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A influenciadora digital e empresária Virginia Fonseca teve uma mala com produtos da WePink retidos pela alfândega espanhola no aeroporto de Madrid na última terça-feira (18).
Em vídeo publicado nas redes sociais, Virginia explicou que aguarda o cálculo da aduana para pagar a taxa de liberação dos produtos. Segundo a blogueira, apenas um perfume foi "salvo" da alfândega.
Virginia diz que vai deixar a sua mala que ficou retida na alfândega na Espanha porque precisa contratar alguém pra fazer os cálculos dos produtos e só depois pagar pra recuperar a mala e ela não vai fazer isso pic.twitter.com/LTnULywjpH
— Hanna ???? (@putznada) August 19, 2026
"Vocês querem passar mal, gente? Sabe o que aconteceu? Trouxe mala com os produtos. A mala não foi parada? Tá presa lá. Acho que eles vão fazer os cálculos para eu pagar, aí eu consegui pegar os lançamentos que eu trouxe comigo."
Ao voltar a falar sobre o assunto, Virginia afirmou que prefere perder os itens ao invés de tentar recuperar os produtos e lamentou o ocorrido.
"Minhas coisas estão presas e eu não vou pegar porque aqui é diferente. No Brasil, [a Receita Federal] me taxaria, e eu pagaria e levaria embora. Aqui, não. Querem que eu contrate uma pessoa pra ir lá fazer esse serviço para ver quanto eu tenho que pagar, para eu pagar e retirar os produtos, no caso. Não vou fazer isso. Perdi os produtos tudo, gente. Tudo! Eu tô triste."
Os sócios da influenciadora Virginia Fonseca, Samara Martins e Thiago Stabile, estão sendo investigados em um inquérito que apura um esquema de lavagem de dinheiro.
De acordo com a reportagem feita pela Revista Piauí, o casal está envolvido na operação que tem como alvo principal Karen de Moura Tanaka Mori, conhecida como Japa do PCC, viúva de Wagner Ferreira da Silva, o Cabelo Duro.
Samara e Thiago passaram a ser investigados após uma decisão do delegado Renato Mazagão Junior. O inquérito busca esclarecer se Karen Mori usou dinheiro do tráfico de drogas para investir em negócios ligados ao setor de beleza.
Segundo a apuração da Piauí, Karen teria aplicado R$ 800 mil na abertura da primeira unidade da marca Pink Lash, que deu início a WePink. A 'Japa do PCC', chegou a confirmar a ligação.
“Eu era uma cliente da Samara [Martins], ela fazia os meus cílios. E, em determinado momento, propus fazermos essa sociedade, sendo 50% para mim e 50% para eles”, disse à Piauí.
Karen ainda afirmou ter conhecido Virginia e explicou como surgiu a ligação entre os três e revelou que cada um teria 33,3% de participação na empresa.
"A Samara e o Stabile entraram com o marketing, a Virginia, com a divulgação dos produtos através de suas redes sociais, e o chineis, com o dinheiro."
Segundo a Japa do PCC, ela teria sido utilizada como escada para o lançamento da WePink e quando a nova marca foi fundada, ela recebeu um ultimato. "Eles me falaram assim: 'Ou você vende a sua parte para a gente ou decretamos falência'. Eu fui usada de escada, me dispensaram quando os chineses apareceram".
O chinês na ocasião é Chaopeng Tan, empresário conhecido que possui mais de 15 investimentos.
Vale lembrar que no início de julho, se tornou público que Virginia também estava sendo investigada pela Polícia Federal por suspeita de ilegalidades em operações financeiras dela e das empresas das quais é sócia.
A empresa da influenciadora digital Virgínia Fonseca, a Wepink, poderá voltar a promover lives para a venda de produtos. O Ministério Público de Goiás fez um acordo judicial com a marca para encerrar a ação coletiva por violação do Código de Defesa do Consumidor.
De acordo com o site Splash, a empresa deverá pagar R$ 5 milhões de indenização por dano moral coletivo, além de precisar adotar um serviço de atendimento ao consumidor nos termos do Ministério Público dentro de um mês.
O acordo também pontua que a empresa está proibida de apagar avaliações negativas nas plataformas oficiais.
"A investigação analisou um grande volume de reclamações registradas no Procon de Goiás e em plataformas como o Reclame Aqui — mais de 120 mil registros nos últimos dois anos", informou o MP-GO.
A marca s? poderá voltar a fazer lives se comprovar que tem estoque físico para tal promoção, além de oferecer aos clientes um serviço que não seja automatizado.
"A Wepink deverá adotar sistemas auditáveis, acessíveis ao MPGO e às (aos) consumidoras (es), para comprovar disponibilidade dos produtos", afirma o MP.
Virgínia é proibida de vender produtos da WePink em lives após pedido do Ministério Público; entenda
A empresa WePink, que pertence à influenciadora digital Virgínia Fonseca, está proibida de fazer vendas através de lives até comprovarem disponibilidade de produtos em estoque.
