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O jornalista libanês, Hadi Abdel Moneim Hoteit, ficou ferido após ser atingido por estilhaços durante um ataque de drone israelense na cidade de Kfar Tebnit, no sul do Líbano. O caso foi registrado em vídeo pelo próprio repórter, nesta segunda-feira (15).
Informações da Agência Nacional de Notícias do Líbano (NNA), o ataque ocorreu poucas horas após o anúncio de um acordo de paz entre Estados Unidos e Irã, divulgado neste domingo (14). Um dos termos prevê, entre outros pontos, um cessar-fogo no território libanês – uma das exigências apresentadas por Teerã nas negociações.
De acordo com a NNA, um drone israelense atingiu um veículo na mesma cidade, matando o motorista. As imagens divulgadas pela imprensa local mostram o momento da explosão e o jornalista sendo ferido pelos estilhaços. No Brasil, o registro foi divulgado pelo jornal Metrópoles.
Hoteit foi socorrido e encaminhado ao Hospital Najdeh Shaabia, na cidade de Nabatieh. Segundo a agência estatal, ele passou por cirurgia na perna em decorrência dos ferimentos. As Forças de Defesa de Israel (IDF) não se pronunciaram sobre a ocorrência.
Barrado na imigração dos Estados Unidos, sendo impedido de apitar a Copa do Mundo no país, o árbitro somali Omar Abdulkadir Artan receberá o cachê integral por sua participação no torneio. A informação foi publicada neste domingo pela BBC.
Segundo a rede britânica, fontes da Federação Internacional de Futebol (Fifa) garantem que Artan terá direito a receber a quantia, mesmo sem atuar na Copa. Os valores ainda são desconhecidos, já que os árbitros só recebem o pagamento ao fim da competição.
Aos 34 anos, Omar Artan faz parte do quadro de árbitros da Fifa desde 2018 e foi eleito o melhor árbitro da África em 2025. Recentemente, comandou a final da Liga dos Campeões da África entre Mamelodi Sundowns e AS FAR, consolidando seu protagonismo no cenário continental.
Escolhido entre os 52 árbitros da Copa do Mundo de 2026, Artan faria história como o primeiro somali a apitar uma partida do torneio. No entanto, teve a entrada nos Estados Unidos barrada pelas autoridades migratórias. Segundo o árbitro, nenhuma justificativa oficial foi apresentada no momento da recusa.
Em nota, a imigração norte-americana informou que o profissional foi considerado "inadmissível devido a preocupações relacionadas à verificação de antecedentes". Já na última quarta-feira (10), um representante do governo do presidente Donald Trump afirmou que Artan estaria sendo investigado por suposto envolvimento com terrorismo.
De volta à Somália, o árbitro foi recebido com homenagens no aeroporto. Apesar do episódio, ele segue escalado para apitar a Supercopa Europeia entre Paris Saint-Germain e Aston Villa, marcada para o dia 12 de agosto, em Salzburgo, na Áustria.
O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, anunciou, neste sábado (13) em sua rede social (Truth) que o comando sul das forças armadas norte-americanas, com sede na Flórida, executou Niño Guerrero (Héctor Rusthenford Guerrero Flores) – tido como líder do El Tren de Aragua, grupo de traficantes de drogas.
Informações da Agência Brasil apontam que a ação aconteceu no sudeste do estado de Bolívar, cuja capital (Ciudad Bolívar) fica a 715 quilômetros de Pacaraima (RR), cidade brasileira na fronteira com a Venezuela.
Segundo Trump, a execução se deu em “um ataque rápido e letal” feito “em estreita colaboração com nossos amigos na Venezuela”. O presidente estadunidense descreve El Tren de Aragua como uma organização terrorista estrangeira.
O comunicado do governo venezuelano chama de “organização criminal”. Na nota, o governo venezuelano promete que “continuará adotando as medidas necessárias para garantir a paz, a tranquilidade e a proteção” da população.
Trump afirmou que “os terroristas do El Tren de Aragua não têm mais refúgio seguro na Venezuela ou em qualquer outro lugar” e que sob sua “liderança” serão encontrados “assassinos cruéis e chefões do narcotráfico a qualquer hora, em qualquer lugar.”
O comando do sul das forças armadas norte-americanas que atuou na execução é responsável pelo planejamento, operações militares e cooperação de segurança para os Estados Unidos na América Central, América do Sul e Caribe.
No final do mês de maio, o Departamento de Estado dos EUA, homólogo ao Ministério das Relações Exteriores do Brasil, publicou que passou a designar o PCC, assim como o Comando Vermelho, como organização terrorista criminosa.
O primeiro-ministro do Paquistão, Shehbaz Sharif, anunciou nesta sexta-feira (12), por meio de sua conta oficial na rede social X (antigo Twitter), que os Estados Unidos e o Irã chegaram a um consenso sobre o texto final de um histórico tratado de paz para pôr fim às hostilidades.
"O Paquistão está agora trabalhando em estreita colaboração com ambas as partes para finalizar os próximos passos. A paz nunca esteve tão próxima como agora", publica o premiê, que marcou líderes das duas nações em sua postagem.
Confira postagem:
Amid ongoing intense mediation efforts by Pakistan, we are fully aware of incessant misinformation campaign being waged by those who want to sabotage the peace deal. Setting aside the noise, we can confirm that a final, agreed upon text of the peace deal has been reached and…
— Shehbaz Sharif (@CMShehbaz) June 12, 2026
O Paquistão atua como o principal mediador entre Washington e Teerã. O país lidera os esforços diplomáticos desde que ajudou a intermediar um cessar-fogo em 8 de abril, interrompendo o conflito armado que havia começado em 28 de fevereiro. As negociações em Islamabad representam o diálogo de mais alto nível entre os dois países desde o rompimento das relações diplomáticas em 1979.
Além de anunciar o progresso das conversas, Sharif utilizou a rede social para fazer um alerta contundente sobre tentativas externas de interferência. "No meio dos intensos esforços de mediação do Paquistão, estamos plenamente conscientes da campanha incessante de desinformação promovida por aqueles que querem sabotar o acordo de paz", diz o primeiro-ministro.
Uma pesquisa realizada por cientistas da Universidade da Flórida, nos Estados Unidos, identificou que a glucosamina, suplemento amplamente utilizado para aliviar dores nas articulações, pode ser associada a uma progressão mais rápida do Alzheimer e de outras demências. O estudo foi publicado nessa terça-feira (9) na revista Nature Metabolism.
Os pesquisadores analisaram registros de saúde de pacientes atendidos entre 2012 e 2024 e combinaram os resultados com experimentos em tecido cerebral humano e modelos animais. Segundo informações do Jornal Metrópoles, o objetivo era investigar o papel de alterações metabólicas no avanço da doença.
A equipe avaliou dados de 24.481 pacientes com Alzheimer e outras demências e de 41.884 pessoas com comprometimento cognitivo leve, condição que pode anteceder quadros de demência. Os resultados estatísticos apontaram que o uso de glucosamina foi associado a uma probabilidade 25% maior de progressão do comprometimento cognitivo leve para demência.
Entre pacientes que já tinham Alzheimer ou outras demências relacionadas, o suplemento também foi associado a um aumento de 25% no risco de morte durante o período analisado.
Segundo os pesquisadores, cerca de 8% dos pacientes avaliados utilizavam glucosamina. Entre eles, havia 1.896 pessoas com Alzheimer ou outras demências relacionadas e 2.750 com comprometimento cognitivo leve.
POR TRÁS DOS DADOS
Segundo os estudos científicos, foi possível observar uma alteração metabólica caracterizada pelo excesso de moléculas de açúcar ligadas a proteínas no cérebro. Em experimentos com camundongos, a glucosamina aumentou o processo e foi associada a um pior desempenho em testes de memória.
Já a redução da atividade da via metabólica levou à melhora dos resultados. A descoberta sugere que alterações metabólicas podem contribuir para a progressão do Alzheimer e podem representar um novo alvo para futuras terapias.
Os autores ressaltam que a pesquisa não demonstra que a glucosamina causa Alzheimer nem que o suplemento seja prejudicial para todas as pessoas que o utilizam. A análise dos prontuários mostra apenas uma associação entre o consumo da substância e a evolução mais rápida da doença. Para confirmar uma relação de causa e efeito, serão necessários estudos clínicos específicos.
Em evento do PGP em Ipirá, Jerônimo Rodrigues diz que EUA “castigam” o Brasil em disputa sobre o Pix
Em evento do Programa de Governo Participativo (PGP) 2026 no município de Ipirá, na Bacia do Jacuípe, o governador da Bahia, Jerônimo Rodrigues (PT), comentou sobre as sanções propostas pelos Estados Unidos ao Brasil, especialmente acerca do Pix. A declaração foi dada na noite deste sábado (5), na qual o gestor estadual comentou sobre a atuação do senador Flávio Bolsonaro no país americano, e afirmou que ele teria influenciado as ações do governo de Donald Trump.
Segundo o petista, “está na origem” da oposição atuar de forma a prejudicar o país ou um município por conta de desavenças políticas. “O país paga um salário a um senador para ele poder ir nos Estados Unidos lamber as botas do Tio Sam [referência à personificação nacional dos Estados Unidos] e pedir: 'castiga o Lula'”, diz Jerônimo.
“[Eles dizem]: 'Castiga o Brasil porque está na mão de um partido do campo da esquerda’. ‘Acaba o Pix porque...' — vou usar suas palavras, senador [Jaques Wagner] — não é política só não, tá? Tem política porque eles querem continuar com o gado escravizado”, diz o governador. Ao se referir à primeira-dama da Bahia, Tatiana Velloso, que é professora e estava na plateia, ele continua: “A aula de história que eu peguei sua, está tudo aqui. A geografia também está atenta", destaca.
Por fim, Jerônimo conclui que essas disputas de interesses “têm um conteúdo de política, mas têm um conteúdo de interesse econômico”. Segundo o petista, “eles sabem que há prejuízo da forma que a gente faz, porque um povo educado, um povo estudado, tem a cabeça mais apurada, sabe tomar decisões”, completa.
O ex-deputado federal Eduardo Bolsonaro (PL) defendeu nesta quarta-feira (03) que o Brasil avalie a substituição do Pix pelo sistema de pagamentos instantâneos norte-americano Zelle. Segundo o ex-parlamentar, a medida poderia ser utilizada como um gesto de boa vontade nas negociações comerciais com o governo de Donald Trump.
Confira sua declaração:
?? Eduardo Bolsonaro sugere que o Brasil abandone Pix e adote sistema dos EUA
— Bahia Notícias (@BahiaNoticias) June 4, 2026
Confira ?? pic.twitter.com/qWQw8OSjMR
“Os Estados Unidos têm mecanismos muito semelhantes ao Pix, como, por exemplo, o Zelle, que é o Pix dos Estados Unidos. Aqui é o Zelle. Então, dá para você ir para uma mesa de negociação com os americanos”, alega Eduardo Bolsonaro.
