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A cantora Luedji Luna apresentou-se no Largo do Pelourinho, no Centro Histórico de Salvador, na tarde desta terça-feira (17). A artista baiana, premiada com o Grammy Latino em 2025, abriu a programação do palco principal neste último dia oficial do Carnaval 2026 encantando o público.
Confira em vídeo momentos do show:
VÍDEO: Luedji Luna abre programação e encanta o público do Largo do Pelourinho pic.twitter.com/ugrbg95xdk
— Bahia Notícias (@BahiaNoticias) February 17, 2026
Luedji Luna foi a primeira atração da grade de horários do palco Carnaval Largo do Pelourinho. O repertório da apresentação integrou a programação que busca diversificar os gêneros musicais presentes no Centro Histórico, afastando-se do fluxo dos trios elétricos dos circuitos Barra e Campo Grande.
Após a apresentação de Luedji Luna, o palco do Pelourinho recebe outras atrações ao longo da noite. Estão previstos shows de Vandal com o Ministereo Público, além do grupo Quabales. O encerramento da noite contará com as apresentações dos rappers MV Bill e Criolo.
Depois de garantir a primeira vaga na final, ao lado de César e Lara, a chef baiana Luciana Berry venceu o reality gastronômico, na noite desta sexta-feira (3). Classificada pelos jurados Felipe Bronze, Ailin Aleixo e Emmanuel Bassoleil como uma cozinheira cheia de técnica, amplo repertório e foco, ela, que vive há mais de 15 anos em Londres (clique aqui e aqui e saiba mais sobre ela), se destacou dos outros concorrentes com um “Menu da Vida” repleto de referências à Bahia e memórias afetivas.
“É tão bonito te ver trabalhar, te ver cozinhar. Mulher de temperamento e presença muito forte, que fala o que pensa. Você fala na raça aqui na cozinha, mas também na casa. E a coisa gostosa é a mistura do seu sotaque baiano com inglês. Você traduziu em todos os pratos que você apresentou em toda essa temporada em coisas maravilhosas. Você tem um repertório internacional muito vasto, mas você nunca esqueceu de colocar o seu tom brasileiro nas receitas. Sua ousadia trouxe pratos impecáveis e emocionantes que fizeram até Ailin chorar, e não é fácil, é jogo duro pra ela chorar comendo o prato de alguém assim. E isso faz perceber o quanto você é exigente consigo mesma, mas com cobrança na medida certo. Essas cobranças te impulsionaram e te fizeram atingir o padrão de excelência pra chegar até aqui. Eu vou te dizer só: parabéns, Lu, merci!”, discursou o chef francês Emmanuel Bassoleil, sobre a concorrente baiana, antes de anunciar sua vitória.
Além do profissionalismo e de explorar suas raízes, ela lançou de mão de muita ousadia para surpreender os avaliadores e garantir o troféu e o prêmio de R$ 300 mil, com o menu que chamou de “O Brasil Pelos Meus Olhos”. De entrada, Luciana apresentou um “simples” pãozinho de queijo, prato que costuma agradar ao filho de 9 anos, Rafael. O quitute, assim como o carpaccio de chuchu com azeite trufado e trufas negras, surpreendeu os jurados e agradou em cheio. “O segundo prato foi o chuchu, porque eu gosto de pegar essas coisas bem simples, como falei. Como eu falei, eu peguei o chuchu, coloquei uma maquiagem cara e levei pra balada! Eu acho importante a gente, chefs, mostrar o valor dos nossos ingredientes e tentar fazer isso em alta gastronomia. Porque é fácil fazer comida gostosa com ingredientes caros, mas nem todo mundo tem ingrediente caro em casa, então é muito mais democrático, muito mais bonito mostrar esse Brasil”, avalia a baiana, que teve na mãe, a quem chama de “melhor cozinheira do universo” como grande exemplo.
Completando o menu, Luciana Berry imprimiu sua assinatura em um ballotine de abará com vatapá caranguejo e vinagrete, lamentando a ausência da folha de bananeira para respeitar as tradições. “Eu sou louca por abará e sempre falo que a dúvida maior do baiano é comer abará ou acarajé. Eu falei: 'gente, mas ninguém conhece muito o abará e é uma delícia', então decidi botar o abará pra ficar famoso!”, lembra. “Eu fiz um ballotine de abará, eu falei falei pra eles que geralmente a gente cozinha com a folha de bananeira, só que lá não tinha, então eu falei: 'quer saber de uma? Eu vou fazer um ballotine, porque eu preferi ousar e fazer, do que não mostrar a Bahia”, acrescenta a chef, que ainda brincou sobre como a “gourmetizada” seria recebida em sua terra natal. “Não sei se mostrou nessa hora, mas eu falei: 'gente, eu vou fazer um ballotine de abará e não sei nem se eu volto mais pra Bahia ou se o povo vai me querer' (risos)”, provocou.

Ballotine de abará surpreendeu os jurados | Foto: TV Record
Ainda lembrando de suas origens, Luciana fez também uma moqueca de carne seca com camarão e arroz, inspirada no avô. “Ele levava a boiada de Conquista a Salvador, ficava semanas na estrada e só comia carne seca. E quando ele chegava em Salvador ele queria logo uma moqueca, então eu fiz 'Quando o Sertão Encontra o Mar'. Eu fiz em homenagem ao meu avô, porque ele amava esse prato”, conta a soteropolitana que cresceu em Vitória da Conquista e vive há mais de 15 anos em Londres, no Reino Unido.
