Divulgação pode ajudar hipismo na Bahia, diz diretor da FHB: ‘Dão muito espaço ao futebol’
Tricampeão brasileiro de concurso completo de equitação (CCE), medalha de bronze no individual e ouro por equipe nos Jogos Pan-Americanos da Argentina em 1995. O paulista André Luis Giovanini reside na Bahia há 13 anos. Aqui, além de cavaleiro, também montou uma escola hípica no Equus Clube do Cavalo, onde ensina crianças a partir de dois anos de idade a praticar o esporte. O atleta, que fez parte da equipe brasileira na Olimpíada de Atlanta em 1996, é também diretor técnico da Federação Hípica da Bahia (FHB). O seu papel é incentivar o esporte no estado. “É um cenário muito importante. Temos vários campeões brasileiros, atletas que participaram de grandes campeonatos. Temos muita força no Norte e Nordeste, e no Brasil também”. André bateu um papo com o Bahia Notícias, explicou como funcionam as competições no hipismo, rechaça a fama de “esporte de milionário” e também aponta falta de divulgação como o principal fator para o esporte hípico não ser tão praticado. “As mídias dão muito espaço ao futebol, que é nosso esporte número um no Brasil, e deixam os outros esportes de lado”. 

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Ednaldo nega 'apego ao poder', se diz contra torcida única e explica futura função na CBF
Próximo de deixar o comando da Federação Bahiana de Futebol (FBF) após 16 anos no posto, Ednaldo Rodrigues negou que tenha “apego ao poder”, uma das principais críticas do seus opositores.  “Eu respeito toda crítica. A gente tem sempre que respeitar a opinião dos outros. Nesse ponto, eu não tenho culpa porque são os filiados que votam. (...)  Não é um tempo que a vontade toda do presidente ou a ânsia de poder é que está lá, é uma imposição dos filiados para que a gente possa continuar fazendo o trabalho”, afirmou. O dirigente ainda explicou o motivo de desistir da reeleição e apoiar Ricardo de Lima, atual vice-presidente da entidade. “Desde a eleição passada eu já pensei em não ser candidato. A gente tinha essa pretensão. O futebol pertence aos filiados e a gente vinha evoluindo as conversas neste ano. O Ricardo já estava bem preparado desde a outra eleição e Manfredo [atual diretor jurídico, que será candidato à vice] também. Ouvimos os filiados, que são os clubes da Primeira Divisão, da Segunda e as Ligas Municipais. Alguns queriam que eu continuasse presidente. Mas temos outros projetos como a vice-presidência da CBF, que vai abrir horizontes e fortalecer o futebol baiano. E os filiados sinalizaram positivamente o nome de Ricardo para a presidência da Federação”, pontuou. O cartola ainda revelou ser contra a torcida única nos Ba-Vi’s e explicou como irá desempenhar a função de vice-presidente da CBF, cargo que ocupará a partir de 2019.  

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Terça, 20 de Março de 2018 - 11:00

Candidato à presidência da FBF, Ademir Ismerim critica atual gestão: 'Um nada!'

por Leandro Aragão

Candidato à presidência da FBF, Ademir Ismerim critica atual gestão: 'Um nada!'
O advogado Ademir Ismerim confirmou a sua candidatura para presidente da Federação Bahiana de Futebol (FBF), na próxima eleição da entidade. O candidato de oposição ao atual mandatário, Ednaldo Rodrigues, esteve na redação do Bahia Notícias onde concedeu entrevista e falou sobre os projetos e ideias que pretende implantar no futebol baiano caso seja eleito. Ele também criticou a longevidade de Ednaldo Rodrigues no cargo - que já ocupa há quatro mandatos, ou seja, 16 anos. "Ele tem o controle e têm sido feitas eleições para renovação da diretoria, que é de quatro em quatro anos, sempre às escondidas", disse. "Praticamente nunca teve eleição", completou. Leia a entrevista completa.