O Zelle é um sistema de pagamentos e transferências rápidas amplamente utilizado nos Estados Unidos, mas que possui características estruturais e operacionais bastante distintas do Pix brasileiro.
EDUARDO E FLÁVIO
Vale contextualizar que seu irmão e pré-candidato Flávio Bolsonaro foi alvo de campanha de grupos da base do governo nas redes sociais após o anúncio de novas tarifas e acusado de ser responsável pelas mesmas, batizadas de "Tariflávio".
Fotos: Ricardo Stuckert / PR / Arthur Búrigo | Folhapress
Como resposta, Flávio pousou com um cartaz idêntico ao do presidente Lula, com os dizeres "O Pix é o do Brasil", mais a adição "E do Bolsonaro", como provocativa à pose do rival nas Eleições de 2026. Além de suas declarações na imprensa: “Tem que sentar na mesa e conversar. O Brasil não pode brigar com os Estados Unidos. O Pix é do Brasil. O Pix é do Bolsonaro. Não tem essa conversa de que alguém vai acabar com o Pix".
Até mesmo em postagem recente, o senador ressaltou a posição:
Por sua vez, o presidente Lula alega que é necessário abandonar o complexo nacional de vira-lata [sentimento de inferioridade e autodepreciação em que os brasileiros]: “Precisamos jogar fora o complexo de vira-lata, de achar que somos pequenos e que não temos nada. A gente precisa querer ter para poder fazer”, afirma.
Mesmo após a repercussão, Eduardo Bolsonaro segue alegando que Lula é contra a soberania nacional por meio das suas redes sociais:
Lula não defende a soberania do Brasil,
— Eduardo Bolsonaro???????? (@BolsonaroSP) June 4, 2026
ele defende a soberania do crime.
O governo de Cuba anunciou que deixará de aceitar transações realizadas com cartões Visa e Mastercard a partir deste sábado (6). A decisão foi comunicada pelo Banco Central cubano (BCC), que atribuiu a medida ao fortalecimento das sanções econômicas impostas pelos Estados Unidos.
Segundo a autoridade monetária do país, a instituição financeira estrangeira responsável pelo processamento dessas operações decidiu interromper os serviços após a publicação de um decreto norte-americano, em 1º de maio, que ampliou as restrições comerciais contra a ilha.
Com a mudança, Cuba perderá a capacidade de receber pagamentos internacionais por meio das principais bandeiras de cartão utilizadas no mundo. O BCC afirmou que a suspensão impactará a comercialização de produtos e serviços destinados a turistas e clientes estrangeiros.
O novo pacote de sanções também tem provocado reflexos em outros setores da economia cubana. Nas últimas semanas, empresas ligadas aos segmentos de hotelaria, aviação e transporte marítimo iniciaram processos de retirada ou redução de operações no país.
Após declarações do governo dos Estados Unidos contra o Pix, a Federação Brasileira de Bancos (Febraban) defendeu o o sistema de pagamentos instantâneos. Em nota, a entidade afirmou que as conclusões do Escritório do Representante Comercial dos Estados Unidos (USTR) foram baseadas em informações incompletas sobre os objetivos e o funcionamento da plataforma.
A manifestação ocorre após a divulgação dos resultados de uma investigação comercial conduzida pelo órgão americano, que aponta o Pix como um dos fatores que poderiam dificultar a concorrência de empresas dos EUA no mercado brasileiro.
À Agência Brasil, a Febraban ressaltou que o Pix não tem fins comerciais e opera como uma infraestrutura de pagamentos criada para ampliar a competição entre instituições financeiras e aumentar a eficiência do sistema financeiro. A federação também rejeitou a alegação de que o Pix seja discriminatório. De acordo com a entidade, não existem barreiras para a entrada de novos participantes, independentemente do porte ou segmento de atuação.
A única exigência é que as empresas operem no mercado nacional, já que o sistema realiza transações em reais e foi desenvolvido para atender ao ambiente financeiro brasileiro.
A Febraban ressaltou ainda que o Pix funciona como uma plataforma aberta, disponível para todos os residentes do país, incluindo brasileiros e estrangeiros, tanto pessoas físicas quanto jurídicas. Outro ponto destacado é que as transferências são gratuitas entre pessoas físicas. No caso de empresas, podem existir cobranças, mas sem distinção entre companhias brasileiras e estrangeiras.
A entidade argumenta que o Pix tem contribuído para a inclusão financeira ao reduzir custos e ampliar o acesso aos meios digitais de pagamento. Segundo a federação, o sistema também trouxe ganhos de eficiência para empresas, facilitando processos de cobrança e recebimento, especialmente em operações de menor valor.
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva afirmou, nesta quarta-feira (3), que não vai mais adotar a “política do vira-lata” em meio à negociação com os Estados Unidos. Em reunião ministerial realizada no Palácio do Planalto, o presidente afirmou que o Brasil vai continuar buscando outros parceiros de negócios para minimizar os impactos das novas taxações estadunidenses a produtos brasileiros.
“Nós vamos procurar outros parceiros. Se ele não quer comprar, a gente vai vender para quem quiser comprar. Não vamos ficar reclamando. Se não quiser investir aqui, nós vamos procurar outro. O Brasil é dono do seu nariz. Isso aqui é um país democrático e soberano”, disse Lula aos ministros de Estado.
“Nós resolvemos não adotar mais a política do vira-lata diante das grandes potências. Nós não somos melhores do que ninguém, mas não somos piores. Vamos respeitar todo mundo, mas queremos respeito”, acrescentou. As informações são da Agência Brasil.
Na segunda-feira (1º), o Escritório do Representante Comercial dos Estados Unidos (USTR) sugeriu, entre outras ações, a taxação de 25% sobre parte das importações brasileiras ao país. O relatório do USTR é resultado de uma investigação iniciada há um ano no governo de Donald Trump contra supostas “práticas desleais” do Brasil no comércio com os EUA.
Entre outros temas, para justificar a medida, a instituição acusa o Pix de prejudicar "injustamente” empresas estadunidenses que prestam serviços de pagamento eletrônico, como operadoras de cartões de crédito, como MasterCard e Visa, e o Whatsapp Pay.
Lula afirmou que, agora, vai participar da reunião do G7 em junho na França, o que não estava nos planos. O evento reúne os líderes da Alemanha, Canadá, Estados Unidos, França, Itália, Japão e Reino Unido. O Brasil vai como convidado do anfitrião, o presidente francês, Emmanuel Macron.
“Eu nem ia no G7, agora eu vou. É preciso alguém tentar colocar ordem na casa e parar essa coisa de desmonte do multilateralismo, da democracia e desvalorização das instituições. Se a ONU não está funcionando hoje, não é destruindo a ONU que a gente vai consertar o mundo, é reconstruindo a ONU”, disse Lula, reafirmando sua defesa de fortalecimento das Nações Unidas e da reforma do seu Conselho de Segurança.
NEGOCIAÇÃO
De acordo com o Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (MDIC) a decisão tarifária dos Estados Unidos ameaça diretamente 21% do total das exportações brasileiras rumo ao mercado norte-americano.
O governo brasileiro e empresas prejudicadas poderão se manifestar sobre o relatório final da USTR até o dia 15 de julho, quando os EUA poderão passar a adotar “medidas corretivas” contra o Brasil.
Para Lula, a atitude dos estadunidenses é insensata já que havia uma negociação em curso entre os dois países. Ele lembrou que, em maio, acordou com o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, um prazo de 30 dias para que se chegasse a um acordo sobre a questão comercial.
Os dois se reuniram na Casa Branca e, na ocasião, o presidente brasileiro entregou documentos que comprovavam a relação comercial favorável dos EUA com o Brasil. Segundo ele, nos últimos 15 anos, o superávit comercial dos Estados Unidos foi US$ 415 bilhões.
“Eu saí de lá convencido de que a gente estava estabelecendo uma nova lógica no relacionamento democrático e civilizado entre Brasil e Estados Unidos. E confesso a vocês que fui pego de surpresa ontem com a decisão deles”, disse Lula hoje.
Os Estados Unidos divulgaram uma lista com 60 países, entre eles o Brasil, que falharam em proibir e fiscalizar a importação de mercadorias produzidas com trabalho forçado. A lista faz parte do material da investigação do Escritório de Comércio dos EUA (USTR, na sigla em inglês), com base na Seção 301 da Lei de Comércio de 1974, e divulgado nesta terça-feira (2). Como resposta, o governo americano propôs a aplicação de tarifas adicionais de 12,5% sobre todos os produtos desses países.
Esse é o mesmo texto utilizado para fundamentar a proposta de aplicação de tarifas de 25% sobre mercadorias brasileiras. Informações do G1 indicam que a investigação foi iniciada em março deste ano. Segundo o Itamaraty, a expectativa é que as tarifas, se adotadas, serão acumulativas.
Segundo o relatório, a prática desses países é "irracional" e restringe o comércio dos EUA ao criar uma concorrência desleal para as empresas e trabalhadores americanos. O governo dos EUA estabeleceu dois níveis de sobretaxação:
- 10% de tarifa adicional para países que já possuem alguma proibição parcial ou que se comprometeram formalmente a aplicar regras por meio de acordos de comércio recíproco. Entre eles: União Europeia, México, Canadá, Indonésia, Paquistão e Equador.
- 12,5% de tarifa adicional para todas as outras economias investigadas que não apresentam regimes eficazes de controle. São eles: Brasil, China, Índia, Japão, Coreia do Sul, Reino Unido, Argentina, Arábia Saudita, entre outros.
De acordo com o relatório, embora o Brasil assuma compromissos contra o trabalho escravo em acordos de livre comércio e investimentos, o país ainda carece de uma proibição legal efetiva que impeça, na prática, a entrada de mercadorias produzidas nessas condições em seu mercado interno.
O governo federal elevou o tom contra os Estados Unidos após a divulgação da conclusão preliminar da investigação comercial conduzida pelo Escritório do Representante de Comércio dos EUA (USTR), que recomendou a aplicação de tarifas de até 25% sobre produtos brasileiros. Em nota divulgada nesta terça-feira (2), o Palácio do Planalto classificou a iniciativa como injustificada e acusou aliados da família Bolsonaro de atuarem contra os interesses brasileiros.
Segundo o governo, a investigação teve início em julho de 2025 e estaria relacionada a tentativas de interferência em assuntos internos do Brasil. O texto cita diretamente a atuação do pré-candidato a presidencia da República, Flávio Bolsonaro (PL) em viagens a Washington e afirma que as medidas contam com o apoio de pessoas que utilizam cargos públicos para favorecer interesses políticos e familiares.