Para finalizar, do jeito que baiano gosta, ela buscou referência em uma memória de infância: o picolé Capelinha, que virou bolo de amendoim com sorvete de coco e maracujá. “Eu falei na hora picolé no isopor, porque não podia falar marca, mas era o picolé Capelinha, que eu amo!”, conta Luciana, sobre a explicação que deu no programa, omitindo a marca tão conhecida em Salvador. Para a sobremesa, ela lembrou o dia em que acabou tendo sua grande epifania, na Praia da Terceira Ponte, quando driblou a supervisão da mãe, que orientava as filhas a tomar picolé apenas de fruta. “Eu amo picolé de amendoim, mas ela não deixava a gente comer muito porque na praia é muito quente, então ela falava 'coma só fruta'. Mas teve um dia que eu peguei um de amendoim escondido e minha irmã pegou o de côco. Eu fui comer o meu e achei salgado, ai o vendedor disse que a mãe dele que fez e deve ter comprado o amendoim salgado pra fazer o picolé. Mas eu adorei o picolé salgado, comi todo, mas lembro que falei 'oh, Lena [sua irmã], me dê um pedaço do seu aí de côco'. E na hora que eu provei aquilo fez sentido pra mim”, lembra.

A sobremesa foi inspirada no velho picolé Capelinha e de uma epifania da infância | Foto: TV Record
Veja o anúncio da vitória de Luciana:
Aos 18 anos, a jovem cantora Billie Eilish foi a grande vencedora do Grammy 2020, na noite deste domingo (26), tendo levado premiações em quatro categorias: Revelação; Melhor Álbum ("When We all Fall Asleep, Where Do We Go"); Melhor Música; Melhor Gravação e Melhor Álbum de Pop Vocal.
Após a conquista, ela é a artista mais jovem da história a vencer as maiores categorias em um mesmo ano. "Sinto que eles não foram falados o suficiente essa noite, porque eles são a única razão pela qual estamos aqui. Então muito obrigado aos fãs", disse Billie Eilish, ao receber o prêmio de revelação. A lista completa dos 84 vencedores está disponível no site do Grammy (clique aqui).
Confira as principais categorias:
Gravação do ano
"Bad Guy" - Billie EiIish
Álbum do ano
"When We all Fall Asleep, Where Do We Go" - Billie Eilish
Revelação
Billie Eilish
Melhor perfomance de rap/vocal
"Higher" - DJ Khaled ft. Nipsey Hussle & John Legend
Música do ano
"Bad Guy" (Billie EiIish)
Melhor álbum rap
"Igor" - Tyler, The Creator
Melhor performance de pop solo
"Truth Hurts" - Lizzo
Melhor álbum pop
"When We all Fall Asleep, Where Do We Go" - Billie Eilish
Melhor álbum pop com vocal tradicional
"Look Now" - Elvis Costello & The Imposters
Melhor performance de duo/grupo pop
"Old Town Road" - Lil Nas X featuring Billy Ray Cyrus
Melhor música de R&B
"Say So" - PJ Morton ft. JoJo
Melhor álbum de R&B
"Ventura" - Anderson .Paak
Melhor álbum de música urbana
"Cuz I love you (Deluxe)" - Lizzo
Melhor performance de R&B tradicional
"Jerome" - Lizzo
Melhor performance de R&B
"Come Home" - Anderson .Paak ft. André 3000
Melhor álbum de música alternativa
"Father of the bride" - Vampire Weekend
Melhor álbum de rock
"Social Cues" - Cage The Elephant
Melhor música de rock
"This land" - Gary Clark Jr.
Melhor performance de metal
"7empest" - Tool
Melhor performance de rock
"This Land" - Gary Clark Jr.
Melhor música de rap
"A lot" - 21 Savage ft. J. Cole
Melhor performance de rap
"Racks in the Middle" - Nipsey Hussle ft. Roddy Ricch & Hit-Boy
Melhor clipe
"Old Town Road (Official Movie) - Lil Nas X & Billy Ray Cyrus
Melhor álbum de jazz latino
"Antidote" - Chick Corea & The Spanish Heart Band
A roteirista baiana Marília Cunha (33) venceu o LATINX 2019 - Concurso Latino-americano de Argumentos de Longa-metragem do Latin American Training Center (LATC), que teve come tema “Mulheres e Diversidade”.
A artista levou o primeiro lugar com “Trabalho de Formiguinha”, obra que faz um retrato do futebol feminino no Recôncavo baiano, desaguando numa história sobre a Confederação Brasileira de Futebol. "Participar desse concurso foi também uma forma de revelar que, sim, há um expressivo número de mulheres no cinema brasileiro e mundial. É preciso atentar para a potência desse discurso fílmico, até como gesto político e social”, disse Cunha.
O júri foi composto por Ester Marçal Fér (UNILA-PR), Flávia Seligman (UNISINOS-RS) e Karla Holanda (UFF-RJ), professoras de escolas de cinema associadas ao do Fórum Brasileiro de Ensino de Cinema e Audiovisua (Forcine). Além disso, os argumentos finalistas também foram avaliados por Elisa Tolomelli, produtora de "Central do Brasil", "Cidade de Deus", "Como Esquecer" e Andrea Cals, produtora do Festival Século XXI.
Curtas do Poder
Pérolas do Dia
Jojo Todynho
"Eu não tenho pretensão política nenhuma".
Disse a cantora Jojo Todynho ao comentar o cenário político atual e opinar sobre o desfecho eleitoral do país.