Medalha de ouro no Pan, boxeadora baiana fala da carreira e da expectativa para Tóquio 2020
Aos 26 anos, a baiana Bia Ferreira conquistou a medalha de ouro do boxe, na categoria até 60 kg, nos Jogos Pan-Americanos de Lima, no Peru. Apesar de ainda não ter a vaga carimbada, a boxeadora é uma das grandes esperanças de medalha do Brasil nos Jogos Olímpicos de Tóquio 2020. Atualmente morando em Santo Amaro, interior de São Paulo, ela está imersa nos treinos junto à seleção brasileira. Muito solícita, Bia gentilmente deu uma pausa nas atividades para conversar com a reportagem do Bahia Notícias, por telefone, com o sotaque puxado para o "carioquês", "baianês" e "mineirês". "É uma mistura na verdade. Eu falo baiano, falo mineiro, falo paulista, falo carioca... Porque também na seleção tem gente de todos os lugares, então a gente convive e acaba pegando um pouquinho de cada um e fica bem engraçado, porque ninguém sabe da onde a gente é", comentou aos risos. A atleta falou do começo tardio na modalidade, que tem o seu pai, o ex-boxeador Sergipe, como seu grande mentor e espelho, seus contratempos na carreira e dos planos para as Olimpíadas de Tóquio 2020.

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Caixa vazio e 'herança maldita': Luiz Henrique revela planos para a recuperação do Vitória
O Vitória vive um momento delicado, tanta na parte técnica, como nas finanças. O time ocupa a penúltima posição da Série B com apenas 11 pontos conquistados em 14 jogos. Um aproveitamento de apenas 26,2%. Vice-presidente do clube e responsável pelo setor financeiro, Luiz Henrique aparece pouco, mas tem voz ativa no Barradão. Em entrevista ao Bahia Notícias, ele falou sobre as dificuldades no início da gestão, admitiu que a situação é bem pior do que se imaginava e revelou planos para superar essa fase turbulenta. O dirigente tomou posse em 24 abril, após ser eleito na chapa encabeçada por Paulo Carneiro.

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'Voluntário', presidente do Doce Mel valoriza projeto e quer mudar mentalidade do futebol
Campeão como treinador pela seleção de Ipiaú, Eduardo Catalão é apaixonado por futebol e pela cidade. Há 10 anos como presidente do Doce Mel – Atlanta até 2017 -, o dirigente busca transformar o clube do município em uma referência no estado, ao lado da dupla Ba-Vi. Sem receber nenhum dinheiro, Catalão deseja mudar a “mentalidade” atual do esporte e, por isso, valoriza o projeto social que se iniciou em 2009. “A direção não recebe nenhum salário, só comissão técnica, jogadores e um supervisor. Queremos mudar essa mentalidade no futebol que tudo é dinheiro. Sempre preservamos a imagem do clube, para todos saberem que apesar de novo, priorizamos muito o comportamento”, disse em entrevista ao Bahia Notícias. Atualmente, o projeto conta com cerca de 200 crianças, que não só jogam futebol, mas são encaminhadas para escolas, faculdades e empresas. “O que a gente usa no projeto é, primeiro estar matriculado na rede de ensino, segundo apresentar atestado médico de capacidade para participar, e terceiro de comportamento, tanto dentro quanto fora do projeto. Fazemos visitas semestrais no colégio para sabermos como eles estão”, explicou. E o trabalho vem rendendo frutos. Após virar Doce Mel Esporte Clube em 2017, a agremiação resolveu participar da Série B do Campeonato Baiano em 2019. Estreante, conquistou o título ao bater o Olímpia na final e garantiu o acesso à elite do futebol estadual. Agora, Catalão mira vôos mais altos, como evoluir o investimento na base e na estrutura do clube, com a reforma no Estádio Pedro Caetano, localizado em Ipiaú, e a construção de uma sede para a instituição.

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Executivo do Bahia, Pedro Henriques explica função e indica proximidade do novo CT
Pedro Henriques já não está sob os holofotes como antes. Ex-vice-presidente do Bahia, ele cumpre a função de diretor executivo do clube desde o ano passado, após convite do presidente Guilherme Bellintani. Apontado como um possível sucessor de Marcelo Sant'Ana, em 2017, o dirigente foi alvo de muitas críticas por seguir no Fazendão em 2018. A principal pergunta era: "O que Pedro Henriques faz no Bahia?". Em entrevista ao Bahia Notícias, o diretor topou responder e explicar a sua função. "Como executivo, via de regra, há a missão de viabilizar os planos estratégicos da presidência. É acompanhar com os gerentes a execução dos planos, avaliar se está sendo feito no cronograma... Esse é o trabalho ordinário", disse ele, que tem a missão de conduzir os trabalhos da Cidade Tricolor, novo centro de treinamento do clube, que está para ser entregue. "A Cidade Tricolor foi uma das coisas que mais me fez querer aceitar o convite de Guilherme porque é algo que acompanhei desde a retomada do processo judicial. Recuperamos através do acordo, fizemos o pagamento e agora estamos em reta final para viabilizar o equipamento", contou. Na entrevista, Pedro Henriques também falou sobre o fato de ter sido indicado a um prêmio, o atual momento do futebol, o futebol feminino, a política do clube e a possibilidade de Guilherme Bellintani se tornar um candidato à Prefeitura de Salvador.

