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Edu Mota

Artigos

Ernesto Marques
Jabuti não sobe em árvore
Foto: Divulgação

Jabuti não sobe em árvore

A expressão é comum nos corredores em que jornalistas, assessores e políticos movimentam os chamados bastidores. Refere-se a algum acontecimento estranho, consumdo por causa da ação deliberada de quem prefere o anonimato. Claro! Se aparece um jabuti no alto de uma árvore, é porque alguém o colocou lá em cima, sabe-se lá qual a razão. Mas é fato: jabuti não sobe em árvore.

Multimídia

Cezar Leite afirma que título a Flávio Bolsonaro sofreu ataques por causa das eleições

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O vereador de Salvador Cezar Leite (PL) atribuiu a repercussão da entrega do Título de Cidadão Soteropolitano ao senador Flávio Bolsonaro (PL) ao cenário eleitoral. Em entrevista ao Projeto Prisma, do Bahia Notícias, nesta segunda-feira (26), ele comparou a homenagem a outras concedidas a figuras nacionais e criticou a tentativa de barrar a solenidade na Justiça.

Entrevistas

Entrevista Exclusiva: Ministra Rachel Barros detalha ações do MIR para a população negra

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Nesta segunda-feira (10), a ministra da Igualdade Racial, Rachel Barros, esteve em Salvador para participar do Colóquio Internacional Cultura, Relações Exteriores, Desenvolvimento e Reparação. O evento, que acontece nas cidades de Salvador e Cachoeira, integra as celebrações pelos 25 anos de fundação do FENEBA e desdobra as discussões iniciadas no 9º Congresso Panafricano, sediado em Lomé, no Togo.

Equipe

Edu Mota

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Jornalista com mais de 30 anos de atuação na cobertura da área política em Brasília, passando por assessoria de imprensa, consultoria a órgãos e entidades, edição de informativos, jornais, sites e redes sociais. No Congresso Nacional, foram mais de 25 anos trabalhando em assessoria de imprensa e comunicação de deputados e senadores, além de coordenar a equipe de comunicação do PTB.

Últimas Notícias de Edu Mota

Banco Central interrompe ciclo de cortes e decide manter a taxa Selic em 13,75% ao ano
Foto: Reprodução / Agência Brasil

Em decisão unânime e que já era esperada por grande parte dos analistas do mercado financeiro, o Comitê de Política Monetária do Banco Central decidiu, nesta quarta-feira (4), interromper o ciclo de cortes na taxa básica de juros. Com isso, a Selic continuará no patamar de 13,75% ao ano.

 

No comunicado divulgado sobre a decisão, os membros do Copom afirmam que o ambiente externo tornou-se mais adverso em função do prolongamento dos conflitos armados no Oriente Médio. Com isso, foram verificados impactos sobre o preço do petróleo e derivados, e da política monetária mais restritiva nas economias avançadas.

 

"Tal cenário exige cautela por parte de países emergentes em ambiente marcado por elevação da volatilidade de preços de ativos e commodities", diz o comunicado.

 

Em relação ao cenário doméstico, os membros do Copom avaliam que o conjunto dos indicadores divulgados desde a última reunião aponta para uma moderação mais acentuada da atividade econômica, principalmente em setores mais cíclicos. 

 

"O mercado de trabalho permanece resiliente, porém apresentando sinais de desaquecimento na margem. Nas divulgações mais recentes, a inflação cheia e a média das medidas subjacentes aceleraram, situando-se acima do limite superior do intervalo de tolerância da meta", diz o Copom.

 

Com a decisão tomada nesta quarta pelo Banco Central, o Brasil segue com a maior taxa de juros reais no mundo. A taxa brasileira está em 9,49%, contra 7,77% da Turquia, que tem a segunda maior taxa, e os 6,8% da Argentina, o terceiro maior juro real do mundo.

Governo Lula vence disputa com oposição e aprova PEC da Segurança Pública também em 2° turno
Foto: Reprodução / Agência Brasil

O Senado Federal aprovou, nesta terça-feira (3), em segundo turno, a Proposta de Emenda à Constituição (PEC) da Segurança Pública. A votação ocorreu após um impasse envolvendo requerimentos apresentados por partidos para que emendas sobre a redução da maioridade penal fossem analisadas separadamente da proposta principal. No primeiro turno, o texto foi aprovado por 73 votos. Para avançar, eram necessários pelo menos 49 votos favoráveis em cada turno.

 

Mais cedo, os senadores decidiram não apreciar, junto à PEC, os destaques apresentados pelo PL e pelo PT que tratavam da redução da maioridade penal. O plenário aprovou dois requerimentos para que as propostas tramitem de forma independente.

