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A Confederação Brasileira de Futebol (CBF) agendou para a próxima segunda-feira (23), às 14h, na sede da entidade, no Rio de Janeiro, os sorteios da quinta fase da Copa do Brasil masculina e da fase preliminar e primeira fase da Copa do Brasil feminina. Os eventos terão transmissão ao vivo pela CBF TV, no YouTube.
Na modalidade masculina, a quarta fase está em andamento, onde nove das 12 equipes classificadas já foram definidas até a última quarta-feira (18). Esses times se juntarão aos 20 clubes da Série A, completando o grupo de 32 participantes na etapa seguinte.
Já na competição feminina, o sorteio definirá os confrontos iniciais da fase preliminar e da primeira fase. A edição deste ano contará com 66 clubes, abrangendo equipes das três divisões nacionais. O número de partidas foi ampliado de 64 para 72, enquanto o calendário passou de oito para 11 datas.
A Neo Química Arena, estádio do Corinthians, recebeu nesta segunda-feira (16) os equipamentos para a implementação do sistema de impedimento semiautomático (SAOT) no futebol brasileiro. Após a instalação, a tecnologia ainda passará por etapas técnicas antes de ser liberada para testes.
De acordo com Netto Góes, presidente do grupo de trabalho da arbitragem da Confederação Brasileira de Futebol, o processo seguirá um cronograma gradual, incluindo calibração das imagens e testes específicos do sistema.
“Muito importante e significativo ter a Neo Química Arena com a tecnologia. Estamos avançando, mas gradativamente e respeitando todo o processo, sem pular etapas. Após a instalação, teremos a calibração das imagens e depois vamos trabalhar os testes offside. Nas próximas semanas, mais estádios receberão a instalação das câmeras, pois já temos todos os equipamentos necessários à disposição para este trabalho”, afirmou.
A expansão do sistema já tem novos destinos definidos. Ainda nesta semana, o Estádio Couto Pereira, do Coritiba, receberá os equipamentos na quarta-feira (18). No dia seguinte, será a vez da Arena da Baixada, casa do Athletico Paranaense.
Outros estádios também estão no cronograma de instalação, como a Arena do Grêmio, a Arena MRV e o Mineirão.
A Confederação Brasileira de Futebol (CBF) lançou, nesta quinta-feira (12), em São Paulo, o segundo uniforme da Seleção Brasileira. A novidade é fruto da parceria entre a entidade e a Jordan Brand e será estreada no amistoso contra a França, no dia 26 de março, no Gillette Stadium, em Boston, nos Estados Unidos, às 17h (horário de Brasília).
Segundo a CBF, o uniforme da Seleção Brasileira com a Jordan Brand foi inspirado nos tons, padrões e estampas dos predadores mais rápidos do Brasil. Envoltas nos tradicionais amarelo e azul dos uniformes do futebol brasileiro, as peças incorporam também a estampa “Elephant Print” da Jordan Brand.
CBF e Jordan Brand lançam segundo uniforme da Seleção, em parceria histórica enraizada na grandeza.
— brasil (@CBF_Futebol) March 12, 2026
Saiba mais: https://t.co/UJtxumhvZQ pic.twitter.com/O0gxssDP4K
Outra novidade da produção é a tecnologia de resfriamento Aero-FIT, que proporciona máxima respirabilidade para alto desempenho em campo, sendo projetada para permitir maior circulação de ar entre a pele e o tecido. Ainda de acordo com a CBF, as peças são produzidas a partir de 100% de resíduos têxteis, sendo o material 11% mais leve e até 238% mais respirável.
Além das quatro linhas, a coleção Jordan Brand x Brasil também conta com uma linha de vestuário de treino com tecnologia Aero-FIT e a chuteira Tiempo, ambas criadas para combinar com o segundo uniforme da Seleção. Também foram pensadas diversas peças de streetwear, como camisetas, calças, vestidos e acessórios.
A coleção de streetwear inclui quatro calçados reinterpretados para torcedores do Brasil: Air Jordan 1 Low, Jordan Brand Ultra, Jordan Brand Trunner e uma edição exclusiva da chuteira de futsal Nike Tiempo. As vendas começam a partir das 21h desta quinta-feira (12) nas plataformas oficiais da Nike.
O Governo Federal lançou nesta quarta-feira (4) uma iniciativa nacional de conscientização e prevenção da violência contra mulheres e meninas. A ação, realizada no Cristo Redentor, no Rio de Janeiro, conta com o apoio da Confederação Brasileira de Futebol (CBF) e terá como eixo de mobilização o ciclo de preparação para a Copa do Mundo Feminina da Fifa 2027, que será sediada pelo Brasil.
Durante o evento, o monumento foi iluminado na cor teal, símbolo internacional de solidariedade às sobreviventes de violência e de compromisso com a mudança cultural. A iniciativa também marca o início de uma cooperação com o Consórcio Cristo Sustentável, que já desenvolve ações de apoio, atendimento e capacitação de mulheres em situação de vulnerabilidade.
A parceria prevê a integração da experiência internacional da organização NO MORE, voltada à prevenção da violência, ao trabalho já realizado pelo Consórcio. Entre as ações previstas estão a capacitação de equipes, a adoção de protocolos de atendimento, a identificação de sinais de risco e o fortalecimento de fluxos seguros de encaminhamento, ampliando a rede de proteção às mulheres atendidas.
Vice-presidente da CBF, Ricardo Gluck Paul ressaltou o papel do futebol como instrumento de alcance social.
“Eu não tenho dúvida que o enfrentamento da violência contra mulheres seja uma das principais pautas do Brasil. E sendo o futebol uma importante ferramenta de comunicação social, que tem uma audiência extraordinária, a CBF não poderia deixar de apoiar o movimento”, afirmou.
A ex-jogadora Fanta, integrante da Seleção que disputou a primeira Copa do Mundo Feminina, em 1988, na China, também participou do lançamento e destacou a relevância do esporte no debate.
“É uma pauta muito importante. A violência está em todos os lugares, está dentro de casa, no esporte, dentro de nossa vida. O futebol é uma porta de entrada para mostrar para essas pessoas que feminicídio nunca mais. A nossa Copa Feminina vai ser aqui em 2027 e nada mais justo que nós pioneiras estarmos juntos nesta pauta importante”, disse.
A Copa do Nordeste teve seus direitos de transmissão oficialmente anunciados pela Confederação Brasileira de Futebol (CBF) durante o sorteio dos grupos da competição, realizado nesta terça-feira (3).
Na televisão aberta, o SBT continuará responsável pela exibição do torneio nos estados do Nordeste. Já a transmissão em TV por assinatura ficará a cargo do Sportynet, canal que anteriormente operava sob o nome Nosso Futebol.
Além disso, os jogos também poderão ser acompanhados pela internet, com exibição no Canal do Benja, no YouTube, em parceria com a TMC.
Segundo a CBF, informações adicionais sobre a cobertura e o formato das transmissões devem ser divulgadas nos próximos dias.
CBF anuncia os locais de transmissão da Copa do Nordeste pic.twitter.com/RChztIcCZw
— Arena Rubro-Negra (@ArenaRubroECV) March 3, 2026
Campeão mundial com a Seleção Brasileira em 2002, Edmílson é o novo integrante da equipe da Confederação Brasileira de Futebol (CBF). Segundo a entidade, o ex-zagueiro atuará em eventos e projetos especiais, participando do desenvolvimento de iniciativas estratégicas, mantendo diálogo com clubes, federações, confederações e outras partes interessadas.
O ex-jogador também acumula experiência na gestão de projetos sociais, como a Fundação Edmílson, criada em sua cidade natal, Taquaritinga (SP), o que, de acordo com a CBF, deve fortalecer a construção de parcerias institucionais.
O anúncio foi feito pelo presidente da CBF, Samir Xaud, que destacou a importância da aproximação com os campeões mundiais. “Quero dar as boas-vindas ao pentacampeão Edmílson, que passa a compor o nosso grupo de gestão da CBF. Sua experiência será de grande importância. Desde o início da nossa gestão, buscamos estreitar laços com os campeões mundiais, que ajudaram a construir a grandeza do futebol brasileiro”, afirmou.
Edmílson celebrou a nova etapa profissional e ressaltou o simbolismo da função. “Representar a Seleção Brasileira foi uma honra dentro de campo. Agora, terei a oportunidade de contribuir fora dele. É um momento especial para me aproximar de jogadores que também fizeram história com a camisa da Seleção. Estou muito feliz e motivado para ajudar a construir algo ainda maior para a CBF e para o futebol brasileiro”, declarou.
Pela Seleção Brasileira, Edmílson disputou 36 partidas, com 20 vitórias, nove empates e sete derrotas. Na campanha do pentacampeonato, atuou em seis dos sete jogos e marcou um dos gols mais emblemáticos do torneio, um voleio na vitória por 5 a 2 sobre a Costa Rica, ainda na fase de grupos.
Em clubes, teve passagens emblemáticas pelo São Paulo, onde foi bicampeão paulista, pelo Lyon, tricampeão francês, e pelo Barcelona, com o qual conquistou dois títulos espanhóis e a Liga dos Campeões da Europa de 2006. O ex-zagueiro também defendeu XV de Jaú, Villarreal, Palmeiras, Real Zaragoza e Ceará.
O presidente da LaLiga, Javier Tebas, participou na manhã desta terça-feira (24) de uma palestra promovida pela Confederação Brasileira de Futebol (CBF) para representantes de clubes das Séries A e B do Campeonato Brasileiro e de federações estaduais. No encontro, realizado no auditório da entidade, no Rio de Janeiro, o dirigente detalhou o processo de reestruturação que levou a liga espanhola a se consolidar entre as três principais do mundo.
Com experiência na gestão de clubes como o Deportivo Huesca, Tebas relembrou o cenário crítico que encontrou ao assumir a LaLiga, há 12 anos. À época, a dívida da liga se aproximava de 1 bilhão de dólares, mais da metade dos atletas denunciava atrasos salariais e 32 clubes estavam em recuperação judicial.
Segundo ele, a virada começou com a implantação do fair play financeiro, medida que reorganizou as contas, ampliou receitas e devolveu credibilidade institucional ao futebol espanhol. O modelo também contou com apoio do governo da Espanha no processo de reconstrução.
Ao analisar o atual momento do futebol brasileiro, Tebas avaliou que o país reúne condições para figurar entre as principais ligas do planeta.
“O Brasil tem vantagens como população superior a 200 milhões de habitantes, paixão pelo futebol e marcas de clubes muito fortes. Além disso, vejo uma direção na CBF profissional e com objetivos claros. O futebol brasileiro pode estar entre as duas ou três melhores ligas do mundo. O princípio básico do fair play é gastar de forma compatível com o que se arrecada, garantindo sustentabilidade e qualidade do produto”, afirmou.
O presidente da CBF, Samir Xaud, destacou que a entidade tem adotado medidas estruturais para modernizar o futebol nacional, como a implementação do fair play financeiro, ajustes no calendário, profissionalização da arbitragem e investimentos nas competições.
“A LaLiga trabalha há 12 anos para aprimorar seu produto. Estamos buscando as experiências bem-sucedidas do futebol europeu e adaptando à nossa realidade. Temos como vantagem um mercado consumidor muito maior e estamos construindo bases sólidas para o crescimento”, disse.
A Confederação Brasileira de Futebol (CBF) concluiu a etapa inicial de testes do sistema de impedimento semiautomático (SAOT) no Maracanã. A avaliação ocorreu durante o clássico entre Fluminense e Botafogo, disputado no dia 12 de fevereiro, pela terceira rodada do Campeonato Brasileiro.
De acordo com a entidade, os resultados obtidos nesta fase indicaram conformidade entre as decisões tomadas pela arbitragem em campo e as análises produzidas pelo sistema. O projeto é desenvolvido em parceria com a Genius Sports, responsável pela implementação da tecnologia.
As imagens geradas pelo SAOT incluíram jogadas classificadas como de alta complexidade. Em um dos registros, o lateral Renê, em ação ofensiva do Fluminense, aparece com o pé direito projetado à frente da linha defensiva formada por Alex Telles, indicando posição irregular.
Em outro lance, Lucho Acosta surge em condição legal, com o zagueiro Alexandre Barboza mantendo a linha defensiva e validando a continuidade da jogada.

Foto: Divulgação / CBF
De acordo com a CBF, ambas as decisões adotadas pelo árbitro Rafael Klein foram confirmadas pelas simulações do sistema.
Apesar dos testes bem-sucedidos, a tecnologia ainda não integra o fluxo operacional da arbitragem. Nesta etapa, os árbitros não tiveram acesso às imagens produzidas pelo equipamento, procedimento padrão em períodos de validação técnica.
O presidente do Grupo de Trabalho da Arbitragem da CBF, Netto Góes, avaliou positivamente os resultados preliminares e destacou os objetivos da adoção do SAOT.
