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Edu Mota

Artigos

André Fufuca e Fábio Araújo
O Esporte como recomeço - Construindo o futuro do Paradesporto no Brasil
Foto: Divulgação

O Esporte como recomeço - Construindo o futuro do Paradesporto no Brasil

O Brasil já provou ao mundo sua força no paradesporto. Nas últimas edições dos Jogos Paralímpicos em Milão-Cortina 2026, consolidamos nosso lugar entre as grandes potências, com recordes, medalha e novos talentos surgindo a cada ciclo. Esse é um patrimônio do país. Mas, se por um lado o alto rendimento avança, por outro, ainda buscamos consolidar o esporte como ferramenta de reabilitação.

Multimídia

"Nosso grupo tem 14 anos que não faz política em Salvador", diz Bacelar

"Nosso grupo tem 14 anos que não faz política em Salvador", diz Bacelar
O deputado federal Bacelar (PV) realizou um balanço sobre as articulações do grupo político do governo do estado para, enfim, lograr êxito na disputa pela prefeitura de Salvador. Em entrevista ao Projeto Prisma, podcast do Bahia Notícias, nesta segunda-feira (23), o parlamentar criticou as estratégias adotadas até o momento e pregou pelo “investimento” em candidatos fixos.

Entrevistas

Após retorno à AL-BA, Luciano Ribeiro descarta disputa pela reeleição e diz estar focado na campanha de ACM Neto

Após retorno à AL-BA, Luciano Ribeiro descarta disputa pela reeleição e diz estar focado na campanha de ACM Neto
Foto: Divulgação / Agência AL-BA
De volta à Assembleia Legislativa da Bahia (AL-BA) desde janeiro, após assumir a vaga aberta com a morte do deputado Alan Sanches, Luciano Ribeiro (União) concedeu entrevista ao Bahia Notícias na última semana e falou sobre a produtividade do Legislativo para 2026, ano que será marcado pela disputa eleitoral, e o cenário político para a corrida ao governo da Bahia. O deputado também tratou da formação da chapa de oposição e afirmou que, neste momento, descarta disputar a reeleição. Desde o seu retorno, Luciano passou a ocupar a vice-liderança da oposição e a vice-presidência da Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) da Casa.

Equipe

Edu Mota

Foto de Edu Mota

Jornalista com mais de 30 anos de atuação na cobertura da área política em Brasília, passando por assessoria de imprensa, consultoria a órgãos e entidades, edição de informativos, jornais, sites e redes sociais. No Congresso Nacional, foram mais de 25 anos trabalhando em assessoria de imprensa e comunicação de deputados e senadores, além de coordenar a equipe de comunicação do PTB.

Últimas Notícias de Edu Mota

Eduardo Bolsonaro faz duras críticas a Nikolas e diz que ele não defende Flávio e ainda debocha da família
Foto: Vinicius Loures/Câmara dos Deputados

O ex-deputado Eduardo Bolsonaro (PL-SP), que se auto-exilou nos Estados Unidos desde o ano passado, fez duras críticas ao deputado Nikolas Ferreira (PL-MG), alegando que o colega de partido desrespeita a sua família e não se empenha na campanha do senador Flávio Bolsonaro. Eduardo fez uma longa postagem na rede X neste sábado (4) com críticas ao comportamento de Nikolas.

 

A divergência teve início na sexta (3), quando Eduardo compartilhou um vídeo do influenciador de direita Kim Paim. No conteúdo, Paim criticava Nikolas por ter compartilhado uma postagem do perfil Space Liberdade, que segundo Eduardo Bolsonaro, não apoia a candidatura de Flávio à Presidência.

 

Ao compartilhar o perfil Space Liberdade, Nikolas criticou o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) por fala sobre o Pix e reforçou que foi o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) que criou o mecanismo financeiro. Silvio Grimaldo respondeu Eduardo Bolsonaro ao publicar um print da postagem de Nikolas, afirmando que o conteúdo era “contra o Lula e em defesa do pai do rapaz [Eduardo]”. Em comentário à postagem, Nikolas escreveu “kkk’, interpretado por Eduardo como deboche e desrespeito. 

 

“Risinho de deboche para mim, Nikolas? Ao que parece, não há limites para seu desrespeito comigo e minha família. Triste ver essa versão caricata de si mesmo. Não é, nem de longe, o menino que conheci, apoiei e acreditei”, disse Eduardo.

 

O ex-deputado pelo PL de São Paulo declarou ainda que a “fama não faz bem” à Nikolas e afirmou que o congressista mineiro não apoia Flávio Bolsonaro. 

