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Adriano Sampaio
Cartografia da Erosão Eleitoral
Foto: Acervo pessoal

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jogadores estrangeiros

Brecha na nova regra? Naturalização pode reduzir impacto do limite de estrangeiros da CBF para a dupla Ba-Vi; entenda
Fotos: Maurícia da Matta / Bahia Notícias

A redução gradual do limite de jogadores estrangeiros relacionados por partida no futebol brasileiro começa a valer oficialmente a partir de 2027. Paralelamente à mudança aprovada pela Confederação Brasileira de Futebol (CBF) nesta semana, parte dos atletas que atualmente ocupam vagas destinadas a estrangeiros reúne condições previstas pela legislação brasileira para solicitar a naturalização.

 

Atualmente, cada clube pode relacionar até nove estrangeiros por partida. O limite será reduzido para oito em 2027, sete em 2028, seis em 2029 e cinco em 2030. A mudança não limita o número de atletas estrangeiros contratados ou registrados pelos clubes, apenas quantos podem ser relacionados para um jogo.

 

O cenário também impacta diretamente Bahia e Vitória. Atualmente, o Tricolor possui nove estrangeiros no elenco profissional, enquanto o Rubro-Negro conta com seis. Entre os 15 jogadores, cinco apresentam, a partir de informações públicas, tempo de atuação no país ou condições pessoais previstas pela legislação para a redução do prazo necessário à naturalização.

 

Para efeito da norma, um atleta nascido fora do país deixa de ocupar uma dessas vagas caso obtenha a nacionalidade brasileira e tenha a nova condição registrada.

 

O exemplo mais recente é Walter Kannemann. Nascido na Argentina e no Grêmio desde 2016, o zagueiro concluiu o processo de naturalização em 2026 e deixou de ser contabilizado como estrangeiro.

 

A Série A também possui jogadores que não entram nessa conta por já terem nacionalidade brasileira desde o nascimento ou por vínculos familiares. Jorginho, do Flamengo; Maurício, do Palmeiras; Matheus Reis, do Fluminense; Carlos Coronel e Rafael Tolói, do São Paulo; e João Costa, do Cruzeiro, nasceram no Brasil, apesar ds pais de outras nacionalidades. Niclas Eliasson, do Internacional, nasceu na Suécia, mas é filho de mãe brasileira.

 

COMO FUNCIONA A NATURALIZAÇÃO
Pela legislação brasileira, a naturalização ordinária exige, em regra, quatro anos de residência no país, além de capacidade civil, comunicação em língua portuguesa e ausência de condenação penal, ressalvados os casos de reabilitação. O Ministério da Justiça exige ainda documentação que comprove o período de residência considerado no processo.

 

Existem situações em que o prazo pode ser reduzido. O período cai para um ano para quem possui filho brasileiro, mantém casamento ou união estável com brasileiro ou é originário de país de língua portuguesa.

 

Também há previsão de redução para dois anos em situações como prestação de serviço relevante ao Brasil ou recomendação por capacidade profissional, científica ou artística. Nesses casos, a avaliação cabe ao Departamento de Migrações da Secretaria Nacional de Justiça.

 

O tempo de atuação no futebol brasileiro, contudo, não comprova sozinho que o jogador atende ao requisito de residência exigido no processo. A situação depende do histórico migratório e da documentação individual de cada atleta.

 

Por isso, os períodos citados nesta reportagem funcionam como referência para identificar jogadores que podem se enquadrar nas regras, sem significar que todos estejam imediatamente aptos ou tenham interesse em solicitar a nacionalidade brasileira.

 

SITUAÇÃO DO BAHIA
O Bahia chegou a nove estrangeiros em 2026, número que corresponde ao limite atualmente permitido em uma mesma partida. O elenco conta com Alejo Véliz, Guido Herrera, Lautaro López, Mateo Sanabria e Roman Gómez, da Argentina; Marco Moreno, da Espanha; e os uruguaios Michel Araújo, Kike Olivera e Nicolás Acevedo.

 

Com a redução para oito em 2027, o Tricolor já teria que deixar pelo menos um deles fora de cada súmula caso mantenha a atual composição do elenco.

 

Dois jogadores, entretanto, aparecem em situações que podem alterar essa conta: Nicolás Acevedo e Michel Araújo. 

