Artigos
A mãe da gula
Multimídia
Deputado Adolfo Menezes critica gastos com cachês de artistas em festas no interior da Bahia
Entrevistas
Após retorno à AL-BA, Luciano Ribeiro descarta disputa pela reeleição e diz estar focado na campanha de ACM Neto
matar a esposa queimada
A Justiça designou para esta quinta-feira (26) o novo julgamento de Márcio dos Santos Silveira. Ele é acusado de assassinar a esposa, Genilza de Aguiar Morais, em Brumado, no Sertão Produtivo, Sudoeste da Bahia. O crime ocorreu em junho de 2008 e voltou a julgamento após a primeira decisão ser anulada.
Segundo o Achei Sudoeste, parceiro do Bahia Notícias, de acordo com a denúncia, o crime foi motivado por ciúmes. O acusado teria utilizado álcool para atear fogo na vítima, o que provocou queimaduras em mais de 50% do corpo, incluindo face, região abdominal e membros superiores.
Genilza chegou a ser socorrida e transferida para um hospital em Salvador, mas não resistiu aos ferimentos. O crime aconteceu na residência do casal, localizada na Rua Valdique Pinto, no bairro Dr. Juracy. À época, o caso teve ampla repercussão e gerou comoção na cidade.
Ainda segundo informações, Márcio dos Santos Silveira foi submetido a júri popular no dia 8 de novembro de 2021, quando os jurados decidiram pela absolvição. No entanto, o Ministério Público da Bahia (MP-BA) recorreu, afirmando que a decisão contrariava as provas apresentadas no processo.
Assim, o Tribunal de Justiça da Bahia (TJ-BA) acatou o recurso, anulou o julgamento e determinou a realização de um novo júri. Entre os elementos apontados pela acusação estão relatos de vizinhos que afirmaram ter ouvido a vítima pedir socorro, além de indícios de que a cena do crime teria sido alterada antes da perícia.
Ainda na decisão proferida nesta terça-feira (24), foi estipulada multa de R$ 150 mil em caso de ausência da testemunha ou descumprimento da participação remota.
Também foi solicitado reforço policial ao 24º Batalhão da Polícia Militar (BPM) para a data do julgamento. O réu responde ao processo em liberdade.
Curtas do Poder
Pérolas do Dia
Ricardo Alban
"Permitir a entrada de importações de até 50 dólares sem tributação é o mesmo que financiar a indústria de países como a China, principal exportador de produtos de baixo valor para o Brasil, especialmente no setor têxtil. O prejuízo é direto a quem fabrica e comercializa em território brasileiro".
Disse o presidente da Confederação Nacional da Indústria (CNI), Ricardo Alban ao comentar sobre a revogação, pelo governo Lula, do imposto de importação de 20% cobrado sobre compras internacionais de até US$ 50, a chamada “taxa das blusinhas”, resultará na perda de empregos e impactará principalmente as micro e pequenas empresas brasileiras.