Vice-presidente do Bahia valoriza trabalho no futebol: 'Deixamos de ser time de aluguel'
Junto com Guilherme Bellintani, o ex-gerente jurídico do Bahia e hoje vice-presidente, Vitor Ferraz, está completando o seu primeiro ano do triênio 2018-2020 no Tricolor. Na opinião do dirigente, que está desde 2013 no Fazendão, a temporada está caminhando para ser positiva, mesmo com o fato de ter perdido a Copa do Nordeste em junho, diante do Sampaio Corrêa. Para Ferraz, o trabalho no futebol tem sido importante. "Claro que tivemos uma decepção na Copa do Nordeste, esperávamos o título, ainda mais pelas circunstâncias, mas há males que vêm para o bem. Tiramos lições e mesmo com a derrota eu entendo como um ano positivo no futebol de uma maneira macro. A gente costuma dizer que o importante é chegar nas decisões. Existem variáveis que a gente não controla, mas o fato de chegar mostra robustez no trabalho. Se a gente fizer um recorte, Bahia pré e pós democratização, desde o retorno da Copa do Nordeste, no primeiro ano, o Bahia não conseguiu avançar. Entre 2015 e 2018, o Bahia deve duas semifinais, duas finais e um título. Isso mostra a consolidação de um trabalho. Isso não afasta a frustração, mas demonstra que o trabalho vem sendo feito de maneira correta e com firmeza", afirmou. Com o objetivo de se afastar de vez de um rebaixamento, a equipe enfrenta o Vitória, no Barradão. Os últimos clássicos foram marcados pela violência, e o dirigente tricolor citou uma boa relação com a diretoria do maior arquirrival, pedindo educação aos torcedores adversários. "É inadmissível que a gente presencie cenas de barbárie como aquelas. Vamos ser rigorosos na defesa dos nossos direito porque são pessoas que estão indo trabalhar. O Vitória não apoia e vai adotar as medidas para evitar que isso aconteça novamente", pontuou. Além disso, Ferraz falou sobre as polêmicas com o árbitro de vídeo na Sul-Americana, participação na Copa do Nordeste, o trabalho do técnico Enderson Moreira e o jovem volante Ramires, principal revelação do clube no ano.

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Terça, 09 de Outubro de 2018 - 11:00

Isaquias Queiroz diz que sua maior motivação é vencer Brendel: 'Pedra no caminho'

por Leandro Aragão

Isaquias Queiroz diz que sua maior motivação é vencer Brendel: 'Pedra no caminho'
A dois anos dos Jogos Olímpicos de Tóquio, o canoísta baiano Isaquias Queiroz só tem um pensamento até o Japão: ganhar do alemão Sebastian Brendel. "Desde 2013 para cá, eu sempre encontrei uma pedra no meio do meu caminho, que vamos dizer que é ele", brincou. O medalhista olímpico dos Jogos Rio-2016 esteve em Salvador no último mês de setembro e encontrou um tempo na sua compromissada agenda para conversar com o Bahia Notícias. Durante o bate-papo, ele falou da preparação para 2020, suas próximas disputas e também da grande admiração ao rival Brendel, que o inspirou até a batizar o filho de Sebastian. O baiano ainda comentou sobre como é disputar contra seu próprio irmão e sobre como a doença grave que atinge seu técnico, Jesús Morlán, o motiva ainda mais nas competições. Confira a conversa com um dos maiores atletas brasileiros da atualidade e umas das grandes esperanças de medalha nos Jogos de Tóquio.

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No EI, André Henning começou a 'narrar' jogos aos 8 anos na Fonte Nova: ‘Baiano de coração’
Nascido em Guarulhos (SP), mas “baiano de coração”, o narrador André Henning conta sobre sua relação com a Bahia, onde viveu por 13 anos. “É para Salvador que eu vou sempre nas férias, para aniversários... Tenho a chance de ir para vários lugares, mas sempre vou a Salvador. Nasci em Guarulhos, mas é para Salvador que pretendo voltar”. Principal voz do Esporte Interativo, o jornalista estudou na Escola Pan Americana e no Colégio São Paulo. Colega de Vladimir Brichta e calouro de Wagner Moura, fez parte da turma de 1995.2 da Faculdade de Comunicação da Universidade Federal da Bahia (Ufba). Sua primeira experiência com a área foi na Rádio Cidade, após conhecer Chico Kertész, mas foi no canal esportivo que se tornou referência no jornalismo. André bateu um papo com o Bahia Notícias e comentou o fim do Canal EI, a importância da Fonte Nova em sua carreira, lamentou não poder mais narrar a Copa do Nordeste e disse que não deve demorar para se aposentar.

