Modo debug ativado. Para desativar, remova o parâmetro nvgoDebug da URL.

Usamos cookies para personalizar e melhorar sua experiência em nosso site e aprimorar a oferta de anúncios para você. Visite nossa Política de Cookies para saber mais. Ao clicar em "aceitar" você concorda com o uso que fazemos dos cookies

Marca Bahia Notícias Justiça
Você está em:
/
/
Justiça

Notícia

Em carta aberta à Lula, organização ligada à ONU defende Lívia Vaz para próxima vaga no STF

Por Redação

Em carta aberta à Lula, organização ligada à ONU defende Lívia Vaz para próxima vaga no STF
Foto: Webster Santana

Em outubro, uma nova vaga será aberta no Supremo Tribunal Federal (STF) com a aposentadoria da ministra Rosa Weber. Para o ocupar a cadeira, a MIPAD (Most Influential People of African Descent), organização ligada à ONU, defende através de carta aberta ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva a indicação da promotora baiana Lívia Sant’Anna Vaz.

 

A carta, de adesão online, já conta com mais de 2 mil assinaturas, com apoio de mais de 100 organizações, solicitando mais representação para mulheres negras na sociedade brasileira nas esferas da política, sistema de justiça, negócios, mídia e esforços humanitários. O documento para assinatura está disponível, até 1º de outubro (clique aqui). 

 

A organização não-governamental Educafro, voltada ao apoio educacional da comunidade afrobrasileira, também incluiu a indicação de Lívia numa lista de 10 pessoas negras como sugestão para a vaga da ministra Rosa Weber.

 

Negra, casada e mãe de duas filhas, a jurista atua no Ministério Público da Bahia (MP-BA) há 19 anos. É atuante na luta pela igualdade racial e de gênero no país e autora de diversos livros, entre eles, “Cotas Raciais” (Coleção Feminismos Plurais), sendo hoje uma das principais   autoridades no tema. 

 

Há oito anos como Promotora de Justiça de Combate ao Racismo e à Intolerância Religiosa, Defesa das Comunidades Tradicionais e das Cotas Raciais do MP-BA, Lívia Sant’Anna Vaz está entre as 100 pessoas de descendência africana mais influentes do mundo, na edição Lei & Justiça, e tem sua trajetória jurídica marcada pela atuação em relação a temas como feminicídio, intolerância religiosa, combate ao racismo e ao sexismo, e na luta para que as mulheres negras tenham amplo acesso à justiça e a espaços de poder e decisão.