"Essa investigação está associada à tentativa de ingerência em temas internos do nosso país, como feito na recente viagem do senador Flávio Bolsonaro a Washington. Essas investidas têm contado com o auxílio de falsos patriotas que usam cargos e funções públicas para conspirar contra os interesses nacionais", afirma.
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A nota também critica a inclusão do Pix entre os temas analisados pelas autoridades norte-americanas. O governo argumenta que o sistema de pagamentos instantâneos é uma infraestrutura pública administrada pelo Banco Central e que opera sob regras aplicadas de forma igualitária a empresas nacionais e estrangeiras.
Ao rebater as alegações de práticas comerciais desleais, o Planalto destacou que os Estados Unidos acumulam superávit comercial nas relações com o Brasil há mais de uma década. De acordo com os dados apresentados, o saldo positivo norte-americano em bens e serviços chegou a US$ 424,5 bilhões entre 2011 e 2025.
O governo também ressaltou que a maior parte dos produtos importados dos EUA entra no mercado brasileiro sem cobrança de imposto de importação. Segundo a nota, 76% das importações norte-americanas tiveram tarifa zero em 2025, enquanto a alíquota média efetiva cobrada foi de 3,1%.
Entre os pontos contestados pelo Brasil estão ainda temas relacionados ao comércio digital, propriedade intelectual, combate à corrupção, etanol e preservação ambiental. O governo sustenta que as políticas brasileiras seguem padrões internacionais e não discriminam empresas ou produtos dos Estados Unidos.
Apesar das críticas, o Planalto informou que continuam as negociações iniciadas após encontro entre os presidentes Luiz Inácio Lula da Silva e Donald Trump, realizado em maio, em Washington. O objetivo é encerrar a investigação antes da conclusão prevista para 15 de julho e evitar a adoção de tarifas ou outras restrições comerciais.
O secretário de Estado dos Estados Unidos, Marco Rubio, afirmou nesta terça-feira (2) que o Brasil não integra o grupo de países latino-americanos considerados aliados ou alinhados aos interesses de Washington. A declaração foi dada durante audiência no Senado norte-americano ao comentar a política externa dos EUA para a região.
Segundo Rubio, a América Latina vive atualmente um cenário favorável aos Estados Unidos, com diversos governos considerados parceiros. Ao listar exceções, porém, o secretário citou Brasil, Cuba, Nicarágua, Venezuela e o atual governo da Colômbia. No caso brasileiro, ele ressaltou que o país atravessa um ciclo eleitoral.
“Nós agora temos, neste hemisfério, uma coalizão de países amigáveis de mais de uma dúzia (…). É uma história incrível, exceto por Nicarágua, por Cuba, por Venezuela, que ainda têm alguns desafios, e, claro, o Brasil, embora eles estejam no meio de um ciclo eleitoral (…). Em geral, é agora uma região repleta de aliados americanos”, afirmou.
ASSISTA:
????URGENTE - Marco Rubio acaba de dizer que o Brasil não é um país amigável, junto com Venezuela, Nicarágua e Cuba pic.twitter.com/ACKPl6CF4q
— SPACE LIBERDADE ? (@NewsLiberdade) June 2, 2026
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva pediu ao ministro da Fazenda, Dario Durigan, que avalie os possíveis prejuízos a empresas e a bancos brasileiros provocados pela decisão do governo dos Estados Unidos de considerar o Comando Vermelho (CV) e o Primeiro Comando da Capital (PCC) como organizações terroristas.
Segundo informações da Agência Brasil, os dois se reuniram no Palácio da Alvorada nesta segunda-feira (1°). O ministro revelou que a principal preocupação do governo brasileiro consiste no impacto que protocolos externos podem ter sobre a soberania econômica e a estabilidade das instituições nacionais.
Dario Durigan ressaltou que o governo teme que o excesso de "discricionariedade" por parte do governo Donald Trump possa gerar prejuízos "irreais ou fantasiosos" para a economia brasileira.
"Vamos seguir combatendo as organizações criminosas, então nós insistimos nesse ponto e evitar que haja prejuízo irreal, fantasioso para nossa economia. Nós temos que evitar isso com todo custo. é uma grande injustiça", declarou ao retornar do encontro.
Segundo o ministro, o ponto central da estratégia brasileira é evitar que empresas e bancos do país se tornem alvos de sanções ou restrições baseadas em critérios que não representem uma realidade concreta.
COOPERAÇÃO INTERNACIONAL
O ministro reiterou ter interesse em conversar com autoridades dos Estados Unidos para tratar da classificação de facções como terroristas. Durigan, no entanto, disse não haver conversas agendadas com o secretário do Tesouro estadunidense, Scott Bessent.
"Eu estou sempre aberto [a reuniões com Bessent]. Tenho contato direto com as autoridades norte-americanas, mas, por enquanto, não. A gente está reunindo as informações, vendo o que vem pela frente, avaliando os próximos passos", declarou.
Em entrevista ao canal SBT News, também na segunda-feira, Durigan disse que poderia ligar para Bessent. Segundo o ministro, o governo brasileiro está traçando diagnósticos. "Tendo as informações todas, tendo o diagnóstico claro e a posição, eu vou levar para o Scott Bessent, sem nenhuma dúvida", garantiu.
A Embaixada do Irã na Tunísia publicou um vídeo gerado por inteligência artificial, no qual uma figura do Cristo Redentor e atacada e luta contra a Estátua da Liberdade, um dos principais símbolos dos Estados Unidos. A publicação foi feita na rede X, nesta segunda-feira (1°), e viralizou.
One front. One fight. pic.twitter.com/YZWtY8ZxGY
— I.R. Iran in Tunisia????(????) (@IranembTun) June 1, 2026
O texto diz que é a 'vitória da fé sobre o imperialismo'. O episódio não é um caso isolado, uma outra publicação, feita pela Embaixada do Irã no Tajiquistão mostra Jesus Cristo atacando o presidente americano Donald Trump. Nas imagens, a sequência é direta: a figura desce do céu, aproxima-se de Trump e o derruba com um soco no rosto.
No áudio, uma frase reforça o tom da peça: "your reckoning has come", que significa algo como "a sua hora chegou” ou "o seu acerto de contas chegou". O vídeo incorpora uma postagem anterior do próprio Trump na Truth Social, usada como base para a montagem.
Segundo o site americano The Hill, representações diplomáticas iranianas têm recorrido com frequência a conteúdos produzidos com inteligência artificial para satirizar adversários, como Trump e o primeiro-ministro de Israel, Benjamin Netanyahu.
Essas produções, algumas associadas a empresas ligadas ao governo iraniano, apostam em caricaturas e exageros visuais para disputar atenção e narrativa. O objetivo, segundo o próprio material, é influenciar a opinião pública internacional.
O Escritório do Representante Comercial dos Estados Unidos (USTR) divulgou, nesta segunda-feira (1º), o balanço de uma investigação sobre a gestão brasileira de comércio. O USTR considerou que uma série de atos, políticas e práticas do governo brasileiro são "irrazoáveis" e "oneram ou restringem" o comércio norte-americano. Com a conclusão da investigação, respaldada pela Seção 301 da Lei de Comércio de 1974, o órgão propôs a aplicação de medidas corretivas e abriu o caso para consulta pública.
Segundo o g1, a proposta da USTR é aplicação de tarifas de 25% sobre todas as mercadorias do Brasil, com algumas isenções (o documento tem 73 páginas listando os produtos isentos). O prazo legal para a tomada das medidas corretivas, após a abertura de audiências públicas e outras negociações, expira em 15 de julho de 2026, um ano após o início da investigação.
A investigação havia sido iniciada por determinação do presidente Donald Trump. De acordo com o embaixador e Representante Comercial dos EUA, Jamieson Greer, o governo americano mantém um diálogo intenso com o governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, mas ainda há divergências substanciais.
"Ao longo do último ano, o Presidente Trump e eu tivemos várias reuniões construtivas com o Presidente Luiz Inácio Lula da Silva e o seu gabinete, que se intensificaram nas últimas semanas. Contudo, continuamos a ter divergências substanciais na resolução das questões identificadas nesta investigação", afirmou Greer.
A conclusão da investigação ocorre dentro do prazo estabelecido para as negociações do grupo de trabalho criado pelos governos dos EUA e Brasil para tratar de temas comerciais e evitar a aplicação de novas tarifas. O grupo de trabalho foi instituído após a visita do presidente brasileiro ao americano em 7 de maio na Casa Branca.
A INVESTIGAÇÃO
O relatório final do USTR aponta irregularidades e barreiras comerciais distribuídas em seis eixos principais:
- Comércio Digital: O USTR cita que tribunais brasileiros emitiram ordens secretas para que empresas americanas de mídia social removessem conteúdos políticos e suspendessem perfis de residentes nos EUA — em alguns casos, globalmente —, proibindo a divulgação das ordens;
- Serviços de Pagamento (Pix): O texto aponta aponta que o Banco Central do Brasil favorece o sistema Pix em detrimento de provedores americanos, agindo simultaneamente como regulador e proprietário do sistema, impondo o uso do Pix e limitando taxas de concorrentes;
- Tarifas Preferenciais Desleais: O governo americano contesta os acordos comerciais mantidos pelo Brasil com o México e a Índia. Segundo o USTR, o Brasil concede tarifas mais baixas a centenas de produtos desses países em setores nos quais ambos são produtores avançados e competitivos globalmente;
- Desmatamento Ilegal: O documento afirma que, embora o Brasil possua um marco legal para combater o desmatamento ilegal, o país historicamente falhou em aplicá-lo de forma eficaz, permitindo a persistência do problema;
- Acesso ao Mercado de Etanol: O órgão americano argumenta que o Brasil interrompeu abruptamente, em 2017, o tratamento tarifário equilibrado que aplicava ao etanol e, desde então, não oferece tratamento recíproco às exportações do combustível vindas dos EUA;
- Proteção da Propriedade Intelectual: Os EUA apontam falta de aplicação suficiente de leis penais e aduaneiras contra a falsificação de produtos, lentidão excessiva no exame de patentes e falta de medidas antipirataria contínuas;
- Combate à Corrupção: A representação americana concluiu que o Brasil não adota medidas suficientes para combater o suborno e a corrupção.
Segundo o documento divulgado, alguns itens seriam poupados dessa tarifa punitiva, caso haja. A lista inclui materiais informativos, doações e uma lista específica de produtos - como certas carnes, frutas, minerais, café, chá, especiarias, cereais, sementes, frutos oleaginosos, plantas industriais e medicinais, palhas e forragens.
Aeronaves e peças de aeronaves brasileiras, terras raras, produtos químicos orgânicos, produtos farmacêuticos e fertilizantes também estariam isentos.