 

“Eu realmente acreditava que você iria cair em si, que com a eleição se aproximando o senso de salvar o país falasse mais alto do que o ego e eventuais desentendimentos, mas meses se passaram e você continua colocando Flavio numa espiral do silêncio, com menos de meia dúzia de apoios públicos, apenas para fingir não ter abandonado o grupo político que te projetou”, criticou Eduardo Bolsonaro.

 

“A eleição de Flávio não é um capricho da minha família, mas a única chance real de acabarmos com um regime que persegue senhorinha e cidadãos inocentes. Afaste-se desse tipo de gente, que apenas rebaixa sua história até aqui. Deixe eventuais desavenças de lado, não por mim ou por minha família, mas pelo Brasil. Ou tudo que lhe restará é o risinho de deboche”, completou o ex-deputado e irmão de Flávio.

 

Até a publicação deste texto, o deputado Nikolas Ferreira não havia respondido às críticas. 
 

Bisneto de Juscelino Kubitschek troca PSD pelo PL para disputar vaga de deputado no Distrito Federal
Foto: Divulgação PL

O ex-secretário de Juventude do governo do Distrito Federal André Kubitschek, bisneto do ex-presidente Juscelino Kubitschek, se filiou nesta sexta-feira (3) ao PL, com intenção de se candidatar a deputado distrital pelo Distrito Federal. André estava no PSD, que em Brasília é presidido por seu pai, o ex-senador Paulo Octavio.

 

Filho de Anna Christina Kubitschek Pereira, neta de JK, o pré-candidato contou com a presença da governadora do Distrito Federal, Celina Leão (PP), na sua solenidade de filiação. Também estavam presentes o presidente nacional do PL, Valdemar Costa Neto, o líder do PL na Câmara, deputado federal Sóstenes Cavalcante (RJ), e a presidente regional do partido, deputada federal Bia Kicis (DF). 

 

Após se filiar, o bisneto de Juscelino Kubitschek afirmou que ingressa no PL por acreditar que o partido pode transformar o Brasil em um “celeiro de oportunidades”. 

 

“Preservando valores fundamentais como a família, a transparência, o bom senso, o trabalho, o equilíbrio fiscal e principalmente o respeito absoluto à nossa Constituição. Então, contem comigo nessa caminhada para solidificar e resgatar a confiança no nosso país”, declarou André.

 

A mudança de partido ocorreu em meio a divergências com o PSD sobre a disputa pelo governo do Distrito Federal. O pré-candidato a deputado distrital apoia a reeleição de Celina Leão, enquanto o PSD, presidido por Gilberto Kassab, filiou o ex-governador José Roberto Arruda, que pode ser lançado ao cargo, embora esteja inelegível por condenação por improbidade administrativa.

 

Também na disputa nacional, o bisneto do ex-presidente JK possuía divergências com o partido. André Kubitschek apoia o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) para presidente, enquanto o PSD anunciou o ex-governador de Goiás, Ronaldo Caiado, como o seu nome na disputa. 

 

André Kubitschek, de 32 anos, é conselheiro no museu Memorial JK e concorreu a deputado federal em 2022. Foi o primeiro titular da Secretaria da Juventude do Distrito Federal, criada em 2025 pelo governador Ibaneis Rocha. 
 

Revista diz que Vorcaro não deve comprometer Lula nem Flávio e quer que delação "seja positiva para o país"
Foto: Reprodução Redes Sociais

Informações obtidas pela coluna Radar, publicada na edição desta sexta-feira (3) da revista Veja, afirma que o ex-banqueiro Daniel Vorcaro, dono do Master, até o momento, não indicou que na sua delação premiada irá apresentar provas contra os dois principais candidatos a presidente, Luiz Inácio Lula da Silva e Flávio Bolsonaro. 

 

Vorcaro, que está preso desde o dia 4 de março na Superintendência da Polícia Federal, em Brasília, está separando sua delação em blocos, e segundo a coluna Radar, o que teria aparecido até agora indica que nem Lula nem Flávio Bolsonaro devem ser incriminados. Já no capítulo sobre o Congresso Nacional, a delação do dono do Banco Master deve apresentar revelações sobre conexões dele com uma bancada multipartidária.

 

A revista Veja teria recebido informações de que o dono do Master vem concentrando as informações sobre pagamentos de propinas e negociatas com políticos num único capítulo da sua delação. Há também um bloco específico sendo preparado por Vorcaro para citações que envolvem empresários e outro para o mercado financeiro.

 

Vorcaro também está separando informações sobre o que pretende contar a respeito de suas relações com o Banco Central. Em mais esse anexo exclusivo, de acordo com a Veja, além de detalhar os fatos já conhecidos, Daniel Vorcaro deve revelar o envolvimento de novos personagens na rede de lobby do Banco Master.

 

Em relação às relações com ministros do STF e seus familiares, paira um grande mistério sobre que fatos serão revelados por Vorcaro na sua delação. A coluna afirma que se surgir alguma acusação consistente, será o plenário do Supremo que decidirá sobre a abertura de investigação contra integrantes da Corte.