"O uso da tecnologia é voltado para otimizar a decisão do árbitro em campo, oferecendo ferramentas para que ele tome a melhor decisão. Isto realmente vai tornar muito mais transparente o jogo, expondo para o torcedor, para o dirigente, as decisões com bastante clareza por meio de imagens", disse.
Além da análise de impedimentos, Góes ressaltou benefícios indiretos associados à implementação do sistema.
"Tudo isto é custeado pela CBF no contrato assinado com a Genius", explicou Góes.
Após a conclusão da primeira fase no Maracanã, a CBF prevê a instalação do SAOT em outras arenas que receberão partidas do Brasileirão. A lista inclui a Arena do Grêmio, Arena MRV, Allianz Parque, Estádio José Maria de Campos Maia, Arena Fonte Nova e Vila Belmiro.
Enquanto o cronograma de instalação avança, o Maracanã deverá receber uma nova rodada de avaliações para ajustes operacionais e validação complementar do sistema.
Em cartas enviadas à Federação Internacional de Futebol (Fifa) e à União das Associações Europeias de Futebol (Uefa) nesta quinta-feira (19), a Confederação Brasileira de Futebol (CBF) pediu rigor das entidades na punição aos envolvidos em um novo caso de racismo cometido contra Vinicius Jr.
No documento, assinado pelo presidente Samir Xaud, a CBF reforçou que espera que a Fifa monitore o caso, enquanto a Uefa deve adotar todas as medidas necessárias para identificar e punir os culpados pelas injúrias raciais.
À Fifa, a CBF agradeceu o gesto público de solidariedade de seu presidente, Gianni Infantino, e enalteceu as mudanças nos artigos 15 e 30 do código disciplinar da entidade, que oferecem novos mecanismos para combater e erradicar a discriminação no futebol. À Uefa, a confederação brasileira destacou que a instituição europeia tem sido uma das líderes no combate ao racismo, com políticas criadas para prevenir e punir condutas discriminatórias.
A entidade pontuou ainda o Artigo 2º do estatuto europeu, que estabelece como objetivo promover o futebol sem qualquer forma de discriminação, e o Artigo 7º-bis, que reforça que seus filiados devem implementar medidas efetivas para coibir ofensas raciais por meio de políticas de prevenção e punições severas.
A CBF enviou também um pedido formal para que a Uefa investigue, de forma minuciosa, os atos cometidos contra o jogador brasileiro. “Que leve em consideração o testemunho da vítima e das pessoas presentes, para identificar e punir de maneira exemplar os envolvidos no episódio”, escreveu a entidade brasileira.
A CBF se solidariza com Vinícius Júnior, vítima de mais um ato de racismo nesta terça-feira, após marcar pelo Real Madrid contra o Benfica, em Lisboa.
— brasil (@CBF_Futebol) February 17, 2026
Racismo é crime. É inaceitável. Não pode existir no futebol nem em lugar algum.
Vini, você não está sozinho.
Sua atitude ao… pic.twitter.com/rNGsZLvvpi
RELEMBRE O CASO
Na última terça-feira (17), na partida entre Benfica e Real Madrid no Estádio da Luz, em Lisboa, pela Champions League, o jogador brasileiro relatou ao árbitro François Letexier uma fala racista de Gianluca Prestianni, jogador do time português, logo após celebrar um gol marcado. Além do brasileiro, as ofensas foram presenciadas por outros atletas do Real Madrid.
O árbitro ativou o protocolo antirracismo da Fifa, interrompendo momentaneamente o jogo e informando o ocorrido ao estádio. A ativação do protocolo desencadeou uma série de abusos racistas por parte de alguns torcedores presentes, que ofenderam o brasileiro e reproduziram sons de macaco, conforme reportado por jornais europeus.
A ACEB (Associação de Cronistas Esportivos do Brasil) informou, nesta sexta-feira (13), que segue autorizada a utilização de câmeras ligadas e direcionadas para o interior das cabines de rádio em partidas do futebol brasileiro. A entidade esclarece que não houve alteração nas regras vigentes e que permanece proibida apenas a captação de imagens do campo de jogo por veículos que não detêm direitos de transmissão.
O esclarecimento foi feito após contato entre o diretor de Comunicação da CBF, Fábio Seixas, e o presidente da ACEB, Erick Castelhero. Segundo as entidades, houve um equívoco na interpretação do Manual de Competições 2026, situação que já foi corrigida internamente.
De acordo com a ACEB, a CBF irá orientar todos os seus fiscais para evitar novas interpretações divergentes. O tema ganhou repercussão após decisões adotadas por supervisores de imprensa da confederação em jogos da terceira rodada do Campeonato Brasileiro Série A, que impediram emissoras de rádio e webrádios de registrarem imagens exclusivamente de seus próprios profissionais, especialmente em partidas realizadas no Rio Grande do Sul e em São Paulo.
Diante dos episódios, a ACEB buscou a CBF para reafirmar o entendimento firmado em reunião realizada em 7 de agosto de 2025, entre a diretoria da associação e o presidente da confederação, Samir Xaud, com a presença do diretor de Comunicação. Na ocasião, ficou definido que não haveria mudanças na forma de atuação da imprensa em relação ao que já vinha sendo praticado.
Com isso, permanece válido o acordo estabelecido no início da gestão de Samir Xaud, mantendo as autorizações já concedidas às emissoras de rádio e plataformas digitais.
O técnico da Seleção Brasileira Feminina de futebol, Arthur Elias, convocou nesta quinta-feira (12) as 26 jogadoras que participarão dos amistosos contra Costa Rica, Venezuela e México, na primeira Data FIFA de 2026.
Realizada na sede da Confederação Brasileira de Futebol (CBF), na Barra da Tijuca, no Rio de Janeiro, a convocação contou com 11 novidades em comparação à lista de novembro. Os amistosos serão os últimos compromissos da equipe antes da FIFA Series, em abril.
Esta será a primeira vez que a Seleção enfrentará equipes do continente americano desde a Copa América, em julho do ano passado. O primeiro desafio ocorrerá no dia 27 de fevereiro, às 19h, no Estádio Alejandro Morera Soto, em Alajuela, na Costa Rica.
Entre as novidades estão Lauren (zagueira), Tamires (lateral), Gi Fernandes (lateral), Maiara (meia), Luana (meia), Kerolin (atacante), Jheniffer (atacante), Jaque (atacante), Adriana (atacante), Ana Vitória (meia) e Geyse (atacante).
VEJA LISTA DE CONVOCADAS
Goleiras
Lelê (Corinthians), Thaís (Benfica-POR) e Cláudia (Cruzeiro)
Zagueiras
Tarciane (Lyon-FRA), Thais Ferreira (Corinthians), Mariza (Tigres-MEX) e Lauren (Atlético de Madrid-ESP)
Laterais
Yasmim (Real Madrid-ESP), Fê Palermo (Palmeiras), Tamires (Corinthians), Gi Fernandes (Corinthians) e Bela (PSG-FRA)
Meio-campistas
Duda Sampaio (Corinthians), Ana Vitória (Corinthians), Maiara (Angel City-EUA), Brena (Palmeiras) e Luana (Orlando Pride-EUA)
Atacantes
Kerolin (Manchester City-ING), Bia Zaneratto (Palmeiras), Gabi Zanotti (Corinthians), Jheniffer (Tigres-MEX), Luany (Atlético de Madrid-ESP), Jaque (Corinthians), Adriana (Al-Qadsiah-SAU), Geyse (América-MEX) e Tainá Maranhão (Palmeiras)
A seleção feminina de futebol de areia adentrou a Granja Comary, localizada em Teresópolis, no Rio de Janeiro, para treinar pela primeira vez na história. Em um campo específico para a modalidade, a equipe realizou o primeiro ciclo de preparação no Centro de Treinamento (CT) da Confederação Brasileira de Futebol (CBF).
As 12 jogadoras convocadas pela técnica Rose Andrade devem realizar atividades técnicas e táticas até sexta-feira (13). O time está dando os primeiros passos para o início oficial do calendário internacional em abril. A equipe já está confirmada em competições em El Salvador e no México.
Como dito anteriormente, esta é a primeira vez que a seleção feminina utiliza o campo de areia da Granja Comary, que foi inaugurado em 2025 com as equipes masculina adulta e sub-20.
SELEÇÃO FEMININA DE FUTEBOL DE AREIA
Criada em 2019, a seleção feminina de futebol de areia estreou nos Jogos Mundiais de Praia naquele mesmo ano, onde conquistou a medalha de bronze. Ainda em 2019, foi vice-campeã do Torneio Sul-Americano e faturou seu primeiro título em 2021, na Rússia, ao vencer a Copa Internacional.
Para 2026, a seleção deve concorrer à Women's El Salvador Beach Soccer Cup 2026, à Women's Euro Beach Soccer League e à NEOM Beach Soccer Cup 2026.
Com o nome registrado no Boletim Informativo Diário (BID) da Confederação Brasileira de Futebol (CBF) nesta segunda-feira (9), Cuiabano já pode estrear pelo Vasco da Gama no jogo contra o Bahia, pela 3ª rodada do Campeonato Brasileiro, nesta quarta-feira (11).
O jogador, de 22 anos, assinou com o clube alvinegro no último sábado (7). Ele vem por empréstimo junto ao Nottingham Forest, da Inglaterra, até o fim desta temporada. O Vasco tem a opção de compra que estenderá o vínculo até dezembro de 2030. O valor está estipulado em 10 milhões de euros.
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Foto: Divulgação
Além dele, o clube carioca corre contra o tempo para regularizar a situação do centroavante Claudio Spinelli, de 29 anos. O jogador chegou ao Rio de Janeiro também no último sábado para realizar exames médicos antes de assinar contrato e ser oficialmente anunciado. Anteriormente no Independiente del Valle, do Equador, a transferência do jogador para o Vasco gira em torno de US$ 2 milhões — aproximadamente R$ 10,5 milhões.
O jogador deve estar devidamente registrado no BID até um dia antes da partida que será relacionado. No caso do Va-Ba, esta terça-feira (10).
O Bahia se reapresentou ao Centro de Treinamento (CT) nesta segunda-feira (9) para dar início aos preparativos para o confronto.
Vasco e Bahia entram em campo às 21h30 desta quarta-feira (11), em São Januário, no Rio de Janeiro, pela 3ª rodada do Campeonato Brasileiro. O confronto pode ser acompanhado pela transmissão da TV Globo e do Premiere.
A Confederação Brasileira de Futebol (CBF) deu um passo importante em sua missão de reorganizar o futebol brasileiro e, de quebra, trouxe à tona um dos debates mais sensíveis do esporte na Bahia. No dia 27 de janeiro, a entidade publicou o novo Manual de Competições, documento que substitui o antigo Regulamento Geral de Competições (RGC) e concentra, em um único texto, normas que antes estavam dispersas em diretrizes técnicas e ofícios circulares. Com estrutura alinhada às melhores práticas da Fifa e da Conmebol, a CBF frisa que o Manual incorpora sugestões de clubes e federações estaduais com o objetivo de simplificar regras, reduzir brechas interpretativas e reforçar a isonomia técnica das competições nacionais.
Entre os pontos que mais geraram debate está o endurecimento do texto contra acordos firmados entre clubes para a realização de partidas com torcida única. A nova redação foi interpretada, inicialmente, como uma possível ameaça a clássicos marcados por um histórico de violência, como o Ba-Vi. No entanto, essa leitura perde força quando a medida decorre de decisões diretas do poder público, e não de um mero acordo de conveniência entre as agremiações. No caso do clássico baiano, o tema ganha contornos ainda mais delicados por conta do histórico recente, que remete ao dia 9 de abril de 2017, quando uma confusão generalizada no Dique do Tororó resultou na morte de um torcedor e motivou a recomendação de restrição pelo Ministério Público da Bahia (MP-BA).
A situação se agravou em fevereiro de 2018, quando a tentativa de retomar as duas torcidas no chamado "Ba-Vi da Paz" — posteriormente apelidado de "Ba-Vi da Vergonha"— terminou de forma igualmente traumática, com nove expulsões e o encerramento da partida por W.O. após nova confusão generalizada dentro de campo. Desde então, a exceção virou regra e, em 2026, o clássico alcançou a marca de 31 jogos com torcida única, em um universo de mais de 500 confrontos na história. Mesmo com tentativas de diálogo entre a Federação Bahiana de Futebol (FBF), a Polícia Militar e os clubes ao longo de 2024 e 2025, novos episódios de violência mantiveram a restrição em vigor.
Embora a norma não proíba jogos com torcida única recomendados por autoridades de segurança, a CBF reforçou que possui autonomia total, por meio da Diretoria de Competições (DCO), para avaliar se tais condições comprometem o equilíbrio técnico dos torneios nacionais. Em cenários extremos, a entidade pode considerar o remanejamento da partida para outra praça esportiva ou, em último caso, a realização do jogo com portões fechados. Essas possibilidades, no entanto, não são automáticas e dependem de uma análise criteriosa de cada caso pela autoridade esportiva.
