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Artigos

Alex Bastos
Avanços na cadeia produtiva dos jumentos no Nordeste
Foto: Divulgação

Avanços na cadeia produtiva dos jumentos no Nordeste

A decisão do Tribunal Regional Federal da 1ª Região (TRF1) reconheceu, sem questionamentos, a legalidade da atividade dentro das normas vigentes. Essa decisão está em plena consonância com o arcabouço jurídico brasileiro que regula a produção e a inspeção de produtos de origem animal. O Poder Legislativo por meio das Leis Federais nº 1.283/1950 e nº 7.889/1989 estabeleceram as bases da inspeção industrial e sanitária desses produtos no país, criando um sistema de fiscalização estruturado e reconhecido internacionalmente.

Multimídia

Após deixar Podemos, Raimundo da Pesca comenta convites e explica escolha pelo PSD

Após deixar Podemos, Raimundo da Pesca comenta convites e explica escolha pelo PSD
O deputado federal Raimundo Costa (PSD) comentou, nesta segunda-feira (9), sua filiação ao Partido Social Democrático (PSD) após deixar o Podemos. Em declaração ao Projeto Prisma, podcast do Bahia Notícias, ele detalhou a motivação da mudança partidária.

Entrevistas

VÍDEO: Sílvio Humberto fala sobre cultura de Salvador, critica Executivo e comenta pré-candidatura a deputado; confira entrevista

VÍDEO: Sílvio Humberto fala sobre cultura de Salvador, critica Executivo e comenta pré-candidatura a deputado; confira entrevista
Foto: Divulgação
O vereador Sílvio Humberto (PSB), presidente da Comissão de Cultura da Câmara Municipal de Salvador, falou sobre o cenário cultural da capital baiana, criticou a gestão municipal, comentou a relação entre o Legislativo e o Executivo e também abordou a possibilidade de disputar uma vaga na Câmara dos Deputados nas eleições de 2026. Em entrevista ao Bahia Notícias, o parlamentar avaliou o Plano Municipal de Cultura, fez críticas à administração do prefeito Bruno Reis e afirmou que pretende ampliar o debate sobre representação política e desenvolvimento da cidade.

eua

México se coloca à disposição para sediar jogos do Irã na Copa do Mundo
Foto: Reprodução/@claudia_shein

 

A presidente do México, Claudia Sheinbaum, afirmou que o país está disposto a receber os jogos que o Irã disputaria nos Estados Unidos durante a Copa do Mundo. Ambos os países sediam a competição junto ao Canadá.

 

“Estão analisando com a Fifa se isso é viável, porque os jogos seriam nos Estados Unidos; se podem realizar o torneio aqui no México. Está sendo avaliado e, no momento oportuno, informaremos”, disse Sheinbaum durante sua tradicional coletiva de imprensa matinal.

 

“O México tem relações com todos os países do mundo, então vamos ver o que a Fifa estabelece e, a partir disso, informaremos”, acrescentou. Questionada diretamente se o México está aberto a receber os jogos e se a questão é apenas logística da Fifa, Sheinbaum respondeu que "sim".

 

O presidente da Federação Iraniana de Futebol, Mehdi Taj, afirmou nesta segunda-feira (16) que a entidade está em negociação com a Fifa para transferir os jogos dos EUA para o México. A preocupação é a segurança dos jogadores.

 

Donald Trump afirmou na última semana que o Irã não deveria participar da Copa do Mundo por “suas próprias vidas e segurança”, em meio à guerra no Oriente Médio.

 

A Copa do Mundo 2026 começa no dia 11 de junho e será disputada entre Estados Unidos, Canadá e México. O Irã integra o Grupo G e tem partidas programadas contra Bélgica e Nova Zelândia, em Los Angeles, e contra o Egito, em Seattle. O Centro de Treinamento (CT) da seleção está previsto para Tucson, no estado do Arizona.

Irã negocia com a Fifa para disputar jogos da Copa de 2026 no México
Foto: Mohamed Farag

A Seleção do Irã manifestou nesta semana o interesse em disputar a Copa do Mundo de 2026, porém solicita atuar fora dos Estados Unidos. A federação iraniana negocia junto à FIFA a possibilidade de transferir seus jogos para o México, visando evitar possíveis desdobramentos negativos oriundos dos conflitos diplomáticos entre os dois países. 

 

A sugestão da transferência partiu do embaixador do Irã, Abolfazl Psedniddeh, e a proposta formal foi enviada por meio do Ministério das Relações Exteriores iraniano. No ofício, destaca-se a preocupação com a segurança e o clima político diante das tensões históricas entre Washington e Teerã.

 

Até o momento, a FIFA não se pronunciou oficialmente sobre o pedido, que é tratado com cautela pelo presidente Gianni Infantino. O mandatário da entidade máxima do futebol afirmou ter discutido o cenário geral com o presidente dos EUA, Donald Trump.

 

"Todos precisamos de um evento como a Copa do Mundo da FIFA para unir as pessoas agora mais do que nunca, e agradeço sinceramente ao presidente dos Estados Unidos pelo apoio, que demonstra mais uma vez que o futebol une o mundo", declarou Infantino em nota anterior.

 

Caso o Irã desista da competição por não ter o pedido atendido, a definição do substituto ficaria a cargo de um critério exclusivo da FIFA, conforme estabelece o regulamento do torneio. Além disso, a multa para desistências ocorridas a menos de 30 dias do início do mundial é de 250 mil francos suíços (aproximadamente R$ 1,6 milhão).

 

A seleção iraniana garantiu sua vaga após liderar o Grupo A da terceira fase das eliminatórias asiáticas. No sorteio realizado em dezembro, o país foi alocado no Grupo G, ao lado de Bélgica, Egito e Nova Zelândia.

 

Originalmente, o cronograma da equipe previa duas partidas em Los Angeles e uma em Seattle, todas em território norte-americano.

Bolsonaro pede autorização para receber visita de conselheiro dos EUA na prisão
Foto: Reprodução / Departamento de Estado

O ex-presidente Jair Bolsonaro pediu autorização ao ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF) para receber a visita de Darren Beattie, conselheiro de Donald Trump, na prisão. Segundo informações da Folha de S. Paulo, o pedido ocorre em meio a visita do representante do governo estadunidense a São Paulo e Brasília na semana que vem. 

 

Ativista de ultradireita, Beattie foi nomeado pelo governo dos EUA para o cargo de Conselheiro Sênior de Política para o Brasil. Nos Estados Unidos, o Conselheiro estabeleceu uma relação com Eduardo Bolsonaro e nesta semana, a agenda de Beattie inclui reunião com o senador e pré-candidato à Presidência Flávio Bolsonaro (PL) e compromissos ligados ao processo eleitoral brasileiro.

 

Em um requerimento a Moraes, o advogado Paulo da Cunha Bueno pede que Moraes autorize a visita em dias excepcionais. "O visitante cumprirá agenda oficial no Brasil e estará em Brasília por curto período, circunstância que acaba por inviabilizar a realização da visita nas datas ordinárias atualmente previstas para visitação (quartas-feiras e sábados)", diz ele.

 

"Diante dessa limitação objetiva de agenda — comum em compromissos de natureza diplomática —, requer-se autorização excepcional para que a visita possa ocorrer no dia 16 de março, no período da tarde, ou no dia 17 de março, no período da manhã ou início da tarde, observadas todas as demais regras de segurança e controle do estabelecimento custodiante", segue.

 

O advogado pede ainda "autorização para que o visitante esteja acompanhado de intérprete, a fim de viabilizar a adequada comunicação durante a visita, considerando que o Peticionário [Bolsonaro] não possui plena fluência na língua inglesa".

 

HISTÓRICO DE BEATTIE
O novo conselheiro já possui um histórico de críticas a Moraes em suas redes sociais no ano passado, quando os EUA chegaram a aplicar a Lei Magnitsky contra o magistrado para pressionar contra a prisão do ex-presidente.

 

"O ministro Moraes é o coração pulsante do complexo de perseguição e censura contra Jair Bolsonaro, o que, por sua vez, tem restringido a liberdade de expressão nos EUA. Graças à liderança do presidente Trump e do secretário [Marco] Rubio, estamos atentos e tomando as devidas providências", disse ele, citando o chefe da diplomacia americana.

Guarda Revolucionária do Irã diz ter atingido forças dos EUA em Dubai
Foto: Reprodução / Redes Sociais

A Guarda Revolucionária Iraniana afirmou neste sábado (7) ter realizado um ataque bem-sucedido contra a localização de forças militares dos Estados Unidos na região da Marina de Dubai.

 

Segundo informações da CNN, a reivindicação ocorre horas após a queda de destroços de projéteis em um arranha-céu na área costeira da cidade emiradense.

 

Veja vídeo:

 

 

 

Em comunicado divulgado neste sábado, a Guarda Revolucionária declarou que alvejou posições norte-americanas na Marina de Dubai. Até o momento, não houve confirmação oficial dos Estados Unidos sobre danos às suas instalações ou militares na região.

 

Mais cedo, edifícios ao redor da Marina foram esvaziados depois que fragmentos de projéteis atingiram a fachada de um arranha-céu. Em nota publicada nas redes sociais, o Gabinete de Imprensa de Dubai informou que não houve feridos no incidente. A Marina abriga pontos turísticos movimentados e instituições de ensino, como a Universidade Americana de Dubai e o Dubai Marina Mall.

 

Durante o ocorrido, moradores de Dubai e da capital Abu Dhabi receberam alertas de mísseis em seus telefones celulares, enquanto sons de explosões eram ouvidos na cidade.

 

O ataque aconteceu horas depois de o presidente dos Emirados Árabes Unidos, Mohamed bin Zayed Al Nahyan, classificar publicamente o Irã como "o inimigo", em declarações consideradas extremamente raras.

Governo dos EUA libera arquivos do caso Epstein sobre adolescente que teria sido estuprada por Trump
Foto: The Official White House

 

O Departamento de Justiça americano divulgou, nesta quinta-feira (5), documentos descrevendo várias entrevistas com uma mulher que acusou o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, de estuprá-la nos anos 1980. As páginas, que pertencem ao FBI (Departamento Federal de Investigação dos EUA), haviam sido anteriormente retidas do vasto acervo de documentos relacionados ao abusador Jeffrey Epstein

 

Segundo informações da Folha de S. Paulo, as notas datilografadas descrevem entrevistas conduzidas pelo FBI com a vítima em 2019, na ocasião em que ela disse ter sido estuprada tanto por Epstein quanto por Trump. Ela fez a denúncia pouco depois de Epstein ter sido preso naquele ano sob acusações de tráfico sexual.

 

Suas acusações contra Trump remontam à década de 1980, quando ela era adolescente. O relato da mulher está entre uma série de acusações não comprovadas contra homens conhecidos contidas nos milhões de documentos do caso Epstein divulgados pelo Departamento de Justiça.

 

O departamento já havia divulgado documentos descrevendo a existência dos memorandos liberados na quinta-feira, indicando que o FBI havia conduzido quatro entrevistas relacionadas às acusações dela e havia escrito resumos de cada conversa.

 

Mas apenas uma dessas entrevistas parecia estar incluída na divulgação inicial, o que levantou dúvidas sobre por que as três restantes estavam ausentes, já que a Lei de Transparência dos Arquivos Epstein, aprovada em novembro de 2025 pelo Congresso norte-americano, exigia que o governo divulgasse todos os arquivos investigativos relacionados a Epstein, sem revelar informações que identificassem suas vítimas.

 

Quando os arquivos foram tornados públicos no final de janeiro, autoridades descreveram o acervo como incluindo todo o material enviado pelo público ao FBI e reconheceram que isso incluia acusações não corroboradas.

 

"Alguns dos documentos contêm alegações falsas e sensacionalistas contra o presidente Trump que foram submetidas ao FBI pouco antes da eleição de 2020", disse o departamento em um comunicado.

Câmara pede explicações do Ministério da Defesa sobre suposta base chinesa na Bahia
Foto: Marcelo Camargo / Agência Brasil

O Ministério da Defesa deverá prestar esclarecimentos à Comissão de Relações Exteriores e de Defesa Nacional da Câmara dos Deputados sobre as relações entre Brasil e China. O pedido ocorre após a divulgação de um relatório elaborado por parte de parlamentares dos Estados Unidos que levanta a suspeita da existência de uma possível base militar chinesa secreta no estado da Bahia.

