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O cantor cubano de reggaeton José Manuel Carbajal Zaldívar, conhecido como El Taiger, morreu aos 37 anos após ser atingido com um tiro na cabeça em Miami, nos Estados Unidos, na última semana.
Por meio de um comunicado divulgado no Instagram do artista, foi confirmado o falecimento após dias de internação no Jackson Memorial Hospital.
"Esses últimos dias foram incrivelmente difíceis para quem ama o amor, e o apoio recebido de todo mundo tem muito significado. Embora esta notícia seja tão impactante quanto devastadora, sugerimos aos fãs de El Taiger a honrar sua memória celebrando a alegria que ele trouxe a tantos. Suba o volume de sua música, dance e celebre sua vida. El Taiger foi o sentimento do povo, e agora devemos manter esse sentimento vivo através de sua música e seu legado. Assim, pedimos que respeite a privacidade da família e dos amigos de José durante este tempo."
De acordo com o chefe da polícia de Miami, Manuel A. Morales, El Taiger estava em estado de saúde crítico após a cirurgia. O cantor foi encontrado ferido com um tiro na cabeça enquanto viajava no banco de trás de um carro de luxo. No carro, foram encontradas duas latas de gasolina no porta-mala.
O artista respondia a dois processos criminais: um por roubo à mão armada e agressão, e outro por contravenção ao resistir à prisão. Ele alegava inocência em ambas as acusações. O crime será investigado.
Integrante do grupo Psirico desde 2013, o guitarrista Jotaerre lançou, nesta quinta-feira (30), seu segundo álbum solo “Tempestade”. Com 13 faixas, entre instrumentais e com vocais, o disco mescla o pagode baiano com outros gêneros, a exemplo do trap, reggaeton e metal.
No trabalho concebido durante o período de isolamento social mais severo da pandemia, o artista buscou “catalisar” sentimentos de revolta e angústia em composições que abordam questões ambientais, como desmatamento, além de problemas políticas e sociais.
Ouça o disco "Tempestade", disponível nas plataformas digitais:
“Despacito” – música mais falada e ouvida das últimas semanas – tem a filha de uma brasileira entre os compositores. Erika Ender, considerada uma das maiores compositoras do Panamá, se refere ao Brasil como “segunda terra” e assina o hit ao lado do portorriquenho Luis Fonsi. Em entrevista ao “Despierta América”, Fonsi contou que alguns versos e a melodia estavam guardados há dois anos. Ele se uniu a Erika em um apartamento em Miami e terminou a canção, um reggaeton pop com trechos de hip hop. De acordo com o G1, o convite ao também portorriquenho Daddy Yankee veio mais tarde, porque Fonsi e Erika acharam que faltava “um momento explosivo” na música. Confira o encontro que resultou na composição:
O sucesso mundial de “Despacito” veio quando Justin Bieber decidiu estrear cantando em espanhol. O remix com Yankee, Fonsi e Bieber foi crucial para que o hit acumulasse números supreendentes, entre eles mais de 1,6 milhão de cópias vendidas entre fevereiro e abril deste ano e recordes no Spotify (veja aqui). Veja aqui a versão remix com Justin Bieber:
Segundo à revista “Billboard”, Erika foi a responsável por dar o tom “suave, suavecito” à canção, com o objetivo de “ser sexy sem ser vulgar”, ou como diz a letra, “malícia com delicadeza”. Fonsi revelou que procurou dar esse tom a letra ao procurara a amiga: "Me parece que a música fica mais redonda, tendo o ponto de vista do homem e da mulher. Especialmente porque 99% das minhas canções falam da mulher”. “Despacito” não é a primeira parceria da dupla de compositores. Em 2014, eles criaram o pop rock romântico “Tentación”, mas o single não ganhou repercussão na mídia. Com 25 anos de carreira, Erika já se aventurou em trabalhos no sertanejo brasileiro. Com Leonardo, ela trabalhou em “Quero acender teu fogo”, música lançada em 2013, no álbum intitulado “Brincadeira Tem Hora”. Apesar da projeção internacional só ter chegado com “Despacito”, Erika esteve presente da lista das 50 mulheres mais poderosas da América Central, segundo a revista “Forbes”. Confira a versão original de "Despacito":
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Pérolas do Dia
Geraldo Alckmin
"Quem defende ditadura não deveria ser candidato".
Disse o vice-presidente Geraldo Alckmin, durante sua despedida do Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços ao indicar ter ficado “honrado” com o convite do presidente Luiz Inácio Lula da Silva para compor novamente a chapa nas eleições de 2026, e também fazer duras críticas ao principal adversário do atual governo, o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ).