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Morreu nesta segunda-feira (18), aos 62 anos, Geovani Silva, ídolo do Vasco da Gama e conhecido no futebol como "Pequeno Príncipe". Segundo informações do O Globo, o ex-jogador passou mal de forma repentina durante a madrugada, foi levado a um hospital em Vila Velha, no Espírito Santo, mas não resistiu.
A morte foi comunicada pela família por meio das redes sociais do próprio ex-atleta. Geovani deixa três filhos. O culto de despedida e o sepultamento estão previstos para esta terça-feira (19), em Vila Velha.
"É com profundo pesar que comunicamos o falecimento do nosso guerreiro Geovani Silva. Na madrugada de hoje, ele passou mal de forma repentina e foi socorrido imediatamente ao hospital mai? próximo. Apesar de todos os esforços da equipe médica e das tentativas de reanimação, infelizmente ele não resistiu. Estamos todos muito abalados e tristes com essa partida tão inesperada", escreveu a família de Geovani Silva.
Geovani vinha enfrentando problemas de saúde nos últimos anos. No fim de 2025, ficou internado por 40 dias após sofrer paradas cardíacas em Vitória. O ex-jogador também havia passado por internações por problemas cardíacos em 2022, além de ter enfrentado um câncer na coluna vertebral e uma polineuropatia em 2006. Mesmo com limitações motoras, seguia presente em homenagens e eventos ligados ao futebol.
Revelado pela Desportiva Ferroviária, do Espírito Santo, Geovani chegou ao Vasco em 1982 e se tornou um dos principais meias da história do clube. Vestindo a camisa cruzmaltina, disputou 408 partidas e marcou 49 gols, além de conquistar títulos estaduais e construir uma ligação marcante com a torcida vascaína.
Pelo Vasco, Geovani conquistou o Campeonato Carioca em 1982, 1987 e 1988, além da Taça Guanabara e outros títulos do período. Em São Januário, jogou ao lado de nomes como Roberto Dinamite e Romário e ganhou o apelido de “Pequeno Príncipe” pelo estilo técnico, a visão de jogo e a capacidade de organizar o meio-campo.
Na Seleção Brasileira, Geovani também teve trajetória de destaque. Em 1983, foi campeão mundial sub-20 e eleito o melhor jogador da competição. Cinco anos depois, conquistou a medalha de prata nos Jogos Olímpicos de Seul, em 1988. Em 1989, integrou o elenco campeão da Copa América, disputada no Brasil.
A carreira internacional incluiu passagens por Bologna, da Itália, Karlsruher, da Alemanha, e Tigres, do México. Depois, Geovani retornou ao futebol brasileiro e também atuou por clubes como Linhares, Serra, Rio Branco e Vilavelhense, encerrando a carreira no início dos anos 2000.
No futebol capixaba, manteve forte identificação. Além de ter sido revelado pela Desportiva, conquistou títulos estaduais por diferentes clubes, incluindo Linhares, Serra e a própria Desportiva, no retorno ao clube que o projetou.
Após deixar os gramados, Geovani também teve atuação na vida pública e em projetos ligados ao esporte no Espírito Santo.
Curtas do Poder
Pérolas do Dia
Ronaldo Caiado
"Vocês que têm essa capacidade toda e sensibilidade de serem mães, criar os filhos, os nossos lares, estruturar as nossas famílias. Esta é a verdade, o verdadeiro poder da mulher. A nossa formação no dia a dia é a cultura brasileira. Nós somos muito mais uma criação matriarcal, como a grande protetora é o nosso lar".
Disse o ex-governador de Goiás e pré-candidato à Presidência da República, Ronaldo Caiado (União), ao afirmar que as mulheres exercem um papel central na proteção das famílias e possuem mais influência do que os homens nas decisões tomadas dentro do lar. As declarações foram feitas durante sua participação no Congresso da Confederação de Irmãs Beneficentes Evangélicas Mundial (Cibem), realizado no Riocentro, na Zona Oeste do Rio de Janeiro.