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super bowl
O porto-riquenho Bad Bunny fez história ao se apresentar no intervalo do Super Bowl no último domingo (8). O artista, o mais ouvido do Spotify em todo o mundo em 2025, foi assistido por cerca de 135 milhões de pessoas nos Estados Unidos, levando toda latinidade existente para o Levi's Stadium em Santa Clara, Califórnia.
Com um forte discurso contrário a política de Donald Trump, Bad Bunny levou para o "palco" artistas latinos Pedro Pascal, Becky G, Cardi B, Ricky Martin e Jessica Alba, e evitou citar diretamente o ICE, serviço de imigração norte-americano, mas deu seu recado através da música, lembrando aos estadunidenses que 'América' se refere a todo o continente, e não exclusivamente aos Estados Unidos.
pedro pascal, cardi b, karol g & jessica alba make a surprise appearance during bad bunny’s super bowl halftime show
— 2000s (@PopCulture2000s) February 9, 2026
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Entre as músicas apresentadas por Bad Bunny no show estavam 'Nuevayol', 'Lo Que Paso a Hawaii', 'El Apagón', 'Café con Ron', 'Tití Me Preguntó', 'Yo Perreo Sola', e o grande encerramento com 'DtMf', que leva o nome do icônico álbum 'DeBÍ TiRAR MáS FOToS', vencedor do Grammy de 2026.
"the only thing more powerful than hate is love"
— 2000s (@PopCulture2000s) February 9, 2026
bad bunny shouts out all the countries in america
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A performance contou com expressões latinas identificadas pelo público, um casamento com a "benção" de Lady Gaga, surpresa da noite, que adaptou a música 'Die With a Smile', dueto dela com Bruno Mars, para uma versão latina, e um ato poderoso de Bad Bunny ao citar todos os países que compõem a América ao final do show.
lady gaga performing ‘die with a smile’ at the super bowl pic.twitter.com/PvhE4vKAql
— 2000s (@PopCulture2000s) February 9, 2026
A REPRESENTATIVIDADE! Bad Bunny entrega seu AOTY do GRAMMY para uma criança porto-riquenha. ????????
— poponze (@poponze) February 9, 2026
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Sem citar o nome de Benito, Trump criticou a apresentação em um dos eventos esportivos mais importantes da cultura estadunidense.
"Absolutamente terrível, um dos piores de todos os tempos! Não faz sentido nenhum, é uma afronta à grandeza da América e não representa nossos padrões de sucesso, criatividade ou excelência. Ninguém entende uma palavra do que esse cara está dizendo, e a dança é repugnante", afirmou o presidente.
O Seattle Seahawks voltou ao topo da NFL. Na noite deste domingo (8), a franquia superou o New England Patriots por 29 a 13 no Super Bowl LX e confirmou o segundo título de sua história, encerrando um jejum de 12 anos desde a conquista de 2014.
A vitória foi construída, sobretudo, a partir de uma atuação impecável do sistema defensivo comandado pelo coordenador Mike Macdonald. O grupo anulou o ataque dos Patriots durante boa parte do confronto e transformou a noite do quarterback novato Drake Maye em um verdadeiro teste de resistência. Pressionado desde o início, Maye sofreu sucessivos sacks — incluindo uma marca histórica para a posição em um Super Bowl — e teve desempenho limitado, com baixa produção aérea e pouca eficiência dentro da red zone.
O JOGO
O Seahawks abriu o placar ainda no primeiro quarto, quando Jason Myers converteu um field goal de 33 jardas após uma campanha consistente, sustentada principalmente pelas corridas de Kenneth Walker III. Desde os minutos iniciais, a defesa de Seattle já ditava o ritmo e forçava os Patriots a se desfazerem rapidamente da bola.
No segundo período, o cenário se manteve. Myers voltou a aparecer com dois chutes certeiros, de 39 e 41 jardas, levando o jogo para o intervalo em 9 a 0. Até ali, o ataque de New England somava apenas 48 jardas aéreas, reflexo direto da pressão constante exercida pela linha defensiva adversária. Nas arquibancadas, o clima já era de confiança para os torcedores de Seattle.