 

Segundo a revista Veja, o pedido , já aprovado na comissão, foi apresentado pelo deputado federal Luiz Philippe de Orleans e Bragança (PL-SP). Ele citou um relatório do Comitê Seleto da Câmara dos EUA sobre Competição Estratégica entre os EUA e o Partido Comunista Chinês, que analisa a expansão da infraestrutura espacial chinesa na América Latina.

 

Os deputados querem esclarecimentos sobre o projeto chamado Tucano Ground Station, apontado no documento americano como a única base militar chinesa “não oficial” na América do Sul. Segundo o relatório, as possíveis implicações militares estariam relacionadas à conexão do projeto com instituições de defesa brasileiras.

 

De acordo com o documento, a empresa Alya Nanosatellites firmou um memorando de entendimento com o Departamento de Ciência e Tecnologia da Força Aérea Brasileira. O acordo prevê, entre outros pontos, o treinamento de militares em simulações de órbita e o uso de antenas da Aeronáutica como sistema de apoio à base de Tucano.

 

Para os congressistas americanos, essa integração poderia permitir que a China acompanhe e influencie a doutrina espacial militar brasileira, além de estabelecer uma presença permanente em uma área considerada estratégica para a segurança nacional dos Estados Unidos. O relatório também afirma que a estrutura poderia ampliar a capacidade chinesa de vigilância por satélite, possibilitando identificar equipamentos militares camuflados e rastrear objetos espaciais em tempo real.

 

Ainda conforme o documento, as atividades estariam ligadas à empresa brasileira Ayla Space, que atua no setor aeroespacial e mantém parceria com a companhia chinesa Beijing Tianlian Space Technology para análise de dados de satélites.

FIA monitora conflito no Oriente Médio e avalia impacto nos calendários da F1 e WEC
Foto: Reprodução / X | Divulgação / F1

A Federação Internacional do Automobilismo (FIA) emitiu um comunicado oficial nesta segunda-feira (2) sobre a escalada de tensões no Oriente Médio. A entidade acompanha os efeitos dos ataques realizados pelos Estados Unidos e Israel contra o Irã, iniciados no último sábado, que somam 555 mortes no terceiro dia de confrontos.

 

O cenário de instabilidade ocorre na semana de abertura da temporada 2026 da Fórmula 1, marcada para o dia 8 de março, e afeta o planejamento do Mundial de Endurance (WEC), previsto para começar no dia 28.

 

O presidente da FIA, Mohammed ben Sulayem, manifestou preocupação com a segurança de profissionais e civis na região. Leia a nota abaixo na íntegra:

 

"Como presidente da FIA, meus pensamentos estão com todos os afetados pelos recentes acontecimentos no Oriente Médio. Estamos profundamente entristecidos com a perda de vidas e nos solidarizamos com as famílias e comunidades impactadas. Neste momento de incerteza, esperamos por calma, segurança e um rápido retorno à estabilidade. O diálogo e a proteção dos civis devem permanecer como prioridades. Estamos em contato próximo com nossos Clubes-membros, promotores dos campeonatos, equipes e colegas no local enquanto monitoramos os desdobramentos com cuidado e responsabilidade. A segurança e o bem-estar guiarão nossas decisões enquanto avaliamos os próximos eventos programados na região para o Campeonato Mundial de Endurance da FIA e o Campeonato Mundial de Fórmula 1 da FIA. Nossa organização é construída sobre unidade e propósito compartilhado. Essa unidade importa agora mais do que nunca."

 

A crise atingiu os centros de conexão aérea no Catar e nos Emirados Árabes Unidos, utilizados como rota para a Oceania e Ásia. Relatos apontam que mil profissionais da Fórmula 1 enfrentam dificuldades de deslocamento após retaliações iranianas em Doha, Dubai e Abu Dhabi. O aeroporto de Abu Dhabi registrou uma morte e sete feridos após um ataque de drones, enquanto um míssil atingiu uma base da Marinha dos Estados Unidos situada a 30 quilômetros do Circuito de Sakhir, no Bahrein. O episódio provocou o cancelamento de testes de pneus que seriam realizados pelas equipes McLaren e Mercedes.

 

Apesar da proximidade das provas no Bahrein e na Arábia Saudita, agendadas para os dias 12 e 19 de abril, a organização da Fórmula 1 mantém as etapas no calendário. De acordo com informações do jornal inglês The Guardian, a logística para o Grande Prêmio da Austrália foi preservada porque os 22 carros e os equipamentos das equipes foram enviados para Melbourne logo após o encerramento da pré-temporada, em fevereiro. O material já se encontra no Circuito Albert Park para a corrida de abertura deste fim de semana.

 

Os organizadores da etapa australiana confirmaram a realização do evento, mas a categoria trabalha com estratégias de reserva caso a segurança no Golfo Pérsico piore nas próximas semanas. A imprensa britânica indica que a Fórmula 1 possui planos de contingência para alterar rotas ou datas se houver necessidade de proteger o pessoal envolvido nas operações. O monitoramento da FIA e das autoridades locais continuará de forma ininterrupta até a normalização das condições de voo e trânsito na região.

 

Após a prova na Austrália, o mundial segue para o Bahrein em 12 de abril e para a Arábia Saudita no dia 19. A FIA ressalta que a prioridade das decisões será o bem-estar dos integrantes do campeonato, enquanto as equipes aguardam definições sobre as escalas de voo para os próximos destinos do calendário de 2026.

Ex-BBB Ariadna detalha terror em Dubai após explosões por conflito entre Irã e EUA
Foto: Divulgação

A ex-BBB Ariadna Arantes relatou momentos de tensão vividos nos úiltimos dias devido ao conflito entre Irã x EUA e Israel, iniciado no sábado (28) com o ataque a mísseis.

 

Em vídeo, Ariadna tranquilizou os seguidores e confirmou que estava bem apesar do susto com o bombardeio. A ex-BBB também explicou o motivo de não ter deixado Dubai ainda.

 

"Quero dizer que estou bem. Tem um monte de gente mandando mensagem: 'Por que você não vai embora? Corre daí! Gente, não dá, o espaço aéreo está fechado. Vários voos da América do Sul, que vinham para Dubai, voltaram. E eu não tenho previsão de quando vou embora", contou.

 

Outra brasileira que relatou o terror em Dubai foi a cantora Simone Mendes. Segundo a baiana, o hotel onde ela estava hospedada foi atingido por um míssil um dia após ela deixar o local.

 

SOBRE OS ATAQUES
De acordo com informações da organização humanitária Crescente Vermelho, que atua em países muçulmanos, o ataque coordenado dos Estados Unidos e de Israel contra o Irã deixou 555 mortos e, ao menos, 747 feridos.

 

Toda situação teve início no sábado (28), e até o momento, 131 cidades já foram atacadas durante a guerra.

 

Em resposta ao ataque dos EUA e Israel, o Irã disparou mísseis e atacou bases americanas no Oriente Médio, em países como Catar, Emirados Árabes, Kuwait e Bahrein.

 

Segundo o governo americano, os danos às bases militares dos EUA no Oriente Médio, após a retaliação iraniana, foram “mínimos”;

Empresária baiana que mora em Dubai relata rotina e orientações do governo contra fake news após ataques no Oriente Médio
Foto: Reprodução / YouTube / Bahia Notícias

A empresária baiana Jamille Knop, residente em Dubai, nos Emirados Árabes Unidos, relatou a situação vivenciada na cidade após a escalada de tensão no Oriente Médio, desencadeada pelo conflito envolvendo ataques de Israel e dos Estados Unidos ao Irã.

 

 

Em entrevista ao Bahia Notícias no Ar, na Antena 1 Salvador, nesta segunda-feira (2), ela afirmou que autoridades locais têm reforçado orientações para que moradores e veículos de comunicação utilizem apenas informações oficiais, diante da circulação de conteúdos falsos nas redes sociais.

 

De acordo com Jamille, não há registro de ataques diretos à cidade de Dubai até o momento. “É importante frisar que não existe um ataque à cidade de Dubai. Existe um ataque à base militar americana que fica situada aqui no país. Na verdade eles têm duas bases, uma menor aqui dentro da cidade e uma maior fora da cidade. E esses ataques estão sendo direcionados a essa base militar, não existe até o momento um ataque à cidade de Dubai. O nosso governo está interceptando esses mísseis, quase a totalidade foi interceptada. E na hora da interceptação destroços caem, e a maioria deles caem no mar, mas pode acontecer de cair na cidade, e foi o que aconteceu”, afirmou.

 

A empresária relatou ainda a queda de destroços em diferentes pontos do país. “Existiu um hotel, um que de fato caiu um destroço lá, ainda existe um diálogo, a gente não tem certeza se foi um drone, mas pelos canais oficiais — que é o que a gente está tentando seguir aqui, evitar fake news — foi um destroço que caiu no Fairmont e incendiou a parte da frente. Importante salientar que não é um míssil, destruiu um pedaço da entrada do hotel. Foi controlado e houveram quatro feridos e nenhuma morte. Houve uma morte em Abu Dhabi por conta de um destroço. Houve ainda mais um no Burj Al Arab”, relatou.

 

Jamille também mencionou a disseminação de vídeos e informações falsas sobre supostos bombardeios em pontos turísticos da cidade. Um dos casos mencionados por ela foi a da cantora Simone Mendes, que chegou a afirmar que o hotel em que estava hospedada em Dubai teria sido atingido por um míssil.

 

“Eu vi coisas horríveis na internet, vídeos criados por IA do prédio inteiro pegando fogo, vídeos falsos. E eu posso dizer porque passei na frente. Eu vi histórias de artistas muito grandes, cantoras dizendo que estavam no Atlantis The Palm e que ele foi bombardeado e tudo isso é mentira. E é bem ruim, principalmente para a gente que está aqui, de ficar vendo esse tipo de boato”, disse.

 

ORIENTAÇÕES LOCAIS

Ainda conforme o relato, o governo dos Emirados Árabes Unidos tem adotado medidas de comunicação direta com a população e reforçado o combate à desinformação.

 

“Os Emirados Árabes Unidos não é um país preparado para guerra, sempre se manteve neutro nesse processo. Não tem bunkers. E não sei se existe um sistema de alerta, mas até esse momento nada disso foi utilizado. O que existe é um sentimento de confiança e segurança da população nos líderes e os canais oficiais. Aqui o que estamos vendo é um trabalho muito grande do governo em pedir à imprensa o cuidado com fake news. Existe uma multa e prisão para quem divulga fake news para controlar a narrativa e evitar pânico”, afirmou.

 

Segundo ela, moradores recebem notificações oficiais diretamente nos celulares com orientações de segurança. “Existe um canal direto que recebemos alerta no celular e esses alertas são dizendo para manter a calma, que existe um perigo, mas que a situação está sob controle. O ambiente aéreo é muito controlado e existem camadas de proteção”, concluiu.

Simone Mendes relata terror ao descobrir que hotel onde estava hospedada em Dubai foi atingido por míssil
Foto: Instagram

Um dia a menos na viagem de Simone Mendes fez com que a artista baiana escapasse de um grande desastre ao lado da família em Dubai.

 

Por meio das redes sociais, a cantora relatou que o hotel onde estava hospedada em Dubai foi atingido por um míssil em meio aos ataques entre os EUA e Israel e Irã.

 

"Acabamos de chegar aqui em São Paulo. E aí, depois que a gente pousou, nós ficamos sabendo que o Irã está tendo guerra nos Emirados contra os Estados Unidos. Um dos mísseis que lançaram, atingiu um dos hotéis em Dubai. E o hotel é um dos que a gente estava."

 

Simone conta que a família embarcou de volta para o Brasil horas antes de tudo acontecer. A artista ainda agradeceu a Deus por não ter passado pela situação.

 

"Mas, graças ao bom Deus, a gente pegou o voo ontem, antes de tudo isso acontecer, antes de fecharem os aeroportos, e chegamos em paz. Então, nessas horas, a gente vê que a boa mão de Deus está sobre nossas vidas. Muito obrigado, meu Deus."

