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alisson becker
Principal nome do gol do Brasil nas últimas duas Copas do Mundo, Alisson Becker admitiu que o grupo passou por muitas dificuldades durante o ciclo para o Mundial de 2026. Segundo o goleiro do Liverpool, embora os momentos difíceis tenham sido transformados com a chegada do treinador italiano Carlo Ancelotti, o que realmente importa é o desempenho durante a Copa.
“Com a chegada do Ancelotti, o ambiente foi transformado. Ele é um cara que carrega uma presença muito forte e nos dá a tranquilidade de um ambiente focado no trabalho, longe de polêmicas e outras questões. Dentro de tudo isso, o mais importante é o momento em que estamos agora, o momento em que a equipe estará no primeiro jogo. Esse é o mais importante”, afirmou Alisson durante entrevista coletiva nesta quinta-feira (11), no hotel The Ridge, onde a Seleção está hospedada.
O defensor ainda reconheceu que este ciclo foi mais conturbado do que os anteriores.
“Toda preparação tem suas características. Esse último ciclo foi muito difícil para nós, jogadores. Sentimos na pele a dificuldade que tivemos. Observando historicamente, por isso se diz que é bom a Seleção chegar um pouco questionada, porque foi assim em outros momentos. Mas os jogadores de hoje têm características diferentes de outra época. Então, o mais importante é como chegamos agora e como nos sentimos agora. E nos sentimos confiantes por aquilo que estamos nos tornando enquanto equipe”, finalizou.
O Brasil estreia contra o Marrocos neste sábado (13), às 19h (horário de Brasília), no MetLife Stadium, em Nova Jersey. Depois disso, a equipe pega o Haiti, no dia 19, e a Escócia, no dia 24. Todos os integrantes fazem parte do Grupo C da competição.
Carlo Ancelotti confirmou que Thiago Silva segue no radar da Seleção Brasileira para a Copa do Mundo de 2026. Em entrevista ao jornal britânico The Guardian, o técnico elogiou o momento do zagueiro e indicou que o defensor pode disputar o quinto Mundial da carreira aos 41 anos.
"Thiago Silva está nos planos, sim. Ele vem jogando muito bem, conquistou o Campeonato Português e está em ótima forma física", afirmou Ancelotti.
A lista final da Seleção será anunciada na próxima segunda-feira, dia 18 de maio. Caso seja convocado, Thiago Silva alcançará uma marca de longevidade pouco comum no futebol brasileiro, com participação em cinco edições de Copa do Mundo.
Na mesma entrevista, Ancelotti também falou sobre Neymar. O treinador afirmou que a convocação do camisa 10 dependerá das condições apresentadas pelo atacante em campo, sem abrir espaço para avaliação baseada apenas no histórico do jogador.
"A convocação de Neymar depende apenas dele. Depende do que o jogador demonstrar em campo. Esse é um critério muito claro e não se aplica apenas a Neymar", declarou.
O italiano reforçou que a questão envolvendo Neymar não passa pela qualidade técnica, mas pela resposta física na reta final antes do Mundial.
"Com Neymar, precisamos avaliar apenas a condição física, porque seu talento é indiscutível. Depende dele, não de mim", completou.
Ancelotti também destacou a importância de lideranças internas na Seleção Brasileira. O treinador citou nomes que considera relevantes para a condução do grupo durante a Copa do Mundo.
"Líderes são importantes. Felizmente, este elenco tem líderes muito respeitados. Líderes que não falam muito, mas dão um bom exemplo, como Alisson Becker, Casemiro, Marquinhos e Raphinha. Nesse sentido, o elenco está em boas mãos", disse.
A Copa de 2026 será a quarta experiência de Ancelotti em Mundiais. Como jogador, ele disputou as edições de 1986 e 1990 pela Itália. Em 1994, atuou como auxiliar técnico de Arrigo Sacchi na Copa disputada nos Estados Unidos, quando a seleção italiana perdeu a final para o Brasil nos pênaltis.
O treinador também relembrou as condições climáticas da edição de 1994 e comparou com o cenário esperado para o próximo Mundial.
"Em 1994, os jogos eram ao meio-dia em Nova York, com temperaturas de 43°C. Agora, os horários são melhores. O clima não será um problema como era em 1994", afirmou.
Curtas do Poder
Pérolas do Dia
Ronaldo Caiado
"Vocês que têm essa capacidade toda e sensibilidade de serem mães, criar os filhos, os nossos lares, estruturar as nossas famílias. Esta é a verdade, o verdadeiro poder da mulher. A nossa formação no dia a dia é a cultura brasileira. Nós somos muito mais uma criação matriarcal, como a grande protetora é o nosso lar".
Disse o ex-governador de Goiás e pré-candidato à Presidência da República, Ronaldo Caiado (União), ao afirmar que as mulheres exercem um papel central na proteção das famílias e possuem mais influência do que os homens nas decisões tomadas dentro do lar. As declarações foram feitas durante sua participação no Congresso da Confederação de Irmãs Beneficentes Evangélicas Mundial (Cibem), realizado no Riocentro, na Zona Oeste do Rio de Janeiro.