O Manual também endurece o discurso sobre responsabilidade, estabelecendo que mandante e visitante respondem solidariamente pela conduta de suas torcidas, dentro e fora do estádio. O texto prevê, inclusive, o adiamento ou veto da partida caso não haja consenso em torno do Plano Especial de Ação entre clubes e Polícia Militar. Nessa situação, o árbitro ou o Delegado do Jogo podem impedir a realização do evento antes mesmo do apito inicial, se avaliarem que a segurança é insuficiente.
As sanções previstas incluem multas de até R$ 500 mil, perda de mando de campo com jogos realizados a mais de 100 quilômetros da sede do clube, e a aplicação do protocolo de interrupção, que permite a paralisação ou encerramento definitivo da partida diante de cânticos discriminatórios ou desordem generalizada.

Foto: Maurícia da Matta / Bahia Notícias.
O futuro dos próximos Ba-Vis, portanto, passa por um alinhamento fino entre a CBF, as autoridades de segurança e os órgãos de justiça da Bahia. Enquanto a decisão sobre a torcida única seguir amparada por critérios técnicos de segurança pública, o clássico permanece dentro das exceções previstas pelo próprio regulamento, ainda que sob vigilância constante da entidade máxima do futebol.
Para entender o que na prática define o Manual de Competições da CBF sobre o tema clássicos com torcida única, a reportagem do Bahia Notícias conversou com dois advogados desportivos Dilson Pereira Junior, advogado da área esportiva e membro do IBDD (Instituto Brasileiro de Direito Desportivo), e Milton Jordão, especialista em Direito Desportivo com mais de 20 anos de experiência, que explicaram como a norma é interpretada na prática.
Segundo Dilson, o novo Manual de Competições não proíbe jogos com torcida única, e "essa é uma leitura equivocada que vem sendo feita". O que as novas normas vedam são "acordos feitos entre os próprios clubes para mudar o formato da competição por conveniência", algo que não acontece na Bahia, já que a torcida única é determinada por um ajustamento de conduta envolvendo Ministério Público e pela Polícia Militar, com base em histórico de conflitos e critérios técnicos.
"O jogo com torcida única não é proibido, essa é uma leitura equivocada. A CBF exige que a medida não seja tomada por vontade dos clubes. Tem que haver uma razão técnica ou de segurança que justifique a decisão, como é o caso aqui na Bahia. Os jogos não são fruto de acordo entre Vitória e Bahia, mas sim de determinações do Ministério Público e da Polícia Militar, baseadas em histórico de conflitos e critérios técnicos. A prioridade é a segurança do público, e não a conveniência dos clubes", explicou Dílson.
Ele ainda reforçou que o novo Manual de Competições da CBF está disponível na íntegra para consulta pública. Segundo Dilson Junior, a interpretação de que a medida afetaria o clássico Ba-Vi foi precipitada e não considera o texto completo da norma.
"Fizeram uma leitura apressada do Manual. Como todo o corpo de normas, o Manual deve ser lido no todo, o que a gente chama de interpretação sistêmica, pois existem interligações entre as normas contidas no Manual. Não podem ser lidas de forma isolada. Interpretaram equivocadamente, pois não há proibição de partida única quando isso é decorrente do poder público. Não afeta Bahia e Vitória", explicou o advogado.
No entendimento de Dilson, o foco principal é que a medida não beneficie nenhum dos clubes.
"Quando os clubes apenas cumprem ordens das autoridades, sem alterar o formato da competição por interesse próprio, o regulamento da CBF admite a situação e mantém a validade da competição. Não há violação de igualdade esportiva", finalizou.

Foto: Maurícia da Matta / Bahia Notícias.
Para Milton Jordão, a alteração realizada pela CBF visa evitar o que vinha acontecendo em Pernambuco, que, por determinação da Federação Pernambucana, em conjunto com autoridades dos locais, os clássicos estaduais e regionais passariam a contar apenas com a presença da torcida mandante.
“É porque começou a chover, com isso todos os clubes começaram a propor medidas lá no STJD. Então, a organização de um campeonato fica, digamos assim, meio abalada, né? Porque você define uma coisa e de repente vem um terceiro, que pode ser um governador ou uma secretária de estado e diz: "Não, aqui não é dessa forma". E aí o clube visitante sofre um prejuízo em relação à possibilidade de não poder contar com sua torcida”, explicou.
Questionado se a medida pode afetar o clássico Ba-Vi e fazer com que o confronto possa ser realizado fora do estado da Bahia ou com portões fechados, Milton explicou o porque pensa que dificilmente a disposição será aplicada aqui no estado.
“A CBF, o seu departamento de competições, vai, em cada caso, avaliar se é recomendável ou fazer um jogo com portas fechadas ou fora da localidade. Casos em que há acordo entre clubes, ela pode até interferir. Mas o que é levado em consideração? O equilíbrio. Então, por exemplo, por que acho que dificilmente essa disposição vai ser aplicada na Bahia? Porque aqui há equilíbrio. Jogos em que o Bahia é o mandante, o clube é 100% mandante, a mesma coisa no caso do Vitória. Me parece que aqui é mais difícil de verificarmos essa intervenção da DCO”.
Na Bahia, há uma recomendação do MP-BA, que havia entendido que havia riscos de morte em confrontos entre as organizadas da dupla Ba-Vi (Bamor e Imbatíveis). Com isso, o órgão emitiu uma resolução e mandou para a Federação Bahiana de Futebol, clubes e Polícia Militar, citando os riscos e recomendando a realização dos clássicos Ba-Vis com torcida única e citando, que em caso de descumprimento, e se ocorresse alguma tragédia, os clubes e órgãos iriam responder civil e criminalmente.
"Então, os clubes e a federação disseram assim: 'pô, eu não vou assumir uma coisa que não está na minha competência'. Porque lidar com segurança pública não é algo que está na minha competência. Porque a grande confusão toda não é a briga dentro do estado. É a briga fora nos arredores, né?", declarou.
“Para a nossa realidade, ela [a informação] é descontextualizada. É aquela coisa abstrata. Em abstrato pode acontecer? Pode. Mas na nossa história (do Ba-Vi), no caso concreto, eu acho muito difícil de acontecer”.
A Confederação Brasileira de Futebol (CBF) fechou um novo acordo com a Konami que garante o retorno oficial do Campeonato Brasileiro Série A, com licenciamento completo, ao jogo eFootball. O anúncio foi feito na noite da última quinta-feira (5) pelo presidente da entidade, Samir Xaud. Vale lembrar que o game já contava com a Seleção Brasileira, incluindo os uniformes oficiais e o escudo da CBF.
Xaud destacou que essa iniciativa é fundamental para aproximar a entidade do público mais jovem. Segundo ele, os games são hoje a "porta de entrada" de muitos novos torcedores. Estar presente de forma oficial nesse ambiente ajuda a reforçar a paixão pelo nosso futebol e a criar um sentimento de identidade com os clubes e a Seleção.
Felipe Feijó, que comanda a área de eSports da CBF, também vê o movimento como uma grande oportunidade. Ele explicou que "o mercado de jogos eletrônicos é gigante" e permite um diálogo direto com uma audiência que, muitas vezes, tem seu primeiro contato com o futebol através das telas dos consoles e computadores.
O eFootball (antigo Pro Evolution Soccer, o famoso PES) estava sem a licença oficial da competição desde 2025. Na época, o jogo foi obrigado a usar nomes e logotipos genéricos para a liga, mas agora volta a exibir a marca autêntica do Brasileirão.
A Confederação Brasileira de Futebol (CBF) anunciou, na noite da última quinta-feira (5), mudanças estruturais importantes para a Série B do Campeonato Brasileiro a partir de 2026. Durante a reunião do Conselho Arbitral da competição, a entidade confirmou a criação do "Programa de Apoio à Reestruturação Financeira de Clubes da Série B (PARF-B)" e a adoção de um sistema de playoffs para definir parte dos acessos à elite do futebol nacional.
O PARF-B tem como objetivo fortalecer a sustentabilidade financeira da competição, condicionando o apoio econômico da CBF ao cumprimento de regras de responsabilidade fiscal e boas práticas de gestão por parte dos clubes participantes.
Por meio do programa, a entidade manterá o custeio integral de despesas consideradas estruturais, como logística (transporte e hospedagem), exames antidoping e taxas de arbitragem. No entanto, a continuidade desses benefícios estará vinculada ao cumprimento do Sistema de Sustentabilidade Financeira, funcionando como uma cláusula de barreira para os clubes inadimplentes.
"Nada mais justo do que a CBF continuar ajudando os clubes financeiramente, mas, em contrapartida, os clubes precisam mostrar esse controle financeiro", afirmou o presidente da CBF, Samir Xaud.
A iniciativa foi classificada como inédita por dirigentes presentes à reunião. Dono da SAF do Londrina e ex-presidente do Bahia, Guilherme Bellintani destacou a mudança de paradigma na gestão da competição.
"A Série B sai daqui absolutamente renovada. Estamos avançando ao condicionar o financiamento histórico da logística ao cumprimento das primeiras regras de responsabilidade fiscal", disse.
Além do novo programa financeiro, a principal novidade esportiva será a adoção de playoffs para definição de duas vagas de acesso à Série A de 2027. Pelo novo formato, campeão e vice-campeão sobem diretamente. Já os clubes que terminarem entre a 3ª e a 6ª colocação disputarão confrontos eliminatórios, em jogos de ida e volta.
O terceiro colocado enfrentará o sexto, enquanto o quarto medirá forças com o quinto. Os vencedores desses duelos garantirão as duas vagas restantes na elite do futebol brasileiro.
Diretor de competições da CBF, Julio Avellar afirmou que a mudança busca aumentar a atratividade esportiva e comercial da Série B até as rodadas finais.
Segundo ele, o novo formato representa a "cereja do bolo" do projeto de reformulação da competição.
Outro ponto definido no Conselho Arbitral foi o calendário da Série B em 2026. Diferentemente do planejamento inicial, a competição não será paralisada durante a disputa da Copa do Mundo.
De acordo com Avellar, a decisão permitirá maior espaçamento entre as partidas, o que tende a melhorar o nível técnico, a recuperação física dos atletas e a logística das equipes ao longo da temporada.
Para assegurar o cumprimento das regras financeiras estabelecidas pelo PARF-B, a fiscalização ficará sob responsabilidade da Agência Nacional de Regulação e Sustentabilidade do Futebol (ANRESF), órgão independente que acompanhará os indicadores econômicos dos clubes.
A CBF informou que o detalhamento técnico dos critérios e indicadores de excelência do programa será divulgado até o final de fevereiro.
A Confederação Brasileira de Futebol divulgou, na última segunda-feira, a tabela básica do Campeonato Brasileiro Feminino Sub-20 de 2026. A equipe do Vitória vai estrear na competição no dia 8 de março, no Barradão, contra o América-MG.
A primeira fase do torneio vai reunir 24 times entre os meses de março e maio. A etapa será eliminatória e contará com os clubes divididos em seis grupos, com quatro cada. A segunda fase, que será mata-mata, terá os líderes de cada grupo e os dois melhores segundos colocados entre os seis conjuntos.
A ida e a volta da final da competição vão acontecer nos dias 21 e 28 de maio, respectivamente. O atual campeão do torneio é o Botafogo, que bateu o Flamengo pelo placar de 1 a 0, no Estádio Luso-Brasileiro.
A Série A do Campeonato Brasileiro de 2026 teve início na última quarta-feira (28), um dia após a Confederação Brasileira de Futebol (CBF) anunciar a criação de um programa de profissionalização da arbitragem no país. A iniciativa prevê a contratação de árbitros com vínculo fixo e a formação de um grupo de elite composto por 20 juízes principais, responsáveis por conduzir os principais jogos do calendário nacional. A informação foi veiculada inicialmente pelo site ge.globo.
Além do salário mensal, os árbitros contratados continuarão recebendo pagamentos adicionais por partida disputada no Brasileirão. Os valores variam conforme a categoria do profissional, levando em conta se o árbitro pertence ao quadro da Fifa ou da CBF. O modelo também inclui bônus atrelados ao desempenho.
A CBF informou que não divulgará oficialmente a tabela salarial. Internamente, a estimativa é de que os 72 profissionais contratados recebam, em média, cerca de R$13 mil mensais. No entanto, os árbitros do grupo principal terão vencimentos superiores, com salários fixos acima de R$30 mil. Um juiz do quadro da Fifa que apite quatro partidas da Série A no mesmo mês poderá alcançar uma remuneração total de até R$60 mil, somando salário e taxas por jogo.
