Modo debug ativado. Para desativar, remova o parâmetro nvgoDebug da URL.

Usamos cookies para personalizar e melhorar sua experiência em nosso site e aprimorar a oferta de anúncios para você. Visite nossa Política de Cookies para saber mais. Ao clicar em "aceitar" você concorda com o uso que fazemos dos cookies

Marca Bahia Notícias
Você está em:
/
/
Tag

Artigos

Josalto Alves
Um novo ciclo para o cacau da Bahia
Foto: Divulgação

Um novo ciclo para o cacau da Bahia

A cacauicultura baiana viveu nos anos 1970/80 o “ciclo do ouro negro”, uma das maiores fases econômicas da história do estado. Produzia cerca de 390 a 400 mil toneladas/ano, representava 90% da produção nacional e gerava mais de 200 mil empregos diretos. À época, o Brasil era o segundo maior produtor mundial, superado apenas pela Costa do Marfim.

Multimídia

Após deixar Podemos, Raimundo da Pesca comenta convites e explica escolha pelo PSD

Após deixar Podemos, Raimundo da Pesca comenta convites e explica escolha pelo PSD
O deputado federal Raimundo Costa (PSD) comentou, nesta segunda-feira (9), sua filiação ao Partido Social Democrático (PSD) após deixar o Podemos. Em declaração ao Projeto Prisma, podcast do Bahia Notícias, ele detalhou a motivação da mudança partidária.

Entrevistas

Após retorno à AL-BA, Luciano Ribeiro descarta disputa pela reeleição e diz estar focado na campanha de ACM Neto

Após retorno à AL-BA, Luciano Ribeiro descarta disputa pela reeleição e diz estar focado na campanha de ACM Neto
Foto: CarlosAmilton/AgênciaALBA
De volta à Assembleia Legislativa da Bahia (AL-BA) desde janeiro, após assumir a vaga aberta com a morte do deputado Alan Sanches, Luciano Ribeiro (União) concedeu entrevista ao Bahia Notícias na última semana e falou sobre a produtividade do Legislativo para 2026, ano que será marcado pela disputa eleitoral, e o cenário político para a corrida ao governo da Bahia. O deputado também tratou da formação da chapa de oposição e afirmou que, neste momento, descarta disputar a reeleição. Desde o seu retorno, Luciano passou a ocupar a vice-liderança da oposição e a vice-presidência da Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) da Casa.

formula 1

Carros históricos de Senna e Fittipaldi vão a leilão milionário em Mônaco
Fotos: Divulgação

Dois carros históricos do automobilismo brasileiro, pilotados por Ayrton Senna e Emerson Fittipaldi, serão leiloados nos dias 24 e 25 de abril, em Mônaco, com valores que podem chegar a cifras milionárias.

 

Entre os destaques do leilão organizado pela RM Sotheby’s está a Toleman TG183B, utilizada por Senna em sua temporada de estreia na Fórmula 1, em 1984. O modelo pode alcançar até 3,8 milhões de euros (cerca de R$ 23,1 milhões).

 


Foto: Divulgação

 

Foi com esse carro que o tricampeão mundial disputou suas primeiras corridas na categoria. Senna chegou a estrear em casa, no GP do Brasil, mas abandonou a prova por falha mecânica. Com a Toleman, ele completou apenas duas corridas, ambas com sexto lugar — na África do Sul e na Bélgica — conquistando seus primeiros pontos na Fórmula 1.

 

O monoposto, projetado por Rory Byrne, utilizava motor Hart na época. Atualmente, conta com uma unidade parcialmente recondicionada. Byrne ficaria conhecido anos depois pelo trabalho vitorioso com a Ferrari de Michael Schumacher.

 

Outro modelo em destaque é o Copersucar F6A, ligado à trajetória de Emerson Fittipaldi. O carro pode ser vendido por até 700 mil euros (cerca de R$ 4,2 milhões). Projetado por Ralph Bellamy e equipado com motor Ford Cosworth, o modelo integrou a equipe brasileira Copersucar, fundada por Emerson e seu irmão, Wilson Fittipaldi Jr.

 


Foto: Divulgação

 

O chassi disponível no leilão foi utilizado pelo piloto Alex Dias Ribeiro, embora não tenha se classificado para GPs do Canadá e dos Estados Unidos. Fittipaldi, no entanto, afirmou ter guiado o carro em testes e chegou a autografar o veículo.

 

A Copersucar marcou época como a única equipe brasileira na história da Fórmula 1, competindo entre 1975 e 1982. Emerson Fittipaldi foi o piloto com mais participações pela escuderia, com 60 corridas e 32 pontos conquistados. O melhor resultado da equipe foi um segundo lugar no GP do Brasil de 1978, em Jacarepaguá.

 

Além dos carros brasileiros, o leilão também inclui modelos históricos como a Ferrari 313 T3 de Gilles Villeneuve, de 1978, e a Ferrari 642 de Alain Prost, utilizada no início da temporada de 1991.

O despertar dos motores: conheça os brasileiros que estão fazendo o país renascer no automobilismo mundial
Foto: Divulgação/Audi

Nelson Piquet, Emerson Fittipaldi, Ayrton Senna, Rubens Barrichello e Felipe Massa. Durante quase 40 anos, o hino nacional foi a trilha sonora obrigatória para milhões de brasileiros. No entanto, desde a despedida de Massa em 2017, o torcedor enfrentou um deserto de representatividade. Mas, como no ciclo da água, a escassez deu lugar à renovação. Em 2026, o verde e amarelo não apenas voltou ao grid, como retomou o protagonismo em escala global.

 

O grande responsável por quebrar o jejum de pontos foi Gabriel Bortoleto. Após títulos na base, o paulista estreou na Sauber, em 2025, quando fechou a temporada com 19 pontos. A caminhada preparou o terreno para a chegada oficial da Audi, nesta temporada. Até agora, o brasileiro ficou em nono lugar (P9) e marcou os primeiros pontos da escuderia alemã na competição.

 

Bortoleto, que atualmente ocupa a 13ª posição no Mundial de Pilotos, conquistou o paddock não apenas pelo pé embaixo, mas pela postura. Ainda no GP da Austrália, após conquistar os primeiros pontos, uma cena viralizou. Em vídeo publicado pela própria escuderia alemã, o brasileiro é visto ao lado de funcionários da equipe higienizando rodas do carro.

 

A ESCADA DO SUCESSO
A "virada" brasileira é sistêmica. Pela primeira vez em anos, o país pontuou simultaneamente nas três principais categorias da FIA em um único final de semana.

 

Na Fórmula 2, o pernambucano Rafael Câmara, atual campeão da F3, estreou na categoria de acesso conquistando o segundo lugar (P2) na Austrália, somando 18 pontos logo de cara. Já na Fórmula 3, o estreante Pedro Clerot também mostrou a que veio. Com um P8, somou seus primeiros 4 pontos.

 


Rafa Câmara e Pedro Clerot | Fotos: Divulgação/Trident Team | Arquivo Pessoal

 

Além deles, Felipe Drugovich, campeão da F2 em 2022, compete na Fórmula E, categoria 100% elétrica da FIA, pela equipe Andretti. Felipe estreou na categoria em 2025 ao disputar o ePrix de Berlim pela equipe Mahindra Racing. Ele foi membro do Programa de Desenvolvimento de Pilotos da equipe da Aston Martin e foi piloto reserva da equipe britânica de 2023 a 2025.

 

Felipe Drugovich | Foto: Divulgação/AstonMartin

 

SOBRENOMES REINVENTADOS 
A linhagem dos campeões continua pavimentando o asfalto europeu. Fefo Barrichello mantém o legado de Rubinho na F3, mas não é o único nome histórico no radar.

 

Pietro Fittipaldi assumiu um papel crucial em 2026 como piloto de testes da Cadillac, nova equipe que estreia na F1 com Sergio Pérez e Valtteri Bottas. Enquanto isso, seu irmão Enzo Fittipaldi, após uma trajetória na F2, migrou para novos horizontes. Em 2026, Enzo foca no Desafio Jota Racing e na Indy NXT, mantendo o nome do avô, Emerson, vivo nas pistas americanas.

 

Fefo Barrichello, Pietro Fittipaldi e Enzo Fittipaldi | Fotos: F3/Pietro Fittipaldi/Divulgação

 

MULHERES NO VOLANTE
A representatividade brasileira também avança nos boxes femininos. Rafaela Ferreira é o nome do momento na F1 Academy. Com o suporte da Red Bull e correndo pela Campos Racing, Rafaela marca presença na zona de pontuação. Já Aurélia Nobels, após encerrar um ciclo de aprendizado na Academia Ferrari, prepara os próximos passos de sua carreira internacional, consolidando o Brasil como um celeiro de talentos diversos.

 

Aurelia Nobels e Rafaela Ferreira | Foto: Divulgação/Ferrari/VCARB F1

 

O barulho dos motores brasileiros, que antes parecia uma garoa tímida no horizonte, tornou-se um trovão em 2026. Com jovens talentos ocupando cockpits estratégicos e nomes históricos se reinventando, o país volta a ser temido e respeitado. O caminho está pavimentado, agora é acelerar.

 

As categorias de base e a F1 retornam no dia 29 de março, para o Grande Prêmio do Japão, no Circuito de Suzuka. A largada está prevista para as 2h da manhã (Horário de Brasília), com transmissão ao vivo pelo Grupo Globo.

Antonelli vence GP da China e encerra jejum de quase 20 anos da Itália na F1
Foto: Reprodução/Instagram (@f1)

O italiano Andrea Kimi Antonelli conquistou neste domingo sua primeira vitória na Formula 1 ao vencer o Grande Prêmio da China. O piloto da Mercedes-AMG Petronas Formula One Team largou na pole position, a mais precoce da história da categoria, e confirmou o favoritismo ao cruzar a linha de chegada à frente do companheiro de equipe George Russell. O terceiro lugar ficou com Lewis Hamilton, que conquistou seu primeiro pódio defendendo a Scuderia Ferrari.

 

A vitória encerra um jejum de quase duas décadas sem triunfos italianos na categoria. O último piloto do país a vencer uma corrida havia sido Giancarlo Fisichella, no Grande Prêmio da Malásia de 2006.

 

Com o resultado, Antonelli também entrou para a lista dos vencedores mais jovens da história da F1. Aos 19 anos e seis meses, ele superou a marca estabelecida por Sebastian Vettel, que venceu o Grande Prêmio da Itália de 2008 aos 21 anos e dois meses. O recorde absoluto segue com Max Verstappen, vencedor do Grande Prêmio da Espanha de 2016 aos 18 anos e sete meses.

 

O pódio também marcou o fim de uma sequência negativa para Hamilton. O britânico voltou ao top-3 após 27 corridas sem subir ao pódio. A última vez havia sido no Grande Prêmio de Las Vegas de 2024, quando terminou em segundo lugar ainda como piloto da Mercedes.

 

O brasileiro Gabriel Bortoleto não participou da prova. O carro apresentou problemas mecânicos antes da largada, impedindo sua participação no GP.

Fórmula 1 tem duas corridas canceladas em virtude do conflito no Oriente Médio, diz TV
Foto: Reprodução/@F1

A principal categoria do automobilismo mundial, a Fórmula 1, irá cancelar os Grandes Prêmios (GP) do Bahrein, no circuito de Sakhir, e da Arábia Saudita, no tradicional circuito de rua em Jeddah, devido ao agravamento do conflito no Oriente Médio. As corridas estavam previstas para os finais de semana de 12 e 19 de abril.


As informações foram divulgadas nesta sexta-feira (13) pela emissora Sky Sports. De acordo com a emissora, não há previsão de que as provas sejam substituídas por outras sedes. Assim, a temporada, que originalmente contaria com 24 etapas, deve ser reduzida para 22 GPs. A FIA (Federação Internacional de Automobilismo) e a gerência da Fórmula 1 devem oficializar o cancelamento das duas etapas até domingo, dia do GP da China.


Iniciado há duas semanas, o conflito entre Estados Unidos, Israel e Irã tem atingido países vizinhos ao território iraniano, como o Bahrein e a Arábia Saudita. Catar e Emirados Árabes Unidos também foram afetados e precisaram suspender eventos esportivos, como a finalíssima entre Argentina e Espanha, que ocorreria em solo catari.


Sem as duas etapas no calendário, a F1 terá um longo hiato no mês de abril. Com as mudanças, a categoria entra em pista para o GP do Japão no dia 29 de março e só retornará no dia 3 de maio, para o GP de Miami.

Russell conquista pole da Sprint no GP da China; Bortoleto larga em 14º
Foto: Divulgação / Mercedes AMG | Instagram / @gabrielbortoleto_

O britânico George Russell conquistou a pole position para a corrida Sprint do Grande Prêmio da China de 2026, realizada no Circuito Internacional de Xangai. O piloto da Mercedes registrou 1min31s520 na classificação disputada na madrugada desta sexta-feira (13). 

 

A equipe alemã colocou dois carros nas primeiras posições do grid. Kimi Antonelli ficou em segundo lugar e garantiu a dobradinha da Mercedes. Lando Norris, da McLaren, largará em terceiro.

 

O brasileiro Gabriel Bortoleto não avançou à fase final da sessão e iniciará a corrida Sprint na 14ª posição.

 

Na primeira parte da classificação, Bortoleto teve dificuldades para acompanhar o ritmo dos concorrentes. O piloto marcou o 13º tempo e garantiu vaga na fase seguinte. No segmento intermediário, registrou a 12ª volta em sua primeira tentativa, mas acabou na zona de eliminação. Ao final da sessão, terminou com o 14º tempo e ficou fora do SQ3.

 

A posição conquistada por Russell marca sua primeira pole em corridas Sprint na Fórmula 1. O piloto vem de vitória no Grande Prêmio da Austrália de 2026, disputado na etapa anterior da temporada.

 

Durante a classificação, a Mercedes voltou a apresentar desempenho semelhante ao visto no treino livre, com Russell e Antonelli nas primeiras posições. A Ferrari também manteve presença entre os primeiros colocados ao longo das sessões, enquanto a McLaren completou o grupo que disputou as primeiras posições do grid.

 

Na parte final do grid ficaram equipes que enfrentaram problemas ao longo das primeiras atividades do fim de semana. Entre elas estão Williams, Aston Martin e Cadillac. A equipe norte-americana não participou da sessão com o mexicano Sergio Pérez após um problema no sistema de combustível do carro.