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De contestado a querido, Vinícius fala sobre Ba-Vi, Mancini e garante que vai manter dança
Contratado pelo Bahia em maio do ano passado, o meia Vinícius chegou ao Fazendão rodeado de dúvidas. Na época, eram seis meses sem jogar e a responsabilidade de substituir Régis, que era destaque da equipe e tinha se machucado. Logo na estreia, gol contra o Atlético-GO e a esperança de uma boa continuidade, mas as boas atuações não se repetiram com frequência. Apesar dos três gols marcados na Série A, ele foi contestado. "Sabíamos que Régis estava em um momento bom e eu vim para substituir. A cobrança dos torcedores era em relação a estar no mesmo nível ou melhor. Mas as coisas foram acontecendo. É o clube onde tive mais cobranças em relação aos outros que passei. Sempre penso em trabalhar mais para as coisas acontecerem", disse "Vina", em entrevista ao Bahia Notícias. A partir do Campeonato Baiano deste ano, as coisas mudaram. Ele é o artilheiro do clube na temporada, com três gols, um deles no clássico Ba-Vi, com direito a uma dança que causou polêmica e uma grande confusão no Barradão. Suspenso pelo Tribunal de Justiça Desportiva da Bahia (TJD-BA), ele deixou claro que vai manter os passos para celebrar com a torcida. "Falei com todo o pessoal do Bahia que vou continuar sim, mas hoje evitando comemorar de frente para alguma torcida, mesmo que esteja perto. É comemorar com nossa torcida ou no banco de reservas, mas vou continuar", indicou. O paranaense também falou ao BN sobre o veto de Mancini em relação aos jogadores abraçados no próximo clássico, a vida em Salvador e o objetivo de se tornar um ídolo no Fazendão. Leia a entrevista completa.

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Inspirado em 'tio brigão', Robson Conceição foge de confusão: 'Gosto de brigar no ringue’
O ano de 2018 será decisivo para o boxeador baiano Robson Conceição. Ele pretende acumular as vitórias necessárias para se credenciar à disputa do cinturão da categoria super pena (até 58,9 kg) até o início do próximo ano. Medalha de ouro nos Jogos Olímpicos Rio-2016, o pugilista vai subir no ringue pela sexta vez na carreira profissional no próximo dia 16. Ele vai encarar o hondurenho Jayro Duran. Invicto, Robson tem um cartel de quatro nocautes e uma vitória por decisão dos juízes. Já Duran, acumula 11 vitórias, sendo dez por nocaute, e quatro derrotas. A reportagem do Bahia Notícias acompanhou Robson Conceição numa manhã de treino com sparring na Academia Champion, de Luiz Dorea, ex-treinador do ex-campeão mundial de boxe Acelino Popó Freitas, e do também ex-campeão, mas de UFC, Junior Cigano. Em entrevista ao site, Robson falou da sua preparação para este primeiro desafio do ano e contou que descobriu o boxe através do tio brigão de rua, que tinha como ídolo na infância. Mesmo assim, garante que foge de qualquer confusão fora dos ringues.

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No Atlântico, Ricardo Silva valoriza história no Vitória e relembra vice da Copa do Brasil
A história do Vitória em decisões de títulos nacionais pode ser contada nos dedos. E, num deles, está a final do Brasil de 2010, cujo comando era do técnico Ricardo Silva, na final perdida para o Santos de Neymar, Robinho, Ganso e André. Embora tenha chegado próximo da glória nacional inédita para o clube baiano, o técnico de 58 anos pouco usufruiu deste feito ímpar na história rubro-negra. Atualmente comandando o Atlântico no Campeonato Baiano, ele valoriza o segundo lugar no torneio nacional e diz que qualquer treinador que chegue ao Leão terá que suar para igualar seus números. “Qualquer treinador que chegue no Vitória e for campeão baiano, eu fui, do Nordeste, eu fui, se for vice da Copa do brasil, eu fui. Só vai me passar se for campeão da Copa do Brasil. Então, eu sou muito feliz”, brinca, em entrevista ao Bahia Notícias. Mesmo ostentando um aproveitamento de 59% à frente da agremiação, ele também se considera pouco lembrado quando o clube precisa de um técnico novo. “Mas eu nunca vi nessas enquetes colocarem meu nome. Nunca vi meu nome numa enquete para dirigir o time de novo. Eu nunca tive empresário. Eu só pensava no Vitória”, desabafa. Como comandante rubro-negro, Ricardo Silva venceu 48 vezes, empatou 19 e perdeu outras 25. Além de ser derrotado apenas quatro vezes dentro do Barradão, ele nunca sofreu um revés dentro do estádio pela Copa do Brasil. Ele também é o técnico que mais dirigiu o Vitória dentro da competição, com 18 partidas. Com o Atlântico, ele projeta a semifinal do Baianão e comemora a possibilidade de ter feito uma pré-temporada mais extensa no Tubarão.