 

Já em um outro anexo que está sendo montado pelo ex-banqueiro, serão apresentadas informações contundentes a respeito da trama que envolveu a tentativa de compra do Master pelo Banco Regional de Brasília (BRB). A coluna Radar diz que as revelações de Vorcaro comprometerão o ex-governador do Distrito Federal, Ibaneis Rocha, candidato ao Senado. 

 

Interlocutores do dono do Master afirmam que ele deseja, com a sua delação, “fazer uma coisa positiva para o Brasil”. O prazo estimado por esses interlocutores de Vorcaro é de que a totalidade da delação será apresentada ao ministro André Mendonça, no Supremo Tribunal Federal (STF) em até 45 dias. 
 

Governo quer acelerar projeto da jornada 6x1, mas CNI diz que mudança aumentará custo de vida para população
Foto: Iano Andrade/CNI

 

O governo federal deve enviar ao Congresso Nacional nos próximos dias um projeto de lei com objetivo de modificar a escala 6x1 para estabelecer uma jornada de trabalho de 40 horas semanais no país. A ideia em gestação no Palácio do Planalto é enviar o projeto com o selo de urgência constitucional, que obriga a Câmara a votar a matéria no máximo em 45 dias. 

 

Caso o projeto não seja votado dentro desse prazo, a pauta da Câmara ficará travada, impedindo a deliberação de outros temas. Após votação na Câmara, o regime de urgência impõe o mesmo prazo de 45 dias para o Senado. 

 

Até o início do recesso parlamentar, em 17 de julho, o Congresso terá 15 semanas ainda de trabalho, com 104 dias de atividades. A urgência constitucional de 90 dias, portanto, teria como objetivo forçar Câmara e Senado a aprovar a matéria antes do recesso e do início da campanha eleitoral. 

 

A avaliação do governo é que a atual PEC que tramita na Constituição de Comissão e Justiça da Câmara, de autoria da deputada Erika Hilton (Psol-SP), está “demorando” e pode não ser aprovada antes das eleições. O tema é considerado prioritário para o governo e o presidente Lula quer aprovar a matéria antes do início da campanha, em agosto, quando há um esvaziamento do Congresso.

 

Apesar da tentativa do governo de acelerar a votação do projeto, a mudança na jornada de trabalho no país enfrenta resistência do setor produtivo. Um novo estudo da Confederação Nacional da Indústria (CNI), divulgado nesta quarta-feira (1º), estima que a redução da jornada de 44 horas para 40 horas por semana deve significar aumento médio de 6,2% dos preços de bens e serviços da economia. 

 

Pelas contas da entidade, os preços em supermercados podem subir 5,7%, enquanto serviços pessoais, como manicure e cabeleireiro, podem ter alta de 6,6%.

 

Na avaliação do presidente da CNI, Ricardo Alban, a elevação do custo do trabalho no país deve levar a aumento generalizado de preços em diversos setores da economia.

 

“As empresas não enfrentarão apenas o aumento do custo direto com mão de obra, mas os insumos também deverão ter preços reajustados, considerando que a redução do limite das horas trabalhadas afeta toda a cadeia produtiva”, disse Alban.

 

Segundo Alban, o debate sobre o tema com a sociedade e com os setores da economia precisa ser feito de forma mais aprofundada e transparente, depois das eleições para que não haja interferência do momento político nessa importante discussão.

 

"A discussão da escala é 6x1 é legítima e necessária, mas qualquer decisão dessa dimensão deve levar em conta a avaliação de impacto e seus efeitos econômicos. A produtividade no Brasil ainda está muito aquém de países semelhantes e há escassez de mão de obra. Por isso, ainda não é hora de reduzir a escala", destaca o presidente da CNI.

 

A publicação da CNI calcula o impacto imediato da redução da jornada, antes de qualquer estratégia de recomposição dessas horas pelos empresários. A entidade alega que a indústria seria o setor mais afetado em uma eventual mudança de jornada, com queda de 4,34% das horas trabalhadas, seguido por comércio (-4,03%), serviços (-2,44%), construção (-2,04%) e agropecuária (-1,70%).

 

O estudo da CNI leva em consideração que a queda das horas trabalhadas corresponde a um recuo da intensidade do trabalho dos empregados atuais, dado que os salários são mantidos. Neste exercício, a produtividade por hora fica constante.

 

Para compensar a redução das horas trabalhadas e manter o mesmo nível de atividade, as empresas podem contratar horas extras ou contratar novos funcionários. A metodologia desse estudo da CNI considera que a compensação seria feita com a inclusão de novos trabalhadores, mas as horas trabalhadas não seriam integralmente recompostas.

