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O presidente da Argentina, Javier Milei, assinou nesta quarta-feira (29) um Decreto de Necessidade e Urgência (DNU) que permite proibir a entrada e expulsar do país estrangeiros que promovam atos de discriminação, violência ou ódio contra cidadãos argentinos em razão de sua nacionalidade. A medida também prevê punições para ofensas aos símbolos nacionais.
A decisão foi confirmada pelo Gabinete da Presidência, que classificou a proteção da nação e de seus símbolos como "inegociável" e afirmou que a norma responde a "recentes manifestações de hostilidade" contra a Argentina.
"Diante das recentes manifestações de hostilidade contra a República Argentina e os argentinos, o Governo Nacional reafirma que a defesa da Nação, de seus cidadãos e de seus símbolos não é negociável. Quem atacar a República Argentina não é bem-vindo em nosso país", declarou a Presidência.
Embora o governo argentino ainda não tenha divulgado os detalhes da regulamentação da medida, o comunicado oficial informa que o DNU passa a considerar motivo para impedimento de ingresso ou expulsão do território nacional os casos em que estrangeiros:
- promovam mensagens de ódio contra argentinos;
- incentivem discriminação contra cidadãos argentinos;
- defendam ou estimulem violência contra argentinos em razão de sua nacionalidade;
- pratiquem atos considerados ofensivos aos símbolos nacionais argentinos.
A medida surge em meio a uma escalada na crise diplomática entre Buenos Aires e Brasília. O desgaste aumentou após Milei discursar na convenção do Partido Liberal (PL), no sábado (25), em São Paulo, onde chamou o presidente Luiz Inácio Lula da Silva de "presidiário" e o ministro do STF Alexandre de Moraes de "lixo careca".
Em reação, o Itamaraty convocou o embaixador argentino no Brasil, Daniel Raimondi, para prestar esclarecimentos, e chamou de volta a Brasília o embaixador brasileiro em Buenos Aires, Júlio Bitelli, para consultas, gesto formal de forte descontentamento na diplomacia.
Ao participar de uma sabatina organizada pelo jornal Correio Braziliense, nesta terça-feira (28), o pré-candidato do PSD à presidência da República, Ronaldo Caiado, criticou declarações dadas pelo presidente da Argentina, Javier Milei, durante a convenção nacional do PL, no último sábado (25). Caiado disse que Milei fez “um escândalo”.
“O outro vem aqui e faz escândalo e de repente se acha no direito de xingar o presidente, xingar ministro, o outro acha no direito de vir aqui saber como é que vai auditar. Calma lá”, afirmou o ex-governador de Goiás.
Assim como condenou as falas proferidas por Milei, Ronaldo Caiado também fez críticas à reação da diplomacia brasileira ao comportamento do presidente argentino. Ao ser questionado sobre o tema, ele disse que, se eleito, irá “resgatar a liturgia do cargo”.
“Não se governa na esculhambação. A Presidência da República é um cargo que tem a importância de representar 215 milhões de brasileiros. Você não pode tratar deste assunto ridicularizando conversas, baixando o patamar da discussão”, colocou Caiado.
Outra crítica feita pelo pré-candidato à reação do governo Lula teve como alvo o ministro da Fazenda, Dario Durigan, que chamou Milei de “palhaço”. Ronaldo Caiado disse ainda que o Itamaraty perdeu autonomia durante os governos petistas, tendo se tornado um "braço ideológico" do partido.
"Quando você não tem um Itamaraty, quando você não tem uma diplomacia brasileira, aquilo que já foi o maior orgulho para nós, a chancelaria brasileira era algo que podia chegar em qualquer grande órgão mundial que ela era referência”, disse.
Em outro momento da sabatina ao Correio Braziliense, o pré-candidato afirmou que o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) tentam “desviar a atenção” do eleitor ao priorizar disputas internacionais em vez de discutir os problemas do Brasil.
Para Caiado, os dois adversários que lideram as pesquisas de intenção de voto evitam apresentar propostas para temas considerados centrais para o país, recorrendo a embates externos para influenciar o debate eleitoral.
“O que eu acho importante é que as pessoas percebam o que Lula e Flávio querem fazer na eleição. Eles querem desviar o foco. Não querem discutir o Brasil porque não conhecem e não sabem. Não têm projeto para nenhum tema relevante do país”, criticou.
Na avaliação do ex-governador de Goiás, o crescimento de sua candidatura teria levado os dois grupos políticos a mudar a estratégia da campanha.
O ministro da Fazenda, Dario Durigan, se referiu ao presidente argentino Javier Milei como "palhaço" em entrevista concedida nesta segunda-feira (27) e afirmou que a economia brasileira está em situação melhor do que a da Argentina. O ministro também afastou a possibilidade de recessão no Brasil em 2027.
As declarações foram feitas em entrevista à Rádio Jornal, de Pernambuco, em resposta à visita de Milei ao Brasil no fim de semana anterior. O presidente argentino esteve em São Paulo neste sábado (25) para participar do lançamento da candidatura de Flávio Bolsonaro à presidência da República, cargo disputado com o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT).
"O palhaço do presidente da Argentina veio ao Brasil e falou de Brasil, quando o risco país da Argentina é muito mais alto, a dívida pública é muito mais alta, a inflação é muito mais alta", declarou Durigan.
O ministro listou indicadores para sustentar a comparação favorável ao Brasil: mínimas históricas de desemprego e inflação, recordes na balança comercial, safra expressiva e queda no desmatamento. Segundo ele, o risco-país brasileiro é menor do que o argentino.
Ainda assim, Durigan reconheceu os problemas da economia doméstica. "Não estou dizendo que está tudo resolvido. Juros altos que afetam todo mundo; agricultores, família, empresas. Eu tenho que pagar juros altos para rolar a dívida, me incomoda muito", afirmou.
Para reduzir os juros, o ministro defendeu três frentes: corte de gastos obrigatórios, manutenção do arcabouço fiscal vigente, com possibilidade de endurecimento da norma, e modernização do Estado. Durigan também rejeitou prognósticos pessimistas sobre a trajetória da economia. "Não dá para entrar na onda dessas pessoas que dizem que vai virar apocalipse", disse.
Sobre o desempenho econômico esperado para o próximo ano, o ministro projetou crescimento de 2% do Produto Interno Bruto (PIB) em 2027. Ele admitiu que há projeções mais conservadoras, de 1%, mas descartou o cenário de recessão.
As falas do Ministro da Fazenda ocorreram após Milei fazer um discurso em espanhol de quase meia hora em São Paulo associando a corrida presidencial brasileira a uma "transformação política em curso" na América Latina, com países da região se alinhando à direita.
O presidente argentino também atacou figuras do campo político oposto. Chamou o ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Alexandre de Moraes de "lixo careca", por este ter negado pedido de visita a Jair Bolsonaro, e se referiu ao presidente Lula como "presidiário".
Com as convenções nacionais e estaduais entrando na reta final para definição de candidaturas, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva ficará pouco tempo em Brasília. Nos próximos dias, Lula deve fazer diversas viagens para participar de convenções do PT que definirão candidatos ao governo, ao Senado e para a Câmara dos Deputados e assembleias.
Nesta semana, em que Congresso Nacional e o Judiciário ainda estão em recesso, a agenda de Lula se inicia voltada para os temas de relações exteriores. Lula receberá a visita oficial do presidente da Coreia do Sul, Lee Jae Myung, enquanto discute internamente a crise aberta com o governo da Argentina após a participação do presidente Javier Milei na convenção do PL, no último sábado (25), que oficializou a candidatura do senador Flávio Bolsonaro.
O governo brasileiro tomou providências após a fala de Javier Milei, recheada de agressões a Lula e ao ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF). O Itamaraty convocou de volta ao Brasil o embaixador na Argentina, Julio Bitelli, o que representa uma sinalização de escalada da crise entre os dois países. São aguardados para os próximos dias novos desdobramentos desta crise diplomática.
Confira abaixo a agenda dos poderes em Brasília nesta última semana de julho.
PODER EXECUTIVO
O presidente Lula abre sua semana nesta segunda-feira (27) em Brasília com um dia inteiro dedicado à visita oficial ao Brasil do presidente da Coreia do Sul, Lee Jae Myung. Os dois presidentes terão conversas principalmente para discutir o avanço das negociações de um acordo de livre comércio entre o Mercosul e o país asiático.
Lula e o presidente da Coreia do Sul também devem trarar durante o dia de temas como minerais críticos, exportação de carne bovina e o Fundo Florestas Tropicais para Sempre (TFFF). A visita também prevê a assinatura de acordos de cooperação em áreas como semicondutores, inteligência artificial, transição energética, saúde, cultura, educação e esportes.
A agenda de Lula se inicia às 10h30, no Palácio da Alvorada, com uma cerimônia oficial de chegada do presidente da Coreia do Sul, Lee Jae Myung, e a primeira-dama Kim Hea Kyung. Às 11h40, está prevista uma reunião ampliada entre os dois presidentes e autoridades dos dois país, e às 13h, haverá uma cerimônia de assinatura de atos oficiais e acordos conjuntos.
Na sequência da agenda oficial, está marcada para 13h20, no Palácio da Alvorada, uma declaração conjunta à imprensa feita pelos dois presidentes. Logo depois, às 14h, acontecerá um almoço em homenagem ao presidente sul-coreano oferecido por Lula e pela primeira-dama Janja.
Na parte da tarde, a agenda oficial prevê uma solenidade no Palácio Itamaraty com a presença dos presidentes do Brasil e da Coreia do Sul, seguida de uma cerimônia para entrega de presentes. O dia se encerra no início da noite com uma apresentação musical da cantora Paula Lima e do cantor Daniel Lee, seguida de recepção em homenagem ao presidente da Coreia e à primeira-dama.
Na sequência da semana, o presidente Lula deve participar da convenção nacional do PSB, em Brasília, na próxima quarta (29). O PSB deve confirmar no evento o nome de Geraldo Alckmin como candidato a vice-presidente na chapa de Lula.
O presidente Lula também terá nesta semana uma agenda de viagens para participar de outras convenções estaduais. Na sexta (31), Lula vai a Fortaleza, para participar da convenção do PT do Ceará que vai confirmar a candidatura do governador Elmano de Freitas à reeleição.
Já no sábado (1º) será a vez do presidente Lula comparecer a Salvador. Na capital baiana, Lula participará da convenção do PT que vai oficializar o nome de Jerônimo Rodrigues para a disputa ao Palácio de Ondina, além de Jaques Wagner e Rui Costa como candidatos ao Senado Federal.
Para encerrar a semana, o presidente Lula estará em São Paulo no próximo domingo (2), para a realização da convenção nacional do PT que oficializará a sua candidatura à reeleição.
No calendário da divulgação de indicadores da economia, um dos destaques da semana será a divulgação pelo IBGE, nesta terça (28), dos números do IPCA-15. O indicador revela a prévia da inflação oficial do mês de julho.
Na quinta (30), o IBGE apresenta a Pnad Contínua referente ao mês de junho. O estudo mostrará o desempenho do mercado de trabalho e os números do desemprego no Brasil. No mesmo, o Ministério do Trabalho divulga dados do Caged (Cadastro Geral de Empregados e Desempregados), também do mês de junho.
PODER LEGISLATIVO
O Congresso Nacional segue em recesso parlamentar até o dia 31 de julho. Apesar de, oficialmente, o semestre legislativo recomeçar em 3 de agosto, Câmara dos Deputados e Senado só retomarão suas atividades entre os dias 10 e 14.
Os presidentes da Câmara, Hugo Motta (Republicanos-PB), e do Senado, Davi Alcolumbre (União-AP), marcaram duas semanas de esforço concentrado antes da eleição: a semana entre os dias 10 e 14 de agosto e outra entre os dias 31 de agosto e 4 de setembro.
A pauta de votações para as semanas de esforço concentrado ainda serão definidas em reuniões de líderes partidários, mas dificilmente projetos polêmicos e que não possuem acordo, como a mudança da jornada 6x1 e o que criminaliza a misoginia, serão votados antes das eleições de outubro.
PODER JUDICIÁRIO
O Poder Judiciário segue em período de recesso, que só acabará no dia 31 de julho. O vice-presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), ministro Alexandre de Moraes, atua em regime de plantão e, até o final do recesso, será o responsável por decisões emergenciais do STF. Alguns ministros, como Flávio Dino, Gilmar Mendes e André Mendonça, seguem trabalhando em seus gabinetes neste período de recesso.
Neste começo de semana, o STF está em luto oficial de três dias em virtude do falecimento do ex-presidente da Corte, ministro aposentado Octávio Gallotti. A resolução foi assinada pelo ministro Alexandre de Moraes. Com a determinação, a bandeira nacional permanecerá hasteada a meio-mastro na sede do STF durante todo o período de homenagem.
Assim como o STF, o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) também entrou em recesso, e funciona em regime de plantão. Os prazos processuais no TSE ficarão suspensos até o dia 31 de julho.
Principal nome da Major League Soccer (MLS), a liga de futebol masculino dos Estados Unidos, Lionel Messi não participará do Jogo das Estrelas pelo terceiro ano consecutivo. A informação foi confirmada pela própria entidade neste sábado (25).
O capitão argentino, selecionado por meio de votação popular, está descansando e sem data definida para retornar após sua participação na Copa do Mundo de 2026, na qual saiu derrotado na final para a Espanha.
“A Major League Soccer e a Associação de Jogadores da MLS concordaram que, após a eliminação de um jogador da Copa do Mundo, os clubes realizariam discussões individuais com cada atleta para determinar o descanso adequado e o cronograma de retorno aos treinos e às competições”, diz o comunicado da liga.
Com isso, além do camisa 10, o argentino Rodrigo De Paul também está dispensado do MLS All-Star 2026.
Consequentemente, Messi não sofrerá sanções por sua ausência, ao contrário do que ocorreu em 2025, quando foi suspenso por uma partida por faltar sem um motivo válido.
A 30ª edição do MLS All-Star Game será realizada na quarta-feira (29), no Bank of America Stadium, em Charlotte, na Carolina do Norte.