 

O PL defendia a redução da maioridade penal para 16 anos em casos de crimes de menor gravidade e para 14 anos nos crimes hediondos. Já a proposta apresentada pelo PT previa a redução para 16 anos exclusivamente em casos de crimes hediondos, mantendo a regra atual para os demais delitos. No fim, essa disputa acabou com vitória para a bancada governista, com a aliança com o presidente Davi Alcolumbre (União);

 

Antes da votação em segundo turno, os senadores também analisaram o único destaque que permaneceu vinculado à proposta. Apresentada pelo PL, a emenda prevê que o Fundo Nacional de Segurança Pública também possa financiar ações das Forças Armadas em operações de Garantia da Lei e da Ordem (GLO). O destaque foi aprovado por 67 votos favoráveis e nenhum contrário.

 

Lula no Senado Federal | Foto ilustrativa: Reprodução / Agência Senado

 

A proposta estabelece na Constituição o Sistema Único de Segurança Pública (Susp), com o objetivo de ampliar a integração entre União, estados e Distrito Federal no enfrentamento à criminalidade. Entre as principais mudanças previstas no texto estão:

  • Criação de polícias municipais: autoriza a criação de corporações municipais para atuar no policiamento ostensivo e comunitário.

  • Ampliação das atribuições da PRF: permite que a Polícia Rodoviária Federal atue também no policiamento de hidrovias e ferrovias, além de prestar apoio a outras forças de segurança quando solicitada pelos governadores.

  • Competência da União: mantém a Polícia Federal e a Polícia Rodoviária Federal sob competência privativa da União, assim como a definição de normas para as atividades de inteligência.

  • Expropriação de bens ligados ao crime: permite a expropriação de bens, direitos e valores econômicos envolvidos em atividades criminosas. A medida alcança organizações criminosas, grupos paramilitares e milícias privadas.

  • Regras mais rígidas para criminosos: prevê a obrigatoriedade de cumprimento de prisão em estabelecimentos penais de segurança máxima ou de natureza especial, além de restrições à progressão de regime, à liberdade provisória, com ou sem fiança, e à saída temporária.

  • Integração entre forças de segurança: prevê a formação de forças-tarefa intergovernamentais e amplia a articulação entre os órgãos de segurança pública dos diferentes entes federativos.

 

A aprovação da PEC é considerada estratégica para o governo do presidente Lula da Silva (PT), que pretende recriar o Ministério da Segurança Pública após a conclusão da tramitação da proposta. A intenção do Executivo é estabelecer uma pasta permanente para coordenar as políticas nacionais do setor e ampliar a articulação entre os órgãos de segurança pública dos diferentes entes federativos.

 

Senado aprova PEC da Segurança Pública em 1º turno sem emendas sobre redução da maioridade penal
Foto: Reprodução / TV Senado

O Senado aprovou nesta terça-feira (3), com 73 votos, a PEC da Segurança Pública sem as emendas que propõem a redução da maioridade penal. Com o resultado, os requerimentos que buscavam manter as propostas vinculadas ao texto foram prejudicados, e a matéria segue para análise do plenário em primeiro turno.

 

A PEC ainda precisa passar por uma segunda votação no Senado. Para ser aprovada em definitivo, a proposta precisa receber pelo menos 49 votos favoráveis, o equivalente a três quintos dos senadores, nos dois turnos de votação. Mais cedo, os parlamentares aprovaram dois requerimentos para que as emendas relacionadas à redução da maioridade penal sejam analisadas de forma independente da PEC da Segurança Pública.

 

O PL defende a redução da maioridade penal para 16 anos em casos de crimes de menor gravidade e para 14 anos em crimes hediondos. Já a proposta apresentada pelo PT prevê a diminuição para 16 anos exclusivamente nos casos de crimes hediondos, mantendo a regra atual para os demais delitos.

 

O impasse em torno do tema provocou o adiamento da votação da PEC anteriormente. O governo federal sinalizou apoio à discussão da redução da maioridade penal para 16 anos em casos de crimes hediondos, mas defende que a mudança seja debatida em uma proposta própria, que já está em tramitação na Câmara dos Deputados.

 

Integrantes do PL, por outro lado, tentavam incluir no texto em análise no Senado a redução da maioridade penal para 14 anos em casos de crimes graves. A votação é considerada um dos primeiros testes de articulação do governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) após a vitória nas eleições. A gestão federal tem interesse em aprovar a proposta ainda em 2026, antes da mudança na composição do Senado a partir de 2027.

Senado decide, por 38 a 36, votar PEC da Segurança Pública sem emendas sobre redução da maioridade penal
Foto: Reprodução / TV Senado

O Senado decidiu, por 38 votos a 36, votar a Proposta de Emenda à Constituição (PEC) da Segurança Pública sem as emendas que propõem a redução da maioridade penal. Com o resultado, os requerimentos apresentados pelo relator Rogério Carvalho (PT-SE), que buscavam retirar as propostas do texto e encaminhá-las para tramitação separada, foram prejudicados.