 

Ao mesmo tempo, o custo da hora trabalhada aumenta, o que gera elevação de preços em toda a cadeia produtiva. Nessa conta, entram também os custos adicionais com compras de insumos e matérias-primas após os ajustes de empresas de outros setores.

 

Este é o segundo trabalho da CNI sobre o tema da redução da jornada de trabalho e do fim da escala 6x1. No primeiro estudo, a CNI mostrou que a proposta de redução da jornada pode elevar em até R$ 267,2 bilhões por ano os custos com empregados formais na economia, uma alta de até 7% na folha de pagamento dos empresários.

Confirmado como candidato a vice, Alckmin critica Flávio: "Quem defende ditadura não deveria ser candidato"
Foto : Cadu Gomes/VPR

Em um café da manhã com jornalistas, para marcar a sua despedida do Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços, o vice-presidente Geraldo Alckmin dise ter ficado “honrado” com o convite do presidente Luiz Inácio Lula da Silva para compor novamente a chapa nas eleições de 2026, e também fez duras críticas ao principal adversário do atual governo, o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ). 

 

A respeito do convite de Lula, o vice-presidente afirmou que ser candidato é um “ato de amor”. Já sobre Flávio Bolsonaro, Alckmin disse que “quem defende a ditadura não deveria ser candidato”, além de afirmar que a pesquisa é apenas um retrato de momento.

 

“Pesquisa é momento. Na maioria das pesquisas, o Lula está na frente. O que vai valer mesmo é a campanha eleitoral. A campanha é o momento alto da vida pública. Você vai poder comparar governos”, declarou.

 

Ainda na crítica ao principal adversário do governo, Geraldo Alckmin também fez uma distinção entre as candidaturas de Lula e de Flávio Bolsonaro. O vice-presidente afirmou que o governo Lula “salvou a democracia”, e que na campanha deste ano a sociedade vai poder se confrontar com uma luta entre “democracia versus ditadura”. 

 

“O princípio é a defesa da democracia. Esse é o valor. O que diferencia mesmo é quem tem apreço pela democracia e quem não tem”, afirmou Alckmin, que na reunião ministerial da última terça (31) foi confirmado por Lula como candidato a vice em sua chapa. 

 

Geraldo Alckmin deve deixar o seu cargo de ministro do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços até o próximo sábado (4). O presidente Lula ainda não definiu quem será o substituto.
 

Lula é recusado por corrupção, já Flávio perde votos por conta do pai; Veja motivos da rejeição aos dois candidatos
Foto: Montagem com imagens do arquivo da Agência Brasll

A decisão para escolha do futuro presidente em outubro deste ano pode ser tomada não pelo apoio a algum dos postulantes, mas pela preocupação ou pelo medo de que ganhe o candidato que o eleitor mais rejeita. Partindo dessa premissa, a AtlasIntel organizou um levantamento com entrevistas em todo o país para avaliar a disputa presidencial de 2026 sob o ângulo da rejeição.

 

O questionamento principal da AtlasIntel envolveu os dois candidatos que disputam ponto a ponto a liderança das pesquisas: o presidente Luiz Inácio Lula da Silva e o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ). O instituto perguntou qual resultado saído das urnas causaria mais preocupação aos eleitores. Confira abaixo o resultado:

 

A reeleição do presidente Lula - 47,1%

A eleição de Flávio Bolsonaro - 46,3%

Ambos me preocupam igualmente - 6,5%

 

O estudo da AtlasIntel também procurou conhecer a percepção do eleitor a respeito dos que votam no campo oposto ao dele. O instituto fez a seguinte pergunta: “Na sua percepção, as pessoas que votam no político que você mais rejeita são, geralmente”. Eis como os entrevistados responderam:

 

Pessoas manipuladas/ignorantes – 57,4%

Pessoas com falhas graves de caráter – 31%

Pessoas comuns, que apenas pensam diferente de mim – 11,7%

 

Na mesma linha, da visão do eleitor sobre o candidato que mais rejeita, a AtlasIntel o quanto as pessoas seriam afetadas emocionalmente em casa de vitória de um presidente rejeitado por elas. Veja as respostas:

 

Me afetaria muito - 62,3%

Me afetaria moderadamente - 16,4%

Me afetaria pouco - 10,2%

Não me afetaria - 6,5%

Não sei - 4,6%

 

Em relação aos sentimentos dos eleitores em caso de uma vitória do candidato que eles rejeitam, veja como a eleição de um determinado candidato poderia ser absorvida pela população (os entrevistados aqui podiam citar múltiplas respostas):

 

Falta de esperança - 66,9%
Medo - 58,1%
Frustração - 56,5%
Tristeza - 48,9%
Raiva - 46,7%
Aceitação - 6%

 

Na medição do potencial eleitoral dos dois principais candidatos de 2026 e também do índice de rejeição de cada um, o presidente Lula aparece com a maior quantidade de pessoas que dizem que não votariam nele “de jeito nenhum”: 50%. Já os que dizem que “com certeza” votarão nele somam 41%.

