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universal do reino de deus
O deputado federal Márcio Marinho (Republicanos-BA) se pronunciou sobre o caso de envio de verba pública para obras de pavimentação, em uma fazenda privada ligada à igreja Universal do Reino de Deus, na cidade baiana de Irecê. O parlamentar remeteu nota pela assessoria de imprensa ao Bahia Notícias.
Segundo informações do jornal O Globo desta terça-feira (9), o parlamentar que também é bispo da igreja, enviou recursos públicos através de uma emenda da bancada baiana para a Companhia de Desenvolvimento dos Vales do São Francisco e do Parnaíba (Codevasf).
Em nota, a assessoria do político baiano afirmou que os recursos enviados para a obra foram através de emenda de bancada. A nota esclareceu que a atuação do deputado em entidades do terceiro setor é pautada na legalidade.
“Em relação à obra em si, tratou-se de asfaltamento das vias de circulação do projeto com o objetivo claro de facilitar o acesso do nosso público, alunos, pais e colaboradores que antes ficavam sujeitos a atravessar a lama nos períodos de chuva ou a poeira na seca. Lembrando que a instituição se mantém basicamente de doações privadas e que portanto o poder público, através da Codevasf, na verdade estava contribuindo para melhor prestação de serviços e nada além disso", diz a nota.
A nota explica ainda que a obra faz parte da prestação de serviços públicos e que a instituição destinada presta serviços de interesse social.
“Quanto ao fato de ser uma instituição privado (ou não governamental) isso em nada impede o recebimento dos serviços citados, pois como já sua existência é voltada especialmente para prestação de serviços de interesse público, à exemplo do que ocorre com as Santas Casas ou as Fundações Privadas de Ensino e Saúde, todas elas, ou pelo menos grande parte beneficiárias de serviços ou mesmo recursos públicos repassados diretamente”, explica o esclarecimento do parlamentar.
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Luiz Inácio Lula da Silva
"Cuba não está passando fome porque não sabe produzir, porque não sabe construir sua energia. Cuba está passando fome porque não querem que Cuba tenha o que todo mundo deveria ter direito".
Disse o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) ao afirmar que a crise alimentar em Cuba não é resultado de incapacidade produtiva, mas consequência de decisões políticas que, segundo ele, impedem a ilha de ter acesso ao que deveria ser um direito básico.