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Zagueiro do Vitória, Aderllan foi mototaxista e relembra dificuldades: 'Batalhei muito'
Hoje em dia muitos jogadores são “lapidados” por anos nas categorias de base. Alguns já com empresários a tiracolo desde crianças. Para Aderllan, zagueiro do Vitória, que acumula passagens pelo Braga, de Portugal, e Valencia, da Espanha, o início no futebol foi um pouco tardio e com muita dificuldade. Antes de começar a carreira, o defensor trabalhou como pedreiro, mototaxista e segurança em Salgueiro (PE), sua cidade natal. “Fiz muita coisa antes de jogar futebol. Tinha que trabalhar para ajudar em casa. Tenho muito orgulho disso. Batalhei muito para chegar aqui”, afirmou. Aderllan também falou do seu atual momento, no rubro-negro baiano. Ele acredita que a equipe vai se encaixar e ficar distante do Z-4. Atualmente, o Leão é o 14ª colocado no Campeonato Brasileiro com 19 pontos. “Pode acreditar, sim, até porque o grupo é bom e tem potencial para melhorar sua posição na tabela de classificação da competição. O mais importante agora se afastar do Z-4 o mais rápido possível para respirarmos na competição. A partir daí pensaremos em outros objetivos durante a Série A”, destacou. 

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Quarta, 04 de Julho de 2018 - 11:00

Goleiro e motivador nato, Anderson revela: 'Hoje, eu sou Bahia'

por Ulisses Gama

Goleiro e motivador nato, Anderson revela: 'Hoje, eu sou Bahia'
"Sou pernambucano, conheço a trajetória dos clubes do Nordeste, principalmente do Bahia, equipe bicampeã brasileira. O Fernando Prass realizou o sonho de jogar na Seleção Brasileira aos 38 anos. Eu, aos 32, consegui chegar em um grande clube do futebol brasileiro, o Bahia. É uma oportunidade única na minha vida". As palavras do goleiro Anderson ao desembarcar em Salvador para ajudar o Tricolor em 2016 não mudaram. Na verdade, mudaram sim. O sentimento aumentou. Com mais oportunidades em 2018, o experiente arqueiro hoje fala como um torcedor do Esquadrão de Aço. "Hoje, se eu parasse de jogar, ia ter 20 mil sócios e eu. Hoje eu sou Bahia. A minha maior alegria aqui foi entrar na Copa do Nordeste e subir aquela ladeira (antes do Ba-Vi  decisivo da Copa do Nordeste 2017). Nunca senti aquele calor humano. A torcida não pede para ganhar, pede para ter raça. Aquilo motiva", revelou, em entrevista ao Bahia Notícias. No papo com a reportagem, Anderson comentou sobre a disputa pela titularidade, a chegada de Enderson Moreira, aposentadoria e o futuro do Esquadrão nas competições do ano.

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Terça, 05 de Junho de 2018 - 11:00

Chance de jogador ser atleta de ponta é a mesma de ganhar na Mega-Sena, diz Osni

por Leandro Aragão

Chance de jogador ser atleta de ponta é a mesma de ganhar na Mega-Sena, diz Osni
Durante a carreira de jogador, em que vestiu as camisas de Bahia e Vitória, o ponta direita Osni fugia da marcação dos zagueiros adversários. Com as chuteiras penduradas, ele se tornou presidente do Sindicato dos Atletas Profissionais da Bahia (Sindap-BA) e agora é ele quem marca duro os clubes para defender os direitos dos jogadores que estão em atividade. Recentemente, Osni entrou em campo denunciando o Conquista, Galícia e Teixeira de Freitas, que disputaram a última edição da Série B do Campeonato Baiano, por darem calote nos seus jogadores. No escritório do Sindap-BA, localizado no bairro do Stiep, em Salvador, o ídolo da dupla Ba-Vi recebeu a reportagem do Bahia Notícias para uma entrevista revelando a dura vida da maioria dos jogadores de futebol. Segundo ele, a chance de um garoto se tornar um atleta de ponta e ganhar um bom salário no mundo da bola é a mesma de acertar os seis números da Mega-Sena.

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Divulgação pode ajudar hipismo na Bahia, diz diretor da FHB: ‘Dão muito espaço ao futebol’
Tricampeão brasileiro de concurso completo de equitação (CCE), medalha de bronze no individual e ouro por equipe nos Jogos Pan-Americanos da Argentina em 1995. O paulista André Luis Giovanini reside na Bahia há 13 anos. Aqui, além de cavaleiro, também montou uma escola hípica no Equus Clube do Cavalo, onde ensina crianças a partir de dois anos de idade a praticar o esporte. O atleta, que fez parte da equipe brasileira na Olimpíada de Atlanta em 1996, é também diretor técnico da Federação Hípica da Bahia (FHB). O seu papel é incentivar o esporte no estado. “É um cenário muito importante. Temos vários campeões brasileiros, atletas que participaram de grandes campeonatos. Temos muita força no Norte e Nordeste, e no Brasil também”. André bateu um papo com o Bahia Notícias, explicou como funcionam as competições no hipismo, rechaça a fama de “esporte de milionário” e também aponta falta de divulgação como o principal fator para o esporte hípico não ser tão praticado. “As mídias dão muito espaço ao futebol, que é nosso esporte número um no Brasil, e deixam os outros esportes de lado”. 

