlos Bolsonaro (Republicanos-RJ), para seu novo filme, “Nem Tudo se Desfaz”. De acordo com informações da coluna de Mônica Bergamo, na Folha de S. Paulo, o encontro ocorreu na última terça-feira (13), em Brasília.
Com lançamento previsto para junho, o documentário mostra os desdobramentos das manifestações de 2013, que desencadearam na eleição de Jair Bolsonaro à presidência. O cineasta chegou a ser autorizado pela Agência Nacional do Cinema (Ancine) para captar R$ 530,1 mil junto à iniciativa privada para produzir o filme, mas após o presidente se manifestar contrário ao incentivo do governo, o principal patrocinador desistiu de apoiar a obra (saiba mais). Para tocar a produção, Teófilo lançou um financiamento coletivo (clique aqui).
Ex-ministro da Cultura na gestão de Michel Temer, o deputado Marcelo Calero questionou, através de um requerimento enviado ao Ministério do Turismo - pasta à qual está subordinada e Secretaria Especial da Cultura -, os motivos da recondução de um ex-assessor de Carlos Bolsonaro à Funarte. A informação é da coluna de Lauro Jardim, no jornal O Globo.
Luciano Querido, que trabalhou com o filho do presidente Jair Bolsonaro na Câmara de Vereadores do Rio de Janeiro, chegou a ser nomeado presidente da Funarte e depois exonerado (saiba mais), mas voltou à instituição em outubro (clique aqui), desta vez como diretor do Centro de Artes Visuais da Funarte.
No requerimento, Marcelo Calero solicita explicações sobre o motivo dele ter sido exonerado e readmitido em outro cargo na instituição e questiona ainda se Querido tem requisitos técnicos e experiência para atuar na função para a qual foi contratado.
Pouco mais de duas semanas após exonerar Luciano Querido da presidência da Fundação Nacional das Artes (Funarte), substituindo-o pelo coronel da reserva do Exército Lamartine Holanda (clique aqui e saiba mais), o governo decidiu nomear o webdesigner para ocupar outro cargo na instituição.
A nomeação de Querido como diretor do centro de artes visuais da Funarte foi publicada no Diário Oficial da União, nesta quinta-feira (1º), com assinatura de Marcelo Álvaro Antônio, ministro do Turismo, pasta à qual a Funarte está vinculada.
De acordo com informações da Folha de S. Paulo, Luciano Querido, que atuou como assessor de Carlos Bolsonaro de 2002 a 2017, substituirá Leila Santos, funcionária que ocupava a função desde o início de janeiro.
Luciano Querido, ex-assessor de Carlos Bolsonaro que em abril ganhou o cargo de Diretor do Centro de Programas Integrados da Fundação Nacional das Artes (Funarte), com salário de mais de R$ 10 mil (clique aqui e saiba mais), e há dois meses foi alçado à presidência do órgão, deixou a função.
Assinada pelo Ministro da Casa Civil, Walter Souza Braga Netto, a exoneração foi publicada no Diário Oficial da União, na última sexta-feira (11). Segundo informações da coluna assinada por Lauro Jardim, no jornal O Globo, a saída de Querido se deu após desentendimentos com o secretário Especial de Cultura, Mario Frias, por causa de nomeações da pasta.