O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, anunciou nesta segunda-feira (1º) a indicação de Daniel Perez para o cargo de embaixador norte-americano no Brasil. A escolha será submetida à análise do Senado dos Estados Unidos, responsável por confirmar ou rejeitar a nomeação. Caso seja aprovado, Perez assumirá oficialmente a representação diplomática em Brasília.
Com a indicação, os Estados Unidos retomam o processo de preenchimento do posto de embaixador no país. Desde a mudança de governo em Washington, a embaixada norte-americana no Brasil vinha sendo comandada por Gabriel Escobar, que exercia interinamente a chefia da missão diplomática.
Daniel Perez é integrante do Partido Republicano e atualmente preside a Câmara dos Representantes da Flórida. A indicação segue uma prática comum da diplomacia dos EUA, onde postos de embaixador podem ser ocupados por políticos, empresários ou pessoas de confiança do presidente. Diferentemente do modelo brasileiro, em que os embaixadores são, em regra, diplomatas de carreira vinculados ao Ministério das Relações Exteriores.
O ex-presidente Michel Temer afirmou nesta segunda-feira (1º) que não vê ameaça à soberania brasileira na decisão dos Estados Unidos de classificar o Primeiro Comando da Capital e o Comando Vermelho como organizações terroristas. A declaração foi dada durante o Fórum de Lisboa, realizado em Portugal.
Segundo Temer, a classificação das facções não representa, por si só, uma intervenção externa. No entanto, ele destacou que qualquer ação relacionada ao tema deve ocorrer em diálogo com as autoridades brasileiras. “Eu acho que não afeta [a soberania do Brasil]. [...] O que não se pode permitir é exata e precisamente uma intervenção direta nas questões internas do Brasil”, afirmou o ex-presidente.
Temer defendeu ainda o fortalecimento da cooperação entre os órgãos de segurança dos dois países. Para ele, a atuação internacional das facções criminosas exige ações conjuntas e troca de informações entre governos. “O ideal seria que os órgãos de segurança pública do nosso país fizessem contato imediato com os órgãos de segurança dos Estados Unidos para trabalharem juntos”, declarou.
A classificação do PCC e do CV como “Terroristas Globais Especialmente Designados” foi anunciada pelo governo norte-americano na última quinta-feira. De acordo com autoridades dos EUA, atividades ligadas às facções foram identificadas em 12 estados do país.
Felipe Freitas afirmou que a medida fere a soberania nacional e cria riscos à economia nacional e ainda defendeu que o combate ao crime organizado deve focar na estrutura financeira dos grupos. O secretário de Justiça e Direitos Humanos da Bahia, Felipe Freitas, criticou e contestou a medida do governo dos Estados Unidos de classificar as facções brasileiras Primeiro Comando da Capital (PCC) e Comando Vermelho (CV) como organizações terroristas. Em publicação nas redes sociais, o gestor afirmou que a medida representa uma interferência na soberania nacional e não traz efeitos práticos para o combate ao crime, além de criar instabilidade no mercado e risco na economia.
Segundo o secretário, a classificação utilizada pelo presidente Americano historicamente serve para justificar intervenções externas na América Latina, citando como precedentes as ações americanas na Colômbia e na Venezuela e destacou que a medida pode ser usada para justificar pânico nos mercados e sanções a economia e aos negócios brasileiros.
“Temo que estas medidas dos EUA irradiem desconfiança no mercado, promovam alta do dólar e atrapalhem negócios realizados por empresas brasileiras no país. É preciso proteger nossa economia também pela via da soberania nacional” contemplou Felipe.
Segundo Freitas, a legislação brasileira atual de combate às organizações criminosas já estabelece punições rigorosas, superando a eficácia da Lei Antiterrorismo para esses casos. Por isso, apontou que não há vantagem jurídica para o Brasil em adotar a nomenclatura sugerida pelo governo norte-americano.
Para o titular da pasta, o enfrentamento eficiente ao crime organizado deve ser baseado em inteligência integrada, asfixia financeira e investigação de lavagem de dinheiro, em vez de focar em debates ideológicos ou manifestações em redes sociais.
Principal ponto da Copa do Mundo 2026, os Estados Unidos anunciaram, nesta terça-feira (26), os 26 jogadores que vão disputar o torneio. Entre os principais nomes chamados pelo técnico argentino Mauricio Pochettino, estão o astro Christian Pulisic (Milan), além de nomes de peso como Weston McKennie (Juventus), Tyler Adams (Bournemouth) e Giovanni Reyna (Borussia Mönchengladbach).
A seleção norte-americana está no Grupo D, com Paraguai, Austrália e Turquia. A estreia será no dia 12 de junho, às 22h (horário de Brasília), em Los Angeles, contra a seleção paraguaia.
A seleção dos EUA vai disputar a Copa do Mundo pela 12ª vez. Seu melhor resultado foi o terceiro lugar, obtido na edição inaugural do torneio, em 1930, no Uruguai.
CONFIRA A LISTA DE CONVOCADOS DOS EUA PARA COPA DO MUNDO 2026
Goleiros
Matt Turner (New England Revolution)
Matt Freese (New York City FC)
Chris Brady (Chicago Fire)
Defensores
Sergiño Dest (PSV)
Chris Richards (Crystal Palace)
Auston Trusty (Celtic)
Antonee Robinson (Fulham)
Miles Robinson (Cincinnati)
Tim Ream (Charlotte)
Mark McKenzie (Toulouse)
Joe Scally (Borussia Mönchengladbach)
Meio-campistas
Tyler Adams (Bournemouth)
Gio Reyna (Borussia Mönchengladbach)
Weston McKennie (Juventus)
Brenden Aaronson (Leeds)
Christian Pulisic (Milan)
Cristian Roldan (Seattle Sounders)
Malik Tillman (Bayer Leverkusen)
Atacantes
Ricardo Pepi (PSV)
Alex Freeman (Villarreal)
Max Arfsten (Columbus Crew)
Haji Wright (Coventry City)
Folarin Balogun (Monaco)
Tim Weah (Olympique de Marseille)
O homem acusado de iniciar um tiroteio perto da Casa Branca neste sábado (23) foi dado como morto, segundo informações atualizadas pelo Serviço Secreto dos Estados Unidos. Ele foi um dos dois baleados no confronto perto do cruzamento da Avenida Pensilvânia com a Rua 17.
Segundo a jornalista Carolina Cimenti, da TV Globo, o suspeito que morreu foi o homem que se aproximou de um dos portões da Casa Branca e disparou ao menos três vezes, iniciando o tiroteio. O momento foi registrado por jornalistas. Não há informações sobre o estado de saúde da segunda pessoa baleada, que estava passando pelo local no momento do confronto.
Toda a região do entorno da Casa Branca foi colocada sob bloqueio de agentes armados. As circunstâncias que envolveram o incidente não estão claras, mas, para agências de notícias, oficiais disseram se tratar de uma pessoa com "distúrbios emocionais".
As identidades dos envolvidos não foram divulgadas. Ainda na noite deste sábado, o presidente dos EUA, Donald Trump se pronunciou sobre o ocorrido na rede Truth Social:
“Obrigado ao nosso grande Serviço Secreto e às forças de segurança pela ação rápida e profissional tomada nesta noite contra um homem armado perto da Casa Branca, que tinha um histórico violento e uma possível obsessão com a estrutura mais querida do nosso país. O atirador está morto após uma troca de tiros com agentes do Serviço Secreto perto dos portões da Casa Branca. Este evento acontece um mês após o tiroteio no jantar da Associação de Correspondentes da Casa Branca e mostra como é importante, para todos os futuros presidentes, obter o que será o espaço mais seguro e protegido de seu tipo já construído em Washington, D.C. A Segurança Nacional do nosso país exige isso!”
Um voo da United Airlines precisou fazer um pouso de emergência nos Estados Unidos após um passageiro tentar abrir uma das portas da aeronave durante o trajeto.
O caso ocorreu nesta quinta-feira (21) em um voo que saiu de Newark, em Nova Jersey, com destino à Cidade da Guatemala.
Segundo informações da emissora ABC News, o passageiro tentou abrir a porta “2L” da aeronave enquanto o avião voava a cerca de 36 mil pés, aproximadamente 11 mil metros de altitude. Ele também teria agredido outro passageiro durante a confusão.
O voo 1551, operado em um Boeing 737 MAX 8, transportava 145 passageiros e seis tripulantes. O piloto desviou a rota e realizou pouso no Aeroporto Internacional Washington Dulles, na Virgínia.
Policiais aguardavam a aeronave no local e retiraram o suspeito após o desembarque. Não houve registro de feridos.
Em nota, a United Airlines informou que o voo foi cancelado após o incidente e que os passageiros receberam hospedagem e foram realocados em outra aeronave na manhã seguinte.
O ex-candidato a vereador da capital baiana, o policial militar André Porciúncula adquiriu uma casa de R$3,6 milhões nos Estados Unidos por meio de um fundo financeiro administrado pelo advogado de Eduardo Bolsonaro, que também gerenciou os milhões de dólares aportados por Daniel Vorcaro no filme “Dark Horse”. A informação foi publicada nesta sexta-feira (22), pela jornalista Malu Gaspar, no O Globo.
Acontece que, quando concorreu a vereador de Salvador pelo PL em 2024, o policial militar declarou ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE) um patrimônio de apenas R$ 164 mil nas eleições de 2024. Segundo informações da Folha de S. Paulo, a casa de US$ 726 mil foi adquirida em fevereiro passado pelo Mercury Legacy Trust, fundo administrado por Paulo Calixto, advogado de imigração de Eduardo.
Calixto também administra o fundo Havengate, que recebeu parte dos R$ 61 milhões de reais injetados pelo dono do Banco Master para a produção do longa sobre a trajetória do ex-presidente Jair Bolsonaro. Essa relação entre a família Bolsonaro, o fundo Havengate e Daniel Vorcaro levantou suspeitas de que o imóvel fosse destinado a Eduardo Bolsonaro.
FUNDO E PATRIMÔNIO
Em entrevista ao jornal Metrópoles, André Porciúncula disse ser o dono da casa desde 2023, quando se mudou do Brasil para os Estados Unidos. André Porciúncula atuou como
ex-secretário de Cultura do governo Bolsonaro em 2022. Ele disse ainda que, ao lado da esposa, que também seria dona do Mercury, fizeram um financiamento bancário, e usaram o fundo para reduzir os impostos de herança a serem pagos pelos filhos.
Acontece que o patrimônio declarado por Porciúncula há dois anos é incompatível com o padrão milionário da residência. Em 2024, quando informou ao TSE ter R$ 164 mil em bens, o ex-secretário listou um automóvel Honda HR-V fabricado em 2018 com valor declarado de R$ 86 mil, uma moto Honda NXR160 Bros ESDD de R$ 8 mil e participações societárias em duas empresas, a Alpen Segurança Patrimonial Ltda e a Alpen Security Serviços de Portaria, que somavam R$ 70 mil.