 

Na primeira fase da classificação, os pilotos utilizaram pneus médios obrigatórios. Lewis Hamilton chegou a liderar a sessão com vantagem sobre Charles Leclerc e Isack Hadjar. Russell assumiu a liderança ao registrar volta mais rápida e abriu vantagem sobre o piloto da Ferrari. Antonelli também apareceu entre os primeiros colocados.

 

Nos minutos finais, Hamilton conseguiu reduzir a diferença para Russell, ficando próximo do tempo do britânico.

 

Na fase intermediária, Pierre Gasly registrou a melhor volta inicial, antes de ser superado por Max Verstappen. Leclerc assumiu a liderança ao abrir vantagem sobre o piloto da Red Bull Racing. Em seguida, Antonelli superou o tempo do monegasco e foi ultrapassado por Russell, que abriu três décimos de vantagem.

 

Perto da bandeirada, Antonelli reduziu a diferença para o companheiro de equipe para apenas 0s050.

 

Na fase final da classificação, Russell confirmou o desempenho da Mercedes e garantiu a pole. Antonelli ficou em segundo. A McLaren liberou seus carros para uma única tentativa no fim da sessão. Norris registrou o terceiro tempo e superou Hamilton por 0s020, enquanto Oscar Piastri terminou na quinta posição.

 

A corrida Sprint do Grande Prêmio da China de 2026 será disputada neste sábado (14) no circuito de Xangai e distribuirá pontos aos oito primeiros colocados. Russell largará na primeira posição e tentará ampliar a sequência de resultados no início da temporada da Fórmula 1.

 

Confira abaixo o grid para a corrida deste sábado: 

 

Russell vence o GP da Austrália e abre temporada 2026 da Fórmula 1; Bortoleto é 9° pontua na primeira corrida
Fotos: Instagram / @georgerussel63 | Divulgação / Audi F1 Team

O piloto George Russell venceu neste domingo (8) o Grande Prêmio da Austrália de 2026, etapa de abertura da Fórmula 1, disputada no Circuito de Albert Park, em Melbourne. O britânico largou na pole position, perdeu a liderança na largada, recuperou a posição durante a prova e recebeu a bandeirada em primeiro lugar.

 

A equipe Mercedes completou a dobradinha com Andrea Kimi Antonelli na segunda posição. O terceiro lugar ficou com Charles Leclerc, da Ferrari. O brasileiro Gabriel Bortoleto terminou em nono e marcou os primeiros pontos da Audi na categoria.

 

Russell perdeu a liderança logo após a largada para Leclerc, que saiu da quarta posição e assumiu o primeiro lugar. O britânico voltou à ponta depois de uma parada estratégica da Mercedes durante a primeira bandeira amarela e manteve vantagem até o final. O companheiro de equipe Antonelli permaneceu próximo dos líderes e garantiu o segundo lugar. 

 

"Estou me sentindo incrível. Foi uma luta e tanto no início", disse Russell.

 

Ele completou: "Sabíamos que seria um desafio. Entrei no grid e vi o nível da minha bateria — não tinha nada no tanque! Fiz uma largada ruim e, obviamente, houve algumas disputas muito acirradas com Charles. Tínhamos a suspeita de que seria um efeito ioiô e, assim que um de nós assumisse a liderança, seria impossível mantê-la."

 

Leclerc terminou em terceiro e seu companheiro de equipe, Lewis Hamilton, cruzou a linha de chegada em quarto lugar. No pelotão intermediário, Lando Norris e Max Verstappen disputaram posição nas voltas finais. O piloto da McLaren manteve a quinta colocação, enquanto o tetracampeão da Red Bull Racing terminou em sexto após largar na 20ª posição.

 

Bortoleto iniciou a corrida em nono lugar após o abandono de Oscar Piastri antes da largada. O piloto australiano bateu o carro na volta de reconhecimento e não participou da prova. Durante a corrida, o brasileiro realizou ultrapassagens e manteve o ritmo para permanecer entre os dez primeiros. Após a prova, Gabriel analisou o resultado:

 

"Nono pela primeira corrida de Audi é uma coisa que eu assinaria embaixo se tivessem me falado no começo do ano. É incrível pontuar na primeira etapa. Com tanta coisa para a gente melhorar... dentro da equipe, a gente sabe que tem muita coisa básica para ser arrumada, mas começar assim é incrível", disse à TV Globo logo após a prova

 

A corrida teve duas entradas de safety car virtual. A Audi adotou estratégia de duas paradas para Bortoleto. Apenas ele, Norris e Verstappen utilizaram esse plano entre os dez primeiros colocados. O companheiro de equipe do brasileiro, Nico Hülkenberg, não largou após a equipe identificar um problema de telemetria no carro número 27.

 

A próxima etapa do campeonato será o Grande Prêmio da China de 2026, marcado para o dia 15 de março no Circuito Internacional de Xangai, em Xangai.

 

A temporada de 2026 da Fórmula 1 conta com 24 corridas e tem encerramento previsto para 6 de dezembro no Grande Prêmio de Abu Dhabi, disputado no Circuito de Yas Marina. Entre as novidades, o campeonato também marca a estreia da Audi como equipe oficial, dando lugar à antiga Kick Sauber, e a entrada da Cadillac no grid.

Verstappen critica novo regulamento da F1 após acidente na classificação na Austrália
Foto: Reprodução / Fox Sports

O piloto Max Verstappen comentou o acidente que sofreu durante a sessão de classificação do GP da Austrália, disputada em Melbourne, e voltou a fazer críticas ao novo regulamento técnico da Fórmula 1.

 

Eliminado ainda no Q1, o holandês saiu da pista e bateu nas barreiras ao iniciar sua primeira volta rápida. Após o incidente, o tricampeão mundial afirmou que o problema ocorreu de forma inesperada no carro.

 

"Eu simplesmente pisei no acelerador e todo o eixo traseiro travou completamente", disse ele à imprensa, logo após a sessão.

 

“Principalmente com esses carros de Fórmula 1, é muito estranho. Quer dizer, eu nunca experimentei isso em toda a minha vida”, disse e continuou: “Não faço ideia de onde isso veio. Ainda não falei com a equipe.”


Em declarações posteriores à Sky Sports F1, Verstappen detalhou o momento do acidente e sugeriu que o problema pode estar relacionado ao sistema do carro.

 

"Deu errado antes da redução de marcha. Pisei no pedal e reduzi a marcha rapidamente, mas o câmbio já estava travado no pico da pressão do freio. Algo muito estranho, com certeza".


CRÍTICAS AO NOVO REGULAMENTO DA FIA
O piloto da Red Bull tem sido um dos principais críticos das novas regras da Fórmula 1, especialmente das mudanças nas unidades de potência.

 

Segundo Verstappen, os novos regulamentos reduziram a energia disponível no sistema elétrico dos carros, obrigando os pilotos a adotar estratégias incomuns durante as corridas.

 

Entre elas estão manobras de “levantar o pé e planar” e momentos em que os carros perdem velocidade nas retas para recuperar energia da bateria, entrando no chamado modo de “super-clipping”.

 

"Quer dizer, definitivamente não estou me divertindo nada com esses carros. Não sei."

 

O holandês já havia demonstrado reservas sobre o novo regulamento desde os primeiros testes em simuladores, realizados nos últimos anos, e voltou a afirmar que as mudanças podem levar o esporte a uma direção “anti-corrida”.


Após o acidente, Verstappen foi encaminhado ao Centro Médico do circuito para avaliar possíveis lesões nos pulsos devido ao impacto contra o muro. “Nada quebrado”, disse ele. “Com o volante, quando bati na parede… mas nada [nele] está quebrado.”

 

Apesar do incidente na classificação, a Red Bull ainda aparece como uma das equipes competitivas no início da temporada, mesmo diante das críticas do piloto ao novo formato técnico da categoria.

Oscar Piastri lidera segundo treino livre no GP da Austrália; Bortoleto é 14°
Fotos: Divulgação / Audi F1 Team / McLaren F1 Team

Oscar Piastri liderou o segundo treino livre no primeiro dia de atividades da Fórmula 1 no GP da Austrália, na madrugada desta sexta-feira (6). Correndo em casa, o piloto da McLaren registrou a marca de 1m19s729 no Circuito Albert Park, garantindo uma vantagem de 0s3 sobre Andrea Kimi Antonelli e George Russell, da Mercedes. A sessão foi marcada por testes e falhas mecânicas decorrentes das mudanças técnicas profundas estabelecidas para a temporada de 2026.

 

A McLaren apresentou evolução após enfrentar dificuldades no motor e no câmbio durante a primeira sessão do dia. O desempenho de Piastri superou o ritmo mostrado pela Mercedes e pela Ferrari, que ocuparam posições secundárias nesta etapa. Por outro lado, a Red Bull teve uma participação discreta; Max Verstappen terminou seis décimos atrás do líder e relatou problemas em seu novo motor Ford, que chegou a apagar na saída dos boxes no início da disputa.

 

O brasileiro Gabriel Bortoleto, que havia alcançado a nona posição na sessão anterior, encerrou o segundo treino no 14º lugar. Bortoleto iniciou os trabalhos com pneus médios e chegou a ocupar a oitava colocação nos primeiros 15 minutos, mas perdeu postos para Liam Lawson e Arvid Lindblad. O calouro Lindblad, da Racing Bulls, manteve a regularidade e terminou entre os dez primeiros, na oitava posição. Já nos minutos finais, Bortoleto utilizou pneus macios para simulações de corrida, sem alterar sua posição na tabela de tempos.

 

A Mercedes alternou na liderança com Russell e Antonelli. Lewis Hamilton também ocupou o topo da tabela temporariamente ao calçar pneus macios, mas foi superado por Piastri no terço final da sessão. O treino também registrou incidentes na área dos boxes, onde George Russell precisou trocar o bico de seu carro após um toque no veículo de Arvid Lindblad durante a saída para a pista.

 

A introdução do novo regulamento em 2026 transformou as primeiras sessões do ano em um campo de experimentação para as escuderias. A Aston Martin enfrentou problemas para liberar Fernando Alonso, que completou apenas dez voltas. A Williams também limitou a rodagem de Carlos Sainz e Alexander Albon. Na Cadillac, equipe estreante na categoria, Sergio Pérez sofreu com falhas nos sensores e problemas mecânicos que o impediram de registrar tempo, provocando o acionamento do safety car virtual nos instantes finais.

 


O GP da Austrália acontece neste domingo (8), às 1h (horário de Brasília), no Circuito de Albert Park. Confira abaixo a classificação do segundo treino livre: 

 

Gabriel Bortoleto mobiliza fãs na Austrália antes do início da temporada 2026 da F1
Foto: Rodrigo França

Os treinos livres para o GP da Austrália, etapa de abertura da temporada 2026 da Fórmula 1, serão disputados nesta sexta-feira (6) no circuito de Albert Park, em Melbourne. Antes mesmo de ir à pista, porém, o brasileiro Gabriel Bortoleto foi destaque fora do autódromo ao atrair grande público em um evento promocional com patrocinadores. A informação foi veiculada inicialmente pelo site ge.globo.

 

O piloto da Audi participou de uma ação em um centro comercial da cidade e foi cercado por centenas de fãs em busca de fotos e autógrafos. A maioria dos presentes era de australianos, mas o evento também contou com forte presença da comunidade brasileira residente no país.

 

Durante o encontro, Bortoleto falou sobre o momento da carreira e o início de sua trajetória com a nova equipe.

 

“Estou muito feliz de ver o carinho de todos vocês. Vou começar meu segundo ano na F1, iniciando a jornada com a Audi, e temos tudo para conquistar muitas coisas no futuro”, afirmou.

 

O piloto evitou projeções sobre resultados imediatos, mas destacou o significado de integrar um projeto que está começando na categoria.

 

“Estamos em um time que está iniciando sua trajetória, mas uma marca como a Audi tem muita história e tenho honra de fazer parte dela. Ainda é cedo para dizer que vamos ter um carro para brigar pela vitória, mas vamos lutar para ser competitivos o mais breve possível”, declarou.

 

Entre o público, brasileiros chamaram a atenção do piloto com bandeiras do país, camisas de clubes como o São Paulo e gritos de “sou de Osasco”, em referência à cidade onde Bortoleto viveu nos primeiros anos de vida.

FIA monitora conflito no Oriente Médio e avalia impacto nos calendários da F1 e WEC
Foto: Reprodução / X | Divulgação / F1

A Federação Internacional do Automobilismo (FIA) emitiu um comunicado oficial nesta segunda-feira (2) sobre a escalada de tensões no Oriente Médio. A entidade acompanha os efeitos dos ataques realizados pelos Estados Unidos e Israel contra o Irã, iniciados no último sábado, que somam 555 mortes no terceiro dia de confrontos.

 

O cenário de instabilidade ocorre na semana de abertura da temporada 2026 da Fórmula 1, marcada para o dia 8 de março, e afeta o planejamento do Mundial de Endurance (WEC), previsto para começar no dia 28.

 

O presidente da FIA, Mohammed ben Sulayem, manifestou preocupação com a segurança de profissionais e civis na região. Leia a nota abaixo na íntegra:

 

"Como presidente da FIA, meus pensamentos estão com todos os afetados pelos recentes acontecimentos no Oriente Médio. Estamos profundamente entristecidos com a perda de vidas e nos solidarizamos com as famílias e comunidades impactadas. Neste momento de incerteza, esperamos por calma, segurança e um rápido retorno à estabilidade. O diálogo e a proteção dos civis devem permanecer como prioridades. Estamos em contato próximo com nossos Clubes-membros, promotores dos campeonatos, equipes e colegas no local enquanto monitoramos os desdobramentos com cuidado e responsabilidade. A segurança e o bem-estar guiarão nossas decisões enquanto avaliamos os próximos eventos programados na região para o Campeonato Mundial de Endurance da FIA e o Campeonato Mundial de Fórmula 1 da FIA. Nossa organização é construída sobre unidade e propósito compartilhado. Essa unidade importa agora mais do que nunca."

