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jogadores estrangeiros
O técnico do Corinthians, Dorival Júnior, manifestou-se a favor de uma restrição no número de jogadores estrangeiros atuando no futebol nacional. A avaliação foi feita após a vitória por 1 a 0 sobre o Athletico-PR, pela segunda rodada do Campeonato Brasileiro, e teve como referência o cenário vivido pela Itália nos últimos anos.
Atualmente, o regulamento da competição permite que cada equipe relacione até nove atletas estrangeiros por partida. Na edição de 2026, 131 jogadores de fora do país estão inscritos. O elenco corintiano conta com seis estrangeiros, incluindo o marroquino Zakaria Labyad, que ainda aguarda regularização.
“Eu também acho que está na hora de intervirmos em relação ao número de estrangeiros em cada equipe brasileira. Nós estamos penalizando uma geração e, futuramente, pagaremos um preço muito alto. Nós não estamos percebendo isso acontecer. A Itália pegou um preço altíssimo em duas Copas do Mundo, tendo dificuldade muito grande de classificação nesta terceira”, afirmou Dorival em entrevista coletiva.
A seleção italiana ficou fora das Copas do Mundo de 2018, na Rússia, e de 2022, no Catar, e ainda disputa a repescagem para tentar vaga no Mundial de 2026, que será realizado nos Estados Unidos, Canadá e México.
Após o resultado positivo no Brasileiro, o Corinthians volta suas atenções para o Campeonato Paulista. A equipe enfrenta a Portuguesa nas quartas de final, em jogo único marcado para domingo, às 20h30, no Canindé.
A Confederação Brasileira de Futebol busca reduzir o limite de estrangeiros por time no Campeonato Brasileiro da Série A. A informação foi citada durante o Conselho Técnico primeira divisão do torneio.
Até então, são permitidos nove jogadores estrangeiros o futebol brasileiro por clube na Série A. Ao longo dos anos, o limite tem sido estendido.
Apesar do anúncio do estudo da possibilidade, a CBF ainda não estipulou um novo número limite a ser indicado. A questão deve ser decidida após uma reunião entre a entidade e os clubes presentes na primeira divisão da competição.
Ainda durante o Conselho, foi citado que a questão da intenção de diminuir o número de jogadores de outros países no Brasileirão deve voltar a pauta em março, em outra reunião da CBF.
Curtas do Poder
Pérolas do Dia
Jaques Wagner
"Eu acho que nós temos muito a trocar. Essa é uma civilização milenar, que tem muito a ensinar com o salto que eles deram aqui em 40 anos. Você pega uma cidade como essa, que há 50 anos era uma aldeia de pescadores com 20 mil habitantes. Hoje tem 17 milhões de habitantes. Você anda por aqui e não vê um papel no chão, não vê uma sujeira, um teatro espetacular, um prédio todo novo. Parabéns pra eles por terem conseguido. E muita gente do Brasil, que tem preconceito, devia dar um pulo aqui. Porque eu vejo as pessoas falando: 'ah, mas eles são comunistas'. Eu não sei o que quer dizer isso. Mas se comunismo é isso aqui, é um sucesso".
Disse o senador Jaques Wagner ironizou, nesta terça-feira (5), ao comentar as críticas que são feitas à China e o preconceito pelo país se declarar comunista. O senador está em Shenzhen, no Sul chinês, e acompanhou a última apresentação da turnê do Neojiba - Núcleos Estaduais de Orquestras Juvenis e Infantis da Bahia, projeto que ajudou a fundar.