Já nos Estados Unidos, André fundou uma entidade chamada Instituto Liberdade junto com um ex-sócio de Eduardo Bolsonaro chamado Paulo Generoso. De acordo com informações da Agência Pública, o agente registrado junto ao governo do Texas para receber documentos legais, fiscais e notificações do governo é Paulo Calixto — que também é o responsável pelo Havengate, o fundo usado pela produtora Go Up Entertainment, responsável pela produção de “Dark Horse”, para receber remessas internacionais, incluindo pagamentos de Daniel Vorcaro, ex-dono do Banco Master.
Ao Metrópoles, ele declarou ter um Greencard, documento dos EUA que atesta a autorização permanente de residência e trabalho no país. A compra da casa de US$726 mil pela casa por meio do Mercury Legacy Trust veio a público depois que a atuação de Paulo Calixto, passou a ser alvo de escrutínio.
O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, publicou nesta terça-feira (12) uma imagem que mostra a Venezuela como o 51º estado norte-americano. A postagem foi feita na rede social Truth Social e o X, antigo Twitter.
— The White House (@WhiteHouse) May 12, 2026
A publicação ocorre um dia depois de Trump sugerir que o país latino-americano poderia se tornar parte dos EUA. O correspondente da Fox News, John Roberts, informou que o presidente estaria “considerando seriamente” a possibilidade. “A Venezuela ama Trump”, teria dito Trump.
No dia 3 de janeiro, os EUA bombardearam Caracas e outras regiões durante uma operação de captura do presidente venezuelano, Nicolás Maduro. No episódio, cerca de 100 pessoas morreram. Após o ocorrido, a então vice-presidente Delcy Rodríguez assumiu a Presidência interinamente.
Desde então, integrantes da Casa Branca têm viajado com frequência entre Washington e Caracas para negociar acordos com empresas americanas dos setores de energia e mineração. Ainda de acordo com a Fox News, o republicano citou as reservas de petróleo venezuelanas, avaliadas em US$ 40 trilhões, como principal motivo por trás da ideia de “anexar” o país.
O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, criticou nesta terça-feira (5) o Papa Leão XIV ao comentar sobre o conflito envolvendo o Irã. O líder do execultivo afirmou que as declarações do pontífice podem representar risco aos religiosos.
“Não acho isso correto. Ele pode estar colocando em risco muitos católicos e outras pessoas. [...] Mas suponho que, se depender do papa, ele acha perfeitamente normal o Irã ter uma arma nuclear”, disse em entrevista ao apresentador Hugh Hewitt.
Apesar das críticas, o papa não defendeu publicamente o acesso do Irã a armamentos nucleares. O pontífice tem reiterado publicamente sua oposição a conflitos armados e à escalada de tensões no Oriente Médio.
Imagens divulgadas pelo governo dos Estados Unidos nesta quarta-feira (29) mostram Cole Tomas Allen fazendo selfies com armas em um quarto de hotel momentos antes de um ataque durante um jantar da Associação de Correspondentes da Casa Branca, evento que contou com a presença do presidente Donald Trump no último fim de semana.
As fotos e outros detalhes da atuação do suspeito foram incluídos em um memorando apresentado por promotores, que defendem a manutenção da prisão preventiva até o julgamento. Allen, de 33 anos, declarou-se inocente das acusações, incluindo tentativa de assassinato do presidente e outros crimes.
Nas imagens, o suspeito aparece em frente a um espelho, em seu quarto de hotel, com várias armas ao redor do corpo, incluindo uma faca e uma bolsa com munição. Segundo a acusação, ele portava uma pistola semiautomática, uma espingarda e três facas ao passar por um posto de segurança no evento.
O documento afirma ainda que, cerca de 30 minutos após registrar as imagens, Allen acessou diversos sites em busca de transmissões ao vivo do jantar e de informações sobre a presença do presidente. Em seguida, dirigiu-se ao salão onde ocorria o evento.
De acordo com o memorando, o suspeito passou correndo por um detector de metais enquanto carregava a espingarda.
Os promotores argumentam que ele deve permanecer preso antes do julgamento, classificando suas ações como “premeditadas, violentas e calculadas para causar a morte”.
VÍDEO: Tiros em hotel nos EUA levam retirada de Donald Trump de jantar com jornalistas em Washington
O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, foi retirado às pressas de um jantar com jornalistas na noite de sábado (25), após disparos de arma de fogo serem ouvidos em um hotel em Washington, D.C..
O evento anual, que reúne profissionais que cobrem a Casa Branca, ocorreu em um hotel próximo à sede do governo norte-americano e contou com a presença de mais de 2 mil convidados, entre jornalistas e autoridades.
De acordo com informações das autoridades locais, um homem foi detido por agentes do Serviço Secreto. A polícia de Washington informou que o suspeito tentou invadir o salão onde Trump estava e portava uma espingarda, uma pistola e facas.
Imagens divulgadas pelo próprio presidente mostram o momento em que o homem corre em direção à área restrita na tentativa de ultrapassar o esquema de segurança. Durante a ação, houve troca de tiros, e um agente foi atingido, mas não sofreu ferimentos graves por estar utilizando colete à prova de balas.
O governo dos Estados Unidos anunciaram, nesta sexta-feira (24), que voltarão a aplicar injeções letais em pessoas condenadas a penas de morte no país e também deverão adotar, de forma regular, métodos como o fuzilamento, o choque elétrico e a asfixia.
A informação foi diculgada pelo Departamento de Justiça em um comunicado em que o órgão diz estar cumprindo uma ordem do presidente, Donald Trump, para agilizar e ampliar a aplicação de penas de morte. Nova medida seria válida para execuções de condenados à morte no âmbito federal.
Segundo informações do g1, a nova orientação padroniza os tipos de execução, que até então eram utilizados de acordo com cada estado. Atualmente, cinco estados permitem execuções por fuzilamento: Idaho, Mississippi, Oklahoma, Carolina do Sul e Utah.
No caso da injeção letal, o método é um dos previstos no Código Penal dos EUA, um dos 55 países no mundo que adotam a pena capital. Mediante a determinação, o procurador-geral dos EUA, Todd Blanche, à frente do Departamento e Justiça, instruiu o Departamento de Prisões a "incluir métodos adicionais e constitucionais de execução que já são previstos pela legislação de certos estados".
No caso da injeção letal, o governo do ex-presidente democrata Joe Biden acatou uma série de pesquisas que apontavam "dor e sofrimento desnecessários no método". Vários estados haviam pausado a aplicação desse tipo de execução após a moratória do então governo. No comunicado desta sexta, o Departamento de Justiça chamou a análise de Biden de "profundamente falha".
"Essas medidas são cruciais para deter os crimes mais bárbaros, fazer justiça às vítimas e proporcionar um desfecho há muito esperado aos familiares sobreviventes", diz o comunicado.
Apesar de não subir ao pódio da 130ª edição da tradicional Maratona de Boston, nos Estados Unidos, na segunda-feira (20), o brasileiro Robson Oliveira fez as últimas passadas com uma atitude que vale mais do que medalha. O operador de máquinas em São Bernardo, no ABC Paulista, o atleta amador de 36 anos rodou os principais sites ao redor do mundo após ajudar um corredor norte-americano a completar a prova.
Perto de bater sua melhor marca pessoal em corridas de rua, Robson foi um dos que ajudaram a carregar o engenheiro Ajay Haridasse na reta final da competição. Outro corredor, o britânico Aaron Beggs, iniciou o momento.
“Foi uma decisão muito rápida. Eu precisava de alguns segundos para bater meu melhor tempo, mas vi o rapaz caído no chão e decidi ajudar. Naquele momento, precisava da ajuda de outra pessoa. Na hora, pensei: 'Meu Deus, se alguém parar, paro também e o ajudo'. E deu tudo certo. Conseguimos carregá-lo até o final”, afirmou o corredor em entrevista à Rede Globo.
Com a ajuda final, os três cruzaram a linha de chegada juntos. Confira o momento abaixo:
?? Brasileiro vira herói e ajuda corredor a completar Maratona de Boston
— Bahia Notícias (@BahiaNoticias) April 22, 2026
Confira ?? pic.twitter.com/ecoaFCJlKX
Alegando atuar de forma recíproca ao governo norte-americano, o diretor-geral da Polícia Federal, Andrei Rodrigues, retirou, nesta quarta-feira (22), as credenciais de um policial de imigração dos Estados Unidos do sistema da corporação. A medida foi tomada como reação à retirada de credenciais do delegado brasileiro Marco Ivo de Carvalho, envolvido na detenção do ex-deputado federal Alexandre Ramagem.
Em entrevista ao programa Estúdio i, da GloboNews, o diretor-geral da Polícia Federal explicou que o delegado Marcelo Ivo de Carvalho estava em missão nos Estados Unidos e teve as suas credenciais retiradas do sistema norte-americano. O diretor-geral da PF negou que o agente tenha sido expulso e disse que ele mesmo ordenou o retorno ao Brasil.
“Ao chegar ao trabalho, ele teve a credencial de acesso ao sistema negada. Portanto, eu entendi que seria mais prudente mandá-lo voltar ao Brasil. Ele permanece creditado junto à agência nos Estados Unidos, a missão dele permanece em vigor, mas ele está aqui, no Brasil, para a gente poder compreender, inclusive de maneira formal, esse processo”, disse Andrei Rodrigues.
Em nota divulgada nesta tarde, o Itamaraty informou que comunicou ao representante da Embaixada dos Estados Unidos no Brasil a aplicação do princípio da reciprocidade diante da decisão norte-americana sobre o delegado brasileiro.
“[A medida] não foi precedida de qualquer pedido de esclarecimento ou tentativa de diálogo sobre o caso, como [estabelece] o parágrafo 7.3 do memorando de entendimento bilateral que regula essa modalidade de cooperação policial”, disse o Itamaraty.
Segundo a pasta, “o agente brasileiro atuava com base em memorando de entendimento firmado entre os dois governos sobre a facilitação do intercâmbio de oficiais de ligação na área de segurança”.
O Itamaraty afirmou ainda na nota oficial que “os termos da aplicação da reciprocidade foram também transmitidos verbalmente à representante da embaixada, e envolvem a interrupção imediata do exercício de funções oficiais de representante norte-americano de área homóloga em território brasileiro”.
Na última segunda (20), o Departamento de Estado do governo Donald Trump confirmou que o delegado Marcelo Ivo de Carvalho foi convidado a deixar o país. O agente brasileiro era oficial de ligação da PF com o Serviço de Imigração e Alfândega (ICE, na sigla em inglês).
