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universal do reino de deus
O deputado federal Márcio Marinho (Republicanos-BA) se pronunciou sobre o caso de envio de verba pública para obras de pavimentação, em uma fazenda privada ligada à igreja Universal do Reino de Deus, na cidade baiana de Irecê. O parlamentar remeteu nota pela assessoria de imprensa ao Bahia Notícias.
Segundo informações do jornal O Globo desta terça-feira (9), o parlamentar que também é bispo da igreja, enviou recursos públicos através de uma emenda da bancada baiana para a Companhia de Desenvolvimento dos Vales do São Francisco e do Parnaíba (Codevasf).
Em nota, a assessoria do político baiano afirmou que os recursos enviados para a obra foram através de emenda de bancada. A nota esclareceu que a atuação do deputado em entidades do terceiro setor é pautada na legalidade.
“Em relação à obra em si, tratou-se de asfaltamento das vias de circulação do projeto com o objetivo claro de facilitar o acesso do nosso público, alunos, pais e colaboradores que antes ficavam sujeitos a atravessar a lama nos períodos de chuva ou a poeira na seca. Lembrando que a instituição se mantém basicamente de doações privadas e que portanto o poder público, através da Codevasf, na verdade estava contribuindo para melhor prestação de serviços e nada além disso", diz a nota.
A nota explica ainda que a obra faz parte da prestação de serviços públicos e que a instituição destinada presta serviços de interesse social.
“Quanto ao fato de ser uma instituição privado (ou não governamental) isso em nada impede o recebimento dos serviços citados, pois como já sua existência é voltada especialmente para prestação de serviços de interesse público, à exemplo do que ocorre com as Santas Casas ou as Fundações Privadas de Ensino e Saúde, todas elas, ou pelo menos grande parte beneficiárias de serviços ou mesmo recursos públicos repassados diretamente”, explica o esclarecimento do parlamentar.
Curtas do Poder
Pérolas do Dia
Ricardo Alban
"A entrada de importações de até 50 dólares sem tributação é o mesmo que financiar a indústria de países como a China, principal exportador de produtos de baixo valor para o Brasil, especialmente no setor têxtil. O prejuízo é direto a quem fabrica e comercializa em território brasileiro".
Disse o presidente da Confederação Nacional da Indústria (CNI), Ricardo Alban ao comentar a aprovação da medida provisória 1357/2026, que revogou a chamada “taxa das blusinhas”. Segundo Alban, a medida representa um retrocesso econômico, cria uma condição de desigualdade para o setor produtivo brasileiro e pode colocar em risco mais de 100 mil empregos.