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Gordilho diz que 'blindou' elenco para contornar descrença no Vitória: 'Arrumamos a casa'
Ex-presidente interino do Vitória, Agenor Gordilho ficou cinco meses à frente do clube após a licença e renúncia de Ivã de Almeida. Quando assumiu o posto em julho, o Rubro-negro baiano vivia um momento turbulento dentro e fora das quatro linhas. Por isso, o cartola fez um balanço positivo de sua gestão. "Pegamos o Vitória em uma situação difícil. O time só tinha 12 pontos e estava na penúltima posição. Contratamos o técnico Vagner Mancini, o diretor de futebol Cleber Giglio e o CEO Marcos Chiarastelli. Antes de Mancini chegar e eu assumir, tínhamos 25% de aproveitamento. Em 16 jogos foram 10 derrotas, três vitórias e três empates. Muita gente já dizia que o Vitória estava rebaixado, mas conseguimos a permanência na Série A e também arrumamos a casa”, afirmou. Gordilho ainda revelou que não tem questões pessoais a resolver com Ivã de Almeida, mas fez críticas ao ex-presidente. “Não tenho nenhum problema com a pessoa Ivã de Almeida. Ele não tem me procurado e nem eu o procurei. Se ele me procurar, atenderei sem nenhum problema. O que eu não concordava era com o tipo de gestão dele. E eu me afastei por não concordar. Até me manifestei nas redes sociais. Quando ele se licenciou, assumi e conseguimos fazer os ajustes necessários”, declarou. Gordilho ainda desejou sorte para Ricardo David, novo presidente da agremiação. “Fizemos a transição com tranquilidade. E agora vou continuar como torcedor do Vitória e espero que Ricardo David faça uma boa gestão. Ficarei na arquibancada e só vou dar palpite se for chamado. Sou torcedor do Vitória e quero o melhor para o clube”, comentou. 

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Terça, 19 de Dezembro de 2017 - 11:00

Com fim de gestão, Marcelo Sant'Ana fala sobre conquistas e promessas não cumpridas

por Ulisses Gama / Leandro Aragão

Com fim de gestão, Marcelo Sant'Ana fala sobre conquistas e promessas não cumpridas
Vivendo os seus últimos dias como mandatário máximo do Esporte Clube Bahia, Marcelo Sant’Ana concedeu entrevista exclusiva ao Bahia Notícias, entre o processo de transição para a nova gestão capitaneada por Guilherme Bellintani e o seu vice-presidente Victor Ferraz, que começa oficialmente nesta terça-feira (19). Sant'Ana fez um balanço do triênio do seu mandado, que começou no ano de 2015 e falou sobre tudo. Ele não fugiu de temas espinhosos, lembrou os momentos de crise e não deixou o repórter no ar quando questionado sobre as promessas não cumpridas. Após três anos de altos e baixos, alegrias e tristezas, conquistas e frustrações, Marcelo deixa a presidência feliz com o trabalho feito. "Acredito que fizemos um trabalho muito bom para o clube em diversas áreas", afirmou. "A autoestima (do torcedor) hoje é muito melhor do que era há três anos", completou. Confira a última entrevista de Marcelo Sant’Ana como presidente do Bahia ao BN, antes de passar o bastão para Bellintani e assumir uma cadeira no Conselho Deliberativo do clube, no qual também foi eleito na votação presidencial.