 

A artista ainda comentou sobre o pânico e o aperto no peito ao pensar nas pessoas que conheceu durante a viagem e que ainda estão por lá. "As pessoas que a gente conheceu lá, que ficaram lá, enfim… É desesperador. Que negócio, meu Deus do céu".

 

SOBRE OS ATAQUES
De acordo com informações da organização humanitária Crescente Vermelho, que atua em países muçulmanos, o ataque coordenado dos Estados Unidos e de Israel contra o Irã deixou 555 mortos e, ao menos, 747 feridos.

 

Toda situação teve início no sábado (28), e até o momento, 131 cidades já foram atacadas durante a guerra.

 

Em resposta ao ataque dos EUA e Israel, o Irã disparou mísseis e atacou bases americanas no Oriente Médio, em países como Catar, Emirados Árabes, Kuwait e Bahrein.

 

Segundo o governo americano, os danos às bases militares dos EUA no Oriente Médio, após a retaliação iraniana, foram “mínimos”.

Explosões são registradas em Dubai e autoridades enviam alerta sobre possível ameaça de mísseis
Mísseis interceptados em Doha, Catar | Foto: YouTube / CNN Brasil

Explosões e sirenes foram ouvidas em Dubai, nos Emirados Árabes Unidos, enquanto moradores e visitantes receberam um alerta emergencial nos celulares orientando medidas de segurança diante de possível ameaça de mísseis.

 

A mensagem enviada às pessoas na cidade informava: "Devido à situação atual, existe a possibilidade de ameaças de mísseis. Procure abrigo imediato no edifício seguro mais próximo e mantenha-se afastado de janelas, portas e áreas abertas. Aguarde novas instruções".

 

 

Em Dubai, jornalistas relataram ter ouvido “várias explosões altas”. Já em Doha, no Catar, funcionários da CNN informaram ter visto mísseis iluminando o céu noturno e compartilharam vídeos nos quais explosões distantes podem ser ouvidas.

 

Os registros ocorrem após o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, anunciar que o país iniciou “grandes operações de combate” no Irã. Em vídeo publicado na rede Truth Social, com cerca de oito minutos de duração, Trump afirmou que os Estados Unidos pretendem aniquilar as forças armadas iranianas e destruir o programa nuclear do país.

 

No pronunciamento, o presidente norte-americano acusou o Irã de rejeitar “todas as oportunidades de renunciar às suas ambições nucleares” e declarou que os Estados Unidos “não aguentam mais”. Israel também anunciou ataques contra o Irã.

VÍDEO: Veja momento exato em que míssil iraniano atinge base da Marinha dos EUA
Foto: X

Um registro que circula na internet mostra o momento exato em que um míssil iraniano atinge uma base da Marinha dos EUA no Bahrein, em ataque que aconteceu neste sábado (28).

 

A ação é em retaliação ao ataque dos EUA com Israel ao Irã, que teve início nas primeiras horas do dia.

 

Bases militares dos Estados Unidos no Golfo, incluindo Emirados Árabes Unidos, Bahrein, Catar, Jordânia e Kuwait, estão sendo atacadas pela Guarda Revolucionária Iraniana.

 

Os EUA possuem 19 bases militares no Oriente Médio, além de outras instalações que o Exército norte-americano pode utilizar com base em alianças firmadas com países da região.

 

De acordo com informações da agência Fars, uma pessoa morreu em Abu Dhabi após os Emirados Árabes Unidos interceptarem mísseis iranianos.

 

SOBRE OS ATAQUES
Os Estados Unidos, em conjunto com Israel, realizaram neste sábado (28) um devastador ataque contra o Irã na chamada "Operação Fúria Épica". 

 

Explosões foram ouvidas no leste e no oeste de Teerã, segundo a mídia iraniana. A agência Tasnim publicou imagens de uma densa fumaça na capital do país, e o aeroporto Mehrabad teria sido atingido. 

 

As Forças de Defesa de Israel (FDI) e o governo do Irã confirmaram uma escalada de ataques diretos entre os dois países, e após uma ofensiva conjunta realizada pelos Estados Unidos e Israel em território iraniano, Teerã iniciou o lançamento de mísseis contra alvos israelenses.

Governo condena ataque contra Irã e faz recomendações a brasileiros em áreas próximas ao conflito
Foto: X

O governo brasileiro manifestou, neste sábado (28), grave preocupação e condenação em relação às operações militares conduzidas pelos Estados Unidos e por Israel contra alvos no Irã. 

 

Em nota oficial, o Ministério das Relações Exteriores reiterou a posição histórica do país em defesa do diálogo diplomático, classificando-o como o único caminho viável para a paz na região.

 

De acordo com o comunicado, o Itamaraty fez um apelo direto para que todos os atores exerçam máxima contenção e respeitem rigorosamente o Direito Internacional, e fez recomendações a brasileiros próximos às regiões atingidas.

 

"Recomenda-se aos brasileiros que estejam atentos às orientações de segurança das autoridades locais nos países onde morem ou se encontrem. O Embaixador do Brasil em Teerã está em contato direto com a comunidade brasileira, a fim de transmitir atualizações sobre a situação e orientações de segurança."

 

SOBRE OS ATAQUES
Os Estados Unidos, em conjunto com Israel, realizaram neste sábado (28) um devastador ataque contra o Irã na chamada "Operação Fúria Épica". 

 

Explosões foram ouvidas no leste e no oeste de Teerã, segundo a mídia iraniana. A agência Tasnim publicou imagens de uma densa fumaça na capital do país, e o aeroporto Mehrabad teria sido atingido. 

 

As Forças de Defesa de Israel (FDI) e o governo do Irã confirmaram uma escalada de ataques diretos entre os dois países, e após uma ofensiva conjunta realizada pelos Estados Unidos e Israel em território iraniano, Teerã iniciou o lançamento de mísseis contra alvos israelenses.

 

De acordo com o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, e o ministro da Defesa de Israel, Israel Katz, a operação teve caráter preventivo.

Irã revida após ofensiva conjunta dos Estados Unidos e Israel
Foto: TV Globo

As Forças de Defesa de Israel (FDI) e o governo do Irã confirmaram uma escalada de ataques diretos entre os dois países. Após uma ofensiva conjunta realizada pelos Estados Unidos e Israel em território iraniano, Teerã iniciou o lançamento de mísseis contra alvos israelenses.

 

De acordo com o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, e o ministro da Defesa de Israel, Israel Katz, a operação teve caráter preventivo. Trump confirmou a ação em vídeo publicado na rede Truth Social:

 

"Há pouco, os militares dos Estados Unidos iniciaram grandes operações de combate no Irã. O nosso objetivo é defender o povo americano eliminando ameaças do regime iraniano."

 

O ministro Israel Katz reforçou a posição: "O Estado de Israel lançou um ataque preventivo contra o Irã para eliminar ameaças."

 

A agência estatal iraniana Tasnim relatou explosões no leste e oeste de Teerã, com registro de fumaça densa na capital e danos no aeroporto de Mehrabad. 

 

Em resposta, a Guarda Revolucionária do Irã lançou uma onda de mísseis e drones. O espaço aéreo iraniano foi fechado. Em Israel, as sirenes de alerta foram ativadas em diversas regiões. Em comunicado oficial, as FDI informaram:

 

"Sirenes foram acionadas em diversas áreas do país após a identificação de mísseis lançados do Irã em direção a Israel. Neste momento, a Força Aérea Israelense está operando para interceptar e atacar ameaças."

 

O uso de força militar ocorre no período em que estava prevista a quarta rodada de negociações entre americanos e iranianos sobre o programa nuclear de Teerã. O governo dos EUA defende o desmantelamento total do programa como condição para acordos diplomáticos.

Donald Trump afirma que considera uma “tomada de controle amigável" de Cuba
Foto: The Official White House

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, disse nesta sexta-feira (27), que está considerando uma "tomada de controle amigável" de Cuba, enquanto Washington pressiona a ilha comunista.

 

“O governo cubano está conversando conosco e eles têm problemas muito sérios, como vocês sabem. Eles não têm dinheiro, não têm nada agora, mas estão conversando conosco e talvez vejamos uma tomada de poder amigável em Cuba”, disse o presidente a repórteres ao sair da Casa Branca para uma viagem ao Texas. “Sabe, temos pessoas morando aqui que querem voltar para Cuba”, justificou. 

 

Os comentários de Trump vêm após o governo anunciar, no início da semana, que planejava permitir o envio de combustível de empresas energéticas americanas para empresas privadas cubanas. A estratégia visa tornar Cuba mais dependente dos EUA e impulsionar o setor privado da ilha, ao mesmo tempo que enfraquece o governo comunista.

 

Trump disse que Cuba era, "para dizer o mínimo, uma nação falida" e que o secretário de Estado Marco Rubio estava trabalhando para exercer influência sobre o governo a fim de promover os interesses dos EUA.

Departamento de Justiça dos EUA removeu arquivos sobre acusação de abuso envolvendo Trump no caso Epstein, diz site
Foto: Reprodução / BBC

O Departamento de Justiça dos Estados Unidos manteve sob sigilo parte de arquivos relacionados ao caso de Jeffrey Epstein que mencionam o presidente Donald Trump. Além disso, o órgão removeu do banco de dados público alguns documentos nos quais o chefe da Casa Branca é citado.

 

O material está vinculado às acusações contra Epstein, financista norte-americano que morreu na prisão, em 2019, antes de responder judicialmente às denúncias de crimes sexuais envolvendo menores de idade. As informações foram divulgadas nesta terça-feira (24) pela NPR (National Public Radio), organização pública de radiodifusão com sede em Washington.

 

Segundo a NPR, dezenas de páginas foram catalogadas pelo Departamento de Justiça, mas não disponibilizadas ao público. No fim de janeiro, uma nova leva de documentos foi liberada, porém parte do material permaneceu indisponível. Entre os arquivos não acessíveis estaria um documento com mais de 50 páginas contendo entrevistas do FBI e anotações de conversas com uma mulher que acusou Trump de abuso sexual décadas atrás, quando ela era menor de idade.

 

De acordo com a reportagem, o Departamento de Justiça se recusou a comentar o conteúdo dos arquivos e os motivos para a não divulgação.

 

Ainda segundo a NPR, documentos relacionados a uma mulher que foi testemunha-chave no julgamento criminal de Ghislaine Maxwell teriam sido temporariamente retirados do ar após a divulgação em janeiro. Eles voltaram a ficar disponíveis na semana passada, mas parte do conteúdo segue ocultada.

Trump eleva tarifa global de 10% para 15% após decisão da Suprema Corte
Foto: The Official White House

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, anunciou neste sábado que elevará de 10% para 15% a tarifa global sobre produtos estrangeiros. A decisão ocorre após a Suprema Corte dos EUA considerar ilegal o mecanismo utilizado por ele para aplicar as taxas.

 

“Eu, como presidente dos Estados Unidos da América, estarei, com efeito imediato, elevando a Tarifa Mundial de 10% sobre países, muitos dos quais vêm ‘explorando’ os EUA há décadas, sem retaliação (até eu chegar!), para o nível de 15%, totalmente permitido e legalmente testado”, escreveu Trump nas redes sociais.

 

Horas antes, na sexta-feira, após a decisão da Suprema Corte, o presidente havia anunciado uma tarifa global de 10% sobre produtos importados, como forma de manter sua agenda comercial.

 

Segundo comunicado da Casa Branca, a taxa anunciada na sexta estava prevista para entrar em vigor em 24 de fevereiro, às 0h01 (horário de Washington). Na publicação deste sábado, Trump não detalhou quando passará a valer o novo percentual de 15%.

Trump anuncia tarifa global de 10% após Suprema Corte dos EUA derrubar tarifaço
Foto: Daniel Torok / Casa Branca

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, anunciou uma nova tarifa global de 10%, com efeito imediato, nesta sexta-feira (20). A medida veio após a Suprema Corte do país derrubar o tarifaço imposto pelo republicano em diversos países.

