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Donald Trump, presidente dos Estados Unidos, anunciou que mudará o nome da Inteligência Artificial (IA) para "Super Inteligência", na Assembleia Geral da ONU, que ocorreu nesta terça-feira (22). A declaração acontece poucos dias depois de postagens nas redes sociais com sugestões de novos nomes.
O presidente é um defensor ferrenho de que a IA siga avançando com velocidade, Trump afirmou que os EUA adotarão oficialmente o novo nome, "que soa muito melhor".
"De agora em diante, todos os documentos dos Estados Unidos e, espero, todo o mundo, vão utilizar o nome Super Inteligência", afirmou. "O nome Inteligência Artificial faz soar com que ela seja falsa, e ela não é. É extraordinária".
Trump não explicou como a alteração seria feita.
No fim de semana, o norte-americano já havia defendido uma mudança de nome que, segundo ele, refletisse melhor a tecnologia. Ele chegou a lançar enquetes, em postagens na rede social X (antigo Twitter). Entre as opções, constavam: "Super Inteligência", "Inteligência Superior" e "Inteligência Extrema".
CONFIRA:
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— Donald J. Trump (@realDonaldTrump) September 19, 2026
O anúncio ocorre em meio a apelos de CEOs e pesquisadores de empresas de IA, como a Anthropic e a OpenAI, em defesa de um freio no desenvolvimento da tecnologia. Pesquisadores da Anthropic alertaram para o risco, em um futuro não muito distante, que as IAs levem à extinção da humanidade.
Rejeitando os alertas e firme no avanço das ferramentas, o norte-americano mira a China, que vem desenvolvendo a tecnologia também de forma veloz. Segundo o presidente, uma redução no ritmo beneficiaria o país, principal rival geopolítico dos EUA e concorrente direto na corrida pela tecnologia.
Diferente do que aconteceu no ano passado, desta vez, na Assembleia Geral da Organização das Nações Unidas, realizada nesta terça-feira (22) em Nova York, os presidentes Luiz Inácio Lula da Silva e Donald Trump não tiveram um encontro nos bastidores. Trump inclusive demorou mais tempo para se dirigir ao púlpito da Assembleia do que no ano passado.
Em 2025, Lula e Trump tiveram o seu primeiro encontro pessoal justo nos bastidores da sala de audiência da ONU. Naquela ocasião, o presidente norte-americano relatou que teve uma “boa química” com Lula, e a partir dali outros encontros e reuniões foram marcados, com direito inclusive a conversas telefônicas entre ambos.
No discurso que fez ano passado, em determinado momento Donald Trump saiu do texto escrito para citar o encontro com Lula, fazendo elogios ao brasileiro. Neste ano, além de parecer ter evitado um aperto de mãos com Lula, Trump sequer citou o Brasil no seu pronunciamento de quase 40 minutos.
O distanciamento entre as delegações do Brasil e dos Estados Unidos também ficou evidente durante os discursos dos dois presidentes. Ao final do pronunciamento de Lula, a delegação norte-americana se recusou a aplaudir o presidente brasileiro. Logo depois, os papéis se inverteram e ao final da fala de Trump, foi a delegação brasileira que não aplaudiu o líder norte-americano.
Outro momento tenso entre as delegações dos dois países aconteceu ao final do discurso de Donald Trump, quando a delegação brasileira passava pelo corredor para se retirar da Assembleia. Marco Rubio, secretário de Estado dos Estados Unidos e chefe da diplomacia do país, se aproximou do presidente Lula e pareceu apontar para o líder petista.
Lula seguiu andando, com o ministro das Relações Exteriores, Mauro Vieira, logo atrás. O presidente brasileiro chega a olhar na direção de Marco Rubio, mas continua andando e cumprimenta uma pessoa um pouco mais adiante. Aparentemente, Rubio colocou a mão no ombro de Mauro Vieira, mas a delegação brasileira não parou para cumprimentá-lo.
Em uma investida para acelerar o avanço da inteligência artificial nos Estados Unidos, o presidente Donald Trump anunciou, neste sábado (19), que nomeará um "czar da IA" para integrar sua administração. Segundo o republicano, o ocupante do novo cargo ficará responsável por liderar uma força-tarefa dedicada a fomentar o desenvolvimento e o uso da tecnologia no país, com previsão de lançamento para um futuro próximo.
Segundo o g1, a criação do comitê reflete a preocupação da Casa Branca em manter a hegemonia norte-americana e não perder espaço para a China no setor de inovação.
Em publicação feita em sua rede social, a Truth Social, Trump deixou claro que não pretende barrar a expansão do segmento e indicou que a seleção para a nova função terá critérios específicos:
"(...) Anunciarei em breve o "Czar" da IA; apenas indivíduos com QI elevado devem se candidatar!", escreveu. Ele completa dizendo que "não vamos, de forma alguma, impedir ou sufocar o crescimento desta indústria incrível".