 

O mesmo índice de 41% certeza de voto acompanha a candidatura do senador Flávio Bolsonaro. Já na avaliação da rejeição do candidato do PL, 49% dizem não votar nele de jeito nenhum. 

 

Para avaliar os motivos da alta rejeição de Lula e Flávio Bolsonaro, a AtlasIntel perguntou aos entrevistados porque eles não votariam em um ou em outro “de jeito nenhum”. Em relação ao presidente Lula, os motivos listados foram os seguintes:

 

Envolvido/conivente com corrupção - 85,9%
Quer a população dependente do estado - 45,7%
Representa um projeto de poder autoritário - 33,2%
Não foi um bom presidente - 29,9%
Não prioriza os verdadeiros problemas do país - 21%
Estimula a divisão do país - 16,1%
Ameaça aos valores cristãos - 15,1%
Oportunista/age por conveniência - 13,4%
Não se preocupa com o povo - 9,2%
Idade avançada - 5,7%
Já teve a sua oportunidade - 5,1%
Fraco - 1,2%

 

Já em relação ao senador Flávio Bolsonaro, confira como foram as respostas daqueles que mais o rejeitam e dizem não votar nele “de jeito nenhum”:

 

Não quero um governo parecido com o de Jair Bolsonaro - 74,4%
Envolvido/conivente com corrupção - 62,7%
Representa um projeto de poder autoritário - 47,2%
Oportunista/age por conveniência - 31,5%
Não prioriza os verdadeiros problemas do país - 28,8%
Não se preocupa com o povo - 28%
Governa para os ricos - 26,1%
Estimula a divisão do país - 22,2%
Não tem experiência/preparo - 20,4%
Fraco - 16,5%
Muito conservador/retrógrado - 13,2%
Não é um líder autêntico da direita - 6,7%

 

A pesquisa AtlasIntel entrevistou 4.224 pessoas de 16 a 23 de março de 2026. A margem de erro é 2 pontos percentuais, para mais ou para menos. O grau de confiança do levantamento é de 95%. O levantamento está registrado no TSE (Tribunal Superior Eleitoral) sob o número BR-06058/2026. 
 

Lula envia mensagem com indicação de Messias ao STF, mas causa reações ao dizer que "senador pensa que é Deus"
Foto: Ricardo Stuckert / PR

Somente na tarde desta quarta-feira (1º) o governo Lula enviou ao Senado a mensagem oficializando a indicação do advogado-geral da União, Jorge Messias, para a vaga de ministro aberta no Supremo Tribunal Federal (STF). O envio da mensagem havia sido anunciado pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva na reunião ministerial realizada nesta terça (31). 

 

Com o envio da mensagem, cabe agora ao presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União-AP), despachar a indicação de Messias para a Comissão de Constituição e Justiça. Após esse despacho, o presidente da CCJ, senador Otto Alencar (PSD-BA) poderá agendar uma reunião em que o indicado de Lula ao STF será sabatinado e terá seu nome votado pelos senadores.

 

No mesmo dia em que a mensagem foi enviada ao Senado, uma fala do presidente Lula em entrevista a uma TV no Ceará acabou provocando polêmica entre os parlamentares. Lula respondeu a um questionamento sobre a eleição de uma base governista no Senado, e fez críticas à postura de senadores.

 

“As eleições para o Senado são muito importantes. O senador com mandato de oito anos pensa que é Deus. E ele pode criar muito problema se você não tiver uma base de sustentação dentro do Senado”, disse Lula em entrevista.

 

A declaração do presidente Lula recebeu críticas de senadores de oposição. A avaliação nos bastidores, entretanto, é de que a colocação do presidente pode acabar influenciando parlamentares também de partidos de centro, principalmente durante a votação da indicação de Jorge Messias para o STF. 

 

O líder da oposição e coordenador da campanha de Flávio Bolsonaro, o senador Rogério Marinho (PL-RN), disse ao jornal O Globo que declarações como essa de Lula acabam favorecendo o campo adversário.

 

“A melhor propaganda que a campanha nos proporciona é Lula falando”, afirmou.

 

Já o senador Hamilton Mourão (Republicanos-RS) foi mais incisivo e afirmou que a fala do presidente Lula pode ampliar resistências à indicação de Messias.

 

“Foi uma fala típica de alguém que julga que o Legislativo só serve se lhe for subserviente. Não é um democrata. Pode ser que crie mais aversão à indicação do Messias. Estamos trabalhando para que ele não seja aprovado”, colocou Mourão.

