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Morreu nesta quinta-feira (5), aos 80 anos, o ex-piloto australiano Alan Jones, campeão mundial de Fórmula 1 em 1980. A informação foi confirmada pela família em comunicado divulgado pela Motorsport Australia. Segundo a esposa, Amanda Butler-Davis, Jones morreu após enfrentar uma breve doença. A causa específica da morte não foi divulgada oficialmente.
Nascido em Melbourne, na Austrália, em 2 de novembro de 1946, Jones completou 80 anos três dias antes de sua morte. O ex-piloto foi o segundo australiano a conquistar um título mundial de Fórmula 1, depois de Jack Brabham, e permanece como o último representante do país a alcançar o feito.
CARREIRA
A trajetória de Jones na principal categoria do automobilismo começou em 1975, no Grande Prêmio da Espanha, pela Hesketh. Sua primeira vitória ocorreu em 1977, no GP da Áustria, quando defendia a Shadow. No ano seguinte, transferiu-se para a Williams, equipe pela qual conquistaria o principal resultado de sua carreira.
Em 1980, o australiano venceu cinco corridas, nos Grandes Prêmios da Argentina, França, Grã-Bretanha, Canadá e Estados Unidos, e garantiu o campeonato mundial de pilotos com uma etapa de antecedência. A conquista representou o primeiro título de pilotos da história da Williams, que também venceu o Mundial de Construtores naquela temporada.
Ao longo da carreira na Fórmula 1, Jones disputou 116 Grandes Prêmios, conquistou 12 vitórias e subiu ao pódio 24 vezes. Após deixar a categoria inicialmente em 1981, realizou participações posteriores e encerrou sua trajetória na F1 em 1986. O australiano também competiu em outras modalidades do automobilismo e trabalhou como comentarista esportivo.
Em manifestação oficial, a Williams lamentou a morte do ex-piloto e destacou sua contribuição para a consolidação da equipe na Fórmula 1. A escuderia ressaltou a parceria de Jones com Frank Williams e Patrick Head durante o período de desenvolvimento do time.
We are deeply saddened by the passing of Alan Jones. A true Williams legend, Alan formed an extraordinary bond with Frank Williams and Patrick Head and made history by winning our first Drivers’ World Championship in 1980. He set the standard for Williams champions: a fast, uncompromising racer with a challenger mentality who loved motor racing and dedicated his life to it. He will be dearly missed, and we send our love and thoughts to his family and friends.
— Atlassian Williams F1 Team (@WilliamsRacing) November 5, 2026
Alan Jones deixa a esposa, Amanda Butler-Davis, e seis filhos.
Após ser campeão da Fórmula 1 no último domingo (1º), o automobilista italiano Kimi Antonelli teve uma programação especial antes do GP de São Paulo, que acontece entre os dias 6 e 8 de outubro. O jovem de 20 anos, que se tornou o piloto mais jovem da história a conquistar a F1, visitou o túmulo de Ayrton Senna, no Cemitério do Morumbi, em São Paulo.
Antonelli é fã declarado do brasileiro que foi tricampeão da Fórmula 1 e tornou-se ídolo de muitos fãs do esporte. Além do túmulo, o italiano também conheceu a casa da família de Senna. Em suas redes sociais, Kimi agradeceu pelo convite.
ABENÇOADO PELA LENDA?
Não é a primeira vez que Kimi visita seu ídolo. Em 2025, em seu ano de estreia na F1, ele também foi ao túmulo de Senna dias antes do GP de Interlagos. Na ocasião, Antonelli terminou a corrida em segundo lugar, o que garantiu algumas brincadeiras dos fãs na Internet afirmando que o jovem italiano foi "abençoado".
Nascido em 2006, 12 anos após a morte de Senna, Antonelli utiliza o número 12 em homenagem ao brasileiro - o qual utilizou a numeração por quatro anos de sua carreira, entre 1985 e 1988.
O Brasil pode ganhar mais um representante nas pistas da Fórmula 1 antes mesmo do previsto. O pernambucano Rafael Câmara está próximo de antecipar sua estreia na principal categoria do automobilismo mundial e pode disputar o Grande Prêmio de São Paulo, marcado para este fim de semana, entre os dias 6 e 8 de novembro, em Interlagos.
O piloto de 21 anos foi convocado para realizar exames necessários visando uma possível a uma possível participação na etapa brasileira. A informação foi divulgada nesta terça-feira (3) pelo Blog do Torcedor, do portal JC.
A possibilidade está relacionada à situação do francês Esteban Ocon, que ficou de fora do GP da Cidade do México. Na ocasião, a Haas optou pelo japonês Ryo Hirakawa para ocupar o lugar do piloto. Com a indefinição sobre a participação de Ocon nas próximas etapas, Câmara aparece entre as alternativas da equipe norte-americana.
BRASILEIRO JÁ TÊM CONTRATO COM A HAAS PARA 2027
Rafael Câmara já tem seu futuro definido na Fórmula 1. Em outubro, a Haas anunciou a contratação do brasileiro para a temporada de 2027, em um acordo de múltiplos anos. Ele ocupará a vaga de Esteban Ocon e formará dupla com o britânico Oliver Bearman.
Campeão da Fórmula 3 em 2025, o pernambucano também disputa atualmente a Fórmula 2, na qual lidera o campeonato. O bom desempenho nas categorias de base fortaleceu seu caminho até a elite do automobilismo. Caso faça a estreia na F1, o brasileiro ainda se manterá na disputa pelo título da Fórmula 2.
O piloto italiano Andrea Kimi Antonelli, da Mercedes, conquistou o título mundial de Fórmula 1 no Grande Prêmio do México, disputado neste domingo (1º), consagrando-se o campeão mais jovem de toda a história da categoria aos 20 anos, dois meses e sete dias de idade. O feito foi alcançado em sua segunda temporada na competição.
Na corrida deste domingo, Max Verstappen venceu a prova, segurando Lewis Hamilton nas voltas finais. Antonelli começou a corrida da quarta colocação e ultrapassou Charles Leclerc para garantir a última vaga no pódio.
Com o resultado, o jovem italiano superou a marca do alemão Sebastian Vettel, que detinha o recorde desde 2010 ao sagrar-se campeão com 23 anos, quatro meses e 11 dias. A conquista quebrou um jejum de 73 anos sem títulos de pilotos italianos na F1, sucedendo a Alberto Ascari, bicampeão com a Ferrari em 1952 e 1953, e Giuseppe Farina, vencedor da temporada inaugural em 1950.
Com quatro etapas de antecedência para o encerramento do calendário, Antonelli igualou-se a marcas históricas ao lado de nomes como Nigel Mansell, Michael Schumacher, Max Verstappen e o próprio Vettel em títulos assegurados de forma antecipada. Ao longo da temporada de consagração, o jovem da Mercedes acumulou marcas como a de mais novo a cravarem uma pole position, liderar o campeonato e vencer três corridas consecutivas.
A Federação Internacional de Automobilismo (FIA) anunciou uma parceria com a Amazon Web Services (AWS) para ampliar o uso da inteligência artificial (IA) no desenvolvimento dos futuros regulamentos da Fórmula 1. O acordo foi divulgado nesta quarta-feira (28) e prevê o fornecimento de ferramentas tecnológicas para auxiliar o trabalho das equipes técnicas e de engenharia da entidade.
Com a parceria, a AWS passa a ser parceira oficial de inteligência artificial e computação em nuvem da FIA. A tecnologia será utilizada em diferentes áreas, incluindo o desenvolvimento das regras técnicas que orientarão os próximos carros da principal categoria do esporte.
A FIA já utiliza a infraestrutura computacional da empresa para realizar simulações aerodinâmicas. Com o novo acordo, os profissionais da federação também terão acesso a ferramentas de IA para aprimorar análises e auxiliar na elaboração dos regulamentos.
Segundo o presidente da FIA, Mohammed Ben Sulayem, a iniciativa faz parte do processo de modernização do automobilismo e poderá beneficiar tanto as principais categorias quanto as organizações responsáveis pelo desenvolvimento de novos pilotos. A parceria também prevê melhorias em sistemas digitais da entidade, incluindo plataformas de licenciamento, além de apoio a iniciativas relacionadas à inovação sustentável.
Apesar da ampliação do uso da tecnologia, o anúncio não representa a criação de um regulamento inteiramente desenvolvido por inteligência artificial. A proposta é utilizar os recursos tecnológicos como ferramentas de apoio ao trabalho dos engenheiros na avaliação e elaboração das futuras regras da Fórmula 1.
Gabriel Bortoleto terá um desafio extra no Grande Prêmio dos Estados Unidos de Fórmula 1. O brasileiro da Audi foi punido com a perda de 20 posições no grid de largada após a substituição de componentes da unidade de potência do carro e precisará fazer uma corrida de recuperação neste domingo (25), em Austin.
As penalidades foram aplicadas devido à troca do sistema de armazenamento de energia e da unidade de controle eletrônico. Como ambos ultrapassaram o limite de utilização permitido por temporada, o piloto recebeu duas punições de 10 posições cada.
O regulamento da categoria estabelece um número máximo de componentes que podem ser utilizados ao longo do campeonato. Por isso, outras substituições realizadas no carro de Bortoleto não resultaram em novas sanções, já que permanecem dentro dos limites previstos.
Além do brasileiro, Franco Colapinto, da Alpine, e Arvid Lindblad, da Racing Bulls, também foram penalizados. O argentino perderá 10 posições após a quarta troca do controle eletrônico, enquanto o britânico terá cinco lugares de punição por utilizar seu sexto motor de combustão interna na temporada.
O brasileiro Rafa Câmara deve participar de uma sessão de treino livre da Fórmula 1 no Grande Prêmio de São Paulo, em novembro, ocupando o lugar de Charles Leclerc na Ferrari. A informação foi divulgada inicialmente por Luciano Burti, comentarista da TV Globo.
Contratado pela Haas para a temporada de 2027, Câmara assumirá a vaga de Esteban Ocon e formará dupla com Oliver Bearman. Apesar da mudança, o piloto continuará vinculado à Academia da Ferrari, com o suporte da equipe italiana.
Pelo regulamento da categoria, as equipes precisam disponibilizar seus carros para pilotos novatos em quatro sessões de treinos livres ao longo da temporada. Até o momento, a Ferrari cumpriu duas dessas participações com Dino Beganovic, em Barcelona e na Áustria. Já a Haas cedeu um de seus carros a Ryo Hirakawa nas etapas da Áustria e da Hungria.
Além da possível participação pela Ferrari em Interlagos, Câmara também poderá ganhar uma oportunidade pela Haas antes do encerramento da temporada de 2026.
O piloto de Fórmula 1, Lewis Hamilton, anunciou nesta sexta-feira (23), o desejo de prolongar a carreira até 2030. Em entrevista antes do Grande Prêmio dos Estados Unidos, segundo o jornal britânico The Guardian, Hamilton afirmou que a vontade em permanecer na competição, se dá pelo fato da realização do Grande Prêmio da África, em Ruanda.
Aos 41 anos, o britânico demonstra interesse em manter o porte físico necessário para poder competir e seguir no grid. "Tenho que continuar lutando para tentar manter a forma física. Se ainda conseguir bons resultados no próximo ano, vamos continuar", declarou.
Hamilton sempre defendeu a realização de uma etapa na África, participando de conversas com os dirigentes em prol da viabilização do projeto. Por outro lado, as organizações de direitos humanos, criticam a escolha de Ruanda, afirmando que a decisão do local, nada mais é que um sportswashing, expressão usada para descrever o uso de eventos esportivos para melhorar a imagem de governos ou países diante de denúncias e controvérsias.
Em contraponto, Lewis reconhece os problemas sociais e políticos que o país enfrenta, mas defende que a realização da corrida seja acompanhada de maior atenção à história e à situação atual do continente africano."Ir até lá não significa negligenciar o que está acontecendo. Espero que mais pessoas comecem a se informar sobre o que acontece e sobre o que aconteceu durante centenas de anos", afirmou.
O contrato com a Ferrari vai até o fim de 2027, mas para competir na estreia do Grande Prêmio da África, o piloto precisaria continuar na categoria por pelo menos mais quatro ou cinco anos, dependendo da data do ínicio da prova. "Agora sou obrigado a ficar muito mais tempo porque teremos uma corrida na África, e esse sempre foi meu sonho: poder correr na África", confessou Hamilton.
O tradicional GP de São Paulo na Fórmula 1 acontece somente no dia 8 de novembro, mas os fãs do automobilismo já podem ter um deslumbre de como é o troféu que será levantado pelo vencedor da corrida. Na tarde desta terça-feira (20), a principal competição de automobilismo do mundo divulgou imagens da taça desta edição.