Em 2026, o pagamento por partida para árbitros da Fifa na Série A é de R$7.600. Os árbitros com escudo da CBF recebem R$5.500 por jogo. Assistentes e árbitros de vídeo da Fifa têm remuneração de R$4.560 por atuação. No caso dos profissionais da CBF, o VAR recebe R$3.650, enquanto o assistente ganha R$3.300 por partida.
Na comparação com os valores praticados em 2025, houve reajuste nos pagamentos. Os árbitros da Fifa tiveram aumento de 4,40% por jogo, enquanto os integrantes do quadro da CBF registraram alta de 4,76%.
A Seleção Brasileira Feminina já tem definidos os primeiros compromissos de 2026. A equipe vai enfrentar Costa Rica, Venezuela e México em amistosos programados para o fim de fevereiro e o início de março, como parte da preparação para a Copa do Mundo de 2027, que será disputada no Brasil.
As partidas acontecerão na Costa Rica e no México durante a Data Fifa. Para a coordenadora de Seleções Femininas da CBF, Cris Gambaré, a sequência de jogos tem papel estratégico no planejamento da equipe. “É muito importante termos esses três jogos nesta Data-Fifa. Vamos enfrentar seleções que estão em franco crescimento no futebol feminino, com modelos diferentes de jogo, o que nos coloca dificuldades que são importantes no planejamento e no processo de preparação da Seleção Brasileira para este ano e também visando à Copa do Mundo de 2027 no Brasil”, afirmou.
O primeiro confronto será no dia 27 de fevereiro, às 19h, contra a Costa Rica, no Estádio Alejandro Morena Soto, em Alajuela. A seleção anfitriã teve destaque na Concacaf Feminina de 2022, quando chegou à semifinal e foi eliminada apenas pelos Estados Unidos, campeões do torneio.
O segundo amistoso está marcado para 4 de março, às 15h, diante da Venezuela, no Centro de Treinamento da Federação Mexicana de Futebol, em Toluca. A equipe venezuelana ocupa atualmente a 42ª colocação no ranking da Fifa, a melhor de sua história, e foi adversária do Brasil na estreia da Copa América Feminina de 2025, quando perdeu por 2 a 0.
A agenda será encerrada no dia 7 de março, às 17h, com o duelo contra o México, no Estádio Ciudad de los Deportes, na Cidade do México. Atual campeão pan-americano, o México também já enfrentou a seleção comandada por Arthur Elias recentemente: em março de 2024, o Brasil venceu por 3 a 0 e garantiu vaga na final da Copa Ouro.
Além desses amistosos, a CBF confirmou que a Seleção Brasileira Feminina enfrentará Canadá, Zâmbia e Coreia do Sul em abril, pelo FIFA Series, em local ainda a ser definido.
Em evento realizado na sede da Confederação Brasileira de Futebol (CBF), no Rio de Janeiro, nesta segunda-feira (2), o técnico Carlo Ancelotti afirmou que está próximo da lista final de convocação da Seleção Brasileira para a Copa do Mundo, disputada entre junho e julho.
“Não está fechado. Na primeira coletiva de imprensa, disse que o Brasil tem a sorte de ter muitos jogadores bons. A lista não está fechada, mas estamos perto da lista final. Há algumas posições que não estão definidas 100%”, revelou.
Durante o encontro que apresentou a parceria com a montadora de carros, que vai patrocinar todas as seleções do Brasil nestes dois anos (2026 e 2027), o treinador italiano destacou positivamente a logística planejada pela CBF para a Copa do Mundo.
“Acho que neste momento temos uma logística muito boa, um fantástico centro de treinamento, hotel muito privado para trabalhar bem. A CBF nos permitiu com Rodrigo para ficamos no aspecto técnico, nos dar tranquilidade para trabalhar bem para a Copa do Mundo, o que é muito importante. Como eu disse, nos preparamos com simpatia e otimismo”, elogiou.
Além de Carlo Ancelotti, o evento também contou com a presença de Samir Xaud, presidente da CBF, e Cris Gambaré, coordenadora de seleções femininas.
Em março, a Seleção Brasileira disputará dois amistosos nos Estados Unidos. Primeiro enfrentará a França, em Boston, depois pega a Croácia, em Orlando. No final de maio, o Brasil ainda deve jogar contra o Panamá, além do desejo da CBF de confirmar um último duelo contra o Egito, antes da Copa, no dia 6 de junho.
A Seleção Brasileira está no Grupo C da Copa do Mundo. Primeiro a Canarinho enfrenta Marrocos, no dia 13 de junho (sábado), às 19h, depois o Haiti, no dia 19 (sexta-feira), às 22h, e por último, a Escócia, no dia 24 (quarta-feira), novamente às 19h.
O Campeonato Brasileiro chega a 2026 carregando um peso que já não cabe mais em soluções improvisadas. Com clubes mais profissionalizados, maior exposição internacional e pressão constante de torcedores e patrocinadores, a principal competição do país começa o ano com uma tentativa clara de organização. Menos ruído, menos interpretações soltas e mais previsibilidade nas decisões.
A movimentação da CBF ao reunir clubes, árbitros e comissões técnicas antes do início do campeonato mostra isso. A ideia não é transformar o futebol brasileiro em algo rígido, mas reduzir situações que se repetem todos os anos. Lances semelhantes com decisões diferentes, jogos marcados por longas discussões de arbitragem e sensação constante de insegurança em campo.
Num campeonato longo como o Brasileirão, esse tipo de instabilidade pesa. Um ponto perdido por uma interpretação controversa pode mudar completamente o destino de um clube meses depois.
Arbitragem no centro do problema
Grande parte dessa tentativa de reorganização passa pela arbitragem. Não porque os árbitros sejam o problema isolado, mas porque eles acabam sendo o ponto mais visível de um sistema pouco padronizado.
Ao alinhar critérios antes da bola rolar, a CBF tenta antecipar conflitos. Explicar o que será considerado falta, o que muda nas regras e como determinados lances devem ser interpretados ajuda a reduzir a surpresa durante os jogos. O erro continua possível, mas a incoerência perde espaço.
Para clubes e jogadores, isso faz diferença. Saber como um lance tende a ser marcado altera comportamento, postura defensiva e até decisões táticas. O jogo continua imprevisível, mas deixa de ser caótico.
Tecnologia entra, mas não resolve tudo
A tecnologia faz parte desse processo, embora não seja a solução mágica. Ferramentas como o impedimento semiautomático prometem mais rapidez e menos margem para discussão, mas também exigem adaptação.
O debate muda de lugar. Antes era sobre “ver ou não ver” o lance. Agora passa a ser sobre aplicação correta do sistema. Isso não elimina reclamações, apenas altera o foco. Ainda assim, a tendência é reduzir paralisações longas e decisões excessivamente subjetivas.
Com o tempo, jogadores ajustam movimentos, treinadores trabalham cenários mais claros e o jogo ganha outra dinâmica. Menos interrupções, mais bola rolando.
O efeito direto no ritmo do campeonato
Quando as decisões são mais rápidas e previsíveis, o campeonato flui melhor. Jogos deixam de ser fragmentados por longas discussões e o foco volta para o desempenho das equipes.
Isso também muda a forma como o Brasileirão é analisado. Com menos interferência aleatória, padrões começam a aparecer. Times mostram comportamentos mais consistentes, estratégias ficam mais evidentes e comparações entre rodadas fazem mais sentido.
É nesse ambiente, que as análises técnicas ganham espaço e permitem que os torcedores entendam melhor o que está a acontecer em campo e fora dele.
Isso não significa que o Brasileirão Série A vá tornar-se previsível ou perder o seu caráter imprevisível. As surpresas continuam a fazer parte da competição. No entanto, essas mudanças influenciam a forma como o campeonato se desenrola e acabam por impactar áreas transversais ligadas à própria liga, como as leituras estatísticas, a cobertura da imprensa, o trabalho dos adversários e até o acompanhamento das apostas no Brasileirão Série A em diferentes plataformas digitais.
O verdadeiro teste
Ainda assim, é lógico que o futebol continue a ser decidido dentro de campo. Mas a forma como ele é conduzido começa a respeitar um mínimo de coerência ao longo da temporada.
Nada disso, porém, se confirma em teoria. O teste real acontece com a bola rolando. Sustentar alinhamento durante um campeonato inteiro exige disciplina, comunicação constante e correções ao longo do caminho.
O Brasileirão continua intenso, emocional e sujeito a pressões de todos os lados. Isso não muda. A diferença é que, em 2026, a tentativa de organizar melhor o campeonato acontece antes da crise, e não depois. Se esse alinhamento se mantiver ao longo da temporada, o futebol brasileiro pode dar um passo importante em maturidade. Se não, volta ao ciclo já conhecido. Em um campeonato desse tamanho, mesmo pequenos ajustes acabam por ter impacto real.
A Confederação Brasileira de Futebol (CBF) apresentou na última terça-feira (27) o novo Manual de Competições, que passa a substituir o Regulamento Geral de Competições (RGC). O documento reúne, em um único texto, normas que antes estavam distribuídas em diretrizes técnicas e comunicados oficiais, com o objetivo de padronizar procedimentos e tornar mais acessível o entendimento das regras para clubes, federações, profissionais e torcedores.
Inspirado em modelos adotados pela Fifa e pela Conmebol, o manual incorpora sugestões enviadas por entidades estaduais e clubes e promove mudanças que impactam diretamente a experiência do público nos estádios, sobretudo no que diz respeito à presença das torcidas, à política de ingressos e às condições de segurança.
"Trata-se de um movimento de simplificação, padronização e modernização dos nossos instrumentos normativos. O documento pretende causar um impacto imediato para todos os operadores do desporto no país, com características marcantes de inovação, modernidade, rapidez e acessibilidade", afirmou o presidente da CBF, Samir Xaud.
Entre as alterações mais significativas está o endurecimento das normas relacionadas à torcida visitante. A CBF passa a proibir acordos entre clubes para a realização de partidas com torcida única, prática que vinha sendo adotada em jogos considerados sensíveis. A partir de agora, essa configuração só poderá ocorrer por decisão das autoridades de segurança, não por conveniência entre os envolvidos.
O manual também redefine a política de preços dos ingressos para o setor visitante. Antes, a exigência de equivalência com setores do mandante gerava interpretações distintas e, em alguns casos, cobranças consideradas abusivas. Com a nova regra, o valor máximo do ingresso visitante fica limitado ao dobro do ingresso mais barato do mandante, sem considerar o preço da meia-entrada.
Outra novidade é o direito do clube visitante adquirir antecipadamente até 50% da carga de ingressos destinada ao seu setor, o que permite maior planejamento e estímulo aos programas de sócio-torcedor. A revenda desses ingressos por valor superior ao pago ao mandante permanece proibida.
Além disso, a CBF passa a exigir que o setor reservado à torcida visitante ofereça visibilidade adequada do campo, vedando a instalação de estruturas que comprometam o espetáculo. A medida busca assegurar condições mínimas de conforto e respeito ao público visitante.
SEGURANÇA, BIOMETRIA E COMBATE À VIOLÊNCIA
O manual reforça a necessidade de implementação definitiva de sistemas de monitoramento e biometria em estádios com capacidade superior a 20 mil pessoas, conforme previsto na Lei Geral do Esporte. A CBF quer incentivar a cooperação entre clubes e órgãos de segurança pública, com o objetivo de prevenir episódios de violência e permitir a identificação de torcedores com restrições legais.
ESTRUTURA, ARBITRAGEM E IMPRENSA
O documento também estabelece exigências mínimas de infraestrutura, como padrões para vestiários, áreas destinadas à arbitragem, imprensa, detentores de transmissão e recepção das delegações visitantes, alinhando o futebol brasileiro às normas continentais.
Foram criadas atribuições específicas para os Oficiais da CBF em cada partida, facilitando a identificação de responsabilidades operacionais e administrativas durante os jogos.
GRAMADOS, LOGÍSTICAS E COMPETIÇÕES
O novo manual endurece as regras sobre a qualidade dos gramados, naturais ou sintéticos. A CBF passa a permitir inspeções, relatórios técnicos, advertências e, em casos extremos — especialmente em partidas eliminatórias —, a retirada do mando de campo. Em situações de reincidência, sanções administrativas poderão ser aplicadas.
Também foram feitas mudanças na política de transferência de mando em competições eliminatórias, ampliando de dois para três jogos o limite considerado para solicitação de mudança de estado.
FUTEBOL FEMININO, MULTIPROPRIEDADE E GOVERNANÇA
No campo institucional, o documento endurece as regras para clubes que desistirem de competições femininas, prevendo sanções administrativas e a suspensão de benefícios como custeio de arbitragem e logística. A medida busca combater abandonos e garantir o desenvolvimento contínuo da modalidade.
Outra mudança relevante é a vedação à multipropriedade de clubes, seguindo parâmetros adotados pela Uefa e em consonância com o sistema de sustentabilidade financeira da CBF.