Apesar do foco no incentivo à indústria e aos centros de processamento de dados, o presidente assegurou que o órgão também atuará no monitoramento da tecnologia: "Pelo contrário, vamos valorizá-la, apoiá-la e acompanhá-la à medida que cresce! No entanto, também estaremos atentos a condutas ilícitas — e podemos fazer isso com muita facilidade, utilizando nosso sistema de justiça criminal e civil já existente".
Trump chegou a questionar o termo "Inteligência Artificial" e abriu uma enquete entre seus seguidores para sugerir um novo nome para a tecnologia.
A disputa pelo controle e regulamentação da tecnologia será a pauta central do encontro bilateral confirmado entre Donald Trump e o presidente da China, Xi Jinping, durante a Assembleia-Geral da Organização das Nações Unidas (ONU), na próxima semana.
O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, declarou, nesta sexta-feira (17), que está proibindo os veículos de comunicação MSNBC, CNN e Politico de acessar a Casa Branca, alegando que a cobertura deles sobre seu governo é "desonesta" e "tendenciosa."
"Veículos de comunicação não deveriam poder escrever ou divulgar continuamente ficção e mentiras quando estão cobrindo o presidente dos Estados Unidos, o governo Trump ou os Estados Unidos da América", escreveu o presidente na Truth Social.
Trump também prometeu que "outros veículos de Fake News virão em seguida", mas sem detalhar quais.
O governo já havia avançado contra outros veículos de comunicação no mandato do presidente. Em fevereiro de 2025, a Casa Branca proibiu jornalistas da Associated Press de acessar espaços como o Salão Oval e o Air Force One.
O governo de Donald Trump exigiu, em um documento enviado ao Itamaraty, que o Brasil permitisse que "dissidentes políticos" concorressem às eleições de 2026.
A informação foi confirmada à TV Globo por fontes do Itamaraty nesta quinta-feira (17), após o jornal "O Estado de São Paulo" revelar o pedido.
Fontes da diplomacia brasileira afirmaram que a proposta foi apresentada pelos EUA durante a negociação do tarifaço que os EUA anunciaram ao Brasil, no ano passado.
As fontes não disseram se Washington especificou quais seriam os "dissidentes políticos" em questão — no ano passado, no entanto, Donald Trump acusou o Brasil de "caça às bruxas" e mencionou o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) em carta enviada a Lula.
As fontes afirmaram que o Brasil rejeitou a proposta porque o texto continha "absurdos". Por isso, o pedido não chegou nem sequer a integrar os pontos do diálogo que as diplomacias dos dois países vêm travando, disseram ainda integrantes do Itamaraty.
A proposta também circulou apenas entre membros do nível técnico das diplomacias e não chegou a autoridades de alto nível, como o ministro das Relações Exteriores do Brasil, Mauro Vieira, o secretário de Estado dos EUA, Marco Rubio, ou mesmo os presidentes Donald Trump e Luiz Inácio Lula da Silva.
O governo dos Estados Unidos ainda não havia se manifestado sobre a informação até a última atualização desta reportagem.
CAÇA ÀS BRUXAS
No ano passado, ao anunciar que subiria tarifas aplicadas a produtos brasileiros, o presidente dos EUA, Donald Trump, enviou uma carta a Lula justificando a decisão.
Como argumento, o republicano afirmou, sem provas, que sua decisão de aumentar a taxa sobre o país também foi tomada "devido aos ataques insidiosos do Brasil contra eleições livres..". No documento, Trump citou ainda o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) e disse ser "uma vergonha internacional" o julgamento do ex-presidente no Supremo Tribunal Federal (STF).
"A forma como o Brasil tem tratado o ex-Presidente Bolsonaro, um líder altamente respeitado em todo o mundo durante seu mandato, inclusive pelos Estados Unidos, é uma vergonha internacional. Esse julgamento não deveria estar ocorrendo. É uma Caça às Bruxas que deve acabar IMEDIATAMENTE!", escreveu Trump na ocasião.
Curtas do Poder
Pérolas do Dia
André Viana
"Quando você tem o monitoramento nos parlatórios, onde não é possível efetuar essa difusão de tratativas, determinações por parte da liderança para o mundo aqui fora, você traz o isolamento para o crime e nos ajuda por demais no enfrentamento à criminalidade".
Disse o delegado-geral da Polícia Civil da Bahia (PC-BA), André Viana ao defender a ampliação do monitoramento nos parlatórios dos presídios de segurança máxima do estado. Em entrevista ao programa Bahia Notícias no Ar, da rádio Antena 1 Salvador, nesta sexta-feira (18), o delegado afirmou que a medida ajudaria a bloquear a comunicação entre detentos e integrantes de organizações criminosas do lado de fora das unidades prisionais.