 

A crise atingiu os centros de conexão aérea no Catar e nos Emirados Árabes Unidos, utilizados como rota para a Oceania e Ásia. Relatos apontam que mil profissionais da Fórmula 1 enfrentam dificuldades de deslocamento após retaliações iranianas em Doha, Dubai e Abu Dhabi. O aeroporto de Abu Dhabi registrou uma morte e sete feridos após um ataque de drones, enquanto um míssil atingiu uma base da Marinha dos Estados Unidos situada a 30 quilômetros do Circuito de Sakhir, no Bahrein. O episódio provocou o cancelamento de testes de pneus que seriam realizados pelas equipes McLaren e Mercedes.

 

Apesar da proximidade das provas no Bahrein e na Arábia Saudita, agendadas para os dias 12 e 19 de abril, a organização da Fórmula 1 mantém as etapas no calendário. De acordo com informações do jornal inglês The Guardian, a logística para o Grande Prêmio da Austrália foi preservada porque os 22 carros e os equipamentos das equipes foram enviados para Melbourne logo após o encerramento da pré-temporada, em fevereiro. O material já se encontra no Circuito Albert Park para a corrida de abertura deste fim de semana.

 

Os organizadores da etapa australiana confirmaram a realização do evento, mas a categoria trabalha com estratégias de reserva caso a segurança no Golfo Pérsico piore nas próximas semanas. A imprensa britânica indica que a Fórmula 1 possui planos de contingência para alterar rotas ou datas se houver necessidade de proteger o pessoal envolvido nas operações. O monitoramento da FIA e das autoridades locais continuará de forma ininterrupta até a normalização das condições de voo e trânsito na região.

 

Após a prova na Austrália, o mundial segue para o Bahrein em 12 de abril e para a Arábia Saudita no dia 19. A FIA ressalta que a prioridade das decisões será o bem-estar dos integrantes do campeonato, enquanto as equipes aguardam definições sobre as escalas de voo para os próximos destinos do calendário de 2026.

Unindo paixões, Italo Ferreira apresenta prancha inspirada em carro da F1
Foto: Reprodução/@italoferreira

O campeão olímpico Italo Ferreira já está pronto para dar o pontapé inicial na temporada de 2026 do Circuito Mundial de Surfe. Neste domingo (1°), o potiguar apresentou suas novas pranchas para o ano, com design inspirado no universo da Fórmula 1.

 

Nas redes sociais, o surfista revelou que o modelo faz referência ao RB22, carro da Red Bull Racing em parceria com a Ford na principal categoria do automobilismo mundial.

 

“Duas das minhas principais paixões no esporte vão me acompanhar no tour esse ano. Apresento pra vocês minha nova prancha, inspirada no RB22”, escreveu Italo.

 

O atleta está em São Paulo para participar do Medina Surf Fest, desafio realizado na piscina de ondas que tem como um dos idealizadores o tricampeão mundial Gabriel Medina. O evento também contará com a presença do campeão mundial Filipe Toledo.

 

Toto Wolff ironiza suspeitas sobre motor da Mercedes e faz referência a Caso Epstein
Foto: Divulgação / Mercedes

O clima nos testes de pré-temporada da Fórmula 1, no Bahrein, subiu de temperatura nesta quinta-feira (19). O chefe da equipe Mercedes, Toto Wolff, reagiu às recentes suspeitas de irregularidades técnicas que pairam sobre os novos motores da escuderia para 2026. Em coletiva, o dirigente austríaco chegou a comparar o nível das acusações ao escândalo de Jeffrey Epstein.

 

As especulações indicam que rivais estariam questionando a legalidade da relação de compressão das unidades de potência alemãs, além de supostas pendências na homologação do combustível fornecido pela Petronas.

 

Visivelmente incomodado com o que chamou de "histórias inventadas", Wolff utilizou uma comparação para desqualificar os rumores. Sob risos da imprensa presente no circuito de Sakhir, ele sugeriu que a próxima acusação poderia ser de cunho pessoal e igualmente absurda.

 

"Amanhã talvez inventem outra coisa, não sei: apareci nos papéis de Epstein!, vai saber o quê! Outra coisa absurda!", disparou o mandatário, referindo-se ao financista americano envolvido em uma rede de tráfico sexual que atingiu figuras da elite global.

 

O centro da disputa técnica envolve o novo regulamento de motores, que agora equilibra a potência em 50% térmica e 50% elétrica. Concorrentes suspeitam que a Mercedes teria encontrado uma brecha na medição da taxa de compressão para obter vantagem de potência.

 

Wolff, no entanto, foi enfático ao negar qualquer desvio nas normas da Federação Internacional de Automobilismo (FIA).

 

"Disseram que a relação de compressão (do motor) era algo ilegal, isso são bobagens, uma absoluta barbaridade", declarou o dirigente da Mercedes-AMG Petronas.

 

Outro ponto de desgaste é o combustível. Informações de bastidores sugerem que o produto da petroleira malaia Petronas ainda não teria recebido o selo de homologação necessário para o Grande Prêmio da Austrália, em 8 de março. Wolff também rechaçou a tese. 

 

"Depois inventam uma história segundo a qual nosso combustível seria ilegal, não sei de onde isso saiu, mas começa a circular", prosseguiu.

 

A situação é acompanhada de perto por McLaren, Alpine e Williams, equipes que também utilizam os motores Mercedes nesta temporada. Qualquer sanção ou necessidade de readequação técnica teria um efeito cascata em quase um terço do grid.

 

Apesar das declarações ácidas de Wolff, o paddock aguarda os relatórios oficiais da FIA. A expectativa é que, até a abertura oficial da temporada em Melbourne, todos os componentes técnicos e químicos passem pelo rigoroso processo de certificação da entidade máxima do esporte.

Mesmo mais lentos, novos carros da F1 são “divertidos”, diz Bortoleto
Foto: Audi

Sobre as mudanças aplicadas nos carros da Fórmula 1, o piloto brasileiro Gabriel Bortoleto explicou que, apesar de estarem mais lentos do que na temporada passada, a pilotagem está divertida. A declaração foi dada neste domingo (15), em entrevista coletiva no Bahrein, no Oriente Médio, onde estão ocorrendo os testes coletivos de pré-temporada, e divulgada pelo portal Grande Prêmio.

 

“É simplesmente diferente, é menos rápido que no ano passado, com certeza. Todo mundo sempre pensa que, por ter carros mais rápidos, é sempre mais divertido. Mas às vezes também é divertido ter um carro com menos aderência, você brinca mais com ele”, disse Bortoleto.

 

CONFIRA AS MUDANÇAS
Os carros da Fórmula 1 para o regulamento de 2026 passarão por mudanças drásticas, tornando-se menores e 30 kg mais leves, com dimensões reduzidas (entre-eixos de 3,40m e largura de 1,90m) e foco em aerodinâmica ativa (Active Aero) nas asas dianteira e traseira para maior eficiência.

 

Os motores terão potência elétrica quase 50% maior e utilizarão combustíveis 100% sustentáveis. As unidades de potência também apresentarão três vezes mais energia elétrica do que as utilizadas até 2025, chegando a 350 kW em vez dos 120 kW atuais. Assim, será necessário gerenciar o uso da bateria durante as corridas.

 

OPINIÃO DO BRASILEIRO
“Ainda não tenho uma opinião clara sobre o que prefiro, porque ainda é muito cedo e preciso ver como se corre, já que até agora não corremos com esses novos regulamentos. Mas é divertido”, finalizou o piloto.

 

A Fórmula 1 volta oficialmente no dia 8 de março, no Circuito de Albert Park, com o Grande Prêmio da Austrália. Em 2026, o campeonato será transmitido pelos canais do Grupo Globo.

Binotto admite desafios, mas vê Audi no caminho certo rumo à estreia na F1: "Muito para crescer"
Foto: Divulgação / Audi F1 Team

A entrada da Audi na Fórmula 1 começou com um diagnóstico claro: há muito a corrigir antes do primeiro Grande Prêmio da história da equipe, em março de 2026. Após os testes iniciais realizados em Barcelona, o comando do projeto reconhece que o carro ainda está distante do estágio ideal, embora enxergue o momento como parte natural da construção de uma nova estrutura dentro da categoria.

 

Responsável por liderar a operação da montadora alemã, Mattia Binotto avaliou nesta semana que os dados coletados revelaram uma quantidade atípica de pontos a serem ajustados, envolvendo desde o desenho do carro até falhas operacionais. Mesmo assim, o italiano destacou o engajamento interno e a resposta do time diante dos problemas identificados.

 

"É muito trabalho para toda a equipe, para os pilotos, engenheiros, arrumar todos os problemas: desenho, operacionais, qualquer coisa que a gente tenha visto. Então é conosco, vamos fazer tudo o que for possível. Todos os detalhes precisam ser gerenciados e arrumados, então temos uma lista muito longa. Uma lista muito, muito longa. Eu nunca vi uma lista tão longa", afirmou.

 

"Mas eu acho que isso é ótimo, porque a equipe está realmente comprometida, querendo evoluir e chegar ao Bahrein em melhor forma", completou.

 

O início das atividades em pista evidenciou os desafios de confiabilidade do projeto. No primeiro dia, Gabriel Bortoleto teve sua programação interrompida após completar apenas 27 voltas, consequência de uma falha técnica no R26.

 

No dia seguinte, foi a vez de Nico Hulkenberg assumir o comando do carro. O alemão conseguiu ampliar o número de giros, fechando 68 voltas, mas também enfrentou contratempos que limitaram o desempenho geral da equipe ao longo da sessão.

 

A melhora veio apenas na última etapa dos testes, quando a Audi conseguiu cumprir um plano mais robusto de trabalho. Na sexta-feira, Bortoleto e Hulkenberg dividiram o carro e completaram juntos 145 voltas, resultado considerado importante para a coleta de dados e para a validação de soluções implementadas ao longo da semana.

 

 

 

Apesar do histórico recente de falhas, Binotto reforçou que o desempenho está alinhado com o estágio atual do programa, especialmente por envolver um carro desenvolvido sob um novo regulamento técnico e com motor próprio, dois fatores que ampliam a margem para imprevistos.

 

"Sabemos que há muitas coisas para nós construirmos, muito para crescer. Esses três dias na pista foram muito importantes. Acho que estamos indo bem para o ponto em que estamos na nossa jornada. A confiabilidade é sempre muito crítica, mas tivemos vários problemas. Pequenos problemas, não são dramáticos, e acho que há muita coisa positiva para o futuro", avaliou.

 

A Audi fará sua estreia oficial na Fórmula 1 após a aquisição da Sauber e seguirá com o cronograma de desenvolvimento nas próximas semanas. Os próximos testes estão marcados para o Bahrein, em duas etapas: de 11 a 13 e de 18 a 20, que devem servir como termômetro mais preciso da evolução do projeto.

Hadjar sofre acidente em teste da F1 2026 em Barcelona; pilotos estreiam novos carros
Foto: Reprodução/ X

O segundo dia dos testes fechados da pré-temporada da Fórmula 1 para 2026 teve um acidente envolvendo o francês Isack Hadjar, da Red Bull, nesta terça-feira (27), no Circuito de Barcelona-Catalunha. O piloto perdeu o controle do carro em pista molhada e colidiu na curva 14, mas não se feriu. O impacto causou danos na asa traseira e na suspensão do RB22.

 

A atividade contou apenas com Red Bull e Ferrari na pista, sob chuva. Lewis Hamilton, Charles Leclerc e Max Verstappen realizaram suas primeiras voltas com os novos carros de suas equipes visando a temporada de 2026.

 

Hadjar foi o único piloto a repetir participação nos testes, após pilotar durante toda a segunda-feira. Promovido ao time principal da Red Bull, o francês havia registrado o melhor tempo não oficial do primeiro dia, com 1min18s159. No segundo dia, o acidente ocorreu na última hora da sessão, quando ele completava sua 52ª volta.

 

Em nota nas redes sociais, a Red Bull informou que o piloto deixou o carro imediatamente após a batida e não apresentou ferimentos.

 

As condições de pista também afetaram Hamilton, que escapou para a brita em sua primeira volta, mas conseguiu evitar danos relevantes ao SF-26 e seguiu com o programa de testes, totalizando 56 voltas na parte da tarde.

 

Antes da chuva, Verstappen iniciou seus trabalhos de pré-temporada e, segundo a Sky Sports, marcou o melhor tempo do dia em pista seca, com 1min19s578. Com o circuito molhado a partir da metade da sessão, o holandês completou 26 voltas.

Globo confirma retorno de Mariana Becker em nova função para cobertura da Fórmula 1 em 2026
Foto: Divulgação

A Globo definiu um dos principais nomes para liderar sua cobertura da Fórmula 1 a partir de 2026. A emissora anunciou a contratação de Mariana Becker, que retorna ao grupo após passagem pela Band e assumirá uma função inédita em sua carreira: a de comentarista com atuação direta nos autódromos.

 

Conhecida por décadas de atuação como repórter de pista, Mariana seguirá acompanhando as corridas presencialmente, mas agora integrada ao time de comentários das transmissões. O novo formato faz parte da estratégia editorial da Globo para marcar o retorno da categoria à programação regular da emissora.

 

Segundo informações divulgadas pela empresa, a jornalista estará presente em todas as 15 etapas que terão exibição na TV Globo, além de participar de outras seis corridas transmitidas exclusivamente pelo sportv. A opção por mantê-la viajando com o circo da Fórmula 1 foi considerada essencial para preservar o acesso direto às informações e aos bastidores do campeonato.

 

Ao falar sobre a mudança de função, Mariana destacou que a experiência representa um desafio inédito ao longo de mais de duas décadas de cobertura da categoria.

 

"Essa função vai ser nova para quem está vendo mas, principalmente, nova para mim. É algo que eu nunca fiz, mas que vai ser um tipo de comentarista diferente, porque eu fiz questão de estar in loco, perto da notícia, dos pilotos, de onde as coisas acontecem, para que o meu olhar continue sendo aquele com a notícia muito pura", afirmou.

 

Mariana Becker iniciou sua trajetória no Grupo Globo em 1995 e construiu ali a maior parte da carreira, permanecendo por cerca de 25 anos na emissora. Sobre o retorno, a jornalista ressaltou o simbolismo do reencontro com o local onde deu os primeiros passos no jornalismo televisivo.