 

Acevedo chegou a Salvador em dezembro de 2022 e construiu praticamente toda a passagem recente pelo futebol brasileiro no Bahia. Quase quatro anos depois, além da relação esportiva com o clube, o uruguaio constituiu família na capital baiana. Seus dois filhos, Valentino e Santino, nasceram na Bahia. 

 


Foto: Maurícia da Matta / Bahia Notícias

 

Michel Araújo tem uma trajetória diferente. O uruguaio teve uma primeira passagem pelo Fluminense entre 2020 e 2021, antes de ser emprestado ao Al-Wasl, dos Emirados Árabes Unidos.

 

Ele retornou ao Brasil em junho de 2022 e teve o nome novamente registrado pela CBF em julho daquele ano. Desde então, permaneceu no futebol brasileiro, passando por Fluminense e São Paulo antes de chegar ao Bahia. A atual passagem do meia pelo país, portanto, já supera quatro anos.

 

Esse período não permite afirmar automaticamente que Michel está apto à naturalização, porque a legislação considera a situação de residência do estrangeiro e não apenas seu vínculo profissional com clubes brasileiros.

 


Foto: Maurícia da Matta / Bahia Notícias

 

SITUAÇÃO DO VITÓRIA
O Vitória possui atualmente seis jogadores considerados estrangeiros: os argentinos Emanuel Brítez, Tomás Pochettino, Emmanuel Martínez e Diego Tarzia, o português Rúben Ismael e o uruguaio Nacho Laquintana.

 

Pelo número atual, o Rubro-Negro continuaria dentro do limite de oito estrangeiros em 2027 e de sete em 2028. Os seis jogadores igualariam o teto previsto para 2029 e ultrapassariam em um o máximo de cinco estabelecido para 2030, caso todos permanecessem no elenco.

 

Dentro do atual grupo, Brítez, Martínez e Rúben Ismael apresentam situações que se encaixam nos períodos utilizados pela legislação como referência.

 

Emanuel Brítez chegou ao futebol brasileiro em julho de 2022, quando foi contratado pelo Fortaleza. Até aquele momento, o defensor havia desenvolvido toda a carreira em clubes argentinos. O zagueiro permaneceu no país desde então e se transferiu para o Vitória em 2026. Dessa forma, já acumula mais de quatro anos de atuação contínua no futebol brasileiro.

 

Assim como ocorre com Michel Araújo, do Bahia, a trajetória profissional indica o cumprimento do período esportivo, mas a possibilidade formal de requerimento depende da data considerada pelas autoridades migratórias e dos demais requisitos exigidos.

 


Foto: Maurícia da Matta / Bahia Notícias

 

Emmanuel Martínez também completou quatro anos no Brasil em 2026. O argentino desembarcou em Belo Horizonte em agosto de 2022 para defender o América-MG, após passagem pelo Barcelona de Guayaquil. Mais tarde, transferiu-se para o Fortaleza e, posteriormente, para o Vitória, onde é pilar no meio-campo da equipe, ao lado de Baralhas. 

 

Desde a chegada ao América-MG, Martínez permaneceu no futebol brasileiro. A confirmação sobre eventual direito imediato de solicitar a naturalização, contudo, também depende de seu histórico migratório.

 


Foto: Maurícia da Matta / Bahia Notícias

 

Já o volante Rúben Ismael está em uma situação distinta dos companheiros argentinos. O atleta é português e chegou ao Vitória em julho de 2025, depois de construir toda a carreira profissional em Portugal. Seu contrato com o Rubro-Negro vai até o final de 2028.

 

Por ser originário de um país de língua portuguesa, Rúben pode ser enquadrado na hipótese que reduz para um ano o período mínimo de residência exigido para a naturalização ordinária. O jogador já ultrapassou um ano de atuação no Brasil. Ainda assim, a concessão da cidadania depende do cumprimento das demais condições estabelecidas pela legislação.

 


Foto: Maurícia da Matta / Bahia Notícias
 

Em um cenário no qual os três adquirissem a cidadania brasileira e o restante do elenco fosse mantido, o Vitória passaria de seis para três jogadores contabilizados como estrangeiros.

 

Outro jogador do Vitória pode entrar nesse grupo a partir de 2027. Tomás Pochettino chegou ao Brasil para defender o Fortaleza no início de 2023 e permaneceu no futebol nacional até acertar com o Vitória em 2026. Considerando apenas a trajetória esportiva, o argentino completará quatro anos no país no início da próxima temporada.