 

O anúncio foi realizado em coletiva de imprensa nesta terça, ao mesmo tempo que ele fazia uma publicação com a medida na rede social “Truth Social”.

 

Em declaração a jornalistas, Trump afirmou que há "métodos ainda mais fortes" à sua disposição para impor novas tarifas comerciais. "Outras saídas serão usadas", disse, acrescentando que os EUA podem arrecadar "ainda mais dinheiro".

 

Ele anunciou, então, que recorrerá à Seção 122, dispositivo da legislação comercial dos EUA que permite ao presidente impor tarifas temporárias, para estabelecer uma nova tarifa global de 10%.

 

Segundo publicação do G1, Trump também afirmou que recorrerá à Seção 301 para abrir investigações sobre práticas comerciais desleais, o que pode resultar em tarifas adicionais. Além disso, classificou a decisão da Suprema Corte como "vergonhosa" e "terrível", e disparou contra os ministros do tribunal americano.

 

"Os ministros que votaram contra as tarifas são uma vergonha para a nossa nação. Nossa Suprema Corte está sendo pressionada por interesses estrangeiros", afirmou o republicano.

 

A decisão desta sexta atinge principalmente as chamadas tarifas recíprocas, que representam o núcleo da estratégia tarifária do governo. Outras tarifas em vigor, como as aplicadas sobre aço, alumínio e fentanil, continuam valendo.

Opositor de Maduro retorna à prisão domiciliar após ganhar liberdade provisória
Foto: Reprodução / X

O líder da oposição na Venezuela, Juan Pablo Guanipa, está em prisão domiciliar após ter obtido a liberdade provisória e sido preso novamente num intervalo de 12 horas. A informação foi compartilhada pelo filho, Ramón Guanipa, na conta do pai na rede social  nesta terça-feira (10).
 

 

O anúncio ocorre um dia depois que Ramón Guanipa, filho do opositor, denunciou que o pai havia sido "sequestrado por um grupo de pessoas armadas" depois de ser solto.

Ainda assim, ele pontuou que o pai está preso injustamente, "porque prisão domiciliar ainda é prisão". Guanipa ficou preso mais de 8 meses acusado de liderar um complô terrorista, ele era o opositorde Maduro nas últimas eleições no país.

Guanipa foi libertado da prisão no domingo (8), em meio a uma série de solturas de presos no país, mas foi detido novamente horas depois, após falar com a imprensa em Caracas e encontrar apoiadores. O movimento acontece em meio a aproximação da presidente interina Delcy Rodrigues com os Estados Unidos.

 

Segundo informações, ele foi recapturado à força por homens não identificados que colocaram uma camiseta em sua cabeça e o impediram de levantar do chão da van em que era transportado.

Onda de frio intenso em Nova York deixa 18 mortos

Onda de frio intenso em Nova York deixa 18 mortos
Foto: Reprodução / Agência Lusa

O número de mortes provocadas por uma onda de frio intenso em Nova York subiu para 18 no último domingo (8), segundo informações da prefeitura da cidade.

 

A morte mais recente foi registrada no sábado, quando uma pessoa foi encontrada por volta das 9h nas proximidades da East Gun Hill Road com a Seymour Avenue, no bairro do Bronx. O caso foi confirmado por um funcionário da administração municipal.

 

Também no sábado pela manhã, um homem de 81 anos foi encontrado morto no telhado do prédio onde morava, no Brooklyn. De acordo com a polícia, há indícios de que ele tenha escorregado no gelo enquanto carregava uma sacola de compras. Até o momento, não foi realizada autópsia, e as autoridades não confirmaram se o frio teve relação direta com a morte. O nome da vítima não foi divulgado.

 

As mortes ocorreram em meio à pressão sobre a administração do prefeito Mamdani para conter o número de óbitos durante o prolongado período de frio extremo. Entre a noite de sexta-feira e sábado, equipes da cidade retiraram seis pessoas das ruas e as levaram a hospitais. Outras 70 foram encaminhadas para abrigos.

 

Segundo a prefeitura, o número de pessoas que passaram a noite em centros de aquecimento e ônibus adaptados subiu para 462 no sábado, contra 392 na noite anterior. Além dos 10 centros já em funcionamento, outros dois foram abertos no sábado, e 48 novas vagas foram disponibilizadas em abrigos com regras mais flexíveis, voltados a pessoas que resistem aos abrigos tradicionais.

 

De acordo com Andrew Orrison, meteorologista do Weather Prediction Center, as temperaturas extremas foram causadas por sucessivas incursões de ar ártico, enquanto partes do Nordeste dos Estados Unidos ainda se recuperavam de duas fortes tempestades de neve recentes.

 

A neve acumulada também contribuiu para problemas no fornecimento de energia elétrica. No domingo, quase mil clientes ficaram sem luz em áreas do Brooklyn. Segundo Ann Marie Corbalis, porta-voz da empresa Con Edison, equipamentos subterrâneos foram danificados após o derretimento da neve, que se misturou ao sal das ruas e infiltrou-se no sistema elétrico.

 

A concessionária informou que o serviço deveria ser restabelecido até as 7h desta segunda-feira (9), mas destacou que camadas de gelo e tampas de acesso cobertas de neve dificultaram o trabalho das equipes. Diante da situação, moradores foram orientados a procurar um centro de aquecimento instalado em uma escola de ensino fundamental próxima.

 

As informações são do New York Times.

Modelo brasileira é citada em arquivos Epstein como “namorada de Eike Batista”
Foto: Reprodução / Instagram

A ex-modelo brasileira Luma Oliveira surge em uma troca de e-mails de Jeffrey Epstein, condenado por abuso e tráfico sexual nos Estados Unidos. A brasileira é uma das milhares de pessoas públicas citadas nos mais de 3 milhões de documentos do arquivo divulgado pelo Departamento de Justiça dos EUA sobre a investigação que condenou Epstein por comandar uma rede de exploração sexual. 

 

Em agosto de 2012, o nome da brasileira aparece em uma troca de mensagens entre o magnata e o agente de modelos francês Jean-Luc Brunel. A mensagem faz parte do acervo divulgado em 30 de janeiro. Embora o contexto da conversa não fique explícito, Epstein questiona Brunel sobre uma antiga menção à brasileira.

 

“E a namorada de Eike Batista? Você mencionou isso”, escreveu o empresário. “Eu citei a Luma de Oliveira, ele era ou é casado com ela”, respondeu o francês. Brunel foi preso em 2020 como parte das investigações do caso, que envolvem acusações de estupro, agressão e assédio sexual. Ele foi encontrado morto em sua cela na prisão, em Paris, em 2022. 

 

Na época do envio do e-mail, Luma Oliveira já estava separada de Eike Batista havia oito anos. Os dois mantiveram um relacionamento de 13 anos, entre 1991 e 2004. Não há evidências de encontros ou contato direto entre a brasileira e o empresário americano.

 

Os documentos também indicam que Epstein demonstrava interesse em modelos brasileiras. Os documentos relatam viagens ao Brasil em que Epstein mantinha contato com pessoas que forneciam garotas para prostituição, inclusive menores de idade.

 

Em 2016, ele teria negociado a compra de agências de modelos brasileiras para ter “acesso” às mulheres. “Isso envolveria ter acesso a todas as garotas, e você pode decidir o que fazer com elas”, diz um dos e-mails enviados por Ramsey Elkholy, com quem Epstein tratava das negociações.

EUA anunciam retirada de 700 agentes federais de imigração em Minnesota após tensão em Minneapolis
Foto: Reprodução / Redes sociais

O “czar” da imigração dos Estados Unidos, Tom Homan, anunciou nesta quarta-feira (4) a retirada de 700 agentes federais destacados em Minnesota, como parte de uma redução do efetivo envolvido em operações de imigração na região de Minneapolis e Saint Paul.

 

Homan comunicou a decisão em entrevista à imprensa local, ressaltando que o recuo ocorre após um aumento na cooperação entre autoridades estaduais e municipais com as forças federais, especialmente em acordos para que presos por crimes sejam transferidos para custódia do Serviço de Imigração e Alfândega (ICE).

 

De acordo com o anúncio, dos cerca de 3.000 agentes federais presentes no estado, aproximadamente 2.000 permanecerão ativos após a redução. Esse número ainda é bem maior que os cerca de 150 agentes normalmente destacados na região antes das operações intensivas.
A diminuição chega em meio a forte crítica pública e protestos, após duas mortes de cidadãos norte-americanos em confrontos com agentes federais durante as operações de fiscalização em Minneapolis.

 

Homan afirmou que a retirada faz parte de um processo de “desescalada” que depende da continuidade da cooperação local, mas não informou uma data para a conclusão total da redução, nem indicou quando o efetivo voltaria ao nível anterior à operação.

Argentina pede aos EUA extradição de Nicolás Maduro por crimes contra a humanidade

A Justiça da Argentina solicitou, nesta quarta-feira (4), aos Estados Unidos a extradição do presidente da Venezuela, Nicolás Maduro, para que ele responda a acusações de crimes contra a humanidade. A informação consta em uma decisão judicial à qual a AFP teve acesso.

 

O pedido foi feito por um magistrado argentino no âmbito de uma investigação baseada no princípio da jurisdição universal, que permite a apuração de crimes graves independentemente do local onde tenham sido cometidos ou da nacionalidade dos envolvidos.

 

Segundo o documento, o juiz requereu um “pedido internacional aos Estados Unidos da América com o objetivo de solicitar a extradição de Nicolás Maduro Moros”, a fim de que ele seja interrogado no processo que apura violações sistemáticas de direitos humanos ocorridas na Venezuela.

Papa Leão XIV pede paz em meio a protestos contra ICE e Trump nas Olimpíadas de Inverno
Foto: Vatican News

O papa Leão XIV pediu que líderes mundiais usem os Jogos Olímpicos de Inverno de 2026, que ocorrem a partir da próxima sexta-feira (6), para promover a paz. Em declaração dada neste domingo (1º), o líder católico ressaltou a importância do diálogo, ao convocar autoridades a adotarem medidas concretas para desacelerar os conflitos.

 

“A trégua olímpica é um costume antigo que acompanha a realização dos jogos”, disse o papa. "Espero que aqueles que se preocupam com a paz entre os povos e ocupam posições de autoridade deem, nesta ocasião, passos concretos em direção à desescalada (de conflitos) e ao diálogo", acrescentou.

 

Foto: Divulgação / Jogos Olímpicos De Inverno 2022

 

A cidade italiana de Milão e a estação alpina de Cortina d’Ampezzo serão coanfitriãs das Olimpíadas, que começam na próxima sexta-feira e seguem até o dia 22 de fevereiro. A fala do papa ocorre em meio a protestos na Itália após os Estados Unidos informaram que o seu Serviço de Imigração e Fiscalização Aduaneira (ICE, na sigla em inglês) irá atuar nos jogos, fazendo a segurança da delegação olímpica americana.

 

O papa Leão, que é norte-americano, não especificou a que conflitos se referia, mas neste sábado (31), centenas de manifestantes protestaram em Milão contra a presença dos agentes nos jogos. O pontífice também já criticou a política rígida de imigração do governo de Donald Trump no passado e também as ofensivas, por exemplo, contra a Venezuela e o México.

 

Após a oração semanal do Angelus, no Vaticano, o papa Leão afirmou que grandes eventos esportivos carregam uma "poderosa mensagem de fraternidade" e podem reacender a esperança em "um mundo em paz", ao recordar a antiga tradição da trégua olímpica.

 

Neste domingo, o papa também expressou preocupação com as recentes tensões entre os EUA e Cuba e pediu um "diálogo sincero e efetivo" entre os países.

Em meio a política anti-imigratória de Trump, rejeição de visto dos EUA para brasileiros cai em 2025
Foto: Micah & Sammie Chaffin / Unsplash

Brasileiros tiveram seus vistos menos rejeitados durante tentativas de viajar aos Estados Unidos em 2025. O percentual de vistos de turismo e negócios para brasileiros aprovados pelos Estados Unidos em 2025 foi maior do que no ano anterior, apesar das políticas de restrição do governo de Donald Trump, que atingiram diversos países.