 

"Estou de volta para casa onde eu aprendi a fazer jornalismo de televisão, onde eu comecei a minha carreira, então vai ser interessante rever velhos amigos e conhecer como tudo está sendo feito agora", declarou.

 

A equipe escalada para as transmissões da Fórmula 1 em 2026 terá, na TV aberta, Everaldo Marques na narração e Luciano Burti nos comentários, com Mariana Becker atuando nos boxes e paddocks. No sportv, o comando será de Bruno Fonseca, acompanhado por Felipe Giaffone, Christian Fittipaldi e Rafael Lopes. A cobertura nos autódromos contará ainda com os repórteres Julia Guimarães, Guilherme Pereira e Marcelo Courrege.

 

A temporada de transmissões começa com os testes de pré-temporada no Bahrein, programados para 11 de fevereiro de 2026. Já a primeira corrida do campeonato acontece no dia 8 de março, com o Grande Prêmio da Austrália, que terá exibição simultânea na TV Globo e no sportv. 

Ex-piloto de Fórmula 1, Antônio Pizzonia revela que agressão foi para defender o filho
Foto: Reprodução

O ex-piloto de Fórmula 1, Antônio Pizzonia, se envolveu em uma briga durante um evento de kart no último sábado (10), no Texas, nos Estados Unidos. Após a ocasião, o brasileiro afirmou que a ação foi em defesa do seu filho através das redes sociais.

 

Foto: Reprodução / Instagram
 

"Entendi naquele momento que meu filho, uma criança, estava sendo coagido por outro adulto e instintivamente o defendi", completou. O ex-profissional foi detido e fichado pela polícia do Texas e, horas depois, foi liberado. 

 

Durante sua carreira, Pizzonia disputou 20 Grandes Prêmios na Fórmula 1. Além disso, durante os anos de 2003 e 2005, representou as escuderias da Willians e Jaguar.
 

Cinco anos após acidente no GP do Bahrein, Grosjean reencontra capacete da Fórmula 1
Foto: Reprodução / Instagram / @grosjeanromain

Cinco anos depois do acidente que marcou sua despedida da Fórmula 1, Romain Grosjean voltou a ter contato com o capacete utilizado no Grande Prêmio do Bahrein de 2020. O reencontro foi compartilhado pelo piloto franco-suíço nas redes sociais e serviu como momento de reflexão sobre o episódio e os avanços na segurança da categoria.

 

O acidente aconteceu ainda na primeira volta da corrida, disputada no circuito de Sakhir. Após um toque com o russo Daniil Kvyat, Grosjean perdeu o controle do carro da Haas, atingiu as barreiras a alta velocidade, teve o chassi dividido em duas partes e ficou envolto em chamas. O impacto foi estimado em cerca de 67G. Relembre: 

 

 

Preso aos destroços por aproximadamente 28 segundos, o piloto conseguiu sair do carro pelos próprios meios, em uma das cenas mais impressionantes da história recente da Fórmula 1. Grosjean sofreu queimaduras nas mãos e nos tornozelos, que exigiram intervenção cirúrgica, mas não teve sequelas graves.

 

Além do capacete, Grosjean destacou a importância do Halo, sistema de proteção introduzido na Fórmula 1 em 2018. O dispositivo foi considerado determinante para preservar a integridade física do piloto ao proteger a cabeça em impactos frontais e laterais.

 

"Cinco anos depois de 29 de novembro de 2020, reencontrei meu capacete de corrida", escreveu Grosjean. Segundo o ex-piloto, o momento também teve caráter educativo, especialmente para os filhos, interessados em compreender como os equipamentos de segurança atuaram durante o incêndio.

 

Grosjean agradeceu publicamente às fabricantes Bell Racing e Alpinestars, responsáveis pelos equipamentos utilizados no dia do acidente. "Isso me lembra o quanto devemos aproveitar cada dia da nossa vida", afirmou.

 

 

Após deixar a Fórmula 1 ao fim da temporada de 2020, Grosjean se recuperou totalmente e iniciou uma nova fase da carreira na IndyCar Series, a partir de 2021. Em setembro de 2025, ele voltou a pilotar um carro de Fórmula 1 durante testes promovidos pela Haas no circuito de Mugello, na Itália, em uma participação simbólica desde o grave acidente.

 

Ex-piloto brasileiro da Fórmula 1 é preso nos Estados Unidos
Foto: Reprodução

O ex-piloto brasileiro de Fórmula 1 Antônio Pizzonia, de 45 anos, foi preso no sábado (10) no Condado de Montgomery, no Texas, nos Estados Unidos. Conforme registros das autoridades locais, a detenção ocorreu sob acusação de agressão com lesão corporal.

 

Segundo o site TMZ Sports, Pizzonia foi conduzido à delegacia e fichado após um incidente registrado no Speedsportz Racing Park, local que sediava uma etapa do Superkarts USA Winter Series, campeonato de kart do qual o filho do ex-piloto participava. Até o momento, não foram divulgados detalhes sobre as circunstâncias do caso.

 

A legislação do Texas classifica a agressão que resulta em lesão corporal como crime de Classe A, de acordo com o Artigo 22.01(a) do código penal, quando o acusado “intencionalmente, conscientemente ou por negligência causa lesão corporal a outra pessoa, incluindo o cônjuge da pessoa”.

 

Para esse tipo de infração, a pena pode chegar a um ano de prisão. Também está prevista a aplicação de multa de até US$4 mil (cerca de R$21,5 mil, pela cotação atual), ou a combinação de multa e detenção.

 

Natural de Manaus, Antônio Pizzonia iniciou sua trajetória na Fórmula 1 como piloto de testes da Williams em 2003. No mesmo ano, foi contratado pela Jaguar, equipe pela qual competiu até 2004. Posteriormente, retornou à Williams e disputou quatro provas, substituindo Ralf Schumacher. Sua última participação na categoria ocorreu no Grande Prêmio da China de 2005.

 

Ao longo da carreira na Fórmula 1, Pizzonia disputou 20 corridas. Fora da categoria, conquistou títulos importantes, como a Fórmula Vauxhall, a Fórmula Renault e a Fórmula 3 Inglesa. Entre 2007 e 2010, também competiu na Stock Car brasileira.

Verstappen revela incômodo com temporada de Hamilton na Ferrari: "Não é algo bom de ver"
Foto: Divulgação / Fórmula 1

Max Verstappen afirmou que acompanhou com incômodo o desempenho de Lewis Hamilton em sua primeira temporada pela Ferrari. Apesar da rivalidade esportiva entre os dois, o piloto da Red Bull disse não ter gostado de ver o heptacampeão enfrentar dificuldades ao longo do campeonato de 2025.

 

Hamilton encerrou a temporada na sexta colocação do Mundial de Pilotos e não subiu ao pódio em nenhuma das provas. Foi a primeira vez que o britânico terminou um campeonato completo da Fórmula 1 sem figurar entre os três primeiros colocados em uma corrida. A única vitória no ano ocorreu na sprint do Grande Prêmio da China, resultado que não entra nas estatísticas oficiais da categoria.

 

Em entrevista ao canal Viaplay, concedida nesta semana, Verstappen comentou que a fase de Hamilton foi perceptível durante as corridas.

 

"Não foi uma boa temporada para ele. Dá para notar isso em vários detalhes, inclusive nas conversas pelo rádio. Para mim, sinceramente, também não é algo bom de ver", afirmou.

 

Durante o ano, surgiram especulações sobre uma possível aposentadoria de Hamilton, que foram rebatidas pelo próprio piloto da Ferrari. Verstappen disse não acreditar que o britânico pense em deixar a Fórmula 1 no momento.

 

"Não sei se ele vai se aposentar, mas não acho que vá desistir. Ele certamente vai continuar", declarou.

 

Aos 40 anos, Hamilton é o segundo piloto mais velho do grid atual, atrás apenas de Fernando Alonso, que tem 44. Verstappen avaliou que o desgaste físico tende a pesar mais com o avanço da idade, especialmente diante das exigências dos carros atuais.

 

"O desconforto físico aumenta. Esses carros não são fáceis de pilotar e, quando você fica mais velho, o corpo sente mais. Ombros, costas e pescoço exigem mais cuidado e preparação", explicou.

 

O tetracampeão também apontou que a competitividade do equipamento influencia diretamente a motivação de pilotos experientes. Como exemplo, citou Alonso, que passou a disputar posições intermediárias após a queda de rendimento da Aston Martin.

 

"Quando você já ganhou títulos e começa a lutar apenas pelo décimo lugar, isso muda a forma como você encara a situação. Se o carro permite brigar na frente, como aconteceu em alguns momentos com o Fernando, a motivação aparece de novo", concluiu.

 

Verstappen tem contrato com a Red Bull até 2028, mas já declarou em outras ocasiões que não sabe se pretende permanecer na Fórmula 1 por tanto tempo quanto alguns dos pilotos mais experientes do grid.

Novo Pacto da Concórdia amplia poder de FIA e FOM nas decisões da Fórmula 1
Foto: Divulgaçao

O novo Pacto da Concórdia, válido a partir de 2026, trará mudanças significativas na dinâmica de poder dentro da Fórmula 1. Uma das principais alterações reveladas é o peso maior que a FIA e a Formula One Management (FOM) passarão a ter nas votações das comissões da categoria.

 

Com o novo modelo, o número mínimo de equipes necessário para formar maioria foi reduzido: antes, eram exigidos seis votos favoráveis entre os 11 times do grid; a partir do próximo acordo, apenas quatro equipes já serão suficientes para validar decisões. Na prática, a mudança fortalece a influência institucional da FIA e da FOM nos rumos da categoria.

 

Presidente e CEO da Fórmula 1, Stefano Domenicali destacou que o acordo foi pensado para sustentar o crescimento global da categoria nos próximos anos.

 

"Este acordo garante que a Fórmula 1 esteja na melhor posição possível para continuar crescendo em todo o mundo. Agradeço ao presidente da FIA, Mohammed Ben Sulayem, e a todas as equipes pela colaboração e comprometimento em buscar o melhor para o esporte", afirmou Domenicali.

 

O dirigente também ressaltou que, apesar dos avanços já consolidados, a categoria segue atenta às oportunidades futuras.

 

"Temos muito do que nos orgulhar, mas seguimos focados no potencial empolgante que a Fórmula 1 ainda pode alcançar", completou.


O Pacto da Concórdia existe desde 1981 e surgiu a partir do embate político entre a então Federação Internacional de Esporte a Motor (FISA), hoje FIA, e a Associação dos Construtores de Fórmula Um (FOCA). À época, as negociações foram conduzidas por Jean-Marie Balestre e Bernie Ecclestone, figuras centrais na consolidação comercial da categoria.

 

Desde então, oito versões do acordo já foram firmadas, sempre com o objetivo de definir a estrutura administrativa, esportiva e financeira da Fórmula 1.

 

O nome “Pacto da Concórdia” faz referência à sede da FIA, localizada na Place de la Concorde, em Paris, onde as negociações que deram origem ao primeiro acordo foram conduzidas.

Ferrari mira brasileiro Rafael Câmara para treinos livres na Fórmula 1 de 2026
Foto: Reprodução / Instagram / @rafaccamara88

Gabriel Bortoleto está mais que confirmado como titular da Audi em 2026, mas outro nome brasileiro já começa a ganhar espaço no paddock da Fórmula 1. O chefe da Ferrari, Frédéric Vasseur, revelou ao portal Autoracer.1, na última segunda-feira (1°), que o pernambucano Rafael Câmara deve participar de alguns treinos livres da equipe na próxima temporada e ainda terá acesso a sessões de testes com modelos antigos da escuderia.

 

"Já temos Rafael Câmara, que venceu a Fórmula 3 e estará na Fórmula 2 no ano que vem. Ele provavelmente fará alguns treinos livres conosco e, com certeza, alguns testes com carros antigos", afirmou Vasseur, ao comentar o interesse da Ferrari em jovens talentos.

 

A declaração surgiu quando o dirigente foi questionado sobre a possibilidade de contratar Leonardo Fornaroli, campeão da Fórmula 2 em 2025. Embora tenha admitido que o italiano está no radar, Vasseur destacou que a Academia da Ferrari já conta com nomes de peso, como Oliver Bearman, titular da Haas em 2025, e que não faria sentido 'encher o programa de desenvolvimento com tantos jovens ao mesmo tempo'.

 

Aos 20 anos, Câmara vive uma ascensão meteórica em sua curta carreira. Nascido em Boa Viagem, bairro do Recife, o piloto foi campeão da Fórmula 3 em 2025 pela Trident, em uma temporada com cinco pole positions (recorde da categoria), quatro vitórias e um título garantido com uma etapa de antecedência, após vencer em Hungaroring. Ele correrá pela Invicta na F2 em 2026 — a mesma equipe que revelou os últimos dois campeões consecutivos: Bortoleto (2024) e Fornaroli (2025).

 

A F1 vem ampliando as oportunidades para jovens pilotos. Desde 2025, as equipes são obrigadas a colocar calouros em duas sessões de treinos livres por carro, dobrando a exigência anterior. Isso abre espaço para nomes como Câmara ganharem rodagem em um ambiente de altíssimo nível.

 

Se confirmado, o brasileiro será o mais novo representante do país a guiar uma Ferrari em um fim de semana de GP — algo que não acontece desde Felipe Massa.

Norris leva vantagem para Abu Dhabi, e decisão do título da F1 2025 fica para a última corrida; Verstappen e Piastri seguem vivos
Fotos: Reprodução/Instagram

A batalha pelo título da Fórmula 1 2025 vai mesmo até a última volta da temporada. A vitória de Max Verstappen no GP do Catar, no último domingo (30), adiou a definição do campeão para Abu Dhabi — mas não mudou o cenário de favoritismo de Lando Norris, que segue líder com vantagem matemática.

 

Com o triunfo, o tetracampeão reduziu a diferença para 12 pontos e reassumiu a vice-liderança do campeonato. Em jogo estarão 25 pontos no GP de Abu Dhabi, que terá um formato tradicional, sem corrida sprint. Em um circuito historicamente complicado para ultrapassagens, a classificação ganhará peso direto na disputa pelo título.