 

A votação ocorreu nesta terça-feira (3), antes da análise do mérito da PEC. O presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União-AP), conduziu o procedimento com base no artigo 312 do Regimento Interno da Casa.

 

As emendas tratam de duas propostas distintas para reduzir a maioridade penal. Uma delas, apresentada pelo senador Rogério Marinho (PL-RN), prevê a redução para 16 anos como regra geral e para 14 anos em casos de crimes específicos, como hediondos, tortura, tráfico de drogas, terrorismo e participação em organizações criminosas. A outra, de autoria do senador Camilo Santana (PT-CE), propõe a redução para 16 anos apenas em casos de crimes hediondos.

 

O governo defendia que a discussão sobre a maioridade penal fosse feita separadamente da PEC da Segurança Pública. Já integrantes da oposição queriam manter as emendas vinculadas à proposta e defender sua votação durante a análise do texto.

 

Durante a sessão, Rogério Marinho criticou a condução da votação e classificou o episódio como um “questionamento eleitoral”. A sessão foi realizada em formato semipresencial e contou com 79 senadores. Mesmo nos Estados Unidos, Flávio Bolsonaro (PL) registrou presença no plenário. Foi a primeira vez que o senador marcou presença em uma sessão desde que deixou o Brasil.

Semana tem pronunciamento de Lula, PEC da Segurança Pública, bets no STF e decisão sobre juros
Foto: Reprodução Youtube

A primeira semana de novembro, mais curta devido ao feriado do Dia de Finados, tem o governo e o Congresso Nacional atuando para acelerar a votação de propostas consideradas prioritárias para serem aprovadas antes do fim de 2026. Entre as prioridades está a PEC da Segurança Pública, incluída na pauta do Senado para a próxima terça-feira (3), a PEC da Tarifa Zero, a MP (Medida Provisória) que proíbe as bets e a votação do Orçamento de 2027.

 

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva também pretende, nesta semana, fazer um pronunciamento à nação, além de participar de uma live no canal Exército do Lula, no WhatsApp. Ao mesmo tempo, o presidente Lula segue na montagem do seu ministério para o quarto mandato, a partir de janeiro de 2027.

 

A semana ainda tem uma importante decisão na área econômica, com a reunião do Comitê de Política Monetária do Banco Central, que se reúne para avaliar a taxa básica de juros, a Selic. A decisão do BC pode ajudar a reduzir as tensões no mercado financeiro, que vive dias turbulentos desde a vitória de Lula sobre Flávio Bolsonaro no segundo turno das eleições. 

 

Confira abaixo a agenda da semana nos três poderes. 

 

PODER EXECUTIVO

 

O presidente Lula não tem compromissos agendados nesta segunda-feira (2), feriado de dia de finados. Para a semana, Lula planeja fazer um pronunciamento à nação, em que deve pedir a pacificação do país após o encerramento das eleições. 

 

Outro compromisso do presidente Lula nesta semana deve ser a participação em uma live com o deputado André Janones (Rede-MG), que comanda o canal Exército do Lula no WhatsApp. No seu quarto mandato, Lula pretende manter um contato direto com a população, seja pelo meio digital, ou em mais eventos de rua. 

 

Outras agendas que devem contar com o presidente Lula nesta semana são conversas com líderes do governo no Congresso, em virtude da votação da PEC da Segurança Pública no Senado. O presidente também deve abrir conversas com partidos de centro para montar sua base no Congresso. 

 

Há ainda a continuidade do processo de escolha dos ministros que comporão a Esplanada dos Ministérios em seu novo mandato. O presidente vai escolher quais aliados derrotados nas urnas vão integrar o Executivo, como Gleisi Hoffmann, Simone Tebet, Marina Silva, Randolfe Rodrigues, entre outros nomes.

 

Na economia, o destaque da semana é a penúltima reunião do Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central neste ano. O Copom tomará sua decisão sobre a taxa básica de juros.

 

Os membros do comitê se reúnem a partir desta terça (3). Na mesa, a decisão sobre a Selic, quie está em 13,75% ao ano desde setembro, quando foi cortada em 0,25 ponto percentual. 

 

O mercado está dividido entre a manutenção da taxa no atual patamar e um novo corte de 0,25%. A decisão sai na noite de quarta (4).

 

Ainda na agenda econômica, o IBGE divulga na próxima quinta (5) a sua Pesquisa Industrial Mensal. O estudo mostrará a situação do setor industrial brasileiro no mês de setembro. 

 

PODER LEGISLATIVO

 

Na Câmara dos Deputados, o presidente Hugo Motta (Republicanos-PB) esperar reunir os líderes partidários nesta terça-feira (3) para definir a pauta de votações no plenário. Ainda não há sessões deliberativas marcadas para esta semana.

