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O calendário do Campeonato Mundial de MotogGP de 2026 foi divulgado, nesta quinta-feira (24). Dentre os locais revelados, também foi anunciado o retorno da competição ao Brasil depois da saída da Argentina.
O início do Grande Prêmio será na Tailândia, nos dias 27 de fevereiro a 1º de março. Já a última disputa será em Valência, na Espanha, de 20 a 22 de novembro.
O Grande Prêmio da Argentina foi substituído pelo Brasil. A corrida acontecerá do dia 20 à 22 de março, no Circuito Ayrton Senna, em Goiânia. O local já sediou o Campeonato Mundial de Motociclismo de 1987 a 1989.
Confira a seguir o calendário completo do Mundial de MotoGP de 2026:
A MotoGP anunciou a data de retorno da competição às pistas de corrida brasileiras, nesta segunda-feira (29). O dia escolhido foi 29 de março de 2026, no Autódromo Internacional Ayrton Senna, em Goiânia.
O país não recebe uma corrida há 22 anos. A última vez que as motos da competição correram em solo brasileiro foi em 2004, no Autódromo de Jacarepaguá, no Rio de Janeiro, que era sede das corridas entre 1995 e 2004, com exceção a 1998.
De acordo com Alan Adler, CEO da Brasil Motorsport, a motivação para a vinda da categoria ao país gira em torno da possibilidade de movimentar a indústria. "O mercado para os fabricantes de motocicletas é muito importante. Todas as grandes marcas querem estar no Brasil", confirmou.
O Mundial já havia sido feito na capital de Goiás entre 1987 e 1989. Na volta para a região Centro-Oeste do país, o contrato com a MotoGP é de cinco anos. Para estar preparado para 2026, o Autódromo precisará passar por reformas, com melhorias em setores como arquibancadas, boxes, acessos gerais, torres de comando, postos médicos, camarotes e pista, com valor estimado em R$ 100 milhões.
Curtas do Poder
Pérolas do Dia
Ivana Bastos
"Gostaria que tivesse terminado de outra maneira".
Disse a presidente da Assembleia Legislativa da Bahia (AL-BA), Ivana Bastos (PSD), ao lamentar o anúncio de saída do senador Angelo Coronel (PSD) do partido após embates por uma vaga na chapa do Senado do governador Jerônimo Rodrigues (PT). Em coletiva de imprensa nesta terça-feira (3), durante a abertura dos trabalhos da AL-BA, a deputada estadual afirmou que preferia que a tratativas “tivessem terminado de outra maneira”.