 

Apesar da aproximação de Verstappen, Norris segue com maior probabilidade de erguer o troféu. Ele garante o campeonato diante de qualquer combinação de resultados nas seguintes situações:

  • Se vencer: conquista o título independentemente da posição de Verstappen, abrindo pelo menos 19 pontos.
  • Se terminar em segundo ou terceiro: ainda assim assegura o campeonato, mesmo que Verstappen vença, já que o holandês só recuperaria no máximo 10 pontos.

 

A pressão aumenta se Norris ficar fora do pódio:

  • Se for quarto ou pior e Verstappen vencer, o holandês vira o jogo e se torna campeão com pelo menos um ponto de vantagem.
  • Se Norris não pontuar, Verstappen ainda precisará chegar no mínimo em quarto para conquistar o título.

 

Na prática, um pódio garante a Norris o título mundial.

 

Oscar Piastri segue matematicamente na disputa, mas suas chances são remotas. Depois do segundo lugar no Catar, o australiano soma 392 pontos contra 408 de Norris. Para ser campeão, Piastri depende de uma combinação improvável:

  • Se vencer, Norris precisa terminar abaixo do sexto lugar e Verstappen abaixo do quarto.
  • Se for segundo, Norris deve terminar fora do top 10 e Verstappen abaixo do quarto.
  • Se for terceiro, não alcança mais Norris e fica fora da briga.
Amigo de Schumacher descarta reaparição do ex-piloto e defende silêncio da família: "Não acho que veremos novamente"
Foto: Divulgação/Ferrari

A possibilidade de o público voltar a ver Michael Schumacher permanece cada vez mais remota — ao menos na avaliação de Richard Hopkins, ex-chefe de operações da Red Bull e amigo antigo do heptacampeão. Em entrevista ao SPORTbible, concedida nesta semana, ele afirmou não acreditar que o alemão voltará a aparecer publicamente e reforçou que o sigilo absoluto mantido pela família não deve mudar.

 

Hopkins, que conviveu com Schumacher no início dos anos 1990, quando era mecânico da McLaren, admitiu desconforto em comentar qualquer aspecto relacionado ao estado de saúde do ex-piloto. Para ele, o silêncio é justificável e deve ser respeitado.


"Não acho que veremos Michael novamente. Sinto-me desconfortável em falar sobre o estado de saúde dele devido ao sigilo que a família, por razões justificadas, deseja manter", afirmou.

 

O ex-membro da Red Bull também destacou que não faz parte do círculo íntimo que visita Schumacher regularmente — grupo reduzido que inclui figuras como Jean Todt, Ross Brawn e Gerhard Berger. Ainda assim, ele garante que mesmo entre amigos há uma espécie de pacto tácito pela proteção do alemão.


"Mesmo que você oferecesse muito vinho a Ross Brawn, não acho que ele se abriria. Há um respeito mútuo entre quem visita Michael e quem não compartilha nada", observou.

 

Para Hopkins, esse comprometimento coletivo nunca foi imposto pela família, mas nasceu do entendimento entre aqueles que conviveram com o ex-piloto e reconhecem a necessidade de preservar a intimidade dele. Segundo ele, quebrar esse silêncio significaria trair a confiança de quem sempre esteve ao lado de Schumacher.


"Mesmo que eu soubesse alguma coisa, a família ficaria desapontada se eu contasse", completou.

 

Desde o acidente de esqui em 2013, que deixou sequelas mantidas sob rígido sigilo, Schumacher não foi mais visto em público. A família opta por proteção máxima e evita qualquer divulgação de informações, postura que Hopkins acredita ser definitiva. Para ele, a reclusão não é apenas uma decisão, mas um compromisso duradouro — tanto dos familiares quanto dos poucos amigos que ainda o visitam.

Ação de Felipe Massa na Justiça Britânica avança, e caso sobre título da F1 2008 irá a julgamento
Foto: Divulgação

A disputa judicial de Felipe Massa pelo título mundial de Fórmula 1 de 2008 ganhou um capítulo decisivo. A Corte Inglesa decidiu, nesta quinta-feira (20), dar seguimento ao processo movido pelo ex-piloto contra a Formula One Management (FOM), Bernie Ecclestone e a Federação Internacional de Automobilismo (FIA), rejeitando as tentativas dos réus de barrar a ação ainda em sua fase inicial.
 

Segundo os advogados de Massa, as partes acusadas tentaram, por diferentes meios, extinguir o processo antes da análise de mérito. A decisão do juiz Robert Jay, porém, reconheceu que a tese de conspiração apresentada pela defesa tem 'fundamento plausível' e 'perspectiva real de sucesso'. Assim, o caso seguirá para julgamento completo.
 

No processo, Massa afirma que FOM, FIA e Ecclestone agiram de maneira coordenada para ocultar o caráter deliberado do acidente provocado por Nelson Piquet Jr. no GP de Singapura de 2008 — episódio que ficou conhecido como 'Singapuragate'. Para o brasileiro, uma apuração adequada à época teria levado à anulação da corrida, o que o colocaria matematicamente como campeão mundial daquele ano.
 

"Este é um dia extraordinário, muito importante para mim, para a justiça e para todos os apaixonados pela Fórmula 1", declarou Massa.


O ex-piloto celebrou o entendimento da Corte, dizendo que a decisão 'impede que os réus abafem a verdade sobre 2008' e reforçou que seguirá firme na busca por reparação histórica. "A verdade prevalecerá no julgamento. Vamos até o fim. Cada documento, cada comunicação, cada evidência será apresentada. Quando tudo vier à tona, a justiça será feita — por mim, pelos brasileiros, pelos tifosi e pelo futuro da Fórmula 1."

O QUE FOI O SINGAPURAGATE?
A polêmica envolve o acidente proposital de Nelsinho Piquet no GP de Singapura de 2008, planejado para favorecer o companheiro de equipe Fernando Alonso. A batida acionou o safety car no momento ideal para o espanhol assumir a liderança e, posteriormente, vencer a corrida.

 

Líder naquele momento, Massa foi prejudicado por uma parada desastrosa nos boxes, quando deixou os pits com a mangueira de abastecimento presa ao carro. Ele terminou apenas em 13º, enquanto Lewis Hamilton foi o terceiro — resultado crucial na luta pelo título, decidido por apenas um ponto no GP do Brasil.

 

O escândalo só veio à tona em 2009, meses após a definição do campeonato. Caso a prova tivesse sido anulada, Massa somaria 97 pontos contra 92 de Hamilton, sendo declarado campeão mundial.

Audi apresenta o R-26, carro que será pilotado por Gabriel Bortoleto na Fórmula 1 de 2026; veja imagens
Foto: Divulgação/Audi

A Audi revelou oficialmente, na última quarta-feira (12), o R-26, carro que marcará sua estreia como equipe de fábrica na Fórmula 1 a partir da temporada de 2026. O modelo foi apresentado em evento realizado em Munique, na Alemanha, e representa o início de uma nova era para a equipe que atualmente compete como Stake F1 Team Kick Sauber. Veja as imagens abaixo: 
 


Com design idealizado nas tradicionais cores prata, preta e vermelha, o R-26 destaca a identidade visual da montadora alemã e marca sua entrada definitiva na categoria. A partir de 2026, a Sauber será rebatizada como Audi F1 Team, consolidando a aquisição total da escuderia pela marca, anunciada ainda em 2022.

 

Até o fim de 2025, a equipe seguirá utilizando motores Ferrari, mas passará a contar com unidades de potência próprias da Audi no novo regulamento técnico da F1. O investimento visa transformar a equipe em uma força competitiva a médio prazo, com estrutura renovada e suporte integral da fábrica.
 

Durante a cerimônia, o brasileiro Gabriel Bortoleto, um dos pilotos confirmados para o projeto, celebrou o momento histórico.
 

"Ser parte da Audi é como um sonho se tornando realidade. Estou vivendo meu sonho de correr na Fórmula 1 e com uma equipe que está sendo construída do zero. Temos a chance de fazer história juntos", afirmou o piloto.
 

Bortoleto formará dupla com o alemão Nico Hülkenberg, enquanto o projeto técnico será liderado por Mattia Binotto, ex-Ferrari.
 

A estreia oficial da Audi F1 Team está marcada para o dia 8 de março de 2026, no Grande Prêmio da Austrália, em Melbourne.

Pilotos vestem roupas com menções ao Brasil no GP de São Paulo
Foto: Manu Scarpa / Brazil News / Matheus Gavazzi / Band

Na chegada de Lewis Hamilton ao último dia de GP de São Paulo, as vestimentas do inglês chamaram atenção. O piloto homenageou o Brasil em uma jaqueta com a bandeira do país desenhada nas costas. Além dele, o calouro Oliver Bearman, da Haas, também chegou a usar a camisa da Seleção Brasileira. 

 

Hamilton se tornou cidadão honorário brasileiro e tem apostado em roupas que fazem menção ao país. Em 2023, o piloto utilizou um conjunto da Seleção Canarinha da Copa do Mundo de 1994. 

 

Já Oliver, durante sua segunda visita ao Brasil utilizou a camisa Amarelinha com o número 7 e o nome de Adriano, ex-atacante do Flamengo, Inter de Milão e da Seleção. No último sábado (8), o piloto conquistou o oitavo lugar no grid inicial. Lewis Hamilton ficou com o 13º lugar. 

 

A largada do GP de São Paulo vai acontecer neste domingo (9), a partir das 14h, no Autódromo de Interlagos.
 

VÍDEO: Bortoleto bate forte e destrói carro na sprint do GP do Brasil de Fórmula 1
Foto: Reprodução/Instagram/@gabrielbortoleto_

Gabriel Bortoleto bateu forte no muro na última volta da corrida sprint do Grande Prêmio de São Paulo de Fórmula 1, neste sábado, 8, e não conseguiu completar a prova. O piloto da Sauber perdeu o controle do carro enquanto tentava ultrapassar Alexander Albon, da Williams. No momento do acidente, o brasileiro ocupava a décima posição.

 

 

A vitória ficou com Lando Norris, da McLaren, que liderou de ponta a ponta. Kimi Antonelli e George Russell, ambos da Mercedes, completaram o pódio. 

 

Já Oscar Piastri, também da McLaren e concorrente direto na briga pelo título, abandonou a prova após uma batida na oitava das 24 voltas. Max Verstappen, da Red Bull, terminou em quarto lugar e segue na disputa pelo campeonato.

Norris domina GP do México e retoma a liderança da Fórmula 1
Foto: Reprodução/Instagram/f1

Lando Norris venceu com autoridade o GP do México no último domingo e reassumiu a liderança do Mundial de Fórmula 1. No Circuito Hermanos Rodríguez, o britânico da McLaren dominou de ponta a ponta, em uma prova marcada por confusões na largada, punições e disputas intensas nas posições intermediárias.

 

Lewis Hamilton foi punido ainda no início da corrida, após toque com Charles Leclerc e nova manobra polêmica do monegasco fora da pista. O incidente gerou queixas do heptacampeão e agitou os primeiros giros, que também tiveram Lance Stroll rodando e carros escapando no fundo do grid.

 

Max Verstappen protagonizou uma das grandes recuperações da etapa. Depois da punição a Hamilton, o holandês escalou o pelotão, descontou mais de 12 segundos em relação a Leclerc e terminou em terceiro, após intensa briga com o piloto da Ferrari pelo segundo lugar.

 

Entre os destaques, Oliver Bearman conquistou o melhor resultado da carreira ao cruzar em quarto com a Haas, enquanto George Russell perdeu terreno nas voltas iniciais. O brasileiro Gabriel Bortoleto completou a prova em décimo e voltou a pontuar.

 

Na liderança, Norris manteve ritmo constante e se beneficiou de mais um dia complicado para o companheiro Oscar Piastri, que largou em sétimo e não conseguiu avançar diante das duas Mercedes. Com o resultado, Lando encerrou a sequência de 16 corridas como vice e retomou a ponta do campeonato.

Andretti mira sonha com Leclerc na Cadillac e critica momento da Ferrari: "Contrataria de imediato"
Foto: Divulgação | Reprodução/Instagram/@charles_leclerc

O nome de Charles Leclerc começa a circular fora dos muros de Maranello nos bastidores da Fórmula 1. O desempenho aquém da expectativas da Ferrari em 2025 tem alimentado especulações sobre o futuro do piloto. Quem se mostrou atento à situação foi Mario Andretti, campeão mundial de 1978 e atual diretor da Cadillac, equipe que estreia na Fórmula 1 em 2026.
 

Em entrevista ao jornal italiano Corriere della Sera, o ex-piloto não poupou elogios ao monegasca e foi direto ao ponto: "Eu torço muito pelo Leclerc. Se um dia ele realmente quisesse mudar de equipe, eu o contrataria imediatamente para a Cadillac."
 

A fala de Andretti reflete a tentativa da nova escuderia americana de se posicionar como alternativa atraente num grid cada vez mais competitivo.
 

Enquanto isso, a Ferrari segue em crise de resultados. O time não vence desde outubro de 2024, quando Carlos Sainz levou a equipe ao topo do pódio. Desde então, a chegada de Lewis Hamilton ainda não mudou o cenário: o britânico já acumula 19 corridas sem terminar entre os três primeiros — marca que iguala um antigo recorde negativo de Didier Pironi.
 

De acordo com o Corriere della Sera, Hamilton tem tentado participar mais das decisões internas e enviou relatórios à direção apontando falhas operacionais e de comunicação dentro da equipe.
 

Leclerc, por outro lado, tenta preservar o otimismo, mas não esconde o desconforto com o desempenho do carro. O monegasco soma cinco pódios na temporada, mas nenhum triunfo desde o GP dos Estados Unidos do ano passado.
 

"É difícil. Não estamos fortes e enfrentamos muitos problemas com o carro. Gostaria de dizer que estou otimista, mas não vejo nada que prove que daremos um passo à frente", lamentou o piloto após o GP de Singapura, em que terminou em sexto.
 

O próximo compromisso de LecLerc pela Fórmula 1 será neste domingo (19), pelo GP dos Estados Unidos. A corrida tem horário marcado para às 16h (de Brasília), no Circuito das Américas.

Piloto australiano próximo do filho de Schumacher é acusado de abuso contra enfermeira na casa da família
Foto: Divulgação

Um piloto australiano, amigo próximo de Mick Schumacher, foi acusado de estuprar uma enfermeira que fazia parte da equipe médica responsável pelos cuidados de Michael Schumacher, em Gland, na Suíça. O caso, mantido em sigilo desde 2019, veio à tona nesta quarta-feira (15) e está sob investigação do Ministério Público local, segundo o jornal 24heures.
 