 

Em outra linha de reação, o senador Angelo Coronel (PSD-BA), questionado por O Globo, relativizou o impacto direto da fala de Lula sobre a indicação de Jorge Messias.

 

“Senador pode até pensar que é Deus. Lula não pensa. Ele quer ser. Messias, pelo seu estilo, independe de Lula”, disse o senador baiano.
 

AtlasIntel: Maioria dos catarinenses rejeita candidatura de Carlos Bolsonaro ao Senado e dizem ser oportunismo
Foto: Reprodução Instagram Carol de Toni

Uma pesquisa divulgada nesta quarta-feira (1º) pela AtlasIntel revela que a população de Santa Catarina não vem recebendo com bons olhos a decisão do ex-presidente Jair Bolsonaro de deslocar um de seus filhos para concorrer ao Senado pelo estado. Os números da pesquisa mostram que o ex-vereador Carlos Bolsonaro ostenta um terceiro lugar nas simulações de voto, além de ter rejeição maior do que seus adversários.

 

Quando surgiu o projeto de tirar Carlos Bolsonaro do Rio de Janeiro para que ele concorresse por Santa Catarina, no final do ano passado, o PL tentou convencer a deputada Caroline de Toni a não postular vaga para o Senado e se candidatar à reeleição para a Câmara. O partido tinha um acordo anterior com o PP para apoiar o atual senador Esperidião Amin.

 

Incentivada pela ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro, Carol de Toni manteve a intenção de se candidatar, e ameaçou mudar de partido para seguir com os planos de se lançar ao Senado. Com a intervenção de Michelle, o PL recuou e anunciou que sairia com uma chapa pura, formada por De Toni e Carlos Bolsonaro. Amin, por sua vez, disse que não deixaria de ser candidato à reeleição.

 

Os números da pesquisa AtlasIntel desta quarta revelam a força da deputada Caroline de Toni no estado, e o acerto de sua decisão sobre manter a candidatura, já que ela recebeu inclusive a manifestação de apoio de dezenas de prefeitos. Já Carlos Bolsonaro, que renunciou ao cargo de vereador pelo Rio de Janeiro e mudou seu domicílio eleitoral para Santa Catarina, vê seu projeto ser rejeitado por boa parte da população catarinense.

 

Confira abaixo os números da simulação para o Senado: 

 

Caroline de Toni (PL) - 30,7%
Esperidião Amin (PP) - 20,1%
Carlos Bolsonaro (PL) - 18,3%
Décio Lima (PT) - 13,4%
Afrânio Boppré (Psol) - 9,7%
Branco/nulo - 5%
Não sabem - 2,8%

 

A AtlasIntel perguntou também aos entrevistados sobre o que pensavam a respeito de uma possível candidatura do ex-vereador Carlos Bolsonaro, apoiada por seu pai, o ex-presidente Jair Bolsonaro. As respostas saíram da seguinte forma:

 

Oportunismo político contra
interesses do estado - 50%

 

A melhor alternativa para os
interesses do estado - 25,6%

 

Estratégia política legítima,
mas questionável - 20,6%

 

Não sei - 3,7%

 

Em outro recorte da pesquisa, o ex-vereador Carlos Bolsonaro aparece com uma rejeição entre os catarinenses maior do que a do irmão, Flávio, e a do pai, Jair. Enquanto Jair Bolsonaro tem taxa de rejeição de 35,6% e Flávio de 36,5%, Carlos aparece com um índice de 43,6%. 

 

O filho de Jair Bolsonaro e pretendente a uma cadeira de senador por Santa Catarina só não tem rejeição maior do que a de Lula (65,1%), de Décio Lima (52,3%) e de Eduardo Leite (43,8%). Na outra ponta, entre as taxas de rejeição mais baixas estão a de Caroline de Toni (23,9%) e a do senador Esperidião Amin (21,6%). 

 

Apesar dos percalços enfrentados por Carlos Bolsonaro na sua candidatura a senador, o irmão, Flávio Bolsonaro, lidera com folga em Santa Catarina. Segundo a AtlasIntel, Flávio registrou 53,4% em um cenário com diversos candidatos, contra 28,4% de Lula, na simulação de primeiro turno.

 

Em um eventual segundo turno, Flávio Bolsonaro alcançaria 59,4%, contra 31,1% do presidente Lula. Nas outras simulações de segundo turno, Lula também fica bem abaixo das intenções de voto de Romeu Zema, Ronaldo Caiado e até de Jair Bolsonaro.

 

Por fim, a pesquisa AtlasIntel avaliou a aprovação do trabalho do presidente Lula aos olhos dos eleitores de Santa Catarina. O resultado foi ainda pior do que nas simulações de primeiro e segundo turnos.