Com quase seis quilos, a peça é toda feita em titânio puro e precisou de mais de 10 meses para sua confecção. O formato é inspirado no escapamento de um motor V10 e apresenta cinco linhas, que desenham as iniciais "S e P". As curvas dos tubos também lembram uma nota musical, tanto em referência ao som do ronco dos motores quanto à música brasileira, famosa mundialmente pelos seus ritmos e vibração.
“Conforme vemos por outros ângulos, o troféu vai contando uma nova narrativa. Olhando de cima, fazemos uma homenagem à curva mais icônica de Interlagos, que é o ‘S do Senna’. Temos a representação da topografia que vemos pela TV, que é uma descida. Quando a gente vira do outro lado, a peça se assemelha a uma bandeira tremulando, a bandeira da vitória”, afirmou o designer Fábio Castellotti, um dos três responsáveis pelo projeto.
COMO ESTÁ O CAMPEONATO
Os dois pilotos da Mercedes Kimi Antonelli e George Russell estão na ponta da tabela, mas o italiano está à frente por 112 pontos de diferença (340 contra 238). Logo atrás, Lewis Hamilton, da Ferrari aparece com 229 pontos, enquanto Max Verstappen, da Red Bull, fecha o top 4 com 221 pontos.
O Autódromo de Interlagos pode ser o palco de um título inédito de Antonelli, mas esta não seria a primeira vez que a coroação de um campeão da F1 acontece no Brasil. Entre 2005 e 2009, além de 2012, todos os vencedores da principal competição de automobilismo do mundo foram definidos em São Paulo.
Se Antonelli chegar ao fim da corrida brasileira com mais de 75 pontos de vantagem sobre o segundo colocado na classificação, será campeão mundial.
O brasileiro Rafael Câmara afirmou que tem boas chances de participar de uma sessão de treino livre da Fórmula 1 durante o Grande Prêmio de São Paulo, marcado para novembro. O piloto de 21 anos, confirmado pela Haas para a temporada de 2027, espera ter a oportunidade de guiar um carro da categoria diante da torcida brasileira antes de estrear oficialmente no grid.
A possibilidade foi comentada pelo pernambucano durante uma entrevista coletiva realizada na última quinta-feira (15). Apesar da expectativa, Câmara ressaltou que a decisão depende da equipe e ainda não está confirmada.
“É claro que isso não sou eu que decido, mas acho que tem boas chances. Como falei no começo do ano, esse ano eu teria a possibilidade de fazer um treino livre, então é esperar para ver o que vai acontecer e eu espero que tenha”, afirmou.
ESTREIA NA F1 EM 2027
Câmara foi anunciado pela Haas na última quarta-feira (14) e disputará a temporada de 2027 ao lado do britânico Oliver Bearman. O brasileiro assinou um contrato plurianual com a equipe norte-americana e será o próximo representante do país no grid da principal categoria do automobilismo mundial.
Integrante da Academia de Jovens Pilotos da Ferrari desde 2021, o pernambucano construiu sua trajetória nas categorias de base até chegar à Fórmula 2. Em 2025, conquistou o título da Fórmula 3, com quatro vitórias e cinco pole positions.
Antes da confirmação na Haas, Câmara já havia pilotado carros da Ferrari em duas oportunidades neste ano. O brasileiro guiou o SF-25, modelo utilizado pela escuderia italiana em 2025, e destacou que a experiência ajudou a compreender as diferenças entre um carro de Fórmula 1 e um de Fórmula 2.
A participação em Interlagos também é uma possibilidade porque as equipes precisam cumprir sessões de treinos livres com pilotos novatos ao longo da temporada. O GP de São Paulo de 2026 será realizado entre os dias 6 e 8 de novembro, no Autódromo de Interlagos.
O pernambucano Rafael Câmara será o primeiro piloto nordestino a disputar uma corrida na história da Fórmula 1. Aos 21 anos, o brasileiro foi anunciado pela Haas nesta quinta-feira (15) como novo integrante da equipe a partir da temporada de 2027. O piloto assinou um contrato multianual e ocupará a vaga do francês Esteban Ocon.
A chegada de Câmara à principal categoria do automobilismo mundial também marcará o retorno do Brasil ao grid com dois representantes após 11 temporadas. A última vez que o país teve dois pilotos simultaneamente na F1 foi em 2016, quando Felipe Massa defendia a Williams e Felipe Nasr corria pela Sauber. Em 2027, Rafael dividirá a pista com Gabriel Bortoleto, que estreou na categoria em 2025 e atualmente compete pela Audi.
Natural de Recife, o pernambucano será o 34º brasileiro a disputar uma corrida de Fórmula 1. Sua estreia também representará um marco para o Nordeste, já que os pilotos brasileiros que passaram pela categoria nasceram, em sua maioria, nas regiões Sudeste e Sul ou fora do país.
Em entrevista à TV Globo, Câmara celebrou a oportunidade e destacou o apoio da família durante sua trajetória no automobilismo.
“Estou muito feliz por ter alcançado o sonho. Claro que não vai acabar por aqui, mas muito contente por realizar uma parte e estar na Fórmula 1. Foram muitos anos nessa caminhada com meus pais, principalmente. Muito sacrifício, muita dedicação. Estou muito contente por eles também, por tudo que eles fizeram para fazer isso dar certo”, afirmou.
Ayao Komatsu, chefe da Haas, e Rafael Câmara | Foto: Divulgação
TRAJETÓRIA ATÉ A F1
Antes de chegar à categoria principal, Rafael Câmara construiu sua trajetória nas divisões de base do automobilismo. Em 2025, o brasileiro conquistou o título da Fórmula 3, resultado que lhe garantiu os pontos necessários para obter a superlicença, documento obrigatório para competir na Fórmula 1.
Atualmente, o pernambucano disputa a Fórmula 2 e está na briga pelo título da temporada contra o búlgaro Nikola Tsolov e o irlandês Alexander Dunne.
Na Haas, Câmara terá como companheiro o britânico Oliver Bearman. Os dois integram a Academia de Jovens Pilotos da Ferrari, escuderia que teve papel importante no desenvolvimento do brasileiro e em sua preparação para chegar à F1.
Ao longo desta temporada, Rafael participou de testes com carros da Ferrari em circuitos como Barcelona, Budapeste, Mugello e Ímola. O desempenho e a evolução apresentados durante as atividades contribuíram para sua avaliação dentro da estrutura da equipe italiana.
BRASILEIROS NA F1
Ao longo dos 78 anos de história da Fórmula 1, o Sudeste concentra a maior parte dos brasileiros que já passaram pela categoria, com 22 pilotos, sendo 18 paulistas, dois cariocas e dois mineiros. A região Sul aparece na sequência, com cinco representantes, quatro do Paraná e um de Santa Catarina. Já o Norte e o Centro-Oeste tiveram um piloto cada: o amazonense Antônio Pizzonia e o brasiliense Felipe Nasr, respectivamente.
A lista inclui ainda quatro pilotos nascidos no exterior que competiram representando o Brasil: Gino Bianco, nascido em Milão, na Itália; Nano da Silva Ramos, em Paris, na França; Nelsinho Piquet, em Heidelberg, na Alemanha; e Pietro Fittipaldi, em Miami, nos Estados Unidos.
A Fórmula 1 anunciou de forma oficial nesta terça-feira (13) o projeto de retorno ao continente africano após mais de três décadas. Ruanda fechou um acordo de dez anos para receber uma etapa da categoria, com estreia prevista para 2030 ou 2031, a depender do andamento das obras do circuito.
A corrida será realizada em um autódromo permanente na região de Bugesera, a cerca de 40 quilômetros de Kigali, capital ruandesa. O local fica próximo ao futuro Aeroporto Internacional de Bugesera, que também está em construção.
A última prova da Fórmula 1 em solo africano aconteceu em 1993, com o Grande Prêmio da África do Sul, disputado no circuito de Kyalami. Na ocasião, o francês Alain Prost venceu pela Williams.
Além da África do Sul, o Marrocos também recebeu uma etapa do Mundial, em 1958. Desde então, o continente ficou fora do calendário da principal categoria do automobilismo mundial.
O projeto prevê uma pista com estrutura para receber a Fórmula 1. O traçado foi desenvolvido pelo ex-piloto Alexander Wurz em parceria com a empresa do engenheiro Hermann Tilke, responsável pelo desenho de diversos circuitos utilizados pela categoria.
A data exata da estreia ainda não foi definida. A realização da prova dependerá da conclusão das obras e da preparação da estrutura necessária para receber equipes, pilotos e torcedores.
O retorno ao continente atende a uma antiga reivindicação de Lewis Hamilton. O heptacampeão mundial já havia defendido publicamente a realização de uma corrida na África e afirmou, em diferentes ocasiões, que trabalhava nos bastidores para tornar o projeto possível.
Max Verstappen venceu neste sábado a corrida sprint inédita do Grande Prêmio de Singapura e ampliou seu recorde de triunfos na modalidade, chegando a 14. O piloto da Red Bull se recuperou após perder a liderança para George Russell. Lewis Hamilton e Charles Leclerc completaram as três primeiras posições, enquanto Gabriel Bortoleto abandonou após um acidente.
O brasileiro largou em 14º lugar, mas perdeu três posições logo na primeira volta. Com os abandonos registrados ao longo da prova, Bortoleto chegou à 13ª colocação antes da relargada na sétima volta. No reinício, porém, foi atingido na traseira pelo tailandês Alexander Albon e precisou deixar a corrida. O incidente será investigado após a disputa.
A sprint começou com 22 carros, mas apenas 13 pilotos receberam a bandeirada. Além de Bortoleto e Albon, Oscar Piastri, Valtteri Bottas, Franco Colapinto, Isack Hadjar, George Russell, Sergio Pérez e Lance Stroll também ficaram pelo caminho, em ocorrências envolvendo acidentes e problemas mecânicos.
Na última volta, Piastri e Lando Norris se envolveram em um acidente enquanto disputavam posições para tentar alcançar Leclerc, que ocupava o terceiro lugar. Com o incidente, Andrea Kimi Antonelli terminou em quarto e ampliou sua vantagem sobre Russell na liderança do campeonato. O italiano chegou a 325 pontos, contra 236 do companheiro de Mercedes.
Verstappen somou oito pontos com a vitória e alcançou a quinta colocação no Mundial de Pilotos. O holandês chegou aos 188 pontos, empatando com Norris, que perdeu a oportunidade de pontuar na parte final da prova. O resultado também consolidou o recorde de Verstappen, agora com 14 vitórias em corridas sprint.
O universo dos super-heróis chegou às pistas da Fórmula 1. A Williams apresentou um carro com pintura especial inspirada em "Vingadores: Doutor Destino", novo filme da Marvel Studios, durante a New York Comic Con 2026, realizada nos Estados Unidos, na última quinta-feira (8). A personalização faz parte de uma colaboração entre a escuderia britânica e a editora responsável pelos personagens.
O modelo, produzido especialmente para exposição, recebeu uma identidade visual que remete ao Doutor Destino, vilão central do próximo filme dos Vingadores. A pintura combina tons metálicos de verde e prata, associados à armadura do personagem, e integra uma série de ações promocionais desenvolvidas pelas duas marcas.
Além do carro, a Williams levou ao evento macacões de corrida com elementos inspirados nos super-heróis. Os visitantes também poderão conhecer uma exposição dedicada à parceria, que reúne materiais relacionados aos pilotos Alexander Albon e Carlos Sainz.
A colaboração começou em abril deste ano, quando a Williams e a Marvel lançaram uma história em quadrinhos especial protagonizada pelos dois pilotos. Na publicação, Albon e Sainz enfrentam justamente o Doutor Destino, aproximando o automobilismo do universo dos personagens da editora.
Para a New York Comic Con, também foi preparada uma edição limitada de 2 mil exemplares da publicação, com capa exclusiva para a convenção. A programação inclui ainda a exposição de equipamentos utilizados pelos pilotos e atividades interativas para os fãs.
A apresentação acontece durante a divulgação de "Vingadores: Doutor Destino", produção que terá Robert Downey Jr. no papel do vilão. O ator ficou conhecido por interpretar Tony Stark, o Homem de Ferro, ao longo dos primeiros filmes do Universo Cinematográfico Marvel.
Apesar da aparência de um carro de competição, o modelo personalizado foi anunciado pela Williams como veículo de exposição. Até o momento, não há confirmação de que a pintura temática será utilizada pelos pilotos em uma etapa oficial do Mundial de Fórmula 1.
Max Verstappen voltou ao lugar mais alto do pódio neste domingo (4). O piloto da Red Bull venceu o GP do Bahrein disputado no Circuito Internacional de Sepang, na Malásia, e conquistou sua primeira vitória na temporada 2026 da Fórmula 1. A prova foi marcada por forte chuva, atraso superior a 1h30 e diferentes estratégias de pneus. Reuters
Largando da pole position, Verstappen perdeu a liderança logo na primeira curva. Kimi Antonelli assumiu a ponta, enquanto George Russell também ultrapassou o holandês. Com pneus intermediários, porém, o tetracampeão iniciou a recuperação e superou os dois pilotos da Mercedes ao longo das primeiras voltas.
