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A Seleção Francesa já tem um nome encaminhado para comandar a equipe após a Copa do Mundo de 2026. Ídolo nacional, Zinedine Zidane aceitou assumir o cargo, em um movimento que deve marcar o fim do ciclo de Didier Deschamps, treinador desde 2012.
A informação foi divulgada pelo jornal Le Parisien, que aponta a existência de um acordo verbal entre o ex-técnico do Real Madrid e a Federação Francesa de Futebol (FFF), ainda pendente de oficialização.
O tema ganhou força neste domingo (22), após declarações do presidente da entidade, Philippe Diallo, que indicou já ter definido o sucessor, embora sem revelar o nome publicamente.
"Eu sei quem será. Precisamos de alguém que preencha muitos requisitos e tenha o apoio do povo francês, porque a seleção é a seleção dos franceses", afirmou, em entrevista ao Le Figaro.
Apesar do discurso cauteloso, nos bastidores o cenário é tratado como praticamente definido. Zidane aguardava a oportunidade desde 2022, quando Deschamps renovou contrato após o vice-campeonato na Copa do Catar. Desde então, o treinador recusou propostas de clubes europeus para priorizar a chance de assumir a seleção.
A declaração de Diallo, no entanto, gerou repercussão na imprensa francesa. Até então, a federação evitava sinalizações públicas para não interferir na preparação da equipe para o Mundial. A antecipação do tema pode transformar Zidane em assunto recorrente durante o torneio.
Deschamps já conviveu com pressões semelhantes ao longo de sua trajetória, como no caso da possível reintegração de Karim Benzema, e não demonstra desconforto com o debate. Ainda assim, o momento da exposição é visto como inadequado por parte da mídia local, por aumentar o ruído no ambiente da seleção.
A tendência é que o atual treinador seja questionado sobre o tema na próxima quarta-feira (25), antes do amistoso entre França e Brasil, em Boston.
Internamente, a possível chegada de Zidane é vista com entusiasmo. Além do peso simbólico como ex-jogador da seleção, o treinador também acumula conquistas relevantes à beira do campo, incluindo três títulos da Liga dos Campeões pelo Real Madrid.
Curtas do Poder
Pérolas do Dia
Ricardo Alban
"Permitir a entrada de importações de até 50 dólares sem tributação é o mesmo que financiar a indústria de países como a China, principal exportador de produtos de baixo valor para o Brasil, especialmente no setor têxtil. O prejuízo é direto a quem fabrica e comercializa em território brasileiro".
Disse o presidente da Confederação Nacional da Indústria (CNI), Ricardo Alban ao comentar sobre a revogação, pelo governo Lula, do imposto de importação de 20% cobrado sobre compras internacionais de até US$ 50, a chamada “taxa das blusinhas”, resultará na perda de empregos e impactará principalmente as micro e pequenas empresas brasileiras.