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atletas russos
Apenas 15 atletas russos poderão competir com bandeira neutra nos Jogos Olímpicos de Paris, conforme a lista final publicada nesta quinta-feira (18), pelo Comitê Olímpico Internacional (COI). A lista inclui sete tenistas, três canoístas, três ciclistas, um nadador e uma ginasta de cama elástica, em comparação com os 335 que também participaram sem bandeira em Tóquio, quando a guerra na Ucrânia ainda não tinha iniciado.
Os tenistas que irão à capital francesa incluem Daniil Medvedev, Pavel Kotov, Roman Safiullin, Yekaterina Alexandrova, Mirra Andreeva, Diana Shnider e Yelena Vesnina.
A equipe de ciclismo inclui Tamara Dronova, Alyona Ivanchenko e Gleb Syritsa ; enquanto Zakhar Petrov , Alexey Korovashkov e Olesya Romasenko navegarão pelas águas parisienses a bordo de canoas e canoas . Eles estarão acompanhados do nadador Yevgeny Somov e da ginasta Anzhela Bladtseva.
As informações chegadas da imprensa russa, dão conta de que um total de 21 atletas, em sua maioria lutadores e judocas, desistiram de competir nos Jogos mesmo após receberem aprovação do COI. As federações de ambas as disciplinas alegaram que o COI impediu a participação de alguns dos seus melhores atletas, pelo que optaram por renunciar completamente.
Por decisão do COI, todos os atletas russos serão neutros – não usarão símbolos nacionais e não poderão ouvir o seu hino – e também não haverá representação russa nos desportos coletivos.
Curtas do Poder
Pérolas do Dia
Ronaldo Caiado
"Vocês que têm essa capacidade toda e sensibilidade de serem mães, criar os filhos, os nossos lares, estruturar as nossas famílias. Esta é a verdade, o verdadeiro poder da mulher. A nossa formação no dia a dia é a cultura brasileira. Nós somos muito mais uma criação matriarcal, como a grande protetora é o nosso lar".
Disse o ex-governador de Goiás e pré-candidato à Presidência da República, Ronaldo Caiado (União), ao afirmar que as mulheres exercem um papel central na proteção das famílias e possuem mais influência do que os homens nas decisões tomadas dentro do lar. As declarações foram feitas durante sua participação no Congresso da Confederação de Irmãs Beneficentes Evangélicas Mundial (Cibem), realizado no Riocentro, na Zona Oeste do Rio de Janeiro.