O Ministério das Relações Exteriores (Itamaraty) chamou de volta ao país, neste domingo (26), o embaixador do Brasil na Argentina, Julio Bitelli, para prestar esclarecimentos sobre as relações bilaterais.
O convite acontece um dia após o presidente argentino, Javier Milei, discursar em São Paulo durante a convenção do Partido Liberal (PL) que oficializou a candidatura de Flávio Bolsonaro à Presidência.
Milei chama Lula de âpresidiárioâ e Moraes de âlixo carecaâ em convenção de Flávio
— Bruno (@Brunoantifas) July 25, 2026
Palhaço argentino criticou decisão que impediu visita a Jair Bolsonaro, fez ataques à esquerda e afirmou confiar que Flávio pode âparar Lulaâ. Tá doido pra entrar no inquérito do Xandão no STF pic.twitter.com/kdcbKb1Jbe
Durante o evento, Milei atacou verbalmente o ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Alexandre de Moraes, chamando-o de "lixo careca" após ter um pedido de visita ao ex-presidente Jair Bolsonaro negado pela Corte.
m sua fala, o líder argentino defendeu uma "onda azul" de governos liberais na América Latina e criticou o Judiciário brasileiro pelo indeferimento do encontro.
O presidente do STF, ministro Edson Fachin, rebateu publicamente as declarações de Milei, classificando-as como uma "referência desrespeitosa a magistrado da mais alta Corte do País, feita em solo brasileiro".
Por meio de nota oficial, Fachin defendeu a autonomia do Judiciário nacional e afirmou que o tribunal "deplora manifestações incompatíveis com a civilidade que deve caracterizar as relações entre os Estados".
O Partido Liberal (PL) lançou, neste sábado (25), a candidatura do senador Flávio Bolsonaro à Presidência da República em convenção nacional realizada em São Paulo. O evento começou por volta das 11h e reuniu lideranças do partido e o presidente da Argentina, Javier Milei, entre os oradores previstos.
A ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro não compareceu presencialmente, mas gravou um vídeo exibido durante o evento e foi homenageada com um totem instalado no espaço do PL Mulher. Entre os familiares presentes estava Rogéria Bolsonaro, mãe de Flávio e ex-esposa de Jair Bolsonaro, apresentada no palco durante a abertura.
Segundo o G1, a chegada do senador ao local gerou tumulto. Apoiadores se aglomeraram na entrada, e a equipe de segurança informou que o espaço havia atingido a capacidade máxima de 150 pessoas.
A CHAPA
Flávio ainda não definiu o nome do vice nem fechou alianças com outras legendas. A data limite para essas decisões é 15 de agosto. O senador tem declarado preferência por uma mulher na vaga de vice, mas afirma que a definição depende das negociações de alianças, que também podem ampliar o tempo de propaganda eleitoral no rádio e na TV.
O PP e o União Brasil, reunidos em federação, e o Republicanos têm indicado preferência por neutralidade. Um acordo com o Republicanos poderia levar a economista Daniella Marques à chapa; ela foi presidente da Caixa no governo Bolsonaro e coordena o núcleo econômico da pré-campanha.
No PP, a deputada federal Simone Marquetto, liderança católica de São Paulo, está entre os nomes cogitados. A senadora Tereza Cristina já descartou integrar a chapa.
Sem coligações, o PL, maior partido em número de deputados federais e senadores, pode lançar uma chapa "puro-sangue" com Flávio e um nome da própria legenda.
ELEIÇÕES 2026
Esta é a primeira candidatura presidencial de Flávio, filho mais velho do ex-presidente Jair Bolsonaro. Advogado e empresário de 45 anos, senador eleito em 2018, ele acumula quatro mandatos como deputado estadual no Rio de Janeiro. Em 2016, disputou a prefeitura do Rio e terminou em quarto lugar. Em dezembro de 2025, Flávio anunciou que havia sido escolhido pelo pai como representante da família e herdeiro político.
Flávio afirma que, se eleito, trabalhará pela anistia do pai, condenado a 27 anos de prisão por golpe de Estado. Em várias ocasiões, declarou que gostaria de receber a faixa presidencial das mãos de Jair Bolsonaro na cerimônia de posse.
Outros candidatos ainda realizarão suas convenções; Ronaldo Caiado (PSD) neste domingo (26), em São Paulo, com Gilberto Kassab de vice; Romeu Zema (Novo) na segunda-feira (27), em Brasília, sem vice definido; e Lula (PT) no dia 2 de agosto, em São Paulo, com Geraldo Alckmin como vice.
Mesmo após o seu término, a Copa do Mundo segue rendendo assuntos longe dos gramados. Após a derrota da Argentina na final do torneio para a Espanha, o cantor brasileiro João Bueno teve um show cancelado em Buenos Aires por ter publicado uma mensagem ironizando a derrota sul-americana.
O sertanejo se apresentaria no Teatro Verdi, na capital argentina, mas foi retirado da programação após uma publicação em seu perfil no Instagram. Em um dos stories, o cantor escreveu: “Perderam as Malvinas, perderam o Diego e perderam a Copa”, em referência à Guerra das Malvinas, ao ídolo argentino Diego Maradona e à derrota para a Espanha no Mundial.
A postagem gerou uma forte reação dos argentinos nas redes sociais, ocasionando o cancelamento da apresentação do cantor. A Associação de Mulheres e Mães Brasileiras na Argentina (AMMBRAR), responsável pela organização do evento, anunciou a saída do artista da programação e pediu desculpas ao público argentino.
"A publicação no que se refere à maneira como ocorreu na história e na identidade do povo argentino não tem nenhuma vinculação nem muito menos representa os valores de AMMBRAR, nem de nossa comunidade, nem o espírito com o que foi concebido em nosso evento", escreveu a entidade.
Em nota publicada nas redes sociais, João Bueno pediu desculpas e afirmou que fez a publicação em um momento de raiva e impulsividade. Segundo o cantor, o post foi feito após ver e receber inúmeras mensagens de xenofobia e racismo contra os brasileiros.
“Minha reação aconteceu depois de ver e receber inúmeras mensagens de xenofobia e racismo contra os brasileiros. Vi pessoas chamando os brasileiros de ‘macacos’, dizendo para eles voltarem para o Brasil, insultando-os e até queimando a bandeira brasileira. Tudo isso me deixou muito revoltado e, levado por aquele momento de raiva, acabei respondendo de uma maneira que hoje reconheço que não foi a correta”, escreveu.
Um dos principais nomes da Seleção Brasileira na Copa de 2022, Richarlison ficou de fora dos 26 convocados para a edição deste ano, mas renovou o seu acervo de piadas contra a Argentina. Em vídeo gravado pela namorada e compartilhado por meio dos stories, no domingo (19), o atacante aparece dando um “peixinho” no chão após o gol de Ferran Torres, que garantiu a vitória da Espanha sobre os alvicelestes.
??VÍDEO: Richarlison comemora gol de Ferran Torres que garantiu a derrota da Argentina na Copa
— Bahia Notícias (@BahiaNoticias) July 20, 2026
????Redes sociais / VaiDesmaiar
Confira?? pic.twitter.com/MKT6E08WZU
O jogador do Tottenham já demonstrou antipatia pelos argentinos mais de uma vez. Defensor da rivalidade entre os brasileiros e os hermanos, Richarlison, em 2021, durante os Jogos Olímpicos de Tóquio, zoou a Argentina após a eliminação ainda na fase de grupos.
Ele e outros jogadores brasileiros publicaram "Tchau, hermanitos!" nas redes sociais após a queda argentina. Mais tarde, após conquistar a medalha de ouro, o atacante provocou os rivais durante uma live pós-título, recitando a frase: “jogaram como nunca, perderam como sempre”. Veja o momento abaixo.
quando vc tá na competição de quem odeia mais argentino e seu oponente é o richarlisson pic.twitter.com/H9Uj6wToWM https://t.co/ER89fjAwTV
— ???? ???? ???? ???? ???? (@kyloteez) July 20, 2026
Os argentinos, campeões em 2022, terminaram a edição de 2026 com o vice-campeonato. O jogo deste domingo foi finalizado em 1 a 0 para a Espanha, com o gol de Ferran na prorrogação, fazendo com que a La Furia conquistasse o mundo após 16 anos. A primeira taça havia sido levantada em 2010, na África do Sul, quando a seleção venceu a Holanda por 1 a 0, também na prorrogação.
O Brasil caiu na Copa de 2026 ainda nas oitavas de final contra a Noruega, por 2 a 1. Após uma temporada abaixo da média pelo Tottenham, que brigou para não cair na Premier League, o atacante, apesar de ter feito parte do ciclo, ficou fora da convocação para o torneio.
Um dia após conquistarem o mundo pela segunda vez, os espanhóis foram às ruas de Madri, nesta segunda-feira (20), para receber os jogadores, que desfilaram pela capital com a taça da Copa do Mundo de 2026.
??Jogadores da Espanha desfilam com a taça da Copa do Mundo por Madrid
— Bahia Notícias (@BahiaNoticias) July 20, 2026
Confira?? pic.twitter.com/rGbPP3QjoO
O percurso do ônibus espanhol começou na região de Moncloa e passou por vias e pontos conhecidos da cidade, como as ruas Princesa, Goya e Serrano, além da Praça da Independência e da Puerta de Alcalá. O trajeto terminou na Calle de Montalbán, ao lado do Palácio de Cibeles, onde a maioria dos milhares de torcedores se aglomerou.
O avião que levou a Espanha de Nova York para Madri pousou às 9h30 (de Brasília) nesta segunda-feira, na capital espanhola, com a taça da Copa do Mundo.
Os jogadores, sob o comando do capitão Rodri e do técnico Luis de la Fuente, foram recebidos com aplausos na Casa Real. O rei Felipe VI, a rainha Letizia e as princesas Leonor e Sofia receberam a delegação espanhola para as saudações formais e, juntos, soltaram o grito de "campeões, campeões" no Palácio da Zarzuela.
A Espanha venceu a Argentina neste domingo (19) por 1 a 0, na prorrogação, com gol de Ferran Torres, e voltou a conquistar a Copa do Mundo após 16 anos. A primeira taça havia sido levantada em 2010, na África do Sul, quando a Fúria venceu a Holanda por 1 a 0, também na prorrogação.
O presidente da Argentina, Javier Milei, anunciou que o governo poderá decretar feriado nacional para uma eventual celebração da campanha da seleção argentina na Copa do Mundo de 2026. A medida dependerá da decisão dos jogadores e da comissão técnica sobre a realização de um evento com os torcedores após o vice-campeonato conquistado neste domingo (19).
A Argentina foi derrotada pela Espanha por 1 a 0 na final da Copa do Mundo, em partida decidida na prorrogação. Apesar do resultado, o desempenho da equipe mobilizou milhares de torcedores em diferentes regiões do país ao longo da competição.
O anúncio foi feito por Milei por meio de uma publicação na rede social X. "Dada a inquietação sobre as comemorações pelo feito alcançado pela Seleção Argentina, comunico à população que, em função do que decidirem os Jogadores e o Corpo Técnico quanto ao dia para celebrar, o mesmo será declarado feriado nacional", escreveu o presidente.
De acordo com o jornal Clarín, o governo já determinou a retirada das pedras instaladas na Praça de Maio, em Buenos Aires, em homenagem às vítimas da Covid-19, em preparação para uma possível concentração popular nos próximos dias. Neste domingo, milhares de argentinos acompanharam a decisão da Copa reunidos na região do Obelisco, um dos principais pontos turísticos da capital, onde também ocorreram manifestações de apoio à seleção após o encerramento da partida.
O técnico Lionel Scaloni se emocionou durante a entrevista coletiva concedida após a derrota da Argentina para a Espanha na final da Copa do Mundo de 2026, disputada neste sábado (19), em Nova Jersey. Visivelmente abalado, o treinador chorou ao comentar o vice-campeonato e exaltou o desempenho do grupo ao longo da competição.
"Tentamos até o final dar o nosso melhor. Esse lugar é maravilhoso. Para seguir, se necessita de um monte de coisas. Principalmente voltar a formar um grupo como este, que dificilmente se volta a formar. Me dói a alma. Desculpe", declarou Scaloni, interrompendo a fala em meio às lágrimas.
Ao analisar a decisão, o comandante argentino reconheceu os méritos da seleção espanhola e destacou a trajetória da equipe no torneio. "Chegamos à final com peito aberto. E não pôde ser. Eles foram vencedores justos, temos que reconhecer. Foi por pouco. Tem que seguir. Quando se perde, nem tudo é mau. São momentos também para fortalecer todo o país", afirmou. Scaloni também agradeceu aos torcedores que viajaram aos Estados Unidos para apoiar a seleção durante a campanha.
Questionado sobre o futuro da equipe e uma possível aposentadoria de Lionel Messi da seleção, o treinador disse não ter conversado com o camisa 10 sobre o tema. Embora tenha indicado a intenção de cumprir seu vínculo, evitou confirmar a permanência no cargo.
"Não, [Messi] não me disse. Não falei com Leo. Vou falar com o presidente. Sei o que quero fazer. Vou cumprir o contrato. Sinto a necessidade também de pensar, porque não sei se vou poder fazer algo tão grande. Tenho que falar. Tenho que agradecer ao presidente por estar nesse lugar", disse.
Antes de encerrar a coletiva, Scaloni deixou uma mensagem aos argentinos e reforçou o orgulho pelo desempenho do elenco. "Estou orgulhoso de todos os jogadores do elenco. Aos argentinos, lembro das palavras de [Alejandro] Sabella, que disse que lhe doía alma. Se eu pudesse repetir as palavras, é que dói na alma. Mas é um orgulho competir e chegar à final nas condições que tivemos, que poderiam ser melhores, e ainda assim não deixamos de competir. O treinador está satisfeito com os jogadores. O único que se pode pedir aos jogadores é dar tudo até o final, e eles fizeram isso", concluiu.
No comando da Argentina desde 2018, Scaloni soma conquistas importantes pela seleção, incluindo a Copa do Mundo de 2022, a Finalíssima de 2022 e os títulos da Copa América de 2021 e 2024.