 

Nas comissões da Câmara, o destaque é a votação, na próxima quarta (4), na Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania (CCJC), do projeto de lei que instaura um período de transição administrativa entre o fim das eleições e a posse do candidato eleito. De autoria do deputado federal Chico Alencar (Psol-RJ), o PL busca formar equipes de transição obrigatórias para inibir tentativas de sabotagem dos candidatos perdedores.

 

No Senado, o presidente Davi Alcolumbre (União-AP) marcou sessão para esta terça (3), e o primeiro item da pauta é a PEC 18/2025, chamada de PEC da Segurança Pública. A proposta já passou pela Comissão de Constituição e Justiça, mas a votação foi adiada porque governo e oposição divergem sobre emendas que tratam da redução da maioridade penal. 

 

O governo Lula quer levar esse tema para outra proposta e tenta aprovar a PEC sem a inclusão da redução da maioridade penal. Já a oposição tenta emplacar um destaque em separado, mesmo que a sua aprovação leve a proposta a ser enviada novamente para a Câmara.

 

PODER JUDICIÁRIO

 

Um dos destaques da semana no Supremo Tribunal Federal é a audiência pública convocada pelo ministro Luiz Fux para discutir os impactos da medida provisória que proibiu as apostas de quota fixa, conhecidas como bets. O encontro, convocado no âmbito da Ação Direta de Inconstitucionalidade (ADI) 8027, relatada pelo ministro, acontece nesta terça (3).

 

O ministro Luiz Fux selecionou 28 entidades para participar da audiência, entre representantes do Poder Executivo, clubes de futebol, organizações esportivas, associações e institutos ligados ao tema. 

 

A audiência será realizada a partir das 10h, na sala de sessões da Segunda Turma do STF. Cada entidade terá dez minutos para apresentar suas considerações sobre a Medida Provisória (MP) 1.394/2026, que proíbe a exploração das apostas de cota fixa e prevê o encerramento das autorizações concedidas às empresas do setor. 

 

Entre os participantes estão clubes esportivos como Flamengo, Fluminense, Botafogo, Cruzeiro, São Paulo e Corinthians, além da Confederação Brasileira de Futebol (CBF) e do Comitê Olímpico do Brasil (COB). Também apresentarão manifestações a Advocacia-Geral da União (AGU), os ministérios da Fazenda e do Esporte, a Procuradoria-Geral da República (PGR), a Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC) e a Confederação Nacional da Indústria (CNI). 

 

A lista inclui ainda entidades representativas do setor de apostas, como a Associação Nacional de Jogos e Loterias (ANJL) e o Instituto Brasileiro de Jogo Responsável (IBJR), além de organizações ligadas à liberdade econômica, à radiodifusão e à regulação de mercados, como a Associação Brasileira de Liberdade Econômica (Able), a Associação Brasileira de Emissoras de Rádio e Televisão (Abert) e o Laboratório de Regulação Econômica da Universidade do Estado do Rio de Janeiro (UERJ Reg). 

 

A ADI 8027 foi proposta pela ANJL, que pede a suspensão imediata da MP 1.394/2026 e, ao final do julgamento, a declaração de sua inconstitucionalidade.  Também solicita que o STF reconheça a validade das leis que regulamentam as apostas de cota fixa no país. A mesma norma é questionada nas ADIs 8024, 8028 e 8035.  

 

No plenário do STF, o destaque da semana no plenário, na próxima quarta (4), é o debate sobre a ação penal que pede a absolvição do ex-prefeito de Duque de Caxias e candidato a governador do Rio de Janeiro em 2026, Washington Reis de Oliveira (MDB-RJ), por crimes ambientais e loteamento irregular. Oliveira havia sido condenado por corrupção passiva e ativa em 2025. 

 

O relator do caso, ministro Flávio Dino, julgou infundados os pedidos formulados, mantendo a condenação de Washington Reis, de modo integral.

 

Também está na pauta do plenário o julgamento do RE 1093553, no qual os ministros julgam se a expressão “ato obsceno” no art. 233 do Código Penal é constitucional ou não, por ser uma expressão vaga. Há ainda o Rcl 78354, em que os ministros julgarão se a empresa Rádio e Televisão Iguaçu S.A deve pagar indenização por danos morais por reportagem sobre a prisão preventiva de um policial militar.

 

Já no plenário virtual do STF, um dos destaques é o julgamento, que acontece até o dia 10 de novembro, de uma ação que trata da nacionalidade da criança estrangeira adotada no exterior. No Recurso Extraordinário?(RE) 1163774, o Plenário analisa pedido de esclarecimento (embargos de declaração) na decisão que assegurou o direito à nacionalidade brasileira a crianças estrangeiras adotadas por brasileiros no exterior. 