A entrada do Safety Car após uma rodada de Valtteri Bottas abriu espaço para a troca dos intermediários pelos pneus slicks. Verstappen aproveitou o reinício para atacar Antonelli e reassumiu a liderança, posição que sustentou até a bandeirada.
Antonelli terminou na 2ª colocação, a 2s307 do vencedor, e ampliou sua vantagem na liderança do Mundial. Lewis Hamilton completou o pódio em 3º após uma corrida de recuperação. O britânico chegou a cair para o 18º lugar depois de apostar em pneus slicks quando a pista ainda apresentava condições difíceis.
Charles Leclerc fechou a prova em 4º, seguido por Isack Hadjar, Oscar Piastri, Liam Lawson e Fernando Alonso. Lando Norris ficou em 9º, enquanto Arvid Lindblad completou a zona de pontuação.
George Russell abandonou quando ocupava a 3ª posição, a cinco voltas do final, após um problema na unidade de potência da Mercedes. Com o resultado, Antonelli abriu 84 pontos de vantagem sobre o companheiro na classificação do campeonato.
O brasileiro Gabriel Bortoleto terminou em 18º com a Audi. O piloto se envolveu em uma colisão com Carlos Sainz durante a prova e recebeu uma punição de 10 segundos.
Apesar do nome oficial de GP do Bahrein, a etapa foi realizada em Sepang. A Fórmula 1 e a FIA transferiram a corrida para a Malásia após o evento originalmente previsto para o Bahrein não poder ser realizado. O circuito malaio voltou a receber uma prova da categoria pela primeira vez desde 2017.
Max Verstappen voltou a conquistar uma pole position na Fórmula 1 neste sábado (3). O piloto da Red Bull marcou 1min35s130 na classificação para o GP da Malásia, no circuito de Sepang, e garantiu a primeira posição do grid após 15 etapas.
A última pole de Verstappen havia sido no GP de Abu Dhabi, em 2025. Lewis Hamilton ficou com a segunda colocação, enquanto Kimi Antonelli assumiu o terceiro lugar após a punição aplicada a Isack Hadjar. Com o resultado, Verstappen chegou à 49ª pole da carreira.
Gabriel Bortoleto colocou a Audi no Q3 e terminou a sessão em 10º lugar. O brasileiro voltou ao top 10 do grid pela nona vez na temporada e ficou à frente do companheiro de equipe, Nico Hulkenberg, que terminou originalmente em 17º e deverá largar em 15º.
Hulkenberg será beneficiado pelas punições aplicadas a Franco Colapinto e Arvid Lindblad. O argentino perdeu cinco posições pelo acidente provocado no GP do Azerbaijão, enquanto Lindblad largará na última colocação após trocar diversos componentes da unidade de potência da Racing Bulls.
Hadjar também recebeu uma punição de cinco posições por substituir o motor de combustão interna (ICE) de sua Red Bull. Com isso, Antonelli avançou para a terceira posição do grid.
Apesar da pole, Verstappen ainda busca sua primeira vitória na temporada. O último triunfo do tetracampeão mundial aconteceu no GP de Abu Dhabi, em dezembro de 2025. No circuito de Sepang, o holandês já disputou outras três corridas e venceu em 2017, quando largou da terceira posição.
Gabriel Bortoleto se irritou com Lewis Hamilton durante o segundo treino livre para o Grande Prêmio do Bahrein, realizado na madrugada desta sexta-feira (2), no Circuito de Sepang, na Malásia. O brasileiro reclamou pelo rádio após ter sua volta prejudicada pelo piloto da Ferrari.
"Mas que p... esse cara está fazendo, cara? Ele me vê chegando e continua me bloqueando", disparou Bortoleto durante a sessão.
O episódio aconteceu quando o brasileiro se aproximava de Hamilton na pista. O piloto da Ferrari acabou sendo chamado pelos comissários da Federação Internacional de Automobilismo (FIA) para prestar esclarecimentos sobre o incidente.
??Bortoleto se irrita com Hamilton durante treino da F1: "Que p... esse cara está fazendo?"
— Bahia Notícias (@BahiaNoticias) October 2, 2026
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Bortoleto terminou o segundo treino livre na 12ª colocação, com 1min39s051. Hamilton foi o quinto colocado, enquanto Charles Leclerc, também da Ferrari, registrou o melhor tempo da sessão, com 1min37s528.
O brasileiro já havia enfrentado condições difíceis no primeiro treino livre, principalmente por causa do calor em Sepang. "Essa é a situação mais maluca que já vivenciei com temperaturas na minha vida. Ainda mais do que no Bahrein, no TL1", afirmou Bortoleto pelo rádio.
Na primeira atividade, o piloto da Audi terminou na 13ª colocação, enquanto Max Verstappen, da Red Bull, foi o mais rápido. Além do incidente com Hamilton, o brasileiro teve outro contratempo no fim do TL2. Bortoleto precisou parar o carro nos minutos finais da sessão, provocando a entrada do Virtual Safety Car. O piloto chegou a demonstrar preocupação com um possível problema na caixa de câmbio.
O segundo treino terminou com Leclerc na liderança, seguido por Isack Hadjar e Lando Norris. Verstappen ficou em quarto, com Hamilton em quinto.
A programação do GP do Bahrein continua neste sábado (3), com o terceiro treino livre e a classificação. A corrida será disputada neste domingo (4).
Rafael Câmara ganhou um novo impulso na disputa por uma vaga na Fórmula 1 em 2027. A Haas confirmou nesta quarta-feira (30) que Esteban Ocon deixará a equipe ao fim da temporada, abrindo oficialmente um assento no time norte-americano. O brasileiro de 21 anos, integrante da Academia de Pilotos da Ferrari, aparece entre os principais candidatos para assumir o posto.
Atual líder da Fórmula 2 e campeão da Fórmula 3 em 2025, Câmara já vinha sendo avaliado pela Haas antes da confirmação da saída do francês. A equipe ainda não anunciou quem será o companheiro de Oliver Bearman na próxima temporada, mas pretende definir sua formação para 2027 nas próximas semanas.
O brasileiro disputa a vaga com nomes como Leonardo Fornaroli, Ryo Hirakawa e Jack Doohan, todos avaliados pela equipe ao longo da temporada. Câmara, porém, possui uma ligação direta com a Ferrari, fornecedora de motores da Haas e responsável por acompanhar sua carreira desde as categorias de base.
CÂMARA JÁ TESTOU PELA HAAS
Em agosto, Rafael Câmara participou de dois dias de testes privados com a Haas no Autódromo Internacional do Algarve, em Portimão, Portugal.
A equipe utilizou o VF-25, carro da temporada anterior, para comparar o desempenho dos candidatos ao assento. Oliver Bearman, atual titular, também participou da atividade para estabelecer uma referência de desempenho.
Informações veículadas pelo ge.globo chegaram a apontar que Câmara deixou boa impressão nos trabalhos e chegou a superar a referência de Bearman, além de receber avaliações positivas dos engenheiros pela velocidade e pelas informações fornecidas durante as sessões.
Antes de pilotar pela Haas, o pernambucano já havia realizado testes com carros da Ferrari em circuitos como Hungaroring, Barcelona e Mugello.
BRASILEIRO SE DIZ PRONTO PARA A F1
Na terça-feira (29), um dia antes do anúncio da saída de Ocon, Câmara afirmou que se considera preparado para dar o próximo passo na carreira. O piloto destacou a experiência adquirida nos testes com carros de Fórmula 1 e o desempenho apresentado nas categorias de acesso como fatores que o deixam em condições de disputar uma vaga no grid.
Câmara conquistou o título da Fórmula 3 em 2025 e subiu para a Fórmula 2 nesta temporada pela Invicta Racing. Antes disso, também havia sido campeão da Fórmula Regional Europeia.
O pernambucano integra a Ferrari Driver Academy e vem sendo preparado pela equipe italiana para uma possível chegada à principal categoria do automobilismo.
OCON DEIXA A HAAS APÓS DUAS TEMPORADAS
Esteban Ocon chegou à Haas em 2025, depois de deixar a Alpine, e formou dupla com Oliver Bearman durante duas temporadas.
A equipe agradeceu ao francês pela contribuição no período e destacou sua participação no desenvolvimento do carro em meio às mudanças de regulamento da Fórmula 1. Ocon, por sua vez, afirmou que pretende continuar na categoria e busca alternativas para 2027.
A saída, no entanto, transforma em concreta uma vaga que vinha sendo acompanhada por Câmara ao longo dos últimos meses.
Caso seja escolhido, o pernambucano poderá formar dupla com Bearman e colocar o Brasil com dois pilotos no grid da Fórmula 1 em 2027, ao lado de Gabriel Bortoleto.
A Haas ainda não estabeleceu uma data para anunciar o substituto de Ocon.
George Russell venceu o Grande Prêmio do Azerbaijão de Fórmula 1, disputado neste sábado (26), no circuito urbano de Baku. O piloto da Mercedes largou da pole position e confirmou o bom desempenho apresentado durante todo o fim de semana para conquistar sua terceira vitória na temporada de 2026.
A definição, porém, aconteceu com pressão até os últimos metros. Max Verstappen terminou na segunda posição, apenas 0s196 atrás do britânico. Isack Hadjar colocou o segundo carro da Red Bull no pódio ao cruzar a linha de chegada em terceiro, 10s704 depois do vencedor.
Russell completou as 51 voltas em 1h38min02s143. O resultado coroou um fim de semana de domínio do piloto da Mercedes, que também havia liderado os dois primeiros treinos livres e conquistado a pole com uma volta de 1min42s526, abrindo 0s837 sobre Charles Leclerc na classificação.
FERRARI FICA FORA DO PÓDIO
Charles Leclerc terminou na quarta colocação, seguido pelo líder do campeonato, Kimi Antonelli, que conseguiu se recuperar após largar fora do top-10 em razão do acidente sofrido no Q1 da classificação.
Lewis Hamilton foi o sexto colocado. Arvid Lindblad terminou em sétimo, seguido por Esteban Ocon e Oliver Bearman. Carlos Sainz fechou a zona de pontuação na décima posição.
Entre os pilotos que deixaram a prova sem pontuar estão Oscar Piastri, 14º colocado, e Lando Norris, que abandonou após 35 voltas. Fernando Alonso, Alexander Albon, Pierre Gasly, Franco Colapinto e Lance Stroll também não completaram a corrida.
BORTOLETO TERMINA EM 13º
Único brasileiro no grid da Fórmula 1, Gabriel Bortoleto terminou o GP do Azerbaijão na 13ª posição.
O piloto da Audi completou as 51 voltas, mas ficou fora da zona de pontuação. Bortoleto permanece com 10 pontos no Mundial e ocupa a 14ª colocação entre os pilotos.
RUSSELL REDUZ DISTÂNCIA PARA ANTONELLI
A vitória também permitiu a Russell diminuir a diferença para Kimi Antonelli na disputa pelo título.
O italiano segue na liderança do campeonato, agora com 302 pontos. Russell aparece em segundo, com 236, reduzindo a distância para 66 pontos. Lewis Hamilton é o terceiro colocado, com 199, enquanto Lando Norris soma 186.
A vitória em Baku foi a terceira de Russell em 2026. O britânico já havia vencido os Grandes Prêmios da Austrália e da Áustria.
A Fórmula 1 retorna no próximo fim de semana para a 16ª etapa da temporada, entre os dias 2 e 4 de outubro.
Top-10 do GP do Azerbaijão:
1. George Russell (Mercedes)
2. Max Verstappen (Red Bull)
3. Isack Hadjar (Red Bull)
4. Charles Leclerc (Ferrari)
5. Kimi Antonelli (Mercedes)
6. Lewis Hamilton (Ferrari)
7. Arvid Lindblad (Racing Bulls)
8. Esteban Ocon (Haas)
9. Oliver Bearman (Haas)
10. Carlos Sainz (Williams) Formula 1® - The Official F1® Website
Uma batida tirou Kimi Antonelli, líder do campeonato de pilotos, da disputa pela pole na classificação do GP do Azerbaijão nesta sexta-feira (25). Com isso, o 1º lugar no grid de largada ficou com o parceiro de equipe, George Russell, que fez uma volta de 1m42s526. Charles Leclerc, da Ferrari, vai largar em segundo. Oscar Piastri, da McLaren, ficou com a terceira posição. Já Gabriel Bortoleto caiu no Q1 e larga na 17ª posição.