O título da Copa do Mundo de 2026 foi erguido pela seleção espanhola na tarde deste domingo (19), no MetLife Stadium, nos Estados Unidos. O fã do futebol acompanhou diversas histórias ao longo dos 39 dias de competição, que se iniciou no dia 11 de junho, com a abertura de México e África do Sul, e acabou neste 19 de julho, dia nacional do futebol, com o bicampeonato espanhol ao vencer os argentinos.
A janela que habita esse intervalo entre o início e o fim da Copa do Mundo vai deixar muitas lembranças. Dentre as grandes aparições de estrelas como Lionel Messi, Cristiano Ronaldo, Kylian Mbappé, Harry Kane ou Erling Haaland, a taça ficou com o jovem Lamine Yamal. Mas antes disto, foi possível acompanhar a corrida de Cabo Verde, que por uma prorrogação não eliminou a Argentina, ou a coragem do Paraguai, que de forma aguerrida, eliminou a Alemanha nos pênaltis.
Apesar de não levar o cobiçado título, a artilharia foi para a estante do astro francês: Kylian Mbappé. Que além da estatística na atual edição, também escreve seu nome no livro da artilharia histórica das Copas ao passar Messi, que terminou com 21, fazendo 22 gols ao fim do torneio.
A atual edição da Copa do Mundo termina como a mais longeva da história. Com 39 dias de duração, o Mundial de 2026 ultrapassou a Copa de 1998, que aconteceu em 33 dias. O aumento do número de seleções, que passou de 32 para 48, também impactou na quebra do recorde de público total presente nos estádios, como dizem os dados da Fifa.
Com uma taxa de ocupação de quase 100% dos estádios nos Estados Unidos, México e Canadá, a Copa do Mundo de 2026 contou com a presença de mais de seis milhões de torcedores nos estádios. O aumento de 64 para 104 jogos foi determinante para a elevação dos números que ultrapassaram o antigo recorde de 3,59 milhões, da Copa de 1994, também disputada nos Estados Unidos.
A Espanha é bicampeã da Copa do Mundo. Neste domingo (19), após amplo domínio sobre a Argentina, a seleção espanhola venceu a decisão por 1 a 0, na prorrogação, e voltou ao topo do futebol mundial após 16 anos.
O gol do título foi marcado por Ferran Torres, na segunda etapa da prorrogação. Apesar da superioridade apresentada durante o confronto, a Espanha encontrou dificuldades para transformar o controle da partida em vantagem no placar durante o tempo regulamentar.
A situação da Argentina ficou mais complicada no fim da segunda etapa, quando Enzo Fernández foi expulso. Com um jogador a mais, a equipe espanhola manteve a pressão durante o tempo extra até conseguir definir a final.
A conquista representou o segundo título mundial da história da Espanha. A primeira taça havia sido levantada em 2010, na África do Sul, quando a Fúria venceu a Holanda por 1 a 0, também na prorrogação.
A Argentina, campeã em 2022, terminou a edição de 2026 com o vice-campeonato na "última dança" de Lionel Messi, que se despede da competição após seis copas do mundo disputadas.
O JOGO
A Seleção Espanhola começou a partida à sua maneira: controladora e impondo protagonismo na posse de bola. Foi exatamente dessa forma que chegou ao primeiro lance de perigo. Aos quatro minutos, Lamine Yamal tabelo com Dani Olmo pela direita e na devolução do camisa 10, chutou para a defesa de Emiliano Martínez. A bola acabou desviando em Lisandro Martínez, mas o arqueiro argentino defendeu sem sustos.
Espanha volta a assustar
Pelo meio, Fabian Ruiz recebeu de costas, e rolou para o meio onde encontrou Oyarzabal livre. O artilheiro espanhol dominou e chutou forte, mas Dibu Martínez defendeu sem espalmar aos 38 minutos.
SÓ DÁ ESPANHA!
Livre pela esquerda, Cucurella recebeu com liberdade e ajeitou o corpo para chutar em direção ao gol da Argentina, mas a bola foi para fora aos 42 minutos.

A Espanha, apesar de sair sem o gol, foi superior à Argentina na primeira etapa | Foto: Divulgação / Fifa
SEGUNDO TEMPO
A Espanha seguiu dominante assim como terminou a primeira etapa. No primeiro lance de perigo, Paredes bobeou na defesa, Baena recuperou a bola fica ajeitou o corpo e chutou de fora da área para o gol, mas Dibu Martínez ficou com ela com menos de um minuto.
Dani Olmo quase abre o marcador!
Aos 63 minutos, Dani Olmo recebeu pelo meio livre, ajeitando para bater forte de fora da área. No chute, Martínez espalmou, Pedri tentou alcançar mas a bola saiu da defesa argentina.
Ferran torres chega com perigo
Yamal driblou dois dois marcadores, disparou até a linha de fundo e lançou na área para Ferran Torres, que aos 21 minutos, subiu alto e cabeceou, mas Martínez ficou com a bola novamente.
Martínez mais uma vez!
Envolvendo a defesa argenina, a Espanha mais uma vez trocou uma série de passes na jogada de ataque até a bola morrer nos pés de Pau Cubarsí. O zagueiro arriscou um chute de longe e Martínez espalmou; Merino tentou alcançar, mas apenas evitou a saída da bola aos 31.
Ferran Torres volta a assustar
Aos 86, Merino achou Ferran Torres avançando na profundidade. O camisa 7 recebeu e chutou cruzado em direção a Martínez, que espalmou e defendeu mais uma.
Nico Williams perde chance de matar o jogo
Já nos acréscimos da partida, a Argentina desperdiçou um lance de ataque até a bola parar nos pés de Nico Williams, que sozinho disparou o campo todo e experimentou uma bomba para o gol, mas Dibu Martínez, mais uma vez, defendeu.
Yamal quase faz o gol do título de falta
No último minuto, Yamal foi o responsável por cobrar a última falta do tempo regulamentar, próxima à área. No chute, o camisa 19 pegou bem, mas Dibu Martínez defendeu.
PRORROGAÇÃO
Nico Williams foi o nome do jogador que mais uma vez deu perigo ao gol argentino, com a Espanha ainda superior na partida. Ainda no início, Pedri encontrou Williams entrando na área para raspar de cabeça e Dibu Martínez mais uma vez salvar, espalmando para a direita.
GOL ANULADO!
Mais uma vez pressionando, a Espanha chegou ao ataque e, após a bola permanecer viva dentro da área, Nico Williams finalizou para o gol. O lance, porém, foi anulado pelo árbitro, que assinalou falta de ataque após um pisão de Mikel Merino no pé de Otamendi.
Merino desperdiça mais uma chance
Nico Williams recebeu pelo lado esquerdo, dominou a bola e levantou na área. Merino se antecipou da marcação e desviou de cabeça, mas mandou para fora aos 102.
GOL DA ESPANHA!
Na retomada da segunda etapa da prorrogração, a Espanha enfim abriu o marcador com Ferran Torres. Nico Williams escorou o cruzamento de Pedro Porro para o camisa 7, que encheu o pé e mandou um foguete para o fundo da rede.
ISOLOU, SIMEONE!
Nos acréscimos da prorrogação, Messi cobrou escanteio e a bola sobrou nos pés de Simeone, que pegou de primeira e isolou a bola, perdendo a chance de empatar para os argentinos.
FICHA TÉCNICA
Espanha 1 x 0 Argentina — Final da Copa do Mundo de 2026
Data: 19 de julho de 2026
Horário: 16h, pelo horário de Brasília
Local: MetLife Stadium, em East Rutherford, Nova Jersey, nos Estados Unidos
Transmissão: TV Globo, SporTV, Globoplay, ge tv, SBT, NSports e CazéTV
Árbitro: Slavko Vincic, da Eslovênia
Assistentes: Tomaž Klancnik e Andra Kovacic, da Eslovênia
VAR: Bastian Dankert, da Alemanha
Cartões amarelos: Lisandro Martínez, Romero, Paredes, Enzo Fernandez (Argentina)
Cartão vermelho: Enzo Fernandez (Argentina)
Gols: Ferran Torres (Espanha)
Espanha: Unai Simón; Pedro Porro, Laporte (Eric García), Cubarsí e Cucurella; Rodri (Zubimendi), Fabián Ruiz (Pedri) e Dani Olmo (Mikel Merino); Lamine Yamal, Álex Baena (Williams) e Mikel Oyarzabal (Ferran Torres). Técnico: Luis de la Fuente.
Argentina: Emiliano Martínez; Montiel (Molina), Cristian Romero (Medina), Lisandro Martínez (Otamendi) e Tagliafico; Nico Gonzáles (Paredes), De Paul (Simeone), Enzo Fernández e Mac Allister; Lionel Messi e Julián Álvarez (Senesi). Técnico: Lionel Scaloni.
No primeiro minuto do segundo tempo da prorrogação, Pedro Porro cruzou na grande área, Nico Williams Jr. escorou para o meio e Ferran Torres fuzilou para o gol. 1 a 0 para a Espanha, que marcou o tento da vida. O balançar das redes que entra para a história.
Argentina e Espanha decidem neste domingo (19) quem será a campeã da Copa do Mundo de 2026. Às 16h, no horário de Brasília, as seleções se enfrentam no MetLife Stadiun, em Nova York/Nova Jersey, em East Rutherford, na grande final do torneio.
A decisão coloca frente a frente a atual campeã mundial e sul-americana contra a atual campeã europeia. De um lado, a Argentina tenta conquistar o quarto título de sua história e levantar a taça pela segunda edição consecutiva. Do outro, a Espanha busca o bicampeonato mundial e tenta voltar ao topo pela primeira vez desde 2010.
Além de garantir a taça da Copa do Mundo, quem sair vencedor receberá as medalhas de ouro e entrará para a história como o primeiro campeão da edição com 48 seleções. A final também marcará o encerramento do Mundial realizado em Estados Unidos, México e Canadá.
A Argentina chega à decisão após eliminar a Inglaterra na semifinal, com vitória por 2 a 1. Antes disso, a equipe comandada por Lionel Scaloni passou pela Suíça nas quartas de final, pelo Egito nas oitavas e por Cabo Verde nos 16 avos.
A Espanha garantiu vaga na final ao vencer a França por 2 a 0 na semifinal. No mata-mata, a seleção espanhola também passou por Bélgica, Portugal e Áustria até chegar à decisão.
Ambas as Seleções já foram escaladas pelos seus respectivos treinadores. Confira abaixo:
Luis de La Fuente segue para o embate sem mudanças, e vai mandar a campo o que tem de melhor. La Roja está escalada com Unai Simón; Pedro Porro, Laporte, Cubarsí e Cucurella; Rodri, Fabián Ruiz e Dani Olmo; Lamine Yamal, Álex Baena e Mikel Oyarzabal.
Já Lionel Scaloni vem com mudança na escalação. Nico González entra na equipe titular para se juntar aos seus dez companheiros restantes e Paredes vai para o banco. A Seleção Argentina foi montada com Emiliano Martínez; Montiel, Romero, Lisandro Martínez e Tagliafico; De Paul, Mac Allister, Enzo Fernandez e Gonázalez; Lionel Messi e Julian Álvarez.
Depois de dias de atenção com a fumaça provocada por incêndios florestais e com alertas de tempestades em Nova Jersey, a final da Copa do Mundo de 2026 deve ser disputada em condições climáticas mais favoráveis neste domingo (19).
Argentina e Espanha decidem o título no MetLife Stadium, em East Rutherford, às 15h no horário local, 16h no horário de Brasília. A previsão para a região indica céu predominantemente ensolarado e temperatura máxima próxima dos 28°C no dia da partida.
A melhora ocorre após uma sequência de alertas meteorológicos no nordeste dos Estados Unidos. Ao longo do sábado (18), autoridades monitoraram risco de tempestades fortes, enchentes repentinas e má qualidade do ar por causa da fumaça de incêndios florestais.
Segundo meteorologistas ouvidos pela Associated Press, as tempestades ajudaram a dispersar parte da fumaça que atingia a região de Nova York e Nova Jersey. A expectativa é de que, no momento da final, a qualidade do ar esteja melhor, com apenas possibilidade de névoa leve.
A situação também reduz o risco de atrasos ou paralisações por causa do clima. Durante a Copa do Mundo, partidas em estádios abertos nos Estados Unidos seguiram protocolos de segurança em caso de raios. Quando há descargas elétricas em raio considerado perigoso próximo ao estádio, o jogo pode ser interrompido e retomado apenas após um período mínimo sem novos registros.
O protocolo já provocou paralisações no Mundial. Em 22 de junho, o jogo entre França e Iraque ficou parado por mais de duas horas devido à aproximação de tempestades.
Além da chuva forte, meteorologistas chamaram atenção para a chamada “dirty rain”, ou “chuva suja”. O fenômeno acontece quando gotas de chuva carregam partículas de fumaça suspensas na atmosfera e depositam resíduos em superfícies como carros, janelas e calçadas após a evaporação da água.
Apesar do nome, o efeito é comum em áreas atingidas por fumaça de incêndios florestais e ajuda a limpar o ar. No caso da final, a chuva na véspera é vista como fator importante para melhorar as condições no entorno do estádio.
A preocupação com o ar afetou também a preparação das seleções. A Espanha teve atividade impactada por causa das condições atmosféricas, enquanto a Argentina também precisou lidar com ajustes na programação antes da decisão.
A final da Copa do Mundo de 2026 ainda não começou, mas a Argentina já se prepara para um possível dia seguinte de celebração. Nos bastidores, o governo de Javier Milei discute a possibilidade de decretar feriado nacional na segunda-feira (20), caso a seleção argentina vença a Espanha e conquiste o título mundial.
A medida, segundo o jornal argentino Clarín, ainda não está oficializada e depende diretamente do resultado da decisão deste domingo (19). A avaliação, no entanto, é de que o feriado tem chances de ser adotado em caso de vitória da equipe comandada por Lionel Scaloni.
O cenário em análise repete o modelo adotado após a conquista da Copa do Mundo de 2022, no Catar. Na época, o governo de Alberto Fernández decretou feriado nacional para permitir que a população acompanhasse a chegada da delegação e participasse das comemorações pelo título vencido contra a França.