 

Também está em julgamento, durante esta semana, a Ação Direta de inconstitucionalidade?(ADI) 7880, apresentada pela Rede Sustentabilidade, que questiona norma da Paraíba que condiciona a reserva de vagas para pessoas negras em concursos públicos a critérios como renda familiar bruta e tempo mínimo de escolarização na rede pública. O partido afirma que essas exigências restringem o alcance da política de cotas raciais. ? 

 

Outro julgamento envolve a ADPF 1247, na qual a Associação dos Mantenedores Independentes Educadores do Ensino Superior (Amies) questiona a atuação de prefeituras por criarem ou autorizarem cursos de saúde, com cobrança de mensalidades, fora dos limites do município. Decisão liminar suspendeu o ingresso de novos alunos nas faculdades criadas após a Constituição de 1988. 

 

Há ainda a ADI 7899, que discute se a lei do Estado do Pará que institui a Microrregião de Águas e Esgoto do Pará (MRAE), constituída pelo estado e pelos 144 municípios paraenses, avança na competência da União para legislar sobre saneamento básico. E, por fim, a ADI 4188, sobre a controvérsia que envolve uma lei do Estado do Rio de Janeiro que proíbe o registro, em inquéritos policiais, de dados pessoais dos investigados e das testemunhas, como endereço, telefone, identidade e CPF. 

 

Segundo a Ordem dos Advogados do Brasil (OAB), a restrição dificulta o direito à ampla defesa. 

Na disputa contra o PL, Alcolumbre pode oferecer vice a Tereza Cristina em troca de apoia-la para presidente do Senado em 2029
Foto: Ton Molina/Agência Senado

Apenas alguns dias depois do segundo turno das eleições 2026, tornou-se mais acirrada a disputa pelas presidências da Câmara dos Deputados e do Senado, cuja eleição se dará no início de fevereiro de 2027. E enquanto Hugo Motta (Republicanos-PB) já conquistou apoios suficientes para garantir sua permanência na cadeira, no Senado, a reeleição de Davi Alcolumbre (União-AP) ainda enfrenta cenário totalmente incerto.

 

O PL, partido do candidato a presidente Flávio Bolsonaro, deve lançar na próxima semana o senador Rogério Marinho (RN) como candidato a presidente. E mesmo com o PL provavelmente fechando questão em torno do nome do coordenador da campanha presidencial de Flávio Bolsonaro, Alcolumbre ainda busca adesões no partido bolsonarista, contando com o voto secreto para promover traições na cúpula oposicionista.

 

O terceiro nome que corre por fora é o da senadora Tereza Cristina (PP-MS), que apesar de estar sendo assediada tanto por Marinho quanto por Alcolumbre, segue mantendo sua disposição de concorrer à eleição no Senado.

 

A senadora, horas depois da confirmação de que Flávio Bolsonaro havia viajado para os Estados Unidos, divulgou uma nota na qual reafirmou sua intenção de disputar a presidência e sinalizou disposição para dar andamento a pedidos de impeachment de ministros do Supremo Tribunal Federal (STF).

 

A manifestação de Tereza Cristina representa um movimento de confronto direto à candidatura de Davi Alcolumbre, que, nesta semana, esteve reunido com o presidente Luiz Inácio Lula da Silva e recebeu o apoio do Palácio do Planalto para tentar permanecer no comando do Senado e do Congresso Nacional.

 

Alcolumbre já indicou que não pretende avançar com processos de afastamento de integrantes do STF. Já Tereza Cristina defendeu que a escolha da nova direção do Senado leve em consideração a composição política resultante das eleições e a vontade dos parlamentares que assumirão seus mandatos.

 

“Mal saímos da eleição e vimos nosso candidato Flávio Bolsonaro ser abordado na rua depois de visitar o pai por policiais. Será que o Judiciário renovará neste quarto mandato a perseguição política contra adversários do atual governo?”, questionou a senadora.

 

A declaração da senadora do PP foi divulgada depois que o ministro Alexandre de Moraes determinou que Flávio entregasse seus passaportes à Polícia Federal (PF). O episódio passou a ser utilizado por aliados do candidato a presidente como argumento para criticar a atuação do Judiciário e defender mudanças na condução política do Senado.

 

Apesar de sua disposição em manter sua candidatura, o partido da senadora, o PP, já anunciou apoio a Alcolumbre. Lideranças e dirigentes do partido afirmam, reservadamente, que Alcolumbre pode oferecer à senadora uma composição, para que ela seja vice-presidente de 2027 a 2029, e receba apoio para concorrer ao cargo em fevereiro de 2029.

 

Como Davi Alcolumbre não poderá se reeleger em 2029, o senador, nesta composição, apoiaria Tereza Cristina para o cargo de presidente na eleição seguinte. Não se sabe, entretanto, se a bancada governista no Senado apoiaria esse arranjo.