Com a conquista da classificação, Russell chegou à sua 12ª pole da carreira, sendo a quinta de 2026. O britânico não vence desde o GP da Áustria, em junho. Na classificação do torneio, George ocupa a 2ª colocação e espera diminuir a diferença de 81 pontos para Kimi, que, antes da batida, assinou uma volta suficiente para ser a 15ª melhor do Q1, e largará em 16º na corrida deste sábado.
A dupla de pilotos da Aston Martin, Fernando Alonso e Lance Stroll, ficou com as últimas colocações devido a punições por trocar componentes do motor.
Neste final de semana de F1, pela primeira vez na história, o GP do Azerbaijão ocorrerá no sábado (26). A corrida teve sua data realocada para os dias 24 a 26 de setembro por conta de um feriado local, celebrado há seis anos no país. A largada está marcada para as 8h (de Brasília).
CONFIRA GRID PARA GP DO AZERBAIJAO 2026
- George Russell (Mercedes) - 1m42s526
- Charles Leclerc (Ferrari) +0s837
- Oscar Piastri (McLaren) +0s838
- Isack Hadjar (Red Bull) +0s974
- Lando Norris (McLaren) +1s146
- Lewis Hamilton (Ferrari) +1s332
- Pierre Gasly (Alpine) +1s521
- Max Verstappen (Red Bull) +1s555
- Franco Colapinto (Alpine) +2s437
- Oliver Bearman (Haas) - Q2
- Liam Lawson (Racing Bulls) - Q2
- Alexander Albon (Williams) - Q2
- Esteban Ocon (Haas) - Q2
- Carlos Sainz (Williams) +2s040
- Arvid Lindblad (Racing Bulls) - Q2
- Kimi Antonelli (Mercedes) - Q2
- Gabriel Bortoleto (Audi) - Q1
- Nico Hulkenberg (Audi) - Q1
- Valtteri Bottas (Cadillac) - Q1
- Sergio Pérez (Cadillac) - Q1
- Fernando Alonso (Aston Martin) - Q1
- Lance Stroll (Aston Martin) - Q1
O Brasil seguriá com seu representante na Fórmula 1. A Audi confirmou, nesta quinta-feira (24), a permanência de Gabriel Bortoleto na categoria para a temporada de 2027. O anúnico foi feito pelo CEO da scuderia, Mattia Binotto, durante coletiva de imprensa no Circuito de Baku, no Azerbaijão. O piloto alemão Nico Hulkenberg, dupla do brasileiro, também seguirá para o próximo ano.
O anúncio da continuidade da dupla já era esperada, visto que ambos os atletas têm contratos vingentes com a equipe. Em sua fala, Binotto explicou que a Audi está satisfeita com o desempenho dos pilotos, afirmando que não houve necessidade de um anúncio específifico antes.
"Estou feliz com a dupla. Nossos pilotos estão sob contrato, então sabíamos que não haveria qualquer mudança. Além disso, estamos felizes com a velocidade deles", afirmou o italiano, detalhando a confiança da equipe nos atletas.
DÚVIDA INICIAL
Apesar do contrato, a dúvida da permanência de Bortoleto surgiu após a Fórmula 1 divulgar, em agosto, uma lista inicial com apenas oito pilotos confirmados para a próxima temporada. Até o momento, a dupla da Audi não aparecia no comunicado.
O alívio da época foi a confirmação de que o tetracampeão Max Verstappen permanecerá na categoria. O piloto holandês era dúvida após uma série de críticas públicas ao novo regulamento técnico e ao comportamento dos carros na temporada, o que alimentava rumores sobre uma possível saída da Red Bull ou pausa na carreira. Até o momento, cinco das 11 equipes já confirmaram sua dupla de pilotos para o grid de 2027. Os nomes publicamente garantidos são:
- McLaren: Lando Norris e Oscar Piastri
- Ferrari: Charles Leclerc e Lewis Hamilton
- Cadillac: Valtteri Bottas e Sergio Pérez
- Red Bull: Max Verstappen e Isack Hadjar
- Alpine: Pierre Gasly e Franco Colapinto
- Audi: Nico Hulkenberg e Gabriel Bortoleto
- Williams: Alexander Albon e Carlos Sainz
O espanhol Carlos Sainz, da Williams, enfrentou um problema nos freios durante o primeiro treino livre para o Grande Prêmio do Azerbaijão, nesta quinta-feira (24). O piloto precisou retornar aos boxes depois que os freios traseiros de seu carro pegaram fogo, mas conseguiu voltar à pista posteriormente para completar a atividade.
O problema aconteceu cerca de 15 minutos após o início da sessão, em Baku. A Williams levou o carro de volta à garagem para realizar os reparos necessários antes de recolocar Sainz na pista. Assista:
Freios do carro de Carlos Sainz pegam fogo no TL1 do Azerbaijão
— BN Esportes (@bnesportes) September 24, 2026
?????@F1 pic.twitter.com/rfQc2Qzbgt
Mesmo com o contratempo, o espanhol conseguiu completar o treino e terminou a atividade na 12ª colocação, com 1min46s712. O companheiro de equipe, Alex Albon, ficou em 13º, com 1min46s824.
RUSSEL LIDERA PRIMEIRO TREINO
O mais rápido do TL1 foi George Russell, da Mercedes, com 1min45s387. O britânico ficou à frente de Max Verstappen, da Red Bull, e Charles Leclerc, da Ferrari.
Lewis Hamilton terminou em quarto, enquanto Kimi Antonelli, companheiro de Russell, fechou o top 5 mesmo tendo sua participação interrompida por um problema hidráulico.
A primeira sessão também teve outros incidentes. Oscar Piastri perdeu tempo nos boxes, Lando Norris teve problemas que limitaram sua participação e Nico Hülkenberg precisou abandonar o carro após uma parada na pista.
GP DO AZERBAIJÃO
A segunda sessão de treinos livres acontece ainda nesta quinta-feira, às 12h (de Brasília). O TL3 será realizado na sexta-feira, às 8h30, seguido pela classificação, ao meio-dia. A corrida está marcada para sábado, às 11h, no circuito de Baku.
Bicampeão mundial de Fórmula 1, Fernando Alonso pediu que a categoria torne as corridas mais divertidas para a próxima temporada. Para o piloto, muitos circuitos perderam o caráter tradicional.
“Silverstone, uma pista incrível, não é mais divertida”, disse Alonso. “Spa foi quase constrangedor ao passar por Eau Rouge; Suzuka, a 130R... Há circuitos que foram assassinados este ano”, disse Alonso, em entrevista ao Motorsport.com, afirmando que essas pistas têm potencial para corridas emocionantes.
O piloto ainda se manifestou a favor de mais mudanças na potência do motor. De acordo com a F1, haverá mudanças a partir de 2027 em relação ao equilíbrio de potência entre o componente elétrico e o componente de combustão.
"Talvez da cabine, ao volante, especialmente se você pilota em outras categorias ou já experimentou outros carros de Fórmula 1, haja um pouco de frustração. Não tenho todas as informações. Temos que confiar no esporte", disse Alonso, que revelou que gostaria de reduzir a aceleração imediata proporcionada pelo componente elétrico em favor da manutenção da velocidade por mais tempo.
Segundo ele, esse é um assunto que discute regularmente com o presidente-executivo da Fórmula 1, Stefano Domenicali, e com Mohammed Ben Sulayem, presidente da Federação Internacional de Automobilismo (FIA), órgão regulador da categoria.
Pela primeira vez na história, o GP do Azerbaijão, da Fórmula 1, será realizado em um sábado. A corrida teve sua data realocada para as dias 24 a 26 de setembro por conta de um feriado local, celebrado há seis anos no país. Esta mudança representa a 63ª vez em que uma prova é disputada no sábado, ao invés de como acontece tradicionalmente, no dia de domingo.
A mudança do cronograma ocorre em respeito ao An?m Günü (Dia da Memória), feriado nacional comemorado no domingo, dia 27 de setembro. A data relembra os militares mortos durante a Segunda Guerra do Alto Carabaque, luta que eclodiu entre Azerbaijão e a Armênia em 2020.
Devido às homenagens, a organização da prova e a Fórmula 1 decidiram antecipar a corrida. Com a alteração, as atividades no traçado azeri começam já nesta quinta-feira (24) com a disputa do primeiro treino livre a partir das 6h30 (horário de Brasília). A corrida, realizada no sábado, vai ter início às 8h.
Das 63 oportunidades em que a corrida da F1 foi disputada em um sábado ao invés do domingo, esta será a primeira em que acontece no Circuito Urbano de Bacu, no Azerbaijão. No entanto, isso já aconteceu com os GPs da Grã-Bretanha, Estados Unidos, as 500 Milhas de Indianápolis (que já contabilizaram pontos ao Mundial), Holanda, África do Sul, Canadá, Espanha, Arábia Saudita, Bahrein e Las Vegas.
Fórmula 1 divulga calendário de 2027 com Sprint em São Paulo e retorno dos GPs de Portugal e Turquia
A Fórmula 1 divulgou, nesta quarta-feira (16), o calendário oficial da temporada de 2027. Com dez finais de semana no formato Sprint, o campeonato vai ter 24 etapas. Das maiores novidades, está a presença de São Paulo e Mônaco entre as etapas que vão receber a corrida curta, além do retorno dos GPs de Portugal e Turquia.
Entre os dias 12 e 14 de março, a temporada vai ser iniciada no Bahrein. O encerramento vai ser realizado em Abu Dhabi, de 10 a 12 de dezembro. Mantendo a etapa em solo brasileiro no mesmo período do ano em relação à temporada atual, o GP de São Paulo está marcado para os dias 5 a 7 de novembro.
A definição do calendário vinha sendo debatida internamente há meses. Um dos principais temas de discussão antes de bater o martelo sobre as etapas do Oriente Médio estava ligado ao cenário de conflito na região. Ainda assim, a F1 decidiu manter as quatro provas: Bahrein, Arábia Saudita, Catar e Abu Dhabi.
Algumas etapas europeias também sofrerão alterações na programação. Além do retorno de Portimão, em Portugal, e Istambul, na Turquia, foi confirmado que Barcelona, na Espanha, ficará de fora em 2027 dentro do sistema de alternância com Spa-Francorchamps. O GP da Holanda também não fará parte da programação.
Kimi Antonelli aproveitou uma combinação de estratégia perfeita da Mercedes e erro da McLaren para vencer, neste domingo (13), o Grande Prêmio da Espanha de Fórmula 1, disputado pela primeira vez no novo circuito de Madri. O italiano largou em segundo, assumiu a liderança após um período de Virtual Safety Car e cruzou a linha de chegada à frente de Max Verstappen e Lando Norris.
A vitória foi a oitava de Antonelli na temporada de 2026 e a segunda consecutiva, depois do triunfo no GP da Itália. Com o resultado, o piloto da Mercedes chegou a 292 pontos e ampliou para 81 a vantagem sobre George Russell, segundo colocado no campeonato.
Norris, que havia conquistado a pole position no sábado, parecia encaminhar a vitória durante a primeira parte da corrida. O britânico conseguiu manter Antonelli atrás na largada e abriu mais de seis segundos de vantagem antes do momento que mudou a prova.
VIRTUAL SAFETY CAR MUDA A CORRIDA
Na 14ª volta, Lance Stroll parou na pista com problemas de freios e provocou a entrada do Virtual Safety Car.
Antonelli, Verstappen e Russell aproveitaram imediatamente para fazer suas paradas nos boxes com perda reduzida de tempo. Norris, porém, já havia passado pela entrada do pit lane quando o VSC foi acionado e não conseguiu parar na mesma volta.
Quando a McLaren chamou o britânico aos boxes, duas voltas depois, a corrida já havia sido retomada em bandeira verde. Para piorar, a equipe demorou sete segundos na troca de pneus, fazendo com que Norris retornasse à pista em quinto.
Charles Leclerc assumiu provisoriamente a ponta ao permanecer na pista, mas ainda precisava realizar sua parada. O monegasco só entrou nos boxes na volta 48, deixando Antonelli definitivamente na liderança.
O italiano abriu vantagem na reta final e recebeu a bandeirada 4,2 segundos à frente de Verstappen. Norris completou o pódio, apenas 0,7 segundo atrás do holandês.
Antonelli reconheceu que as circunstâncias favoreceram sua vitória.
“É bom vencer, mas não parece tão bom porque acho que Lando merecia ganhar hoje”, afirmou o piloto.
HAMILTON ABANDONA E LECLERC TERMINA EM QUARTO
A Ferrari teve resultados distintos em Madri.
Charles Leclerc terminou na quarta colocação, depois de liderar por várias voltas enquanto aguardava uma eventual nova intervenção do Safety Car. A estratégia não funcionou e o monegasco precisou parar próximo do fim.
Lewis Hamilton, por outro lado, abandonou ainda na primeira parte da prova por problemas nos freios. O heptacampeão havia largado em quarto depois de ficar a menos de dois décimos da pole na classificação de sábado.