Além da discussão sobre o feriado, a Casa Rosada também se movimenta para organizar a parte logística de uma eventual festa. O governo argentino já mantém contato com a Associação do Futebol Argentino (AFA) para tratar do retorno da delegação ao país, caso a seleção levante novamente a taça.
A articulação envolve segurança, deslocamento da equipe e possíveis celebrações nas ruas. O chefe de Gabinete, Diego Santilli, afirmou que o governo não pretende definir o formato da comemoração, mas estará à disposição para colaborar com a organização.
"A decisão é dos jogadores e da comissão técnica. Não cabe ao governo decidir como será a comemoração. Nós vamos respeitar e acompanhar a decisão que eles tomarem", declarou.
Santilli também afirmou que ele e Karina Milei, secretária-geral da Presidência e irmã do presidente Javier Milei, são os responsáveis por manter o diálogo direto com dirigentes da AFA.
A expectativa é de que uma eventual conquista provoque nova mobilização popular em Buenos Aires e em outras cidades argentinas. Em 2022, milhões de torcedores foram às ruas para celebrar o tricampeonato mundial, em uma festa que chegou a alterar o planejamento inicial do desfile da seleção.
Argentina e Espanha se enfrentam neste domingo, às 16h, no horário de Brasília, no Estádio de Nova York/Nova Jersey. A seleção argentina busca o quarto título mundial de sua história e tenta conquistar a Copa pela segunda edição consecutiva.
Espanha e Argentina entram em campo neste domingo (19), às 16h, no MetLife Stadium, em Nova Jersey, nos Estados Unidos, para decidir o título da Copa do Mundo de 2026. Enquanto os espanhóis buscam a segunda conquista de sua história, os argentinos tentam alcançar o tetracampeonato e defender o título conquistado em 2022.
A cerimônia de encerramento do Mundial está programada para acontecer antes de a bola rolar, com parte das emissoras iniciando a cobertura da decisão a partir das 14h.
Campeã mundial em 2010, na África do Sul, a Espanha retorna à final da competição após 16 anos. A equipe comandada por Luis de la Fuente chega à decisão com uma sequência de 37 partidas sem perder e a melhor defesa desta edição da Copa, com apenas um gol sofrido em sete jogos.
Além disso, a seleção espanhola ainda não esteve atrás do placar durante o torneio. Na semifinal, a equipe venceu a França por 2 a 0, com gols de Mikel Oyarzabal e Pedro Porro, e garantiu a segunda participação de sua história em uma decisão de Copa do Mundo.
Do outro lado, a Argentina disputa a segunda final consecutiva e tenta se tornar a primeira seleção a conquistar duas edições seguidas do Mundial desde o Brasil, campeão em 1958 e 1962. Os títulos anteriores dos argentinos foram conquistados em 1978, 1986 e 2022.
A equipe comandada por Lionel Scaloni venceu os sete jogos disputados nesta Copa do Mundo. No mata-mata, os argentinos protagonizaram três viradas consecutivas contra Egito, Suíça e Inglaterra.
Na semifinal, a Argentina venceu os ingleses por 2 a 1, no Mercedes-Benz Stadium, em Atlanta. Anthony Gordon abriu o placar para a Inglaterra, mas Enzo Fernández e Lautaro Martínez marcaram na etapa final e colocaram os atuais campeões novamente na decisão.
A final também colocará frente a frente Lionel Messi e Lamine Yamal. Aos 39 anos, o camisa 10 argentino disputa sua terceira decisão de Copa do Mundo, após o vice-campeonato em 2014 e o título de 2022. Yamal, de 19, busca conquistar seu primeiro Mundial pela seleção espanhola.
Argentina e Espanha não se enfrentam em uma Copa do Mundo desde 1966. Na ocasião, os argentinos venceram por 2 a 1, pela fase de grupos. Considerando também os amistosos, foram 14 confrontos entre as seleções, com seis vitórias espanholas, seis argentinas e dois empates. O encontro mais recente aconteceu em 2018, quando a Espanha goleou por 6 a 1.
FICHA TÉCNICA
Espanha x Argentina — Final da Copa do Mundo de 2026
Data: 19 de julho de 2026
Horário: 16h, pelo horário de Brasília
Local: MetLife Stadium, em East Rutherford, Nova Jersey, nos Estados Unidos
Transmissão: TV Globo, SporTV, Globoplay, ge tv, SBT, NSports e CazéTV
Árbitro: Slavko Vincic, da Eslovênia
Assistentes: Tomaž Klancnik e Andraž Kovacic, da Eslovênia
VAR: Bastian Dankert, da Alemanha
Provável Espanha: Unai Simón; Pedro Porro, Laporte, Cubarsí e Cucurella; Rodri, Fabián Ruiz e Dani Olmo; Lamine Yamal, Álex Baena e Mikel Oyarzabal. Técnico: Luis de la Fuente.
Provável Argentina: Emiliano Martínez; Molina, Cristian Romero, Lisandro Martínez e Tagliafico; Paredes, De Paul, Enzo Fernández e Mac Allister; Lionel Messi e Julián Álvarez. Técnico: Lionel Scaloni.
A idade influencia as preferências dos moradores de Salvador para a final da Copa do Mundo de 2026. Pesquisa realizada pela Duplamente Inteligência, em parceria com o Bahia Notícias, divulgada neste sábado (18), aponta que os mais jovens demonstram maior apoio à Espanha, enquanto entre os idosos cresce a parcela dos que preferem não torcer por nenhuma das seleções finalistas.
Entre os entrevistados de 16 a 24 anos, a maioria acredita no título espanhol, com 55% das respostas. Além da confiança no bicampeonato da Fúria, 48% afirmam que vão torcer pela seleção europeia na decisão.
Já entre os participantes da terceira idade, com 60 anos ou mais, a Argentina lidera quando a pergunta é sobre quem será campeã do Mundial. 62% apontam a seleção sul-americana como favorita ao título. Na hora de declarar torcida, porém, a maior parcela (44%) se distancia da decisão afirmando não apoiar nenhuma das finalistas.
No cenário geral, segundo a pesquisa, 54,5% dos soteropolitanos apontam a Argentina como campeã do Mundial, enquanto 45,5% apostam no título espanhol. Quando o assunto é torcida, a vantagem argentina também aparece: 48% afirmam que vão torcer pela equipe comandada por Lionel Scaloni, contra 29,5% que declaram preferência pela Espanha. Outros 22,5% dizem não torcer por nenhuma das seleções.
A pesquisa ouviu 400 moradores de Salvador no dia 17 de julho, às vésperas da grande final. A margem de erro é de 4,9%, com nível de confiança de 95%.
A Argentina entra em campo em busca do tetracampeonato mundial, enquanto a Espanha tenta conquistar o bicampeonato, 16 anos após seu primeiro título. A bola rola neste domingo (19), às 16h (horário de Brasília), no MetLife Stadium, em Nova Jersey, nos Estados Unidos.
A rivalidade entre Bahia e Vitória ultrapassou as fronteiras do futebol baiano e chegou a final da Copa do Mundo 2026. A sétima rodada da pesquisa Duplamente Inteligência, em parceria com o Bahia Notícias, mostra que tricolores e rubro-negros enxergam favoritos diferentes para a decisão entre Argentina e Espanha.
Entre os torcedores do Esquadrão de Aço, a Espanha aparece como principal escolha. Segundo a pesquisa, 51% acreditam que a seleção europeia conquistará o título, enquanto 42% afirmam que irão torcer pelos espanhóis na decisão.
Já entre os torcedores do Leão da Barra, o cenário é invertido. A Argentina é apontada como favorita por 67% dos entrevistados, enquanto 64% declaram torcida pelos sul-americanos.
Os números mostram que a divisão entre os dois maiores clubes de Salvador também reflete nas preferências para a principal partida do futebol mundial, com cada torcida demonstrando maior identificação com uma das finalistas.
A pesquisa ouviu 400 moradores de Salvador no dia 17 de julho, antecedendo a grande final. A margem de erro é de 4,9%, enquanto o nível de confiança é de 95%.
A Argentina entra em campo sonhando com o tetracampeonato, enquanto a Espanha espera conquistar o bicampeonato após 16 anos longe das finais. A bola rola no domingo (19), às 16h (horário de Brasília), no MetLife Stadium, em Nova Jersey/Nova York, nos Estados Unidos.
A Argentina chega à final da Copa do Mundo de 2026 como favorita ao título entre os soteropolitanos. O levantamento realizado pela Duplamente Inteligência, em parceria com o Bahia Notícias, divulgado neste sábado (18), mostra que mais da metade dos entrevistados acredita que a seleção sul-americana conquistará o título diante da Espanha.
Segundo a pesquisa, 54,5% dos soteropolitanos apontam a Argentina como campeã do Mundial, enquanto 45,5% apostam no título espanhol. Quando o assunto é torcida, a vantagem argentina também aparece: 48% afirmam que vão torcer pela Scaloneta, contra 29,5% que declaram preferência pela Fúria Espanhola. Outros 22,5% dizem não torcer por nenhuma das seleções.
O levantamento também perguntou qual seria o placar mais provável para a final. A vitória da Argentina por 2 a 1 foi a resposta mais frequente, escolhida por 31% dos entrevistados. Em seguida, aparecem o triunfo da Espanha por 1 a 0 (24,5%), a vitória argentina por 1 a 0 (18%) e a decisão nos pênaltis (15%).
A pesquisa ouviu 400 moradores de Salvador no dia 17 de julho, antecedendo a grande final. A margem de erro é de 4,9%, enquanto o nível de confiança é de 95%.
A Argentina entra em campo sonhando com o tetracampeonato, enquanto a Espanha espera conquistar o bicampeonato após 16 anos longe das finais. A bola rola no domingo (19), às 16h (horário de Brasília), no MetLife Stadium, em Nova Jersey/Nova York, nos Estados Unidos.
Na tarde desta sexta-feira (17), a defesa de Jair Bolsonaro ingressou com um pedido no Supremo Tribunal Federal (STF) para que fosse liberada a visita do presidente da Argentina, Javier Milei, à casa do ex-presidente brasileiro. Bolsonaro cumpre prisão domiciliar em sua residência no bairro Jardim Botânico, em Brasília.
O pedido foi feito antes da decisão tomada nesta sexta pelo ministro Alexandre de Moraes de proibir visitas a Jair Bolsonaro tanto de seu filho, Flávio, quanto de qualquer outro político, até o final das eleições. Segundo a decisão de Moraes, apenas advogados, médicos e fisioterapeutas poderão ingressar na residência do ex-presidente.
Os advogados de Jair Bolsonaro informaram ao STF que Javier Milei estará no Brasil no dia 25 de julho, e gostaria de poder visitar o ex-presidente. No pedido ao STF, foi pedida autorização ainda para uma comitiva de Milei, formada pelo ministro das Relações Exteriores, Pablo Quirino, a secretária-geral da presidência, Karina Milei, e o intérprete Enrique Luis de Boero Baby.
O presidente argentino Javier Milei já havia informado na semana passada que virá ao Brasil no dia 25 de julho para participar da convenção nacional do PL que vai confirmar a candidatura do senador Flávio Bolsonaro. A convenção será realizada em São Paulo.
Como em sua decisão o ministro Alexandre de Moraes proibiu visitas a Jair Bolsonaro “com finalidade político-eleitoral até o fim das eleições de 2026”, o pedido feito pelo presidente da Argentina deve ser negado pelo STF.
No domingo (19), os olhos do mundo do futebol estarão totalmente focados na final da Copa do Mundo de 2026, mas um feito inédito tem chamado a atenção. Em um formato inspirado no Super Bowl, esta será a primeira vez que a competição realizará um show no intervalo, e questões relacionadas ao tempo de paralisação foram levantadas.
A decisão entre Espanha e Argentina ocorrerá no MetLife Stadium, em Nova York/Nova Jersey, e deve ter um intervalo entre 20 e 25 minutos, segundo a BBC. Até o momento, a Federação Internacional de Futebol (Fifa), organizadora do evento, informou que as apresentações durarão 11 minutos, com a participação de Madonna, Shakira, BTS, Justin Bieber e outros artistas.
A entidade acredita que apenas seis minutos serão necessários para montar e desmontar o palco, além de preparar o gramado para o reinício da partida, totalizando 17 minutos de intervalo, nada mais. Segundo a imprensa argentina e espanhola, essa questão foi comunicada às federações.
De acordo com a International Football Association Board (Ifab), responsável por criar as leis do jogo, o intervalo entre os dois tempos de uma partida não deve ultrapassar 15 minutos. Mas no ano passado, em julho de 2025, a final do Mundial de Clubes, também organizado pela Fifa e realizado no MetLife Stadium, teve um intervalo total de 24 minutos devido a um show com Coldplay, J Balvin, Doja Cat, Tems e Emmanuel Kelly.
Além do show do intervalo, outros artistas realizarão a tradicional apresentação antes da partida. Estão confirmados Post Malone, Robbie Williams, Laura Pausini, Nicole Scherzinger e Jennifer Hudson, que interpretará o hino dos Estados Unidos. O ator Tom Cruise e o influenciador IShowSpeed também participarão da celebração.
FINAL DA COPA DO MUNDO 2026
A bola rola para Argentina e Espanha às 16h (horário de Brasília), mas a cerimônia de encerramento está marcada para as 14h30 (de Brasília), no MetLife Stadium, em Nova York/Nova Jersey, nos Estados Unidos, com transmissão da CazéTV, SBT, TV Globo, SporTV e Globoplay.
O presidente da Argentina, Javier Milei, não irá aos Estados Unidos acompanhar in loco a final da Copa do Mundo de 2026 entre Espanha e Argentina, no próximo domingo (19). A informação foi confirmada pelo próprio mandatário ao jornal La Derecha Diario. Segundo Milei, uma superstição o impede de viajar, já que assistiu a todas as partidas desta Copa do Mundo no mesmo local.
“Não viajarei aos Estados Unidos neste domingo, de jeito nenhum. Assistirei à partida em Olivos, assim como no primeiro dia”, explicou Milei.
O presidente detalhou que assistirá ao jogo no cinema da residência presidencial com sua irmã, assim como tem feito desde a estreia da Argentina nesta Copa do Mundo.