 

Segundo informações divulgadas pelo G1, neste domingo (1°), o Departamento de Estado dos EUA registrou negativas para apenas 14,8% das solicitações de visto B1/B2 (turismo e negócios) feitas por brasileiros. A queda é de cerca de 0,6% em comparação ao ano de 2024, ainda no governo de Joe Biden, quando a taxa de rejeição foi de 15,4%.

 

O recorde nos últimos dez anos foi em 2020, durante o início da pandemia, quando a taxa de rejeição de vistos brasileiros chegou a 23,1%. O menor índice, por sua vez, foi em 2023, no governo Biden, quando os EUA negaram 11,9% das solicitações de visto a brasileiros.

 

RESTRIÇÕES 
Uma medida que impactou o processo para obter o visto de turista, por exemplo, foi que menores de 14 anos e maiores de 79 voltaram a ser obrigados a realizar entrevista presencial, para obtenção do documento, a partir de outubro de 2025.

 

Já a suspensão temporária para a emissão de vistos para 75 países foi anunciada em 2026 e, apesar de incluir o Brasil, não afeta vistos de turismo e nem os demais da categoria de "não imigrantes". 

 

Trump também emitiu uma ordem em abril de 2025 exigindo que turistas de 38 países, principalmente da África, Oceania e parte da Ásia, paguem um caução de até US$ 15 mil para que o documento seja emitido. O Brasil, no entanto, não faz parte da lista.

 

Além disso, desde junho de 2025, candidatos a vistos de estudante dos EUA passaram a ser obrigados a manter seus perfis em redes sociais abertos ao público para análise das autoridades americanas.

 

A verificação busca identificar “qualquer indício de hostilidade” contra cidadãos, instituições ou princípios dos EUA. No último mês de outubro, menores de 14 anos e maiores de 79 passaram a ser obrigados a realizar entrevista presencial para obtenção de visto, com algumas exceções.

 

A mudança vale para cidadãos de todos os países que precisam de visto para entrar nos EUA, incluindo brasileiros.

EUA vão divulgar mais de 3 milhões de documentos inéditos do caso Jeffrey Epstein
Foto: Divulgação/Departamento de Justiça dos Estados Unidos

O Departamento de Justiça dos Estados Unidos vai divulgar, nesta sexta-feira (30), mais de três milhões de páginas de arquivos relacionados ao caso Jeffrey Epstein. O anúncio foi feito pelo vice-procurador-geral Todd Blanche, que informou que o material inclui fotos e vídeos ligados à investigação.

 

A expectativa é de que a nova leva de documentos traga conteúdos inéditos sobre o caso envolvendo o financista americano bilionário, que morreu em uma prisão de Nova York em 2019, enquanto aguardava julgamento por acusações de tráfico sexual de menores.

 

Segundo Blanche, todas as imagens de mulheres presentes nos arquivos serão censuradas, com exceção das que envolvem Ghislaine Maxwell, ex-companheira e cúmplice de Epstein.

 

Divulgações anteriores já revelaram conexões do financista com figuras influentes, como altos executivos, celebridades, acadêmicos e políticos. Entre os nomes citados nos documentos estão o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, e o ex-presidente Bill Clinton.

 

Entre os materiais mais relevantes tornados públicos até agora estão dois e-mails do FBI, datados de julho de 2019, que mencionam a existência de dez supostos “co-conspiradores” de Epstein. No entanto, os nomes aparecem ocultos nos registros.

 

Até o momento, apenas Ghislaine Maxwell foi condenada pelos crimes relacionados ao caso. Ela cumpre pena de 20 anos de prisão por recrutar menores para Epstein. A morte do financista foi oficialmente registrada como suicídio.

Embaixada dos EUA emite alerta para americanos “evitarem favelas” durante Carnaval no Brasil e cita “crimes oportunos”
Foto: Rúbia Mariniello / Bahia Notícias

A Embaixada dos Estados Unidos emitiu um alerta de segurança para os cidadãos norte-americanos que pretendem vir ao Brasil para passar o Carnaval deste ano. Com uma lista de instruções, a entidade falou das festas mais famosas do país, como Salvador, Recife e Rio de Janeiro, e instruiu os foliões dos EUA a “evitarem favelas” por questões de segurança ao longo da folia.

 

“A celebração anual do Carnaval acontecerá entre sábado, 14 de fevereiro, e quarta-feira, 18 de fevereiro. Embora os eventos mais famosos ocorram no Rio de Janeiro, Salvador e Recife, você pode esperar grandes aglomerações e desfiles, também conhecidos como "blocos", por todo o Brasil. Antes das festividades, os cidadãos dos EUA são lembrados de permanecerem vigilantes e atentos ao seu entorno”, diz o comunicado enviado nesta terça-feira (27).

 

Dentro das orientações, a representação do governo norte-americano também sugeriu que os cidadãos evitem usar “joias caras” e andar com “grandes quantias de dinheiro”. Além disso, o comunicado reforçou a ocorrência de “crimes oportunistas”, com o furto de celulares sendo “comum” durante a festa momesca.

 

Também se destaca a instrução para evitar bebidas de estranhos durante o Carnaval, além de não oferecer resistência física em possíveis tentativas de roubo, pois, de acordo com a embaixada, os criminosos “geralmente andam armados”.

 

Veja as instruções:

  • Evite favelas (comunidades) em todos os momentos, mesmo durante festas/blocos de rua;
  • Não use joias caras nem carregue grandes quantias de dinheiro. Crimes oportunistas, incluindo roubo de celulares, são comuns durante o Carnaval;
  • Esteja atento ao que acontece ao seu redor. Evite andar sozinho, especialmente à noite;
  • Não aceite bebidas de estranhos e não deixe bebidas sem vigilância;
  • Não ofereça resistência física a qualquer tentativa de roubo, pois os criminosos geralmente estão armados;
  • Planeje com antecedência para chegar ao seu destino;
  • Faça planos alternativos para o caso de se separar de amigos ou familiares durante as comemorações;
  • Mantenha as janelas fechadas quando estiver dentro do veículo. Estacione em áreas bem iluminadas e evite deixar objetos de valor dentro do carro;
  • Beba bastante água para evitar a desidratação durante os dias quentes de verão;
  • Mantenha-se informado. Acompanhe as notícias para ficar por dentro dos últimos acontecimentos na área da segurança;
  • Denuncie qualquer atividade criminosa primeiro à polícia local (190) e depois entre em contato conosco nos números listados abaixo se precisar de ajuda.
Lula e Macron conversam sobre Conselho da Paz e fortalecimento da ONU
Foto: Ricardo Stuckert / PR

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva recebeu, na manhã desta terça-feira (27), um telefonema do presidente da França, Emmanuel Macron. A ligação, que durou cerca de 1 hora, veio após uma conversa entre Lula e o presidente americano, Donald Trump, nesta segunda-feira (26). 

 

Segundo informações divulgadas pelo Palácio do Planalto, os dois líderes conversaram sobre a proposta de Conselho da Paz apresentada pelos Estados Unidos. Sobre o tema, ambos defenderam o fortalecimento da Organização das Nações Unidas (ONU) e “coincidiram que iniciativas em matéria de paz e segurança devem estar alinhadas aos mandatos do Conselho de Segurança e aos princípios e propósitos da Carta da ONU”, diz o informe do governo brasileiro.

 

Os chefes de Estado ainda conversaram sobre a situação na Venezuela, tema sobre o qual condenaram o uso da força em violação ao direito internacional e concordaram com a necessidade de paz e estabilidade na América do Sul e no mundo.

 

Segundo o Planalto, o Acordo MERCOSUL - União Europeia também foi abordado na conversa. Atualmente, o acordo Mercosul-UE está paralisado, depois que o Parlamento Europeu decidiu levar o texto final à Justiça. Publicamente, o presidente francês Emmanuel Macron se posicionou contra o acordo desde o início das negociações, argumentando que o texto não garante proteção suficiente ao setor agrícola europeu, especialmente aos produtores franceses.

 

A nota do governo Lula aponta que o presidente brasileiro “reafirmou sua visão de que o Acordo MERCOSUL - União Europeia é positivo para os dois blocos e constitui uma importante contribuição para a defesa do multilateralismo e do comércio baseado em regras”. 

 

Ao final da ligação, ambos os presidentes garantiram a manutenção da cooperação bilateral, em especial nos temas de defesa, ciência e tecnologia e energia. “A esse respeito, comprometeram-se a instruir suas equipes técnicas a ultimar as negociações em curso, com vista à conclusão de acordos ainda no primeiro semestre de 2026”, conclui a nota.

Lula conversa com Trump por telefone, discute situação na Venezuela e marca visita aos EUA
Foto: Ricardo Stuckert / PR

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) conversou, nesta segunda-feira (26), por telefone com o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump. Durante a ligação, que durou cerca de uma hora, os dois trataram sobre a situação na Venezuela e acordaram uma visita a Washington, nos próximos meses. 

 

Segundo a nota divulgada pelo governo brasileiro,Lula teria defendido o equilíbrio na América Latina. "No curso da conversa, Lula e Trump trocaram impressões sobre a situação na Venezuela. O presidente brasileiro ressaltou a importância de preservar a paz e a estabilidade da região e de trabalhar pelo bem-estar do povo venezuelano", diz o posicionamento do Palácio do Planalto. 

 

Também foi acordado que Lula fará uma visita a Washington após a viagem do brasileiro à Índia e à Coreia do Sul, em fevereiro. A data, no entanto, ainda será fixada. Segundo informações obtidas pelo g1, o presidente sugeriu a visita, que foi bem recebida pelo chefe da Casa Branca.

 

Entre outros temas, o convite feito ao Brasil para integrar o Conselho da Paz, criado por Trump, também entrou em pauta. No entanto, Lula não confirmou se vai integrar a iniciativa.

 

Ao comentar o convite, Lula propôs que o órgão apresentado pelos Estados Unidos se limite à questão de Gaza e preveja assento para a Palestina. O representante brasileiro ainda defendeu a ampliação dos membros permanentes do Conselho de Segurança da Organização das Nações Unidas (ONU).

 

"Nesse contexto, reiterou a importância de uma reforma abrangente das Organização das Nações Unidas, que inclua a ampliação dos membros permanentes do Conselho de Segurança", conclui a nota.

Vídeos mostram que homem baleado por agentes federais nos EUA estava desarmado, contradiz versão oficial
Foto: Reprodução

Vídeos que circulam nas redes sociais e foram verificados pelo jornal The New York Times contradizem a versão apresentada pelo Departamento de Segurança Interna dos Estados Unidos (DHS) sobre o caso em que um homem foi baleado por agentes federais em Minneapolis, na manhã deste sábado. O episódio ampliou as tensões entre forças federais responsáveis pela política anti-imigração do presidente Donald Trump e setores da resistência civil.

 

De acordo com o DHS, a ação teria começado após o homem se aproximar de agentes da Patrulha da Fronteira portando uma arma de fogo, o que teria motivado a tentativa de desarmá-lo. No entanto, as imagens analisadas pelo jornal mostram que ele segurava apenas um telefone celular ao se aproximar dos agentes. Também não há indícios claros de que ele tenha tentado sacar uma arma antes de ser contido.

 

Uma das gravações, analisada quadro a quadro, mostra diversos agentes lutando com o homem antes de derrubá-lo no chão. Durante a abordagem, ele aparenta resistir enquanto é segurado pelas pernas, pressionado contra o solo e atingido repetidamente. O vídeo não registra o momento inicial da ação, o que impede identificar com precisão como o confronto começou.

 

Nas imagens, um agente se aproxima e se junta aos demais para imobilizar o homem. Em seguida, parece retirar uma arma do meio do grupo, enquanto outro agente saca a própria arma. Um deles aponta em direção às costas do homem e dispara à queima-roupa. Logo depois, outros disparos são efetuados, mesmo com o homem já caído no chão.

 

Um terceiro agente também saca a arma, e ao menos dois agentes continuam atirando enquanto o homem permanece imóvel. A análise indica que cerca de dez disparos foram feitos em um intervalo de aproximadamente cinco segundos.