PREMIAÇÕES, PATROCÍNIOS E EVENTOS OFICIAIS
O manual também prevê a obrigatoriedade de comparecimento dos clubes a eventos e cerimônias oficiais da CBF, além de fixar uma quantidade específica de ingressos destinada a patrocinadores da entidade. Também foram esclarecidos prazos e regras para solicitação e comercialização de ingressos reservados à confederação.
Confira o Manual de Competições completo, divulgado pela CBF, clicando neste link.
Durante o evento que marcou a apresentação do Programa de Profissionalização da Arbitragem, a CBF revelou que pretende implementar a REFCAM e a Tecnologia da Linha do Gol no futebol brasileiro. As novidades já funcionam no futebol da Inglaterra, Itália, Alemanha e França.
A REFCAM se trata de uma câmera instalada no uniforme do árbitro da partida. O objetivo é o auxílio em tirar dúvidas de jogadas, além de manter registros entre interações entre o juiz e os atletas.
Já a Tecnologia de Linha do gol tem o intuito de captar todos os ângulos possíveis da entrada da bola na meta. Caso passe por cinco milímetros da linha, a tecnologia informa aos árbitros se foi gol ou não.
Além disso, o VAR e o impedimento semi-automático também estão sendo implementados. A entidade iniciou a implementação dos equipamentos para o sistema, que ainda não ficará disponível no início do Campeonato Brasileiro de 2026.
De acordo com o Cronograma de Profissionalização, após a apresentação desta terça-feira, os árbitros assinarão um contrato com a CBF em fevereiro deste ano e em março começarão a implementar o modelo profissional.
A Confederação Brasileira de Futebol anunciou, nesta terça-feira (27), o primeiro modelo de profissionalização da arbitragem nacional. O projeto vai contemplar cerca de 72 árbitros, inicialmente, e contará com um investimento de R$ 195 milhões no biênio 2026/2027.
No início do evento, Samir Xaud, presidente da entidade, se pronunciou e revelou as novidades dos contratos que serão assinados com os juízes.
“A partir de agora, árbitros de campo, assistentes e o VAR da Série A terão contrato com a CBF. Eles terão uma remuneração fixa, uma cota por jogo e uma rede de apoio que contará com Preparador Físico, Fisioterapeuta, Nutricionista e Psicólogo. Os árbitros também terão avaliações técnicas e físicas. A partir de agora, eles serão profissionais”, completou o gestor.
NOVIDADES NO FUTEBOL BRASILEIRO
Durante a reunião, foi revelado a metodologia do Grupo de Trabalho da Arbitragem, que vai consistir em;
* Análise da Situação atual dos árbitros brasileiros
* Mapeamento e Estudo das Ligas Europeias
* Reuniões e Entrevistas com lideranças mundiais na arbitragem
* Modelo profissional da arbitragem brasileira
* Desenvolvimento da proposta considerando a realidade do país.
Também revelaram as principais reclamações dos clubes e dos árbitros quanto aos desafios que enfrentam no futebol brasileiro. As equipes afirmaram que: Falta de critérios uniformes nas decisões; Protocolo de uso do Var; Transparência dos processos da arbitragem, clareza e compreensão das regras do jogo são as situações mais complicadas.
Enquanto isso, os árbitros disseram que a Falta de um modelo profissional; Falta de estabilidade financeira, treinos e cuidados com a saúde sem maior amparo da CBF e Transparência e comunicação com os clubes foram as maiores dificuldades.

Foto: Reprodução / CBF
Além disso, um dos líderes do trabalho, Davi Feques anunciou o Programa de Profissionalização da Arbitragem. O novo projeto será baseado em práticas internacionais e será estruturado em 4 pilares: Estrutura geral; Excelência com a Saúde; Capacitação Técnica e Tecnologia e Inovação.
Outra novidade revelada com a intenção de aumentar o suporte aos árbitros, a entidade terá um ranking com os juízes profissionais. As notas levarão em conta variáveis como controle de jogo, aplicação de regras, desempenho físico e comunicação.
Após o final de toda temporada, dois árbitros sairão do "Grupo profissional", e dois outros subirão para esse conjunto.
De acordo com o Cronograma de Profissionalização, após a apresentação desta terça-feira, os árbitros assinarão um contrato com a CBF em fevereiro deste ano e em março começarão a implementar o modelo profissional.
A Confederação Brasileira de Futebol (CBF) deu início ao processo de implementação do sistema de impedimento semiautomático no futebol nacional. Equipes técnicas estiveram no Maracanã nesta semana para os primeiros trabalhos de instalação. A informação foi divulgada na manhã desta terça-feira (27) pelo UOL.
Apesar do avanço, a tecnologia não estará disponível no início do Campeonato Brasileiro de 2026, que tem a rodada inaugural marcada para esta quarta-feira (28). A entidade explica que o projeto exige uma fase de adaptação estrutural nos estádios que receberão partidas da Série A, o que impede a adoção imediata do sistema.
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Foto: Reprodução / Fifa
Segundo a CBF, o programa se encontra atualmente na terceira etapa, que envolve vistorias técnicas nos equipamentos esportivos e na infraestrutura dos estádios. Apenas após essa fase serão realizados testes operacionais, condição considerada essencial para a liberação do uso da ferramenta em jogos oficiais.
A confederação optou por uma implementação gradual, evitando acelerar o cronograma sem garantias de pleno funcionamento. O investimento previsto para o sistema é de R$ 25 milhões até o fim de 2027. A empresa responsável pela instalação é a Genius, que já opera a tecnologia em competições como a Premier League, além dos campeonatos Mexicano e Belga.
O planejamento inclui também estádios que não são sedes permanentes de clubes. A Arena Barueri, por exemplo, receberá inicialmente o equipamento por ser utilizada pelo Palmeiras em parte da temporada, embora a instalação não seja definitiva, já que o clube tem o Allianz Parque como estádio principal.
Ainda nesta terça-feira, a CBF deve divulgar novos detalhes relacionados ao programa de profissionalização da arbitragem, iniciativa que acompanha a introdução de tecnologias no futebol brasileiro.
O técnico da Seleção Brasileira Masculina, Carlo Ancelotti, participou na última segunda-feira (26) de uma reunião no Palácio do Planalto, em Brasília, ao lado do presidente Luiz Inácio Lula da Silva e do presidente da Fifa, Gianni Infantino. O encontro integrou a agenda institucional de lançamento da marca da Copa do Mundo Feminina de 2027, que será realizada no Brasil.
Além do Mundial Feminino, a conversa também abordou a possibilidade de o Brasil se candidatar para sediar a Copa do Mundo de Clubes de 2029. A proposta, já debatida no âmbito da Confederação Brasileira de Futebol (CBF), recebeu sinalização positiva do governo federal durante a reunião.
Ancelotti esteve acompanhado de dirigentes da CBF, entre eles o presidente da entidade, Samir Xaud, e o vice-presidente Gustavo Dias Henrique. O ministro do Esporte, André Fufuca, também participou do encontro com Infantino.
Após a reunião, Samir Xaud afirmou que a presença do treinador reforça o alinhamento entre a seleção, a CBF e as instituições envolvidas na organização de grandes eventos esportivos no país. O dirigente reiterou que o Brasil está preparado para receber o Mundial de Clubes.
"A gente acredita que o Brasil está apto a receber esse evento grandioso [Mundial de Clubes], mas isso requer muitas conversas, muitos ajustes, mas o Brasil vai sim colocar a sua candidatura para 2029", afirmou.
Em outro momento, em tom descontraído, Lula dirigiu-se a Ancelotti durante o encontro e fez uma brincadeira sobre o futuro do treinador no futebol brasileiro.
"Você ganha a Copa do Mundo esse ano e depois vem para o Corinthians ganhar o Mundial", brincou.
Vale lembrar que o italiano Carlo Ancelotti está em fase avançada de negociações para renovar seu contrato e permanecer à frente da Seleção Brasileira até 2030.
O Grupo de Trabalho da Arbitragem vai se reunir na próxima terça-feira (27), para avançar no processo de profissionalização dos juízes brasileiros. O encontro vai acontecer na sede da Confederação Brasileira de Futebol (CBF).
Segundo a entidade, o Grupo tem como objetivo a melhoria das práticas mundiais junto a discussões relacionadas à profissionalização dos árbitros, além dos investimentos em tecnologia para cada categoria.
A ideia foi implementada no dia 10 de outubro. Desde a criação do GT, os representantes se juntam aos clubes das Séries A e B, especialistas nacionais e internacionais e especialistas da FENAPAF, STJD, Abrafut, ANAF e CBF Academy.
A Confederação Brasileira de Futebol e Carlo Ancelotti fecharam um acordo para a renovação do contrato do treinador até a Copa do Mundo de 2030. Nesta sexta-feira (23), o italiano chega ao Rio de Janeiro depois de passar as férias de fim de ano no exterior. A expectativa é de que o novo vínculo seja assinado nas primeiras semanas de fevereiro. A informação foi veiculada inicialmente pelo site ge.globo.
As tratativas para estender o contrato do técnico da Seleção Brasileira existem desde outubro e aconteceram até o final de 2025, com o sinal verde de Ancelotti para os termos dados pela CBF. Com o acerto de ambas as partes, a formalização do documento depende apenas de questões burocráticas e já está em debate no departamento jurídico para cláusulas e pormenores.
Considerando o contrato vigente, Ancelotti já tem o maior salário entre os técnicos das seleções no mundo, cerca de 10 milhões de euros (R$ 63,4 milhões), e a renovação será feita com condições semelhantes, com ajustes em bonificações por conquistas. O vínculo atual prevê um bônus de 5 milhões de euros (R$ 31,7 milhões) caso o Brasil conquiste o hexa na Copa de 2026.
A mensagem de que o desejo da renovação de contrato do treinador independe do resultado da Copa do Mundo de 2026 é algo considerado fundamental para a entidade máxima do futebol brasileiro.
A Confederação Brasileira de Futebol (CBF) adiou a implementação do impedimento semiautomático no Campeonato Brasileiro desta temporada. A informação foi divulgada pelo jornalista Gustavo Maia, em texto publicado na coluna de Lauro Jardim, no jornal O Globo.
Inicialmente, a entidade previa utilizar a tecnologia já na primeira rodada da competição. No entanto, o cronograma não foi cumprido devido a dificuldades operacionais ao longo do processo de implantação.
Entre os principais entraves estão a aquisição dos equipamentos necessários e a adaptação das estruturas dos estádios dos 20 clubes participantes. O avanço abaixo do esperado nesses pontos impossibilitou a adoção do sistema antes do início do torneio.
Diante das limitações, a CBF decidiu não implementar o recurso de forma parcial. A utilização do impedimento semiautomático ficará condicionada à disponibilidade da tecnologia em todos os estádios do Brasileirão, o que deve ocorrer apenas em uma fase posterior da competição.
A Confederação Brasileira de Futebol convocou todos os clubes da Série A para palestras que envolvem aspectos técnicos e disciplinares do Campeonato Brasileiro de 2026. As reuniões vão acontecer entre os dias 21 e 25 de janeiro.
oto: Reprodução/Federação Roraimense de Futebol
A Comissão de Arbitragem da CBF também vai reunir jogadores, treinadores e membros de comissões técnicas para explicar atualizações das regras e dos critérios utilizados pelos juízes na temporada de 2026.
Além disso, durante as reuniões, seriam apresentadas as novas tecnologias usadas no Brasileirão, como é o caso do impedimento semiautomático, que já está em fase de implantação.
Neste ano, o quadro de arbitragem conta com 927 profissionais, sendo 734 árbitros de linha e assistentes. A CBF também cogita a criação de uma escola nacional de juízes, com as federações ficando responsáveis pelo ensino e ranqueamento dos filiados.
O atacante Richarlison vive mais um episódio duro em sua carreira. No último sábado (10), durante a partida entre Tottenham e Aston Villa, pela terceira rodada da Copa da Inglaterra, o brasileiro deixou o campo sentindo dores na coxa esquerda aos 31’ do primeiro tempo. Nesta quinta-feira (15), Thomas Frank, técnico dos Spurs, confirmou uma lesão que pode deixar o jogador fora dos gramados por até sete semanas.
“Infelizmente, Richarlison sofreu uma lesão na coxa que o deixará afastado por até sete semanas", declarou o treinador.
Richarlison vai ser mais um nome confirmado na lista do Departamento Médico do Tottenham. Além dele, Rodrigo Bentancur e Mohamed Kudus ficarão afastados por um longo período, já Dejan Kulusevski e James Maddison não entraram em campo na temporada por conta de lesões sérias no joelho.
Na última temporada, Richarlison também teve um problema na coxa esquerda. O centroavante da Seleção Brasileira na última Copa ficou de fora por mais de dois meses e deixou de atuar em 16 partidas do time de Londres. Em 2025/26, o atacante atuou em 33 jogos e marcou oito gols, considerando o Brasil e o Tottenham.
