Terça, 28 de Maio de 2019 - 19:15

Luis Ganem: O que está destruindo a música baiana não é a música baiana

por Luis Ganem

Luis Ganem: O que está destruindo a música baiana não é a música baiana
Desde meu último artigo, venho constantemente ouvindo histórias de amigos ligados ao mercado musical baiano, para poder me abastecer de fatos que possam embasar outros textos, além, como é de lei, de ter o prazer de jogar um pouco de conversa fora. Tirando de lado a prosa, essas conversas quase sempre acabam passando sobre os grandes empresários da música que faliram – principalmente os mais arrogantes – e, vira e mexe, sou instado a tratar do fator meritocracia.

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Quarta, 10 de Abril de 2019 - 11:50

Luis Ganem: Tudo como dantes no quartel de Abrantes

por Luis Ganem

Luis Ganem: Tudo como dantes no quartel de Abrantes
Carnaval passou e está “Tudo como dantes no quartel de Abrantes”. Ou seja: voltou a ficar tudo igual, nada mais acontece, nada mais se fala. O interessante nisso é que o brado que exigia e exigiu com a chegada do carnaval, mudanças, espaço, voz e vez, com o fim da festa abaixou o pano, saiu de cena, sumiu e, mais uma vez, esperaremos um ano para que tudo venha a ser “rediscutido” e nada efetivamente seja resolvido.

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Coluna BBBN: Na 19ª edição faltou de tudo um pouco para ter sido boa de acompanhar
Não vamos dar razão àqueles que sempre questionam se esse programa ainda existe, ou que a Globo insiste em por todos os anos essa “pouca vergonha” em sua programação. Mas devemos admitir que essa 19ª edição do “BBB”, entre todas ou para não ser extremista, entre as mais recentes, foi uma das piores do reality na sua versão brasileira.

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Terça, 02 de Abril de 2019 - 10:30

Coluna BBBN: Rodrigo era capaz, mas não quis fazer estratégia no jogo

por Ian Meneses

Coluna BBBN: Rodrigo era capaz, mas não quis fazer estratégia no jogo
Até então, parece-me evidente que Rodrigo joga um jogo em outra dimensão ao dos demais participantes. E assim como aconteceu com os seus amigos recentemente eliminados do reality, o carioca está praticamente certo de sair da casa na noite desta terça-feira (2).

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Terça, 26 de Março de 2019 - 10:30

Coluna BBBN: A amizade no jogo pode se tornar uma jogada fatal e se tornou

por Ian Meneses

Coluna BBBN: A amizade no jogo pode se tornar uma jogada fatal e se tornou
O "BBB", como todo mundo que acompanha já cansou de saber, exige estratégias e em certo ponto do reality agir de forma estratégica é a única possibilidade de continuar na casa. Fazer amizades por lá é fundamental, mas até que ponto devem ir essas amizades? Me parece que as relações de Rodrigo com Gabriela e Rizia, por exemplo, chegaram a um ponto que se tornou uma jogada errada para quem está ali concorrendo a um prêmio milionário.

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Terça, 19 de Março de 2019 - 10:30