O terceiro quarto teve novo destaque para Jason Myers. Com mais um field goal, novamente de 41 jardas, o kicker empatou o recorde de mais chutes convertidos em uma única edição do Super Bowl. O placar subiu para 12 a 0, enquanto os Patriots seguiam sem conseguir encontrar soluções ofensivas.
No último quarto, o Seahawks transformou o domínio em números definitivos. Sam Darnold conectou um passe de 16 jardas para touchdown com AJ Barner, ampliando a diferença. Em seguida, Seattle aproveitou erros do adversário para acelerar ainda mais. Drake Maye perdeu a posse de bola, recuperada e retornada para touchdown pelos Seahawks, o que levou o placar a 29 a 7 e praticamente selou a decisão.
O New England ainda esboçou uma reação tardia, com touchdowns de Hunter Henry, em recepção de 12 jardas, e de Stevenson, mas o esforço não foi suficiente para alterar o destino da partida.
Com o apito final, o marcador apontava 29 a 13 e confirmava o bicampeonato do Seattle Seahawks. A equipe encerra a temporada com uma atuação dominante no jogo mais importante do ano.
A torcida do Seattle Seahawks encontrou mais um motivo curioso para acreditar no título do Super Bowl desta temporada da NFL. Sempre que há a eleição de um novo papa, o time costuma aparecer na grande decisão — e a coincidência voltou a se repetir em 2026. Neste domingo (8), às 20h30 (de Brasília), os Seahawks enfrentam o New England Patriots no Levi’s Stadium, em Santa Clara, na Califórnia.
Ao longo da história da franquia, o Seattle disputou quatro Super Bowls. Em três deles, a temporada coincidiu com a mudança no comando da Igreja Católica, alimentando uma superstição entre os torcedores.
A primeira ocorrência foi em 2005, ano da eleição do papa Bento XVI. Na temporada seguinte, os Seahawks chegaram ao Super Bowl, mas acabaram derrotados pelo Pittsburgh Steelers, por 21 a 10.
O cenário mudou em 2013, com a eleição do papa Francisco. Na edição seguinte da decisão da NFL, o Seattle teve uma atuação dominante e conquistou seu primeiro título da liga, ao vencer o Denver Broncos por 43 a 8.
Agora, com a eleição do papa Leão XIV, a coincidência voltou a se repetir. Após a mudança no papado, os Seahawks terminaram a temporada regular com a melhor campanha de sua conferência, eliminaram San Francisco 49ers e Los Angeles Rams nos playoffs e garantiram vaga na decisão contra os Patriots.
A única exceção dessa relação aconteceu em 2015, justamente em um Super Bowl contra o New England Patriots. Naquele ano, não houve eleição de papa e o Seattle acabou derrotado por 28 a 24, em um dos jogos mais marcantes da história da NFL.
Apesar de ser norte-americano, o novo pontífice, Robert Francis Prevost, não tem um time do coração no futebol americano. O papa Leão XIV é fã de beisebol, torcendo pelo Chicago White Sox, além de demonstrar interesse por tênis.
Trauma contra os Patriots
A derrota de 2015 ainda é um trauma para a torcida dos Seahawks. O jogo foi decidido nos segundos finais, quando o quarterback Russell Wilson lançou um passe na linha de uma jarda que foi interceptado por Malcolm Butler, faltando apenas 22 segundos para o fim da partida.
O touchdown colocaria Seattle muito próximo do bicampeonato consecutivo, mas a decisão pela jogada é contestada até hoje. Na ocasião, os Seahawks contavam com Marshawn Lynch, um dos corredores mais dominantes da história da NFL.
Após aquele Super Bowl, o Seattle voltou aos playoffs algumas vezes, mas sem retornar à decisão. A esperança agora está no quarterback Sam Darnold. A equipe vive sua melhor temporada em aproveitamento nos últimos anos, com 14 vitórias e apenas três derrotas na temporada regular, além de dois triunfos nos playoffs até chegar à final.