George Russell terminou em quinto, seguido por Liam Lawson, Franco Colapinto, Oscar Piastri, Arvid Lindblad e Nico Hülkenberg, que completaram a zona de pontuação.
BORTOLETO FICA FORA DOS PONTOS
O brasileiro Gabriel Bortoleto não conseguiu pontuar na estreia da Fórmula 1 no Madring.
O piloto da Audi largou em 12º e chegou a ocupar a oitava posição durante parte da corrida, participando de uma disputa envolvendo Colapinto, Piastri e Lindblad. Na reta final, porém, perdeu posições e terminou em 13º lugar.
Carlos Sainz, Sergio Pérez e Lance Stroll também abandonaram a prova, além de Hamilton.
ANTONELLI ABRE 81 PONTOS NO MUNDIAL
Após 14 etapas, Antonelli soma 292 pontos, contra 211 de Russell. A diferença equivale a mais de três vitórias em Grandes Prêmios e reforça a vantagem do italiano na disputa pelo primeiro título mundial da carreira.
A Fórmula 1 agora terá uma semana de intervalo antes de iniciar uma sequência de três corridas consecutivas. A próxima etapa será o Grande Prêmio do Azerbaijão, entre 24 e 26 de setembro, em Baku.
TOP 10 DO GP DA ESPANHA
Kimi Antonelli (Mercedes)
Max Verstappen (Red Bull)
Lando Norris (McLaren)
Charles Leclerc (Ferrari)
George Russell (Mercedes)
Liam Lawson (Red Bull)
Franco Colapinto (Alpine)
Oscar Piastri (McLaren)
Arvid Lindblad (Racing Bulls)
Nico Hülkenberg (Audi)
Quarenta e cinco anos depois, Madri volta a receber uma corrida de Fórmula 1 — desta vez em uma pista completamente nova. O Madring recebe nesta sexta-feira (11) os primeiros treinos livres do GP da Espanha, marcando a estreia oficial do circuito semipermanente no Mundial. A primeira atividade da F1 começa às 8h30, no horário de Brasília, enquanto o segundo treino está previsto para meio-dia.
O traçado foi construído nos arredores do centro de exposições IFEMA, próximo ao Aeroporto de Barajas, e combina vias públicas com trechos permanentes especialmente projetados para a Fórmula 1. São aproximadamente 5,4 km, 22 curvas e duas zonas de DRS. A prova de domingo terá 57 voltas, totalizando pouco mais de 308 km.

Foto: Divulgação
Embora outros carros já tenham percorrido o local — incluindo testes da Fórmula 3 e uma volta de apresentação realizada por Carlos Sainz —, sexta-feira será a primeira oportunidade para o atual grid da F1 experimentar o circuito em condições oficiais de um fim de semana de Grande Prêmio.
“LA MONUMENTAL” É DESTAQUE DO NOVO TRAÇADO
Entre as principais particularidades do Madring está a curva 12, batizada de “La Monumental”. O trecho possui aproximadamente 550 metros e inclinação de até 24%, tornando-se a curva inclinada mais longa do calendário atual. A expectativa é de que o ponto imponha uma das maiores cargas verticais sobre os pneus ao longo da temporada.
Como não existe histórico de corridas da categoria no circuito, pilotos e engenheiros dependeram principalmente de simuladores para preparar acertos iniciais.
Gabriel Bortoleto, Pierre Gasly e outros pilotos relataram dificuldades durante as sessões virtuais, principalmente por causa dos muros próximos, mudanças de elevação e curvas cegas. Charles Leclerc também indicou que as poucas oportunidades claras de ultrapassagem podem aumentar a importância da classificação de sábado.
Lewis Hamilton comparou algumas características do traçado às encontradas em Jedá, enquanto o primeiro setor é considerado bastante veloz. A segunda parte reúne curvas de média e baixa velocidade, antes de uma sequência de curvas de 90 graus no trecho final.
F1 VOLTA A MADRI APÓS 45 ANOS
A região de Madri não recebia uma etapa da Fórmula 1 desde 1981, quando o circuito de Jarama sediou sua última corrida do Mundial. O Madring se tornará o 78º circuito diferente a receber uma prova da categoria desde a criação do campeonato, em 1950.
O novo autódromo possui contrato de dez anos com a Fórmula 1. O GP deste fim de semana também fecha a passagem europeia da temporada de 2026.
ANTONELLI CHEGA COMO LÍDER
A estreia do Madring acontece em um momento de ampla vantagem de Kimi Antonelli na disputa pelo Mundial. O italiano da Mercedes chega à 14ª etapa da temporada com 66 pontos de frente para George Russell, seu companheiro de equipe, depois de vencer o GP da Itália.
Para o brasileiro Gabriel Bortoleto, a sexta-feira terá importância ainda maior. Sem referências reais do circuito em um carro de F1, as duas primeiras sessões serão fundamentais para conhecer os limites da pista e trabalhar no acerto para a classificação.
CONFIRA OS HORÁRIOS DO GP DA ESPANHA
Sexta-feira (11)
Treino livre 1: 8h30
Treino livre 2: 12h
Sábado (12)
Treino livre 3: 7h30
Classificação: 11h
Domingo (13)
Corrida: 10h
Os horários são de Brasília. Os treinos terão transmissão do sportv, Globoplay e F1 TV Pro, enquanto a corrida de domingo também será exibida pela TV Globo.
A estreia do novo circuito da Fórmula 1 estreia neste final de semana. O Grande Prêmio da Espanha, agora realizado em Madrid, inicia com o primeiro treino livre nesta sexta-feira (11), às 8h30, e já chama atenção pelos 24 traçados diferentes, sendo considerado um dos mais difíceis do calendário.
A mística de Madring Sur foi contruída após 19 bandeiras vermelhas em 2 dias de treinos da F3, durante a homologação oficial do circuito, no último mês. Além disso, é composta por curvas cegas e também o inédito desafio da La Monumental, curva de 550 metros, e mais longa do ano, com inclinação de 24%, equivalente a 13,5º, como em um circuito oval.
O representante brasileiro no grid, Gabriel Bortoleto, da Audi, afirmou que todos estes elementos trazem mais emoção para o GP. Apesar do otimismo, o piloto reconheceu as dificuldades da pista, sem temer maiores riscos.
"O mais importante em pistas novas, principalmente pistas de rua, é você já começar lá no topo, porque quando você começa lá em cima com uma confiança boa, você constrói dali em diante. Quando você começa embaixo normalmente é complicado para você chegar a tempo. Na pista não tem como você ter medo, se você tem medo você não está fazendo o esporte certo, no final das contas. É óbvio que a sensação de você estar numa pista nova, circuito de rua, é sempre muito desafiador, mas medo não", explicou Bortoleto, em entrevista exclusiva ao ge.
Segundo ele, quando o piloto veste o macacão e capacete, qualquer sentimento de receio some exatamente no momento em que o carro sai do box.
"Isso acontece com toda certeza. Acho que você está numa adrenalina tão grande, em um momento tão tenso ali que, assim que fecha o capacete, você desliga e você só acorda de novo quando o carro para", disse.
GP DA ESPANHA
Desde indepndência do GP de Barcelona, que antes levava o nome do país e agora leva o nome da Catalunha, o Madring Sur é a nova casa do GP espanhol.
Para a estreia, a classificação está marcada para o sábado (12), às 11h, com transmissão do SportV 3. Já a corrida acontece no somingo, às 10h, com transmissão do SporTV e da TV Globo.
A relação entre Lewis Hamilton e Charles Leclerc na Ferrari ganhou mais um episódio de tensão neste domingo, durante o GP da Itália, no Circuito de Monza. Logo na largada, o monegasco fechou o companheiro de equipe na disputa por posição, obrigando o heptacampeão a passar pela área de escape e perder terreno no pelotão.
O lance aconteceu nos primeiros metros da prova. Leclerc tentava defender a terceira colocação, enquanto Hamilton vinha por fora e acabou ficando sem espaço. O britânico caiu do quarto para o décimo lugar e ainda foi superado por Oliver Bearman, antes de conseguir recuperar a posição sobre o compatriota.
“Charles me empurrou!”, reclamou Hamilton pelo rádio da Ferrari.
O incidente foi investigado pelos comissários, mas não gerou punição. Leclerc abandonou a corrida na volta seguinte, após bater na curva Parabolica. Depois da prova, o piloto de Mônaco tentou minimizar a leitura de conflito interno, mas admitiu que a disputa na largada passou do ponto.
"Sinceramente, não sei quem está promovendo essa narrativa de que estamos uns contra os outros. Em Zandvoort já se falou demais sobre isso. Aqui, porém, é verdade que fomos longe demais na Curva 1. Na curva 2 tentei fazê-la o mais fechada possível, mas simplesmente não foi suficiente, e isso aqui não é bom", afirmou Leclerc.
Hamilton, por outro lado, rejeitou a ideia de responsabilidade dividida no lance. O inglês afirmou que estava à frente no momento da disputa e indicou que a conversa com o companheiro será feita internamente.
"Eu estava na frente na Curva 2; no meio da curva, eu estava na frente. Não teve nada de “nós” nisso. Depois, vamos conversar sobre isso em particular."
O novo atrito acontece duas semanas depois de Hamilton já ter demonstrado incômodo com a estratégia da Ferrari no GP da Holanda. Na ocasião, o britânico reclamou por ter ficado atrás de Leclerc mesmo dizendo estar com pneus melhores e ritmo superior. Depois, ele se retratou pelas cobranças públicas.
"Eu quero ganhar. Estou aqui para ganhar. É difícil quando você olha à frente e vê os pilotos da Mercedes, eles recebem a mensagem (pelo rádio) e está feito, eles executam logo em seguida. Deixaram o Kimi passar e conseguiram continuar com a corrida deles. Eu estava em uma estratégia diferente, e não é a mesma coisa aqui. É uma coisa um pouco difícil, mas temos que lidar com isso e quando voltar, falarei com a equipe sobre isso", afirmou Hamilton na ocasião.
Após o GP da Itália, o chefe da Ferrari, Fred Vasseur, admitiu insatisfação com o resultado da disputa entre os pilotos e afirmou que conversará com Hamilton e Leclerc antes de qualquer decisão. O dirigente também abriu a possibilidade de a equipe avaliar ordens de equipe a partir das próximas corridas.
"Conversei com o Lewis por dois segundos, mas não falei nada com Charles. Teremos tempo para discutir isso; prefiro conversar primeiro com eles e não com você. Mas, com certeza, o resultado dessa disputa não é bom para a equipe, se é essa a pergunta", declarou o francês.
"Para ver se precisamos de ordens de equipe ou algo do tipo, eu comparo com o ano passado: Piastri estava liderando a McLaren neste mesmo momento da temporada, mas se a McLaren tivesse apostado tudo em Piastri, Max Verstappen teria sido campeão. Com certeza, em algum momento é preciso tomar uma decisão, mas era muito cedo para tomar uma decisão antes de Monza. Agora terei tempo para conversar com os rapazes", completou.
Vasseur reforçou que prefere permitir que seus pilotos disputem posição, mas reconheceu que a Ferrari pode precisar agir caso os confrontos passem a comprometer os resultados da equipe.
"Para uma equipe, nunca é bom perder pontos. No início da temporada, acho que todo chefe de equipe do mundo adoraria deixá-los correr. Congelar as posições quando você é o chefe de equipe, não imagine que seja uma escolha fácil. Você faz isso pela equipe, faz pelos resultados finais, mas nunca é uma decisão fácil. Por definição, eu adoraria deixá-los correr o fim de semana inteiro. Agora, por uma questão de lógica, em algum momento é preciso tomar uma decisão. Cada equipe é diferente. Teremos que tomar uma decisão quando for a hora certa."
Hamilton terminou o GP da Itália na sexta colocação. Nas voltas finais, perdeu a disputa contra Oscar Piastri e teve dificuldades para manter o ritmo até a bandeirada.
Leclerc, por sua vez, deixou a prova após a batida na Parabolica. O monegasco passa bem, mas revelou ter sofrido com visão turva após o acidente e dores pelo corpo. O piloto deve realizar exames adicionais nos próximos dias, visando a recuperação para o GP da Espanha, na próxima semana.
Andrea Kimi Antonelli fez história no Grande Prêmio (GP) da Itália de Fórmula 1 neste domingo (6). O piloto da Mercedes largou na 19ª colocação, ganhou 18 posições ao longo da corrida e venceu no Circuito de Monza, encerrando um jejum de 60 anos sem um piloto italiano no lugar mais alto do pódio da tradicional prova. Gabriel Bortoleto terminou a corrida na 11ª posição.
Tando largado no fim do grid, por conta de uma punição relacionada à troca de componentes do motor, Antonelli ganhou seis posições logo na largada. Uma interrupção ainda na terceira volta também ajudou o piloto a avançar no pelotão e entrar na zona de pontuação.