Considerando o tempo previsto por Thomas Frank, esta lesão não impede que Richarlison seja convocado para disputar os próximos compromissos da Seleção Brasileira, que acontecerão em março, contra França e Croácia, nos dias 26 e 31, respectivamente.
O presidente do América-MG, Márcio Vidal, afirmou nesta terça-feira, em entrevista coletiva, que o clube pretende encaminhar à Confederação Brasileira de Futebol (CBF) um pedido para que o Torneio Quadrangular de Belo Horizonte de 1948 seja reconhecido oficialmente como um título da Série A do Campeonato Brasileiro.
Segundo o dirigente, a solicitação será baseada em critérios históricos e em precedentes adotados pelo futebol brasileiro ao longo dos anos. Como comparação, Vidal citou o reconhecimento do título conquistado pelo Vasco no Campeonato Sul-Americano de Clubes de 1948.
“Temos um título da Série A não reconhecido, ainda. É uma luta que eu ainda vou ter pela frente, que é o título de 1948. Todo mundo sabe que em 1948, o Vasco foi reconhecido campeão sul-americano com um torneio pequeno, que é o que tinha na época”, afirmou.
O presidente destacou ainda o contexto da competição realizada em Belo Horizonte. “Nesse mesmo ano, teve um torneio em Belo Horizonte, com os maiores times do Brasil, e o América foi campeão. Então, a gente vai pedir esse reconhecimento. Vamos ver o que a CBF vai falar”, completou.
O Torneio Quadrangular de Belo Horizonte de 1948 reuniu América, Atlético-MG, São Paulo e Vasco, todos campeões estaduais nos anos anteriores à disputa. As partidas foram realizadas no Estádio Otacílio Negrão de Lima, conhecido como Alameda, antigo estádio do América.
Disputado em formato de pontos corridos, o torneio terminou com o América na liderança, somando quatro pontos. O Vasco ficou com o segundo lugar, com três pontos, seguido pelo Atlético, em terceiro, e pelo São Paulo, na quarta colocação.
A Confederação Brasileira de Futebol (CBF) divulgou, na noite da última terça-feira (6), as datas-base e o novo regulamento da Copa do Brasil de 2026. A principal mudança é a ampliação do torneio, que passará a contar com 126 clubes — aumento de 34 participantes em relação à edição anterior.
NOVO DESENHO
Para a edição de 2026, a CBF organizou os clubes em três grupos distintos. O Grupo 1 reúne as equipes da Série A do Campeonato Brasileiro. No Grupo 2 estão os campeões da Copa do Nordeste, da Copa Verde e das Séries C e D de 2025. Já o Grupo 3 é formado pelos demais clubes classificados por critérios estaduais e de ranking.
Os times da Série A ingressarão diretamente na quinta fase, prevista para os dias 22 ou 23 de abril (jogos de ida) e 13 ou 14 de maio (volta). Com isso, deixa de existir a diferenciação que havia para clubes que disputam a Copa Libertadores, que anteriormente entravam na terceira fase do torneio.
A final da Copa do Brasil será disputada em jogo único, marcado para o dia 6 de dezembro. Em caso de empate no tempo regulamentar, o título será decidido nos pênaltis.
VAGAS PARA A LIBERTADORES
A competição seguirá oferecendo duas vagas para a Copa Libertadores: uma direta para a fase de grupos e outra para a fase preliminar. Caso o campeão da Copa do Brasil já tenha vaga assegurada por outro critério, o vice-campeão herdará o lugar na fase de grupos, enquanto a vaga da pré-Libertadores retornará ao Campeonato Brasileiro.
FORMATO
Primeira fase
- Participantes: 28 clubes do Grupo 3 com menor colocação no Ranking Nacional de Clubes (RNC) de 2026
- Data-base: 18 ou 19 de fevereiro
- Formato: confrontos definidos pelo ranking, com mando de campo decidido por sorteio
Segunda fase
- Participantes: 14 classificados da primeira fase e outros 74 clubes do Grupo 3
- Datas: 25 ou 26 de fevereiro (ida) e 4 ou 5 de março (volta)
- Formato: sorteio define confrontos, mandos e o chaveamento até a quarta fase
Terceira fase
- Participantes: 44 classificados da segunda fase e os quatro clubes do Grupo 2
- Data-base: 11 ou 12 de março
Quarta fase
- Participantes: 24 classificados da terceira fase
- Data-base: 18 ou 19 de março
Quinta fase
- Participantes: 12 classificados da quarta fase e os 20 clubes do Grupo 1
- Datas: 22 ou 23 de abril (ida) e 13 ou 14 de maio (volta)
- Formato: sorteio, com divisão dos 32 clubes em dois blocos conforme o RNC
Oitavas de final
- Datas: 1 ou 2 de agosto (ida) e 5 ou 6 de agosto (volta)
Quartas de final
- Datas: 26 ou 27 de agosto (ida) e 2 ou 3 de setembro (volta)
Semifinais
- Datas: 1 e 8 de novembro
Final
- Data: 6 de dezembro
- Formato: jogo único
Entre os representantes do Grupo 1, estão Flamengo, Corinthians, Palmeiras, Atlético-MG, São Paulo, Fluminense, Botafogo, Athletico-PR, Bahia, Vasco, Cruzeiro, Grêmio, Internacional, Red Bull Bragantino, Santos, Vitória, Coritiba, Mirassol, Chapecoense e Remo.
O Grupo 2 conta com Paysandu, Ponte Preta, Confiança e Barra, enquanto o Grupo 3 reúne clubes de todas as regiões do país, incluindo equipes tradicionais e representantes de federações estaduais, totalizando os 126 participantes.
A Confederação Brasileira de Futebol (CBF) definiu, na última quarta-feira (31), que a Supercopa do Brasil será disputada no dia 1º de fevereiro, no Estádio Mané Garrincha, em Brasília. A decisão envolve Flamengo e Corinthians, vencedores do Campeonato Brasileiro e da Copa do Brasil, respectivamente.
Antes da definição, a entidade avaliou outros locais para receber a partida, incluindo a possibilidade de levar o confronto para o Nordeste. No entanto, as condições dos gramados pesaram contra a escolha. Rio de Janeiro e São Paulo também foram considerados, mas a capital federal acabou confirmada como sede.
O Mané Garrincha terá divisão igual de torcedores, com 50% dos ingressos destinados a cada clube. Inicialmente, o jogo estava previsto para o dia 24 de janeiro, como abertura oficial da temporada nacional.
Com a mudança de data, partidas dos Campeonatos Estaduais de Flamengo e Corinthians serão ajustadas. O clube carioca enfrentaria a Portuguesa no dia 31 de janeiro, enquanto a equipe paulista tinha confronto marcado contra o Capivariano no próprio dia 1º.
Esta será a quarta vez que Brasília recebe a Supercopa do Brasil, todas com participação do Flamengo. As edições anteriores na cidade ocorreram em 2020, contra o Athletico, e em 2021 e 2023, ambas diante do Palmeiras. Fora da capital federal, a competição foi realizada em 2022, em Cuiabá, com Flamengo x Atlético-MG; em 2024, em Belo Horizonte, com São Paulo x Palmeiras; e em 2025, em Belém, com Flamengo x Botafogo.
A Confederação Brasileira de Futebol (CBF) realizará, entre os dias 7 e 16 de janeiro, uma imersão internacional com a participação de clubes das Séries A e B do Campeonato Brasileiro e de federações estaduais. A programação será realizada na Inglaterra, Alemanha e Espanha e terá como foco o aprofundamento em temas relacionados à arbitragem e aos modelos de controle financeiro adotados nesses países.
Segundo a entidade, a iniciativa busca promover a troca de experiências com ligas e federações estrangeiras sobre dois eixos considerados centrais para a organização do futebol: a gestão da arbitragem e o sistema de fair play financeiro. O presidente da CBF, Samir Xaud, integrará a comitiva e destacou que a proposta envolve participação conjunta de clubes e federações na construção de propostas para o futebol nacional.
"Faremos esta imersão para debater e trocar ideias sobre arbitragem e fair play financeiro com as principais ligas e federações do mundo e teremos a participação ativa de clubes e federações para que tenhamos uma construção coletiva visando à evolução permanente do futebol brasileiro", explicou.
Durante a viagem, estão previstas visitas técnicas e reuniões institucionais com dirigentes de clubes, representantes de ligas, federações e empresas ligadas ao esporte. A escolha pelo período inicial da temporada de 2026, de acordo com a CBF, visa facilitar a participação dos representantes brasileiros.
Na Espanha, a agenda inclui visita à sede da La Liga, no dia 15 de janeiro. No local, haverá apresentações sobre o funcionamento do campeonato espanhol, os mecanismos de controle econômico e as práticas adotadas pelos clubes do país.
A imersão será realizada em parceria com a CBF Academy, braço educacional da confederação voltado à capacitação e à profissionalização do futebol brasileiro.
Paralelamente à iniciativa internacional, a CBF instituiu dois Grupos de Trabalho (GTs): um voltado à arbitragem e outro ao fair play financeiro. No campo da arbitragem, a entidade firmou contrato com a empresa Genius Sports para a implementação do sistema de impedimento semiautomático em jogos da Série A do Campeonato Brasileiro e da Copa do Brasil nas temporadas de 2026 e 2027.
No âmbito financeiro, o GT do Fair Play Financeiro publicou, em 10 de dezembro, a versão completa do Regulamento do Sistema de Sustentabilidade Financeira (SSF). O documento define parâmetros para controle de dívidas, gastos com elenco, capacidade de endividamento e equilíbrio operacional dos clubes, com o objetivo de estabelecer diretrizes para a gestão financeira no futebol brasileiro.
A Confederação Brasileira de Futebol (CBF) definiu a programação da Seleção Brasileira para a primeira Data FIFA de 2026. Em março, a equipe comandada por Carlo Ancelotti enfrentará França e Croácia em dois amistosos nos Estados Unidos.
Os confrontos fazem parte da estratégia da CBF de testar a Seleção contra diferentes escolas do futebol mundial. Em 2025, o Brasil enfrentou seleções da África e da Ásia, como Senegal, Tunísia, Coreia do Sul e Japão. Para a próxima etapa, a escolha recaiu sobre duas seleções europeias.
O primeiro amistoso será disputado no dia 26 de março, contra a França, no Gillette Stadium, em Boston, no estado de Massachusetts. O estádio será uma das sedes da Copa do Mundo e receberá sete partidas do torneio. A França, atual vice-campeã mundial, ocupa a terceira colocação no Ranking Masculino da FIFA.
Cinco dias depois, no dia 31 de março, o Brasil enfrentará a Croácia no Camping World Stadium, em Orlando, na Flórida. A seleção croata aparece na décima posição do ranking da FIFA e acumula campanhas relevantes nas últimas Copas do Mundo, com o vice-campeonato em 2018 e o terceiro lugar em 2022.
Para a realização dos amistosos, a CBF definiu Orlando como base da delegação brasileira. A Seleção ficará hospedada na cidade e realizará seus treinamentos no Complexo da ESPN. A equipe viajará para Boston na véspera do primeiro jogo e retornará à Flórida após a partida.
Segundo a CBF, as informações sobre venda de ingressos e os horários das partidas serão divulgadas no início de janeiro.
No sorteio realizado pela FIFA no último dia 5, em Washington, o Brasil foi definido como cabeça de chave do Grupo C da Copa do Mundo. A Seleção terá como adversários Marrocos, Escócia e Haiti na fase de grupos. Confira datas, locais e confrontos:
- 1ª rodada – 13 de junho (sábado): Brasil x Marrocos – MetLife Stadium, Nova York/Nova Jersey
- 2ª rodada – 19 de junho (sexta-feira): Brasil x Haiti – Lincoln Financial Field, Filadélfia
- 3ª rodada – 24 de junho (quarta-feira): Escócia x Brasil – Hard Rock Stadium, Miami
A competição marcará o início do ciclo final de preparação da Seleção Brasileira sob o comando de Carlo Ancelotti.
O presidente da Confederação Brasileira de Futebol (CBF), Samir Xaud, assumiu a presidência da Comissão de Futebol Olímpico da FIFA durante a reunião das comissões permanentes da entidade, realizada na terça-feira (16), em Doha, no Catar. O encontro ocorreu no Hotel Marsa Malaz Kempinski e reuniu mais de 500 representantes recém-nomeados das associações-membro.
A cerimônia de posse contou com a presença do presidente da FIFA, Gianni Infantino, e do secretário-geral da entidade, Mattias Grafstrom. Na sequência, Samir Xaud conduziu a primeira reunião da comissão que passa a comandar.
O encontro inicial teve como pauta a apresentação dos integrantes do grupo, a definição dos membros da FIFA responsáveis por dar suporte às atividades e o alinhamento de procedimentos administrativos relacionados ao funcionamento da comissão.
À noite, o dirigente brasileiro participou do jantar oficial que marcou o encerramento da reunião das comissões permanentes e da premiação FIFA The Best. Na ocasião, destacou a relevância da participação brasileira nos quadros permanentes da entidade máxima do futebol.
