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O Departamento de Justiça dos Estados Unidos vai divulgar, nesta sexta-feira (30), mais de três milhões de páginas de arquivos relacionados ao caso Jeffrey Epstein. O anúncio foi feito pelo vice-procurador-geral Todd Blanche, que informou que o material inclui fotos e vídeos ligados à investigação.
A expectativa é de que a nova leva de documentos traga conteúdos inéditos sobre o caso envolvendo o financista americano bilionário, que morreu em uma prisão de Nova York em 2019, enquanto aguardava julgamento por acusações de tráfico sexual de menores.
Segundo Blanche, todas as imagens de mulheres presentes nos arquivos serão censuradas, com exceção das que envolvem Ghislaine Maxwell, ex-companheira e cúmplice de Epstein.
Divulgações anteriores já revelaram conexões do financista com figuras influentes, como altos executivos, celebridades, acadêmicos e políticos. Entre os nomes citados nos documentos estão o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, e o ex-presidente Bill Clinton.
Entre os materiais mais relevantes tornados públicos até agora estão dois e-mails do FBI, datados de julho de 2019, que mencionam a existência de dez supostos “co-conspiradores” de Epstein. No entanto, os nomes aparecem ocultos nos registros.
Até o momento, apenas Ghislaine Maxwell foi condenada pelos crimes relacionados ao caso. Ela cumpre pena de 20 anos de prisão por recrutar menores para Epstein. A morte do financista foi oficialmente registrada como suicídio.
Curtas do Poder
Pérolas do Dia
Jaques Wagner
"Difícil".
Disse o senador Jaques Wagner (PT), um dos nomes que deve integrar a chapa majoritária ao avaliar o cenário atual em que existe a possibilidade do grupo ligado ao governo Jerônimo Rodrigues (PT) aceitar uma candidatura independente de um partido aliado à gestão estadual, no caso do senador Angelo Coronel (PSD).