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luciana berry
A chef baiana Luciana Berry, vencedora do Top Chef Brasil 2020, conquistou recentemente medalhas de ouro e prata no Quality Food Award 2024, em Londres, com seus molhos de moqueca e refogado, respectivamente, que são sem glúten e sem lactose. O prêmio, atribuído a ela pela sua produção em uma fábrica local, destaca a excelência de seus produtos como opções práticas, versáteis e com sabores exóticos.
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Fotos: Divulgação | Reprodução/Instagram
Os jurados elogiaram a textura cremosa dos molhos e a autenticidade da receita, um reflexo da cozinha brasileira, especialmente da Bahia. A embalagem também foi mencionada pela sua atratividade e paleta de cores.
“Eu elaborei tudo aqui, faço minha produção em uma fábrica de Londres e comercializo nos mercados da região. O produto foi descrito como prático, fácil de usar e versátil, tornando-o uma opção especial com sabores ricos e exóticos, combinados com um aroma agradável e apetitoso, sendo bem recebido nas mesas dos jurados e consumidores. Fico muito feliz em divulgar a potência dos molhos brasileiros no mercado internacional, enaltecendo nossos melhores produtos para a introdução no mercado nacional e internacional”, comemorou Luciana.
A chef tem uma carreira consolidada no velho continente, com destaque para sua atuação como Embaixadora da Gastronomia Brasileira na Europa. Ela também foi semifinalista do MasterChef Profissionais da BBC em 2014 e já cozinhou para personalidades como a Família Real Britânica. Ao longo de mais de uma década, Luciana tem promovido a cultura e a gastronomia brasileira em feiras e eventos internacionais, com o objetivo de estreitar laços comerciais e culturais entre o Brasil e o mercado europeu.
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Após a vitória da baiana Luciana Berry na última edição, com um menu cheio de referências à culinária da terra natal (relembre), o Top Chef Brasil abriu inscrições para sua terceira temporada. A previsão é que os episódios inéditos sejam exibidos em setembro.
Os interessados em participar do reality gastronômico voltado para profissionais devem se inscrever por meio de preenchimento de formulário online (clique aqui). Além de dados pessoais, os aspirantes a Top Chef devem responder perguntas a respeito da própria personalidade, além da relação com a gastronomia, planos futuros, chefs que admiram e se identificam e pratos que gostam de preparar. Os cozinheiros devem ainda enviar um vídeo no qual relatam a experiência profissional, foto e currículo.
Exibido na TV Record, o Top Chef Brasil conta com os chefs Felipe Bronze, Ailin Aleixo e Emmanuel Bassoleil no time de jurados.
Depois de garantir a primeira vaga na final, ao lado de César e Lara, a chef baiana Luciana Berry venceu o reality gastronômico, na noite desta sexta-feira (3). Classificada pelos jurados Felipe Bronze, Ailin Aleixo e Emmanuel Bassoleil como uma cozinheira cheia de técnica, amplo repertório e foco, ela, que vive há mais de 15 anos em Londres (clique aqui e aqui e saiba mais sobre ela), se destacou dos outros concorrentes com um “Menu da Vida” repleto de referências à Bahia e memórias afetivas.
“É tão bonito te ver trabalhar, te ver cozinhar. Mulher de temperamento e presença muito forte, que fala o que pensa. Você fala na raça aqui na cozinha, mas também na casa. E a coisa gostosa é a mistura do seu sotaque baiano com inglês. Você traduziu em todos os pratos que você apresentou em toda essa temporada em coisas maravilhosas. Você tem um repertório internacional muito vasto, mas você nunca esqueceu de colocar o seu tom brasileiro nas receitas. Sua ousadia trouxe pratos impecáveis e emocionantes que fizeram até Ailin chorar, e não é fácil, é jogo duro pra ela chorar comendo o prato de alguém assim. E isso faz perceber o quanto você é exigente consigo mesma, mas com cobrança na medida certo. Essas cobranças te impulsionaram e te fizeram atingir o padrão de excelência pra chegar até aqui. Eu vou te dizer só: parabéns, Lu, merci!”, discursou o chef francês Emmanuel Bassoleil, sobre a concorrente baiana, antes de anunciar sua vitória.
Além do profissionalismo e de explorar suas raízes, ela lançou de mão de muita ousadia para surpreender os avaliadores e garantir o troféu e o prêmio de R$ 300 mil, com o menu que chamou de “O Brasil Pelos Meus Olhos”. De entrada, Luciana apresentou um “simples” pãozinho de queijo, prato que costuma agradar ao filho de 9 anos, Rafael. O quitute, assim como o carpaccio de chuchu com azeite trufado e trufas negras, surpreendeu os jurados e agradou em cheio. “O segundo prato foi o chuchu, porque eu gosto de pegar essas coisas bem simples, como falei. Como eu falei, eu peguei o chuchu, coloquei uma maquiagem cara e levei pra balada! Eu acho importante a gente, chefs, mostrar o valor dos nossos ingredientes e tentar fazer isso em alta gastronomia. Porque é fácil fazer comida gostosa com ingredientes caros, mas nem todo mundo tem ingrediente caro em casa, então é muito mais democrático, muito mais bonito mostrar esse Brasil”, avalia a baiana, que teve na mãe, a quem chama de “melhor cozinheira do universo” como grande exemplo.