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Em mandato 'tampão', presidente da Febatri tenta fomentar o triathlon com ideias criativas
Engenheiro Civil de formação, Cleber Castro assumiu a presidência da Federação Baiana de Triathlon (Febatri) no último dia 8 de abril após renúncia do seu antecessor Walter Kraus. O mandato "tampão" vai até março de 2020. Aos 44 anos, ele começou a praticar o triathlon a partir de 2016, por obra do acaso, para melhorar o condicionamento físico para o surf. Cleber já nadava desde criança, assim como pedalava após se apaixonar por bicicross ao assistir o filme "E.T. - O Extraterrestre", por causa da clássica cena das crianças voando e passando em frente à lua. Ao começar a competir no triathlon, ele percebeu algumas falhas e, ao invés de apenas criticar, se colocou à disposição para ajudar a melhorar o esporte. Na entrevista a seguir, Cleber Castro defende uma visão empreendedora e criativa para captar recursos públicos e privados para fomentar a modalidade na Bahia.

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Segunda, 22 de Abril de 2019 - 17:10

Candidata à presidência do Vitória, Isaura Maria quer investir nas divisões de base

por Glauber Guerra / Gabriel Rios

Candidata à presidência do Vitória, Isaura Maria quer investir nas divisões de base
Isaura Maria, candidata à presidência do Vitória, colocou a divisão de base como uma das prioridades caso seja eleita no pleito da próxima quarta-feira (24). “O carro-chefe é o futebol. A divisão de base. Tínhamos no Vitória do Infantil ao Júnior. Depois apareceu o Sub-23, que agora a moda é Arena e sub-15, Sub-11, Sub-12, Sub-16, Sub-17, Sub-23. Se tem uma divisão de base que possa tirar jogadores como Paulo Isidoro, Vampeta, Alex Alves, Rodrigo, Flávio Tanajura, Matuzalém, Bebeto... Teremos no time principal 50% da base”, afirmou. Primeira mulher postulante à presidência do Vitória, Isaura destacou a importância do feito. Me sinto muito orgulhosa. Minha vice [Iraci Teixeira] fez um depoimento para mim chorando, que é uma verdadeira Rubro-Negra. Trabalhamos juntas na Petrobras. Na minha chapa não tem nenhum que já passou. O Vitória tem alguma diretora mulher? Nunca teve. Talvez tenham medo da massa encefálica da mulher. Nós temos provado isso. Como têm homens com a massa encefálica ruim e mulher também. Me sinto muito orgulhosa de representar a torcida feminina. Tenho sido procurada por elas, para que entre lá e também participar. A mulher tem que participar. Rosicleide foi chamada de maluca dentro do Barradão, então temos que nos impor. Temos a barreira em todas as profissões, inclusive quando exercemos as mesmas que os homens, mas ainda assim ganhamos menos”, pontuou.

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Eleições do Vitória: Gilson Presídio prioriza conquista de título nacional em 2020
Candidato à presidência do Vitória, Gilson Presídio apresentou as suas propostas. Sua principal meta é conquistar um título nacional em 2020 e, para isso, quer aumentar a média de público do Barradão. “Nós temos que desenvolver todos os esforços para que sejamos campeões nacionais em 2020. Tudo que se fizer desde agora é buscando isso. Essa é a meta principal. Já começaria um plano para subir para a primeira divisão ainda este ano para poder concretizar o título nacional. Aí você me pergunta como seria isso. A gente vai atuar com duas linhas de frente: uma que a gente tem mais controle, que é aumentar o público do Barradão, chegando a média de 20 mil por jogo, para dar um diferencial ao Vitória, ter animação para conseguir os resultados; e a outra são os recursos. Vamos buscar voltar ao patamar de 2017”, afirmou. Presídio ainda prometeu fazer mudanças na metodologia das divisões de base do clube. “Nas minhas propostas, tem um item que fala que vamos tratar o sub-20 como a base do profissional. O sub-20 seria um banco de reservas alternativo ao jogo. Por que estou dizendo isso? O sub-20 vai ter que ter no mínimo onze jogadores com condições de jogar no profissional. Teremos, no profissional, jogadores da base. Não vai dar para criar sub-23, sub-24, sub-25. Ou a pessoa nessa faixa de idade galga para ser profissional, ou vai ser emprestado. Se tiver falta de algum desses, vamos ao mercado contratar atleta nessa faixa de idade. Ou seja: a base será a base do profissional”, pontuou.

