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O esporte brasileiro está de luto. Morreu na noite da última quinta-feira (21) a ex-jogadora Walewska, campeã olímpica de vôlei na Olimpíada de Pequim, em 2008. Não há informações sobre a causa da morte.
Além do título olímpico, Walewska também foi bronze em Sidney-2000 e quarta colocada em Atenas-2004. No Brasil, jogou em clubes como Osasco, Minas e Praia Clube, equipe que foi a última na sua carreira, em 2022. Após a aposentadoria, o Praia Clube aposentou a camisa 1 que ela usava.
Neste ano, a ex-atleta lançou sua biografia. Na obra "outras redes", ela contou a sua história vitoriosa no esporte. Nos últimos dias, ela participou de uma série de eventos para falar sobre o livro e chegou a se encontrar com o técnico Abel Ferreira, do Palmeiras.
Em nota divulgada na madrugada desta sexta (22), a Confederação Brasileira de Vôlei lamentou a morte de Waleska. Confira o comunicado:
"Com tristeza e imenso pesar, a Confederação Brasileira de Voleibol (CBV) recebeu a notícia do falecimento da campeã olímpica Walewska na noite desta quinta-feira.
Central de excepcional talento, Walewska defendeu por muitos anos a seleção brasileira feminina. Além da medalha de ouro nos Jogos de Pequim 2008, foi bronze em Sydney 2000, conquistou três títulos do Grand Prix, os Jogos Pan-Americanos de 1999 e a Copa das Campeões de 2013.
'Walewska era uma jogadora especial, sua trajetória no esporte será para sempre lembrada e reverenciada. Neste momento tão difícil, a CBV se solidariza com a família e os amigos desta grande jogadora', diz o presidente da CBV, Radamés Lattari".
JOGADORAS HOMENAGEARAM WALESKA
A seleção brasileira de vôlei feminino entrou em quadra na madrugada desta sexta para enfrentar a Turquia, pelo pré-olímpico de vôlei. Durante o protocolo, a atleta foi lembrada com 30 segundos de silêncio. Além disso, todas as jogadoras usaram uma faixa branca no braço com referência a Walewska. No jogo, derrota brasileira por 3 sets a 0.

Foto: Divulgação / CBV
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Ronaldo Caiado
"Vocês que têm essa capacidade toda e sensibilidade de serem mães, criar os filhos, os nossos lares, estruturar as nossas famílias. Esta é a verdade, o verdadeiro poder da mulher. A nossa formação no dia a dia é a cultura brasileira. Nós somos muito mais uma criação matriarcal, como a grande protetora é o nosso lar".
Disse o ex-governador de Goiás e pré-candidato à Presidência da República, Ronaldo Caiado (União), ao afirmar que as mulheres exercem um papel central na proteção das famílias e possuem mais influência do que os homens nas decisões tomadas dentro do lar. As declarações foram feitas durante sua participação no Congresso da Confederação de Irmãs Beneficentes Evangélicas Mundial (Cibem), realizado no Riocentro, na Zona Oeste do Rio de Janeiro.