De acordo com a denúncia, o crime teria ocorrido dentro da residência da família Schumacher — onde o heptacampeão mundial de Fórmula 1 vive desde o grave acidente de esqui sofrido em 2013. A vítima, uma enfermeira de cerca de 30 anos, integrava a equipe que presta atendimento contínuo ao ex-piloto.}
 

O acusado, que tem cerca de 40 anos, era presença frequente na casa por causa da amizade com Mick Schumacher. Enquanto disputava competições na Europa, o australiano costumava se hospedar na residência para evitar longas viagens à Oceania. Ele chegou a ser suspenso das pistas por doping e, na época, ainda tentava consolidar a carreira no automobilismo.
 

Segundo a promotoria, na noite de 23 de novembro de 2019, após um encontro entre funcionários e o piloto em uma sala de bilhar da casa, a enfermeira passou mal depois de consumir bebidas alcoólicas. Ela foi levada a um quarto de repouso, mas teria sido abusada sexualmente pelo piloto enquanto estava inconsciente.
 

A mulher só decidiu registrar a denúncia dois anos depois, em janeiro de 2022, após ter sido desligada pela família Schumacher. Mensagens trocadas entre a vítima e o acusado constam no processo, no qual ele nega o crime e afirma que a relação foi consensual.
 

O julgamento estava previsto para esta quarta-feira, às 9h (horário local), mas pode ser adiado. Nenhum membro da família Schumacher presenciou os fatos ou foi implicado na investigação.

F1 2026: chefes de equipe projetam mudanças positivas e mais ultrapassagens com novo regulamento
Foto: Reprodução/Instagram/@f1

A temporada de 2026 da Fórmula 1 promete uma transformação significativa, especialmente no funcionamento das unidades de potência híbridas. A partir do novo regulamento técnico, a parte elétrica dos motores ganhará protagonismo, tornando a gestão da bateria um dos fatores mais decisivos em classificações e corridas. Embora o cenário ainda seja incerto, há otimismo entre dirigentes e engenheiros quanto ao impacto das mudanças.

 

O chefe da Aston Martin, Andy Cowell, acredita que o novo conjunto de regras pode tornar as provas mais dinâmicas e imprevisíveis, com oportunidades de ultrapassagem surgindo em pontos diferentes das pistas.

 

"Acho que será interessante ver como serão as ultrapassagens no próximo ano com o novo regulamento. Podemos muito bem ver mais disputas — e talvez algumas surpresas", afirmou.
 

Apesar das dúvidas iniciais de pilotos como Max Verstappen e Charles Leclerc, o chefe da Williams, James Vowles, destacou que o ambiente dentro do paddock é cada vez mais favorável. Segundo ele, os testes realizados indicam que o comportamento dos carros será diferente, mas estimulante.

 

"No começo, os pilotos acharam o sistema estranho, mas depois começaram a entender as vantagens. O desafio é aprender a usar a energia de forma eficiente — e isso muda praticamente toda semana", explicou.
 

Vowles também prevê que o trabalho dos pilotos se tornará mais técnico e exigente dentro do cockpit, especialmente na administração da energia durante a corrida.
 

"Com as regras de 2026, os pilotos terão mais trabalho para controlar o carro. Isso pode destacar aqueles com maior sensibilidade e capacidade de leitura da prova. Será possível carregar a bateria quase toda numa frenagem e esgotá-la numa reta — algo totalmente novo", completou o dirigente.
 

Já Steve Nielsen, diretor da Alpine, ponderou que os carros devem ser mais lentos nas curvas e nas retas, mas acredita que isso não prejudicará o espetáculo.
 

"Os tempos de volta vão aumentar, mas isso não significa corridas piores. Precisamos ver como as ultrapassagens vão se comportar", disse.
 

A Fórmula 1 retorna entre 17 e 19 de outubro com o GP dos Estados Unidos, no Circuito das Américas, em Austin — a 19ª etapa do campeonato de 2025. A corrida será transmitida ao vivo pela Band.com.br e Bandplay. Depois, o calendário segue para o México, no dia 26 de outubro, e desembarca no Brasil, em 9 de novembro, para o GP de Interlagos.

"Qualquer piloto teria feito exatamente o que eu fiz", diz Norris após toque com Piastri no GP de Singapura
Foto: Divulgação/McLaren

A McLaren conquistou no último domingo (5) o decacampeonato de construtores da Fórmula 1, mas a celebração no Circuito de Marina Bay ficou marcada pela tensão entre Lando Norris e Oscar Piastri. A dupla se envolveu em um toque logo na largada do GP de Singapura, episódio que gerou irritação do australiano e uma longa explicação do britânico após a prova realizada no Circuito de Marina Bay.
 

O incidente aconteceu ainda na terceira curva. Norris, que largava em quinto, tentou se aproximar do segundo colocado, Max Verstappen, mas recuou para evitar contato. Na sequência, acabou lado a lado com Piastri e seguiu à frente após um toque entre as duas McLarens. O choque causou danos na asa dianteira do carro do australiano, que caiu de terceiro para quarto. Norris, com leve dano, subiu para a terceira posição. Assista: 

 

 

Após a corrida, Lando Norris negou que tenha tido culpa no contato e justificou a manobra como parte das condições da pista.
 

"O lado direito da pista estava bom, minha largada também foi boa. Fiz uma grande manobra por dentro da curva do Oscar. Mas estava muito apertado e ainda escorregadio em alguns pontos", explicou.
 

"Toquei na traseira de Max, precisei corrigir, mas só isso. Talvez eu pudesse ter feito algo melhor, mas qualquer piloto teria feito exatamente o que eu fiz. Se me criticam por tentar aproveitar o espaço, não deviam estar na F1."

 

O britânico ainda afirmou que o resultado final teria sido o mesmo, mesmo sem o toque."Eu estava por dentro e ele teria ficado no lado sujo da pista. A última coisa que quero é bater no meu companheiro, mas tenho certeza de que terminaria à frente de qualquer forma."

 

Do outro lado da garagem, Oscar Piastri demonstrou insatisfação. O engenheiro do australiano, Tom Stallard, informou pelo rádio que a equipe avaliou o incidente como consequência de uma tentativa de Norris de evitar contato com Verstappen. A resposta do piloto foi curta e direta:
 

"Se pra evitar outro carro ele precisa bater no próprio colega de equipe, então é um trabalho de m...", disparou.
 

Durante o restante da corrida, o clima entre os dois seguiu tenso, com trocas de mensagens pelo rádio e pouca interação entre as equipes.

 

Norris cruzou a linha de chegada em terceiro lugar, logo à frente de Piastri, em quarto. Com o resultado, a McLaren garantiu matematicamente o título de construtores. A comemoração, no entanto, teve sinais de desconforto: Piastri desligou o rádio do carro no momento em que o CEO Zak Brown o parabenizava pela conquista, embora depois tenha participado da celebração da equipe no pit lane.
 

Mesmo com o clima interno conturbado, a dupla manteve o domínio no campeonato de pilotos. Piastri segue líder, agora com 22 pontos de vantagem sobre Norris — três a menos do que antes da prova.

 

O britânico avaliou o episódio com serenidade e reforçou que a manobra não passou dos limites.
 

"Sou eu quem não pode se dar ao luxo de errar. A FIA achou que estava tudo bem, e a equipe também. Então, está tudo bem", afirmou.
 

A Fórmula 1 retorna no dia 19 de outubro (domingo), com o GP dos Estados Unidos, no Circuito das Américas. A corrida é válida pela 19ª etapa da temporada.

Alonso surpreende e lidera treino livre do GP de Singapura; Bortoleto é 17º
Fotos: Reprodução/Instagram/@fernandoalo_oficial/@gabrielbortoleto_

O fim de semana da Fórmula 1 em Singapura começou com um protagonista inesperado. Fernando Alonso, veterano de 43 anos e bicampeão mundial, colocou a Aston Martin no topo da tabela nesta sexta-feira (3), ao marcar 1m31s116 no primeiro treino livre. O espanhol superou nomes de peso como Charles Leclerc (Ferrari) e Max Verstappen (Red Bull), que fecharam em segundo e terceiro, respectivamente.
 

O brasileiro Gabriel Bortoleto apareceu mais atrás. Ele iniciou a sessão entre os últimos colocados e, mesmo após trocar pneus duros pelos macios, terminou em 17º lugar, sem conseguir acompanhar o ritmo dos líderes.

 

O treino começou movimentado, com Verstappen liderando os primeiros minutos. Alexander Albon (Williams) assustou ao retornar aos boxes com princípio de incêndio no carro, precisando deixar o cockpit com incômodo nos olhos por causa da fumaça.
 

Com a pista evoluindo, os pilotos se revezaram na ponta usando diferentes compostos. Norris chegou a liderar com pneus duros, mas a definição ficou para o terço final, quando quase todos apostaram nos macios. Leclerc assumiu a liderança momentânea, mas Alonso respondeu na sequência e fechou a tabela na frente, com margem de 0s1 sobre o monegasco.


A programação segue até domingo (5), quando acontece o Grande Prêmio de Singapura, no tradicional Circuito Urbano de Marina Bay. A corrida está marcada para 09h (horário de Brasília) e promete ser um dos pontos altos da temporada.

Fórmula 1 adota sistema inovador para combater calor extremo nos cockpits; entenda
Foto: Reprodução/Instagram/@stakef1team

A Fórmula 1 vai contar com um novo aliado contra o calor sufocante dentro dos carros. Trata-se do Cypher Pro Micro Cooler, dispositivo desenvolvido pela empresa norte-americana Chillout Motorsports. Apesar de parecer um ar-condicionado, na prática ele funciona como um sistema hidráulico ultraleve conectado diretamente à roupa íntima à prova de fogo dos pilotos. O sistema foi homologado pela FIA nesta semana. Veja: 

 


Foto: Divulgação
 

O equipamento distribui fluido resfriado por quase 50 metros de tubos finíssimos espalhados pelo tronco e pelas costas do competidor, ajudando a reduzir a temperatura corporal em corridas sob calor intenso. O coração do sistema é uma caixa dedicada com microprocessador e tecnologia de refrigeração, projetada para atender aos exigentes padrões de segurança contra incêndio estabelecidos pela FIA.
 

De acordo com a federação, o cooler poderá ser acionado sempre que a temperatura ambiente registrada pelas estações meteorológicas oficiais ultrapassar 31°C. A medição leva em conta apenas o clima externo, mas não o calor interno dos carros, que costuma chegar facilmente a 50°C ou 60°C durante as provas.
 

Atualmente, o sistema é independente da parte elétrica dos carros. Mas, a partir de 2026, será integrado ao conjunto do cockpit e terá caráter obrigatório, passando a ser tratado como um item de segurança — na mesma linha de inovações como o halo e o Hans.
 

A decisão da FIA não veio por acaso. O calor extremo do GP do Catar, em 2023, levou diversos pilotos ao limite físico, com relatos de desmaios, náusea e desidratação após a corrida. O episódio acendeu o alerta sobre a necessidade de um recurso adicional para preservar a saúde dos competidores.
 

Com a adoção do Cypher Pro Micro Cooler, a expectativa é de que situações semelhantes fiquem no passado, especialmente em pistas conhecidas pelo clima sufocante, como Singapura, onde a sensação térmica dentro dos cockpits pode superar em até 12°C a temperatura ambiente.

Bortoleto lamenta chance perdida de pontuar no GP do Azerbaijão: "A gente sabia que era difícil"
Foto: Reprodução/Instagram (@gabrielbortoleto_)

Gabriel Bortoleto ficou próximo de conquistar pontos no Grande Prêmio do Azerbaijão de Fórmula 1, mas terminou em 11º lugar neste domingo (21). O brasileiro largou em 13º e ganhou duas posições após a punição aplicada a Alexander Albon (Williams), que havia o ultrapassado nas voltas finais.

 

Em entrevista à TV Band, Bortoleto reconheceu que as possibilidades eram reduzidas desde o início.

 

"Eu acho que a gente sabia que iria ser uma corrida difícil, né? Uma corrida que, para chegar nos pontos, a gente iria ter que ultrapassar alguns carros, exceto se o pessoal da frente quebrasse. A chance era bem difícil", avaliou.

 

O piloto também comentou o duelo direto com Isack Hadjar (Racing Bulls), que acabou o segurando no pelotão intermediário.

 

"Eu consegui me manter ali atrás no primeiro stint do Hadjar por um tempo, mas o carro dele desgasta bem menos. Eu desgastei um pouco mais que ele. Mas é uma pena que faltou só esse pouquinho, né?", completou.

Verstappen vence no Azerbaijão e conquista sexta vitória da temporada; Bortoleto termina em 11º
Foto: Reprodução/Instagram (@redbullracing)

Max Verstappen (Red Bull) não deu chances aos adversários e liderou de ponta a ponta o Grande Prêmio do Azerbaijão de Fórmula 1, disputado neste domingo (21). O holandês somou sua sexta vitória em 2025, temporada que tem sido dominada pela McLaren, mas na qual segue protagonizando grandes atuações.

 

O pódio foi completado por George Russell (Mercedes) em segundo e Carlos Sainz (Williams) em terceiro. Para o espanhol, o resultado marcou o primeiro pódio desde sua chegada à equipe, após a saída da Ferrari.

 

A corrida foi tranquila, sem bandeiras vermelhas, e registrou apenas um abandono: Oscar Piastri (McLaren), que se envolveu em um acidente e provocou a entrada do safety car. O companheiro de equipe, Lando Norris, não conseguiu reagir e terminou apenas em sétimo.

 

O brasileiro Gabriel Bortoleto (Sauber) largou em 13º e chegou a figurar em sexto lugar após as primeiras paradas, mas perdeu rendimento e cruzou em 11º, fora da zona de pontos. Ele ainda se beneficiou de uma punição a Alexander Albon (Williams), que o manteve nessa posição.

 

O próximo desafio da Fórmula 1 será o Grande Prêmio de Singapura, no dia 5 de outubro.