“O multilateralismo está sendo jogado fora”, diz Lula em críticas a Trump e cobranças de reforma na ONU
Foto: Max Haack / Ag Haack / Bahia Notícias

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) teceu críticas ao chefe de Estado norte-americano, Donald Trump, e cobrou uma reforma na Organização das Nações Unidas (ONU) para garantir o direito ao multilateralismo. Em discurso durante o evento de aniversário do MST, realizado no Parque de Exposições, em Salvador, o petista também revelou que está diálogo com lideranças políticas para agendar uma reunião visando “impedir a predominância da força da arma e intolerância”.

 

No pronunciamento desta sexta-feira (23) na capital baiana, Lula afirmou que o “multilateralismo está sendo jogado fora”. Em críticas a Trump, o petista também o acusou de querer criar uma nova ONU, em que o presidente norte-americano atuaria, sozinho, como “dono” da entidade.

 

“O multilateralismo está sendo jogado fora pelo unilateralismo, ou seja, está prevalecendo a lei do mais forte. A carta da ONU está sendo rasgada, e ao invés da gente corrigir a ONU, que a gente reivindica desde que eu fui presidente em 2003, reforma da ONU. O que está acontecendo? O presidente Trump está fazendo a proposta de criar uma nova ONU e que ele, sozinho, é o dono da ONU”, disse Lula.

 


Lula em evento do MST em Salvador | Foto: Max Haack / Ag Haack / Bahia Notícias

 

Em relação aos diálogos com outros países, o presidente brasileiro informou que já telefonou para alguns chefes de Estado ao redor do mundo. O objetivo seria justamente assegurar o direito ao multilateralismo. Durante o discurso, Lula também reforçou que o Brasil “não tem preferência de relação”, mas que não aceita que o país “volte a ser colônia”.

 

“Eu estou há uma semana telefonando para todos os países do mundo, já falei com muitos países. Conversei com Putin, Xi Jinping, o primeiro-ministro da Índia, com o presidente da Hungria. Tentando encontrar uma forma de se reunir, e não permitir que o multilateralismo seja jogado no chão para que predomine a força da arma, da intolerância de qualquer bem do mundo”, disse o presidente.

 

“O Brasil não tem preferência de relação, o Brasil quer ter relação com os Estados Unidos, o Brasil quer ter relação com Cuba, o Brasil quer ter relação com a China, o Brasil quer ter relação com a Índia, o Brasil quer ter relação com a Rússia, a gente não tem preferência, o que a gente não aceita mais é voltar a ser colônia”, completou.

Trump revela que EUA e Otan avançaram em acordo sobre Groenlândia e Ártico
Foto: The Official White House

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, afirmou que o governo norte-americano e a Organização do Tratado do Atlântico Norte (Otan) estabeleceram a estrutura de um futuro acordo envolvendo a Groenlândia e a região do Ártico. Em declaração dada na tarde desta quarta-feira (21), por meio de sua rede social, Truth Social, ele diz que o acordo atende aos interesses mútuos. 

 

A fala do líder americano foi feita após uma reunião com o secretário-geral da aliança militar, Mark Rutte. Ele não detalhou os termos, mas indicou que as negociações envolvem questões estratégicas de segurança e presença no Ártico.

 

“O vice-presidente JD Vance, o secretário de Estado Marco Rubio, o enviado especial Steve Witkoff e outros, conforme necessário, serão responsáveis pelas negociações — e se reportarão diretamente a mim”, afirmou.

 


Foto: Truth Social

 

Com o andamento da negociação, Trump disse que não irá impor tarifas que estavam previstas para entrar em vigor em 1º de fevereiro. No domingo, ele disse que iria impor taxas contra países europeus que estavam contrariando os interesses dos EUA na Groenlândia.

 

O presidente também afirmou que há discussões adicionais em andamento sobre o chamado “Domo de Ouro”, estrutura militar planejada pelos EUA para interceptar mísseis, em relação à Groenlândia.

 

As declarações ocorrem em meio ao aumento da relevância geopolítica do Ártico, região estratégica tanto por razões militares quanto econômicas, e que tem sido alvo de crescente disputa entre potências globais.

França descarta boicote e confirma presença na Copa do Mundo de 2026, apesar de críticas a Trump
Foto: Divulgação | Reprodução / Instagram / @realdonaldtrump

A França confirmou que disputará a Copa do Mundo de 2026, que será realizada nos Estados Unidos, Canadá e México. De acordo com a ministra dos Esportes francesa, Marina Ferrari, o governo do país não tem, neste momento, qualquer intenção de boicotar o torneio, apesar das pressões políticas vindas de diferentes setores da Europa em razão da política internacional do presidente norte-americano Donald Trump.

 

"Até agora, não há vontade de boicote", afirmou a ministra. Segundo ela, embora existam manifestações contrárias dentro de alguns blocos políticos, o esporte deve permanecer dissociado de questões diplomáticas.

 

"Agora, não faço previsões sobre o que pode acontecer, mas também ouvi vozes que se levantam vindas de alguns blocos políticos. Faço questão de que se dissocie o esporte (da política). A Copa do Mundo de futebol é um momento extremamente importante para todos os amantes do esporte", acrescentou.

 

As declarações ocorrem em meio a um debate crescente na Europa sobre a permanência dos Estados Unidos como uma das sedes do Mundial. Na última terça-feira (20), o deputado francês Éric Coquerel, do partido A França Insubmissa (LFI), solicitou à Fifa que a competição seja disputada apenas no México e no Canadá.

 

Em publicação nas redes sociais, o parlamentar questionou a realização do torneio em solo americano. "Sério, dá para imaginar jogar uma Copa do Mundo de futebol em um país que agride seus ‘vizinhos’, ameaça invadir a Groenlândia, destrói o direito internacional, quer sabotar a ONU, instaura uma milícia fascista e racista em seu território, ataca as oposições, proíbe o acesso à competição de torcedores de cerca de quinze países, planeja banir dos estádios qualquer sinal LGBT, etc.?", escreveu Coquerel no X.

 

 

O tema também repercute em outros países europeus. Na Alemanha, a secretária de Estado para o esporte, Christiane Schenderlein, afirmou que uma eventual decisão sobre boicote caberia exclusivamente à Federação Alemã de Futebol e à Fifa, ressaltando que ambas teriam total “autonomia” para deliberar sobre o assunto.

 

Já na França, o ex-treinador do Senegal, Claude Le Roy, levantou dúvidas sobre a participação no Mundial. Em entrevista ao jornal Figaro, ele disse "se perguntar se não seria o caso de convocar um boicote à Copa do Mundo de 2026, diante do comportamento de Donald Trump em relação ao continente", citando também as dificuldades de obtenção de visto para torcedores senegaleses.

 

No Reino Unido, o debate ganhou contornos políticos. O parlamentar conservador Simon Hoare defendeu que a retirada da seleção inglesa da Copa do Mundo de 2026 poderia representar uma forma de protesto contra o presidente dos Estados Unidos.

 

"(Trump) é sensível, tem um ego inflado e não gosta de passar vergonha. A visita de Estado (do Rei Charles aos EUA) deve acontecer? As seleções de futebol devem jogar em estádios americanos na Copa do Mundo? Essas são coisas que envergonhariam o presidente em casa. É necessário combater fogo com fogo", declarou.

 

Apesar das críticas e pressões políticas, até o momento não há indicação oficial de que grandes seleções europeias deixarão de disputar o próximo Mundial.

Ex-NBA Delonte West é preso novamente nos EUA por roubo e agressão
Foto: Divulgação

O ex-armador Delonte West, conhecido por sua passagem por equipes tradicionais da NBA, voltou a se envolver em problemas com a polícia nos Estados Unidos. Na última ocorrência, registrada no condado de Fairfax, nesta semana, na Virgínia, o ex-jogador foi detido sob acusações de roubo e agressão.

 

Segundo informações repassadas pelas autoridades locais, a polícia foi chamada após um homem afirmar ter sido atacado e assaltado em um trecho da Richmond Highway, na região de Belle Haven. O suspeito deixou o local antes da chegada dos agentes, mas acabou localizado e preso ainda no mesmo dia.

 

West foi formalmente acusado de subtrair US$ 23 da vítima, além de responder por agressão física. Após a prisão, ele foi liberado mediante o pagamento de fiança no valor de US$ 1.000, conforme divulgou o site TMZ.

 

Com oito temporadas disputadas na NBA, Delonte West construiu uma carreira sólida na liga, defendendo franquias como Boston Celtics, Seattle SuperSonics, Cleveland Cavaliers e Dallas Mavericks. Ao longo desse período, acumulou mais de US$ 16 milhões em salários.

 

Nos últimos anos, no entanto, o ex-atleta passou a chamar atenção fora das quadras, em meio a episódios recorrentes envolvendo dependência química, detenções e dificuldades pessoais. Em novembro do ano passado, por exemplo, ele foi encontrado inconsciente em uma via pública, sob efeito de álcool, e acabou levado sob custódia após recusar atendimento médico oferecido pela polícia.

 

Ao longo da carreira, Delonte West também ficou marcado pela parceria com LeBron James no Cleveland Cavaliers, onde atuaram juntos entre 2008 e 2010. Naquele período, West teve papel relevante na rotação da equipe, especialmente na temporada 2008/2009, quando o time alcançou a final da Conferência Leste. A relação entre os dois voltou a ganhar destaque anos depois, quando LeBron ajudou publicamente West em momentos de dificuldade pessoal, oferecendo apoio e assistência fora das quadras.

Antes de pedir demissão, Lewandowski pediu para PF investigar Flávio Bolsonaro por post contra Lula
Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil

Um dos últimos atos de Ricardo Lewandowski como ministro da Justiça foi o envio, à Polícia Federal, de um pedido para apurar postagem do senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) que associa o presidente Luiz Inácio Lula da Silva a crimes como tráfico internacional de drogas e armas, lavagem de dinheiro, apoio a organizações terroristas e fraudes eleitorais. Lewandowski deixou o Ministério da Justiça e Segurança Pública na última sexta-feira (9). 

 

O pedido de Lewandowski, feito na semana passada, foi encaminhado ao diretor-geral da PF, Andrei Rodrigues. O então ministro atendeu representação apresentada no Ministério da Justiça pela deputada federal Dandara Tonantzin (PT-MG). 

 

A deputada afirma em seu ofício que a postagem do senador Flávio Bolsonaro, pré-candidato a presidente da República, faz acusações graves a Lula sem qualquer lastro probatório. Lewandowski, ao encaminhar o ofício ao diretor da PF, reitera pedido da deputada de que haja a preservação de provas digitais e apuração sobre a postagem.

 

“Não se trata de censura ou de restrição à crítica política, mas de responsabilidade no uso das redes sociais, especialmente quando imputações genéricas e gravíssimas são feitas ao Chefe de Estado, com alto potencial de desinformação e dano institucional”, afirma a deputada Dandara Tonantzin.

 

“A democracia exige liberdade de expressão. Mas exige também compromisso com a verdade, respeito às instituições e responsabilidade no debate público”, completou a parlamentar do PT. 

 

Em seu ofício, Dandara sustenta que a postagem de Flávio Bolsonaro pode configurar, em tese, os crimes de calúnia, difamação e injúria, previstos nos artigos 138 a 140 do Código Penal. A deputada diz ainda que pode haver possível incidência das causas de aumento de pena do artigo 141, uma vez que as imputações foram dirigidas ao presidente da República e divulgadas em meio de ampla circulação.

 

No post que pode vir a ser investigado, Flávio Bolsonaro diz, após a captura de Nicolás Maduro por forças especiais dos Estados Unidos, que Lula seria delatado. “É o fim do Foro de São Paulo: tráfico internacional de drogas e armas, lavagem de dinheiro, suporte a terroristas e ditaduras, eleições fraudadas…”, escreveu o senador.

 

O Ministério da Justiça, no despacho encaminhado à Polícia Federal,  solicita a apreciação do caso e orienta que, se necessário, os autos retornem ao gabinete do ministro. O documento também prevê comunicação à Secretaria Nacional de Assuntos Legislativos (SAL) sobre o andamento do procedimento, para ciência da parlamentar autora do pedido.
 