Completando o menu, Luciana Berry imprimiu sua assinatura em um ballotine de abará com vatapá caranguejo e vinagrete, lamentando a ausência da folha de bananeira para respeitar as tradições. “Eu sou louca por abará e sempre falo que a dúvida maior do baiano é comer abará ou acarajé. Eu falei: 'gente, mas ninguém conhece muito o abará e é uma delícia', então decidi botar o abará pra ficar famoso!”, lembra. “Eu fiz um ballotine de abará, eu falei falei pra eles que geralmente a gente cozinha com a folha de bananeira, só que lá não tinha, então eu falei: 'quer saber de uma? Eu vou fazer um ballotine, porque eu preferi ousar e fazer, do que não mostrar a Bahia”, acrescenta a chef, que ainda brincou sobre como a “gourmetizada” seria recebida em sua terra natal. “Não sei se mostrou nessa hora, mas eu falei: 'gente, eu vou fazer um ballotine de abará e não sei nem se eu volto mais pra Bahia ou se o povo vai me querer' (risos)”, provocou.

Ballotine de abará surpreendeu os jurados | Foto: TV Record
Ainda lembrando de suas origens, Luciana fez também uma moqueca de carne seca com camarão e arroz, inspirada no avô. “Ele levava a boiada de Conquista a Salvador, ficava semanas na estrada e só comia carne seca. E quando ele chegava em Salvador ele queria logo uma moqueca, então eu fiz 'Quando o Sertão Encontra o Mar'. Eu fiz em homenagem ao meu avô, porque ele amava esse prato”, conta a soteropolitana que cresceu em Vitória da Conquista e vive há mais de 15 anos em Londres, no Reino Unido.
Para finalizar, do jeito que baiano gosta, ela buscou referência em uma memória de infância: o picolé Capelinha, que virou bolo de amendoim com sorvete de coco e maracujá. “Eu falei na hora picolé no isopor, porque não podia falar marca, mas era o picolé Capelinha, que eu amo!”, conta Luciana, sobre a explicação que deu no programa, omitindo a marca tão conhecida em Salvador. Para a sobremesa, ela lembrou o dia em que acabou tendo sua grande epifania, na Praia da Terceira Ponte, quando driblou a supervisão da mãe, que orientava as filhas a tomar picolé apenas de fruta. “Eu amo picolé de amendoim, mas ela não deixava a gente comer muito porque na praia é muito quente, então ela falava 'coma só fruta'. Mas teve um dia que eu peguei um de amendoim escondido e minha irmã pegou o de côco. Eu fui comer o meu e achei salgado, ai o vendedor disse que a mãe dele que fez e deve ter comprado o amendoim salgado pra fazer o picolé. Mas eu adorei o picolé salgado, comi todo, mas lembro que falei 'oh, Lena [sua irmã], me dê um pedaço do seu aí de côco'. E na hora que eu provei aquilo fez sentido pra mim”, lembra.

A sobremesa foi inspirada no velho picolé Capelinha e de uma epifania da infância | Foto: TV Record
Veja o anúncio da vitória de Luciana:
Com estreia nesta quarta-feira (15), a partir das 22h30, na Record, a segunda temporada do Top Chef terá a participação de duas competidoras baianas, Luciana Berry e Taty Albano (saiba mais). A primeira reside em Londres, onde é proprietária de uma empresa de catering, enquanto a segunda vive entre Salvador e Sidney, na Austrália, onde comanda o projeto O Tabuleiro.
Prestes a ir ao ar, elas contaram as expectativas para o novo desafio, cujas gravações foram temporariamente suspensas em março, por causa da pandemia do novo coronavírus, mas serão retomadas entre 25 de julho e 9 de agosto.
“Eu já tive experiência em um reality show na Inglaterra, que foi o Masterchef Profissionais, onde fui semifinalista, então essa parte de competição é uma coisa que eu já participei, então tenho mais uma vantagem. Mas isso não quer dizer que eu nao fique nervosa, porque são programas distintos. O Top Chef é mais intenso, porque além de estar competindo para fazer os pratos, a gente tem que estar na casa, confinados com os outros participantes. Não é como o Masterchef, que você cozinha coisas e volta pra casa e vai no outro dia pra gravar outro episódio. Lá não, a gente vai pra casa do confinamento e fica lá, então é aquela coisa intensa, desde a hora que você acorda, até a hora que vai dormir. no outro dia começa tudo de novo”, conta Luciana.
Para Taty, a empreitada é algo totalmente novo, mas também empolgante. “Esse desafio está sendo ótimo, gosto de desafios e principalmente de superação. É a primeira vez que participo de um reality sim, e estou muito feliz”, conta a chef, destacando que o convívio com os demais competidores dentro da casa é tranquilo. “Não tenho problemas quanto isso. Brincamos muito dentro da casa, é divertido“, revela a cozinheira, que dizer estar muito feliz em representar a Bahia.