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Ednaldo nega 'apego ao poder', se diz contra torcida única e explica futura função na CBF
Próximo de deixar o comando da Federação Bahiana de Futebol (FBF) após 16 anos no posto, Ednaldo Rodrigues negou que tenha “apego ao poder”, uma das principais críticas do seus opositores.  “Eu respeito toda crítica. A gente tem sempre que respeitar a opinião dos outros. Nesse ponto, eu não tenho culpa porque são os filiados que votam. (...)  Não é um tempo que a vontade toda do presidente ou a ânsia de poder é que está lá, é uma imposição dos filiados para que a gente possa continuar fazendo o trabalho”, afirmou. O dirigente ainda explicou o motivo de desistir da reeleição e apoiar Ricardo de Lima, atual vice-presidente da entidade. “Desde a eleição passada eu já pensei em não ser candidato. A gente tinha essa pretensão. O futebol pertence aos filiados e a gente vinha evoluindo as conversas neste ano. O Ricardo já estava bem preparado desde a outra eleição e Manfredo [atual diretor jurídico, que será candidato à vice] também. Ouvimos os filiados, que são os clubes da Primeira Divisão, da Segunda e as Ligas Municipais. Alguns queriam que eu continuasse presidente. Mas temos outros projetos como a vice-presidência da CBF, que vai abrir horizontes e fortalecer o futebol baiano. E os filiados sinalizaram positivamente o nome de Ricardo para a presidência da Federação”, pontuou. O cartola ainda revelou ser contra a torcida única nos Ba-Vi’s e explicou como irá desempenhar a função de vice-presidente da CBF, cargo que ocupará a partir de 2019.  

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Terça, 20 de Março de 2018 - 11:00

Candidato à presidência da FBF, Ademir Ismerim critica atual gestão: 'Um nada!'

por Leandro Aragão

Candidato à presidência da FBF, Ademir Ismerim critica atual gestão: 'Um nada!'
O advogado Ademir Ismerim confirmou a sua candidatura para presidente da Federação Bahiana de Futebol (FBF), na próxima eleição da entidade. O candidato de oposição ao atual mandatário, Ednaldo Rodrigues, esteve na redação do Bahia Notícias onde concedeu entrevista e falou sobre os projetos e ideias que pretende implantar no futebol baiano caso seja eleito. Ele também criticou a longevidade de Ednaldo Rodrigues no cargo - que já ocupa há quatro mandatos, ou seja, 16 anos. "Ele tem o controle e têm sido feitas eleições para renovação da diretoria, que é de quatro em quatro anos, sempre às escondidas", disse. "Praticamente nunca teve eleição", completou. Leia a entrevista completa.

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De contestado a querido, Vinícius fala sobre Ba-Vi, Mancini e garante que vai manter dança
Contratado pelo Bahia em maio do ano passado, o meia Vinícius chegou ao Fazendão rodeado de dúvidas. Na época, eram seis meses sem jogar e a responsabilidade de substituir Régis, que era destaque da equipe e tinha se machucado. Logo na estreia, gol contra o Atlético-GO e a esperança de uma boa continuidade, mas as boas atuações não se repetiram com frequência. Apesar dos três gols marcados na Série A, ele foi contestado. "Sabíamos que Régis estava em um momento bom e eu vim para substituir. A cobrança dos torcedores era em relação a estar no mesmo nível ou melhor. Mas as coisas foram acontecendo. É o clube onde tive mais cobranças em relação aos outros que passei. Sempre penso em trabalhar mais para as coisas acontecerem", disse "Vina", em entrevista ao Bahia Notícias. A partir do Campeonato Baiano deste ano, as coisas mudaram. Ele é o artilheiro do clube na temporada, com três gols, um deles no clássico Ba-Vi, com direito a uma dança que causou polêmica e uma grande confusão no Barradão. Suspenso pelo Tribunal de Justiça Desportiva da Bahia (TJD-BA), ele deixou claro que vai manter os passos para celebrar com a torcida. "Falei com todo o pessoal do Bahia que vou continuar sim, mas hoje evitando comemorar de frente para alguma torcida, mesmo que esteja perto. É comemorar com nossa torcida ou no banco de reservas, mas vou continuar", indicou. O paranaense também falou ao BN sobre o veto de Mancini em relação aos jogadores abraçados no próximo clássico, a vida em Salvador e o objetivo de se tornar um ídolo no Fazendão. Leia a entrevista completa.

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