Lula comemora 81 anos com música, bolo, militantes e choro ao lembrar dos "velhinhos" indo votar no 2º turno
Foto: Reprodução Redes Sociais

Com direito a bolo, trio elétrico, música e a participação de mais de duas mil pessoas, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) comemorou no início da noite desta terça-feira (27) o seu aniversário de 81 anos. A festa aconteceu no estacionamento em frente ao Palácio da Alvorada. 

 

O presidente Lula chegou por volta de 18h, após sair do Palácio da Alvorada em um carrinho de golfe dirigido pela primeira-dama Janja da Silva. Estavam presentes o vice-presidente Geraldo Alckmin com sua esposa, Lu Alckmin, além de ministros, aliados e militantes. 

 

Ao chegar na festa, Lula cumprimentou alguns dos presentes e discursou. Depois, cantaram parabéns e serviram bolo com os recheios de morango e abacaxi. O doce estava decorado com a frase: “Gente é para brilhar. Parabéns, presidente Lula”.

 

Na sua fala, o presidente Lula falou sobre as eleições, agradeceu a participação da juventude e chorou ao comentar sobre os idosos que foram votar. 

 

“Minha gratidão à juventude, que quando percebeu que a democracia podia correr o risco, não vacilou e foi para rua sem perguntar para partido, sem perguntar para mim ou para o Alckmin. Foram para a rua porque eles acham que, mesmo a democracia tendo defeito, não tem nenhum regime que permita a participação social como a democracia”, declarou o presidente. 

 

Em outra parte do seu discurso, Lula falou sobre a necessidade de se construir um ambiente político no Brasil sem raiva e sem ódio.

 

“Temos obrigação de fazer com que as pessoas aprendam a fazer política de forma civilizada, sem raiva e sem ódio. Precisamos acabar com o ódio nesse país. Pai não precisa brigar com o filho por causa do voto. Mãe não precisa brigar com a filha por causa do voto. Voto é a manifestação soberana de cada um de nós, e a gente vota em quem quiser, e tem que acatar o resultado”, afirmou.

 

Depois, ao falar sobre os vídeos que assistiu dos “velhinhos” indo votar, Lula chorou. Disse ter visto imagens de idosos sendo carregados no colo, em carrinhos ou em macas para participar da votação. 

 

Após o discurso, a banda no trio elétrico tocou músicas de Fafá de Belém, Gonzaguinha e Elba Ramalho, entre outros artistas. Lula cumprimentou diversas pessoas presentes à festas, entre elas algumas idosas que estavam em cadeiras de roda. Lula também subiu no trio elétrico. 
 

Lula faz aliança com Alcolumbre e Motta para atrair centrão e neutralizar força da oposição no Congresso
Foto: Ricardo Stuckert / PR

Menos de 24 horas depois de ter sido proclamado vencedor do segundo turno das eleições de 2026, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) já deu início às articulações políticas para garantir sua governabilidade no Congresso Nacional. Lula se reuniu no final da tarde desta segunda-feira (26) com os presidentes do Senado, Davi Alcolumbre (União-AP), e da Câmara dos Deputados, Hugo Motta (Republicanos-PB), e pode vir a anunciar, nos próximos dias, seu apoio à reeleição de ambos. 

 

Diante do cenário de maior presença de parlamentares de direita no Congresso, principalmente no Senado, o presidente Lula já estaria apressando as articulações para frear o avanço bolsonarista e atrair rapidamente os partidos do chamado centrão. A preocupação no Palácio do Planalto é que o presidente Lula enfrente uma oposição fortalecida em seu novo mandato.

 

O PL elegeu 121 deputados e 19 senadores. Contando os senadores que ainda possuem quatro anos de mandato, o principal partido de oposição teria, a partir de fevereiro do ano que vem, uma bancada de 29 senadores, o que poderia inclusive garantir ao PL a presidência do Senado.

 

Lula, entretanto, em sua aproximação com Alcolumbre e Hugo Motta, já busca isolar o PL para eliminar a possibilidade de o partido assumir a presidência de alguma das Casas. O PL já tenta inclusive convencer a senadora Tereza Cristina (PP-MS) a abrir mão de sua candidatura para unir forças com Rogério Marinho (PL-RN), que foi coordenador da campanha presidencial de Flávio Bolsonaro (PL). 

 

Entretanto, antes mesmo da discussão de uma aliança com o PL, a senadora Tereza Cristina já viu o seu partido lhe fechar as portas, ao anunciar, na tarde desta terça, o apoio à reeleição de Alcolumbre. O anúncio do PP foi feito em parceria com o União Brasil. 

 

Em meio ao desafio de reagrupar ao seu lado partidos que anunciaram apoio a Flávio Bolsonaro no segundo turno, o encontro desta segunda, que gerou uma fotografia com Lula, Alcolumbre e Motta de mãos dadas, sinaliza uma união que pode garantir ao governo petista uma maioria de mais de 350 votos na Câmara e cerca de 50 no Senado. 