 

De acordo com o levantamento, o presidente Lula tem uma aprovação de 24%, enquanto a desaprovação chega a 71%.

 

A pesquisa foi realizada pela AtlasIntel de 25 a 30 de março de 2026. Foram entrevistadas 1.280 pessoas com 16 anos ou mais em Santa Catarina. O intervalo de confiança é de 95%. A margem de erro é de 3 pontos percentuais, para mais ou para menos. O levantamento da AtlasIntel está registrado no Tribunal Superior Eleitoral sob os números BR-01666/2026 e SC-05257/2026. 
 

Segue a briga: Lindbergh acusa Gaspar de pedofilia e escravidão; Deputado vai à PF e à PGR contra o petista
Foto: Montagem com fotos da Agência Senado

A denúncia apresentada na última sexta-feira (27) contra o relator da extinta CPMI do INSS, deputado Alfredo Gaspar (PL-AL), por Lindbergh Farias (PT-RJ) e a senadora Soraya Thronicke (Podemos-MS), de que ele seria um “estuprador”, continua rendendo ações e acusações mútuas.

 

Nesta terça (31), Alfredo Gaspar anunciou, em vídeo postado nas suas redes sociais, que apresentou uma representação na Polícia Federal contra os dois parlamentares por denunciação caluniosa. O deputado disse que também solicitou uma investigação pela Procuradoria-Geral da República (PGR), e cobrou a rápida responsabilização dos dois parlamentares que o acusaram de estupro de incapaz.

 

“Estou à disposição para qualquer meio de prova, inclusive DNA. Essa infâmia, essa forma vil de agir e criminosa de Lindberg e Soraya terá repercussão forte na esfera jurídica. Eu vou exigir a cassação e a prisão de ambos. Eles foram e agiram de forma criminosa”, disse Gaspar no vídeo gravado no prédio da Polícia Federal.

 

O ex-relator da CPMI disse ainda que ingressou com uma representação contra Lindbergh no Conselho de Ética da Câmara dos Deputados. Gaspar já havia apresentado uma defesa sobre o assunto na semana passada, ao apresentar um teste de paternidade e um vídeo com o depoimento da suposta filha do crime. 

 

No vídeo, a mulher desmente que seja filha de Alfredo Gaspar e afirma que seu pai na realidade seria o primo do parlamentar, e que seu nascimento foi fruto de uma relação consensual que não vingou.

 

Quem também apresentou representação no Conselho de Ética contra o deputado petista foi a bancada do partido Novo. A legenda acusa o parlamentar petista de quebra de decoro por ter chamado Alfredo Gaspar de “estuprador” no decorrer da sessão realizada na última sexta (27), quando o colegiado discutia a leitura do relatório da comissão. 

 

Segundo a representação, a ofensa ocorreu em meio ao tumulto no plenário da CPMI. Apesar de o microfone de Lindbergh estar desligado no momento, a fala acabou captada pela transmissão oficial e também foi registrada nas notas taquigráficas da comissão.

 

Já Lindbergh e Soraya protocolaram junto à Procuradoria-Geral da República (PGR) uma notícia de fato na qual afirmam que Gaspar teria cometido estupro de vulnerável contra uma adolescente de 13 anos, e que o crime teria resultado em uma gravidez. No documento, alegam que a criança foi registrada no nome da mãe da vítima, e que o congressista pagou R$ 400 mil para que não fosse denunciado.

 

Da sua parte, o deputado Lindbergh Farias segue acusando Alfredo Gaspar não apenas de estupro, mas também de envolvimento com pedofilia, trabalho escravo, extorsão e tentativa de suborno. O deputado petista, no entanto, não apresentou provas públicas das alegações, mas disse tê-las entregue à Polícia Federal.

 

Segundo Lindbergh disse nesta terça (31), ele e a senadora Soraya Thronicke estiveram na Polícia Federal para anexar gravações e informações à notícia-crime já protocolada. O deputado afirmou que os nomes das supostas vítimas, incluindo uma criança e uma jovem, foram entregues às autoridades, mas não podem ser divulgados.

 

Lindbergh Farias explicou que recebeu informações de “duas jornalistas do Rio de Janeiro com credibilidade” sobre indícios de que uma adolescente teria sido estuprada no passado e trabalhado de forma gratuita na residência de Gaspar, o que, segundo ele, configuraria “trabalho escravo”. O parlamentar mencionou ainda a existência de gravações que indicariam tentativa de pagamento de R$ 400 mil para silenciar o caso.

 

As informações, de acordo com Lindbergh, seriam “consistentes” e devem vir a público com o avanço das investigações. Até o momento, não há confirmação oficial das acusações por parte da Polícia Federal.