 

Diego Tarzia e Nacho Laquintana chegaram mais recentemente ao futebol brasileiro e, com base no histórico público de suas carreiras, ainda não alcançam o período ordinário de quatro anos.

 

OUTROS CLUBES TAMBÉM POSSUEM CASOS
O Brasileirão possui 159 atletas considerados estrangeiros, de 26 nacionalidades, segundo levantamento atualizado da Série A. A Argentina lidera a relação, seguida por Uruguai, Colômbia, Paraguai e Equador.

 

Entre jogadores com longas passagens pelo Brasil estão Gustavo Gómez, Joaquín Piquerez e Flaco López, do Palmeiras; Mathías Villasanti, do Grêmio; Germán Cano e Yeferson Soteldo, do Fluminense; Jonathan Calleri, do São Paulo; Gabriel Mercado, do Internacional; além de Erick Pulgar e Guillermo Varela, do Flamengo.

 

O Flamengo possui ainda dois casos em que movimentos pela cidadania brasileira já foram tornados públicos: Arrascaeta, que atua no país desde 2015, e Agustín Rossi.

 

Confira abaixo a lista com todos os estrangeiros do Brasileirão 2026 encaminhados para o processo de naturalização: 

 


Tabela gerada por Inteligência Artificial

Guilherme Bellintani explica voto contra redução de estrangeiros no Brasileirão: "Perde um pouco de competitividade"
Foto: Rafael Martins / Londrina EC

Ex-presidente do Bahia e atual dono da SAF do Londrina, Guilherme Bellintani explicou por que votou contra a redução gradual do limite de jogadores estrangeiros no Campeonato Brasileiro. O dirigente participou da reunião realizada pela CBF nesta segunda-feira (21), no Rio de Janeiro, e classificou a medida como uma decisão que traz benefícios, mas também perdas para os clubes e para a competição.

 

A proposta aprovada prevê que o limite atual de nove estrangeiros relacionados por partida caia para oito em 2027, sete em 2028, seis em 2029 e cinco em 2030. Bahia, Flamengo e Londrina ficaram entre os votos contrários à mudança.

 

Bellintani ressaltou que sua posição não parte de uma necessidade específica do Londrina, clube que utiliza poucos estrangeiros, mas de uma avaliação mais ampla sobre o impacto da mudança no futebol nacional.

 

Para o dirigente, restringir o número de atletas de fora pode, em tese, abrir mais espaço aos brasileiros, sobretudo aos mais jovens. Ao mesmo tempo, ele demonstrou dúvidas sobre a relação direta entre as duas situações.

 

"A queda do número de estrangeiros abre mais espaços para o jogador brasileiro e teoricamente a tendência é de abrir espaço para jogadores jovens. Vamos confirmar se isso vai acontecer ou não, eu tenho dúvida sobre isso. Mas também ela perde um pouco de competitividade da liga como um todo. A liga brasileira performou muito bem nos últimos anos, inclusive com poder mais absoluto na América do Sul. A tendência é que isso se perca um pouco também", argumentou. 

 

"Sempre tem vantagem de abrir mais espaço para a formação de jogador brasileiro, mas claramente há uma desvantagem, da perda de envergadura econômica de potencial esportivo da liga brasileira" , concluiu. 

 

AUMENTO DO ESPAÇO PARA JOVENS
A mudança foi apresentada pela CBF após um estudo sobre o perfil dos atletas utilizados nas Séries A e B.

 

Segundo a entidade, a participação de brasileiros Sub-23 caiu de 28,3% dos minutos em 2020 para 11,5% em 2026. No mesmo período, a minutagem de estrangeiros acima dos 23 anos passou de 7,8% para 25%.

 

Considerando brasileiros e estrangeiros, atletas Sub-23 ocupam atualmente 13,8% dos minutos disputados na Série A. Nas principais ligas europeias analisadas pela CBF, o índice varia de 28% a 38%.

 

O número de estrangeiros autorizados em súmula também cresceu ao longo da última década. Em 2013, eram três por partida. O limite passou para cinco em 2014, sete em 2023 e nove a partir de 2024.

 

BELLINTANI DEFENDE TIMES B
Além de se posicionar contra a redução, Bellintani apresentou uma alternativa para ampliar a minutagem dos jogadores mais jovens.

