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povos africanos
O governador da Bahia, Jerônimo Rodrigues (PT), apontou nesta terça-feira (13), sobre a falta de reconhecimento dos povos indígenas e africanos na história do país. A declaração aconteceu durante o evento de Lançamento do Bicentenário do 02 de julho, data que é celebrado a Independência da Bahia.
Segundo o governador, a trajetória e participação desses povos foi ocultada e escondida na história do Brasil.
“Quando a gente vai nos livros e ali não tem a nossa história. Ali não tem a história do povo indígena. Não tem a história dos nossos caciques. Não tem a história do povo negro nem das mulheres, nem dos nordestinos. Nós somos órfãos portanto de uma história que é para deixar a gente pra baixo. A nossa história não foi contada e não será se a gente não quiser essa disputa. É sim uma disputa de narrativa”, defendeu Rodrigues.
O petista apontou ainda sobre o protagonismo de outros povos na história do país e do mundo.
“É sim uma disputa de narrativa. Depois dos ingleses que sobrepuseram e fizeram um planejamento aos interesses deles, depois dos norte-americanos que estão escrevendo a história do mundo sobre os interesses deles, ou os chineses, nós somos chamados agora, a Bahia foi chamada a fazer essa contribuição”.
“Depois eu quero dizer a vocês que todos nós em algum momento da vida pode ter tido alguma sensação de alguém tentar apagar a nossa trajetória, as nossas marcas”, esclareceu Jerônimo.
Curtas do Poder
Pérolas do Dia
Ronaldo Caiado
"Vocês que têm essa capacidade toda e sensibilidade de serem mães, criar os filhos, os nossos lares, estruturar as nossas famílias. Esta é a verdade, o verdadeiro poder da mulher. A nossa formação no dia a dia é a cultura brasileira. Nós somos muito mais uma criação matriarcal, como a grande protetora é o nosso lar".
Disse o ex-governador de Goiás e pré-candidato à Presidência da República, Ronaldo Caiado (União), ao afirmar que as mulheres exercem um papel central na proteção das famílias e possuem mais influência do que os homens nas decisões tomadas dentro do lar. As declarações foram feitas durante sua participação no Congresso da Confederação de Irmãs Beneficentes Evangélicas Mundial (Cibem), realizado no Riocentro, na Zona Oeste do Rio de Janeiro.