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Terça, 12 de Dezembro de 2017 - 17:00

Tiago Ruas se diz independente e promete projeto especial para a base do Vitória

por Glauber Guerra

 Tiago Ruas se diz independente e promete projeto especial para a base do Vitória
Conselheiro do Vitória e candidato a presidente do clube, Tiago Ruas se diz independente. O pleito acontece nesta quarta-feira (13), no Barradão. “Minha candidatura é totalmente independente, inclusive é um projeto que a gente tem de lançar um candidato ficha limpa, um candidato que não tenha vínculos com ex-diretores, com políticos que tentam influenciar na vida do clube”, afirmou.  Ruas ainda prometeu implantar um projeto especial para as divisões de base da agremiação. “O projeto DNA Rubro-Negro, esse projeto teve até um esboço agora recente, com Petkovic, é algo bem parecido que eu já tinha. Não é novidade no mercado do futebol, basicamente consiste em trazer para o clube um estilo do clube de jogar. Isso a Alemanha vem fazendo com todas as suas categorias de base, o Barcelona, Real Madrid, esses times hoje tem essa questão de criar uma identidade do clube. Por isso veio o nome com relação a identidade, o DNA. Então esse para mim é o projeto mais importante, porque o que o Vitória sofre hoje é em relação a base. Os jogadores sobem da base e chegam perdidos no profissional, eles não seguem um padrão. Vem sendo trabalhados de uma forma e quando chega ao profissional pegam métodos e critérios totalmente diferentes”, destacou. 

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Presídio fala em 'caça aos bruxos' do Vitória e garante implantar gestão participativa
Gilson Presídio, candidato à presidência do Vitória, garante que irá fazer uma “caça aos bruxos”, caso seja eleito.  Ele pretende fazer uma auditoria para investigar as contas dos clubes das gestões passadas.  “Vamos fazer uma caça aos bruxos para reaver esses recursos que foram usurpados do Vitória (...) Eu tenho como fazer isso, eu tenho formação para isso, eu sou auditor e vou mais fundo nesses indícios desse conluio”, afirmou.  Presídio ainda afirmou que todas as decisões no clube serão tomadas em conjunto com o sócio-torcedor. “Minha maior proposta seria essa, de implantar uma verdadeira democracia no clube. Eu estou chamando de “Democracia Vitoriana”. Por exemplo, nós vamos ter que contratar um diretor de futebol, nós vamos ter que contratar técnico, nós vamos ter que contratar jogadores, então eu vou ao mercado, dentro das condições do Vitória, e vejo quais profissionais o Vitória teria condição de contratar. O diretor de futebol A, B, C e D, qual você prefere? Eu faço essa consulta aos sócios. O que ganhar, que tiver maioria dos votos, vai ser o primeiro a ser contactado. O sócio é que vai tomar as decisões, eu não vou tomar decisão sozinho, porque eu entendo que torcedor é muito emotivo, é muito coração. Ao mesmo tempo em que ele quer trazer uma pessoa para o clube, ele quer tirar. Então eu acho que ele participando da decisão, ele vai se sentir mais responsável e vai pensar duas vezes e voltar a fazer outra alteração. Isso para dirigente de futebol. Técnico eu vou questionar “mantenho o técnico atual ou não?”, se não, “no mercado o Vitória pode contratar esse ou esse, você quer qual técnico?”.  Sem dúvida que teria enquete, eu já estou fazendo antes da eleição, já criei um grupo no WhatsApp. Lá na frente a gente pode evoluir para uma outra ferramenta”, destacou. O que te motivou a ser candidato? Veja, eu sou torcedor do Vitória há muito tempo, lógico, e acompanho o Vitória. Foi uma surpresa para mim esse pleito agora, essas eleições, eu imaginava mais na frente um pouco, aposentado, alguma coisa assim, ser candidato. Mas como teve essa situação da renúncia do presidente, e só precisaria uma pessoa para disputar a eleição, não precisava mais ter 150 ou 200 conselheiros, eu vi a possibilidade de deslanchar. E achei que os candidatos que estavam antes do professor Raimundo Viana se colocar, eram candidatos, que além de não me representar, tinham outras pessoas por trás que prejudicaram muito, foram maléficas ao Vitória. Eu entendia que tinha espaço para ocupar essa disputa, e de fato está acontecendo. 

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