 

O dirigente sugeriu a criação de equipes B, modelo utilizado por clubes como Barcelona, Benfica e Porto, para que atletas em processo de formação disputem competições adultas sem depender exclusivamente de espaço no elenco principal.

 

A proposta seria permitir que clubes das Séries A, B e C mantivessem equipes secundárias em competições específicas, ampliando o calendário competitivo para jogadores em desenvolvimento.

 

A CBF aprovou outra mudança voltada aos jovens. A partir de 2027, o limite total de inscritos seguirá em 50 jogadores, mas será dividido entre Lista A, para atletas acima de 23 anos, e Lista B, destinada aos Sub-23. A divisão começará em 30 atletas na Lista A e 20 na B e chegará a 25 para cada grupo em 2030.

Clubes das Séries A e B aprovam redução gradual do número de jogadores estrangeiros
Foto: Thiago Ribeiro/Staff Images/CBF

Representantes dos 40 clubes que integram as Séries A e B do Campeonato Brasileiro e das federações estaduais aprovaram, nesta segunda-feira (21), a redução gradual do limite de jogadores estrangeiros relacionados por partida nas duas principais divisões do futebol nacional.

 

 

A medida foi discutida durante a quarta reunião entre a Confederação Brasileira de Futebol (CBF) e os clubes, realizada no Rio de Janeiro. Segundo a entidade, o encontro ocorre dentro do processo de construção de uma liga do futebol brasileiro e de valorização das competições.

 

 

Atualmente, os clubes podem relacionar até nove estrangeiros por partida. A proposta aprovada prevê uma redução gradual desse número até 2030, quando o limite será de cinco atletas estrangeiros por súmula.

 

 

Segundo a CBF, uma das justificativas para a mudança é o baixo aproveitamento de jogadores brasileiros Sub-23 pelos clubes. De acordo com estudo apresentado pela CBF Academy, esses atletas registraram apenas 13,8% dos minutos disputados na Série A em 2026. O percentual é inferior ao das principais ligas europeias analisadas pela entidade: França (38%), Inglaterra (32%), Espanha (31%), Alemanha (28%) e Itália (28%).

 

 

Para o diretor executivo da CBF, Helder Melillo, a medida busca ampliar o espaço para jovens jogadores brasileiros sem eliminar a presença de estrangeiros no futebol nacional.

 

 

“A medida que propomos agora mantém um número importante de estrangeiros; entendemos a importância do estrangeiro no futebol brasileiro, mas, tanto com a redução do limite de estrangeiros quanto com alterações no molde de inscrição de atletas na competição, tentamos dar mais espaço para os jogadores sub-23 e melhorar a qualidade técnica dos nossos times, principalmente no médio e longo prazo”, afirmou.

 

 

COMO VAI FUNCIONAR
A redução será feita de forma gradual. O limite de estrangeiros relacionados por partida será de oito em 2027, sete em 2028, seis em 2029 e chegará a cinco em 2030.

 

 

A mudança retoma o patamar que vigorava até 2022. Em 2013, os clubes podiam relacionar até três estrangeiros por partida. O número passou para cinco em 2014 e permaneceu assim até 2022. A partir de 2023, o limite subiu para sete e chegou a nove em 2024, número mantido atualmente.

 

 

A CBF informou que a proposta foi aprovada com apenas dois votos contrários. Segundo informações da Itatiaia, Flamengo e Bahia, da Série A, e o Londrina, da Série B, votaram contra a proposta.

 

 

Além da redução do número de estrangeiros, a proposta aprovada prevê uma reformulação na lista de inscritos das competições. O limite total continuará sendo de 50 atletas por clube, mas os jogadores serão divididos entre duas listas.

 

 

A Lista A será destinada ao elenco principal e terá limite para atletas acima de 23 anos, enquanto a Lista B será formada por jogadores Sub-23, sem a exigência de que tenham sido formados pelo próprio clube.

 

 

Em 2027, serão 30 vagas na Lista A e 20 na Lista B. A proporção será alterada gradualmente para 29 e 21 em 2028; 27 e 23 em 2029; e, em 2030, haverá 25 vagas para cada grupo.

 

 

A CBF afirma que a mudança busca ampliar o espaço para jogadores mais jovens sem diminuir o número total de atletas que cada clube pode inscrever. Segundo o estudo apresentado na reunião, 33 dos 40 clubes das Séries A e B já possuem atualmente até 30 jogadores acima de 23 anos inscritos, mesmo sem a nova regra estar em vigor.