 

SITUAÇÃO NA CÂMARA
Em 14 de outubro, antes mesmo do segundo turno, União Brasil, PP, PSD, Republicanos, MDB, Podemos e a federação PSDB-Cidadania anunciaram a manutenção de um bloco parlamentar com 245 deputados na próxima legislatura. O grupo também declarou apoio à tentativa de reeleição de Hugo Motta à presidência da Câmara.

 

Ainda ao lado do presidente Lula estão os deputados do PT e de outros partidos de esquerda e centro-esquerda. O PT, por exemplo, terá uma bancada de 70 deputados, a segunda maior da Câmara. Esses partidos governistas também já disseram que vão apoiar a reeleição de Hugo Motta em 2027.

 

Nesse agrupamento, há ainda o PSB com 15 deputados, o Psol com 14, o PCdoB com 11, o PV com 7, PDT com 6, Avante com 5 e Rede com 1. O total da bancada de esquerda e centro-esquerda chega a 129 parlamentares. 

 

O grupo de oposição na Câmara conta com os 121 deputados do PL, os dez do Novo, os cinco do PRD e um do Missão. O Solidariedade, com dois deputados, também pode ser somado a essa conta, que chega a um total de 139 deputados. 

 

Em resumo, a nova legislatura que toma posse na Câmara dos Deputados em fevereiro de 2027 teria a formação de três blocos claros, divididos da seguinte forma:
 

Bloco governista

  • PT - 70
  • PSB - 15
  • Psol - 14
  • PCdoB - 11
  • PV - 7
  • PDT - 6
  • Avante - 5
  • Rede - 1
  • Total: 129 deputados
     

Bloco do centrão

  • União Brasil - 46
  • PSD - 43
  • PP - 41
  • Republicanos - 41
  • MDB - 36
  • Podemos - 27
  • PSDB - 11
  • Total: 245 deputados
     

Bloco da oposição

  • PL - 121
  • Novo - 10
  • PRD - 5
  • Solidariedade - 2
  • Missão - 1
  • Total: 139 deputados

 

Veja mapa de projeção de composição da casa baixa: 

 

SITUAÇÃO DO SENADO
Aliados do presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União-AP), relatam à imprensa que ele teria garantido, na reunião com Lula e Hugo Motta no Palácio da Alvorada, que já teria mais do que os 41 votos necessários para se reeleger a um novo mandato em fevereiro de 2027. Na conversa com Lula, Alcolumbre teria afirmado ter condições de derrotar “qualquer nome” lançado pela oposição para concorrer com ele.

 

Desde o final do primeiro turno, em 4 de outubro, Davi Alcolumbre já teria começado a entrar em contato com senadores eleitos, tanto para cumprimentar pela vitória como para negociar gabinetes em boa localização. 

 

Apesar do otimismo, Davi Alcolumbre deve enfrentar um terreno hostil no próximo ano. Derrotado na disputa presidencial, o PL terá a maior bancada, e passou a tratar como inegociável o lançamento de uma candidatura própria, com o senador Rogério Marinho (PL-RN) colocado como favorito para concorrer contra Alcolumbre.

 

No Senado, assim como na Câmara, há três blocos que podem ser separados: partidos de oposição, governistas e do centrão. Pelos números de cada bloco, o próximo presidente do Senado será aquele que conseguir atrair maior quantidade de apoios em meio ao centrão. 

 

Confira abaixo o tamanho de cada bloco para a próxima legislatura do Senado:


Bloco governista

  • PT - 10 
  • PSB - 4
  • Rede - 1
  • PDT - 1
  • Total: 16 senadores


Bloco do centrão

  • MDB - 8
  • PP - 6
  • União Brasil - 5
  • Republicanos - 5
  • PSD - 4
  • Podemos - 2
  • Total: 30 senadores
     

Bloco de oposição

  • PL - 29
  • Novo - 3
  • PSDB - 2
  • Total: 34 senadores
  • Sem partido - 1

 

Romário, que era do PL, não tem posição definida sobre o lado que defenderá na próxima legislatura.

 

Confira a composição da casa:

No dia da fuga de Flávio, Valdemar e Michelle posam para foto e seguidores questionam o motivo da alegria
Foto: Reprodução Redes Sociais

No meio da tarde desta terça-feira (27), enquanto o senador Flávio Bolsonaro desembarcava nos Estados Unidos após fugir do Brasil pela Argentina, a ex-primeira-dama, Michelle Bolsonaro, se reuniu com o presidente do PL, Valdemar Costa Neto, e ao final da conversa, ambos posaram sorridentes para uma foto. 

 

Nas suas redes sociais disse que recebeu Michelle para uma “conversa sobre o futuro do nosso partido e os desafios que temos pela frente”. A esposa do ex-presidente Jair Bolsonaro foi eleita senadora pelo Distrito Federal, e tomará posse no cargo em 1º de fevereiro do ano que vem. 