A decisão veio após um pedido de liminar apresentada pelo Ministério Público. A empresa, na última semana, se tornou alvo do MP-GO por práticas abusivas nas vendas. A multa em caso de descumprimento é de R$ 100 mil por live.
De acordo com a liminar, a empresa de cosméticos tem o prazo de 30 dias para criar e estruturar um Canal de Atendimento não automatizado (com atendimento humano).
O serviço ainda deverá estar disponível em múltiplos canais, sendo obrigatório o atendimento via telefone e apresentar resposta inicial para cada reclamação no prazo máximo de 24 horas.
Todo caso teve início após o MP abrir uma ação contra a empresa depois da WePink registrar mais de 120 mil reclamações em menos de um ano, por falta de entrega de produtos, descumprimento de prazos, dificuldade de reembolso, atendimento deficiente, exclusão de críticas e produtos com defeito. (Atualizado às 11h18 para readequação do texto)
A empresa WePink, que tem a influenciadora Virgínia Fonseca como uma das sócias, está sendo alvo de uma Ação Civil Pública movida pelo Ministério Público de Goiás (MP-GO), por práticas abusivas nas vendas on-line.
De acordo com documentos do MP, a empresa é acusada de vender produtos sem estoque, descumprir prazos de entrega, dificultar reembolsos e fazer propaganda enganosa durante lives.
De acordo com o g1, uma das declarações dadas pelo sócio Thiago Stabile em uma transmissão ao vivo, tem sido utilizada como prova das acusações. Na ocasião, o empresário afirmou durante a live que eles continuaram vendendo o produto mesmo sem ter estoque, o que configura má-fé contratual. "Algumas matérias-primas acabam, porque a gente vende muito", disse.
No último ano, a Wepink acumulou mais de 90 mil reclamações no Reclame Aqui e 340 denúncias formais no Procon de Goiás. O documento ainda indica que em 2025 foram registradas 30 mil reclamações até a data da ação.
Vale lembrar que neste ano, a empresa da influenciadora foi acusada por uma mulher de vender produto responsável por causar cegueira. O produto em questão foi um fortalecedor de cílios, que, segundo a cliente, teria queimado às córneas, causando a cegueira momentânea.
A festa em comemoração aos 4 anos da empresa WePink, que tem Virgínia Fonseca como sócia, deu um susto na influenciadora e em sua parceria de negócio, Samara Pink, após descobrirem um invasor no espaço.
Em conversa com a sócia, Virgínia descobriu que um homem se escondeu no local e planejava ficar lá até o início da festa, no entanto, os seguranças descobriram e retiraram o penetra.

“Acredita que tinha uma pessoa escondida no meio da festa? Escondida real, os seguranças pegaram”, contou Samara.
A festa, realizada em São Paulo na última segunda-feira (15), estava avaliada em mais de R$ 1 milhão. Entre os shows programados para a noite estavam Ludmilla, Belo e Felipe Amorim.
Nas redes sociais, Virgínia celebrou o sucesso da empresa. “Hoje é um dia muito especial para nós: 4 anos da nossa empresa, 4 anos em que já não dormimos direito mais, kkkk! 4 anos de muito trabalho, muito foco, muitos problemas e muitasssss conquistas!!!!! Sou só gratidão a Deus por tudo!!! Hoje é dia de comemorar!”, escreveu.
A influenciadora digital e empresária Virgínia Fonseca, tenta, na Justiça de São Paulo, tirar do ar um vídeo publicado no YouTube sobre a empresa 'WePink'.
De acordo com a coluna de Ancelmo Gois, do jornal 'O Globo', a movimentação da equipe jurídica de Virgínia tem ligação com o caso que repercutiu nacionalmente de uma mulher que afirmou ter ficado cega após o uso de um dos produtos da empresa da blogueira.
O vídeo foi postado pelo canal de nome 'Paullo R.', e traz a denúncia da cliente.
A equipe de Virgínia se pronunciou sobre a acusação da mulher, identificada como Lidiane Herculano, de Nova Iguaçu, no Rio de Janeiro, e afirmou que a cliente se recusou a enviar o produto da marca que supostamente teria causado a cegueira.
“Contatamos a consumidora e solicitamos que ela nos enviasse o produto por meio de postagem reversa gerado por nós ou permitisse que coletássemos o produto em sua residência, pois alegado pelo consumidor que o produto causou um dano, se faz necessário a análise pericial do produto para emissão de laudo. Porém, ela se negou em um primeiro momento. Seguimos aguardando o envio do produto para analisarmos.”
A influenciadora de beleza e empresária Karen Bachini revelou ter sido notificada extrajudicialmente pela empresa WePink, que pertence a blogueira Virginia Fonseca.