Dorival defende redução de estrangeiros no futebol brasileiro: “Pagaremos um preço muito alto”
Foto: Reprodução/Instagram (@dorivaljroficial)

 

O técnico do Corinthians, Dorival Júnior, manifestou-se a favor de uma restrição no número de jogadores estrangeiros atuando no futebol nacional. A avaliação foi feita após a vitória por 1 a 0 sobre o Athletico-PR, pela segunda rodada do Campeonato Brasileiro, e teve como referência o cenário vivido pela Itália nos últimos anos.

 

Atualmente, o regulamento da competição permite que cada equipe relacione até nove atletas estrangeiros por partida. Na edição de 2026, 131 jogadores de fora do país estão inscritos. O elenco corintiano conta com seis estrangeiros, incluindo o marroquino Zakaria Labyad, que ainda aguarda regularização.

 

“Eu também acho que está na hora de intervirmos em relação ao número de estrangeiros em cada equipe brasileira. Nós estamos penalizando uma geração e, futuramente, pagaremos um preço muito alto. Nós não estamos percebendo isso acontecer. A Itália pegou um preço altíssimo em duas Copas do Mundo, tendo dificuldade muito grande de classificação nesta terceira”, afirmou Dorival em entrevista coletiva.

 

A seleção italiana ficou fora das Copas do Mundo de 2018, na Rússia, e de 2022, no Catar, e ainda disputa a repescagem para tentar vaga no Mundial de 2026, que será realizado nos Estados Unidos, Canadá e México.

 

Após o resultado positivo no Brasileiro, o Corinthians volta suas atenções para o Campeonato Paulista. A equipe enfrenta a Portuguesa nas quartas de final, em jogo único marcado para domingo, às 20h30, no Canindé.

CBF indica intenção de reduzir o limite de jogadores estrangeiros no Brasileirão
Foto: Reprodução / Instagram

A Confederação Brasileira de Futebol busca reduzir o limite de estrangeiros por time no Campeonato Brasileiro da Série A. A informação foi citada durante o Conselho Técnico primeira divisão do torneio. 

 

Até então, são permitidos nove jogadores estrangeiros o futebol brasileiro por clube na Série A. Ao longo dos anos, o limite tem sido estendido. 

 

Apesar do anúncio do estudo da possibilidade, a CBF ainda não estipulou um novo número limite a ser indicado. A questão deve ser decidida após uma reunião entre a entidade e os clubes presentes na primeira divisão da competição. 

 

Ainda durante o Conselho, foi citado que a questão da intenção de diminuir o número de jogadores de outros países no Brasileirão deve voltar a pauta em março, em outra reunião da CBF.
 

Curtas do Poder

Ilustração de uma cobra verde vestindo um elegante terno azul, gravata escura e língua para fora
Procura-se urgentemente uma marca de pijama que dê patrocínio, ou pelo menos faça um preço mais camarada, depois das eleições desse ano. A sensação que ficou é ninguém ganhou e ninguém perdeu, mas todo mundo perdeu. Pro lado do Cacique, o grupo saiu "triste-alegre". Triste com a iminente derrota do Molusco, e alegre com o novo banho que deu no Soberano - sobretudo aqui em Salvador. Já o lado do Soberano o clima é de enterro. Um monte de gente sem mandato pra acomodar, uma conta enorme pra pagar, e a PF no cangote. Teremos que esperar...

Pérolas do Dia

Luiz Inácio Lula da Silva

Luiz Inácio Lula da Silva
Foto: Ricardo Stuckert / Presidência da República

"Eu acho que nós fizemos uma campanha aquém da minha possibilidade. Acho que a gente poderia ter feito mais. Eu disse para o Edinho que essa foi a campanha menos organizada que eu participei desde 1989. E normalmente a gente colhe aquilo que a gente planta". 

 

Disse o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) afirmou nesta quarta-feira (7) que a campanha de primeiro turno deste ano foi a menos organizada entre todas as que disputou desde 1989. A declaração foi dada a aliados, ao lado de Edinho Silva, presidente do PT e coordenador da campanha de reeleição do petista.

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O pesquisador trará um panorama detalhado do mapa eleitoral desenhado pelas urnas, o peso das redes sociais na definição dos votos nas disputas majoritárias e proporcionais, além dos cenários e tendências políticos para a Bahia e o Brasil nos próximos anos.

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