Além do local da partida, Milei afirmou que uma jaqueta também tem sido uma companheira nos jogos.
"Como estava frio e eu não ligo o aquecimento, estou usando uma jaqueta da companhia de petróleo", comentou. Ele acrescentou, porém, que "no dia em que jogamos contra a Suíça estava muito quente, mas quando tirei a jaqueta eles fizeram um gol, então a vesti de novo".
Com a decisão tomada, o argentino segue o padrão dos seus antecessores. Em 2014, quando a seleção perdeu para a Alemanha, Cristina Fernández não viajou ao Brasil para assistir à final. Alberto Fernández, seu sucessor, também esteve ausente da final do Catar, em 2022, contra a França.
Do outro lado, Pedro Sánchez, acompanhado da Família Real Espanhola, estará presente na final.
Além da taça e das medalhas de ouro, os campeões da Copa do Mundo de 2026 receberão uma premiação inédita na história do torneio. A Fifa entregará anéis comemorativos exclusivos aos vencedores da final entre Argentina e Espanha, marcada para este domingo (19), no Estádio de Nova Iorque.
A novidade segue uma tradição comum no esporte dos Estados Unidos, especialmente em ligas como NFL, NBA e MLB, nas quais os campeões recebem anéis personalizados para marcar a conquista. Agora, o modelo será incorporado pela primeira vez ao protocolo de premiação da Copa do Mundo.
Os anéis fazem parte de uma edição limitada de 2026 peças, todas numeradas individualmente em referência ao ano do torneio. Desse total, 30 serão destinadas aos integrantes da seleção campeã.
As outras 1.996 unidades serão comercializadas como produto oficial licenciado da Copa do Mundo da Fifa de 2026, ficando disponíveis para torcedores de diferentes países.
Cada peça terá o Troféu da Copa do Mundo da Fifa em um dos lados. O outro lado será personalizado de acordo com a identidade da seleção campeã, que será definida após a decisão entre Argentina e Espanha.
Os anéis também serão confeccionados sob medida, numerados individualmente e acompanhados de certificado de autenticidade.
No momento da premiação, o capitão e o técnico da seleção campeã receberão anéis provisórios, apenas para marcar simbolicamente a conquista logo após a final. As 30 peças definitivas, personalizadas para os vencedores, serão entregues em uma data posterior.
A iniciativa amplia a presença de elementos ligados à cultura esportiva norte-americana na Copa de 2026, disputada nos Estados Unidos, Canadá e México. A criação dos anéis, no entanto, também gerou críticas entre torcedores, que apontaram uma aproximação do Mundial com modelos tradicionais de premiação dos esportes dos Estados Unidos.
Antes da nova entrega, o protocolo da Fifa para a final seguirá com a cerimônia tradicional. Jogadores da Argentina ou da Espanha receberão as medalhas de ouro e levantarão a Taça Fifa após a decisão.
A cantora Madonna compartilhou, nos stories do Instagram nesta quinta-feira (16), um vídeo criado com inteligência artificial que recria o clipe da música "Danceteria" com jogadores da seleção argentina. A montagem, produzida por um usuário nas redes sociais após a classificação da Argentina para a final da Copa do Mundo de 2026, viralizou e acabou sendo publicada pela própria artista.
Na versão criada com IA, atores e dançarinos do videoclipe original são substituídos por atletas e integrantes da comissão técnica da seleção argentina. Entre os personagens retratados estão Lionel Messi, Dibu Martínez, o técnico Lionel Scaloni, o presidente da Associação do Futebol Argentino (AFA), e o presidente da Federação Internacional do Futebol (Fifa), Gianni Infantino.
Uma das cenas que mais repercutiu mostra os atacantes Julián Álvarez e Enzo Fernández trocando um beijo. A sequência aparece por poucos segundos, mas rapidamente ganhou destaque nas redes sociais. Outros jogadores também participam da montagem, como Lo Celso e Lautaro Martínez. Confira o momento abaixo:
O vídeo faz referência ao clipe oficial de "Danceteria", faixa do álbum Confessions II, lançado por Madonna neste ano. Na produção original, a cantora divide cena com artistas e celebridades como Julia Garner, Sabrina Carpenter, Kate Moss, Benedict Cumberbatch, Gwendoline Christie e Richard E. Grant.
O atacante brasileiro João Pedro, do Chelsea, também integra o elenco do videoclipe oficial. Na montagem feita com inteligência artificial, no entanto, ele é substituído por jogadores da seleção argentina.
Dez jogadores do Atlético de Madrid poderão estar em campo na final da Copa do Mundo de 2026, entre Argentina e Espanha, quebrando um recorde de mais de 90 anos como o maior número de atletas de um único clube em uma decisão de Mundial.
Desde a final de 1934, tantos jogadores de um mesmo clube não iam a uma final de Copa do Mundo. Na época, a vice-campeã Tchecoslováquia tinha 11 representantes do Slavia Praga (sendo oito deles titulares), em um tempo em que a maioria dos atletas que compunham a seleção defendia clubes do futebol nacional.
JOGADORES DO ATLÉTICO DE MADRID NA FINAL
Ao todo, são quatro representantes pelo lado espanhol (Álex Baena, Grimaldo, Llorente e Pubill) e seis pelo lado argentino (Almada, Giuliano Simeone, Julián Álvarez, Musso, Nahuel Molina e Nico González), todos atletas do time madrilenho.
El Atleti será, por tercer Mundial consecutivo, el club con más jugadores en la final ??????
— Atlético de Madrid (@Atleti) July 16, 2026
Además, firmaremos la mayor representación de un equipo en una final de la Copa del Mundo desde Italia 1934 y la mayor presencia de un club español en el partido por el título en toda la… pic.twitter.com/Miug9wKD4x
Esta é a terceira Copa do Mundo seguida em que o Atlético de Madrid tem o maior número de representantes. Entre os principais nomes está Julián Álvarez. O atacante movimentou o mercado da bola devido a entraves que se tornaram públicos com os gigantes Barcelona e Real Madrid, além de ter recebido propostas próximas a R$ 1 bilhão.
Outro que chama a atenção é Giuliano Simeone, filho do técnico Diego Simeone, ídolo da seleção argentina e treinador do clube espanhol há 15 anos.
Argentina e Espanha entram em campo neste domingo (19), às 16h (horário de Brasília), no MetLife Stadium, pela decisão do Mundial.
A seleção da Espanha realizou, nesta quinta-feira (16), o primeiro treinamento após a classificação para a final da Copa do Mundo, mas teve duas ausências na atividade com bola. O lateral Pedro Porro e o atacante Lamine Yamal foram preservados pela comissão técnica devido a uma sobrecarga muscular.
Enquanto o restante do elenco participou do aquecimento no centro de treinamento do New York Red Bulls, em Nova Jersey, os dois jogadores permaneceram em trabalho de ativação física.
Lamine Yamal apareceu utilizando uma bandagem elástica na coxa esquerda, região onde sofreu uma lesão no fim da última temporada europeia, quando ainda defendia o Barcelona. O atacante iniciou a Copa do Mundo no banco de reservas na partida contra Cabo Verde por ainda estar em recuperação da contusão. Até o fim da segunda fase, teve a minutagem controlada e disputou 225 dos 360 minutos possíveis. Desde então, atuou durante os 90 minutos nas três partidas seguintes.
Pedro Porro também acumula desgaste na competição. Titular em cinco jogos da campanha espanhola, o lateral esteve em campo durante praticamente todo o mata-mata e só foi substituído aos 38 minutos do segundo tempo da vitória sobre a França, na semifinal.
Espanha e Argentina disputam a final da Copa do Mundo neste domingo (19), às 16h (de Brasília), em Nova Jersey. Os espanhóis buscam a conquista do segundo título mundial, enquanto a seleção argentina tenta chegar ao tetracampeonato.
A poucos dias da final da Copa do Mundo de 2026, a Fifa voltou a ser alvo de críticas por novas ações comerciais ligadas ao torneio. Desta vez, a entidade decidiu permitir que torcedores paguem para acompanhar presencialmente a entrevista coletiva oficial da decisão entre Argentina e Espanha.
O evento está marcado para sexta-feira (17), em Nova York, e será realizado dentro do Fanatics Fest, festival voltado a torcedores no Javits Center. A coletiva reunirá representantes das duas seleções finalistas e também contará com a presença do presidente da Fifa, Gianni Infantino.
Diferentemente do modelo tradicional, em que coletivas oficiais são restritas à imprensa credenciada e profissionais envolvidos na cobertura do torneio, parte do público poderá acompanhar o evento mediante pagamento. O ingresso para o festival custa US$ 80, cerca de R$ 406.
Em comunicado, a organização do Fanatics Fest divulgou a ação como uma oportunidade rara para que torcedores vejam de perto integrantes das duas seleções antes da maior partida do futebol mundial. A final entre Argentina e Espanha será disputada no domingo (19), no MetLife Stadium, em Nova Jersey.
A coletiva da final, no entanto, não será a única atração comercial do evento. O festival também terá participações de ex-jogadores, atletas de outras modalidades e celebridades. O inglês Rio Ferdinand, embaixador da Fifa, participará de sessões de fotos com torcedores por US$ 168,95, aproximadamente R$ 858.
Já uma foto com o ex-jogador de beisebol Alex Rodriguez custará US$ 321, cerca de R$ 1.631. Segundo o jornal britânico The Times, David Beckham também deverá participar de um dos painéis promovidos durante o festival.
A venda de acesso à coletiva reforça a estratégia de monetização adotada pela Fifa durante a Copa de 2026. Ao longo do torneio, a entidade já havia sido criticada pela transformação das pausas para hidratação em janelas comerciais, o que abriu espaço para que emissoras norte-americanas ampliassem a venda de publicidade durante as partidas.
De acordo com a imprensa inglesa, a Fox Sports recuperou mais da metade dos US$ 485 milhões investidos nos direitos de transmissão da Copa apenas com a comercialização desses espaços publicitários.
Outro ponto de desgaste foi o preço dos ingressos para a decisão. Segundo a imprensa americana, o valor médio das entradas para Argentina x Espanha chegou a US$ 11 mil, cerca de R$ 55,9 mil, colocando a final entre os eventos esportivos mais caros já realizados nos Estados Unidos.
A Fifa também pretende comercializar pedaços do gramado utilizado na final. Cada unidade deverá custar US$ 450, aproximadamente R$ 2.286. Caso todas as peças sejam vendidas, a expectativa é de arrecadação próxima de US$ 11 milhões, o equivalente a R$ 55,9 milhões.
A Argentina está novamente na final da Copa do Mundo. Atual campeã, a equipe comandada por Lionel Scaloni derrotou a Inglaterra por 2 a 1, de virada, e terá a chance de defender o título conquistado em 2022 diante da Espanha, no próximo domingo (19), no Estádio Nova York/Nova Jersey.
Após a partida, Lionel Messi destacou a capacidade da seleção argentina de controlar emocionalmente um jogo que começou complicado e terminou com a sensação de superioridade construída ao longo dos 90 minutos.
Segundo o camisa 10, o empate mudou completamente a atmosfera da semifinal. A partir daquele momento, os argentinos passaram a acreditar que a classificação poderia ser conquistada ainda no tempo regulamentar.
"Quando empatamos, sentimos o apoio da torcida porque percebemos que poderíamos ganhar nos 90 minutos. Já os tínhamos encurralados. Entrávamos por dentro, por fora, criávamos chances com cruzamentos e passes em profundidade", afirmou.
Messi avaliou que a Argentina cresceu durante a partida enquanto a Inglaterra perdeu capacidade de reação. Para ele, a equipe sul-americana conseguiu transformar o domínio territorial em confiança para buscar a virada.
"Sentíamos que eles já não queriam mais jogar, e nós estávamos muito perto da vitória", completou.
O capitão também fez questão de destacar a participação dos torcedores argentinos, que transformaram as arquibancadas em um ambiente favorável à Albiceleste justamente no momento de maior pressão sobre os ingleses.
"Depois do 1 a 1, a torcida nos ajudou mais uma vez de forma impressionante. A Argentina é muito grande. Era um jogo que queríamos vencer de qualquer maneira e essa vitória nos leva para mais uma final de Copa do Mundo", disse.
A decisão diante da Espanha pode render um feito histórico aos argentinos. Caso conquistem o título, Messi e companhia se tornarão a primeira seleção a levantar duas Copas do Mundo consecutivas desde o Brasil bicampeão em 1958 e 1962, além de garantir o quarto troféu mundial da história do país.
A classificação da Argentina para a final da Copa do Mundo de 2026 pode render problemas. Após a vitória de virada por 2 a 1 sobre a Inglaterra, os jogadores argentinos celebraram diante da torcida exibindo uma faixa com a frase "Las Malvinas son argentinas" ("As Malvinas são argentinas"), tema considerado político pela Fifa.
A mensagem foi estendida no gramado logo após o apito final e rapidamente ganhou repercussão internacional por fazer referência à disputa histórica entre Argentina e Reino Unido pela soberania das Ilhas Malvinas, conhecidas pelos britânicos como Falklands.
O gesto, porém, contraria o Código Disciplinar da Fifa, que proíbe manifestações de cunho político, ideológico ou religioso em competições organizadas pela entidade. O regulamento estabelece que federações e clubes podem ser responsabilizados por mensagens consideradas incompatíveis com o ambiente esportivo.
Entre as punições previstas estão advertências, multas, devolução de premiações e, em situações mais graves, até a retirada de títulos conquistados em competições oficiais.
Além da faixa exibida após a partida, a seleção argentina também pode ser analisada por outro episódio ocorrido antes da bola rolar. Durante a execução do hino inglês, torcedores argentinos presentes no estádio cantaram músicas para abafar a cerimônia, incluindo o tradicional coro "quem não pula é inglês".
De acordo com o regulamento disciplinar da Fifa, comportamentos que interfiram na execução dos hinos nacionais também podem resultar em sanções financeiras para as associações envolvidas.
A possível investigação acontece justamente às vésperas da decisão do Mundial. A Argentina enfrenta a Espanha no próximo domingo, às 18h, no Estádio Nova York/Nova Jersey, em busca do tetracampeonato mundial.