“Assumir a presidência da Comissão de Futebol Olímpico da FIFA é uma grande honra e responsabilidade. Recebo este novo cargo com profundo senso de compromisso, não apenas pessoal, mas institucional, representando a Confederação Brasileira de Futebol e todo o futebol brasileiro neste espaço tão relevante do cenário internacional”, afirmou.
Além de Samir Xaud, outros representantes do Brasil integram as Comissões Permanentes da FIFA: Julio Avellar (Comissão de Competições de Seleções Masculinas), Aline Pellegrino (Comissão de Competições de Seleções Femininas), Leila Pereira (Comissão de Competições de Clubes Masculinos), Michelle Ramalho (Comissão de Competições de Clubes Femininos), Mauro Carmélio (Comissão de Beach Soccer), Francisco Schertel Mendes (Comissão Disciplinar), Thairo Arruda (Comissão de Grupos de Interesse do Futebol Masculino), André Pedrinelli (Comissão Médica), Leonardo Ferraz (Comissão de Relações Institucionais) e Netto Góes (Comissão de Responsabilidade Social no Futebol).
O ex-presidente da Confederação Brasileira de Futebol (CBF), Ednaldo Rodrigues afirmou que só pretende definir um eventual retorno à gestão esportiva ou institucional após um período de descanso, com projeção a partir de 2026. A declaração foi feita nesta quarta-feira (17) em entrevista ao Bahia Notícias durante o evento de abertura do Campeonato Baiano de 2026, realizado na sede da TVE Bahia.
Segundo Ednaldo, compromissos pendentes foram concluídos recentemente, o que permitiu o início de um período considerado sabático. "Eu pretendo, nesse período, descansar, pelo menos até meados de janeiro, e depois dedicar mais tempo à família, que ficou muito ausente nesse período", afirmou o ex-dirigente.
Questionado sobre a possibilidade de retorno à gestão do futebol, seja na Federação Bahiana de Futebol (FBF) ou em outras esferas, Ednaldo evitou confirmar qualquer projeto específico. No entanto, deixou claro que pretende refletir sobre novas formas de atuação apenas após o período de pausa. "Depois disso, sim, eu vou pensar realmente naquilo em que a gente possa contribuir para o fortalecimento não só do futebol, mas também das bandeiras que defendemos", disse.
O ex-presidente da CBF ressaltou que, independentemente do cargo, entende a gestão esportiva como um espaço também de responsabilidade social. Entre as pautas citadas estão o combate ao racismo, ao feminicídio e a qualquer tipo de discriminação no futebol. “Isso é uma bandeira que a gente tem procurado lutar muito e nunca é demais estender esse trabalho”, afirmou.
Ednaldo acrescentou que, após o período de descanso, pretende voltar a debater publicamente os rumos do futebol brasileiro.
"Logo após terminar esse período mais sabático, nós vamos conversar e falar sobre o futebol brasileiro do passado, do presente e do futuro", declarou.
Além de projetar o futuro na gestão, Ednaldo comentou a contratação de Carlo Ancelotti para comandar a Seleção Brasileira, decisão tomada durante sua gestão à frente da CBF. Segundo ele, a escolha do treinador italiano foi baseada em critérios técnicos e em avaliações amplas dentro do meio esportivo.
De acordo com o ex-dirigente, antes da definição, a CBF ouviu ex-atletas, jogadores que já trabalharam com Ancelotti, dirigentes e representantes da imprensa. "Todos eram unânimes, não havia ninguém que apontasse defeitos", afirmou.
Ednaldo classificou a negociação como uma convergência de interesses entre a entidade e o treinador. "Foi a fome com a vontade de comer, porque o Ancelotti também tinha muita vontade de um dia dirigir a Seleção Brasileira", disse.
Na avaliação do ex-presidente da CBF, Ancelotti reúne características que podem contribuir para um ambiente mais coeso no elenco nacional. "O que a gente espera é uma Seleção Brasileira mais unida, com um comandante que fala a linguagem do atleta no vestiário e trata todos de forma igual", destacou.
Por fim, Ednaldo afirmou que, embora não seja possível prever resultados, a expectativa é de que o trabalho do treinador fortaleça a Seleção Brasileira no ciclo da próxima Copa do Mundo, que será disputada nos Estados Unidos, México e Canadá.
Assista a entrevista na íntegra abaixo:
A Confederação Brasileira de Futebol (CBF) avançou mais uma etapa no projeto de implementação do impedimento semiautomático no futebol nacional e incluiu os dois principais estádios da Bahia no cronograma de vistorias técnicas. Barradão e Arena Fonte Nova estão entre as arenas que receberão, ainda em dezembro, a visita da empresa Genius Sports, responsável pela implantação da tecnologia no Brasil.
A ação faz parte da fase inicial do processo, que consiste em análises estruturais para definir os pontos de instalação dos equipamentos e a viabilidade técnica em cada estádio da Série A. Até esta terça-feira (16), nove arenas já passaram pela avaliação da Genius, em um trabalho coordenado em conjunto com a CBF.
No fim de novembro, foram visitados Nilton Santos, Maracanã, São Januário, MorumBIS, Arena Barueri e Neo Química Arena. Já nesta semana, a equipe técnica esteve na Vila Belmiro. Além do Barradão e da Arena Fonte Nova, outros estádios ainda serão vistoriados em dezembro, como Mineirão, Arena MRV, Cícero de Souza Marques, Ligga Arena e Couto Pereira.
Após a conclusão das visitas técnicas, o projeto entra na fase de testes, etapa considerada fundamental antes da adoção definitiva do sistema. A expectativa da CBF é que o impedimento semiautomático esteja em operação já no início do Campeonato Brasileiro de 2026.
Durante participação na cerimônia do prêmio FIFA The Best, em Doha, o presidente da CBF, Samir Xaud, destacou o impacto da tecnologia na arbitragem nacional. Para o dirigente, o recurso representa um avanço importante em termos de precisão e justiça esportiva.
"A implementação do impedimento semiautomático é um passo importante para tornar o futebol mais justo e preciso", afirmou.
Responsável pelo Grupo de Trabalho da Arbitragem criado pela CBF, Netto Góes explicou que o momento marca a transição do planejamento para a execução. Segundo ele, o alinhamento com clubes e federações estaduais é essencial para garantir uma implantação segura e dentro dos padrões técnicos exigidos. Góes também destacou que o projeto está alinhado à diretriz de modernização defendida pela atual gestão da entidade.
A relevância da iniciativa também foi ressaltada pelo presidente da Comissão de Arbitragem da CBF, Rodrigo Cintra, que apontou a experiência da Genius Sports como um fator determinante para o sucesso da implementação. A empresa já atua em competições de alto nível, como a Premier League, desde a liberação do uso da tecnologia pela FIFA.
As visitas técnicas seguem em janeiro, com passagens previstas por Beira-Rio, Allianz Parque, Arena do Grêmio, José Maria de Campos Maia, Baenão e Arena Condá. Com Barradão e Arena Fonte Nova no centro do processo, o futebol baiano passa a integrar de forma direta o projeto de modernização da arbitragem brasileira.
A Confederação Brasileira de Futebol (CBF) avançou no processo de implantação do impedimento semiautomático no futebol nacional. A empresa Genius, responsável pela implementação da tecnologia no país, iniciou a fase de visitas técnicas aos estádios que disputam a Série A do Campeonato Brasileiro.
Até esta terça-feira (16), nove arenas já passaram por inspeção. O objetivo inicial é realizar análises estruturais para definir os pontos de instalação dos equipamentos e as condições operacionais necessárias. Após essa etapa, a CBF e a empresa darão início ao período de testes do sistema.
No fim de novembro, a equipe da Genius esteve nos estádios Nilton Santos, Maracanã, São Januário, MorumBIS, Arena Barueri e Neo Química Arena. Nesta terça-feira, a Vila Belmiro entrou na lista de arenas visitadas. Ainda em dezembro, estão previstas vistorias no Mineirão, Arena MRV, Cícero de Souza Marques, Ligga Arena, Barradão, Arena Fonte Nova e Couto Pereira.
O presidente da CBF, Samir Xaud, comentou o avanço do projeto durante sua participação na cerimônia do prêmio FIFA The Best, em Doha.
“A implementação do impedimento semiautomático é um passo importante para tornar o futebol mais justo e preciso. Acredito que a tecnologia, quando bem aplicada, fortalece o jogo e valoriza ainda mais o espetáculo. Por isso, já iniciamos esse processo com o objetivo de viabilizar o uso dessa ferramenta no começo do Campeonato Brasileiro”, afirmou.
As visitas técnicas terão continuidade em janeiro, quando a Genius deve avaliar os estádios Beira-Rio, Allianz Parque, Arena do Grêmio, José Maria de Campos Maia, Baenão e Arena Condá. A expectativa da CBF é que o impedimento semiautomático esteja disponível já no início da Série A do Brasileirão.
A Confederação Brasileira de Futebol (CBF) divulgou nesta segunda-feira (15) o período em que o calendário do futebol nacional ficará suspenso em razão da Copa do Mundo de 2026. A definição está prevista no regulamento da competição, tornado público pela entidade.
Segundo a tabela básica apresentada, a 18ª rodada do Campeonato Brasileiro será realizada entre os dias 30 de maio e 1º de junho. Após essa data, o torneio será interrompido, com retorno programado para 22 de julho.
O Mundial de 2026 está marcado para começar em 11 de junho e terá a final disputada em 19 de julho. O cronograma elaborado pela CBF prevê um intervalo de três dias entre a decisão da Copa do Mundo e a retomada do Brasileirão, além de assegurar o período de preparação e concentração dos atletas convocados.
O regulamento, no artigo 36, informa que as datas do campeonato seguem os calendários oficiais da Fifa e da Conmebol e passam a compor o calendário anual da CBF.
Ainda conforme o documento, o planejamento poderá ser revisto caso haja alterações nos calendários das entidades internacionais. Mudanças também podem ocorrer em situações excepcionais, como casos de força maior ou pandemias, desde que comunicadas oficialmente pela Diretoria de Competições aos clubes e federações.
Confira o artigo 36 na íntegra:
Art. 36 – As datas estipuladas neste Regulamento e na Tabela foram definidas observando os calendários
e datas oficiais da CONMEBOL e da FIFA e integram o calendário anual da CBF.
§ 1º - As datas estipuladas neste Regulamento e na Tabela podem sofrer alterações em
decorrência de eventuais modificações promovidas pela CONMEBOL ou pela FIFA em seus
calendários, mediante informação a ser encaminhada aos Clubes e Federações pela DCO.
§2º - As datas estipuladas neste Regulamento e na Tabela também podem sofrer alterações
em decorrência de força maior, pandemia ou por razões excepcionais, mediante informação
a ser encaminhada aos Clubes e Federações pela DCO.
A CBF vai aumentar o limite de partidas para jogadores serem transferidos de time durante a disputa do Campeonato Brasileiro. Atualmente, a regra impõe a restrição de 6 jogos, já na próxima temporada será de 12 oportunidades, de acordo com jornalista André Rizek.
"A CBF entende que é uma adequação ao novo calendário. Como o campeonato começa em janeiro e termina em dezembro, em março os jogadores já terão completado sete jogos. Então, a CBF entendeu que era melhor dar mais tempo para o mercado poder se movimentar", revelou o profissional.
O início do Brasileirão está previsto para o dia 28 de janeiro. Por conta da mudança no calendário do futebol brasileiro, a mudança já era esperada.
Além disso, a Confederação Brasileira de Futebol também divulgou que, a partir da próxima edição da Copa do Brasil, a competição dará duas vagas para a Copa Libertadores de 2027.
A Confederação Brasileira de Futebol busca reduzir o limite de estrangeiros por time no Campeonato Brasileiro da Série A. A informação foi citada durante o Conselho Técnico primeira divisão do torneio.
Até então, são permitidos nove jogadores estrangeiros o futebol brasileiro por clube na Série A. Ao longo dos anos, o limite tem sido estendido.
Apesar do anúncio do estudo da possibilidade, a CBF ainda não estipulou um novo número limite a ser indicado. A questão deve ser decidida após uma reunião entre a entidade e os clubes presentes na primeira divisão da competição.
Ainda durante o Conselho, foi citado que a questão da intenção de diminuir o número de jogadores de outros países no Brasileirão deve voltar a pauta em março, em outra reunião da CBF.
A primeira versão do Regulamento do Sistema de Sustentabilidade Financeira (SSF), base do modelo de fair play brasileiro, foi publicado nesta quarta-feira (11). Além disso, a entidade elaborou um guia explicativo direcionado a dirigentes, conselheiros, funcionários, torcedores e outros interessados na gestão do futebol nacional.
