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Com três nomes em alta, Fluminense de Feira ganha "dor de cabeça" no gol antes da estreia na Série B
A poucos dias da estreia na Série B do Campeonato Baiano, o Fluminense de Feira chega à competição com uma definição ainda em aberto: quem será o titular no gol. A indefinição, no entanto, tem sido tratada internamente como um dos pontos fortes do elenco.
O clube reúne três goleiros com perfis distintos e trajetórias relevantes, o que elevou o nível de competitividade durante a pré-temporada. A disputa envolve o jovem Pedro Alves, em ascensão após passagem pelo Barcelona de Ilhéus, além dos experientes André Lucas e Fábio Szymonek.
Enquanto Pedro chega embalado por bom momento recente — incluindo reconhecimento individual no estadual —, os concorrentes trazem rodagem e experiência em diferentes contextos do futebol brasileiro e internacional.
A avaliação dentro do clube é de que o equilíbrio técnico entre os nomes tem sido determinante para elevar o rendimento nos treinamentos. A preparação tem sido realizada em ritmo intenso, com foco direto na estreia e no objetivo principal da temporada: o retorno à elite do futebol baiano.
Responsável pelo trabalho com os goleiros, Alberto Oliveira destacou que a concorrência interna tem refletido diretamente na evolução do grupo.
"Estamos nessa pré-temporada trabalhando muito forte, com muita dedicação nos dois períodos. Hoje, o clube conta com três grandes goleiros, e essa disputa entre eles é altamente benéfica, pois todos estão agregando. Nossos olhos estão voltados para a estreia: queremos fazer um grande jogo e, com fé no trabalho, conquistar o tão desejado acesso", afirmou Alberto.
Recém-chegado, Pedro Alves ressaltou a estrutura encontrada no clube e valorizou o ambiente competitivo no setor.
"Quando cheguei aqui, já esperava o que iria encontrar. Alguns colegas haviam me dito que a estrutura do clube era boa, mas vendo tudo o que nos é oferecido diariamente, é muito maior do que eu imaginava. Estamos muito bem servidos. Sobre a disputa, todos temos o mesmo objetivo. Para mim, é uma honra aprender com profissionais mais experientes, e essa competição interna acaba despertando o melhor de cada um. Só vejo vantagens", destacou Pedro.
Entre os mais experientes, o discurso segue a mesma linha de foco coletivo. Para André Lucas, a definição de quem será titular não altera o comprometimento do grupo com a campanha.
"O nosso dia a dia é muito bom. Acredito que quem jogar vai dar conta do recado, e quem ficar de fora vai estar apoiando o companheiro em campo. Precisamos estar com o mesmo foco e objetivo, que é o nosso tão sonhado acesso, para coroar essa torcida que merece muito voltar à elite", afirmou André.
A estreia do Fluminense de Feira está marcada para o dia 3 de maio, diante do Redenção. A Série B estadual é vista como o principal caminho para recolocar o clube na elite do futebol baiano.
Vislumbrando o primeiro jogo da história do Feira Futebol Clube, o time começa a organizar o clima interno para o começo de uma jornada rumo ao acesso à elite do futebol baiano. Encabeçando esta etapa, estão os goleiros Sidão e Rafael Pin. Em um elenco que mescla juventude e rodagem, a posição tem se destacado não apenas pela segurança técnica, mas pela construção de um ambiente marcado por liderança, empatia e competitividade saudável.
Ambos os atletas são nomes experientes dentro do grupo e acabam representando esse equilíbrio entre bagagem acumulada e compromisso coletivo, pilares que fundamentam um projeto que mira o acesso. A atuação dos goleiros tem impacto direto na formação emocional do elenco.
Sidão chama atenção para o papel de suporte aos atletas mais jovens, sobretudo nos momentos de instabilidade. “A gente consegue perceber que o menino sentiu, que fez um dia ruim de trabalho, e se aproxima para falar que isso faz parte. O importante é continuar evoluindo, porque o de hoje passou e já tem que pensar no amanhã. ”
Em um cenário competitivo, onde o erro pode abalar a confiança, a presença de atletas experientes contribui para manter o equilíbrio psicológico do elenco. Ao mesmo tempo, a posição de goleiro carrega uma particularidade, apenas um entra em campo. Ainda assim, o discurso entre Sidão e Rafael Pin revela uma construção sólida de parceria, sustentada desde a base da carreira.
“Desde cedo a gente aprende que tem que torcer pelo cara que tá jogando. A escolha é do treinador, e a gente precisa respeitar e apoiar o companheiro” , afirma Sidão. Rafael reforça essa ideia ao destacar o vínculo criado dentro da posição. “Praticamente todos os clubes que eu passei, os goleiros se tornam uma família, porque a gente convive mais aqui do que na própria casa. ”
“Todo mundo tem sua história. Ninguém chega ao profissional sem pagar um preço alto. É respeitar isso e entender que a última palavra é do treinador” , destaca Sidão. Rafael complementa. “Tem que chegar todo dia com alegria, com respeito e humildade. É isso que faz o ambiente ser sadio. ”
“Quando a gente tá em harmonia, os outros atletas sentem isso. Se eles veem que, mesmo sabendo que só um joga, os goleiros se dão bem, não tem por que ser diferente nas outras posições” , destaca Sidão. A confiança transmitida pela posição também é ressaltada por Rafael. “O goleiro é a cara do time. A gente precisa passar confiança, ser liderança dentro e fora de campo. ”
Em primeiro ano de exitência, o Feira FC vai disputar o Série B do Campeonato Baiano. A extreia está prevista para os dias 2 ou 3 de maio. O clube ainda espera confirmaçãio da Federação Baiana de Futebol (FBF).
Curtas do Poder
Pérolas do Dia
Charles Fernandes
"Não foi a melhor estratégia, em breve tudo restará esclarecido".
Disse o deputado federal Charles Fernandes (PSD) ao rebater nesta quinta-feira (22), os desdobramentos da ação judicial envolvendo emendas parlamentares originalmente destinadas pelo ex-deputado federal Otto Alencar Filho, atual conselheiro do Tribunal de Contas do Estado da Bahia (TCE-BA) no Superior Tribunal de Justiça (STJ).