Caso conquiste o título, a equipe comandada por Lionel Scaloni poderá alcançar um feito que não acontece há mais de seis décadas: vencer duas Copas do Mundo consecutivas.
ENTENDA A HISTÓRIA
A frase exibida pelos jogadores remete à disputa territorial entre Argentina e Reino Unido pelas Ilhas Malvinas. O arquipélago está sob controle britânico desde 1833, mas continua sendo reivindicado pelo governo argentino.
A tensão atingiu seu ponto máximo em 1982, quando os dois países entraram em guerra pelo território. O conflito durou 74 dias e terminou com a vitória britânica. Ao todo, morreram 907 pessoas, sendo 649 argentinos, 255 britânicos e três civis que viviam nas ilhas.
Mais de quatro décadas depois, a soberania das Malvinas segue sendo um dos temas mais sensíveis da política externa argentina, motivo pelo qual manifestações relacionadas ao assunto costumam ser tratadas pela Fifa como mensagens de caráter político.
O técnico da Argentina, Lionel Scaloni, tentou afastar o contexto histórico que envolve o confronto contra a Inglaterra antes da semifinal da Copa do Mundo de 2026, disputada nesta quarta-feira (15). Na véspera da partida, o treinador defendeu que o duelo fosse tratado apenas como um evento esportivo.
"É uma partida de futebol. Não posso misturar as coisas, especialmente por respeito ao que aconteceu há tantos anos. Foi um período muito triste da nossa história, e não há muito o que possamos fazer a respeito. Essa é a realidade", afirmou.
Apesar do discurso de Scaloni, a conquista da vaga na final foi marcada por uma manifestação dos jogadores argentinos. Após a vitória por 2 a 1, o elenco celebrou no gramado do Mercedes-Benz Stadium, em Atlanta, nos Estados Unidos, exibindo uma faixa com a frase "Las Malvinas son argentinas" ("As Malvinas são argentinas").
Nas imagens da comemoração aparecem jogadores como Lionel Messi, Lisandro Martínez, Cuti Romero e Giuliano Simeone próximos à faixa.
Antes da partida, a Federação Internacional de Futebol (Fifa) havia determinado a proibição da entrada de torcedores com faixas, bandeiras ou qualquer referência à Guerra das Malvinas, além de mensagens consideradas provocativas relacionadas ao conflito histórico entre os dois países.
Com a classificação, a Argentina disputará sua segunda final consecutiva de Copa do Mundo e tentará conquistar o tetracampeonato. A equipe enfrenta a Espanha no próximo domingo (19), às 16h (horário de Brasília), no MetLife Stadium, em Nova Jersey, nos Estados Unidos.
GUERRA DAS MALVINAS
A Guerra das Malvinas foi um conflito armado travado entre Argentina e Reino Unido entre abril e junho de 1982 pela soberania do arquipélago das Ilhas Malvinas, conhecido pelos britânicos como Falkland Islands. O confronto durou 74 dias e terminou com a vitória do Reino Unido, que manteve o controle do território. Ao todo, 907 pessoas morreram, sendo 649 argentinos, 255 britânicos e três civis. A disputa pela soberania das ilhas permanece como um tema sensível nas relações entre os dois países e segue sendo reivindicada pela Argentina.
A classificação da Argentina para a final da Copa do Mundo de 2026 foi comemorada por torcedores em um bar de Nova Jersey/Nova York, nos Estados Unidos, país que receberá a decisão do torneio no próximo domingo (19), às 16h (horário de Brasília), no MetLife Stadium.
Após a vitória de virada por 2 a 1 sobre a Inglaterra, nesta quarta-feira (15), os argentinos celebraram o resultado com cantos, bandeiras e muita festa.
A seleção argentina garantiu a vaga na decisão com gols de Enzo Fernández e Lautaro Martínez, que saiu do banco de reservas para marcar o gol da vitória. Gordon havia aberto o placar para a Inglaterra.
Na final do torneio, os alvicelestes enfrentam a Espanha, que venceu a França na última terça-feira (14) por 2 a 0, e volta a uma final de Mundial após 16 anos.
Lautaro Martínez saiu do banco de reservas para selar a grande virada da Argentina sobre a Inglaterra por 2 a 1 na semifinal da Copa do Mundo de 2026, nesta quarta-feira (15), no Mercedes-Benz Stadium, em Atlanta, nos Estados Unidos. Gordon abriu o placar para os Three Lions, mas a seleção sul-americana buscou uma reação espetacular na reta final do confronto, adiando por mais quatro anos o sonho inglês de levar o futebol de volta para casa.
O futebol bem jogado foi um detalhe na primeira etapa do aguardado duelo desta tarde. A primeira finalização, sem grande perigo, saiu apenas aos 32 minutos, em um cabeceio para fora do zagueiro Stones, da Inglaterra, após cobrança de falta na área.
Se faltou emoção com a bola rolando, sobrou rispidez nas divididas. Foram sete faltas cometidas pelos ingleses e 12 pelos argentinos. O primeiro tempo terminou sem nenhum chute no alvo e com apenas três tentativas de finalização no total: duas da Argentina e uma da Inglaterra.
Toda a emoção reservada para os 45 minutos finais da partida acabou definindo os rumos das duas seleções no Mundial de forma dramática. A Argentina começou bem o segundo tempo, mas a melhora foi interrompida por um longo lançamento pela lateral para Rogers, que deu o passe para Gordon abrir o placar.
Mas os argentinos não se acomodaram e cercaram a área da Inglaterra. Foram algumas chances até o empate. A bola chegou aos pés de Enzo Fernández e, na sobra do escanteio, o meio-campista mandou um chutaço direto para o fundo da rede.
Com um futebol irresistível, os alvicelestes pressionaram até conquistar a virada. Lionel Messi apareceu para mandar a bola para Lautaro Martínez. Um 2 a 1 que transformou Atlanta em Buenos Aires.
Com o resultado positivo, a Argentina vai à sua segunda final de Copa do Mundo seguida e sonha em conquistar a quarta estrela. A equipe entra em campo contra a Espanha para disputar a grande final da Copa do Mundo no domingo (19), no MetLife Stadium, em Nova Jersey, nos Estados Unidos, às 16h (horário de Brasília).
Inglaterra e Argentina disputam uma vaga na final da Copa do Mundo de 2026, na tarde desta quarta-feira (15). Na prévia do jogo, torcedores da seleção argentina foram vistos brigando entre si em Atlanta, na Geórgia, local do jogo disputado no Mercedes-Benz Stadium. No vídeo é possível perceber que alguns dos adeptos se dividem vestindo camisas de times do futebol argentino, destacando principalmente Huracán e San Lorenzo, que são dois rivais locais.
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— Bahia Notícias (@BahiaNoticias) July 15, 2026
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Além de troca de socos e chutes, mesas e garrafas foram arremessadas de um lado para o outro. Um dos torcedores do Huracán acabou sendo conduzido por um policial de Atlanta, o que também gerou confusão no momento do atrito entre os argentinos.
No campo, as duas seleções, que possuem uma forte rivalidade histórica – do contexto geopolítico e do futebol – buscam um lugar no MetLife Stadium, em Nova Jersey, nos Estados Unidos, no próximo domingo (19), às 16h (horário de Brasília), onde uma destas enfrentará a Espanha, que bateu a França por 2 a 0 e garantiu vaga na final.
Lionel Messi viverá, contra a Inglaterra, um capítulo inédito em sua trajetória pela Seleção Argentina. Um levantamento feito pelo Bahia Notícias nesta quarta-feira (15) aponta que o camisa 10 nunca enfrentou a equipe inglesa pela seleção principal da Argentina.
A curiosidade ganha peso pelo histórico do confronto. O duelo entre Argentina e Inglaterra ficou marcado principalmente pela Copa do Mundo de 1986, quando Diego Maradona decidiu as quartas de final no México. Na ocasião, o ex-camisa 10 marcou os dois gols argentinos na vitória por 2 a 1: o primeiro com a jogada conhecida como “Mão de Deus” e o segundo em arrancada que virou um dos lances mais lembrados da história dos Mundiais.
Messi já era jogador da seleção argentina quando Argentina e Inglaterra se enfrentaram pela última vez. O amistoso aconteceu em novembro de 2005, em Genebra, na Suíça, e terminou com vitória inglesa por 3 a 2. O atacante, no entanto, não participou da partida. À época, estava suspenso após ter sido expulso em sua estreia pela seleção principal, contra a Hungria, em agosto daquele ano.
Desde então, Argentina e Inglaterra não voltaram a se enfrentar. O intervalo entre o amistoso de 2005 e a semifinal da Copa de 2026 é de 21 anos. Em Copas do Mundo, o jejum é ainda maior: o último confronto aconteceu em 2002, quando a Inglaterra venceu por 1 a 0, com gol de pênalti de David Beckham, pela fase de grupos.
Na história dos Mundiais, Maradona é o principal nome argentino do confronto. O ex-jogador marcou duas vezes contra os ingleses em 1986 e conduziu a Argentina à semifinal. A equipe sul-americana depois venceu Bélgica e Alemanha Ocidental para conquistar o bicampeonato mundial.
Messi chega ao duelo de 2026 como atual campeão do mundo. A Argentina venceu a Copa de 2022, no Catar, e tenta alcançar a segunda final consecutiva. A Inglaterra, por outro lado, busca voltar à decisão do Mundial pela primeira vez desde 1966, quando conquistou seu único título.
A semifinal entre Argentina e Inglaterra será disputada em Atlanta e definirá o adversário da Espanha na final da Copa do Mundo de 2026.
Argentina e Inglaterra voltam a se enfrentar em uma Copa do Mundo pautada em jogos decisivos e episódios polêmicos. O duelo desta quarta-feira (15), que vale pela semifinal do Mundial de 2026 será o sexto encontro entre as seleções na história da competição.
Um levantamento feito pelo Bahia Notícias nesta quarta mostra que até aqui, a Inglaterra leva vantagem nos confrontos em Copas. Foram cinco partidas, com três vitórias inglesas, uma vitória argentina e um empate, que terminou com classificação da Argentina nos pênaltis. Os ingleses venceram em 1962, 1966 e 2002. Os argentinos ganharam em 1986 e avançaram após empate em 1998.
O primeiro encontro aconteceu na Copa do Mundo de 1962, no Chile. Pela fase de grupos, a Inglaterra venceu a Argentina por 3 a 1, com gols de Ron Flowers, Bobby Charlton e Jimmy Greaves. Quatro anos depois, as seleções voltaram a se encontrar, desta vez nas quartas de final da Copa de 1966, em Wembley. A Inglaterra venceu por 1 a 0, com gol de Geoff Hurst, e seguiu na campanha que terminou com o único título mundial inglês.
O confronto de 1966 ficou marcado também pela expulsão do argentino Antonio Rattín, que se recusou a deixar o campo imediatamente após receber o cartão vermelho. O episódio é considerado um dos capítulos que ampliaram a rivalidade entre os países no futebol.
Em 1986, Argentina e Inglaterra protagonizaram o encontro mais lembrado entre as seleções. Pelas quartas de final da Copa do México, Diego Maradona marcou os dois gols argentinos na vitória por 2 a 1. O primeiro ficou conhecido como "Mão de Deus". O segundo, após arrancada desde o campo de defesa, entrou para a história como um dos gols mais famosos das Copas. A Argentina avançou e terminou aquela edição campeã mundial.
O quarto duelo aconteceu em 1998, nas oitavas de final, na França. Argentina e Inglaterra empataram por 2 a 2 no tempo normal e na prorrogação. A partida teve gol de Michael Owen, expulsão de David Beckham após lance com Diego Simeone e classificação argentina nos pênaltis.
A revanche inglesa veio em 2002, na fase de grupos da Copa disputada na Coreia do Sul e no Japão. A Inglaterra venceu por 1 a 0, com gol de pênalti de David Beckham. A derrota contribuiu para a eliminação argentina ainda na primeira fase daquele Mundial.
O reencontro de 2026 acontece 24 anos depois do último duelo entre as seleções em Copas. A partida vale vaga na final contra a Espanha, que eliminou a França na outra semifinal.
Inglaterra e Argentina voltam a se encontrar em um mata-mata de Copa do Mundo nesta quarta-feira (15), às 16h (horário de Brasília), no Mercedes-Benz Stadium, em Atlanta, pela semifinal do Mundial de 2026. Com a Espanha confirmada do outro lado do chaveamento, a seleção sul-americana busca conquistar a sua quarta estrela, além de defender o título de atual campeã, enquanto os ingleses tentam voltar à decisão após baterem na trave em 1990 e 2018.
A partida terá transmissão da TV Globo, SporTV, ge, Globoplay, SBT, NSports e CazéTV. Como citado anteriormente, o vencedor do confronto enfrenta a Espanha, que chega a uma final de Copa após 16 anos, depois de mandar a favorita ao título, a França, de volta para casa.
Vindo de uma classificação iluminada por Jude Bellingham contra os noruegueses nas quartas, os ingleses, sob o comando de Thomas Tuchel, buscam manter a sequência de superação frente aos adversários, como fizeram ao longo da competição, a exemplo da classificação para cima do México com um jogador a menos. Apesar das ressalvas feitas sobre o desempenho da equipe no último jogo, o técnico dos Three Lions afirmou que os jogadores chegarão “famintos” para a semifinal.
Do outro lado, os alvicelestes, que se mostraram muito dependentes de seu camisa 10, Lionel Messi, esperam manter o espírito resiliente que garantiu as classificações contra Cabo Verde e Suíça, nas oitavas e quartas de final, respectivamente. Lionel Scaloni, técnico da Argentina, sabe que sua equipe vai precisar jogar mais futebol do que apresentou nesta Copa do Mundo. Após a vitória contra a Suíça, o craque argentino chegou a afirmar que eles “contaram com a sorte” na classificação.
Ainda dentro das quatro linhas, o confronto carrega uma das maiores histórias das Copas, remetendo a 1986, quando Diego Maradona marcou o “Gol do Século” e o gol da “Mão de Deus” contra os ingleses. Desde então, os encontros entre as seleções ficaram marcados por muita tensão, como em 1998, com a expulsão de David Beckham, e em 2002, quando o próprio Beckham decidiu o duelo na fase de grupos.