 

Confira o resultado final do Grande Prêmio do Azerbaijão:

 

Max Verstappen

Red Bull Racing

Líder

George Russell

Mercedes

+14.609

Carlos Sainz

Williams

+19.199

Kimi Antonelli

Mercedes

+21.760

Liam Lawson

Racing Bulls

+33.290

Yuki Tsunoda

Red Bull Racing

+33.808

Lando Norris

McLaren

+34.227

Lewis Hamilton

Ferrari

+36.310

Charles Leclerc

Ferrari

+36.774

10º

Isack Hadjar

Racing Bulls

+38.982

11º

Gabriel Bortoleto

Kick Sauber

+1:07.606

12º

Oliver Bearman

Haas

+1:08.262

13º

Alexander Albon

Williams

+1:12.870

14º

Esteban Ocon

Haas

+1:17.580

15º

Fernando Alonso

Aston Martin

+1:18.707

16º

Nico Hülkenberg

Kick Sauber

+1:20.237

17º

Lance Stroll

Aston Martin

+1:36.392

18º

Pierre Gasly

Alpine

+1 Volta

19º

Franco Colapinto

Alpine

+1 Volta

20º

Oscar Piastri

McLaren

Abandonou

Polícia da República Tcheca prende homem que dirigia carro de Fórmula 1 em rodovias desde 2019
Foto: Reprodução/YouTube

A polícia da República Tcheca prendeu no último domingo (7) o motorista que, desde 2019, vinha sendo flagrado conduzindo um carro de corrida em rodovias do país. O homem, de 51 anos, foi localizado em sua casa na vila de Buk, a cerca de 60 quilômetros de Praga. A prisão ocorreu após novas imagens do veículo circularem nas redes sociais neste fim de semana.

 

O automóvel, descrito por motoristas como uma “Ferrari de Fórmula 1”, foi visto acelerando na rodovia D4 antes de parar em um posto de gasolina. A cena levou motoristas a acionarem a polícia, que mobilizou dezenas de viaturas e até um helicóptero para tentar deter o suspeito.

 

De acordo com o portal auto.cz, o carro não era um Fórmula 1 verdadeiro, mas sim um Dallara GP2 de 2008, modelo da antiga categoria de acesso à F1. Sem placa, faróis, setas ou equipamentos de segurança obrigatórios, o veículo não tinha autorização para circular em vias públicas.

 

No momento da prisão, o homem estava com macacão vermelho e capacete de piloto. A imprensa local informou que ele discutiu com os agentes, acusando-os de invasão de propriedade, e resistiu à abordagem antes de ser levado à delegacia.

 

Em comunicado no X (antigo Twitter), a polícia confirmou a identidade do motorista e informou que ele se recusou a prestar declarações. Ele responderá a processo administrativo, pode receber multa e ainda terá a carteira de habilitação suspensa.

Daniel Ricciardo anuncia aposentadoria e será embaixador da Ford Racing
Foto: Divulgação/F1

O australiano Daniel Ricciardo, de 36 anos, anunciou nesta sexta-feira (5) sua aposentadoria das pistas de Fórmula 1. O ex-piloto, que marcou época em equipes como RBR, Renault e McLaren, revelou que assumirá agora um novo papel fora dos cockpits: será embaixador global da Ford Racing, divisão esportiva da montadora americana.

 

"Embora meus dias de corrida tenham ficado para trás, meu amor por tudo que tem rodas sempre permanecerá intenso, e por isso tenho orgulho de me tornar Embaixador Global da Ford Racing em parceria com a Ford", afirmou Ricciardo em comunicado divulgado pela marca.

 

Ricciardo iniciou sua trajetória na Fórmula 1 em 2011, pela modesta Hispania. No ano seguinte, foi para a STR (atual RB) e, em 2014, chegou à equipe principal da RBR, onde viveu seus melhores momentos na categoria. Foram sete vitórias, incluindo a emblemática em Mônaco, e dois terceiros lugares no Mundial de pilotos (2014 e 2016).

 

Depois, passou por Renault e McLaren. Pelo time britânico, conquistou sua última vitória na Fórmula 1: o GP da Itália de 2021. Em 2023, retornou à AlphaTauri (rebatizada como RB em 2024), mas perdeu espaço e foi substituído pelo neozelandês Liam Lawson.

 

O anúncio da aposentadoria acontece justamente na semana do GP da Itália, palco de seu último triunfo. Em 2023, Ricciardo já havia dado indícios da decisão ao publicar uma foto com um boné escrito: "estou aposentado – me divertir é o meu trabalho".

 

A escolha por se tornar embaixador da Ford está ligada ao retorno da montadora à Fórmula 1 em 2026, quando passará a fornecer motores para RBR e RB. Ricciardo afirmou que buscava “a forma mais autêntica de permanecer conectado ao mundo do automobilismo” e destacou que encontrou essa conexão na nova função.

 

Longe dos holofotes desde o fim da temporada de 2024, o australiano revelou que aproveitou o período sabático para refletir sobre sua vida.


"Este ano tem sido um pouco de autoexploração. Vivi essa vida maluca em alta velocidade por tanto tempo e, neste ano, encontrei um pouco de tranquilidade. Fiz algumas caminhadas, estive no Alasca e não fui atacado por um urso (pardo), o que já foi um bônus", brincou.

 

Ricciardo contou ainda que passou a valorizar mais a família e os amigos: "Sempre fui muito determinado e isso às vezes leva a ser egoísta, então estou tentando aprender a ser um pouco mais altruísta e a me tornar um melhor ouvinte."

 

Ao longo de sua carreira, Ricciardo disputou 257 corridas, conquistando oito vitórias, 32 pódios, três pole positions e 1.329 pontos. Ele encerra sua passagem pela F1 como o 11º piloto que mais pontuou na história da categoria.

 

Carismático e irreverente, também ficará marcado pela celebração do "shoey", quando bebia champanhe em sua sapatilha no pódio.

Ferrari prepara homenagem a Niki Lauda no GP da Itália
Foto: Divulgação/Scuderia Ferrari

A Ferrari prepara uma homenagem para o GP da Itália de 2025, que acontece neste domingo (7), em Monza. A equipe vai levar para a pista uma versão retrô da SF-25, em alusão aos 50 anos da conquista do primeiro título mundial de Niki Lauda pela escuderia.

 

O tributo estará estampado no carro e também no uniforme da equipe. A pintura, que mistura vermelho clássico, listras brancas e detalhes em prata metálico, faz referência ao modelo 312 T, pilotado pelo austríaco em 1975. Até mesmo os números dos carros de Charles Leclerc (#16) e Lewis Hamilton (#44) seguirão o estilo da época: pretos sobre fundo branco retangular. A tampa do motor será totalmente branca, enquanto a asa traseira trará acabamento prateado, lembrando as peças de alumínio usadas antes da era da fibra de carbono. Veja as imagens abaixo:

 

 

Além do carro, Leclerc e Hamilton terão macacões, capacetes e sapatilhas com design inspirado nos anos 1970, acompanhando o visual especial que será usado por toda a equipe de Maranello durante o fim de semana.

 


Foto: Divulgação/Scuderia Ferrari

 

No dia 7 de setembro de 1975, Lauda cruzou a linha de chegada em terceiro lugar no GP da Itália, resultado suficiente para confirmar o campeonato mundial. A vitória ficou com o companheiro Clay Ragazzoni, que garantiu também o título de construtores para a Ferrari, quebrando um jejum de 11 anos sem conquistas.

 

Lauda defendeu a Ferrari por quatro temporadas, conquistando dois de seus três títulos na Fórmula 1 (1975 e 1977). O terceiro veio pela McLaren, em 1984. Entre 1971 e 1985, somou 25 vitórias, 24 poles e 54 pódios.

 


Foto: Divulgação

 

Apelidado de "Mouse" (Rato) ou "Super Mouse" (Super Rato) em referência aos seus dentes proeminentes, Niki Lauda também é bastante lembrado pelo acidente sofrido no GP da Alemanha de 1976, em Nurburgring, que o deixou com sequelas físicas e psicológicas, quase custando sua vida.  Relembre no vídeo abaixo:

 


Vídeo: História na Rede/YouTube

 

Figura icônica do automobilismo, o austríaco morreu em 2019, aos 70 anos, vítima de complicações renais.

Em meio a crise na Ferrari, Hamilton recebe apoio de Alonso antes do GP da Holanda: "Piloto incrível"
Foto: Divulgação/Mercedes

O clima não é dos melhores para Lewis Hamilton na Ferrari. Ainda sem subir ao pódio desde que chegou à escuderia italiana, o heptacampeão mundial enfrenta uma das fases mais difíceis da carreira na Fórmula 1. O último sinal de desgaste aconteceu no GP da Hungria, realizado no dia 3 de agosto, quando largou apenas em 12º lugar, enquanto Charles Leclerc garantiu a pole. Ao fim do Grande Prêmio, o britânico chegou a se autodefinir como "inútil" e até sugeriu que a equipe deveria pensar em substituí-lo.

 

Em 14 etapas disputadas em 2025, Hamilton soma como melhores resultados dois quartos lugares, em Ímola e Silverstone. Nas provas principais, ainda não conseguiu brigar por vitórias, mas conquistou uma vitória em sprint na China e outro pódio em sprint em Miami.

 

Apesar da fase negativa, o inglês recebeu palavras de apoio de um velho rival. O bicampeão mundial Fernando Alonso saiu em defesa do #44. "Hamilton e Ferrari sempre serão uma dupla que você precisa respeitar", afirmou em entrevista ao site oficial da F1.

 

O espanhol destacou ainda que a trajetória do britânico fala por si só. "De fora, você nunca sabe exatamente o que está acontecendo, mas Lewis não precisa provar nada. Ele é um piloto incrível e, mais cedo ou mais tarde, ele vai descobrir como atingir o melhor ritmo", completou.

 

Nesta quinta-feira (28), já em Zandvoort, palco do GP dos Países Baixos, Hamilton manteve o tom contido e respondeu de forma curta às perguntas dos jornalistas, em mais uma demonstração de desânimo.

 

A temporada volta à ativa neste fim de semana, entre 29 (sexta-feira) e 31 de agosto (domingo), com a 15ª etapa de 2025. 

Cadillac anuncia Bottas e Pérez para estreia histórica na Fórmula 1 em 2026
Foto: Divulgação/Cadillac Formula 1 Team

A Fórmula 1 ganhará uma nova equipe em 2026: a Cadillac será o 11º time do grid e já começou sua jornada com um anúncio de impacto. A montadora norte-americana confirmou Sergio Pérez e Valtteri Bottas como seus primeiros pilotos titulares, ambos com contratos de múltiplos anos.

 

A dupla soma 527 largadas e 16 vitórias na categoria, e chega com a missão de oferecer experiência e liderança a um projeto que pretende colocar a marca entre as protagonistas do esporte.

 

"Assinar com dois pilotos tão experientes como Bottas e Checo é um sinal ousado de intenção. Eles sabem o que é preciso para ter sucesso na Fórmula 1 e entendem a importância de ajudar a construir uma equipe", destacou Graeme Lowdon, ex-diretor esportivo da Marussia e agora responsável por liderar a estrutura da escuderia em parceria com a General Motors.

 

O retorno dos dois pilotos ao grid marca momentos distintos de suas carreiras. Pérez, após deixar a Red Bull no fim da temporada passada, utilizou o tempo fora das pistas para estar com a família e refletir sobre o futuro. Bottas, por sua vez, atuou como reserva da Mercedes depois do encerramento de sua passagem pela Sauber.

 

Animado com o desafio, o mexicano vê a chegada à Cadillac como uma virada de página. "Ingressar na Cadillac é um capítulo incrivelmente empolgante na minha carreira. Desde nossas primeiras conversas, percebi a paixão e a determinação por trás deste projeto. É uma honra ajudar a construir uma equipe que busca se desenvolver até brigar pelas primeiras posições. Queremos ser o time das Américas e dar orgulho a todos que torcem por nós", afirmou.

 

O finlandês também ressaltou a dimensão do projeto. "Desde o primeiro contato com a Cadillac senti algo diferente. Não é apenas um projeto de corrida, é uma visão de longo prazo. Não é todo dia que você tem a chance de fazer parte de algo construído do zero. Já trabalhei com as melhores equipes do mundo, e percebo a mesma fome e profissionalismo aqui. Representar a Cadillac e o espírito americano nas maiores pistas do mundo será muito especial", declarou Bottas.

 

O CEO da equipe, Dan Towriss, ressaltou o valor de ter dois nomes consolidados no automobilismo mundial. "Bottas e Checo trazem o equilíbrio perfeito de talento, maturidade e determinação. Eles não são apenas pilotos vencedores, mas construtores e profissionais que ajudarão a definir a identidade da Cadillac na Fórmula 1", disse.

 

Já o presidente da General Motors, Mark Reuss, reforçou que a aposta vai além das pistas. "Nossos novos representantes trazem experiência, paixão pela vitória e uma energia que será crucial para o legado que estamos construindo no automobilismo americano e mundial", completou.

 

Com esse anúncio, a Cadillac deixa claro que não pretende ser apenas coadjuvante em sua estreia. O peso de uma das marcas mais icônicas dos Estados Unidos, aliado à bagagem de dois campeões consolidados, promete tornar o grid da Fórmula 1 ainda mais competitivo a partir de 2026.

Fórmula 1 estuda mudanças nos Sprints Weekends; CEO cogita ampliar formato e testar grid invertido
Foto: Divulgação/F1

O CEO e diretor-executivo da Fórmula 1, Stefano Domenicali, defendeu a permanência e possível expansão do formato Sprint Weekend na categoria. Atualmente realizado em seis etapas da temporada, o modelo pode ganhar novas corridas e até experimentar um elemento de grid invertido.

 

Criado em 2021 com três provas, o Sprint Weekend teve o número ampliado para seis em 2023, patamar que será mantido em 2025. Em entrevista ao site The Race, Domenicali afirmou que o conceito está consolidado e que não vê a F1 sem ele.

 

"Acho que o Sprint, seja qual for o formato apropriado, é necessário. Ele representará o futuro", declarou o dirigente.

 

Apesar de defender a expansão, o CEO descartou seguir o caminho da MotoGP, que realiza corridas curtas em todos os fins de semana. "Não estou dizendo não, mas acho que, entre seis e 24, temos que dar passos intermediários", ponderou.