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Quarta, 17 de Abril de 2019 - 17:10

Paulo Carneiro quer priorizar formação de atletas e promete reestruturar o Vitória

por Glauber Guerra / Jade Coelho

Paulo Carneiro quer priorizar formação de atletas e promete reestruturar o Vitória
Priorizar a formação de atletas. Essa é uma das propostas de Paulo Carneiro, caso seja eleito presidente do Vitória, no pleito que acontece no dia 24 de abril. “É claro que o Vitória precisa retomar o caminho que o fez diferente em toda a sua história. Pelo menos a contemporânea. Porque lá na década de 1950 o time era feito em casa também, só não tinha categorias inferiores. Mas não haviam transações, raras eram as transações de atletas. Uma das nossas prioridades é fazer o Vitória reencontrar seu projeto de formação de atleta. Para isso é preciso implantar uma política institucional. Onde no mínimo metade dos seus atletas tem que ter vindo da sua formação. Não gosto do nome ‘base’, gosto de formação. Isso é que o Vitória precisa. Não pode ser um ou outro, tem que ser sistêmico, político. No nosso plano nós temos um programa de coach esportivo para o Vitória. Que deve minimizar essa falta, mas isso deve acontecer num espaço de três a cinco anos, porque tem que pegar o garoto sub-15 para ele chegar aos 20 anos estar pronto para jogar no Vitória e pronto para o mercado. Um vasto programa que vai fazer o Vitória ter jogadores de excelência feitos em casa”, afirmou. Paulo Carneiro também prometeu reestruturar o clube. “O Vitória terá um novo organograma, e com mudanças estruturais importantes no departamento de futebol”, destacou.

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Segunda, 15 de Abril de 2019 - 17:10

Viana fala em tirar o Vitória do 'atoleiro' e promete priorizar as categorias de base

por Glauber Guerra

Viana fala em tirar o Vitória do 'atoleiro' e promete priorizar as categorias de base
andidato a presidente do Vitória, Raimundo Viana quer tirar o clube da crise em que encontra. “Temos que tentar desenhar um time de futebol com um grau médio de competitividade. Temos que ser algo mais acima dos demais competidores, pela camisa e tradição do Vitória. Você tem que remontar o time. Para isso, você tem que resolver problemas de atletas que vão sair e recurso para contratar novos atletas. Vamos para a luta, não podemos abaixar a cabeça e dizer que não vai ter jeito. Precisamos tirar o Vitória do atoleiro”, afirmou. De acordo com Viana, o clube irá colocar uma espécie de cota de atletas oriundo das divisões de base na equipe profissional. “Esse é meu ponto alto. Qualquer instituição esportiva para sobreviver, de médio para cima, precisa de três coisas: primeiro, um estádio e o Vitória tem. Segundo uma grande estrutura de base e isso desenhamos lá atrás. (...) Qualquer organização grande no futebol mundial tem que ter pelo menos, permanentemente, 30 a 40% de sua base. Com isso você barateia teu custo e motiva os garotos que estão lá. Se ele vê que alguém subiu, é titular, ele vai se motivar e vai esperar a hora dele chegar. Se você não aproveita ninguém, para que serve sua base? Para ganhar eventualmente um campeonato? A base será uma das nossas prioridades”, destacou.

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Após 2 anos sem jogar futebol por conta de religião, ex-Vitória tenta recomeço no Olímpia
Revelado pelo Vitória, Vitor começou a carreira de maneira muito promissora. Surgiu como promessa no Leão e chegou a fazer bons jogos na Série C do Campeonato Brasileiro em 2006. Entretanto, perdeu espaço no início do ano seguinte e acabou deixando precocemente o Rubro-Negro baiano. Com tanto talento, Vitor passou um período de testes no Barcelona B, quando integrava as divisões de base do Vitória. Apesar do pouco contato com o time profissional, teve a oportunidade de treinar com Ronaldinho Gaúcho, que havia vencido o prêmio de Melhor Jogador do Mundo na época. Após idas e vindas no futebol, o arqueiro chegou ao Londrina-PR, seu auge. Ganhou a confiança do técnico Cláudio Tencati e não saiu mais da titularidade. No clube, conquistou alguns títulos, mas o principal foi o acesso à Série B do Brasileiro e o prêmio de Melhor Jogador da Série C, sendo um goleiro. Quando parecia enfim deslanchar na carreira, recebeu uma proposta da Chapecoense, time da elite do futebol nacional. No entanto, as negociações não avançaram. O motivo? Vitor segue a religião adventista e não pode atuar aos sábados, o que fez a Chape recuar. Essa decisão, inclusive, afastou a renovação do Londrina e o arqueiro deixou o clube cinco meses depois. Após mais de dois anos parado, Vitor recebeu a oportunidade de atuar pelo Olímpia. Fundada pelo jogador Anderson Talisca, a agremiação disputa a Série B do Campeonato Baiano e, em quatro rodadas, lidera a competição com 100% de aproveitamento e nenhum gol sofrido por Vitor. Ao Bahia Notícias, o experiente jogador contou sobre o arrependimento de deixar o Vitória, a experiência com R10, o projeto do Olímpia, um possível retorno ao Leão – comandado por Tencati -, e sobre seu livro que conta sua carreira.

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