FICHA DO JOGO
Inglaterra x Argentina — Semifinal da Copa do Mundo de 2026
Data: 15/07/2026
Horário: 16h (horário de Brasília)
Local: Mercedes-Benz Stadium, em Atlanta (EUA)
Transmissão: TV Globo, SporTV, ge, Globoplay, SBT, NSports e CazéTV
Arbitragem: Ismail Elfath (EUA)
Assistentes: Corey Parker (EUA) e Kyle Atkins (EUA)
VAR: Marco Di Bello (Itália)
Provável Argentina: Emiliano Martínez; Molina, Romero, Lisandro Martínez e Tagliafico; Paredes, Enzo Fernández, De Paul, Mac Allister e Messi; Julián Álvarez. Técnico: Lionel Scaloni.
Provável Inglaterra: Pickford; O'Reilly, Guéhi, Stones e Konsa; Anderson, Rice e Bellingham; Gordon, Saka e Kane. Técnico: Thomas Tuchel.
FRANÇA 0 X 2 ESPANHA
Diante de pouco mais de 70 mil torcedores, a Espanha venceu a França por 2 a 0. Os gols foram marcados por Mikel Oyarzabal, que converteu uma cobrança de pênalti na primeira etapa, e Pedro Porro, que definiu o placar no segundo tempo. Lamine Yamal chegou a balançar as redes, mas o lance foi anulado devido ao impedimento. Esta é a segunda vez que os espanhóis chegam a uma final, buscando repetir o feito de 2010, quando conquistaram o único título mundial de sua história com o gol histórico de Andrés Iniesta na prorrogação contra a Holanda.
A Fifa definiu os uniformes que serão utilizados pelas seleções nas semifinais da Copa do Mundo de 2026. França e Inglaterra atuarão como mandantes de seus confrontos e entrarão em campo com os uniformes principais, enquanto Espanha e Argentina jogarão com a segunda opção.
A primeira semifinal será disputada nesta terça-feira (14), às 16h, no horário de Brasília, entre França e Espanha. A seleção francesa usará camisa azul, shorts brancos e meiões vermelhos. O goleiro francês vestirá uniforme verde.
Do outro lado, a Espanha atuará com camisa branca, shorts vermelhos e meiões brancos. O goleiro espanhol entrará em campo com uniforme amarelo.
Na segunda semifinal, marcada para quarta-feira (15), também às 16h, Inglaterra e Argentina disputarão a outra vaga na decisão. Os ingleses jogarão com uniforme totalmente branco. O goleiro da Inglaterra usará amarelo.
A Argentina, por sua vez, utilizará o segundo uniforme. A seleção sul-americana entrará em campo com camisa azul escura, shorts pretos e meiões pretos com detalhes em branco. O goleiro argentino vestirá uniforme verde-água com detalhes em azul.
As definições fazem parte do protocolo da Fifa para evitar conflito visual entre as equipes e facilitar a identificação de jogadores, goleiros, arbitragem e público durante as partidas.
As semifinais definirão os dois finalistas da Copa do Mundo. O vencedor de França x Espanha enfrentará quem avançar de Inglaterra x Argentina na decisão do torneio.
No caso da Argentina, a escolha do uniforme também carrega uma outra simbologia. Segundo a ESPN, a federação argentina solicitou à Fifa autorização para utilizar a segunda camisa diante da Inglaterra.
Em Copas do Mundo, a Argentina venceu os dois confrontos contra os ingleses em que atuou de azul. Em 1986, derrotou a Inglaterra por 2 a 1 nas quartas de final, em jogo marcado pelos dois gols de Diego Maradona. Em 1998, pelas oitavas, voltou a jogar de azul e avançou nos pênaltis após empate por 2 a 2.
Confira abaixo as combinações:

A Argentina chega à semifinal da Copa do Mundo de 2026 com um retrospecto particular envolvendo a arbitragem de vídeo. Até o momento, nenhuma decisão tomada em campo foi revertida pelo VAR de maneira desfavorável à seleção comandada por Lionel Scaloni.
Um levantamento produzido pelo NetSI Sport, grupo de pesquisa ligado à Northeastern University, contabilizou as intervenções realizadas durante os primeiros 97 jogos do Mundial. No recorte, que abrangia a fase de grupos e as oitavas de final, a Argentina registrava quatro mudanças de decisão a seu favor e nenhuma contra. O México também possuía quatro alterações favoráveis naquele momento.
A análise considerou decisões efetivamente modificadas após a atuação do árbitro de vídeo, principalmente em lances relacionados a faltas. Isso significa que checagens nas quais a marcação original foi mantida, assim como reclamações que não provocaram uma revisão, não aparecem como reversões.
Segundo o estudo, foram registradas 35 intervenções do VAR nos 97 jogos analisados. Na Copa do Mundo de 2022, foram contabilizadas 26, enquanto a edição de 2018, primeira com a utilização da tecnologia, teve 22.
O levantamento foi publicado antes da classificação argentina diante da Suíça. Nas quartas de final, uma nova intervenção terminou favoravelmente à atual campeã mundial.
O atacante suíço Breel Embolo recebeu o segundo cartão amarelo e foi expulso após uma revisão do VAR. A arbitragem havia marcado uma infração a favor da Suíça, mas utilizou o protocolo relacionado a erro de identificação e concluiu que Embolo havia simulado o contato. A decisão também mudou o sentido da falta inicialmente assinalada.
A utilização do protocolo foi contestada pelo técnico suíço Murat Yakin e pela ex-árbitra Fifa Christina Unkel. Na avaliação da analista, a revisão não se limitou a identificar corretamente o jogador envolvido e acabou mudando a interpretação completa da jogada, aproximando o VAR de uma nova arbitragem do lance.
Com isso, a Argentina passou a ter ao menos cinco mudanças de decisão favoráveis no torneio, mantendo o registro de nenhuma reversão contrária até a semifinal.
RECLAMAÇÕES COMEÇARAM NA FASE DE GRUPOS
As discussões em torno da arbitragem argentina começaram na estreia, diante da Argélia. A federação argelina apresentou uma reclamação após a derrota por 3 a 0 e questionou, entre outros lances, a ausência de uma expulsão para Lionel Messi após um contato com Aïssa Mandi. O camisa 10 permaneceu em campo e marcou três gols na partida.
O debate aumentou nas oitavas de final, quando a Argentina venceu o Egito por 3 a 2. A seleção africana chegou a marcar no segundo tempo, mas o gol foi anulado depois que o VAR identificou uma falta de Marwan Attia sobre Lisandro Martínez durante a construção da jogada.
Nos minutos finais, os egípcios também pediram um pênalti sobre Mohamed Salah. A arbitragem, porém, entendeu que houve um contato normal com Julián Álvarez e manteve o jogo. Pouco depois, a Argentina marcou o gol da classificação.
O chefe de arbitragem da Fifa, Pierluigi Collina, defendeu as decisões. De acordo com o dirigente, todos os gols passam por uma análise da fase ofensiva que originou o lance, sem um limite fixo de tempo ou distância para que uma falta seja considerada. Collina afirmou ainda que o contato sobre Salah não configurou infração e rejeitou qualquer possibilidade de influência externa sobre os árbitros.
NÚMEROS NÃO COMPROVAM FAVORECIMENTO
Apesar do saldo favorável à Argentina, o próprio estudo alerta que os dados não permitem concluir que exista uma atuação deliberada dos árbitros para beneficiar uma seleção.
Brennan Klein, diretor do NetSI Sport, explicou que os números mostram apenas quantas marcações foram alteradas e para qual lado as mudanças ocorreram. Uma intervenção favorável pode indicar, por exemplo, que o árbitro de campo cometeu um erro contra aquela equipe e que o VAR corrigiu a decisão.
Dessa forma, o dado objetivo é que a Argentina ainda não teve uma marcação de campo modificada pelo VAR em seu prejuízo. O retrospecto, porém, não representa por si só uma prova de favorecimento, embora as decisões tenham ampliado a pressão sobre a arbitragem antes do confronto com a Inglaterra pela semifinal.
A semifinal da Copa do Mundo de 2026 entre Argentina e Inglaterra mobilizou as autoridades de segurança dos Estados Unidos. A polícia de Atlanta está em estado de alerta diante da possibilidade de conflitos entre torcedores das duas seleções, protagonistas de uma das rivalidades mais intensas do futebol mundial. A informação é de Leonardo Baran, correspondente do Bahia Notícias.
Argentinos e ingleses se enfrentam nesta quarta-feira (15), às 16h, no horário de Brasília, no Atlanta Stadium, nome utilizado pela Fifa para o Mercedes-Benz Stadium durante a competição. A partida vale uma vaga na decisão do Mundial.
A expectativa é de que aproximadamente 75 mil pessoas acompanhem o confronto no estádio, com uma divisão equilibrada entre torcedores argentinos e ingleses. Um dos principais pontos de preocupação é a limitada separação das duas torcidas nas arquibancadas.
Em jogos da Copa do Mundo, apenas os ingressos distribuídos diretamente às federações costumam ocupar setores específicos. Os bilhetes adquiridos por meio das vendas gerais e da plataforma de revenda da Fifa podem colocar torcedores das duas seleções lado a lado.
Diante do cenário, o Departamento de Polícia de Atlanta aumentou o efetivo e os recursos destinados à segurança nas áreas de maior circulação da cidade, especialmente nos arredores do estádio e nos pontos de concentração dos torcedores. As autoridades querem impedir que provocações relacionadas à rivalidade histórica se transformem em confrontos físicos.
Apesar de o comportamento dos ingleses ter sido considerado positivo ao longo do Mundial, registros isolados de confusões envolvendo torcedores das duas nacionalidades elevaram o nível de atenção. A presença expressiva de comunidades argentinas e britânicas nos Estados Unidos também deve aumentar o público nas ruas de Atlanta antes e depois da partida.
A rivalidade entre Argentina e Inglaterra ultrapassa as quatro linhas. O conflito político entre os países foi intensificado pela Guerra das Malvinas, chamada de Falklands War pelos britânicos, travada em 1982 pelo controle do arquipélago localizado no Atlântico Sul.
Quatro anos depois, as seleções se encontraram nas quartas de final da Copa do Mundo de 1986, no México. Diego Maradona marcou os dois gols da vitória argentina por 2 a 1. O primeiro foi anotado com a mão e validado pela arbitragem, em um lance que ficou conhecido mundialmente como a "Mão de Deus".
Poucos minutos depois, Maradona atravessou o campo, passou por jogadores ingleses e marcou o gol posteriormente eleito pela Fifa como o mais bonito da história das Copas. Para os argentinos, a vitória ganhou um significado que foi além do futebol em razão da guerra ocorrida quatro anos antes.
A tensão entre as seleções, no entanto, já existia desde a Copa de 1966. Na ocasião, a Inglaterra venceu a Argentina por 1 a 0 nas quartas de final, em Wembley, em uma partida marcada pela expulsão do capitão argentino Antonio Rattín. A confusão provocada pela falta de uma sinalização clara da arbitragem contribuiu posteriormente para a criação dos cartões amarelo e vermelho.
Os países voltaram a se enfrentar nas oitavas de final do Mundial de 1998. Após empate por 2 a 2, a Argentina avançou nos pênaltis em um jogo marcado pela expulsão de David Beckham. Quatro anos depois, Beckham marcou de pênalti o gol da vitória inglesa por 1 a 0 na fase de grupos da Copa de 2002.
O último encontro entre as seleções ocorreu em um amistoso disputado em 2005, vencido pela Inglaterra por 3 a 2. Já o confronto desta quarta será o primeiro entre argentinos e ingleses em uma Copa do Mundo em 24 anos.
Na tentativa de diminuir a tensão antes da semifinal, o técnico argentino Lionel Scaloni afirmou que o duelo deve ser tratado apenas como uma partida de futebol. Jogadores da seleção argentina também defenderam que as questões políticas e históricas não sejam levadas para dentro do estádio.
Em campo, a Argentina chegou à semifinal após vencer a Suíça por 3 a 1, na prorrogação. A Inglaterra avançou ao superar a Noruega por 2 a 1. O vencedor enfrentará França ou Espanha na final da Copa do Mundo, marcada para domingo (19), no New York New Jersey Stadium.
Enquanto a Argentina tenta seguir viva na disputa pelo título da Copa do Mundo de 2026, a Associação do Futebol Argentino (AFA) sofre uma enorme pressão fora das quatro linhas. Informações do jornal argentino La Nación, repercutidas na última semana, apontam que promotores federais dos Estados Unidos e agentes do FBI investigam operações financeiras da entidade em território norte-americano.
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A apuração busca entender como a AFA, presidida por Claudio “Chiqui” Tapia, movimentou valores milionários pelo sistema financeiro dos Estados Unidos. Os investigadores também analisam se parte dessas transações pode configurar crimes sob jurisdição americana, incluindo suspeitas de fraude e lavagem de dinheiro.
O caso ainda está em fase preliminar e, até o momento, não há denúncia formal anunciada contra a entidade ou seus dirigentes. A investigação, no entanto, mira o funcionamento financeiro de contratos internacionais e os caminhos usados para entrada e saída de recursos vinculados à federação argentina.
De acordo com o La Nación, os promotores procuram pessoas com conhecimento direto sobre a administração de Tapia e de Guillermo Toviggino, dirigente ligado à estrutura da AFA. A intenção é reunir informações sobre a forma como a entidade operou nos últimos anos e sobre eventuais repasses feitos a empresas e pessoas próximas à cúpula do futebol argentino.
Um dos pontos centrais da investigação é a TourProdEnter LLC, empresa sediada nos Estados Unidos e ligada ao produtor teatral Javier Faroni. A companhia seria responsável pela cobrança de contratos comerciais internacionais da AFA e teria administrado receitas milionárias da entidade.
Conforme documentos citados pela imprensa argentina, Javier Faroni e sua esposa, Erica Gillette, movimentaram recursos por contas abertas em instituições financeiras como Citibank, Synovus Financial, Bank of America, JPMorgan Chase e PNC Bank.