RIVALIDADE?
A primeira chamada do programa chegou a mostrar uma pequena rusga entre as duas baianas (clique aqui e relembre), que se conheceram durante as gravações, mas Taty garante que o clima entre elas é o melhor possível. “Eu e Lu nos tornamos grandes amigas. Eu adoro a Lu”, afirmou Taty.
Com data de estreia da segunda temporada confirmada para o dia 15 de julho (clique aqui), o Top Chef teve a composição do seu elenco vazada e já divulgada na internet.
Apesar dos contratos de confidencialidade assinados por todos os participantes e dos cuidados para que esse tipo de informação não chegasse à público antes da hora, há rumores de que um funcionário seria o responsável pelo vazamento. O grupo escalado, que terá que viver em uma mesma casa, deve ser confinado já na segunda semana de julho.
Dentre o time de chefs escalados para o reality gastronômico estão duas baianas: Luciana Berry, que vive em Londres, foi finalista do Masterchef Profissionais no Reino Unido, onde é proprietária de uma empresa de catering; e Taty Albano, que vive em Sidney, na Austrália, onde comanda o projeto O Tabuleiro.
Além das baianas, únicas representantes nordestinas do programa, segundo informações levantadas pelo blog de Luciana Barbo, participam do Top Chef ainda os paulistas Maiara Marinho, Lucas Ryu, Beatriz Buessio, Bruno Alves, César Scolari, Lara Carolina e Natália Rios; Kaká Silva e Marê Araújo, do Distrito Federal; Matheus Emerick (Santa Catarina), Michele Petenzi (Rio de Janeiro) e Rafael Terrassi (Paraná).
A chef baiana Luciana Berry, ex-participante do Masterchef Profissionais em Londres (clique aqui e saiba mais), desembarcará em Salvador em abril, para participar de um bate-papo sobre sua trajetória profissional e a atuação na divulgação da gastronomia brasileira na Europa.
“Eu vou falar como na carreira de chef eu passei a divulgar a cultura e gastronomia brasileira, sobre as minhas viagens pela Europa nas maiores feiras de gastronomia do mundo, como a Sirha em Lyon, Berlin, na maior feira de frutas do mundo, em Madrid”, explica Luciana, “Vou falar também das mulheres no mercado de trabalho e as dificuldades que passamos na carreira de chef”, acrescenta.
O encontro acontece na Universidade Católica do Salvador (Ucsal), no dia 11 de abril, a partir das 19h, no auditório térreo do Campus Pituaçu.
Baiana radicada no Reino Unido e destaque do Masterchef Profissionais em Londres (clique aqui e saiba mais), a chef Luciana Berry foi convidada para ser a mentora e chef inspiração do concurso para a bolsa de estudo Julia Child, da Le Cordon Bleu, uma das mais importantes escolas de gastronomias do mundo. “A rede Cordon Bleu internacional me convidou para ser a mentora do scholarship desse ano. Quem tem o sonho de estudar na Cordon Bleu e não pode porque não tem grana, o sonho pode ser realizado agora”, contou Luciana ao Bahia Notícias. “Acho que o pessoal vai amar. É um concurso que as pessoas têm que provar porque merecem ganhar essas bolsas”, acrescentou a chef baiana. Para participar do concurso e estudar na Le Cordon Bleu, em Londres e Paris, os interessados devem se inscrever pela internet (clique aqui). A ficha de inscrição e as regras do concurso estão disponíveis em inglês.
“Depois do programa o pessoal ficou pedindo para comer algo do Masterchef. Recebi muitas mensagens nas redes sociais, então resolvi preparar uma empada, mas dessa vez sem recheio de amígdalas. Usei pato confitado com maçã, com molho do próprio pato e redução de vinho do porto, que na hora vou injetar na empada para dar mais suculência. No programa eu havia preparado pato defumado e usado a técnica de confitar para preparar bacalhau, agora eu fiz um mix, de técnica e ingredientes”, explica a chef, que para o domingo (18) prepara um browne com merengue italiano maçaricado e um nugattini de amêndoas e já avisa: “quem quiser experimentar a cozinha do Masterchef tem que aparecer neste fim de semana. No próximo, se eu participar, vou preparar outras coisas, o meu estilo mesmo, usando técnicas francesas com ingredientes brasileiros”, diz.
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O jurado inglês não aprovou o caruru / Foto: Reprodução BBC

Prato que garantiu a permanência da chef baiana na competição / Foto: Reprodução

Luciana passou na repescagem e segue para segunda etapa da semifinal / Foto: Reprodução
Curtas do Poder
Pérolas do Dia
ACM Neto
"Para eles, pesquisa certa só é a que traz boas notícias".
Disse o pré-candidato ao governo ACM Neto ao avaliar o cenário político da Bahia e defendeu cautela na interpretação de pesquisas de opinião. A declaração aconteceu no lançamento do programa “Sua voz é a nossa voz”, em que o ex-prefeito pretende dialogar com municípios baianos.