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Artigos

Multimídia

Deputado Adolfo Menezes critica gastos com cachês de artistas em festas no interior da Bahia

Deputado Adolfo Menezes critica gastos com cachês de artistas em festas no interior da Bahia
O deputado estadual Adolfo Menezes opinou sobre o uso de emendas parlamentares e a contratação de grandes atrações em cidades do interior da Bahia. Em entrevista ao Projeto Prisma, nesta segunda-feira (4), o deputado afirmou ser contra o pagamento de altos valores em dinheiro em cidades pequenas. Na ocasião, ele citou como exemplo shows de cantores como Gustavo Lima e Wesley Safadão, que cobram valores superiores a R$ 1 milhão.

Entrevistas

Após retorno à AL-BA, Luciano Ribeiro descarta disputa pela reeleição e diz estar focado na campanha de ACM Neto

Após retorno à AL-BA, Luciano Ribeiro descarta disputa pela reeleição e diz estar focado na campanha de ACM Neto
Foto: Divulgação / Agência AL-BA
De volta à Assembleia Legislativa da Bahia (AL-BA) desde janeiro, após assumir a vaga aberta com a morte do deputado Alan Sanches, Luciano Ribeiro (União) concedeu entrevista ao Bahia Notícias na última semana e falou sobre a produtividade do Legislativo para 2026, ano que será marcado pela disputa eleitoral, e o cenário político para a corrida ao governo da Bahia. O deputado também tratou da formação da chapa de oposição e afirmou que, neste momento, descarta disputar a reeleição. Desde o seu retorno, Luciano passou a ocupar a vice-liderança da oposição e a vice-presidência da Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) da Casa.

ibama contaminacao

MPF aciona Ibama para suspender licença de usina de urânio em Caetité; usina pode estar afetando quilombolas da região
Foto: Reprodução / Estadão Conteudo

O Ministério Público Federal apresentou uma recomendação ao Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama) pelo fim da licença de operação dentro da Unidade de Concentrado de Urânio de Caetité, na região do Sertão Produtivo. A medida busca frear as atividades da indústria suspeita de afetar a vida de comunidades quilombolas da região.

 

 

De acordo com o documento, as atividades da empresa na região já datam de quase 30 anos. Mesmo assim, ao menos 14 comunidades quilombolas localizadas em um raio de até 20 quilômetros da unidade nunca foram submetidas ao processo de consulta. A suspeita fere os direitos dos povos originários e quilombolas, que estão assegurados pela Convenção 169, da Organização Internacional do Trabalho (OIT), que está em vigor no Brasil desde 2004.

 

 

De acordo com o Achei Sudoeste, parceiro regional do Bahia Notícias, a recomendação do MPF aponta que a norma da organização exige que povos tradicionais sejam consultados sempre que medidas administrativas, como o licenciamento ambiental de grandes empreendimentos, possam afetar diretamente seus territórios e modos de vida.

 

 

O Procurador da República Marcos André Carneiro, titular do ofício de Defesa das Populações Indígenas e Comunidades Tradicionais do MPF, destacou que o direito à consulta é uma garantia fundamental para a autonomia destas comunidades. “A ausência de titulação formal da terra não pode servir de pretexto para ignorar a voz dessas populações em processos de licenciamento tão sensíveis”, afirmou o procurador.

 

 

HISTÓRICO DA EMPRESA

Não é a primeira vez que a usina chama a atenção de órgãos públicos. Em 2015, a empresa foi acionada pela Anvisa em agosto de 2015, quando poços contaminados com urânio foram registrados em massa na região. A substância química é altamente radioativa e pode causar falência renal e aumentar a probabilidade de câncer.

 

 

 O documento estipula um prazo de 30 dias para o Ibama informar ao MPF se acatará a recomendação e quais providências serão adotadas para garantir o cumprimento da Convenção 169 da OIT.

 

O Ministério Público Federal apresentou uma recomendação ao Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama) pelo fim da licença de operação dentro da Unidade de Concentrado de Urânio de Caetité, na região do Sertão Produtivo. A medida busca frear as atividades da indústria suspeita de afetar a vida de comunidades quilombolas da região.

 

 

De acordo com o documento, as atividades da empresa na região já datam de quase 30 anos. Mesmo assim, ao menos 14 comunidades quilombolas localizadas em um raio de até 20 quilômetros da unidade nunca foram submetidas ao processo de consulta. A suspeita fere os direitos dos povos originários e quilombolas, que estão assegurados pela Convenção 169, da Organização Internacional do Trabalho (OIT), que está em vigor no Brasil desde 2004.

 

 

De acordo com o Achei Sudoeste, parceiro regional do Bahia Notícias, a recomendação do MPF aponta que a norma da organização exige que povos tradicionais sejam consultados sempre que medidas administrativas, como o licenciamento ambiental de grandes empreendimentos, possam afetar diretamente seus territórios e modos de vida.

 

 

O Procurador da República Marcos André Carneiro, titular do ofício de Defesa das Populações Indígenas e Comunidades Tradicionais do MPF, destacou que o direito à consulta é uma garantia fundamental para a autonomia destas comunidades. “A ausência de titulação formal da terra não pode servir de pretexto para ignorar a voz dessas populações em processos de licenciamento tão sensíveis”, afirmou o procurador.

 

 

HISTÓRICO DA EMPRESA

Não é a primeira vez que a usina chama a atenção de órgãos públicos. Em 2015, a empresa foi acionada pela Anvisa em agosto de 2015, quando poços contaminados com urânio foram registrados em massa na região. A substância química é altamente radioativa e pode causar falência renal e aumentar a probabilidade de câncer.

 

 

 O documento estipula um prazo de 30 dias para o Ibama informar ao MPF se acatará a recomendação e quais providências serão adotadas para garantir o cumprimento da Convenção 169 da OIT.

 

Curtas do Poder

Ilustração de uma cobra verde vestindo um elegante terno azul, gravata escura e língua para fora
A vida do Cavalo do Cão anda tão boa que ele tá com tempo até pra falar de cavalo. Haja metalinguagem! E enquanto o Mauricinho da Terceira Idade emociona, o sentimento do Cacique foi de raiva com a última bola nas costas. Eu sei que quem tem boca vai a Roma, mas tem que ter cuidado pra não morder a língua. E todos já se preparam para a maratona dos próximos meses. Eu não sei quem tá "melhor": Rosemberg Oil, Regis Redondo ou o pobre do cavalo. Saiba mais!

Pérolas do Dia

Luiz Inácio Lula da Silva

Luiz Inácio Lula da Silva
Foto: Ricardo Stuckert / PR

"Nós nunca fomos atrás da Lei Daniel Vorcaro para financiar nenhum artista brasileiro. E ainda vai aparecer muito mais coisa porque nós estamos convencidos de que o período da mentira, das ofensas, da violência e da incivilidade precisa acabar no nosso país". 

 

Disse o presidente Luiz Inácio Lula da Silva ao afirmar que “ainda vai aparecer muito mais coisa” ao comentar o caso envolvendo o banqueiro Daniel Vorcaro, dono do Banco Master, preso pela Polícia Federal (PF).

Podcast

Projeto Prisma recebe o vereador Duda Sanches nesta segunda

Projeto Prisma recebe o vereador Duda Sanches nesta segunda
O vereador Duda Sanches (PSDB) é o entrevistado do Projeto Prisma desta segunda-feira (18). O podcast é transmitido ao vivo a partir das 16h no YouTube do Bahia Notícias.

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