Uma das franquias envolvidas na disputa do título da atual temporada da NFL será vendida após o Super Bowl. Segundo informação divulgada pela ESPN norte-americana nesta sexta-feira (30), o Seattle Seahawks passará por um processo de venda depois da decisão da liga.
Atualmente, a franquia é administrada por Jody Allen, irmã de Paul Allen, fundador da Microsoft e antigo proprietário do clube, falecido em 2018 em decorrência de um câncer. Conforme definido no testamento de Paul Allen, Jody atua como administradora com a orientação de que, em determinado momento, a equipe seja vendida e os recursos arrecadados destinados a instituições de caridade.
Paul Allen adquiriu o Seattle Seahawks em 1997, em uma negociação que evitou a mudança da equipe para outra cidade. Desde então, o clube viveu o período mais vitorioso de sua história. Sob a administração da família Allen, os Seahawks conquistaram 10 títulos de divisão, quatro títulos de conferência e um Super Bowl, vencido na temporada de 2014.
De acordo com o Sportico, portal especializado em negócios do esporte, a franquia está avaliada em US$ 6,59 bilhões, valor que pode ser ampliado em caso de um novo título da NFL.
Além dos Seahawks, Paul Allen também foi proprietário do Portland Trail Blazers, da NBA, e detinha 25% de participação no Seattle Sounders, da MLS. O Blazers foi colocado à venda em maio de 2025 e teve a negociação concluída em agosto, por aproximadamente US$ 4 bilhões (cerca de R$ 21 bilhões).
Dentro de campo, o Seattle Seahawks encara o New England Patriots no Super Bowl, marcado para o próximo domingo (8), às 20h30 (de Brasília), no Levi’s Stadium, em Santa Clara, na Califórnia. Campeão em 2014, o Seahawks busca o segundo título da sua história, enquanto o Patriots tenta a sétima conquista, o que o isolaria como maior vencedor do Super Bowl.
O cantor porto-riquenho Bad Bunny será a grande atração do show do intervalo do Super Bowl 2026. A final da NFL, liga de futebol americano, é o evento mais assistido nos Estados Unidos e ocorrerá em fevereiro do próximo ano.
O anúncio ocorre após o cantor não apresentar a turnê mundial “Debí Tirar Más Fotos” nos Estados Unidos devido a atual campanha contra imigração no país. No começo do mês, o cantor explicou que decisão foi tomada por medo de ações de agentes do ICE - polícia de imigração e alfândega do país - do lado de fora dos shows.
.@sanbenito. Super Bowl LX. Santa Clara. February 2026. #AppleMusicHalftime #SBLX @AppleMusic @SNFonNBC @RocNation pic.twitter.com/CMn8BtUGzV
— NFL (@NFL) September 29, 2025
“O que sinto vai além de mim, mesmo. É para aqueles que vieram antes de mim e correram incontáveis jardas para que eu pudesse entrar e marcar um touchdown”, declarou o cantor. “Isto é para o meu povo, minha cultura e nossa história. Vai e conta para sua avó que seremos o Halftime Show do Super Bowl”, acrescentou.
A última vez que um artista latino se apresentou no show do intervalo do Super Bowl foi em 2020, com a apresentação de Shakira e Jennifer López, que já tinha contado com a participação de Bad Bunny.
Vencedor de três prêmios do Grammy, o cantor se apresentará no Brasil dias após a apresentação no Levi’s Stadium em Santa Clara, Califórnia. O show de Bad Bunny ocorrerá em São Paulo, no dia 20 de fevereiro de 2026.
O Super Bowl LIX não foi marcado apenas pela vitória do Philadelphia Eagles sobre o Kansas City Chiefs, mas também por um momento icônico no show do intervalo. Durante a apresentação de Kendrick Lamar, a lendária tenista Serena Williams surpreendeu ao participar da performance do rapper, levando os fãs à loucura nas redes sociais.
Serena, que é natural de Compton, mesmo bairro de Kendrick, se destacou ao dançar o C-Walk, estilo popularizado na cultura hip-hop e originado no grupo de gangues Crips. A dança tem um significado especial para a ex-atleta, que já a realizou em momentos importantes de sua carreira, como após a vitória sobre Maria Sharapova nos Jogos Olímpicos de 2012, o que gerou controvérsia na época.