 

Em relação às representações contra o petista, o caso deve ser analisado pela Mesa Diretora e, posteriormente, pelo Conselho de Ética, responsável por avaliar eventuais violações de decoro por deputados federais.
 

Lula lidera em Minas Gerais, mas Flávio dispara em São Paulo; Confira pesquisas nos dois estados com mais eleitores
Foto: Montagem com fotos Agência Brasil e Agência Senado

O senador Flávio Bolsonaro (PL) lidera a disputa contra o presidente Luiz Inácio Lula da Silva tanto nos cenários de primeiro quanto nos de segundo turno entre os eleitores de São Paulo, mas em Minas Gerais, a situação se inverte e é o líder petista que está à frente nas simulações. Esses foram alguns resultados de duas pesquisas realizadas pela AtlasIntel/Estadão nos estados que representam os dois maiores colégios eleitorais do país. 

 

As duas pesquisas foram divulgadas nesta quarta-feira (1º), com simulações das intenções de voto a presidente em São Paulo e em Minas Gerais. De um eleitorado de 156 milhões em todo o país, São Paulo e Minas possuem cerca de 33% do total (SP tem 33,7 milhões e MG 16,2 milhões de eleitores).

 

A pesquisa Atlas/Estadão constatou que no estado de São Paulo, Flávio Bolsonaro e o presidente Lula aparecem tecnicamente empatados, com vantagem numérica para o primeiro. Em um eventual segundo turno entre os dois, o senador abre vantagem de cinco pontos sobre o líder petista, acima da margem de erro do levantamento, que é de dois pontos porcentuais para mais ou para menos.

 

Nas simulações de disputa no segundo turno entre Lula e outros adversários, o petista perde para todos os nomes colocados contra ele. 

 

Confira abaixo os cenários de primeiro e segundo turno em São Paulo:

 

Primeiro turno

 

Cenário 1

 

Flávio Bolsonaro (PL) - 43,4%
Lula (PT) - 42,5%
Renan Santos (Missão) - 5%
Romeu Zema (Novo) - 3,2%
Ronaldo Caiado (PSD) - 2,4%
Aldo Rebelo (DC) - 0,8%
Brancos/nulos - 2,2%
Não sei - 0,4%

 

Segundo turno

 

Flávio Bolsonaro 49% x 44% Lula


Romeu Zema 49,3% x 43,8% Lula


Ronaldo Caiado 45,9% x 42,4% Lula

 

O levantamento Atlas/Estadão foi realizado entre os dias 24 e 27 de março, ouvindo 2.254 eleitores de São Paulo por recrutamento digital aleatório. A margem de erro é de 2 pontos percentuais para mais ou para menos. O nível de confiança é de 95%. O levantamento foi registrado no TSE sob o protocolo BR-01079/2026.

 

Em Minas Gerais, a pesquisa AtlasIntel realizada com eleitores do estado aponta o presidente Lula na frente de Flávio Bolsonaro. A distância de Lula para Flávio, na opinião dos mineiros, é de 3,3%, acima da margem de erro.

 

Ao contrário do que foi apurado entre os eleitores de São Paulo, a pesquisa AtlasIntel mostra uma vantagem do presidente Lula sobre todos os outros adversários no estado de Minas Gerais. Lula ganha no segundo turno até mesmo de Romeu Zema, que renunciou no dia 22 de março do cargo de governador de Minas Gerais para concorrer à presidência.

 

Confira abaixo os cenários com os eleitores de Minas Gerais:

 

Primeiro turno

 

Cenário 1

 

Lula (PT) - 43,7%
Flávio Bolsonaro (PL) - 40,4%
Romeu Zema (Novo) - 4,7%
Renan Santos (Missão) - 3,3%
Ronaldo Caiado (PSD) - 2,4%
Aldo Rebelo (DC) - 0,2%
Voto branco/nulo - 0,9%
Não sei - 4,4%

 

Segundo turno

 

Lula 47,3% x 46,9% Flávio Bolsonaro

 

Lula 47,3% x 46,5% Romeu Zema

 

Lula 44,2% x 40,8% Ronaldo Caiado

 

A margem de erro é de 2 pontos percentuais para mais ou para menos. A AtlasIntel entrevistou 2.195 eleitores de Minas Gerais, pela internet, entre 25 e 30 de março. O levantamento, pago com recursos próprios do instituto, apresenta índice de confiança de 95%, e o número de registro no TSE (Tribunal Superior Eleitoral) é BR-05686/2026.
 

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"Quem defende ditadura não deveria ser candidato". 


Disse o vice-presidente Geraldo Alckmin, durante sua despedida do Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços ao indicar ter ficado “honrado” com o convite do presidente Luiz Inácio Lula da Silva para compor novamente a chapa nas eleições de 2026, e também fazer duras críticas ao principal adversário do atual governo, o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ). 

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