“Nenhum estrangeiro tem o direito de manipular nosso sistema de imigração para, simultaneamente, contornar pedidos formais de extradição e estender perseguições políticas ao território dos Estados Unidos. Hoje, solicitamos que a autoridade brasileira em questão deixe o nosso país por tentar fazer exatamente isso”, informou o órgão norte-americano.
Dois dias depois do anúncio da compra, pela empresa americana USA Rare Earth, de participação na mineradora Serra Verde, responsável por uma mina de terras raras em Minaçu (Goiás), transação avaliada em US$ 2,8 bilhões, a Câmara dos Deputados votará um projeto que cria a Política Nacional de Minerais Críticos e Estratégicos. A votação acontecerá na sessão plenária desta quarta-feira (22).
O projeto em pauta é o PL 2.780/2024, de autoria do deputado Zé Silva (Solidariedade-MG), que busca regulamentar a pesquisa, a lavra e a transformação de minerais críticos e estratégicos de maneira sustentável no país. Entre esses minerais estão os chamados de terras raras.
Esses minerais de terras raras são essenciais para a fabricação de tecnologias como veículos elétricos, turbinas eólicas, equipamentos eletrônicos e sistemas de defesa. Atualmente, a maior parte da produção global está concentrada na Ásia, especialmente na China, e projetos fora desse eixo, como no Brasil, por exemplo, têm ganhado importância geopolítica e econômica.
O Brasil tem a segunda maior reserva de minerais críticos do mundo, mas ainda produz pouco, o que coloca o país como uma potência ainda consolidada no setor. O objetivo do projeto que será votado nesta quarta é evitar que o país fique só na exportação de matéria-prima, perca soberania sobre um insumo estratégico e flexibilize controles ambientais para atrair investimentos.
De acordo com o presidente da Câmara, Hugo Motta (Republicanos-PB), o marco legal das terras raras e minérios críticos será uma das prioridades nas votações do Congresso neste primeiro semestre.
“O projeto protege a soberania nacional e coloca o país não só como exportador de minerais críticos, mas sim grande produtor de tecnologia, e isso vai fazer com que tenhamos condição de exportar matérias-primas com valor agregado, para que isso incentive a educação com formação de mão de obra e, consequentemente, gere riqueza”, defendeu Motta.
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) disse não saber o que aconteceu no caso do delegado brasileiro envolvido na prisão de Alexandre Ramagem nos EUA e afirmou que pode usar reciprocidade contra um americano no Brasil. As informações foram divulgadas pelo portal G1.
A declaração aconteceu após o governo dos Estados Unidos ordenar nesta segunda-feira (20) que o delegado brasileiro envolvido na prisão do ex-deputado Alexandre Ramagem (PL-RJ) deixe o país.
"Fui informado hoje de manhã, acho que se houve um abuso americano com relação ao nosso policial, nós vamos fazer a reciprocidade com o dele no Brasil", disse o presidente, que afirmou que não aceitará 'essa ingerência e esse abuso de autoridade que algumas pessoas americanas querem ter com relação ao Brasil'.
O Ministro das Relações Exteriores Mauro Vieira também se pronunciou sobre o assunto. "Essa notícia não tem fundamento. Estamos aguardando esclarecimentos das autoridades americanas", disse o ministro. Ele ressaltou que o delegado trabalha em conjunto com as autoridades americanas em Miami e que 'todos sabiam' dessa função.
Já o diretor da Polícia Federal, Andrei Rodrigues, complementou informando que o delegado está há mais de dois anos nos EUA realizando a atividade.
O governo dos Estados Unidos comunicou Gabriel Galípolo, presidente do Banco Central, sobre ofensiva que pretende fazer contra as facções Comando Vermelho (CV) e Primeiro Comando da Capital (PCC). Apesar da resistência do presidente Lula, autoridades norte-americanas avisaram que Washington deve classificar os grupos como organizações terroristas.
Segundo informações da coluna de Paulo Capelli, o Departamento de Estado alega que medida pode garantir a asfixia financeira dos grupos, que movimentam grandes quantias financeiras por meio de lavagem de dinheiro. Na prática, a medida permite o congelamento de ativos em solo americano e proíbe qualquer entidade ou indivíduo sob jurisdição dos EUA de fornecer suporte material, o que cria barreira para a utilização do sistema bancário global.
O aviso com antecedência é classificado como sinal de respeito pelo governo brasileiro, já que outros países que não foram informados previamente sobre a medida. A Casa Branca já classificou seis grandes cartéis mexicanos como terroristas.
Os Estados Unidos também designaram o Cartel de los Soles, supostamente liderado por Nicolás Maduro e altos funcionários venezuelanos, como organização terrorista estrangeira em novembro de 2025, antes da intervenção militar realizada em janeiro deste ano no país.
Enquanto o Palácio do Planalto e o Ministério da Justiça e Segurança Pública afirmam defender enfrentamento ao crime organizado, a preocupação do governo Lulaé de que a classificação possa abrir precedentes para intervenções externas ou sanções indiretas que afetem a soberania nacional.
O Irã anunciou nesta sexta-feira (17) a reabertura do Estreito de Ormuz para a passagem de embarcações enquanto durar o cessar-fogo com os Estados Unidos. A medida foi divulgada pelo ministro das Relações Exteriores do Irã e é valida até a quarta-feira (22), data final do acordo realizado com os Estados Unidos.
"De acordo com o cessar-fogo no Líbano, a passagem para todos os navios comerciais pelo Estreito de Ormuz é declarada completamente aberta pelo período restante do cessar-fogo, na rota coordenada já anunciada pela Organização de Portos e Marítima da República Islâmica do Irã", declarou o ministro Abbas Araghchi.
A rota, essencial para o transporte de petróleo, estava fechada desde o início da guerra, no dia 28 de fevereiro. Com a medida, todos os navios poderão navegar livremente.
O ex-deputado Alexandre Ramagem foi solto nesta quarta-feira (15) após ter sido preso na última segunda (13) pelo Serviço de Imigração e Controle de Aduanas (ICE). Ramagem estava preso no sistema penitenciário de Orange County, na Flórida, onde foi detido.
Segundo o governo dos Estados Unidos, Alexandre Ramagem foi preso por questões migratórias. Documento do Departamento de Segurança Interna dos Estados Unidos mostra que ele estava com visto expirado.
O também ex-deputado Eduardo Bolsonaro (PL) confirmou, em suas redes sociais, que Ramagem foi colocado em liberdade pelas autoridades prisionais norte-americanas. Segundo Eduardo, o ex-chefe da Abin já estaria em casa com a família.
De acordo com informação dada pelo influenciador Paulo Figueiredo à jornalista Monica Bergamo, da Folha de S.Paulo, Ramagem não precisou pagar fiança para ser liberado, e aguardará em liberdade pelo julgamento do seu pedido de asilo político.
"Ele foi solto, está em casa, em lugar seguro. Não será deportado. Sua situação foi considerada regular pois o pedido de asilo que fez aos EUA está em análise", afirmou Figueiredo à colunista da Folha.
Alexandre Ramagem é foragido da Justiça brasileira. Ele foi condenado a 16 anos de prisão por tentativa de golpe de Estado pelo Supremo Tribunal Federal (STF).
Ramagem teve o mandato cassado em 18 de dezembro, no mesmo dia em que a Câmara dos Deputados também declarou a perda do mandato de Eduardo Bolsonaro (PL-SP), filho do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL). Ex-diretor da Agência Brasileira de Inteligência (Abin), Ramagem foi condenado por participação na tentativa de golpe para reverter o resultado das eleições de 2022. Após a condenação, ele deixou o país e fugiu para os EUA, em setembro.
No final de janeiro, o Ministério da Justiça e da Segurança Pública informou ao STF que o pedido de extradição do ex-deputado federal foi entregue ao governo dos Estados Unidos em 30 de dezembro de 2025.
O ex-deputado federal Eduardo Bolsonaro (PL-SP) não compareceu à sua audiência de interrogatório, marcada para esta treça-feira (14), junto ao Supremo Tribunal Federal (STF). A audiência, segundo informações do Uol, ocorreria no âmbito da ação penal em que ele é acusado de tentar coagir a Justiça brasileira por meio de sanções do governo dos EUA.
O ministro Alexandre de Moraes, relator do processo, seria o responsável pela sessão por vídeoconferência. O ex-deputado federal está nos EUA desde fevereiro de 2025 e foi denunciado pela Procuradoria-Geral da República (PGR) por sua atuação junto ao governo estadunidense para buscar sanções contra o Brasil.
Na época, o ex-parlamentar promoveu uma série de ações na tentativa de pressionar o STF a não condenar seu pai, Jair Bolsonaro (PL), por envolvimento na trama golpista. A denúncia contra Eduardo foi recebida por unanimidade pela Primeira Turma do STF em novembro de 2025. Ao aceitar a acusação, os ministros entenderam haver indícios suficientes para a abertura do processo.
O interrogatório é a chance para Eduardo se defender pessoalmente das acusações. Eduardo não indicou advogados para atuar no processo e também não respondeu à intimação por edital. Por causa disso, Moraes determinou a atuação da Defensoria Pública no caso. O órgão, no entanto, havia apontado que ele tinha o direito de escolher quem ficaria responsável por defendê-lo e que precisava ser intimado pessoalmente. Moraes rebateu que ele tem feito isso para protelar a intimação.
O governo dos Estados Unidos, por meio do condado da Flórida, divulgou, nesta terça-feira (14), uma imagem do ex-deputado federal Alexandre Ramagem preso. O ex-parlamentar foi detido nesta segunda-feira (13) por agentes do serviço de imigração dos EUA, o ICE.
O condado não se manifestou publicamente sobre a motivação da prisão do ex-parlamentar. Segundo integrantes do governo americano, Ramagem foi preso por questões migratórias. Documento do Departamento de Segurança Interna dos Estados Unidos mostra que ele estava com visto expirado. As informações são da Folha de S. Paulo.
No Brasil, a Polícia Federal afirmou que o ex-deputado foi preso em decorrência de uma cooperação policial internacional junto a autoridades dos EUA. Os aliados de Ramagem, por sua vez, alegam que ele foi detido após uma suposta infração de trânsito leve, o que culminou em uma análise migratória.
O ex-deputado foi diretor-geral da Abin (Agência Brasileira de Inteligência) no governo de Jair Bolsonaro (PL). Ele fugiu para os Estados Unidos após ser condenado a 16 anos de prisão por participação na trama golpista.
A prisão, nesta segunda-feira (13), do ex-deputado federal Alexandre Ramagem pelo Serviço de Imigração e Controle de Aduana dos Estados Unidos, conhecido pela sigla ICE, gerou uma guerra de narrativas entre o governo federal e parlamentares e influenciadores de oposição. Logo depois da divulgação da prisão, a Polícia Federal, de seu lado, disse que Ramagem teria sido detido graças à cooperação internacional entre Brasil e Estados Unidos.