A TourProdEnter teria operado pelo menos US$ 260 milhões em receitas relacionadas à AFA. Os investigadores, porém, apuram se todos os valores movimentados tinham origem e destino devidamente justificados.
Entre as transações sob análise estão transferências para empresas ligadas a pessoas que, segundo registros citados pela reportagem, recebiam benefícios sociais e viviam em cidades como Buenos Aires e Bariloche. A investigação também cita pagamentos destinados a companhias relacionadas a Toviggino e familiares, além de pessoas próximas à estrutura da seleção argentina.
O Departamento de Justiça dos Estados Unidos também avalia ouvir ex-integrantes do governo de Javier Milei. A expectativa é que essas pessoas possam contribuir com informações sobre eventuais fiscalizações, alertas ou documentos produzidos nos últimos anos envolvendo operações da AFA.
A investigação começou a ser estruturada em 2025 e é conduzida por promotores federais em Washington e no Distrito Sul da Flórida.
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Um maestro de regência silenciosa. Foi assim que Lionel Messi conduziu a vitória da Argentina por 3 a 1 sobre a Suíça, na madrigada deste domingo (12), no Arrowhead Stadium, em Kansas City, Missouri (EUA). Sem precisar dominar o jogo com a bola nos pés o tempo todo, o camisa 10 apareceu, junto aos companheiros, quando necessário e garantiua classificação argentina para a semifinal da Copa do Mundo.
Os Alvicelestes não fizeram primeiro tempo, mas conseguiram ir para o intervalo em vantagem. Até então discreto na partida, Messi cobrou escanteio na medida para Alexis Mac Allister abrir o placar de cabeça, aos 11 minutos.
Na segunda etapa, a Argentina mostrou sinais de desgaste e teve dificuldades para manter o controle da partida. A Suíça acelerou o ritmo, passou a ocupar o campo de ataque com mais frequência e encontrou o empate aos 22 minutos. Ndoye tabelou com Ricardo Rodríguez na entrada da área, recebeu de volta já dentro da área e bateu cruzado. A bola passou por baixo de Dibu Martínez antes de morrer no fundo da rede.
Mas o jogo mudou rapidamente. Dois minutos depois, o VAR chamou o árbitro para revisar um cartão amarelo inicialmente mostrado a Leandro Paredes. Após a análise, a arbitragem identificou uma simulação de Embolo no lance. O atacante suíço recebeu o segundo amarelo e acabou expulso, deixando a Argentina com um jogador a mais.
Com superioridade numérica e após as mudanças feitas durante a parada para hidratação, a equipe de Lionel Scaloni voltou a pressionar, abusando dos cruzamentos para a área. A defesa suíça, porém, resistiu, e a decisão seguiu para a prorrogação.
O primeiro tempo do tempo extra foi marcado por um jogo de muita disputa física. A Argentina encontrava dificuldades para furar a forte marcação suíça e também sofria para conquistar as segundas bolas. Quando tudo indicava uma definição nos pênaltis, Julián Álvarez apareceu.
Faltando apenas oito minutos para o fim da prorrogação, o atacante recebeu livre na entrada da área e acertou um belo chute no ângulo esquerdo de Kobel. Sem chances para o goleiro suíço. Quando tudo parecia decidido, no rebote de um contra-ataque Lautaro Martínez marca o golaço que colocou a Argentina na semifinal da Copa do Mundo.
PRÓXIMOS PASSOS
Mais cedo, a Inglaterra derrotou a Noruega, também na prorrogação, e garantiu sua vaga entre os quatro melhores do torneio. Agora, argentinos e ingleses voltam a se enfrentar em um mata-mata de Mundial. A semifinal será disputada na quarta-feira (15), no Mercedes-Benz Stadium, em Atlanta (EUA).
Do outro lado da chave, França e Espanha disputam a outra vaga na decisão na terça-feira (14), às 16h (horário de Brasília), no AT&T Stadium, em Dallas.
O técnico da Argentina, Lionel Scaloni, voltou a negar que a seleção seja beneficiada pela arbitragem na Copa do Mundo de 2026. Em entrevista coletiva antes do duelo contra a Suíça, pelas quartas de final, o treinador afirmou que as acusações acompanham a equipe há décadas e disse que elas servem de motivação para os jogadores.
Segundo Scaloni, o discurso sobre um possível favorecimento à Argentina não surgiu nesta edição do Mundial.
"Não sei se falo em nome da Argentina, mas há muito tempo, desde 1986, dizem que somos favorecidos. Não é algo recente. Há críticas, e isso vem sendo usado, desde que me lembro, sempre contra a Argentina", afirmou.
O treinador reconheceu que as críticas chegam ao elenco, mas disse que o grupo transforma a situação em combustível dentro de campo.
"Levamos isso em consideração e, sim, isso afeta os jogadores. Usamos isso como uma espécie de rebeldia, incentivando-os a se rebelarem para que joguem ainda melhor", declarou.
Scaloni também saiu em defesa da arbitragem e do uso do árbitro de vídeo (VAR). Para ele, a tecnologia reduz a possibilidade de erros e torna improvável qualquer tipo de favorecimento.
A Argentina chega às quartas de final cercada por questionamentos após decisões da arbitragem favoráveis à equipe durante a competição. A seleção teve três pênaltis marcados a seu favor no Mundial, embora Lionel Messi tenha desperdiçado duas cobranças. Os lances geraram reclamações, especialmente após a vitória sobre o Egito nas oitavas.
A equipe argentina enfrenta a Suíça neste sábado (11), às 22h (horário de Brasília), em busca de uma vaga nas semifinais da Copa do Mundo de 2026.
Os últimos semifinalistas da Copa do Mundo de 2026 serão conhecidos neste sábado (11). Com França e Espanha já confirmadas de um lado do chaveamento, Noruega e Inglaterra, de um lado, e Argentina e Suíça, de outro, disputam as vagas restantes que consagram as quatro melhores seleções do Mundial.
A programação de jogos começa às 18h com o duelo entre Noruega e Inglaterra, em Miami. Mais tarde, às 22h, Argentina e Suíça se enfrentam em Kansas City. Ambos os confrontos acontecem nos Estados Unidos.
SAIBA ONDE ASSISTIR AOS JOGOS DA COPA DO MUNDO DESTE SÁBADO
18h – Noruega x Inglaterra
Local: Hard Rock Stadium, Miami (EUA)
Transmissão: CazéTV
22h – Argentina x Suíça
Local: Arrowhead Stadium, Kansas City (EUA)
Transmissão: CazéTV
RELEMBRE O CHAVEAMENTO DA COPA DO MUNDO
A França aparece como a principal favorita dos moradores de Salvador para conquistar a Copa do Mundo de 2026, que ainda acreditam que os franceses vão vencer em um cenário em que derrote a Argentina na final. É o que indica a sexta rodada da pesquisa realizada pela Duplamente Inteligência de Mercado em parceria com o Portal Bahia Notícias, às vésperas da definição dos semifinalistas da competição.
Segundo o levantamento, 41,5% dos entrevistados acreditam que a seleção francesa será campeã do Mundial. A Argentina aparece na sequência, com 34% das respostas, enquanto a Espanha foi citada por 15,5% e a Bélgica por 9%.
O favoritismo francês também aparece na projeção dos finalistas. Para 46% dos entrevistados, a França chegará à decisão da Copa, seguida pela Argentina, mencionada por 38,5%. Espanha (10,5%) e Bélgica (5%) completam a lista.
Quando questionados sobre quais seleções avançariam às semifinais, os entrevistados apontaram a França como a mais lembrada, com 88,5% das citações. A Argentina apareceu em seguida, com 82%, enquanto Espanha e Bélgica receberam, respectivamente, 64,5% e 35,5% das menções.
A pesquisa ouviu 400 moradores de Salvador e possui margem de erro de 4,9 pontos percentuais, com nível de confiança de 95%.
Um instrutor de voo se atirou de um avião em pleno voo na Argentina. O caso aconteceu no último sábado (4), quando Leandro Bertazzo, de 42 anos, deixou uma aluna de 22 anos sozinha na cabine. Ela avisou a equipe de solo sobre o ocorrido e conseguiu pousar em segurança.
O corpo de Leandro foi encontrado em uma área rural da cidade de Toledo, na província de Córdoba."Você sabe o que tem que fazer, siga em frente", teria dito Bertazzo à aluna, antes de saltar. O depoimento foi narrado pelo diretor da escola de aviação Flying Parrot Córdoba, Eduardo Alvarez.
Ao jornal argentino "Clarín", o diretor da escola afirmou que, “assim que disse isso, Leandro tirou os fones de ouvido, deixou o celular de lado e abriu a porta — algo muito difícil de fazer devido à pressão do ar".
Bertazzo e a aluna estavam em um Cessna C-150, uma aeronave pequena, a cerca de 250 metros de altitude. A aluna, que não teve o nome revelado, apesar de abalada, entrou em contato com a equipe em solo para ajudá-la a realizar o pouso, que aconteceu normalmente. Ela já possuía licença para pilotar aeronaves, mas tinha poucas horas de voo e estava fazendo uma sessão de treinamento.
O "Clarín" afirma que o piloto havia procurado atendimento psiquiátrico, mas não havia comunicado isso à escola de voo.
Antes do voo em que saltou da aeronave, Bertazzo havia realizado no mesmo dia um outro voo de instrução. Embora trabalhasse como instrutor, Bertazzo havia feito carreira como piloto comercial. O incidente está sendo investigado pela Justiça Federal de Córdoba.
Sem jogos nesta quarta, Copa do Mundo tem pausa antes da próxima fase eliminatória; veja programação
A Copa do Mundo de 2026 não terá jogos nesta quarta-feira (8). Depois da sequência de partidas pelas fases eliminatórias, o Mundial faz uma pausa antes do início das quartas de final, etapa que reunirá as oito seleções ainda vivas na briga pelo título.
A bola volta a rolar nesta quinta-feira (9), com França x Marrocos, às 17h, no horário de Brasília, em Boston, nos Estados Unidos. O confronto abre a fase que vai definir os semifinalistas da competição.
As quartas seguem na sexta-feira (10), com Espanha x Bélgica, às 16h. No sábado (11), a programação terá rodada dupla: Noruega x Inglaterra, às 18h, e Argentina x Suíça, às 22h.
A pausa desta quarta também marca o primeiro dia sem partidas após 27 dias consecutivos de jogos no Mundial. Com o Brasil já eliminado pela Noruega nas oitavas de final, a Copa entra na reta decisiva com França, Marrocos, Espanha, Bélgica, Noruega, Inglaterra, Argentina e Suíça na disputa.
Confira a programação das quartas de final da Copa do Mundo:
Quinta-feira (9)
17h – França x Marrocos
Sexta-feira (10)
16h – Espanha x Bélgica
Sábado (11)
18h – Noruega x Inglaterra
22h – Argentina x Suíça
As semifinais estão previstas para os dias 14 e 15 de julho. A disputa pelo terceiro lugar acontece no dia 18, enquanto a grande final será realizada no dia 19 de julho, em Nova Jersey.
O influenciador digital baiano Iran de Santana Alves, o Luva de Pedreiro, saiu em defesa do streamer norte-americano Darren Jason Watkins Jr., mais conhecido como IShowSpeed ou apenas Speed, após um episódio de racismo na Copa do Mundo.
Speed, dono de um perfil com mais de 55 milhões de inscritos no YouTube, foi alvo de ataques racistas ao acompanhar a partida entre Argentina e Egito, na última terça-feira (7), em Atlanta. Da arquibancada, um torcedor argentino imitou um macaco na direção do streamer após Enzo Fernández marcar o gol da virada da seleção sul-americana e confirmar a passagem da Argentina para a próxima fase.
Surpreendo um total de zero pessoas, um argentino imitando um macaco pro Speed
— FluResenha (@resenhaflutt) July 7, 2026
raça de filha da puta, pior ainda é saber que tem brasileiro torcendo pra essa merda pic.twitter.com/CfAU8oGdTV
Em vídeo publicado no Instagram, Luva, que assistiu aos jogos da Copa acompanhado de Speed, cobrou a Fifa por um posicionamento.
"Cenas feias, né, minha tropa. Meu parceiro Speed sofrendo racismo aí. Bora, Fifa. Tem que punir esses vagabundos, esse safado aí. Se esse cara faz essas paradas na frente das câmeras, imagina fora das câmeras", disse.
Isso precisa acabar. pic.twitter.com/fKvt1a0owy
— Luva???????? (@luvadepedreiro) July 7, 2026
O baiano ainda reforçou que o torcedor argentino deveria ser proibido de frequentar o estádio. "Tem que punir para não entrar em estádio, ir preso e a porr* toda. Senão, quem vai dar conta é nós, na base do cacete".
No jogo anterior da Argentina contra Cabo Verde, Speed já tinha sido alvo de ofensas racistas por parte dos sulamericanos. Vídeos divulgados nas redes sociais mostram um torcedor argentino fazendo um comentário apontado como de cunho racista e dizendo para que ele "voltasse para casa". Em outro momento, um segundo torcedor afirma que IShowSpeed deveria "ir chorar no zoológico".
Na ocasião, a Fifa abriu uma investigação para apurar supostos insultos. "A Fifa condena veementemente o racismo, o ódio e a discriminação em todas as suas formas. Essas ações não têm lugar no futebol, na Copa do Mundo da Fifa ou em qualquer lugar da sociedade".
Curtas do Poder
Pérolas do Dia
João Roma
"Claro que existem preferências. Neto tem uma relação com Caiado, que era do União Brasil. Caiado apoia Neto, Zema apoia Neto, Flávio Bolsonaro apoia ACM Neto. Mesmo os que não estão na Bahia veem que a Bahia precisa mudar de rumo".
Disse o ex-ministro da Cidadania no governo Bolsonaro e pré-candidato ao Senado João Roma (PL) ao afirmar que à exceção do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), todos os pré-candidatos ao Planalto em 2026 devem apoiar o ex-prefeito de Salvador e pré-candidato da oposição ao Governo da Bahia, ACM Neto (União).