Coluna BBBN: O único argumento para defender Paula é que você pensa igual a ela

por Ian Meneses

Coluna BBBN: O único argumento para defender Paula é que você pensa igual a ela
Não consigo admitir certos telespectadores do “BBB19”. Ou talvez novos telespectadores, que só apareceram para “passar pano” em Paula. Quando dois confinados mostram que possuem clara rivalidade, o que as pessoas querem? Tirar. E me refiro a Danrley e seu desafeto Carol Peixinho. O maior desafeto de Paula são as pessoas aqui de fora. E não é que essas pessoas estão certas? Não há outro argumento em querer defender a permanência da mineira na casa a não ser que você pense igual a ela. E eu fico com muita pena de você pensar dessa forma. A tática do marketing negativo caiu direitinho em que começou a acreditar no discurso questionável como o dela, onde há merecimento nisso? (FOTO) Eu também queria achar onde está a perseguição de Rodrigo em Paula, inclusive, fica aí a contradição: Rodrigo fala de “economia porca” e só pelo fato dele ter usado o termo “porca” para algo negativo ofendeu a consumidora de bacon. Mas cadê os defensores de Paula para falar das declarações racistas e homofóbicas? Declarações estas que ela deverá se explicar na delegacia quando sair, mais cedo ou mais tarde, do reality. (Tweet porca) O que está acontecendo no “BBB” este ano é reflexo do país. Retomada do discurso de ódio, do discurso racista, do discurso homofóbico e isso para alguns está lindo, digno de uma salva de palmas. E essas atitudes quando são criticadas é acobertada por uma expressão, que ao olhar parece mera repetição silábica, mas significa o quanto sua mente é vazia ou talvez equivocada: “mimimi”. (Tweet Barbie) Um pena que, ao que tudo indica, Danrley possa sair. E sair com uma alta porcentagem. Espero que essas enquetes abertas estejam erradas pela enésima vez como tem acontecido nessas edições. Mas o triste e lamentável ao mesmo tempo é ver que Paula é a menos votada. Seu discurso intolerante a protege? É isso mesmo? Não há autenticidade, personalidade muito menos carisma nisso e ao contrário do seu argumento vazio de apenas dizer que é “mimimi” meu, eu pelo menos me esforço para dizer mais do que uma repetição silábica. #ForaPaula e votem no site oficial, não percam tempo votando em enquete aberta. Para finalizar a coluna desta semana, fique com essa cena do Tarzan de Viterbo usando fio dental. (Tweet do Tarzan)

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Coluna BBBN: Produção apela e programa é superado por disputa de cama box; entenda
Antes de tudo um esclarecimento. Semana passada não tivemos a coluna BBBN por alguns motivos e um deles foi o Carnaval. E por falar em folia, o repórter que aqui escreve esta coluna esteve cobrindo um conhecido camarote em Salvador e se surpreendeu com a acessibilidade de Gustavo, o oftalmologista que foi o segundo eliminado do “BBB 19”.

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Sexta, 01 de Março de 2019 - 10:30

Luis Ganem: O DONO DE TUDO

por Luís Ganem

Luis Ganem: O DONO DE TUDO

Me preparando pra avenida, vestindo minha roupa de homem invisível, fui ler os e-mails que recebo ao fim de cada coluna. E pow! Lá estava a pergunta feita só pra instigar, deixar pensativo. Como diriam alguns: a pergunta que não quer calar. O interessante é que a mesma “alfinetava” no gargalo, na ferida como normalmente dizem. Diante disso, resolvi parar para tentar responder sobre: qual é a música do Carnaval.

 

Pelo fato de ter sido instigado, é importante frisar que não estou aqui nem vou falar dos que tentam vender a sua ideia de música mais ouvida, mais tocada ou qualquer coisa assim. Estou falando efetivamente das músicas que rodam nos carros de som, aplicativos, que são cantadas pelo povo sem qualquer tipo de indução. E dito isso, na boca do povo e pelo povo, só estou vendo passar três formatos, o pagode, o samba-reggae e um som que mistura o groove do Axé, a cadência do pagode, com um pouco de eletro. Ele se intitula Eletrobalance, mas eu o chamo de: O som de Lincoln e Duas Medidas.

 

Começando pelo samba-reggae, quem leu a minha mais recente coluna viu que fiz uma referência a esse som, mostrando Saulo Fernandes e Claudia Leitte como defensores do ritmo. Inclusive, mostrei que o supracitado vem em uma crescente, com Claudia cantando ‘Saudade’, música dela e do cantor/compositor Tatau. E Saulo, com um repertório do trabalho novo ‘Sol Lua Sol’ calçado no Samba-reggae e com a música ‘Chega Devagar’, composição de Saulo/Guilherme Ramos, como abre alas para o carnaval.

 

Agora, se por um lado o Axé vem tentando manter sua janela aberta, o pagode está hoje com a porta escancarada de coisas boas e medíocres, diga-se de passagem. E com tudo isso, o pagode explodiu novamente. Desta vez, entendo que o pagode de Xanddy, do gigante Léo, do Parangolé, do La Fúria, o ritmo ao que parece, conseguiu sair do circuito interno e se expandir para o Sul do Brasil (o mesmo estava restrito somente a Harmonia e Léo). Mesmo tendo perdido terreno a alguns anos atrás – na minha visão, que fique bem claro – o ritmo conseguiu dar a volta por cima, em muito trazido pelas músicas do funk Carioca, traduzidas para a batida harmônica pagodeira baiana. Sim!, devemos a volta do pagode à popularização do Funk, que trouxe o som da rua para a frente.