 

Para Domenicali, qualquer mudança deve ser discutida com equipes, pilotos e a Federação Internacional de Automobilismo (FIA). A intenção é tornar os sábados mais competitivos e atrativos ao público, preservando o equilíbrio esportivo.

 

O formato Sprint foi criado para aumentar a emoção e agregar valor ao sábado, oferecendo corridas curtas que podem definir o grid da prova principal ou funcionar como eventos independentes, dependendo do regulamento vigente.

Rafael Câmara recebe elogios da Ferrari após títulos, mas diretor prega cautela para a F1
Foto: Reprodução/Instagram

O brasileiro Rafael Câmara, de 20 anos, vive um momento especial na carreira e tem chamado atenção dentro da Ferrari após conquistas importantes no automobilismo. Integrante da academia de jovens pilotos da escuderia, ele venceu o Campeonato Regional da Europa em 2024 e, mais recentemente, conquistou a Fórmula 3. Apesar do desempenho, o diretor Jérôme D’Ambrosio reforçou nesta semana que a estreia na Fórmula 1 ainda deve esperar.

 

"O caminho ainda é longo", afirmou o dirigente, que acompanha o desenvolvimento de Câmara há anos. Ele lembrou que conheceu o piloto antes mesmo de sua chegada à Ferrari, quando competiam em academias diferentes. "Ele era definitivamente alguém com quem tínhamos receio, porque estava sempre lá lutando por campeonatos. Acho que ele deu um passo claro em 2024, vencendo o Campeonato FRECA, e depois este ano, vencendo em sua temporada de estreia no Campeonato de Fórmula 3."

 

A personalidade e maturidade do brasileiro são, segundo D’Ambrosio, fatores decisivos para quem almeja o topo. "O que tem sido impressionante nesse período em que o conheço é a forma como ele evoluiu, não só como piloto, mas também fora das pistas. Ele tem uma maturidade tremenda. Acho que os últimos 12 meses foram incríveis para ele, que teve um desempenho excepcional", elogiou.

 

O dirigente também destacou a assertividade de Câmara ao traçar seus próprios caminhos. "Ele tem uma maneira única de saber o que quer e o que precisa fazer, o que eu acho extremamente importante para um piloto. Tivemos algumas discussões durante o inverno, que foram bem interessantes, onde, acho que como academia, sugerimos algumas coisas, e ele disse: 'Não, Jerome, é disso que eu preciso. É disso que eu quero.' E eu me lembro de dizer: 'Ok, então é isso que você vai conseguir, e é assim que vamos te apoiar'. Ele sabe o que quer ou o que precisa fazer, e isso é um sinal de maturidade. É um sinal de força."

 

A Ferrari, segundo D’Ambrosio, avalia constantemente se seus jovens talentos estão prontos para o desafio da Fórmula 1. No caso de Câmara, o foco será a Fórmula 2, próxima etapa da sua trajetória. "Ao mesmo tempo em que tentamos identificar se eles têm o que é preciso para dar esse passo, e para a Ferrari isso significa um dia pilotar um carro de Fórmula 1 nosso, ter alguém que seja assertivo em suas escolhas e saiba o que precisa é, eu diria, encorajador e reconfortante. Acho que em qualquer área, você tem que saber o que quer e ir atrás. Você tem que acreditar em si mesmo e ser objetivo consigo mesmo também. E o Rafa tem essas qualidades, mas, repito, o caminho ainda é longo."

 

Para D’Ambrosio, a preparação para o próximo desafio é fundamental. "Ele definitivamente merece uma pausa agora antes de Monza, voltar ao Brasil, se divertir com a família e então começar o desafio e o trabalho para a próxima temporada. Primeiro, ele precisa fechar esta temporada, mas depois se preparar para o futuro. Para ele, a Fórmula 2 será o próximo passo. É um desafio, então teremos que nos preparar da melhor maneira possível."

Após crítica pública de Hamilton, chefe da Ferrari minimiza crise e exalta exigência do piloto: "Não está desmotivado"
Foto: Divulgação/Scuderia Ferrari

O desempenho abaixo do esperado da Ferrari no GP da Hungria reacendeu tensões na escuderia italiana e trouxe à tona o desabafo de Lewis Hamilton, que classificou a si mesmo como "inútil" após mais uma corrida abaixo das expectativas. Em resposta à repercussão das falas do heptacampeão, o chefe da equipe, Frédéric Vasseur, adotou um tom conciliador e defendeu a postura do britânico.

 

"Não preciso motivá-lo, honestamente. Ele está frustrado, mas não desmotivado. É uma história completamente diferente”, afirmou Vasseur ao site oficial da Fórmula 1. “Todos nós estamos frustrados. Às vezes, a reação inicial é dura, mas sabemos que estamos caminhando na mesma direção", afirmou. 

 

Hamilton teve um fim de semana para esquecer em Hungaroring. Depois de largar em 12º, cruzou a linha de chegada na mesma posição, fora da zona de pontuação. Seu companheiro de equipe, Charles Leclerc, que conquistou a pole position, também não conseguiu manter o desempenho e terminou a prova na quarta colocação, fora do pódio.

 

Atualmente, Hamilton é o sexto colocado no Mundial de Pilotos, com 109 pontos — 42 a menos que Leclerc (151). A liderança do campeonato é da McLaren, com Oscar Piastri (284) e Lando Norris (275) dominando os dois primeiros lugares.

 

Vasseur reconheceu o nível de cobrança de Hamilton, mas tratou a exigência como uma qualidade. "Ele é exigente, mas acho que é também por isso que é sete vezes campeão mundial. Ele cobra a equipe, o carro, os engenheiros, os mecânicos — e cobra a mim também. Mas, acima de tudo, é exigente consigo mesmo."

 

Ao final da corrida, Hamilton demonstrou desânimo com o momento vivido. "Estou feliz que acabou. Estou ansioso para ir embora", afirmou. "Não poderia ter feito muito mais. Não tinha expectativas nesta temporada, mesmo que tenha sido pior do que qualquer outra da minha carreira."

Piloto brasileiro, Rafael Câmara vence em Hungaroring e é campeão da Fórmula 3
Foto: Reprodução / F3

 

O brasileiro Rafael Câmara foi campeão da Fórmula 3, neste domingo (3). O piloto da equipe Trident terminou a corrida de Hungaroring, na Hungria, em primeiro lugar, alcançou os 156 pontos e não pode mais ser alcançado por Mari Boya, que tem 108.

 

Aos 20 anos, Câmara conquistou o título de sua primeira Fórmula 3 da carreira. O corredor participa da academia de pilotos da Ferrari desde 2021.

 

Na competição, o piloto pernambucano iniciou com quatro pole positions em cinco corridas, recorde da categoria até então. Além disso, o brasileiro conquistou três vitórias nas provas da Austrália, Bahrein e Espanha.

 

Assim como Rafael, outro brasileiro também já conquistou o título da F3: Gabriel Bortoleto. O paulista corre pela Sauber, na Fórmula 1, e conquistou a F3 em 2023. No ano seguinte, o corredor ainda foi campeão da Fórmula 2.

Fórmula 1: Gabriel Bortoleto conquista melhor posição na competição; Norris vence GP da Hungria
Foto: Reprodução / Instagram

Gabriel Bortoleto fez história, neste domingo (3), no GP da Hungria. O piloto brasileiro, que havia largado no 7º lugar, garantiu a 6ª colocação, sua melhor classificação na Fórmula 1.

 

Na prova anterior, na Bélgica, o paulista havia terminado no 9º lugar, e foi para a 17ª posição com 14 pontos na classificação geral. 

 

Na ocasião, após largar na 3ª colocação, Lando Norris, da McLaren, ficou com a vitória desse GP. Para completar o pódio, Oscar Piastri garantiu o 2º lugar e George Russell, da Mercedes, ficou com o 3º. 

 

O inglês Lewis Hamilton segue sem grandes atuações nesta temporada. Neste domingo, o piloto ficou com o 12º lugar, mesma posição do grid de largada.

 

A volta da Fórmula 1 será no dia 31 de agosto, no GP da Holanda, a partir das 10h, no Circuito de Park Zandvoort.

Norris lidera 2º treino do GP da Hungria; Bortoleto é 17º e Verstappen será investigado por conduta na pista
Foto: Divulgação/Fórmula 1

O britânico Lando Norris dominou o primeiro dia de atividades do Grande Prêmio da Hungria de Fórmula 1. Após liderar o primeiro treino livre, o piloto da McLaren também foi o mais rápido na segunda sessão desta sexta-feira (1°), com o tempo de 1m15s624 no circuito de Hungaroring. Seu companheiro de equipe, Oscar Piastri, ficou logo atrás, seguido por Charles Leclerc, da Ferrari.

 

O desempenho dominante da McLaren foi confirmado na segunda metade do treino, quando os pilotos passaram a utilizar pneus macios. Norris e Piastri se alternaram na ponta, com o inglês levando a melhor por uma margem de 0s291. Leclerc, que chegou a liderar com pneus médios, fechou o top 3 com uma volta 0s399 mais lenta que a de Norris.

 

BORTOLETO TERMINA EM 17°
Representante brasileiro na pista, Gabriel Bortoleto terminou a sessão em 17º lugar. A primeira volta do piloto da Sauber foi feita com pneus duros, que lhe renderam apenas o 19º tempo. Com os compostos macios, ele melhorou para 1m16s946, três décimos abaixo do tempo de seu companheiro Nico Hulkenberg, que ficou em 12º.

 

VERSTAPPEN SERÁ INVESTIGADO E SAINZ TEM FALHA TÉCNICA
Além dos tempos, o segundo treino livre também teve momentos incomuns. Max Verstappen foi flagrado pelas câmeras jogando um objeto — aparentemente uma toalha — para fora do cockpit enquanto estava na pista. A atitude será investigada pelos comissários da FIA. Pouco depois, Lando Norris escapou da pista na última curva, passou pela grama e, na bandeirada, travou os pneus ao quase colidir com Piastri, mas sem maiores consequências.

 

Outro ponto de atenção foi um problema técnico enfrentado pela Williams. A equipe perdeu momentaneamente os dados de telemetria e GPS do carro de Carlos Sainz e chegou a solicitar sua entrada nos boxes. Contudo, o chamado foi revertido em seguida.

 

PRÓXIMO TREINO
O terceiro e último treino livre do GP da Hungria está marcado para este sábado (2), às 7h30 (horário de Brasília). A classificação ocorre mais tarde no mesmo dia, definindo o grid para a corrida de domingo.

 

TOP 10

  1. Lando Norris (McLaren) – 1m15s624
  2. Oscar Piastri (McLaren) – +0s291
  3. Charles Leclerc (Ferrari) – +0s399
  4. Lance Stroll (Aston Martin) – +0s495
  5. Fernando Alonso (Aston Martin) – +0s609
  6. Lewis Hamilton (Ferrari) – +0s705
  7. George Russell (Mercedes) – +0s793
  8. Isack Hadjar (RB) – +0s803
  9. Yuki Tsunoda (RBR) – +0s861
  10. Kimi Antonelli (Mercedes) – +0s896
GP da Bélgica: Max Verstappen vence seu 12º sprint na história; Bortoleto chega em 9º e fica sem ponto extra
Foto: Reprodução / Instagram (@f1)

 

Max Verstappen venceu a corrida sprint do Grande Prêmio da Bélgica na manhã deste sábado (26) e deu um alívio à Red Bull em meio ao clima de instabilidade nos bastidores da equipe. O holandês ultrapassou Oscar Piastri logo na largada e controlou a prova até o fim, mesmo com a pressão do rival. Lando Norris completou o pódio na terceira posição.

 

A vitória marca a 12ª de Verstappen em corridas no formato sprint, criado em 2021, consolidando o domínio do piloto neste tipo de disputa. A corrida também marcou a estreia de Laurent Mekies como novo chefe da Red Bull.

 

O brasileiro Gabriel Bortoleto terminou em nono lugar. Apesar de ter ganhado uma posição na largada, saindo de décimo, ficou a meio segundo de Isack Hadjar, que assegurou o oitavo lugar e o último ponto em jogo. Apenas os oito primeiros pontuam na sprint.

 

A definição do grid para o GP da Bélgica acontece ainda neste sábado, às 11h (horário de Brasília).

VÍDEO: Gabriel Bortoleto reclama de Lewis Hamilton durante o GP da Bélgica
Foto: Reprodução / Instagram

Durante o treino do GP da Bélgica, que aconteceu nesta sexta-feira (25), o brasileiro Gabriel Bortoleto se irritou com o piloto da Ferrari, Lewis Hamilton. O atleta surgiu lento na pista na Raidillon e, pelo rádio, o jovem da Sauber demonstrou insatisfação. 

 

 

"Que po*** o Hamilton tá fazendo?! Ele sempre fica lento no meio da pista!", completou o brasileiro, no rádio.

 

Além disso, o companheiro do britânico na Ferrari, Charles Leclerc, também comentou a cena pelo rádio e ficou em choque. "Uau, que perigo!", afirmou. 

 

As curvas do circuito de Spa-Francorchamps é conhecida como uma das mais complicadas do automobilismo mundial. A fama se deu pelo histórico de acidentes, incluindo a morte de Anthoine Hubert, em 2019, na Fórmula 2.

Curtas do Poder

Ilustração de uma cobra verde vestindo um elegante terno azul, gravata escura e língua para fora
Na política, o de cima sobe e o de baixo desce. Mas, às vezes, tentando fazer você acreditar que o mundo tá ao contrário. Exemplo: quando o Soberano tá "sobrevivendo" e Cunha acredita que não tá quase na porta do Sine. Mas o presente que o Galego ganhou de aniversário também não foi lá dos melhores. Mas vale lembrar os políticos de há de se ter prioridades. Parece que tem gente que só foca em trend, enquanto deixa a aula de português de lado... Saiba mais!

Pérolas do Dia

Flávio Bolsonaro

Flávio Bolsonaro
Foto: Reprodução Redes Sociais

"Lula vai ficar do lado de criminosos?"

 

Disse o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) ao fazer duras críticas à atuação do presidente Luiz Inácio Lula da Silva na área da segurança pública. Flávio, pré-candidato do PL a presidente nas eleições de outubro, citou o projeto de lei antifacção, aprovado pelo Congresso Nacional em fevereiro e que ainda não foi sancionado por Lula. 

Podcast

Mais Lidas