Presidente do México diz que conversa com Trump foi produtiva e descarta intervenção dos EUA
Foto: Reprodução/ Redes Sociais

A presidente do México, Claudia Sheinbaum, afirmou nesta segunda-feira (12) que conversou por telefone com o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, e classificou o diálogo como “muito produtivo”. A conversa ocorreu em meio a um clima de tensão entre os dois países, após declarações de Trump sobre possíveis ataques terrestres contra supostos cartéis de drogas em território mexicano.

 

Segundo Sheinbaum, o tema da segurança pública foi tratado “com respeito à soberania nacional”. De acordo com a presidente, Trump descartou completamente qualquer intervenção ilegal dos Estados Unidos no México, conforme relatou o jornal mexicano El País.

 

“O povo do México precisa saber, primeiro, que seu presidente jamais negociará soberania ou integridade territorial. Jamais. Segundo, que buscamos coordenação sem subordinação, como iguais. E terceiro, que isso é permanente”, afirmou a mandatária durante coletiva de imprensa no Palácio Nacional.

 

Sheinbaum destacou ainda que o respeito à soberania de ambos os países foi um ponto central da conversa, princípio que, segundo ela, norteia a cooperação bilateral desde o início de seu governo. “A colaboração e a cooperação em um contexto de respeito mútuo sempre produzem resultados”, escreveu a presidente nas redes sociais.

 

Antes da ligação, Sheinbaum já havia descartado publicamente a possibilidade de ataques dos EUA ao México. Após a conversa, afirmou que o diálogo foi cordial.

 

Na última quinta-feira (8), Trump declarou que “os cartéis estão comandando o México”, discurso semelhante ao usado anteriormente contra a Venezuela, quando acusou o presidente Nicolás Maduro de liderar o Cartel de Los Soles. Posteriormente, o governo norte-americano recuou dessa acusação.

 

Além do contato entre os presidentes, o ministro das Relações Exteriores do México, Juan Ramón de la Fuente, também conversou com o secretário de Estado dos EUA, Marco Rubio. Segundo a chancelaria mexicana, o diálogo tratou do acompanhamento do Programa de Cooperação em Segurança de Fronteiras.

Trump descarta captura de Putin: "Não acho que será necessário"'
Foto: Daniel Torok / White House

Donald Trump, o presidente dos Estados Unidos, afirmou nesta sexra-feira (9) que não vê necessidade de capturar o presidente da Rússia, Vladmir Putin. A declaração aconteceu após Trump ter sido ser questionado por um repórter.


"Não acho que será necessário", afirmou. Durante uma reunião com executivos do setor de petróleo, um jornalista perguntou ao líder norte-americano se pensava que algum dia ordenaria uma missão para capturar o líder russo.

 

O republicano disse que tem um "ótimo relacionamento" com Putin, mas apontou  a falta de resolução da Guerra na Ucrânia, que vai completar 4 anos.

 

Ele também citou a situação econômica da Rússia para defender o fim do conflito.

Argentina reembolsa empréstimo de US$ 20 bilhões dos EUA antes de eleição, diz secretário do Tesouro
Foto: The Official White House

O governo argentino devolveu os US$ 20 bilhões, valor equivalente a R$ 107 bilhões, na cotação atual, enviados pelos Estados Unidos em outubro do ano passado como uma linha de financiamento, dias antes da eleição legislativa. Segundo comunicado do secretário de Tesouro dos EUA, Scott Bessent, o valor foi devolvido dias antes do pleito, que teve vitória do partido de Milei. 

 

"Tenho o prazer de anunciar que, como sinal de sua estabilidade financeira, a Argentina reembolsou rápida e integralmente [o empréstimo]", postou o secretário na rede social X. O anúncio do "swap", acordo de troca de moedas, em apoio de Trump ao governo do presidente argentino, Javier Milei, aliado ideológico de Donald na América Latina. 

 

A ideia era contribuir com a estabilização do peso argentino antes da disputa eleitoral. "Estabilizar um aliado sólido dos Estados Unidos é essencial para avançar rumo à política ‘Estados Unidos Primeiro’", comentou Bessent.

 

Além do swap, o Tesouro anunciou na época que vinha trabalhando há semanas com agentes privados em outro programa de US$ 20 bilhões para ajudar a Argentina a pagar sua dívida. Essa assistência acabou se limitando a um empréstimo de US$ 3 bilhões (cerca de R$ 16 bilhões) concedido no início de janeiro, que não envolveu bancos americanos, mas sim os bancos europeus Santander, BBVA e Deutsche Bank.

Macron acusa EUA de desrespeitar normas internacionais após ataque a Venezuela
Foto: Durand Thibault / Présidence de la République

O presidente da França, Emmanuel Macron, afirmou que os Estados Unidos estão "desrespeitando as normas internacionais" e "se distanciando progressivamente" de alguns aliados. A fala do líder francês ocorreu nesta quinta-feira (8), durante seu tradicional discurso aos embaixadores franceses em todo o mundo. Na ocasião, Macron cita que o mundo vive um contexto diplomático de crescente "agressividade neocolonial". 

 

"Os Estados Unidos são uma potência consolidada, mas estão se distanciando progressivamente de alguns de seus aliados e desrespeitando as normas internacionais que ainda promoviam até recentemente", disse Macron no Palácio do Eliseu, residência presidencial.

 

Sobre o cenário mundial, ele aponta que "as instituições multilaterais funcionam de forma cada vez pior. Estamos evoluindo para um mundo de grandes potências com uma verdadeira tentação de dividir o mundo", acrescentou o presidente francês. Ele disse ainda que vai "rejeitar o novo colonialismo, o novo imperialismo".

 

A fala ocorre em um contexto no qual a França, embora tenha comemorado o fim da "ditadura de Maduro", afirmou que a operação militar dos EUA é "ilegal" e "contraria a Carta das Nações Unidas", segundo as palavras do primeiro-ministro francês, Sébastien Lecornu, nesta terça-feira (6).

 

Em seguida, Macron afirmou que a UE deve proteger seus interesses e defendeu a "consolidação" da regulamentação europeia do setor tecnológico, que tem sido alvo de críticas nos Estados Unidos, e a aceleração da agenda de preferências comerciais europeias. A França, que detém a presidência do G7 este ano, também buscará promover uma "reforma da governança global", assegurou aos embaixadores.

 

O presidente francês fez um apelo para que "os grandes países emergentes que desejam participar" também se unam a esse objetivo. Macron já havia defendido uma reforma do Conselho de Segurança da ONU para incluir as potências emergentes e expressou seu apoio à inclusão do Brasil como membro permanente desse órgão.

Trump avalia "ativamente" compra da Groenlândia e descarta uso de força militar, diz Casa Branca
Foto: Daniel Torok/ White House

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, avalia de forma “ativa” com sua equipe de governo a possibilidade de compra da Groenlândia, território que pertence à Dinamarca. A informação foi confirmada pela Casa Branca, que descartou, por ora, qualquer opção militar para a anexação da região, considerada estratégica e rica em recursos naturais.

 

A declaração ocorre após o secretário de Estado norte-americano, Marco Rubio, afirmar a parlamentares que a intenção do presidente é negociar a compra do território, e não promover uma invasão. Segundo ele, há previsão de reunião com representantes do governo dinamarquês na próxima semana para tratar do tema.

 

“É algo que o presidente e sua equipe de segurança nacional estão debatendo ativamente neste momento”, afirmou a secretária de imprensa da Casa Branca, Karoline Leavitt, ao ser questionada sobre uma possível oferta dos Estados Unidos.

 

De acordo com Leavitt, Trump avalia que a iniciativa atende aos interesses estratégicos do país. “O presidente considera fundamental conter a influência russa e chinesa na região do Ártico, e por isso sua equipe discute como uma eventual compra poderia ocorrer”, disse.

 

Questionada sobre a possibilidade de uso da força, a porta-voz negou o cenário. “Isso não é algo que o presidente faça”, afirmou, acrescentando, no entanto, que “todas as opções seguem sobre a mesa”.

Município dos EUA paga US$ 3,25 milhões após erro médico declarar jovem viva como morta em 2020
Foto: Reprodução / Redes Sociais

A cidade de Southfield, no estado de Michigan, Estados Unidos, concordou em pagar US$ 3,25 milhões (cerca de R$ 17,5 milhões) em um acordo judicial com a família de Timesha Beauchamp. O valor encerra uma ação movida pela família após um erro médico que declarou a jovem de 20 anos como morta em agosto de 2020, quando ela ainda apresentava sinais vitais.

 

De acordo com os fatos do caso, equipes de emergência atenderam Timesha Beauchamp em 23 de agosto de 2020. Após avaliação no local, os paramédicos contataram por telefone um médico de um pronto-socorro. Com base apenas nas informações repassadas, sem examinar pessoalmente a paciente, o médico declarou-a morta. O corpo foi então encaminhado para uma funerária em Detroit.

 

No entanto, durante os preparos para o embalsamamento, um funcionário da funerária identificou que a jovem estava respirando e com os olhos abertos. Timesha foi transferida com urgência para um hospital. Apesar dos esforços para mantê-la viva com suporte de um ventilador mecânico, ela sofreu danos cerebrais irreversíveis devido à falta prolongada de oxigenação. A jovem veio a falecer oito semanas depois, em outubro de 2020, no Children’s Hospital of Michigan.

 

Em comunicado oficial, a prefeitura de Southfield reconheceu a tragédia. “Reconhecemos que nenhuma resolução pode desfazer a profunda tragédia que ocorreu em 23 de agosto de 2020 ou aliviar a dor vivenciada pela família da sra. Beauchamp”, afirmou a cidade. O texto ainda destacou que “este caso envolveu circunstâncias extraordinariamente difíceis que surgiram no complexo contexto de uma pandemia global”.

 

O advogado da família, em declaração reproduzida na íntegra, afirmou: “Finalmente, Timesha e sua família puderam obter parte da justiça que merecem”. Ele avaliou que nenhuma compensação financeira poderia reparar totalmente o dano sofrido.

 

Os familiares optaram por não comentar publicamente o desfecho do acordo. O órgão responsável pela supervisão dos serviços médicos na região não respondeu a pedidos de esclarecimento sobre o caso.

 

As informações são do O Globo.

Rússia envia submarino e navios de guerra para escoltar petroleiro sancionado pelos EUA, diz jornal
Foto: Reprodução / Redes Sociais

A Rússia enviou um submarino e outros navios de guerra para escoltar o petroleiro Bella 1, uma embarcação antiga que vem sendo monitorada pelos Estados Unidos há quase três semanas. As informações são do jornal norte-americano Wall Street Journal e foram divulgadas na terça-feira (6).

 

Segundo a publicação, Moscou reivindica a propriedade do navio, o que pode gerar um novo impasse diplomático entre Washington e o Kremlin sobre o destino da embarcação. Autoridades americanas acompanham de perto o deslocamento do petroleiro e avaliam a possibilidade de apreensão.

 

O Bella 1 foi sancionado pelos EUA em 2024 por integrar uma chamada “frota sombra”, formada por navios utilizados para o transporte de petróleo de origem ilícita. Inicialmente, a embarcação seguia em direção à Venezuela, mas mudou de rota em dezembro para evitar uma possível apreensão pela Guarda Costeira dos Estados Unidos.

 

No mês passado, a Rússia apresentou um pedido diplomático formal exigindo que os EUA interrompessem a perseguição ao navio. Ao reivindicar o petroleiro como propriedade russa, Moscou pode tornar mais complexas as questões legais envolvendo uma eventual apreensão.

 

A Casa Branca se recusou a comentar o caso. A emissora CBS News foi a primeira a informar que os Estados Unidos estudam apreender o petroleiro.

Maioria dos americanos rejeita que EUA assumam controle da Venezuela e escolham novo governo, aponta pesquisa
Foto: Reprodução / Redes Sociais

Os americanos estão divididos entre a aprovação e a desaprovação do envio de forças militares dos Estados Unidos para capturar o presidente venezuelano, Nicolás Maduro. Apesar disso, a maioria avalia que a operação deveria ter passado pelo crivo do Congresso norte-americano. Os dados constam em pesquisa do Washington Post, que ouviu 1.004 adultos por meio de mensagens de texto.