“A prisão é fruto da cooperação internacional entre Brasil e Estados Unidos no combate ao crime organizado. Ramagem é um cidadão foragido da Justiça brasileira e, segundo autoridades norte-americanas, está em situação migratória irregular”, afirmou Andrei Rodrigues, diretor-geral da PF.
Já a oposição, por meio de parlamentares como a deputada Bia Kicis (PL-DF), fizeram postagens nas redes sociais afirmando que o ex-deputado teria sido detido apenas por uma infração de trânsito, e que ele logo deve ser solto.
“Conversei com a advogada dele e ela disse que podemos ficar tranquilos, não tem nada a ver com Alexandre de Moraes, nada a ver com deportação, com asilo político. Foi só uma infração administrativa e a essa altura é capaz até de ele estar sendo liberado”, afirmou Bia Kicis.
O influenciador de direita Paulo Figueiredo, que mora nos Estados Unidos, deu a mesma opinião, de que Alexandre Ramagem “deve ser solto o mais brevemente possível”. Segundo Figueiredo, o ex-deputado teria sido detido temporariamente.
“Ramagem apresentou a carteira de motorista brasileira durante uma abordagem, já que não havia uma carteira americana. Ele está sendo acompanhado por advogados. A expectativa é de que ele seja liberado o mais breve possível”, afirmou o influenciador, que atuou junto com o ex-deputado Eduardo Bolsonaro para que o governo americano impusesse sanções a autoridades brasileiras.
O próprio ex-deputado Eduardo Bolsonaro corroborou a versão de que a prisão de Alexandre Ramagem (PL-RJ) teria sido motivada por uma suposta infração de trânsito leve e que há “boa expectativa” pela liberação. Em vídeo publicado nas redes sociais, Eduardo disse que está trabalhando para que Ramagem seja solto pelas autoridades com agilidade.
Além das narrativas, no final da tarde, o site Metrópoles obteve um documento do Departamento de Segurança Interna dos Estados Unidos que afirma que o ex-deputado Ramagem teria sido preso em Orlando, e está sujeito a deportação. De acordo com o documento, Ramagem foi admitido nos EUA no dia 11 de setembro de 2025, com um visto B-2, no formato não imigrante para turismo. O prazo de permanência no país era até 10 de março deste ano.
O órgão norte-americano completa dizendo que por Ramagem ter ficado nos EUA após o vencimento da permissão, “fica determinado que está sujeito à remoção (deportação) dos Estados Unidos, nos termos da Lei de Imigração e Nacionalidade”.
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) comentou, nesta sexta-feira (10), sobre a política externa dos Estados Unidos,liderada pelo presidente americano, Donald Trump. A declaração foi dada durante uma visita ao novo prédio do Campus Sorocaba do Instituto Federal de São Paulo. Segundo Lula, Trump está "ameaçando todo mundo".
"O mundo está difícil. O Trump está aí ameaçando todo mundo. Trump não sabe o que é um pernambucano. Senão ele não vai fazer ameaça nunca aqui. Se ele soubesse da minha descendência com Lampião ele tomava muito cuidado. Se ele soubesse o que é um nordestino nervoso ele não brigaria com o Brasil. De qualquer forma, não queremos guerra. Queremos paz", disse Lula.
Nesta sexta, o presidente dos Estados Unidos voltou a elevar o tom contra o Irã dizendo que eles "só estão vivos hoje para negociar" e ameaçou reagir caso as conversas fracassem, enquanto o Irã impôs condições para avançar no diálogo. Esse diálogo deve ocorrer a partir deste sábado (11), no Paquistão, onde representantes dos dois países se reúnem em meio a um cessar-fogo frágil.
Ainda na cerimônia desta sexta, Lula reforçou que o Brasil é um país de paz. "Queremos paz. Nós queremos ter acesso a cultura, passear, estudar, namorar, brincar. Só queremos coisa boa. Quem quiser guerra, vai para o outro lado do planeta porque aqui somos a terra de paz e do amor. Aqui somos a terra de quem não tem medo de ser feliz."
Durante um ligação em janeiro, Lula e Trump combinaram um encontro em Washington em março deste ano, mas o agravamento da guerra no Oriente Médio e as dificuldades para fechar a pauta bilateral, o encontro foi adiado e segue sem data definida.
Um dos temas que seriam tratados entre Lula e Trump seria a agenda de segurança e combate ao crime organizado, tema considerado prioritário também na conjuntura eleitoral do Brasil.
O Irã confirmou um acordo com os Estados Unidos e indicou que permitirá a reabertura do Estreito de Ormuz por um período inicial de duas semanas. A informação foi divulgada na noite desta terça-feira (7), após o presidente dos EUA, Donald Trump, anunciar o adiamento do ataque que faria ao país.
O G1 informou que o ministro das Relações Exteriores iraniano, Abbas Araghchi, afirmou que o acordo foi alcançado com mediação de autoridades do Paquistão. Ele afirmou que Teerã vai suspender ações defensivas desde que os ataques contra o país sejam interrompidos.
Araghchi disse ainda que a passagem pelo Estreito de Ormuz será segura durante a trégua, com algumas condições.
"Por um período de duas semanas, será possível a passagem segura pelo Estreito de Ormuz, mediante coordenação com as Forças Armadas do Irã e com a devida consideração às limitações técnicas", afirmou.
O ministro iraniano também declarou que os Estados Unidos pediram negociações com base em uma proposta de 15 pontos e aceitaram o plano de 10 pontos do Irã como base para o diálogo. As conversas devem começar na sexta-feira (10), no Paquistão.
A TV estatal do Irã classificou o anúncio como um "recuo humilhante de Trump" e disse que os EUA aceitaram os termos de Teerã para encerrar a guerra.
Trump havia dado até as 21h desta terça para que o Irã chegasse a um acordo com os Estados Unidos e reabrisse o Estreito de Ormuz, rota por onde passa grande parte do petróleo mundial.
O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, adiou os ataques que faria ao Irã na noite desta terça-feira (7) após o prazo do ultimato dado para o país fechar um acordo com os EUA e reabrir o Estreito de Ormuz encerrar. Mais cedo, o chefe de Estado estadunidense tinha prometido que iria “dizimar uma civilização inteira”, caso as tratativas não avançassem.
Segundo publicação do presidente na rede social “The Truth Social”, os ataques ao Irã serão suspensos por um período de duas semanas, sendo um cessar-fogo bilateral. Trump também informou que teria recebido uma proposta do Irã para que seja alcançado um “acordo de paz”
“Concordo em suspender os bombardeios e ataques ao Irã por um período de duas semanas. Este será um CESSAR-FOGO bilateral! A razão para tal é que já cumprimos e superamos todos os objetivos militares e estamos muito avançados em um Acordo definitivo sobre a PAZ a longo prazo com o Irã e a PAZ no Oriente Médio. Recebemos uma proposta de 10 pontos do Irã e acreditamos que ela constitui uma base viável para a negociação. Quase todos os pontos de discórdia anteriores foram acordados entre os Estados Unidos e o Irã, mas um período de duas semanas permitirá que o Acordo seja finalizado e consolidado” disse Trump na publicação.
O presidente estabeleceu o prazo em uma publicação na rede Truth Social no domingo (5), após divulgar uma mensagem ameaçando bombardear infraestruturas iranianas importantes caso Teerã, capital do Irã, não abra o Estreito de Ormuz.
A validade do primeiro prazo se expirou na segunda-feira (6), mas também foi adiada por Trump após não receber uma devolutiva do país. Em publicação, o presidente afirmou que os EUA tinham um plano segundo o qual todas as pontes e usinas de energia do Irã poderiam ser destruídas até a meia-noite desta terça.
O governo iraniano só baterá o martelo sobre a participação na Copa do Mundo 2026 após a Federação Internacional de Futebol (Fifa) posicionar-se sobre a solicitação das transferência de seus jogos, antes escalados para os Estados Unidos, para o México. A informação foi divulgada pelo ministros do Esporte do Irã, Ahmad Donyamali.
O argumento utilizado para o pedido vem do envolvimento militar norte-americano ao lado de Israel em ataques que provocaram uma guerra contínua na região.
O presidente da Fifa, Gianni Infantino, declarou na semana passada, no entanto, que o Irã jogará suas partidas conforme programado. "Nosso pedido à Fifa para transferir os jogos do Irã dos EUA para o México ainda é válido, mas ainda não recebemos uma resposta", disse Donyamali à agência de notícias estatal turca Anadolu em uma entrevista publicada no fim de semana.
"Se for aceito, a participação do Irã na Copa do Mundo será certa. No entanto, a Fifa ainda não respondeu. Como ministro dos Esportes, juntamente com a federação de futebol iraniana, manteremos a equipe de futebol pronta para a Copa do Mundo. No entanto, a decisão final será tomada pelo nosso governo", completou.
A Copa do Mundo será realizada nos EUA, México e Canadá de 11 de junho a 19 de julho. O Irã está programado para disputar todos os seus jogos do Grupo G em solo norte-americano.
Uma criança de 3 anos de Feira de Santana foi selecionada para participar de um estudo clínico pioneiro de terapia gênica nos Estados Unidos. Aurora Lima Nery é diagnosticada com distrofia muscular de cinturas tipo R5, uma condição rara e degenerativa. A menina busca interromper o avanço da doença que compromete funções musculares e vitais.
A trajetória de Aurora até o diagnóstico definitivo foi marcada por incertezas. Segundo a mãe a CNN, Emanuele Lima, a gestação e o desenvolvimento inicial da filha ocorreram dentro da normalidade até o primeiro ano de vida. O sinal de alerta acendeu após um desmaio seguido de internação em UTI.
Exames posteriores revelaram níveis alarmantes de CPK (creatina fosfoquinase), enzima que indica lesão muscular severa. Após um ano de idas e vindas a hospitais na Bahia e em outros estados, o teste genético confirmou a distrofia tipo R5. Atualmente, Aurora já apresenta sinais de fadiga extrema e encurtamento muscular após esforços simples, como brincar ou correr.
A distrofia muscular de cinturas tipo R5 é classificada como uma forma grave da enfermidade. Sem intervenção, a patologia evolui para a perda total da mobilidade e pode causar falência respiratória e cardíaca. Relatórios médicos indicam que, sem tratamento, a expectativa de vida para pacientes com essa variante varia entre 20 e 25 anos.
A família conseguiu a inclusão de Aurora em um estudo experimental em Richmond, nos Estados Unidos. O tratamento baseia-se na introdução de um vírus modificado no organismo para entregar a proteína funcional que a criança não produz, visando preservar a musculatura existente.
Triagem (Setembro/Outubro de 2026): Aurora passará por avaliações clínicas nos EUA para confirmar se atende aos critérios do estudo.
