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curativo
O uso da membrana amniótica foi incluída nesta quinta-feira (16) no Sistema Único de Saúde (SUS). Após a indicação favorável da Comissão Nacional de Incorporação de Tecnologias no Sistema Único de Saúde (Conitec) e a publicação de duas portarias, a técnica será indicada para transplantes relacionados a feridas crônicas, pé diabético e alterações oculares.
Utilizada na medicina regenerativa, a membrana é coletada durante o parto que tem ação anti-inflamatória e cicatrizante, reduzindo complicações no tratamento de diversas doenças. O tecido fino e resistente envolve o feto durante a gravidez e é conhecido pela sua capacidade de regeneração de órgãos, tecidos e células.
No pé diabético -- complicação grave do diabetes caracterizada por alterações neurológicas, vasculares e infecções -- a tecnologia possibilita uma cicatrização até duas vezes mais rápida das feridas. No SUS, ela já é utilizada no tratamento de queimaduras extensas desde o ano passado.
Já no tratamento de alterações oculares, como nas pálpebras, glândulas lacrimais e cílios, o tecido auxilia na cicatrização de feridas e pode reduzir a dor, além de otimizar a recuperação da superfície ocular.
O novo curativo biológico deve beneficiar cerca de 860 mil pacientes por ano. O tratamento é recomendado principalmente para casos mais graves ou que não respondem bem aos tratamentos convencionais, como glaucoma, queimaduras oculares, inflamações, perfurações e úlceras da córnea.
Curtas do Poder
Pérolas do Dia
Ronaldo Caiado
"Vocês que têm essa capacidade toda e sensibilidade de serem mães, criar os filhos, os nossos lares, estruturar as nossas famílias. Esta é a verdade, o verdadeiro poder da mulher. A nossa formação no dia a dia é a cultura brasileira. Nós somos muito mais uma criação matriarcal, como a grande protetora é o nosso lar".
Disse o ex-governador de Goiás e pré-candidato à Presidência da República, Ronaldo Caiado (União), ao afirmar que as mulheres exercem um papel central na proteção das famílias e possuem mais influência do que os homens nas decisões tomadas dentro do lar. As declarações foram feitas durante sua participação no Congresso da Confederação de Irmãs Beneficentes Evangélicas Mundial (Cibem), realizado no Riocentro, na Zona Oeste do Rio de Janeiro.