A partir daí, o italiano seguiu escalando posições até se aproximar da disputa pela liderança. A definição aconteceu a três voltas do fim, quando o jovem piloto ultrapassou o companheiro de Mercedes, George Russell, para assumir a primeira colocação. Russell terminou em segundo, enquanto Max Verstappen completou o pódio.
A corrida também teve um momento de tensão para os torcedores da Ferrari. Charles Leclerc bateu na Parabólica durante a prova, justamente no GP caseiro da escuderia.
Aos 20 anos, completados no fim de agosto, Antonelli se tornou o primeiro italiano a vencer o GP de Monza desde Ludovico Scarfiotti, em 1966. O piloto da Mercedes também estabeleceu um novo recorde na história da prova ao conquistar a vitória largando da posição mais distante do grid. O italiano superou a marca de Peter Gethin, que venceu em 1971 após largar em 11º.
BORTOLETO EM 11º
Tando largado em 10º, o representante brasileiro no grid, Gabriel Bortoleto terminou o GP da Itália na 11ª colocação. O piloto da Sauber não conseguiu entrar na zona de pontuação e ficou próximo de completar a prova entre os dez primeiros.
A Fórmula 1 retorna no próximo domingo (13), com a 14ª corrida da temporada com o GP da Espanha, no recém-inaugurado Circuito Madring.
George Russell foi o mais rápido do terceiro treino livre do GP da Itália, realizado neste sábado, no Circuito de Monza. O piloto da Mercedes marcou 1min22s219 e terminou a sessão à frente de Lewis Hamilton e Max Verstappen.
Além da disputa pelo melhor tempo, o treino também teve um momento de tensão entre Hamilton e Verstappen já nos minutos finais. Os dois multicampeões vinham em voltas rápidas quando se encontraram na primeira curva do circuito italiano.
Hamilton seguia à frente, enquanto Verstappen tentou passar pela parte de dentro. O heptacampeão não cedeu espaço, e o holandês também manteve o ritmo. Para evitar o contato, o piloto da Ferrari precisou desviar pela área de escape. Apesar do susto, o lance não teve maiores consequências.
O brasileiro Gabriel Bortoleto chegou a aparecer entre os dez primeiros durante parte da atividade. Com pneus médios, ele iniciou a sessão com o oitavo melhor tempo provisório e voltou a repetir a marca em outro momento do treino. No fim, porém, perdeu posições com a evolução dos rivais e terminou em 13º lugar.
A Mercedes manteve o bom desempenho apresentado nos treinos anteriores e reforçou a condição de uma das principais candidatas à pole position. A classificação acontece ainda neste sábado.
O TL3 também deu sinais de um fator que deve ser decisivo na briga pela pole em Monza: o vácuo. No circuito italiano, marcado por longas retas, andar próximo ao carro da frente pode reduzir a resistência do ar e ajudar os pilotos a ganhar velocidade.
Um dos símbolos mais reconhecidos da história da Fórmula 1 ganhou uma nova versão, mas feita de blocos. A Lego lançou um novo conjunto em homenagem a Ayrton Senna, com uma réplica do tradicional capacete amarelo usado pelo tricampeão mundial. O modelo possui 931 peças e já está em pré-venda no Brasil.
Batizado de LEGO Editions – Capacete do Ayrton Senna, o kit reproduz a pintura amarela com detalhes em verde e outros elementos inspirados no capacete utilizado pelo brasileiro ao longo da carreira.
O conjunto também acompanha uma minifigura de Senna, que veste uma camiseta com o personagem Senninha, criado pelo próprio piloto. A peça pode ser exposta ao lado de uma placa comemorativa e de um pequeno capacete.
Depois de montada, a réplica mede mais de 19 centímetros de altura, 13 cm de largura e 13 cm de profundidade. O produto é indicado para pessoas a partir dos 14 anos.

Foto: Divulgação / Lego
PRÉ-VENDA NO BRASIL
Na loja oficial da Lego no Brasil, o conjunto está disponível por R$ 799,99. Segundo a empresa, os pedidos feitos durante a pré-venda começarão a ser enviados a partir de 29 de setembro de 2026.
A homenagem não é a primeira parceria da Lego envolvendo o legado de Senna. A marca já havia lançado uma reprodução da McLaren MP4/4 de 1988, carro com o qual o brasileiro conquistou seu primeiro título mundial de Fórmula 1, acompanhada de uma minifigura do piloto.
Ayrton Senna conquistou os títulos mundiais de 1988, 1990 e 1991, além de 41 vitórias na Fórmula 1. Em julho deste ano, o brasileiro também foi reconhecido oficialmente como Herói da Pátria, com a inclusão de seu nome no Livro dos Heróis e Heroínas da Pátria.
O primeiro treino livre do Grande Prêmio da Itália de Fórmula 1, realizado nesta sexta-feira (4), em Monza, conta com quatro pilotos considerados novatos na categoria. Ayumu Iwasa, Colton Herta, Luke Browning e Paul Aron assumem os carros de titulares durante a primeira sessão do fim de semana.
A presença dos jovens pilotos faz parte da regra da Fórmula 1 que determina que as equipes ofereçam oportunidades a novatos em sessões de treinos livres ao longo da temporada. Para ser considerado novato nesse contexto, o piloto precisa ter disputado menos de duas corridas de Fórmula 1.
Pela Red Bull, o japonês Ayumu Iwasa ocupa o lugar de Max Verstappen no primeiro treino livre. É a segunda participação de Iwasa em uma sessão com a equipe nesta temporada. Ele também esteve no TL1 do GP da Espanha e já havia pilotado pela Racing Bulls no treino da etapa da Áustria.
Verstappen retorna ao RB22 para o segundo treino livre, marcado para as 11h (horário de Brasília). O holandês chega a Monza após abandonar o GP dos Países Baixos na primeira volta e admitiu que a Red Bull precisa manter expectativas realistas para a etapa italiana.
Na Cadillac, Colton Herta substitui Sergio Pérez. O norte-americano, que também disputa a temporada de Fórmula 2, realiza sua terceira participação em um treino livre pela equipe em 2026.
Luke Browning assume o Williams de Alexander Albon. O britânico é piloto reserva da equipe e volta a participar de uma sessão de TL1 nesta temporada.
Já Paul Aron ocupa o carro de Pierre Gasly na Alpine. O estoniano também já havia participado de treinos pela Audi e pela própria Alpine em 2026 e chega a Monza para sua quarta participação em uma sessão de primeiro treino livre no ano.
PROGRAMAÇÃO EM MONZA
O GP da Itália é a 13ª etapa da temporada 2026 da Fórmula 1. Após o primeiro treino livre, as equipes voltam à pista nesta sexta-feira para o TL2, às 11h.
O terceiro treino livre acontece no sábado (5), às 7h30, seguido pela classificação, às 11h. A corrida está marcada para domingo (6), às 10h, no tradicional circuito de Monza.
A Fórmula 1 divulgou a lista inicial de pilotos confirmados para a temporada de 2027, que conta com apenas oito nomes até o momento. A relação não traz o brasileiro Gabriel Bortoleto, que possui contrato de longo prazo com a Audi. Por outro lado, a confirmação do tetracampeão Max Verstappen afasta as dúvidas sobre a permanência do holandês na categoria.
Apesar de não figurar na lista prévia divulgada pela F1, a ausência de Bortoleto não indica uma ruptura. O brasileiro cumpre sua primeira temporada na Audi e faz parte do projeto central da equipe para os próximos anos.
A garantia da continuidade de Verstappen encerra incertezas que circulavam nos bastidores da categoria. O piloto vinha fazendo críticas públicas ao novo regulamento técnico e ao comportamento dos carros na temporada, o que alimentava rumores sobre uma possível saída da Red Bull ou pausa na carreira.
Até o momento, os nomes garantidos no grid de 2027 são:
- McLaren: Lando Norris e Oscar Piastri
- Ferrari: Charles Leclerc e Lewis Hamilton
- Cadillac: Valtteri Bottas e Sergio Pérez
- Red Bull: Max Verstappen
- Alpine: Pierre Gasly
O sábado do GP da Hungria começou com a McLaren na liderança. Lando Norris registrou a melhor volta do terceiro treino livre, com o tempo de 1min17s939, e terminou à frente de Lewis Hamilton e Kimi Antonelli.
O brasileiro Gabriel Bortoleto ficou com o 11º tempo da sessão, última atividade antes da classificação e também da pausa de verão da Fórmula 1.
Bortoleto completou sua primeira volta no terço inicial do treino e apareceu na sétima posição entre os dez pilotos que já haviam registrado tempo. Inicialmente com pneus médios, o brasileiro permaneceu com os compostos até a parte final da atividade.
Ao colocar os pneus macios, Bortoleto chegou ao décimo lugar a pouco mais de dez minutos para a bandeirada. O piloto, porém, perdeu uma posição após Liam Lawson melhorar sua marca.
O movimento na pista foi reduzido nos primeiros minutos. Com os pneus macios sendo utilizados principalmente para ajustes voltados à classificação, apenas cinco pilotos haviam registrado volta rápida após o primeiro quarto de hora.
Nico Hülkenberg liderava naquele momento com pneus médios. Pouco depois, o motor da Cadillac de Sergio Pérez apresentou um problema, provocando a interrupção da sessão com bandeira vermelha.
Antes da paralisação, Oscar Piastri e os pilotos da Ferrari apareceram com tempos melhores utilizando pneus macios, mas Norris assumiu a liderança.
Na retomada, Max Verstappen alcançou apenas a terceira posição em sua primeira tentativa. Depois, George Russell, Isack Hadjar, Charles Leclerc e Piastri também melhoraram suas marcas.
Lewis Hamilton assumiu a liderança a cerca de 25 minutos do fim, mas permaneceu pouco tempo na ponta. Leclerc superou o britânico logo depois e resistiu à tentativa de Antonelli.
O piloto da Mercedes assumiu a primeira posição a 14 minutos da bandeirada, antes de ser superado por Norris. Nos minutos finais, Hamilton ainda se aproximou, mas terminou em segundo, a cerca de um décimo do piloto da McLaren.
Kimi Antonelli confirmou o bom desempenho da Mercedes e garantiu a pole position para o Grande Prêmio da Bélgica de Fórmula 1 neste sábado (18), no circuito de Spa-Francorchamps. O italiano marcou 1min44s361 e superou Max Verstappen na sessão classificatória. Lando Norris registrou o terceiro melhor tempo, mas perderá posições no grid após trocar componentes da unidade de potência, permitindo que George Russell assuma a terceira colocação. Gabriel Bortoleto largará em oitavo.
A pole é a sexta da carreira de Antonelli na Fórmula 1. O piloto da Mercedes já havia conquistado a primeira posição nos GPs da China, Japão, Miami e Mônaco, além da classificação deste fim de semana. Agora, o italiano tenta voltar ao lugar mais alto do pódio pela primeira vez desde a vitória em Mônaco, no início de junho.
Gabriel Bortoleto avançou ao Q3 depois de registrar o 11º melhor tempo no Q1 e finalizar o Q2 na décima colocação. Na fase decisiva da classificação, o brasileiro terminou inicialmente em nono, mas herdou a oitava posição com a punição aplicada a Norris.
O resultado representa a terceira vez que Bortoleto larga entre os dez primeiros na temporada. O piloto da Audi havia sido o décimo colocado no grid do GP da Austrália e o nono no GP do Japão. Além disso, o brasileiro ficou à frente do companheiro de equipe Nico Hülkenberg, que partirá da 13ª posição.
O tricampeão mundial de Fórmula 1 Ayrton Senna foi reconhecido oficialmente como Herói da Pátria. A Lei 15.447/2026 prevê a inscrição do nome do ex-piloto no Livro de Heróis e Heroínas da Pátria, mantido no Panteão da Pátria, na Praça dos Três Poderes, em Brasília.
A legislação, sancionada pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva, foi oriunda do Projeto de Lei 789/2024, de autoria do senador Astronauta Marcos Pontes (PL-SP). A matéria teve relatório favorável do senador Jorge Kajuru (PSB-GO) e foi aprovada em decisão terminativa pela Comissão de Esporte do Senado, em maio, sem necessidade de votação no Plenário.
O título de Herói ou Heroína da Pátria é uma homenagem para nomes de destaque com papel relevante na defesa ou na construção do país e foi criado em 1992.
Ayrton Senna conquistou três títulos mundiais de Fórmula 1 (1988, 1990 e 1991) e venceu 41 Grandes Prêmios ao longo da carreira. Em 2023, ele já havia sido declarado Patrono do Esporte Brasileiro.
Senna morreu tragicamente em um acidente no 1º de maio de 1994, aos 34 anos, durante o Grande Prêmio de San Marino, em Ímola, na Itália.