Embora a medicação e a internação sejam custeadas pelo estudo clínico, a família é responsável pelas despesas de viagem, visto e o alto custo de vida durante o semestre de permanência no exterior. Emanuele Lima, que interrompeu a carreira profissional para se dedicar integralmente à filha, mantém o foco na estabilização da doença.
"O objetivo é estabilizar enquanto ela ainda está bem. Isso pode mudar completamente o curso da doença e dar a ela uma chance de vida", afirma a mãe.
Em pronunciamento nesta terça-feira (7), por meio da rede social Truth Social, o presidente dos Estados Unidos (EUA), Donald Trump, anunciou que “uma civilização inteira morrerá esta noite, para nunca mais ser ressuscitada”. A ameaça é direcionada ao Irã, caso o país não reabra o Estreito de Ormuz.
"Uma civilização inteira morrerá esta noite, para nunca mais ser ressuscitada. Eu não quero que isso aconteça, mas provavelmente acontecerá. Contudo, agora que temos uma mudança de regime completa e total, onde mentes diferentes, mais inteligentes e menos radicalizadas prevalecem, talvez algo revolucionário e maravilhoso possa acontecer, QUEM SABE? Descobriremos esta noite, em um dos momentos mais importantes da longa e complexa história do mundo. 47 anos de extorsão, corrupção e morte finalmente chegarão ao fim. Deus abençoe o grande povo do Irã!", afirmou.
Após várias declarações atribuídas por autoridades iranianas mostrando que Teerã não deve ceder, Trump disse que não quer "que isso aconteça, mas provavelmente acontecerá", e condenou o atual regime, que está no comando do país há 47 anos.
A Fox News, o presidente norte-americano teria dito a um repórter do canal que “até 8pm vai acontecer”, em relação ao horário-limite dado a Teerã para fechar um acordo. A referência é o horário de Washington e equivale às 21h de Brasília.
"Ele disse que, se chegarmos a esse ponto, haverá um ataque como nunca se viu antes. E ele mantém essa posição até o momento. Agora, ele disse que se as negociações avançarem hoje e houver algo concreto, isso pode mudar. Mas, neste momento, ele não quis apostar que isso vai ocorrer. Só disse que as negociações estão avançando com os planos que temos", disse o repórter Brett Baier.
O Estreito de Ormuz é uma das principais rotas estratégicas do planeta: cerca de 20% de todo o petróleo comercializado no mundo passa por ali. O Irã fechou praticamente a passagem desde que os EUA e Israel bombardearam seu território em 28 de fevereiro, o que desencadeou repercussões nos preços mundiais do petróleo e do gás.
O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, anunciou neste domingo (5) o resgate do segundo piloto de um caça F-15E abatido no Irã, classificando a operação como uma das “mais audaciosas da história” do país.
Segundo o republicano, o militar estava em território iraniano após a aeronave ser derrubada no sudoeste do país. Autoridades iranianas reivindicaram o abate e teriam oferecido recompensa pela captura do piloto.
De acordo com relatos, os dois ocupantes do caça conseguiram se ejetar antes da queda. O primeiro piloto já havia sido resgatado anteriormente pelas forças americanas.
A operação para recuperar o segundo militar envolveu forças especiais e dezenas de aeronaves, em uma ação descrita como uma corrida contra o tempo em meio à presença de tropas iranianas na região. Houve troca de tiros durante a missão.
Agora: aeronaves dos EUA são filmadas ao sul do Irã, aparentemente em operação de busca e resgate de tripulantes após relatos de que um caça F-15E Strike Eagle abatido teria caído na região. pic.twitter.com/A0gYg999nn
— No Front Militar (@noFrontMilitar) April 3, 2026
Em publicação na rede Truth Social, Trump celebrou o resgate. “Nós o pegamos! As Forças Armadas dos Estados Unidos realizaram uma das operações de busca e resgate mais audaciosas da história do nosso país”, escreveu.
“Tenho o prazer de informar que ele está agora são e salvo”, acrescentou o presidente.
O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, declarou neste sábado (4), que caso o Estreito de Ormuz não seja reaberto ou o país não aceite negociar nas próximas 48 horas, “o inferno reinará” sobre a nação iraniana.
Trump também mencionou um prazo anterior de dez dias dado ao Irã, afirmando que o tempo está perto do fim. Apesar disso, o governo iraniano nega ter concordado com qualquer tipo de negociação com os norte-americanos.
“Lembram-se de quando dei ao Irã dez dias para fazer um acordo ou abrir o Estreito de Ormuz? O tempo está se esgotando - 48 horas antes que o inferno reine sobre eles”, escreveu o presidente.
O conflito no Oriente Médio, envolvendo Estados Unidos, Israel e o Irã, já dura mais de um mês e segue sem perspectiva de resolução. E o Estreito de Ormuz, por onde passa cerca de 20% do petróleo mundial, permanece fechado desde o início da guerra.
Em outro momento, Trump chegou a afirmar que o “novo regime” iraniano seria mais razoável que o anterior e indicou a existência de negociações diplomáticas. Ainda assim, manteve o tom de ameaça, mencionando possíveis ataques a pontos estratégicos do país.
Por sua vez, o Irã acusa os Estados Unidos de planejarem uma ofensiva terrestre de forma reservada, enquanto publicamente sinalizam disposição para o diálogo.
A agência espacial dos Estados Unidos, a NASA (Administração Nacional da Aeronáutica e Espaço, em português), divulgou as primeiras imagens da Terra feitas pela tripulação da missão Artemis 2, que decolou na última quarta-feira (1°) a caminho da Lua. Em uma delas, o planeta é visto inteiro.
As imagens foram divulgadas pela agência em uma publicação no X, nesta sexta-feira (3). "Vemos nosso planeta iluminado em tons espetaculares de azul e marrom. Uma aurora verde até ilumina a atmosfera. Somos nós, juntos, observando enquanto nossos astronautas fazem sua jornada até a Lua", diz a legenda da publicação.
We see our home planet as a whole, lit up in spectacular blues and browns. A green aurora even lights up the atmosphere. That's us, together, watching as our astronauts make their journey to the Moon. pic.twitter.com/6JkKufBgtJ
— NASA (@NASA) April 3, 2026
Segundo informações da Folha de S. Paulo, os astronautas da Artemis dispõem de diferentes dispositivos a bordo para tirar fotos do espaço de dentro da Orion ao longo do voo. Entre eles estão uma pequena câmera de ação GoPro, iPhones e câmeras profissionais Nikon, uma marca mais familiar para os astronautas da Nasa, que as utilizam na Estação Espacial Internacional (ISS) há anos.
A tripulação da missão Artemis II é composta por quatro astronautas: Reid Wiseman (comandante), de 50 anos; Victor Glover (piloto), 49; Christina Koch (especialista), 47; e Jeremy Hansen (especialista da Agência Espacial Canadense), 50.
VEJA FOTOS:
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O ex-guitarrista da banda norte-americana Turnstile, de hardcore punk, Brady Ebert, foi preso na última quarta-feira (1º), após atropelar o pai do vocalista da banda. O artista foi indiciado por tentativa de homicídio, segundo a Fox 5 DC.
Brady foi detido em Silver Spring, em Maryland, nos Estados Unidos. A acusação aponta que o ex-guitarrista atropelou William Yates, pai de Brendan Yates. William teria ficado gravemente ferido nas duas pernas.
Conforme o site Splash, relatos em documentos do caso afirmam que Ebert provocou uma confusão em frente a casa de familiares de William, chegando ao local buzinando e gritando ofensas.
Câmeras de segurança teriam registrado o momento em que William desce a entrada da garagem após ver Ebert se aproximando, nesse momento, Ebert teria jogado o veículo na direção dele.
Em nota, a banda informou que os laços entre Turnstile e Ebert foram cortados por um “padrão consistente de comportamento nocivo” e que um “limite teve que ser estabelecido quando a comunicação saudável se tornou impossível”.
Ebert foi guitarrista principal da banda até agosto de 2022. A Turnstile, inclusive, esteve presente no festival Lollapalooza, em São Paulo, dividindo a grade junto a nomes como Tyler, The Creator.
O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, ironizou o relacionamento entre Emmanuel Macron, o presidente da França, e sua esposa, Brigitte Macron, durante seu tradicional discurso de 1° de abril, nesta quarta-feira (1°). No seu pronunciamento, Trump afirmou que Brigittie trata Macron "extremamente mal".
“Eu ligo para a França, Macron — cuja esposa o trata extremamente mal. Ainda se recuperando de um soco no queixo”, disse o presidente norte-americano. A declaração faz referência a um vídeo divulgado em 2025 que parecia mostrar Brigitte empurrando o rosto de Macron. O episódio gerou repercussão à época, e o presidente francês se pronunciou e disse tratar-se apenas de uma "brincadeira".
"Eu estava discutindo, ou melhor, brincando, com minha esposa", disse Macron a repórteres em Hanói. "Não é nada". Um assessor do presidente descreveu o incidente como uma inofensiva "briga" de casal. O caso não teve outros desdobramentos oficiais.
Já sobre a fala de Trump, Macron afirmou que declarações sobre seu casamento “não são nem elegantes nem têm lugar” diante do momento em que Trump promove uma guerra no Oriente Médio. “Segundo ele, a "esfera pública mundial" é dominada por "questões bem mais graves, especialmente a guerra", completou. As informações são do g1.
A Espanha fechou o espaço aéreo para aviões dos Estados Unidos envolvidos em ataques no Oriente Médio, afirmou a ministra da Defesa, Margarita Robles, nesta segunda-feira (30). A medida foi divulgada pelo jornal El País.
"Não autorizamos o uso de bases militares nem o uso do espaço aéreo para ações relacionadas à guerra no Irã", declarou ela a jornalistas.
O fechamento obriga os aviões militares a contornarem a Espanha em sua rota para alvos no Irã, mas não inclui situações de emergência.
Em entrevista à rádio Cadena Ser, o ministro da Economia do país, Carlos Cuerpo, disse que a mudança faz parte da decisão da Espanha de não se envolver no conflito “iniciado unilateralmente e contra o direito internacional".
Pedro Sánchez, o primeiro-ministro da Espanha, tem sido um dos opositores mais críticos dos ataques dos EUA e de Israel ao Irã, os descrevendo como imprudentes e ilegais.
Curtas do Poder
Pérolas do Dia
João Roma
"A lei não pode ter lado político".
Disse o presidente estadual do PL na Bahia e pré-candidato ao Senado Federal pelo estado, João Roma, utilizou as redes sociais nesta sexta-feira (19) para comentar a operação de busca e apreensão realizada pela Polícia Federal (PF), com autorização do Supremo Tribunal Federal (STF), que teve como um dos alvos o senador Jaques Wagner (PT), líder do governo no Senado.