O guia explica em seções o Regulamento explicando o Porquê da regra e "Como ela funciona na prática?". "A CBF entende que a implementação de um novo sistema de controle financeiro é um processo complexo. Por isso, este guia busca ser um parceiro dos clubes nesta jornada de adaptação, oferecendo clareza sobre suas obrigações e sobre os mecanismos de transição criados para garantir uma efetivação justa e gradual", completou a entidade.
Na última edição do CBF Academy Summit, o Regulamento do SSF já havia sido apresentado e foi oficialmente publicado nesta semana. Além de ter o objetivo de buscar estabilidade financeiro para os clubes brasileiros, também procura aumentar a transparência, incentivar o controle de custos, estimular investimentos no futebol e garantir que as equipes operem dentro de suas próprias condições financeiras.
O Flamengo encaminhou à Confederação Brasileira de Futebol (CBF) um documento com sugestões para a criação do "Programa de Avaliação e Monitoramento da Qualidade de Gramados do Futebol Brasileiro". A proposta, divulgada pelo clube no último domingo (8), busca estabelecer parâmetros mínimos para os campos utilizados nas competições nacionais.
Segundo o comunicado rubro-negro, o objetivo é elevar o padrão dos gramados, reduzir riscos de lesões e aproximar o futebol brasileiro das principais ligas internacionais. O Flamengo argumenta que atletas de alto nível, brasileiros e estrangeiros, podem demonstrar insatisfação com algumas condições atuais e podem, no futuro, evitar atuar no país.
Entre os principais argumentos, a proposta sugere:
- Substituição gradual dos gramados sintéticos da Série A até o fim de 2027 e da Série B até 2028;
- Definição de requisitos mínimos de qualidade, como altura e densidade da grama, tipo de preenchimento, coloração e camada de amortecimento;
- Padronização dos campos, seguindo estudos que apontam impacto das superfícies na saúde dos jogadores.
O presidente do clube, Luiz Eduardo Baptista, o Bap, falou a respeito do tema durante o evento que elencou os melhores do Brasileirão 2025, promovido pela CBF. De acordo com ele, estádios brasileiros comportarem gramados sintéticos ou ruins é 'uma vergonha'.
"Nós temos feito uma campanha importante contra o gramado de plástico. Ano que vem serão 18 estádios e seis de plástico. Não tem nenhum desses na Europa e não tem nenhum desses na América do Sul. Do meu ponto de vista é uma vergonha que a gente aceite isso no Brasil. Nós vamos trabalhar abertamente contra isso. Não só pela padronização dos gramados, mas pelo campo que a gente jogue. Campo de plástico não! Essa é a posição do Flamengo, já tenho dito e a gente repete. Quem pensa em ganhar dinheiro fazendo show devia mudar de negócio: sai do futebol e vai viver de show business, não tem problema. Mas achar que o futebol precisa de um campo de plástico porque pra fazer show... definitivamente a gente não concorda com isso", disparou Bap.
?? “Nossa campanha é contra o gramado de plástico. É uma vergonha que a gente aceite isso no Brasil.”
— Planeta do Futebol ???? (@futebol_info) December 9, 2025
“Quem quer dinheiro com shows, troca de negócio. Sai do futebol e vai viver de Show Business.”
????? Bap, presidente do Flamengo.
???? @trivela | @guicalvano https://t.co/dmq39DofxZ
O envio do documento faz parte da consulta aberta pela CBF para atualização do Regulamento Geral de Competições (RGC) e do Regulamento Específico (REC) do Brasileirão 2026. O clube informou que agora aguarda a formalização do grupo de trabalho responsável por aprofundar a discussão antes do início da próxima temporada.
Atualmente, cinco clubes da Série A utilizam gramado sintético: Atlético-MG (Arena MRV), Athletico-PR (Ligga Arena), Botafogo (Nilton Santos), Chapecoense (Arena Condá) e Palmeiras (Allianz Parque).
Clique neste link e confira o ofício completo, proposto pelo Flamengo.
O sorteio da Copa do Mundo de 2026, realizado na tarde desta sexta-feira (5) em Washington (EUA), definiu os confrontos e locais dos jogos da Seleção Brasileira na primeira fase. O Brasil ficou no Grupo C e terá pela frente Marrocos, Escócia e Haiti na etapa inicial do torneio. A Canarinho vai jogar a fase de grupos em Boston, Miami e Nova Jersey.
As partidas do grupo estão previstas para ocorrer entre 13 e 24 de junho, distribuídas por cinco estádios: Gillette Stadium (Boston), MetLife Stadium (Nova Jersey), Lincoln Financial Field (Filadélfia), Hard Rock Stadium (Miami) e Mercedes-Benz Stadium (Atlanta).
Com o calendário e as sedes definidos, a Seleção já conhece o caminho que precisará percorrer nos primeiros compromissos do Mundial de 2026.
A Confederação Brasileira de Futebol (CBF), anunciou nesta sexta-feira (5), dois amistosos da Seleção Brasileira contra França e Croácia, que serão disputados em março de 2026. As duas partidas vão ser realizadas nos Estados Unidos, uma das sedes da Copa do Mundo. A tendência é que os jogos aconteçam em Orlando e Boston, respectivamente, mas ainda sem datas e horários definidos.
O anúncio em questão foi feito por Samir Xaud, presidente da entidade máxima do futebol brasileiro, logo após o sorteio da fase de grupos da Copa do Mundo.
Os confrontos contra França e Croácia serão os dois últimos antes da convocação oficial para o Mundial de 2026. Antes da estreia na Copa,em junho, a CBF pretende realizar um jogo de despedida no Brasil e mais uma partida nos Estados Unidos.
NOVOS UNIFORME
Nos amistosos de março, a Seleção Brasileira vai estrear os novos uniformes da Copa do Mundo de 2026. Primeiro, contra a França, o Brasil vai vestir o padrão verde e amarelo, e posteriormente, contra a Croácia, vestirá a camisa azul. Os adversários, que assim como a Canarinho, usam o material esportivo da Nike, também vão apresentar seus novos modelos para o Mundial.
A CBF confirmou, nesta quinta-feira (4), a tabela detalhada da final da Copa do Brasil Sub-20. A decisão será disputada em jogo único na próxima terça-feira (9), às 20h, no estádio Independência, em Belo Horizonte. A partida terá transmissão do SporTV.
Mandante da final, o América-MG garantiu vaga ao superar o IAPE nas duas partidas da semifinal: vitória por 1 a 0 no Independência e triunfo por 5 a 2 no Castelão, em São Luís.
O São Paulo avançou após reverter a derrota por 1 a 0 para o Atlético-MG no jogo de ida, disputado na Arena MRV. No confronto de volta, no Distrital de Inamar, o time paulista venceu por 3 a 0 e assegurou a classificação.
Noruega e Brasil se enfrentaram na tarde desta sexta-feira (28), em La Linea, na Espanha, pelo amistoso internacional. As norueguesas derrotaram a Seleção Brasileira por 3 a 1, encerrando uma sequência de oito partidas sem derrotas da Canarinho.
No estádio Municipal de La Linea, Signe Gaupset precisou de apenas 11 minutos para abrir o placar para a Noruega. No fim do primeiro tempo, Mariza empatou para o Brasil após passe de Angelina.
Na segunda etapa, Signe Gaupset marcou seu segundo gol na partida aos oito minutos. Ada Hégerberg venceu a goleira Lorena na cobrança de pênalti aos 19’ e fechou a conta por 3 a 1 para a seleção norueguesa.
A Seleção Brasileira não terminou sua agenda ainda. Na próxima terça-feira (2), o Brasil enfrenta Portugal, às 16h45, em novo amistoso internacional.
A CBF apresentou nesta quarta-feira (26), em São Paulo, o Sistema de Sustentabilidade Financeira do Futebol Brasileiro, conjunto de normas que começará a valer para clubes das Séries A e B em 1º de janeiro de 2026. O modelo, descrito pela entidade como um mecanismo de fair play financeiro, será supervisionado pela recém-criada ANRESF (Agência Nacional de Regulação e Sustentabilidade do Futebol).
O sistema reúne regras distribuídas em quatro eixos, com monitoramento periódico e diferentes fases de transição até sua aplicação plena.
O controle das dívidas prevê três janelas anuais de verificação, sendo elas 31 de março, 31 de julho e 30 de novembro. Os clubes deverão enviar formulários de autodeclaração e registrar todas as transações entre equipes em um sistema da CBF, incluindo forma de pagamento. Contratos de atletas também serão cadastrados com detalhamento de salários e direitos de imagem, etapa obrigatória para publicação no BID (Boletim Informativo Diário).
Atletas e clubes poderão acionar a ANRESF (Agência Nacional de Regulação e Sustentabilidade do Futebol para apontar atrasos. As regras valem imediatamente para dívidas criadas a partir de 1º de janeiro de 2026. Passivos anteriores passarão a ser enquadrados a partir de 30 de novembro de 2026.
Equilíbrio operacional
Receitas e despesas relevantes serão analisadas de forma prospectiva, com exigência de superávit nas operações. Em caso de déficit, aportes de capital poderão ser usados sem limitação para compensar o resultado.
A avaliação considerará a soma dos três últimos exercícios. Clubes da Série A terão teto de déficit de R$30 milhões ou 2,5% da receita, o que for maior. Na Série B, o limite será de R$10 milhões ou 2,5% da receita. Despesas e receitas de base, infraestrutura, futebol feminino, projetos sociais e esportes olímpicos e paralímpicos ficam fora do cálculo.
Vale ressaltar que as punições só começam a valer a partir de 2028. Nos resultados referentes a 2026 e 2027, haverá apenas advertências.
Regras do controle de custos de elenco:
Clubes terão limite de 70% da soma de suas receitas, do valor líquido das transferências (descontadas taxas e comissões, por exemplo) e aportes para gastar com elenco (salários, encargos, direitos de imagem e amortizações);
Resultados reportados em 2026 e 2027 estarão sujeitos a apenas a advertências. As regras valerão a partir dos resultados reportados em 2028 (com limite de 80% para as Séries A e B) e em 2029 (limite de 70% para Série A e 80% para a Série B);
Regra de endividamento:
A dívida líquida de curto prazo (que geralmente vence em até um ano) terá que ser menor do que 45% das receitas relevantes do clube;
Os clubes que violarem a regra serão apenas advertidos até 2027. O percentual será aplicado de forma gradual entre 2028 (60% das receitas relevantes) e 2029 (50%) até chegar aos 45% em 2030.
Regras para eventos de insolvência, como recuperações judiciais:
Haverá limitação da folha salarial, que terá de ser mantida no patamar da média dos seis meses anteriores;
Nas janelas de transferências, o clube deverá gastar o mesmo ou menos ao que arrecadou com a venda de atletas;
Negociação de um acordo de reestruturação com garantias para o cumprimento e prazo de duração das medidas citadas.
Balanços e orçamentos:
As demonstrações financeiras terão de ser entregues até 30 de abril do ano seguinte, acompanhadas de relatório de auditor independente registrado na CVM (Comissão de Valores Mobiliários);
O orçamento anual terá de ser apresentado até 15 de dezembro do ano anterior, aprovado pela administração. Essa regra é de caráter educativa, sem intervenções da agência ou punições. Há a expectativa de que, no futuro, o sistema aponte, a partir das projeções, possíveis violações ao regulamento de fair play;
Monitoramento simplificado:
Será aplicado aos clubes da Série C, que deverão cumprir as regras das dívidas em atraso e apresentar balanços financeiros anuais e auditados;
MULTIPROPRIEDADE DE CLUBES
Será proibido deter controle ou influência significativa (direta ou indireta) em mais de um clube apto a participar da mesma competição da CBF na mesma temporada;
Serão definidos critérios contábeis para o registro de todas as transações entre clubes de um mesmo grupo;
As punições aos clubes podem se tratar de dvertência pública, multa, retenção de receitas, transfer ban, dedução de pontos, rebaixamento; não concessão ou cassação da licença; poderá ser celebrado um acordo de ajustamento de conduta para medida alternativa ou preliminar às sanções.
PUNIÇÕES A PESSOAS FÍSICAS
O regulamento também prevê sanções a dirigentes, administradores, empregados, membros de conselhos ou controladores em casos de entrega de documentos falsos ou enganosos, omissão, participação em atos que resultaram em violações ou descumprimento deliberado de decisões.
As sanções incluem:
Advertência pública, multa, suspensão temporária de exercício de função em clubes de futebol, proibição do exercício de cargos (inexigibilidade) ou banimento do futebol.
Curtas do Poder
Pérolas do Dia
Carlos Viana
"Sou uma pessoa pública. Todas as minhas ações são passíveis de questionamento".
Disse o senador Carlos Viana (Podemos-MG) ao declarar que responderá “com a maior tranquilidade” aos questionamentos do ministro Flávio Dino, do Supremo Tribunal Federal, sobre possíveis irregularidades em emendas repassadas à Fundação Oásis, ligada à Igreja da Lagoinha.