 

E aí, não posso deixar de falar que foi ‘O Gigante’ que trouxe esse formato do funk para a Bahia - creio que por gostar muito de andar no Rio. Lembro bem de um comentário feito há alguns anos a respeito dele gostar do ritmo carioca, no qual dizia, que depois de cada último show do fim de semana, Léo picava a burra para o RJ. Acredito que tendo incorporado o funk ao seu som e à forma de cantar e tocar – o que diga-se de passagem não nasceu com ele, mas por ele foi incorporado e disseminado por terras Soteros e Politanas –, o pagode ganhou corpo novamente.

 

Além disso, novas frentes de propagação trazidas pela juventude, como por exemplo as coreografias ritmadas do Fit Dance, um suingue groovado (de forma simples o significado é: música que se tem vontade de dançar) levadas aos quatro cantos e assimiladas pela juventude Brasil afora, fazem com que o pagode seja no momento literalmente: o dono da porra toda! 

 

E aí caro leitor, tem estilo pra todos os gostos. A começar pelo “Gigante”, passando por sua antiga banda, o Parangolé, que traz a música ‘Open Bar’ e ‘Abaixa que é Tiro’ e chegando agora, há pouco tempo, as bandas emergentes – e aqui não falo de forma pejorativa – tendo como melhor exemplo Lá Fúria talvez o melhor expoente dessa nova geração, que expressa de forma clara a voz do povo. E não venham me dizer que não é a voz das ruas, pois é sim, o que acho fantástico.

 

E daí, correndo por fora o novo som de Lincoln. Digo o som dele, pois foi trazido por ele à superfície. Do ritmo, forma, estilo ao jeito de dançar, em um quê de interpretação em cantar, o dito eletrobalance chegou pedindo espaço, e o impressionante é que toda criança gosta de dançar e cantar e sabe cantar as músicas.

 

Senão vejamos: ‘Saudade’ (Claudia Leitte), ‘Chega Devagar’ (Saulo Fernandes), ‘Open bar’ e ‘Abaixa que é Tiro’ (Parangolé), ‘O Dono da Porra Toda’ (Léo Santana), ‘La Raba’ e ‘Que Meu Ex se Lasque’ (Lincoln e Duas Medidas).

 

Olha, essas são as minhas escolhas. Antes que falem, não falei nem de Harmonia nem do PSI, pois penso estarem acima de comentários. Os demais são o que mais interessante percebi dentro dos ritmos, que penso, estão em voga.

 

Deixe-me voltar a vestir minha roupa invisível, que convenhamos é melhor do que ser confundido com Momo’s king.

 

Voltamos a qualquer momento em edição extraordinária.

 

OS: será que estou esquecendo algo? Se estiver me avisa, que durante a folia vou observar e ao fim do carnaval comento.


Feliz Carnaval!

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Terça, 26 de Fevereiro de 2019 - 10:30

Coluna BBBN: Em meio ao embate com Elana, Isabela tem outros motivos para ser eliminada

por Ian Meneses

Coluna BBBN: Em meio ao embate com Elana, Isabela tem outros motivos para ser eliminada
Se o brasileiro tem memória curta, espero que pelo menos no “Big Brother Brasil 19” ele lembre de tudo que aconteceu desde o início do reality. Isabella era uma peça do jogo que já deveria ter sido eliminada há muito tempo, sorte dela que na sua frente tinham pessoas bem piores.

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Terça, 19 de Fevereiro de 2019 - 10:50

Luis Ganem: Cabeça de Samba-Reggae

por Luis Ganem

Luis Ganem: Cabeça de Samba-Reggae
Uma pergunta tem incomodado os leitores desta coluna. Apesar de ser uma pergunta pertinente, a mesma é redundante, visto que sempre se propaga perto do carnaval. Pergunta que, tanto hoje quanto ontem, expressa uma realidade, posso dizer, ainda bastante presente, mas temerária em nossa música: a renovação musical. Nesse ano que passou, se no aspecto renovação quase nada ou nada de novo surgiu – e aqui não falo do pagode baiano, mas sim do axé baiano, que fique bem claro – alguns outros movimentos, mesmo tímidos, aconteceram no mercado musical baiano. Nada grandioso, mas deveras significativo. Falo do movimento para reviver ritmos outrora perdidos e que muito foram importantes para o crescimento do mercado baiano. Sendo mais específico: estou falando do Samba-Reggae.

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