 

O presidente do PL, na postagem sobre o encontro, não fez qualquer referência a Flávio Bolsonaro, e falou sobre a necessidade de união no partido, que saiu das urnas com as maiores bancadas da Câmara dos Deputados e do Senado. 

 

“Seguimos unidos, com diálogo, responsabilidade e compromisso com o Brasil”, disse Valdemar. 

 

Já Michelle Bolsonaro não fez postagens sobre o encontro com Valdemar. A postagem recebeu mais de 1200 comentários no Instagram, muitos com críticas a uma suposta “alegria” de Valdemar e Michelle na foto. 

 

“Só acho que é muita felicidade em meio a turbulência que estamos”, disse Nika Costaval.

 

“O líder é Flávio Bolsonaro, é bom não esquecer”, afirmou um perfil de nome “Jovens de Direita”. 

 

“Nunca vi ela sorrindo tanto”, afirmou o internauta Renanfp16. 

 

“Abandonaram Flávio”, retrucou Cristiane P Brasil.
 

Hugo Motta recebe apoio de PT, PCdoB e PV e já teria votos suficientes para ser reeleito em 2027
Foto: Bruno Spada / Câmara dos Deputados

Um dia depois de ter se reunido no Palácio da Alvorada com o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), o presidente da Câmara, Hugo Motta (Republicanos-PB), recebeu, na noite desta terça-feira (27), o apoio da federação de partidos formada por PT, PCdoB e PV para a sua reeleição. Motta conversou com Lula junto com o presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União-AP). 

 

Os três partidos governistas fizeram uma reunião e fecharam questão sobre a reeleição de Motta. Ao final da reunião, o líder do PT, deputado Pedro Uczai (SC), afirmou que a decisão foi tomada para ampliar a governabilidade do novo governo do presidente Lula e permitir o avanço das pautas defendidas pelos três partidos que compõem a federação.

 

“Estamos compondo com o bloco do centro, no espaço prático dentro da Casa, para permitir que a pauta avance. Essa composição estratégica para os próximos quatro anos é para dar governabilidade e avançar pautas das nossas três bancadas, como as das mulheres, da soberania e dos direitos culturais, sociais e históricos”, afirmou Uczai.

 

De acordo com o líder, PT, PCdoB e PV farão parte também do bloco parlamentar composto por partidos de centro, como União, PP, PSD, Republicanos, MDB, Federação PSDB-Cidadania e Podemos. Esses partidos já sinalizaram o apoio à reeleição de Hugo Motta.

 

Com a decisão da federação PT-PCdoB-PV, já são 15 os partidos que anunciaram seu apoio ao presidente da Câmara. No total, esses partidos reúnem mais de 330 deputados, o que deixa o PL isolado para tentar chegar à presidência da Câmara. O líder do PV, deputado Aliel Machado (PR), explicou que o apoio se deu pelo apoio dado por Motta a pautas importantes, como o fim da escala de trabalho 6x1 e medidas voltadas aos microempreendedores individuais (MEIs).

 

“Para ter governabilidade e cumprir os compromissos que o presidente Lula assumiu, é preciso que as Casas legislativas atuem com responsabilidade. O presidente Hugo colocou pautas extremamente importantes, como a escala 6x1 e os MEIs, mesmo em momentos difíceis, e isso foi uma sinalização importante”, declarou o líder do PV.
 

Curtas do Poder

Ilustração de uma cobra verde vestindo um elegante terno azul, gravata escura e língua para fora
Depois das eleições, o fogo amigo começou mais rápido do que eu imaginava. Enquanto isso, cada um se desobriga a ter coerência e vai tentar garantir o seu quinhão. Difícil tá a vida do Ferragamo, com o clima nos bastidores da prefeitura. Mas o lado do Cacique também não está tão tranquilo assim. E lógico que o primeiro alvo já foi definido. E nem o Correria escapa em Brasília. Já na Câmara, sobrou pra Mumu dizer amém pra Missa Filho. Só falta descobrir quanto tempo o clima de paz vai reinar. Saiba mais!

Pérolas do Dia

Valdemar Costa Neto

Valdemar Costa Neto
Foto: Reprodução / CNN Brasil

"Não gostei".


Disse o presidente nacional do Partido Liberal, Valdemar Costa Neto ao comentar a carta divulgada por Flávio Bolsonaro (PL), candidato derrotado à Presidência nesta quarta-feira (28). No pronunciamento, Flávio afirma que pretende liderar a oposição brasileira do exterior. 
 

Podcast

Projeto Prisma entrevista o vereador de Salvador Cezar Leite nesta segunda

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Foto: Projeto Prisma
O vereador de Salvador, Cezar Leite (PL), é o entrevistado do Projeto Prisma nesta segunda-feira (26). O programa é transmitido ao vivo a partir das 16h no YouTube do Bahia Notícias.

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