A performance também teve uma provocação direta a Drake, com quem Serena teve um breve relacionamento em 2015. O rapper canadense já fez referência à tenista em suas músicas e foi alvo de uma indireta de Kendrick Lamar, que na canção “Not Like Us”, cantada no Super Bowl, manda um aviso: “É melhor você não falar da Serena”. O verso foi interpretado como uma resposta à música “Middle of the Ocean”, de Drake, onde ele criticou o marido de Serena.
Ao final da apresentação, Kendrick Lamar reforçou a provocação exibindo um enorme “Game Over” no telão, encerrando a performance.
O Philadelphia Eagles é o novo campeão do Super Bowl! Na noite do último domingo (9), no Caesars Superdome, em New Orleans (EUA), a equipe venceu o Kansas City Chiefs por 40 a 22 e conquistou seu segundo Troféu Vince Lombardi.
O grande destaque da partida foi o quarterback Jalen Hurts, que brilhou com 293 jardas e três touchdowns, sendo eleito o MVP do Super Bowl. Além disso, a defesa dos Eagles teve atuação impecável, limitando as ações de Patrick Mahomes, que sofreu com a pressão da linha defensiva e foi interceptado duas vezes.
DOMÍNIO DOS EAGLES
O Philadelphia abriu o placar ainda no primeiro quarto, com Jalen Hurts comandando o ataque e finalizando a campanha com um touchdown na jogada “Tush Push”. O domínio seguiu no segundo período, quando a equipe ampliou a vantagem com um field goal de Jake Elliott e um touchdown defensivo (pick-six) após interceptação em Mahomes. Antes do intervalo, A.J. Brown ainda marcou mais um touchdown, levando o jogo para o intervalo com 24 a 0 para os Eagles.
No terceiro quarto, o cenário não mudou. Os Chiefs continuaram tendo dificuldades ofensivas, enquanto os Eagles ampliaram a vantagem com mais um field goal e um touchdown de 46 jardas de DeVonta Smith, abrindo 34 a 0 no placar. Kansas City conseguiu seu primeiro touchdown apenas no final do período, mas sem conseguir reduzir a diferença significativamente.
CONTROLE NO ÚLTIMO QUARTO
Com uma vantagem confortável, os Eagles passaram a administrar o relógio no último quarto, ampliando a vantagem com dois field goals e aproveitando um fumble recuperado para manter o controle da partida. Os Chiefs ainda esboçaram uma reação tardia, marcando dois touchdowns e uma conversão de dois pontos, mas não foi suficiente para evitar a derrota.
Com a vitória por 40 a 22, o Philadelphia Eagles se consagrou campeão do Super Bowl LIX. A conquista marca o segundo título da franquia, que já havia vencido a edição de 2018, contra o New England Patriots.
Após rumores de que a cantora Ariana Grande faria o show de intervalo do Super Bowl, uma nova atração virou o foco do assunto. Segundo informações da revista US Weekly, Maroon 5 vai se apresentar no evento esportivo.
"A oferta foi feita e eles tipo aceitaram", declarou uma fonte próxima à publicação. A revista lembra ainda que o vocalista e líder da banda, Adam Levine, já revelou o interesse do grupo em tocar no evento.
Final do campeonato de futebol americano, o Super Bowl 2019 será realizado no dia 3 de fevereiro, em Atlanta, nos Estados Unidos.
Justin Timberlake fez uma homenagem a Prince, neste domingo (4), durante o intervalo do Super Bowl, final da Liga Nacional de Futebol Americano. O tributo aconteceu justamente em Minneapolis, cidade natal do cantor, morto em 2016. De acordo com informações do O Globo, Justin evitou uma gafe tremenda e preferiu uma óbvia e esperada homenagem, já que desistiu da ideia de exibir um holograma do cantor. Segundo a publicação, a ideia seria de muito mau gosto, pois o formato já foi criticado pelo próprio homenageado e sua família também chegou a vetar. Para lembrar Prince, Justin Timberlake exibiu então um clipe do filme "Purple rain" projetado em uma cortina, enquanto acompanhava, ao piano, a gravação do cantor de "I would die 4 u". "Eu senti que queria fazer algo por essa cidade e algo por ele que fosse a homenagem definitiva para aquele que eu considero o melhor músico de todos os tempos", disse Timberlake.
