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Arianne Ribeiro
Graduanda em Publicidade e Propaganda pelo Centro Universitário Jorge Amado (Unijorge), atualmente no 7º semestre, é cofundadora do projeto “Movimento 12 por 8”. Realizou estágio na agência experimental Galáxia, onde teve contato com práticas de comunicação e criação publicitária. Atualmente atua na produção de conteúdo para as redes sociais do Bahia Notícias, além de ter interesse nas áreas de vídeo e edição de fotos.
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O cantor Del Feliz afirmou que considera uma responsabilidade defender o forró como patrimônio cultural, embora evite se definir como um "protetor" do gênero. A declaração foi dada nesta terça-feira (23), após apresentação no Pelourinho, em Salvador, durante a programação do São João da Bahia.
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André Carvalho / BN
Segundo o artista, a cultura está em constante transformação, mas precisa ser preservada quando passa a representar a identidade de um povo. Del destacou que sua atuação em defesa do forró acontece de forma espontânea e é resultado da ligação construída ao longo da carreira com as tradições nordestinas.
"A cultura não é estática, ela vai se moldando, se reorganizando. Mas é importante pensar que quando vira identidade, precisa ser protegida. [...] Me honra muito ser um dos defensores dessa riqueza que é o forró", afirmou.
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André Carvalho / BN
Del Feliz lembrou que foi padrinho da campanha que resultou no reconhecimento do forró como Patrimônio Cultural do Brasil e disse que agora acompanha a mobilização para que o gênero também seja declarado Patrimônio Cultural da Humanidade pela Unesco.
O cantor também ressaltou que recebeu, em 2024, uma homenagem da Unesco pelo trabalho em defesa da cultura popular e foi nomeado embaixador da cultura nordestina e do forró no Japão. Para ele, os reconhecimentos ampliam a responsabilidade de seguir promovendo o gênero dentro e fora do país.
ASSISTA:
O cantor Del Feliz concedeu entrevista nesta terça-feira (23) antes de seu show no Pelourinho, em Salvador, e falou sobre sua trajetória e o papel que sente de defender o forró como expressão cultural. Padrinho da campanha que registrou o forró como Patrimônio Cultural do Brasil e embaixador da cultura nordestina e do forró no Japão, o artista disse que a missão é grande, mas o prazer é maior.

"Eu não me sinto capaz de ser um protetor, não sei se seria essa palavra, mas me honra muito ser um dos defensores dessa riqueza que é o forró, enquanto uma manifestação cultural, enquanto um aglomerado de ritmos tão forte e marcante em todo canto do mundo. É uma responsabilidade bacana", afirmou.
Del Feliz também contou um pouco de sua trajetória, que o levou de uma infância humilde em Belo Horizonte ao reconhecimento internacional. "Eu saí do Barreiro, catando lata, vendendo geladinho, cheguei à Unesco em 2024, justamente pelo meu trabalho dedicado a essa cultura", disse.

O cantor ainda destacou o processo de expansão global do forró e defendeu que a cultura, quando vira identidade, precisa ser protegida. "A cultura não é estática, ela vai se moldando, se reorganizando, mas é importante a gente pensar que quando ela vira identidade, ela precisa ser protegida", afirmou. Atualmente, ele acompanha e torce pelo reconhecimento do forró como Patrimônio da Humanidade pela Unesco.
Curtas do Poder
Pérolas do Dia
Ronaldo Caiado
"Vocês que têm essa capacidade toda e sensibilidade de serem mães, criar os filhos, os nossos lares, estruturar as nossas famílias. Esta é a verdade, o verdadeiro poder da mulher. A nossa formação no dia a dia é a cultura brasileira. Nós somos muito mais uma criação matriarcal, como a grande protetora é o nosso lar".
Disse o ex-governador de Goiás e pré-candidato à Presidência da República, Ronaldo Caiado (União), ao afirmar que as mulheres exercem um papel central na proteção das famílias e possuem mais influência do que os homens nas decisões tomadas dentro do lar. As declarações foram feitas durante sua participação no Congresso da Confederação de Irmãs Beneficentes Evangélicas Mundial (Cibem), realizado no Riocentro, na Zona Oeste do Rio de Janeiro.