Em vídeo, Bachini revelou que a notificação foi enviada após publicar uma resenha crítica sobre os produtos da empresa. Na época, Karen viralizou ao reagir à base vendida por Virgínia.
Lembram da notícia que, supostamente, uma mulher teve as córneas queimadas depois de usar um sérum de cilios da We Pink, marca da Virgínia? A Karen tinha feito um vídeo analisando o caso.
— thiago (@httpsrealitys) July 12, 2025
A We Pink mandou uma not. extrajudicial pra ela e a Karen simplesmente NÃO DEITOU! ???? pic.twitter.com/l0xOf6XODK
A blogueira contou ter se sentido intimidada por Virgínia com a notificação. "Diante dessa notificação, eu me senti extremamente intimidada, porque o que eu entendi é que há uma ameaça: se eu não retirar o meu vídeo do ar e me retratar, eles vão abrir um processo", afirmou.
Para Karen, a empresa de Virgínia não sabia aceitar as críticas do público. "A marca prefere calar as críticas, não aceita críticas, só aceita elogios… Preferem calar a internet e abafar o caso, ao invés de dar assistência para as pessoas que se sentiram lesadas".
Recentemente, a WePink se envolveu em uma polêmica após uma cliente afirmar ter ficado cega após o uso de um fortalecedor de cílios.
Por meio de nota, a empresa afirmou que a mulher, identificada como Lidiane Herculano, de Nova Iguaçu, no Rio de Janeiro, se recusou a enviar o produto da marca que supostamente teria causado a cegueira, para a análise.
Segundo a família da vítima, o cosmético lesionou a córnea com uma queimadura. Lidiane afirmou que irá entrar com medidas cabíveis contra a empresa.
A equipe da influenciadora digital Virginia Fonseca se pronunciou após a denúncia feita por uma cliente de uma cegueira causada pelo uso de um produto da marca Wepink, da qual a ex-mulher de Zé Felipe é sócia.
Por meio de nota, a empresa afirmou que a mulher, identificada como Lidiane Herculano, de Nova Iguaçu, no Rio de Janeiro, se recusou a enviar o produto da marca que supostamente teria causado a cegueira, um fortalecedor de cílios.
“Contatamos a consumidora e solicitamos que ela nos enviasse o produto por meio de postagem reversa gerado por nós ou permitisse que coletássemos o produto em sua residência, pois alegado pelo consumidor que o produto causou um dano, se faz necessário a análise pericial do produto para emissão de laudo. Porém, ela se negou em um primeiro momento. Seguimos aguardando o envio do produto para analisarmos.”
Segundo a família da vítima, o cosmético lesionou a córnea com uma queimadura. Lidiane afirmou que irá entrar com medidas cabíveis contra a empresa.
Virgínia Fonseca foi parar nos trending topics do Twitter após o lançamento da sua linha de bases. A linha, que conta com 14 tons, foi lançada na última sexta-feira (4), mas o que chocou o público foi o preço.
Os internautas estão comparando o valor do produto com o de algumas bases internacionais, que foram criadas por grandes nomes como Rihanna e Selena Gomez.
Enquanto a base da linha Fenty Beauty, de Rihanna, custa R$ 149, o preço da linha da Virgínia custa R$ 199,90. Nesta discussão dos preços, alguns aproveitaram para lembrar que, por ser uma base nacional, a influenciadora não precisou arcar com custos de importação.
Sobre essas comparações Virgínia rebateu: “Por que elas podem e eu não?! Vamos lá… Não existe isso… Elas influenciam muitas pessoas, assim como eu, correto? A diferença agora é que para você ter um produto com qualidade de importado ele não precisa ser importado mais, pode ser nacional”
Nas redes sociais, Virgínia ainda se posicionou, dizendo que investiu em "tecnologia", para funcionar também como hidratante. “Nós chegamos com 10 produtos em 1 único pote, facilitando a vida de muitos e agora novamente nós chegamos com a Dermo Make, uma base que além de te deixar mara, cuida da sua pele”.
Segundo a revista Forbes, a marca faturou R$ 1,5 milhão em 8 horas com o lançamento da linha.
Curtas do Poder
Pérolas do Dia
André Viana
"Quando você tem o monitoramento nos parlatórios, onde não é possível efetuar essa difusão de tratativas, determinações por parte da liderança para o mundo aqui fora, você traz o isolamento para o crime e nos ajuda por demais no enfrentamento à criminalidade".
Disse o delegado-geral da Polícia Civil da Bahia (PC-BA), André Viana ao defender a ampliação do monitoramento nos parlatórios dos presídios de segurança máxima do estado. Em entrevista ao programa Bahia Notícias no Ar, da rádio Antena 1 Salvador, nesta sexta-feira (18), o delegado afirmou que a medida ajudaria a bloquear a comunicação entre detentos e integrantes de organizações criminosas do lado de fora das unidades prisionais.