Confira a homenagem:
Após rumores de que a britânica faria a apresentação, ela afirmou em um show que recusou o convite porque o evento não é sobre música (veja aqui). O último show de intervalo foi da banda Coldplay que contou com as participações de Bruno Mars e Beyoncé. A próxima edição será no dia 5 de fevereiro do ano que vem.
Adele ne fera pas la mi-temps du #SuperBowl. Elle a été contactée mais a décliné l'invitation #AdeleLive2016 😯🏈🏈🏈 pic.twitter.com/7c03cwMCSF
— Adele France (@AdeleSourceFR) 14 de agosto de 2016
A revista Rolling Stone já dá como certa a participação de Bruno Mars no show, assim como veículos apontam que Beyoncé será a cantora a fazer uma aparição no grande show do intervalo. A cantora participa da faixa "Hymn For The Weekend" do novo álbum do Coldplay. Beyoncé foi a grande atração do evento na edição de 2013. Mars também já se apresentou no Super Bowl, comandando o intervalo na edição de 2014.
Em abril, com a estreia da turnê "The Mrs. Carter Show" em Belgrado, na Sérvia, a equipe da cantora divulgou um comunicado com diretrizes rigorosas para a cobertura: "Não haverá credenciais para foto para esse show. Imprensa local, incluindo jornais e online, vão receber um link para o download das fotos de cada show". A reação foi imediata. Entre os protestos, um fotógrafo avisou no Facebook: "Se preparem, esse é o futuro da fotografia de shows".
Para Mickey Osterreicher, conselheiro geral da NPPA (National Press Photographers Association), associação dos fotógrafos da mídia nos Estados Unidos, é preciso que a categoria tome posição quanto ao caso pelo próprio bem da liberdade de imprensa. Em entrevista ao UOL, Osterreicher afirmou que é preciso manter a independência da imprensa. “Quando se publica ou transmite este tipo de imagem [controlada] abandona-se as responsabilidades de serviço público e torna-se cúmplice nessa viagem ladeira abaixo e escorregadia em que a reportagem independente torna-se irrelevante", disse.
Mickey lidera no país norte-americano os protestos cada vez mais ruidosos contra a decisão de Beyoncé. Nesta semana, ele enviou uma carta ao agente da cantora, assinada por 19 organizações, entre elas os jornais "Los Angeles Times" e "The New York Daily News". Segundo a carta, todas as organizações passarão a publicar montagens de Beyoncé, intencionalmente criadas, e mais desfavoráveis que as originais. Com a medida, pretendem fazer com que cantora e equipe suspendam a medida, tomada após as “fotos desfavoráveis” – termo usado pela assessoria – clicadas durante o intervalo do Super Bowl.
Enquanto a proibição continua, Beyoncé permanece como alvo de brincadeiras nas redes sociais. A mais recente é o engraçado tumblr "Beyoncé Art History", que posta trechos de sua música com uma obra de arte de fundo.
Aos 53 anos, a cantora Madonna continua dando provas que é merecedora do título de “Rainha do Pop”. Neste domingo (5), a loira deu o que falar com sua mega produção, ao se apresentar no intervalo do Super Bowl, em Indianápolis, EUA.
Curtas do Poder
Pérolas do Dia
Bruno Reis
"Meus compromissos com o PSDB estão em dia".
Disse o prefeito de Salvador Bruno Reis (União) sobre as últimas articulações com o presidente da Câmara Municipal de Salvador e seu partido, o PSDB. Bruno Reis classificou a última reunião com o vereador como “excelente”, mesmo após declarações de Carlos Muniz sobre uma possível saída de seu filho da legenda. Além de abordar a relação com a legenda.