 

Segundo o levantamento, seis em cada dez entrevistados afirmaram ter acompanhado “uma boa quantidade” de informações sobre a operação. As respostas foram levemente editadas na tradução para maior clareza.

 

Questionados se aprovam ou desaprovam o envio de tropas à Venezuela para capturar Maduro, 40% disseram aprovar, 42% desaprovaram e 18% afirmaram não ter certeza. O resultado aponta um empate técnico, com leve vantagem para a desaprovação.

 

A divisão é ainda mais evidente quando analisada por orientação política. Entre os republicanos, 74% aprovam a operação. Já entre os democratas, 76% desaprovam. Entre os independentes, há mais reprovação do que apoio, além de um percentual elevado de indecisos.

 

Sobre a decisão unilateral do presidente Donald Trump, 63% dos entrevistados afirmaram que a operação deveria ter exigido aprovação do Congresso, enquanto 37% consideraram apropriado que Trump a tivesse ordenado por conta própria. Entre republicanos, a maioria avalia a decisão como correta, numa proporção de cerca de três para um. Democratas e independentes, por sua vez, defendem majoritariamente que o Congresso deveria ter autorizado a ação.

 

A pesquisa também abordou a possibilidade de Maduro ser julgado nos EUA por tráfico de drogas. Metade dos entrevistados (50%) defendeu que ele seja levado a julgamento. Outros 36% disseram não ter certeza, e 14% afirmaram que isso não deveria ocorrer.

 

Quando o tema é uma eventual intervenção mais profunda, a rejeição aumenta. Apenas 24% apoiariam que os Estados Unidos assumissem o controle da Venezuela e escolhessem um novo governo. Já 45% se opõem à ideia, enquanto 30% não souberam opinar.

 

Por fim, a pesquisa mostra consenso quase absoluto sobre quem deve decidir o futuro político do país. Para 94% dos americanos, cabe ao próprio povo venezuelano definir sua liderança. Apenas 6% acreditam que essa decisão deveria ficar a cargo dos Estados Unidos.

 

O levantamento foi realizado nos dias 3 e 4 de janeiro de 2026, com uma amostra nacional aleatória do Painel de Opinião da SSRS. A margem de erro é de 3,5 pontos percentuais, para mais ou para menos.

EUA recuam e desfaz associação de Maduro a cartel de drogas
Foto: Reprodução / Redes Sociais

O governo dos Estados Unidos deixou de acusar Nicolás Maduro de liderar o Cartel de Los Soles e recuou também sobre a existência do grupo. As mudanças foram feitas em nova versão da acusação judicial do Departamento de Justiça norte-americano contra o ditador.

 

Ao longo de 2025, os Estados Unidos alegaram a existência do Cartel de Los Soles, que seria liderado por Maduro. As acusações de envolvimento dele com o tráfico justificou a invasão americana no território venezuelano. Maduro e sua esposa, Cilia Flores, estão presos em Nova Iorque e sendo julgados pelo crime de narcoterrorismo.

 

Na primeira versão do documento, o grupo criminoso era tratado como organização terrorista estrangeira e foi citado inúmeras vezes. Agora, o cartel foi mencionado apenas duas vezes no novo documento.

 

Maduro, que antes era acusado de ser chefe de uma organização terrorista, passou a ser culpado de "participar, proteger e perpetuar uma cultura de corrupção de enriquecimento a partir do tráfico de drogas". Maduro e sua esposa seguem presos nos Estados Unidos e devem participar de novas audiências.

Tren de Aragua: Facção da Venezuela citada por Trump possui membros em 6 estados brasileiros
Foto: Ministério da Defesa da Colômbia

O Tren de Aragua, maior grupo criminoso venezuelano possui membros em 6 estados do Brasil, tendo a maior concentração em Roraima. O estado faz fronteira com a Venezuela, sendo a entrada de refugiados nos últimos anos. 

 

De acordo com o Metropoles, a Polícia Civil de Roraima informou que há membros “diplomáticos” da facção Aragua em São Paulo, Rio de Janeiro, Minas Gerais, Santa Catarina e Rio Grande do Sul. Nos estados de São Paulo e no Rio, os traficantes venezuelanos fizeram aliança às ao Primeiro Comando da Capital (PCC) e ao Comando Vermelho (CV). 

 

O grupo foi citado pelo presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, que associou um suposto envolvimento do líder venezuelano, Nicolás Maduro, com a facção. Esse foi um dos argumentos indicados pelos EUA como uma das motivações para prender Maduro e sua esposa, Cilia Flores no último sábado (03).

 

A acusação norte-americana apontou que Maduro, por mais de vinte anos, teria liderado uma estrutura criminosa instalada no alto escalão do Estado venezuelano. Os EUA indicaram ainda que as instituições públicas, forças de segurança, aeroportos, portos e canais diplomáticos facilitavam o envio de toneladas de cocaína aos Estados Unidos.

 

“Maduro enviou gangues, assassinas e selvagens, incluindo a Sangrenta Gangue de Trem de Aragua, para aterrissar comunidades americanas em todo o país. Eles fizeram isso, ele fez isso. Tomavam complexos de apartamento, cortavam dedos de pessoas que ligavam para a polícia, foram brutais. Eles não serão mais brutais agora”, disse Trump na época.

Drones não identificados sobrevoam Palácio de Miraflores e forças de segurança disparam em Caracas
Foto: Reprodução / Redes Sociais

Drones não identificados sobrevoaram o Palácio de Miraflores, sede do governo da Venezuela, no centro de Caracas, na noite desta segunda-feira (5). Segundo fonte ouvida pela AFP, forças de segurança efetuaram disparos para tentar conter os artefatos.

 

 

Os tiros começaram por volta das 20h no horário local (21h em Brasília). De acordo com a mesma fonte, os drones realizavam um voo não autorizado sobre a área. Ainda segundo o relato, a situação estava sob controle. Até o momento, não houve pronunciamento oficial das autoridades venezuelanas.

EUA alertam cidadãos no Brasil para evitar protestos contra ação na Venezuela
Foto: Reprodução

A Embaixada dos Estados Unidos e os consulados-gerais no Brasil emitiram um alerta a cidadãos americanos para que evitem áreas com manifestações previstas contra o ataque à Venezuela e a captura do presidente Nicolás Maduro.

 

Segundo o comunicado, atos estão programados para esta segunda-feira (5) em cidades como Brasília, Porto Alegre, Recife, Rio de Janeiro e São Paulo. As autoridades de segurança pública brasileiras, de acordo com a embaixada, estão cientes dos protestos e acompanham a situação.

 

O alerta destaca que, embora manifestações desse tipo sejam historicamente pacíficas, elas podem se tornar imprevisíveis. Diante disso, a orientação é que cidadãos americanos evitem grandes aglomerações, mantenham cautela nas proximidades dos atos, ajam com discrição e acompanhem a mídia local para atualizações.

EUA dizem na ONU que não irão ocupar a Venezuela após captura de Nicolás Maduro
Foto: Ricardo Stuckert / PR

A representação norte-americana no Conselho de Segurança da Organização das Nações Unidas, convocado para discutir ação dos EUA de inavidir caracas e capturar Nicolas Maduro em operação militar, afirmou que o pais "não ira ocupar a Venezuela".

 

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Segundo embaixador dos EUA, Mike Waltz, não se trata de uma "guerra contra o país ou sua população" mas de uma ação contra "fugitivos e narcotraficantes" referindo a Maduro e sua esposa, CIlia FLores. 

 

De acordo com Waltz, a operação “torna indiscutivelmente a região mais segura” e busca responsabilizar Maduro pelos “crimes que cometeu contra a população norte-americana por 15 anos”, incluindo “terrorismo, assassinatos, extorsões e sequestros”, além de ataques a cidadãos dos EUA e ações que “desestabilizaram o hemisfério ocidental”.

Após reconhecimento diplomático, Lula mantém diálogo com Delcy Rodríguez sobre operação americana na Venezuela
Foto: Reprodução / Redes sociais

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva teria entrado em contato com a líder interina da Venezuela, Delcy Rodríguez, durante o final de semana. Segundo informações divulgadas pela Folha de S. Paulo, nesta segunda-feira (5), o presidente brasileiro abriu diálogo informal com Rodriguez entre sábado (3) e domingo (4).

 

O contato ocorreu após o Itamaraty, ou Ministério das Relações Exteriores, reconhecer formalmente a liderança da vice-presidente de Nicolás Maduro, após a captura do então líder venezuelano durante uma ação militar norte-americana.  

 

Há a possibilidade de que os dois voltem a se falar ainda nesta segunda (5), ainda conforme a reportagem. Ainda no sábado, Lula manifestou, nos bastidores, preocupação com as consequências da operação militar ordenada por Donald Trump à estabilidade na América do Sul.

 

Durante uma reunião virtual realizada com auxiliares no sábado, Lula pediu que ministros acompanhem com atenção os desdobramentos da intervenção americana na Venezuela, especialmente possíveis impactos na fronteira com o Brasil.

 

Lula também determinou posicionamento crítico à operação americana, apontada por integrantes do governo como um precedente perigoso para o continente.

“Sou inocente”, diz Maduro em audiência de custódia em tribunal de Nova York
Foto: Reprodução / Fox

O líder chavista Nicolás Maduro, capturado por autoridades dos Estados Unidos em Caracas, compareceu nesta segunda-feira (5) a um tribunal federal em Manhattan, em Nova York, dando início formal ao processo judicial em território norte-americano, que deve se estender por meses.

 

Maduro e a esposa, Cilia Flores, foram apresentados às acusações que incluem suposto narcoterrorismo e conspiração para a importação de cocaína para os Estados Unidos. Durante a audiência, ao ser questionado sobre culpa ou inocência, o presidente venezuelano declarou: “Sou inocente. Não sou culpado. Sou um homem decente.”

 

A apresentação ao juiz federal faz parte do procedimento inicial obrigatório do sistema judicial americano. Nessa etapa, não há espaço para debates sobre o mérito do caso nem para pronunciamentos extensos das partes.

 

Segundo a imprensa norte-americana, logo após a abertura da sessão, o juiz Alvin K. Hellerstein solicitou que Maduro se identificasse perante a Corte. Em espanhol, ele afirmou ser o presidente da República da Venezuela e disse que estava ali “sequestrado”. Ao final da audiência, a expectativa é que o magistrado determine que Maduro e Flores permaneçam presos enquanto aguardam o julgamento.

 

Cilia Flores acompanhou o marido na audiência e também se declarou “completamente inocente”. Ainda durante a sessão, o juiz informou ao casal que ambos têm o direito de solicitar contato com o consulado venezuelano. Maduro afirmou compreender a prerrogativa e manifestou interesse em receber a visita consular, pedido que também foi feito por Flores.

Curtas do Poder

Ilustração de uma cobra verde vestindo um elegante terno azul, gravata escura e língua para fora
Na política, o de cima sobe e o de baixo desce. Mas, às vezes, tentando fazer você acreditar que o mundo tá ao contrário. Exemplo: quando o Soberano tá "sobrevivendo" e Cunha acredita que não tá quase na porta do Sine. Mas o presente que o Galego ganhou de aniversário também não foi lá dos melhores. Mas vale lembrar os políticos de há de se ter prioridades. Parece que tem gente que só foca em trend, enquanto deixa a aula de português de lado... Saiba mais!

Pérolas do Dia

Flávio Bolsonaro

Flávio Bolsonaro
Foto: Reprodução Redes Sociais

"Lula vai ficar do lado de criminosos?"

 

Disse o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) ao fazer duras críticas à atuação do presidente Luiz Inácio Lula da Silva na área da segurança pública. Flávio, pré-candidato do PL a presidente nas eleições de outubro, citou o projeto de lei antifacção, aprovado pelo Congresso Nacional em fevereiro e que ainda não foi sancionado por Lula. 

Podcast

Projeto Prisma entrevista deputada federal Lídice da Mata nesta segunda-feira

Projeto Prisma entrevista deputada federal Lídice da Mata nesta segunda-feira
A deputada federal Lídice da Mata (PSB) é a entrevistada do Projeto Prisma nesta segunda-feira (16). O programa é exibido ao vivo no YouTube do Bahia Notícias a partir das 16h.

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