George Russell voltou a vencer na Fórmula 1 após um jejum de seis corridas. Mesmo pressionado pelo tetracampeão Max Verstappen, que terminou em segundo, o piloto britânico conseguiu liderar a maior parte do Grande Prêmio da Áustria, na manhã deste domingo (28).
Com este resultado, Russell recuperou a vice-liderança do Mundial de Pilotos, antes ocupada por Lewis Hamilton. Completando o pódio, Kimi Antonelli ficou em terceiro lugar. Já o brasileiro Gabriel Bortoleto cruzou a linha de chegada na 11ª posição.
A última vitória de Russell havia sido no GP da Austrália, corrida de abertura da temporada de 2026, no dia 6 de março. Desde então, o inglês viu o seu companheiro de equipe, Antonelli, dominar o campeonato, emplacando cinco vitórias consecutivas.
Verstappen, que enfrenta altos e baixos neste ano, conquistou o seu segundo pódio na temporada e garantiu o seu melhor resultado até o momento.
Dessa forma, Kimi Antonelli segue na liderança isolada do campeonato com 171 pontos. Russell aparece em segundo com 131, e Lewis Hamilton fecha o top 3 com 125 pontos. Bortoleto ocupa a 17ª colocação, com 2 pontos somados.
George Russell terminou o terceiro treino livre do Grande Prêmio da Áustria na primeira colocação na manhã deste sábado (27). O piloto da Mercedes registrou 1min07s096 na volta final e superou o companheiro de equipe Andrea Kimi Antonelli, que liderou boa parte da sessão. Lewis Hamilton, da Ferrari, fechou o treino em terceiro, enquanto o brasileiro Gabriel Bortoleto terminou na 13ª posição.
Bortoleto iniciou sua participação mais tarde que a maioria dos pilotos e marcou o sexto melhor tempo em sua primeira volta rápida. Na sequência, caiu na classificação, mas voltou ao grupo dos dez primeiros após uma nova tentativa. Nos minutos finais, chegou a ocupar a 11ª colocação, porém acabou ultrapassado por adversários e encerrou a atividade em 13º.
A Mercedes voltou a confirmar o bom desempenho apresentado nos treinos anteriores. Antonelli liderou praticamente toda a sessão utilizando pneus macios, mas acabou superado por Russell nos instantes finais, graças ao melhor desempenho no terceiro setor do circuito.
A Ferrari também mostrou competitividade, com Hamilton fechando o treino em terceiro e Charles Leclerc figurando entre os primeiros colocados durante boa parte da atividade. A McLaren apareceu entre os cinco melhores, enquanto Lando Norris e Max Verstappen chegaram a ocupar posições de destaque na reta final, antes de serem ultrapassados por Hamilton e Russell.
Heptacampeão mundial de Fórmula 1 e cidadão honorário brasileiro, Lewis Hamilton foi questionado sobre sua relação com o camisa 10 da Seleção Brasileira, Neymar, nesta quinta-feira (25), durante as atividades do Grande Prêmio da Áustria. O questionamento surgiu após o piloto repostar uma foto do atacante com a legenda “Remember who you are” – "Lembre-se de quem você é", em tradução livre.
O ditado virou uma espécie de lema para Hamilton depois que um fã gritou essas palavras para ele. O heptacampeão resgatou a frase após vencer o GP de Barcelona no último dia 14, utilizando-a para celebrar a vitória nas redes sociais.
“Recebi uma mensagem dele na semana passada. Estamos sempre em contato, eu e o Neymar. Ele é um amigo realmente incrível, é como um irmão", revelou o piloto.
"Quando vi o post dele, eu pensei: 'Isso é realmente muito legal'. Especialmente com a camisa da Seleção Brasileira e tudo mais, achei simplesmente incrível. É uma mensagem tão poderosa, e vê-lo compartilhar isso também com sua incrível base de fãs... Todas as pessoas no Brasil contam com eles para sair e fazer o seu trabalho. Precisamos de mais positividade no mundo, e essa é uma mensagem positiva”, afirmou Hamilton.
Ao comentar na postagem original do jogador, o piloto escreveu apenas: “Sempre”. Confira o momento abaixo:
Na Áustria, Hamilton falou sobre post de Neymar
— Estagiário da F1 (@EstagiariodaF1) June 25, 2026
"Recebi umamensagem dele na semana passada. Estamos sempre em contato. É um grande amigo, como um irmão... quando vi o post dele eu fiquei tipo: 'Isso é realmente muito legal'pic.twitter.com/HKNgOJHgpN https://t.co/atsb3OxlgA
A onda de calor que atinge a Europa também deve impactar o fim de semana do GP da Áustria de Fórmula 1. O serviço meteorológico austríaco emitiu alerta laranja para a região de Spielberg, onde fica o Red Bull Ring, palco da etapa deste fim de semana.
A previsão indica que os termômetros podem chegar a 35°C no domingo (28), dia da corrida. Caso o cenário se confirme, o GP da Áustria pode se tornar uma das etapas mais quentes da temporada de 2026 até o momento.
A Europa atravessa um período de temperaturas elevadas, com possibilidade de recordes para o mês de junho em alguns países. Em determinadas regiões do continente, a expectativa é de marcas acima dos 40°C.
No caso de Spielberg, o céu com poucas nuvens e a baixa presença de vento devem tornar as condições ainda mais exigentes para pilotos, equipes e torcedores nas arquibancadas.
Diante do cenário, as autoridades reforçam recomendações de proteção contra o sol, hidratação constante e busca por locais com sombra ao longo do fim de semana.
As condições climáticas também representam um teste para os carros. Além do desgaste físico dos pilotos, as equipes precisarão lidar com desafios de refrigeração, gerenciamento de energia e temperatura dos pneus.
No Red Bull Ring, a topografia do circuito e a altitude da pista podem aumentar a exigência sobre as unidades de potência e os sistemas de arrefecimento. Com as novas regras técnicas de 2026, o GP da Áustria surge como um dos primeiros grandes testes de resistência para os carros em condições extremas de calor.
A etapa austríaca acontece neste fim de semana, com treinos, classificação e corrida no Red Bull Ring.
O circuito de rua de Monte Carlo testemunhou a história ser escrita neste domingo (7). Líder do Mundial de Pilotos, Kimi Antonelli, de 19 anos, conquistou o GP de Mônaco e se tornou o piloto mais jovem a vencer no principado. A marca anterior pertencia justamente a Lewis Hamilton, que havia alcançado o feito em 2008, aos 23 anos.
Com o resultado, a sensação da Mercedes consolida um início de temporada avassalador: das seis corridas disputadas até aqui, o italiano subiu ao lugar mais alto do pódio em cinco delas (China, Japão, Miami, Canadá e, agora, Mônaco). A única exceção foi a abertura do campeonato na Austrália, onde terminou na segunda posição, atrás do companheiro de equipe George Russell.
Apesar de ter liderado de ponta a ponta, a vitória de Antonelli não veio sem drama. A corrida foi marcada por um verdadeiro "dia de bruxa à solta", resultando no abandono de sete pilotos e em uma longa interrupção.
O atual campeão do mundo, Lando Norris (McLaren), sofreu com problemas mecânicos e abandonou pela terceira vez no ano. Max Verstappen (Red Bull), que havia largado em segundo, Valtteri Bottas (Cadillac) e Oliver Bearman (Haas) também recolheram para os boxes mais cedo devido a falhas em seus carros.
Na volta 60, o motor de Lance Stroll (Aston Martin) apagou, provocando uma batida e a entrada do safety car por cinco voltas. Logo na relargada, Charles Leclerc (Ferrari) sofreu uma colisão após sofrer uma falha nos freios, acionando a bandeira amarela. Pouco depois, na volta 68, a direção de prova acionou a bandeira vermelha e paralisou a corrida para reparar danos no asfalto da pista. Carlos Sainz (Williams) foi o último a abandonar após bater na reta final.
Já o brasileiro Gabriel Bortoleto (Audi), que teve problemas hidráulicos antes da largada e precisou sair dos boxes, fez uma corrida de recuperação e terminou em 12º lugar.
Anos após o acidente que afastou Michael Schumacher da vida pública, o piloto de helicóptero responsável pelo resgate do heptacampeão mundial de Fórmula 1 decidiu falar sobre o episódio. Yannick Dainese revelou detalhes das primeiras horas após a queda sofrida pelo ex-piloto durante férias em Méribel, nos Alpes franceses.
O acidente aconteceu em 29 de dezembro de 2013, enquanto Schumacher esquiava na estação francesa. Desde então, a família mantém rígido sigilo sobre o estado de saúde do alemão, que não aparece publicamente desde o ocorrido.
Na época, Dainese trabalhava para a SAF Hélicoptères, empresa especializada em resgates de emergência em regiões montanhosas. Ele estava de plantão quando recebeu o chamado para atender um acidente grave de esqui. Segundo relatou à revista espanhola Hola, a equipe só soube pouco antes da decolagem que a vítima era Schumacher.
"Enquanto nos preparávamos para sair, fomos informados de que se tratava de Michael Schumacher. Também recebemos instruções para retirar microfones e câmeras GoPro", contou.
O piloto afirmou que a área foi rapidamente isolada pelas pessoas que acompanhavam o ex-piloto, com o objetivo de evitar registros do acidente. Mesmo diante da fama mundial de Schumacher, Dainese disse que a equipe tentou conduzir o atendimento como qualquer outra ocorrência de emergência.
"Em situações como essa, cada um se fecha na própria bolha. Para nós, inicialmente, era apenas mais uma pessoa gravemente ferida. Mas, inconscientemente, a pressão existia porque eu sabia o quanto ele era admirado pelo mundo", afirmou.
O voo até o Hospital Universitário de Grenoble durou cerca de 25 minutos. Ao chegar, equipes médicas já aguardavam Schumacher para iniciar o atendimento emergencial.
Dainese contou que, naquele momento, ainda não tinha dimensão do impacto global do acidente. A percepção veio dias depois, quando voltou ao hospital para outra missão.
"Voltei ao hospital para outra missão e fiquei chocado. O que vi me chocou: havia tantos ônibus, bandeiras vermelhas e pessoas por toda parte que o terreno do hospital havia se transformado em um circuito de Fórmula 1", recordou.
O piloto também explicou por que evitou falar publicamente durante todos esses anos. Segundo ele, o silêncio foi uma escolha para não se envolver em problemas relacionados à exposição do caso.
"Não quis falar com a imprensa para evitar problemas. Além disso, eu não tenho os mesmos advogados da família Schumacher", brincou.
Após o acidente, Schumacher passou meses internado, incluindo um longo período em coma induzido. Posteriormente, recebeu alta hospitalar e passou a ser tratado em casa, sob cuidados médicos permanentes.
Desde então, a família divulga poucas informações sobre sua condição. O sigilo é mantido de forma rigorosa e voltou a ganhar destaque em 2024, quando três pessoas foram condenadas na Alemanha por tentar extorquir familiares do ex-piloto com a ameaça de divulgar imagens e vídeos privados produzidos após o acidente.
A entrevista de Dainese integra um projeto que reúne relatos de profissionais envolvidos no atendimento a Schumacher e traz novos detalhes sobre os bastidores das horas seguintes à queda que mudou a vida do heptacampeão.
O ex-piloto Alain Prost foi alvo de um assalto em sua residência na cidade de Nyon, localizada próxima a Genebra, na última terça-feira (19). Segundo o jornal suíço “Blick”, o tetracampeão mundial de Fórmula 1 sofreu ferimentos leves na cabeça durante a invasão.
De acordo com a publicação, os criminosos entraram na casa por volta das 8h30 e renderam a família do ex-piloto. Um dos filhos de Prost teria sido forçado a abrir o cofre da residência, mas até o momento não foram divulgadas informações sobre os bens levados pelos assaltantes.
Após o acionamento das autoridades, a polícia iniciou buscas na região de Nyon, sem localizar os suspeitos. Como a cidade fica próxima da fronteira com a França, investigadores trabalham com a hipótese de fuga para o país vizinho, que também mobilizou equipes para auxiliar nas buscas.
A família recebeu atendimento psicológico após o ocorrido. Nem Prost nem seus familiares comentaram publicamente o caso até o momento. O Ministério Público do Cantão de Vaud, responsável pela região onde ocorreu o assalto, também não divulgou detalhes da investigação.
Ainda segundo a imprensa suíça, o ex-piloto deixou o país após o episódio e viajou para Dubai, onde mantém outra residência. Prost costuma alternar estadias entre a Suíça e os Emirados Árabes, dedicando parte do tempo a atividades como ciclismo e golfe.
A Fórmula 1 iniciou um novo ciclo de motores nesta temporada, mas a próxima grande virada técnica da categoria já está em discussão nos bastidores. A Federação Internacional de Automobilismo (FIA) trabalha com a possibilidade de recolocar os motores V8 no grid até 2031 — e tenta antecipar esse retorno para 2030.