Exoneração foi publicada no Diário Oficial da União
Ainda de acordo com a publicação, o ex-assessor de Carlos, que é webdesigner e bacharel em direito, deve ser aproveitado para algum outro cargo no Executivo. Aliados do governo temem que Querido tenha guardado arquivos e documentos que possam comprometer a família Bolsonaro, já que ele trabalhou com o filho do presidente por 15 anos, de 2002 até 2017.
Para ocupar a presidência da Funarte, em substituição a Luciano Querido, foi nomeado o coronel da reserva do Exército, Lamartine Holanda, que segundo Lauro Jardim, se reuniu com o presidente Jair Bolsonaro nos últimos dias.
O Ministério Público Federal (MPF) entrou com uma ação civil pública contra a União para suspender a nomeação de Luciano da Silva Barbosa Querido como presidente da Fundação Nacional de Artes (Funarte). Como noticiou a Veja, Querido é ex-assessor do vereador Carlos Bolsonaro, filho do presidente.
Segundo o argumento do MPF, a nomeação de Luciano oferece grave risco ao próprio funcionamento da Funarte, com a possibilidade de que diretrizes técnicas sejam distorcidas, de lentidão ou até mesmo de interrupção nos serviços desempenhados pela Fundação. A manutenção de Querido no cargo causaria reais prejuízos na gestão e fomento à atividade produtiva artística brasileira.
Luciano foi nomeado em maio para o cargo mas, de acordo com o MPF, não possui a formação específica ou a experiência profissional necessária para exercer a função. Ele é bacharel em direito e trabalhou na Câmara Municipal do Rio de Janeiro de 2002 a 2017 como gestor responsável pela editoração e confecção de boletins informativos sobre atividades legislativas.
“Qualquer que seja o resultado, o prognóstico é grave. Estamos diante da probabilidade de desempenho de atividade negligente, imperita ou a interrupção total do exercício de relevantes funções públicas”, alerta o procurador da República Antonio do Passo Cabral, que assina a ação.
Ex-assessor de Carlos Bolsonaro, tendo trabalhado no gabinete do vereador carioca entre os anos 2002 e 2017, Luciano da Silva Barbosa Querido acaba de galgar um cargo no governo federal. Sua nomeação como Diretor do Centro de Programas Integrados da Fundação Nacional das Artes (Funarte) foi publicada no Diário Oficial da União, nesta quarta-feira (1º).

O órgão da Secretaria Especial da Cultura, que por sua vez está vinculada ao Ministério do Turismo, tem como principais atribuições a preservação, o registro e difusão do acervo da instituição.
Com a contratação, Luciano Querido terá o salário de R$ 10.373,30, segundo dados da Tabela de Remuneração de Cargos Comissionados, dentro do Sistema de Informações Organizacionais do governo federal.

CURRÍCULO
“Bacharel em Direito, desenvolvedor de aplicativos, administrador de banco de dados e gerente de projetos em uma ampla variedade de aplicações comerciais. Interesse especial no desenvolvimento de bancos de dados de clientes/servidores e relacionais usando Oracle, Sybase e MS SQL Server. Sempre me interessei por projetos de migração, bem como pela interação com fabricantes de bancos de dados, redes corporaticas, envolvendo principalmente fibra óptica. WebDesigner e Designer Gráfico, Marketing Digital. Specialties: Arquitetura de servidores e Edição de Filmes, Fotografia Digital (tratamento de imagens, recuperação de imagens danificadas)”, descreve Luciano, em sua conta no Linkedin.

Filho do presidente, Carlos Bolsonaro reagiu mal à entrevista de Regina Duarte ao Fantástico, na qual ela critica parte dos aliados de Jair Bolsonaro, classificando-os como “facção” interessada em minar sua gestão (clique aqui e saiba mais).
Segundo a coluna da Lauro Jardim, no jornal O Globo, assessores do Palácio do Planalto revelaram que Carlos ficou “apoplético” com a fala da nova secretária especial da Cultura. Ainda de acordo com a publicação, ele chegou a afirmar que sua missão é derrubar Regina Duarte, pois se sentiu atingido com a declaração da artista. Enquanto o clima tenciona, Jair Bolsonaro segue acompanhando de longe, nos Estados Unidos.
Antes mesmo de assumir o cargo no governo, Regina já era criticada por olavistas e pelo próprio guru Olavo de Carvalho (clique aqui). Após a nomeação, as falas da atriz repercutiram mal entre aliados do presidente, gerando críticas do Ministro-chefe da Secretaria de Governo da Presidência da República, Luiz Ramos (clique aqui) e até o cancelamento de uma nomeação feita por Regina (clique aqui).
Curtas do Poder
Pérolas do Dia
Janja da Silva
"Hoje estabelecemos um marco para a sociedade brasileira, representada pelos três poderes, aqui presentes. Todos assumiram o compromisso e a responsabilidade de tornar a nossa sociedade um lugar em que as mulheres possam viver em paz. Queremos ser respeitadas, queremos ser amadas, queremos ser livres, queremos nos manter vivas".
Disse a primeira-dama Janja Silva em um discurso emocionado e com direito a lágrimas, ao abrir a solenidade de lançamento do Pacto Brasil de Enfrentamento ao Feminicídio. A iniciativa do governo Lula, chamada de “Todos por Todas”, busca unir os três poderes em ações coordenadas para prevenir a violência letal contra meninas e mulheres no país.