A informação foi dada por Mohammed ben Sulayem, presidente da FIA, em entrevista à Reuters antes do GP de Miami. Segundo o dirigente, o regulamento atual permite que a entidade implemente a mudança em 2031 sem depender de aprovação das fabricantes de unidades de potência. Para antecipar o processo em um ano, no entanto, será necessário apoio da maioria das montadoras envolvidas na Fórmula 1.
"Em 2031, a FIA terá o poder de implementar o V8, sem precisar de votação dos fabricantes de unidades de potência. Esse é o regulamento. Mas queremos antecipar em um ano, que é o que todos estão pedindo", disse o dirigente.
Desde 2014, a categoria utiliza motores híbridos V6 turbo, formados por um motor de combustão interna de seis cilindros e componentes elétricos. O modelo trouxe ganhos de eficiência e potência, mas também dividiu opiniões por causa do som e da complexidade do sistema, pontos frequentemente criticados por torcedores e pilotos.
O ciclo atual das unidades de potência está previsto para seguir até 2031. A antecipação para 2030, porém, depende do aval de ao menos quatro das seis fabricantes com direito a voto: Mercedes, Ferrari, Audi, Ford, Honda e General Motors.
Hoje, a Mercedes fornece motores para a própria equipe, McLaren, Williams e Alpine. A Ferrari também atende Haas e passará a fornecer à Cadillac em 2026. A Ford está vinculada ao projeto da Red Bull e da Racing Bulls, enquanto a Honda será parceira da Aston Martin. A General Motors deve assumir o fornecimento da Cadillac a partir de 2029.
O regulamento adotado neste ano aumentou o peso da parte elétrica na unidade de potência, deixando a divisão de desempenho próxima de 50% entre combustão e eletrificação. A ideia da Fórmula 1 foi reduzir custos, modernizar o pacote técnico e atrair novas fabricantes — objetivo alcançado com a entrada de Audi e Ford.
A implementação, no entanto, não ocorreu sem problemas. Nas primeiras etapas da temporada, equipes e pilotos relataram dificuldades relacionadas ao uso das baterias e à recuperação de energia. Uma das estratégias que ganhou destaque foi o chamado “superclipping”, quando o carro preserva carga elétrica mesmo com o acelerador pressionado no fim da reta.
Após reclamações dos pilotos, ajustes foram feitos nas regras para o restante da temporada. Mesmo assim, Ben Sulayem defende que o futuro da categoria deve passar por motores menos complexos, mais leves e com maior apelo sonoro.
"A missão será ter menos complicação, não como é agora", afirmou Ben Sulayem.
O dirigente também indicou que a proposta conta com apoio interno das equipes e reforçou que o retorno dos V8 será uma questão de tempo, mesmo que não aconteça já em 2030.
"Você tem o som, menor complexidade, leveza. Você vai ouvir sobre isso muito em breve, e vai ser com uma eletrificação muito, muito menor. Eu estou positivo, eles querem que isso aconteça. Mas vamos dizer que as montadoras não aprovem o motor (para 2030). No próximo ano, vai acontecer. Em 2031, estará feito de qualquer forma. Será feito. O V8 está chegando", completou.
Os motores V8 foram utilizados pela última vez na Fórmula 1 entre 2006 e 2013. Desde então, a categoria passou a apostar nas unidades híbridas V6, modelo que marcou a era moderna da competição.
O ex-piloto Alex Zanardi morreu aos 59 anos, conforme informou sua família na manhã deste sábado (2). O italiano, que teve passagens pela Fórmula 1 e foi bicampeão da Indy (CART), também se tornou referência no esporte paralímpico após perder as duas pernas em um grave acidente.
"É com profunda tristeza que a família anuncia o falecimento de Alessandro Zanardi", diz o comunicado.
"Alex faleceu em paz, cercado pelo amor de sua família e amigos", completa.
Nascido em Bolonha, Zanardi iniciou sua trajetória no automobilismo no início dos anos 1990 e chegou à Fórmula 1 após ser vice-campeão da Fórmula 3000 em 1991, atrás de Christian Fittipaldi. Na principal categoria do automobilismo, defendeu equipes como Jordan Grand Prix, Minardi, Lotus e Williams.
Foi nos Estados Unidos, porém, que viveu seu auge. Correndo pela Chip Ganassi Racing, conquistou os títulos da CART em 1997 e 1998, tornando-se um dos principais nomes da categoria.
A carreira de Zanardi sofreu uma reviravolta dramática em 2001, durante uma prova na Alemanha. Após um acidente violento no circuito de Lausitzring, ele teve as duas pernas amputadas. Mesmo assim, transformou a tragédia em um novo capítulo de sucesso ao migrar para o ciclismo adaptado.
Nos Jogos Paralímpicos de Paralimpíadas de Londres 2012, conquistou duas medalhas de ouro e uma de prata. Quatro anos depois, nas Paralimpíadas do Rio 2016, ampliou sua coleção.
Em 2020, Zanardi voltou a enfrentar um grave desafio após sofrer outro acidente, desta vez durante uma competição de handbike na Itália. Ele passou por diversas cirurgias e longos períodos de recuperação desde então.
A morte do italiano gerou repercussão no mundo do esporte. O presidente da Fórmula 1, Stefano Domenicali, foi uma das lideranças a destacar as superações do ex-atleta. "Ele enfrentou desafios que teriam parado qualquer um, mas seguiu em frente com determinação", contou.
A FIA também prestou homenagem, ressaltando o legado de coragem e resiliência deixado por Zanardi.
"A FIA lamenta profundamente tomar conhecimento da morte de Alex Zanardi, o ex-piloto de Fórmula 1, bicampeão da CART, cuja jornada desde um acidente que mudou sua vida até se tornar medalhista de ouro nas Paralimpíadas o transformou em um dos competidores mais admirados do esporte e em um símbolo duradouro de coragem e determinação", diz o comunicado.
The FIA is saddened to learn of the passing of Alex Zanardi, the former Formula 1 driver, two-time CART champion whose journey from life-changing accident to Paralympics gold medallist made him one of sport’s most admired competitors and an enduring symbol of courage and… pic.twitter.com/CCMjUS7lbh
— FIA (@fia) May 2, 2026
Alex Zanardi deixa a esposa Daniela e o filho Niccolò.
A Fórmula 1 e equipes da categoria prestaram homenagens a Ayrton Senna nesta sexta-feira (1º), data que marca os 32 anos da morte do tricampeão mundial. O piloto brasileiro faleceu em 1994, após acidente durante o Grande Prêmio de San Marino, em Ímola, na Itália.
Em publicação oficial, a Fórmula 1 destacou a permanência do legado de Senna no esporte e relembrou sua importância histórica para o automobilismo mundial.
"Sempre em nossos pensamentos. Lembrando de Ayrton Senna hoje e todos os dias", diz a publicação.
Forever in our thoughts
— Formula 1 (@F1) May 1, 2026
Remembering Ayrton Senna today, and every day ???????? pic.twitter.com/0fyURkM7iL
A McLaren, equipe pela qual o brasileiro conquistou seus três títulos mundiais, também divulgou homenagem nas redes sociais, reforçando a relação histórica com o ex-piloto.
"Ou você faz algo muito bem, ou nem faz", publicou a escuderia.
Já a Williams, última equipe defendida por Senna na categoria, também prestou tributo.
"Senna sempre", escreveu.
"With regard to performance, commitment, effort, dedication, there is no middle ground. Or you do something very well or not at all."
— McLaren Mastercard Formula 1 Team (@McLarenF1) May 1, 2026
Today we remember Ayrton Senna ????#McLarenF1 pic.twitter.com/QMwywKI3sZ
Senna Sempre ???? pic.twitter.com/i3TQ0Cq2XT
— Atlassian Williams F1 Team (@WilliamsF1) May 1, 2026
Ayrton Senna morreu aos 34 anos, na sétima volta da corrida em Ímola, quando seu carro saiu da pista na curva Tamburello e colidiu contra o muro. O episódio gerou comoção mundial e provocou mudanças significativas nos protocolos de segurança da Fórmula 1 nos anos seguintes.
O ex-piloto de Fórmula 1 Jos Verstappen, pai do tricampeão Max Verstappen, sofreu um acidente neste domingo (26) durante o Rallye de Wallonie, disputado na região de Namur, na Bélgica. O holandês perdeu o controle do carro logo na primeira especial do dia e capotou. Apesar do impacto, ele e o navegador Jasper Vermeulen não se feriram.
A competição, válida pelo campeonato belga de rali, é conhecida pelo percurso técnico e de alta dificuldade. Verstappen, de 54 anos, havia apresentado desempenho consistente até o incidente. Ao fim do primeiro dia, ocupava a terceira colocação geral, ainda na disputa pelas primeiras posições.
A situação, porém, se complicou na sequência da prova. A dupla foi punida com 40 segundos por excesso de velocidade em um trecho de deslocamento, caindo para o 17º lugar. Pouco depois, o acidente encerrou definitivamente qualquer possibilidade de recuperação na etapa. Até o momento, não há informações oficiais sobre as causas da perda de controle do veículo.
A Fórmula 1 anunciou o retorno do GP da Turquia ao calendário da categoria a partir de 2027. O acordo, firmado após dois anos de negociações com o governo turco, prevê contrato inicial de pelo menos cinco temporadas.
O anúncio foi realizado nesta sexta-feira (24), em Istambul, com a presença do presidente do país, Recep Tayyip Erdogan, do CEO da F1, Stefano Domenicali, e do presidente da FIA, Mohammed ben Sulayem. Os detalhes financeiros do contrato não foram divulgados.
Localizado na parte asiática de Istambul, o circuito de Istanbul Park volta ao calendário após sua última aparição em 2021, quando foi utilizado como etapa substituta durante a pandemia de Covid-19.
Antes disso, o país havia recebido corridas entre 2005 e 2011, além da temporada de 2020. Na ocasião, Lewis Hamilton venceu a prova e conquistou seu sétimo título mundial, igualando o recorde de Michael Schumacher.
Em comunicado oficial, Erdogan comentou o retorno da etapa ao calendário da categoria.
"Considero o retorno da Turquia ao calendário da Fórmula 1 um reflexo claro da grande confiança depositada em nosso país, em nossa sólida capacidade organizacional, em nossa moderna infraestrutura esportiva e de saúde e, claro, na renomada hospitalidade do povo turco. Como Turquia, honraremos mais uma vez essa confiança, oferecendo uma organização impecável em todos os aspectos, assim como fizemos no passado", afirmou.
"Estendo meus sinceros parabéns a todos que contribuíram para trazer a Fórmula 1 de volta ao nosso país e a Istambul. Espero que a parceria da Turquia com a Fórmula 1, como um país do automobilismo, continue a se fortalecer nos próximos anos", completou.
O CEO da McLaren, Zak Brown, levantou questionamentos sobre a relação entre equipes na Fórmula 1. Durante uma rodada de imprensa realizada em Londres, na última quarta-feira (22), o dirigente alegou que existem vínculos financeiros afetando a competitividade e a estrutura do campeonato.
"Os times de F1 deveriam ser os mais independentes possíveis, porque acredito que existe um alto risco de comprometer a integridade de nosso esporte, que alejaria nossos fãs mais rapidamente do que qualquer outra coisa", declarou.
Sem citar diretamente equipes específicas, Brown mencionou modelos de cooperação e participação cruzada como pontos de atenção.
"Isso se aplica a todos, aos equipamentos 'AB', a qualquer copropriedade", afirmou.
O posicionamento ocorre em meio a informações de mercado que indicam possíveis negociações envolvendo a Alpine e a Mercedes-AMG, que poderiam resultar em mudanças na estrutura societária da equipe anglo-francesa. Questionado sobre o tema, Brown não comentou diretamente os casos.
O executivo já havia abordado o assunto anteriormente. Em 2024, ele apontou um episódio envolvendo a Racing Bulls, sugerindo que decisões em pista poderiam beneficiar equipes do mesmo grupo.
"Se falamos de aluguel, é certo que você pode maximizar esse aluguel quando dois equipamentos dependem do mesmo grupo. É um verdadeiro problema em termos de integridade do esporte... e um sério problema para sua equidade", disse.
Atualmente, a Mercedes-AMG fornece unidades de potência para diferentes equipes do grid, incluindo a própria McLaren, além de Williams e Alpine, o que reforça o debate sobre a relação entre construtores e clientes na categoria.
Curtas do Poder
Pérolas do Dia
Valdemar Costa Neto
"Não gostei".
Disse o presidente nacional do Partido Liberal, Valdemar Costa Neto ao comentar a carta divulgada por Flávio Bolsonaro (PL), candidato derrotado à Presidência nesta quarta-feira (28). No pronunciamento, Flávio afirma que pretende liderar a oposição brasileira do exterior.